The Following – Boxed In

Data/Hora 22/03/2015, 15:39. Autor
Categorias Reviews

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Série: The Following
Episódio: Boxed In
Número do Episódio: 3×02
Exibição nos EUA: 09/03/2015
Nota do Episódio: 8.5

No episódio Boxed In, Mark cumpriu a promessa feita ao final de New Blood. Desde a estreia de The Following, a série – bem como seus produtores – sempre deixou muito bem claro que qualquer personagem poderia morrer a qualquer momento. Bem, sempre lembramos que dificilmente Ryan e Joe estão inclusos nessa situação. De qualquer forma, no segundo episódio da nova temporada de The Following foi a vez do agente Jeffrey Clarke deixa a série de forma bem dolorosa.

The Following 3x02 Jeff

A morte de Jeff não foi uma morte qualquer. O episódio todo foi dedicado a traçar um pouco da história do personagem na série. A demora na apresentação de Anna como esposa de Jeff, o que aconteceu só depois dela estar nas mãos de Kyle e Daisy, criou um bom suspense ao episódio. Inicialmente, Anna parece uma vítima qualquer, mas logo após, o roteiro revela o verdadeiro alvo do grupo de assassinos. Além disso, o modo como Jeff morreu, tendo seus membros dobrados pelo assustador Neil enquanto se mantinha imóvel e ainda consciente, arrepiou até os fãs mais ardorosos de Joe Carroll.

Vale ressaltar, que mesmo sem a presença de Joe, o ritmo da terceira temporada de The Following começou com muitas mortes e fortes emoções. No entanto, as linhas entre o grupo de Mark e Carroll começam a se cruzar. O FBI já descobriu que Andrew e Joe foram colegas de aula na Academia Lightford e talvez os dois tenham sido discípulos do Doutor Strauss. Ryan ainda procura evitar o encontro com Carroll e por isso visita o professor Strauss na cadeia para tentar descobrir alguma pista que ajude a salvar a vida de Jeff.

The Following 3x02 Andrew. Mike e Ryan

Tudo em vão. Ryan tinha certeza que mesmo que ele, Max e Mike aceitassem contar a verdade sobre a morte de Lily, Mark mataria Jeff de qualquer maneira. A única possibilidade seria descobrir a localização de Jeff antes do horário estipulado por Mark, o que não aconteceu mesmo com a ajuda do próprio Jeff.

Agora, mesmo sem contarem a verdade na televisão, o trio terá que lidar com a perda do amigo e também com as consequências da confissão de Jeff. Mendez já estava desconfiando que Ryan, Max e Mike escondem alguma coisa e dessa vez não deve deixar os agentes e paz.

The Following 3x02 Jeff Confissão

Por outro lado, além de Mike, todo o restante do FBI ganhou agora um motivo pessoal para ir atrás de Mark sem piedade. Com Andrew sob custódia e a tensão armada entre Mark, Kyle e Daisy, o grupo de assassinos se torna um pouco mais vulnerável. Mark fica cada vez mais instável, mas ainda parece ter inúmeras pessoas a quem recorrer, como quando o esconderijo de Spider foi descoberto. De qualquer forma, agora Mark terá que sofrer as consequências da ferida que abriu no coração do FBI.

Sexta temporada de ‘Downton Abbey’ deverá ser a última da série

Data/Hora 22/03/2015, 11:43. Autor
Categorias Notícias

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Mais uma consagrada série deve encerrar suas portas ainda em 2015. A sexta temporada do drama de época Downton Abbey, que atualmente está sendo gravada no Reino Unidos, deverá ser a última da série. As informações ainda são extra-oficiais, mas ganharam força na imprensa nas últimas semanas.

A primeira declaração neste sentido veio da atriz Maggie Smith, em entrevista ao jornal The Sunday Times. Smith, que faz o papel de Violet, a condessa de Grantham, no entanto, apenas afirmou que este seria seu último ano: “eu não consigo ver como eles poderiam prosseguir. Quer dizer, certamente não poderiam continuar [com a minha personagem]. Eu devo ter uns 110 anos agora. Nós estamos no final dos anos 20”, falou a atriz.

Sem Violet, certamente, Downton Abbey não teria o mesmo charme. Mas ela não seria a única a sair da série. O contrato de todo o elenco termina após a sexta temporada e muitos atores teriam demonstrado interesse em seguir em frente, em busca de outros trabalhos. “Você pode manter a série sem Matthew e Sybill, mas não pode continuar sem ter toda a família Crawley”, afirmou uma pessoa ligada à produção em entrevista ao TV Guide.

O criador e produtor executivo da série, Julian Fellowes, também já tem outros projetos em vista. Em janeiro, foi divulgado que ele estaria desenvolvendo uma série de época para a rede norte-americana NBC, chamada The Gilded Age (como é conhecido o período pós-Guerra Civil dos EUA).

Com informações do TV Guide e do The Sunday Times.

The Walking Dead – Forget

Data/Hora 21/03/2015, 19:30. Autor
Categorias Reviews

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Série: The Walking Dead
Episódio: Forget
Número do Episódio: 5×13
Exibição nos EUA: 8/03/2015
Nota do Episódio: 8.5

E a vida vai entrando nos trilhos em Alexandria. Rick e Michonne já vestem uniformes de policiais, Maggie é promovida a assistente de Deanna, Carol parece uma dona de casa engajada na comunidade e até Daryl vai achando seu espaço junto com Aaron, como recrutador. No entanto, mesmo que as aparências apontem harmonia, a desconfiança impera ainda entre o relacionamento da população de Alexandria e o grupo de Rick.

The Walking Dead 5x13 Sasha

Além de Daryl, uma das personagens mais desconfiadas é Sasha. Até porque a moça ainda não se recuperou totalmente das suas últimas perdas, o namorado Bob e o irmão Tyreese. A festa promovida na casa de Deanna teve o objetivo de aproximar as pessoas, mas algumas situações criaram ainda mais tensão, como o surto de Sasha e o pequeno affair entre Rick e Jessie. Já Carol tentou roubar armas do arsenal e acabou sendo pega pelo menino Sam e precisou ameaçá-lo, certamente a situação mais delicada até o momento.

Daryl parece ter achado seu lugar ajudando Aaron e Eric. O casal gay parece ser mais afastado do núcleo principal da comunidade – talvez mesmo por causa de um certo preconceito, já que Aaron afirma que as pessoas não gostam muito deles exatamente porque os conhecem. Com macarrão à vontade e uma oficina à disposição, Daryl teve uma opinião diferente. Principalmente depois de ter ido a campo com Aaron, onde os dois dividiram a perda do cavalo Buttons, a cena mais triste do episódio, com certeza.

The Walking Dead 5x13 Aaron e Daryl

De qualquer forma, apesar da possibilidade de viver em uma comunidade próspera, o povo de Alexandria segue com alguns mistérios que aos poucos vão deixando o grupo de Rick – e também os espectadores – curiosos. Carol, Daryl e Rick, por exemplo, encontraram um zumbi com a marca de um “W” na testa. Logo depois, na festa na casa de Deanna, Sam insiste em carimbar Rick: “para ele ser um de nós”, diz o menino.

Forget encerra com uma cena curiosa e com ótima trilha sonora. Ao som de Spicks and Specks, do Bee Gees, Rick cumprimenta Jessie e o marido, fica um tanto enciumado, e escuta um barulho próximo ao muro. Um errante bate na murada e Rick encosta o ouvido para escutá-lo.

The Walking Dead 5x13 Sam

Ao som de uma música, o mundo apocalíptico de The Walking Dead não parece tão desolador. As paredes de Alexandria realmente parecem separar o grupo de Rick dos horrores da vida lá fora. A dúvida agora é se os muros também não protegem pessoas que podem ser ainda mais maléficas que os zumbis comedores de gente. A trajetória de Rick e seu grupo até aqui já provou que isso é assustadoramente possível.

Acompanhe a trilha sonora da última cena de Forget:

Triste despedida: ‘Glee’ sai do ar com apenas 28% da audiência de sua estreia

Data/Hora 21/03/2015, 18:51. Autor
Categorias Notícias

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Os bons tempos definitivamente ficaram para trás. A despedida de Glee da TV americana nesta sexta-feira, com a exibição dos dois últimos episódios da série em sequência, acabou sendo melancólica em termos de audiência.

A Fox, a emissora que exibe a série nos EUA, encerrou a noite em quinto lugar em audiência, atrás das concorrentes ABC, CBS, NBC e Univision.

As duas horas finais de Glee reuniram um audiência média de 2,57 milhões de telespectadores e marcaram apenas 0,8 ponto de audiência entre o público de 18 e 49 anos. A série teve menos audiência que concorrentes de desempenho modesto, como as sitcoms Last Man Standing e Cristela , da ABC, e o drama sobrenatural Grimm, da NBC.

Glee estreou em maio de 2009, com um preview exibido logo após o então campeão de audiência American Idol e capturou imediatamente mentes e corações de toda uma geração de jovens. O piloto teve 9,65 milhões de telespectadores (a série teria números ainda maiores nos anos seguintes) e marcou fantásticos 5,7 pontos de audiência qualificada.

Seis anos depois, portanto, a série sai do ar com apenas 28% da audiência de sua estreia. Na amostragem por idade o desempenho é ainda pior: só 14% do público jovem-adulto da estreia permaneceu sintonizado para o último episódio da série musical.

O sexto e último ano de Glee ainda está inédito no Brasil. No país a série é exibida pela Fox e pela Band.

Com informações do site TV by the Numbers e dados históricos do instituto Nielsen.

15 razões pelas quais sentiremos saudades de ‘Glee’

Data/Hora 21/03/2015, 10:21. Autor
Categorias 15 Razões

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Ontem foi ao ar nos Estados Unidos o último episódio de Glee. A série estreou na Fox americana dia 18 de maio de 2009 e terminou neste dia 20 de março, depois de seis temporadas no ar. Marcada por altos e baixos a produção de Ryan Murphy propôs um novo modelo de fazer musicais para televisão e marcou época, alcançando grandes feitos – recordes de audiência, números #1 nos charts, filme, apresentação na Casa Branca e tour mundial – e fazendo sucesso no mundo todo.

Mesmo todos sabendo que já havia passado da hora de partir é impossível não sentir saudade e se emocionar com o fim da série que nos acompanhou durante seis longos anos. Com vocês, as 15 razões pelas quais sentiremos saudades de Glee.

Glee, slushie

15.  As raspadinhas

Elas são, com certeza, uma das maiores marcas de Glee, principalmente no começo da série. Às vezes, as vítimas até já sabiam o que viria, então se preparavam vestindo capas de chuva. A raspadinha é também um ícone de Glee, usado em anúncios, fotos promocionais , e nas capas da música no iTunes. O fato é: Se você faz parte do clube, precisa levar raspadinha na cara. “Mas isso não é bullying?” Diretor Figgins afirma que não, por isso nunca ninguém foi punido por tacar a bebida gelada na cara de ninguém (tirando Sebastian com aquela raspadinha “batizada”). Pergunta rápida: Alguém se arrisca em dizer quantas raspadinhas já foram jogadas na cara?

Glee - Amar ou Odiar

14. Nenhuma outra série consegue nos fazer amar e odiar tanto o mesmo personagem

Começando por um dos maiores casos de amor/ódio da vida: Rachel Barbra Berry. Minha relação com ela é conturbada desde o primeiro episódio, porque vamos ser sinceros, o complexo ‘quero ser estrelinha’ que ela tem nos faz querer botar constelações para fora. E é aí onde quero chegar. Apesar de muito mimada e mesquinha, ela inspira por ser tão persistente. E é por isso que eu a amo; E Sue… Como não amar? A vontade é grande, proporcionalmente com as maldades cometidas, mas é só ela soltar uma piada ou se juntar à Becky que tudo passa; Tina e sua mania de querer ser Rachel Berry. Entendo seus complexos, e sinto-os, mas por favor, as vezes eu só queria que ela ficasse quieta. Para resumir: Glee é uma relação de amor e ódio por si só. E nós amamos assim.

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13. Os personagens que aparecem e desaparecem em um passe de mágica

O rapaz da primeira temporada que ninguém lembra o nome, o irlandês e o “Jesus” que saíram de The Glee Project e a engraçada Sugar são exemplos de personagens que apareciam do nada, iam ao limbo e retornavam apenas na hora das seccionais, regionais ou nacionais – afinal, conforme o regulamento do torneio de Glee Clubs há um número mínimo de integrantes exigidos em cada coral. Sem contar, é claro, nos figurantes que surgiam somente para as apresentações. Essas coisas engraçadas e bizarras que acontecem só em Glee também deixarão saudade.

Bitch Please - Glee

12. As bitches

Sabe aquelas personagens que amamos odiar? Se as mocinhas de Glee às vezes parceiam ser meio sem sal (como Marley), a série da Fox tinha as bitches mais adoráveis da televisão. Nestes seis anos conhecemos toda marra de Lima Heights através de Santana, vimos toda raiva contida que o bullying pode causar em alguém em Quinn Fabray e aprendemos a amar até Kitty, que em um primeiro momento parecia apenas uma cópia barata de Q, mas depois se mostrou uma pessoa adorável que bem lá no fundo só buscava um lugar onde pudesse se encaixar apesar de tudo.

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11. As fofocas de bastidores

Obviamente que fofocas de bastidores existem em toda e qualquer produção televisiva, mas as de Glee sempre foram deliciosas: um romance entre Dianna Agron e Lea Michele, brigas entre Lea e metade do cast (Naya Rivera, Lindsay Pearce…), uma grande briga entre Dianna e Lea que antes eram melhores amigas e hoje mal se falam…. Somando bafões + fandom adolescente e ativo temos como resultado muita fofoca, muita imaginação e muitas fanfics, um prato cheio para quem gosta de acompanhar o universo das celebridades. Veja bem, não estamos entrando no mérito do que é real e do que é invenção, apenas relatando as fofocas que correm pela internet.

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10. A Unholy Trinity

Brittany S. Pierce, Santana Lopez e Quinn Fabray. Esses nomes não ficarão marcados somente na história do McKinley, mas também em nossos corações. A Unholy Trinity de Glee entrou no New Directions com um único propósito: destruí-lo. Mas elas foram tão bem recebidas que acabaram amadurecendo enquanto seres humanos e percebendo que talvez a sala do coral fosse o único lugar no mundo onde estariam livres das amarras da sociedade e seriam aceitas exatamente do jeito que eram. E apesar do sumiço e do subaproveitamento de Quinn as três construíram lindas trajetórias que resultaram até em histórias improváveis, como uma bela amizade entre Quinn e Rachel e o romance Brittana.

Britney on Glee

9. As participações especiais

Poucas séries tem participações especiais tão boas como Glee. Não preciso dizer nada além dos nomes dos atores convidados para que vocês entendam quão maravilhosos eles são: Kristin Chenoweth, Idina Menzel, Gwyneth Paltrow e Liza Minelli dentre outros. Nomes de peso do universo do cinema, da música e da Broadway se apaixonaram pela história do clube do coral e também quiseram dar as caras pelo McKinley, resultando em personagens que embora tenham permanecido por pouco tempo deixaram marcas permanentes em Glee, como Holly Holliday, a primeira pessoa a apoiar Brittana.

Looks de Glee

8. Os looks

Assim como os personagens, os estilos também foram alterados e evoluídos ao longo das temporadas da série, mas dificilmente caíram de nível. O estilo feminino e elegante de Quinn Fabray sempre me deixou morrendo de inveja e vontade de roubar tudo. Santana cresceu e virou um mulherão. As roupas refletiram o estilo sexy sem ser vulgar da garota e deixaram todos de queixo caído. Kurt também evoluiu (ainda bem!). Deixou aqueles chapéus de lado e investiu de vez na sofisticação. Mas a maior das transformações, para mim, foi a da Rachel. Os looks ficaram mais com a cara de Lea Michelle e as pernas começaram a aparecer com mais frequência (sem deixar as meias 3/4 de lado, lógico).

Glee inside jokes

7. As piadas internas

Entre os personagens ou entre os fãs, as piadas internas marcaram esses anos de altos e baixos da série e nos arrancaram boas risadas. Quem não se lembra de Sue comentando Faberry? E quem nunca convidou ou quis convidar alguém para um Fondue for Two mas não fez, porque a pessoa não entenderia? Fora as piadas que Sue criava envolvendo outros personagens, como aquela vez que ela disse que alternava entre os membros do Glee Club para saber qual ela odiava mais, e no momento, ela odiava mais o asiático que dança. Pois é, nessa época a gente nem sabia o nome do Mike e chamava ele assim mesmo.

Secnationals

6. Nationals e sectionals

Eles sempre fechavam um ciclo da temporada e nos deixam com lágrimas nos olhos. Os episódios das nationals e sectionals são os que mais mexem com o coração da gente. Nunca sabemos o que pode acontecer desde que aconteceu um parto simultâneo à um número musical. Ganhar ou não, pouco importa. O que importa são as canções, os diálogos, trocas de olhares e os passos de dança, mas é claro que receber o troféu fecha tudo com chave de ouro.

Brittana

5. Brittana

Foram muitos os casais que se formaram em Glee: Finchel, Quick, Artina, Klaine, Quinntana, Samcedes, Fabrevans, Samchel, casal Chang dentre outros, mas um deles ocupa um espaço especial nos nossos corações: Brittana. As líderes de torcida apareceram quase como coadjuvantes na primeira temporada e foram conseguindo se destacar. A trama que inicialmente projetava as duas como melhores amigas evoluiu e fez nascer um amor daquela bonita amizade. Torcemos para que Santana assumisse o amor que sentia pro Brit e depois pelo primeiro beijo do casal e sofremos com os términos, mas as duas provaram que não há distância que possa vencer um grande amor e que este sim, pode vencer o preconceito. Brittany e Santana se completam, e definitivamente, nasceram uma para a outra. Endgame. OTP.

Don't_Stop_Believin'

4. Os números musicais

Abrangendo todos os ritmos e épocas Glee tem música para todos os gostos. Nestas seis temporadas fomos brindados com inúmeros covers maravilhosos executados não só pelo New Directions, mas também pelos corais rivais – Vocal Adrenaline e Warblers. Não foram poucas as vezes em que os números musicais da série acabaram ficando melhores do que as versões originais das músicas. Prova deste sucesso é o resultado expressivo alcançado por Glee em vendas de singles e álbuns, tendo alcançado inclusive posições #1 nos charts com algumas canções.

Rachel

3. Rachel Berry

Já falamos um pouco dela no item 14, mas a verdade é que falar de Rachel Berry nunca é demais. É claro que todos os personagens tem a sua importância para a série, mas Glee é, especialmente, sobre a garota judia que sonhava em ser uma estrela da Broadway e não media esforços para tornar este sonho realidade. Ela foi – primeiramente junto com Finn e depois sozinha – a cola que mantinha o New Directions unido, mesmo quando estava fisicamente distante. Acompanhar a jornada de Rachel, – brilhantemente interpretada pela maravilhosa Lea Michele – seus erros e acertos, altos e baixos, foi um privilégio que só quem assistiu Glee teve e que mesmo eu, que não era uma fã da personagem, preciso reconhecer. Apesar de ser um pouco irritante, Rachel era única e nos ensinou que jamais devemos desistir dos nossos sonhos, ainda que às vezes seja necessário um recuo estratégico.

Os teacher de Glee

2. Professores/Treinadores

Ah, mas eles nos ensinaram tanto… Talvez eu ainda não saiba cantar ou dançar no ritmo, mas aprendi a lutar pelo que quero, independente de tudo. Não deixar de acreditar. Aprendi também que mesmo onde a gente acha que só há maldade e malícia, também existe o bem. Que todo mundo erra. É humano e erra de tudo de novo. Mais uma vez. Que temos que ver muito além da aparência para compreender a verdadeira essência das pessoas. Nunca julgar. Sempre observar. Menção honrosa para meus professores preferidos: Sue, Will e Beiste.

Glee

1. A maneira como Glee faz todo ‘loser’ se sentir incluído

Eu tinha dividido esse item em vários, como as “lições de moral” e a diversidade quando me dei conta que poderia congregar tudo em: a maneira como Glee faz todo mundo e sentir incluído. Por que não importa quão bonito ou popular alguém seja, muito provavelmente carrega consigo alguma dor ou tristeza e está aí Quinn Fabray para nos mostrar isso. Também há espaço para diversas personalidades, QI´s, orientações sexuais, identidades de gênero, deficiências… Enfim, no New Directions há espaço para todo mundo que queira, e com isso Glee nos mostrou que não importa qual seja a sua dificuldade ou dor sempre há alguém pra te acolher em algum lugar que você se encaixe e isso é tudo que você precisa. “Be part of something special makes you special, right?”.

Faixa bônus 🙂

Finn Hudson

Finn

Este 15 razões não poderia ter apenas 15. A décima sexta razão não entra na lista oficial, mas vem como um bônus. A razão para ela não estar listada como uma das 15 é o fato de que Finn já faz falta antes mesmo do final de Glee. A morte precoce de Cory Monteith deixou um vazio enorme nos corações de cada fã da produção, proporcional ao tamanho do grandalhão que nos encantava com seus passos desengonçados de dança.

* * *

Este especial foi produzido pela Unholy Trinity do TeleSéries – Gabriela Assmann e Julia Berringer produziram os textos e Ariel Cristina Borges colaborou na montagem da lista.

Destaques na TV – sábado, 21/03 e domingo, 22/03

Data/Hora 21/03/2015, 01:30. Autor
Categorias TV Brasil

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Confiram o que tem na programação da TV neste final de semana.

Tem episódio inédito de Marvel’s Agents of S.H.I.E.L.D.. Sim, Phil Coulson (Clark Gregg) e sua equipe estão de volta em novo horário, aos domingos, às 20h30. No episódio, a S.H.I.E.L.D terá que lidar com as consequências de sua guerra com a Hydra. Revelações chocantes ameaçam separá-los e Hydra faz uma jogada perigosa que pode envolver um traidor. Skye (Chloe Bennet) e Reina (Ruth Negga) sentem os efeitos da explosão do obelisco.

Agora confira os demais destaques na TV.

Destaques de sábado, 21/03

SONY
The Fosters – 12h (ep 1×10) / 13h (ep 1×11)
Saturday Night Live – 18h30

VIVA
O Dono do Mundo – 0h (de segunda a sábado)

Destaques de domingo, 22/03

BBC HD
The Graham Norton Show – 23h – 16ª temporada

SONY
Baby Daddy – 8h30 / 12h
Melissa & Joey – 9h / 9h30
Marvel’s Agents of S.H.I.E.L.D. – 20h30 – (ep 2×11) – Leia a review
Once Upon a Time – 21h30 (ep 4×10) – Leia a review
The Voice – 22h30

HBO
Girls – 0h03 (ep 4×10) – SEASON FINALE
Looking – 1h03 (ep 2×10) – SEASON FINALE

SBT
Supernatural – 1h – 9ª temporada
Rizzoli & Isles – 2h
Pessoa de Interesse – 3h

Bom final de semana!

Entreatos: cultura pop levada a sério – Tudo que é bom… acaba um dia

Data/Hora 20/03/2015, 20:30. Autor
Categorias Entreatos

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O que você faz quando sua série favorita chega ao fim?

Cá estou eu, apéos 7 temporadas, com apenas um episódio para o fim de Parks and Recreation, completamente paralisada. Eu já vi e revi temporadas passadas, revisitei meus momentos favoritos, vi, aos poucos, os novo episódios, até chegar o último. E agora?

Agora, resta um.

Eu sei, eu sei, não importa o quanto tempo eu tente resisitir em assistir este último episódio nada vai mudar o fato de que ano que vem não haverá uma nova temporada. Não importa o que eu faça, não haverão novas cenas, novas piadas, novos desenvolvimentos. Eu poderia conhecer Amy Poehler e ligar pra ela todas as noites tentando convencer em continuar a série para sempre, e no máximo eu receberia uma restraining order.

O fim chegou, impunemente.

Eu sei disso. Mas durante esses breves dias que eu conseguir, com uma vontade sobre humana, evitar de ver o fatídico último episódio, pelo menos para mim, Pawnee ainda existe. Leslie Knope ainda existe.

E foi assim desde sempre. Quando A Bela e a Fera acabava e eu assistia de novo para ver se haveria algo novo; quando eu descobri Volta ao Mundo em 80 dias e tentei relê-lo por diversas noites; quando Harry Potter estava próximo ao fim e eu não queria nem ler o sexto livro. Uma vida se apaixonando por mundos fantásticos que não poderiam existir pra sempre.

Porque, e apenas os Abeds do mundo irão compreender, esta é a beleza da ficção, quando ela consegue construir um mundo tão delicadamente verossímil que passamos a amá-lo e a sentir dua falta quanto ele não está mais lá. Não, não é pela série e pelos episódios, mas por este universo que foi tão fielmente construído a ponto de que nós queremos fazer parte dele.

Piegas, eu sei? Ridículo, muito provavelmente.

Mas há algo da ficção que conta aquilo que não cabe no mundo, mas que precisamos viver, seja Goethe ou  Mike Schur. Quando uma obra de ficção nos toca, não importa se é alta cultura ou cultura pop, a parte humana que precisa dela indubitavelmente, é a mesma.

Netflix divulga dois vídeos promocionais de ‘Daredevil’

Data/Hora 20/03/2015, 09:57. Autor
Categorias Notícias

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A Netflix divulgou esta semanas dois vídeos promocionais de Daredevil, sua nova série original.

Produzida pela Marvel Studios, a série vai adaptar em 13 episódios a história do super-herói criado por Stan Lee e Bill Everett. Aqui, o ator Charlie Cox (Boardwalk Empire) fará o papel de Matt Murdock, um advogado que fica cego após um acidente com lixo tóxico e descobre que seus demais sentido passam a ficar super aguçados.

O primeiro vídeo é um pequeno teaser, de apenas 15 segundos, que mostra Murdock e, após um jogo de luz, podemos vê-lo mascarado, já como Daredevil:

O segundo vídeo, um pouco mais longo mostra alguns diálogos da série:

Repare que os vídeos foram postados pela Netflix Brasil e o nome da série foi traduzida para o português: Demolidor.

A série estreia no dia 10 de abril e seguirá o padrão de distribuição da Netflix – os 13 episódios serão liberados de uma só vez para os assinantes do serviço de vídeo on demand.

Destaques na TV – sexta, 20/03

Data/Hora 20/03/2015, 00:43. Autor
Categorias TV Brasil

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Chegou sexta-feira! Confira os destaques de hoje e vamos tentar se divertir.

Nesta nova temporada, Grande Hotel (Grande Hotel) conta com novos personagens que vão adicionar ainda mais emoção à trama. Alicia (Amaia Salamanca), recém-casada, terá que lidar com a presença de Julio (Yon González) que decidiu não voltar a sua cidade.

O canal AXN em seu novo e bizarro para séries, encerra a quarta temporada de Lost Girl e estreia a segunda temporada de Perception.

The Ellen Degeneres Show e The Tonight Show serão reprises.

Agora confira os demais destaques na TV.

GNT
Os Mistérios de Miss Fisher – 13h (ep 1×05) – exibição diária
The Ellen Degeneres Show – 13h – reprise
The Tonight Show com Jimmy Fallon – 1h – reprise

+GLOBOSAT
Gran Hotel / Grande Hotel – 21h30 – exibição diária – ESTREIA 2ª temporada

MTV
Gilmore Girls – 11h

WARNER
Arrow – 22h30 (ep 3×15)

SONY
Royal Pains – 9h / 13h (ep 6×13) – exibição diária
Community – 14h – exibição diária
America’s Next Top Model – 16h30 – exibição diária
How I Met Your Mother – 12h30 / 17h30 – exibição diária

AXN
Helix – 22 h (ep 2×04)

HBO
House of Lies – 22h (ep 4×09)
The Comeback – 22h30 (ep 2×07)

GLOBO
Tyrant – Tirano / Poder sem Limite – 1h – exibição diária

VIVA
O Dono do Mundo – 0h (de segunda a sábado)

Programação de sábado cedo:

AXN
Lost Girl – 3h (ep 4×11) / 3h45 (ep 4×12) / 4h30 (ep 4×13) SEASON FINALE
Perception – 7h15 (ep 2×01) / 8h15 (ep 2×02) / 9 h (ep 2×03) / 10h15 (ep 2×04) ESTREIA

Bom final de semana!

Escalada a primeira protagonista da adaptação para a TV de ‘Preacher’

Data/Hora 19/03/2015, 23:45. Autor
Categorias Notícias

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Uma das adaptações mais esperadas dos quadrinhos para a TV está começando a tomar forma. Foi anunciado esta semana a primeira atriz escalada para o elenco de Preacher, série do canal AMC inspirada nos personagens de Garth Ennis e Steve Dillon.

A atriz Ruth Negga foi escalada para o papel de Tulip, a imprevisível namorada do pastor Jesse Custer. Ruth, que é etíope, fez carreira na TV inglesa, atuando em séries como Criminal Justice, Misfits e Love/Hate. Na TV americana, teve papel importante na série Marvel’s Agents of S.H.I.E.L.D., no papel da vilã Raina, a garota do vestido florido.

Preacher foi publicada nos anos 90 pelo selo Vertigo, de quadrinhos adultos da DC Comics, e gira em torno de um pastor que é possuído por divindade. Ao lado de Tulip e do vampiro irlandês Cassidy, ele parte em uma jornada em busca de Deus, ao mesmo tempo em que é caçado pelo Santo dos Assassinos, enviado por anjo para detê-lo.

Com informações do TV Line.

Once Upon A Time – Enter The Dragon

Data/Hora 19/03/2015, 18:14. Autor
Categorias Reviews

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Série: Once Upon A Time
Episódio: Enter The Dragon
Número do episódio: 4×15
Exibição nos EUA: 15/03/2015
Nota do episódio: 7.5

O embate entre o bem e mal ganhou novas formas no episódio dessa semana. Tivemos mais um lado mal ganhando vida com a Regina, apenas para deixar a história ainda mais difícil para quem pretende escolher um lado. Os vilões – Malévola, por exemplo – tem histórias tão fortes que acabam cativando quem assiste, os quase-vilões – a exemplo de Regina – já tem o apreço do público, e os mocinhos – os Charming – vão mostrando o seu lado negro nunca antes mencionado. Por falar em mencionar, um dos grandes problemas dessa segunda parte são os furos da narrativa, culpa do planejamento da série focada apenas no presente.

Nos dias atuais, Regina vai de encontro as três bruxas para tentar entrar no grupo da vingança de forma infiltrada. É difícil entender a relação entre Regina e Malévola, tudo bem que o ódio maior dela seja pelos Charming, pois foi por causa deles que ela perdeu o filho; mas ela também devia odiar muito a Regina, já que foi por causa desta que ela “morreu” e depois foi aprisionada quando em Storybrooke. Neste episódio foi como se isso tudo fosse pouco, bobo. Algo como: “eu tenho raiva de você, mas não muito, ainda podemos ser amigas. Só não tenta me matar de novo!” Os roteiristas tentaram fazer vários testes de confiança para Regina se mostrar digna para as bruxas e assim parecer menos forçada a aceitação de Malévola. Porém não resolveu muito, ainda pareceu deslocado daquilo que aconteceu na primeira temporada – aqui bato mais uma vez na tecla da falta de planejamento futuro deles. A atenção fica tão focada no presente, nas temporadas atuais, que eles não pensam muito em como isso pode ser trabalhado no futuro e quando aparece de eles precisarem usar tal personagem acabam fazendo o que fizeram com o August, por exemplo.

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Antes de falar do August, tivemos o flashback com mais uma história solta e que não faz o menor sentido na linha do tempo. Ao que tudo indica a história se passa bem depois de Regina ter sofrido a perda do seu garoto do estábulo, pois Snow já está grande, mas esse fato acontece antes dela se tornar rainha, pois ela ainda está aprendendo a controlar a mágica. Então nesse meio tempo, a aprendiz resolve buscar uma nova professora. Aqui os roteiristas tentaram mais uma vez forçar algo para explicar o “carinho” da Malévola pela Regina. Se em algum momento Regina e Malévola tiveram essa boa relação, o que levou as duas a brigarem na primeira temporada? Espero que em algum momento eles expliquem, pois deixar isso sem qualquer menção, comentário, ou explicação será o maior furo deles. Outro ponto que ficou confuso: Aurora já conhecia Philip na época que Regina ia casar com o Rei Leopold? Mal focaram na história dessa princesa, o que ocasionou várias lacunas.

Depois de ter provado que era digna de confiança, Regina teve que passar por mais uma prova. Precisava sequestrar Pinóquio para conseguir as respostas de onde o Autor está. Na review passada ficou a dúvida se Regina cederia ao lado negro ou não, vendo este episódio e como as coisas estão caminhando, suponho que talvez ela passe tempo demais no escuro e na hora em que precisar voltar não consiga mais, ainda mais quando o lado dos vilões quer justamente a mesma coisa que ela: encontrar o Autor. Para ela seria ótimo ter esse tipo de ajuda.

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Rumple, que neste episódio conseguiu enganar a todos se passando por Killian, mostrou que é o maior feiticeiro da história, pois mesmo depois de uma temporada inteira de August criança – e muita lamentação por ele ter virado criança, diga-se de passagem – o Dark One conseguiu trazer o August adulto de volta sem qualquer esforço. As coisas estão caminhando bem em questão de história, mas os artifícios que os roteiristas estão usando para fazer a história andar não estão fáceis de engolir. Por que agora Rumple consegue fazer tudo? E por que consegue fazer de maneira tão fácil? Se ele era tão poderoso assim por que ainda não resolveu logo tudo da vida dele? Por conta desses problemas Once Upon A Time acaba perdendo uma grande parte da sua credibilidade. O jeito vai ser fechar os olhos para isso e apenas aproveitar a história, mas vai ser difícil engolir certas coisas. Até semana que vem, pessoal!

Glee – Child Star, The Rise and The Fall of Sue Sylvester e We Built This Glee Club

Data/Hora 19/03/2015, 13:12. Autor
Categorias Reviews

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Série: Glee
Episódio: Child Star, The Rise and The Fall of Sue Sylvester e We Built This Glee Club
Número dos episódios: 6×09/10 e 11
Datas de exibição nos EUA: 27/2, 6/03 e 13/03/2015

Bom, eu sumi novamente. Podem me culpar que eu aceitarei esse fardo. Ando cheia de coisas na vida pessoal e saber que Glee está chegando ao fim também não me motiva muito. Acho que a tristeza de ter que encarar este momento de frente me faz sofrer e não querer escrever era uma tentativa vã de evitar que ele chegasse. Mas, não adianta.

Pois bem, vou comentar brevemente Child Star e The Rise and The Fall of Sue Sylvester e me dedicar um pouco mais a We Built This Glee Club.

Em Child Star fomos apresentados a um novo personagem: Myron. O episódio foi leve e divertido e não contribuiu muito com o andamento da história, mas foi bem bacana no sentido de desenvolver alguns plots românticos e de voltar a dar destaque aos novos integrantes do New Directions, que andavam bem apagados nos episódios anteriores. Sue finalmente se rendeu e resolveu ajudar o Glee Club fazendo com que eles produzissem o bar mitzvah do Myron que acabou se juntando ao coral e foi um grande acréscimo. Mas, como bem sabemos, essa boa atitude da Sue não dura muito tempo.

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The Rise and The Fall of Sue Sylvester traz a tona todas as maldades praticadas pela treinadora durante toda a série. E o mais surpreendente é que quem se volta contra ela não é Will ou alguma cheerio cansada de ser escravizada, mas sim Becky, pois ela percebe que as atitudes de Sue passam de todos os limites do que pode ser aceitável. Em mais um divertido episódio vemos a ascensão e a queda de Sue, conhecendo também um pouco mais da história da treinadora e compreendendo por que ela se tornou essa pessoa tão azeda. Em mais uma surpresa, as únicas pessoas que ficam do lado de Sue são Will e Beiste.

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O plot que já vinha sendo desenvolvido nos dois episódios anteriores e que retratava a necessidade de Rachel se decidir entre a Broadway e NYADA tem seu ápice em We Built This Glee Club. Depois de ouvir muitas opiniões, inclusive de Jesse St James que ressurge das cinzas, Rachel acaba decidindo-se por NYADA. Achei a decisão sábia, mas espero que a series finale nos dê indicativos de que Rachel conseguirá realizar seu sonho da Broadway. Não gostei de ver como a personagem simplesmente abandonou o Sam pra ficar com o Jesse. Até acho que faz sentido visto que a personagem está voltando pra Nova Iorque e seria difícil ficar com Sam a distância, mas a temporada tão curta, com apenas 13 episódios, impossibilitou que a história se desenvolvesse como merecia. Foi tudo muito rápido.

Depois do incêndio providencial na escola dos Warblers eles se juntaram ao New Directions e foi a primeira vez na história de Glee que tivemos uma explicação sobre de onde surgem as pessoas que cantam no coral na hora das competições. As equipes acabaram unindo forças e vencendo o Vocal Adrenaline, que agora era treinador por Sue Sylvester. No final, surpreendentemente, Sue revela que tudo era um plano dela para auxiliar o ND a vencer. Mas, como nossa alegria sempre dura pouco ela volta a se revoltar depois de Will se negar a agradecê-la e promete acabar com Will de novo. Parece que as coisas terminarão do mesmo jeito que começaram. Espero sinceramente que não, mas não duvido nada. Eu gostaria era de ver a Sue se redimindo.

vlcsnap-2015-03-17-23h48m33s151Mas o ponto alto do último episódio da final foi a vitória do ND. O Vocal Adrenaline pode até ter sido tecnicamente superior, mas eles – e Sue – não mereciam vencer Will, Rachel, Kurt e Blaine. Seria a vitória da maldade sobre a bondade. Felizmente os jurados viram algo mais no New Directions e eles seguem para as regionais. Rachel, mais do que qualquer outro, merecia essa vitória. Para fechar bem o episódio tivemos flashbacks das vitórias da velha guarda do ND e a despedida de Rachel, Kurt e Blaine que agora seguirão para NY na tentativa de retomar seus sonhos. Eu, sensível como sou, chorei.

vlcsnap-2015-03-17-23h50m02s6E já estou preparando os lencinhos para o episódio duplo da finale. Sinceramente não estou preparada para me despedir de Glee, mesmo sabendo que foi melhor assim. Espero que Ryan consiga dar um final digno e que os veteranos voltem para o episódio final. Nos vemos lá!

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