Destaques na TV – segunda, 23/9

Data/Hora 23/09/2013, 08:30. Autor
Categorias TV Brasil

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Três finais de temporada no canal GNT.

Quem matou Danny Latimer ? O assassino nunca esteve tão próximo de ser revelado, hoje em Broadchurch.
Uma importante decisão será tomada no final de temporada de Offspring, e é hora de dizer adeus a Weeds.

Olivia e a Casa Branca se preparam para celebrar o 50o. Aniversário do Presidente no episódio de Scandal.
Castle e Beckett mergulham no mundo estridente da indústria da música, participação de James Black (Six Feet Under).

Confira as demais atrações dos canais de TV para esta noite.

GNT
Offspring – 9h (ep 2×12) / 17h (ep 2×13) SEASON FINALE
Broadchurch – 22h30 (ep 1×08) SEASON FINALE
Weeds – 23h30 (ep 8×13) SEASON FINALE

HBO
Ray Donovan – 21 h (ep 1×10)

TNT
Latitudes (série brasileira) – 22 h

SONY
Castle – 21h (ep 5×11 – leia a review)
Scandal – 22h (ep 2×07)

MAXPRIME
Transporter : The Series – 21h (ep 1×07)

+GLOBOSAT
Isto é a Inglaterra – 15 h (minissérie último episódio)
Vares, Beijo do Mal – 22h
The Almighty Johnsons / O Poderoso Johnsons – 0h – (ep 2×08)

VIVA
A Próxima Vítima – 16h15 (de segunda a sexta)
Mad Maria – 23h15 (de segunda a sexta)

Vejo vocês amanhã !

Confira a lista de vencedores do Emmy 2013

Data/Hora 22/09/2013, 21:37. Autor
Categorias Notícias

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Emmy democrático? A 65ª edição do Emmy Awards premiou, na noite de domingo (22), os melhores da televisão americana. O que chamou a atenção foi a curiosa distribuição das estatuetas, que não coroou nenhuma série do chamado “primetime” (horário nobre) como grande vencedora. Entre os principais vencedores, destaca-se Modern Family e Breaking Bad, que foram consideradas as melhores séries em suas categorias.

Para a surpresa da maioria dos espectadores, Jeff Daniels (The Newsroom) levou o prêmio de Melhor Ator em Série de Drama, contrariando quem apostava que Breaking Bad. Mesmo assim, a série estrelada por Bryan Cranston rendeu à Anna Gun a estatueta de melhor atriz coadjuvante em drama. O companheiro de atração dela, Aaron Paul, também estava concorrendo na categoria de melhor ator coadjuvante de drama, mas o prêmio ficou com Bobby Cannavale por Boardwalk Empire.

Entre as mulheres, Claire Dannes confirmou seu favoritismo e levou para casa mais uma estatueta – a atriz, que foi indicada 4 vezes, venceu em 3 oportunidades.

O prêmio de Melhor Direção em Série de Drama não chegou a ser uma surpresa, mas deu a David Fincher um feito histórico, já que a direção foi de uma série exibida por streaming. Ele levou o prêmio pelo episódio Piloto de House Of Cards, destaque da Netflix.

Seriados que correram por fora, como Veep, Political AnimalsNursie Jack The Big C, ganharam não só prêmios, mas também o reconhecimento do público.

Mas a grande sensação do Emmy foi mesmo Behind the candelabra – telefilme  produzido pela HBO -, que ganhou em 11 das 15 categorias pelas quais foi indicada, sendo nove delas nas premiações técnicas.

Veja abaixo os vencedores do Emmy 2013!

DRAMA

Melhor série dramática
“Breaking bad”
“Game of thrones”
“Mad men”
“Downton abbey”
“Homeland”
“House of cards”

Melhor Roteiro em Série de Drama 
“Breaking Bad” (George Mastras) – Dead Freight
“Breaking Bad” (Thomas Schnauz) – Say My Name
“Downton Abbey” (Julian Fellowes) – Episódio 4
“Game of Thrones” (David Benioff e D.B. Weiss) – The Rains Of Castamere
“Homeland” (Henry Bromell) – Q&A

Melhor ator em série dramática
Kevin Spacey (“House of cards”)
Hugh Bonneville (“Downton abbey”)
Jon Hamm (“Mad men”)
Damian Lewis (“Homeland”)
Bryan Cranston (“Breaking bad”)
Jeff Daniels (“The Newsroom”)

Melhor atriz em série dramática
Michelle Dockery (“Downton abbey”)
Elizabeth Moss (“Mad men”)
Claire Danes (“Homeland”)
Vera Farmiga (“Bates Motel”)
Kerry Washington (“Scandal”)
Robin Wright (“House of cards”)
Connie Britton (“Nashville”)

Melhor atriz coadjuvante em série dramática
Emilia Clarke (“Game of thrones”)
Anna Gunn (“Breaking bad”)
Maggie Smith (“Downton abbey”)
Morena Baccarin (“Homeland”)
Christina Hendricks (“Mad men”)
Christine Baranski (“The good wife”)

Melhor ator coadjuvante em série dramática
Aaron Paul (“Breaking Bad”)
Bobby Cannavale (“Boardwalk Empire”)
Jim Carter (“Downton abbey”)
Peter Dinklage (“Game of thrones”)
Jonathan Banks (“Breaking bad”)
Mandy Patinkin (“Homeland”)

Melhor Direção em Série de Drama
“Boardwalk Empire” (Tim Van Patten) – Margate Sands
“Breaking Bad” (Michelle MacLaren) – Gliding Over All
“Downton Abbey” (Jeremy Webb) – Episódio 4
“Homeland” (Lesli Linka Glatter) – Q&A
“House Of Cards” (David Fincher) – Episódio 1

COMÉDIA

Melhor série de comédia
“Louie”
“Girls”
“30 rock”
“Veep”
“Modern family”
“The big bang theory”

Melhor ator em série de comédia
Alec Baldwin (“30 Rock”)
Jason Bateman (“Arrested Development”)
Louis C.K. (“Louie”)
Don Cheadle (“House of lies”)
Matt Leblanc (“Episodes”)
Jim Parsons (“The big bang theory”)

Melhor atriz em série de comédia
Laura Dern (“Enlightened”)
Lena Dunham (“Girls”)
Edie Falco (“Nurse Jackie”)
Tina Fey (“30 Rock”)
Julia Louis-Dreyfus (“Veep”)
Amy Poehler (“Parks And Recreation”)

Melhor atriz coadjuvante em série de comédia
Mayim Bialik (“The big bang theory”)
Merritt Wever (“Nurse Jackie”)
Julie Bowen (“Modern family”)
Sofía Vergara (“Modern family”)
Jane Krakowski (“30 Rock”)
Jane Lynch (“Glee”)
Anna Chlumsky (“Veep”)

Melhor ator coadjuvante em série de comédia
Ed O’Neill (“Modern family”)
Jesse Tyler Ferguson (“Modern family”)
Ty Burrell (“Modern family”)
Tony Hale (“Veep”)
Adam Driver (“Girls”)
Bill Hader (“Saturday night live”)

Roteiro em Série de Comédia 
“Episodes” (David Crane e Jeffrey Klarik) – Episódio 2×9
“Louie” (Louis CK e Pamela Adlon) – Daddy’s Girlfriend (Part 1)
“The Office” (Greg Daniels) – Finale
“30 Rock” (Jack Burditt e Robert Carlock) Hogcock!
“30 Rock” (Tina Fey e Tracey Wigfield) – Last Lunch

Direção em Série de Comédia 
“Girls” (Lena Dunham) – On All Fours
“Glee” (Paris Barclay) – Diva
“Louie” (Louis CK) – New Year’s Eve
“Modern Family” (Gail Mancuso) – Arrested 
“30 Rock” (Beth McCarthy-Miller) – Hogcock!/Last Lunch

MINISSÉRIE E TELEFILME

Melhor Roteiro – Minissérie, Telefilme ou Especial
“Behind The Candelabra” (Richard LaGravenese)
“The Hour” (Abi Morgan)
“Parade’s End” (Tom Stoppard)
“Phil Spector” (David Mamet)
“Top Of The Lake” (Jane Campion e Gerard Lee)

Melhor minissérie ou filme
“American Horror Story”
“Behind the candelabra”
“The Bible”
“Phil Spector”
“Political animals”
“Top of the lake”

Melhor ator em minissérie ou filme
Benedict Cumberbatch (“Parade’s end”)
Matt Damon (“Behind the candelabra”)
Michael Douglas (“Behind the candelabra”)
Toby Jones (“The girl”)
Al Pacino (“Phil Spector”)

Melhor atriz em minissérie ou filme
Jessica Lange (“American horror story”)
Laura Linney (“The Big C”)
Helen Mirren (“Phil Spector”)
Elizabeth Moss (“Top of the lake”)
Sigourney Weaver (“Political animals”)

Melhor ator coadjuvante em minissérie ou filme
James Cromwell (“American horror story”)
Zachary Quinto (“American horror story”)
Scott Bakula (“Behind the candelabra”)
John Benjamin Hickey (“The Big C”)
Peter Mullan (“Top of the lake”)

Melhor atriz coadjuvante em minissérie ou filme
Sarah Paulson (“American horror story”)
Imelda Staunton (“The girl”)
Ellen Burstyn (“Political animals”)
Charlotte Rampling (“Restless”)
Alfre Woodard (“Steel Magnolias”)

Melhor Direção em Minissérie, Telefilme ou Especial
Behind The Candelabra (Steven Soderbergh)
“The Girl” (Julian Jarrold)
“Phil Spector” (David Mamet)
“Ring Of Fire” (Allison Anders)
“Top Of The Lake” (Jane Campion e Garth Davis) – Parte 5

Melhor reality show de competição
“The amazing race”
“Dancing with the stars”
“Project runaway”
“So you think you can dance”
“Top chef”
“The voice”

VARIEDADES

Melhor série de variedades
“The Colbert report”
“The daily show”
“Jimmy Kimmel live”
“Late night with Jimmy Fallon”
“Real time with Bill Maher”
“Saturday night live”

Melhor Roteiro em série de variedades
“The Colbert Report”
“The Daily Show With Jon Stewart”
“Jimmy Kimmel Live”
“Portlandia”
“Real Time With Bill Maher”
“Saturday Night Live”

Melhor Direção em série de variedades
James Hoskinson (“The Colbert Report”)
Chuck O’Neil (“The Daily Show With Jon Stewart”)
Andy Fisher (“Jimmy Kimmel Live”)
Jerry Foley (Late Show With David Letterman”)
Jonathan Krisel (“Portlandia”)
Don Roy King (“Saturday Night Live”)

The Bridge – Old Friends e Take the Ride, Pay the Toll

Data/Hora 22/09/2013, 21:27. Autor
Categorias Reviews

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Quando alguém me perguntava sobre The Bridge eu respondia que se tratava de série policial, na qual as polícias americana e mexicana trabalhavam em conjunto para resolver um crime que ocorreu na fronteira entre os dois países. Mas ela é muito mais que isso, e arrisco a dizer que seu foco principal é a amizade inesperada. A relação construída ao longo da temporada entre Marco e Sonya e Daniel e Adriana são algum dos exemplos do que eu estou falando.

Durante a exibição de boa parte da temporada e nas sinopses liberadas antes mesmo da estreia, eles falavam em um serial killer. Eu mesmo já mencionei esse termo nos meus textos, mas depois de assistir a Old Friends e Take the Ride, Pay the Toll tive que mudar complemente meu conceito e reavaliar quase tudo que pensava sobre a série.

David Tate não é um serial killer, apenas queria vingar morte de seu filho através de um plano bem elaborado. Cada passo milimetricamente pensado para atingir seu alvo, Marco Ruiz, que para ele era um dos grandes responsáveis pela sua dolorosa perda.

Agora vamos ao que interessa.

“Caleb (filho de Tate) pagou pelos pecados da mãe e você (Gus) pelos do seu pai (Marco)”. É com essa frase que eu resumo o 10º episódio, Old Friends, de The Bridge. Depois de três episódios eletrizantes, este foi mais “calmo” e reflexivo.

Vimos uma Sonya bastante debilitada fisicamente depois do acidente que sofreu, mas com a mente a mil. Ela logo volta ao trabalho para ajudar Marco a encontrar seu filho. Ele por sua vez está muito abalado psicologicamente com aquilo tudo, apesar de não admitir.

Daniel tem uma recaída e acaba contando para Adriana o porquê de ser uma das peças desse confuso jogo: ele não testemunhou contra seu amigo Santi Jr., em troca de um emprego e status. Ela acaba convencendo o amigo a ir ao AA. Na saída, Tate também sequestra Daniel.

Marco recebe instruções de Tate de onde e como encontrá-lo. Como deve ir sozinho, ele pede que Sonya minta caso pergunte por ele. Descobrimos também que Gus está preso em um tonel de água que vai enchendo aos poucos.

Take the Ride, Pay the Toll tem a sua ação centrada bem no meio da ponte. Literalmente. É lá que Tate (vestindo um colete de explosivo) resolve acertar suas contas com Marco. Paralelo a isso, Sonya segue seus instintos e descobre onde está Gus.

Tate continua seus jogos psicológicos com Marco e pede que ele mate Daniel como condição de dizer onde está Gus. O policial acaba não conseguindo e Tate acerta o jornalista que caí da ponte. A tensão continua e Tate insiste que Marco o mate. Sonya vai ao encontro dos dois e tenta impedir que Marco faça uma besteira. Ela diz que Gus está vivo, mas a nossa queria policial tem muitas qualidades, mas mentir não é uma delas.

Ao descobrir que o filho está morto, Marco perde a cabeça e vai para cima do assassino! Sonya, para evitar o pior, acaba acertando a perna de seu parceiro e na sequência Tate, que vai preso.

Passado todo esse susto, Sonya, aconselhada por Hank, vai visitar Marco no hospital. Porém ele é muito ríspido, provavelmente ainda não teve tempo de processar tudo que aconteceu. Contudo não gostei da forma como ele a tratou, mas no fundo eu entendo.

Muito triste ver Marco se despedindo do filho. Têm poucos episódios que os dois se aproximaram novamente (tudo parte do plano de Tate). Impossível não se emocionar. Atuação de Demian na medida e uma trilha sonora perfeita.

Apesar de parecer o final da temporada, ainda têm muitas arestas para serem aparadas. Ainda temos dois episódios pela frente. Vamos ver o que os produtores e roteiristas preparam.

Considerações finais:

– Apesar de ter levado um tiro e cair da ponte, Daniel está vivo. Vaso ruim não quebra! Tudo bem que ele está muito mal, mas vamos torcer.

– Steven, cadê você meu filho?

– Charlote, a assassina do deserto. Ninguém sentiu falta de Graciela? Tim foi outro que não disse a que veio e morreu.

– Ray, acho melhor você voltar para Cougar Town (para quem não sabe, o ato Brian Van Holt também faz parte do elenco regular da série).

– Prevejo muitas indicações para os prêmios do ano que vem. Espero!

Se você ficou curioso sobre a música que embala o final do episódio, Nick Cave and the Bad Seeds com a música Push the Sky Away, segue abaixo o áudio:

Jon Hamm e Amy Poehler vão dar festa para os perdedores do Emmy

Data/Hora 22/09/2013, 21:03. Autor
Categorias Notícias

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Hoje (22) é a noite mais esperada por atores, diretores e produtores televisivos. É dia de Emmy Awards! A grande premiação do mundo do entretenimento sediada em Los Angeles é o prêmio mais cobiçado por quem trabalha nas telinhas e tem um valor enorme no currículo dos programas de TV.

Graças aos atores Jon Hamm (Mad Men) e Amy Poehler (Saturday Night Live), quem não sair da premiação com uma estatueta também vai ter um lugar para comemorar.  Em clima de brincadeira, eles vão dar uma festa para aqueles que perderem este ano. Jon contou ao E! News um pouco sobre a festa secreta, e disse que ele e Amy já vinham planejando-a desde o Emmy do ano passado, quando Kristen Wiig perdeu o Emmy de atriz coadjuvante em série de comédia para Julie Bowen e transformou seu quarto e hotel num salão de festas.

“Nós chamamos o quarto de ‘Lounge dos Perdedores’ porque todos que estavam lá tinham perdido” disse Hamm. “Depois pensamos ‘aquela foi uma festa divertida. Nós devíamos fazer novamente, mas maior, melhor, chamar os nossos amigos que não vão vencer e nos divertir”.

Batizada de ”Losers Party” (”Festa dos Perdedores”), a festa tem como objetivo divertir – e distrair – os amigos que sairão da premiação sem nenhum prêmio. Os vencedores também não ficam de fora. Para participarem, devem deixar suas estatuetas do lado de fora e doar uma quantia de no mínimo 1.000 dólares para uma instituição de caridade.

A ”Losers Party” não será a única festa da noite. A Governors Ball será a grande atração depois da premiação. Segundo a CBS, cerca de 3.800 pessoas foram convidadas para a festa que acontecerá no salão oeste do Los Angeles Convention Center. A decoração vai ser inspirada numa floresta encantada e The Red Hot Band e Jessica Mauboy serão algumas das atrações musicais.

Jon Hamm e Amy Poehler  foram indicados ao Emmy novamente esse ano. Ele concorre na categoria de melhor ator de série dramática por Mad Men e ela, em melhor atriz em série de comédia por Parks and Recriation.

Com informações do Huffington Post

The Newsroom – Election Night, Partes 1 e 2

Data/Hora 22/09/2013, 17:39. Autor
Categorias Reviews

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The Newsroom teve uma temporada curta, intensa e marcante. A série cresceu e, muito, e o seu maior feito foi, ao longo das semanas, arrebanhar de volta um público que parecia ter desacreditado no show após seu primeiro ano.

Quando abri as reviews da temporada, eu particularmente não acreditava na renovação da série para um terceiro ano. Me preparei pscicologicamente para me despedir. E também fiz uma observação crítica sobre as comparações de The Newsroom com Studio 60 on the Sunset Strip. E aqui estou eu, sete ou oito semanas depois, voltando ao tema: parece que bateu um medo de Newsroom repetir Studio 60, um pânico de cancelamento. É assim que justifico este final feliz, amarradinho, quase final de telenovela com que a série chegou ao fim de sua segunda temporada neste domingo nos EUA (ou segunda, pra quem viu pela HBO Brasil).

Este é o meu problema com esta season finale: não acho que Will pedir Mac em casamento seja o mais verossímel e o melhor desfecho possível da temporada. Gosto da minha The Newsroom realista. E acho que isto será um problema no próximo ano – porque The Newsroom justamente deu certo em 2013 quando priorizou os dramas do fazer jornalistico em deterimento dos dramas amorosos dos protagonistas. A terceira temporada parece que inciará com uma inversão desta lógica. O caminho é perigoso – mas é, obviamente, melhor do que não ter um terceiro ano, isto todo mundo concorda.

Os dois episódios da Election Night retomam a relação entre Will e Mac – e já era hora. O primeiro episódio é todo da Emily Mortimer, que tem ali sua melhor perfomance na temporada. Ela está acabada e transparece isto na tela e o que acaba com ela é a sensação de que se sente culpada por tudo que aconteceu e que, em algum momento, será punida por Will por ter sujado sua carreira. É incrível que uma mulher tão brilhante não consiga separar o pessoal do profissional. Ela dá o mesmo peso ao fim da relação dos dois no passado e aos acontecimentos da Operação Genoa. (Mas também é irônico que Will a peça em casamento justamente após ter um insight numa discussão sobre Genoa. Será que é uma característica de todo jornalista ser incapaz de compartimentalizar a vida?).

Eu esperava que o desfecho disto seria mesmo Will encerrar o passado e a relação dos dois dar um passo adiante. Mas daí direto para um pedido de casamento me parece um passo radical. Agora, esta é a minha única implicância com o episódio, que de resto é brilhante.

Outro arco fechado é o de Maggie e seus cabelos curtos e vermelhos. Esta storyline foi importante para a temporada, e encerra bem, sem surpresas, especialmente pelo fato de que já sabíamos o que tinha acontecido e porque Maggie não tinha com quem contracenar – Don partiu para outra (comprando o livro de Sloan por mil dólares em um leilão silencioso) e Jim agora tem uma namorada. A solução foi trazer de volta pra série a amiga de Maggie, Lisa, e reaproximar Maggie e Jim.

As duas horas de Election Night foram emocionantes e muito divertidas. Sabe aqueles episódios de Grey’s Anatomy em que os médicos estão excitados com a possibilidade de fazer um procedimento médico inédito e sofisticado? Ou um episódio de uma série policial, tipo Castle ou Elementary, em que o protagonista fica empolgado diante um crime misterioso? Pois é? Coberturas de apuração de eleições tem este efeito em jornalistas. É um mar de números e assuntos para debater e é tudo ágil e rápido e emocionante. Ou como diz Will diz para Mac: “vão ser ser seis horas de cobertura das eleições. Pra você e pra mim é como se fosse uma orgia num spa onde a TV não parasse de passar futebol americano universitário e seus sapatos Christian Louboutin nascessem em árvores”. O episódio captou muito bem este espírito.

Pode ter sido um episódio difícil pro telespectador brasileiro – já que o sistema eleitoral americano é complexo e sofisticado (cada estado computa os votos do colégio eleitoral para presidente de uma forma diferente, o voto para o Congresso é distrital, e por ser um país com múltiplos fusos horários, a apuração acontece em alguns estados enquanto outros ainda estão em votação, entre outros detalhes). Mas o episódio foi muito feliz em mostrar o ritmo de uma cobertura eleitoral – e eu aconselho a quem puder rever o episódio e, dar pause, rewind e play sem medo, em busca dos detalhes e de uma maior compreensão.

Uma das boas histórias da finale foi o erro cometido por Jim ao anunciar muito antes a projeção o vencedor do resultado do primeiro distrito de Michigan – confundido por ele com a sigla do Mississipi. De fato, o republicano Dan Benishek venceu a eleição (pra sorte de Jim e Maggie) por uma margem extremamente estreita – no final foram 2.297 votos, cerca de 0,5% do total de votos do distrito.

The Newsroom - Election Night, Part 2

Eu gosto também bastante da cena, no primeiro episódio, em que Elliot passeia pela redação e mostra a tal “mesa de decisões”, a estrutura montada pela ACN para tentar antecipar o resultado das eleições. Primeiro porque mostra que as redes de TV adoram mostrar seus investimentos e suas inovações – na última eleição no Brasil tivemos um boom de telas interativas, lembra? – apesar de que na prática isto pouco mude a vida do telespectador. Segundo porque é engraçado ver Don tentando desconcentrar Elliot. A cena mostra bem o que é a loucura de uma cobertura de seis horas ao vivo – onde tudo pode dar errado, a qualquer momento.

O clown do episódio foi Sloan, com declarações infelizes no primeiro episódio, e depois sendo cortada múltiplas vezes ao longo da transmissão. É o tal humor bobo do Aaron Sorkin que comentei em outra review – por um lado é engraçado, porque estas coisas acontecem mesmo nos telejornais, por outro lado é um humor infantil demais pro padrão The Newsroom. De qualquer maneira, a boa notícia é que Sloan deve ganhar mais espaço no terceiro ano, já que sua relação com Don agora ultrapassa a barreira da amizade. Eles são o grande casal para se torcer no ano que vem.

É de Don a minha cena preferida da parte 2 de Election Night. É quando ele chama Rebecca para sua sala para dizer que quer processar Jerry Dantana. Mais cedo, Don enfrenta Will, confirmando que pedirá demissão se Charlie e Will fossem afastados da ACN. Ele busca a atitude digna, moralmente correta. Por isto a importância da conversa com a Rebecca: partir é o que ele diz que irá fazer, mas não o que de fato ele quer. Ele quer ficar, quer lutar e quer que nada mude. The Newsroom abordou neste segundo ano, essencialmente, a ética profissional. E nela fomos impactados com os mais éticos jornalistas na tela – mesmo quando ser ético é particularmente doloroso. A angústia de Don reflete isto.

A presença de Rebecca no episódio também é especial. Marcia Gay Harden foi a melhor adição ao elenco nesta temporada e encerra o episódio quase como um grilo falante – vocês repararam que foi ela que foi convencendo um a um do que é o correto a se fazer seria lutar? Eis que, na cena final, todos, sem exceção, estão na mesma página – eles vão permanecer na empresa e vão lutar na justiça pela credibilidade da empresa.

Marcia Gay Harden foi a melhor adição, mas também é preciso dizer que The Newsroom cresce a cada cena em Reese e Leona estão na tela. Eles são os responsáveis finais pelos empregos daquelas pessoas. É divertido ver como a perspectiva deles é diferente das dos demais – afinal, enquanto outros trabalham, eles promovem uma festa. Mas a decisão final é do patrão. Sempre.

Mais que um bom episódio, The Newsroom entregou uma temporada impecável. É só o que se pode dizer. Agora é esperar o que 2014 nos trará.

The Newsroom - Election Night, Part 2

Breaking Bad – Ozymandias

Data/Hora 22/09/2013, 16:24. Autor
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Palavras não fazem justiça a uma das horas mais emocionalmente destrutivas, dramáticas e ainda satisfatórias que eu já tive a oportunidade de assistir. Não houve apenas uma cena de destaque, ou alguns picos de tensão insuportável. Este foi um episódio onde tudo e todos os envolvidos no seriado se uniram pra criar uma obra que George Martin nenhum conseguiria colocar defeito. Bryan Cranston e Anna Gunn criaram juntos uma das melhores cenas (provavelmente a melhor) como Walter e Skyler White. Betsy Brandt e RJ Mitte não ficaram atrás, bem como, Dean Norris em uma sequência quase que perfeita na atuação.

O episódio começa outra vez com uma narrativa não linear, agora tão familiar em Breaking Bad. Um salto, e somos remetidos a um prólogo longe da saraivada de tiros e a angústia do final de To’Hajiilee. Assim como em Box Cutter, o primeiro episódio da quarta temporada, que usa a mesma técnica a fim de mostrar ao público o primeiro dominó caído, e as razões que, nesse caso, geraram a morte de Gale. A abertura de Ozymandias enfatiza o mesmo sentimento, em uma cena onde Walter e Jesse trabalham juntos pela primeira vez. Onde ainda havia inocência em ambos os lados, onde a primeira mentira de Walter foi encenada em um lugar chamado To’ Hajiilee, o grande palco do seriado.

E nesse mesmo local, Gomie e Hank encontram seu destino fatídico. O episódio anterior não terminou bem para esses personagens, as chances não eram boas. Mesmo assim, mesmo que esse destino fosse insinuado, ver a maneira tragicamente simples como os personagens foram “despachados” chocou. A primeira vez que vemos Gomez, ele já estava morto, e Hank tem uma bala na perna, olhando para a arma como sua última linha de defesa, impotente e se arrastando pelo chão – em uma sutil referência ao episódio One Minute.

O impressionante nessa cena foi ver Walter lutando pela vida de Hank, como se estivesse lutando por si mesmo, pelo último suspiro de uma humanidade que há tanto tempo está em um estado terminal. O genial e manipulativo Walter White não é capaz de convencer os nazistas a pouparem a vida de seu cunhado. Em lágrimas e desespero, Walter pede ajuda a Hank, o que gerou um dos melhores momentos do seriado. Em um último ato repleto de dignidade, orgulho e coragem, Hank finalmente fala a Walter: “Você é o cara mais inteligente que já conheci, e estúpido demais para entender que ele já decidiu (me matar) dez minutos atrás”. Assim, o personagem com o maior apelo heroico do seriado tem sua vida ceifada por um tiro na cabeça, e agora jaz em uma cova rasa, indiretamente, cavada por Walter.

Todas as tramas que foram aos poucos desenvolvidas na segunda parte da quinta temporada avançaram em ritmo inacreditável. Em 20 minutos de episódio Walter perde todo o controle, permanece fraco, ele não é mais o ”imperador” Heisenberg. Como o soneto de Shelley, que deu nome ao episódio, diz “nada mais resta: em redor a decadência, daquele destroço colossal, sem limite e vazio. As areias solitárias e planas espalham-se para longe”.

Não há dúvida que Jesse está no inferno. Preste a morrer, Todd intervém como uma questão de segurança “empresarial”, mas mais como um meio de tortura. E Walter se entregando a seu ódio rancoroso, torcendo a faca da culpa, confessa a verdade sobre a morte de Jane. Em um episódio cheio de monólogos, brigas, morte e destruição, eis o discurso concebido para infligir o máximo de dor: “Eu assisti Jane morrer. Eu estava lá. E a vi morrer e sufocar até a morte. Eu poderia ter salvado. Mas eu não fiz.” É apenas selvagem e emocional, com a única função de antecipar a morte de Jesse, que agora voltou a ser um homem abatido e vazio, já sem forças de lutar. O cão raivoso agora está na coleira, mantido em um poço, arrastado para fora apenas para ser forçado a cozinhar metanfetamina, com uma foto de Andrea e Brock posta como lembrete e uma ameaça.

Walter ainda está sob a impressão equivocada de que ele tem um mínimo de controle sobre a situação. Mas depois de outro ataque verbal de seu filho, Skyler chega a seu limite. Skyler finalmente decide ser aquela que protege a família do homem que a “protege”, ela vê que os motivos de Walter são os mais egoístas e novamente volta a se impor. O foco da câmera nas facas vem como um presságio da violência que está por vir. Walt e Skyler brigam, até que Júnior intervém parar defender sua mãe e chama a polícia (Vai, Flynn!); Holly gritando no fundo; Walt insistindo que eles ainda eram uma família. E em um ato final, egoísta e pretendendo castigar Skyler, Walter foge com a bebê Holly. E como uma mãe desesperada correndo pelas ruas, coberta de sangue, gritando por sua filha, Anna Gunn nunca foi tão empática em seu desempenho com atriz.

“Ozymandias”, o soneto escrito por  Percy Bysshe Shelley, descreve temas como a arrogância, a transitoriedade do poder, a permanência da arte e a relação entre o artista e sua obra. Não acredito que melhor figura de linguagem pudesse ser utilizada para escrever de maneira tão sublime a condição de nosso protagonista. Heisenberg, “aquele que bate”, nunca se viu tão impotente, e tudo que sua “arte”, sua obra deixou foi um legado de dor. Walt acaba na mesma interseção que Jesse, em frente a mesma estrutura que lembra um cemitério, à espera de que a minivan vermelho para levá-lo para uma outra vida.

O episódio, em suma, foi sobre perda e luto. Foi sobre como os atos ecoaram desde o primeiro momento em que Walter e Jesse dirigiram pela primeira vez até To’Hajiilee. Tudo o que Walter tocou uma vez se inflamou até apodrecer. Sua família foi irremediavelmente destruída pela própria ação que tinha o intuito de garantir o seu futuro. Jesse está preso em um tipo de morte em vida. E Walter White finalmente sucumbiu à arrogância de sua outra metade, Heisenberg.

Os oito episódios finais estão amarrando a trama aos poucos sem deixar pontas soltas. Logo teremos as respostas para as perguntas levantadas no primeiro episódio desse arco final (Pra que ricina? E quem terá o destino decidido por uma M60?). As teorias são muitas, mas depois de um episódio do calibre de Ozymandias, minha única expectativa aos episódios finais de Breaking Bad, que terão 70 minutos, é sobreviver. Alguém aí quer assistir Rains of Castemare pra animar o dia?

– “Mama!” Holly White.

Quem vai ganhar? Confira as nossas apostas para o Emmy 2013!

Data/Hora 22/09/2013, 15:17. Autor
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Fizemos uma lista com as nossas apostas para o 65ª edição do Emmy, que vai ao ar hoje na Warner, ao vivo, às 21h. Enquanto a festa não começa, que tal dar a sua opinião também?

Vamos lá!

Melhor ator em série dramática
Kevin Spacey (“House of cards”)
Hugh Bonneville (“Downton abbey”)
Jon Hamm (“Mad men”)
Damian Lewis (“Homeland”)
Bryan Cranston (“Breaking bad”)
Jeff Daniels (“The Newsroom”)

Melhor atriz em série dramática
Michelle Dockery (“Downton abbey”)
Elizabeth Moss (“Mad men”)
Claire Danes (“Homeland”)
Vera Farmiga (“Bates Motel”)
Kerry Washington (“Scandal”)
Robin Wright (“House of cards”)
Connie Britton (“Nashville”)

Melhor atriz coadjuvante em série dramática
Emilia Clarke (“Game of thrones”)
Anna Gunn (“Breaking bad”)
Maggie Smith (“Downton abbey”)
Morena Baccarin (“Homeland”)
Christina Hendricks (“Mad men”)
Christine Baranski (“The good wife”)

Melhor ator coadjuvante em série dramática
Aaron Paul (“Breaking bad”)
Bobby Cannavale (“Boardwalk Empire”)
Jim Carter (“Downton abbey”)
Peter Dinklage (“Game of thrones”)
Jonathan Banks (“Breaking bad”)
Mandy Patinkin (“Homeland”)

Melhor série de comédia
“Louie”
“Girls”
“30 rock”
“Veep”
“Modern family”
“The big bang theory”

Melhor série dramática
“Breaking bad”
“Game of thrones”
“Mad men”
“Downton abbey”
“Homeland”
“House of cards”

Melhor ator em série de comédia
Alec Baldwin (“30 Rock”)
Jason Bateman (“Arrested Development”)
Louis C.K. (“Louie”)
Don Cheadle (“House of lies”)
Matt Leblanc (“Episodes”)
Jim Parsons (“The big bang theory”)

Melhor atriz em série de comédia
Laura Dern (“Enlightened”)
Lena Dunham (“Girls”)
Edie Falco (“Nurse Jackie”)
Tina Fey (“30 Rock”)
Julia Louis-Dreyfus (“Veep”)
Amy Poehler (“Parks And Recreation”)

Melhor atriz coadjuvante em série de comédia
Mayim Bialik (“The big bang theory”)
Merritt Wever (“Nurse Jackie”)
Julie Bowen (“Modern family”)
Sofía Vergara (“Modern family”)
Jane Krakowski (“30 Rock”)
Jane Lynch (“Glee”)
Anna Chlumsky (“Veep”)

Melhor ator coadjuvante em série de comédia
Ed O’Neill (“Modern family”)
Jesse Tyler Ferguson (“Modern family”)
Ty Burrell (“Modern family”)
Tony Hale (“Veep”)
Adam Driver (“Girls”)
Bill Hader (“Saturday night live”)

Melhor minissérie ou filme
“American Horror Story”
“Behind the candelabra”
“The Bible”
“Phil Spector”
“Political animals”
“Top of the lake”

Melhor ator em minissérie ou filme
Benedict Cumberbatch (“Parade’s end”)
Matt Damon (“Behind the candelabra”)
Michael Douglas (“Behind the candelabra”)
Toby Jones (“The girl”)
Al Pacino (“Phil Spector”)

Melhor atriz em minissérie ou filme
Jessica Lange (“American horror story”)
Laura Linney (“The Big C”)
Helen Mirren (“Phil Spector”)
Elizabeth Moss (“Top of the lake”)
Sigourney Weaver (“Political animals”)

Melhor ator coadjuvante em minissérie ou filme
James Cromwell (“American horror story”)
Zachary Quinto (“American horror story”)
Scott Bakula (“Behind the candelabra”)
John Benjamin Hickey (“The Big C”)
Peter Mullan (“Top of the lake”)

Melhor atriz coadjuvante em minissérie ou filme
Sarah Paulson (“American horror story”)
Imelda Staunton (“The girl”)
Ellen Burstyn (“Political animals”)
Charlotte Rampling (“Restless”)
Alfre Woodard (“Steel Magnolias”)

Melhor reality show de competição
“The amazing race”
“Dancing with the stars”
“Project runaway”
“So you think you can dance”
“Top chef”
“The voice”

Melhor série de variedades
“The Colbert report”
“The daily show”
“Jimmy Kimmel live”
“Late night with Jimmy Fallon”
“Real time with Bill Maher”
“Saturday night live”

Confira novo vídeo promocional de ‘American Horror Story: Coven’

Data/Hora 22/09/2013, 13:43. Autor
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O canal FX lançou mais um vídeo promocional de American Horror Story: Coven. O trailer mostra as primeiras cenas dessa temporada, dando uma ideia de como a escola de bruxas vai ser comandada por Fiona (Jessica Lange).

NOTÍCIAS | Novas fotos promocionais de ‘American Horror Story: Coven’ são divulgadas

 

A terceira temporada da série vai contar com 13 episódios e se passa na cidade de Nova Orleans nos Estados Unidos, local em que uma escola de bruxas recebe novatas afim de se protegerem de ataques misteriosos. No meio do tumulto está a recém-chegada Zoe (Taissa Farmiga), alguém que guarda um terrível segredo.

Alarmada pelas recentes agressões, Fiona, a grande líder que estava afastada há um longo tempo, retorna para a cidade determinada a proteger o clã das bruxas — e vai acabar com qualquer pessoa que cruzar o seu caminho. A trama também traz um clã inimigo de Fiona, que são praticantes de vodu comandadas por Marie Laveau (Angela Basset).

Além do víde promocional, o canal também divulgou mais um teaser:

 

A estreia de American Horror Story: Coven será na quarta-feira, dia 09 de outubro, às 22 hrs no FX.

Com informações do Spoiler TV (aqui e aqui).

‘King & Maxwell’ é cancelada

Data/Hora 22/09/2013, 13:22. Autor
Categorias Notícias

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A TNT decidiu não renovar King & Maxwell para uma segunda temporada, devido ao baixo desempenho que a série vinha registrando junto a seu público. A série, que  foi desenvolvida para a rede CBS, mas acabou ficando com a TNT, teve uma marca de 3.5 milhões de espectadores em sua estreia, que aconteceu em 10 de junho deste ano. Depois disso, ao longo de seus dez episódios, King & Maxwell manteve uma média de 3.1 milhões.

A história de King & Maxwell é centrada em Sean King (Jon Tenney, de The Closer) e Michelle Maxwell (Rebecca Romijn, de X-Men), dois ex-agentes secretos que, atualmente, trabalham como investigadores particulares. A dupla, no entanto, foge aos padrões e possui muitos talentos especiais, que os ajudam na captura de suspeitos. O projeto foi criado por Shane Brennan (NCIS:LA), Karen Spiegel e Grant Anderson – com base na obra de David Baldacci.

O anúncio  do cancelamento foi feito logo depois que a TNT encomendou a série Murder in the First para o seu calendário de estreias de 2014. Ainda não há informações sobre o futuro de Franklin & Bash, que também teve uma média de público baixa.

Com informações do TV Line.

No Dia Mundial Sem Carro, tire sua bicicleta de casa

Data/Hora 22/09/2013, 12:22. Autor
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O trânsito. Aquele inconveniente do dia-a-dia que já deixou muita gente estressada, furiosa, desanimada. Doente. Se você mora em uma cidade de médio ou grande porte, já passou pelas dificuldades trazidas pelo excesso de veículos automotores: congestionamentos, acidentes e muita, muita dor de cabeça.

Desde o surgimento dos automóveis com motor de combustão interna à gasolina, no final dos anos 1800, a produção de automóveis só fez crescer. Se no início os carros eram artigo de luxo e fator de distinção social, com o passar do tempo sua popularização fez com que o panorama mudasse gradativamente. Hoje, é, especialmente, o preço e a marca do automóvel que ficam encarregados dessa distinção. Cada vez mais pessoas possuem carros. E nem poderia ser diferente. De acordo com a Worldometers, em 2012 se quebrou a marca dos 60 milhões de carros de passageiros produzidos no mundo todo. Em 2013, esse número tende a aumentar, já que até agora foram produzidos cerca de 49 milhões de veículos de passageiros. Com isso, já atingimos a alarmante marca de um carro para cada 11 habitantes, em nível mundial. Marca que não para de crescer.

Preocupadas com a precarização do trânsito, autoridades francesas instituíram na França, em 1997, o dia 22 de setembro como o Dia Mundial Sem Carro (ou ainda Sem Trânsito). Aqui no Brasil, a data passou a ser celebrada em 2003. A maior preocupação das autoridades, nessa data, é trabalhar a conscientização do público para uma utilização mais racional e segura do trânsito, bem como propor novas formas de mobilidade, visando reduzir a quantidade de veículos nas estradas.

E uma das formas de transporte mais estimuladas e promovidas, atualmente, é a bicicleta. Isso porque apesar dela ser o meio de transporte mais utilizado no mundo, sua utilização é baixa exatamente nas áreas que tem o pior trânsito.

Na esteira da criação de uma nova geração de ciclistas, vêm as campanhas de conscientização de motoristas e ciclistas, visando uma coexistência harmônica entre os públicos e a redução do número de acidentes. As autoridades desejam que peguemos a bicicleta e sigamos para a rua. Mas com segurança. Milhares de pessoas simplificando suas vidas dia após dia.

E assim como na vida real muitas pessoas optam por simplificar sua vida e fazer sua parte para evitar quilômetros de congestionamento e muitas horas perdidas no trânsito, vários personagens dos seriados também preferem fazer sua parte pedalando. E não é de hoje.

Ah, os saudosos anos 80. Naquela época, sem tanto acesso às novidades tecnológicas e praticamente sem acesso à internet, os adolescentes passavam mais horas na rua, se divertindo e jogando papo fora com os amigos. E Kevin Arnold, de The Wonder Years, fazia boa parte de suas atividades preferidas a bordo de sua bicicleta. Ao ir para a escola, sair para brincar na rua e para encontrar os amigos de bike, Kevin representou muito bem uma geração de adolescentes que tinha na “magrela” a melhor amiga. E, sem dúvida, de todos aqueles que adoram utilizar suas bicicletas não só como meio de locomoção, mas também de lazer.

Mas engana-se quem pensa que andar de bicicleta de um lado para o outro é coisa típica de criança ou adolescente. Até mesmo os mais poderosos adultos costumam fazer bom uso do meio de condução. Que o diga a poderosíssima Phoebe Halliwell, de Charmed, que só foi adquirir um carro lá pela quinta temporada do seriado.

Aliás, falando em adultos, vários deles utilizam a bicicleta para fazer as atividades cotidianas. Charlie Eppes e Amita, casal de Numb3rs, é um clássico exemplo disso.

O Phil, de Modern Family, também. E, além de usar a bicicleta como meio de transporte, ele ainda estimula o uso dela pelo restante da família. Diversão consciente e saudável. Inclusive, Phil tentou utilizar a nova bicicleta de Luke para dar uma lição sobre responsabilidade no garoto. Família que pedala unida, permanece unida (e nos garante algumas boas risadas).

Ah, isso sem falar em Mike Ross, de Suits. Desde o piloto pudemos notar que ele usa a bicicleta para passear e ir ao trabalho – e sempre com muita segurança, já que o capacete é seu companheiro diário. No apartamento dele, inclusive, podemos ver a companheira diária repousando suavemente na parede. O moço prova que você pode contribuir para um trânsito melhor (e ainda chegar mais rápido) e continuar lindo e charmoso em um terno bem cortado.

A bicicleta é uma marca tão característica de Mike – e, consequentemente, de Suits – que foi utilizada para promover a segunda temporada do seriado a USA Network se uniu à Mr. Porter – marca especializada em vestuário masculino – e colocou nas ruas um exército de modelos lindos em ternos chiques e bonitos. E, é claro, pedalando suas bicicletas. Você pode ver mais sobre a campanha no Curitiba Cycle Chic.

E há também personagem que usa o ciclismo como parte integrante do seu estilo de vida. Adam, de Girls, anda exibindo sua esquisitice fofa de um lado pra outro, em cima de uma bike – até carona para Hannah ele deu. E o meio de transporte casa completamente com a personalidade mais zen e alternativa do moço – e com a proposta do seriado, de mostrar jovens adultos sem muita grana -. Muito embora isso não seja propriamente explorado no seriado, dá pra ter certeza que faz parte dos princípios de Adam andar a pé, de metrô ou de bike, para contribuir para um mundo menos complicado.

E em se tratando de ciclismo, não poderíamos deixar de citar Pacific Blue. Afinal, a série era, de certa forma, sobre as bicicletas, já que os policiais do Departamento de Polícia de Santa Mônica utilizavam exclusivamente esse meio de transporte para patrulhar as praias da região. O seriado – também da USA Network – foi exibido entre 1996 e 2000, deu exemplo em seus 101 episódios.

Depois de ler sobre esses ciclistas da televisão, você resolveu virar ciclista em sua cidade também? A Simone Miletic, nossa colaboradora que entende muito sobre o assunto e vai de bike com frequência, preparou dicas valiosas pra você fazer sua parte com segurança:

1. Você precisa lembrar que a bicicleta é um veículo. Por este motivo está sujeita a alguns deveres previstos pelo Código de Trânsito Brasileiro: o ciclista não pode andar na contramão, já que isso confere uma falsa ilusão de segurança enquanto, na verdade, aumenta os efeitos de uma colisão e consequentemente os riscos para o ciclista; o ciclista não pode transitar na calçada; o ciclista deve se manter nos “bordos” da – sim, o termo é antigo e infeliz, mas ele apenas quer dizer que devemos nos manter nas laterais da pista. Lateral da pista é diferente de sarjeta: não ande nunca na sarjeta! Além das irregularidades, que podem tirar seu equilíbrio, você deixa a impressão para o motorista de carro de que ele pode ultrapassá-lo sem trocar de faixa, o que não deve acontecer.

2. Sim, o ciclista e o motorista não devem ocupar a mesma faixa. Para ultrapassar um ciclista o motorista deve trocar de faixa, sempre lembrando de manter a distância mínima de 1,5 metro da bicicleta.

3. O uso do capacete não é obrigatório. Segundo o Código Brasileiro de Trânsito os equipamentos obrigatórios se referem a iluminação – quanto mais visível você for, mas seguro para você – e ao uso de um pequeno espelho retrovisor nos casos de bicicletas de aro superior ao 20. Contudo, vale usar tudo que te faça sentir mais seguro, incluindo capacete e, até mesmo, cotoveleiras.

4. Falando em iluminação, seja visível. Use roupas que façam com que os outros te vejam, principalmente a noite. Luvas são um acessório importante também: além de proteger suas mãos no manejo do guidão, elas evitam que você corte ou raspe sua mão em uma eventual queda.

5. Quanto às roupas, pode tudo, desde que você se sinta confortável.  A Simone prefere o chamado cyclechic, que consiste em usar roupas mais arrumadinhas para pedalar. Mas nada impede que você se concentre no o bom e velho trio camiseta, bermuda e tênis. Conforto fará com que você tenha mais segurança, e cabe a você encontrar o seu estilo.

6. Use as vias alternativas. É comum quando usamos veículos por muito tempo nos acostumarmos com as grandes avenidas como caminho obrigatório. Com a bicicleta o caminho mais curto não é sempre uma reta: busque ruas calmas e arborizadas, preferencialmente sem linhas de ônibus. Quando achar que o trânsito está muito pesado não tenha vergonha: desmonte e vá para a calçada empurrando sua bicicleta. Espere um pouco. A segurança deve vir sempre em primeiro lugar.

7. Vá devagar. Comece na Ciclofaixa ou na quadra da sua casa. Não ache que só porque está arrasando na ciclovia do parque você estará arrasando nas ruas: são muitos os aclives e declives que não percebemos de carro, mas castigam as pernas. O asfalto também é diferente, buracos não são raros. Então vá pegando o jeito, aumentando aos poucos as distâncias.

8. Sinalize. Sempre. Para o ciclista, os braços funcionam como suas setas. Olhe para o motorista do carro ao lado, para o pedestre que está quase atravessando na sua frente, indique que mudará de faixa ou que vai fazer uma conversão.

9. Peça ajuda. Se tem medo de tentar as ruas sozinho não tem problema: em muitas cidades você encontrará os voluntários do BikeAnjo para os primeiros passeios. Se não houver voluntários na sua cidade, vale procurar os grupos ciclistas, ou ainda, conversar com o pessoal das bicicletarias de rua – eles quase sempre organizam passeios e conhecem os ciclistas da região em que você mora.

10. Para quem resolver encarar, de cara, às idas ao trabalho: uma camiseta extra, lenços umedecidos e o “banho de pia” são seus amigos. Assim como as decidas ao final do caminho, em que o vento ajuda a secar o suor. Se possível se desgaste mais no começo do caminho do que no final, isso permite reduzir o ritmo, o que acalma o coração, o suor e torna a chegada mais fácil.

Lembramos que informação significa, nesse assunto, mais segurança. Então, não deixem de passar no Vá de Bike no Bike Legal. E no blog pessoal da Simone também tem muita dica valiosa sobre o assunto. Leia, pesquise, se informe. E depois, vá de bike.

Turner cria site para receber projetos audiovisuais de produtoras nacionais

Data/Hora 22/09/2013, 11:50. Autor
Categorias Notícias

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A Turner International do Brasil criou um site exclusivo para o recebimento de projetos audiovisuais. A partir de 20 de setembro, o Projetos Turner será o meio oficial disponível a produtores independentes interessados em levar suas ideias a qualquer um dos canais distribuídos pela programadora.

“Nosso objetivo é facilitar e sistematizar o contato com o mercado, atendendo assim a uma demanda do setor com uma plataforma moderna e dinâmica”, disse Anthony Doyle, vice-presidente regional e diretor executivo de conteúdo local.

Uma vez submetido no site www.projetosturner.com, o formulário será enviado diretamente à equipe de produção da Turner, e ficará também acessível a todos os diretores de programação. Para que um projeto seja avaliado, ele deverá ser cadastrado por uma produtora brasileira inscrita na Ancine.

Os projetos voltados para canais adultos serão avaliados pela diretora de conteúdo local, Silvia Elias. No caso de formatos infantis, serão analisados pela gerente de conteúdo do Cartoon Network, Boomerang e Tooncast, Daniela Vieira. Se o projeto passar pela primeira etapa de avaliação, o produtor será convidado para um pitching presencial.
A iniciativa é mais um dos investimentos da Turner International do Brasil em produção nacional, que recentemente consolidou seu departamento com a contratação de dois produtores e dois assistentes.

“Temos certeza que nossos processos ficarão mais ágeis com o uso dessa ferramenta. O site possibilitará o contato permanente com produtores de todo o país.”, completa Silvia Elias.

A Turner Broadcasting System, Inc., subsidiária da Time Warner Inc., é a maior produtora de notícias e entretenimento do mundo e líder na distribuição de programação para a indústria de televisão por assinatura. Em conjunto, os canais da Turner Broadcasting System Latin America, Inc. são os de maior audiência, os mais vistos e mais reconhecidos na América Latina. Os canais distribuídos no Brasil região incluem CNN en Español, CNN International, Boomerang, Cartoon Network, Tooncast, TNT, TCM, Warner Channel, assim como Glitz*, Infinito, I.Sat, TBS muitodivertido, TruTV e Space. Complementando os canais existem os sites em Português..

Com informações da Assessoria da Turner.

Suits – Stay

Data/Hora 22/09/2013, 11:05. Autor
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A nota do episódio deve-se exclusivamente ao momento em que Louis não acha a ficha de Mike nos arquivos de Sheila. O restante poderia ser apagado, deletado, e quem sabe, desse modo, teríamos uma chance de recomeçar.

Lembro-me que no primeiro episódio de Suits, na sua primeira temporada, pensei: mais uma sobre advogados?! Mas para minha surpresa não era mais do mesmo. A forma havia mudado. E episódio após episódio Suits tornava-se uma grata promessa.

Bad Faith (nono episódio da terceira temporada) foi divisor de águas. E sinto que, para a série, foi para pior.

Trazer a antipática Ava Hessington de volta, na season finale, foi sofrível; usá-la como pedal para a história de Harvey e Scottie foi ridículo. A certa altura nem se conseguia mais distinguir o motivo pelo qual a firma estava sendo processada. Os interrogatórios de Tanner mais pareciam uma sessão de terapia. Terapia que, diga-se de passagem, funcionou, já que no final Harvey acabou se declarando para a moça. Clichê, piegas, caricatural!

E parece que só de clichês Suits anda sobrevivendo. Impossível mais clichê que a cena em que Donna consegue arrancar de Stephen uma confissão sobre a inocência de Scotie!. Jesus! (E a exclamação deve-se ao fato de que nesse momento, vendo a série, somente conseguia lembrar-me novamente de Mary Shannon, In Plain Sight).

Mike foi esquecido pelo caminho. Durante toda a temporada o personagem mostrou um ou outro toque da genialidade que o fez trabalhar na Pearson e Hardman. No resto do tempo ficou preso nas idas e vindas de seu relacionamento com Rachel. Em Stay, não foi diferente. Do trabalho de advogado só lhe restou arquivar pastas. Isso durante um processo que poderia desacreditar a firma toda! E no final, um ponto para Rachel, não por tentar escolher entre Stanford e Columbia, ignorando seu relacionamento com o moço, mas por mostrar a Jéssica que pode ser, como qualquer um ali, uma dura negociadora.

Nem as cenas protagonizadas por Louis salvaram o episódio. Nada da leve graça, com que habitualmente os episódios eram desenvolvidos. Nada da promessa que se desenhara, nos episódios iniciais, de um futuro vilão em gestação. Nem o final, quando ele se torna mais um a descobrir o segredo de Mike, deixou aquele gosto de expectativa tão característico da série.

Harvey e Scottie, Mike e Rachel, Louis e Sheila! Só não ficou pior porque ainda não arrumaram um par para Jéssica. Ainda!

Aonde foram parar as histórias frenéticas, com uma pitada de humor leve, romances ocasionais, e cliffhangers hipnóticos?

Este não é o drama que me cativou. E espero que Stay, não seja o seu réquiem. O réquiem para uma promessa.

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