Em parceria com a HBO, Telltale Games lançará jogo de ‘Game of Thrones’

Data/Hora 11/12/2013, 22:10. Autor
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De famosa série de livros, do renomeado escritor George R.R. Martin, à série de horário nobre da HBO, Game of Thrones ganhará mais um veículo de entretenimento: um jogo.

O canal pago está trabalhando em conjunto com a Telltale Games, empresa de edições digitais que tem uma grande expressividade com games digitais baseados em séries e filmes, para levar, de uma maneira diferente, a série de David Benioff  ao seu público, e também aos fãs de videogame.

A empresa de mídia digital tem como característica criar games de forma periódica, dividindo-os em episódios, e não será diferente com Game of Thrones, com lançamento previsto para 2014. O enredo da série gira em torno de uma terra mítica, onde se passam violentas brigas dinásticas entre as nobres famílias para terem o controle do Trono de Ferro de Westeros. Usando como exemplo a grande quantidade de sangue, intrigas palacianas e dragões que são o forte da série, Dan Connors, co-fundador e CEO da Telltale Games, disse que ”esta parceria vai cativar o grande público de Game of Thrones’‘ e que ”isso [a parceria] vai colocar o público no controle das histórias épicas, da guerra, da intriga, da violência e vingança que eles conhecem e amam”.

The Walking Dead, outra série de livros, no caso quadrinhos, mundialmente conhecida, teve sua história adaptada para uma série de TV da AMC, de enorme sucesso, e neste ano tornou-se um game, o The Walking Dead, também desenvolvido pela Telltale Games. O game recebeu muitas críticas e muitos elogios.

A quarta temporada de Game of Thrones irá ao ar na primavera de 2014.

Com informações do The Wrap 

Patrick J. Adams fará participação especial na série ‘Orphan Black’

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A série Orphan Black acaba de receber mais uma nova adição em seu elenco. O ator Patrick J. Adams vai aparecer na segunda temporada da série, que é transmitida pela emissora BBC America.

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Ele interpretará o personagem Jesse, um homem corajoso que aterrissa em uma toneladas de problemas, após vários clones da personagem Sarah Manning (Tatiana Maslany) entrarem em sua vida.

O ator que fez o anúncio em seu perfil no twitter, está muito feliz com a novidade, mesmo fazendo apenas uma participação especial. Ele também falou sobre o desempenho de Tatiane como atriz, lamentando que a mesma não teve uma indicação ao Emmy. Confira:

“#OrphanBlack é melhor coisa entre todas da televisão. Eu sou um ator melhor depois de assistir ao trabalho de Tatiana. #seriouslyletmegueststar”.

“Tatiana Maslany não ter sido nomeada ao Emmy é como respirar não ser nomeado para uma coisa importante para se fazer.”

Adams é bastante conhecido por ter atuado na série Suits, como o Mike Ross, mas ele já apareceu em Friday Night Ligths, Lost, Pretty Little Liars e Lucky.

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Outros atores que já foram confirmados na segunda temporada da série são: Michiel Huisman (Nashville), Peter Outerbridge (Nikita) e Ari Millen (Nikita). 

A segunda temporada de Orphan Black, que terá 10 episódios, retorna no dia 19 de abril de 2014 em ambos os canais em que ela é exibida.

Com informações do DeadLine e do TVLine.

Robert Knepper, de ‘Prison Break’, fará participação especial em ‘Arrow’

Data/Hora 11/12/2013, 20:52. Autor
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Robert Knepper, conhecido por interpretar sempre personagens maus,  fará participação especial na série da CW Arrow. E dessa vez, ele seguirá o padrão, interpretando o vilão das histórias em quadrinho, William “Clock King” Tockman, um criminoso brilhante que se orgulha do seu perfeccionismo nos crimes que comete.

Knepper, que ficou conhecido por seu papel em Prison Break, já participou recentemente da série Cult e também de The Blacklist , e atualmente está em Mob City. 

A participação do ator está agendada para acontecer no 14º episódio dessa temporada. O último episódio de Arrow que será exibido nesse ano vai ao ar nesta quarta (11) no canal CW, nos Estados Unidos.

Com informações do site TV Guide.

Showtime renova ‘Episodes’, série estrelada por Matt LeBlanc

Data/Hora 11/12/2013, 20:50. Autor
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Antes mesmo de estrear sua terceira temporada, Episodes já garantiu novo ano. O canal Showtime divulgou hoje (11) que a série estrelada por Matt LeBlanc como uma versão fictícia de si mesmo, foi renovada para uma quarta temporada de nove episódios que começará a ser filmada em 2014.

A terceira temporada da série traz como convidados especias os atores Chris Diamantopoulos (24), Roger Bart (Revenge) e Tracy Spiridakos (Revolution). David Crane (Friends) e Jeffrey Klarik (Mad About You) são os criadores e produtores executivos da série.

A terceira temporada de Episodes estreia dia 12 de janeiro nos Estados Unidos.

Com informações do The Hollywood Reporter.

Terceira temporada de ‘Scandal’ será reduzida

Data/Hora 11/12/2013, 20:39. Autor
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Após uma estreia morna, dramas, conflitos e muitas armações trouxeram novo fôlego à segunda temporada de Scandal, estrelada por Kerry Washington. O drama político havia recebido o sinal verde para uma terceira temporada completa, isto é, com vinte e dois episódios, mas uma notícia inesperada mudou os planos da emissora que, em uma estratégia digna de Olivia Pope, encerrará temporariamente as atividades da advogada e equipe após o décimo oitavo episódio.

Embora não tenha sido oficializado, há fortes indícios de que o motivo da redução foi a gravidez da atriz que interpreta a determinada e complicada Olivia. Os quatro últimos episódios seriam gravados muito próximos ao término da gestação e, aparentemente, não há a possibilidade de não contarem com sua protagonista em cena.

A notícia pegou de surpresa os fãs de uma das séries mais populares da TV nos estados Unidos em 2013.

Com informações de tv.com

Confira a lista de indicados ao prêmio SAG 2014

Data/Hora 11/12/2013, 19:46. Autor
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Um dia antes da Associação de Imprensa Estrangeira de Hollywood anunciar os indicados ao Globo de Ouro, a Screen Actors Guild divulgou a lista dos nomeados ao prêmio SAG.

Entre os indicados estão o filme 12 Years A Slave e a série Breaking Bad que  lideram no número de indicações, em suas respectivas categorias (Filme e Televisão) obtendo quatro nomeações, cada. Na lista, também estão os filmes Dallas Buyers Club, August: Osage County, e as séries Boardwalk Empire e Game Of Thrones que concorrem ao prêmio de melhor Filme ou Série  para a Televisão.

Confira a lista completa dos indicados ao prêmio:

Categoria “FILME”:

OUTSTANDING PERFORMANCE BY A CAST IN A MOTION PICTURE

12 Years A Slave
American Hustle
August: Osage County
Dallas Buyers Club
Lee Daniels’ The Butler

OUTSTANDING PERFORMANCE BY A MALE ACTOR IN A LEADING ROLE

Bruce Dern – Nebraska
Chiwetel Ejiofor – 12 Years A Slave
Tom Hanks – Captain Phillips
Matthew McConaughey – Dallas Buyers Club
Forest Whitaker – Lee Daniels’ The Butler

OUTSTANDING PERFORMANCE BY A FEMALE ACTOR IN A LEADING ROLE

Cate Blanchett – Blue Jasmine
Sandra Bullock – Gravity
Judi Dench – Philomena
Meryl Streep – August: Osage County
Emma Thompson –  Saving Mr. Banks

OUTSTANDING PERFORMANCE BY A MALE ACTOR IN A SUPPORTING ROLE

Barkhad Abdi – Captain Phillips
Daniel Bruhl – Rush
Michael Fassbender – 12 Years A Slave
James Gandolfini – Enough Said
Jared Leto – Dallas Buyers Club

OUTSTANDING PERFORMANCE BY A FEMALE ACTOR IN A SUPPORTING ROLE

Jennifer Lawrence – American Hustle
Lupita Nyong’o – 12 Years A Slave
Julia Roberts – August: Osage County
June Squibb – Nebraska
Oprah Winfrey – Lee Daniels’ The Butler

OUTSTANDING ACTION PERFORMANCE BY STUNT ENSEMBLE MOTION PICTURE

All is Lost

Fast and Furious 6
Lone Survivor
Rush
The Wolverine

Categoria “TELEVISÃO

OUTSTANDING PERFORMANCE BY AN ENSEMBLE IN A DRAMA SERIES

Boardwalk Empire
Breaking Bad
Downton Abbey
Game of Thrones
Homeland

OUTSTANDING PERFORMANCE BY AN ENSEMBLE IN A COMEDY SERIES

30 Rock
Arrested Development
The Big Bang Theory
Modern Family
Veep

OUTSTANDING PERFORMANCE BY A MALE ACTOR IN A DRAMA SERIES

Steve Buscemi – Boardwalk Empire
Bryan Cranston – Breaking Bad
Jeff Daniels – The Newsroom
Peter Dinklage – Game of Thrones
Kevin Spacey – House of Cards

OUTSTANDING PERFORMANCE BY A FEMALE ACTOR IN A DRAMA SERIES

Claire Danes – Homeland
Anna Gunn – Breaking Bad
Jessica Lange – American Horror Story
Maggie Smith – Downton Abbey
Kerry Washington – Scandal

OUTSTANDING PERFORMANCE BY A MALE ACTOR IN A COMEDY SERIES

Alec Baldwin – 30 Rock
Jason Bateman – Arrested Development
Ty Burrell – Modern Family
Don Cheadle – House of Lies
Jim Parsons – The Big Bang Theory

OUTSTANDING PERFORMANCE BY A FEMALE ACTOR IN A COMEDY SERIES

Mayim Bialik – The Big Bang Theory
Julie Bowen – Modern Family
Edie Falco – Nurse Jackie
Tina Fey – 30 Rock
Julia Louis-Dreyfus – Veep

OUTSTANDING PERFORMANCE BY A MALE ACTOR IN A TELEVISION MOVIE OR MINISERIES

Matt Damon – Behind the Candelabra
Michael Douglas – Behind the Candelabra
Jeremy Irons – The Hollow Crown
Rob Lowe – Killing Kennedy
Al Pacino – Phil Spector

OUTSTANDING PERFORMANCE BY A FEMALE ACTOR IN A TELEVISION MOVIE OR MINISERIES

Angela Bassett – Betty and Corretta
Helena Bonham Carter – Burton and Taylor
Holly Hunter – Top of the Lake
Helen Mirren – Phil Spector
Elisabeth Moss – Top of the Lake

OUTSTANDING ACTION PERFORMANCE BY STUNT ENSEMBLE IN A TELEVISION SERIES

Boardwalk Empire
Breaking Bad
Game of Thrones
Homeland
The Walking Dead

A premiação será realizada no dia 18 de Janeiro. No Brasil, você poderá acompanhar o melhor da cerimônia de entrega dos prêmios SAG no canal TNT.

Com informações do site Huffington Post.

Bones – The Spark in the Park

Data/Hora 11/12/2013, 17:47. Autor
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Quando se tenta equacionar o amor, tem logo alguém que diz: o amor é um sentimento, não é matemática.

Errado. Tudo pode ser equacionado, até o desconhecido. Essa é a grande lição dos gênios incompreendidos, que somam e subtraem coisas que não se podem ver, na maioria das vezes. E=mc², por exemplo, uma das mais famosas equações do mundo mede o que? A energia, que não enxergamos. Mesmo assim, sabemos que ela existe e conhecemos suas consequências.  Ela é o que nos move, e faz menos abstrato o grande mistério da vida. Ou o mistério que separa a vida e a morte.

E é aí que está o ponto principal desse episódio. Se eu pudesse dar outro nome a The Spark in the Park, ele seria algo como A Razão na Emoção. Apenas para mostrar que razão e emoção não precisam ser antônimos na mesma frase. Essas palavras podem ser complementos em uma só existência.

Temperance Brennan é o resultado dessa equação, que coloca a razão e a emoção do mesmo lado, em uma soma cujo o resultado é uma experiência gratificante de quem assiste, de uma vez por toda, um processo que está prestes a se concluir. Por causa disso, da atuação belissimamente executada pelo elenco principal e de apoio, pelo excelente roteiro e boa direção, que esse episódio levou nota máxima. Mas se alguém se importa com números, pode ir fazendo as contas. Não precisa ser um gênio para ver que  essa temporada mostra justamente o que há de mais improvável nessa louca relação entre a lucidez e comoção. Essa dualidade de sentimentos representa os fãs de Bones verdadeiros, que devem estar pensando nesse exato momento: depois de um episódio como este, como é que podem conceber o fim da série na nona temporada?

É, não faz sentido algum.

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Princípio da incerteza de Heisenberg

Se podemos ter certeza de alguma coisa nesta vida, é de que nada é certo, na verdade. No início do século passado, um físico alemão conseguiu colocar no papel uma premissa bem interessante. Não vou dar nenhuma aula de Física ou Química, pois essa teoria é algo como Filosofia. Ela diz que devido às propriedades dos átomos e suas partículas, é possível dizer que o que você está vendo pode não ser o que existe realmente. É como se você pudesse estar aqui e lá ao mesmo tempo. E está tudo lá, calculado e comprovado em fórmulas.

Uma investigação policial já começa incerta. E é esse princípio que conduz todo o caso. The Spark in the Park teve um dos melhores casos da série, não só pelas relações demonstradas em torno da jovem vítima, mas pela simplicidade e delicadeza como tudo foi mostrado – ou quase tudo.

Pode ser ou não ser. E é assim que começa cada episódio. Esse é o maior mistério de todos, o mistério da incerteza. Por que aquela jovem estava morta? Por que alguém tinha matado alguém com uma vida tão normal? Quem teria feito aquilo?

Já são mais de 170 casos, alguns bem mais difíceis e tocantes do que outros. Muitos sobre pais que perdem os filhos. Mas esse teve algo que fez com que ele se tornasse mais do que a história sobre a jornada de um pai sem a filha. Talvez seja por causa da Christine, talvez seja por isso essa ligação pai-filho esteja mais evidente.

Como a maioria dos assassinatos, esse não fugiu a regra. Um ato impensado tirou a vida da Amanda Watters. O que poderia ter sido resultado de uma cobrança excessiva do treinador da ginasta, da competição entre as colegas de modalidade esportiva, ou punição extrema dos pais da menina, foi na verdade, resultado da quebra de uma promessa entre amigas. Nesse tipo de crime não há vilões ou mocinhos, apenas uma sequência de atos tristes.

O que me chamou atenção na investigação foi o jeito afoito e acusador do Booth, e a improvável temperança da Brennan. Por anos ela tentou conduzir seu trabalho com o mínimo de empatia. Lembro dela na primeira temporada, sendo orientada a falar com a família da vítima de forma menos direta, e ao longo dos anos, de se importar com elas. Apesar do bipolaridade que tratam a personagem, que horas é um boneco de gelo e outra hora é um vulcão em erupção, não podemos esquecer que ela é como o Booth disse no episódio do sonho: A Islândia. A tênue linha que define a personalidade da antropóloga pode ter um belo resultado como neste episódio.

“Você quer terminar isso, Dr. Watters?” – ela pergunta.

Não é frieza se jogar no trabalho, nem menos humano não chorar a morte de alguém tão querido. Cada um lida com a dor de uma forma muito pessoal. Booth não entendia a aparente frieza do físico, do tal “freakazóide”, e coube a Brennan traduzir a linguagem daqueles sentimentos. Aí tudo faz sentido. A incerteza, os números, os atos impensados e seus resultados.

O caso mostrou que coisas assim acontecem. É o ciclo da vida. E que esse ciclo é interrompido toda hora. Mas o mais importante é perceber que apesar de um ciclo acabar, a vida continua, e a última cena provou isso, e mostrou a Bones tentando dar forças ao Dr. Watter a continuar seu próprio ciclo. Aí está um dos melhores casos da temporada, talvez da série.

Vou terminar com uma pequena crítica em relação ao Hodgins. Sabemos que ele é entusiasmado com o trabalho, mas às vezes esse entusiasmo beira a falta de respeito com o corpo despojado.   A vítima não é apenas um saco de ossos, apesar da vida não existir mais, para a família e entes queridos, o ser vive para sempre. Nesse episódio, até o comportamento da Brennan foi meio fora de mão. De certo ela se empolga com os ossos, mas nunca com falta de respeito. Lembro dela repreendendo o Zac por falar certas coisas na frente da vítima, e gosto de pensar que ela também pensa assim.

Acho que isso me incomodou um pouco mais pela ligação que foi criada com a história da vítima. No final das contas, aquela morte parecia algo errado demais.

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Relatividade geral

Outra teoria que se pode aplicar ao episódio é a de que tudo é relativo. Acho que na verdade, essa teoria pode ser aplicada em qualquer situação na vida. É mais simples do que os números aparentam que ela seja, e diz, tudo depende do ponto de vista. A relação entre espaço/tempo, coloca o referencial como uma das coisas mais importantes na vida. Em The Spark in the Park, tivemos basicamente três histórias se desenvolvendo. A do caso, a da Cam e a da Brennan.

O enredo que mostra uma ex-amiga da Camile sendo a autora do furto do dinheiro e da identidade (e do bom nome) da doutora ainda me intriga. Não sei onde isso tudo vai levar, mas como estamos falando em relativização. O que é um claro crime – antes de tudo, um crime sério – foi visto por Arastoo como um simples engano. Apesar de convencida de que a ex-amiga merecia morrer na cadeia, Cam resolveu experimentar a situação pela perspectiva do estagiário, mesmo que o resultado disso não tenha sido diferente do que ela pensou no começo. Mesmo assim, achei válido essa contraposição.

É o que tem acontecido com B&B. Ambos têm se mostrado dispostos a se por um no lugar do outro. Mesmo o Booth tendo sido um pouco exagerado neste episódio, com seu julgamento e predisposição de condenar o Dr. Watters por causa de suas próprias crenças, no final, ele reconheceu que tudo na vida é relativo. O que é um comportamento anormal para ele, pode ser (e é) apenas outro padrão de comportamento. O que é interessante é que ele mesmo já havia se convencido de que comportamentos assim, mais distantes, existem e fazem parte da personalidade da companheira, quando ele gravou aquele vídeo para a Chris e alertou a filha a cuidar sempre da felicidade da mãe. “Por que se ela não for amada, ela não se lembrará de sorrir”. Espero que isso se aprofunde nele, e nas falas dele, porque ao longo dos anos, vemos a Brennan evoluir, e o Booth continua o mesmo cavaleiro da armadura branca que ele sempre foi. Não que isso seja ruim, mas cavaleiros de armadura branca só existem em contos de fadas, e Bones é uma série que preza a realidade dos fatos.

No final das contas, se há alguém que anda precisando se ajustar, esse alguém é ele.

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Lei da gravitação universal

Para terminar, deixo a todos com uma das mais bonitas leis da Física. A Gravitação Universal, de acordo com os livros, é uma força fundamental de atração que age entre todos os objetos. Isso acontece por causa de suas massas, isto é, a quantidade de matéria de que são constituídos. É essa força que mantém o universo unido. E ao mesmo tempo, os corpos separados.

Termino com a Lei da Gravitação Universal porque acredito que ela resume bem o sentimento dos fãs da série ao final desse episódio, resume bem o sentimento do fãs com a série, e dos personagens que tanto gostamos.

Quando a última cena entre Booth e Brennan acabou ainda restavam generosos minutos para o fim do episódio. A incerteza era se eu gostaria de “perder” esses minutos com uma cena entre a Brennan e qualquer outra pessoa. Mas isso foi logo superado, porque nos instantes seguintes, tivemos uma daquelas que chamamos de “cenas épicas”. Uma declaração de amor das mais bonitas que já vi.

Esse foi o primeiro trabalho da roteirista Emily Silver em Bones. Dizem que ela era fã da série antes de ser contratada para a equipe de roteiristas, e posso dizer que ela estreou com o pé direito. Se ela é mesmo fã, talvez tenha sido intencional essa ligação que até agora eu creditei ao acaso. Mas a cena final de The Spark in the Park me lembrou da cena de encerramento de Death in the Saddle.

O paralelo entre os dois episódios é encantador, se você puder revê-los, poderá entender melhor o que quis dizer sobre a Gravitação Universal, e o que nos aproxima, até hoje, dessa série.

Ah, antes que eu me esqueça. Destaque especial para a ginasta americana medalha de ouro nas Olímpiadas de Londres, Mckayla Maroney. Esse episódio também foi uma medalha de ouro para todos os fãs da série.

 

Mas entre certezas e incertezas, e entre probabilidades loucas e relativas, o que podemos dizer é que nada é infinito, e é isso que nos torna humanos. Mesmo assim, sempre tentamos driblar esse detalhe, deixando eterno o amor, enquanto ele dura.

Bom, é isso aí pessoas. Até 2014!

Scandal – Vermont is for Lovers, Too e YOLO

Data/Hora 11/12/2013, 16:00. Autor
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BAPHOS, BAPHOS ALL OVER THE PLACE! Gente, o que se passa na cabeça dos roteiristas de Scandal? Digo, a série tá uma belezura só, mas o povo por trás da série é altamente perturbado, né? Só pode!

Mais uma vez, me atrasei horrores pra fazer a review. Na verdade, consegui ver os dois episódios só nessa madrugada. E no final das contas isso é quase que algo bom, já que a espera por A Door Marked Exit não será tão longa, bem como por não ter sofrido com o intervalo entre Vermont e YOLO. Só que escrever a review será tarefa difícil, já que são muiiiiiiiiiiiiiiiitos os acontecimentos para comentar. Então vou mudar um pouquinho a “fórmula” da review e falar dos acontecimentos em si, aglutinadamente, e não dos episódios em separado. Vamos ver se fica mais fácil.

Fitz e Liv, Liv e Fitz. Comecei minha jornada através dos episódios atrasados de Scandal toda orgulhosa de Olivia, que parecia toda determinada da ficar longe do presidente e de toda suas mentiras e omissões. Mas é claro que eu estava apenas me iludindo, e que a razão estava com o Jake, bem mais esperto do que eu. Foi só Fitz dar uma apertadinha que Olivia concordou em vê-lo, e foi só despejar um pouco de mimimi (ok, confesso que as lágrimas nos olhos dele quase me comoveram. QUASE!) que ela já correu pros braços do ex/futuro amante. Seriously, Olivia? Um pouco mais de determinação (e vergonha na cara, também) não te faria mal.

Scandal - Vermont Is For Lovers Too

O fato é que ela ainda ama o Fitz (apesar de não responder os I love you dele com outros I love you), e como ele é insano por ela, vivemos nessa montanha-russa destruidora e a casa de Vermont não será vendida. Ainda, como bem pontuado por Pope. Porque logo os dois brigam de novo e a casa vai a venda. Aí eles se reconciliam e cancelam a venda. E aí… enfim, vocês compreenderam.

Quem se ferra nisso tudo, cada vez mais, é a DIVA da Mellie. Ela pode ser espertíssima (Fitz não atende? Liga pra Olivia Pope), mas sofre muito com o fato de que o homem que ela ama (e pelo qual cedeu a alma ao diabo) ama outra. E faz coisas constantemente com essa outra. O discurso de Mellie pro Cyrus, sobre estar entorpecida ou algo semelhante, retrata bem o sofrimento. E já que falei disso, devo dizer que sei que não se fala bem feito pro sofrimento alheio, mas BEM FEITO, Cy!

Mellie bem que avisou que o plano de jogar James nos braços do Sr. Langston não ia dar certo. Mas ele resolver ser uma vadia malvada e dizer “meu marido não é como o seu”, e aí a vida, que é mais vadia que o Cyrus, jogou umas fotos na cara dele em retribuição. Deu dó ver ele chorando e chateadíssimo, mas depois que ele mentiu NOVAMENTE pro James sobre não ter mostrado as fotos pra ninguém, sendo que ele esfregou elas na cara de Sally, fiquei fula da vida com ele e o dó passou.

E deu pra sentir que a Sally – que tava sambando de salto phyno na cara do Fitz com a ajuda do corajoso Leo – ficou nervosa com as fotos. Mas NUNCA NA VIDA eu esperaria aquele final. Pecou feio, pecou rude Sally! E agora? Como ela e Cyrus consertarão tudo?

A vice-presidente, depois desse pequeno lapso de conduta, está obviamente fora da próxima corrida presidencial. E as coisas ficam a cada dia melhores para Fitz, já que Pheebs Marcus também caiu fora. Pelo menos por enquanto.

Digo por enquanto porque ainda torço pra que ela volte atrás na decisão dela. A esperança é pequena, já que assumir a culpa no lugar da filha é bem a cara da congressista. E dava pra saber que a pirralha ia fazer besteira desde o princípio, e nem mesmo Harrison foi capaz de mantê-la sob controle. Mas como a esperança é a última que morre, vou torcer pra Marcus voltar e tirar Reston da disputa. Go Pheebs!

scandal - YOLO

E por falar em torcida, é feio dizer que QUASE torci pra Huck dar cabo em Quinn? Fora isso, QUE PLOT TENSO! Foi difícil assistir a tortura da garota pelo seu “mentor”. Ela quase mereceu, já que foi se meter com o B613. Mas foi tenso ainda assim. E confesso que antecipei o final desse plot, já que o Huck NUNCA sairia pra dar uma voltinha e deixaria a garota lá, pronta pra ser encontrada pelo inimigo. A atuação de Quinn fez minha certeza pelo jogo duplo vacilar, mas fiquei exultante no final do episódio. E estou insana pra saber como isso tudo vai acabar, já que Papai Pope não deve mais morrer. Mas pode. Enfim…

Que plot twist, né? Maya está viva. BAM! Maya foge e aparece pra Liv. BAM! Maya é Marrie, e Marrie é TERRORISTA! BAM BAM BAM! E a terrorista fugiu do país devido aos esforços dos Gladiadores e DO PRESIDENTE! No final das contas, Papai Pope só estava protegendo a nação e a filha da monstruosidade de Maya. E até teve bom coração em deixar a mulher viva. É, leitores. Nos enganamos feio nessa.

Agora, Olivia e os Gladiadores terão que correr atrás do prejuízo. Trazer Maya de volta ou matá-la. Tentar fazer com que Fitz não se ferre muito por ter ajudado uma terrorista a fugir (só porque queria ser o herói de Olivia, Fitz. Todo mundo sabe, não importa a bullshit que você fale pro Jake). Ah, e enquanto lidam com Quinn, que não se sabe se matará ou não Rowan. E tem o árabe inimigo do Harrison na área também, pra ajudar. Aaaaah, e tem a crise de Sally, que matou o marido porque Cy jogou sujo. Enquanto Olivia e Fitz fornicam e Mellie sabe de tudo e sofre em segredo. Acho que deu pra vocês entenderem que plot pros episódios restantes da temporada não vai faltar, né?

Amanhã vai ao ar A Door Marked Exit, o último episódio do ano. Depois disso, episódio inédito só no longínquo 27 de fevereiro. Tenho certeza que o 10° episódio dessa temporada será épico e que o hiato será torturante. Alguém mais?

P.S.1: preciso dizer que amo o Jake mais e mais a cada dia. Bati palmas lentas pra fala dele direcionada a Fitz. E quero que ele dê uns socos no presidente, também.

P.S.2.: quando a Maya mostrou suas habilidades ninjas e aniquilou o médico boa praça que ia sedar ela deu pra ter certeza que ela não era tão inofensiva assim. Mas o joguinho como mãe zelosa e interessada me fizeram ficar surpresa com a revelação do final do episódio.

Haven – When the Bough Breaks

Data/Hora 11/12/2013, 14:54. Autor
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Tempo. Esta é a palavra para definir When the Bough Breaks. Tanto na sua urgência quanto na sua transcendência.

A premência do tempo nunca esteve tão presente em um episódio de Haven, e isto porque William foi simplesmente genial. Afinal, impossível argumentar com um bebê e explicar-lhe que seu choro pode matar pessoas. Desta vez Audrey não podia argumentar, e a premência do tempo a colocou exatamente aonde William queria: na posição de ter que criar uma perturbação para neutralizar esta outra e experimentar a sensação de poder que este ato continha.

Porque William também estava, ele próprio, preso à premência do tempo. A cada minuto que passava, Jennifer estava mais próxima de encontrar o coração de Haven e a porta que poderia reconduzi-lo à realidade de onde ele conseguira escapar. Ele precisava que Audrey experimentasse o gosto inebriante do poder na esperança de tê-la de volta;  Audrey precisava que cessasse a perturbação produzida por William, antes que mais pessoas morressem; e Jennifer precisava encontrar a porta no coração de Haven, porque não importava que se resolvesse o problema criado momentaneamente por William, amanhã seria outro dia e outra perturbação poderia ser criada.

Mas o tempo não estava presente somente na urgência de cada situação. Ele se fazia sentir também nos ecos de uma história por desvendar. Porque mais uma vez as respostas estavam no passado: na origem dos Guardiões, nas tradições transmitidas de geração a geração, na identidade de algumas pessoas e nos motivos de sua existência, nos enigmas revelados a conta-gotas e decifrados a duras penas.

Por tudo isso, When the Bough Breaks foi o retrato perfeito desta temporada, na qual não se tratou apenas de se resolver mais algumas tantas perturbações que afligem Haven, mas de se perguntar porque elas existem e por qual razão em Haven. Pois Haven se define essencialmente por sua História e a memória – esse ser que, se não cultivado, torna-se nosso próprio algoz – é, no caso de Haven, também a melhor arma contra o caos.

É, na memória de um passado que corre o risco de ser inalcançável, que reside a solução do enigma sobre identidades e propósitos de alguns personagens de Haven e dela própria:

  • de Jennifer, porque, afinal, ela é a filha da ruína, ou não é a ela que o livro faz referência? E o que seria isso, enfim?
  • de Howard, e porque era o protetor de Audrey e de Jennifer?
  • de Vince, e sobre qual o seu papel na solução dos enigmas propostos pelo livro de Jennifer?
  • de Dave, que também foi adotado e, com frequência, é a voz da razão quando se trata de se lidar com o caos;
  • de Duke, porque, se para cada perturbação, há o seu oposto, ele seria o oposto de Audrey e William? Duke poderia atingi-los ou eles são imunes ao poder dos Crockers? Isso não dependeria de quem criou a perturbação dos Crockers?
  • de Nathan, porque, afinal, qual papel ele deve cumprir na vida de Audrey?
  • de Audrey, já que ela e William criaram as perturbações, porque somente a ela foi permitido desfazer o que começou?
  • quatro pessoas devem ocupar seus respectivos lugares junto ao portal encontrado por Jennifer. Quem são essas pessoas?
  • quem criou o livro que, agora, parece ser a única pista sobre como lidar com William?

Tempo, memória, história. Tríade presente em When the Bough Breaks. Tríade que define esta temporada.

NBC autoriza produção da minissérie ‘O Bebê de Rosemary’

Data/Hora 11/12/2013, 12:41. Autor
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O Bebê de Rosemary é um clássico da literatura de suspense, escrito por Ira Levin em 1968 e transformado em filme pelas mãos de Romsn Polanski. A história é sobre um casal que se muda para um prédio cujo passado é bastante misterioso e os seus habitantes assustadoramente amáveis. Horripilantes também foram os acontecimentos que sucederam o filme. Na época, a esposa do diretor, Sharon Tate, que estava grávida, foi assassinada por um grupo de fanáticos religiosos.

O foco da rede NBC é adaptar o livro de Levin, transformando-o em uma minissérie com 4 horas de duração. O roteiro será escrito a quatro mãos por Scott Abbott e James Wong, que faz parte da equipe de American Horror Story, e dirigido por Agnieszka Holland, da série da HBO Treme. De acordo com Quinn Taylor, executivo na NBC, a intenção é trazer o marcante trabalho do escritor e os “personagens inesquecíveis desta história a uma uma nova geração de espectadores”. Jennifer Salke, presidente responsável pela programação de entretenimento da emissora, acrescenta: “O Bebê de Rosemary representa o tipo de atenção que queremos pra um projeto surpreendente, o qual vai gerar muito burburinho para nós. A história foi atualizada e transportada para Paris, mas é fiel ao espírito do livro clássico de Ira Levi”. Ou seja, sim, NBC, entendemos que é uma adaptação do romance e não do filme.

A minissérie terá coprodução da Lionsgate Television e começará a tomar forma em janeiro de 2014. O elenco ainda não foi escolhido. Quem será a mãe do suposto filho do diabo, seu marido e seus vizinhos esquisitos? Alguma aposta?

Com informações de Spoiler TV

Agents of S.H.I.E.L.D. – Repairs

Data/Hora 11/12/2013, 11:47. Autor
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Renovo o pedido de desculpas aos meus leitores e ao pessoal do TeleSéries, feito na última coluna. O atraso se deu por conta do casamento, novamente, mas agora casado não vai mais se repetir. Mas vamos ao que interessa. Talvez pelo clima de casamento, confesso que fiquei feliz pelo andamento da história e pelo casal formado.

Sim, é isso mesmo: Melinda May e Agente Ward realmente tem um caso. A série não enrolou e logo no início deixou claro o que aconteceu no quarto de hotel no último episódio. Agora, se esse caso envolve apenas sexo casual ou também trata de amor ainda não sabemos. Temos apenas a certeza que ele já acontecia antes e que vai continuar acontecendo. Óbvio que com isso os fãs de Skye devem ter se desapontado bastante, mas achei que o casal pode prosperar dentro da série. Até eu, que desgostava do Ward, passei a achá-lo mais enigmático só por ele ter esse caso com MM. E por termos demorado tanto a descobri-lo.

A trama da semana também foi bem interessante. Depois de termos nos aprofundado mais no passado de Ward e de termos desenvolvido mais Fitz e Simmons, agora foi a vez de MM ser o foco da trama. Além disso, a parte cômica do episódio funcionou bem, com Fitz e Simmons fazendo um trote em Skye, o que desembocou na parte séria do mesmo, com Skye procurando saber a real origem do apelido “Cavalaria” de Melinda May. Tivemos diversas versões do que aconteceu em Bahrein, e a questão foi semelhante ao que aconteceu com a história do Coringa no último Batman, ficando em aberto qual seria realmente a verdadeira. A de Ward ou a de Coulson? Evidentemente que a de Fitz e Simmons era apenas uma piada para Skye.

Aaaah, e o destaque aqui vai para cena na qual Skye fala que MM tem que transar e a reação de Ward ao comentário. Foi demais. O fato é que o ocorrido, que gerou o apelido de MM, a marcou para sempre e a fez desenvolver essa personalidade soturna. AC fala que ela sempre foi brincalhona e praticava pegadinhas – algo impensável para a personagem que conhecemos hoje.

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Mas no fundo, ficamos sabendo que ela continua sendo a mesma, pois como vimos na cena final do episódio ela armou uma pegadinha com Fitz e ficou rindo sozinha. O detalhe é que, dada sua personalidade, ninguém sequer desconfia dela. Boa, MM!

A trama em si, que gerou essas revelações sobre o passado de May, se deu em razão da possibilidade de um novo super poder descoberto: a telecinese de Hannah Hutchins, que acabou se envolvendo em um acidente no local de trabalho que matou 4 pessoas. Ao longo do episódio vimos a reação da população ao acidente e aos outros incidentes que ocorrem durante o episódio. Hannah acaba indo parar no “Ônibus”, confinada para que não cometa novos acidentes, dado que não conseguia controlar seus poderes. Mas no fim descobrimos, no melhor estilo Person of Interest, que Hannah não era a detentora de poderes, mas sim um dos funcionários da empresa onde Hannah trabalhava, Tobias. Devido a um incidente, ele ficou preso entre dois mundos e agia como um “fantasma”, se materializando e desaparecendo logo após.

As cenas de luta foram bem filmadas, em especial para batalha com MM ao final do episódio. O efeito do desaparecimento ficou bem interessante, lembrando o de Noturno do X-Men. Destaque aqui para as atitudes de MM quando resolve fugir do avião, em especial quando está prestes a ser atacada, a cena foi muito bem filmada e Ming-Na Wen conseguiu elevar sua personagem a um outro nível!

E no fim Tobias na verdade não era um vilão. Ele era apenas um cara que, muito embora não quisesse se revelar, desejava apenas defender Hannah, que acabou sendo responsabilizada pelo acidente. Ele sempre gostou de Hannah e causou uma falha – a que gerou o acidente – de propósito para tentar chamar a atenção dela. Bom, errou feio, errou rude. Mas no fim, o que ele queria mesmo era protege-la. Protege-la da população que se revoltou com Hannah e protege-la da S.H.I.E.L.D., afinal ele não sabia das intenções do Team Coulson.

O episódio também teve muitos diálogos acerca de religião e punição por pecados, dentre outros. Achei um pouco clichê alguns dos comentários, mas em geral me agradou o andamento da questão. No fim, após um belo discurso de MM, Tobias acaba sumindo em definitivo e deixando Hannah em paz, em razão do carinho que tinha por ela. Aqui mais uma migalha que a série no entrega que pode ser mais abordada no futuro, já que AC pergunta para MM o que ela disse para Tobias e a resposta foi “as mesmas palavras que me disse em Bahrein”.

PS: Agora saio de lua de mel e a coluna passa para as mãos da Mariela para a review de The Bridge. Quando a série voltar do hiato de final de ano, eu reassumo as reviews. Até breve.

Grimm – Stories We Tell Our Young

Data/Hora 11/12/2013, 09:41. Autor
Categorias Reviews

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“Nós não acreditamos, apenas temos medo.”

A terceira temporada de Grimm vem surpreendendo, pois mesmo com um ritmo constante a série não se torna cansativa. Um dos elementos pontuais está sendo uma inovação ou curiosidade peculiar que sempre é aplicada em cada episódio. Em Stories We Tell Our Young, Nick e Hank se deparam com um caso policial complicado, mas que no final das contas não é bem o que aparentava ser.

O menino Daniel sofre de um mal não diagnosticado pelos médicos e é levado a fazer um exorcismo que não acaba nada bem. Acreditando ser Daniel um wesen, Nick acaba descobrindo que está em frente a um Grausen. Pela primeira vez na história dos Grimms, ou pelo menos na história documentada no trailer da tia Marie, Nick consegue descobrir uma cura para o Grausen e, atenção, com a ajuda de Juliette. A personagem parece ter sido salva da chatice pelos roteiristas da série. O que nos resta é comemorar e aproveitar os próximos episódios, pois Grimm recém chega a sua sexta exibição na temporada.

Grimm 3x06 Nick e Juliette

Enquanto Juliette vai melhorando sua participação como personagem, a história paralela da Família Real e de Adalind fica cada vez mais chata e cansativa. A viagem de Renard para Viena quase empolgou, mas tudo que envolve Adalind parece estar cada vez mais desnecessário na série. Nem os mistérios apresentados pela Família Real foram capazes de causar muita curiosidade. Por exemplo: quem é o novo príncipe? Ficaremos bem até a série resolver apresentá-lo.

Já o tema diferente tratado nesse episódio deixou o núcleo que envolve Rosalee e Monroe muito mais divertido. Nick e Hank não entenderam muito bem a explicação dos dois amigos wesen – e vamos combinar que nem nós entendemos direito – mas foi muito cômico ver Rosalee e Monroe explicando sobre kehrseite, bienen-wesen, kehrseite-gentrager, grundverschiedene e vorherrscher. É né? Nem eu, ou como disse Monroe sobre as leis wesen: oh baby!

Grimm 3x06 Monroe e Rosalee

Muito mais complicado que entender a explicação de Rosalee e Monroe foi descobrir como salvar Daniel. Após ser identificado como um Grausen, o menino ficou em perigo, pois Rosalee se obrigou a comunicar o Conselho Wesen sobre a sua existência. Por sua vez, o Conselho só tem uma ação contra o aparecimento de um Grausen: o seu desaparecimento (ou seja, morte). Com a fundamental ajuda de Juliette, Nick consegue descobrir a causa e também a cura do estado Grausen em que se encontrava Daniel. Além de salvar uma vida, Nick fez sua primeira inclusão de informação nos livros de sua tia Marie. Orgulhos do nosso Grimm né? Boletim do Nick no final de ano: ótimo, continue assim.

PS: O que aprendemos com Stories We Tell Our Young? Sem mergulhos no Rio Jordão.

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