Doctor Who – Journey to the centre of the TARDIS, The Crimson Horror e Nightmare in Silver

Data/Hora 16/05/2013, 00:34. Autor
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Próximo sábado é o último episódio da temporada. Não sei se gosto muito deste negócio de temporadas divididas ao meio, fica tudo tão curto. Quando penso que vai engatar a marcha, acaba. E, pior, consegui me enrolar completamente e não escrevi por duas semanas seguidas (desculpem, as coisas estavam realmente corridas por aqui), o que significa dizer que esta será uma resenha tripla. Se um texto duplo já é problemático (porque não dá para encaixar metade das coisas a serem ditas), imaginem um texto de três episódios.

Só me resta pedir desculpas mais uma vez, de coração.

Então, só para manter a ordem, farei breves comentários, apenas apontando o que mais me chamou atenção de cada episódio e abrir o microfone para discussão, porque nestas horas a voz do povo é o melhor incentivo para o debate.

 Journey to the centre of the TARDIS

Esse era um episódio muito esperado por todo mundo já que a TARDIS tem o seu próprio mistério e há algo nela que simplesmente atrai. Desde sempre a nave chama a atenção dos fãs, mas eu creio que quando tivemos a oportunidade de vê-la fornecer o seu poder à Rose surgiu aquela vontade natural de conhecer o que realmente acontecia ali no seu interior. O episódio escrito por Neil Gaiman (The Doctor’s Wife) aguçou ainda mais o desejo dos fãs, pois tornou a TARDIS mais palpável ao transformá-la em uma figura de carne e osso, mesmo que fosse apenas por alguns breves momentos. E não há a menor dúvida de que a nave vem mostrando seus caprichos desde que Clara deu às caras na vida do Doutor. Então era mais do que natural toda a expectativa em torno desse episódio.

Eu achei bem interessante como tivemos a oportunidade de conhecer um pouquinho mais do que acontece dentro da nave (e foi bem pouco mesmo, porque pelo visto a TARDIS é praticamente infinita e se rearranja a seu bel-prazer). Um dos momentos mais emocionantes foi quando pudemos finalmente ver a biblioteca (belíssima!) e a piscina (fica ali dando sopa e ninguém para usufruir), sem falar das lembranças dos antigos ocupantes da TARDIS. Eu sempre fico feliz quando conectam as coisas em Doctor Who, mesmo que sejam apenas pequeninos detalhes.

Mas o que realmente bagunçou a cabeça de todo mundo foi A História da Guerra do Tempo. Como Clara conseguiu ler o que estava escrito? Supostamente o livro foi escrito em gallifreyano e a TARDIS não traduz o idioma de Gallifrey. E como ter a sorte grande de achar o nome do Doutor no meio de um livro daquele tamanho? A propósito, quem escreveu o livro, já que o Doutor é o último sobrevivente? Bom, tem também todos os Daleks que vivem aparecendo por aí, mas não imagino um Dalek escrevendo um livro contando sobre a grande guerra que eles perderam.

O episódio em si foi um presente a todo fã de Doctor Who, com lembranças de acontecimentos passados, cenas escorregando pelo tempo por meio de uma fenda causada no interior da TARDIS, e nós nos emocionando com diálogos que já ouvimos vezes sem conta e ainda assim sempre nos trazem uma alegria meio sem explicação.

Para os que não prestaram muita atenção ou até ouviram, mas não conseguiram captar tudo (afinal, umas foram apenas murmúrios ao fundo), o site da BBC fez uma listinha (pode ter mais, essas foram as que eu anotei antes da página sumir) das vozes ouvidas no interior da TARDIS durante a confusão que os irmãos Van Baalen criaram:

  • Susan, a neta do Doutor, em An Unearthly Child, explicando o significado da TARDIS, e também chamando por Ian Chesterton;
  • O Terceiro Doutor explicando para Jo Grant em Colony in Space sobre como a TARDIS é dimensionalmente transcendental;
  • O Quarto Doutor discutindo engenharia transdimensional com Leela em The Robots of Death;
  • A própria TARDIS perguntando se ‘sexy’ é o seu nome em The Doctor’s Wife;
  • O Nono Doutor reafirmando para Rose que nem as hordas de Genghis Khan conseguiram atravessar as portas da TARDIS;
  • Amy Pond refletindo sobre estar no espaço, em The Beast Below; e, por fim,
  • Martha Jones tentando entender a TARDIS em Smith and Jones.

O episódio em si foi bem simples, quase infantil, a novidade estava mesmo em desbravar a nave. É claro que foi muito legal vermos como Tricky não era um andróide e foi enganado pelos irmãos por todo aquele tempo e como no final ele era o mais humano dos três, e também descobrirmos que as criaturas monstruosas que os perseguiam era na verdade uma versão de todos eles no futuro (a hora que o Doutor percebe que mais uma vez deixou Clara morrer deu um aperto no coração), mas no final das contas o que realmente chamava a atenção eram os corredores e salas da TARDIS. Era poder ver cada sala, o seu centro, o coração, a sala de controle, como ela se consertaria…o que realmente era possível acessar e o que ela manteve guardadinho apesar de tudo.

Não foi nem de longe um dos melhores episódios da série (nem mesmo da temporada), mas valeu a pena pelos pequenos prazeres que nos proporcionou.

The Crimson Horror

The Crimson Horror foi o episódio mais Sarah Jane Adventures que Doctor Who já fez. Se não fosse a falta de Sarah Jane (saudades da Elisabeth Sladen) eu poderia dizer que estávamos vendo o spin off the Doctor Who. Com a diferença de que SJA tinha um público alvo declaradamente infantil e era uma série deliciosa de assistir quando a pessoa tinha isso em mente.

Eu adoro Madame Vastra, Jenny e Strax e é sempre bom vê-los, embora a presença dos três ultimamente tenha servido principalmente para infantilizar os episódios. Isso não é uma crítica, é apenas uma constatação. Os três são ótimos juntos, mas definitivamente fazem o estilo diversão para crianças. Seria interessante um spin off com eles agora que o povo ficou órfão da Sarah Jane.

A trama foi bem rocambolesca, recheada de clichês, e aquele final…o foguete em plena era vitoriana não me desceu bem.

A verdade é que não sei muito o que falar desse episódio. Foi um episódio na média, divertido em alguns pontos, ótimo rever Vastra, Jenny e Strax, melhor ainda ver o quanto Jenny é boa no que faz e como tem carisma, mas fora isso não há nada que me cativou particularmente. Foi apenas mais um episódio. Mais um vilão tentando dominar o mundo com a história do apocalipse.

O mistério de Clara continua sendo jogado em nossas caras a todo instante e não estamos mais próximos de descobrir quem é ela, já que nada novo aconteceu com a garota. De novidade só as crianças de quem ela cuida descobrindo que Clara é uma viajante do tempo.

Se eu pudesse apagar toda esta cena da história de Doctor Who eu faria. Tenho até raiva de lembrar…uma lástima.

Nightmare in Silver

Eis um episódio que provocou reações bem distintas nos fãs. Nunca há um consenso quando o assunto é Doctor Who, mas um episódio do Neil Gaiman traz discussões ainda mais palpitantes, já que ele por si só é um autor do gênero ‘ame ou odeie’.

Eu confesso que gosto muitíssimo de Neil Gaiman, acho a sua escrita incrivelmente competente e ele é muito inteligente, sempre jogando paralelos no texto, puxando temas interessantes e fazendo menções a assuntos dos mais variados. Alguns facilmente reconhecíveis pela massa que o lê e outros nem tanto (é preciso ter um conhecimento um pouquinho mais especializado…e uma certa dose de boa memória, coisa que me falta). Mas os seus textos são puros contos de fadas, ou melhor, uma ode à criatividade, à imaginação e ao lirismo. Nada do que ele escreve está ali por acaso, tudo tem uma conexão ou, na pior das hipóteses, é alguma homenagem a alguma coisa interessante seja do mundo ficcional ou real.

Eu, embora adore o autor Neil Gaiman (e a pessoa pública também), tenho grandes problemas com os seus textos, já que não sou muito chegada em histórias tão esdrúxulas e com um apelo tão infantil (mesmo quando são bem adultas e até macabras). Pois é, difícil de entender essa relação de amor-indiferença que eu tenho por ele, mesmo assim, sempre fico empolgada com algo novo de Gaiman e a simples ideia dele escrever para Doctor Who já me tira o ar (e é claro que se ele for roteirizar novamente eu ficarei tão ansiosa quanto fiquei das últimas duas vezes).

Nightmare in Silver foi um episódio tipicamente ‘estilo Gaiman’ de ser. E me atrevo a dizer que talvez ele seja o escritor que mais compreenda e saiba roteirizar esse ideal “mundo da fantasia” criado pelo Moffat e que vem permeando todas as temporadas desde que ele assumiu, em especial a sétima.

Não vou nem tentar falar sobre as inúmeras referências que Gaiman fez durante o episódio (como o “see you next Wednesday”, uma referência a 2001: Uma Odisseia no Espaço), porque eu provavelmente perdi a maioria delas e qualquer coisa que eu escreva será uma cópia barata de algum outro texto qualquer e, se for para copiar, melhor nem começar. Mas vale informar que ele fez várias citações e referências (O Turco, O Guia do Mochileiro das Galáxias e por aí afora), com alusões aos autômatos dos séculos XVIII e XIX e é claro que aqueles que conseguiram captá-las sentiram um algo ainda mais especial pelo episódio.

Gaiman também usou e abusou de conhecimento antigo de Doctor Who, de várias regenerações diferentes, em especial no tocante aos Cybermen. A ideia aqui era fazer dos Cybermen um vilão novamente aterrorizante. Para alguns ele conseguiu, já outros acham que toda a história do Cyber-Planner meio maluco foi a coisa mais sem pé nem cabeça já criada. Isso sem falar de algumas coisas como os Cybermen matando os humanos ao invés de convertê-los, ou ainda deixando-os lá em stand-by sem fazer uma conversão real (como no caso das crianças e do próprio Webley.

Quanto ao Cyber-Planner eu não tenho reclamações. Sim, eu sei que o diferencial dos Cybermen é justamente o seu perfil lógico e desprovido de emoções, e o Cyber-Planner, como o responsável por criar e digirir os planos e estratégias dos Cybermen deveria ser o mais racional de todos eles, mas aqui eu abro uma exceção porque ele estava sendo construindo justamente dentro do Doutor, a mente mais maluca que o(s) universo(s) poderia conceber. Como o Doutor ainda não tinha sido completamente absorvido, nada mais natural que o Cyber-Planner ainda estivesse contaminado pela forma do Doutor pensar e agir.

E cá entre nós, as cenas entre o Doutor e o seu alterego mau foram as melhores do episódio. Matt Smith esteve brilhante. Aliás, ele é um grande ator e às vezes esquecemos disso porque o seu Doutor é tão maluco e excêntrico. Eu olho para o seu Doutor e sempre penso nele como uma versão mais jovem (embora seja bem mais velho) do Primeiro Doutor.

Minha única reclamação destas cenas duplas de Matt Smith foi a forma como decidiram fazer a troca entre um e outro no nosso plano. Enquanto a disputa era dentro da mente do Doutor, estava tudo perfeito, com os lados bem definidos (os pensamentos gallifreyanos x a rigidez lógica do cyber-planner…que visual lindo!) , as memórias de todas as regenerações surgindo (é sempre um deleite, e a cena foi muito legal) e o Doutor no controle do seu cérebro. O problema eram as cenas aqui fora, onde o corpo do Doutor ficava pulando de lado em lado, deixando a situação com uma comicidade irritante.

Outro problema grave do episódio para mim foram as crianças. Não é nem mesmo o fato delas viajarem com o Doutor (não foram as primeiras, não serão as últimas…embora a forma como introduziram os dois na história para que acompanhassem o Doutor e Clara foi a coisa mais sem noção já criada na série…alguém lembra de todo o drama que Rose enfrentou para encontrar o Doutor perdido nas páginas da História!?), o grande mal aqui é que aquelas crianças eram muito chatas. Angie subiu rapidamente para o posto de personagem mais irritante já criada em Doctor Who. Artie, coitado, ficou apagadinho ao lado da irmã chata e até poderia ser melhor explorado, mas se limitou a ser peso morto. Nem para fonte de preocupação real esses dois serviram! Por mim o episódio poderia facilmente ter excluído a presença dos dois que não faria a menor diferença para o desenvolvimento da história.

Um personagem que foi muito mais interessante para os acontecimentos foi Porridge, o Imperador covarde. Que ator carismático que é Warwick Davis. Era impossível não gostar do seu Porridge. Algumas vezes eu pensei na possibilidade dele ser o Imperador, mas não tinha bem certeza (apesar de todas as pistas, em especial a forma como a Capitã o tratava). Só poderia ter passado sem a cena em que Angie salva o dia com o seu ‘ninguém está prestando atenção em nada, só eu? Ele é o Imperador’ (bom, quase isso). A garota irritante não merecia  a honra de ser a única a perceber quem era Porridge na verdade, aliás, ela não merecia nem estar na série!

Mais uma vez o paralelo entre as atitudes do Doutor (na Guerra do Tempo e também nas escolhas que foi fazendo ao longo da vida) e algum outro personagem foi jogado na nossa cara. Não foi nada sutil, mas funcionou sem parecer que foi empurrado garganta abaixo só para um efeito dramático. Palmas para o roteirista.

E por falar em roteirista, Gaiman comentou sobre várias cenas que foram cortadas na hora da edição (algumas chegaram inclusive a deixar alguns pontos meio ‘no ar’, sem explicação), enquanto outras não chegaram nem a ser filmadas (uma pena), o que é normal em qualquer coisa feita para a TV ou cinema, mas sempre fico encasquetando sobre o que o roteirista realmente queria dizer e que não foi possível. E é claro que tem as adições por parte do Head Writer (o Moffat), como a famigerada cena em que o Doutor comenta sobre a saia muito justa de Clara ao final, a qual obviamente não foi escrita por Gaiman.

Inclusive, esse episódio deu uma mexida com os ânimos dos fãs na questão do relacionamento entre o Doutor e Clara. Há uma atração entre esses dois como quis colocar o Cyber-Planner ou o interesse tão presente do Doutor é apenas pelo mistério que Clara representa? E esse prequel do Season Finale que foi liberado logo após o episódio? Qual a natureza real do relacionamento desses dois?

As apostas são altas. Povo surgindo com mil e uma teoria…algumas relacionadas com Rose, outras com River pré-primeiro encontro com o Doutor, outras com River pós Biblioteca, e outras ainda falando sobre uma amálgama de companions…isso vai longe.

Eu só sei que o próximo sábado será o último e depois só no especial de 50 anos. A ansiedade aqui é grande.

TNT e TBS investem em séries de Steven Spielberg, Steve Carell e outros

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Os canais de televisão TNT e TBS estão investindo forte em projetos e séries originais. Não bastasse a compra de roteiros que, à primeira vista, parecem promissores, as emissoras ainda investem em contratos com roteiros escritos e produzidos, em grande maioria, por nomes aclamados do cinema, séries de TV, e até livros.

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Confira alguns dos scripts já prontos para a produção da TNT:

Portal House
Este projeto é a história de um grupo de jovens cientistas que, ao investigar o que eles acreditam ser uma casa assombrada, se deparam com um portal para viajar no tempo. As coisas complicam mais quando um deles se perde dentro do portal.
Produtores Executivos: Steven Spielberg, Justin Falvey, Darryl Frank, Scott Rosenberg (autor), Jeff Pinkner (autor), Josh Appelbaum (autor) e Andre Nemec (autor).

Peter Gunn
É um remake dos contos clássicos e pós-modernos de Blake Edwards e Craig Stevensde sobre um detetive particular que tenta resolver seus casos policiais e reconquistar o amor de sua garota sem sujar as mãos.
Produtores Executivos: Steven Spielberg, Justin Falvey, Darryl Frank, Julie Andrews, Lou Pitt, Scott Rosenberg (autor), Jeff Pinkner (autor), Josh Appelbaum (autor), Andre Nemec (autor).

The Last Cop
Mick Branigan acorda depois de quase 20 anos em coma, e se depara com um mundo mudado – sua amada esposa mudou, sua filha adolescente não o conhece, e seus colegas de profissão já não são mais os mesmos, assim como os meios de fazer justiça.
Produtores Executivos: Sylvester Stallone, Kevin King, Mikkel Bondesen, Chris Fedak (autor) e Kristen Campo (produtora co-executiva).

A Bend in the Road
O drama é baseado em um livro de Nicholas Sparks e se passauma cidade turística. Sheriff Miles Ryan é conhecido por sua grande habilidade de resolver crimes e em realmente se interessar e comprender os cidadãos da cidade. Mas o que Miles não percebe é que existem muitos segredos escondidos por aí – e o maior deles é o assassinato não solucionado de sua esposa.
Produtores Executivos: Nicholas Sparks, Theresa Park and Brandon Camp (autor).

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Veja também alguns roteiros da TBS:

Bad Parents
Sexo, festas, professores e as crianças. Nessa comédia de meia hora quatro casais vão variar em suas responsabilidades como pais e também em maneiras de manterem-se sempre jovens.
Produtores Executivos: Walt Becker, Andrew Panay e Brent Golberg (autor).

Tribeca (título provisório)
Tribeca é uma comédia com foco em Angie Tribeca, uma veterana de 10 anos da elite de crimes ediondos. O show explora um grupo excêntrico, mas brilhante de pessoas que investigam o crime, tentando revelar de maneira detalhada informações pessoais sobre eles mesmos e se recusam a descansar até que a justiça seja feita.
Produtores Executivos: Steve Carell e Nancy Carell

Dad, Stop Embarrassing Me
Todo adolescente tem vergonha por seus pais. Mas e se o seu pai decidisse ter uma recaída em todos os sentidos ? Baseado no relacionamento de Jamie Foxx e sua filha de 18 anos, a comédia explora a dinâmica entre um pai e um filho e todo o constrangimento envolvido nisso.
Produtores Executivos: Jamie Foxx e Jaime King.

Dream House (título provisório)
Quando um jovem tem a chance de comprar a casa dos seus sonhos, ele rapidamente descobre que o proprietário, um velho aparentemente gentil, é na verdade um golpista que vai se tornar seu colega de quarto.
Produtores Executivos: Elizabeth Banks e Max Handelman

Ansioso para algumas das séries acima ? Quais vocês acham que vão vingar ? Conte-nos nos comentários!

Com informações do Hollywood Reporter.

Robin Williams a Josh Holloway: CBS divulga trailer de todas as novas atrações

Data/Hora 15/05/2013, 21:04. Autor
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Mais uma sessão de trailers, por assim dizer, para os espectadores. Dessa vez, foi a rede CBS quem liberou os vídeos promocionais dos projetos que irão estrear na grade de programação da emissora nos próximos meses. A gente quer saber por qual deles você está mais ansioso!

We are men: é a história de um noivo abandonado no altar que muda-se para um novo condomínio, um lugar onde faz amizade com homens mais velhos, divorciados e que adoram dar conselhos. Os atores Jerry O’Connell (The Defenders, Mockingbird Lane), Kal Penn (House), Tony Shalhoub (Monk) e Chris Smith (Atividade Paranormal 3) estão no elenco dessa comédia de Rob Greenberg (How I Met Your Mother).

Mom: segue a vida de uma mulher que acabou de se curar de um problema de alcoolismo e, para tornar sua família mais próxima, todos mudam para a cidade de Napa Valley. No elenco, grandes nomes como Anna Faris, Sadie Calvano e Matt Jones. A comédia é dos mesmos produtores de Two and a Half Men, Chuck Lorre, Eddie Gorodetsky e Gemma Baker.

Hostages: gira em torno de uma família que se vê envolvida em conspirações políticas. Tate Donovan (Deception, Damages) será Brian, casado com o papel de Toni Collette, Ellen, que será a grande matriarca da família principal. Brian é formado pela respeita Ivy League e precisa encarar o fato de que sua carreia até então estável está passando por uma crise. Para dar a volta por cima (o que incluiu um acontecimento que irá mudar a vida da família), ele vai precisar confiar na mulher. Dylan McDermott (American Horror Story) também está no elenco. O drama é do mega produtor Jerry Bruckheimer (CSI, The Race).

Intelligence: a trama é uma adaptação do livro Dissident, de John Dixon, e conta a história de um agente especial (Josh Holloway, de Lost) que tem um microchip implantado em seu cérebro que lhe permite ter acesso a toda e qualquer informação através do espectro eletromagnético. Marg Helgenberger(CSI)  interpretará Lillian, diretora da Cybercom, empresa de cyber-segurança ligada ao governo dos Estados Unidos. Michael Rady e James Martinez completam o elenco. A série dramática é escrita por Michael Seitzman (House Rules) e produzido pela CBS Television Studios em parceria com a ABC Studios.

The Millers: comédia protagonizada por Will Arnett (Arrested Development). Na história, ele interpreta Jack, um homem que acabou de se divorciar e que fica com a vida um pouco mais complicada quando tem que lidar com os problemas matrimoniais dos pais, com quem ele volta a morar junto. A série é produzida e escrita por Greg Garcia (Raising Hope, My Name Is Earl).

Crazy Ones: a comédia narra a história de pai e filha no mesmo local de trabalho, uma agência de publicidade para lá de peculiar. Acontece que a personagem de Sarah Michelle Gellar (Buffy The Vampire Slayer) será filha do ator e comediante Robin Williams (vencedor do Oscar por Gênio Indomável). A série é escrita e produzida por David E. Kelley (Ally McBeal, Justiça sem Limites) e o episódio piloto tem direção de Jason Winer (Modern Family). Os atores James Wolk (Political Animals), Hamish Linklater (The New Adventures of Old Christine) e Amanda Setton (The Mindy Project) também estão no elenco.

‘NCIS: Red’, spin-off de ‘NCIS: Los Angeles’, não vai acontecer

Data/Hora 15/05/2013, 20:30. Autor
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Apesar de o projeto ter sido amplamente anunciado pelo canal CBS e se tratar da franquia de maior sucesso da TV americana, NCIS: Red – série derivada de NCIS: Los Angeles – não vai acontecer.

Prova disso é que o pretenso seriado não está no calendário da programação da fall season liberado pela emissora na manhã de hoje – o evento de apresentação oficial aconteceu em Nova Iorque.

O projeto de Red foi introduzido ao público durante a quinta e atual temporada da franquia de Los Angeles, dividido em dois episódios chamados Red. Na ocasião, mais de 16 milhões de pessoas acompanharam a história dos novos agentes, que, então, depois de apresentados na série principal, ganhariam seu próprio show. Por motivos desconhecidos, não vingou.

O episódio duplo foi ao ar nos dias 19 e 26 de março pela CBS e tinha a seguinte sinopse: quando uma arma letal usada em um crime no interior dos Estados Unidos coincide com aquela utilizada em caso de segurança nacional de Los Angeles, Callen (Chris O’Donnel) e Sam (LL Cool J) voam para a cena do crime para se juntar à equipe de agentes “móveis”, que percorrem todo o país resolvendo crimes policiais. Essa nova equipe, liderada pela agente Paris Summerskoll (Kim Ravers) e o analista Roy Haines (John Cobertt), contará ainda com a agente Claire (Gillian Alexy, de Demages), Dave (Scott Grimes, de ER) e Kai (Edwin Hodge, de Cougar Town). Miguel Ferrer, que já teve papel recorrente na divisão de Los Angeles, teria personagem regular na nova história.

Bad Teacher, inspirado no filme Professora Sem Classe, também não recebeu a encomenda de série. Nem mesmo o drama policial Backstrom, que foi desenvolvido pelo criador de Bones, Hart Hanson.

Com informações do Deadline.

Benedict Cumberbatch promete retorno de ‘Sherlock’ para final do ano nos EUA e Reino Unido

Data/Hora 15/05/2013, 18:44. Autor
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A terceira temporada de Sherlock levou quase dois anos para acontecer. Agora que as gravações de novos episódios estão a todo vapor – Benedict Cumberbatch, que interpreta Sherlock Holmes, revelou que, atualmente, eles estão na metade das filmagens do segundo episódio do terceiro ano – o grande mistério é: quando a nova temporada irá ao ar.

Martin Freeman, que dá vida ao Dr. Watson, já disse em entrevistas que isso deve acontecer entre dezembro desse ano e janeiro de 2014. Cumberbatch confirma a informação e mais: quer que a série estreie simultaneamente na Inglaterra e nos Estados Unidos.

NOTÍCIAS | Confira os bastidores da reconstituição da cena final (2ª temporada) de ‘Sherlock’

“Está tudo ótimo”, disse ele sobre as filmagens. “Espero que a gente possa exibir [a série] simultaneamente nos Estados Unidos, no final do ano. É algo sobre o que conversamos”. Segundo o ator, o acontecimento final da segunda temporada (exibido em janeiro de 2012) deixou os fãs muito ansiosos quanto ao desenvolver da história e, com certeza, quando a série finalmente for ao ar, a informação será disseminada, nos chamados “spoilers”. É exatamente isso que ele e os produtores da atração querem evitar – além de downloads ilegais, é claro.

NOTÍCIAS | Vídeo mostra gravação do primeiro episódio da 3ª temporada de ‘Sherlock’

No Reino Unido, Sherlock vai ao ar pela BBC. Nos Estados Unidos, a PBS (que também exibe a britânica Downton Abbey) transmitiu as duas primeiras temporadas do programa. A série atualmente está no ar na TV paga brasileira pela BBC HD. Uma quarta temporada está nos planos.

Com informações do Hypable.

“Ninguém vive para sempre”: veja o novo pôster de ‘True Blood’

Data/Hora 15/05/2013, 17:43. Autor
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Daqui um mês e um dia, os fãs de True Blood têm encontro marcado com os vampiros e lobisomens da série. É que no dia 16 de junho, tanto no Brasil quanto nos Estados Unidos, a HBO começa a exibir o sexto ano da série.

Um novo pôster acaba de ser divulgado e ele tem efeito. Na imagem desfocada, em que é possível ver os dentes afiados do personagem, pode-se ler a inscrição: ninguém vive para sempre.

VÍDEOS | Veja o novo trailer de ‘True Blood’

NOTÍCIAS | ‘True Blood’: fique por dentro das novidades sobre a sexta temporada

Vale lembrar que Alexander Skarsgard, que interpreta o vampiro Eric, disse em entrevista recente ao programa Live with Kelly and Michael que “Os seres humanos nunca foram um problema [para os vampiros], mas, pela primeira vez, eles são realmente uma ameaça. Eric ficará muito ocupado esse ano.”

Ansioso?

Com informações do TV Line.

‘The Millers’: nova comédia da CBS terá duas substituições no elenco

Data/Hora 15/05/2013, 17:31. Autor
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A nova grade de programação da CBS foi divulgada e a comédia The Millers  está entre as 8 novas produções do canal.

Apesar do piloto ter sido aprovado, dois papéis da comédia serão reformulados.  Michael Rapaport e Mary Elizabeth Ellis, que gravaram o piloto dirigido por James Burrows (2 Broke Girls, Up All Night),  estão deixando a série.

A estreia de The Millers será numa quinta-feira às 20h30. Produzida por Greg Garcia (Raising Hope, My Name Is Earl) e protagonizada por Will Arnett (Arrested Development) o enredo segue Nathan Miller, um recém-divorciado que começa a ter sua vida um pouco conturbada quando além de seu divórcio, precisa lidar com os problemas matrimoniais dos pais Carol e Tom, com quem ele volta a morar – interpretados por Margo Martindale (Justified) e Beau Bridges. Com isso,  Tom vai morar com a filha Debbie e seu marido Adam (que até então seriam interpretados por Mary Elizabeth Ellis e Michael Rapaport) e enquanto isso, Carol vai morar com Nathan e acaba interferindo na vida do filho mais do que deveria.

Curiosamente, todas as séries que tiveram que escalar novos atores após o piloto foram séries de comédia, incluindo The Family Guide (Parker Posey), da NBC e Sean Saves de World (Lindsay Sloane) além de Surviving Jack (Alex Kapp Horner) da Fox.

Veja uma foto da série que aparenta ser o início do processo de divórcio de Tom  (Bridges) e Carol (Martindale) com Nathan (Arnett) logo atrás:

 

Com informações do site Deadline.

Sarah Shahi se junta ao elenco regular de ‘Person of Interest’

Data/Hora 15/05/2013, 16:52. Autor
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De acordo com Nina Tassler, presidente da CBS, quando a terceira temporada de Person of Interest estrear, o personagem intepretado pela atriz Sarah Shashi será visto com mais frequência na série ao lado dos personagens dos atores Jim Caviezel e Michael Emerson.

A ex-estrela de Fairly Legal apareceu pela primeira vez no drama da CBS em fevereiro como a misteriosa Samantha Shaw, que rastreia e elimina os terroristas antes que eles possam agir. Ao todo, ela apareceu em quatro episódios da segunda temporada.

Em entrevista ao The Hollywood Reporter, a atriz admitiu que o personagem era um papel que ela “não tinha interpretado antes.” E quando questionada sobre um possível retorno para a série, a atriz se mostrou visivelmente tímida: “Tudo o que eu tenho dito é que é um arco [da história] de vários episódios, e eles podem me usar tanto quanto eles acharem necessário “.

A CBS anunciou nesta quarta-feira sua nova grade de programação e Person of Interest, que ocupou o horário das 21h, as quintas-feiras, por duas temporadas passará para as 22h das terças-feiras – assumindo o lugar previamente ocupado pelas séries Vegas e Golden Boy (ambas cancelados depois de uma temporada).

Com informações do The Hollywood Reporter

Sinal vermelho: CBS cancela o piloto de ‘Super Clyde’ que estrelaria Rupert Grint

Data/Hora 15/05/2013, 16:16. Autor
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A CBS decidiu cancelar o piloto de Super Clyde, a comédia de meia hora que Rupert Grint estrelaria ao lado de Stephe Fry.

Grint, conhecido por seu papel como Ron Weasley na saga Harry Potter, havia sido escalado para a personagem principal da comédia, um funcionário de uma rede de fast food que ganha uma fortuna e resolve usar seu dinheiro para virar super herói. Stephen Fry, renomado no teatro e no cinema – e além de seus papéis memoráveis, é ele o narrador do jogo da série Harry Potter –  atuaria como mordomo de Rupert na série.  Além desses dois papéis confirmados,  Tyler Labine (Reaper) interpretaria o irmão de Rupert.

Um piloto da série chegou a ser filmado e algumas fotos anônimas do set de filmagem foram divulgadas na internet, mas com o sinal vermelho da CBS, nós provavelmente nunca  o veremos, a menos que outra rede decida tornar o projeto realidade.

Em uma das fotos amadoras divulgadas na internet em março, Rupert Grint aparece sentado com um uniforme, provavelmente da empresa de fast food em que trabalharia e ao que tudo indica, ao seu lado está Tyler Labine:

 

Com informações Hypable (aqui e aqui)

 

Terceira temporada de ‘Homeland’ ganhará 7 novos personagens

Data/Hora 15/05/2013, 15:13. Autor
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Se há alguns dias pouco se falava sobre a terceira temporada de Homeland, agora as notícias estão começando a fluir. Após  uma segunda temporada muito conturbada, sete novos personagens serão adicionados no drama e muitos deles parecem estar diretamente ligados à Carrie Mathison, personagem de Claire Daines.

NOTÍCIAS| Atores são promovidos a regulares na 3ª temporada de ‘Homeland’

A previsão é que a terceira temporada de Homeland comece a ser filmada no final de maio na Carolina do Norte. Segundo um artigo do site TV Guide, além das novas funções já esperadas de um senador e conselheiro de Segurança Nacional, a trama ganhará um psiquiatra, Dr. Troy Richardson ( que provavelmente estará ligado à Carrie e sua bipolaridade), uma avó chamada Lois (mãe de Brody ou Jessica), um casal de meninas  na terapia além de um  belo rapaz chamado Leo (presume-se um novo amigo de Dana) e um quarentão que será de alguém por uma noite (podemos apostar em Carrie?).

Nem todos os novos personagens estarão presentes com frequência, mas pode-se arriscar que o Dr. Troy Richardson estará atento em Carrie enquanto ela está em um colapso mental grave.

NOTÍCIAS| David Marciano deixa o elenco regular de ‘Homeland’

A vovó Lois, apontada como mãe de Jessica Brody  talvez venha para ajudar a família nesse período difícil do casamento. Podemos até arriscar que a personagem da vovó fique por mais tempo, já que a atriz Morena Baccarin, que interpreta Jessica, anunciou sua gravidez e não sabemos se isso pode ou não afetar o andamento da série.

Os outros cinco personagens podem não estar tão ativos na trama, pelo menos nessa temporada. No entanto, Chris e Dana (filhos do casal Brody) vão ter sua própria história no futuro e quem sabe esses novos personagens interfiram no desenvolvimento dos jovens nessa temporada?

Relembrando, a terceira temporada de Homeland terá inicio em 29 de setembro, pelo canal americano Showtime. No Brasil, a série é exibida pelo FX.

Com informações dos sites TV Guide e Hypable.

Bill Hader deixará ‘Saturday Night Lives’

Data/Hora 15/05/2013, 14:52. Autor
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Bill Hader, comediante do SNL desde 2005, deverá fazer sua última aparição como personagem regular do programa nessa semana, durante o último episódio da temporada, no dia 18 de maio, na NBC.

As suas imitações memoráveis de Al Pacino e James Carville, como também os seus personagens como apresentador de um Talk Show italiano, Vinny Vedecci e Stefon, correspondente do jornal local Weekend Update, que criou juntamente com John Mulaney, marcaram a sua presença em Saturday Night Lives.

“Foi uma decisão difícil, mas isso aconteceria em algum momento”, disse Hader ao The New York Times. “Chegou a um ponto em que eu me dei conta que já era hora de ir embora e deixar o show”.

O ator fez participações especiais nas séries Portlandia e The Mindy Project, atualmente ele está envolvido em diversos filmes e especiais para a TV.

Com informações do Deadline.

‘Once Upon a Time’: personagem de Michael Raymond-James será regular na terceira temporada

Data/Hora 15/05/2013, 11:28. Autor
Categorias Notícias

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Essa notícia contém spoilers.

Se você é fã de Once Upon a Time e torce pela reaproximação de Emma e o pai de Henry, essa é a hora de dar pulos de alegria. Nessa terça-feira, o co-criador do drama de conto de fadas, Adam Horowitz, anunciou durante o Upfront da ABC os planos de fazer o ator Michael Raymond-James regular no próximo ano da série.

Raymond-James entrou na série no episódio em que tinha como foco a personagem Emma (episódio intitulado Tallahassee). Dando vida a Baelfire, filho perdido de Rumple, nos dias de hoje ele é Neal Cassidy, ex namorado de Emma e pai de Henry. Após sua primeira aparição, Raymond-James retornou várias vezes à série, sendo sua presença bastante frequente nos últimos episódios da segunda temporada. A descoberta de Rumple sobre seu filho, e a relação com Emma e Henry, o fazem voltar a Storybrooke.

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Para quem anda acompanhando os últimos episódios, Neal teve a infelicidade de cair no portal que o levou para a terra dos contos de fadas (Neverland),  onde ele foi recebido por Aurora, Mulan e Phillip.

Michael Raymond-James ficou bastante conhecido por interpretar Rene Lenier na primeira temporada de True Blood. O ator também já fez aparições em CSI, Cold Case, Lie to Me e The Walking Dead.

Com informações do TV Line.

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