‘The Sing-Off’ x ‘The X Factor’: na batalha pela audiência, NBC sai na frente (audiência na TV americana 8 a 13 de dezembro)

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Nesta semana, a programação das redes americanas contou com algumas novidades, mesmo em ritmo de feriado de final de ano.

Estreias

The Sing-Off (NBC)

Depois de um intervalo de um ano, The Sing-Off voltou à programação da NBC. O show acompanha a performance, a capella, de dez grupos que disputam um premio de cem mil dólares e um contrato com uma gravadora. The sing-off estreou na NBC em 2009, mas foi cancelado após três temporadas. Este ano, Mark Burnett, produtor do The Voice, retomou o programa em novo formato, ocupando a programação de final de ano da rede. Serão sete episódios, transmitidos até dia 23 quando acontecerá a final. Na noite de estréia The Sing-Off, foi transmitido logo após The Voice, obtendo 2.4 pontos na demo 18-49 anos e 8,39 milhões de telespectadores totais, melhores índices de audiência no seu horário na grade de programação; o terceiro episódio, transmitido na quinta-feira obteve uma média de audiência de 1.3 pontos na demo e 4,58 milhões de telespectadores totais, ficando em segundo lugar na audiência deste horário na grade de programação, atrás apenas de The Big Bang Theory e superando o concorrente The X Factor (1.2 pontos na demo 18-49 anos).

Quer conhecer um pouco do show? Veja uma das apresentações mais elogiadas.

 

The Great Christmas Light Fight (ABC)

Este reality show da ABC é uma produção da FremantleMedia North America (American Idol, America´s Got Talent). Vinte famílias disputam um prêmio de U$ 250 mil dólares, distribuídos em cinco episódios. A cada episódio Michael Moloney  e Sabrina Soto (Extreme Makover: Home editions), escolhem a melhor decoração de natal , entre quatro casas, dessas vinte escolhidas através de uma pesquisa prévia pelo país. A família vencedora leva 50 mil dólares pela decoração. O programa será transmitido nos dias 9, 16 e 23 de dezembro, com episódios duplos nos dois últimos dias.

Destaque

Os anjos da Victoria´s Secret e as novas criações da grife de lingeries continuam atraindo um público considerável. Foram 4,31 milhões de pessoas junto ao público qualificado (3.4 pontos) para 9,72 milhões de telespectadores totais. Ponto para a CBS, para a Victoria´s Secret e… para os seus anjos!

Melhores desempenhos junto à audiência, na semana de 8 a 13 de dezembro

Na programação da TV americana desta semana, além das estréias acima, mais algumas alterações em virtude dos feriados de final de ano. Algumas séries só voltam com episódios inéditos a partir de janeiro, portanto ou não foram veiculadas esta semana, pois entraram em hiato, ou tiveram episódios reapresentados.

Séries que entraram em hiato:

  • na ABC, Castle;
  • na CBS, The Good Wife
  • na FOX, Dads, Brooklin NineNine, New Girl, The Mindy ProjectGleeBones.
  • na NBC, Drácula, The Blacklist e Parks and Recreation.
  • na CW, Heart of Dixie, The Beauty and The BeastThe Originals e Supernatural.

Séries que tiveram episódios reapresentados mas ainda não entraram em hiato: MOM, 2 Broke Girls, How I Met Your Mother.

Person of Interest ainda não entrou em hiato, mas no seu horário a CBS exibiu o desfile anual da Victória´s Secret.

Por algum desses motivos algumas séries podem não aparecer nas tabelas de audiência abaixo.

Audiência na demo 18-49 anos

week 12 tabela demoSéries que ficaram próximas aos índices necessários para o corte da tabela: Two and a Half Men (1.9); The Crazy Ones (1.9); The Biggest Looser (1.9); CSI (1.8); The Mentalist (1.8); Almost Human (1.8); Super Fun Night (1.8); Elementary (1.7).

Audiência em milhões de telespectadores

week 12 tabela totalAudiência das séries da rede CW

week 12 tabela cw verde

Desempenho das redes junto à audiência (média semanal)

week 12 grafico redesCom a volta da transmissão de episódios inéditos de algumas de suas séries mais populares a CBS retomou o primeiro lugar junto à audiência qualificada.

Agregando-se os índices da audiência das transmissões esportivas de domingo, a média de audiência semanal da NBC seria 2.43 pontos junto ao público alvo e 8.9 milhões de telespectadores totais.

Fonte dos dados: tvbythenumbers, tvseriesfinale, zap.it

Grey’s Anatomy – Get Up, Stand Up

Data/Hora 16/12/2013, 17:31. Autor
Categorias Reviews

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Carambolas! Que episódio foi esse? Tirei o chapéu pra Shonda (novamente). Achei tudo bem perfeitinho. Nota cinco, com louvor e muitas estrelinhas douradas. E explico o porquê.

Em primeiro lugar, preciso dizer que Get Up, Stand Up não apenas deu um prosseguimento bacanérrimo pras tramas da temporada. Ele ainda encaminhou muito bem a segunda parte da décima temporada de GA. Isso sem contar os dois ganchos (principais) bacanas que introduziu para nos deixar roendo as unhas até 27 de fevereiro (sim, hiato longo e maldito).

Mas ainda que todo o resto tivesse sido horrível, o episódio teria sido maravilhoso por razões de Meredith e Cristina. Então, obviamente, começarei essa review falando delas, nossa dupla favorita, nossas persons amadas.

Já falei muito sobre a briga, sobre o fato de nenhuma das duas ter razão, e já falei inúmeras vezes sobre como eu via Yang mais bandida perdida na trama e na briga. As duas, visando evitar um confronto mais direto, talvez, acabavam não partindo pro embate. Se uma falava, a outra não respondia. Se a outra gritava, a uma fugia. Mas não nesse episódio. Uma prova de vestidos obrigou as duas a permanecerem no mesmo local por um tempo considerável. E o embate foi inevitável.

O início do discurso da Yang, sobre nem imaginar o porquê do sucesso da cirurgia cardíaca do bebê e dos motivos pelos quais não falou com ninguém corroboram minha tese de que ela está perdida e isolada no GSMH. E quando ela abre o coração para Meredith, a inveja da melhor amiga se sobressai e Meredith demonstra que também tem veneno para destilar. E se Meredith pode falar que nunca seria capaz de mentir para todo mundo só pra não descer do seu pedestal, Yang pode dizer que cansou de ouvir o mimimi de Mer por semanas a fio. E mais: pode mandar a melhor amiga para o inferno. E assim, jogando pra fora tudo que as incomodava, elas se despediram da “sala de prova”. Com Meredith dizendo que Yang havia se tornado aquilo que elas “temiam” ou não queriam ser; e Yang alardeando que Meredith havia se tornado aquilo que elas achavam ridículo.

Talvez elas quisessem fugir. Evitar o embate, novamente. Mas o casamento tornou isso impossível. E logo elas estavam na mesma sala novamente. Para continuar a briga. E finalmente, dessa vez, entender os motivos uma da outra.

Greys Anatomy - Get up Stand Up 2

No final das contas tudo se resumiu à necessidade de aprovação e apoio. Yang falou que se sentia perdida, porque no futuro que ela imaginava, Meredith continuava sendo apenas sua person badass diva das salas de operação, não a mãe de dois bebês fofinhos. E Cristina se sentiu sozinha, já que o caminho que costumava trilhar em dupla, agora precisa andar sozinha. Já Meredith, apesar de não se arrepender de suas escolhas, também sente falta desse futuro não vivido. E sente inveja de Cristina, pois ela é, profissionalmente falando, o “mean to be” de Meredith. E apesar de feliz, ela sente falta de ser/poder ser uma cirurgião diva. Ambas gostariam de enfrentar seus caminhos acompanhadas. Mas isso já não é mais possível. Em algum momento o caminho delas se separou, e não deve mais se reencontrar. Mas acho que depois dessa discussão (inacabada, já que April a interrompeu) elas conseguiram perceber que embora trilhem caminhos separados, elas podem permanecer juntas.

Depois desse “desfecho”, volto a acreditar que a história da Sandra Oh em Grey’s Anatomy acabará lindamente. Com Mer e Yang como nós conhecemos. Sendo as amigas que conhecemos e aprendemos a amar. Sendo o melhor sismance de todos os tempos. Mas posso esperar pelos novos episódios.

Sobre Shane, pode-se dizer que apesar de ferida pelas colocações de Mer, Yang a escutou. E percebeu que o seu residente estava ficando meio obcecado/descontrolado. Acabou o lance deles, mandou o cara pra casa, tentou cortar as asinhas (ou cerrar as presas do tubarão), mas nada disso foi eficaz. Claro, ninguém estava esperando o que estava por vir. Mas quando Shane ensinou Leah a alterar a carga horária semanal já dava pra ver que boa coisa não ia acontecer.

As cenas dele descontrolado foram ótimas. O Gaius Charles esteve ótimo, e a Tessa Ferrer também interpretou Leah muito bem. A operação do pai do Alex (claro que não seria um paciente qualquer) foi envolvida de muita tensão, e Leah finalmente mostrou a que veio quando tomou as rédeas da situação, apesar de tudo estar contra ela. Resta saber se o Chief vai conseguir salvar o pai de Alex, e quais serão as consequências para Shane de seus atos. Pelo menos por tratamento psiquiátrico eu acho que ele passará.

Greys Anatomy - Get up Stand Up

Ainda sobre esse plot, duas considerações: fiquei contente de ver que Leah está crescendo na trama. Ela está focando nas habilidades médicas e até confrontar a Bailey ela confrontou. Boa, garota! Ainda vamos simpatizar genuinamente com você um dia desses.

A segunda consideração é em relação ao Alex e à reação que ele terá a morte do pai, se ela acontecer. Será que o reencontro dos dois e aquele “perdão” do Alex serão o suficiente para Karev conseguir superar o novo trauma? Ele me pareceu meio transtornado no diálogo com a Jo, sobre os dois se bastarem. De qualquer forma, torço pra que, seja qual for o destino do pai-problema, o Alex siga sua vida “feliz”. Faz tempo que ele não tem paz na vida pessoal, e ela viria bem a calhar.

Já que eu falei em confrontar, duas outras personagens precisam aprender o que é isso.

Uma delas é a Bailey, que até aceitou fazer o tratamento contra o TOC, mas que continua sendo bem vaca com o Ben. Sério que ela vai colocar na conta dele o surgimento do transtorno? E como será que essa história da Bailey pesquisadora vai se desenvolver? Será que a vontade tem fundamento médico, ou é só pra evitar as cirurgias? Veremos. Mas espero que não por muito tempo, a Shonda tá precisando acertar a mão nas histórias da Bailey. Era bom fazer isso logo.

A outra personagem é Arizona. Ela precisa chamar Callie pra realidade e dizer que o zelo da mulher está ferindo seus sentimentos. Que ela está sem uma perna e isso está ok. Que Callie pode parar de tentar fazer ela voltar a ser a velha Robbins, que ela está tranquila com a pessoa que ela se tornou. Se essa conversa não existir, Calzona naufragará novamente. E acho que esse navio não sobrevive a novas avarias no casco. Eu acho que essa conversa ocorrerá em breve. E que será um lindo diálogo, que trará conforto e inaugurará um novo tempo de paz e alegria para o casal. Veremos.

E falando em paz… pobre April! Tudo que ela queria é que o dia do casamento dela fosse centrado nela. Mas isso, obviamente, não foi possível. E o maior “problema” nem foram suas madrinhas neuróticas e tagarelas. Foi o melhor amigo da noiva, mesmo. E que desenrolar belo para um plot tão irritante.

Japril é iô-iô e isso irrita. Mas quem liga? Ver Avery se levantando (duas vezes, pra não deixar dúvida da intenção) e declarando seu amor por April, inspirado por Sloan (que infelizmente morreu sem colocar em prática o próprio ensinamento), foi lindo. Foi tenso, claro. Mas foi belo. E essa questão emocional funcionará como um belo de um gancho.

Qual a aposta de vocês? Eu acho que April casará. Porque sempre que teve oportunidade de ser feliz com Jackson ela desperdiçou. E acho que a moral dela vai impedi-la de abandonar Matthew no altar. Mas, pensando bem, talvez o casamento não ocorra por causa de Matthew. Afinal de contas ele tá bem ligado nos paranauês entre Japril, e talvez ele perceba que não importa qual seja a resposta de April, o coração dela pertence à Avery.

Confesso que tive pena de Matthew. Mas não foi nem metade da pena que senti de Steph. Ela estava ali, de boaça, sentadinha do lado do namorado. E de repente ele se levanta e anuncia na frente de todos os teus amigos e conhecidos que ama outra. Mancadaça! Claro, viva o amor, yay e afins. Mas deu dó da Steph. E justo no dia no qual ela quase disse “eu te amo” para Avery. É, amiga… sua vida não tá fácil não.

PATRICK DEMPSEY

Mais complicada que a vida da Stephanie, só a nossa. Afinal de contas, ninguém merece esperar até 27 de fevereiro pra saber se vai rolar crossover. SIM, GALERA. Derek falou com Fitz, se é que vocês me entendem. Será que vai rolar troca-troca entre Scandal e Grey’s Anatomy? Torço para que sim. A única coisa nesse plot – que apareceu do nada – que me amedronta é o relacionamento MerDer. Afinal de contas, Derek está em seu período “sabático” para apoiar a esposa. Se ele voltar a ocupar todo seu tempo com a medicina, como ficará o arranjo deles? Depois de anos de felicidade e estabilidade, estaria Shonda planejando tirar a paz do nosso meu ship favorito? Por favor, NÃO!

Enfim, são várias as incertezas para 2014. Yang vai revelar para todos que não é tão diva quanto todos pensam, ou vai concorrer ao Haper’s Avery sem falar nada? E Derek, aceitará a proposta indecente do governo americano? Bailey vai parar de mimimi e vai voltar a ser The Nazi? Shane vai superar a morte de Heather? Mer e Yang voltarão a ser as gêmeas esquisitas? E Arizona, vai ter a coragem necessária para dizer pra Callie que precisa ser aceita e desejada de prótese? E April, dirá sim para quem? Steph conseguirá levantar da lama da vergonha? E o pai de Alex, será salvo pelo Chief? Caramba! Haja coração pra esperar até o final de fevereiro.

Mas esperar é o que nos resta. Então, até lá. Nos vemos em 2014, pessoas! Boas festas para todos vocês.

Emilia Clarke, de ‘Game of Thrones’, vai interpretar Sarah Connor no reboot de ‘O Exterminador do Futuro’

Data/Hora 16/12/2013, 13:53. Autor
Categorias Notícias

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Depois de uma disputa acirrada com Brie Larson, que interpretou Kate em United States of Tara, a Daenerys Targaryen de Game of Thornes, Emilia Clarke, ganhou o papel de Sarah Connor na nova versão de O Exterminador do Futuro. 

Ela vai trabalhar novamente com o diretor Alan Taylor, que já participou de Game of Thrones, na refilmagem do clássico do cinema que estreia em julho de 2015. Além de Emilia, outro nome confirmado no elenco é o de Arnold Schwarzenegger, que vai reviver o papel do ciborgue assassino. Jason Clarke (O Grande Gatsby) está em negociações para interpretar o filho de Sarah, John Connor.

O Exterminador do Futuro: Genesis dará início a uma nova trilogia da franquia. Ele é de responsabilidade das produtoras Skyline e Annapurna e será distribuído pela Paramount. O roteiro é de autoria de Laeta Kalogridis e Patrick Lussier.

Enquanto julho de 2015 não chega, Emilia vai poder ser vista na 4ª temporada de Game of Thrones, que estreia em abril de 2014 na HBO.

Com informações do Deadline.

Arrow – Three Ghosts

Data/Hora 16/12/2013, 13:30. Autor
Categorias Reviews

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Arrow fechando o ano com chave de ouro. Mas antes de falar de Three Ghosts, vamos recapitular o que aconteceu nos episódios anteriores.

Em State vs. Queen, vimos que o julgamento de Moira estava fadado ao fracasso. Não tinha como a mulher sair ilesa. De alguma forma, foi isso que aconteceu, mas não tinha como ter sido ao acaso – alguém com muito poder dentro da cidade deve ter mexido alguns pauzinhos para fazer o veredicto acontecer. Logo pensei em Brother Blood, mas ele não gosta dos Queens. Portanto, só mais uma pessoa tinha o poder suficiente para tal ação – e, por isso, não foi nenhuma surpresa ver Malcolm atirando flechas para todos os lados novamente. Mas descobrimos que essas flechas na verdade foram atiradas 18 anos atrás, culminando com o nascimento de Thea, sendo esse outro momento que deveria ter chocado mais, porém, Laurel já tinha jogado todas as cartas na mesa quando conversou com Moira antes do julgamento.

A volta de Malcolm compromete a narrativa da série, uma vez que sabemos que Arrow não lida com plots sobrenaturais. Falo isso porque a cena em que Malcolm morre ainda está bem forte na memória e não tinha como aquele homem sair ileso. O poderoso disse que sabia muito bem fingir estar morto, mas acho que isso não envolve ser atravessado por uma flecha. Sabemos, porém, que nada acontece ao acaso na série e espero que a volta de Malcolm venha com bons plots. Por outro lado, presenciamos a volta do Conde, todo trabalhado em epidemia com seu plano de transformar todos os habitantes de Starling City em viciados em Vertigo. Porém, pra quê isso, mesmo? Em nenhum momento isso ficou claro. Além do mais, Conde realmente achava que conseguiria sair ileso e que ninguém descobriria a causa da doença? Outro problema nessa narrativa foi a amplitude do problema. Enquanto fomos informados que a cidade inteira estava sob estado de calamidade, vimos só DUAS pessoas vítimas do Conde.

O episódio The Scientist fez com que quase todos os plots focassem em um só arco – o super soldado. Roy e Thea passaram o episódio indo atrás do amigo de Sin, os flashbacks da Ilha de Lost foram sobre a descoberta do super soro e Felicity, Oliver, Diggle e Barry lidaram com o super soldado nos dias atuais. Primeiramente, devo comentar que os flahbacks da ilha estão bem interessantes – algo que não podia ser dito alguns episódios atrás. Até mesmo a presença de Sara não atrapalha o andamento da narrativa. Porém, sabíamos que nosso eterno Cyrus não iria morrer por causa do soro, inclusive, quando Oliver disse que matou e queimou na Ilha provavelmente deve ter sido Slade. O destino do moço então está selado, mas onde Shado entra nessa equação?

A grande surpresa do episódio foi a primeira aparição de Barry Allen, o Flash dos quadrinhos, todo trabalhado na sensualidade de nerd para cima de Felicity. Os dois, obviamente, mostraram uma química invejável, mas sabemos que os roteiristas só estão se fazendo de difícil até que Olicity aconteça. Esperava uma reação mais ciumenta por parte de Oliver, mas foi ótima a tirada na festa de Mama Queen e todo o trabalho que ele precisou para provar que Barry não é quem ele diz que é. A apresentação do novo personagem foi interessante e Barry se encaixou muito bem na dinâmica, mesmo parecendo ser um adolescente. Já foi anunciado anteriormente que a CW estava desenvolvendo uma série para o Flash e que a aparição de Allen em Arrow seria só uma amostra do que viria a seguir. Se conseguirem manter o personagem da maneira apresentada aqui, tenho certeza que estamos diante de uma nova boa série. Muito irônico, porém, que o futuro Flash é o cara mais lerdo e atrasado do mundo.

O final do episódio trouxe Barry de volta, mas isso não aconteceria se não fosse por Oliver tentando acabar com o super soldado sozinho. Three Ghosts fechou o ano com chave de ouro, e as participações foram pra lá de especiais. Tivemos Cyrus, Shado e até mesmo Tommy. Sem dúvidas, estávamos diante de uma repaginação de A Christmas Carol e isso não é nenhum insulto – os três fantasmas (sendo um não tão fantasma assim) se enquadraram bem dentro do episódio, culminando na grande revelação de que Brother Blood trabalha para alguém muito maior, mas esse alguém não consegue enxergar tudo ao seu redor – Slade.

Com a notícia de que Slade passaria para o elenco regular da série, tudo estava claro. Veríamos Slade, o vilão que todos amam. E para melhorar, ele está em Starling City, com um plano de vingança que envolve acabar com a vida de Oliver só porque ele também gostava de brincar de florestinha com Shado. Independentemente de suas motivações, Slade deixa muito claro que ele não tem planos de simplesmente matar Oliver. Ao contrário, ele quer destruir todos aqueles que Oliver se preocupa. A edição desta breve montagem é significativa: Lance será dilacerado, Roy será destruído e Felicity será corrompida. Será interessante ver esse plano colocado em ação quando a série recomeçar em 2014. Perceba, porém, que Laurel não fez parte da montagem – OU SEJA, até Slade reconhece que a personagem não é importante.

O passado voltou (literalmente) para assombrar Oliver, mas convenhamos que a decisão de proteger Sara foi muito idiota. Primeiramente, Dr. Ivo já deixou claro que a vê como alguém que o ajudará a salvar a humanidade, então Sara não estava tão em perigo assim. Além disso, Shado era alguém que Oliver parecia gostar genuinamente e prova disso foi a decisão de voltar ao acampamento episódios anteriores ao perceber que ela estava em perigo.

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Em compensação, a continuação da participação de Barry Allen foi divertidíssima. Mesmo com Oliver gritando na sua cara, Barry nem se abalou e basicamente o chamou de idiota, no começo do episódio. O melhor, porém, foi ele indagando o motivo do herói usar uma tinta nos olhos e não uma máscara, entregando no final do episódio o melhor episódio de natal que o Arqueiro poderia ganhar. Tirando isso, Barry foi usado mais como um personagem sem necessidade nesse episódio, mas as cenas em que ele tenta dar em cima de Felicity também agradaram. Porém, qualquer mau uso do personagem foi perdoado no final, afinal vimos mais um herói nascer, com uma sequência interessantíssima, com Barry em um lugar cheio de substâncias químicas, totalmente vulnerável ao material que estava sendo dissipado pelos ares da cidade. Espero que esse Piloto saia do papel e que a CW dê sinal verde para a produção da série.

É importante ressaltar que Quentin poderia ter sido facilmente a morte divulgada do episódio. Na verdade, seria compreensível que isso acontecesse. Bastante gente acha que quando Laurel perder o pai ou a irmã, ela finalmente se tornará interessante e transformará na heroína que sabemos que vai se transformar. Talvez ainda não tenha chegado essa hora, mas havia muito a possibilidade de Brother Blood terminar o serviço que o super soldado deixou para trás. Felizmente, nada aconteceu.

Por outro lado, Roy finalmente terá uma importância maior na série daqui para frente. Não estava esperando vê-lo se tornando o novo super soldado, mas isso fará com que ele tenha um maior envolvimento com o Arqueiro, finalmente conseguindo aquele tão sonhado encontro. Pena que Thea ainda existe para atrapalhar a consumação.

A série só volta dia 15 de janeiro e com certeza será complicado esperar até essa data – principalmente agora, que Arrow finalmente mostrou seu grande potencial, ao começar e terminar sua temporada de outono com ótimos episódios, plots interessantes e provando que ainda tem muito para mostrar.

Once Upon A Time – Going Home

Data/Hora 16/12/2013, 12:44. Autor
Categorias Reviews

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Lágrimas e mais lágrimas para essa Winter Finale de Once Upon A Time. Vai parecer clichê, mas direi mesmo assim: é em episódios como esse que o meu amor pela série se renova e me sinto ainda mais empolgado com as estórias que estão por vir. Um episódio no qual tudo foi perfeito, da atuação até os efeitos. E sabem qual a razão para tudo ter aparentado ser tão perfeito? Porque o roteiro foi de uma singeleza absoluta, e foi feito como que um presente para quem assiste. Quando algo é feito assim, não pode ser ruim. As pequenas falhas somem e a gente só lembra do que é bom, e nessa review lembrarei apenas do que foi bom – tudo – nesse episódio.

OUAT 26

Pan, no fim do episódio passado, estava preparando a maldição que iria atingir Storybrooke novamente. A contagem regressiva começava. O Jared Gilmore conseguiu me deixar assustado com a carinha dele na cena em que ele arrancou o coração do Felix – o garoto tem futuro. Para salvar a cidade e o Henry, Rumple precisava da varinha da Fada Negra para poder salvar trazer o Henry de volta ao seu corpo. Aqui uma das cenas mais empolgantes no quesito ação do episódio se seguiu. Não gosto do casal Tinker e Hook – o Hook tem que ficar com a Emma – mas os dois formam uma boa dupla em cena. No fim das contas a Tinker conseguiu recuperar o seus poderes e a Blue voltou. Com o retorno da Blue uma pergunta surgiu: Greg e Tamara também vão retornar?

Com tudo pronto para trazer Henry de volta, Rumple decide ficar e ter uma conversa com o seu pai. Estava um pouco óbvio que aquilo não daria certo, mas nos proporcionou o embate entre Rumple e Pan, que tanto se esperou, e isso já basta. Graças a troca dos corpos, Henry conseguiu pegar a maldição de Pan e assim entregar a Regina, que salvaria o dia – mais uma vez. Então, essa é a parte da review em que os olhos enchem de lágrimas e não tem como não sofrer enquanto escrevo. Não vi aquela vindo, acho que ninguém viu. Esperei tanto pelo embate entre Rumple e Pan que não imaginei que esse meu desejo pudesse ter uma consequência tão grave quanto aquela. A despedida de Rumple para Belle e Neal ainda me deixa de coração partido só de lembrar e a linda Emilie de Ravin foi incrível na sua dor – é estranho dizer isso, mas é a verdade. O sofrimento de alguém que acaba de perder o seu grande amor.

OUAT 27

Quando você acha que está se recuperando dessa grande perda, nós temos a grande notícia. A maldição ainda está “viva” e para ser quebrada uma coisa precisa acontecer: todos vão retornar as suas terras. Todos voltarão para o ponto inicial das estórias, o que me faz pensar: será que todas as referências à primeira temporada eram um aviso a isso? Se forem, eu não tinha visto de novo essa chegando. As cenas do fim do episódio apertaram o coração de quem assistia ainda mais, como se a própria Evil Queen estivesse fazendo isso para nos torturar. Todo o elenco estava impecável em suas atuações.

E se no presente tínhamos tantas emoções à flor da pele, no flashback não foi diferente. Pela primeira vez tivemos um flashback diversificado, não focando apenas em um personagens. Revisitamos várias estórias que trouxeram um clima ainda mais melancólico ao episódio. Não tem como não sofrer. A cena da Emma foi de longe a favorita, pois tivemos a versão “maldição” e a versão “sem-maldição”. Enquanto a Emma carregava o Henry, não tinha como não pensar na Regina. Ela cumpriu a sua palavra de criar uma “nova vida” para eles.

O final do episódio vai ser a minha única crítica negativa ao episódio, pois eles fugiram do clima triste e de nossa dor – onde o episódio poderia ter terminado e ainda assim seria um ótimo final, com um ótimo cliffhanger – e nos levaram para um ano depois. Foi uma quebra de clima que, acho, não precisava ser mostrada agora, porém ainda assim foi bom ver como as coisas ficaram e foi bem ver cena Captain Swan. Agora só nos resta aguardar março chegar e saber como tudo vai terminar, ou vai se resolver. Queria desejar um feliz natal e feliz ano novo para vocês e que esse hiato passe logo para nós sabermos logo o destino dos nossos personagens queridos. Boas festas pessoal. Até março!

Modern Family – The Old Man & the Tree

Data/Hora 16/12/2013, 11:44. Autor
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Em um episódio que tinha tudo para cair na mesmice, Modern Family mostrou mais uma vez que mesmo estando no quinto ano ainda tem fôlego para fazer episódios memoráveis. Os episódios natalinos da série sempre conseguiram chamar atenção e com The Old Man & the Tree não poderia ser diferente.

Em um episódio no qual todos os plots agradaram, fica até difícil saber por onde começar. É véspera de Natal, e somos acordados por um Phil correndo contra o tempo para ganhar o direito de que o elíptico – que ganhou no Natal passado – continue em seu quarto. Para tanto ele tem que contabilizar uma distância em milhas até o Canadá. Mais uma vez, Ty Burrell consegue mostrar porque ele é o ator perfeito para dar vida à Phil. Ele consegue externalizar dos modos mais peculiares a essência do personagem, que é o fato de não desistir dos seus objetivos mesmo que eles pareçam inalcançáveis. Nesse plot maluco, onde Phil passou o episódio todo “caminhando”, foi interessante observar que, mesmo crescidinho, ainda temos bons momentos de Luke com seu pai, o que nos leva de volta à várias cenas dos planos malucos da dupla nas primeiras temporadas da série.

Outro plot com essa mesma sensação nostálgica foi o de Haley e Alex. É incrível perceber que, por mais que elas briguem, aquele sentimento de irmã sempre vai predominar. Para o Natal desse ano, as garotas foram trabalhar como assistentes do Papai Noel e, claro, as coisas não terminaram tão bem – e não foram tão fáceis – quanto deveriam. Nessa história, pudemos ver muito bem o quão diferentes elas são, e é isso que torna a história das irmãs tão enriquecedora. Enquanto Haley tenta usar seus truques abusando da aparência para acalmar as crianças, Alex tenta usar seus discursos maduros para convencer o Papai Noel de que ele deve ficar ali para a sessão de fotos. Nenhuma das duas conseguiu seu objetivo e elas foram atacadas por crianças horripilantes no melhor estilo The Walking Dead, o que rendeu boas risadas.

Enquanto as meninas tentavam se livrar do ataque, Jay e Manny buscavam uma nova árvore de Natal. O primeiro tentava mostrar ao garoto a importância de algumas tradições ao ver a árvore de Natal de fibra ótica que Manny tinha montado na sala. Tradições são necessárias. Principalmente as natalinas. A sensação de se cortar uma árvore, levá-la pra casa e enfeitá-la com toda família é uma das coisas mais especiais dos natais e eu digo isso por experiência própria. Uma árvore de plástico nunca terá o mesmo valor do que aquela que foi especialmente escolhida para enfeitar um dos cantos da sala durante a época. E era justamente isso que Jay tentava mostrar à Manny. Nessa relação que vem crescendo a cada dia, os dois foram persistentes e conseguiram levar para casa uma árvore recheada de histórias o que, no fundo, deixa a data tão mágica.

Gloria por sua vez também passou por uns perrengues natalinos. O problema da mulher tinha três letras: mãe. Como bem disse a personagem no início de seu plot, quando a visita fica mais de três dias na sua casa, as coisas começam a complicar. Para se livrar da implicância de sua mãe, ela engana Claire e a faz passar o dia todo com a mulher. O que ela não contava é que elas se dariam tão bem e Gloria seria jogada para escanteio por um momento. Todo o ciúme sentido mostra que, apesar dos pesares, as mães sempre fazem de tudo para verem as filhas felizes. Até mesmo a mãe de Claire, que todo ano lhe envia pantufas de presente.

Por fim, o plot que talvez tenha proporcionado maiores momentos de riso foi o de Cam, Mitchell e Lily. Mitchell estava tranquilo achando que as compras de Natal antecipadas tinham valido a pena quando foi surpreendido pela filha, que o lembrou do único presente que ela queria ganhar: um canil. A busca pelo presente foi repleto de sequências hilárias somados à um Mitchell histérico, que também não havia comprado nada para o casamento de seu amigo Pepper, e à Cam e Lily metidos em uma situação constrangedora pois Cam acreditava que eles estavam num evento de caridade enquanto, na verdade, eles estavam sendo ajudados. A confusão aumenta ainda mais quando Mitchell chega para buscá-los com o carro recheado de presentes. Cam distribuindo presentes e Lily oferecendo o dela à uma criança carente, foram momentos hilários e marcantes ao mesmo tempo.

E são todos esses detalhes que fizeram do episódio algo grandioso e extremamente prazeroso de se assistir.

Nos vemos em 2014! 😉

Destaques na TV – segunda, 16/12

Data/Hora 16/12/2013, 09:00. Autor
Categorias TV Brasil

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Confira as atrações dos canais de TV para esta noite.

A equipe de CSI precisa descobrir o que aconteceu com a Finlay, participação especial de Kristoffer Polaha (Ringer).

Godforsaken – Assassinos Verdadeiros é uma produção holandesa, série de suspense policial que remonta casos reais de assassinatos ocorridos na Europa a partir do ponto de vista do criminoso.

UNIVERSAL
Beauty and the Beast – 22 h (ep 2×05)
Grimm – 23 h (ep 3×05)

FILM&ARTS
Silk – 21 h (ep 2×05)

TNT
Under the Dome – 22h30 (ep 1×07)

COMEDY CENTRAL
The Michael J. Fox Show – 20h30 (ep 1×08)

AXN
Criminal Minds – 22 h (ep 9×09)

TCM
Elas – 21 h

WARNER
Super Fun Night – 20 h (ep 1×08)
Two And Half Man – 20h30 (ep 11×08)
Hostages – 22h25 (ep 1×12)

SONY
CSI – 21h (ep 14×10)
Scandal – 22h (ep 2×19)
The Voice – 23 h

GNT
Offspring – 17h (ep 3×12)
Pirei com Betty Lago– 20h30
Copa Hotel – 23h (ep 2×12)

HBO
Treme – 20 h (ep 4×03)
Master of Sex – 21 h (ep 1×11)

MAXPRIME*e
Strike Back – 21h – (ep 3×08)

+GLOBOSAT
Godforsaken – Assassinos Verdadeiros – 22 h – ESTREIA
Murdoch Mysteries – 0h15 (exibição diária – 4a. temporada)

SBT
Dupla do Barulho – 19h20
Pretty Little Liars – 1h30 (na madrugada de 2a. para 3a. feira)

MTV
Dawson’s Creek – 10 h (exibição de segunda a sexta)
The O.C. Um Estranho no Paraíso – 16 h (exibição de segunda a sexta)
The Vampire Diaries – 20h30 (exibição de segunda a sexta)
Awkward – 23 h (ep 2×11) / 23h30 (ep 2×12)

VIVA
A Próxima Vítima – 16h15 (de segunda a sexta)
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Vejo vocês amanhã !

Chicago Fire – Not Like This

Data/Hora 15/12/2013, 21:21. Autor
Categorias Reviews

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Antes mesmo da exibição, todo mundo já tinha a plena convicção de que esse seria o melhor episódio de Chicago Fire. Eu era uma dessas pessoas e, felizmente, pude ter certeza do achismo que acompanhava o vídeo promocional de Not Like This. Fechamos a primeira metade da temporada com um episódio nada menos do que perfeito.

O fantasma do possível fechamento do batalhão ainda acompanhava os bombeiros e, como anunciado por McLeod no episódio anterior, este seria o último turno dos personagens antes que o 51 chegasse ao fim. Mal sabia que, o último turno mesmo, seria o dela.  Se não fosse por McLeod e o terror que ela causou nesse começo de temporada, Chicago Fire não teria entrado num ritmo tão eletrizante. Nós não teríamos a oportunidade de conhecer melhor o Chief Boden, por exemplo. Então, me atrevo a dizer que o protagonista mesmo desses primeiros episódios foi, antes de qualquer outro personagem, Gail McLeod. Michelle Forbes soube interpretar melhor do que ninguém essa megera gananciosa e cumpriu o papel de fazer com que sua personagem fosse aquela que nós adoramos odiar.

Depois de todo o perrengue passado pelo batalhão, nós descobrimos o verdadeiro motivo que levava McLeod ao desejo de fechar tudo quanto é batalhão que a aparecia na frente. Como dizem, todo mundo tem seu preço, e o preço dela era uma quantia singela de 200 mil dólares. Com esse precinho, a gente consegue comprar 100 PlayStation 4 (no Brasil) ou 15 carros populares ou uma casa em Orlando. Ela conseguiria a quantia se reduzisse os gastos da cidade então foi isso que ela tava tentando fazer ao atormentar o 51. Nada como encher a poupança com essa grana!

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Isabella mostrou sua utilidade na trama desde a eleição de Mouch e foi a responsável por fazer com que McLeod assinasse os papéis de renúncia ao cargo. Engraçado que, na hora do aperto, Mills foi correndo pedir ajuda pra loira já que ela tava de emprego novo e agora teria o poder de resolver as coisas politicamente. Mas vale dizer que isso só foi possível porque Nathan, aquele garoto que Severide salvou do trator, deu a dica – mesmo que sem querer – para Mills. Aliás, Nathan não ficou tão jogado na trama quanto eu pensei que ficaria o que, na verdade é bom, porque senão o episódio em que Severide o salvou não teria tanto sentido, seria apenas mais um resgate.

Otis deu à Cruz a notícia de que Zoya tinha voltado para Rússia. E para não deixar o amigo tão desolado, gravou um cd com várias músicas e deu ao bombeiro dizendo que foi Zoya quem gravou. Confesso que pensava numa reação diferente de Cruz por causa de tudo o que o bombeiro vinha passando mas, do jeito que ele reagiu, nos próximos episódios é bem capaz que nós nem ouviremos falar mais nada sobre a loira e o bombeiro já esteja pronto pra próxima. Pode ser que ela seja mencionada, mas nada de importante – pois a personagem não foi importante – já que Otis e Cruz agora irão morar juntos. Acho que essa parceria vai ser interessante de acompanhar mas ainda quero saber quem é que vai dividir o aluguel com Shay e Severide.

Apesar de todos os acontecimentos do episódio, quem mais me surpreendeu foi Clarke. Ele se mostrou um dos personagens mais interessantes dessa temporada e eu não consigo acreditar que ele tenha matado aquele cara só por causa da sua mulher. Tudo bem que ele já foi do exército, carrega uma arma no carro, tenha ameaçado o homem e todas as suspeitas apontam pra ele mas, eu apenas não acredito nisso pelo simples fato de que ele se mostrou uma pessoa muito boa nesses últimos episódios.

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Outra surpresinha foi Dawson ter sido aceita para o corpo de bombeiros. Depois de anos de espera e aquele sentimento de “ah, nunca vão me chamar” (quem vive de concurso conhece muito bem essa sensação) a paramédica recebeu a – grande – notícia. Aquele misto de felicidade, insegurança e incerteza tomou conta da personagem que encontrou em Shay um porto seguro e seu maior apoio pra seguir em frente na carreira de bombeiro. São  nessas e outras situações que Shay se mostra muito mais preocupada com a amiga do que o contrário – vide episódios anteriores.  Mas como se não bastassem todas as inseguranças de Dawson, ela ainda teve de lidar com um machismo tremendo vindo de ninguém menos do que Herrmann, coisa que ninguém esperava, inclusive ela. Outro que não depositou confiança na paramédica foi Casey. O bombeiro – e amado – não gostou nada da ideia de ver sua queridinha correndo perigo e relutou em dizer que apoiava a garota. A torta de climão ficou no ar e esse foi o último momento dos dois antes da grande tragédia do episódio.

Os minutos finais do episódios foram mais tensos do que alguns episódios inteiros da série. Casey foi a grande vítima do incêndio que os bombeiros tentavam controlar. O tenente colocou sua vida em risco para salvar um bebê e, ao meu ver, a única coisa que explica ele ter saído vivo dessa situação é o amor pela profissão e essa bravura imensa que os bombeiros do 51 conseguem demonstrar. Aquela máscara toda ensanguentada foi uma das cenas mais agoniantes da série pois não estamos acostumados a ver os bombeiros ensanguentados. A preocupação de todos com Casey mostra que muito mais que companheiros de trabalho, os bombeiros do 51 são uma verdadeira família e fazem de tudo para o bem estar do próximo.

Esse foi o último episódio do ano e nos despedimos de 2013 com Casey em uma mesa de cirurgia e um batalhão aflito pelo futuro do tenente. Torço para que ele se recupere, mas que não seja tão rápido quanto a recuperação de Severide na primeira temporada, e que os roteiristas aproveitem de forma grandiosa esse acidente. Não sei vocês mas, depois do ocorrido, acredito que Dawson vá continuar como paramédica.

Nos vemos em 2014! 😉

PS: adorei que tocou Lady GaGa na série. Só teria sido melhor se fosse em uma cena com Severide
PS2: Mills continua com o batalhão 51! Yay!

Morre, aos 81 anos, o ator irlandês Peter O’Toole

Data/Hora 15/12/2013, 21:08. Autor
Categorias Notícias

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Morreu ontem (14), aos 81 anos, o ator irlandês Peter O’Toole, conhecido mundialmente pelo trabalho no filme Lawrence da Arábia (1962). Segundo os representantes do ator, O’Toole estava internado em um hospital de Londres, na Inglaterra, e estava doente fazia algum tempo. A causa específica de sua morte, no entanto, não foi revelada.

O’Toole nasceu na cidade de Connemara, na Irlanda, em 2 de agosto de 1932, e foi indicado ao Oscar oito vezes, nunca tendo levado a estatueta para a casa em uma competição. Ao Globo de Ouro, foram onze indicações, em que ele saiu vencedor quatro vezes. A última indicação ao Oscar foi em 2006, no filme Venus, do diretor Roger Michell (Um Lugar Chamado Notting Hill). Em 2002, a Academia decidiu lhe conceder um Oscar honorário pelo reconhecimento de seu trabalho aclamado na sétima arte – ele era considerado o ator mais vezes indicado ao Oscar sem nunca ter levado a estatueta. O’Toole negou a homenagem e enviou uma carta à Academia, dizendo que ainda era vivo e, portanto, poderia vir a competir pelo prêmio. No ano seguinte, em 2003, ele decidiu aceitar a homenagem e recebeu o Oscar honorário das mãos de Meryl Streep. Ele esteve em filmes como O Último Imperador (1987), O Leão no Inverno (1968) e Stardust: O Mistério da Estrela (2007).

O ator foi indicado ao Emmy em três edições. Em 1981, pela minissérie Masada, em 1999, pelo telefilme canadense Joana D’Arc, e em 2003, pelo telefilme Hitler: The Rise of Evil.

Ainda na TV, ele ficou conhecido por dar voz ao detetive Sherlock Holmes, na década de 1980, em uma série de telefilmes britânicos de animação. Em 2005, ele participou da série Casanova, da BBC inglesa. Os trabalhos mais recentes do ator na televisão foram na série do Showtime The Tudors, em 2008, e na minissérie Iron Road, uma produção entre o Canadá e China de 2009.

O’Toole foi casado com a atriz galesa Siân Phillips e teve três filhos. A morte do ator foi lamentada por diversos produtores do cinema e da televisão.

Com informações da Variety.

Elementary – Internal Audit

Data/Hora 15/12/2013, 20:47. Autor
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Mais um excelente episódio na lista de Elementary. Internal Audit misturou um bom caso de polícia com a vida pessoal dos personagens principais, sendo que não dava para separar as duas coisas; ela estavam assim mesmo, misturadas. Para começar, Holmes e Watson foram chamados para cuidar de um assassinato envolvendo um homem poderoso e a mulher que encontrou o corpo da vítima era, justamente, uma ex-paciente da Watson.

Isso foi bem interessante, porque, ao mesmo tempo em que pudemos conhecer um pouco mais sobre a ex-médica (Elementary sempre propicia descobertas inesperadas sobre seus personagens), ainda tivemos que acompanhar os dilemas éticos da agora-detetive, que se via emboscada entre as condutas morais de seus dois ofícios: no primeiro, como ex-companion, ela deveria manter a identidade de sua ex-paciente preservada; na segunda, como alguém que ajuda a polícia, ela não deveria esconder os fatos. O Holmes, é claro, não facilitou a vida da amiga e, a muito custo, manteve o segredo da mulher entre eles.

Quem também apareceu na história foi Alfredo, o padrinho do AA de Sherlock, que o ajudou em sua saga para ficar sóbrio. Como uma fã entristecida com o cancelamento de Copper, na BBC America, sempre fico feliz quando o ator Ato Essandoh participa da série, ele é excelente! Alfredo tinha uma proposta importante a fazer ao detetive: que Holmes se tornasse o padrinho de um ex-viciado também. Nesse momento da história, em que Sherlcok está tão amargurado, em que ele praticamente perdeu a compaixão pelo próximo – ou a colocou para dormir -, é uma condição que pode ser crucial para o personagem, que pode fazê-lo redescobrir aquele “Sherlock fofinho” a que estávamos acostumados. Estou bastante interessada em ver como esse plot vai se desenvolver e que tamanho ele terá na série – apesar disso, imagino que o novo personagem será apenas recorrente, como é o Alfredo.

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O detetive Bell apresentou melhoras em relação ao trauma sofrido na braço, mas ainda não conseguiu superar outro trauma: Sherlock Holmes. É evidente que ele culpa Holmes, de alguma forma, pelo que aconteceu a ele e o próprio Holmes se martiriza por dentro, mesmo que faça questão de provar para si mesmo que não fez nada de errado e tudo foi um acidente de percurso. Bell, que agora realiza um trabalho mais burocrático na NYPD, já que não consegue carregar uma arma, recebeu uma oferta: ir para outra divisão da polícia, que trabalha com serviços de inteligência. O homem que fez o convite frisou que ouviu dizer que Bell era uma detetive excepcional e isso me deixou um tanto contrariada.

Para mim, o Bell só se destacou nessa segunda temporada. No ano de estreia do programa, o personagem se limitava a anotar no caderninho tudo o que Holmes ia dizendo na cena do crime. Nada excepcional, convenhamos. Uma criança de sete anos faria isso. Se Bell vai aceitar a proposta ou não, ainda não temos a resposta. Quem sabe Sherlock tenha um papel determinante nessa decisão? Alguma mudança vai acontecer aí. Para descobrirmos mesmo, só em janeiro, já que a série entra em um hiato de três semanas a partir daqui. Boas festas, meus caros leitores! 🙂

Parenthood – All That’s Left Is the Hugging

Data/Hora 15/12/2013, 19:41. Autor
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Difícil acreditar que uma mulher comendo um bolo gigante direto com um garfo, sem nem pegar um prato, está bem, mas Kristina fez de tudo pra provar pra todos – e pra ela mesma – que perder a eleição não foi nada demais.

Bom, eu não acreditei, e nem Adam, o que gerou uma cena muito divertida com os ovos. Eu vou sentir falta da Heather, mas tenho a impressão que ela volta antes do que a gente imagina.

Carl está jogando com todas as armas pra cima de Sarah e está tendo resultados. Imagino que se algo mais concreto acontecer poderemos finalmente ter o confronto com Hank que eu espero desde o começo da temporada.

Já a teimosa — ou muito apaixonada? — Amber brincou tanto com fogo que acabou se queimando. Sempre achei Ryan instável demais, chegando ao ponto de ser perigoso. Não que ele seja uma má pessoa, mas acho que ele ainda precisa se tratar muito até poder casar e ter um relacionamento mais sério. Só achei bem estranho Zeek conversando e aconselhando Ryan. Por mais que ele entenda e seja amigo de Ryan, acho que ele deveria ficar um pouco mais preocupado com Amber, a neta dele.

Gostei de Joel e Julia tentando fazer as pazes porque gosto deles como casal, mas infelizmente está tudo errado nessa história. Primeiro que os filhos não deveriam ser um motivo pro casal ficar junto, segundo que me pareceu mais que eles estavam fugindo do problema do que realmente resolvendo. Outra coisa que me incomodou foi a cena de Julia e Ed, eu acho o Ed um cara legal, mas não consigo ver uma química dele com a Julia, vejo só bons amigos, nada mais. Talvez seja porque gosto muito do casal Julia e Joel ou talvez porque Ed seja um personagem divertido e engraçado e não do tipo romântico, mas ver os dois juntos foi algo estranho pra mim. Detalhe aqui para o tanto que Ed teve que abaixar para beijar Julia, a diferença de altura dos dois atores é bem grande, coitado do câmera que teve que enquadrar os dois de close naquela cena.

E Natalie resumiu Drew cruelmente dizendo que ele era uma pessoa doce, mas que isso acaba ficando entediante. Adoro Natalie, mas ela não serve pro Drew, de jeito nenhum. E ele foi pedir conselho justamente para o Crosby! É óbvio que ele ia tentar fazer o Drew aproveitar e tal, eu até acho que ele deveria aproveitar a faculdade e ser menos certinho, mas acho que não é da natureza dele, ou eu realmente desisti do personagem mudar na série. Agora é aguardar o que a volta de Amy pode trazer.

Apesar de exibido algumas semanas depois do último, os acontecimentos desse episódio começam logo depois do anúncio do resultado da eleição. Achei isso um pouco confuso, foi um contraste com o piloto dessa temporada, que deu um pulo no tempo equivalente aos meses que a série ficou fora do ar. Além disso, senti que o episódio passou muito rápido e pouca coisa aconteceu (exceto eu ficar com uma vontade louca de comer um bolo gigante direto com o garfo). O lado positivo do episódio, como sempre, foi Lauren Graham e Mae Whitman roubando a cena. Gosto muito dessas duas junto e espero que caso Parenthood seja cancelada — *bate três vezes na madeira* — que as duas trabalhem juntas na versão para TV de Someday, Someday, Maybe, o livro escrito por Graham.

FX divulga dois vídeos promocionais de ‘The Americans’

Data/Hora 15/12/2013, 17:51. Autor
Categorias Notícias

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O canal americano FX acaba de lançar dois vídeos promocionais da segunda temporada de série The Americans, sucesso do canal em 2013. A série, criada pelo roteirista de Falling Skies e ex-agente da CIA Joe Weisberg, conta a história de dois espiões da KGB que se infiltram nos Estados Unidos e passam a viver como um casal nos arredores da capital americana. Phillip (Matthew Rhys, de Brothers & Sisters) e Elizabeth (Keri Russell, de Felicity) precisam manter as aparências e começam a adotar o estilo de vida do país aonde vivem. Como missão, eles precisam controlar a rede de informações entre os espiões que operam naquele território.

Os vídeos são pequenos, mas antecipa algumas cenas de uma das séries mais aguardadas da mid-season. Confira.

No primeiro vídeo, as refeições da família Jennings não são mais as mesmas.

 

E no segundo, Phillip e Elizabeth mostram que sabem esperar a hora do ataque.

 

The Americans retorna em solo americano em fevereiro de 2014.

 

 

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