‘Breaking Bad’ terá refilmagem na Colômbia

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Breaking Bad pode até ter acabado, mas parece que sua história ainda dará muito no que falar. A Sony Pictures Television anunciou a parceria com a produtora colombiana Teleset para fazer um remake, intitulado Metastasis.

A série contará a mesma história de Breaking Bad com mudanças nos nomes dos personagens e no lugar onde a história se desenvolve. Walter White agora será Walter Blanco, um professor de química, se junta ao seu ex-aluno Jose (Jesse) para fabricar metanfetamina – porque ele está prestes a morrer por causa de um câncer. Além disso, Cielo (Skyler) está grávida e também precisa de dinheiro. E seu cunhado Henry Navarro (Hank) é um agente da polícia antidrogas que promete dificultar sua vida.

A primeira temporada de Metastasis já foi vendida pela Sony a diversos países da América Latina – a empresa tem um histórico em fazer versões de séries americana, como no caso do remake russo de Everybody Loves Raymond. 

Outra curiosidade sobre o remake é que os trailers não são muito populares na América Latina, quanto nos Estados Unidos, a primeira vez em que Walter e Jose farão a metanfetamina não será nesse veículo, e sim, num ônibus escolar.

Confira o trailer abaixo:

 

Com informações do BuzzFeed.

De tirar o chapéu: o estilo dos bruxos!

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(Visualize em tela cheia)

 

Fox continua com homenagens a Cory Monteith e cria site para o ator

Data/Hora 04/10/2013, 12:14. Autor
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Depois da exibição de Tina In the Sky With Diamonds  na última quinta-feira (03), a Fox liberou o vídeo promocional do episódio tributo a Cory Monteith, mas as homenagens do canal ao ator não terminam em The Quarterback. 

A emissora criou um site para os fãs deixarem suas lembranças preferidas de Cory. Para participar, basta escrever um tweet com a hashtag #RememberingCory e a mensagem vai automaticamente para o hotsite http://www.fox.com/cory/

A Fox também disponibilizou os links de três das instituições de caridade que eram ajudadas por Cory e que estão aceitando doações em nome dele. Toda a renda arrecadada com das músicas de The Quarterback vai ser doada para o projeto preferido do ator, o Project LimeLight.

O aguardado e emocionante episódio tributo vai ao ar na próxima quinta-feira, 10 de outubro, na Fox dos Estados Unidos.

Com informações da Fox

Mais três atores são escalados para o elenco de ‘The Money’, novo piloto da HBO

Data/Hora 04/10/2013, 11:44. Autor
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Após divulgar a escalação de Andrea Riseborough (Oblivion), a HBO aumentou ainda mais o número de atores no elenco de The Money. Patrick Kennedy, Dominique McElligott e Laila Robins são as mais recentes contratações no novo piloto da emissora.

Com roteiro de David Milch (NYPD Blue, Deadwood) e direção de Justin Chadwick (Bleak House), a série fala sobre riqueza e corrupção entre os membros da super elite da sociedade americana, focando em James Castman (Glesson), um magnata poderoso e de estilo patriarcal que se empenha em expandir o seu império no ramo da mídia – além, claro de obter mais controle dentro da sua família.

Kennedy vai interpretar John Castman, filho obediente de James Castman. McElligott vai intepretar Katherine Castman, a amada filha de Castman e Robins vai intepretar Ruth Castman, a esposa de James e mãe de seus três filhos adultos Katherine, John e Greg.

Com informações do Deadline

Fox divulga vídeo promocional do episódio de ‘Glee’ em tributo a Finn/Cory e Ryan Murphy comenta a dificuldade em filmá-lo

Data/Hora 04/10/2013, 11:27. Autor
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Nesta última quinta-feira (3), o canal Fox lançou as primeiras cenas do episódio de Glee em homenagem ao personagem Finn Hudson (Cory Monteith), e é perfeitamente fácil perceber porque o produtor executivo o descreveu como “incrivelmente difícil de filmar”.

Ryan Murphy comentou, em entrevista a jornalistas, que o que veremos no episódio é o que realmente aconteceu. “Quase tudo nesse episódio é a partir do primeiro take de cada performance. Os atores tiveram momentos muitos difíceis para filmar. Todos mergulharam com muito amor nas cenas”, ressaltou.

Ryan ainda comentou a escolha do nome para o episódio, The Quarterback, que reflete exatamente  o líder que Cory representava para o grupo e, em particular para o criador. “Esse grupo de crianças alcançou o centro das atenções e se tornou mundialmente famoso em uma idade muito difícil, e muitos deles realmente lutaram com isso. Cory realmente lutou muito, mas nunca sobre a superfície, e eu acho que é por isso que todo mundo amava. Ele era o mais amável, o mais generoso, nunca disse uma só palavra ruim para ninguém”, lembrou.

Murphy disse que a situação emocional em conjunto levou a um imediatismo nas performances , que ele caracterizou como incrível, e que até ele mesmo lutou muito trabalhando nisso. “Eu nunca vi uma equipe onde você não pode continuar a fotografar porque alguém saiu da sala chorando”. O que os fãs de Glee irão ver em cena é o que as pessoas realmente sentiam não só em relação ao personagem Finn, mas ao Cory diretamente.

Sobre Lea Michele, Ryan se limitou a dizer que foi “muito difícil” para a colega e também namorada de Cory na vida real. Cory Monteith, que teve uma longa luta contra o abuso de drogas, morreu em Vancouver, aos 31 anos, em julho deste ano, por uma mistura de heroína e álcool.

Confira o vídeo promocional:

O episódio irá ao ar no dia 10 de outubro, quinta-feira, na Fox, e é um dos mais aguardados pelos fãs da série. Aqui no Brasil, o seriado é transmitido as quartas, às 12h, porém, ainda não se tem previsão para a estreia da quinta temporada.

Informações do TV Line e The Wrap

Ator de ‘Breaking Bad’ participará da terceira temporada de ‘Switched at Birth’

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Breaking Bad terminou há poucos dias com um episódio que quebrou recordes de audiência. A série foi finalizada mas os atores continuam com novos projetos: Bryan Cranston, o protagonista do sucesso da AMC, irá participar de How I Met Your Mother e R.J. Mitte, que interpretava Walter White Jr., (também conhecido como Flynn) terá papel recorrente na terceira temporada de Switched at Birth, drama da ABC Family.

Ele irá interpretar Campbell, um estudante pré-universitário paralisado por um acidente de snowboard, que trabalha na clínica ao lado de Daphne (Katie Leclerc). Outros créditos do ator incluem uma participação especial em Vegas.

Em seu twitter, a criadora de Switched at Birth, Lizzy Weiss, escreveu que está muito contente com a participação de Mitte na série.

Switched at Birth retorna em janeiro de 2014.

Com informações do The Hollywood Reporter

Primeiras Impressões – Super Fun Night

Data/Hora 04/10/2013, 10:11. Autor
Categorias Preview

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A Fall Season 2013 continua sua maratona de estreias. Esta semana foi ao ar Super Fun Night, nova série que a rede ABC de televisão – espertamente – programou para começar logo após a multipremiada Modern Family, ganhadora dos Emmys de melhor série de comédia desde 2010. Com a estratégia, a história de Kimmie e suas amigas garantiu o primeiro lugar de audiência na última quarta-feira (02) entre espectadores na faixa de 18 a 49 anos.

Inicialmente, a comédia iria ao ar pelo canal CBS, e precisou ser refilmada para adaptar-se à casa nova. Super Fun Night é mais uma série a apresentar o estilo “câmera única” e o episódio exibido na estreia, Anything for Love, originalmente, seria o segundo episódio. Tantas mudanças já suscitam rumores sobre o futuro incerto da produção. Vale lembrar que SFN conta com um nome de peso, o do popular comediante e apresentador  Conan O’Brien, e a assinatura (literalmente) de Rebel Wilson, que é intérprete da protagonista, além de produtora e roteirista.

Wilson é um rosto familiar para quem gosta de filmes cômicos. Esteve, por exemplo, em Operação madrinha de casamentoSuper Fun Night parece mesmo ser a cara da atriz, e tem identidade própria, embora o vídeo promocional com música do Queen lembre Glee e as primeiras cenas do episódio tragam semelhanças com Bridget Jones, aquela que tinha um diário e muitos momentos embaraçosos para contar.

 

A história começa com Kimmie (Wilson) fazendo um videolog sobre sua vida. Conhecemos sua rotina no escritório de Advocacia, onde foi recém-promovida. Conhecemos, ainda, o filho de seu chefe, Richard (Kevin Bishop), com quem mantém uma relação de afinidade meio indefinida; e sua antagonista, a mais nova advogada da empresa, Kendall, mulher decidida, bem-sucedida e que deseja ser a melhor em tudo o que faz, o oposto de como Kimmie se sente. É o velho confronto líder de torcida popular x nerd hostilizada reencenada no mundo adulto.

Aliás, este é o fantasma que persegue Kimmie e suas amigas: o passado mal resolvido de “loser” (perdedora) e o desafio de quebrar o padrão. Para agitar a sua rotina, ela, ao lado de Marika  (Lauren Ash) e Helen-Alice (Liza Lapira, veterana em séries, com papéis fixos em NCIS e Dexter), escrevem ideias para uma “noite super divertida” em pedaços de papel que serão tirados a cada semana, de modo que sempre terão algo diferente e ousado para fazer. A primeira noite, entretanto, é em um piano bar. As garotas preferem começar a curtição em lugares menos propensos à vergonha alheia. Mesmo assim, neste dia, Kimmie terá de enfrentar seu medo de se apresentar em público, um dos muitos obstáculos que a impedem de progredir e se relacionar com as outras pessoas.

O estilo de humor de Super Fun Night é justamente brincar com a tênue fronteira entre o engraçado e o ridículo. É um gênero que ao contrário da época do repertório musical do episódio, os anos 80, não é feito de alunos populares. No século XXI, a indústria do entretenimento descobriu que o nerd/deslocado/incompreendido sem talento algum para socializar é o personagem da vez. Rir de suas tentativas desastradas para ser notado, ou passar sem ser percebido. De sua falta de sutileza e objetividade quando trata de assuntos românticos. E, principalmente, rir da sua figura adoravelmente constrangedora.

Super Fun Night parece ter potencial para permanecer na televisão. As piadas soam forçadas, mas os personagens vão conquistando seu lugar aos poucos, e, no final, até conseguimos simpatizar com os eles. As opiniões dos espectadores e críticos estão bem divididas. Até escrever este texto foi difícil, já que o roteiro e a execução ora agradam, ora perdem a mão.  Rebel Wilson facilita um pouco o processo de empatia, o que pode determinar a permanência da série na grade da ABC. Mas seria o suficiente? E o público brasileiro vai gostar das piadas embaladas em números musicais extravagantes e cantores caricatos? É o que descobriremos no dia 14 de outubro, quando Super Fun Night estrear por aqui, pelo canal Warner. 

Destaques na TV – sexta, 4/10

Data/Hora 04/10/2013, 09:00. Autor
Categorias TV Brasil

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A quinta e última temporada de Breaking Bad chega hoje no AXN, no seu primeiro episódio Live Free or Die, Walter vai visitar a família, que ainda está sob proteção policial, enquanto lida com as consequências da explosão na Casa Tranquila, com participação especial de Jim Beaver (Supernatural, Justified).

Uma nova série chega à Rede Globo, A Mulher do Prefeito, com Denise Fraga como a mulher do prefeito de Pitanguá, interpretado por Tony Ramos, além de vice-prefeita e adestradora de cães. Obviamente inspirado pelos noticiários, o enredo coloca um estádio pronto para ser inaugurado na cidade, solenidade interrompida pela chegada de um mandado de prisão por desvio de verbas e o plano do prefeito de fingir estar doente para conseguir prisão domiciliar, o que deixa sua esposa no comando da cidade.

Lowdown – Um Jornalista Sensacionalista volta em sua nova temporada, com a circulação do The Sunday Sun sofrendo queda livre a única salvação é a história do casamento entre uma mulher e seu gato.

A grade de programação da Warner não consta a exibição de Golden Boy, ainda faltam 7 episódios para encerrar, no seu lugar está programado a reprise de Hostages.

The Office está programado para um horário cedo demais para entrar nos destaques de sábado, então foi encaixado aqui para dar tempo de ser lembrado.

Confiram os destaques na TV para hoje.

AXN
Breaking Bad – 22 h (ep 5×01) ESTREIA

GLOBO
A Mulher do Prefeito – 23h25 logo após Globo Repórter (ep 1×01) ESTREIA

+GLOBOSAT
Lowdown , Um Jornalista Sensacionalista – 22 h (ep 2×01) ESTREIA
O Barco (El Barco) – 0h (ep 1×07 – exibição diária) REPRISE

WARNER
Golden Boy – 22:50 h (ep 1×07) ou reprise de Hostages (?)

HBO FAMILY
The Haunting Hour – 19:30 h (ep 3×18)

MTV
Dawson’s Creek – 10 h (exibição de segunda a sexta)
The O.C. Um Estranho no Paraíso – 16 h (exibição de segunda a sexta)
The Vampie Diaries – 20h30 (exibição de segunda a sexta) – reprise as 15h

VIVA
A Próxima Vítima – 16h15 (de segunda a sexta)
Mad Maria – 23h10 (de segunda a sexta)
Agua Viva – 0 h (de segunda a sábado)

FX (sábado, 5/10)
The Office – 7 h (ep 9×09)
The Office – 7h30  (ep 9×10)

Bom final de semana !

The Voice Brasil – Audições às cegas I

Data/Hora 04/10/2013, 00:25. Autor
Categorias Reviews

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E aí, povo?! Confesso que eu tava ansiosa pra segunda temporada de The Voice Brasil porque gostei da primeira e acreditava que depois da Globo ter a experiência na primeira temporada o programa teria ainda mais qualidade na segunda. Infelizmente, na minha opinião, não foi o que aconteceu. O programa ficou devendo bastante, inclusive pra primeira temporada, tanto em aspecto de produção quanto na qualidade dos candidatos.

Vou começar destacando os acertos, que se resumem a dois: mudança de horário e o cenário renovado. O sucesso da primeira temporada levou o programa para um horário nobre, depois da novela das 21h, embora a emissora continue cometendo o erro de exibir apenas um programa semanal. O cenário deste ano também está mais bonito.

Achei que a manutenção dos jurados seria positiva e que eles estariam mais soltos. Mas na verdade acho que o Boninho vai ter é que trancar os quatro numa sala e obrigar a assistir pelo menos as duas temporadas completas do The Voice UK – que é o melhor programa do formato no mundo – e ver se eles aprendem alguma coisa. Até tentaram imitar umas coisas, mas não funcionou bem e ficou forçado. Espero que melhorem no decorrer do programa, porque assim tá difícil. Não gostei nem da Cláudia, que havia me conquistado na temporada passada.

Mas o verdadeiro show de horrores, pelo menos pra mim, ficou por conta da edição. Eu vi que a coisa tava feia já na primeira audição. Não mostraram (ou será que não teve?) a tradicional disputa pelo candidato, que escolheu o Lulu e saiu correndo. E isso se manteve no decorrer do programa. Ainda falta mais disputa pelos candidatos e falta justificar aos eliminados o porquê da eliminação. Essa é uma das coisas mais bem feitas na franquia britânica. Fica a dica, Globo. Os episódios tão disponíveis pra download na internet, é fácil de ter acesso, só basta um pouco de boa vontade.

Mas confesso que com o nível dos candidatos de hoje eu não ficaria surpresa se o problema não fosse na edição. Se eu fosse mentora do programa não ia ter vontade de brigar por praticamente nenhum desses candidatos. Achei uns dois bons e uma muito boa. O resto fica de médio pra ruim. Destaca-se negativamente o fato de muito candidato ter tentado cantar em inglês e não saber pronunciar direito as palavras. Se é pra cantar desse jeito vai lá e canta em português, mas faz direitinho.

Gostei da Luciana Balby porque acho que ela deu uma roupagem bacana pra Show das Poderosas, mas não foi nada sensacional. O Rubens Daniel também é bom e é do time dos que não desiste nunca. Me lembro de duas participações dele no Ídolos. Gostei um pouco da Simone Talma, também. E a Luana que vi uma galera falando bem nas redes sociais, sinceramente não me atrai nenhum pouco, talvez pelo estilo. Não entendi uma palavra do que ela cantou, é mais grito do que qualquer outra coisa. E se é pra gritar então saudades, Talita.

As duas pessoas que chamaram mesmo a minha atenção hoje estão no #TeamCL. A Gabby Moura, porque foi disparada a melhor da noite (e nem achei tão bom assim),, e a Jullie porque achei ruim demais. Além de cantar mal e ter uma voz chata ela é muito forçada.

PS: O Brown continua o mesmo insuportável de sempre. Aliás, alguém podia pregar a bunda deles na cadeira? Por que eles levantam tanto?

PS 2: Não gosto da Miá Mello.

PS 3: Destaque pra menina que cantou Whitney e ficou totalmente decepcionada de ter ido pro time da Cláudia. Típico caso da emenda pior que o soneto.

Agents of S.H.I.E.L.D. – 0-8-4

Data/Hora 03/10/2013, 23:36. Autor
Categorias Reviews

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“Com grandes poderes vêm grandes responsabilidades!”

É a grande responsabilidade de retornar a escrever um review para o TeleSéries, depois de diversos reviews da fantástica Battlestar Galactica. É grande a responsabilidade de Agents of S.H.I.E.L.D. depois da estréia que bateu recordes de audiência.

Mas não apenas isso. A máxima que marcou a trilogia do Homem Aranha, interpretado por Tobey Maguire, também esteve presente em 0-8-4.

Agente Coulson teve que lidar com a responsabilidade que advém dos poderes de ter sua própria equipe de agentes da SHIELD. E o episódio foi marcado pela primeira missão oficial da equipe com sua nova integrante, Skye, enquadrada como consultora da SHIELD.

Mais uma vez, a série abusou das citações aos eventos do filme dos Avengers (Os Vingadores), falando de Tony Stark, radiação gama, do mjölnir (o martelo do Thor), da HIDRA, do Capitão América, Tesseract, os Chitauri (e indiretamente a Loki) dentre outros. Na bem da verdade, o episódio pareceu mais introdutório, para ‘batizar’ a equipe em uma missão de campo, talvez por isso não foi no mesmo nível do primeiro.

Não sei se porque não tivemos nenhum ‘super’ no episódio, e o seriado acabou parecendo uma série de ação comum – ainda que bem acima da média pelos efeitos e por simplesmente se enquadrar no universo Marvel -, mas o fato é que o episódio foi inferior ao primeiro.

Falando de 0-8-4 propriamente dito, a trama teve início com uma chamada de um ‘0-8-4’, que é a sigla para “Objeto de origem desconhecida.” E o último a ser localizado foi mjölnir. Verificou-se que o tal objeto era uma antiga arma da HIDRA coberta com tecnologia tessaric, com grande potencial de destruição (tanto que acabou causando um buraco na fuselagem do avião da SHIELD, o “ônibus”).

Por certo a arma era disputada por rebeldes do Peru, e fomos apresentados a uma ex-aliada de Coulson, a bela Camila, responsável pela primeira reviravolta do episódio. Camila acabou se revelando uma traidora e tentou tomar a arma para si.

Mas, apesar do início em que patinaram, criando diversas divergência e algumas picuinhas – que possivelmente serão mais exploradas no futuro -, a equipe de Coulson acabou se unindo e trabalhando junta para combater a ameaça de Camila e sua equipe (que conseguiu ingressar no avião da SHIELD e tomar o seu comando), para acabar recuperando a arma e destruí-la.

Para mim o ponto fraco do episódio foi a falta de “músculos” no time na cenas de ação. Apenas a agente May, que já teve seu passado revelado como a “Cavalaria”, e o agente Ward (que ainda usou uma traquitana bastante interessante), mostraram algum poder de combate. Além, claro, de Coulson.

Skye, Fitz e Simmons, apesar de serem os cabeças, não são apenas fracos, mas totalmente inoperantes em combate e mostraram até que precisaram de uma “babá”, o que sinceramente me incomodou um pouco.

Para mim, o que salvou o episódio foi seu final.

Minha nota seria 3.5, mas dei nota 4 só pela cena final e pela revelação de que Skye será um agente duplo (e provavelmente ela será a nova “Severo Snape”, de Harry Potter, sem sabermos se a lealdade dela estará com a “Maré Crescente” ou com equipe de Coulson e a SHIELD).

E a última cena, realizou meu desejo (externado nos comentários das primeiras impressões do episódio) da Marvel dar uma turbinada na série trazendo para telinha os personagens da franquia que foram sucesso no cinema. Assim, tivemos a ótima participação de Nicky Fury (Samuel L. Jackson), em uma cena divertida e extremamente constrangedora para Coulson, pois realmente, com grandes poderes vem um monte de merda que você não está preparado (como disse Skye no primeiro episódio).

Mas, para a série em si, a cena valeu mesmo pelo alerta de Nicky Fury, para que Coulson fique de olho em Skye, e a resposta de Coulson repleta de sabedoria e de que já está sacando o jogo: “Eu sei, senhor”.

Então que comece o jogo!

PS: Destaque do episódio a atuação de Clark Gregg (Coulson), acima da média dos demais.

PS2: Mais alguém deu um sorriso quando Nick Fury pergunta “E como está Lola?”. Que apesar de toda a bagunça acabou sã e salva, sem um arranhão! Ufa!

PS3: Quem mais riu quando Coulsou tomou bronca pelos danos causados ao “ônibus” e teve até que cancelar os seus planos de instalar um aquário? Mas que ideia também, instalar um aquário!

Veja as fotos promocionais do episódio 200 de ‘Grey’s Anatomy’

Data/Hora 03/10/2013, 22:30. Autor
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Hoje (03), vai ao ar o terceiro episódio da décima temporada de Grey’s Anatomy e a ABC aproveitou o dia para divulgar fotos do episódio 200 da série – que irá ao ar no dia 10 de outubro, quinta-feira, às 22h.

Para celebrar o marco de 200 episódios, os produtores tiveram a excelente ideia de fazer um episódio com uma das coisas que a série produz de melhor: festa. Puttin’ On The Ritz mostrará os médicos promovendo um baile de gala para angariar fundos para o hospital, e enquanto isto, Bailey (Chandra Wilson) terá de lidar com vários pacientes um tanto quanto difíceis, tendo que andar lado a lado com sua paciência. À medida que Shane (Gaius Charles) e Stephanie (Jerrika Hinton)  lidarão sozinhos com a emergência lotada, Alex (Justin Chambers) revelará um segredo emocional à Jo (Camilla Luddington).

Sandra Oh (Cristina) comentou a respeito do episódio ”eles brigarão para ver quem conseguirá mais dinheiro” e completou dizendo que ”haverá um momento em que ela [Cristina] estará com Alex, quando dirá o quão boa é”. Kevin McKidd (Owen) também afirmou que ”eles [Owen e Alex] são excelentes cirurgiões, mas péssimos organizadores de festas. Então as coisas irão por um caminho diferente, e talvez não saiam tão bem quanto o esperado”. Para encerrar, McKidd revelou que ”haverá algumas reviravoltas durante o episódio e será uma grande celebração. Será um episódio bom, animador e otimista”.

Confira as fotos do episódio:

Grey’s Anatomy é transmitida às quintas-feiras, às 22h, pela ABC.

Com informações do TV Line

Bones – El Carnicero en el Coche

Data/Hora 03/10/2013, 22:21. Autor
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“Há mais de um tipo de família”. Quem acompanha Bones desde o comecinho costuma lembrar dessa frase. Há sim mais de um tipo de família. Aquelas que não são funcionais, ou não convencionais, há aquelas que colorem as páginas de comerciais de margarina, e também aquelas que existem apenas em nosso coração.

Assim que terminei de ver El Carnicero en el Coche, encontrei um forte senso de segurança.  Estava diante, na verdade, do primeiro grande episódio da nona temporada. Respirei firme, e estava pronta para mais um ano da série, desta vez sem medo. O que me fez ter tal segurança? É que por mais que briguemos, e às vezes não nos entendemos, somos todos uma grande família. E os produtores da série sabem disso.

São nove anos entre ossos e assassinatos, e quando se tem a opção de usar a premissa da série e seus personagens para construir uma boa história, isso é um feito louvável. Não é preciso toda a frivolidade efervescente das séries de hoje, grandes efeitos especiais, ou relações superficiais, para que se mostre um bom trabalho – é o que venho tentando dizer quando cobro bons roteiros. Foi da união entre os bons personagens e da boas histórias que foi possível mostrar um ótimo episódio, no qual o caso era interessante, a turma do Jeffersonian foi bem aproveitada e os personagens se envolveram emocionalmente na medida certa.

É essa família, de Hodings e Soroyans, Booths e Brennans, que a série constroi o que se tem de mais precioso no seriado, e por conhecê-los bem, e usá-los muito bem, El Carnicero en el Coche passou de filler para um episódio quase cinco estrelas. Vamos brindar a isso.

Um caso com motivações

The Bridge atravessou a ponte e foi parar em Washington, e não há nada de errado nisso, nem em ser um pouco mais consistente nos casos, de vez enquando.

Talvez seja porque eu esteja completamente envolvida com o drama das fronteiras estrelado por Damian Bichir e Diane Kruger – quem não viu ainda, veja! -, mas gosto muito de uma história mais política, de motivações menos torpes (por parte dos roteiristas) ou menos bobas (por parte dos assassinos). Apesar do crime cometido no episódio ser de origem mais branda, a série pode explorar um tema mais sério. O que Bones faz muito bem quando quer.

A briga de gangues, o universo da periferia, das minorias nos Estados Unidos, o comércio ilegal de armas, tudo isso, era parte da vida do pequeno Javier. O assassino.

Na verdade, foi interessante ver como um caso levou a outro, o que culminou com a prisão dos “verdadeiros” bandidos. O bacana também foi ver o time inteiro do Jeffersonian trabalhando no caso com o que eles sabem fazer de melhor. Cada vez mais sinto falta disso, desse entrosamento.

Booth não conseguiria fazer uma boa investigação sem a ajuda do Sweets nem as pistas do Jeffersonian. Isso é a premissa da série.

Booth também tem um grande senso de justiça, não só pertinente para a sua profissão, mas é o que move o agente do FBI para ser um pouco mais do que um homem da lei. Ele sabe que precisa ir além, e quando o faz, salva o dia. Mas ele não faz isso sozinho, porque lá no laboratório, a Brennan sabe das coisas, e com a ajuda do Wendell, ela descobre não só que o disparo que matou a primeira vítima foi único, mas a ascendências dele, e a condição genética que ele carregava e que o fazia único. Foi com o auxílio de Hodgins e Angela – que não só descobriram a identidade da vítima, mas também pegaram os traficantes. Cam sempre fazendo as melhores considerações, além de mostrar a sua habilidade de tirar a pele da carne – aliás, a cena mais nojenta da temporada, desde já. Sou hipócrita assim, gosto de ver apenas cadáveres sem carne-, conduziu bem o time, e a Caroline, ah! Caroline!

O garoto precisa de uma menção honrosa. Além de bom ator, ele também mostrou o outro lado do significado “família”. O lado não tão bom assim. De qualquer modo, foi uma surpresa ver o pequeno defendendo a mãe diante de uma situação tão horrível.

O caso do Estrellas Locos foi emocionante.

 

Altos

Até a sequência de abertura foi diferente neste episódio. Sem aquela coisa de: ah, corpo, pânico, grito! Foram três cenas mais dinâmicas, o que deu ao início uma dinâmica mais interessante.

A cena do carro se demonstando e o comentário da Brennan me levou aos velhos tempos.

Brennan fazendo tradução simultânea de espanhol – apesar da Angie ter deixado claro na primeira temporada que falava a língua, por ter crescido no Texas.

Booth e Sweets levando uns tiros, e a Brennan reclamando para o parceiro por ele não ter contado esse “detalhe”.

O Sweets foi impressionante, mas falo dele a seguir.

Baixo

Sei que Bones é um procedural. Mas me incomoda um pouco o episódio passado ser sobre a Cam perdendo a sua identidade, e neste, o assunto parece ter sido totalmente esquecido.

É isso.

 

O drama do Sweets

Quando o Sweets começou a reclamar que estava insatisfeito, lembrei muito da Angela. Toda a conversa de que não queria mais trabalhar no Jeffersonian não durou nem uma temporada. Não entendi o propósito da história, nem comprei a desculpa da personagem para querer sair do laboratório. Ainda que fosse pelo filho, que mal vemos. Mas enfim, a história do Sweets parecia estar indo para o mesmo lugar.

Mas acontece que eu estava errada. O drama do Sweets é totalmente coerente, e parece conversar um pouco com a audiência. O personagem, de uns tempos para cá, passou de “gostável” para desnecessário, e só de ouvir que ele teria um pouco mais de atenção em alguns episódios, era motivo para desanimar com a história. Todo aquele frenesi sobre ele querendo aprender a atirar, terminando com com a Daisy, querendo virar agente do FBI… tudo isso e não percebi que o Sweets é quase um adolescente amadurecendo. Acho correto ele querer voltar a ser conselheiro, como ele era quando entrou a história. Querer ajudar as pessoas. E depois do que houve com o Pellant, poderia ser uma boa maneira dele voltar a ser… o psicólogo, não o Super Sweets.

Gostei bastante dele nesse episódio. Estou curiosa para ver como ele irá ser utilizado nos próximos episódios.

A cena final me tocou um pouco. Acho que subestimei a importância do jovem Lancey. Ele também é uma peça chave na família. O irmão mais novo que ninguém quer ter, mas que fica feliz em ter, ou aquele que é simplesmente necessário, que faz o ar ficar mais leve, e que traz mas para perto de nós o senso de justiça.

Só tenho mais uma coisa a dizer: estamos de volta, baby!

Até semana que vem!

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