Vingança de Emily chega ao fim e ‘Revenge’ se despede

Data/Hora 18/05/2015, 23:30. Autor
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Revenge girou em torno do projeto de vingança de Emily Thorne/Amanda Clarke (Emily VanCamp) contra as pessoas que destruíram sua família e causaram a morte de seu pai. A série foi escrita por Mike Kelley e estreou nos Estados Unidos pela emissora ABC em 21 de setembro de 2011. Para o bem e para o mal, a série se apropria de todos os elementos possíveis e imagináveis de um digno melodrama televisivo para misturar mistérios, traições, romance, suspense, reviravoltas e, claro, a vingança do título.

Nas primeiras temporadas, a cada novo capítulo, eramos apresentados, em meio a vários flashbacks, a novas informações sobre como a família Grayson destruiu a reputação de David Clarke e levou junto a inocência de Amanda Clarke, apenas uma criança na época da prisão do pai.

Revenge Final 4x23 David

Uma das sacadas da série é que ninguém é santo. Todos têm os seus defeitos e escondem cadáveres no armário. Ninguém é totalmente do bem ou do mal e todos carregam suas culpas e arrependimentos. Esse é o grande tempero de Revenge. Emily/Amanda não tem nada de angelical. Victoria Grayson (Madeleine Stowe) está longe de ser uma vilã sem alma. É essa balança que ora pende para um lado, ora para outro que deixa o espectador em cima do muro, sem saber para quem torcer nesse covil disfarçado de paraíso.

A quarta e última temporada estreou em setembro nos EUA e em outubro no Brasil, pelo canal Sony. Com grandes expectativas pelos fãs – já que a terceira temporada terminou com o reaparecimento do pai de Emily, David Clarke, que todos julgavam morto. O quarto ano teve um enredo difícil de costurar, o que acabou dispersando um pouco os fãs. Emily passa de vingadora a objeto de vingança de Victoria. Além do esforço para reconquistar o seu pai, que ainda acreditava que Amanda estava morta. Apesar dos bons momentos, a quarta temporada se mostrou enfadonha de modo geral, com personagens pouco carismáticos (o policial Ben Hunter) ou vilões sem motivação aparente (a francesa Margaux).

Revenge Final 4x23 Victoria

Um dos pontos altos da quarta temporada é a morte do herdeiro primogênito dos Grayson, Daniel (Josh Bowman). Daniel foi usado por Emily para se aproximar dos Grayson e dar início a sua vingança. Durante o episódio de sua morte, ele se questiona sobre o papel que deve exercer no mundo, principalmente ao descobrir que sua namorada, Margaux, está grávida. Daniel lembra de conversar com o seu pai Conrad, morto na terceira temporada, e decide não ser igual a ele. Indo ao encontro de Margaux, Daniel vê uma briga na mansão de Emily e vai ajudá-la. O jovem Grayson acaba baleado e morrendo nos braços de Emily. Fato que abala tanto Emily, como Victoria.

Intitulado Two Graves (Duas Covas, em tradução livre), o capítulo final terminou com duas mortes: David (James Tupper), que sucumbiu à sua doença e Victoria (Madeleine Stowe). No fim vemos Emily e Jack (Nick Wechsler) finalmente deixando o passado para trás. Ver os dois partindo em um barco – cena que, apesar de clichê, lembra o Jack da primeira temporada que queria percorrer o mundo de veleiro, ou quando ele casa com a falsa Amanda e o barco sofre um explosão no mar. Ao que tudo indica no fim, ele conseguiu seguir seu sonho de velejar sem explosões ou outros empecilhos.

Revenge Final 4x23 Jack

Em uma das cenas finais da série, Emily aponta sua arma para a inimiga, mas quem acaba apertando o gatilho é David. Entretanto, antes de morrer, Victoria consegue dar um tiro em Emily, que vai parar no hospital. Emily é salva por um transplante – e uma sequência em sonho sugere que ela possa ter recebido o coração de sua rival.

No final da saga, a protagonista se casa com Jack, e dá uma última missão para Nolan (Gabriel Mann): ajudar um cara a salvar sua mãe acusada injustamente de homicídio. Como em um final clichê, Emily fica com seu amor de infância e completa a sua vingança.

Revenge foi uma série de muitos méritos. A atuação de Madeleine Stowe no papel da socialite Victoria Grayson é um dos pontos altos deste seriado. Quem ainda não assistiu, vale a pena conferir a história de vingança de Emily/Amanda.

Mais um drama médico: confira o trailer de ‘Code Black’, nova série da CBS

Data/Hora 18/05/2015, 10:10. Autor
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Em meio as muitas séries anunciadas pelas emissoras para a fall season deste ano, a CBS divulgou um trailer estendido de seu novo drama médico, intitulado Code Black. Baseada em um documentário de mesmo nome e escrita por Michael Seitzman (Intelligence), a série promete mostrar o “pronto socorro mais movimentado e mais notório da nação”.

O nome do seriado (“Código Preto”, em tradução livre), refere-se a um nome de código utilizado na sala de emergência dos hospitais, quando o fluxo de pacientes é muito grande e a equipe de plantão fica muito sobrecarregada, colocando a vida de muitos pacientes em risco.

A série é ambientada no pronto-socorro do Los Angeles County Hospital, onde funcionários extraordinários batalham contra um sistema quebrado de saúde, na tentativa de proteger seus ideais e os pacientes que mais precisam deles. Confira o vídeo abaixo:

Apesar da trama ser interessante e do trailer ser bastante agitado, Code Black não parece ser muito original. Durante os 7 minutos acima me veio na mente a seguinte frase: “Eu acho que já ouvi essa história antes”. E, infelizmente, não estava enganado, pois não pude deixar de recordar de grandes sucessos da televisão americana – algum fã de ER e Grey’s Anatomy por aí? – que já exploraram de diversas formas os dramas de um hospital. Mas nem tudo está perdido, pois ao meu ver a história tem um grande potencial em crescer, basta apenas os roteiristas saberem trabalhar esse quesito de forma peculiar, como por exemplo, a falta de recursos na saúde e como isso afeta a vida da população.

O elenco principal conta com a presença de Marcia Gay Harden (The Newsroom), Bonnie Somerville (Golden Boy), Raza Jaffrey (Smash), Luis Guzman (Oz), Melanie Kannokada (NCIS: Los Angeles), Harry M. Ford (Spanish Rice), Ben Hollingsworth (Cult) e William Allen Young (Moesha).

Por fim, nos bastidores além de Seitzman, a produção executiva terá Ryan McGarry (que também idealizou o documentário), Marti Noxon (Glee), Linda Goldstein-Knowlton (Gotta Dance) e David Semel (House).

E você leitor? Será que vale a pena conferir a nova série médica é mais uma “modinha” produzida na televisão?

Code Black será exibida nas noites de quinta-feira pela CBS. A série estreia em meados de setembro.

Destaques na TV – segunda, 18/05

Data/Hora 18/05/2015, 01:10. Autor
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Comece a semana bem conferindo o que tem na programação da TV.

A TV Brasil apresenta a minissérie italiana Rossella. Produzida entre 2011 e 2013 pela TV italiana RAI, a série de vinte e quatro episódios acompanha a trajetória de uma jovem (Gabriella Pession de Crossing Lines) em busca da emancipação social e cultural das mulheres na transição do século XIX para o século XX. Inédita na televisão brasileira, a trama se passa na cidade de Gênova no final do século XIX, um período de grandes mudanças sociais. Em duas temporadas consecutivas, a TV Brasil exibe a produção que faz uma reconstituição histórica a partir dos cenários, figurinos, personagens e questões sociais da época.

No episódio final da oitava temporada de The Big Bang Theory, Sheldon (Jim Parsons) pressiona Leonard (Johnny Galecki) e Penny (Kaley Cuoco-Sweeting) a escolherem uma data para o casamento, enquanto lida com mudanças dramáticas em sua relação com Amy (Mayim Bialik).

Gotham chega também ao final da temporada. A guerra entre gangues de Gotham City chega ao clímax quando Fish Mooney (Jada Pinkett Smith) encara Maroni (David Zayas) e Pinguim (Robin Lord Taylor), numa tentativa de retomar o controle da cidade.

Outra série que se despede é Mad Men. com as historias de Don Draper (Jon Hamm), sua familia e companheiros de trabalho na Sterling Cooper & Partners concluídas. Confira a nossa homenagem à série.

Confira as demais destaques dos canais de TV para esta noite.

GNT
The Ellen Degeneres Show – 14h
The Tonight Show com Jimmy Fallon – 1h

+GLOBOSAT
Gran Hotel / Grande Hotel – 21h30 (ep 3×14)

MTV
Gilmore Girls – 11h
Faking It – 20h30 (ep 2×08)
The Vampire Diaries – 21h (ep 6×18)
The Originals – 22h (ep 2×18)

UNIVERSAL
Grimm – 22h05 (ep 4×18) – Leia a review
Chicago Fire – 23h (ep 3×12) – Leia a review

FOX
Os Simpsons – 22h (ep 26×11)
Sleepy Hollow – 0h03 (ep 2×15)

WARNER
The Big Bang Theory – 20h (ep 8×24) – SEASON FINALE
Gotham – 22h30 (ep 1×22) – SEASON FINALE

SONY
Franklin & Bash – 9h / 13h – exibição diária
Cougar Town – 14h – exibição diária
How I Met Your Mother – 12h / 17h30 – exibição diária
Grey’s Anatomy – 21h30 (ep 11×20)
The Voice – 22h30

FX
Uma Família da Pesada – 0h44 (ep 14×07)
American Dad – 1h11 (ep 11×07)
Brickleberry – 1h36 (ep 3×07)

HBO
Mad Men – 21h (ep 7×14) – SERIES FINALE

MAX PRIME
Hell on Wheels – 21h (ep 4×08)

AMC
Halt and Catch Fire – 22h30 (ep 1×07)

GLOBO
Graceland – Segredos do Paraíso – 1h40 – exibição diária

RECORD
Grimm – 23h30 / 0h15 – 2ª temporada

TV CULTURA
Doctor Who – 20h – exibição diária

TV BRASIL
Rossella – 23h – ESTREIA – exibição diária

Encontro vocês amanhã!

Mad Men, o ocaso de um fenômeno

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Nos idos de 2007, sempre que eu conversava com alguém e o assunto resvalava para cultura pop, eu perguntava ao meu interlocutor: “Você sabe qual é o evento audiovisual mais aguardado do ano?”. Os candidatos mais óbvios eram Homem-Aranha 3 (ei, ninguém tinha assistido o filme ainda!) ou Ratatouille (sim, acho o Brad Bird um gênio). Mas eu tinha uma resposta guardada na cartola:

“Os episódios finais de Família Soprano.”

The Sopranos, como vocês devem saber, deu início ao que convencionamos chamar de “a nova era de oura da televisão”. Foi quando a opinião pública de fato começou a ver as nossas amadas séries como expressões artísticas válidas. E cada review de The West Wing, ER ou Gilmore Girls (vocês lembram quando a Warner não era só reprises de Friends e The Big Bang Theory?) que o TeleSéries publicava tinha um objetivo secundário: mostrar que os seriados não estavam mais restritos a um gueto (e não se esquecem, eram tempos pré-banda larga, pré-Netflix e pré-TV por Assinatura por menos de três dígitos).

Era o fim de uma era. E todos se perguntaram quanto tempo demoraria para aparecer a sua sucessora criativa.

O que ninguém contava é que só levou 39 dias.

* * *

Mad Men teve uma origem interessante. Foi um projeto idealizado por Matthew Weiner em 1999, quando ele ainda era roteirista de sitcoms (!). Ao ler o roteiro do piloto, David Chase ficou convencido que ele merecia fazer parte do restrito staff de roteiristas das temporadas finais de Sopranos (os últimos oito episódios da série tem apenas dois roteiristas creditados fora Chase – um deles é Weiner). Clique aqui para continuar a leitura »

Grimm – Headache

Data/Hora 17/05/2015, 18:44. Autor
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Série: Grimm
Episódio:
Número do Episódio: 4×21
Exibição nos EUA: 08/05/2015
Nota do Episódio: 10

“Mais forte que o amor de apaixonados, é o ódio de apaixonados. Incuráveis são as marcas que deixam.”

Grimm já está rumando para a sua quinta temporada, o que pode surpreender quem não acompanha a série. Apesar de não causar muito alvoroço, o seriado mantém uma regularidade impressionante e, melhor que isso, é capaz de se reinventar seguidamente. Além da aparição de novas raças de wesens e outras criaturas sobrenaturais, novas organizações e questionamentos que envolvem comportamento, preconceitos, racismo e crenças são abordados inteligentemente.

Grimm 4x21 Team Nick 02

Em Headache, a série se reinventa novamente. A mocinha Juliette entra de vez para o lado negro da força ao assumir seus poderes de Hexenbiest e quase fazer Nick matar Monroe. Ela perde todos os seus antigos amigos e se une à Família Real. O mais grave de tudo? Juliette é inteiramente responsável pela morte e decapitação da mãe de Nick, Kelly Burkhardt e também pelo novo sequestro de Diana, dessa vez por Kenneth. Existe alguma possibilidade dela ser perdoada por Nick? Não vejo como e ela também não parece em busca de perdão.

Além da reviravolta envolvendo Juliette, o episódio traz uma situação interessantíssima. Sean Renard, ao ser revivido pelos poderes da mãe Hexenbiest, acabou abrindo um portal no Inferno e quando voltou trouxe junto com ele – nada mais, nada menos – que Jack, o Estripador. Além de todos os problemas de Nick com Juliette, ele ainda precisou unir forças com Monroe, Rosalee, Hank, Wu, e, quem diria, a nova mocinha da história… Adalind.

Grimm 4x21 Team Nick

Como se ainda assim o episódio não pudesse melhorar, temos o retorno de Trubel, uma personagem fantástica que foi inserida na série na temporada passada. Esse é outro fator louvável de Grimm, a criação e desenvolvimento dos personagens. O carinho que Nick tem por Trubel é lindo demais e o retorno dela nesse momento tão difícil é muito significativo.

Grimm eleva o nível da séria ainda no episódio anterior a sua Season Finale, isso porque o seriado costuma usar muito bem o cliffhanger em seus finais de temporada. Então, em Cry Havoc podemos esperar algo que deve ser deixado para ser resolvido somente na quinta temporada. Esse artifício muitas vezes é angustiante para os espectadores, mas a série consegue usar muito bem desse elemento, mesclando a entrega de muitas revelações, com uma situação que será apresentada, mas apenas resolvida na próxima temporada.

Entre campanhas e brigas de bastidores, um balanço da temporada de ‘The Good Wife’

Data/Hora 17/05/2015, 12:50. Autor
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Reza a lenda que “a mágica acontece quando você sai da sua zona de conforto”. Robert e Michelle King parecem ter levado este ditado às últimas consequências na já épica quinta temporada de The Good Wife. Mas, após uma temporada perfeita, a pergunta que não queria calar era: como seguir adiante? É possível que a série apresente uma temporada tão ou mais espetacular do que a sua antecessora? As expectativas eram altas, e a missão, difícil e desafiadora. Mas, ao fim destes 22 episódios – que, aliás, passaram com uma velocidade assustadora –, podemos respirar aliviados.

Em que pese o descontentamento de grande parte do fandom da série com o arco político e a candidatura de Alicia à promotoria, devo confessar que não faço parte deste grupo. Na minha opinião, The Good Wife nos presenteou com mais uma temporada primorosa, provando de uma vez por todas que a ousadia e a coragem de seus roteiros vieram para ficar. Será?

Se, por um lado, a quinta temporada usou a morte de Will para jogar tudo o que nos era familiar para o alto e, assim, reinventar-se de maneira brilhante, por outro, a ousadia a que me refiro aqui na sexta temporada diz respeito à evolução de Alicia, que por deliciosos episódios durante sua campanha política, teve sua imagem de “boa esposa” cuidadosamente desconstruída. Cansada de ser coadjuvante na ascensão política de Peter, Alicia, ainda que inicialmente hesitante, agarrou com unhas e dentes a oportunidade de ocupar o cargo que um dia foi de seu marido.

Ela, então, foi à luta. E imersa nela, acabou inadvertidamente vendendo sua alma para um diabo. Ou vários. A despeito de seus valores, princípios e boas intenções, “Santa Alicia” aprendeu com quantos aliados se vence uma eleição, ainda que entre eles estejam um porco homofóbico (porém milionário), Lemond Bishop, Colin Sweeney, entre outras figuras de caráter duvidoso. Navegando em águas turbulentas e até então desconhecidas, Alicia fez o que pode, como pode, fazendo concessões morais e conexões suspeitas a torto e a direito. Sua vitória foi esperada, festejada e… efêmera. Em (mais) uma reviravolta digna de House of Cards, Alicia se viu mais uma vez como o dano colateral da falta de escrúpulos alheia. Cortesia do Partido Democrata, que “jamais esquecerá seu sacrifício”.

Acuada por seu próprio escândalo político, e acusada de cometer o mesmo crime de seu marido.

Esta manobra do roteiro foi tão maravilhosa quanto cruel, e ainda serviu para nos mostrar uma nova faceta do relacionamento de Alicia e Peter: quando tudo estava perdido, a cumplicidade entre “marido e mulher” salvou o dia. O abraço e o choro compulsivo e frustrado de Alicia ao final de Winning Ugly foi uma das minhas cenas favoritas de toda a temporada.

PeteAlicia

Mas, até chegarmos a este ponto decisivo da tortuosa jornada da boa esposa, passamos por alguns episódios memoráveis. The Good Wife e sua maravilhosa mania de trazer ao roteiro escândalos e controvérsias da vida real que pululam em manchetes de jornais mundo afora. Em The Debate (6×12), Chicago se transformou na pequena Ferguson, Missouri, e a história de Michael Brown – ou, neste caso, Colin Willis – estava novamente diante de nossos olhos. Em Undisclosed Recipients (6×17), o vazamento dos e-mails do escritório nos remeteu imediatamente ao escândalo da Sony Pictures – e rendeu momentos suculentos e diálogos épicos. Já em Loser’s Edit (6×18), o roteiro novamente buscou inspiração na realidade, e foi a vez de vermos Diane Lockhart – Christine Baranski maravilhosa! – brilhar em um caso que expôs a homofobia, a intolerância e a imensa hipocrisia do Partido Republicano de R.D. Os legisladores do estado da Indiana poderiam aprender uma lição ou duas com Diane sobre liberdade religiosa e intolerância, não é mesmo? Aliás, as interações entre R.D. e Diane são sempre deliciosas, seja numa discussão passional sobre o porte de armas no meio de muita neve durante um dia casual de caça, seja num julgamento hipotético sobre o preconceito e a intolerância.

Mas o título de episódio favorito desta temporada (e um dos favoritos de toda a série) vai mesmo para Mind’s Eye (6×14). Nele, os roteiristas nos presentearam com um passeio delicioso pela mente de Alicia. Viajamos para dentro da cabeça da nossa protagonista e passamos o dia ali, vendo seus pensamentos tomarem forma e ouvindo tudo aquilo que ela não disse. Will, Peter, Jon, Finn, Grace, Zach e até mesmo Kalinda – quem diria! – passaram diante de nossos olhos enquanto Alicia refletia, ansiosa, sobre seu próprio sentimento de culpa. Apesar de seus conflitos internos, ela formou alianças muito perigosas, e sabia disso. O preço foi alto.

Depois da renúncia, fiquei receosa sobre os rumos que a série tomaria. Alicia poderia voltar para a Florrick, Agos & Lockhart? Certamente. Mas essa seria a decisão mais acertada criativamente? Não. E por um motivo bem simples: ao longo desta sexta temporada, vimos o escritório que Alicia e Cary lutaram tanto para estabelecer virar uma espécie de filial da falecida Lockhart & Gardner. David Lee está aí e não me deixa mentir. O mal-entendido criado pela possível volta de Alicia foi apenas mais um dos sintomas daquele clima de desconfiança já tão corriqueiro desde a virada de mesa da temporada passada. Mas um retorno agora seria o mesmo que voltar à estaca zero, jogar no lixo toda a ousadia que tanto amamos acompanhar. No fim das contas, é um antigo cliente que traz à tona o idealismo há muito deixado para trás pela nossa protagonista, mostrando a ela um possível caminho – um meio-termo, talvez.

Canning

E enquanto Finn recuou (e parece ter dado um adeus definitivo à série), Canning – of all people! –, perguntou: “Wanna partner?”, em um cliffhanger que foi tão inesperado e chocante quanto… Déjà vu? Impossível não lembrar da season finale da quarta temporada, quando era Cary quem estava do outro lado da porta, na mesmíssima situação. Sim, o arco se repete e, de uma forma ou de outra, Alicia terá de recomeçar pela terceira vez, agora com um desafeto. Será? Ou Canning só está fazendo isso para dar uma chance à sua esposa recém-demitida da Agos & Lockhart (Lockhart & Agos? Já não parece certo colocar o Florrick ali na frente…)?

Enquanto isso, a outra grande expectativa desta temporada – the elephant in the room – dizia respeito à despedida de Archie Panjabi, que vinha sendo cuidadosamente arquitetada pelo roteiro desde o início da temporada.

No fim das contas, vimos ambos os arcos de Kalinda se entrelaçarem para selar o destino desta personagem que um dia foi a mais subversiva e intrigante da série, mas que há tempos andava apagada e irreconhecível. Matamos a charada meses antes da finale, já que era bastante óbvio que ela não sairia impune de seu envolvimento com Lemond Bishop e da falsificação daquela evidência crucial para a exoneração de Cary. Entregar o traficante mais poderoso de Chicago numa bandeja para evitar que Diane e o próprio Cary sofressem as consequências era, àquela altura, a única saída. Sua despedida foi triste, amarga e definitiva, porém necessária.

Kalicia

Diante da promessa de uma cena derradeira entre Kalinda e Alicia, foi sofrível ver esta finale tão aguardada ser absurdamente ofuscada pelos bastidores da série. A mim, pouco importa o motivo da briga/picuinha/estranhamento/insira-aqui-o-substantivo-de-sua-preferência que supostamente aconteceu entre Julianna Margulies e Archie Panjabi. Mas, enquanto fã e espectadora da série, fiquei decepcionada ao perceber que os rumores eram reais: Julianna e Archie, de fato, não contracenaram no adeus entre Alicia e Kalinda. Foi uma despedida simples, bonita e despida de qualquer pieguice ou sentimentalismo numa mesa de bar, que encerrou uma era na narrativa de The Good Wife. A cena certamente cumpriu o seu papel, mas…. Nós merecíamos mais…

De qualquer forma, adeus Kalinda.

Mas agora… O que esperar da série em seu sétimo ano?

Peter candidato à Presidência da República, com o propósito de se tornar… vice. What? Não espero que o Senhor Governador se curve à desaprovação de Alicia, até porque, campanhas políticas são sempre muito bem-vindas em The Good Wife, senão por outro motivo, pelo menos para manter sempre relevante aquela criatura fascinante que atende pelo nome de Eli Gold. É justamente aí que o personagem de Alan Cumming brilha mais, e eu espero muitos momentos crocantes e deliciosos do personagem na próxima temporada. O que isso significará para a carreira de Peter? Só o tempo dirá. Mas…. Alguém realmente se importa com sua ascensão política? (e já que estamos falando de Eli, alguém pelamordeDeus traz a Marissa de volta? Por favorzinho?)

Outro ponto importante: a ausência de Kalinda será sentida, é claro, mas queria muito saber: por onde diabos anda Robyn? Li por aí que a atriz Jess Weixler anda fazendo testes e mais testes para novos pilotos da próxima fall season, mas não gostaria que Robyn simplesmente desaparecesse, ainda mais agora que ela poderia tornar o vazio deixado por Kalinda um pouco menos dolorido.

Também acho que não seria pedir muito um pouquinho de consistência quando o assunto são os interesses amorosos de Alicia. Seja com Will, Jon ou Finn, Alicia parece estar sempre gravitando perigosamente em torno de algum colega de trabalho. E com a exceção do nosso saudoso Mr. Gardner, nenhum deles pareceu ter merecido qualquer desenvolvimento… Jon e Finn apareceram como promessas para acalentar o coração solitário de Alicia, mas foram, na melhor das hipóteses… insossos. Além do mais, não vejo com maus olhos vê-la sozinha. Por que não?

Quanto ao recomeço de Alicia… não sei bem o que esperar. Uma parceria inusitada com Canning a esta altura do campeonato parece loucura, mas se aprendemos algo nestas duas temporadas é que, em The Good Wife, não existe zona de conforto capaz de estagnar estes personagens. Ainda que o roteiro tenha freado meio que bruscamente nesta reta final, diante da enorme capacidade do roteiro de contornar todos os percalços que lhe atiraram pelo caminho até aqui (e não foram poucos!), só nos resta confiar (quase) cegamente no futuro planejado por Robert e Michelle King.

Desta vez, a pergunta que não quer calar é: será a sétima temporada a última da série?

Até setembro!

Dos quadrinhos de Neil Gaiman para a TV: conheça o sedutor ‘Lucifer’, da Fox

Data/Hora 17/05/2015, 10:22. Autor
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O que você faria se o diabo deixasse o inferno para se juntar a nós?

Não posso negar que sempre senti muito interesse em conhecer histórias de terror e suspense em que o mal parece vencer o bem e em que o vilão pode passar por cima do herói. Por isso sempre assisti séries como Hannibal, Constantine e outras, para me envolver um pouco mais nessa ideia de que nem sempre o mocinho precisa se dar bem.

A partir dessas ideias eu encontrei Lucifer, em uma notícia recente de que a Fox adaptaria a história em quadrinhos para a televisão. Será que daria certo? Será que eu encontraria novamente um pouco desse tom mais sombrio? Bom, a Fox deu esta semana o sinal verde para a série e divulgou os primeiros trailers. E agora já podemos tirar nossas próprias conclusões:

Au contraire, mon frere. Lucifer mostra-se muito mais sensual e irônica do que macabra. Na história, Lucifer Morningstar (Tom Ellis) é um anjo caído que está entediado e infeliz com o seu trabalho no inferno e que decide trocar sua vidinha infernal pela cidade de Los Angeles. Depois de ter sido suspeito numa investigação, Lucifer passa a ajudar a polícia a encontrar e punir criminosos – com o seu poder de fazer as pessoas dizerem os seus mais sórdidos segredos.

Morningstar apareceu pela primeira vez nas cultuadas histórias em quadrinhos de Sandman, de Neil Gaiman, e só ganhou sua própria HQ em 2000. As 75 edições da Vertigo, selo adulto da DC Comics, foram publicadas até 2006.

Num tom sexy – e até mesmo um pouco arrogante, como numa mistura de Joe Carroll e Ryan Hardy, de The Following – Tom Ellis dá vida ao personagem principal da série. Lauren German é a detetive do Departamento de Homicídios que acompanha Lucifer na empreitada de enfrentar os criminosos em Los Angeles. Lesley-Ann Brandt é Maze, um demônio em forma de mulher que, além de tudo, é a melhor amiga e confidente do protagonista da história. Já DB Woodside é o anjo Amenadiel, um emissário de Deus que foi enviado até L.A. para convencer Lucifer para que ele volte ao seu lugar de origem.

Tom Kapinos (Californication) foi responsável pelo roteiro e pela produção executiva. Jerry Bruckheimer (CSI) e Jonathan Littman (CSI) também foram produtores executivos ao lado de KristAnne Reed (Hostages). Len Wiseman (Sleepy Hollow) foi o diretor do piloto.

Junto com o trailer, a Fox liberou o documentário abaixo, com mais informações sobre a premissa da série. Confira:

E aí? O que você faria se ele se juntasse a nós? Você também deixaria que ele te seduzisse?

Com informações do TeleSéries e do YouTube.

O que esperar de ‘The Family’, um promissor novo drama serial da ABC

Data/Hora 16/05/2015, 18:09. Autor
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Ao lado de outros 5 novos dramas, The Family estreia na ABC americana na próxima fall season. Destes 6, quatro centram suas tramas em suspense e investigação, mas The Family parece, para mim, ter um diferencial.

Quando Adam – um garoto dado como desaparecido – reaparece mais de 10 anos depois de ser considerado morto, a vida de sua família e da comunidade viram de pernas pro ar. E é aí que surge o diferencial da produção da ABC Studios: as escolhas da família pós “morte” do garoto parecem ter sido pautadas pelo acontecimento. Não farei ainda juízo de valor sobre estas escolhas, se foram boas ou ruins, mas acredito que é um ponto interessante a ser abordado pela série, já que as carreiras dos envolvidos foram impulsionadas a partir disso.

Confira abaixo o trailer de The Family:

A série é escrita e tem produção executiva de Jenna Bans, que já escreveu episódios de Scandal e Grey’s Anatomy. No elenco estão Joan Allen (que já foi três vezes indicada ao Oscar e esteve em The Killing), Rupert Graves (Sherlock), Alison Pill (The Newsroom), Zach Gilford (Friday Night Lights) e Floriana Lima (Allegiance).

Uma trama cheia de culpa, traições, segredos e mentiras promete trazer além do suspense, um mergulho intenso na personalidade dos personagens, com suas diversas nuances. Minha cabeça já está cheia de perguntas e a série ainda nem começou: o garoto que apareceu é mesmo Adam? Se não é, quem está por trás disso e por quê? Se é, o que aconteceu na ocasião? Quem está envolvido?

Vale acompanhar a investigação e descobrir o que realmente aconteceu, pois a sensação que tenho é que há muito mais por trás disso do que a gente possa imaginar em um primeiro momento. E vocês, também estão ansiosos pela produção? O que esperam de The Family?

O fim se aproxima para ‘CSI’, a série que fez história na TV

Data/Hora 16/05/2015, 11:07. Autor
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O canal americano CBS divulgou na última quarta-feira o cancelamento da série CSI: Crime Scene Investigation, após 15 anos de exibição. Quando estreou, em 2000, a série chamou a atenção não só pelos ótimos casos, mas também por mostrar de forma diferenciada e mais científica as técnicas de investigações. Tudo tendo como pano de fundo, cassinos e desertos de Las Vegas.

O programa atingiu um sucesso tão grande que a Cidade do Pecado já não bastava para os cenários dos crimes e CSI logo ganhou dois spin-offs, CSI: Miami e CSI: New York.

O fim de CSI não chega a ser uma completa surpresa, pois o elenco teve várias perdas importantes nos últimos anos. Os principais atores, que estavam desde os primeiros anos, foram abandonando o show, o que não deixou de causar uma certa perda de identidade para CSI. A saída de grandes personagens talvez tenha sido um dos principais motivos para a queda de audiência, que chegou a sofrer um déficit de 40% entre os anos de 2010 e 2015.

Mas CSI foi ícone de uma era e marcou a história das séries de TV, estando entre as 10 séries mais vistas dos EUA por 12 anos. E como tal, irá ganhar um final em formato de telefilme, um episódio com 2 horas de duração e que contará com os retornos de William Petersen e Marg Helgenberger, os principais criminalistas que passaram pela série. O episódio final vai ao ar dia 27 de setembro de 2015 e segundo informações do The Hollywood Reporter, ainda pode ser precedido por uma minitemporada.

Catherine Willowns e Gil Grissom: personagens voltam para a despedida de CSI.

Catherine Willowns e Gil Grissom: personagens voltam para a despedida de CSI.

A 15ª temporada, que terminou em fevereiro, já havia sido menor, com apenas 18 episódios no lugar dos tradicionais 22, indicando que o programa já estava sem fôlego. Ainda tivemos bons episódios, mas não o suficiente para prender uma audiência regular e que mantivesse CSI no ar por mais alguns anos.

Mas, como grande fã da série, reconheço que CSI sai de cena no momento certo, antes do declínio total. Vai ser uma dor no coração se despedir de uma série tão significativa, mas é melhor encerrar uma década e meia de sucesso do que arriscar a renovação e manchar a história de CSI.

Vale lembrar que o seu mais novo spin-off, CSI: Cyber, focada em investigações cibernéticas, continuará a ser exibido, inclusive, pegando para si o personagem D.B. Russell, interpretado por Ted Danson, chefe dos peritos nos últimos anos.

Saiba mais sobre ‘Life in Pieces’, a nova comédia da CBS

Data/Hora 16/05/2015, 08:00. Autor
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Final de primeiro semestre e início de ano é sempre assim: as emissoras começam a soltar na rede seus novos projetos e nós, seriadores, ficamos loucos atrás de tudo quanto é trailer para sabermos quais acrescentaremos na nossa lista. Para não ficar atrás, a CBS já anunciou as suas estreantes, e figura, dentre elas, Life in Pieces, a nova série de comédia do canal.

Todos nós sabemos que a emissora encontra, desde o fim de How I Met Your Mother, dificuldades para encontrar uma nova comédia para completar sua grade, tendo como último projeto nesta linha – finalizado ainda na primeira temporada – Friends With Better Lives. Então, nesse cenário, Life in Pieces é mais uma aposta, para espantar de vez essa “zica”, dos produtores Justin Adler e Aaron Kaplan.

A ideia, como vocês viram acima, é bem interessante. As sinopses encontradas ainda são muito superficiais, mas, pelo que se sabe, a história vai falar de uma família bem grande, mas dividindo, em pequenas histórias, os acontecimentos envolvendo seus membros. O show terá atores bem conhecidos no elenco, como Zoe Lister-Jones (Friends With Better Lives), interpretando Jen, que acaba de virar mãe, e James Brolin (Castle, Catch Me If You Can), interpretando John Short, patriarca da grande família, além de Thomas Sadoski, Angelique Cabral, Colin Hanks, Betsy Brandt, Dan Bakkedahl e Dianne Wiest.

Estou mega ansiosa para a estreia e embora eu não seja referência para dizer se uma série de comédia vai vingar (eu realmente achava Friends With Better Lives maravilhosa). Mas acho que, pelo trailer, Life in Pieces pode, finalmente, tapar o buraco deixado pelo fim de How I Met Your Mother. E você, o que acha?

Com informações do Deadline.

Destaques na TV – sábado, 16/05 e domingo, 17/05

Data/Hora 16/05/2015, 00:20. Autor
Categorias TV Brasil

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Confiram o que tem na programação da TV neste final de semana.

Série de sucesso na TV canadense, Mistérios do Detetive Murdoch retorna à programação do canal +Globosat. A sétima temporada da trama mostra o detetive William Murdoch (Yannick Bisson) desvendando mistérios, com a ajuda da astuta Dra. Julia Ogden (Helene Joy) e de Constable George Crabtree (Jonny Harris).  A série de suspense canadense se passa durante a década de 1890 e tem como cenário a cidade de Toronto. O personagem central, o detetive William Murdoch, consegue desvendar diversos assassinatos utilizando técnicas forenses consideradas inovadoras na época, como, por exemplo, aparelhos detectores de mentiras e análise de impressões digitais. No primeiro episódio, Murdoch está numa viagem inaugural de um navio quando, inesperadamente, é descoberto o sumiço de Amy, filha do dono da embarcação. Ao mesmo tempo, um corpo é encontrado na embarcação. O detetive e seus comparsas têm a árdua tarefa de solucionar os crimes que ocorrem nesta viagem.

Agora confira os demais destaques na TV.

Destaques de sábado, 16/05

+GLOBOSAT
Murdoch Mysteries – Mistérios do Detetive Murdoch – 23h30 – ESTREIA 7ª temporada

SONY
The Fosters – 12h (ep 1×19)
The Adventures of Merlin – 13h
Saturday Night Live – 18h30

Destaques de domingo, 17/05

BBC HD
Doctor Who – 21h – 8ª temporada
Luther – 22h (ep 2×03)
The Graham Norton Show – 23h – 16ª temporada

SONY
Baby Daddy – 8h30 / 12h
Melissa & Joey – 9h / 9h30
Marvel’s Agents of S.H.I.E.L.D. – 20h30 – (ep 2×19) – Leia a review
Once Upon a Time – 21h30 (ep 4×19) – Leia a review
The Voice – 22h30

FX
Sons of Anarchy – 0h (ep 6×04)

HBO
Game of Thrones – 22h (ep 5×06)

HBO PLUS
Silicon Valey – 23h04 (ep 2×06)
Veep – 23h35 (ep 4×06)

SBT
Supernatural – 1h – 9ª temporada
Rizzoli & Isles – 2h
Major Crimes – 3h

Bom final de semana!

‘Forever’, infelizmente, não durou para sempre

Data/Hora 15/05/2015, 17:43. Autor
Categorias Reviews

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E enquanto o Paulo lamenta a partida de três séries, neste ano os canais de TV americanas partiram meu coração com apenas um cancelamento: Forever.

Por mais esperado que ele fosse, e Forever nunca embalou na audiência para dar algum sossego a quem se apegava a seus personagens e suas histórias, a confirmação do cancelamento não foi mais fácil ou mais digerível.

A cada texto meu sobre a série em meu blog se repetiam os comentários dos fãs: “será que ela vai se salvar?”, “tem tanta coisa pior no ar”, “eles renovam séries com audiência tão pequena quanto!”. Clique aqui para continuar a leitura »

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