Grey’s Anatomy – Can’t Fight This Feeling

Data/Hora 02/04/2013, 16:48. Autor
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Yay! Mais um bom episódio de Grey’s Anatomy foi ao ar na semana passada. Não é a toa que a 9ª temporada é uma das minhas queridinhas. Shonda ta acertando em cheio esse ano.

Em Can’t Fight This Feeling vimos os médicos lidando com sentimentos. E eles se dividiram em dois grupos: o dos que aceitam o que sentem, e o dos que relutam, bravamente.

Meredith liderou o grupo do pessoal que aceita os sentimentos, embora no seu caso seria mais apropriado dizer intuição. O instinto maternal de Mer está a pleno vapor, e isso foi fator decisivo para que ela acreditasse na mãe do pequeno garotinho adoentado.

Acho o máximo vermos Meredith amadurecida, confiante nas suas escolhas pessoais e profissionais. Fiquei orgulhosa, também, ao ver ela usando bem seus poderes de dona de hospital, e investigando a doença do menininho até o fim, ainda que baseada nos palpites da mãe. Suspirei aliviada quando o caso acabou bem. Mas confesso que terminei o episódio bem apreensiva. Bailey mapeará o genoma de Zola e Meredith (ei, Bailey mandou avisar que mapeamento genético não é brinquedo!) e descobriremos, enfim, de Mer desenvolverá Alzheimer. Não faça isso conosco, Shonda. Imploro! Sinceramente, não sei o que pensar. Não consigo imaginar minha personagem favorita tão diferente em razão do Alzheimer. Mas em se tratando de Rhimes, tudo pode acontecer. Principalmente o pior. Então, estou tentando preparar meu coração, relutantemente.

E por falar em relutar, mais uma vez foi desenvolvida a temática “internos e suas especialidades”. Sempre gosto quando isso é abordado, porque é natural que todos os futuros residentes tenham suas preferências, assim como é comum os residentes terem seus “auxiliares” favoritos. Mas o episódio serviu para mostrar que se entregar às mudanças pode ser uma coisa super favorita. Heather e Derek que o digam, para tristeza de Ross.

Jo também não ficou ao lado de Alex, no episódio. Aliás, a moça perdeu boa parte do seu tempo se amassando com o namorado, enquanto montes e montes de pacientes chegavam no Memorial. Cadê a decência, mocinha? Tá, eu sei que os corredores do hospital já presenciaram muitos amassamentos, mas por favor, Jo! Pobrezinho do Alex!!! Sim, sou Team Alex desde criancinha e estava adorando o desenvolvimento do relacionamento dos dois, mas nesses dois últimos episódios a falta de percepção da moça me irritou um tantinho. Espero que Karev tenha coragem, LOGO, de assumir seus sentimentos, porque ele é o líder do movimento “vamos ignorar nossos próprios sentimentos, mesmo que todo mundo já tenha notado”.

Enquanto uns ignoram, outros enfrentam, ainda que aos trancos e barrancos. E April começou a enfrentar seus sentimentos por Jackson de forma madura. Até que enfim! A história – muito triste, a propósito – dos dois colegas de faculdade que se reencontram e decidem ficar juntos fez a moça indagar se existem pessoas destinadas a ficar juntas.

A cena dela com Avery foi linda. E achei interessante ela indagar o paramédico sobre a questão. Pena que ele pensou que ela estivesse se referindo a ele, e acabou soltando um “também te amo”. Que dó, que dó, que dó do paramédico. Não deve durar até o final da temporada esse romance. Consequentemente, Steph, que só tem feito figuração, vai ficar chupando o dedo, também. E Kepner e Avery devem assumir um relacionamento sério, estável e saudável. Yay!

Por falar em relacionamento saudável, Arizona e Torres estão voltando à boa forma. Foi bacana ver as duas interagindo sem aquele peso todo. Aos poucos o drama vai ficando para trás, e a médica f**ona que faz crescer cartilagem volta a colocar sua vida nos trilhos (que a felicidade a atinja em cheio, senhoras e senhores!). E a fofura própria da Arizona voltou a dar o ar da graça. Aaawww!

Finalizando: alguém tem dúvida de que os mimimis entre Yang e Owen voltarão loguinho? O caso do garoto cujos pais estavam envolvidos no acidente com o caminhão de gasolina evidenciou o lado paizão de Hunt. E ele e Yang quase quebraram os pratos em razão do instinto protetor de Owen ter feito ele questionar as escolhas de Cristina. A vontade de Owen de ser pai é tão evidente quanto a falta de vontade de Cristina de ser mãe. E eu, sinceramente, não sei como eles poderão driblar isso, especialmente por que me parece que qualquer parte que ceda viverá infeliz. Nesse caso, só me resta esperar para ver, torcendo para que Crowen não volte a ser aquele casal chato dos últimos tempos de relacionamento.

No episódio dessa quinta-feira provavelmente descobriremos se o Alzheimer é uma possibilidade concreta no futuro de Meredith. Só por precaução, vou deixar a caixinha de lenços do meu lado. Até lá!

P.S.: Emergência, sua linda, bem vinda de volta!

‘Games of Thrones’ é renovada para a quarta temporada

Data/Hora 02/04/2013, 15:59. Autor
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A HBO renovou o sucesso Game of Thrones. Um sucesso que teve a melhor estreia da emissora em um temporada no episódio de domingo (31), o primeiro do terceiro ano da série. Um sucesso que atraiu nada menos do que 4.4 milhões de pessoas, marca histórica para o canal pago.

A série, que é baseada na obra de George R.R. Martin, atrai milhões de fãs ao redor do mundo. Criada por David Benioff e D. B. Weiss, a história gira em torno de uma guerra para a conquista do trono de Ferro em Westeros.

O próximo episódio da série se chamará Dark Wings, Dark Words, e irá ao ar no domingo, 7 de abril, às 22:00, na HBO brasileira.

Com informações do Deadline.

O autismo nas séries de TV

Data/Hora 02/04/2013, 15:18. Autor
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A bandana colorida na cabeça dá a Max Braverman a segurança de que ao fim do dia, tudo estará bem. É assim que um pirata se veste. E é assim que Max deve se vestir todos os dias. Pois ele bem sabe, piratas sempre terminam o dia bem.

Mas o pequeno Max ainda tem muitos desafios para enfrentar. A falta de coordenação motora, por exemplo, e uma simples atividade em sala de aula torna-se um suplício. Mesmo usando sua roupa de pirata, o simples exercício passa a ser uma tarefa impossível de se realizar. “Estúpida tesoura!”, ele pensa, enquanto tentar recortar um coração no papel.

A tesoura não obedece seu comando, e o sentimento de frustração acaba explodindo por suas mãos. A tesoura vai para um lado, os corações picados vão para outro. Há alguma coisa de errado com esse menino, mas ninguém sabe o que é. O jeito que ele se veste, que ele se comporta, a falta de interesse em seus colegas, ou o interesse demasiado em coisas específicas, fazem de Max um menino estranho. Talvez seja uma fase, ou talvez ele não seja bom com tesouras ou com moda. Mas o que poderia passar desapercebido aos olhos da família Braverman é que o pequeno Max é, de fato, autista. Não há nada de errado com Max, ele é apenas diferente. E apesar do autismo não ser uma doença, nem de ser contagioso, vai exigir muita atenção de todos ao seu redor.

A cena descrita de Parenthood ilustra apenas um pequeno exemplo do espectro do autismo. Para os pais de Max, acostumados ao estereótipo do autista recluso em um mundo só dele, é difícil a acreditar que o filho quase normal possa ser um autista.

Neste dia 2 de abril, data em que se comemora o Dia Mundial de Conscientização do Autismo, o Teleséries se veste de azul para chamar a atenção de todos para uma sindrome complexa de se definir. É uma síndrome policromática, que ultrapassa o preto e o branco, até os tons de azul, e pode ser representada como um quebra-cabeça de todas as cores.

Uma sindrome que vai além de um mundo de repetições, de pouca imaginação, e da total obsessão. Um mundo que é só deles, e tão nosso.  

O autismo e o estereótipo

“Eles não mantêm o contato visual, usam as pessoas como ferramenta para conseguirem o que querem. Apresentam risos e movimentos inapropriados, modo e comportamento arredio, giram objetos de forma bizarra e peculiar, não demonstram medo de perigos reais, agem como se fossem surdos e resistem ao contato físico”. Assim são descritos a maioria dos autistas. E é assim que se propaga uma das mais errôneas ideias sobre o que é o espectro do autismo.

A síndrome é uma disfunção cerebral que afeta o desenvolvimento social em diferentes graus de intensidade. Nem todo autista desenvolve os mesmo padrões de comportamento. Em um autismo mais severo, o individuo é incapaz de qualquer interação social, vivendo em um mundo só dele, com interesses e regras próprias A forma mais branda, ou altamente funcional, é chamada de Sindrome de Asperger, na qual o indivíduo traz como característica a inteligência emocional e social reduzida, mas um alto nível de aprendizagem, principalmente especializada.

Essa diferença é mostrada na televisão quando se compara Jacob, de Touch, e Max, de Parenthood. Ambos autistas. Jake tem um comportamento mais clássico do autismo, já Max é Asperger, vive um conflito cruel entre ser normal e tão diferente ao mesmo tempo. Em Touch, o garoto se comunica por meio de números e padrões, quase não percebe a presença de outras pessoas, e se conforta em atividades que exijam foco. Essa habilidade em distinguir padrões dá ao autista um mito de poder. Jake consegue prever acontecimentos importantes em Touch por causa desses padrões.

O mesmo mito é explorado em Alphas, com a história do personagem Gary Bell, um jovem autista super poderoso que vê ondas eletromagnéticas e consegue traduzi-las em informações na velocidade de um computador. Gary é um alpha, um autista super poderoso, mas que não consegue entender expressões faciais e nem é capaz de fazer contato visual. Gary é a representação de um autista moderado.

Em Parenthood, se não fosse o diagnóstico precoce, Max passaria toda a sua vida sendo um rapaz de comportamento fora do padrão, talvez fosse tachado de tímido, ou chatinho, mas nada mais que isso. O personagem, que apresenta a forma branda do autismo, ajudou a trazer a consciência para o espectro da síndrome com todas as cores que ela se manifesta. Fora de estereótipos.

Sou asperger, não sou estranho 

“Você acha que ele teria me amado mais se eu fosse assim como você? Se eu fosse normal?”, pergunta Astrid para seu outro eu. Naquele universo paralelo, a personagem de Fringe é Asperger. Os Aspergers geralmente sentem-se como se não pertencessem ao mundo real, mas não são vistos como autistas, e por isso, vivem a pressão de funcionar no mesmo padrão que a maioria das pessoas. Asperges são diretos, racionais, inteligentes, gostam de assuntos específicos, são intensos, amam, sofrem, ficam tristes, alegres, vivem o limbo entre o ser e não ser autista, são incompreendidos na maioria das vezes.

Alt-Astrid sofre com a certeza de que nunca foi capaz de demonstrar o amor que sentia pelo seu pai. E se pudesse, talvez tivesse dificuldade em perceber se o seu amor era reciproco. Essa dificuldade em demonstrar os sentimentos é o que torna o Asperger menos “humano” aos olhos da maioria. O que muita gente não sabe é que o Asperger não só sente tudo, mas como potencializa a frustração em não saber como demonstrar isso em um angustiante sofrimento.

Essa cena dialoga com um dos momentos mais angustiantes de Bones. A personagem de Emily Deschanel, Temperance Brennan, sempre teve muita dificuldade para demonstrar seus sentimentos. Seu padrão lógico de funcionar sempre a protegeu demais, preferindo evitar qualquer conflito emocional com o qual não sabia como lidar. No episódio 100 da série, The Parts in the Sum of the Whole, Booth se declara para a parceira antropóloga, mas esta nega aprofundar a relação entre os dois por não ter o mesmo “tipo de coração aberto”.

Brennan: Não posso mudar. Não sei como. Não sei como.

Ela estava certa. Não se pode mudar um ser humano. Mas ao longo dos anos, a personagem vem sofrendo uma transformação de aprendizagem em relação a percepção do outro.

Temperance Brennan não é uma autista com diagnóstico. O criador da série disse que apesar de Brennan ter traços de Asperger, não se sentiu a vontade para assumir isso na história. Nas primeiras temporadas, é possível identificar esses traços, como em uma cena que Bones se queixa com a amiga, e diz que sabe que é melhor com ossos do que com gente. Anos depois, ela aprende com um psicólogo a reconhecer expressões de raiva, felicidade e tristeza.

A frase “I don’t know what that means”, ou seja, “não sei o que isso significa”, expressa a inabilidade do Asperger em se interessar por coisas comuns, assuntos populares. Mas se você perguntar algo sobre antropologia para ela, é capaz de escutar uma palestra inteira. O que é engraçado neste personagem é que ela é especialista no ser humano, e encontra dificuldades em se relacionar com eles.

O jeito de falar engraçado, pausado e monótono é outra característica do “aspie”. Assim como Brennan, Sheldon talvez seja o autista não-diagnosticado mais famoso da televisão. Seu jeito direto e sem filtros sempre acaba em risos do telespectador. Bazinga! Ser aspie é ser um pouco engraçado. Não entender metáforas também é um traço forte deste lado do espectro do autismo.

Quem não riu com a Dra. Virginia Dixon em Grey’s Anatomy? Ou se emocionou com a personagem ao perceber que seu jeito direto acabava limitando suas interações com os outros médicos, e isso trazia a certeza de que ela teria uma vida solitária. No final das contas, quem aprendeu sobre relacionamento foram os doutores do Seattle Grace, que perceberam que o autista não precisa de compaixão, e sim, de respeito.

Não sou doente, sou apenas diferente

Não se pode curar um autista. Pelo simples fato do autismo não ser uma doença. Mas em casos mais severos, quando o autista é privado quase totalmente da socialização, e por vivermos em sociedade, essa falta de habilidade prejudica a vida de quem carrega a síndrome, é possível tratá-los com terapias comportamentais, quase sempre alternativas. Por causa da complexidade do espectro, não há também um tratamento, mas sabe-se que algumas pessoas superam o autismo com estímulos.

Em Skins, o personagem JJ (Ollie Barbieri) é Asperger. No episódio intitulado JJ, na terceira temporada, ele ganha destaque ao questionar seu próprio comportamento, que o faz ser hostilizado pelos colegas. JJ quer ser normal. O garoto acaba em uma clínica, recebendo medicamentos fortes para amenizar seu comportamento explosivo e violento, e também para aumentar seu filtro em conversas. JJ vive depressivo, ser adolescente já é complicado, ser adolescente autista é um prato cheio para todos os tipos de confusão.

Como não existe uma “cura”, o autismo mais severo gera angústia para muitas famílias. Algumas esperam por um milagre, desses que aconteceu em Roswell, no episódio Samuel Rising. O alien Max Evans (Jason Behr) tem o poder de curar as pessoas. Como era época de Natal, e nessa época, as pessoas se sentem responsáveis por amenizar o sofrimento do mundo, ele sentiu-se compelido em curar um menininho autista chamado Samuel. No final, ele fez muito mais pelo garotinho, que conseguia se comunicar com Max. O alien, por meio de um sonho, fez com que Samuel falasse com a família, e ajudou a eles a entender que ele não precisava ser curado, e sim, compreendido.

O nome deste episódio é uma analogia ao Programa Son-Rise criado nos anos de 1970, nos EUA, pelo casal Barry e Samahria Kaufman, que ouviu dos médicos e especialistas que não havia esperança de recuperação para seu filho Raun, diagnosticado com autismo severo. Eles passaram então a estimular o filho, e depois de três anos e meio de tratamento, Raun se recuperou, cursou uma universidade, e hoje é diretor de uma ONG.

 

Aumentar a conscientização das pessoas sobre os autistas e suas realizações pode transformar a maneira como o público vê a síndrome e outras disfunções mentais e sociais. Esse movimento é o mesmo que hoje garante uma maior diversidade ética e sexual na ficção. Peculiaridades neurológicas, no entanto, tem infinitas possibilidades para os roteiristas, que aos poucos se libertam dos clichês massificados e exploram todo o leque de possibilidades de desenvolver personagens ricos e que carregam em si uma causa. 

Doctor Who – The Bells of Saint John

Data/Hora 02/04/2013, 15:15. Autor
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Este ano Doctor Who voltou no final de semana da Páscoa, o que me faz associar cada vez mais a série aos feriados importantes. Não que o episódio em si tenha feito qualquer menção à data, mas eu simplesmente não posso ignorar o grande presente que a BBC nos deu.

Fiquei muito satisfeita com esse episódio. Na verdade, satisfeita é pouco para expressar o quanto eu gostei de The Bells of Saint John e o quanto eu me diverti assistindo. Foi Doctor Who em sua melhor forma.

É incrível como Clara chegou revolucionando tudo. Adorei sua personalidade. Ela é fiel, astuta, divertida e explora um lado diferente do Doutor.

Li em algum lugar o povo falando (talvez tenham sido os próprios atores) que o Doutor agia como uma figura paterna para os Ponds e com Clara ele é o irmão mais velho. Não concordo totalmente. Eu achava que o Doutor agia com uma grande imaturidade perante Amy e Rory e, apesar de ter um cuidado de certa forma paternalista, no frigir dos ovos ele era como um filho para eles e não o inverso. Já com Clara ele realmente age com mais cautela, usando de um cuidado próprio de quem conhece mais e ainda assim se sente contagiado pela juventude de quem deveria saber menos mas é um mistério por si só. Resumindo: ele é o irmão mais velho, aquele que cuida e não aquele com quem ela tem que se preocupar.

Acho ótimo que Clara seja um mistério. É legal passarmos a temporada querendo saber quem é ela e por que morreu por duas vezes e ainda está viva e bem ao lado do Doutor. Como partes suas se espalharam pelo universo e pelos tempos? É um enigma grandioso e ainda assim não é esmagador. O Doutor pela primeira vez em um bom tempo foi o protagonista de sua própria história.

Quanto ao episódio em si, ele me pareceu uma grande homenagem a episódios passados e outras séries. Ou alguém não lembrou de Sherlock com todas aquelas anotações em tela do que estava sendo digitado no computador? E a menção do Doutor sobre a tristeza de ter a alma humana aprisionada na World Wide Web me remeteu imediatamente ao destino de River em Forest of the Dead. Como não lembrar?  Com certeza ele também lembrou.

O início, com o rapaz falando diretamente para a câmera nos fez lembrar de Blink, enquanto a mente sendo sugada pelos equipamentos eletrônicos nos remete à The Idiot’s Lantern e The Long Game. Não foi a toa que o episódio teve essa aura de Doctor Who pré-Moffat.

Ainda não tenho muita certeza da minha opinião sobre o início do episódio, com o Doutor hospedado no mosteiro, tentando decifrar Clara. Foi visualmente interessante e rendeu ótimas cenas, como o monge se benzendo ao ouvir o Doutor dizer que era uma mulher do outro lado da linha do telefone, ou ainda Clara comentando que ganhou o número dele de uma mulher, e mais uma vez mencionando “run you clever boy and remember”, mas não posso deixar de me incomodar um pouco com essas cenas do Doutor em pontos estranhos do tempo fazendo coisas absurdas que nada tem a ver com coisa alguma. Elas estão claramente ali para fins estéticos, não dão em nada.

Por outro lado, o ‘primeiro contato’ do Doutor com Clara foi bem legal. Como ele a trouxe de volta da nuvem para onde estava sendo feito o upload e o carinho com o qual cuidou da garota depois, permanecendo do lado de fora da casa, velando nada sutilmente. Ele já a viu morrer duas vezes, acredito que não encare bem a ideia de perdê-la mais uma vez.

Pergunta: Clara havia retido algumas condições intelectuais devido à sua ligação com o Wi-Fi e o upload incompleto. Mas e agora que ela foi completamente absorvida e baixada novamente para o seu próprio corpo? Imagino que o aumento na sua capacidade se manterá, mas e o do restante do povo que também foi baixado nos seus corpos após a completa absorção? Não acho que isso será mencionado em algum momento futuro, mas eu não pude deixar de questionar.

E por falar em Wi-Fi, gostei de trazerem de volta A Grande Inteligência (não fica muito bonita a tradução literal de The Great Intelligence, mas é o que tenho no momento). E ele manteve a aparência de Simeon, o que é um toque interessante e nos dá um rosto a um inimigo teórico.

A Grande Inteligência é um vilão da era clássica de Doctor Who, mas confesso que não sou muito conhecedora de seus rastros. Pesquisei aqui e acolá e vi que ela apareceu algumas vezes para o Doutor, mas já faz algumas encarnações que eles não tem contato. Em compensação, o Décimo Primeiro Doutor a encontrou no especial de Natal (uns dois séculos atrás) e agora novamente e, em ambas as vezes, Clara esteve presente. Coincidência, simples uso de um mesmo vilão pelo mesmo roteirista, ou há algo mais por trás disso?

É um pouco triste observarmos a forma como A Grande Inteligência resolveu agir dessas duas vezes, usando uma criança e condenando-a para toda uma vida de servidão. Fiquei de coração partido quando vi Kizlet ser abandonada ao final, perdendo toda a sua memória, restando pouco mais do que uma mente infantil no corpo de uma senhora. Acho que esses vilões que mexem com a mente humana tem uma capacidade muito maior de me atingir do que quaisquer outros que Doctor Who possa apresentar. Até hoje não me recuperei do destino de Donna.

A propósito, assim como tenho um certo desconforto quando passo diante de uma estátua qualquer, fiquei com uma leve cisma de olhar no meu ícone do wi-fi. E Doctor Who parece uma série tão inocente…

Mas agora Clara sobreviveu e é oficialmente a nova companheira do Doutor na TARDIS, que, é bom lembrar, está de cara nova. Gosto quando damos uma espiada no interior da TARDIS. É gostoso ver que não é apenas a sala de controle que existe na caixa azul.

E esta segunda parte da temporada nos trouxe várias mudanças. O interior da TARDIS está diferente, as roupas do Doutor também alteraram levemente(elas mudam, mudam, mas ficam sempre iguais), a abertura da série… Chamou a minha atenção esta nova abertura. Lembra as aberturas da era clássica, mas com um toque de loucura bem apropriado ao Doutor atual.

Quanto a Moffat, ele abriu a segunda parte da temporada escrevendo para a série, mas só retorna para o último episódio. Vamos ver o que o restante dos roteiristas nos reserva para o Doutor e Clara.

***

PS: Antes que eu esqueça, há três coisas que precisam ser mencionadas a título de curiosidade:

1) O livro que o garoto está lendo foi escrito por Amy (Amelia Williams). A capa, com uma garota e dois rapazes nos remete a duas possibilidades: a própria Amy, Rory e o Doutor, ou ainda a Sherlock. Por que Sherlock? Bom, tem a ver com as características físicas dos dois personagens ao fundo. São incrivelmente parecidos com o Sherlock de Cumberbatch e o Watson de Freeman.

2) O garoto diz à Clara que está no capítulo 10 do livro e ela comenta que o décimo primeiro é melhor e ele não vai conseguir parar de chorar. A sutileza…pergunto-me o que ainda vai acontecer com o nosso Doutor.

3) Começaram as teorias sobre a folha que marcava a página do diário de Clara. Um simples marca páginas sinalizando que o encontro com o Doutor era o início das aventuras dela? Seria aquela folha um exemplar seco da folha da árvore onde a pequena Clara se encontrou com o Doutor no prequel exibido pela BBC? Teria aquela folha algo a ver com o número 23, ano que Clara pulou na sequência escrita em seu diário? Seria a folha o início do fim do Décimo Primeiro Doutor? Façam suas apostas!

PS1: Sou só eu que acho esses títulos grandiloquentes e nada a ver com o episódio estranhos?

Revolution – The Stand

Data/Hora 02/04/2013, 15:12. Autor
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Foram quatro meses de hiato depois de uma summer finale que superou as expectativas. Lembrando que, desde a estreia de Revolution, as expectativas ficaram bem abaixo do imaginado antes da exibição do primeiro episódio da série. Falo dessas expectativas, as bem baixas, essas foram superadas. Apesar de ter ficado devendo, o seriado de ficção científica da NBC tem se destacado nas cenas de ação. Seguindo o baile com a segunda fase da temporada de estreia de Revolution, explosão foi o que não faltou nos primeiros momentos de The Stand.

“A” explosão foi causada pelo helicóptero da Milícia Monroe. Sim, como acompanhamos no final do episódio anterior, Nobody’s Fault But Mine, Monroe conseguiu fazer o amplificador de energia funcionar e levantou voo com seus helicópteros que, devido ao logo da milícia, lembram muito os carros da Volkswagem. Vai dizer? Mas voltando a explosão, pareceu quase milagroso o fato de ninguém ter ao menos se machucado no ataque do helicóptero, milagroso até para os padrões hollywoodianos.

Como todo mundo sobreviveu e ninguém se arranhou – depois de libertar Danny e Rachel – Miles, Charlie e Aaron precisavam de uma outra missão em suas vidas. E essa missão veio na sequência, estimulada por uma decisão quase óbvia de Monroe. Agora que ele tem uma frota de helicópteros à disposição sua primeira atitude foi exterminar os núcleos rebeldes, que tentam restabelecer os Estados Unidos da América. Foi um massacre. Um massacre que só foi interrompido pelo grupo de Charlie e Miles, que se uniu de novo, dessa vez com outro objetivo. Aaron, o medroso oficial, tentou desestimular o pessoal e convencer todos a voltarem para casa, mas Rachel lembrou: “que casa?” A existência da Milícia Monroe impede que os americanos tenham uma casa no mundo de Revolution, principalmente quando esses americanos são da família Matheson.

The Stand foi um episódio infeliz para as famílias. Jason Neville finalmente se rebelou, discordou das ordens de seu pai e acabou expulso da Milícia. Ainda assim ficou no lucro, pois pelas ordens de Monroe, ele deveria ter sido morto pelo próprio pai, Major Neville. Não foi agora, mas acredito que em breve – e é quase uma obviedade – que Jason se junte ao grupo da resistência rebelde ao lado de Charlie.

Já a família Matheson teve uma perda mais significativa no episódio. Danny sempre foi um dos personagens mais sem graça da série, mas aos poucos, e bem aos poucos, foi crescendo nos últimos episódios. A sua morte foi heróica e isso eleva o peso do personagem na série, mas não podemos acreditar que Danny fará muita falta. O personagem foi significativo, caracterizou o objetivo principal dos protagonistas da série nos dez primeiros episódios e no décimo primeiro foi o responsável pela destruição do amplificador de energia de Monroe. O equipamento responsável por todo o exagero de força que a Milícia impunha. Danny, embora ter cativado pouco, foi um personagem significativo.

O que pode dar um plus a mais nessa segunda parte de Revolution é… senti um climinha pegando entre o Miles e a Rachel? Babado. Adorei, até porque do jeito que a história se desenvolveu é bem possível que eles tenham tido algo quando estavam os dois juntos nas dependências da Milícia Monroe. Também não empolgou nada o romance dele com Nora, na última vez que ela o beijou – e na frente de Rachel – ele até abriu os olhos! Outro adendo interessante nesse episódio de Revolution é a primeira aparição de Leland Orser (de E.R.) como John Sanborn, um cientista especialista em armas – adorei o tal canhão sônico. Gosto muito do ator, espero que o seu personagem se torne recorrente. Aliás, o que não falta em Revolution são grandes atores, vamos torcer para que os personagens cheguem mais a altura de quem os interpreta.

Como aconteceu com Danny, às vezes os personagens não são grandes, mas são significativos. Danny representou um objetivo inicial e quando esse objetivo foi alcançado ele foi o responsável pelo estabelecimento de outra meta: matar Monroe e acabar com a Milícia. Agora é esse o objetivo de Charlie, Rachel, Miles e Aaron. Por Danny.

Do outro lado de Revolution, Monroe recebe o reforço do visitante que dirige o Cutlass Ciera, Randall Flynn. Personagem que ainda tem muitos segredos a serem revelados na série. No entanto, nenhum deles deve ser mais misterioso do que aquela luzinha que Rachel tirou da barriga de Danny. Revolution ainda tem muita história para contar e precisar contá-la bem. A série acaba de partir para o caminho que leva até o final da temporada e nesse período a guerra é entre renovação e cancelamento.

Canal CW anuncia data de retorno do ‘Whose Line is it Anyway?’

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A rede The CW anunciou esta semana sua grade de programação para o verão nos Estados Unidos. Como o período é de audiências baixas, o canal mantém a tradição de produzir shows baratos – priorizando os reality shows e programas de auditório. Mas desta vez a CW tem pelo menos uma atração promissora na grade: um remake de um programa que já fez bastante sucesso no mundo, o humorístico Whose Line is it Anyway?. A atração retorna no dia 16 de julho nos EUA.

Criado na Inglaterra, originalmente para o rádio, o Whose Line is it Anyway? é um programa de improvisação, onde comediantes se revezam no palco criando esquetes cômicos a partir de cenas sugeridas pelo público, fazendo piada com objetos introduzidos no palco ou mesmo criando canções ao vivo. A versão mais conhecida dos brasileiros é a americana, exibida por muitos anos pelo canal Sony, e que tinha como apresentador o comediante Drew Carey.

A nova Whose Line is it Anyway? terá como apresentadora Aisha Tyler (co-apresentadora do talk show The Talk, ex-apresentadora do programa de humor Talk Soup e atriz com passagem por séries como Ghost Whisperer e Friends) e a presença de três comediantes veteranos do programa: Wayne Brady, Colin Mochrie e Ryan Stiles (que atualmente é coadjuvante em Two and a Half Men). O novo Whose Line is it Anyway? terá ainda um convidado especial a cada programa.

A nova grade do canal CW terá ainda os programas Perfect Score – misto de programa de namoro com prêmios em dinheiro, apresentado por Arielle Kebbel -, a segunda temporada de Breaking Pointe – que mostra os bastidores de uma companhia de balé de Salt Lake City – e The Hunt – um reality show de competição.

Com informações da The CW.

Remake de ‘The Saint’ ganha primeiro trailer com os atores Adam Rayner e Eliza Dushku

Data/Hora 02/04/2013, 11:36. Autor
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Após quatro décadas de sua última exibição, a série de suspense The Saint ganhará nova versão. No elenco do remake, interpretando papéis importantes, estarão Eliza Dushku (Dollhouse, Buffy the Vampire Slayer) e Adam Rayner (Hunted, Hawthorne).

Adam Rayner interpretará Simon Templar, um ladrão no estilo Robin Hood, que é o personagem principal da trama. Já Eliza Dushku dará vida à Patricia Holm, um ex-romance ainda presente na vida de Templar.

O roteiro da nova versão ficou por conta de Jesse Alexander (Alias, Heroes), e terá participações especiais de Roger Moore, que interpretou Simon Templar na versão original dos anos 60, e Ian Ogilvy, que interpretou Templar na série Return of the Saint nos anos 70. Simon West (Con Air, Keen Eddie) ficará na direção do remake.

Desde 2012, quando foi anunciada sua criação, a série ainda não tem um canal definido para ir ao ar. Contudo, os produtores esperam reverter essa situação, já que um vídeo do piloto será exibido no mercado de mídias MIPTV em Cannes, na próxima semana.

O elenco de The Saint ainda conta com as participações de Enrique Murciano (Without a Trace), Thomas Kretschmann (The River), Greg Grunberg (Heroes) e James Remar (Dexter).

Ficou curioso? O trailer da série, você assiste no topo da página.

Com informações do Zap2 it

Destaques na TV – Terça, 2/4

Data/Hora 02/04/2013, 10:29. Autor
Categorias TV Brasil

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Confira os destaques da terça-feira nos canais de TV por assinatura.

Momento ooops!: ontem esqueci de divulgar que o TCM passou a reprisar o clássico drama policial Miami Vice. A série está sendo exibida desde o início, de segunda a sexta, às 21h.

E noite de terça-feira chega trazendo dois eletrizantes finales. Na Fox, às 22h30, vai ao ar o episódio final de terceira temporada de The Walking Dead – com o confronto final entre Rick (Andrew Lincoln) e o Governador (David Morrissey). Já no AXN, 21h, um episódio corrido e repleto de reviravoltas marca a despedida do incompreendido drama serial militar Last Resort. Na minha opinião, Last Resort foi o grande show original desta temporada – para saber o que acontece, leia a review da Gabriela Assmann.

Voltando ao canal Fox: às 22h15, estreia a produção nacional Contos do Edgar, baseada na obra de Edgar Allan Poe.

No Cinemax, desde a semana passada está indo ao ar as comédias Chandon Pictures e Running Wilde, inéditas no país. A primeira, que vai ao ar às 17h30, é uma produção australiana. Já Running Wilde, que passa às 18h, é uma série que foi ao ar entre 2010 e 2011 pela Fox americana, com os talentosos Will Arnett e Keri Russell no elenco. Esta tarde o canal exibe o segundo episódio dos dois shows. Às 19h, o Cinemax exibe ainda o quarto episódio de Revolution e, às 20h, o episódio 2×10 de XIII: The Series.

Na Sony, 10h e 17h, tem Happy Endings (2×19).

No +Globosat, 22h, tem Mirador (episódio 2×07, segundo o guia da Net).

Na Warner, 21h30, The Big Bang Theory (episódio 6×19).

No Sony Spin, às 21h, é noite de 90210 (episódio 5×15).

O Universal Channel vem com reprises de Law & Order: Special Victims Unit (21h, 14×07) e Chicago Fire (22h, 1×07).

Já o canal Space não exibe mais uma vez Vegas, abrindo espaço na grade para a exibição do basquete da NBA.

Na TV aberta estreia esta noite na Globo a terceira temporada da comédia nacional Tapas e Beijos (22h24). Logo após o canal exibe ainda Louco por Elas.

No GNT, 23h, Weeds retorna a grade, com reprise da sétima temporada.

E até amanhã!

Rob Thomas exibe trecho do roteiro do filme de ‘Veronica Mars’

Data/Hora 01/04/2013, 23:55. Autor
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Rob Thomas, criador e roteirista de Veronica Mars, mostrou em seu Twitter um trecho do roteiro do tão aguardado filme da série. Na cena, Veronica, Wallace e Logan aparecem em um momento de mistério, que só Rob e sua turma sabem o que realmente significa.

Ainda sem muita informação divulgada, o filme deve seguir os passos da série, e mostrar o presente dos personagens anos após a exibição do último episódio de Veronica Mars ,em fevereiro de 2009.

 

O filme de Veronica Mars ganhou status de pré-produção após o elenco da série lançar uma campanha na internet para arrecadar dinheiro para o projeto. Eles esperavam receber ao menos U$ 2 milhões no período de 30 dias para começar as negociações com a Warner Bros., mas para a supresa de todos, a iniciativa angariou toda a quantia em pouco mais de 24 horas. O sonho dos fãs ficou mais perto de virar realidade.

Veronica Mars estreou em 2004 na extinta UPN e trazia Kristen Bell (House of Lies) como a protagonista que dá nome à série.

Com informações do SpoilerTV.

Estreia da terceira temporada de ‘Game of Thrones’ bate recorde de audiência

Data/Hora 01/04/2013, 21:17. Autor
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A tão aguardada terceira temporada de Game of Thrones estreou ontem na HBO e, além dos fãs fiéis da adaptação de As Crônicas de Gelo e Fogo para a televisão, a campanha de divulgação para o novo ano da série parece ter atraído um público ainda maior.

Os números apontam que o primeiro episódio desta temporada, intitulado Valar Dohaeris, derrubou o recorde anterior de maior audiência da série, atingido pelo último episódio da segunda temporada.

VÍDEO | Assista ao novo trailer da terceira temporada de ‘Game of Thrones’

Foram 4.4 milhões de telespectadores ligados na HBO, número 4% acima do antigo recorde. Após as reprises nas duas horas seguintes, o número subiu para 6.7 milhões, superando também a audiência da estréia da segunda temporada em 7%.

O próximo episódio da série se chamará Dark Wings, Dark Words, e irá ao ar no domingo, 7 de abril, às 22:00, na HBO brasileira.

Com informações do TV Line.

O que esperar da quarta temporada de ‘The Walking Dead’?

Data/Hora 01/04/2013, 21:12. Autor
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The Walking Dead exibiu o último episódio da atual temporada ontem, 31 de março, e já olha para o futuro. A AMC, emissora que exibe o seriado, divulgou hoje um vídeo para promover o quarto ano da série, que tem previsão para estrear apenas em outubro.

Nas imagens, com mais de seis minutos de duração, elenco e produtores dão detalhes sobre o que acontece em frente e atrás das câmeras. Enquanto os novos episódios não chegam,  dá para sentir qual será o tom da quarta temporada.

As gravações dos novos episódios já começam no dia 6 de maio, em Atlanta, nos Estados Unidos.

The Walking Dead é exibida aqui no Brasil pelo canal Fox, todas as terças, às 22h30.

Com informações do SpoilerTV.

Canal A&E encomenda série ‘Those Who Kill’, que aborda serial killers

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Chloë Sevigny (Portlandia, Big Love) e James D’Arcy (Cloud Atlas) já tem emprego garantido para a próxima temporada. O canal A&E deu sinal verde para que o piloto de Those Who Kill, que eles estrelaram, vire série.

A história gira em torno da detetive de polícia Catherine Jensen (Sevigny) que, ao lado de Thomas Schaffer (D’Arcy), tem um profundo conhecimento sobre os assassinos em série que investiga. Thomas é especialista em analisar o comportamento desses criminosos. A nova série é uma adaptação de uma produção dinamarquesa de sucesso.

O piloto teve direção de Joe Carnahan (Esquadrão Classe A) e roteiro de Glen Morgan (The River). Os dois, ao lado de Brian Grazer (Arrested Development), Francie Calfo (The Great Escape), Peter Bose (Wallander) e Jonas Allen (Wallander), são os produtores-executivos do seriado, que ainda é uma parceria entre as empresas Imagine Television e Fox 21.

O tema de serial killer é uma grande tendência na temporada 2013 e, na própria A&E, Those Who Kill fará companhia a Bates Motel, projeto da casa que serve como prelúdio do filme Psicose. O número de episódios encomendados não foram revelados.

Com informações do Deadline.

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