Demi Lovato vai deixar a bancada de jurados de ‘The X Factor’ na próxima temporada

Data/Hora 20/12/2013, 08:14. Autor
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Depois das apresentações da última quarta feira (18), o chefe do reality musical The X Factor, Simon Cowell, anunciou que Demi Lovato, a única jurada que entrou na segunda temporada e continuou para a terceira, não continuará na bancada de jurados do programa na próxima temporada.

Cowell disse que a saída de Demi não é um fato definitivo e que  as portas sempre estarão abertas para ela no futuro caso queira voltar a participar do programa. A divulgação da saída dela aconteceu depois do anúncio de grandes mudanças no programa caso ele seja renovado, incluindo “um tipo de papel diferente” para Simon.

“Eu comecei nesse programa como cantora e compositora, e é hora de eu voltar a fazer isso”, revelou Lovato nos bastidores, após a transmissão do programa do dia 18. “Eu estou animada para 2014, porque eu vou dedicar esse ano completamente e totalmente à música. Estou saindo para começar um novo capítulo na minha vida”, completou a ex-cantora da Disney.

Quanto a quem pode suceder Demi, Simon disse à imprensa: “Há alguém em mente que nós temos procurado por um tempo para esse show que se tornou, de repente, disponível… Ele é espetacular.”

Simon anunciou as mudanças na próxima temporada de The X Factor em seu twitter:

“No ano que vem em nossos shows as regras mudarão. Eu tive um momento de luz há duas semanas.”

Com informações do DeadLine, TVGuide e do TVLine.

The Voice Brasil – Semifinais

Data/Hora 20/12/2013, 01:36. Autor
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O programa de hoje começou surpreendendo todo mundo ao anunciar a sistemática de votação. Depois das polêmicas ocorridas nas semanas anteriores, optaram por dividir a responsabilidade entre técnicos e público. Ficou estabelecido que seria acrescido à porcentagem de votos uma nota dada pelos técnicos, que tinham 30 pontos para distribuir como quisessem entre os dois candidatos. Ainda assim os resultados não foram surpreendentes e todos acabaram seguindo a indicação do público, talvez até por que alguns técnicos resolveram se eximir da responsabilidade ao dividir os pontos.

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#TeamLulu: Não é segredo pra ninguém que os dois candidatos restantes do Team Lulu não me agradam. Eu acho que a Luana ainda vinha se sustentando com base na audição e que o Pedro se sustenta muito com base na história de vida e na pimpação que a Globo faz dele. Luana ainda foi prejudicada pela decisão de Lulu na semana passada, que foi considerada injusta por grande parte do público que acabou vilanizando a candidata. E se vocês prestaram atenção, hoje grande parte dos tweets lidos por Miá Mello era exaltando o Pedro. Por que será? 😉 Enfim, com os votos do público de casa e do Lulu o Pedro segue em frente e é o finalista do #TeamLulu na segunda temporada do The Voice Brasil.

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#TeamBrown: Como eu já havia declarado semana passada minha torcida agora é por Lucy. Achei corajosa a escolha dela de vir sem instrumento, cantando uma música mais agitada e mostrando que pode ser versátil. Amo Lucy, mas sou fã, sobretudo, da brasilidade dela, coisa que nenhum dos outros candidatos classificados para a final tem. O Marcos foi bem hoje. Gosto do timbre dele e achei que a apresentação foi ótima e que inclusive se desse tempo de a apresentação do dia ser levada em conta na hora da votação a diferença não teria sido tão grande. Brown se eximiu da responsabilidade de escolher e deixou nas mãos do público, que sabiamente levou Lucy pra final.

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#TeamDaniel: Eu quero crer que aquela apresentação da Cecilia Militão não foi produzida por ela. (Aliás, a polêmica entrevista de Khrystal deixa claro que não). Foi tudo tão pra baixo que chegou a ter um tom fúnebre. Definitivamente não é o tipo de música que se canta em uma semifinal de reality show. Tentou emocionar, mas não rolou. Eu de novo mandaria ela pro show de calouros do Raul Gil. Já o Rubens fez uma versão lindinha de Yesterday. Ele tá crescendo a cada semana e merece a vaga conquistada na final.

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#TeamCL: E pra fechar a noite com chave de ouro e emoção veio o Team Claudinha. Só que não, né?! Cadê a graça e a emoção nessa disputa? Gabby, que vinha na mesma vibe de Luana se segurando só pela bela apresentação da audição, voltou as suas raízes e deu uma bela interpretação pra um samba clássico. Se despediu, como era previsto, mas deixou uma ótima impressão e um gosto de quero mais.  O Sam atendeu os apelos da galera e cantou uma música em português. Foi bem, mas nada sensacional. Acho que a CL podia ter pelo menos dividido os pontos, porque Sam não foi melhor que Gabby. Aliás, pra quem estava dizendo que a Cláudia exagerou na emoção eu acho importante mencionar que a música é de Claudinha e foi composta pra vó dela, que já é falecida. Emoção justificada, né?! Ou pelo menos bem mais justificada do que a do Lulu cada vez que vê o “Bigode Grosso”.

Sobre os números dos técnicos com seus assistentes: que vergonha alheia. Esse espaço podia ser dado pra vermos os finalistas cantando mais vezes, nos moldes do USA. Eu me questiono sempre porque o nível do nosso The Voice é tão inferior as outras franquias. Por que, Deus? Por que, Boninho? Por que, Endemol? Pra ser sincera gostei bastante de Daniel e Luiza Possi, especialmente pela performance da Luiza, mas só. Achei que foi o melhor momento da noite. Ela é linda, canta bem e já se mostrou uma ótima assistente e uma ótima jurada no Ídolos. Super merecia uma cadeira no The Voice e eu não ficaria chateada de jeito nenhum se fosse dado o lugar do Daniel pra ela.

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E a final da segunda temporada é (em ordem alfabética): Lucy Alves x Pedro Lima x Rubens Daniel x Sam Alves. Uma final bem inferior a da primeira temporada, é preciso ressaltar, mas é o que tem pra hoje. Aposto todas as minhas fichas em Sam e ainda repito: nada mais representativo do que o campeão do The Voice Brasil ser um cara pra quem nenhuma cadeira virou no The Voice USA. Fica evidente a diferença de nível. Aliás, quem assistiu a final da versão americana essa semana deve ter vergonha alheia da nossa final. Lá o nível dos finalistas foi altíssimo, ainda que como de praxe os americanos tenham errado na escolha do vencedor, na minha humilde opinião.

Pra finalizar preciso dizer que achei bizarro começar as votações do vencedor essa semana. Como assim escolher o vencedor ser ter visto as performances deles? É um programa de canto ou o que? Eu me pergunto como a Globo consegue esculhambar tanto o formato… Enfim, qual a aposta de vocês para o vencedor? E quem vocês gostariam que vencesse? Aposto que Sam fará com que Cláudia Leitte seja a primeira técnica mulher a vencer um The Voice (alguém comentou aqui dizendo que essa informação não procede e que em algumas franquias técnicas mulheres já venceram, mas essa informação foi repetida de novo essa semana no USA, então não sei em quem confiar), mas gostaria de Lucy. Semana que vem eu e o Lucas (se a lua de mel dele permitir) estaremos aqui pra comentar a final e fazer um balanço da temporada. Até lá!

NBC divulga pôster promocional e data de retorno de ‘Hannibal’

Data/Hora 19/12/2013, 22:36. Autor
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A NBC divulgou hoje (19) o novo pôster da segunda temporada de Hannibal. Com a frase “Embrace the madness” (“Aceite a loucura”, em português), o pôster também revela a data de retorno da série na programação da NBC na midseason de 2014: 28 de fevereiro.

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A segunda temporada de Hannibal – que vai ter 13 episódios – vai estrear depois dos Jogos Olímpicos de Inverno. Do criador Bryan Fuller, a série aborda a história do Dr. Hannibal Lector (Mads Mikkelsen), um brilhante psiquiatra que ajuda o policial do FBI Will Graham, (Hugh Dancy) a desvendar os mistérios da mente dos serial killers. Lawrence Fishbourne também faz parte do elenco da série, interpretando Jack Crawford, o chefe do Departamento de Ciências Comportamentais do FBI.

Relembrando: Hannibal retorna no dia 28 de fevereiro de 2014, sexta-feira, pela NBC. Aqui no Brasil, a série é transmitida pelo AXN. Não perca!

Com informações do Deadline.

Confira as primeiras imagens de Christopher Lloyd nos bastidores de ‘The Michael J. Fox Show’

Data/Hora 19/12/2013, 21:29. Autor
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Dr. Brown e o Marty McFly terão um novo encontro no futuro! Mas isso não é uma continuação de De Volta Para o Futuro, famosa trilogia dos anos 1980. Christopher Lloyd e Michael J. Fox têm encontro marcado na nova comédia da NBC, The Michael J. Fox Show.

Lloyd interpretará o excêntrico diretor da escola onde Annie (Betsy Brandt), a mulher de Mike, trabalha. As fotos divulgadas pelo The Hollywood Reporter mostram que os atores podem formar uma boa dupla novamente.

O episódio com a participação de Lloyd ainda não tem data de exibição definida.

Com informações do The Hollywood Reporter

‘Elementary’: Paul Sorvino fará participação especial na série

Data/Hora 19/12/2013, 20:56. Autor
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O ator Paul Sorvino aceitou o convite para participar da segunda temporada da série Elementary, da emissora CBS.

Sorvino aparecerá ao lado do ator Vincent Curatola (The Good Wife). Os dois serão os chefes de duas famílias em guerra, e irão explorar o estado da máfia em Nova York em 2013. Essas foram as descrições que o produtor-executivo da série, Rob Doherty, liberou ontem (18) ao site TVLine.

Paul é conhecido por ter atuado em Law & Order, That’s Life, Jack & BobbyStill Standing. Sua mais recente aparição na televisão foi na minissérie Airship Dracula.

Elementary está em hiato, mas o seu retorno na programação americana está marcado para o dia 2 de janeiro de 2014. Já aqui no Brasil, o seriado é exibido pela Universal Channel, também às quintas-ferias a partir das 22h.

Com informações do TVLine.

Romy Rosemont se junta ao elenco de ‘The Fosters’

Data/Hora 19/12/2013, 18:44. Autor
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A mãe favorita do mundo dos Gleeks, está arrumando suas malas para embarcar em uma nova série.

A série de sucesso The Fosters, do canal ABC Family, contratou Romy Rosemont para o mais novo membro do drama familiar. Rosemont, é conhecida por interpretar  a mãe de Finn Hudson (Cory Monteith), que recentemente teve um desempenho arrasador, fazendo uma mãe de luto no episódio The Quarterback, tributo de Glee.

A atriz vai se juntar a The Fosters, na segunda parte da primeira temporada, interpretando Amanda, a mãe peculiar – e por vezes difícil – de Zac (Julian De La Celle), novo amigo e possível interesse amoroso de Mariana (Cierra Ramirez). Romy Rosemont terá um papel recorrente, fazendo sua estréia na segunda-feira, dia 3 de março.

The Fosters retorna segunda-feira, 13 de janeiro, às 21h, no canal ABC Family

Com Informações do E! Online

Confira novo vídeo da quarta temporada de ‘Game of Thrones’

Data/Hora 19/12/2013, 18:34. Autor
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Os fãs de Game of Thrones já não aguentam mais esperar pela quarta temporada da série hit da HBO. Para acalmar ou aumentar a ansiedade dos fãs, a emissora liberou uma mini-promo da próxima temporada de GoT.

O vídeo, que tem apenas SETE segundos, mostra o que seria o princípio de uma batalha – provavelmente do khalazar de Daenerys com alguma nação da baía dos Escravos -, Tyrion algemado, Joffrey observando algo e usando sua coroa, e Sansa, em frente ao que parecem ser dois portões.

A quarta temporada de Game of Thrones terá seu primeiro episódio exibido pela HBO no dia 30 de março de 2014.

Com informações do Spoiler TV

Homeland – Big Man in Tehran e The Star

Data/Hora 19/12/2013, 17:00. Autor
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Assim como Nicholas Brody, Homeland teve um longo (e sofrido) trajeto para se curar e entrar em forma novamente. E na sua décima primeira hora (da temporada), o eletrizante Big Man in Tehran, a série provou que está mais que pronta para qualquer batalha.

Nesse episódio temos a questão se Brody irá trair aos Estados Unidos ou não. E uma coisa que Homeland explorou muito bem desde o princípio da série foi a ambiguidade, a incerteza. Se Brody era ou não terrorista, se tudo era uma ilusão de Carrie. Acreditar no governo ou na religião? Questões representadas pelos oposto s de Carrie e Brody, ambos crentes nas suas instituições, ambos seguidores de seu determinado imperativo moral e ambos sempre cercados de tragédia, gerada ao serem usados por suas “autoridades”.

É interessante que a história de Brody tem pulos de tempo, do estilo “seis dias depois”, para deixar o público um pouco desorientado, enquanto grandes coisas acontecem fora de cena na vida de Brody. Em particular, desta vez  a história gira em torno da recusa de Brody para ser resgatado do Irã e seu status de “Rock Star” no Teerã. O potencial da história é incrível, porém pareceu um tanto quanto corrida, especialmente porque sabemos que este é o penúltimo episódio da temporada. Mas foi uma hora intensa, que conseguiu manter os telespectadores atentos e tentados a adivinhar as reais motivações de Brody.

Eu gosto de como o fantasma de Abu Nazir ainda paira sobre o seriado, e não apenas na revelação de que sua esposa está em Teerã, mas também no fato de que o general Akbari e Nazir, ao planejar o ataque ao Estados Unidos usando Brody, estavam no mesmo escritório que ele no final do episódio. O que nos leva ao assassinato de uma figura política de alto escalão. Desta vez a sua abordagem foi um pouco menos high-tech – cinzeiro de vidro na cabeça e travesseiro sobre o rosto no lugar do ataque cardíaco por controle remoto -, mas igualmente eficaz. Então, para onde Brody vai a partir daqui?

Alguns meses atrás, antes do início da temporada, foi lançado um vídeo promocional da série com a música To Build A Home, da Cinematic Orchestra (feat. Patrick Watson). Além da melodia melancólica do tipo que faz você chorar silenciosamente, sua letra parece retratar a vida em si, a história de alguém que busca seu lar, porém esse sentimento é transitório. A princípio, o uso dessa música não fazia nenhum sentindo. Porém, Big Man in Tehran traduziu perfeitamente o significado da música, trazendo Brody como seu personagem, a pessoa que quer se redimir e encontrar sua paz de todas as maneiras que ele conseguir. Ao tentar alcançar seu objetivo nosso “herói” colocou em risco tudo o que ele havia conquistado. Será que, assim como na música, tudo retornará ao pó?

Homeland - the star

O último episódio da terceira temporada, The Star, recomeça exatamente onde o seu antecessor terminou. Em um episódio um tanto quanto simples, Brody quase que milagrosamente consegue escapar do quartel da IRGC e ainda consegue dar uns passeios em plena luz do dia com seu cabelo ruivo e sem ao menos um óculos de sol ou algo pra esconder o rosto. Mas, graças a lógica da televisão, somente Carrie o reconhece e eles conseguem chegar até a safe house.

E em uma temporada de dúvidas sobre qual é o caminho certo a se seguir, a próxima cena tem maior relevância dentro dessa (talvez de todo o seriado). Brody, junto de Carrie, começa a se indagar se sua redenção é possível, e praticamente toda sua vida é resumida em uma história sombria sem pontos de luz. A principal questão foi: Como chegar até a salvação tirando a vida de outra pessoa? E quem é a pessoa em questão? Sua mais recente vítima? O vice presidente? Todas as outras pessoas que ele matou? O personagem chega ao ponto em que ele não se reconhece mais como pessoa, como fuzileiro, já não é capaz de enxergar um futuro, ao passo em que não consegue mais compreender as razões que motivaram suas ações no passado.

À medida que Brody é reconhece que não há mais nada pra ele, o público também é forçado a tanto. Toda a temporada serviu como teste dos caminhos que o seriado deveria tomar sem sua parte ruiva, e seus episódios finais serviram com um grande e lento adeus ao Sargento Nicholas Brody. Pois bem, Carrie finalmente revela que está grávida e faz um pequeno discurso sobre destino, representando a melhora antes da piora definitiva, porque logo eles são traídos por seus superiores e todos sabemos que esse é o fim.

E a sequência final de cenas foi emocionalmente pesada, começando com uma cena entre Javadi e Carrie. Na qual o dotado de uma persuasão desumana Javadi tenta explicar o porquê para Carrie (e o público) da morte de Brody ser inevitável e sensata. E para um homem capaz de matar sua nora a sangue frio e sua ex-mulher com uma garrafa quebrada, a eloquência e compaixão ao falar com Carrie foram absurdas. “Sempre foi sobre ele”, “A única coisa com o que você se preocupa”.

Não há como negar essa obsessão de Carrie sobre Brody, desde o princípio, mas a questão nem sempre foi sobre amor. Não pelo menos até a metade da 2ª temporada, por exemplo. Antes disso, era sobre uma necessidade quase patológica de proteger seu país. A intro do seriado não é sobre amantes, não é a introdução divertida de uma comédia sobre um casal. É um jogo de espiões, dentro de um complicado labirinto de mentiras, política e influência, o mesmo labirinto que infesta a psique de Carrie, com assassinatos políticos, discursos históricos e as Torres (sempre as Torres). Homeland é sobre Carrie e seu esforço para manter a sua pátria a salvo, ou costumava ser. Eu entendo (as vezes) os motivos pelos quais Carrie se apaixonou por Brody, mas quando a atenção de Carrie está voltada apenas para ele (sem pátria), Homeland é apenas uma sombra de todo seu potencial. Infelizmente, manter Brody traria toda a operação a baixo, e não é apenas a de Javadi.

Assim, na manhã seguinte, Brody encontra seu fim numa fria execução pública no Teerã. Apesar de ele ter finalmente aceitado seu destino e encontrado sua paz, Brody estava estranhamente calmo. A viúva de Abu Nazir estava lá para cuspir em seu rosto. Foi um fim insultuoso para um homem que um dia sonhou em ser um herói. E de sua própria maneira, foi perfeito.

O nome do episódio, The Star, não faz muito sentido até que chegamos a seu final. No final de tudo, mesmo que por motivos não muito claros, Brody cumpriu seu dever e morreu como um herói para Pátria, mas seu esforço não foi reconhecido (me pergunto se chegaram aos ouvidos de sua família os motivos de sua morte). Então depois da cerimônia para honrar os mortos, sozinha, na escuridão da noite, Carrie eterniza o sacrifício Brody, mesmo que por pouco tempo, com uma singela estrela desenhada com uma caneta no mármore frio em meio a uma constelação de outros tantos sacrifícios.

Homeland - The Star 2

De qualquer maneira, mesmo com algumas outras questões levantadas, o episódio trouxe um fim digno para essa saga de três temporadas. O seriado poderia ter terminado aqui nesse episódio e com certeza eu me sentiria satisfeita com a história, porém mais uma temporada já foi encomendada. Carrie provavelmente foi embora pra Istambul e Quinn deve ter seguido fiel seus caminhos. E Saul retorna a Langley? Essas perguntas serão respondidas na quarta temporada, então, vejo vocês ano que vem. Obrigada pela atenção. 🙂

Nashville – Tomorrow Never Comes

Data/Hora 19/12/2013, 16:07. Autor
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Will Lexington.

Quem acompanha as minhas reviews, sabe que eu nunca fui uma grande fã do personagem. De fato, o plot do cantor nunca me agradou e, de uma maneira ou de outra, sempre me deixou um pouco incomodada. O fato de Will ser incapaz de se aceitar como é, ao mesmo tempo em que não me despertou nenhuma empatia (principalmente pela forma como a história nos foi apresentada), me deixou inquieta. Fiquei pensando: como pode ser possível que, em pleno século XXI, uma pessoa tenha tanta vergonha, tanto asco de si mesma apenas por se descobrir… Homossexual? Inúmeras variáveis devem ser consideradas nesta equação, e eu nem vou entrar no mérito da questão, mas o fato é que a homofobia ainda existe, e é duramente esfregada na cara daqueles que tem a coragem de ser quem são.

Em Tomorrow Never Comes, posso afirmar que, pela primeira vez, fui capaz de sentir uma enorme compaixão por Will. O que vi nos olhos dele durante todo o episódio foi medo. Um medo paralisante. Ali, ele não passou de um menininho aterrorizado com o que ele sabia que estava por acontecer. Um menino confuso. Um menino que, por tantos e tantos motivos, achou que seria melhor acabar com a própria vida do que viver sabendo-se homossexual. O que sabemos ao certo até aqui é que haverá uma morte na série; resta apenas saber quem morreu: Will ou Peggy? Confesso que não esperava que o plot do personagem tomasse este rumo, mas sentirei muito se, no retorno da série em 15 de janeiro, descobrirmos que Will se despediu de Nashville de forma tão melancólica. Ninguém teve a oportunidade de dizer para ele: “Calma! Everything is gonna be alright! A vida dá voltas, as pessoas mudam, e as coisas eventualmente se tornam melhores. Não desista.” Eu realmente espero que a sua tentativa de suicídio não tenha passado disso: uma tentativa frustrada. Até porque, se este for o caso, a série abre um leque enorme de possibilidades para ele, para trabalhar o assunto, dar um final – ou um “meio” – feliz para ele, e até mesmo – por que não? – para mandar um importante recado para quem estiver disposto a ouvi-lo: it’s ok to be gay.

Bom, depois desta (não tão) breve introdução, fica até meio redundante dizer que o último episódio de Nashville em 2013 foi nada menos que sensacional. Impecável em todos os sentidos e mais do que merecedor da nota máxima. Em 42 minutos, os roteiristas foram capazes de nos presentear com aquele que foi, sem dúvida, o melhor episódio da temporada. Inclusive, pareceram ouvir as minhas preces e deram rumos promissores até mesmo para aqueles arcos de que eu vinha reclamando há algumas semanas. Nenhuma ponta ficou solta, por assim dizer, e isso me deixa muito animada para o retorno da série em 2014. Aliás, a ABC – emissora da série nos EUA – decidiu não mais dividir esta 2ª temporada em duas partes (como acontece em Pretty Little Liars, por exemplo), e o hiatus, que inicialmente duraria até o final de fevereiro, irá apenas até 15 de janeiro. Isso porque o canal quer aproveitar o bom momento que a série atravessa, com um discreto aumento em sua audiência, o que é um ótimo sinal e pode ser decisivo na batalha por uma renovação.

Outra excelente notícia para Nashville foi a merecidíssima indicação de Hayden Panettiere ao Globo de Ouro como melhor atriz coadjuvante em série dramática. A categoria é difícil e está repleta de nomes de peso (um beijo pra você, Monica Potter!), mas, independente do resultado, é um baita reconhecimento ao talento da jovem atriz e sua complexa Juliette Barnes.

Nashville 2

Falando nela (e voltando ao episódio), serei obrigada a mais uma vez dizer o quanto estou amando cada momento, cada plot da personagem nesta temporada. Juliette vive mais um momento conturbado tanto pessoal quanto profissionalmente, que explode com toda a força quando a imprensa sensacionalista aparece no festival de música da cidade – da qual é garota-propaganda e atração principal – para tirar satisfações sobre seu affair com Charlie.

O que vimos no início foi a Juliette de sempre: imatura, mimada e “chiliquenta”, por falta de uma palavra melhor. Enfim, Juliette being Juliette. Dando pitis homéricos nos bastidores e descontando toda a sua raiva e frustração em Glenn (sempre ele, coitado!). Tudo o que quer é um bode expiatório: o nome de alguém – QUALQUER um! – para colocar a culpa, dar à imprensa e fazer com que a deixem em paz. Até Avery chegar e mudar tudo. É incrível como ele tem o dom de trazer à tona o que Juliette tem de melhor, e em como ele está ali, ao seu lado, sempre que ela precisa de um ombro amigo.

Raros são os momentos em que vimos Juliette perder a sua majestade na série até hoje. Ela parece sempre muito segura de si, inabalável. Talvez por isso mesmo foi bastante interessante ver o quanto ela ficou abalada com a reação de seus próprios fãs ao boato que a apontava como a pivô da separação de “Charlivia”.

“Vocês estão prontos para ter uma ótima noite?” – Juliette

“Foi isso o que você disse para Charlie?” – Fã

Hostilizada por aqueles que deveriam apoiá-la apesar de tudo, Juliette se vê desamparada e esquece a letra da música. Ver Avery correr em seu socorro e ajudá-la naquela hora difícil foi muito bonito, e um dos pontos altos do episódio. Ele foi capaz de passar toda a serenidade de que ela precisava para terminar o show e cumprir o seu papel. Foi como se, naquele momento, ele dissesse para ela: “Hey, está tudo bem! Eu estou aqui, e nós vamos passar por isso juntos!”. E, assim, ela cantou para ele. Só para ele.

A cena no camarim, após o show, também foi um presente. Avery, mais uma vez, se mostra um excelente amigo, capaz de entender Juliette como ninguém e ser alguém em quem ela pode confiar.

“Você pode ter que ir até lá e enfrentar a imprensa, mas isso não significa que você tenha que jogar o jogo deles.” – Avery

A Juliette que vemos falando com a imprensa é completamente diferente daquela que estamos acostumados a ver, e isto é uma consequência direta da presença de Avery em sua vida. Tranquila, madura, limitou-se apenas a dizer:

“Cansei de entregar manchetes. Minha vida pessoal é exatamente isso: “pessoal” e “minha”.

A cena só não foi melhor do que o lindo “closure” que sua conturbada história com Charlie ganhou. Aquele “muito obrigado” não surpreendeu apenas Juliette. Mas Charlie tinha toda a razão: se não fosse por ela, ele não teria tido a coragem de mudar a própria vida, e continuaria infeliz. Juliette abriu seus olhos para novas e infinitas possibilidades, fazendo-o ver e encarar o mundo de uma maneira diferente.

“Me desculpe por não ser capaz de fazer o mesmo por você.” – Charlie

Ponto final. Simples, porém perfeito.

Mas, como nem tudo são flores, nossa antagonista levou um duro golpe ao abrir seu coração e se declarar para Avery. Poxa, como foi difícil assistir aquilo! Finalmente, vimos uma Juliette vulnerável baixar a guarda e expressar os seus sentimentos da maneira mais direta e honesta possível, demonstrando a tremenda evolução da personagem. Até ser interrompida por uma Scarlett seminua, claro. Acho uma pena que os roteiristas continuem insistindo no relacionamento nonsense entre esses dois. Tenho a nítida impressão de que o tempo de Scarlett e Avery como casal se esgotou lá nos primórdios da primeira temporada, e é um tremendo erro insistir neste “remember”. Espero que eles tenham a oportunidade de explorar Juliette e Avery como casal também, porque isto certamente significaria um crescimento ainda maior para ela. Como ela vai reagir diante do que aconteceu?

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Enquanto isso, tivemos um desenvolvimento para o insuportável “quadrado amoroso” – antes tarde do que nunca! E começamos com Scarlett de volta à Nashville, tentando lidar com a descoberta sobre Zoey e Gunnar. Ela demonstra uma frieza incrível e ignora a amiga por completo. E aqui, eu preciso dizer: transformaram Scarlett em uma personagem absolutamente insuportável. Esqueçam aquela menina doce, ingênua e batalhadora que conhecemos na primeira temporada. Hoje, a personagem foi reduzida a um mimimi sem fim que pouco acrescenta à série.

“Meu ex está dormindo com a minha melhor amiga, e eu não devo levar isso para o lado pessoal?” – Scarlett

Não, Zoey e Gunnar não deveriam ter escondido dela o seu relacionamento, ainda mais se eles realmente gostam um do outro e pretendem levar a história adiante, como dizem (eu não acredito nesse casal, não adianta!). A maioria das pessoas, acredito eu, também se sentiria traída em seu lugar, e, pensando assim, eu até consigo entender a reação de Scarlett. Mas se ali existe mesmo uma amizade de mais de 20 anos, eu me recuso a acreditar que ela possa ser tão ingênua, bradando aos quatro ventos que “eles agiram pelas minhas costas” e que Avery é o “único que não mente” para ela, mergulhando de cabeça numa nova relação com ele. Por outro lado, como bem observado por Avery, quem terminou com Gunnar foi ela, e ele apenas aceitou a realidade e seguiu em frente. Coerência manda beijos, Scarlett!

Sinto como se ela e Gunnar nunca tivessem tido um “closure” decente, uma conversa definitiva para colocar os “pingos nos is” após aquele pedido de casamento frustrado, e talvez essa seja a razão para essa reação um tanto exagerada por parte dela. Acho, sim, que ali ainda existe um sentimento, uma coisa mal resolvida, e que ainda vai dar muito pano pra manga, especialmente quando eles forem obrigados a continuar convivendo na turnê de Luke.

Zoey, claro, cansa de se humilhar pelo perdão da amiga e resolve investir no relacionamento com Gunnar, apesar de tudo. Senti como se estivesse assistindo um episódio de Gossip Girl com toda aquela conversa de “se ela fosse realmente minha amiga, perceberia o quanto estou feliz com você”, digna de Blair Waldorf e Serena van der Woodsen em seus tempos áureos, e isso, meus queridos, não é um bom sinal! Que preguiça…

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“Onde se ganha o pão, não se come a carne.” – Deacon

Não tenho palavras para descrever o quanto eu ri com esse conselho de Deacon! Foi engraçadíssimo e, claro, completamente ignorado por Gunnar. De qualquer forma, não me canso de dizer: como é bom ver o nosso guitarrista favorito com um sorriso como este no rosto!

“Bem-vindo ao clube dos rejeitados.” – Deacon

Quando ele descobre que Teddy boicotou sua participação no festival, decide firmar uma parceria – perfeita! – com Gunnar (que também estava decepcionado com sua posição no festival – no pior palco e às 11h da manhã – cortesia de Jeff Fordham), e fazer o seu próprio festival. Quão sensacional foi ver a reação de Teddy à notícia? “Você não tem os alvarás necessários”? Really? Ao ver Teddy – e sua babaquice – com toda a polícia de Nashville tentando, sem sucesso, acabar com o show de Deacon dentro de uma propriedade privada, não pude evitar em pensar se o prefeito – tão “hospitaleiro” – não tem nada mais importante para fazer. Mas enfim… Maddie está cada vez mais próxima de Deacon, não há nada que Teddy possa fazer a respeito, e isso é fantástico.

Gunnar ajudará a divulgar o show. Em troca, Deacon chamará seus contatos nas gravadoras para assistirem e conhecerem o trabalho e a música de Gunnar. Em poucas horas, foi capaz de fazer por ele o que Jeff não fez no que pareceram meses. Deacon definitivamente cansou de viver à sombra da carreira alheia; agora, quer ser o frontman de sua carreira e o protagonista de sua própria história, e é fantástico poder ver isso acontecer aos poucos.

Apesar de todos os esforços de Teddy e sua insossa Peggy, Maddie e Rayna marcam presença no show, assim como os executivos das gravadoras que Deacon convidou. Entretanto, o tiro meio que sai pela culatra, já que eles não estão interessados em Gunnar: Deacon brilhou de tal maneira que os executivos só querer saber de construir a sua carreira solo. Quem precisa de Teddy e seu festival estúpido?

Nashville 5

Rayna também não ficou imune ao clima de drama que permeou todo o episódio, e ela parece estar em rota de colisão permanente com o inescrupuloso Jeff Fordham. Mesmo com o prometido dueto com Luke, o empresário pretende lançar o álbum de Rayna para alavancar os seus preciosos “lucros trimestrais”, e não desiste da ideia de explorar o fato de que ela quase morreu em um acidente de carro. Rayna, claro, não vai ceder facilmente, e jamais permitiria que ele sabotasse seu trabalho, ainda mais quando ele admite que “ninguém se importa com álbuns”.

“Resumindo: preciso lançar um cd de Rayna James ou de um cheque de 20 milhões.” – Jeff

Na opinião de Rayna, o problema de Jeff (além da óbvia falta de escrúpulos) é achar que a música se resume a números. Aquela pesquisa de mercado mostra que as músicas que ele descartou serão rejeitadas pelo público de Rayna, e ele ainda defende que não há um único single entre elas. O prognóstico é desanimador e prevê que o álbum não venderá bem.

Quem mais aí acha que Rayna comprometer todo o seu dinheiro e seus bens, além de envolver a irmã de caráter duvidoso nos negócios, é uma PÉSSIMA ideia? Temo pelo futuro dela e da Highway 65, pois, além de tudo, ela demonstrou não entender absolutamente nada de como gerir um negócio. Tandy pode até ter experiência na área administrativa, mas eu jamais confiaria nela. Será que Rayna não aprende?

“A primeira regra dos negócios é nunca arriscar tudo o que se tem.” – Tandy

Vale a pena arriscar? Não senti firmeza na decisão de Rayna, especialmente quando ela não consegue tirar a tal pesquisa da cabeça. A estratégia de Jeff estava mesmo errada? Prevejo problemas para ela nesta nova empreitada, mas o fato é que ela comprou a Highway 65, seu álbum e sua liberdde pelo “preço total”.

Além disso, impressão minha ou o relacionamento dela com Luke deu uma bela esfriada? No início do episódio, ele concorda em ser o seu “pequeno segredo”, mas ao mesmo tempo demonstra estar contrariado com a briga de Rayna com Jeff e sua posterior saída da Edgehill. “I’ll see you when I see you”? Really?

Também vi uma Rayna aborrecida ao ver Peggy agir como a mãe de Maddie e Daphne na abertura do festival de música: o retrato de uma família feliz. E, vamos combinar: se uma morte na série é inevitável, que seja a da insuportável Peggy. Não sei quem poderia estar por trás de um atentado como esse além de Lamar – que ainda acha que foi o genro quem o denunciou –, mas considerando que Teddy é um político no poder, tudo é possível! Só não acredito nem por um minuto no “amor” que ele descobriu sentir por ela, assim, de repente.

Para terminar, estou torcendo para que Layla seja desmascarada logo como a cobra que é e como a delatora de Juliette. Jeff deixou muito claro que, neste caso, seu contrato com a Edgehill correrá grande risco – não por amor à Juliette, apenas pensando no número de cds que ela é capaz de vender, claro – e eu mal posso esperar por este momento. Ao contrário de Juliette, por enquanto não vimos uma faceta de Layla capaz de nos fazer sentir um mínimo de empatia pela personagem. Ela é má, ponto final. Ainda bem que, no fim do dia, “haverá outra vice-ganhadora do ‘American Hitmaker’”. E que ela seja um pouquinho mais humana do que Layla, por favor! É pedir muito?

E vocês? O que acharam do episódio? Quem vocês acham que vai morrer? Will Lexington ou Peggy Kent?

Nashville encerrou o ano com chave de ouro, e promete muitas emoções para 2014:

Até lá! Um Feliz Natal e excelente 2014 para todos vocês!

Primeiras Impressões – Turbo FAST

Data/Hora 19/12/2013, 11:45. Autor
Categorias Preview

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Turbo e sua turma (Chicote, Brasa, Descolado, Sombra Branca, Derrape e Chet) possuem milhões de fãs espalhados ao redor do mundo, já que o longa-metragem de animação Turbo, que estreou esse ano nos cinemas, foi um sucesso absoluto. E esse número tende a aumentar, já que a Netflix vai estrear no dia 24 de dezembro Turbo FAST, sua primeira série original voltada para crianças.

A produção da DreamWorks Animation – que também é o estúdio responsável por Turbo, de David Soren – será disponibilizada simultaneamente na véspera do Natal, em todos os territórios nos quais a Netflix está disponível. Serão lançados conjuntamente os cinco primeiros episódios. E, ao contrário do que ocorreu com as demais produções da Netflix, como House of Cards e Orange is the New Black  (que tiveram todos os episódios da temporada lançados junto), os episódios restantes serão disponibilizados no decorrer de 2014. Ou seja: diversão por muito tempo.

A convite da Netflix Brasil, o TeleSéries compareceu à festa de lançamento de Turbo FAST, realizada no dia 7 de dezembro. E pudemos conferir em primeira mão o primeiro episódio da série animada. O que achamos? As férias da criançada – e, porque não, de milhares de adultos – já tem um novo programa favorito.

No episódio piloto somos apresentados aos personagens, que são baseados nos de Turbo. A preocupação da equipe de produção foi tanta que é possível assistir ao seriado sem ter visto o filme, sem qualquer prejuízo. Eu mesma não vi o filme, e me apaixonei de imediato pelo FAST.  Turbo, Chicote (Whiplash), Brasa (Burn), Descolado (Smoove Move), Sombra Branca (White Shadow), Derrape (Skidmark) e Chet, logo mostram que, embora absolutamente adoráveis, são bastante diferentes entre eles, e de cara começamos a perceber as características que os identificam.

turbo

O trabalho de construção dos personagens ficou bacana, e o visual bem diferente e característico de cada um deles nos ajuda a criar laços com todos – ou com algum em particular. Meus preferidos foram a estilosa e esquentada Burn (dá pra torcer pra ela ser namoradinha do Turbo?); Chet, o irmão de Turbo e adorável “ambulância”, super requisitada no episódio; e o protagonista Turbo, que recebeu uma repaginada no episódio e está mais rápido do que nunca.

Outro ponto alto do episódio foram as cenas de corrida, que conseguiram ser divertidas (especialmente quando Turbo está tentando – sem muito afinco – seguir as dicas dos colegas) e emocionantes (especialmente quando Turbo enfrenta o vilão do episódio utilizando todo o conhecimento apreendido dos amigos).  Resultado? No final da exibição do episódio, o público presente no evento de lançamento vibrou bastante, e o Fast Action Stunt Team (FAST) foi aceito de cara. Uma nova turminha se formou.

Cinco estrelinhas também para a trilha sonora do piloto, com ênfase na utilização da icônica Eye of the Tiger na cena da corrida-teste. Os pequeninos podem não associar a música com Rocky, mas os irmãos mais velhos e os papais com certeza o farão. E, nesse momento, abrir um sorriso é inevitável.

Ou seja, Turbo FAST cumpre bem o seu duplo papel: divertir as crianças enquanto lhes passa valores morais e educativos. Isso porque ensina aos telespectadores (ou reforça tais ensinamentos) que ser solidário é sempre uma coisa positiva, que aceitar ajuda e ajudar os amigos é válido e legal, além de mostrar que a amizade é um sentimento poderoso, que pode, inclusive, vencer o mal.

Os próximos episódios devem manter a fórmula de sucesso do episódio piloto. Veremos o FAST se envolvendo em algumas encrencas, dividindo conhecimento e se unindo para combater algum vilão que quer acabar com a diversão e com os sonhos da turminha. Resultado? É oficial. Os caracóis invadirão as suas férias.

Finalizando, vale lembrar que os esforços da Netflix em investir em uma programação original e de qualidade são louváveis e estão dando frutos. House of Cards e Orange is the New Black foram, inclusive, reconhecidos pela crítica, e estão sendo indicados para as premiações mais consideradas do ramo. E a nova parceria da Netflix com a DreamWorks é apenas mais um exemplo desses esforço tão produtivo.

Já se pode dizer, e acho que sem medo de ser exagerado, que o futuro do entretenimento passa pela Netflix. E é por isso que o TeleSéries está cada vez mais ligado no serviço e, atendendo a pedidos, traremos texto sobre todas as produções originais da Netflix, a começar por Turbo Fast. Fiquem ligados!

Revenge – Exodus

Data/Hora 19/12/2013, 10:00. Autor
Categorias Reviews

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Enfim, o casamento. Um dos episódios mais esperados de todas as temporadas de Revenge começa com a cena que vimos no início do terceiro ano: Emily se desculpando com alguém e sendo baleada. Mas ainda não é hora de revelar quem foi o atirador.

O gancho da semana passada deixou Ems em maus lençóis: Victoria disse que não iria ao casamento, o que faria com que o plano de culpá-la pelo assassinato forjado fosse prejudicado. A empreitada, então, é trazer a sogra pro casório de novo. Convencer Vic não é tarefa fácil, então Emily decide recrutar Conrad, dando a dica de que a volta de Patrick poderia amolecer o coração de gelo da matriarca Grayson. Nessa conversa temos um dos diálogos mais geniais de toda a série, que demonstra exatamente qual é o ponto principal da história. Emily diz o quanto está descontente por Victoria não ir, já que ela não tem uma família para levar ao casamento. Sabemos que esse descontentamento não é falso, já que ela gostaria de que o pai estivesse presente no evento em que ela destrói os Grayson. Conrad tenta consolá-la e diz que espera que a sua figura possa ser algum tipo de compensação pelas perdas da nora. Emily agradece, e diz que se seu pai tivesse vivo, certamente ele iria compartilhar o que ela sente por Conrad. Completamente verdade. Esse tipo de diálogo só é possível em Revenge porque temos muitas realidades dentro da história. Cada personagem sabe uma versão do que está acontecendo, e ninguém nunca sabe o todo. Essa construção do roteiro permite uma conversa como essa em que Emily mente o tempo todo falando a verdade.

Além de tentar convencer sua esposa a ir no casamento do filho, Conrad também está ocupado a traindo. Conhecemos o lugar da traição, é aquele hotel onde Emily iniciou seu golpe e acabou com seu primeiro alvo. De volta ao jogo, Lydia está fazendo a apaixonada, mas Conrad descobre o Burn Book que ela estava preparando sobre ele pra Margeaux e dá o décimo pé que ela leva nessa série. Ao menos não foi jogada pela janela de novo.

Achando que perdeu o homem, Lydia quer ao menos garantir a moradia. Leva a foto em que Emily aparece disfarçada numa festa dos Greyson pra chantageá-la e ter sua casa de praia de volta. Ems cede fácil à chantagem, já que pra ela, em algumas horas, segundo seu plano, estará numa praia distante com Aiden.

A cerimônia começa e Victoria está presente, depois da troca de sua presença pela volta de Patrick. Daniel demonstra que ainda está inseguro com a sua indecisão (pelo menos eu acho que é isso que o Josh Bowman parece querer expressar, com a mesma cara que faz quando está feliz, deprimido ou fazendo anúncio da John John). O casamento é um pouco menos do que eu esperava, devo confessar. Aquela festa em que o Daniel leva o tiro na primeira temporada foi muito melhor produzida. Deixando de lado o comentário Caras, no momento dos votos Emily pensa em tudo o que viveu e perdeu por conta da família. Precisávamos de um flashback aqui, já que Emily entrar no clã responsável por destruir toda a sua infância e adolescência é emblemático para a série.

No barco da lua de mel em família (uma das coisas que a gente só não acha estranho em Revenge) Lydia também está presente. Por que não levar a amante pra lua de mel do filho, não é Conrad? Tem jeito de ser mais estranho? Emily bota um Power Point com fotos cafonas pra distrair todo mundo depois de fazer com que Victoria deixe a sala. Daniel recebe um telefonema de uma amiga de Sarah, dizendo que a garota tentou se matar. Pra uma ex que não via Daniel há muito tempo, tentar suicídio depois de um reencontro de três capítulos me soa no mínimo obsessivo.  Daniel fica alterado, ou seja lá o que Josh esteja querendo expressar.

Quando a noiva está no lugar em que planejou ser baleada de mentira, Victoria chega com a foto que Lydia roubou para confrontar Emily, que não foge da discussão: confessa que manipulou Daniel e que não está grávida. Quando Vic vai continuar os insultos, Aiden a surpreende e a deixa desacordada, para logo após levá-la dali. Daniel chega e diz que ouviu tudo. Peraí, se ele ouviu tudo, viu também Victoria sendo levada desmaiada, certo? Pra ele isso não importa agora. Emily tem apenas tempo de pedir desculpas antes que Daniel pegue a arma deixada ali e atire na esposa, que cai no mar. O personagem mais chato da série volta pra sala como se nada tivesse acontecido, pra depois ouvirem os avisos do capitão de que alguém caiu no mar.

Na praia, Aiden e Jack, que apareceu pra se despedir propriamente, esperam Emily, que não chega. Ao invés da loira, o que acham é apenas o vestido.  Tem como o plano dar menos certo? Agora é esperar janeiro para saber o que houve com Ems (ou assistir a promo do próximo episódio, que já está disponível).

Destaques na TV – quinta, 19/12

Data/Hora 19/12/2013, 09:00. Autor
Categorias TV Brasil

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Confira os destaques para esta noite.

O reality musical The X-Factor terá sua final transmitida ao vivo pelo canal Sony, nesta quinta-feira às 23h, atração liderada por Simon Cowell e as cantoras Demi Lovato, Paulina Rubio e Kelly Rowald. Quem vai ganhar? Só assistindo para saber. As finais das competições terão episódios especiais com duração de 90 minutos.

Ultimo episódio inédito do ano para as séries : Almost Human, Elementary e The Good Wife.

Daniel Radcliffe, Harry Hill, Mary Berry, Andrew Lloyd-Webber e Sir Cliff Richard são os convidados no The Graham Norton Show.

SONY
The X Factor – 21 h – penúltimo episódio / 23 h – final da temporada

WARNER
Almost Human – 22h25 (ep 1×04)

BBC HD
The Graham Norton Show – 00 h

TBS
Web Therapy – 20h15 (ep 3×06)
Anger Management (Tratamento de Choque) – 21h40 (2×35)
Wedding Band – 22h05 (ep 1×06)
Elmiro Miranda Show – 23h30 (ep 3×06)

FILMS&ARTS
The Runaway – 20 h (ep 1×06) FINAL

COMEDY CENTRAL
Men at Work – 20h30 (ep 2×09)

UNIVERSAL
Elementary – 22 h (ep 2×09)
The Good Wife – 23 h (ep 4×13)

+GLOBOSAT
Murdoch Mysteries – 0 h (exibição diária – 4a. temporada)

GLOBO
The Voice Brasil – 22h25 – depois de Amor à Vida

MULTISHOW
Do Amor – 23h15 – 2a. temporada

MTV
Dawson’s Creek – 10 h (exibição de segunda a sexta)
The O.C. Um Estranho no Paraíso – 16 h (exibição de segunda a sexta)
The Vampire Diaries – 20h30 (exibição de segunda a sexta)

VIVA
A Próxima Vítima – 16h15 (de segunda a sexta)
Hilda Furacão – 23h15 (de segunda a sexta)
Agua Viva – 0 h (de segunda a sábado)

Comentem e voltem, pois amanhã tem mais para ver.

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