Chicago Fire – Rhymes With Shout

Data/Hora 02/12/2013, 11:00. Autor
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É incrível como Chicago Fire vem se superando a cada dia. Já falei aqui que o objetivo da série é muito mais do que mostrar os resgates realizados pela equipe de bombeiros do Batalhão 51. Se em alguns episódios vários resgates se mostraram importantes para o crescimento dos personagens, em Rhymes With Shout os roteiristas mostraram, definitivamente, que os dramas são os protagonistas da série. E ponto.

Se o episódio inteiro tivesse se passado fora dos turnos dos bombeiros, todas as tramas aconteceriam perfeitamente. Mas não sei até que ponto isso é vantajoso porque em episódios como esse, muitos dos resgates são inseridos apenas para a série continuar na temática dos bombeiros. Mas, enfim, em time que está ganhando não se mexe e a série vem conseguindo agradar um número cada vez maior de telespectadores. E, no fundo, é isso que importa para os produtores.

Rhymes With Shout foi um episódio repleto de surpresas. A começar com a retomada do plot de Cruz, lá da primeira temporada (episódio 1×10). Ao praticamente presenciarem o assassinato de uma garotinha, Cruz e Leon participam da investigação de um modo nada convencional. Com a equipe do Departamento de Polícia tomando a frente do incidente, o bombeiro e seu irmão se vêm assombrados por fantasmas de seu passado. Voight está de volta para atormentar ainda mais Cruz já que o primeiro sabe, de algum modo, que Cruz não salvou aquele membro da gangue de propósito e não vai deixar isso passar em branco.

Para ajudar na investigação, Leon precisa voltar para a gangue que pertencia e Voight usa o fardo que Cruz carrega para conseguir que o Leon seja uma peça-chave na investigação. Tudo isso com a ajuda de ninguém menos que a Detetive Erin Lindsay, interpretada pela poderosíssima Sofia Bush, a eterna Brooke Davis de One Tree Hill, e responsável por deixar os fãs do drama ainda mais ansiosos pela estreia de Chicago PD, em janeiro. Lindsay conseguiu convencer Leon de que esse era um mal necessário e, por isso, teremos mais Voight assombrando geral pelos próximos episódios. E o que dizer de Cruz surprendendo – mas nem tanto – ao pedir Zoya em casamento?

Outra surpresa ficou por conta de Mouch. A pinta de bom moço que ele deixou transparecer no dia da eleição do sindicato caiu por terra: o bombeiro sabe sim usar o golpe baixo como um dos artifícios para se conseguir o que quer. Para ajudar o Batalhão 51 sobreviver ao terror de McLeod, o bombeiro usou aquela informação sobre Sullivan para fazer com que o sindicato abrisse um inquérito contra a mulher. Abre o olho, mocreia!

Shay também teve sua cota de surpresas no episódio. Surpreendeu e foi surpreendida. Primeiro porque pediu transferência do 51. Eu não acreditava que o desenrolar de seu estresse pós-traumático chegaria a esse ponto. Com isso, Dawson ganhou um novo companheiro de trabalho, daqueles super inconvenientes e bem fraquinho quando comparado às atitudes profissionais de Shay. Dawson vai precisar agir antes que algo pior aconteça com com amiga e para que ela volte ao batalhão. Shay foi surpreendida por Devon – mas nós, não – que fez “a limpa” na casa da paramédica levando tudo o que tinha direito. Shay sã só de dá mal, Shay rebelde nem se conta…

Peter foi surpreendido por Isabela, que usava o rapaz para beneficiar sua carreira. Severide foi surpreendido pela meio-irmã que o comparou com Benny. Surpresas, surpresas e mais surpresas…

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Mas a surpresa maior mesmo foi Casey e Dawson! FINALMENTE! FINALMENTE! FINALMENTE! Essa palavra define o casal! Depois de 31 episódios de enrolação, eis que temos Casey se declarando para Dawson e os dois se entregando loucamente à esse sentimento para acabar com essa lenga-lenga que ninguém aguentava mais. Aeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee! o/

Revolution – Everyone Says I Love You

Data/Hora 02/12/2013, 10:09. Autor
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Caaaaaaara, que episódio tenso! Sem dúvidas foi o melhor episódio da temporada. Parece que a coisa vai finalmente começar a esquentar – depois do hiato, digo.

Essa mania dos produtores de Revolution de levar a série em banho maria e aí fazer o melhor plot twist no episódio antes do hiato me irrita profundamente. Pô, se dá pra fazer um episódio incrivelmente fantástico como esse, por que, mon dieu, por que ficar cozinhando? Não faz sentido nenhum. Aí daqui a pouco a série é cancelada (pois é, segundo o pog, as chances são grandes de essa temporada ser a última) e não sabe a razão. Tsc, tsc.

Everyone Says I Love You foi um episódio extremamente emocionante, muito chorável (sim, chorei, chorei de verdade), com um roteiro incrível e A FUCKING AWESOME PLOT TWIST! Começando diferente, vou ter de falar sobre o Neville primeiro. Pois bem, o núcleo que estava todo desandado e despropositado finalmente teve um acontecimento. Ou melhor, o acontecimento. Velho, A JULIA APARECEU! Toda olhos verdes, poder e classe, como sempre. A caminho da Casa Branca para matar o presidente em nome de sua querida e falecida esposa, Tom se depara com um fantasma, que na verdade de fantasma não tem nada. A mocinha fugiu mesmo e se safou das bombas. Acabou se casando de novo, tendo na cabeça que Tom estava morto. Esse encontro foi decisivo: Neville muda de planos e se junta a Julia para “conseguir o que planejavam” antes de serem separados. Não, ela não joga tudo pro alto e volta pra ele na hora, mas arquitetam planos e planos. E ela diz: “Eu te amo.”

Indo para o núcleo Willoughby, todos procuram por Aaron. Lembram que, no último episódio, os Patriotas quase mataram a Cyn pra ver se ele conseguiria curá-la? Pois é, não é que ele conseguiu? E conseguiu apagar todos os patriotas que guardavam seu cativeiro e fugir com a esposa. E eis que chegou na escola de Willoughby e encontrou um garoto. Um garoto familiar. E então, depois que Cyn acorda, Aaron descobre que só ele vê o garoto – consequentemente, o menino é… TÃDÃ! A NANOTECH! É muito lindo o garoto falando com o Aaron como se este fosse Deus :3 Obviamente, fica explicado o controle do Aaron sobre a nanotech – apesar de não ser uma explicação muito boa, visto que as nanopartículas teriam de ter princípio inteligente para que a explicação fosse a ideal. Considerando que tivessem, dá pra engolir, depois de mastigar um pouquinho. Até porque foi fofo, haha. Mas o nosso querido geek manda o garoto ir embora, e ele vai. Ç.Ç

Charlie, Miles, Bass e Rachel estão à procura de Aaron. Uma vez que tomam ciência do paradeiro do amigo, correm para procurá-lo, e chegam junto com os patriotas, só pra termos uma lutinha básica. Miles, que está com o braço infectado, acaba caindo, e Rachel fica com ele, presa numa sala, tentando proteger seu amado dos patriotas que estão por vir. Daí temos um flashback muito bonitinho – apesar de o cabelo da Rachel estar um horror nele -, de quando o Miles termina com ela alegando não achar certo trair Ben. Daí, de volta do flashback, antes de apagar, o Miles diz pra Rachel que ela sempre foi a única (foi um “eu te amo”, vamos lá).

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Enquanto isso, Charlie e Bass – shipping very very hard -, separados de Miles e Rachel, também procuram. Bass faz menção de abandonar Charlie quando tem uma oportunidade, deixando-a revoltadíssima, mas depois volta, e ela fica com aquela cara de “Não creio que você voltou, seu lindo!” estilo Charlie. Qual é, pode-se dizer que a volta de Bass foi uma declaração de amor, não pode? Pode sim, que eu sei.

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Voltando a Aaron, ele sai da sala onde estava e aí, pimba! Encontra o Randall Dr. Horn e, quando ele atira em Cyn (que morre, só pra vocês saberem), Aaron chama o garotinho de volta e manda que ele mate todos os patriotas no prédio (Horn incluído). Daí, quando todos já estão carbonizados, o garoto pergunta: “por que você simplesmente não me pediu para trazê-la de volta?”. Só aí o Aaron gênio pede pra ele trazê-la de volta, mas o garoto se recusa, por ter sido mandado embora, e vai pra nunca mais voltar.

E aí o episódio acaba. Claro que Aaron ter carbonizado foi um ato de raiva, mas também de amor à Cyn. De qualquer jeito, a revolta foi tão maior que ele nem pensou em trazê-la de volta. Isso é triste, mostra que a raiva pode fazer com que esqueçamos do que nos é mais caro e importante. Moral da história: não deixais que a raiva tome conta de vossos corações.

Até depois do hiato, Revolucionários!

Destaques na TV – segunda, 2/12

Data/Hora 02/12/2013, 09:00. Autor
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Retornos, estreias e finais marcam a noite de hoje na tela da TV.

Comédias da Warner voltam com inéditos.
A Mulher Maravilha … ops a Lynda Carter irá participar como ela mesma no episódio de hoje de Two And a Half Man.
Molly Shannon (Saturday Night Live) e Will Sasso (MADtv) são as participações especiais da noite em Super Fun Night.

Whitechapel encerra sua segunda temporada numa guerra contra os irmãos Kray.

Os fãs de Treme poderão conferir a quarta e última temporada da série um dia após sua estreia nos EUA. A HBO Brasil estreia hoje a exibição do primeiro episódio, de um total de cinco.

Fãs de ER poderão matar saudades de Sherry Stringfield hoje em CSI, Matthew Davis (Cult, The Vampire Diaries) volta a participar.

Confira as demais atrações dos canais de TV para esta noite.

UNIVERSAL
Beauty and the Beast – 22 h (ep 2×03)
Grimm – 23 h (ep 3×03)

BBC HD
Whitechapel – 23 h (ep 2×03) SEASON FINALE

FILM&ARTS
Silk – 21 h (ep 2×03)

TNT
Under the Dome – 22h30 (ep 1×05)

COMEDY CENTRAL
The Michael J. Fox Show – 20h30 (ep 1×06)

AXN
Criminal Minds – 22 h (ep 9×07)

TCM
Elas – 21 h

WARNER
Super Fun Night – 20 h (ep 1×06)
Two And a Half Man – 20h30 (ep 11×06)
Hostages – 22h25 (ep 1×10)

SONY
CSI – 21h (ep 14×08)
Scandal – 22h (ep 2×17)
The Voice – 23 h

GNT
Offspring – 17h (ep 3×10)
Pirei com Betty Lago– 20h30
Copa Hotel – 23h (ep 2×10)

HBO
Treme – 20 h (ep 4×01) ESTREIA
Master of Sex – 21 h (ep 1×09)

MAXPRIME*e
Strike Back – 21h – (ep 3×05)

+GLOBOSAT
Line 32 – 22 h (ep 1×07)

SBT
Dupla do Barulho – 19h20 – ESTREIA
Pretty Little Liars – 1h30 (na madrugada de 2a. para 3a. feira) – ESTREIA

MTV
Dawson’s Creek – 10 h (exibição de segunda a sexta)
The O.C. Um Estranho no Paraíso – 16 h (exibição de segunda a sexta)
The Vampire Diaries – 20h30 (exibição de segunda a sexta)
Awkward – 23 h (ep 2×07) / 23h30 (ep 2×08)

VIVA
A Próxima Vítima – 16h15 (de segunda a sexta)
Hilda Furacão – 23h15 (de segunda a sexta)
Agua Viva – 0 h (de segunda a sexta)

Vejo vocês amanhã !

Saiba tudo sobre o 100º episódio de ‘The Good Wife’

Data/Hora 01/12/2013, 22:58. Autor
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A série The Good Wife estrelada pela vencedora do Emmy e do Globo de Ouro, Julianna Margulies comemora hoje com os fãs a marca dos 100 episódios exibidos.

Na série, Julianna interpreta Alicia Florrick, uma esposa e mãe que reinventa sua vida após um escândalo sexual e de corrupção política envolvendo seu marido. Trabalhando por quatro anos no escritório de advocacia de Lockhart/Gardner, Alicia aceita uma oferta de prestígio de seus chefes, mas no entanto, uma atração mútua com Will deixa Alicia em conflito depois que ela concorda em renovar seus votos com o marido, Peter, que ganhou a eleição para governador. Depois de muito pensar, Alicia concorda em deixar Lockhart/Gardner para iniciar uma nova empresa com um colega de trabalho. Agora, Alicia deve encontrar uma maneira de equilibrar a sua carreira que somente evolui, sua nova posição como a primeira-dama e seus papéis como esposa e mãe de dois filhos.

Confira um vídeo do que está por vir no décimo episódio da quinta temporada da série:

No episódio comemorativo, intitulado The Decision Tree, Alicia fica chocada ao saber que um ex-cliente lhe deixou milhões, mas a Lockhart/Gardner contesta rapidamente a favor da esposa falecida do cliente. Enquanto isso, Diane pede Kalinda a olhar para o passado de Damian. Além disso, Eli e Marilyn estão preocupados com Peter sendo visto com pessoas de má reputação na festa de Natal do escritório Florrick/Agos.

Abaixo, veja também algumas fotos promocionais que foram liberadas:

The Good Wife comemora hoje, dia 1º de dezembro, seu episódio de número 100 e vai ao ar pela CBS.

Com informações do TVEquals

Morre, aos 40 anos, Paul Walker, ator da série ‘Throb’ e dos filmes ‘Velozes e Furiosos’

Data/Hora 01/12/2013, 22:41. Autor
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Paul Walker, mais conhecido por seu papel nos filmes de sucesso Velozes e Furiosos, morreu aos 40 anos nesse sábado (30) à tarde em um acidente de carro em Santa Clarita, Califórnia.

O Departamento de policia de Los Angeles disse que o acidente aconteceu por volta das 15:30 (horário americano). “Quando chegaram, os paramédicos encontraram o veículo em chamas”, disse o xerife responsável em um comunicado. “Os bombeiros responderam o chamado com rapidez , extinguiram o fogo e, posteriormente, foram localizadas duas vítimas dentro do veículo.”

Walker estava dentro de uma Porsche Carrera GT 2005 quando o acidente de um carro só aconteceu. Segundo fontes, o ator estava na cidade para um show patrocinado por sua organização de caridade intitulada ‘Reach Out Worldwide’ (algo como Alcance Mundial, em tradução livre). Em 2010, ele voou para o Chile para ajudar os feridos no terremoto e anteriormente foi ajudar os sobreviventes do terremoto no Haiti.

Veja abaixo mensagens que amigos deixaram para Paul em seus twitters pessoais:

Meu coração está doendo de tristeza. Paul Walker era um homem bom. Descanse em paz, meu amigo… Meus sentimentos à família Walker.

Toda a minha força, amor e fé para a família Walker durante este tempo difícil. Nós encontramos a nossa força… em sua sua luz. Te amo irmão.

Coração muito pesado hoje. Paul Walker foi realmente bom, doce, amável, descontraído, e uma pessoa amável. Envio muito amor à sua família.

Querido Paul, durma com os anjos.

Meu coração está doendo tanto que ninguém pode me fazer acreditar que isso é real. Pai, eu rezo para que você envie clareza sobre esta causa que eu não entendo. Meu coração dói e está quebrado, ninguém pode me convencer de que isso é verdade… Por favor, orem para sua filha e sua família… Nós acabamos de celebrar seu 40º aniversário… Meu Deus… Meu Deus… Eu não posso acreditar que eu estou escrevendo isso.

Seu espírito humilde nos abençoou desde o início, onde quer que tenha ido, sua presença sempre deixou uma marca. Éramos como irmãos e nossos aniversários são apenas com 1 dia de intervalo. Agora Você vai sempre ter um lugar em todos os nossos corações @paulwalker, seu legado viverá para sempre. Descanse em paz.

Walker estava reprisando seu papel como Brian O’Conner no sétimo titúlo da franquia Velozes e Furiosos com o diretor James Wan. As filmagens do filme tinham começado em Atlanta e estavem em pausa para o feriado de Ação de Graças. Antes de se tornar famoso em meio a carros e corridas, Paul estrelou a sitcom Throb e fez participações em The Young and the Restless, Who’s the Boss? e vários outros sucessos da televisão.

Com informações do HitFix e do TMZ

Dracula – The Devil’s Waltz

Data/Hora 01/12/2013, 21:54. Autor
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O quinto episódio de Dracula veio com o título de The Devil’s Waltz (A Valsa do Diabo, na tradução) e então eu conclui que, se o diabo dança, essa valsa deve ser bastante entediante de se assistir. Porque… que episódio arrastado!

Basicamente, o capítulo se resumiu em acompanhar Renfield ser torturado pela Ordem – o que foi torturante, de verdade -, os arranjamentos para a festa de noivado da Mina – o que, convenhamos, era muito chato – e as experiências de Van Helsing para que Drácula possa sair ao Sol – o que é mais ou menos cansativo.

Mas vamos falar primeiro do Renfield. A situação em si, de vê-lo torturado, foi difícil de assistir, mas não porque era ruim. Na verdade, foi bonito ver o quanto ele é fiel a Drácula, algo que todos nós já imaginávamos. Mas, ali, tivemos a certeza de que, sim, ele morreria pelo vampiro. Ao mesmo tempo em que, pudemos perceber, em nenhum momento ele desacreditou que Drácula apareceria para salvá-lo; ele tinha certeza disso e sabia que deveria resistir apenas até o vampiro chegar. Drácula, por sua vez, também se mostrou bastante afetuoso com o amigo e quase perdeu a festa de noivado de Mina e Harker para resgatá-lo. Ainda pudemos saber como os dois se conheceram, em um trem. A história foi meio mal contada, superficial e clichê, mas assim é a relação do vilão rico/obscuro e seu fiel escudeiro negro, no século 19. Drácula é muito mais um anti-herói do que um vilão, propriamente dito. Mas não vou discutir mais isso. Eu não gosto, sei que é mais uma questão de gosto pessoal. A maioria dos espectadores da série se agrada com isso.

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Já a Mina teve um sonho “ousado” com Alexander Grayson, vulgo Drácula, e, na minha interpretação, ele invadiu os sonhos dela, tal como o vampiro fazia nos livros (inclusive com Lucy). A festa de noivado de Harker e Mina foi um tédio só. Vou resumir o “acontecimento”: alguém chamava Drácula para uma rodinha, ele apertava a mão, dizia “licença” (ou o nome da pessoa a quem fora apresentado, por exemplo, “Van Helsing”) e saía. E assim ele ia, de rodinha em rodinha. Dormi.

O ponto alto, no entanto, foi quando o TROUXA do Harker – ai, como esse homem me irrita – concedeu o que ele tinha de mais valioso ao Drácula, como agradecimento por ele disponibilizar sua casa para dar a festa. E, aí, fomos surpreendidos com o bobo do Harker oferecendo a primeira valsa com Mina ao Drácula. A burrice do Harker chega a ser forçada, porque é tão óbvio que Mina e o vampiro se querem. Mas, se o jornalista não tinha percebido tal fato até agora, na festa ele percebeu isso… E na frente de todo mundo! Não esperava que Mina e Drácula fossem ser tão indiscretos em frente à sociedade, mas, pelo menos, serviu para dar uma agitada na história (e na festa). Harker ficou bravo, mas não brigou. Lady Jayne e Lucy estavam arrasadas – ainda não consigo gostar da Lucy apaixonada por Mina, não acrescenta ao enredo. O mais legal da cena mesmo foi ver Drácula rasgando a garganta de Harker, quando ele interrompeu a valsa do protagonista com a namorada – infelizmente, não era verdade! Era apenas a consciência do vampiro (e a minha vontade).

Os testes de Van Helsing para fazer com que Drácula saia no sol estão progredindo e espero que, no próximo capítulo, finalmente vejamos o vampiro caminhando por aí à luz do dia. O vídeo promocional do próximo episódio sugeriu que ele irá, mas não dá para confiar nisso, já que esses comerciais costumam nos iludir bastante. Gostaria de mencionar uma cena em específico, em que Drácula informa ao Van Helsing que Renfield havia sido capturado, provavelmente pela Ordem, e, uma vez que Drácula afirma que o criado jamais o trairia, Van Helsing diz que está tudo bem, “deixa para lá” – enquanto Drácula está, visivelmente, abatido. Uma inversão de valores aí. Van Helsing é o grande badass de Dracula. Drácula é apenas um homem sofrido e cheios de mágoas. Vou ali chorar, “licença”.

Confira as novidades sobre a série derivada de ‘Breaking Bad’

Data/Hora 01/12/2013, 20:00. Autor
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Better Call Saul ainda não tem data de estreia, nem ao menos um roteiro definido, mas já está se tornando um dos seriados mais aguardados da televisão. A série, derivada do sucesso Breaking Bad, deve ter como foco o personagem Saul, interpretado por Bob Odenkirk, o advogado do Walter White (Bryan Cranston) e Jess Pinkman (Aaron Paul).

Em um entrevista para o Yahoo! TV, o roteirista e produtor das séries Peter Gould revelou mais um detalhe sobre a produção: a história deve ter como pano de fundo os tribunais americanas. “Tenho passado muito tempo nos tribunais pesquisando”, disse. Perguntando o porquê da escolha de Saul para ser o foco do spin-ff, Gould afirmou: “Percebemos que o personagem, e Bob, era alguém que poderia carregar uma série de TV.”

Quanto às estrelas de Breaking Bad, o criador da série Vince Gilligan já avisou: “Seria irresistivel não convidá-los para pequenas aparições ao longo do seriado”. Tanto Aaron Paul quanto Bryan Cranston já expressaram interessem em participarem, ocasionalmente, de Better Call Saul.

Breaking Bad foi exibida pela AMC, e terminou na quinta temporada, no dia 29 de setembro deste ano.

‘Girls’: Confira o novo pôster promocional da terceira temporada

Data/Hora 01/12/2013, 14:52. Autor
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A ansiedade para a chegada da nova temporada de Girls aumenta a cada dia que passa nos corações dos fãs. Após a divulgação da data de estreia da terceira temporada, a HBO divulgou um novo pôster promocional do seriado.

VÍDEOS | Lena Dunham posta vídeo de ‘Girls’ no Instagram. Confira!

Teremos no elenco a presença de muitos atores conhecidos e os já confirmados são: Andrew Rannells (The New Normal), Amir Arison (Zero Hour), Michael Zegen (Boardwalk Empire), Danielle Brocks (Orange is the New Black) e Kim Gordon (Gossip Girls). Confira a imagem abaixo:

Girls - Season 3 - Promotional Poster_595_slogo

Girls foca na vida de quatro garotas que lutam para sobreviver na cidade de Nova York. Apesar das comparação com Sex and The City a vida em Girls é muito menos fabulosa do que aquela de Carrie e companhia. Hannah Horvath (interpretada por Lena Dunhan, que também escreve e dirige vários episódios) é uma aspirante a escritora, que faz estágio em uma editora de Manhattan e enfrenta vários desafios da vida diária com suas amigas.

NOTÍCIAS | HBO exibe, ‘True Detective’, ‘Looking’ e a terceira temporada de ‘Girls’ em janeiro 2014

A terceira temporada de Girls recebeu a encomenda de 12 episódios e voltará no dia 12 de janeiro de 2014 na HBO. ainda não há informações da exibição dessa temporada no Brasil, mas a série é transmitida pela emissora HBO Brasil em vários horários das sua franquias.

Com informações do SpoilerTV.

Destaques na TV – domingo, 01/12

Data/Hora 01/12/2013, 09:00. Autor
Categorias TV Brasil

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Confira o que esperar na TV neste domingo.

O programa Junto & Misturado estreia em uma temporada especial de fim de ano, com cinco episódios. Neste domingo, Bruno Mazzeo vive Elvis Presley, o Rei do Rock decide mover um processo para censurar as mais de duzentas biografias não autorizadas sobre sua vida. E explica aos jornalistas – interpretados por Kiko Mascarenhas, Letícia Isnard, Augusto Madeira e Fernanda de Freitas -, o que o levou a tomar esta iniciativa. Cada programa será composto por esquetes de humor sobre três temas diferentes, abordando curiosidades e absurdos do nosso cotidiano. No primeiro episódio, o humorístico discutirá os temas: filhos, autoridade e livro.

Dexter quer saber o por que de Hannah estar de volta a Miami, Yvonne Strahovsky (Chuck) está de volta.

Para quem quer rever tem maratona com os 3 últimos episódios exibidos de The Blacklist.

A Warner está oferecendo mais uma chance de conferir a série Almost Human, reprise da estreia às 13 h.

Confira os demais destaques de domingo.

+GLOBOSAT
East West 101 – Choque de Culturas – 22 h (ep 1×04)
Murdoch Mysteries – 0 h (exibição diária – 3a. temporada)

GLOBO
Junto & Misturado – 23h25 (depois do Fantástico) ESTREIA

WARNER
Almost Human – 13 h (ep 1×01) REPRISE DA ESTREIA

FX
The Americans – 10h21 (ep 1×06)
Dexter – 23 h (ep 8×07)

SONY
Top Chef Masters – 19 h – 4a. Temporada
The Blacklist – maratona – 20 h(ep 1×06), 21 h (ep 1×07), 22 h (ep 1×08)
The Voice – 23 h

FOX
Modern Family – 9h46 (ep 4×16 – leia a review) / 10h10 (ep 4×17 – leia a review)

TV CULTURA
Confissões de Adolescentes – 11h30

HBO
Destino : Rio de Janeiro – 21h15 (ep 1×01) ESTREIA
Prófugos – 22 h (ep 2×12)
Boardwalk Empire – Império do Contrabando – 23 h (ep 4×10)

Até amanhã !

Homeland – One Last Time

Data/Hora 30/11/2013, 22:41. Autor
Categorias Reviews

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Finalmente Nicholas Brody está de volta à ação. É – praticamente – o segundo episódio no qual Damian Lewis realmente aparece e do qual participa integralmente. E em apenas uma hora, Homeland foi capaz de mostrar um personagem destruído, sem qualquer intenção de continuar vivendo, e posteriormente o soldado com uma nova missão. Mas não somente isso: também o homem com uma nova razão para viver. E Damian Lewis atuou lindamente neste episódio, que facilmente servirá coma sua Emmy Tape. Brilhante!

E apesar de algumas inconsistências, ainda por causa do começo de temporada fraco, One Last Time veio pra mostrar que a série ainda é capaz de encontrar o balanço entre a razão, as tramas bem elaboradas, e os momentos de pura emoção.

O episódio começa com nosso casal de protagonistas novamente representados paralelamente, assim como no episódio Tower of David: ambos acamados, mas em circunstâncias completamente diferentes. Carrie está de volta ao hospital – e, de certa, forma prisioneira da CIA – se recuperando do tiro bem colocado de Quinn. Enquanto isso, Brody luta com os sintomas torturantes da abstinência, depois de meses nos quais sua única companhia fora a heroína.

E, aparentemente, Saul sempre soube onde Brody esteve, já que para seu plano funcionar, a participação do ruivo se torna fundamental. As cartas estão todas em cima da mesa e Saul revela os detalhes do seu plano na íntegra: enviar Brody para o Irã, onde ele vai se reunir com o chefe da guarda revolucionária iraniana e assassiná-lo . Javadi, então, irá tomar seu lugar, se tornando dessa forma um dos homens mais poderosos e influentes do país. Assim os dois países poderão fazer o impensável: negociar a paz, ao invés de atacar um ao outro. Apesar de parecer emocionante, é difícil de acreditar que o plano utópico de Saul irá funcionar. Além da missão de Brody parecer (ser) suicida, algo soa muito errado ao se pensar em dar tanto poder a alguém como Javadi.

Como já dito, Brody é fundamental para o plano, mas o problema maior é que ele não quer ser envolvido mais nisso. Aliás, ele não quer ser envolvido em mais nada. E Damian Lewis simplesmente brilhou ao fazer todo mundo acreditar que Brody está apenas destruído (o ator parece até ter perdido peso). Durante vários momentos Brody pediu para ser morto, e nem mesmo Carrie, a princípio, teve algum efeito sobre ele. Pudemos ver – encenada perfeitamente por Lewis – a morte em vida do personagem, durante alguns minutos do episódio.

A primeira cena de Carrie e Brody, o reencontro, foi uma das minhas cenas favoritas do episódio. Mesmo estando a menos de um metro de distância um do outro, Carrie e Brody não podiam parecer mais distantes. Mas o mais interessante dessa cena, na verdade, foi que a questão de Brody não ser inocente foi finalmente trazida ao seriado. Tudo bem, ele não foi o autor do ataque a Langley. Mas Brody definitivamente não é inocente, como ele e o público preferem esquecer. Tom Walker e Abu Nazir foram trazidos, mesmo que brevemente, no discurso de Carrie sobre todas as coisas pelas quais Brody é responsável, todas as mortes que ele causou ou pelas coisas que impediu que acontecessem. Todos nós somos forçados, pela própria série, a rever nossos conceitos, e o que ficou claro é que Nicholas Brody está longe de ser inocente.

E Carrie sabe como manipular (sim, gente, ela manipulou) Brody de volta a ativa, ela sabe que a família (Dana, novamente) dele é seu ponto fraco. Carrie sabe o valor das informações que tem e contar a Brody que Dana mudou de nome e saiu de casa foi o suficiente pra fazer seu pai querer fazer a “coisa certa”. Isso gerou a melhor cena do episódio, entre Dana e Brody (sim, gente, Dana). Antes de seguir com sua missão, ele faz uma exigência: ver Dana e tentar se explicar com sua filha. Achei interessante essa cena, porque ela demonstrou perfeitamente a relação de Brody com sua família, uma relação na qual não existe reciprocidade. Sério, o que ele acreditava que fosse acontecer? Que tudo seria como antes (a série já mostrou que a relação dele com a família nunca foi a melhor, na única cena que foi aproveitável do plot com o namoradinho nessa temporada, na qual ela conta o adeus antes de seu pai ir pra guerra)? A necessidade de Brody de se desculpar foi egoísta, já que a vontade de ser um pai a essa altura só tem benefícios a ele mesmo. Os últimos dois episódios (Gerontion e A Red Wheelbarrow) foram ótimos, mas, quase sem dúvidas, essa cena foi a melhor escrita e bem atuada da temporada.

“Vejo você no outro lado” foram as últimas palavras de Carrie para Brody. E a sensação que ficou (ou que eu fiquei) desde o começo da temporada é que a série tenta se acostumar sem Brody. Com três episódios para o final da temporada, não se pode saber com certeza se Brody voltará ou morrerá como um herói. Mas espero que esses episódios finais mantenham a qualidade dos últimos, para que possamos ter um ótimo final de temporada.

– Gostei de como a história do amante-espião da Mira se resolveu.

– Carrie falando a Lockhart que não estava entendendo nada sob efeito dos analgésicos.

The Crazy Ones – Sixteen-Inch Softball

Data/Hora 30/11/2013, 11:00. Autor
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Sobre softbol e Nancy Cardigan.

Mais um episódio de The Crazy Ones, e desta vez vimos uma Lewis, Roberts & Roberts mais descontraída – se é que isso é possível! –, menos focada na campanha publicitária da vez e mais preocupada com o jogo-de-softbol-de-dezesseis-polegadas (ufa!) – também conhecido como “a irmã mais gorda do softbol”, seja lá o que isso signifique.

A perda da conta da “Motocicletas Pocket”, que aparentemente feriu várias crianças gordas por ter ignorado os limites de peso em suas motocicletas, gerou uma crise na agência e a urgência em demitir um dos funcionários. Aparentemente, a lógica na Lewis, Roberts & Roberts é essa: quando a agência conquista uma nova conta, contrata um novo funcionário; quando a perde, demite alguém. Mas… Como definir quem será a bola da vez? Em uma aposta, a ser decidida no jogo anual de softbol da agência, claro! Afinal, é lá que Simon e Gordon decidem todos os seus percalços profissionais – inclusive o terrível dilema dos mictórios mais altos (oi?).

“Por que privar as crianças magras? Elas não fizeram nada de errado!” – Simon

Isso só faz aumentar a tensão e a rivalidade já estabelecida entre os “Gordon’s Gorillas” – equipe dos “Comerciais”, liderada por Lewis (Brad Garrett está de volta, yay!) –, e os “Creative Birds” – equipe dos “Criativos”, liderada por Simon.

Simon – quem diria? – é uma lenda do esporte (!) e trunfo da equipe criativa desde que marcou cinco home runs e venceu sozinho o jogo há 10 anos. Para Gordon, claro, tudo não passou de um golpe de sorte: “Simon Roberts, you lucky son of a bitch.”

Simon e Zach se reúnem para traçar estratégias para o jogo, já que todos os “Criativos”, pouco a pouco, desistiram de participar por medo de provocar a própria demissão ou a de algum colega. Zach tenta convencer Simon a deixar sua “aposentadoria” no esporte, certo de que sua participação incentivaria a todos. “A equipe precisa acreditar que pode vencer”, certo?

E aí veio uma das poucas cenas deste episódio que me fizeram rir (e muito!): a comédia física absolutamente ridícula de Robin Williams e seu Simon, desprovido de qualquer resquício de coordenação motora, tentando apanhar as bolas que Zach arremessava em sua direção. Não, Simon não é uma lenda do softbol de dezesseis polegadas. Na verdade, nosso publicitário favorito estava completamente chapado quando marcou aqueles cinco home runs há uma década, em um jogo que aparentemente envolvia “30 mil mãos sem corpo, pinguins e pombos que viram abutres” … Oh, Simon …

“Não sou atlético. Nunca fui. Uma vez passei um dia inteiro enroscado numa corda de pular. Quando me encontraram, acharam que eu era suicida.” – Simon

Ele, então, faz um discurso para seus “Passarinhos Criativos” torcendo para que o seu “apoio moral” seja suficiente para incentivá-los a participar do jogo. Desnecessário dizer que deu tudo errado e Simon se viu obrigado – e literalmente carregado! – a se inscrever para a partida.

Zach corre em seu socorro, e vai treiná-lo em segredo. Aliás, esses dois formam uma dupla e tanto, não? Mas pobre Zach, com sua “dor na coluna, tornozelo torcido e maxilar duvidoso”, o que Simon precisava era de um milagre, não de um treinador.

“Você não tem flexibilidade, coordenação e não entende o que é o jogo em si.” – Zach

E agora, Zach? Ora, enquanto os “Criativos” acreditarem estar jogando na companhia de uma lenda – e não do Homem de Lata! – terão uma chance de ganhar o jogo e poupar seus empregos, certo? No pressure, Simon!

The Crazy Ones 2

Enquanto isso, eis que conhecemos a famosa – e infame! – Nancy Cardigan. Lembram dela? Pois é, a namorada iô-iô de Andrew deu as caras na série pela primeira vez para mexer com os brios – e sentimentos – da nossa Syd. E como mexeu!

Andrew e Syd estão em uma reunião para decidir os rumos da campanha do cereal “Rice Krispies” quando ela liga. E qual não é a surpresa de Syd ao ver Andrew confessar que Nancy a odeia, por causa daquele beijo, que tanto fez a nossa alegria. O problema é que Andrew contou para Nancy uma versão bastante, digamos, “editada” da história, onde foi Syd quem o agarrou e lhe tascou um beijo na boca.

“Tive que ser honesto, mesmo mentindo.” – Andrew

Ahã, tá bom, Andrew. Mas tudo é válido, afinal, o ciúme de Nancy fez o sexo muito melhor!

Diante disso, Syd passa a fazer de tudo para agradar Nancy e tirar tamanha má impressão. Por incrível que pareça, Syd quer ser sua amiga! (Impressão minha ou Syd a odiava quando a mencionou pela primeira vez? Aliás, todos a odiavam! Furinho no roteiro ou apenas uma tentativa desesperada – meio Monica Geller! – dela de agradar a todos?)

“Seu cabelo é tão perfeito que parece uma peruca!” – Sydney

Para começar, dá de presente para o casal um cupom de massagem num spa chiquérrimo de Chicago. Quando as coisas pareciam estar melhorando no relacionamento entre as duas, eis que chega o dia do famigerado jogo…

“Hey ho, let’s go!”

Simon é sabiamente deixado por último, com seu fiel escudeiro Zach oferecendo valioso apoio moral. Um a um, os “Criativos” vão cumprindo seu papel no jogo em momentos bastante divertidos. Lauren sem saber o que fazer depois de rebater a bola – “RUUUUUN!” – foi impagável, e o que dizer de Zach sensualizando loucamente com a adversária?

“Não costumo passar tanto tempo na 1ª base. Se você quiser, podemos ir para a 2ª ou a 3ª…” – Zach

Simon entra em campo ovacionado: “eu sou uma lenda.”

E não é que a estratégia de intimidação dá certo? Toda vez que Simon entra em campo, os “Comerciais” fazem corpo mole.

 “Obrigado, Jesus do baseball.” – Simon (mas… não era softbol?)

Quando decidem efetivamente jogar, por pressão dos próprios “Criativos”, que estão confiantes demais em seu taco, Simon confessa a Zach que gosta de ser uma lenda e não quer perder a sua fama. Egoísmo? Não, Simon, imagina!

“É a definição de egoísmo.” – Zach

“Como faço para que isso seja sobre mim sem ser egoísta?” – Simon

Tremendo de medo de rebater sua primeira bola e revelar para o mundo que é péssimo no esporte, Simon é salvo por sua coluna reumática. Sai de campo carregado por Gordon.

No intervalo do jogo, Nancy se aproxima de Syd para agradecê-la pelo presente e a convida para almoçar. Ri demais com a empolgação dela dizendo para Nancy que toparia comer QUALQUER coisa.

“Você viu?” – Sydney

“O que? A sua derrocada para a diabetes tipo 2?” – Andrew

Andrew, visivelmente desconfortável com a aproximação das duas mulheres de sua vida, fica possesso e as proíbe de se tornarem amigas, alegando que fica confuso pela “história de dois segundos” entre eles. Ahã, tá bom, Andrew.²

Mas a alegria de Syd com essa nova amizade dura muito pouco, já que na sua vez de jogar ela acerta Nancy no olho. Poxa, Syd! A moça, revoltadíssima, diz que ela é um monstro e revela para todos que ela correu atrás de seu namorado. É, a casa caiu. A melhor cena do episódio, sem dúvidas, foi ver a reação de todos – Zach e Lauren, estou falando com vocês! –, e Syd vestindo a carapuça da “destruidora de lares” para não desmascarar a mentira de Andrew.

“Se eu não posso tê-lo, nenhuma mulher pode.” – Syd

Meu Deus, como eles ainda podem insistir nessa ideia de que tudo não passou de um “momento de dois segundos”? A confissão de Andrew de que a amizade entre as duas o deixa confuso, e Syd protegendo a sua mentira foram um mimo para os fãs do casal. Já estou shippando Sydrew (ou seria Andney?) e espero ansiosamente pelo momento em que este arco será explorado como merece.

The Crazy Ones 3

Eis que depois de toda esta confusão, todas as atenções se voltam para o jogo novamente quando Simon volta ao campo completamente chapado após tomar um relaxante muscular injetável para aliviar a dor em suas costas. Em sua mente dopada, ele volta ao jogo, rebate a bola com extrema facilidade, a torcida enlouquece, a bola destrói o placar, e até Flizz – personagem fofo criado por Andrew para a campanha do “Rice Krispies” – faz uma aparição especial e lhe manda um beijinho, mas…

“Por que ele está correndo? Ele não acertou a bola.” – Syd

“Porque ele é uma lenda.” – Zach.

Tudo não passava de uma alucinação. #euri

Os “Criativos” perdem o jogo, claro, e quando Simon está quebrando a cabeça tentando decidir quem será demitido – “são como filhos para mim!” –, Gordon chega para salvar o dia e diz que o jogo não valeu porque Simon estava fora de si.

“Vamos decidir isso como profissionais!” – Lewis

… como só na Lewis, Roberts & Roberts: em uma corrida de mini-motocicletas!

Na minha opinião, esse episódio ficou um pouquinho abaixo dos apresentados até aqui. Confesso que não foi nem de longe meu episódio favorito, mas também não foi um desastre completo, teve seus bons momentos. Apesar de raros, os momentos que me fizeram dar risada fizeram valer o episódio.

Essa semana não tivemos episódio inédito de The Crazy Ones nos EUA em virtude do feriado de Thanksgiving, mas semana que vem estarei de volta com mais uma review. Até lá!

Person of Interest – The Devil´s Share

Data/Hora 30/11/2013, 10:08. Autor
Categorias Reviews

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Johnny Cash e The Devil´s Share estavam predestinados a se encontrar. Hurt é a canção que retrata, neste momento de perda, o que vai na alma de Finch, Shaw, Reese e Fusco. Quatro minutos que valem o episódio.

 

 

 

Hurt pode ser também um hino à memória de Carter. E é essa memória, que move o presente dos personagens, que vai impulsionar seu modo de agir. Mas essa ação vem eivada por marcas deixadas por um passado recente. E cada um, por sua vez, irá viver o conflito de, no presente, desejar agir como o faziam ou corrigir o que fizeram de errado, mas já não poder, porque, na sua convivência, eles foram modificados. E são os flashbacks que vão nos contar, como espelhos invertidos pelo qual se olha o presente, sobre como sentimentos e comportamentos construíram essas pessoas que agora tem que lidar com um misto de perda e culpa.

Finch, mesmo alertado por Nathan, ignorou a insistência com que a Máquina apontava a existência de efeitos colaterais: pessoas comuns que corriam perigo, mesmo não sendo uma ameaça terrorista. Uma atitude que fez com perdesse seu melhor amigo. No fundo ele se pergunta se a história não esta se repetindo, se ele não cometeu o mesmo erro novamente. E o peso da tragédia que pode se repetir cai sobre ele de forma devastadora. Finch deixa exalar por todos os poros a tensão e a ansiedade da qual é vítima.

A convivência com Reese, Finch, Fusco, Carter e Root podem ter afetado Shaw, ainda que seja somente para que ela consiga um avanço em direção à percepção emocional do outro. Entre deixar de  matar e somente imobilizar, convenhamos que, para ela, já é um grande passo. Mas, talvez a objetividade com que ela olha o mundo, despida de sentimentos paralisantes, neste momento, seja a salvação de Reese. A perfeição técnica, citada no flashback, no presente, atende por um nome: Root. E cabe a Shaw fazer com que Finch tenha a coragem de fazer aquilo que em 2010 ele não pode fazer: abrir mão da segurança e se arriscar ouvindo o que a Máquina, insistentemente, mais uma vez, teima em lhe dizer.

Somente quando chegamos a Reese, é que a motivação que o sustentava no passado parece que vai fluir no presente. Se, para ele, os fins justificavam os meios, neste momento continuarão a fazê-lo. Por isso, nas mãos de Reese, não se tratava de dar uma opção a Alonzo Quinn. A sentença já havia sido determinada. Mas, por um instante ele parece hesitar, quando Finch tenta impedi-lo de atirar em Quinn. Neste momento, Finch sabe que se Reese fizer o que deseja, estará perdido para sempre, assim como Nathan. E Finch não consegue se imaginar vivendo com mais esta perda. Mas a redenção de Reese, afinal, vem da bala que não estava no tambor quando ele puxa o gatilho.

E então, um endereço escrito em um papel caído no chão e pensamos que viria pelas mãos de Fusco o que Reese e Shaw tentaram fazer e Finch impedir. Mas, em Person of Interest, devemos tomar cuidado quando damos de cara com o óbvio. Jonathan Nolan nunca opta pelo caminho mais fácil. E…  será Fusco quem, finalmente, colocará em palavras, a metamorfose pela qual todos haviam passado desde que seus caminhos se cruzaram. Já não são mais os mesmos. São pessoas melhores. Não perfeitas. Simplesmente melhores. Um tributo a Carter. Um tributo a eles próprios.

Mas Person of Interest não doura a pílula. Assim como a vida, a série não se passa em um mundo colorido em tons pastel. A vingança vem na forma de justiça poética e também tem um nome: Elias.

A única que parece imune ao caos que se instalou ao seu redor é Root, talvez porque somente a ela foi dado conhecer uma parcela do que está por vir. Ou porque, se não conhece de fato, sua relação com a Máquina é tão simbiótica que não lhe importa saber o que acontecerá, mas apenas sentir o inevitável. Por isso é óbvio que ela iria voltar para a cela onde Finch a havia confinado. E diante da incompreensão desta simples verdade, representada pelo ato de Finch trancar novamente a porta, resta saber se ele continuará a atravessar  a ponte que Shaw o forçou a construir para chegar a Root.

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