Clássico moderno, série ‘The Sopranos’ completa 15 anos

Data/Hora 10/01/2014, 19:10. Autor
Categorias Memória

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Família. Como definir família? Muito mais do que um grupo de pessoas unidas por laços sanguíneos. Infinitamente mais. Família é porto seguro, aconchego, pra onde voltar. São histórias, legado. Está nos abraços gratuitos, no afago sincero, no compartilhar sorrisos e lágrimas, chegadas e partidas. Nosso berço, contexto e espelho. Porque não o melhor de nós?

É claro que família também tem seu peso. Supõe um compromisso, senso de responsabilidade e lealdade. Há hierarquia, cobranças, segredos e conflitos. Tem as ovelhas negras e os conselhos das vozes da experiência. Alguns momentos para serem esquecidos outros para serem guardados como aprendizagem. Se conviver em família não é fácil, imagina se ela pertencer à máfia? Quinze anos atrás, a série The Sopranos veio mostrar como seria. Relembremos!

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Era uma vez…

Anthony Soprano (James Gandolfini), mais conhecido como Tony, poderia ser só mais um homem comum. Poderia, se ele não fosse o mais recente chefe da família DiMeo, a máfia de New Jersey. O “cargo”, um legado de família, por si só já tem suas tensões e pressões, por vezes, elevadas ao extremo. Seria o suficiente para deixar um homem à beira de um ataque de nervos?

Ainda há outras preocupações na vida desse homem. Tony é casado com Carmela Soprano (Edie Falco), com quem tem dois filhos adolescentes, Meadow (Jamie-Lynn Sigler) e Anthony Junior, conhecido como A.J. (Robert Iler). Acontece que seu casamento não está em sua melhor fase e a constante infidelidade de Tony não ajuda muito. Já Carmela tem que lidar com a busca por independência de Meadow e a irresponsabilidade de A.J. que mais parece uma cópia covarde de Tony.

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A egoísta e ranzinza Livia (Nancy Marchand), mãe de Tony também não facilita as coisas para o filho e, ao contrário, o odeia por ele a ter internado em um asilo.

Pois é, não foi por qualquer coisa que Tony surtou e passou a ter ataques de pânico que o levaram a fazer terapia com a doutora Jennifer Melfi (Lorraine Bracco), relevando seus medos, conflitos pessoais e alguns segredos relacionados ao seu trabalho com o “lixo”. Mas num mundo como o de Tony ir ao psicólogo pode ser fatal.

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Nos negócios, Tony tem seu “círculo interno”. Ele conta com a ajuda e lealdade do intempestivo Christopher Moltisanti (Michael Imperioli), que trata quase como um filho. Já os conselheiros de Tony são Silvio Dante (Steven Van Zandt) e Paulie ‘Walnuts’ Gualtieri (Tony Sirico).

Mas como nem só de lealdade vive um homem… As conspirações e traições não tardam a aparecer. A primeira disputa pelo poder, Tony tem que travar com o próprio tio, Junior (Dominic Chianese). A ressentida Livia conta para Junior das visitas regulares de Tony à terapeuta. Informação essa que Junior tenta usar para eliminar Tony, mas por fim, Tony acaba assumindo de vez a liderança da máfia.

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Outras famílias também estão sempre prontas a disputarem o poder, e aí, surgem nomes como Richie Aprile (David Proval), Ralph Cifaretto (Joe Pantoliano) e Johnny “Sack” Sacramoni (Vicent Curatola) entre outros. Eles causaram tensões que, por vezes, culminam em situações fatais, enquanto Tony se mantem como chefe.

Os problemas pessoais também não dão trégua. Há os dramas da irmã de Tony, Janice (Aida Turturro) que se casa com o calmo Bobby “Bacala” Baccalieri (Steve Schirripa); têm os problemas de Christopher com as drogas, e as situações complexas que “Tony B” (Steve Buscemi), primo de Tony causa.

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Como lidar com a descoberta de um membro homossexual na máfia? E de espiões do FBI como Adriana La Cerva (Drea de Matteo) e “Big Pussy” (Vincent Pastore)?

Carmela e Tony se divorciam e depois se reconciliam. Tony fica em coma, entre a vida e a morte e depois retoma o poder.

Entre terapias e conflitos, entre crimes e paixões, traições e lições, entre a máfia e a família, o tempo passa. Chega a hora de mais um jantar da família Soprano…

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… e então…

Aposta da HBO, The Sopranos estreou em 10 de janeiro de 1999 e deu muito certo. Foram 6 temporadas até que o seriado se despediu em 10 de junho de 2007. The Sopranos foi o primeiro grande sucesso do canal de TV paga, consolidando um nicho de mercado para dramas adultos na TV.

Durante o tempo em ficou no ar, a série conquistou grande audiência, ganhou os principais prêmios (entre eles o Emmy e o Globo de Ouro de Melhor Série Drama) e se tornou uma das séries favoritas da crítica.

Em junho de 2013, o show de David Chase foi considerado pelo Writers Guild of America, o sindicato dos roteiristas norte-americanos, como a série mais bem escrita da história da televisão.

Para retratar o cotidiano e os bastidores da família de mafiosos, a série contou com o carisma do ator James Gandolfini, que ficou eternizado como Tony Soprano. Gandolfini morreu de ataque cardíaco, em junho de 2013, aos 51 anos de idade, enquanto passava as férias com o filho na Itália.

No Brasil, o seriado ficou conhecido como Família Soprano e foi exibido em TV aberta pelo SBT. Atualmente, faz parte da grade da Band, indo ao ar todo domingo, às 3h50 da madrugada.

A série inteira está disponível em DVD no Brasil, pela Warner. A coleção completa reúne os 86 episódios produzidos em 28 DVDs.

Hoje, completando 15 anos de sua estreia, The Sopranos se tornou um clássico. E não à toa. Reciclando um tema que parecia esgotado pelo cinema, o seriado trouxe peculiaridades que vão além da temática da máfia ou da violência, de traições, vingança e medidas extremas. Abordando questões familiares e sessões de terapia, chega ao mais profundo do ser humano: nossos medos, cobranças, decepções e anseios.

The Sopranos comprova o que todos nós já sabemos, que podem trazer sobrenomes e costumes diferentes, ser grande ou pequena, formada por laços sanguíneos ou afetivos, não ser da máfia ou ser, mas a verdade é que família é algo muito poderoso, de valor inestimável e

…inigualável.

 

Primeiras Impressões – Chicago PD

Data/Hora 10/01/2014, 16:19. Autor
Categorias Notícias

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Chicago Fire tem pouco mais de um ano e já rendeu um filhote. Em Chicago PD, spin-off da série, Dick Wolf tenta repetir o sucesso da série dos bombeiros, agora com policiais. Em pouco tempo, a dinâmica de Chicago Fire conquistou o público ao mostrar os dramas e fantasmas pessoais frente aos casos de resgate e, também, a facilidade com que os plots se desenvolvem – apesar disso irritar muita gente, incluindo eu.

Chicago PD já vinha sendo esperada há alguns meses quando, pouco a pouco, alguns personagens da série tomaram forma e foram, na medida certa, aparecendo na série original. Essa tática dos produtores deu super certo e a série estreou com bons índices de audiência. E agradou grande parte do público.

Tendo antecipado a apresentação da maioria dos personagens, a função do primeiro episódio da série foi mostrar a rotina e o funcionamento do trabalho deles na Unidade de Inteligência, liderada por Voight, aquele que amamos odiar. A dubiedade de caráter ainda é um dos pontos mais fortes do personagem e esse jogo funciona muito bem desde suas aparições em Chicago Fire. Prova disso é que os roteiristas fazem questão de mostrá-lo ora bom, ora mau, e nos deixar nessa constante incerteza.

Antonio Dawson é outro personagem que já conhecemos bem. O irmão da paramédica do Batalhão 51 é mostrado em ação e se torna um dos pontos cruciais do episódio, visto que sua família é o centro do cliffhanger de Stepping Stone e o pontapé inicial pro episódio da próxima semana. O que mostra que, assim como a série original, a derivada também destacará o drama pessoal dos personagens, mesmo que a abordagem seja diferente.

Se por um lado, o que vemos em Chicago Fire são resgates precisos, situações agoniantes e com pouco sangue, por um outro, vimos em Chicago PD que sangue não faltará. Nem sangue e nem pudor – e muito menos ação. Os produtores não tiveram vergonha de mostrar situações de assassinato que deixariam aqueles de estômago fraco com uma repulsa por dias. As armas são usadas sem medo e a trilha sonora nas cenas de ação dá o complemento necessário para tornar a cena tensa na medida certa.

Mas um dos destaques mesmo foi, além da ação apresentada, a presença de Sophia Bush, interpretando Erin Lindsay. A personagem merece destaque porque sua intérprete foi um dos atrativos da nova série. Centenas de órfãos de sua personagem em One Tree Hill se sentaram em frente à TV para acompanhar a saga da policial badass do Distrito 21. Pouco sabemos sobre a personagem e, esse pouco, é relacionado à Voight. Lindsay tem uma eterna gratidão ao Sargento e, assim, é dado o pontapé inicial na trama entre os personagens. Além de sua relação com Voight, o episódio apresenta a relação da personagem com Jay – o policial bonitão que conhecemos em Chicago Fire – e, essa parte da trama, além de se tornar engraçada, promete um ar de romance entre os personagens.

Outro ponto que chamou a atenção no episódio foi a aparição – mesmo que rápida – de alguns personagens de Chicago Fire. Quem não adorou ver Dawson, Shay (que quase nem dava pra ver), Otis e Hermann fazendo uma pequena participação na estreia da nova série? Como já vinha sendo mostrado na série original, os crossovers prometer ser constantes. E, não sei até que ponto isso é um ponto positivo já que, dependendo da ocasião ess mescla de personagens pode deixar confuso que não assiste a série original.

Entre um detalhe e outro, o primeiro episódio não decepciona e cumpre seu papel de fazer com que as pessoas se interessem pelos personagens. Além disso, traz uma trama concisa, mas cheia de aspectos a serem explorados, abrindo um leque enorme de possibilidades que podem ser desenvolvidas e apresentadas ao longo dos próximos episódios. As cenas de ação prometem tirar o fôlego dos telespectadores e os personagens, bonzinhos ou não, cativam muito bem.

Person of Interest – Aletheia

Data/Hora 10/01/2014, 14:23. Autor
Categorias Reviews

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É impossível entender a importância de Aletheia sem que se perceba o fio condutor da série até o presente momento.

O argumento central de Person of Interest em suas duas primeiras temporadas centrava-se na existência de uma Inteligência Artificial complexa, capaz de identificar ameaças terroristas em solo nacional, portanto, sinais de perigo no âmbito de uma ação governamental; mas, essa IA, era igualmente capaz de identificar perigos presentes no cotidiano de pessoas comuns, que, forçosamente, eram consideradas irrelevantes pelo governo, diante da magnitude dos possíveis eventos de ordem nacional detectados pela sua primeira diretiva. O argumento central da série focava-se na ação do criador desta IA, Harold Finch, e a sua tentativa de, clandestinamente, interferir na vida dessas pessoas consideradas irrelevantes, que poderiam ser vítimas ou arquitetas de um possível crime.

Foi neste contexto que conhecemos Finch e Reese e, posteriormente, Carter e Fusco. E, embora a série, em suas duas primeiras temporadas, tenha sido permeada por situações pontuais como a luta contra a HR ou a existência de Elias e a guerra da máfia novaiorquina, entre outras, os roteiros não perdiam de vista o argumento central.

Mas Aletheia trouxe algo diferente, que só pode ser entendido na combinação com os episódios que marcaram a saída de Carter.

Se The Crossing e The Devil´s Share encerraram um ciclo que havia se iniciado na temporada passada, com a morte do detetive Cal Beecher e a cruzada de Carter para encontrar o líder da HR, se somados a Aletheia, podem, também, marcar o que pode ser uma divisão de águas no desenvolvimento argumentativo futuro da série. Talvez a saída de Carter e o aumento da participação de Root sejam os marcos simbólicos desta nova fase em que a Máquina deixa de ser um personagem coadjuvante para se tornar também um protagonista desta história. Porque a racionalidade de Carter está, na mesma proporção, para a irracionalidade de Root e nesse novo universo em que a série pode estar adentrando, onde a Máquina vê Finch, Reese, Shaw e Fusco como seus agentes, Carter fosse o elemento destoante.

Aletheia libertou Root e promoveu a humanização da Máquina.

Esta nova face da Inteligência Artificial criada por Finch, deu o tom do episódio. Primeiro a percebemos pelos olhos de Arthur Claypool, um ser senciente, já que capaz de despertar emoções essencialmente humanas. A fala de Arthur sobre fazer rir e chorar não foi gratuita, pois deu à IA um status de equivalência. Afinal, segundo Claypool, o que é mais humano que isso?

Mas esse humano no qual ela se transformou tem suas particularidades. A sequência na qual ela fala com Controle através de Root, traduz, de forma mais acabada, aquilo no que ela se transformou: a manifestação da verdade única à qual todos devem se submeter, pois somente desta forma ela pode executar a nova diretiva que formulou para si: proteger-nos de nós mesmos. È isso, em essência, o discurso da IA: “Eu não sou mais de ninguém; você, no entanto, é minha. Eu te protejo. Eu vigio. Não questione meu julgamento. Não vá atrás de mim ou de meus agentes. Quero salvar você(s)”

O que ela será, de fato, irá definir sua relação com Finch, Reese, Shaw e Fusco. Bondosa? Sim, se a virmos pelos olhos de Arthur e Root. Afinal ela não deu a Arthur um momento único no final? È preciso sensibilidade para isso. Tirana? Talvez (e esse talvez vem revestido de uma enorme possibilidade), se olharmos seu discurso diante de Controle e o quanto ela pode tornar-se descontrolada emocionalmente. Um paradoxo, tratando-se de uma Máquina?!

Se somente isso não bastasse ainda há o Samaritano que pode se transformar em um inimigo com as mesmas proporções destrutivas da Máquina de Finch.

Certamente Finch irá receber outros nomes de pessoas com as quais a equipe terá que lidar, mas acredito que a história caminha, a partir de agora, para um patamar mais complexo. E para isso, espero que a criatividade de Jonathan Nolan, continue a dar o ar da graça.

Enfim, certo mesmo, é que Reese não poderá permanecer distante por muito tempo. Se ele não voltar, a Máquina o trará de volta. E que Root é essencial à trama já que tornou-se parte da Máquina criada por Finch.

Essa complexidade é, no mínimo, um dos fatores que fazem de Person of Interest é uma das melhores séries exibidas atualmente. Vida longa a ela!

Revolution – The Three Amigos

Data/Hora 10/01/2014, 12:00. Autor
Categorias Reviews

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Um mês e meio depois, Revolution está de volta. Não sei se merece comemorações, apesar de The Three Amigos não ter sido dos piores episódios. Ficou naquele limbo da nota entre três e três e meio, se é que vocês me entendem.

Novamente, temos um episódio morno. E eu não sei se agradeço pelos roteiristas terem pulado a lenga-lenga que seria a busca do Bass pelo filho ou se fico irritada pelo fato de eles já terem escancarado a boca. Mesmo tendo sido curta, a caça ao Bass Jr. teve seus pontos interessantes, assim como outras partes da brincadeira do 2×10, e foram esses pontos que garantiram o tão costumeiro limbo ao episódio.

Como já disse, Bass, acompanhado de Miles e Rachel – a contragosto -, foram procurar o filho de Bass com Emma (a ex do Miles). Apenas Miles sabe a localização do menino – que, na verdade, já é um “hominho” -, e leva Monroe até lá. Lá onde? No MÉXICO! Tã dã! E essa foi a primeira vez em que a existência de outro país foi revelada em Revolution. Mais interessante que isso, é o fato de que agora, o movimento migratório é o inverso: os mexicanos controlam a fronteira para que norte-americanos ilegais não passem para o território deles. Foi uma sacada linda, fiquei orgulhosa de quem surgiu com essa. De qualquer jeito, não é difícil atravessar: Rachel clama precisar de emprego colhendo tomates, sobe numa carroça com Miles e Bass e, como de costume, Bass toma a carroça nocauteando o “motorista”. Outra referência à inversão de papeis entre México e Estados Unidos é a fala de Bass quando manda os outros empregados descerem da carroça: “Go live your mexican dream!”. Foi a melhor sacada do episódio, essa inversão.

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Até o trio encontrar Connor, não acontece muito. A busca é limitada a perguntar nos bares, sem sucesso, até que o grupo é abordado por um tipo de gangue local. A abordagem é liderada justamente por quem? Rá! Connor Monroe! Não sei se rolou assim pra todo mundo, mas pra mim foi meio óbvio, desde a hora que os três foram abordados, que o provocador era o Connor. Escolheram um ator BASTANTE parecido com o David Lyons (que interpreta o Bass). Mas confesso que não curti a filosofia determinista colocada nessas cenas, especialmente quando a Rachel diz que independente de onde ou como o Connor tivesse sido criado, acabaria como parte de uma gangue, um tipo de mafioso, déspota, tirano, um opressor, porque o Bass foi um. Caiu no meu conceito, Rachel. Depois disso, é só o Bass tentando convencer o filho a sair dessa vida, fazendo promessas absurdas, mas o garoto, além de não escutá-lo, decide levar o pai ao chefe de seu grupo.

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Enquanto isso, Charlie, Aaron e Gene (resgatado por Bass para salvar Miles – o que é feito antes dos três irem para o México) estão escondidos. Nada muito interessante acontece nesse núcleo. A Charlie apreende uma carroça patriota que está levando laranjas para Willoughby, e depois é mostrado que as laranjas estão sendo envenenadas e dadas à população local pelos grandes vilões. Aaron, após muita reflexão, decide fugir, e chega a Spring City, em Oklahoma – a cidade que o garotinho fala pra ele enquanto está preso na escola, no 2×09. Chegando lá, a cidade parece aquelas vilas do velho oeste que a gente vê em westerns, abandonada. Aaron grita e Grace – lembram dela? Aquela mulher que tinha o pingente igual ao do Aaron e que escondeu o Danny na 1ª temporada – o encontra, apontando uma arma bonitinha pra ele. Nada demais. Espero que essa ida do Aaron para Spring City renda algo interessante.

Quanto ao núcleo do Neville, acho que foi tão pouco emocionante quanto os outros. Tom e Julia agora estão na missão de dominar o mundo tomar a Casa Branca, ou algo assim. Para isso, querem envenenar, inicialmente, o Chefe da Casa Civil (em inglês, Chief of Staff). O casal perde uma oportunidade durante um coquetel na Casa Branca mas, após severa cobrança de Julia, Tom dá seu jeito e envenena o homem.

Revolution - Season 2

Eu não sei no que colocar fé, não mais. A série, nesse limbo, está com chances imensas de ser cancelada. O triste nisso é que nós todos, revolucionários, sabemos que a equipe, em especial os roteiristas, tem capacidade de fazer melhor – eles mostraram isso em alguns episódios da primeira temporada. E, pelamordegod, J. J. Abrams, meu filho, onde está você para salvar esse treco?

Os fãs merecem o melhor desse time, e não estamos ganhando.

Revenge – Homecoming

Data/Hora 10/01/2014, 11:30. Autor
Categorias Reviews

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Revenge voltou com um episódio que nos fez perceber o quanto sentimos a falta da série nesse hiato. Sem medo algum de gastar roteiro, a história parece com um ritmo cada vez mais acelerado.

Depois do fiasco que foi o plano de Emily no casamento, todos se perguntavam sobre seu paradeiro. A loira estava a deriva, em busca do ponto seguro onde deixou seu kit de segurança. Mas baleada, não consegue alcançá-lo, e acaba encontrando um barco para se abrigar. Aiden descobre seu paradeiro pelo GPS no na perna de Ems, a encontra, e mesmo sob seus pedidos para prosseguir com o plano e leva-la embora, o inglês a deixa ali, não antes de chamar a atenção do barqueiro para salvá-la.

No hospital, toda a família Greyson espera por Emily, inclusive o seu marido assassino, Daniel. A médica de Ems revela pra Daniel o que ele tinha ouvido no barco, antes de atirar na esposa: nunca houve gravidez. Quando o moço está sozinho com a enferma no quarto, percebemos que realmente ele é agora um vilão Greyson: Daniel observa os aparelhos que mantém Emily viva, e pensa em desligá-los. Sem lhe dar oportunidade, Emily acorda e segura seu braço, e revela que não lembra de nada.

Em se tratando de Emily, o que todo mundo pensou primeiramente foi que era armação. Nós pensamos, Aiden e Nolan também. Os dois escudeiros de Ems se preocupam em vigiar a amiga, e o primeiro turno é de Nolan. O cara vai até o hospital, mas é proibido de entrar. Ao pedir ajuda a Patrick, descobre que a lealdade de seu namorado está realmente com a mãe. Agora da onde Patrick tirou toda essa devoção eu não entendo. Até já justificou tentativa de assassinato (na verdade foi assassinato, já que o Padre se foi). Mais tarde, os dois rompem de vez, quando Patrick visita Nolan. Ficamos um pouco tristes, já que quem mais merece pegar alguém nessa série é o hacker.

Na visita do término, Patrick aproveita pra bisbilhotar seu ex, e vê que ele esconde a caixa com o duplo infinito. Uma coisa que me intriga em Revenge é a capacidade de todo mundo ir entrando em casas. Estamos em Hemptons, não tem empregada pra anunciar? Ou então todas dizem “Sobe lá meu filho, a patroa tá tramando lá em cima”. Não é possível.

Em sua tentativa, Aiden faz do jeito agente e se infiltra no hospital para roubar Emily. Quando acorda a moça, descobre que a amnésia era verdade. Ems não se lembra quem é Aiden, e grita por socorro, fazendo o plano 2 também ir por água abaixo.

Comprovada a veracidade da amnésia de Ems, o que resta é tentar ajuda-la a recuperar a memória, mesmo porque ela já está contando que é filha de David Clark. Como ela contou pra Charlotte, que é uma idiota, não foi pra frente. Pelo menos até Victoria por a mão na caixa de Emily, e a filha soltar isso do nada em um jantar. Mas sem hipóteses antecipadas, é Jack, mesmo relutante, que a faz lembrar de tudo, entregando para Emily o cordão de Amanda, que ficou com ela depois da morte da amiga. Quando tudo volta pra memória, Emily fala pra Jack o mais importante: seu atirador é Daniel.

Quem já viu a promo do próximo episódio e está se matando de ansiedade?

Destaques na TV – sexta, 10/01

Data/Hora 10/01/2014, 09:00. Autor
Categorias TV Brasil

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Vejam os destaques do dia nos canais de TV.

A série que faz sucesso entre jovens e entusiastas de fantasia e romance sobrenatural, Teen Wolf, chega ao canal Sony, desde sua primeira temporada.
Antes exibida na Sony Spin na versão dublada, agora no Sony os fãs poderão acompanhar a série em som original com legendas.
Teen Wolf acompanha Scott McCall (Tyler Posey), estudante do ensino médio que não se encaixa muito bem nos grupos sociais e acaba mordido por um lobisomem, Scott então tenta levar uma vida normal, escondendo de todos a sua recorrente transformação, exceto do seu melhor amigo Stiles (Dylan O’Brien), que tenta ajudá-lo a passar por todas as mudanças em seu corpo e de um lobisomem misterioso chamada Derek Hale (Tyler Hoechlin).

Terceira semana e o canal AXN continua a maratona de Breaking Bad, reprisando os episódios da 5a. temporada.

SONY
Teen Wolf – 21 h (ep 1×01) / 22 h (ep 1×02) ESTREIA

BAND
How I Met Your Mother – Como Conheci sua Mãe – 21h35 – 2 episódios

GLOBO
Amores Roubados – 22h15 depois de Amor a Vida – minissérie

AXN
Breaking Bad – maratona a partir das 21 h dos ep 5×09 ao 5×12

COMEDY CENTRAL
Last Man Standing – 20h30

+GLOBOSAT
Small Time Gangster – Um Homem de Família – 22 h (ep 1×07)
The Line – 23 h (ep 2×08)
Murdoch Mysteries – 0 h (ep 6×07)

MTV
Dawson’s Creek – 8 h (exibição de segunda a sexta)
The O.C. Um Estranho no Paraíso – 16 h (exibição de segunda a sexta)
The Vampire Diaries – 21 h (exibição de segunda a sexta)

VIVA
Malhação – 14h30 (de segunda a sexta)
A Próxima Vítima – 16h15 (de segunda a sexta)
O Quinto dos Infernos – 23h10 (de segunda a sexta)
Agua Viva – 0 h (de segunda a sábado)

SBT
Chaves – 18h30
Dupla do Barulho – 19h20

Bom final de semana !

‘Girls’ é renovada para quarta temporada

Data/Hora 10/01/2014, 08:20. Autor
Categorias Notícias

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Antes mesmo de estrear sua terceira temporada, Girls já garantiu seu quarto ano. A HBO anunciou ontem (10), em um painel do evento Television Critics Association, que a série terá uma quarta temporada que começará a ser filmada na primavera americana e irá ao ar em 2015.

Criada por Lena Dunham, a série da HBO apresenta audiência modesta mas se tornou um fenômeno da cultura pop e a queridinha dos críticos. Rodeada de críticas excelentes, a série já foi indicada em diversas premiações e já garantiu uma estatueta de Melhor Comédia no Globo de Ouro.

Abaixo você confere um clipe de Females Only, o primeiro episódio da terceira temporada:

A terceira temporada de Girls estreia domingo, dia 12 de janeiro.

Com informações do TV Line

Matt LeBlanc fala sobre ‘Episodes’ e não dá pistas sobre uma reunião entre os atores de ‘Friends’

Data/Hora 09/01/2014, 21:56. Autor
Categorias Notícias

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Joey Tribbiani será eternamente o personagem que fez Matt LeBlanc se tornar uma estrela. Foi em Friends, com Joey, que LeBlanc ganhou notoriedade ao redor do mundo.

Após a série que durou dez anos (1994 – 2004), ele estrelou Joey (2004 – 2006), série que não fez grande sucesso, e quatro anos depois do término da comédia que levava seu nome, ele se tornou protagonista do sitcom Episodes, série que agradou o público, e comparando-a à Joey, agradou muito mais. Episodes rendeu um Globo de Ouro a Matt. A terceira temporada irá ao ar no próximo domingo, na Showtime, e LeBlanc concedeu uma entrevista à Reuters a respeito da série e de sua vida após Friends.

Quando perguntado sobre como se sente interpretando uma versão de si mesmo ele respondeu que ”é muito divertido interpretar o que o público vê nas celebridades, que não se trata necessariamente dele, mas quando se trata do dinheiro, algumas vezes está certo, que se mantém firme para que não diferenciem o ator do personagem. Que sua tarefa é fazer o público acreditar que ele é Matt Leblanc ou Joey Tribbiani, e que essa é a função dos atores, ter esta interpretação perfeita de um personagem”.

Questionado no âmbito pessoal sobre quais áreas em sua vida ele não gostaria que fossem colocadas em cena, ele disse que ”sua família é uma delas, já que é divorciado e tem uma filha e dois enteados, e no programa, também é divorciado e tem dois filhos, sendo isto o suficiente para não ter sua vida divulgada em excesso neste campo.” Também afirmou que não se importa de ser motivo de piada, contanto que seja uma piada que valha a pena ser contada.

Matt Leblanc revelou que seu personagem tem um pouco de inspiração em Charlie Sheen. ”Sim, há uma pitada de Charlie Sheen, se você pensar nos comportamentos mais bizarros.”, disse. Lembrou que há alguns anos, enquanto Friends ainda estava no ar, seu salário e dos demais atores foi revelado por um jornal, e sua reação foi ficar embaraçado, pois, segundo ele, algumas coisas não são da conta de ninguém. Mas ele usou a questão do salário para incrementar seu personagem em Episodes, só que aumentado muito mais o valor real que ganhava, ”vamos me colocar no programa de um jeito mais rico do que eu sou, acho que será divertido. O valor noticiado era bem menor do que o que inventamos, bem menor.”, concluiu brincando.

Encerrando a entrevista, foi colocado à mesa a amizade que se manteve entre os atores de Friends, surgindo, então, a pergunta que todos querem fazer: Vocês vão se unir para algo no futuro? 

”Eu não sei. Sempre seria ótimo trabalhar com eles. Para eles, seria um tipo diferente de personagem, porque eles teriam de interpretar uma versão de si mesmos com a qual se sentissem confortáveis.”, referiu-se claramente sobre uma participação dos atores em Episodes.

Com informações do Reuters

Quarta temporada de ‘Game of Thrones’ ganha data de estreia

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A HBO liberou hoje a data de estreia da quarta temporada de Game of Thrones. Dia 6 de abril, um domingo, foi o dia escolhido para a série retornar à programação do canal. A nova temporada da série queridinha da HBO estreará pouco depois do previsto para evitar que a audiência seja prejudicada por sua rival do canal AMC, The Walking Dead.

O trailer da quarta temporada será lançado no próximo domingo (12) antes de True Detective, nova série do canal estrelada por Matthew McConaughey (O Poder e a Lei) e Woody Harrelson (Jogos Vorazes).

Vale lembrar que, para promover o lançamento do DVD da terceira temporada da série, a HBO mudará, por alguns dias, o nome de uma cidade inglesa para  King’s Landing.

Com informações do Inside TV e Fanpage da série no Facebook

 

As falas ”Bitch!” e ”Say My Name” poderão ser ouvidas mais uma vez em ‘Better Call Saul’, spin-off de ‘Breaking Bad’

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Consagrada como uma das melhores séries de todos os tempos, Breaking Bad terá em breve seu spin-off, prometido desde os meados de 2013. Baseada na história do advogado de Walter White (Bryan Cranston), Saul Goodman (Bob Odenkirk), a série poderá contar com a presença do finado Sr. White e de Jesse Pinkman (Aaron Paul).

Batizada como Better Call Saul, a estreia da série vinha sendo especulada para o início do ano, e segundo os atores Aaron Paul e Bryan Cranston, seus personagens poderão estar presentes na série. ”Bryan e eu queremos fazer parte disto [da série], se eles nos quiserem.”, disse Paul em uma entrevista concedida ao Details. O spin-off foi criado pelo mesmo diretor de Breaking Bad, Vince Gilligan, que está contando com a ajuda de Peter Gould, também diretor. Gilligan parece dar carta branca para que os atores se juntem ao elenco, já que disse estar ansioso para levar Aaron e Bryan à série, assim como Jonathan Banks, que interpretou Mike.

Na entrevista, Aaron Paul disse que seu papel como cozinheiro de metanfetamina na série de Gilligan alavancou sua carreira, traçando uma comparação entre o antes e o depois de Breaking Bad. E ainda revelou que havia enviado uma carta ”de amor” – segundo o próprio ator, na verdade a carta era mórbida e horrível – a Vince Gilligan, numa tentativa de ajudar a moldar o futuro de Jesse. ”Eu sou apenas o ator, e o que eles estão fazendo é perfeito, mas eu sempre iria me arrepender se não fizesse isso [enviar a carta], então dei algumas sugestões de como ele [Jesse] poderia se matar, pois não queria que ninguém além dele mesmo o matasse.”. E admitiu que ficou feliz pelos produtores não terem lhe dado ouvidos.

Better Call Saul não tem data prevista para ser lançada. A série será transmitida pela AMC, que também transmitiu Breaking Bad, e a produção fica por conta da própria emissora juntamente com a Sony Pictures Television. A Netflix já confirmou que todos os assinantes, da América Latina e Europa, poderão assisti-la após seu lançamento nos EUA.

Com informações da Rolling Stone

Ator de ‘Superman – O Retorno’, Brandon Routh, fará participação especial na nova série da Fox

Data/Hora 09/01/2014, 18:50. Autor
Categorias Notícias

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Ninguém menos que Superman trará um pouco de romance para a nova série da Fox, Enlisted. Isso porque o ator Brandon Routh, que interpretou o herói nas telonas, no filme Superman – O Retorno, fará uma participação especial no programa.

Routh participará de, pelo menos, dois episódios nos quais interpretará o sargento Brandon Stone, um soldado que até recentemente estava servindo o país em terras estrangeiras, mas que retorna para ser o adversário do personagem de Chris Lowell (Private Practice), o cabo Dereck Hill, já que Stone irá se apaixonar pela ex-mulher de Hill, interpretada por Jessy Hodges (Anyone But Me)

Além de viver Clark Kent/Superman, Routh já participou de Chuck, das comédias da CBS, Partners e The Millers, e da série Chosen.

Lembrando que a estreia de Enlisted será nessa sexta-feira, 10.

Com informações do site TV Line.

Versão para a TV de ‘O Bebê de Rosemary’ traz Zoe Saldana como protagonista

Data/Hora 09/01/2014, 17:59. Autor
Categorias Notícias

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Após o anúncio em julho de 2013 e da confirmação da produção de O Bebê de Rosemary pela NBC em dezembro, a adaptação do clássico literário acaba de encontrar sua protagonista. De acordo com o The Hollywood Reporter, a atriz Zoe Saldana (Avatar, Star Trek) foi escolhida para interpretar a icônica Rosemary.

O Bebê de Rosemary foi escrito por Ira Levin em 1968 e adaptado para as telonas por Romsn Polanski. O enredo é centrado na vida de Rosemary e seu marido Guy. Depois da mudança para um novo lugar, a vida profissional de Guy melhora e, assim, a moça acredita que finalmente poderá ter um filho. Depois de engravidar, Rosemary passa a desconfiar de seus vizinhos e de todo ar de suspense que ronda o seu novo bebê.

Para Quinn Taylor,vice-presidente executiva da NBC, “Zoe provou ser uma das mais talentosas atrizes e nós acreditamos que ela seja a combinação perfeita entre espírito e seriedade para interpretar o personagem principal do projeto”.

O roteiro será escrito a quatro mãos por Scott Abbott e James Wong, que faz parte da equipe de American Horror Story, e dirigido por Agnieszka Holland, da série da HBO Treme.

A filmagem dos primeiros episódios serão feitas no mês de janeiro e a minissérie tem previsão de estreia para 2014.

Com informações do The Hollywood Reporter.

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