‘Glee’ recria mais duas capas dos Beatles

Data/Hora 30/09/2013, 16:21. Autor
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No primeiro episódio dessa temporada intitulado Love, Love, Love, a turma do New Directiona entrou na beatlemania e apresentou os álbuns Yesterday e Help, da famosa banda de Liverpool!

Nesta semana, o site Entertainment Weekly mostrou com exclusividade mais duas novas capas feitas pelo elenco de Glee para a segunda parte da homenagem à banda mais queridas do planeta. No episódio Tina in the Sky with Diamonds, que irá ao ar na próxima quinta-feira (3), a turma do New Direction apresenta canções de Meet The Beatles e The Beatles (conhecido como The White Album). Entre as canções escolhidas para compor a trilha desta semana, a turma do McKinley irá temas como Hey Jude e Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band.

Confira as capas confeccionadas para promover o segundo episódio da temporada.

Glee é exibida nos Estados Unidos todas as quintas, às 21h, na Fox. Aqui no Brasil, o seriado é transmitido às quartas, ao meio-dia.

MTV Brasil estreia amanhã com novos seriados em sua programação

Data/Hora 30/09/2013, 16:02. Autor
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A MTV, que agora está sob comando da Viacom Brasil (Nickelodeon, Vh1 e Comedy Central), entrará na grade da TV paga amanhã (01), a partir das 21h30. O primeiro programa que irá ao ar será o Coletivation, apresentado por Fiuk e Patrick Maia, com reportagens de Talita Alves (São Paulo) e Mayara Lepre (Rio de Janeiro).

Além deste, outros programas vão compor a grade do canal, como Papito in Love – com Supla -, MTV Sports e MTV World Stage. Mas a novidade é que o canal também exibirá a primeira temporada de The Vampire Diaries, no dia 02 de outubro às 20h30 – o seriado será exibido de segunda à sexta. Segundo o TV Magazine, todas as temporadas da série serão exibidas em uma super maratona, até chegar à temporada atual. Como já foi noticiado pelo TeleSéries, o canal fechou contrato de exclusividade para a exibição das séries do canal CW no Brasil. Outras séries como, The Tomorrow People, The Originals e The 100 também serão exibidas pela MTV.

De acordo com a Rolling Stone, a produção de séries nacionais de ficção serão uma prioridade para o canal – a MTV trabalha com várias empresas terceirizadas para produzir seu conteúdo. Em março de 2014, estreará a primeira dessas séries intitulada Copa do Caos. “Dois argentinos vêm para o Brasil para a Copa e se metem em várias roubadas. Tem aquela rivalidade toda, torcem pro Messi, falam coisas que para eles significa uma coisa, mas para a gente quer dizer outra”, revelou Tiago Worcman, vice-presidente de conteúdo e programação e brand manager da MTV no Brasil.

O canal ainda vai exibir outras atrações americanas, como Catfish, Pranked Ridiculousness.

Com informações do TV Magazine e Rolling Stone.

Vencedora do ‘The Voice’ fará participação especial em ‘Hart of Dixie’

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Hart of Dixie terá mais uma novidade musical em sua nova temporada. A série da CW contará com a participação especial de Danielle Bradbery, vencedora do The Voice, na terceira temporada do seriado. A cantora country de 17 anos aparecerá no oitavo episódio para apresentar seu single intitulado The Heart of Dixie.

NOTÍCIAS ‘Hart of Dixie’: Kaitlyn Black retorna como regular na terceira temporada da série

A participação de Bradbery vem logo depois da aparição do grupo The Head and the Heart – que se apresentará no terceiro episódio da nova temporada, intitulado Take This Job and Shove It. Outros músicos que também participaram da série foram Scotty McCreery (American Idol) e o grupo country, Gloriana.

A terceira temporada do seriado também contará com a participação de Lauren Bittner (Atividade Paranormal), Robert Buckley (One Tree Hill) e Ryan McPartlin (Chuck).

Hart of Dixie retornará no dia 7 de outubro na programação americana. Já aqui no Brasil a série é transmitida pelo Glitz*.

Com informações do Zap 2 It.

‘Marvel Agents of S.H.I.E.L.D.’: recorde de público para a rede ABC (Audiência na TV Americana 22 a 27 de setembro)

Data/Hora 30/09/2013, 15:09. Autor
Categorias Audiência

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A primeira semana da Fall Season, tanto pela estréia dos programas inéditos quanto pelo início de novas temporadas, traz grandes expectativas quanto ao desempenho dos programas junto à audiência. Essas expectativas, quanto às novidades nas quais se está apostando, acabam por descontextualizar e valorizar alguns números, bem como ignorar outros. Vejamos então como ficou esta semana de estréias na TV americana.

REDE ABC – estréias

Primeira Temporada

O gráfico abaixo mostra o desempenho, junto ao público qualificado, das novidades da rede ABC, ao mesmo tempo em que se faz uma comparação com a audiência obtida, na temporada passada, por programas exibidos no mesmo horário da grade de programação.

A estréia de Marvel Agents of S.H.E.L.D.S era aguardada com expectativa e não decepcionou. O novo drama da ABC é exibido no mesmo horário em que, na temporada passada, a rede levava ao ar os resultados de Dancing with the Stars. Sob este ponto de vista a aposta da rede foi certeira, já que a nova série conseguiu atrair 41% mais público que o reality show. Esses índices de audiência também causaram frenesi, por ser uma das melhores estréias da rede em anos. Mas é prudente aguardar a exibição dos novos episódios da série e observar como a audiência irá se comportar, antes de se estourarem todos os rojões.

The Goldbergs é exibido no mesmo horário ocupado por Happy Endings na temporada 2012-2013. A nova sitcom da ABC, superou em 72% a audiência de estréia de  Happy Endings. Este número significa também 182% mais público qualificado que a média da temporada conseguida por Happy Endings.  The Goldbergs foi também a quarta melhor audiência da rede ABC esta semana. No entanto, vamos continuar a guardar os rojões.

O horário de Trophy Wifes, na grade de programação da ABC na temporada passada, era ocupado por Don´t Trust the B in Apartment 23. A última temporada da sitcom,  estrelada por Dreama Walker, obteve apenas 1.7 pontos junto ao público qualificado, e uma média de audiência de 1.1 junto a esse mesmo público. Se comparado aos índices de sua antecessora a nova sitcom obteve resultados positivos. Mas é preciso observar que Trophy Wife perdeu 26% do público herdado de The Goldbergs, que a antecede às terças-feiras, na grade de programação de rede ABC.

Back in the Game ocupa o horário que, na temporada passada era de The Neighbors. Comparando-se as duas premieres, o resultado de Back in the Game foi pior. Apesar de segurar boa parte da audiência herdada de The Middle, que a antecede na grade de programação das quartas-feiras, e atingir impressionantes 8.94 milhões de pessoas junto ao público total, Back in the Game deixou a desejar, em termos da audiência qualificada, pois a tendência é que esses números caiam durante a temporada.

Convenhamos que a rede ABC jogou  Lucky 7 na fogueira ao exibi-la no mesmo horário de Chicago Fire e Person of Interest. Foi a pior estréia da ABC esta semana, obtendo 32% menos público na faixa etária entre 18-49 anos, conforme se observa no gráfico acima, se comparada à Private Practice, que na temporada passada ocupava o mesmo horário na grade de programação.

Veteranas

De forma geral, as estréias dos programas da rede ABC que tem mais de uma temporada, não fugiram à regra e foram vistas por um público menor que na temporada passada. Mas, salvo raras exceções, é comum que, ano após ano, as séries vejam seu público diminuir. O que deve preocupar é o quanto esse público diminui e depois de quantos anos de exibição.

Neste sentido Nashville obteve o pior desempenho, não somente porque foi a série que mais perdeu público em relação à sua estréia no ano passado, mas porque esta é apenas sua segunda temporada. A favor da novela da ABC, no entanto, deve-se dizer que, ao menos, conseguiu manter a média de audiência de sua primeira temporada (1.9 pontos junto ao público qualificado).

Apesar de ter perdido 24% de seu público, se comparada à estréia do ano passado, Modern Family continua com bons índices de audiência. Além disso, dobrou os números que herdou de Back in the Game que lhe antecede na grade de programação. Outro ponto a favor de Modern Family é que, das estréias da ABC, esta semana, foi o segundo melhor desempenho junto ao público qualificado, perdendo somente para Marvel Agents of S.H.E.L.D.S.

Grey´s Anatomy, está no mesmo barco que Modern Family. Apesar de ter perdido 23% de audiência em relação à sua season premiere passada, foi a terceira audiência da rede, nas estréias desta semana. Diga-se a favor da série que tanto quanto Castle possui uma legião de fãs apaixonados. O drama de Shonda Rhimes, nunca dependeu da atração que lhe antecedia na grade de programação para garantir seu público que continua presente, mesmo completando dez temporadas este ano.

Das veteranas, ponto para Castle que conseguiu 4% mais público que na premiere passada. Apesar dos números não serem extraordinários, a fidelidade dos fãs dá estabilidade à série, e ainda que o índice da audiência qualificada, seja apenas 4% maior, o feito é considerável, uma vez que, como disse acima, a regra é a perda de audiência ano após ano. Castle  já está na sua sexta temporada. E, ok!, os fãs de Castle estão autorizados a soltar alguns rojões.

REDE CBS – estreias

Primeira Temporada

O gráfico abaixo mostra o desempenho, junto ao público qualificado, das novidades trazidas pela rede CBS. Ao mesmo tempo, como para as demais redes,faz-se uma comparação com a audiência obtida, na temporada passada, por programas exibidos no mesmo horário na grade de programação.

 

A combinação dos nomes de Robin Williams e Sarah Michelle Gellar somaram pontos para esta nova sitcom da CBS. The Crazy Ones foi a segunda melhor estréia da CBS esta semana, só perdendo para a The Big Bang Theory. A premiere desta nova sitcom conseguiu 34% mais público qualificado que Person of Interest, drama que, no ano passado, ocupava o mesmo horário na grade de programação. Além disso, conseguiu também o quinto melhor desempenho da rede, junto ao público total, com 15.52 milhões de telespectadores.

Mom obteve o pior desempenho junto ao público qualificado, entre as estréias da CBS. Perdeu 20% do público desta faixa etária em relação à premiere de Mike & Molly, comédia que a CBS exibia no mesmo horário na grade de programação da temporada passada. Some-se a esse desempenho, que esta nova comédia perdeu também 11% do público herdado de 2 Broke Girls, que a antecede na grade de programação, nas segundas-feiras, este ano.

Hostages estreou na programação deste ano, no mesmo horário em que a CBS exibia Hawaii 5-0 na temporada passada. Os números obtidos pelo novo drama da CBS, em sua premiere, foram os mesmos da premiere de Hawaii 5-0. Esta temporada, a disputa pela audiência, no horário de exibição de Hostages, fica entre esta série, The Blacklist (NBC) e Castle (ABC). A não ser que o público se desencante com The Blacklist, pois Castle tem fãs cativos, as chances de Hostages aumentar esses números são poucas.

Veteranas

Dramas

Blue Bloods foi a exceção da CBS, este ano, para a perda de audiência junto ao público qualificado. Em sua quarta temporada, a família Reagan conquistou 13% mais público junto à faixa etária entre 18-49 anos que sua premiere passada. Vejamos como ficam esses números ao longo desta Fall Season, principalmente depois da estréia de Drácula, pela NBC.

Apesar dos índices de audiência de Elementary não terem aumentado, conservar o público conquistado em sua primeira season premiere já foi um feito. Ponto também para este drama, cuja estrela é um Sherlock Holmes muito atrapalhado.

A diferença de audiência de NCIS (13% menor), NCIS:Los Angeles (12% menor) e Criminal Minds (10% menor) entre a temporada 2012-2013 e esta, estão dentro da normalidade, principalmente se considerarmos a longevidade destes dramas.

Person of Interest e CSI perderam uma quantidade significativa de público: 21% e 20% respectivamente. Para CSI pode ser uma pista de que a fórmula explorada pela série esteja se esgotando, afinal esta é sua 14ª temporada. Quanto a Person of Interest a mudança de dia e horário de exibição, pode ter afetado a audiência. Vejamos como a série se comporta durante o restante da temporada já que seu desempenho junto ao público total continua a ser significativo (12.44 milhões de telespectadores totais).

Comédias e reality show

Ano a ano a audiência de The Big Bang Theory tem aumentado. Se compararmos a premiere do ano passado e deste ano, a diferença foi de 10% de público a mais para o episódio exibido às 20:00 horas e 22%  a mais para o episódio exibido às 20:30h.

How I Met Your Mother aumentou em 2% os números em relação à sua premiere da temporada passada. Se um aumento na audiência já é um grande feito imagine para uma comédia que está em sua nona temporada?

Mesmo a estréia de MasterChef Jr. (FOX), não abalaram os índices de Undercover Boss. Parece que seu público continua fiel.

2 Broke Girls viu sua audiência de estréia reduzida em 25% na comparação entre esta e a temporada passada. É bom lembrar que a comédia da CBS, já havia perdido 24% de sua audiência junto ao público qualificado, entre a primeira e a segunda temporada. No total, até agora são 35% menos público na faixa etária entre 18-49 anos.

REDE NBC – estreias

Primeira temporada

O gráfico abaixo mostra o desempenho das novidades da rede NBC, junto ao público qualificado, e traz a mesma comparação feita, em relação à rede ABC e CBS, com a audiência obtida, na temporada passada, por programas exibidos no mesmo horário da grade de programação.

 

Terceira melhor estréia entre as novatas, em termos de audiência qualificada, The Blacklist, no entanto, obteve 8% menos pontos que Revolution, exibida pela NBC, no mesmo horário na temporada passada. Perdeu também 26% da audiência herdada de The Voice, reality show que a antecede na grade de programação. Então, somando-se pontos positivos e negativos, os fãs de James Spader terão que esperar um pouco para comemorar e observar a evolução da série, em termos da audiência qualificada, durante o desenrolar da temporada. Ajuda saber que foram 12,58 milhões de pessoas (público total) que sintonizaram a série neste primeiro episódio.

A audiência qualificada de The Michael J. Fox Show foi 29% maior que o público da estréia de Parks and Recreation, série que, na temporada passada ocupava o mesmo horário na grade de programação. Além disso, a sitcom enfrenta The Blacklist, Grey´s Anatomy e Glee, na grade de programação. Considerando-se prós e contras, a volta de Michael J. Fox, para a frente da telinha, de forma regular, foi bem sucedida.

Veteranas

As estréias das veteranas da rede NBC, talvez tenham vindo para questionar a “regrinha” da queda de audiência ano após ano.

A maior inversão positiva, nos índices de audiência junto ao público qualificado, foi a de Chicago Fire. Entre o ano passado e este o drama da NBC conseguiu 42% mais público, na sua season premiere. The Voice e Law & Order:SVU também obtiveram um balanço positivo: uma audiência 21% e 28% maior, respectivamente, junto ao público qualificado. Vejamos como o público se comporta ao longo desta temporada.

Apesar de Parenthood ter perdido 16% de audiência junto ao público qualificado, na sua season premiere, entre este e o ano passado, há que se considerar que a série já está na sua quinta temporada e a NBC mudou o dia de exibição das terças-feiras para as quintas-feiras. Talvez essa atitude tenha afetado a audiência.

Revolution sofreu a maior perda de audiência entre temporadas até agora. Foram 58% menos pessoas entre 18-49 anos que sintonizaram o show na sua season premiere. Durante a temporada passada, a série foi perdendo público paulatinamente. Enquanto o drama abriu a temporada 2012-2013 com 4.1 pontos na demo 18-49 anos, perdeu 37% deste público ao longo da temporada. A mudança de dia de exibição das segundas para as quartas-feiras não parece ter ajudado muito, já que agora, o programa tem que concorrer com The X Factor e Survivor, em seu horário de exibição.

Rede FOX

Na rede FOX tivemos a volta de Glee e a estréia de MasterChef Jr.

Na comparação entre a estréia da quarta e esta quinta temporada, o drama teen perdeu 36% do público entre 18-49 anos. Se a falta de Corey Monteith irá afetar mais decididamente a audiência, somente saberemos ao longo da temporada.

Apesar de MarterChef Jr., com seus 1.6 pontos na demo 18-49 anos ter conseguido para a FOX, um aumento de 45% na audiência em relação à premiere de Touch, série exibida na temporada passada, no mesmo horário na grade de programação, o carisma de Gordon Ramsey, parece não ter funcionado, já que seus programas costumam ter uma audiência maior.

Melhores índices de audiência na primeira semana da Fall Season

Para os fãs, um alerta, fique de olho na primeira tabela, pois nunca é demais lembrar que as redes valorizam os índices de audiência alcançados junto ao público qualificado (demo 18-49 anos):

Alguns programas não aparecem em uma das duas tabelas. Neste caso é mais significativo quando estão elencados na tabela que mostra os dados para a audiência obtida junto ao público qualificado. É o que acontece com Glee e New Girls, cujo público total é inferior a seis milhões de pessoas, mas conseguem um bom índice de audiência junto ao público qualificado.

Mas há também aqueles programas que, mesmo com um base de fãs apaixonados, e atraindo um público total considerável, não atingiram índices significativos junto ao público qualificado, ao menos para uma Fall Season. É o caso de Hostages (CBS, 1.8 na demo 18-49 anos), Revolution (NBC, 1.8 na demo 18-49 anos) e Bones (FOX, 1.9 na demo 18-49 anos). Todas essas séries ficaram no limiar dos números necessários para entrar na tabela de estaque.

Desempenho das redes junto à audiência

Esta semana, os altos índices de audiência que a NBC conseguiu com as transmissões esportivas, aos domingos, colidiram com os fortes índices de audiência conseguidos pelas estréias da rede CBS. Junto ao público total tanto NCIS quanto The Big Bang Theory, conseguiram empatar com o futebol de domingo. Já, na média de audiência junto ao público qualificado, apenas cinco programas da NBC entraram na lista daqueles com melhores desempenhos, enquanto que quinze programas exibidos pela CBS entraram na lista. Vemos, então, um empate técnico entre a NBC e a CBS junto ao público qualificado, embora a preferência do público, de forma geral seja pela rede CBS.

 

Primeiras Impressões – We Are Men

Data/Hora 30/09/2013, 09:54. Autor
Categorias Preview

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Com tantas estreias e aguardadas temporadas de programas que já fazem parte das grades das emissoras (e dos nossos corações), a fall season 2013 está cheia de novidades. O TeleSéries já conferiu ótimas surpresas e também acompanhou algumas decepções.

We Are Men, cuja proposta é ser filmado inteiramente no estilo “câmera única” (em vez de vários destes equipamentos no estúdio) é uma das apostas da CBS, que tem também Mom e The Crazy Ones como novas séries cômicas . O piloto, entretanto, revelou muitos clichês, falta de empatia pelo protagonista. Além do mais, por ser uma comédia, faltaram as risadas que deveria provocar.

O primeiro episódio será exibido hoje (30) nos Estados Unidos, porém já está disponível no site da emissora de televisão.

A história começa com o dia que marcou a mudança na vida de Carter Thomas (Crhis Smith, que participou, dentre outras séries, de 30 Rock e How I Met Your Mother). Prestes a dizer o “sim” diante de uma igreja lotada, vê seu casamento interrompido por um ex-namorado da noiva.

Depois de recorrer a algumas alternativas, resolve  morar em um condomínio que serve de habitação provisória para homens divorciados. É neste cenário que conhece seus três novos amigos, todos com problemas afetivos em andamento. Eles o ajudam a passar pelos cinco estágios da dor, que servem tanto para a morte quanto o fim de um relacionamento: negação, raiva, negociação, depressão e aceitação.

Gil Bartis traiu a mulher e foi descoberto. Mesmo depois de mais de um ano, acredita que vai se reconciliar com a esposa. Gil é interpretado por Kal Penn, comediante conhecido e que já foi o Dr. Lawrence Kutner,  da equipe de House, papel que abandonou para ocupar um cargo político na Casa Branca.

O outro novo amigo de Carter é o médico Stuart Weber (Jerry O’Connell). Sua primeira mulher é advogada especializada em divórcios, conhecimento que usa mais tarde contra Stuart. Sua segunda esposa está em processo de divórcio, com a ajuda da primeira, motivo pelo qual o obstetra mora no condomínio e esconde suas posses para que a futura ex não abuse na hora de levar a sua parte. O’Connell é um rosto bastante familiar, participa de muitos filmes e em séries de TV, já foi advogado ao lado de James Belushi em The Defenders e detetive em Crossing Jordan, com direito a repetir o personagem na série Las Vegas.

E para fechar, Frank Russo, o representante mais velho do grupo, que já buscou a felicidade em tantos casamentos arruinados que agora só quer se divertir, preferencialmente, com asiáticas. Russo é, certamente, o mais famoso e querido entre nós, fãs de séries, pois é feito por Tony Shalhoub, o inesquecível detetive obsessivo-compulsivo Adrian Monk.

We Are Men é sobre se redescobrir, curtir com os amigos e buscar a essência da masculinidade perdida. A premissa de quatro pessoas com personalidades diferentes que se unem por afinidades comuns é bastante explorada em sitcoms, mas este nem é tanto o problema da série. As piadas do piloto são bem fraquinhas, o protagonista não desperta, pelo menos de cara, empatia e não se percebe química entre os atores. Para terminar, o recurso da narração, este sim já saturado com suas frases de efeito e minibiografias dos envolvidos, torna os pouco mais de vinte minutos um tanto previsíveis.

Talvez um olhar masculino veja algo a mais nesta série. É fato que se espera muito de um primeiro episódio, afinal ele determina o futuro da série, e são muitos os casos de seriados que não emplacaram logo na primeira temporada. Seinfeld, por exemplo, chegou a ser cancelado após o piloto, consagrando-se, duas temporadas depois, como uma das comédias mais aclamadas da TV.

Pela repercussão na rede e na crítica especializada, o piloto desta comédia sobre “caras sendo caras” não foi muito bem recebido, e somente ganhará uma segunda temporada se a audiência surpreender e der bons índices na estreia. O que nos resta é aguardar e ver até quando a jornada dos quatro amigos vai durar.

Destaques na TV – segunda, 30/9

Data/Hora 30/09/2013, 07:59. Autor
Categorias TV Brasil

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Setembro terminando com muitas novidades na programação da TV.

Com uma semana após ir ao ar nos EUA, estreia hoje no Brasil Hostages pela Warner, e será exibido sem intervalo comerciais. Produzida por Jerry Bruckheimer, a série é uma versão de uma produção israelense e traz no elenco nomes como Tony Collette, Dylan McDermott e Tate Donovan. A história gira em torno de Ellen Sanders, uma médica vítima de uma conspiração política que, às vésperas de uma delicada intervenção cirúrgica no presidente americano, vê seus filhos e marido como reféns de um grupo terrorista liderado pelo agente do FBI Duncan Carlisle (Dylan McDermott). Eles exigem que ela mate o chefe de estado durante a cirurgia se não quiser assistir à morte de sua família. Agora ela precisa encontrar uma forma de salvar o marido Brian (Tate Donovan) e os filhos. Enquanto acompanha o desenrolar da situação, o público vive o dilema de Ellen, descobre as razões dos sequestradores, mas, sobretudo, percebe que a fronteira entre certo e errado pode se confundir e que as aparências definitivamente enganam.

Pelo canal GNT temos Offspring começando a sua 3a. temporada para alegria de uma amiga querida, e em sua 2a. temporada o Copa Hotel abre suas portas novamente.

Na HBO Ray Donovan promete um final de temporada arrasador com episódio duplo.

Quer ver a Glória Pires novinha e conferir o primeiro papel de Raul Cortez em uma novela ? Reveja Agua Viva que foi ao ar originalmente em 1980, o canal Viva apresenta hoje a escolhida pelo público através de uma votação no site do canal.

Confira as demais atrações dos canais de TV para esta noite.

WARNER
Hostages – 22h25 (ep 1×01 – leia a preview) ESTREIA

GNT
Offspring – 17h (ep 3×01) ESTREIA
Copa Hotel – 23h (ep 2×01) ESTREIA

HBO
Ray Donovan – 21 h (ep 1×11)
Ray Donovan – 22h05 (ep 1×12) SEASON FINALE

TNT
Latitudes (série brasileira) – 22 h

SONY
Castle – 21h (ep 5×12 – leia a review)
Scandal – 22h (ep 2×08)

MAXPRIME
Transporter : The Series – 21h (ep 1×08)

+GLOBOSAT
Vares, Beijo do Mal – 22h
O Barco (El Barco) – 0h (ep 1×03 -exibição diária) REPRISE

VIVA
A Próxima Vítima – 16h15 (de segunda a sexta)
Mad Maria – 23h15 (de segunda a sexta)
Agua Viva – 0 h (de segunda a sexta) REESTREIA

Vejo vocês amanhã !

Claudio Cavalcanti, de ‘Sessão de Terapia’, morre aos 73 anos

Data/Hora 29/09/2013, 22:43. Autor
Categorias Notícias

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O ator, diretor e produtor Claudio Cavalcanti, de 73 anos, morreu na tarde deste domingo (29) no Rio de Janeiro. Cavalcanti havia realizado uma cirurgia na terça feira(24) – por conta da falência de uma vértebra – e estava aguardando estabilização do seu quadro. Depois disso, ele sofreu um choque cardiogênico, o qual evoluiu para uma insuficiência renal e falência múltipla dos órgãos – consequentemente levando ao seu falecimento.

Claudio participou de várias produções na televisão, dentre elas: Irmãos Coragem, O Salvador da Pátria, A Viagem e Roque Santeiro. Seu último trabalho na TV foi como Otávio, na série Sessão de Terapia, que estreia sua segunda temporada no dia 07 de outubro, na GNT.

Além de atuar, Claudio também teve uma vida bem ativa na literatura e na política, com cinco livros seus publicados e 29 leis aprovadas, consideradas pioneiras em relação a defesa dos direitos animais.

Com informações do GNT.

TeleSéries entrevista Paul Zaloom, o cientista maluco de ‘O Mundo de Beakman’

Data/Hora 29/09/2013, 21:27. Autor
Categorias Notícias

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No dia 17 de setembro, o TeleSéries encontrou uma das figuras mais apaixonantes dos anos de 1990. No auditório da Universidade Estadual Paulista (Unesp), na cidade de Bauru, crianças e adultos se misturavam entre a plateia para ver um show de ciência e nostalgia. Uma combinação mais do que explosiva!

NO Mundo de Beakman – Beakman’s World, curiosidade e infância era o que moviam as experiências de uma turma nada convencional. Misturando matérias como fisíca, química, biologia e matemática, e também, muita diversão, Beakman (Paul Zaloom), o rato Lester (Mark Ritts) e as assistentes Rosie (Alana Ubach), Liza (Eliza Schneider) e Phoebe (Senta Moses) – que mudaram ao longo da série – encantaram milhares de jovens ao redor do mundo, e mostraram que estudar poderia ser sim muito prazeroso.

Com uma abordagem didática e interativa, a série mostrava cartas de telespectadores curiosos sobre os mistérios do cotidiano. O protagonista ensinava os conceitos básicos da Ciência por meio de experiências que poderiam ser reproduzidas em casa – algumas vezes Paul Zaloom também interpretava grandes cientistas, como Albert Einsten e Isaac Newton para contar um pouco mais sobre a história da origem de instrumentos, dentre outros objetos.

 

Exibido nos Estados Unidos entre 1992 e 1998, no auge do sucesso, o programa foi transmitido em pelo menos 90 países, aqui no Brasil, a série infantil chegou em 1994, sendo exibida pela TV Cultura até 2002. O Mundo de Beakman passou também pelos canais Record, Boomerang,  Cl@se, e voltou a ser reexibido na Cultura, no bloco do Sessão da Hora, no primeiro semestre de 2011.

Confira como foi o reencontro do ator americano Paul Zaloom com a plateia brasileira e a nossa entrevista com o astro de O Mundo de Beakman antes da palestra realizada no Brasil.

Bada-bing! Bada-bang! Bada-boom!

TeleSéries (TS): Quais os tipos de seriados que você assiste?

Paul Zaloom (PZ): Eu não assisto muito televisão… Para mim, em específico, eu tenho medo de ficar muito preguiçoso assistindo televisão (risos). Eu gosto de assistir o jornal, documentários, coisas sobre História. Ciências também são particularmente muito interessantes para mim. Coisas sobre evolução, ciência e natureza são muito interessantes e eu gosto muito de assistir.

TS: O Mundo de Beakman pode voltar para a TV?

PZ: Não, não. Eu não acredito que eles possam fazer esse show de novo. É muito relacionado com dinheiro e toda a produção. Eu acredito que isso não vá acontecer.

TS: Qual a diferença entre você, Paul, e o personagem, Beakman?

PZ: Eu acredito que o personagem é só uma forma exagerada de mim. Porque nós não sabíamos como que o personagem seria quando o show começou a ser gravado. O produtor-executivo me disse: “Sabe quando você fica feliz? Quando você gesticula e tudo mais? Quando seu sotaque fica mais puxado? Então! Esse é o cara!”. E o diretor costumava gritar dizendo: “Give the badabing guy! (Eu quero ver o cara do badabing!)” – “Badabing! Badabang! Badaboom!” era a expressão utilizada pelo personagem durante o programa.

Zaloom ainda disse que o público brasileiro foi muito receptivo com ele. Essa não foi a primeira vez que o ator veio para o Brasil e ele afirmou que não sabia que o programa tinha tido tanto impacto no público infantil. Para Zaloom, “This is not magic, is Science! (Isso não é mágica, é Ciência!)”. O ator ainda deixou uma mensagem para os seus fãs – de todas as idades – dizendo que “faça o que você gosta e também faça isso com humor. Porque é assim que você consegue aprender sobre Ciência, sendo uma criança ou não”.

O Mundo de Beakman de perto!

As apresentações do ator no palco do Anfiteatro Guilherme R. Ferraz da UNESP encheram os olhos daqueles que sentiam falta das dalas e dos trejeitos de Beakman. O ator chamou vários voluntários para participar de diversas experiências. Beakman fez algumas questões sobre Ciência e Física, como qual é a velocidade da luz, qual o som do estalar do chicote, como as pessoas têm equilíbrio. Além disso ele também brincou com alguns fãs mirins que ficaram maravilhados ao ver o personagem de perto.

Você se lembra do episódio sobre o equilíbrio?

 

Depois de divertir a todos com piadas, o ator Paul Zaloom também fez uma apresentação pós-experiências contado um pouco de sua história e de como ele chegou até a produção do Mundo de Beakman. Zaloom não deixou de falar sobre a falta do ator Mark Ritts – que faleceu em 2009 decorrente de um câncer de rim – seu grande companheiro de gravação e também amigo pessoal. Para Zaloom, “ele [Ritts] foi um grande amigo, e não só pelo programa, mas também fora dele”.

Paul Zaloom também contou que começou sua carreira no teatro com a trupe Bread and Puppet, grupo especializado em teatro feito em casa – em seu trabalho solo ele também trabalhou com animações de objetos. Em relação ao trabalho com fantoches e marionetes, o ator desenvolveu e atuou em vários espetáculos, como em Fruit of Zaloom e Sick But True.

Em relação ao programa, ele foi inspirado por uma tirina de quadrinhos escrita por Jok Church. Na história You Can With Beakman and Jax, dois personagens respondiam as questões sobre tecnologia e história que eram enviadas por leitores. Outro fator interessante foi que o programa chegou à TV americana por incentivo do governo americano. Em 1991, todos os canais de televisão foram obrigados a incluir programas educativos para crianças, porque só assim poderiam renovar suas licenças de funcionamento.

O ator explicou também que todo o programa foi pensado para estimular a participação do público. “Nós não queríamos explicar detalhe por detalhe, mas mostrar a Ciência dos experimentos de maneira simples e de fácil compreensão para as crianças entenderem”.

Zaloom finalizou sua palestra dizendo que não se cansa de ouvir as pessoas dizendo que cresceram e se tornaram cientistas por causa dele. “Eu não me importo em ouvir isso. As pessoas pensam ‘nossa, você deve estar cansado disso, não é?’. E eu não estou. Quando eu ouço que as pessoas cresceram e se tornaram grandes profissionais, isso só me faz melhor. Eu sou o que sou por causa de vocês. E eu nunca vou me cansar de ouvir isso”.

As nossas fotos, na íntegra, você pode ver no álbum da coletiva na página do TeleSéries no Facebook.

Sleepy Hollow – Blood Moon

Data/Hora 29/09/2013, 21:16. Autor
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Em seu segundo episódio, Sleepy Hollow manteve o ritmo de sua estreia, continuando cheia de eventos marcantes e flashbacks que explicam acontecimentos da época de Ichabod na guerra, os quais acarretam consequências para os dias atuais.

Apesar de o Cavaleiro ter dado uma sumida neste episódio, Andy se encarregou de todas as maldades ao ajudar o vilão (ou vilões, já que temos a “Criatura do Espelho” não identificada). “Mas o Andy não estava morto?” Pois é, até agora não entendi o sentido da Criatura ter matado o rapaz e depois ter ido lá revivê-lo, de quebra o deixando com uma pelanca no pescoço. Na minha opinião seria muito mais fácil deixar o cara vivo sendo mais um no mundo dos vivos enquanto faz suas maldades disfarçadamente do que ser um zumbi bizarro que chama a atenção por aí pelo pescoço esticado.

O fato é que Andy é uma marionete nas mãos dos vilões, e a mim isso desperta muita curiosidade por saber como e quando o oficial fez um pacto com as criaturas. E se ele tem a ajuda das mesmas para libertar mais um ser malígno na trama, Abbie e Ichabod contam com Katrina, que voltou a aparecer em sonho para alertá-lo do que estava por vir.

Na missão de ajudar a trazer o fim dos tempos, Andy liberta desta vez uma bruxa piromaníaca que incendeia os descendentes de quem a condenou à morte na fogueira para voltar à vida. E volta, literalmente debaixo do nariz de todos na cidade, em túneis subterrâneos usados na guerra.

Quando Abbie e Ichabod não chegam a tempo para deter a bruxa, dá aquela sensação de que tudo está perdido, mas a tal não dura tanto quando o viajante do tempo decide explodir a passagem pela qual a feiticeira passa para persegui-los. E… Bem, por se tratar de uma bruxa que indiretamente veio do fogo, morrer dessa maneira (novamente) foi algo poético, mas por ser tão temida e poderosa como disseram que ela seria, e por ter revivido, achei que pelo menos ela seria menos vulnerável.

Agora resta saber se vão trazer a tal bruxa de volta, ou se a morte dela foi “fingimento”. Pelo menos temos a certeza de uma volta na série: a da irmã de Abbie, que de louca não tem nada, mas que continua presenciando aparições sobrenaturais.

P. S.: Quem mais se emocionou com a volta do Xerife?

P. S.: O ritmo da série está bacana, agora é saber se vão continuar nessa de combater um monstro por dia. E por falar em combate, parece que a irmã de Abbie, mesmo no sanatório, está treinando para uma batalha. E aquela cara de má no final que ela fez? Aí vem coisa.

Balanço de temporada – Dexter

Data/Hora 29/09/2013, 16:53. Autor
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Oito anos acompanhando Dexter.  Conhecemos um simpático psicopata que tinha a missão de se livrar do lixo da sociedade, de todos aqueles criminosos que conseguiam burlar a justiça. Um psicopata cujo o maior problema era manter um papel de pessoa normal, de analista forense que levava rosquinhas para o pessoal da delegacia, que a noite ia visitar a namorada boba e passeava de barco aos fins de semana. Este foi o Dexter pelo qual nos apaixonamos lá na primeira temporada.

Em oito temporadas assistimos a transformação do psicopata em lenhador. E por causa de um desfecho sem sentido e precipitado, ainda não consigo explicar quais foram meus sentimentos em relação ao fim da série. Sinceramente não tinha acreditado no que estava assistindo, não sabia se estava decepcionada ou com raiva, fiquei olhando pra tela escura do computador com cara de nada, sem saber o que estava acontecendo.

Foram sucessões de fatos sem sentido que poderiam facilmente ter desdobramentos melhores. Na verdade, não sei nem por onde começar. Vou começar pela ordem que as coisas foram acontecendo. O papel de Vogel foi MUITO estranho, nunca vou comprar a ideia de que ela foi mais importante no desenvolvimento do Harry’s Code. Primeiro porque o código é do HARRY, foi ele quem passou para o Dexter durante toda a sua vida, ele que era o pai fantasma que perturbava a consciência de Dexter, ele quem era o PAI. Dexter parece que sofreu muito mais com a morte da Vogel do que a do Harry. Como isso? Essa senhora aparece agora, fala que fez dele um experimento, estava escrevendo um livro sobre ele e o cara sofre mais com a morte dela do que a do pai? Abraçar o corpo ensanguentado no chão foi um pouco demais.

Além de cair de paraquedas na última temporada, Vogel trouxe nos 45 do segundo tempo um filho esquisitão e sem sal. O sujeito tinha cara de irmão feio do Ryan Gosling e não conseguiu convencer como “a ameaça da última temporada”. Nós tivemos Trinity,  então o Saxon não se compara nem a mosca do coco do cavalo do bandido. Além de ser um Zé ninguém, não podiam ter dado a ele a missão de matar Debra. Não, isso não se faz.  E para um personagem sem graça, nada como uma morte WTF. Sério, aquela morte com a caneta parecia ter saído de algum filme B de artes marciais. E claro, sua irmã é baleada por um maluco, mas deixam você visitá-lo na prisão sem nenhum policial e quando você o mata com uma caneta na jugular, simplesmente deixam você ir embora. Foi legítima defesa, então ok.

No fundo todos nós já esperávamos a morte da Deb. E nada mais justo que fosse pelas mãos da pessoa que ela mais amava.  Mas o que mais me irritou foi ver Deb ter sido jogada no mar. Porque Dexter jogou a pessoa mais importante da sua vida no mesmo lugar que se livrava dos corpos de suas vítimas menos importantes? Ele conseguiu ferrar com a vida da irmã de todas as maneiras possíveis nos últimos tempos e a coitada não merecia, pelo menos, um final mais digno? (Nem vou falar da cena dele saindo com UM CORPO enrolado no lençol no meio da confusão e colocado no barco sem ninguém perceber.) Também não vi necessidade de terem juntado Deb com Quinn no final da temporada, sendo que eles não iriam ficar juntos de qualquer maneira.

Sempre cultivei esperanças de que Harrison seguiria os passos de Dexter e se tornaria um serial killer. Ok, não é essa carreira que normalmente esperamos para os nossos filhos, mas certamente seria mais emocionante do que deixá-lo para ser criado por Hanna. Quem disse que ela seria uma boa mãe? A fia só se envolve com caras problemáticos e tem que matá-los no fim das contas, e porque diabos ela seria a pessoa ideal pra ficar com o pequeno Harrison? Já que é pra dar um fim sem emoção pro garoto, porque não mandam pro limbo onde estão Astor e Cody? – (Sdds Astor e Cody) – Porque é isso que todo mundo faz com os filhos: quando eles não agregam mais nenhuma emoção pra trama da sua vida, você pode sumir com eles dando para os avós ou para loiras psicopatas que você mal conhece. (Também não vou comentar sobre Hanna ter acreditado na história do Dexter ter dado rolê de barco durante o furacão, sendo que eles estavam naquela vibe lua de mel argentina/ amor eterno/compraremos adesivo da família feliz para colocar na traseira do carro). Hanna ter se livrado do Elway no ônibus foi um negócio muito mal feito, mas temos pontos mais importantes para nos lamentar.

Quando Dexter matou Saxon com uma caneta, se lamentou menos pela morte da irmã do que a da Vogel, jogou a coitada no mar e foi com o barco na direção do furacão, você pode ter pensado: Devia ter ido ver o filme do Pelé. (Obrigada Isa)

Você não acompanha uma série durante tanto tempo, chega em casa cansado do trabalho / da faculdade pra ver seu super herói psicopata se transformar em um lenhador. Nós sabíamos que o final não seria feliz, mas então porque não mataram Dexter?

Cadê o amor pelo filho e aquela paixão de novela mexicana pela Hanna? Ele ligou o botão do “fuck off”, se livra de todo mundo e do dia pra noite reseta a vida e vira lenhador? Agora não se importa com mais ninguém? O Dexter da primeira temporada não se importava com ninguém, mas ao longo dos anos o personagem evoluiu e adquiriu sentimentos. Como ignoram isso e o fazem regredir como se nada tivesse acontecido?

Acho que vou apenas ignorar esses últimos episódios, apagá-los da minha memória e me recordar apenas de quando a série era boa e fazia sentido. Com dor no coração.

Glee — Love, Love Love

Data/Hora 29/09/2013, 16:44. Autor
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Talvez escrever essa review esteja tomando o topo da lista de coisas “mais difíceis de dissertar” de toda a minha vida. Eu sempre tentei ser o mais razão possível em todas as vezes que escrevi sobre Glee (tudo bem que muitas vezes eu não conseguia), mas dessa vez é tudo diferente.

Consegui assistir o episódio completo somente na sexta a noite. Assisti novamente no sábado e hoje (29) de manhã. O que eu senti durante todo o episódio não pode ser definido de forma concreta, mas a verdade é que meu estômago doía um pouco a cada cena que passava. Pensar nessa série sem Cory Monteith é quase como pensar nos Beatles sem Paul McCartney. Talentos diferentes, mas imensuráveis.

Amo Glee de todo o coração. Mas a decisão de produzir uma sexta temporada é ridícula. Sou a favor de uma quinta, toda dedicada à Cory. Mas para quê martirizar tanto os nossos corações como uma sexta temporada, que sabemos, não vai ser boa de maneira nenhuma ? Vi muita gente dizendo que após o episódio 5×03 (The Quarterback), vão deixar a série de lado. Eu não conseguirei por teimosia, mas não julgo quem desistirá da série. Glee já não é mais a mesma a muito tempo, e aquela história de que todos vão achar seu lugar no mundo algum dia já não é mais prioridade para Ryan Murphy. Sua prioridade agora é somente acabar com tudo o que fez uma vez esse seriado ser bom.

Apesar da minha certeza de que Ryan Murphy quer acabar com a minha vida, tenho que dizer que a ideia de todos os envolvidos na produção do episódio de jogar muita coisa colorida e música boa na nossa cara – depois de tudo o que aconteceu – foi uma boa jogada. Impossível não cantarolar e mexer o pé vendo as performances.

Como qualquer estreia de temporada, Love, Love Love veio na maior parte para preencher os buracos nas histórias que encerraram a última temporada. Nós sabemos que o seriado não é bom nisso, e mais uma vez, as coisas “tapadas” parecem muito mais estranhas do que as coisas que ainda não foram preenchidas.

Kitty e Artie são exemplo. Artie namorando uma cheerio loira, já vimos essa história antes ? Sim. Kitty era uma garota chata e superficial, como em um passe de mágica, agora ela é uma pessoa super fofa e que não da a mínima para as aparências? Apenas ok.

PS: Sam vai namorar a Tina agora ? É uma namorada mais errada do que outra a cada temporada…

Klaine também foi algo prevísivel. Eles estão juntos novamente e não tivemos nem uma conversa franca sobre tudo o que aconteceu. Da última vez que vimos a série, os dois eram apenas amigos e Kurt tinha um novo interesse amoroso (outra coisa não desenvolvida e que simplesmente não importa mais para os produtores da série).

 

Sobre Rachel, as coisas são um pouco menos previsíveis. Conhecendo-a, quando as notícias chegarem, ela vai se entregar a cama e vai chorar até que alguém a pegue pela mão e cante uma música que faça a correr atrás dos seus sonhos pela honra de Finn Hudson. Enquanto isso não acontece, ela arrasou cantando A Hard Day’s Night ao lado de Santana e Yesterday foi algo que não se pode colocar em palavras. Ver ela ali, em todos os cenários que ela já esteve com Finn, foi algo de partir meu coração. Admiro a coragem de Lea e o quão forte ela tem demonstrado ser.

O fato é que o maior buraco na série toda é exatamente Finn Hudson. Todo mundo sente isso. Sua ausência, ou melhor, a ausência de qualquer menção ao personagem, é algo que se destaca a cima de tudo. Imaginem como deve ter sido para todos os atores e envolvidos filmar ali em todos os sets e lembrar de todas as memórias que tiveram com Cory naqueles lugares. Finchel nunca vai ser endgame.

E sobre a proposta super fofa que Blaine fez para Kurt ? O que dizer ? Kurt disse o que todos aqui do outro lado dissemos: Sim! Mais um enredo “casar antes de terminar o ensino médio” vem por ai.

No geral, o episódio foi tão estranho quanto o esperado. Embora fosse o retorno tenha sido normal e decente, um ar de tristeza e nostalgia paira sobre todos nós, e eu, sinceramente, não sei se vai passar.

O que vocês esperam dessa temporada ? Vão aguentar firmes e teimosos como eu ou vão pular fora do barco ? Contem nos comentários! Fico por aqui e deixo vocês com a promo do novo episódio com a participação da atriz, cantora e jurada do The X Factor, Demi Lovato. Até semana que vem, Gleeks.

 

Primeiras Impressões – Masters of Sex

Data/Hora 29/09/2013, 15:26. Autor
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Um assunto muito presente na vida cotidiana – e do qual ninguém consegue fugir – é o sexo. Seja contando sobre novas posições, parceiros ou até mesmo ouvindo qualquer tipo de piada, o assunto já não pode ser considerado um tabu pela sociedade em geral. Masters of Sex chegou para mostrar como o assunto era tratado nos anos 50 e 60, e como uma simples pesquisa mudaria a vida de milhares de pessoas.

A série segue o doutor William Masters (como não amar que o nome dele é Masters também?) e Vírgina Johnson, cientistas que pesquisaram por dez anos o comportamento do corpo humano quando deparado com estímulos sexuais. Essa pesquisa (que realmente aconteceu) ajudou todos a responderem as maiores perguntas acerca do assunto – afinal, nem todo mundo sabia o motivo de certas coisas aconteceram durante o ato sexual.

O elenco encabeçado – por Michael Sheen e Lizzy Caplan- é eficiente e consegue passar ótimas atuações. Dr. Masters é renomeado em seu campo, mas possui algumas limitações quando se trata de sua vida pessoal – ele está preso em um casamento com uma mulher que, de primeira, parecia ser estéril e o problema da falta de filhos será bem trabalhado em todos os episódios, sem contar sua sensibilidade com seus pacientes e colegas em geral, passando um ar de pessoa fria e sem sentimentos. Deve ser bastante desconfortante conseguir fazer todas as mulheres engravidarem e não conseguir fazer a PRÓPRIA mulher engravidar. Grande parte de seu comportamento frio e distante é exatamente por se sentir como um lixo por não conseguir aquilo que tanto faz em sua prática.

Vírginia, por outro lado, é totalmente aberta e vê sexo como algo que não precisa ser totalmente ligado a emoções, algo que era completamente impensável na época. Prova disso é o colega do Dr. Masters, o Dr. Ross, que se apaixona completamente por Vírginia, mesmo que a pessoa tenha deixado claro que seriam só amigos. O preconceito com a personagem acontecerá direto e logo no primeiro episódio temos uma cena em que a personagem decide se matricular na faculdade e por ser mãe solteira e também por ser uma mulher, é aconselhada a ficar em casa para cuidar dos filhos. Isso sem falar da cena completamente perturbadora em que ela é agredida pelo homem que jurava amá-la. Logo de primeira fica evidente que Dr. Masters contratou Virginia pela sua libertinagem, algo que é extremamente importante para a pesquisa, principalmente por causa de suas motivações no final do episódio com a secretária.

Como a série é ambientada nos anos 50, a fotografia precisava ser realista e interessante. A série na verdade foi vendida como uma nova Mad Men e realmente todas as características da série da AMC estão presentes em Sex, mas Masters of Sex possui uma maior carga dramática por tratar de um assunto tabu da época, sem contar com as cenas de sexo, que são as partes principais desse episódio. Afinal, a série fala sobre o corpo humano durante o coito, então mostrar esses atos é mais do que aceitável. A série poderia ser facilmente confundida com um pornô barato ou uma produção erótica, mas a profundidade dos temas abordados e a cientificidade utilizada são em doses tão altas, o que deixa claro que nenhuma cena sexual foi menos do que necessária.

Com um episódio piloto acima das expectativas, com personagens bem apresentados e desenvolvidos, dramas que provavelmente terão bastante impacto na narrativa, Masters of Sex segue como uma grata surpresa na Fall Season, tratando de forma correta um assunto que tanto foi e ainda é discutido pela sociedade.

O seriado estreia hoje (29) nos Estados Unidos.

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