QUIZ: Você (ainda) se lembra do último episódio de ‘Sherlock’?

Data/Hora 01/01/2014, 12:14. Autor
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Já faz dois anos que a série da BBC One, Sherlock, entrou em hiato –  o episódio The Reichenbach Fall foi exibido em 15 de janeiro de 2012 – e nos deixou com um dos maiores cliffhangers da história televisiva: como Sherlock Holmes escapou da morte após se jogar de um telhado?!

Essa pergunta começa a ser respondida hoje, quando o primeiro episódio da terceira temporada da série vai ao ar no Reino Unido (no Brasil, a estreia está marcada para 13 de janeiro, às 22h, na BBC HD).

VEJA MAIS | Os livros por trás da série ‘Sherlock’

Mas e você? Como anda sua memória? Será que você ainda se lembra dos acontecimentos do último episódio da temporada passada? Eles podem ser determinantes para que a gente entenda como Sherlock forjou a própria morte no capítulo de hoje. A resposta para esse grande enigma dos últimos anos, nós ainda não temos… Mas, ao invés disso, preparamos algumas perguntas para você testar a memória! Consegue responder?

Todas as questões são referentes ao terceiro episódio da segunda temporada, The Reichenbach Fall.

1) Onde o episódio começa?

a) 221B
b) Sessão de terapia do Watson
c) Torre de Londres

2) Holmes fica famoso. Que apelido ele ganha dos jornais?

a) Boffin Sherlock
b) Wacky Sherlock
c) Pedantic Sherlock

3) Por que Mycroft chama Watson para conversar?

a) Ele quer obter informações sobre o irmão
b) Ele precisa de um serviço de Sherlock para o governo britânico
c) Porque assassinos profissionais se mudaram nas proximidades do 221B

4) Quais locais do governo são invadidos por Moriarty?

a) Torre de Londres, Banco da Inglaterra, Prisão de Pentoville
b) Museu de Londres, Parlamento, Prisão de Pentoville
c) Banco da Inglaterra, Parlamento, Museu de Londres

5) O que Moriarty escreveu no vidro que continha a coroa da Rainha?

a) With love, Moriarty
b) Get Sherlock
c) God Save the Queen

6) Por quem Sherlock foi abordado no banheiro, antes do julgamento de Moriarty?

a) Uma fã
b) Advogada do réu
c) Jornalista

7) O júri considerou Moriarty…

a) Culpado
b) Inocente
c) Nenhum, ele fugiu.

8) Ao sequestrar os filhos de um diplomata, Moriaty usou que história dos irmãos Grimm para atrair Sherlock?

a) Chapéuzinho Vermelho
b) Os Três Porquinhos
c) João e Maria

9) Que outra história Moriarty usou para explicar a Sherlock que todos ficariam contra ele na Scotland Yard?

a) Rei Arthur e os Cavaleiros da Távola Redonda
b) Jesus Cristo
c) Todo Mundo Odeia o Chris

10) Watson é detido pela polícia na mesma noite que Holmes. Por quê?

a) Ele socou um policial
b) Ele é considerado cúmplice na farsa de Sherlock
c) Ele se oferece para ir junto

11) Supostamente, quem é Richard Brook?

a) Um amigo de infância de Sherlock
b) Um dos assassinos contratados por Moriarty
c) Um ator contratado por Sherlock para se passar por Moriarty

12) Quem forneceu informações pessoais de Sherlock a Moriarty, para que o vilão fabricasse a história de que o detetive era uma fraude?

a) Molly
b) Mycroft
c) Sra. Hudson

13) Quando Holmes e Moriarty se encontram no telhado do hospital, que música o vilão estava ouvindo?

a) I will survive, de Gloria Gaynor
b) Stayin’ Alive, do Bee Gees
c) Firework, da Katy Perry

14) Para que servia o código criado por Moriarty?

a) Para invadir sistemas do mundo inteiro
b) Para espionar Sherlock Holmes
c) Para nada

15) Se Sherlock não se jogasse do telhado, quem morreria no lugar dele?

a) Watson, Molly e Sra. Hudson
b) Watson, Molly e Irene
c) Watson, Sra. Hudson e Lestrade

 

Respostas

1) B; 2) A; 3) C; 4) A; 5) B; 6) C; 7) B; 8) C; 9) A; 10) A; 11) C; 12) B; 13) B; 14) C; 15) C

De 11-15 acertos

Você tem uma memória de Sherlock Holmes elefante e, provavelmente, não terá grandes problemas ao assistir ao episódio inédito da série, mesmo depois de doooois anos.

De 6-10 acertos

Você até vai assistir ao novo episódio sem passar por sérios apuros… mas, se sobrar um tempo, não hesite em rever a season finale da temporada passada. Sabe como é, melhor garantir! Para quem já esperou dois anos, o que são noventa minutinhos a mais revendo uma boa história, não é?

De 0-5 acertos

Você fracassou no teste de memória e, definitivamente, vai precisar rever o episódio anterior antes de se aventurar nas novas histórias de Sherlock. Melhor pegar uma xícara de café para ficar ligado dessa vez!

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Os livros por trás da série ‘Sherlock’

Data/Hora 01/01/2014, 10:03. Autor
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Sherlock Holmes é um personagem velho e ranzinza. Não levem a mal, mas é isso mesmo. Ele apareceu, pela primeira vez, no romance A Study in Scarlet (ou Um Estudo em Vermelho, em português), publicado pela revista britânica Beeton’s Christmas Annual, em novembro de 1887 – o que faz de Holmes um senhor de 126 anos. Na ocasião, o escritor Arthur Conan Doyle descreveu o detetive – que, pouco mais tarde, se tornaria célebre – como um homem “de hábitos tranquilos e regulares”, que nunca estava acordado depois das dez da noite.

Mais de um século, quatro romances e 56 contos depois, o detetive de inteligência acima da média e humor deliciosamente áspero continua a ser um fenômeno entre o público – “leitores” se tornou um termo muito restritivo para o tamanho que Sherlock Holmes alcançou. Para se ter uma ideia, nos últimos três anos, o personagem virou protagonista da série da BBC Sherlock, uma das mais aclamadas da atualidade, é também personagem central em Elementary, seriado da CBS que surpreendeu ao conseguir popularidade mesmo diante de uma reviravolta no enredo, e ainda é tema de uma sequência de filmes protagonizados por Robert Downey Jr. e Jude Law – dois atores que dispensam outras apresentações -, dirigida por Guy Ritchie (embora não haja confirmação oficial, sabe-se que existe a intenção de realizar o terceiro filme). E não pense que o mundo se cansou de Sherlock Holmes. O ator veterano Ian McKellen (O Senhor dos Anéis; série Vicious) vai interpretar uma versão mais velha e com alzheimer do detetive em um longa metragem a ser rodado no próximo ano.

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Domínio Público

Ao que tudo indica, pode vir muito mais pela frente. Na última semana, uma decisão judicial, nos Estados Unidos, definiu que quase toda a obra relacionada a Sherlock Holmes é considerada de domínio público e, assim, qualquer pessoa que deseja realizar um trabalho inspirado no detetive poderá fazê-lo. O veredicto foi dado após uma disputa nos tribunais entre os herdeiros de Conan Doyle e Leslie Klinger, especialista sobre o famoso detetive e autor de alguns livros inspirados no tema. É que no Reino Unido e em muitos países, toda obra torna-se de domínio público 70 anos depois da morte de seu autor, o que vale para as histórias centradas em Holmes, uma vez que Conan Doyle morreu em 1930. Essa lei, no entanto, foi estabelecida em 1977, nos Estados Unidos, e ficou valendo apenas para as obras lançadas após o período. Por lá, obras anteriores ao ano de 1923 são consideradas de domínio público, mas aquelas lançadas entre 1923-1977, não – e precisam esperar 95 anos, a partir da data de seu lançamento, para que sejam liberadas. Dessa forma, The Casebook of Sherlock Holmes (Os Arquivos de Sherlock Holmes, no Brasil), uma reunião de 10 contos publicada em 1927, ainda levará alguns anos para entrar em domínio público. Todas as outras histórias centradas no detetive estão liberadas para o uso a partir de agora, quer os herdeiros do escritor gostem ou não.

O restante do texto pode conter spoilers.

Dominou o público: a aclamada série da BBC

Mas o que a gente gosta mesmo é que, justamente hoje, é um dia especial para os fãs do detetive. Depois de dois longos anos de espera, a terceira temporada de Sherlock finalmente estreia na TV britânica – no Brasil, as novas histórias começam a ser exibidas no dia 13 de janeiro, às 22h, pela BBC HD. O que o mundo inteiro aguarda é que o maior enigma dos últimos vinte e quatro meses seja, enfim, respondido: como o detetive forjou a própria morte???!

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Como isso aconteceu, a gente ainda não sabe. Mas fato é que a série britânica que elevou Benedict Cumberbatch (Holmes) e Martin Freeman (Dr. Watson) à categoria de astros internacionais se utiliza dos livros de Conan Doyle para narrar suas aventuras. Vale lembrar que a quarta temporada do programa está praticamente garantida, mas pode levar algum tempo para ir ao ar (devido à agenda lotada dos atores e produtores). Uma boa dica para sobreviver ao hiato (fã que é fã sofre por antecipação) são os livros centrados no detetive. Através deles, podemos conhecer diversos aspectos não mencionados na série e ainda comparar as duas versões. A gente sabe que, muitas vezes, fãs de obras literárias ficam indignados com as versões audiovisuais, mas esse não é bem o caso aqui. Muitos dos episódios da série aclamada – nem todos –  são inteiramente inspirados em um livro ou conto específicos e alguns dos diálogos chegam a ser idênticos tanto na versão literária quanto no seriado. Os livros também costumam ser curtos, originalmente com menos de 100 páginas, enquanto os episódios de Sherlock tem 90 minutos. Dá para ler o livro e assistir ao capítulo em seguida. Se você pretende usar as férias ou até mesmo os finais de semana para aceitar o desafio, a gente dá uma amostra do quanto isso pode ser… emocionante!

S01E00 – Pilot

(Não exibido)

Como é comum acontecer com as séries, o piloto de Sherlock (aquele episódio utilizado para apresentar a série à emissora) não foi exibido na televisão. O primeiríssimo capítulo, no entanto, acabou vazando na Internet e mostra que seriado e livro têm muitas coisas em comum. No episódio, de apenas uma hora, Sherlock tenta decifrar uma série de assassinatos cujas vítimas, aparentemente, não têm nenhuma ligação entre si. Ele descobre que o assassino, um taxista, escolhe suas vítimas ao acaso e propõe um jogo: ele oferece duas pílulas, uma comum e outra envenenada. A vítima deve escolher uma e ele, então, toma a outra. Num jogo de sorte, assassino ou vítima – e apenas um deles – continuará vivo. No livro, as vítimas não são escolhidas ao acaso, mas, sim, por vingança; em todos os casos, as vítimas estavam bêbadas. No livro, o assassino estava preses a morrer de um aneurisma cerebral, enquanto, no livro, a morte foi causada por um problema no coração.

Alguns diálogos do início do episódio também são idênticos. No início do livro e da série, Watson encontra o velho amigo Stamford. Ao saber que o médico procurava alguém para dividir apartamento, Stamford exclama nos dois casos “Você é a segunda pessoa a me dizer isso hoje”. “Quem foi a primeira?”, replica Watson. A resposta era óbvia: Sherlock Holmes. Em seguida, em ambas as versões, o detetive adivinha que Watson veio do Afeganistão e ainda somos apresentados à conhecida “Ciência da Dedução” de Holmes.

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S01E01 – A Study in Pink

(Exibição: 25 de julho de 2010)

O primeiro episódio exibido na TV, a Study in Pink (agora já com os típicos noventa minutos), como o próprio nome indica, também foi inspirado em Um Estudo em Vermelho – algumas cenas do piloto foram repetidas nesse primeiro episódio televisivo. No capítulo, a polícia investiga alguns “suicídios em série”, colocando todos em alerta diante de termo desconhecido e improvável. Aparentemente, as vítimas haviam tirado a própria vida ao ingerir pílulas que continham o mesmo tipo de veneno, mas elas não se conheciam, nem tinham qualquer relação. Enquanto, na série, o cadáver de uma mulher foi encontrado no chão junto à inscrição “Rache”, no livro, o corpo de um homem estava entendido em uma sala com as mesmas palavras escritas com sangue na parede. Embora, no seriado, Holmes chegue a cogitar que Rache seja a palavra alemã para “vingança”, ele acaba por concluir que aquela era mesmo uma tentativa de escrever “Rachel”; já na versão literária, se tratava, de fato, da palavra alemã (afinal, vingança condizia com o enredo).

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Holmes não acredita que os casos se tratem de suicídio e, mais tarde, descobre que o assassino era um taxista, que também estava morrendo e tinha um “patrocinador”, Moriarty. Nesse episódio, ainda somos apresentados a Mycroft, o irmão de Holmes, que sequestra Watson a fim de obter algumas informações. Nem Moriarty, nem Mycroft, são introduzidos na versão literária dessa história.

Semelhanças no plano físico

“Nos encontramos no dia seguinte e fomos ver o apartamento no 221-B da Baker Street, que oferecia dois quartos confortáveis e uma espaçosa sala de estar, alegremente mobiliada e iluminada por duas amplas janelas. Tão bem correspondia às nossas necessidades e o preço era tão acessível, assim dividido por dois, que imediatamente o alugamos e recebemos a chave.” Dr. Watson

No livro, que é narrado por John Watson, o personagem descreve a primeira visita ao famoso endereço 221-B:

 

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Na série, quando Holmes e Watson entram no apartamento pela primeira vez, é possível ver as duas janelas. A senhoria da casa, a Sra. Hudson, também menciona a existência de um segundo quarto no andar de cima, caso precisem – sugerindo que os dois amigos eram, na verdade, um casal; o que causa um divertido constrangimento em Watson.

Quer relacionar as histórias também? Abaixo, seguem os episódios de Sherlock e os livros/contos em que foram inspirados.

S01E02 – The Blind Banker

(Exibição: 1 de agosto de 2010)

No episódio, Sherlock é contratado para investigar uma invasão a um banco da cidade, cujos idealizadores deixaram um símbolo grafitado na parede. Dois assassinatos ocorrem em seguida e os mesmos símbolos são desenhados na cena do crime. Mais tarde, Holmes e Watson descobrem que os acontecimentos têm ligação com um grupo da máfia chinesa, que deseja recuperar um objeto valioso que lhes foi roubado. Segundo os roteiristas da série, o episódio foi inspirado no conto The Adventure of the Dancing Men (Os Dançarinos, de 1903), que também explorava um crime com mensagens codificadas, e no livro The Valley of Fear (O Vale do Terror, de 1915), que, assim como o episódio, abordava uma pessoa sendo perseguida por uma “ceita”. Outra semelhança era a marca (nos pés, na série) que caracterizava os membros do grupo secreto. Por fim, o capítulo coincidia com o livro The Sign of the Four (O Signo de Quatro, de 1890), em que a vítima é encontrada em uma sala fechada, acessível apenas por escalação, tal como na série.

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S01E03 – The Great Game

(Exibição: 8 de agosto de 2010)

O terceiro episódio da primeira temporada não é inspirado em nenhum conto ou livro especificamente, mas faz alusões a fatos descritos em diversas histórias literárias. Nesse episódio, Mycroft pede a ajuda de Sherlock para decifrar o assassinato de um membro do governo. Além disso, pessoas com explosivos ligados ao corpo começam a contactar o detetive, que precisa resolver algumas charadas para impedir que essas pessoas sejam mortas. O autor do jogo é ninguém menos que Jim Moriarty. Essa é a primeira vez que o ator Andrew Scott aparece na série na pele do professor-vilão.

As coincidências entre fatos da série e os livros são inúmeras. Um dos funcionários do MI6 (serviço de inteligência britânico) se chamava Andrew West. Esse nome foi inspirado em uma das vítimas no conto The Adventure of the Bruce-Partington Plans, Arthur Cadogan West. Em outro momento, Sherlock diz “I’d be lost without my blogger”, que pode ter sido inpirada na frase “I am lost without my Boswell”, do livro A Scandal in Bohemia (Um Escândalo na Boemia).

S02E01 – A Scandal in Belgravia 

(Exibição: 1 de janeiro de 2012)

No episódio, conhecemos Irene (Lara Pulver), uma dominatrix que mantém fotos comprometedoras com uma pessoa da família real em seu celular. A moça é alvo de diversas forças políticas e Mycroft aciona o irmão para que o celular não caia em mãos inimigas. Como o nome indica, o episódio foi inspirado em A Scandal in Bohemia (Um Escândalo na Boemia). A adaptação no título do episódio se deve ao fato de que Belgravia é um distrito de West London, nas proximidades do Palácio de Buckingham

No livro de Conan Doyle, o rei da Boêmia recorre a Sherlock Holmes porque Irene Adler, a mulher com quem mantinha um caso, pode usar uma fotografia dos dois para provar o relacionamento que tiveram. Holmes tenta se apoderar da imagem para impedir que a mulher atrapalhe a vida do Rei, que está prestes a se casar. O livro, no entanto, é conhecido por ser o primeiro em que Holmes falha em sua missão.

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S02E02 – The Hounds of Baskerville

(Exibição: 8 de janeiro de 2012)

Um homem contacta Holmes e Watson depois que o pai dele é morto por um cão monstruoso na floresta. A inspiração do capítulo é óbvia: trata-se do livro O Cão dos Barskervilles (1902), o terceiro livro centrado em Sherlock Holmes escrito por Conan Doyle e considerado o melhor e mais famoso deles. A obra literária gira em torno de Charles, um homem que morreu de infarto após se deparar com um cachorro gigante que aterrorizava a região em que morava. O animal matava, há gerações, integrantes da família Baskerville que tentavam habitar o solar ali existente. A verdade, no entanto, era outra… E cabia a Holmes decifrá-la.

Uma curiosidade é que esse é o primeiro livro em que Sherlock reaparece depois da morte. Isso porque, no conto anterior, The Final Problem, Conan Doyle, cansado de sua criação famosa, decide matar o detetive. O autor achava que o detetive o distraía de ambições literárias mais sérias. A indignação do público, na época, foi tão grande, que o escritor se viu obrigado a trazê-lo de volta. A explicação era que o Cão dos Barskerville se passava antes de The Final Problem.

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S02E03 – The Reichenbach Fall

(Exibição: 15 de janeiro de 2012)

Moriarty coloca toda a cidade de Londres contra Sherlock Holmes, a fim de convencê-los de que o detetive era uma fraude. Para finalizar o plano, o vilão obriga Sherlock a cometer suicídio – caso contrário, ele mandaria seus homens matarem Watson, a Sra. Hudson e Lestrade. Holmes e Moriarty discutem no telhado de um hospital e o vilão percebe que Holmes daria um jeito de fazê-lo cancelar os planos. Moriatry, então, dá um tiro na própria cabeça, deixando Holmes sem nenhuma outra opção para salvar a vida dos amigos senão se atirar do prédio. Watson acompanha o suicídio de Sherlock  da calçada.

O episódio foi inspirado em The Final Problem, conto em que Conan Doyle mata Moriarty e Holmes. O título do capítulo é uma alusão a Reichenbach Fall, cataratas localizadas na Suíça e onde os dois personagens morreram na versão literária. O lugar foi escolhido por Conan Doyle durante uma viagem à região que ele fez com a mulher, que o inspirou a ter a ideia das mortes.

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Terceira temporada

(É hojeee!)

O episódio de hoje de Sherlock se chamará The Empty Hearse e é inspirado no conto The Adventure of the Empty House (1903). A história foi publicada no livro The Return of Sherlock Holmes e explica como o detetive sobreviveu à queda nas cataratas. Após o sucesso de O Cão dos Baskerville, que se passava antes da morte do detetive (embora tenha sido publicado depois), Conan Doyle foi pressionado a reviver seu personagem famoso. É claro que a gente não vai contar a história do livro aqui – vai dizer que você não ficou tentado a ler a obra? -, mas os produtores da série já disseram que a resolução para a falsa morte no programa será outra.

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Aos fãs de Andrew Scott, uma má notícia: Moriarty está mesmo morto.

Como o detetive é descrito nos livros…

Em Um Estudo em Vermelho, o Dr. Watson começa a escrever um livro sobre seu mais novo – e peculiar – amigo, Sherlock Holmes (na série, que se passa nos dias de hoje, o ex-médico começa um blog). E uma das experiências mais gostosas dessa primeira obra é justamente ir conhecendo o detetive ao mesmo tempo em que Watson o faz.

sherlock-holmes_-benedict-cumberbatch“Evidentemente, a convivência com Holmes não era difícil. Tinha hábitos tranquilos e regulares. Era raro vê-lo de pé depois das dez horas da noite e, invariavelmente, já preparara o seu pequeno almoço e saíra quando eu me levantava da cama. Às vezes passava o dia no laboratório químico, outras, na sala de dissecação, e ocasionalmente em longos passeios, que pareciam levá-lo aos bairros mais sórdidos da cidade. Nada podia esgotar a sua energia quando tomado por um acesso de atividade.”

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“Quanto à estatura, passava de um metro e oitenta, mas era tão magro que parecia mais alto ainda. Tinha olhos agudos e penetrantes, e o nariz delgado, aquilino, acrescentava às suas feições um ar de vigilância e decisão. Também o queixo, quadrado e forte, indicava ser um homem resoluto. As mãos andavam invariavelmente salpicadas de tinta e manchadas por substâncias químicas, mas possuíam uma extraordinária delicadeza de tato, como frequentemente tive ocasião de notar ao vê-lo manipular os seus frágeis instrumentos de alquimista.”

Alguém duvida que Benedict Cumberbatch (que, by the way, tem 1m83 de altura) é o Sherlock Holmes perfeito?!

No início do livro, Watson também esquematiza os conhecimentos de Sherlock:

1. Literatura: zero.
2. Filosofia: 
zero.
3. Astronomia: 
zero.
4. Política: 
escassos.
5. Botânica: 
variáveis. Conhece a fundo a beladona, o ópio e os venenos
em geral. Nada sabe sobre jardinagem e horticultura.
6. Geologia: 
práticos, mas limitados. Reconhece, à primeira vista, as
diversas qualidades de solo. No regresso dos seus passeios, mostra-me
manchas nas calças e diz-me, pela sua cor e consistência, em que parte
de Londres as apanhou.
7. Química: 
profundos.
8. Anatomia: 
exatos, mas pouco sistemáticos.
9. Literatura sensacionalista: 
imensos. Parece conhecer os pormenores
de todos os horrores ocorridos neste século.
10. Toca bem o violino.
11. É habilíssimo em boxe, esgrima de armas brancas e de bengala.
12. Tem um bom conhecimento prático das leis inglesas.

Elementar, meu caro Watson.

Apesar da frase ter ficado famosa, ela nunca apareceu em qualquer história de Conan Doyle. É isso mesmo. Sherlock Holmes nunca disse “Elementar, meu caro Watson” em qualquer página da literatura. O detetive chegou a dizer apenas “Elementar” e “meu caro Watson” algumas vezes, mas as duas expressões nunca apareceram juntas. A popularização da frase se deve, provavelmente, à adaptação das histórias de Conan Doyle em um antigo programa de rádio, que, pela primeira vez, utilizou a (agora) famosa expressão.

Livros e contos em que Sherlock Holmes apareceu

(ordem de publicação)

Romances

Um estudo em vermelho (A Study in Scarlet); 1887.

O signo dos quatro (The Sign of the Four); 1890.

O Cão dos Baskervilles (The Hound of the Baskervilles); 1902.

O vale do terror (The Valley of Fear); 1915.

Contos

As Aventuras de Sherlock Holmes (The Adventures of Sherlock Holmes) – 12 contos; 1892.

Memórias de Sherlock Holmes (The Memoirs of Sherlock Holmes) – 11 contos; 1894.

O Retorno de Sherlock Holmes39 (The Return of Sherlock Holmes) – 13 contos; 1905.

O último adeus de Sherlock Holmes (His Last Bow) – 8 contos; 1917.

 Os Arquivos de Sherlock Holmes (The Case-Book of Sherlock Holmes) – 12 contos; 1927.

Destaques na TV – quarta, 1/01

Data/Hora 01/01/2014, 09:00. Autor
Categorias TV Brasil

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Feliz Ano Novo !

Com direção de Jayme Monjardim e roteiro de Letícia Wierzchowski e Tabajara Ruas, uma nova adaptação televisiva do livro O Tempo e o Vento, obra de Érico Veríssimo e uma das maiores da literatura brasileira, estreia hoje na Globo. A história de amor, combates e superação adapta apenas a primeira parte da trilogia de Érico Veríssimo, sobre a formação do Rio Grande do Sul, O Continente, que estreou nas telas de cinema ano passado e ganha agora uma versão como minissérie em três capítulos. O trabalho conta a história de amor entre Bibiana (Fernanda Montenegro) e Capitão Rodrigo (Thiago Lacerda), em meio aos conflitos de duas famílias opostas, os Terra Cambará e os Amaral, que viveram em confronto por mais de 150 anos. As histórias do pampa e das guerras que encheram o povo gaúcho de cicatrizes e memórias são narradas por Bibiana, a centenária Terra Cambará que relembra a trajetória de sua família, desde sua avó Ana Terra (Cléo Pires) até o final de sua vida.

GLOBO
O Tempo e o Vento – 22h15 minissérie depois de Amora a Vida – ESTREIA

COMEDY CENTRAL
Happily Divorced – 20h30 (ep 2×15)

+GLOBOSAT
Killing Time – Crimes, Drogas e Corrupção – 22 h (ep 1×06)
The Line – 23 h (ep 2×01) ESTREIA
Murdoch Mysteries – 0 h (exibição diária – 5a. Temporada)

WARNER
Friends– até o final do dia com super-maratona

MTV
Dawson’s Creek – 10 h (exibição de segunda a sexta)
The O.C. Um Estranho no Paraíso – 16 h (exibição de segunda a sexta)
The Vampire Diaries – 20h30 (exibição de segunda a sexta)

VIVA
A Próxima Vítima – 16h15 (de segunda a sexta)
Hilda Furacão – 23h10 (de segunda a sexta)
Agua Viva – 0 h (de segunda a sábado)

SBT
Pessoa de Interesse (Person of Interest) – 3 h

MULTISHOW
Adorável Psicose – 22 h
Meu Passado me Condena – 23h15

GNT
Chegadas e Partidas – 20 h
Mulheres de Aço – 21 h

Podem comentar.

Doctor Who – The Time of the Doctor – Christmas Special

Data/Hora 31/12/2013, 18:22. Autor
Categorias Reviews

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E ainda tem gente que reclama de hiato de final de ano. Fãs de Doctor Who (não me deixem tocar no assunto Sherlock, porque… né?) sabem o que é esperar por um novo episódio. E quando eu digo esperar, não é esperar 15 dias ou um mês, mas sim nove meses! Uma gestação, Moffat, veja só! Mas tudo bem. Ser fã de seriado britânico é isso, e mais! É sofrer horrores e chorar como um bebê (Selo de aprovação Stormageddon, Dark Lord of All) num dos dias mais fofos do ano: O Natal.

O Espírito do Natal Passado nos trouxe The Snowmen, matando de novo a Clara e nos deixando com lágrimas nos olhos. Dessa vez, parece que o showrunner Steven Moffat pensou: “Bem, já matei os Ponds, tô cansado de matar a tal da Clara… mas como podemos passar um Natal sem trazer péssimas lembranças e dor verdadeira e íntima aos nossos fãs? Ah, já sei! Vamos matar o Doctor de Smith!” E foi o que ele fez, ladies and gentleman. E fez espetacularmente, diga-se de passagem.

O Episódio começa com os Daleks, o que já deixa qualquer fã satisfeito. A performance de Smith, sempre a Girafa Bêbada, nos faz rir mesmo querendo chorar ao avistar seu fim no espaço curto de uma hora de especial. O Doctor, à beira de ser Ex-ter-mi-nado é resgatado de volta à T.A.R.D.I.S. por seu novo companion. Uma cabeça de Cybermen chamada carinhosamente de Handles. De alguma forma, o Doutor Maltrapilho alterou a consciência do robô-maligno para ajudá-lo em sua busca. E que busca é essa?

Bem, um sinal está sendo repassado por todas as frequências, em todo o tempo-e-espaço, em todas as linguas, de todo o Universo. Pois é. E essa frequência vem de um único planeta, protegido fortemente, o que impede a T.A.R.D.I.S. de se materializar nele e resolver o problema de uma vez por todas.

Desta forma, todas as raças capazes mandam uma nave (ou frota) para o planeta para investigar o que é aquela estranha repetição de sinais. Veja bem, quando eu digo “todas as raças”, são Todas As Raças Mesmo, aí incluídas os Daleks e Cybermen já contados como os Weeping Angels (*calafrios*), os Silence e os Sontarans, todos eles já derrotados pelo nosso Doctor.

Como se já não fosse uma situação bastante difícil, a superlotação ao redor do planeta e tantos inimigos do Doctor reunidos em um só lugar, algo pior acontece: Clara, sua companion oficial, precisa de ajuda com a ceia de natal e disse estar em um relacionamento sério, com o próprio Doctor. Portanto, no meio do caos, o Doctor para tudo e volta à Londres atual para ajudar a Garota Impossível. Completamente nu, é claro.

Moffat garantiu que haveria, para a loucura das fangirls e alguns fanboys, uma cena na qual o Doctor apareceria nu. Incomodada, Clara pede para que ele vista uma roupa e ele implanta as vestimentas no consciente dela de modo que ela a veja vestido. Claro que ela não percebe que todos os outros o vêem como ele veio ao mundo e isso se torna bem constrangedor em uma ceia de natal.

Ao longo desse lindo especial pode-se ver várias questões sendo respondidas: De onde vêm e para que servem os Silence? O que havia no quarto número 11 no icônico episódio “The God Complex“? Mas a pergunta fundamental é: Como funciona a regeneração? Já havia sido explicado que os Time Lords só podiam mudar de corpo treze vezes e isso já havia acontecido.

Mas voltemos à história: Com a ajuda de Tasha Lem, a Madre Superiora, o Doctor consegue entrar no planeta, mais especificamente em uma aldeia chamada Christmas onde não se pode contar mentiras. Um lugar que veio a se tornar, no desenvolver do episódio, em Trenzalore, o lugar da morte do Doctor. Isto me lembra uma profecia…

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Em pouco tempo Doctor e Clara descobrem de onde vem o tal sinal. De uma rachadura no tecido do espaço-tempo-realidade. Uma daquelas rachaduras do arco da Amy como nova companion. E, atrás desta rachadura, está Gallifrey, o planeta natal do Doctor, com todos os Senhores do tempo repetindo a mesma pergunta, a pergunta fundamental: “Doctor Who?” e, através desta, esperando a resposta que apenas ele e River Song sabem, para que eles entendam ser seguro voltar.

E então a mensagem é descriptografada e todas as raças entendem do que se trata e fazem o possível para que a pergunta seja respondida e os Time Lords retornem… apenas para que sejam destruídos de uma vez por todas.

Temendo esta ser sua última chance, sua última vida, Doctor resolve despachar Clara para seu tempo e espaço normal, a Londres atual (inclusive, ela mora no mesmo edifício que a Rose morava) para protegê-la de uma vida terrível tentando defender Christmas.

E os anos passam. Com uma maquiagem incrível, envelhecem Smith enormemente pois trezentos anos haviam se passado e o tempo não é sempre bom para o Doctor. Idoso, com uma perna fraca, o Doctor continua impedindo os ataques constantes dos Daleks, Anjos, Cybermen (inclusive os de madeira) e Sontarans.

É um ótimo final para Smith. Mostra que ele viveu plenamente, se divertiu com o povo da aldeia Christmas que viu crescer, envelhecer, se reproduzir e morrer. Ele vira uma espécie de xerife do povoado, mas também de amigo e professor. Clara volta em uma ocasião, apenas para ser despachada de volta. E, por fim, ela retorna para o encontrar extremamente velho, decaído e rabugento. Ele sabe que enfrentará sua última batalha naquela noite e se levanta para enfrentar seus maiores inimigos, os Daleks, com a ajuda dos Silence que foram criados -e aí está a explicação- para proteger a pergunta enviada através da rachadura.

É então que vemos Clara em um de seus melhores momentos: Ela implora ajuda aos Time Lords do outro lado da fenda, pedindo que lhe deem mais regenerações. E é o que fazem. À beira da morte, o Doctor recebe a energia vindo da fenda. E com a explosão nuclear que é a regeneração, ele destrói várias naves dos invasores e as outras se mandam com os batedores de bolo entre as pernas.

A cidade fica quase que toda destruída. E Clara vai até a T.A.R.D.I.S. apenas para encontrar as roupas no chão e a comida preferida do Eleventh (fish fingers and custard)  no console da nave e todos sabemos que ele regenerou. Só que não. Matt volta mais novo, sem toda aquela maquiagem. A energia aparentemente “resetou” sua forma anterior antes de mudá-la completamente.

E é nesse ponto que o episódio fica de partir o coração. Doctor alucina sobre ver a pequena Amelia Pond correr pela nave e a jovem – e de peruca, como o próprio Matt – Amy aparecer para lhe dar um último adeus.

Com um discurso incrível o homem maltrapilho tira sua última gravata borboleta e a deixa cair…

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E é aí que ele muda, tornando-se o veterano de 55 anos de idade Peter Capaldi. O ator teve um minuto de cena e já nos conquistou, com seu jeito perdido e seus rins de cores desagradáveis e, principalmente, por não ter ideia de como controlar a nave.

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O episódio foi repleto de referências. Primeiro à calvície de Matt Smith originada nos bastidores do filme “How to Catch a Monster“, depois à “Dança da Girafa Bêbada”, clara homenagem à sua forma desengonçada de ser e dançar. No especial de apresentação de Capaldi como o novo Doctor, Smith nos deixou esta pérola (e me fez chorar como se não houvesse amanhã):

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E agora teremos de esperar mais uma gestação para ver mais desse ator que, tenho certeza, será um Doctor inesquecível como Matt também foi.

*A Mica estará de volta para as reviews  regulares de Doctor Who.

Destaques na TV – terça, 31/12

Data/Hora 31/12/2013, 09:00. Autor
Categorias TV Brasil

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E chegamos ao final do ano !

Apenas Pramface e Murdoch Mysteries de inéditos neste dia recheado de recessos nas séries, aproveitem então a maratona de Friends para um virada de ano repleta de alegria.

WARNER
Friends– a partir das 12h e até o final do dia 01/01 é a super-maratona da virada

+GLOBOSAT
Pramface : A História de Jamie e Laura – 22h (ep 1×03)
Murdoch Mysteries – 1 h (exibição diária – 5a. temporada)

UNIVERSAL
Chicago Fire – não terá exibição hoje
Law & Order : SVU – não terá exibição hoje

AXN
NCIS – não terá exibição hoje

GNT
Parenthood – 22h30 (ep 2×09)

GLITZ
Gossip Girl – 16h30 (ep 6×06) / 17h15 (ep 6×07)
Hart of Dixie – não terá exibição hoje

MTV
Dawson’s Creek – não terá exibição hoje
The O.C. Um Estranho no Paraíso – não terá exibição hoje
The Vampire Diaries – não terá exibição hoje

CINEMAX
King & Maxwell – não terá exibição hoje
Revolution – não terá exibição hoje

VIVA
A Próxima Vítima – 16h15 (de segunda a sexta)
Hilda Furacão – 23h15 (de segunda a sexta)
Agua Viva – 0 h (de segunda a sexta)

Nos vemos no próximo ano e agradeço a todos por mais um ano curtindo esse site !

Confira quem foram os artistas mais “reblogados” no Tumblr em 2013

Data/Hora 30/12/2013, 19:53. Autor
Categorias Notícias

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O Tumblr é uma das mais famosas redes sociais da atualidade e, em 2013, a ferramenta – que consiste na simples ação de “reblogar” e compartilhar imagens – confirmou o sucesso de muitos dos atores que a gente vê na telinha e na telona.

Benedict Cumberbatch (Sherlock), Jensen Ackles (Supernatural) e Jennifer Lawrence (Jogos Vorazes) foram os atores mais reblogados na rede social esse ano. A lista também têm nomes como, Emma Watson (Harry Potter) e Matt Smith (Doctor Who). Confira:

Atores mais “reblogados” em 2013

1º) Benedict Cumberbatch
2º) Jensen Ackles
3º) Matt Smith
4º) Jared Padalecki (Supernatural)
5º) Misha Collins (Supernatural)

Atrizes mais “reblogadas” em 2013

1º) Jennifer Lawrence
2º) Emma Watson
3º) Vanessa Hudgens (High School Musical) [Tumblr Oficial]
4º) Lea Michele (Glee)
5º) Kaya Scodelario (Skins)

Você pode conferir as listas completas aqui (atores) e aqui (atrizes). São mesmo estas, as celebridades, mais populares da Internet este ano? Quem poderia fazer parte da sua lista? Conte-nos nos comentários.

Com informações do blog do People’s Choice.

[RETROSPECTIVA 2013] – Os momentos mais inacreditáveis das séries

Data/Hora 30/12/2013, 18:44. Autor
Categorias Especiais

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Profecias sempre existiram, e sempre existirão. Brincar de prever o futuro, ou quem sabe, ter o dom de fazê-lo, faz parte da humanidade, e enquanto humanos, nos divertimos e nos assustamos com os fatos. É a tal surpresa, que de tão inesperada se faz impulso, se faz espanto e se faz necessária.

2013, segundo as profecias, seria o ano do fim. Mas o que vimos na verdade, foi uma surpreendente continuidade dos acontecimentos. E teve de tudo neste ano, coisas que até os maias duvidam! E que ninguém poderia prever. Confira a nossa lista dos momentos mais surpreendentes e inacreditáveis da telinha em 2013!

Ah, sim. Esse texto pode conter spoilers. Cuidado!

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Matthew Lillard é bom de drama!

Quem diria que o ator Matthew Lillard  era bom com personagens dramáticos? Apesar de boas aparições em Os Descentendes e no filme Paixão à flor da Pele, o ator conhecido por personagens como Salsicha em Scooby Doo e o “vilão” em Pânico, surpreendeu boa parte do público com sua atuação em The Bridge, nova série do FX na qual o ator interpreta um atormentado e inconsequente jornalista na fronteira entre o México e os Estados Unidos. Essa aí, só vendo para crer.

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A boa esposa deixa o amante

A cena foi eletrizante, e deixou muita gente de cabelo em pé. Em The Good Wife, Will (Josh Charles) descobriu que Alicia (Julianna Margulies) vai dar um basta com o romance dos dois, e irá deixá-lo. Arrasado, triste e descontente ele apronta uma que ninguém esperada. Destrói tudo que está sob a mesa da ex-amante e sócia… A cena foi memorável.

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Momento mais desagradavelmente inacreditável

Ossos e mais ossos. Morte. Corpos em decomposição. Ano após ano, Bones elenca inúmeros momentos nojentos para a TV, e não só por isso, mas por um outro motivo inacreditável, a série ganhou mais um troféu: o de… ah! Nem sei o quê. A cena do Jack Hodgins “dando a luz” a um bebê mosca foi certamente difícil de engolir. Literalmente.

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Um escândalo!

Sabe quando algo é inacreditável mas esperado ao mesmo tempo. Não sei o que mais surpreende, Huck torturando Baby Huck ou Baby Huck chocada por está sendo torturada. Sem dúvidas, uma cena que marcou a temporada de Scandal.

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Enquanto isso em The Walking Dead

Aquele momento estranho quando o Governador volta para tomar a prisão e arranca a cabeça do Hershel (Scott Wilson) fora. O fim.

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A mãe de todass as mães!

Foram nove anos até conhecermos a mãe. Por isso, o fato em si já se torna inacreditável. Como How I Met Your Mother conseguiu intrigar os fãs por tanto tempo! Até que “Uma passagem para Farhampton, por favor”. E milhões de fãs se apaixonaram por ela no momento que a viram. E tudo foi perdoado.

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Quando Crazy Eyes provou que não está nem aí!

Orange is The New Black foi uma das melhores estreias de 2013, e só essa série merecia uns dez itens dessa retrospectiva. Mas como tinhamos que escolher um só, quem viu, viu, quem não viu, irá se surpreender com este momento inacreditável quando Crazy Eyes (Uzo Aduba) mostra que está se lixando e dá uma mijada em Piper (quase que literalmente).

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Mentiro…zinho!

O grande mistério de todos os mistérios mais misteriosos da TV foi revelado este ano! E não, não estamos falando do final de Lost (até porque isso já faz tempo, mas eu queria inserir a referência neste texto, então, mil perdões), mas sim da identidade do tão temido -A em Pretty Little Liars! Se você leu o livro e… Ah! Esqueça os livros da série e as teorias magníficas sobre o personagem! Esse foi um dos momentos mais “OMG” e ao mesmo tempo “Bleh” de 2013 quando ficamos sabendo que Ezra está por trás de todas as ameaças!

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Todos órfãos

Enquanto uns diziam que Dexter já ia tarde, muitos outros custavam a acreditar que a série realmente tinha chegado ao fim. E assim, um fim digno de Lost (perdão, novamente!). Olhando para o horizonte, o último episódio da série me pareceu uns aqueles momento que você diz: “mas que…” e simplesmente aceita. Que é de fato, inacreditável ver seu querido personagem rumar para a morte assim, daquele jeito.

Breaking Bad - Rabid Dog

Morreu de ruim?

Walter White não era assim tão mau. Ou era? De qualquer modo… ninguém realmente queria que ele morresse. Ou queria?

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Sunday Bloody Sunday

Não vou dizer que o grupo irlandês já sabia quais seriam as cenas do capítulo 9 da terceira temporada. intitulado The Rains of Castamere. Mas não há como negar que aquele foi um domingo realmente sangrento e que a canção mais famosa da banda serviria muito bem como trilha do massacre mais inacreditável da TV. O tal do Casamento Vermelho, ou Red Wedding, provocou reações inusitadas mundo a fora. Não acredita em mim? Olha só esse vídeo no Youtube.

 

Mas tudo isso não foi mais inacreditável do que quando isso aconteceu em True Blood.

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Isso mesmo. Eric pegou fogo! NU!

Obrigada Ana Botelho pela a colaboração.

[RETROSPECTIVA 2013] – Os maiores babados de 2013 (Parte 2)

Data/Hora 30/12/2013, 17:10. Autor
Categorias Especiais

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E aí, querido leitor do TeleSéries? Preparado para mais uma parte sensacionalist… sensacional dos maiores babados de 2013? Pegue a última rabanada da sua geladeira e vem com a gente!

Leia também [RETROSPECTIVA 2013] – Os maiores babados de 2013 (Parte 1)

Breaking Bad

Antony Hopkins se encanta com Breaking Bad: “Bryan, cara, sou muito seu fã, say my name”!

Se você não é fã de Breaking Bad e deixou de conversar com amigos fanáticos que não paravam de falar sobre como “esta é a melhor série de todos os tempos, e o protagonista é, tipo, um anti-herói que uma hora você tem pena, na outra o amaldiçoa com todas as suas forças”, saiba que você é minoria. Não que isso seja ruim, ao contrário, parabéns por manter sua opinião e não ceder à pressão da sociedade, mas, veja bem. Nem Sir Antony Hopkins se conteve de tanto amor pela série e enviou uma carta aberta – a última moda entre os famosos – cujo destinatário era Bryan Cranston, intérprete do protagonista Walter White, com elogios se estendendo a toda equipe e elenco. Veja alguns trechos:

O seu desempenho como Walter White foi a melhor atuação que eu já vi na minha vida. O trabalho de vocês por cinco, seis anos, foi espetacular, toda a produção (inclusive você), escritores, diretores foram extraordinários.

Você e todo o elenco são os melhores atores que eu já vi. Já é quase meia-noite aqui em Malibu, e me senti obrigado a escrever este e-mail. Parabéns e o meu mais profundo respeito, você é realmente um ótimo ator.

Como diriam por aí, “Todos aclamem o rei”.

Downton Abbey01

#partiu #DowntonAbbey

Não foi só o final de Breaking Bad que rendeu discussões, debates e elogios neste ano que termina. A série inglesa Downton Abbey, no ar desde 2010, conquistou fãs em boa parte do globo, inclusive no fechado e protegido mercado dos Estados Unidos. Não apenas pelas 31 premiações recebidas, incluindo o Globo de Ouro de melhor minissérie dramática no ano de 2012, mas por estar na boca das pessoas, quer dizer, das celebridades. Nem a quantidade de personagens que daria para preencher um setor inteiro do Maracanã parece desanimar os espectadores qua acompanham a história da família Crawley e seus empregados no período da Primeira Grande Guerra. O TeleSéries coletou alguns tweets de famosos rasgando suas sedas para a série, o que prova que uma boa história é sempre bem-vinda. Conan O’Brien, apresentador de TV, brincou que havia perdido 500 dólares em uma aposta não no Super Bowl (o campeonato de futebol por lá), mas em Downton Abbey. Outros atores que se derreteram ou confessaram seu desejo de fazer parte da história foram Josh Charles, de The Good Wife, Ginnifer Goodwin, de Once Upon a Time e David Boreanaz, de Bones. Até Hillary Clinton entrou para o fã-clube, também se declarando pelo microblog.

Amanda Bynes' bongo - TS

Promoção! Uma matéria por apenas um tweet

Quem acompanha o aquário que é a vida das celebridades tem o privilégio de ler manchetes como “Isis Valverde faz stand up paddle de biquininho”, e muita, mas muita coisa sobre a atriz Amanda Bynes. Ela é um rosto bastante familiar pelos filmes adolescentes e pela série What I Like About You, exibida entre 2002 e 2006, como Holly Tyler a irmã mais nova de Valerie (Jenny Garth). Este ano, seu nome foi envolvido em vários episódios – foi acusada de jogar um bongô na direção de policiais e, posteriormente, encontrada na garagem de casa, diante de uma fogueira e um tambor de gasolina, fato que causou sua internação em uma clínica. O diagnóstico foi esquizofrenia e transtorno bipolar (Amanda recebeu alta há alguns dias). No Twitter, tudo o que ela publicava rendia destaque: seus selfies de gosto duvidoso, seus posts, ora ofensivos, ora obcecados por beleza … De fato, a conta dela é inacreditável, mas não tanto quanto as manchetes que proporcionou ao mundo, como esta, do site de entretenimento do E!.

Amanda Bynes sobrevive à cirurgia plástica no nariz e tuita sobre compartilhar o vídeo.

Quem precisa ficar pensando em pauta de notícia quando o Twitter pode fazer isso pelo jornalista, né? Ok, ok.

Com informações de @AmandaBynes e do site E!.

The Voice US x The Voice Brasil - TS

O The Voice vem aí, lá, lá,lá, lá, lá, lá

Nem os episódios de Anderson Silva beijando seu adversário e a lona (nesta ordem) foram tão comentado quanto a guerra entre calouros do The Voice brasileiro. Se você estava conectado nas redes sociais na última quinta-feira (26), só dava hashtag-thevoicebr, hashtag-bigodegrossso, entre outros, sem contar a gritaria, não dos cantores, mas dos vizinhos torcedores.

Para começar, e me perdoem os leitores abaixo dos 30 anos,  The Voice nada mais é do que um upgrade do antigo Show de Calouros. Bancada de jurados? Confere. Cada um interpretando um tipo? O nervosinho de mal com a vida e exageradamente rigoroso, a boazinha, mãezona que chora e faz olhinho do gato de botas do Shrek, o profissional que faz críticas construtivas por que entende do assunto? Também confere.

O diferencial do programa, entretanto, foi reinventar o formato. Que legal os jurados escolherem pela voz, antes de verem o cantor. Que sonho ver aquelas celebridades implorando para ser escolhidas pelos anônimos. Mas teria sido o The Voice Brasil uma cópia descarada das versões gringas? Veja aqui a divulgação da quarta temporada dos EUA (a partir de 40 s) e aqui a da segunda temporada brazuca. Pensam que é recalque de quem vos escreve? Cláudia, senta lá. A franquia, termo bastante usado nos negócios e hoje também associado a formatos de programa de televisão e grandes filmes e suas sequências é uma modalidade em que se permite o uso de determinada marca, nos mesmos moldes do original com adaptações e opções artísticas que não alterem a proposta do original.  O que você acha? É justo chamar o The Voice Brasil de cópia? Ah, vamos deixar as diferenças de lado um pouco e cantar Halleluja!

Links dos sites The Hollywood Gossip, e Morri de Sunga Branca.

 

Alec Baldwin - polêmicas - TS

A-le-lec-lec-lec…

O que Alec Baldwin e Miley Cyrus têm em comum? Aparentemente ambos não conseguem mais manter a língua dentro da boca. Entretanto, no caso do premiado ator seus acessos de raiva sempre vão parar nas colunas de entretenimento porque estrelas ricas, lindas e poderosas mostrando seus lados obscuros e humanos alimentam o ego dos curiosos. A fama de pavio curto do ator é notória. Alguns episódios envolvendo o intérprete do chefe da Liz Lemon de 30 Rock são  as ameaças pelo Twitter – olha ele de novo, gente – a um jornalista do Daily Mail que publicou que sua esposa teria enviado uma mensagem de texto durante o enterro de James Gandolfini (!) e as agressões a paparazzi que não largam do seu pé, uma delas com acusações de ofensa de teor homofóbico as quais custaram a perda de seu programa semanal Up Late with Alec Baldwin, exibido pela emissora MSNBC.

Fonte: BuzzFeed.

Netflix - Retrô 2013 - TS

A gigante chegou

A Netflix chegou ao país em setembro de 2011 e já virou hábito de muitos brasileiros que podem assistir filmes e séries em casa, na rua, numa casinha de sapê e qualquer lugar que tenha uma razoável velocidade de conexão de internet. Mas o buxixo não é esse. Este ano a Netflix ultrapassou o número de assinantes da HBO, até então rainha da televisão a cabo e de produções originais realmente “originais”. A série Orange Is the New Black é uma das mais comentadas da atualidade e campeã de visualizações da Netflix. House of Cards, sobre os bastidores da casa branca e estrelada por ninguém menos que Kevin Spacey acabou de garantir sua segunda temporada, 4 indicações aos Globo de Ouro 2014 e já parou até na boca do Obama. Em visita ao Brasil para celebrar um ano de atividades, o presidente da empresa, Reed Hastings, aproveitou para fazer contatos para investimentos em produções nacionais, em especial stand-ups e acordos com emissoras de televisão brasileiras. A única que não pareceu disposta a conversar foi a Globo. Hastings afirma que a sua modalidade de comunicação não ameaça o crescimento da TV, pelo contrário, a complementa. Vale lembrar que este ano, Vince Guilligan, criador da série Breaking Bad, ao receber o Emmy agradeceu à Netflix, pois quem não tinha como acompanhar a série, nem colocá-la em dia pelas reprises, recorreu ao serviço. Ele creditou, inclusive, o aumento de fãs da história de Walter White ao mesmo motivo.

Com informações do Diário do Nordeste e da revista Rolling Stone.

Zooey Deschanel - Boston - TS - 2

Zooey Deschanel terrorista?

Quando você vê “Zooey Deschanel” e qualquer palavra de significado negativo na mesma frase sabe que tem algo muito errado. Mas foi o que aconteceu após o terrível atentado de Boston ocorrido em 15 de abril, que matou 3 pessoas, deixou mais de 260 feridas e voltou a espalhar o medo de novos ataques nos Estados Unidos. O que a protagonista da série New Girl tem a ver com isso? Seu nome foi equivocadamente atribuído à autoria do ataque pela emissora de notícias Fox News, ironicamente, integrante da mesma rede de TV que exibe o seriado da atriz. O erro apareceu na função closed caption e a legenda dizia: “(…) atentado à bomba, ele é Zooey Deschanel, de 19 anos …”. Muita gente enviou mensagens pedindo que Zooey se entregasse enquanto outros, criticavam o erro grotesco da Fox News. A própria Zooey interveio retuitando a mensagem original do usuário  @peterogburn para sua empregadora, classificando o engano como “falha épica”. Um dos acusados, cujo rosto estampou uma polêmica capa da revista Rolling Stones, dedicada a astros do pop e do rock, foi quem teve seu nome confundido com o de uma das atrizes mais fofas e queridas do país. Confundir  Dzhokhar Tsarnaev com Zooey Deschanel, realmente, Fox News, você se superou!

Dylan Sprouse - TS

O recalque deles ricocheteia no meu XBox One

Ser ex-Disney não é fácil. Além de virar adulto em frente às câmeras, a superexposição e altas expectativas acabam levando muitos astros mirins a uma juventude atribulada. Britney Spears, Lindsay Lohan, Demi Lovato estão entre as celebridades que os paparazzi adoram perseguir. Outros prosseguiram suas carreiras sem tantos sobressaltos, caso de Justin Timberlake, Christina Aguilera e Ryan Goslin, todos ex-funcionários do pai do Mickey. Mas como especular sobre a vida alheia é atividade regulamentada, se você quiser se afastar dos holofotes, sob os quais você esteve desde seu primeiro ano de idade, isso é considerado um passo para trás. Pois bem, Dylan Sprouse, da série Zack & Cody – gêmeos em ação, protagonizada junto com seu irmão, Cole entre os anos de 2005 e 2008, passou para a faculdade de Design de Jogos em Nova Iorque e optou por viver como um universitário gente como a gente. Ele, então, passou a trabalhar em um restaurante, motivo que levou a especulações como “ele está falido por causa das drogas, por isso se rebaixou  a trabalhar de recepcionista de restaurante”. É aquela história, as pessoas falam dando-se motivo, ou não. Que babado, né? Um rapaz trabalhando? Para muitos deixar a vida de Hollywood e viver como uma “pessoa” é regredir. Mas Dylan explicou seu Twitter como era estranho ele ter que justificar sua escolha profissional, e que não, ele não está quebrado, apenas precisa estudar e morar em uma cidade cara e que se tem um vício, é pelos video games, razão que o levou a trabalhar em algo diferente do que fazia desde quando era apenas um bebê. Vendo que ser ex-Disney, assim como ser ex-BBB não garante o futuro de ninguém, o menino foi estudar, embora considere a volta à profissão no futuro. O que é notícia mesmo é uma celebridade, tão sensata e pé no chão.

Mark Salling - Glee - TS

Acusação de abuso sexual é coisa séria

Denúncias de abuso sexual são sempre graves, mas para as mulheres que decidem buscar punição para seus agressores o constrangimento pode ser grande. Imagine se o acusado é um ator famoso de um seriado adorado por milhões de adolescentes? É o caso de Mark Salling, o Puck da série Glee. Ele foi acusado por uma ex-namorada de forçá-la a ter relações sem proteção, mesmo sob os protestos da moça. O fato ocorreu em março de 2011 e em janeiro deste ano Roxanne Gorzela entrou com um processo contra Salling, por ter passado momentos de estresse e preocupação. Segundo ela, o ator não retornou seus contatos e, ao tentar falar com ele pessoalmente, em sua casa, foi agredida por ele.

Salling, por sua vez disse que a ex invadiu o terreno da casa dele e bateu violentamente na porta até ser atendida. O colega de apartamento de Mark disse a Roxanne que ele não queria mais vê-la, o que teria desencadeado um acesso de fúria da moça, que partiu para a luta física , além de riscar o carro do ator. Em maio, ele também abriu um processo contra Gorzela por invasão de propriedade, dano a patrimônio e agressão.

Com informações do site E!.

Wentworth Miller - TS

Que prisão, que nada! Ele saiu foi do armário!

Wentworth Miller, o determinado Michael Scofield, que simulou um crime para ser preso e salvar seu irmão, Dominic de uma falsa acusação na série Prision Break, “saiu do armário” em setembro deste ano. Bem, até aí, tudo bem, afinal, estamos em 2014, para quê tanto estardalhaço? Contudo, o ator entrou na lista do TeleSéries e vai encerrá-la com chave de ouro pelo modo como revelou o que é a sua verdadeira identidade: recusando um convite para o Festival Internacional de Cinema de São Petersburgo. Em carta, negou-se a participar do evento, ocorrida na Rússia, após leis anti-gays serem aprovadas pelo governo de lá. Em sua resposta, declarou: “Como um homem gay eu devo declinar. Eu estou profundamente aborrecido pela atitude atual direcionada aos homens e mulheres gays e pelo tratamento dado a eles pelo governo russo.”

Posteriormente, no discurso em um jantar para campanha de direitos humanos ele compartilhou suas sucessivas tentativas de suicídio, desde os 15 anos, e sua afirmação se encaixa tão bem para todo mundo que já se sentiu frustrado por não corresponder a expectativa alheia (da família, dos amigos, da sociedade) que decidi reproduzir:

Todo dia era um teste e havia mil maneiras de fracassar. Mil maneiras de trair a si mesmo, de não corresponder a expectativa do outro em relação ao que era aceitável e ao que era normal.

Cá entre nós? Quem nunca?

Com informações de Daily Mail.

Obrigada pela leitura e continue com a gente em 2014!

Texto produzido por Carla Heitgen.
Colaboraram Felipe Ameno e Ana Botelho.

Em ritmo de final de ano, Nikita se despede do público (audiência na Tv americana 22 a 27 de dezembro)

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Nesta semana, a última coluna de audiência do ano. Ela vai se reduzir a uma pequena nota para registrar como foi a semana de natal na TV americana, povoada por reprises e os mais variados programas e shows.

Destaque para a final de Nikita com 0.2 pontos na demo 18-49 anos e 810 mil telespectadores totais. Final também de The Sinf Off com 1.4 pontos na demo 18-49 anos e 5,32 milhões de telespectadores totais.

Audiência na demo 18-49 anos

Somente a NBC com suas transmissões esportivas e a CBS com 60 Minutes e The Big Bang Theory (R), conseguiram programas com mais de 2 pontos na demo 18-49 anos, mas excepcionalmente acrescentamos The Simpson (R) e Family Guy (R) que quase chegaram lá:

week 14 tabela demoAudiência em milhões de telespectadores

Na quantificação do público total, além dos quatro programas acima, NCIS (R), NCIS: LA (R) e Dateline (R) também fizeram mais de seis milhões de telespectadores, mas, como na tabela acima, vamos listar os que quase chegaram lá.

week 14 tabela totalAudiência das séries da rede CW

week 14 tabela cwDesempenho das redes junto à audiência (média semanal)

E, finalmente, apesar de não aparecer na primeira tabela e ter apenas dois programas com um audiência significativa entre os telespectadores totais, a rede ABC garantiu o primeiro lugar na programação da semana junto ao público qualificado. Sempre lembrando que nos dados computados no gráfico não entram as transmissões esportivas da NBC.

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Até o próximo ano na expectativa pela volta dos episódios inéditos e estreias da midseason!

Fonte dos dados: tvbythenumbers

‘Rookie Blue’: Revelado o título do primeiro episódio da quinta temporada

Data/Hora 30/12/2013, 11:24. Autor
Categorias Notícias

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Na última quinta-feira (26), a roteirista e produtora executiva da série Rookie Blue, Tassie Cameron, revelou em seu perfil no twitter o título do primeiro episódio da quinta temporada da série.

“Boas festas para todos nós em #RookieBlue! Hiato de twitter=trabalhando muito para trazer uma grande temporada. Agora, o primeiro episódio é chamado Blink.”

A quinta temporada de Rookie Blue tem estreia prevista para 2014 e tem 13 episódios programados, assim como as temporadas anteriores da série.

Rookie Blue é transmitida pelo Universal Channel aqui no Brasil.

Com informações do SpoilerTV.

[RETROSPECTIVA 2013] – As melhores estreias do ano

Data/Hora 30/12/2013, 11:02. Autor
Categorias Especiais

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O ano de 2013 ficou marcado por apostas duvidosas das redes de televisão. E, em função disso, vários foram os cancelamentos relâmpagos. Mas algumas estreantes se salvaram. Mais: fizeram a temporada de estreias ter valido a pena. Confira as novas queridinhas da crítica e da audiência.

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The Blacklist 

Uma trama envolvente, cheia de reviravoltas, com cenas de ação bem filmadas e recheada de plots intrigantes (nossas primeiras impressões se confirmaram). Some-se a isso a atuação impecável de James Spader. Pronto, eis uma das melhores estreias de 2013. O hit da NBC cativou crítica e público, e acabou ganhando temporada completa. Mais que isso: garantiu uma segunda temporada de 22 episódios. Outra série que merece estar na lista de qualquer aficcionado por seriados.

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Rectify

Um texto sensível, que conduz os telespectadores à reflexão acerca da própria natureza humana. Esses são, para boa parte dos críticos e dos fãs de Rectify, os pontos fortes da série. São apenas 6 episódios na primeira temporada, e o seriado – exibido pela Sundance – já foi confirmado para uma segunda temporada. Ou seja: se você ainda não conferiu a série, não perca mais tempo. Com certeza você não se arrependerá.

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Orange is the New Black

A produção original da Netflix cativou público e crítica (nós avisamos nas primeiras impressões). A comédia (ou dramédia, pra quem preferir) tem uma história cativante e conta com atuações seguras e divertidas, com Laura Prepon e   Taylor Schilling  no comando do elenco. São 13 episódios de puro ouro, que geram uma montanha-russa de emoções.

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Outra produção original da Netflix, o drama foi muito elogiado pela crítica. A trama envolvente, que mostra bem o jogo do poder, cativa o público – e o pessoal que faz as listas das premiações -, que ainda se deleita com atuações  magníficas, encabeçadas pelos competentes Kevin Spacey e Robin Wright. Nós avisamos que seria um sucesso absoluto. A segunda temporada do seriado estreia em 14 de fevereiro de 2014, então ainda há tempo de assistir os treze episódios da primeira temporada até lá. Valerá a pena.

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The Americans

A produção chegou de mansinho, sem causar muito alarde e sem gerar comoção (aliás, The Bridge fez bem parecido e QUASE entrou nessa lista. A FX foi competente ao selecionar suas estreantes). Mas sua trama instigante acabou conquistando público e crítica, e a produção da FX acabou garantindo uma segunda temporada (que estreia em 26 de fevereiro), além de algumas premiações. O ponto alto da trama é seu criador,  Joe Weisberg, ex-CIA, o que faz com que as história sejam retratadas com mais realismo, sem contar que o enfoque “familiar” da narrativa cativa. Vale a pena conferir o seriado e se ver envolvido com agentes da KGB e com a Guerra Fria.

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Orphan Black

Tatiana Maslany. Não fosse pelo enredo cativante, pelos plots intrigantes e cheios de reviravoltas, a série ainda estaria nessa lista por motivos de Tatiana Maslany. A atriz – injustiçada pelas premiações do ano, como você pode conferir aqui e aqui – proporciona aos telespectadores uma jornada fantástica ao encarar diversos papéis e segurar as pontas lindamente. Em 19 de abril estreia a segunda temporada de Orphan Black, exibida pelo Space, canal canadense. Então assista os 10 episódios da série antes disso e faça parte do Clone Club.

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Masters of Sex

Depois de remover Dexter e The Big C de sua grade de programação, a Showtime  precisava acertar. E Masters of Sex foi como um dardo no centro do alvo: o seriado foi o único drama estreante indicadao ao Globo de Ouro (aliás, o acerto foi duplo, já que a ótima Ray Donovan também foi muito bem e se destacou junto à crítica). Isso se deve à trama envolvente, à qualidade da produção e às atuações se guras e convinventes do elenco encabeçado pelo também indicado Michael Seen (outro acerto nas nossas primeiras impressões). Vale a pena conferir os 12 episódios da primeira temporada da série (renovada para a segunda) e descobrir porque a crítica caiu de amores por ela.

BatesMotel

Bates Motel

Duas grandes  obras dos cinemas invadiram as telinhas para apresentar o passado de dois personagens icônicos. E a A&E apostou em Norman Bates (de Psicose) para alavancar sua audiência e trazer medo aos telespectadores. Mas apesar de se apoiar no “carisma” de Bates e na história já conhecida (e querida) pelo público, Bates Motel não se resume a isso, como bem pontuado nas nossas certeiras primeiras impressões. Além de apresentar um passado intrigante à audiência, a série ainda conta com as ótimas  atuações de Freddie Highmore e Vera Farmiga. Um dos presentes do ano de 2013,  com certeza.

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Hannibal

Outro personagem icônico a ter seu passado explorado em um seriado é Hannibal Lecter . A NBC apostou no serial killer para alavancar a audiência na MidSeason, e deu certo. E além de cativar o público, Hannibal também conquistou a crítica, que enumera vá rias qualidades no seriado, com ênfase na competência do elenco (sei que já repeti muito isso, mas nas nossas primeiras impressões certeiras destacamos a ótima escolha do elenco). Vale a pena conferir o seriado e descobrir como Hannibal se tornou… Hannibal.

Destaques na TV – segunda, 30/12

Data/Hora 30/12/2013, 09:00. Autor
Categorias TV Brasil

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Confira as atrações dos canais de TV para a última segunda-feira do ano.

Semana começa bem devagar com muitos recessos nas séries, mas ainda se acha alguma série sendo inédita com é o caso de Under the Dome, Godforsaken, Murdoch Mysteries e Treme que chega ao final da sua história.
Criminal Minds continua com mais uma maratona, na Warner apenas reprises e Sony e Universal fazem uma pausa na suas séries.

HBO
Treme – 20 h (ep 4×05) SERIES FINALE

TNT
Under the Dome – 22h30 (ep 1×09)

COMEDY CENTRAL
The Michael J. Fox Show – 20h30

AXN
Criminal Minds – mini-maratona a partir das 21 h dos ep 9×04 à 9×07

TCM
Elas – 21 h

WARNER
Super Fun Night – 20 h – Reprise
Two And Half Man – 20h30 – Reprise
Hostages – 22h25 – Reprise

+GLOBOSAT
Godforsaken – Assassinos Verdadeiros – 22 h (ep 1×03)
Murdoch Mysteries – 0h15 (exibição diária – 5a. Temporada)

SBT
Dupla do Barulho – 19h20
Pretty Little Liars – 2h45 (na madrugada de 2a. para 3a. feira)

MTV
Dawson’s Creek – 10 h (exibição de segunda a sexta)
The O.C. Um Estranho no Paraíso – 16 h (exibição de segunda a sexta)
The Vampire Diaries – 20h30 (exibição de segunda a sexta)

VIVA
A Próxima Vítima – 16h15 (de segunda a sexta)
Hilda Furacão – 23h15 (de segunda a sexta)
Agua Viva – 0 h (de segunda a sexta)

Encontro vocês amanhã !

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