Criadores do ‘The Walking Dead’ preparam spinoff da série

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A AMC, que exibe The Walking Dead no Estados Unidos, anunciou nesta segunda-feira (16) que o universo de zumbis vai ganhar um spin-off.

Apesar de não terem dado mais detalhes, os produtores Robert Kirkman, Gale Anne Hurd e David Alpert informaram que a série derivada será ambientada no mesmo universo zumbi presente nas HQs. O time de criadores aproveita a boa fase da série para obter ainda mais lucros. A série ainda se encontra em estágio inicial de desenvolvimento e deve ser lançada somente em 2015.

“Estamos ansiosos para trabalhar com Robert, Gale e Dave novamente à medida que desenvolvemos uma história completamente nova e com um novo elenco de personagens. É um mundo grande e não podemos esperar para dar aos fãs uma outra visão inesquecível do apocalipse zumbi”, disse Charlie Collier, presidente da AMC.

“Depois de 10 anos escrevendo a série nos quadrinhos e estar tão perto da estréia do quarto ano – e na minha opinião, a melhor temporada  TV – eu não poderia estar mais entusiasmado em ter a chance de criar um novo universo para The Walking Dead“, acrescentou Kirkman. “A oportunidade de fazer um show que não está amarrado pelos acontecimentos da história em quadrinhos é uma página em branco, tem aguçado a minha criatividade”, finalizou.

A quarta temporada do The Walking Dead retorna a AMC em 13 de outubro. No Brasil, a Fox ainda não se pronunciou, mas deve permanecer o mesmo calendário que foi utilizado nas temporadas anteriores – no qual a série era exibida dois dias após exibição nos Estados Unidos.

Com informações do Indie Wire e TV Line.

Creative Arts Emmy Awards: confira a lista dos ganhadores na categoria Melhor Ator Convidado

Data/Hora 16/09/2013, 15:10. Autor
Categorias Notícias

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O Creative Arts Emmy Awards – que foi realizado em Los Angeles – contou com a participação de grandes nomes da TV e do cinema. Um destaque foi a lista de premiados na categoria Melhor Ator/Atriz, que, tanto na comédia, quanto no drama, marcou uma das noites mais esperadas antes do Emmy oficial.

Confira abaixo a lista dos ganhadores:

Melhor atriz convidada em série de Comédia: Melissa Leo, Laurie em Louie.

A atriz agradeceu ao criador e protagonista de Louie, Louis CK, pelo menos cinco vezes durante seu discurso, inclusive em espanhol. Além disso, Leo também disse obrigado a produtora-executiva M. Blair Breard. Nos bastidores, a atriz disse que sua participação especial na série – envolvendo até mesmo um discurso sobre sexo – foi “assustador”. Ela também revelou que gostou de fazer algo que “não tenho muito a oportunidade de fazer… que é fazer as pessoas rirem”.

A atriz, que já foi ganhadora do Oscar, foi questionada se ela não se sentiu vontade de fazer um discurso mais maldoso. “Eu nunca me sentirei tentada em fazer algo que possa chegar às pessoas e que não agrade a elas”, disse. “Eu não quero que esse tipo de linguagem chegue às casas dessas pessoas, já que eu não quero que ela chegue a minha”, finalizou a atriz.

Melissa Leo também é conhecida por ter participado de séries como Wayward Pines, Treme e pelos filmes O Vencedor, Oblivion, Invasão à Casa Branca, A Single Shot e The Necessary Death of Charlie Countryman.

Melhor ator convidado em série de Comédia: Bob Newhart, Professor Proton em The Big Bang Theory.

Muitas lágrimas rolaram depois que Bob Newhart finalmente venceu o Emmy – depois de sete noemações pelo papel em The Big Bang Theory. Depois de muitas palmas que ovacionaram o ator. Ele também brincou dizendo Spike Jones – produtor do Creative Arts – que ele não conseguiria se expressar em apenas 45 segundos. “Spike, eu vou precisar de um pouco mais do que isso”, disse. O ator também agradeceu a sua esposa, o que provou que “ainda há casamentos longos no show business”. Além disso, ele também agradeceu aos seus cinco filhos e afirmou se sentir muito feliz por ter trabalhado em um lugar maravilhoso chamado MTM. Por fim, Newhart agradeceu a todo o elenco de The Big Bang Theory que “se esforçou muito para trabalhar comigo”.

Bob Newhart tem um longo currículo na TV, algumas das séries das quais ele participou foram: NCIS, Five, Desperate Housewives, Commited, E.R., George & Leo, Saturday Night Live, dentre outras.

Melhor ator convidado em série de Drama: Dan Bucatinsky, James Novack em Scandal.

O ator ficou muito emocionado por ter ganho nesta categoria por seu primeiro papel na série de Shonda Rhimes. Ele correu pelo palco, muito chocado dizendo “ó meu Deus! Shonda Rhimes! Vocês mudaram minha vida”. Ele também agradeceu seus filhos, Jeff Perry (seu marido na série) e Don Roos (seu marido na vida real). Bucatinsky também disse que a produção de Scandal é muito unida. “Isso é verdade no nosso caso, nós somos um time e meus amigos tem muita inveja disso”, comentou.

O ator também falou sobre ter tido a oportunidade de, finalmente, casar com seu parceiro. “Eu estou muito feliz por estar casado”, afirmou. “Ver tudo isso acontecendo ao mesmo tempo em que a igualdade do casamento se torna uma realidade é algo que faz isso ser muito melhor”, finaliza.

O ator também é conhecido por ter participado de Web Therapy, Grey’s Anatomy, Lipstick Jungle e The Commuters.

Melhor atriz convidada em série de Drama: Carrie Preston, Elsbeth Tascioni em The Good Wife.

Carrie Preston – que tem papel regular em True Blood (HBO) – agradeceu aos produtores e criadores do seriado dizendo que “foi ótimo por eles terem confiado nela”. Preston também disse obrigado ao elenco da série “por terem tratado ela, não como uma convidada, mas como parte de sua família”. Ela também agradeceu aos produtores de True Blood, por eles terem tido “paciência com o seu pequeno affair com a produção de The Good Wife“.

Nos bastidores, Preston afirmou que espera que o seu “affair com The Good Wife” continua em outras temporadas. “Eu fiz uma promessa a mim mesma de que eu participaria do show em qualquer hora que fosse preciso. Qualquer hora que eles me liguem, eu estarei lá”, brincou a atriz.

Carrie Preston é conhecida por ter papéis em Person of Interest, Royal Pains, Private Practice , Numb3rs, Arrested Development e Desperate Housewives.

E aí? Gostou dos ganhadores? Deixe sua opinião nos comentários!

Com informações do TV Line, Hitfix e do Deadline.

‘Sleepy Hollow’: confira cinco dicas para saber antes de assistir a nova série da Fox

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Se você também está ansioso pela estreia de Sleepy Hollow, não se preocupe! Com a chegada do tão esperado dia, os produtores da série prepararam algumas dicas para o seu público e também falaram sobre as influências que Homeland exerce sobre a nova série da Fox.

Os produtores da série Alex Kurtzman e Roberto Orci (produtor da série Fringe) disseram que a intensidade e dramaticidade na de Homeland – que são na medida certa – estarão presentes na nova série. Segundo Kurtzman, Homeland definiu um novo padrão de como as histórias estavam  sendo contadas e ele sente que os roteiristas de Sleepy Hollow “abraçaram a ideia de uma maneira muito plausível”.

Na nova série , encontraremos Ichabod Crane (Tom Mison) personagem que sai da era colonial e acorda na Nova York dos tempos atuais, depois de quase ter morrido em uma batalha revolucionária com o ser sobrenatural chamado de Cavaleiro sem Cabeça. Junto com a detetive local, Abbie Mills (Nicole Beharie), Ichabod Crane inicia investigações sobre fatos sobrenaturais e sinistros que podem indicar que o Cavaleiro sem Cabeça também está agindo nos dias de hoje.

Pois bem, vamos ao que interessa! Confira abaixo as cinco dicas elencadas pelos produtores que poderão ajudar seus fãs durante a exibição do primeiro episódio da série na TV:

Dica 1: A série baseia-se fortemente em flashbacks da vida colonial de Crane, por isso, mantenha sua atenção. Segundo Kurtzman, essa ferramenta funciona muito bem, pois “além dos casos da semana, as soluções para a o momento moderno podem estar no passado”. Ele ainda disse que “se você não aprender com o passado, você estará condenado a repetir os erros”.

Dica 2:  A população de Sleepy Hollow nunca ouviu falar desse conto. Orci revelou que a produção está “tentando criar uma espécie de herói original. Você sabe, ninguém diz ao Homem-Aranha ou ao Batman, ‘Oh, você que é o Homem-Aranha ou Batman dos quadrinhos?”’.

Dica 3: Logo no início do piloto, você vai notar que Crane é o britânico está lutando ao lado de soldados americanos. E essa história surgiu após Mison sair em “missão”, disse Orci.“Originalmente, nós não estávamos indo para esse caminho. Mas quando o conheci, percebi que, na verdade, em guerras revolucionárias, muitas das pessoas que lutam pela revolução e pela independência do país podem ter chegado recentemente do Reino Unido”.

Dica 4: Assim que a série der início, outros acontecimentos históricos marcarão o enredo da série. Kurtzman disse que o evento histórico Boston Tea Party, é um fato de forte potencial a ser abordado no show. “Revisitando os eventos e então descobrir o que estava acontecendo nos leva a descobertas para os tempos modernos”, disse o produtor.

Dica 5: No piloto da série, a população de 140 mil pessoas que aparecem em destaque não chega a refletir o tamanho real da aldeia Nova Iorque. Orci comentou que esse número “tem alguma relevância bíblica”.

Gostou das dicas?

Então, não deixe de anotar na agenda: Spleepy Hollow estreia hoje na Fox.

Com informações do site TV Line

Destaques na TV – segunda,16/9

Data/Hora 16/09/2013, 06:34. Autor
Categorias TV Brasil

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Semana começando então vamos ao que interessa !

The Newsroom fecha sua segunda temporada com a equipe do News Night aguardando uma decisão, enquanto isso Jim tenta fazer as pazes com Lisa ao mesmo tempo em que Will tem uma revelação.

Os Impressionistas é uma produção em forma de documentário dramatizado e baseada em provas documentais, a minissérie fala de uma das fraternidades mais ilustres de artistas. A história mostra os momentos de suas carreiras, aspectos particulares da vida e personalidade e a relação entre os artistas do movimento, que contou com nomes Monet, Degas, Renoir, Cézanne e Manet. O elenco conta com Sebastian Armesto (Parade’s End, The Tudors), Richard Armitage (Strike Back, Spooks) e Julian Glover (Game of Thrones).

No Globosat temos a estreia da segunda temporada de The Almighty Johnsons, a produção é um misto de drama e comédia e fala sobre quatro irmãos descendentes de Deuses Nórdicos, cada um com seu próprio poder divino, que ao longo dos anos, porém, vai enfraquecendo.

Confira as demais atrações dos canais de TV para esta noite.

ARTE1
Os Impressionistas / Pierre-Auguste Renoir – 20h (minissérie em 5 partes) ESTREIA

HBO
Ray Donovan – 21 h (ep 1×09)
The Newsroom – 22 h (ep 2×09) SEASON FINALE

TNT
Latitudes (série brasileira) – 22 h

VIVA
A Próxima Vítima – 16h15 (de segunda a sexta)
Mad Maria – 23h10 (de segunda a sexta)

SONY
Castle – 21h (ep 5×10)
Scandal – 22h (ep 2×06)

GNT
Offspring – 9h (ep 2×11) / 17h (ep 2×12)
Broadchurch – 22h30 (ep 1×07)
Weeds – 23h30 (ep 8×12)

FILM&ARTS
Silk – 23:30h (ep 2×06)

MAXPRIME
Transporter : The Series – 21h (ep 1×06)

+GLOBOSAT
The Promise / A Promessa – 14h30 (minissérie, exibida diariamente) REPRISE
Vares, Beijo do Mal – 22h (ep 1×07)
The Almighty Johnsons / O Poderoso Johnsons – 0h – (ep 2×01) ESTREIA

BBC HD
Luther – 22 h (ep 2×04)

SBT
Supernatural – 23 h (ep 6×05)

Vejo vocês amanhã !

‘The Tunnel’ estreia em outubro na Sky Atlantic

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Apesar de não ter confirmado a data exata da estreia de The Tunnel, o canal Sky Atlantic – da Inglaterra – revelou o que mês será outubro. A série, que é uma versão franco-britânica de Bron/Broen (série dinamarquesa), também tem um remake americano, que é intitulado The Bridge.

NOTÍCIAS | Conheça os atores da série ‘The Tunnel’, versão franco-britânica de ‘The Bridge’

Na série, Clémence Poésy (a Fleur, de Harry Potter) e o inglês Stephen Dillane (Game of Thrones) são os detetives Elise Wassermann e Karl Roebuck respectivamente incumbidos de investigar o assassinato de um político francês. Quando eles descobrem algo inesperado na cena do crime, a dupla é obrigada a assumir uma parceria conturbada e perseguir um serial killer de políticos, que determina os passos dos dois detetives conforme lhe convém.

O elenco também conta com Joseph Mawle (Game of Thrones), Tom Bateman (Da Vinci’s Demons), Tobi Bakare (Silent Witness), Angel Coulby (Merlin), Jeanne Balíbar, dentre outros.

The Tunnel tem entre os produtores-executivos Anne Mensah, Fabrice De La Patellière, Jane Featherstone, Karen Wilson, Manda Levin, Ben Richards, Nora Melhli e Lars Blomgren. Ruth Kenley-Letts, de The Hours, atua como produtora e Dominik Moll (O Monge) é o diretor de todos os dez episódios.

A atração, uma parceria entre os canais Sky Atlantic HD e Canal Plus, é descrita como a primeira série bilíngue tanto na Inglaterra como na França.

Com informações da Veja.

Quem merece levar o Emmy Awards como Melhor Atriz de Drama?

Data/Hora 15/09/2013, 18:22. Autor
Categorias Especiais

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Falta exatamente uma semana para a cerimônia do Emmy, a ser realizada no próximo dia 22 de setembro, em Los Angeles, nos Estados Unidos, e considerada o Oscar da televisão. Em 2013, acontece a 65ª edição do prêmio, que irá entregar troféus para atores e séries em 17 categorias – além das categorias técnicas, que homenageiam a equipe por trás das câmeras, como roteiristas e diretores.

Neste ano, uma brasileira, Morena Baccarin, foi nomeada ao cobiçado troféu, como Melhor Atriz Coadjuvante em Série Dramática, por Homeland (a lista completa, você confere aqui), mas foi justamente a categoria de Melhor Atriz de Drama que gerou mais polêmica. A ausência de Tatiana Maslany (Orphan Black) entre os indicados surpreendeu crítica e público, uma vez que muitos deles acreditavam, inclusive, que ela não seria apenas nomeada, como também levaria o troféu para a estante de casa. O burburinho foi grande em cima da categoria, uma das principais da cerimônia.

Na Redação TeleSéries, a discussão sobre o assunto rendeu, já que cada colaborador tinha opiniões bastantes diversas sobre o ocorrido. Pensando nisso, a seguinte pergunta foi lançada a cada redator do site: quem, então, merece levar o título de Melhor Atriz Dramática na noite do próximo domingo?

Kerry Washington, por Scandal (Felipe Ameno)

A série Scandal tinha tudo para ser um sucesso! Criada pela talentosíssima Shonda Rhimes (Grey’s Anatomy), ela conta a história de Olivia Pope, uma ex-funcionária da Casa Branca responsável pela criação da Pope & Associates, empresa de gestão de crises. Esta personagem é baseada na ex-assessora de imprensa do governo George Bush, Judy Smith. Contudo, essa sinopse interessante e uma excelente produção não seriam suficientes se não encontrassem a protagonista perfeita. E não é que eles acharam?! Kerry Washington, que até então era mais conhecida pelos seus papéis no cinema, carrega com louvor todos os altos e baixos que sua personagem exige, transitando entre a firmeza – para resolver seus casos -, compreensão – com seus associados – e amargura – por viver um amor complicado e impossível com ninguém menos que o presidente dos EUA. Olivia Pope é a personagem da carreira de Kerry Washington e a atriz será para sempre lembrada pela sua memorável atuação! “And the Emmy for outstanging lead actress in a drama series goes to…”

 

Vera Farmiga, por Bates Motel (Rafael Melita)

Ser a mãe de um dos maiores assassinos que o cinema conhece já deveria ser motivo especial para ganhar o Emmy, certo? Pois além desse fato, a atriz Vera Farmiga, que interpreta Norma Bates, a excêntrica mas carinhosa mãe de Norman Bates (Freddie Highmore), na série sensação da midseason passada, Bates Motel, tem motivos de sobra para ser a ganhadora do Emmy desse ano na categoria de melhor atriz.

Se você assistiu ao filme Psicose, de Alfred Hitchcock, você bem sabe que toda a esquizofrenia de Norman Bates é originário da relação proibitiva que ele tinha com sua mãe, portanto interpretar “a mãe” não poderia ser algo raso. Mesmo Norman sendo o protagonista da série, mas para ao assíduos acompanhantes, percebe-se que todos os conflitos gerados pelo protagonista são em função das confusões e dos problemas de sua mãe. A atriz então consegue ir além da proposta, ela emprega em Norma Bates a confiança de uma mulher contemporânea que, após ficar viúva, se reergue e vai à luta, mas na verdade, ela é extremamente carente e só. Esses fatores revelam na verdade uma mulher emocionalmente afetada e dependente do filho. Os momentos na série, em que suas chantagens emocionais são exploradas, nos fazem entender um pouco da loucura do protagonista e talvez nos motivam a acreditar ser essa a razão de ele ter se tornado um grande assassino.

Vale lembrar também que a atriz Vera Farmiga tem uma excelente carreira nos cinemas. Pelo seu papel em Amor sem Escalas, ela foi indicada ao Oscar e ao Globo de Ouro como Melhor Atriz Coadjuvante, além de nos últimos anos ter protagonizado excelentes filmes de suspense e terror, como A Orfã e  Invocação do Mal (que chegou aos cinemas brasileiros na última sexta-feira, 13).

 

Connie Britton, por Nashville (Maria Clara Lima)

Quando Nashville estreou na ABC a série tinha como missão prender ao menos metade dos americanos na frente da TV. O novelão country tinha uma fórmula infalível para o sucesso. Casais sofrendo, um jogo de poder e muita música. Mas as coisas não seguiram de acordo com o plano, e o futuro sucesso da TV aberta acabou sendo mais uma série da Fall Season de 2012 e quase não foi renovada para a segunda temporada. Quando Connie Britton soube que seria uma das atrizes indicadas ao Emmy em 2013, ela ficou tão surpresa quanto o resto do mundo.

Geralmente, Emmys vão para séries de sucesso. Aquelas que passam anos e anos levando tudo o que é prêmio, até deixarem de ser novidade. Não é o caso de Nashville. A série também não encaixa no recente pré-requisito velado de fazer parte da grade de uma emissora fechada. Nem tem entre seu elenco, papéis polêmicos ou engajados. Definitivamente, Nashville não compete em nada para estar entre as melhores do ano. Por isso, a indicação de Connie soou tão estranha quanto um acorde dissonante. Não combinou. Logo, ela foi taxada como “atriz de uma cara só”, sem a versatilidade da Tatiana Maslany, que ficou de fora do páreo deste ano. Mas não consigo ver surpresa quanto ao nome da Connie Britton entre as melhores do ano. Até porque é a quarta vez consecutiva que ela aparece como indicada ao Emmy. Duas vezes por Friday Night Lights e uma por seu papel em American Horror History. O que há de diferente este ano então? Rayna James não repercutiu tanto como Tami Taylor e Vivien Harmon. Mas isso não a desqualifica para o Emmy, certo? Se levarem em conta a atuação, bom, aí quem sabe ela tenha alguma chance. Mas não acredito que ela leve esse prêmio pela carga dramática que Connie dá para Rayna, que lida com a linha tênue entre a fama e o esquecimento, entre a vida de estrela da música e de mãe e esposa, de uma mulher ainda apaixonada por um antigo amor, da herdeira desajustada de uma família tradicional. Connie não leva esse prêmio por dosar, de maneira certa, os conflitos da personagem, por não ser exagerada em sua atuação, e muito menos por representar alguém que tem uma história de vida carregada de drama real. Connie não vai levar o Emmy, afinal, Rayna não é bipolar, nem psicopata, não faz parte de um universo fantasioso, um triste retrato de um passado curioso. Connie é uma  atriz que se esforça ao mostrar sutilezas e tem como seu ponto mais forte o que não está nas linhas dos seus textos. Quando seu trabalho precisa ser reconhecido pelas pausas e olhares de seu personagem, fica difícil se destacar. Bom, quem sabe na quinta indicação, Connie tenha a sorte de interpretar algo mais óbvio para o Emmy. Mas até o ganhador ser anunciado, Connie é a minha aposta.

 

 Michelle Dockery, por Downton Abbey (Lucas Victor)

Uma dama, uma verdadeira dama. Essa é a definição perfeita de Michelle Dockery, a intérprete de Lady Mary Crawley, uma das mais adoradas personagens femininas da TV britânica atual. A expressão “It takes one to know one” (algo como “é preciso de alguém igual para reconhecer outro igual) cabe perfeitamente no caso de Michelle e Mary, pois é preciso uma dama para interpretar outra dama, e esse é o caso dessas duas.

Michelle nasceu para interpretar Lady Mary, a maneira como ela consegue personificar uma aristocrata inglesa do século XX é assustadoramente genial. Ela tem tudo: a classe, o ar superior e condescendente, a aparente frieza, o orgulho ao se recusar demonstrar seus sentimentos e fraquezas… Uma dama de ferro mas que no fundo tem um coração. Essa é Lady Michelle Dockery, e por essas e outras ela merece levar o Emmy desse ano. Não que ela dê a mínima, é claro.

Elisabeth Moss, por Mad Men (Patricia Emy H. Azevedo)

Elisabeth Moss foi indicada pela quinta vez pelo seu papel em Mad Men, e deveria ter ganhado há muito mais tempo, atrevo-me a dizer. Ainda, ela merece levar a estatueta desta vez não só pelo trabalho nesta temporada, mas por ter conseguido transpor para as telas de forma bem convincente a evolução de sua personagem. Peggy Olson começou a série como mais uma das várias secretárias que passariam pelo escritório de Don Draper e desde o início já dava sinais de que aspirava a muito mais do que ficar datilografando memorandos, cartas e relatórios ou atendendo telefonemas. Enfim, esta jovem, cuja carreira começou meio por acaso e sob a tutela de Don e a desconfiança dos demais, almejava algo que até então era impensado para uma mulher em ambiente dominantemente masculino: ter um lugar à mesa de reuniões, participar do processo de criação ao lado de seus colegas, assim como Joan (Christina Hendricks), em quem se espelhara diversas vezes. Apesar de Joan ter sido parâmetro para suas ambições, suas trajetórias na agência são bem diferentes e por esta razão vejo Peggy mais como um Don Draper de saias, alguém que fez escolhas ao longo do caminho, muitas delas de moral questionável e duvidosa, mas que a trouxeram a um ponto que poucos imaginavam: a de se tornar a provável substituta de seu mentor. E, assim como Draper, ela quer fugir de seu passado e encontrar seu lugar, mas no final das contas, como visto nesta última temporada, apesar da carreira meteórica e de estar em um lugar que muitas mulheres de seu tempo sequer sonhariam estar, ela se vê à mercê de circunstâncias além de seu controle não só em seu trabalho como em sua vida pessoal. E fica a pergunta: ela finalmente alcançou o topo, mas e agora?

Robin Wright, por House of Cards (Patricia Emy H. Azevedo)

Robin Wright mostrou que não só os homens são desprezíveis em House of Cards e roubou a cena em vários momentos, o que certamente contribuiu para sua indicação. Egoísta, fria, manipuladora, Claire Underwood é o par perfeito para Francis, o personagem de Kevin Spacey. Atrás da fachada de boa samaritana, com seu trabalho à frente de uma organização sem fins lucrativos que tenta levar água potável a países pobres, se esconde uma mulher disposta a tudo para apoiar as ambições de seu marido, mas que também não hesita em traí-lo, sem o menor pudor. Não está entre os favoritos, mas seria uma grata surpresa se ela levasse o prêmio.

Claire Danes, por Homeland (Mariela Assmann)

Claire danes é o nome a ser batido nesse Emmy. A protagonista de Homeland, que ganhou o Emmy pelo seriado na edição passada, mais uma vez deu show. Interpretando uma personagem obstinada, incompreendida e com um psicológico um tanto quanto fraco, Danes transita entre emoções com uma maestria invejável. Tristeza e tensão não faltam ao assistir as cenas de Claire, que ainda sabe – como ninguém – nos fazer a maior vergonha alheia nas cenas de sexo. Por isso, e muito mais, meu Emmy vai para Claire Danes.

E você? Também está ansioso para a maior premiação do mundo televisivo? Acredita que, realmente, tenha havido injustiça entre as indicadas à categoria de Atriz Dramática? Ou em alguma outra categoria? A gente quer saber a sua opinião, porque, aqui no TeleSéries, opinião vale ouro troféu! 😉

Vote em nossa enquete e comente!

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Novo vídeo de ‘Glee’ mostra cenas do episódio tributo aos Beatles

Data/Hora 15/09/2013, 18:09. Autor
Categorias Notícias

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Este texto contém spoilers!

Fãs de Glee, segurem-se nas cadeiras. Em um novo sneak peek divulgado pela Fox, já é possível ver cenas inéditas do episódio tributo, que será feito na quinta temporada da série. Nele, Will Schuester (Matthew Morrison) fala para os alunos do McKinleu High que eles vão fazer um show muito importante e que essa apresentação será embalada pelas músicas dos Beatles.

NOTÍCIAS‘Glee’: Setlist do tributo aos Beatles é divulgada

Confira o vídeo abaixo:

 

Love, Love, Love, vai ser dividido em duas partes. A primeira vai ao ar no dia 26 de outubro na Fox americana. No Brasil, ainda não há data de estreia da quinta temporada.

Com informações do TV Line.

Os 30 melhores episódios da temporada 2012-2013: #30-21

Data/Hora 15/09/2013, 18:08. Autor
Categorias Especiais

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Pelo segundo ano consecutivo, o TeleSéries juntou seu time de colaboradores para a difícil tarefa de eleger os 30 melhores episódios de séries de TV que mais marcaram a temporada 2012-2013. Depois de muita discussão chegamos aos episódios listados abaixo e que serão publicados ao longo dos próximos dois dias (na segunda você lê os números 20 a 11 e na terça de 10 a 1).

Pra você que curte listas é importante observar as nossas regras: só permitimos que entrasse um único episódio de cada série (o que garante 30 shows diferentes no nosso Top 30), as séries selecionadas foram ao ar em seus países de origem entre junho de 2012 e junho de 2013 e, claro, as séries e episódios aqui listados são aqueles assistidos e preferidos da maioria dos colaboradores do TeleSéries – infelizmente não acompanhamos todas as séries e também doeu muito, mas muita coisa bacana acabou de fora da lista. Confira nosso especial e deixe seu comentário.

Dexter - Dexter, Are You...?

#30
Série:
Dexter
Episódio: Dexter, Are You…? (7×01)

Ao longo de seis temporadas, os telespectadores foram os únicos a compartilhar com Dexter seu segredo (e continuarmos vivos, é claro). E em Dexter, Are You…? chegou o momento que todos nós estávamos esperando, Debra descobre o lado serial killer do irmão e tem que lidar com esse fato que mudará para sempre sua vida. Mas mesmo surpresa com o segredo de Dexter, Deb o ajuda a se livrar da cena do crime e acobertar os rastros do assassinato. Ao mesmo tempo em que Dexter precisa lidar com a irmã, ele ainda tem mais problemas: Louis, seu fanboy stalkeador, e Laguerta, super desconfiada querendo limpar o nome do Doakes e incriminar Dexter pelo caso do Bay Harbor Butcher. Dexter, Are You…? foi um dos melhores episódios porque Dex nunca esteve tão encrencado ao mesmo tempo e nós, fãs nunca sofremos tanto durante os 50 minutos de episódio. Os fatos que aconteceram neste episódio estão afetando o desenvolvimento da trama até hoje, na oitava temporada. Foi simplesmente o maior e melhor gancho para o desfecho da série com chave de ouro. (Juliana Baptista)

#29
Série:
Go On
Episódio: Any Given Birthday (1×07)

Apesar de ter sido cancelada, Go On foi um porto seguro para quem buscava o riso com o experiente Matthew Perry em mais um projeto. E, quando se une riso e emoção, o resultado é um ótimo episódio. É por isso que Any Given Birthday marcou a temporada. Após a morte da esposa, Ryan enfrentava o primeiro aniversário sem a companheira. A turma de Lauren decidiu tornar esse dia especial, e como todos lembram, é claro que o jogo inventado por eles foi uma bagunça total. No início, o locutor esportivo se mostrava alheio às brincadeiras, mas a aparição da esposa o fez perceber o quão importante era ter aqueles amigos por perto. A cena entre Ryan e Janie, na sacada do hotel, é o ponto alto do episódio. É sempre bom ver Matthew Perry mostrando suas múltiplas faces, e melhor ainda ver como ele saí do riso para o emocional em questão de segundos. (Ana Botelho)

Parenthood  - What to My Wondering Eyes

#28
Série:
Parenthood
Episódio: What to My Wondering Eyes (4×11)

Episódios de Natal geralmente são memoráveis e tocantes. Mas Parenthood não precisa de uma data especial para ter memorável e tocante, principalmente durante a quarta temporada, uma das melhores da série até agora. Porém, no episódio de fim de ano What to My Wondering Eyes, o tema do renascimento elevou o seriado ao patamar mais íntimo que se pode ter com uma história. Todos nós viramos cúmplices e torcedores da família Braverman. Não se podia fazer outra coisa a não ser esperar por um milagre que salvasse Kristina do câncer e desse aos Braverman motivos para continuar. Assim como a série, que pedia por mais uma chance de sobrevivência, a personagem não merecia morrer. Não naquele dia. Excelente interpretação de todo o elenco, e destaque para a atriz Monica Potter por nos fazer passar pela experiência de ser uma mãe esperançosa e que ama muito seus filhos, seu marido, e sua família. Uma mãe que teme a morte, mas que teme mais ainda partir sem se deixar saber o quanto todos aos seu redor merecem seu amor. (Maria Clara Lima)

The Americans - The Colonel

#27
Série:
The Americans
Episódio: The Colonel (1×13)

The Americans conta história de Philip e Elizabeth, dois espiões da KGB que estão infiltrados em um subúrbio de Washington durante a Guerra Fria. O que torna essa série tão especial é mostrar como funcionava a espionagem sem as tecnologias que conhecemos. Durante toda a primeira temporada eles foram torturados, deixaram o FBI no chinelo e usaram os mais diferentes (e engraçados) disfarces. Esses russos ganharam, pelo menos a minha, torcida. Em The Colonel a primeira temporada encerra com chave de ouro: entrevista com fonte quente, traição (em ambos os lados), planos de fuga, perseguição, tiroteio e o FBI finalmente acordando. Será que vai ficar tudo bem para o meu casal favorito? Que venha a segunda temporada! (Felipe Ameno)

Louie - Late Show: Part 3

#26
Série:
Louie
Episódio: Late Show: Part 3 (3×12)

Recomendo fortemente o arco de episódios Late Show – Parts 1, 2 e 3, mesmo para quem não é fã de Louie. Especialmente para quem, por algum motivo qualquer, esteja prestes a sair de sua zona de conforto: é tímido e vai ter que falar em público; ou não se sente confiante e terá que assumir uma posição de gerência. Acredite, Louie irá te inspirar. No primeiro episódio, o comediante é surpreendido com o convite para fazer um teste para substituir o poderoso David Letterman, que irá se aposentar na posição de apresentador do Late Show; o segundo episódio é o de superar as sabotagens (os que a pessoa se impõe e a que os outros a impõe); e o terceiro, e melhor de todos, é o da preparação e da superação. É um episódio muito engraçado, em alguns momentos constrangedor (como costumam ser as comédias adultas) e, acima de tudo, inspirador. (Paulo Serpa Antunes)

Revenge - Truth, Parte 2

#25
Série:
Revenge
Episódio: Truth (2×21 e 2×22)

Uma avalanche de roteiro! Era o que se comentava entre meus amigos após a season finale de Revenge. Arrisco ao dizer que foi o melhor season finale da temporada nos EUA. Último episódio sob o comando do showrunner Mike Kelley, que deixa a série nessa segunda temporada, o episódio mostrou as consequências diretas e indiretas do ataque hacker causado pelo programa criado por Nolan. Várias pontas soltas foram amarradas, como o real propósito da Iniciativa. Além de caos, ainda teve espaço para morte de personagem regular e a revelação da identidade de Emily para o seu eterno amado Jack. Ponto para Mike. Só esperamos que a sua saída não signifique que não teremos mais episódios deste nível. (Matheus Odorisi)

Downton Abbey - Series 3, Episode 1

#24
Série: Downton Abbey
Episódio: Series 3, Episode 1 (3×01)

Depois daquele episódio especial de Natal fofíssimo, não tinha como Downton Abbey melhorar, não? Tinha sim. A terceira temporada da série de época mais amada da TV começou renovada e em alto nível, colocando O’Brien e Thomas como adversários, mostrando as dificuldades de Branson em conviver com os nobres, revelando que os Grantham estão à beira da falência e trazendo, já na largada, o esperado casamento de Mary e Matthew. A cena que Carson e Robert assistem, de queixo caído, Mary descendo as escadas vestida de noiva é uma das mais fofas do ano na TV. E tem mais. É aqui também que entra em cena Martha Levinson, a mãe de Cora. Pra rivalizar com Maggie Smith era preciso uma atriz de peso e a produção acertou em cheio na escolha: trouxe para a série a lendária Shirley MacLaine. (Paulo Serpa Antunes)

Spartacus - Victory

#23
Série
: Spartacus
Episódio: Victory (3×10)

Spartacus era uma série que teve tudo pra ser cancelada ainda no começo com o afastamento de seu protagonista devido ao câncer. A substituição de Andy Whitfield por Liam McIntyre foi uma aposta arriscada que acabou dando certo, bem como a introdução de novos personagens na prequel Gods of the Arena, e conseguiu surpreender os fãs que acompanharam esta saga até a sua conclusão. Victory, a series finale, encerra de forma digna a jornada do ex-gladiador e, ainda que o destino de cada um já estivesse selado, era difícil não tentar torcer por eles – e sofrer ao vê-los cair até não restar quase ninguém. “Até o amargo fim” era um dos motes de War of the Damned, já deixando claro o que viria pela frente. E a “vitória” que dá nome ao episódio também tem um duplo significado: Spartacus, Gannicus, Naevia e tantos outros tombaram, mas nem todos os escravos foram mortos e Crassus, que seria o grande vencedor, perdera o filho e a amante, além de ver o crédito de ter esmagado a revolta dos escravos ir para as mãos de seu rival Pompeu. Marcada pelo ritmo frenético no início, intercalado com cenas fortes de violência, sexo e muita nudez, Spartacus recebeu várias críticas por imitar a estética de 300, mas ao longo das temporadas a série conseguiu criar um estilo visual e narrativo próprio. E assim como a série, seu protagonista percorreu um longo caminho e mudou desde que fora capturado em Blood and Sand, conseguindo enfim seu objetivo em Vengeance e, finalmente, tornando-se a voz da rebelião e a inspiração para aqueles que lutavam pela liberdade. O guerreiro trácio partiu em paz e escreveu seu nome na História. (Patrícia Emy)

Leverage - The Rundown Job

#22
Série: Leverage
Episódio: The Rundown Job (5×09)

Leverage abandonou os fãs no final da quinta temporada, mas se despediu em grande estilo. Apesar de não ter sido o melhor ano do seriado, a summer finale dupla (The Rundown Job e The Frame-Up Job) e a series finale (The Long Goodbye Job), valeram as pipocas. The Rundown Job foi um dos episódios mais surpreendentes da série, lembrando filmes como Duro de Matar, com um roteiro vibrante, inúmeras reviravoltas e uma pitada de humor. No enredo, Eliot, Hardison e Parker vão até a capital dos Estados Unidos arrombar um cofre, mas antes de voltarem Eliot recebe uma ligação de uma pessoa do seu passado. O batedor não se contenta em recusar o convite para um serviço e decide salvar a vida da pessoa que o Eliot do passado mataria. Parker e Hardison estão junto com ele nessa, pois como a ladra fez questão de mencionar: eles mudaram de vida juntos. Os três acabam com uma grande ameaça terrorista em apenas uma tarde e fecham com êxito o maior job da história de Leverage. (Aline Ben)

Grey’s Anatomy - Perfect Storm

#21
Série:
Grey’s Anatomy
Episódio: Perfect Storm (9×24)

Grey’s Anatomy e suas finales, sempre tão comentadas, sempre tão controversas. E não foi diferente com Perfect Storm. Só que dessa vez as opiniões foram quase unânimes e Shonda Rhimes não recebeu ameaças no Twitter. Bom, pelo menos não muitas. Perfect Storm, assim como a tempestade, foi perfeito, sob muitos aspectos. Um episódio tenso, que brincou com o coração dos espectadores, que passaram mais de 40 minutos indecisos sobre quem seria “a bola da vez”. Bailey renasceu. April tirou do armário seu sentimento por Jackson. Yang descobriu o que a faz plenamente feliz. Karev achou o chinelo velho para o seu pé cansado. Arizona reafirmou o que já sabíamos (era tudo sobre a perna, desde sempre). A família Grey-Shepherd quase perdeu um membro, mas acabou o episódio somando mais um. E o Chief caído encerrou tudo com chave de ouro, em mais um cliffhanger no estilo “ele sobreviverá?”, que funcionou muito bem. Tudo isso bem amarrado por músicas escolhidas a dedos e uma direção bastante competente. A cereja no topo do delicioso bolo que foi a nona temporada de Grey’s. (Mariela Assmann)

Leia amanhã: Os 30 melhores episódios da temporada 2012-2013: #20-11

Breaking Bad – To’hajiilee

Data/Hora 15/09/2013, 15:07. Autor
Categorias Reviews

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Não houve erros – menos que você conte as centenas ou talvez milhares de cartuchos de munição que não conseguiram atingir ninguém. O episódio pode ser facilmente separado em duas partes, a primeira mais calma, porém sem deixar de ser tensa e a segunda completamente alucinante. Aquela foi, em uma palavra, genial. Vince Gilligan utiliza de pura inteligência para desenvolver a trama, enquanto na segunda, não menos genial, se utiliza de velhas artimanhas de seriados, deixando o público saber que a história não acabaria ali, e surpreendendo completamente terminando o episódio da maneira mais agonizante que poderia ter imaginado (essa semana parece ter durado duas, mas domingo está chegando).

A maioria das séries policiais retrata aquela velha metodologia de pular de pista em pista, uma testemunha a outra, até que se tem o suficiente para se prender o suspeito, os episódios acabam sendo mais uma caça ao tesouro. E tão acostumados ao esquema, mesmo que a série não seja policial, era de se esperar que isso acontecesse em Breaking Bad. Mas Hank Schrader usou a inteligência para criar um grande plano ao lado de Jesse.

Uma imagem, e num instante o mundo de Walter gira, com sua ganância, e sua recusa de ainda não ver Jesse como uma ameaça viável, então começa a ação. Enquanto Walt atravessa as ruas de Albuquerque, acelerando através de sinais vermelhas, gritando ao telefone, ele não pensa por um segundo que tudo poderia ser o maior plano de Jesse, descobrindo uma maneira de explorar sua fraqueza forçando – o para fora de seu buraco e levá-los direito de seu esconderijo no deserto.

Durante a segunda metade da quinta temporada pode se ver quase que uma briga interna entre Walter White e Heisenberg. Depois de passar alguns episódios com Walter sendo apenas o proprietário do lava rápido e traficante aposentado (zzz…), Heisenberg voltou com força total. Mesmo quando, ele ainda estava defendendo seu ex-parceiro – deixando claro que Jesse não era um rato – crente que seu antigo pupilo nunca o trairia, não havia dúvidas que aquele diante de nossos olhos era o nosso “querido” psicopata manipulador. O homem que não tem medo de envolver inocentes em sua trama, que tem “coragem” de envenenar uma criança e ainda ter um sorriso plástico em seu rosto ao falar com a mesma mais tarde.

No final do Gliding Over All, Walt se aposentou, pensando que ele teria colhido todos os benefícios de seu império. Muito diferente das primeiras temporadas, quando Walt mostra sua inexperiência ao lidar com um submundo que ele não conhece e nem entende. Ele escolhe um lugar de encontro com Tuco em um ferro-velho, porque ele assume, a partir de clichês culturais, que é o tipo de lugar que as pessoas se encontram para o tráfico de drogas. Ele incita Jesse em expandir seus negócios em um território mais vasto, porque isso é o que as empresas de sucesso fazem.

Todd, Jack, Kenny, e o resto do White Power Biker Gang são o maior e mais destrutivo exemplo de quanto Walter afundou ao chegar aos limites do mundo do tráfico de drogas. E como ele estoicamente sai do esconderijo, caminha para Hank, resistindo os sorrisos brilhantes de conquista nos rostos de seus inimigos. Sua única resposta é chamar Jesse um covarde, para insultar insensivelmente Jesse, sua (ex) marionete, quando este finalmente conseguiu tirar das mãos – de um homem que só se preocupava com ele até o momento que o convinha – a cruzeta que o manipulava.

Vemos Heisenberg derrotado, com algemas frias em volta de seus pulsos. Mesmo que seus inimigos pareçam triunfantes, ainda havia tanto tempo para algo mais acontecer. Uma vez que Hank ligou para Marie, um sentimento ruim invadiu feito uma onda, como se o ato fosse um convite para a maré de azar tomar conta da situação. Mesmo antes, quando Walter tentou cancelar o ataque – que havia ordenado segundos antes – que permaneceu sem resposta. Mas, para seu próprio horror, os carros chegam de qualquer forma, para tomar medidas contra as suas ordens, porque Walt não é todo-poderoso, ele é apenas o químico para os nazistas capazes de realizar uma chacina em questão de minutos.

Vince Gilligan inúmeras vezes já declarou que Breaking Bad só é o que é devida a excelente equipe de co-autores do seriado, sempre elogiando-os com louvor. Na maioria das vezes, fica atribuída a sua imagem uma humildade genuína, visto que sua genialidade é conhecida desde a época em que era co-produtor em Arquivo X. Mas To’Hajiilee é mais uma declaração definitiva que Gilligan não é apenas um cara humilde: Breaking Bad tem alguns dos mais talentosos escritores e diretores no meio. Este foi o último e mais um episódio brilhantemente dirigido por Michelle MacLaren, assim como o último roteiro de George Mastras, ambos merecem uma enorme quantidade de crédito para a elaboração de mais um episódio magnífico. To’Hajiilee com certeza entra para o Hall da Fama, não só do seriado, mas de toda história da televisão.

Suits – Bad Faith

Data/Hora 15/09/2013, 12:53. Autor
Categorias Reviews

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Toda série tem seu episódio de passagem. Aquele que contempla um ponto na história em que, finda a trama que permeou todo o desenvolvimento de uma determinada temporada ou das temporadas exibidas até então, ainda encontram-se efeitos da história que se deseja deixar para trás e se procura dar um passo adiante. Um passo rumo a novos acontecimentos, onde ação, temas e personagens possam ser inventados ou reinventados. Disso depende sua sobrevivência.

Bad Faith poderia ser este episódio para Suits. Essa era a impressão que se tinha até a cena final. A antipática Ava Hessington e suas entradas, saídas, histórias de subornos e acusações de assassinatos, ficara para trás. A Pearson & Darby ficara para trás. O jogo de gato e rato em torno da dissolução da sociedade entre Jéssica e Edward era apenas um pretexto para recolocar a série nos eixos. Uma ponte para novas histórias que voltariam a explorar o argumento inicial da série: o mundo de advogados que somam arrogância e brilho intelectual para vencer seus casos.

A terceira temporada ocupou-se, sem perder a agilidade que caracteriza os roteiros da série, do lado humano dos personagens. Uma faceta que, num primeiro momento, era relegada a um segundo plano. Suits nasceu abordando a ação de advogados que transitavam pelo mundo lógico do Direito e seus meandros. Suas vidas pessoais não faziam parte do contexto da série, a não ser como nota de rodapé. Somente a respeito, sabíamos um pouco mais.

Nesta temporada, no entanto, aprendemos a conhecê-los na sua intimidade e por isso eles nunca mais serão os mesmos. Aprendemos a olhar os dois lados da moeda.

Neste sentido, Bad Faith poderia ter sido uma síntese e o ponto final deste rito de passagem. Afinal, lá estava Harvey, do alto de sua arrogância, dando uma chance a Scotie; Louis voltando a explorar seu lado profissional, depois de passar quase todo o tempo mergulhado em questões emocionais; Mike usando chantagem para conseguir um acordo que, diga-se de passagem, não resultou em nada em relação à dissolução da firma e ainda lhe rendeu um distanciamento de Rachel; Jéssica, depois de mostrar-se fragilizada, retomando seu lado mais duro; Donna voltando a ser… Donna. Todos eles ultrapassaram fronteiras e estão mais completos. E, grata surpresa, talvez Katrina tenha um lugar permanente na Pearson & Specter. Somente Rachel permaneceu a mesma. Meiga, doce e ingênua Rachel! Talvez, por isso, Stanford seja a solução para o personagem.

Por tudo isso Bad Faith  poderia ser um divisor de águas. O episódio desenhava-se como um rito de passagem. Uma volta e um passo adiante. Até Ava Hessington ser novamente alçada ao centro das atenções, processando a firma por negligência. E, apesar de detestar o personagem, eu nem consigo discordar dela. Na história de Suits, nunca a prevalência do emocional sobre arrogância e brilho conduziram a tantos erros!

Bad Faith, portanto, pode ter sido uma promessa quebrada. Mas tudo isso depende do que se espera da série: drama ou dramédia? sedução ou romance?

As séries e sua causa-mortis – CBS

Data/Hora 15/09/2013, 12:51. Autor
Categorias Audiência

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Próximo do final da Summer Season 2013, quais séries a rede CBS irá renovar e quais irá cancelar?

Lembrando que nesta média entram apenas as audiências obtidas por episódios inéditos de dramas, comédias, realities shows ou similares (como game shows, por exemplo).

Média de audiência obtida pela rede ABC nesta Summer Season:

  • 1.59 pontos na demo 18-49 anos
  • 6,71 milhões de telespectadores totais.

Renovações

Under the Dome (renovada para uma nova temporada)

Média de audiência:

  • 2.83 pontos na demo 18-49 anos
  • 11,52 milhões de telespectadores totais

Das estréias desta Summer Season, Under the Dome foi o programa que mais atraiu o público, seja ele qualificado ou não. A rede CBS, não perdeu tempo e já no seu sexto episódio anunciava a produção de mais treze episódios para a segunda temporada. Afinal os índices de audiência foram extratosféricos, principalmente aqueles que mais interessam às redes: a faixa etária 18-49 anos (foram 78% mais audiência junto ao público qualificado do que a obtida pela rede).

Big Brother (provavelmente será renovada)

Média de audiência:

  • 2.18 pontos na demo 18-49 anos
  • 6,40 milhões de telespectadores totais

A renovação de Big Brother para uma décima sexta temporada é certa. Com um índice de audiência 37% maior do que os números obtidos pela rede na demo 18-49 anos, o reality show continua atraindo o público, principalmente esse público mais cobiçado pelas redes de televisão.

Unforgettable (provavelmente será renovada)

Média de audiência:

  • 1.25 pontos na demo 18-49 anos
  • 7,13 milhões de telespectadores totais

Em sua primeira temporada, Unforgettable obteve uma média de audiência 18% menor junto ao público qualificado do que a conseguida pela CBS, e os executivos da rede não tiveram dúvidas sobre o cancelamento, ainda que posteriormente tenham voltado atrás. Por que esta segunda temporada seria diferente se a média de audiência da série agora é 22% menor que a obtida pela rede junto ao público qualificado? Como já comentei em outra coluna sobre audiência, por pelo menos dois motivos: apesar da queda na audiência, Unforgettable agora é exibida aos domingos e durante a Summer Season, quando os índices são comumente menores. A CBS também está produzindo apenas treze episódios da série, o que, obviamente, reduz o custo de produção. E, para constar, a média de audiência junto ao público total melhorou, em relação à média obtida pela rede: 6% maior este ano, quando na sua primeira temporada era 2% menor que a média da rede.

Cancelamentos

Brooklin DA (cancelada)

Média de audiência:

  • 0.62 pontos na demo 18-49 anos
  • 3,40 milhões de telespectadores totais

Os índices de audiência obtidos pelo programa decepcionaram a rede CBS desde seu primeiro episódio. Exibido inicialmente às terças-feiras, a CBS tentou melhorar, sem sucesso, a audiência, transferindo o programa para as noites de sábado. Mas nem a mudança de dia conseguiu salvá-lo.

The American Baking Competition (provavelmente será cancelada)

Média de audiência:

  • 1.1 pontos na demo 18-49 anos
  • 5,14 milhões de telespectadores totais

Disputando espaço na concorrida categoria de programas dedicados a  apresentar ao público disputas entre aspirantes a chefs de cozinha com suas receitas maravilhosas, The American Baking Competition (cujo tema era a arte de fazer pão), não conseguiu índices médios de audiência compatíveis com os da rede. È muito pouco provável que consiga uma segunda temporada.

 Fonte dos dados: tvbythenumbers, tvseriesfinale

Em vídeo dos bastidores, Toni Collette comenta sobre as gravações de ‘Hostages’

Data/Hora 15/09/2013, 12:02. Autor
Categorias Notícias

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O que você faria se tivesse a vida do presidente do seu país nas suas mãos? Pois bem, essa é a questão que Ellen Sanders (Toni Collette) tem que enfrentar em Hostages. Na trama, Sanders é uma cirurgiã bem sucedida que, ao ser selecionada para operar o presidente dos Estados Unidos, tem sua família feita de refém por um agente do FBI. Esse agente dá ordens a ela, para que a médica mate o presidente durante a cirurgia.

Em um novo vídeo divulgado pela CBS é possível ver como são os bastidores das gravações de Hostages. Nesse behind the scenes, tanto a atriz Toni Collette, quanto a produção do seriado comentam sobre os desafios das gravações. Além disso, eles também falam sobre a complexidade da história de Hostages, já que, enquanto Ellen Sanders tenta salvar sua família, esta esconde alguns segredos da própria médica.

Nos Estados Unidos, Hostages estreia dia 23 de setembro, às 22h, pela CBS. Já aqui no Brasil, o primeiro episódio da série vai ao ar no dia 30 de setembro, às 21h, pela Warner.

Com informações do Spoiler TV.

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