Sétima temporada de ‘Burn Notice’ será, também, a última

Data/Hora 10/05/2013, 15:44. Autor
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Queima de arquivo no canal USA. A emissora acaba de cancelar a série dramática Burn Notice, estrelada pelo ator Jeffrey Donovan.

Segundo comunicou o canal, a próxima temporada da série, que será a sétima e tem estreia marcada para junho, será também a última da atração. “Desde o primeiro dia, os personagens, enredo e a mitologia de Burn Notice conquistaram uma audiência massiva”, declarou a emissora através dos co-presidentes Jeff Watchel e Chris McCumber. “E essa temporada final será ainda maior, nos levando para uma series finale espetacular”, assegurou a dupla.

Na história, Donovan interpreta um espião da CIA que, sem mais nem menos, é demitido da função, “queimado”, e tenta descobrir, de todas as formas, o motivo do ocorrido. Enquanto ele investiga seu próprio caso, o ex-agente se utiliza dos conhecimentos adquiridos durante os anos de serviço para ajudar pessoas que a polícia não ampara.

A estreia da sétima temporada está marcada para o dia 6 de junho, quinta-feira, na TV americana, às 21h. Treze episódios foram encomendados e, durante esse sétimo ano, a série vai bater a marca de 100 episódios.

O criador da série, Matt Mix, continua a trabalhar para o USA, onde desenvolve o projeto de Complications, a história de um médico plantonista que tem a vida mudada depois de se envolver em um tiroteio entre gangues.

No Brasil, Burn Notice foi exibida pelo canal pago Fox. Na TV aberta, a Band transmitiu a série sob o título de Queima de Arquivo.

Com informações do TV Line.

Continuum – Split Second e Second Thoughts

Data/Hora 10/05/2013, 14:41. Autor
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O segundo e o terceiro episódio de Continuum se mostraram bem diferentes um do outro. Enquanto um primou pela ação, o outro deu enfoque no desenvolvimento dos personagens, mas ambos, assim como o episódio de estreia, seguiram um caminho diferente do esquema mais procedural da primeira temporada. Os casos para investigar ainda estão lá, mas a conexão com a trama real da série é muito maior e mais evidente e, por conseqüência, a história tem fluído bem melhor.

E só esses dias me dei conta que, enquanto na primeira temporada todo episódio tinha “time” no título, na segunda a palavra da vez é “second”. Não deve ser lá muito fácil arrumar títulos convincentes para esta série.

Pois bem, ambos os episódios trataram de uma situação inevitável, tendo em vista que Travis escapou da morte. Mas fiquei um pouco incomodada com a forma como Sonya lidou com a situação. Eu sou pró-Sonya, mas acho que ela deveria ter aberto o jogo para Garza e Lucas logo de cara, isso impediria Garza de virar a casaca e tentar salvar Travis. Bom, virar a casaca em termos, porque até onde ela sabe, Sonya é quem resolveu ascender ao poder e derrubar o segundo em comando.

Mas gosto muito mais do ponto de vista de Sonya nesta história toda, assim como eu simpatizava com a visão de Kagame. Travis tem o seu lugar na luta deles, mas não pode estar no comando, caso contrário o Liber8 não será outra coisa além de um grupo terrorista. Não que eles não o sejam (não é a toa que todos estavam presos no futuro), mas os ideais são válidos e merecem serem ouvidos.

Ainda quero saber como Julian irá se encaixar na história toda. Por enquanto ele tem sido um coringa (mais uma incógnita) nas mãos tanto de Sonya quanto de Travis, que querem garantir a lealdade e confiança de Teseu, mas quando ele começará a mostrar o seu real potencial? Como se dará a mudança que o levará a ser tão importante para as pessoas a ponto dos membros do Liber8 o seguirem cegamente?

Acho interessante que a explosão tenha exposto uma conspiração (farmacêutica!?) e que com isso Julian ganhou certa importância para os descontentes com a situação atual do país. A visita da madrasta na prisão me pegou um pouco de surpresa. E não deixa de ser curioso que ela se aproxime do enteado no exato momento que o filho a coloca de lado em sua vida.

Alec também tem passado por mudanças. É muito delicada a posição na qual ele se encontra e posso entender a sua incerteza sobre qual caminho seguir. Só não tenho muito certeza se unir-se a Kellog seja o melhor para ele. Ou talvez os dois estivessem unidos desde o início, porém o nome de Kellog nunca apareceu oficialmente. Mais uma vez, o único que sabe a verdade é o Sadler do futuro. Porque com certeza esse grupo específico do Liber8 não foi escolhido à toa. Por que Sadler uniria Kellog, Garza, Lucas, Sonya e Travis a Kagame no passado? Eles são completamente diferentes e todos uma bomba relógio por si só. Se quisesse operar uma alteração do passado de modo a alcançar um determinado futuro melhor do que aquele que Sadler construiu para si, seria muito menos arriscado fazer uma missão controlada, com alguém que tivesse conhecimento do que estaria fazendo e do por quê.

E os tais freelancers? De onde surgiram os viajantes do tempo de que ninguém tinha conhecimento até agora. Quando começaram essas viagens e qual o envolvimento de Jason com esse povo?

Sem falar na surpresa que foi saber que Jason é, afinal, o pai biológico de Alec.  A trama toda se complica e faz de Jason alguém muito mais importante do que aparentava a princípio.

 Uma coisa que achei interessante foi Jason falando que Kiera não será a mesma pessoa ao voltar para o futuro que era antes de partir. Ela mesma percebe o quanto o passado a está mudando e como a sua vida real tem se afastado cada vez mais. Eu gostaria que o seu futuro ainda existisse, eu torço de verdade pelo retorno de Kiera à sua vida, seu marido e seu filho, mas tudo está atrelado a duas hipóteses desde o início: se o que ela vivencia agora já aconteceu, a despeito da mensagem que Alec recebeu do seu eu no futuro, ou se o simples envio de toda essa gente para o passado já alterou o futuro no qual eles viveram.

Outra coisa que me incomodou um pouco (para não dizer muito) foi Alec fazendo uso da droga para lembrar-se do seu pai. É bem verdade que a lembrança foi o grande twist do episódio e dá uma visão completamente nova para o garoto, mas eu espero que tenha sido uma única ‘usada’ por parte de Alec. Tramas com drogas me deixam aflita, e pelo jeito também desestabilizam Kiera. Era visível o seu abalo emocional durante todo o episódio. Kiera nunca é assim tão emotiva (é uma das reclamações de alguns fãs, inclusive).

Era de se imaginar que o envolvimento de sua irmã com o Retrievanol não fosse acabar bem, mas eu não esperava por aquele final. Foi uma das cenas mais verdadeiras e tristes da série. A música de fundo, a expressão de Kiera…cortou meu coração. Nenhuma cena dela com o marido e o filho (por mais que eu seja fã dessa família unida) foi tão impactante e emocional quanto aqueles momentos com a irmã.

Que final de episódio brilhante!

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PS:

* Quem mais se lembrou de Andromeda ao ver a droga sendo pingada no olho? Até o nome era o mesmo: Flash. Saudades de Beka Valentine… (Também lembrei de Dredd, mas aí já são outros quinhentos)

* Tinha mais um monte de coisas para comentar (a fuga de Travis da prisão, a desconfiança do agente Gardiner – e a minha alegria por ainda ter Nicholas Lea na série, o traidor dentro da polícia, a luta absurda de Carlos e Travis na traseira da Van, e por aí vai), mas essas duas últimas semanas foram um pouco insanas para mim, o que me obrigou a escrever um texto duplo e simplesmente não consegui encaixar tudo em um texto coerente. Mas sintam-se à vontade para comentar, que é sempre bom desenvolver além do que está escrito.

Os irmãos Amy e Greg Poehler entram para o mercado de séries na Suécia

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Os irmãos americanos Amy e Greg Poehler se uniram para um novo projeto internacional em sua própria produtora.  Além da criação da produtora Syskon (no português, irmãos) dedicada para produção de formatos de comédia de TV visando a comunidade internacional, a parceria da família Poehler vai lançar a série Welcome To Sweden, primeira comédia na língua inglesa do canal sueco TV4.

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Welcome To Sweden já tem seu elenco definido e com o roteiro baseado na vida real de Greg e interpretado por ele mesmo,  a história gira em torno de Bruce,  um contador nova-iorquino que se apaixona pela sueca Emma (Josephine Bornebusch). Seguindo seu coração, Bruce se muda para a Suécia para viver com a mulher de sua vida e enfrenta um grande  choque cultural.  Lena Olin (Alias) vai interpretar Viveka mãe de Emma , Patrick Duffy e Illeana Douglas os pais de Bruce e Amy Poehler, Aubrey Plaza (Parks And Recreation) farão apenas participações.

“Estou muito feliz em trabalhar com meu talentoso irmão Greg e com os atores suecos fantásticos que se uniram a nós” disse a estrela de Parks And Recreation, Amy. A série que será gravada nos Estados Unidos e na Suécia terá Amy e Greg na produção executiva e a produtora sueca FLX e Entertainment One (eOne) na co-produção.

Com informações do Deadline e The Hollywood Reporter.

Nova série? Shonda Rhimes fala sobre vontade de tirar projeto do papel

Data/Hora 10/05/2013, 14:05. Autor
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Depois de criar sucessos como Grey’s Anatomy e Private Practice, ambas séries médicas, a roteirista e produtora Shonda Rhimes fala sobre a vontade de criar um projeto diferente. A nova série, que ainda não saiu do papel, seria definida, pela própria autora, como “uma mulher carregando uma arma e chutando as pessoas”.

O projeto seria inspirado no drama de espionagem Alias, já que Rhimes é uma grande admiradora da série de J. J. Abrams. Sobre a ideia de se basear no drama de Abrams, que traz o enredo de uma agente da CIA, ela explica o porquê da escolha: “Eu gostaria de ter sido a pessoa que trouxe essa história. Não acho que foi feito por uma mulher, e é nisso que a minha mente está trabalhando”, diz Shonda.

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Mesmo no papel, a ideia de uma série de espionagem foge totalmente do leque de roteiros já criados por Shonda até hoje. A roteirista diz que, por escrever por muito tempo séries médicas, as pessoas passaram a achar que ela somente poderia escrever sobre isso. “Não é que eu quero fazer uma série onde há uma mulher espiã porque as pessoas acreditam que eu não possa fazer. Mas quando eu digo que eu quero escrever, e alguns executivos perguntam se é sério, e se não devo continuar a fazer triângulos amorosos e “coisas assim”, eu tenho vontade de estrangulá-los”, diz Shonda, abertamente.

Com informações do TV Line.

 

Emissora ABC venderá a série ‘Murder in Manhattan’ para outros canais

Data/Hora 10/05/2013, 13:51. Autor
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O drama policial Murder in Manhattan não terá espaço na programação da emissora ABC, mas está à venda para que possa ser exibida em outro canal.

De acordo com informações, o piloto da série que tem como enfoque a relação entre mãe (Annie Potts) e filha (Bridget Regan) e o seus trabalhos como detetives amadoras, será vendida para outras emissoras interessadas, e as vendas poderão ser feitas em contato com o setor  de programação de baixo custo da ABC, comandada por Tracy Underwod.

Embora esse mercado de séries descartadas por suas emissoras originais não tenha muita demanda, a ABC tem sorte, já que a mesma conseguiu vender a série de Marc Sherry, Devious Maids, descartada pelo canal e comprada pela emissora Lifetime. Por esse motivo, espera-se a venda de alguns pilotos que não foram aprovados pela ABC por parte do setor chefiado por Underwood.

Murder in Manhattan é uma criação da roteirista e produtora executiva, Maria Maggenti (90210) e tem no elenco Ryan Reynolds, Jonathan Komack Martin, Allan Loeb e Steven Pearl. O piloto, gravado na cidade de Nova York, foi dirigido por Cherie Nowlan.

Ainda hoje a emissora deve liberar o restante da lista de pilotos aprovados.

Com informações do The Hollywood Reporter

Destaques na TV – Sexta, 10/5

Data/Hora 10/05/2013, 11:35. Autor
Categorias TV Brasil

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É sexta-feira! Veja a seguir os destaques do dia nos canais de TV por assinatura.

O canal Space retoma esta noite a exibição de Continuum. Às 21h, vai ao ar o episódio 1×08. Em Playtime, dois crimes num mesmo dia levam Kiera (Rachel Nichols) e Carlos (Victor Webster) a investigar uma empresa que produz videogames. Após assistir ao episódio, confira a review da Mica.

No +Globosat, 22h, vai ao ar o episódio 2×02 de London Hospital.

Na Sony, às 10h e às 17h, tem Cougar Town (4×09) e, às 10h30 e 17h30, 30 Rock (7×02). À noite, 21h, tem o American Idol.

Na Warner, 23h, episódio 8×09 de Supernatural.

No Multishow, 22h, tem Olívias na TV.

Eu estava tentando divulgar os episódios inéditos de Futurama na Fox, mas vou desistir. A exibição do canal desafia a lógica, com um emaranhado de episódios da 5ª, 6ª e 7ª temporadas sem qualquer lógica no horário do almoço.

Na Globo, 23h25, vai ao ar o quinto episódio de O Dentista Mascarado.

E até o final de semana!

Quarta temporada de ‘The Borgias’ pode ser finalizada em filme

Data/Hora 10/05/2013, 09:35. Autor
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A série The Borgias, exibida pelo canal americano Showtime pode  não ter sua quarta temporada renovada com episódios regulares. Especula-se a possibilidade de que sua season finale seja reduzida em um filme de duas horas e meia.

A princípio, a série foi planejada para quatro temporadas, como combinado com The Tudors, sua antecessora.  Contudo, o cineasta Neil Jordan, um dos  criadores do drama disse à imprensa britânica que gostaria de finalizar a série com um filme de duas horas e meia e concluiu: “Outros 10 episódios são meio exaustivos. Eu já tracei um filme que, se o Showtime concordar, será filmado em junho com o mesmo elenco e finalmente, o Papa vai morrer terrivelmente.”

VÍDEOS| Papa é o personagem principal do novo vídeo promocional de ‘The Borgias’

Estrelada por Jeremy Irons como Rodrigo Borgia (Papa Alexandre VI), François Arnaud como César Bórgia, Holliday Grainger como Lucrécia Bórgia entre outros, o drama que foi filmado na Hungria, mostra a ambição pelo poder e uma série de crimes e corrupções cometidos pela família nobre que comandava a Itália por volta de 1492.

A terceira temporada da série, com dez episódios está no ar  e  a decisão de gravar o filme ou renovar para uma quarta temporada será tomada de acordo com as classificações de sua audiência.

No Brasil, The Borgias já foi transmitida pelo canal TCM e atualmente é exibida pelo TNT.

Com informações do site Deadline.

Game of Thrones – Kissed by Fire e The Climb

Data/Hora 10/05/2013, 09:30. Autor
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A metade da temporada de Game of Thrones já se passou e a série continua introduzindo personagens e mais personagens no já recheado elenco. É compreensível que diante de sete reinos, estejamos sempre conhecendo algum personagem aqui e ali, porém o fato é que a ininterrupta apresentação dos novos personagens está impedindo a série de brilhar ainda mais neste terceiro ano. Os diálogos de apresentação tomam o espaço que deveria ser destinado ao desenvolvimento das histórias em si, isso torna o ritmo dos episódios lento e em alguns momentos arrastado.

Robb realmente entrou na chuva para se molhar, se até agora o Rei do Norte não havia perdido uma batalha, talvez mais do que seu coração, seus métodos estão lhe traindo. Mesmo com todos os avisos possíveis o herdeiro da casa Stark decepa a cabeça de Karstark por seus atos contra as crianças Lannisters e a expressão “faca de dois gumes” nunca se aplica tão bem quanto a este momento, ao fazer o que achava correto Robb acaba perdendo todos os homens de Karstark que lhe seguiam, seu exército está mais fraco do que nunca, e o jovem começa a perceber que uma guerra não é ganha com espadas, um aprendizado que talvez seja muito tarde para ele corrigir, Após se casar mesmo estando prometido a uma das filhas do Lorde Frey e agora necessitar de sua força militar ele decide que seu vassalo irá pagar pelo seu impulso emocional para que ele consiga as forças necessárias para abater Rochedo Casterly, a casa da familia  Lannister.

Em contraponto a um rei em crise no Norte, vemos TyWIN literalmente vencendo todos os jogos que decide jogar e não somente na guerra, brincar de santo casamenteiro com os filhos como se fossem peões estrategicamente movidos por ele para a obtenção de terras e poder é agora um de seus novos hobbies. O único desafio de Tywin é Olenna da casa Tyrell, o encontro entre ambos é uma das melhores cenas dos episódios, confiança nas alturas, conhecimento estratégico do inimigo, atacar seus pontos fracos e usar e abusar da irônia, um grande cena entre os líderes das duas casas.

O arco de Theon começou misterioso, tomou rumos um tanto quanto confusos, mas parece que finalmente acharam um papel para o rapaz nesta temporada, ser torturado por ter destruído Winterfell e agonizar de dor tem sido sua penitência por seus pecados, o futuro de Theon agora está nas mãos do filho do recém decepado Rickard Karstark e o rapaz pelo que mostrou até agora tem não só feições de alguém problemático como de psicopata.

Após o resultado do embate entre Clégane e o Líder da Irmandade sem Estandartes acabar em pizza, Melisandre chega até onde Aria está protegida, porém a bruxa deseja barganhar e leva consigo o único filho e herdeiro de Robert Baratheon, é interessante notar que o personagem estava lá, o tempo todo andando com a filha do falecido Ned Stark e agora parece que ele finalmente vai ganhar algum destaque, é compreensível tamanho descaso com o bastardo filho de Robert pois a pequenina Aria acaba sempre roubando as atenções dele (e boa parte dos personagens nem faz ideia de quem ele é).

Sob ordens de Mance o agora selvagem Jon Snow tem logo de cara uma missão de complicada, escalar a Muralha, cuja altura é “acima das nuvens” segundo os personagens, com muitas dificuldades e algum ato de heroísmo ele consegue chegar ao topo da muralha, tendo que agora apenas esperar o sinal do rei além da muralha para atacar o castelo negro, sede da patrulha da noite. Até o momento Jon Snow tem se mostrado incapaz de carregar um núcleo inteiro sob suas costas, mesmo que o personagem faça algo incrível nestes proximos 4 episódios, a verdade é que ele será lembrado como o descobridor do sexo oral lá pelas bandas de Westeros.

Sabíamos desde o princípio que Mindinho nunca foi uma flor que se pudesse cheirar, que sua índole era motivo de dúvida e que seus planos sempre foram obscuros, porém no fim do episódio temos a confirmação de que ele é tudo isto e muito mais, sua ambição só é superada pela sua frieza e calculismo para agir em busca de poder. “O caos nao é um precipício, é uma escada” diz ele, escada esta que ele trilha sem peso na consciência, em uma série onde não existem mocinhos e vilões esta cobra consegue, sem dúvida, irá incomodar.

Com apenas mais 4 episódios a serem exibidos os rumos que o enredo vem tomando estão ficando preocupantes. A qualidade não se discute, porém são muitas histórias abertas nesta temporada que necessitaram de tempo de tela se quiserem ficar bem resolvidas ou despertar o interesse do telespectador para esperar o próximo ano para que ele então descubra o que aconteceu com o personagem. Mesmo que este ano a série retrate apenas metade do terceiro livro de Martin é importante conseguir um fim honrável ao menos aos nossos personagens favoritos.

‘Friends’ chega ao Netflix em junho

Data/Hora 10/05/2013, 00:03. Autor
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Um dos seriados mais famosos da televisão entra para o cardápio de programas do Netflix no Brasil. As cinco primeiras temporadas de Friends estará disponível para os assinantes brasileiros a partir do dia primeiro de junho, segundo a assessoria do canal de transmissão online.

A série, vencedora de prêmios como os Emmy e o Globo de Ouro, é uma das mais assistidas do mundo. A história dos seis amigos Ross, Rachel, Phoebe, Chandler, Monica e Joey cativou uma geração que cresceu vendo o desenrolar das relações que eles tinham entre eles e outros personagens.

A chegada da produção à Netflix é uma grande oportunidade para o assinante assistir à história em ordem, relembrar os episódios mais antigos e matar a saudade dos amigos mais famosos das telonas – e agora das telinhas – onde, quando e quantas vezes desejar.

O serviço está disponível por 16,90 po mês e pode ser acessado pela Internet para PCs, Macs e TVs, entre outras plataformas.

Friends teve ao todo dez temporadas. O último episódio da série foi ao ar no dia 6 de maio de 2004.

Canal CW, de ‘Supernatural’, investe em novas séries de ficção-científica

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A emissora CW está apostando alto em séries de ficção-científica para a temporada 2013-2014, algo mais do que evidente com a recente encomenda do canal por mais três séries do gênero. Assim, foi aprovado o drama de super-herói The Tomorrow People e também o drama futurístico The Hundred. Além dessas, a CW já havia dado sinal verde à série teen que tem como enfoque criaturas alienígenas, Star-Crossed. Já no gênero de série histórica, a aprovação de Reign também foi anunciada.

Em outras palavras, a emissora não ordenou nenhuma série contemporânea. O tempo em que séries como Gossip Girl e 902010 – que marcaram o estilo de séries produzidas pelo canal logo no seu início – acabou. Ano após ano, essas séries mais modernas parecem lutar por um espaço, enquanto que os shows com temáticas fantásticas, como The Vampire Diaries e Supernatural, ganham cada vez mais destaque, o que agradou os fãs do gênero Sci-Fi e parece que também ganhou o coração da CW.

A emissora decidiu não passar adiante os pilotos de The Selection, Norfolk ou Blink. Em relação a The Selection, esse é o segundo ano que uma série baseada em um romance juvenil não é escolhido. Por outro lado, a CW renovou as séries Nikita e The Carrie Diaries (nenhuma delas, sobrenatural).

É fã de Sci-Fi e quer ficar por dentro das novas apostas da CW? Segue abaixo a sinopse das novas séries:

The Tomorrow People: criada por Greg Berlanti (Arrow) e Julie Plec (The Vampire Diaries), conta a história jovens com poderes especiais e que são considerados a evolução da raça humana, assim, eles se unem para combater o mal. No elenco, Peyton List, de Mad Men, e Robbie Amell, de True Jackson.

Reign: criada por Laurie McCarthy (Ghost Whisper) e Stephanie SenGupta, faz uma adaptação da história de Mary Stuart, rainha da Escócia, em que se pretende  narrar os anos em que Mary (Adelaide Kane, de Power Rangers) viveu na França como uma adolescente bonita e ambiciosa enfrentando um mundo de intrigas – seu noivo, o príncipe Francis (Toby Regbo, de The Town), mantêm uma amante e se questiona quanto ao seu casamento com Mary.

Star-Crossed (previamente Oxygen): criado por Meredith Averill (The Good Wife), Daniel Gutman e também em conjunto com a produtora espanhola Olé producciones, é uma série de ficção científica, bem à linha de Roswell, na qual alienígenas com aparência humana chegam à Terra, onde se escondem em uma aérea de subúrbio e entram em contato com o terráqueos. A situação se complica quando Amere (Aime Teegarden) se apaixona por um deles, Roman (Matt Lanter, de 90210).

The Hundred: criado por Jason Rothenberg, a série se passa 97 anos após uma guerra nuclear ter destruído a humanidade, uma nave espacial envia 100 delinquentes juvenis para a Terra no intuito de investigar a possibilidade de uma re-colonização do planeta. No elenco, Thomas McDonell, de Suburgatory e Isaiah Washington, de Grey’s Anatomy.

Com informações do site InsideTV.

Fox planeja ressuscitar série ’24 Horas’

Data/Hora 09/05/2013, 23:41. Autor
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Parece que os fãs do agente anti-terrorista mais famoso da TV terão um belo motivo para tirar Jack Bauer da memória. O fato é que a Fox vem trazendo a ideia de retornar com o drama em tempo real 24 Horas na forma de minissérie – e fazer com que o famoso personagem deixe de ser apenas lembrança.

Não há nenhuma posição concreta, nem acordos fechados, mas a vontade de trazer seu papel de volta às telas é um dos motivos que faz o ator Kiefer Sutherland (Jack Bauer) entrar em negociações com a Fox. O retorno do drama entraria na nova ideia da emissora de criar minisséries, com números limitados de episódios.

Para tal, se o acordo vingar, o drama teria uma história iniciada do zero, liderada pelo produtor-executivo Howard Gordon, que está em um acordo com a 20th Century Fox TV. Desde o seu fim, em 2010, 24 Horas já esteve nos planos da Fox para ser transmitida novamente, mas até então a ideia não tinha saído do papel. A série terminou em sua oitava temporada e conquistou, ao longo dos seus oito anos, cinco Emmys. Um filme da série também foi amplamente cogitado.

Vale lembrar que no início da noite de hoje, a Fox cancelou Touch, série que Sutherland estrelava.

Com informações do Deadline.

CW aprova pilotos, mas ‘The Selection’ não recebe encomenda de série

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O canal CW começou a divulgar a lista dos pilotos aprovados para a próxima temporada na grade da emissora. Os projetos devem estrear entre o segundo semestre de 2013 e o início de 2014. Veja aprovados e reprovados abaixo:

Reign, criada por Laurie McCarthy (Ghost Whisper) e Stephanie SenGupta, o projeto se trata de uma adaptação da história de Mary Stuart, rainha da Escócia, em que se pretende  narrar os anos em que Mary (Adelaide Kane, de Power Rangers) viveu na França como uma adolescente bonita e ambiciosa enfrentando um mundo de intriga – intriga que inclui o seu noivo, o príncipe Francis (Toby Regbo, de The Town), que mantêm uma amante e se questiona quanto à validade de seu casamento com Mary.

Star-Crossed (anteriormente chamada de Oxygen), criada por Meredith Averill (The Good Wife), Daniel Gutman e também em conjunto com a produtora espanhola Olé Producciones, é uma série de ficção científica, bem à linha de Roswell, na qual alienígenas com aparência humana chegam à Terra, onde se escondem em uma aérea de subúrbio e entram em contato com o terráqueos. A situação se complica quando Amere (Aime Teegarden) se apaixona por um deles, Roman (Matt Lanter, de 90210).

Reprovados, estão:

Company Town, criado por Sera Gamble (Supernatural) e com direção de Bahrat Nalluri, a série se passa na Virgínia e conta a história de duas amigas, Page e Krista (Gage Golightly, de Teen Wolf), que após um escândalo ocorrido na base naval envolvendo Paul, marido de Krista e tenente da Marinha, acaba as levando para caminhos opostos.

Blink, criado por Vera Harbert (Akward) e David Marshall Grant (Smash, Brothers & Sisters), conta a história de uma família que tem a sua rotina afetada quando o patriarca da família sofre um acidente, que o deixa em estado de coma, mas que não o impede de observar o que acontece ao seu redor. No elenco estão Benjamin Hickey, de The Big C, e Michael Weston, de House.

Já o piloto de The Selection não foi aprovado pela emissora, que, segundo informou o sote Deadline, considerou o episódio bonito, porém pouco convincente (as gravações aconteceram em Budapeste, na Hungria). A série, criada por Elizabeth Craft e Sara Fain baseada no livro de Kiera Cass, se passa a 300 anos no futuro, e conta a história de America Singer (Yael Grobglas), jovem operária que é sorteada para participar de um concurso que tem como prêmio o casamento com o príncipe Maxon (Michael Malarkey), porém, America já tem um relacionamento, embora secreto, com Aspen Legen (Lucien Laviscount, de Skins).

Atualizado: Canal CW, de ‘Supernatural’, investe em novas séries de ficção-científica

Com informações do site SpoilerTV e Deadline.

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