Castle – Still

Data/Hora 02/05/2013, 09:22. Autor
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Diferente de qualquer coisa que já vi na televisão, atenciosamente planejado e com uma tremenda cara de último episódio de temporada, Still veio para quebrar qualquer parâmetro existente em Castle e para tentar solucionar a pergunta de quem se apaixonou por quem primeiro. Eu vi esse episódio no sábado e até hoje eu procuro uma palavra para descrevê-lo. Vou tentar achá-la com vocês nas 900 que eu ainda tenho pela frente.

Antes de tudo, eu já deixo por escrito que o Castle me conquistou novamente – e sim, foi rápido mesmo. Se eu, em algum momento, havia desejado que a Beckett tivesse dado continuidade ao quase beijo com Vaughn, esse momento agora não passa de um devaneio qualquer. Começando com o café da manhã na cama e com os corações formados que demoraram 6 minutos para serem feitos, que me fizeram suspirar de encanto. Até então, eu jurava que já tinha visto a minha cena caseira preferida, mas meu coração se rendeu ao sorriso da Beckett pela manhã e dos beijos trocados entre a questão de que a detetive teria se apaixonado por Castle desde a primeira vez que ela o viu. O que todos nós sabemos que é mentira, já que Beckett tinha sentimentos por ele desde que começou sua coleção com os livros dele. Mas isso é um segredinho nosso, ok?

Com os coletes escritos “writer” e “police”, que há muito tempo não davam o ar da graça, Castle e Beckett adentram o apartamento buscando evidências, como sempre. Até aí, tudo corria normalmente, mas meu coração já estava disparado porque eu sabia o que viria em seguida. Como em flashes (sugestivo, eu sei), todas os episódios com bombas passaram pela minha cabeça. Tick, Tick, Tick, Boom!, Countdown… Todos me lembrando que Marlowe adora por a vida de Beckett em perigo e em quão surpreendente pode ser o desfecho da história. Quando a bomba é armada por ela, parecia vir pela frente minutos e mais minutos de sofrimento. Mas a genialidade do episódio e a postura de Castle durante os 42 minutos roubaram todas as cenas – e qualquer apreensão.

Eu sinceramente acho que Still é um episódio bônus do aniversário da marca do centésimo ou a season finale que foi trocada de lugar. Porque nunca pensei em ver um episódio desse entre dois, digamos assim, mornos. Aliás, nunca tinha passado pela minha cabeça um roteiro igual a esse. Se alguém me contasse que ele foi feito por um fã, eu acreditaria sem pensar duas vezes. Para acalmar Beckett, Castle trouxe à tona, mais uma vez, a questão de que ela se apaixonou por ele desde o primeiro momento. Logo, outras inúmeras questões foram surgindo e havia milhares formas de serem respondidas, mas, como em forma de presente, elas vieram assim: em flashbacks.

Os olhares, as primeiras impressões, as indiretas do Castle, as ignoradas da Kate – toda uma história passando ali, diante dos meus olhos. Claro que no primeiro flash de “Richard Castle, você está preso…” meus olhos já estavam cheios de lágrima. Como segurar a emoção vendo isso tudo? Não deu. Fica até difícil dizer para vocês o que penso sobre a forma que o episódio foi conduzido e criado, porque me faltam palavras e metáforas que cheguem perto do que senti. A única coisa que sei é que Marlowe não dá um ponto sem nó. Nada se perde, nada surge do além, nenhuma história fica por estar. A cronologia é perfeita e o carinho com o telespectador também. É como se ele dissesse, a cada episódio, “Vem, entra, a casa é de vocês”. E eu, folgada que sou, já sentei no sofá e pedi um cafezinho.

Falando em sensibilidade, a postura do Castle não pode ser deixada de lado. Ele soube ficar lá, com ela, como ela sempre quis que ficassem, e como ele sempre ficou durante todos os anos. Escondendo o desespero e o medo atrás da carapuça de menino brincalhão, de escritor de mente fértil. Eu poderia dizer que esses momentos em que o Castle permanece com ela foram o auge do episódio. Isso se a Beckett não resolvesse abrir, enfim, seu coração.

Quanto tempo a gente não esperou por isso, certo? E elas foram ditas como deveriam ser; doces, suaves, verdadeiras, emocionadas. Como muitos, eu achava que já estava demorando um pouco além do que deveria, mas percebi que tudo era questão de tempo e de contexto. Acredito que a Beckett precisou sentir que a vida é efêmera, frágil demais, e que em um instante ela poderia morrer sem dizer ao Castle o que ele merecia ouvir. Foi o mesmo desespero, medo, o cara-a-cara com a morte que a fez bater na porta dele em Always, e que a levou, mais uma vez, a se expor de tal forma. Eu esperei por um bom tempo o “Rick, eu te amo”, e não poderia ter recebido de outra forma.

Depois do abalo causado pelas revelações, Castle volta (alguém chegou a duvidar de que ele voltaria?) e, em parceria com Beckett, eles conseguem iluminar o caminho para que Esposito e Ryan descobrissem a dica para desarmar a bomba. Eu estava sentindo falta da mente dos dois agindo em conjunto, fazendo com que um completasse a linha de raciocínio do outro. Mas como eu disse, nada se perde nessa série, nada mesmo. Nem a oportunidade de trazer para o fim do episódio a música do primeiro beijo entre os dois.

A essa altura, eu, inocentemente, achava que já tinha chorado o suficiente. Mas como todo coração shipper emocionado é pouco, todos o beijos foram relembrados ao som de Robert Duncan – é, aquele mesmo que, com um piano, se juntou aos trovões na noite em que Beckett bate na porta de Castle. Mas tirando os flashes e a música, a cena final, por si só, é lindíssima. A carinha da Kate, toda sem graça, e mais apaixonada do que nunca me deixou com um sorriso bobo de quem entende (e compartilha) o que se passa na cabeça menina-mulher dela. Sem falar na Gates que merece o troféu shipper do ano por saber, e apoiar, a relação dos dois. Pelo menos ela (ainda) não sabe o que os apertos de mão significam dentro do departamento. Ou sabe?

Sem tirar nem por, Still foi uma surpresa maravilhosa. Eu não poderia ser mais grata ao Andrew por tudo que vi e senti nessa quase uma hora. Acho que a inversão dos episódios calhou, e bastante, no final das contas. Se Still tivesse vindo antes de The Squab and the Quail, na semana seguinte o impacto causado já seria quase esquecido pelas mancadas do Castle.

Agora, nós podemos ir renovados para a reta final dessa quinta temporada. Como disse a Beckett, eles estão apenas começando, e é o que eu espero de base para o gancho do final desse ano com a sexta temporada. Enquanto a season finale não chega, eu espero vocês semana que vem, com a review do penúltimo episódio de Castle. Até lá!

PS1: Castle fazendo o sinal do puxão de orelha foi genial. Aliás, todas as caras e bocas, encharcadas com o ego dele, não podem passar despercebidas.

PS2: Sou super a favor de que sempre que Castle e Beckett tiverem alguma dúvida, eles ligarem para o Esposito. Pago até a conta do telefone, se necessário.

The Following – The Final Chapter

Data/Hora 01/05/2013, 22:52. Autor
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Edgar Allan Poe morreu no dia 7 de outubro de 1849, aos 40 anos, na cidade de Baltimore, Estado de Maryland. A causa da sua morte é desconhecida e já foi atribuída ao álcool, congestão cerebral, cólera, drogas, doenças do coração, raiva, suicídio, tuberculose, entre tantas outras. Joe Carroll baseou a história de seu novo livro na obra de Poe e, também muito jovem, acabou morto, também no Estado de Maryland.

Enquanto a causa da morte de Poe é um mistério, a morte de Carroll está sob suspeita. Apesar do teste da arcada dentária ter dado resultado compatível e The Following ser uma série imprevisível é difícil acreditar na morte do melhor personagem da série logo na primeira temporada.

Carroll pode estar morto ou ter sobrevivido e assim retornar na segunda temporada, em uma coisa meio Jason na sexta-feira 13. O fato é que The Final Chapter foi feito para agradar o público, e bem feito. Apesar da morte de Debra ter machucado alguns corações solitários, alguns que ainda se recuperavam da perda de Jacob, The Following ficou marcada por ser uma série com morte de personagens importantes e significativos. Agora, falta a audiência se acostumar com esse ritmo.

Essa característica deixa o seriado da Fox muito diferente da maioria das séries de televisão e torna a história mais surpreendente. Por esse motivo, a morte de Debra parece se encaixar perfeitamente no seriado. A história de enterrar uma pessoa viva não é nova, C.S.I. Las Vegas já fez um episódio ótimo com essa situação. Assinado por Quentin Tarantino, a season finale dupla da quinta temporada da série, Grave Danger, mostrou o resgate do C.S.I. Nick e foi ao ar em 2005. O diferencial em The Following foi exatamente o fato de que a vítima não sobreviveu.

A morte de Debra foi um dos melhores momentos do episódio, principalmente na parte em que ela se despede de todos e fala de Ryan e Mike. Um relacionamento que começou frio e cheio de desconfianças, culminou na cumplicidade que se viu naquele momento que envolveu os três personagens do FBI. Por esse motivo, a morte da agente foi muito sentida no episódio.

Uma reflexão sobre o resgate de Debra é necessário também. Eu, por exemplo, estou até agora tentando entender a demora do resto do time do FBI em chegar ao local onde a agente estava enterrada. Mike e Ryan chegaram antes de todo mundo, desenterraram ela, Ryan fugiu de Mike e o resto do povo ainda não tinha chegado no local. O FBI de The Following força a inteligência do público em muitos momentos, ou a polícia americana é mais falha do que aparenta.

Todo esse acontecimento da busca de Debra foi descrito previamente nas páginas do livro de Carroll, que foram encontradas por Ryan no caixão onde estava a agente. A única falha dos seguidores de Joe foi em relação à Mike. No roteiro, ele deveria ter sido morto por Alex quando o FBI chegou para vistoriar o carro abandonado. De resto, a precisão dos acontecimentos do plano de Carroll foi assustadora.

No que se refere aos momentos finais do livro, e do episódio, o trabalho psicológico que Ryan teve com Joe foi interessante. A própria Claire, no início de The Final Chapter, mexe com o ex-marido dizendo que sua história é muito previsível, e por isso ele sempre foi melhor professor do que escritor. Ryan também usa esse ponto fraco de Joe para mexer com o ego dele e transtorná-lo. Apesar de toda a tentativa de se controlar, Carroll já está muito fora de si para não se sentir afetado. Precisei rir quando ele disse a Claire que ela “não estava sendo uma boa companhia”, ela estava sendo “irritante” e “provocativa”.

Ryan acabou derrotando Carroll e, como herói, teve como prêmio levar a mocinha para casa. No entanto, o ataque de Molly foi óbvio. Acredito que se a série não tivesse mostrado a moça como seguidora de Carroll em nenhum episódio anterior, a surpresa seria mais interessante. No momento em que Ryan decidiu levar Claire para casa dele, mesmo com proteção policial, ficou evidente que Molly ia atacar. A dúvida ficou por conta de quem seria a vítima, Ryan ou Claire. Nesse ponto, The Final Chapter surpreendeu e Molly atacou o herói e a mocinha. O estrago feito pela moça só será sentido no retorno da série na sua segunda temporada, já confirmada pela Fox.

O final do livro de Joe acabou não passando nem perto do que ele planejava. Talvez Carroll tenha pecado pelo excesso de confiança. Podia ter deixado Emma ou outro seguidor maluco na retaguarda. No entanto – como Claire e Ryan não cansaram de enfatizar – Joe não é bom escritor, é previsível, e ninguém quer ler histórias previsíveis. A vitória de Ryan e a interferência no rumo da história do livro de Carroll, The Curse, fez com que, contra a sua vontade, Joe escrevesse um ótimo Final Chapter.

PS: Que acharam do novo visual da Emma?

Bates Motel – The Man in Number 9

Data/Hora 01/05/2013, 20:37. Autor
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The Man in Number 9 começou com uma atmosfera mais melancólica do que nunca, dado ao acontecimento trágico do final do episódio passado: a morte do delegado Shelby. Logo na primeira cena, em que a polícia chegava ao Bates Motel, fiquei comovida com o xerife Romero caminhando em direção ao corpo estirado no chão, ensanguentado, temendo que o cadáver se tratasse de seu amigo. Ele rolou o corpo horizontalmente e teve a certeza: embora estivesse deformado com um tiro no olho, aquele era, sim, o rosto bonito do Shelby.

Em seguida, um pouco surpreso, ele encarou a Norma e disse que precisava conversar com a família dela. Nós, enquanto espectadores, não tivemos acesso à versão do ocorrido contada por ela. Fato é que o xerife acreditou em tudo o que ela narrou e sugeriu uma nova versão dos acontecimentos, em que ele, policial honesto, havia liderado toda a operação contra o Shelby e era o salvador da pátria – mais uma vez, tivemos a demonstração de como as coisas funcionam em White Pine Bay.

A Norma e o Norman estavam extasiados, pareciam não acreditar no que ouviam. Pela primeira vez, desde que chegaram ali, teriam uma noite de paz, livres da suspeita de que foram eles que assassinaram o rústico Keith. Já o Dylan também estava estarrecido com o que escutava, mas era de indignação, vejam só:

Afinal, ele arriscou a vida pela própria família e, segundo a versão do xerife, ele teria tentado impedir que a polícia se aproximasse do Shelby. Piada, né?

Achei interessante e bastante promissora essa nova situação colocada, em que a Norma, agora, ficou nas mãos do xerife Romero. Algo me diz que coisas macabras podem sair dali. Também fiquei perplexa com a forma simplista com que o Romero lidou com toda a situação, incluindo a morte do colega de trabalho. Ele, conhecido pelo humor explosivo, manteve a calma, não questionou absolutamente nada que a Norma disse e parecia indiferente com o falecimento do amigo. Ou ele desconfiava do Shelby mesmo ou estava envolvido na escravidão sexual até o último fio de cabelo.

Com a confusão passada, ainda na sala, Norma abraçou o filho mais novo de forma efusiva, enquanto o Dylan, com o braço ferido, assistia à cena, como um “narrador-observador”, que não faz parte do enredo. Um filho carente. A Norma, por diversas vezes no episódio, até se esforçou em demonstrar algum afeto pelo primogênito. Mas os interesses dela nunca são apenas os de uma mãe preocupada com o filho. Ela é egoísta e quer apenas o bem estar dela e de seu filho Norman.

E o coraçãozinho, Norman?

Já a vida amorosa do jovem garoto ia de mal a pior. Primeiro, ele sonhou que estava tendo mais uma noite de amor com a Bradley, tudo retratado com uma realidade que fazia a gente se questionar – teria sido, a primeira vez deles, também um produto da criatividade do menino? Mais tarde, descobrimos que não. Norman foi atrás da garota e levou um fora. Ela agiu como uma menina tipicamente popular do colégio, que queria apenas sexo, aproveitar o momento. Eu não consegui sentir dó dele diante disso, tomei as dores da Emma.

A Emma, por sua vez, se ocupava em virar a BFF da Norma, que, estranhamente, estava tentando “arranjar” o filho para a menina. Ela também ficou indignada quando soube que o Norman estava interessado por outra e quando descobriu se tratar da Bradley (“uma locomotiva de energia sexual”, estou rindo até agora), ficou mais contrariada ainda. Não sei o que leva a Norma a torcer pela Emma. Pode ser pela doença, pela expectativa de vida da menina ser baixa. Ou ela pode estar sendo apenas a Norma mesmo; desequilibrada, aleatória e imprevisível.

Na cena em que o Dylan conheceu a Bradley, houve um clima especial ali. Nem preciso dizer que adorei. A relação do Norman e do Dylan, agora que começava a se tornar bonita e normal, como a de dois irmãos comuns, vai ganhar um motivo para ir ao inferno de novo? Tomara que sim.

De portas abertas

Pior que a vida amorosa do Norman, só os negócios no Bates Motel. Prestes a ser inaugurado, o hotel não tinha recebido ainda nenhuma reserva. A não ser “o homem do número 9”. Um cidadão esquisito, que, sem conversar com ninguém, tentou abrir a porta do nono quarto e se hospedar ali por conta própria. Depois, fez um pedido ainda mais inusitado: para que, uma vez por mês, tivesse todos os quartos do hotel reservados para ele. No maior estilo, “Coisas do trabalho, sem mais perguntas, por favor.” A Norma quis saber se era algo ilegal e ele apenas respondeu que não – como se ele fosse responder que “sim”, caso fosse. Com certeza, ele está ligado à obscuridade da cidade e já sabemos que ele será um personagem muito importante nos episódios restantes. Ele ainda não mostrou a que veio – sabemos que trabalha “com vendas”, vagamente. Só sei que a família Bates não está segura ali.

Mais amor, por favor

Precisando de afeto na história? O Norman encontrou uma simpática cachorrinha de rua, que, subitamente, ele até batizou de “Juno” – como a menina do filme. E morreu atropelada…

Tudo “9”

The Man in Number 9 foi, assim, um episódio nota 9. Não teve nenhum cliffhanger e, comparado com o que a série apresentou até agora, foi um pouco “parado”, sem nenhuma grande emoção ou cena de suspense. Mas era de se esperar. Com a morte do Shelby (um dos protagonistas, não dá para negar), uma nova era chegou à história e era preciso apresentar a nova situação. Tenho certeza que o episódio 10 será nota 11.

The Vampire Diaries – The Originals

Data/Hora 01/05/2013, 19:51. Autor
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The Originals, além de ser o vigésimo episódio da quarta temporada de The Vampire Diaries, tem o diferencial de ser o primeiro episódio de outra série: The Originals, o spin-off que terá como foco a primeira família de vampiros – representada por Klaus, Elijah e Rebekah – em New Orleans, um ambiente bem diferente de Mystic Falls, onde se passa The Vampire Diaries.

Por desta vez o episódio ser sobre a série derivada, não temos tantas doses de Elena e nem dos irmãos Damon e Stefan Salvatore, sendo que as aparições do trio resumem-se a apenas duas breves cenas. Tal ausência faz com que a série fique um pouco mais madura, sem os dramas de adolescente rebelde e revoltada da Elena ou as atitudes sem pensar da Bonnie. E isso foi bom para o episódio, justificando bem os momentos de festas vampirescas e atitudes sanguinárias presentes que distanciaram The Originals de ser classificado como uma história adolescente, pelo menos por enquanto.

No novo cenário Klaus vai procurar informações sobre uma bruxa que poderia estar tramando contra ele, mas encontra Marcel, um vampiro e velho conhecido que agora domina tudo e a todos no lugar. Até mesmo as bruxas, que em Mystic Falls enfrentam vampiros e oferecem perigo para os mesmos, em New Orleans estão dominadas por Marcel e seus seguidores.

Tudo estava muito interessante até aí, mas Elijah leva Klaus ao encontro de um grupo de bruxas que tramam uma maneira de derrotar a supremacia de Marcel, e com elas está Hayley. Então revelam que Hayley está grávida do Klaus, meu povo! Ele até se recusa a acreditar, é claro, porque mesmo pra ele isso soou bizarro, e então mandam que ele ouça o coração da criatura na barriga da lobinha, como se tudo já não estivesse absurdo o bastante.

Como todos sabem, a Hayley é lobisomem, o que significa que ela não é um ser morto como vampiros, e realmente pode engravidar. Mas Klaus é parte vampiro, o que significa que essa gravidez da moça é um absurdo. A única coisa boa que podemos tirar dessa situação foi a impagável cara de paisagem que Klaus fez ao receber os “parabéns ao papai” de Elijah e da turma de bruxas. O problema é que, o que era para ser uma cena séria e até um tanto dramática, virou uma completa piada, e é aí que eu comecei a ter minhas dúvidas sobre a qualidade do enredo, já que tudo indica que a paternidade de Klaus será um dos grandes destaques.

Enfim, demorou mas Klaus aceitou a novidade, já que quer tirar o reinado de Marcel e para isso, precisa ter um herdeiro e tudo mais. Entretanto, nem com Hayley esperando o filho dele, Klaus deixou de pensar em Caroline, e tratou de ligar para a vampirinha e convidá-la para uma passada na cidade. Será que teremos uma visita de Caroline à The Originals?  Porque cá entre nós, essa coisa de “Klaroline” ficou muito mal resolvida.

Por fim, Elijah volta à Mystic Falls, se despede da Katherine e praticamente destrói as esperanças de Rebekah em ter a cura. Elijah já foi mais cavalheiro, hein? Ao que tudo indica, agora ele está mesmo no “Team Klaus”. E para fechar o episódio, tivemos Stefan e Damon se trancando no porão com Elena para infernizarem a dita cuja e trazerem de volta a humanidade dela. Se bem que eu ainda não sei qual é a pior: Elena com sentimentos ou sem.

P. S. [1]: Só eu que tive a visão atormentadora da Bella grávida em Crepúsculo quando a Hayley disse que esperava um filho do Klaus? Ok, eu sei que a comparação é meio grotesca, mas sabe-se lá que criatura vai nascer aí. Fora que o nível de absurdo tá igual.

P. S. [2]: Apesar da Katherine não ser flor que se cheire às vezes, deu dó quando foi abandonada por Elijah. Ele a usou na maior cara de pau, que maldade.

P. S. [3]: Marcel tem seguidores na cidade inteira, e isso não dá para negar. Entretanto, se juntarem os três Originais e todas as bruxas revoltadas, o cara não tem chances. Realmente espero que mais para frente venha um vilão mais forte do que esse, porque Marcel realmente não convenceu.

TNT dá ordem para episódios adicionais de ‘Major Crimes’ e ‘Perception’

Data/Hora 01/05/2013, 19:19. Autor
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Os fãs dos dramas Major Crimes e Perception já podem comemorar, pois as duas atrações da TNT ganharam episódios adicionais para suas novas temporadas.

A rede encomendou quatro episódios adicionais do spin-off  de The Closer, fazendo com que a segunda temporada totalize 19 episódios, quase o dobro do tamanho da primeira temporada de Major Crimes, que contou com 10 episódios. Perception vai ganhar um episódio a mais fazendo com que a segunda temporada tenha um total de 14 episódios.

A estreia de Major Crimes, que foi ao ar logo após o final da série de sucesso de The Closer em agosto de 2012, atraiu 9,5 milhões de telespectadores, um novo recorde de série mais assistida em seu lançamento na TV a cabo. Com uma audiência média de cerca de 7 milhões de telespectadores, a primeira temporada de Major Crimes ficou em primeiro lugar no ranking de novas séries da TV a cabo no ano passado.

Major Crimes estréia no dia 10 de junho e Perception no dia 25 de junho.

Com informações do Deadline

Theresa Rebeck, criadora de ‘Smash’, diz que 2ª temporada foi um desastre

Data/Hora 01/05/2013, 17:17. Autor
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A situação da série Smash não está nada boa e o risco de cancelamento é muito grande. Isso porque a emissora NBC vem enfrentando, toda semana, os baixo índices de audiência do musical, que caiu drasticamente depois de ser movida para as noites dos sábados.

A criadora, Theresa Rebeck, concedeu uma pequena entrevista ao site Buzzfeed e falou, pela primeira, vez sobre a segunda temporada, afirmando que não é fã desse segundo ano do show.

NOTÍCIAS | ‘Smash’: NBC altera data de exibição do ultimo episódio da série

“A maioria dos jornalistas de mídia concordam que a segunda temporada é um desastre completo”, argumentou ela. “E que os problemas de um programa uma vez promissor vai muito além de qualquer audiência ruim”, disse, em referência à qualidade da história.

Theresa deixou Smash ao final do primeiro ano do musical e muitos afirmam que, com a saída dela da produção, a audiência então caiu e o desempenho do seriado piorou.

NOTÍCIAS | Showrunner de ‘Smash’ diz que já estão escrevendo episódio final da série

A NBC ainda não divulgou oficialmente, mas o drama musical já pode ser considerado cancelado. A temporada terá 17 episódios, sendo que o último terá duas horas de exibição.

No Brasil, Smash é transmitida pela Universal.

Com informações do TVLine.

HBO renova a comédia política ‘Veep’

Data/Hora 01/05/2013, 16:48. Autor
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Aos fãs de Veep, a HBO reservou uma boa surpresa: a série foi renovada para o terceiro ano, que vai estrear em meados de 2014.

A comédia, que tem Julia Louis-Dreyfus como protagonista, recebeu a encomenda de dez novos episódios. Na história, ela interpreta a ex-senadora americana Selina Meyer, que, agora, ocupa o cargo de vice-presidente e está desesperada com a possibilidade de assumir a função principal, já que o estado de saúde do presidente dos Estados Unidos é crítico.

A segunda temporada ainda está em exibição na TV americana, onde vai ao ar todos os domingos, pela HBO. No último episódio transmitido, a série foi acompanhada por 1.3 milhões de pessoas, audiência considerada boa para os padrões da emissora. No Brasil, a HBO exibe o seriado de segunda-feira, às 22h (o segundo episódio da segunda temporada foi ao ar essa semana).

Com informações do TV Line.

Fox lança vídeo promocional de ‘New Girl’ com o recurso Auto-Tune

Data/Hora 01/05/2013, 14:28. Autor
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Essa notícia contém spoiler.

Desde que a personagem de Jess (Zooey Deschanel) apareceu em New Girl, com seu jeito peculiar de cantar situações e sentimentos, já era de se esperar que a série teria um toque musical. Seguindo essa linha, a Fox resolveu criar um vídeo com uma espécie de música, remixando falas e passagens da comédia das terças-feiras.

No vídeo, a emissora foca na propaganda do casal da série, que recentemente teve uma evolução em seu relacionamento. Após quase duas temporadas de eles vão/eles não vão, Jess e Nick (Jake Johnson) finalmente romperam a barreira e deram o tão esperado primeiro beijo.

Com a renovação da série para seu terceiro ano, a Fox está vindo com uma proposta buscando permanecer com sua história inicial, mas sem deixar de lado os avanços na relação de Jess e Nick. Vale ressaltar também que a comédia já está indo para a reta final dessa temporada. Seu último episódio – que contará com a participação da cantora Taylor Swift -, irá ao ar no dia 14 de maio.

New Girl vai ao ar todas as terças-feiras, na Fox. No Brasil, a série pode ser assistida através da Fox Brasil.

Destaques na TV – Quarta, 1/5

Data/Hora 01/05/2013, 10:41. Autor
Categorias TV Brasil

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É Dia do Trabalhador! Quem vai ficar em casa, descansando na frente da TV? Confira abaixo os destaques e bom feriado!

Na Sony, 10h e 17h, é bom checar: está prevista a exibição do episódio de estreia do quinto ano de Parks and Recreation – só que, na semana passada, o canal não exibiu o episódio final da quarta temporada. Já às 10h30 e 17h30, começa a quarta temporada de Community. No episódio History 101, o grupo participa de uma disputa para conseguir vaga numa cadeira chamada “História do sorvete”. Fred Willard participa do episódio. No horário nobre, o canal exibe tem Nashville (21h, 1×04) e Revenge (22h, 2×17).

No Boomerang, 19h, tem o episódio 3×06 de Pretty Little Liars.

No Multishow, às 22h, tem o episódio 4×05 de Adorável Psicose.

No BBC HD, às 21h, vai ao ar o quinto episódio de Bedlam.

No canal +Globosat, 22h, tem o episódio 2×05 de Nothing But the Truth.

No Sony Spin, às 21h, episódio 2×05 de Being Human US.

No AXN, às 21h, vai ao ar o episódio 1×10 de Undercover (Pod prikritie).

No canal Max, 22h, vai ao ar o episódio 2×06 de Borgia.

Na Warner, 21h30, reprisa Two and a Half Men (10×09) e Person of Interest (22h, 2×07).

E até amanhã!

Nos EUA, emissora afiliada da rede NBC decide não transmitir a série ‘Hannibal’

Data/Hora 30/04/2013, 22:14. Autor
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Hannibal deixou de ser exibida em uma das afiliadas da NBC por conta de sua “extensa natureza gráfica”. Após retirar do ar séries como The Playboy Club, em 2011, e The New Normal, em 2012, por serem consideradas impróprias, é a vez de Hannibal deixar a programação da emissora KSL TV, de Salt Lake City, no estado americano de Utah. A violência exposta de forma bastante “gráfica” na série teria desagradado o canal.

“Depois de ver os últimos episódios, assim como receber inúmeras reclamações de telespectadores, a KSL TV irá cancelar a exibição da série da NBC, Hannibal, nas noites de quinta-feira. No lugar da série de suspense será exibida uma edição especial do KSL 5 News, às 21h”, informou a KSL em comunicado oficial. “A NBC continua sendo um valioso parceiro nosso. A KSL está confiante de que, com a proliferação das mídias digitais, aqueles que desejam continuar vendo a série poderão continuar a fazê-lo”, concluiu.

Vale lembrar que, na semana passada, a própria NBC optou por não exibir na TV o quarto episódio de Hannibal, em respeito às vítimas do atentado em Boston. Embora o episódio não estivesse relacionado ao tema do acontecimento, o produtor-executivo da série, Bryan Fuller, achou que seria melhor não exibi-lo por uma questão de sensibilidade. O episódio foi disponibilizado gratuitamente no iTunes e no site da emissora.

Hannibal vai ao ar todas as quintas, às 22h, na NBC. No Brasil, a série é exibida às terças, também às 22h, no AXN.

Com informações do Huffington Post.

Tyler Blackburn, de ‘Pretty Little Liars’, é o primeiro nome no elenco do spin-off ‘Ravenswood’

Data/Hora 30/04/2013, 19:31. Autor
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Ravenswood acaba de ganhar uma novidade! O ator Tyler Blackburn, que interpreta o personagem Caleb Rivers em Pretty Little Liars, é o primeiro nome anunciado do elenco do spin-off. Na série derivada, como esperado, ele será o próprio Caleb e será um personagem regular.

A notícia foi anunciada no twitter oficial da série agora há pouco:

O personagem será visto em sua viagem para Ravenswood durante o episódio de Halloween de Pretty Little Liars. O ator – que tem personagem regular em Pretty Little Liars desde 2011 – ainda será parte integrante da próxima temporada da série original antes de mudar oficialmente em outubro. Como o personagem de Blackburn estará em Ravenswood, o futuro da relação Caleb-Hanna ainda é incerto.

NOTÍCIA | Conheça alguns personagens de ‘Ravenswood’, spin-off de ‘Pretty Little Liars’

Ravenswood narra a história de cinco estranhos que, de repente, encontram-se conectados por uma maldição que assombra a cidade e precisam ir fundo na história misteriosa e terrível do lugar antes que seja tarde demais para cada um deles.

Pretty Littler Liars estreia sua quarta temporada em 11 de junho e Ravenswood estreia na ABC Family após o episódio especial de Halloween de Pretty Little Liars, que vai ao ar em outubro de 2013.

Com informações do The Hollywood Reporter

Sensualizando, Hilary Duff aparece em primeira imagem de ‘Two and a Half Men’

Data/Hora 30/04/2013, 18:50. Autor
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Esqueça aquela menina loirinha, linda e meiga que cantava Why Not no filme Lizzie McGuire – inspirado na série da Disney Channel que ficou no ar entre 2001 e 2004. Hilary Duff, agora, é uma mulher madura, de 25 anos, casada e mãe do Luca (de um ano). E vai interpretar o par romântico de Ashton Kutcher na season finale de Two and a Half Men.

Ou mais ou menos isso. É que no episódio, que vai ao ar no dia 9 de maio na CBS americana, Duff vai viver Stacey, uma namorada de Walden (Kutcher). O problema é que o bonitão vai ficar interessado na avó dela, que, como a gente diz, ainda está “inteirona” (papel da atriz Marilu Henner, de Evening Shade). A partir daí, a confusão está armada!

A primeira foto da cantora e atriz na série foi divulgada hoje e Duff aparece fazendo pose sensual para câmera do celular, sob os olhares de Kutcher. Dê uma conferida você também:

Aqui no Brasil, a série é exibida pelo canal pago Warner Channel – e SBT, na TV aberta.

Com informações do EW.

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