Nashville – I’ll Keep Climbing

Data/Hora 23/01/2014, 21:21. Autor
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Adeus, Peggy.

E é assim, sem muitas delongas, que Nashville faz sua estreia em 2014, em um episódio quase perfeito. Sem qualquer rodeio ou mistério, já no primeiro minuto de I’ll Keep Climbing ficamos sabendo – com grande alívio, há que se dizer – que a personagem que deixa a série, afinal, é a insossa esposa de Teddy.

Devo dizer que não engoli nem por um segundo toda aquela história de que o atirador, na verdade, tinha Teddy como alvo, pois culpa o prefeito pelo seu desemprego crônico. E mais do que isso: que ele teria sido encontrado morto pela polícia de Nashville em um aparente suicídio. Teddy – que pode até ser um completo babaca, mas não é ingênuo – também desconfiou desta versão tão simplista e sem sentido dos fatos, e está certo de que existe algo muito maior por trás desta tragédia. Sua certeza de que algo está errado é tanta que ele decide manter distância até mesmo de Maddie e Daphne, por uma questão de segurança. Continuo apostando em Lamar, afinal, o ex-poderoso chefão de Nashville ainda pensa que foi seu genro quem o denunciou para a polícia e, portanto, responsabiliza-o pela sua derrocada.

Desnecessário dizer que Peggy já foi tarde e não vai fazer nenhuma falta à série. E, apesar de seus tremendos esforços, voz embargada e choro desesperado, Teddy não conseguiu me comover por uma simples razão: eu nunca acreditei no amor que ele dizia sentir pela esposa. Todo aquele arco da falsa gravidez e do aborto simplesmente não funcionou, não mostrou a que veio, e ficou completamente solto, aleatório, quando considerado dentro do contexto da série. Fico satisfeita ao ver que os roteiristas perceberam esta falha e optaram por matar uma personagem que era inútil, no fim das contas. Peggy, talvez, terá maior utilidade para Nashville em sua morte do que quando estava viva e planejando seu próximo golpe. Tudo depende de como este novo arco que se inicia será desenvolvido daqui pra frente.

Mas nada disso importa diante do enorme alívio que eu senti ao ver que Will está vivo. Apesar de todo o asco que sente de si mesmo, o cantor não teve a coragem – ou a enorme covardia – de tirar a própria vida. Ao invés disso, ele foge para as montanhas, literalmente. Na minha opinião, o destaque do episódio foram as cenas do cowboy com seu amigo Gunnar. Enfim, um pedido de ajuda. Enfim, alguém pode dizer para ele que tudo vai ficar bem, que as coisas vão melhorar. It’s ok to be gay.

“Estamos no século XXI. Não tem problema ser o que você quiser. Você é muito bom para desistir. Especialmente da sua vida.” – Gunnar

A jornada para a autoaceitação de Will será longa e cheia de obstáculos, mas eu fico feliz que os roteiristas tenham escolhido este caminho para o personagem, pois ele abriu um leque enorme de possibilidades para a sua história. Emocionalmente instável e ainda muito abalado, Will insiste em continuar se reprimindo; prefere fingir ser o que não é a encarar a realidade e o julgamento das pessoas – especialmente quando a fama faz parte desta equação. Mas o primeiro passo foi dado, e pela primeira vez posso dizer que estou ansiosa para ver onde este arco o levará. Diferente de antes, pelo menos agora ele sabe que tem um verdadeiro amigo em Gunnar. (Confesso que fiquei um pouco surpresa, já que depois da investida de Will no amigo ainda na primeira temporada, não imaginava que Gunnar estaria tão disposto a estender a mão a ele de maneira tão aberta e honesta. Good for him.)

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Falando em Gunnar, isso me traz ao plot que menos me agradou em todo o episódio. Não, a culpa não foi dele (muito pelo contrário), mas… Quem aguenta Scarlett? Já comentei isso na review passada, mas, diante de suas atitudes, é impossível não tocar na mesma tecla novamente: a personagem se transformou em uma pessoa egoísta, fraca, amarga, e que adora se fazer de vítima.

Diante daquela que foi provavelmente a oportunidade de sua vida até agora, Scarlett preferiu deixar seu profissionalismo de lado para dar lugar ao seu eterno mimimi (porque isso não tem outro nome). Coitadinha, sempre vítima das circunstâncias, preferiu olhar Kelly Clarkson (em sua minúscula participação) nos olhos e ter a cara de pau de dizer que ela e Gunnar não tinham mais condições de trabalhar juntos a encarar uns dias reclusa com seu ex para compor algumas músicas inéditas para a queridinha da América. Como assim? A cena foi patética e me deixou com ainda mais raiva da personagem. Scarlett está se transformando na personagem mais contraditória e incoerente da série com uma velocidade assombrosa. Não gosto nem um pouco do que estou vendo, e temo pelo futuro da personagem, que rapidamente está se tornando um peso e nada mais em Nashville.

Outra coisa que eu não entendo em Scarlett é a sua atitude de “mulher traída” em relação à Gunnar e Zoey. Enquanto o novo casal claramente seguiu em frente, apesar da amizade arruinada, Scarlett se recusa a fazer o mesmo, não perdoa e nem esquece o que houve. Até quando, meu Deus? Isso só deixa claro que a cantora ainda sente algo pelo ex, o que não faz sentido nenhum se considerarmos que foi ela quem terminou com Gunnar, não é mesmo? Ainda na review passada, comentei o quanto insistir em um remember entre Scarlett e Avery era um tremendo erro, na minha humilde opinião, e os roteiristas parecem ter ouvido as minhas preces. Scarlett apenas disse o óbvio: ela e Avery estava juntos apenas porque era confortável. E, assim, jogou o rapaz praticamente nos braços de Juliette.

A relação entre os dois está bastante estranha, cheia de dedos e de momentos embaraçosos desde que Juliette abriu seu coração para Avery apenas para se deparar com uma Scarlett seminua em seu apartamento e ter seu coração partido mais uma vez. O término dos dois nos dá um fiozinho de esperança de ver este novo casal florescer diante de nossos olhos. Ele traz à tona o que Juliette tem de melhor, e será no mínimo interessante ver como os dois funcionarão, enfim, como um casal.

Layla

Mas este não é o único drama na vida de Juliette. Imersa numa tremenda ressaca moral, a cantora ainda sofre as consequências de seu affair com Charlie e sua recém-conquistada fama de “destruidora de lares”.

“Deus não existe.” – Juliette

Todos nós sabemos que não foi bem isso o que Juliette disse. Layla também sabe, e foi desconcertante vê-la posando de boa moça na frente das câmeras e salvando o dia (ou tentanto). O problema agora é que Juliette ficou “devendo uma” à novata. Nas mãos de sua arqui-inimiga, quem duvida que isso ainda vai lhe render uma boa dor de cabeça? Péssima ideia, Jules. Não faço ideia do que vem a seguir, mas sei que vai ser doloroso assistir. Fico apenas ansiosa para ver a derrocada de Layla, e espero em um futuro não muito distante vê-la caindo nas mesmíssimas armadilhas da fama que hoje condenam Juliette.

E Rayna? Como dona de sua própria gravadora, ela não se mostrou tão talentosa ou mesmo segura de suas decisões. Liam retornou para sacodir um pouquinho as coisas e mandar às favas a tal “pesquisa de mercado” feita por Fordham que não sai da cabeça da cantora. O que está em jogo para ela não é apenas o sucesso de seu novo álbum. Rayna arriscou tudo em nome de sua liberdade artística, e agora está receosa sobre seus próximos passos profissionais. No fim das contas – e a contragosto de Liam – teremos um novo single para o álbum: Rayna decidiu ouvir a voz da razão. Mas… Isso será suficiente para garantir o sucesso de sua nova empreitada?

Por outro lado, Luke Wheeler e sua participação mínima – pelo telefone! – me fazem ter a certeza absoluta de que este romance realmente esfriou, como suspeitei na última review. E Liam não fez a menor questão de esconder seu desgosto pelo relacionamento dos dois. Seria esta uma oportunidade para uma reaproximação entre eles? Ou talvez – e apenas talvez – entre Rayna e Deacon?

Nosso guitarrista favorito também não ficou longe do drama. Pressionado pela gravadora que pretende lançar sua carreira solo, Deacon não reage bem. Briga com Megan, surta, vai à loja de bebidas, tudo porque não consegue compor boas canções de um lugar que não seja a dor, a decepção e a frustração. Ser feliz definitivamente é uma novidade para ele, e, a princípio, ele não consegue lidar com isso. Deacon precisa, de uma vez por todas, aprender a fazer sua vida funcionar também nos momentos bons, de amor e realização. E quem mais poderia ajudá-lo nessa nova fase além da doce Maddie? O fim de “I’ll Keep Climbing” nos presenteia com mais um número musical entre pai e filha, que é sempre lindo e funciona tão bem. Não sei o que o futuro reserva à você, Deacon, mas vai ser um prazer acompanhar a sua jornada.

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A má notícia para os fãs de Nashville é que a série estreou em 2014 com uma sensível queda, registrando a pior audiência de sua história, com apenas 5,10 milhões de telespectadores e marcando 1.3 na demo. Isto, infelizmente, torna a sua situação cada vez mais complicada quando o assunto é renovação. Resta-nos apenas torcer!

Até a semana que vem!

The Fosters – House and Home

Data/Hora 23/01/2014, 20:00. Autor
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E eu chorei. Ó, Pai, e como! House and Home foi, definitivamente, um episódio tocante.

The Fosters, desde o piloto, não falhou em me tocar o coração e me trazer lágrimas à tona, mas dessa vez foi diferente. Acho que foi porque, pela primeira vez, consegui amar a Callie.

Callie Jacob, depois de seus feitos, volta para o reformatório e, com o depoimento das mães dizendo que ela merecia outra chance, a menina foi mandada para uma casa de grupo, onde viverá com outras garotas que saíram do reformatório. Obvio, Callie não vai se dar com as meninas – especialmente que uma delas bateu nela no reformatório, antes de ela ir para a casa das Foster – e vai arrumar problemas, conseguindo perder a chance de ver Jude. Mas até que ela não fica tão problemática assim, e eu apreciei.

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Enquanto isso, na casa dos Foster, Brandon conta às mães o que fez Callie fugir, e o plot dele no episódio gira todo em torno disso: querer vê-la e não poder, terminar com a Talya por ela, escutar sermão, procurar pela casa onde ela está morando, etc. Jude, claro, se recusa a falar com Brandon, passa a dormir na cama de Callie (no quarto de Mariana) e fica desapontado ao saber que não vai mais ver a irmã, porque ela perdeu o “privilégio” (é um tipo de crédito dado a cada menina da casa, por votação, a cada reunião do grupo, que permite que recebam visitas). Tão lindo meu baby Jude, detesto vê-lo tristinho assim =’x

Quanto aos gêmeos, Mariana entra para a produção de uma peça de teatro na escola – o que eu achei lindo – e, quando se voluntaria para trabalhar com o figurino, nota que deverá trabalhar com Kelsey  (a menina pra quem ela vendia os remédios do Jesus no início da temporada, lembram?). Pois bem, Kelsey Troublemaker quase ferra com a Mariana ao roubar um chapéu da loja de roupas para o bonitão-organizador-ator-principal-da-peça Chase e escondê-lo na mochila de Mari, mas, por sorte, as meninas não são pegas ao sair da loja. Dessa forma, Mari sai na frente na disputa pelos beijos do bonitão ao levar todo o crédito na escolha do presente. Jesus, por sua vez, durante uma brincadeira de basquete com Mike, tem uma sessão de taquicardia, causada por seus remédios. Para poder parar de tomá-los, Jesus decide entrar para a equipe de luta livre da escola, que, de acordo com Mike, o ajudará com seu problema de déficit de atenção.

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Lena e Stef não aparecem por si mesmas dessa vez, não têm uma storyline só delas, sem os filhos. O episódio termina com Callie saindo da casa (descumprindo uma das ordens) para abraçar Brandon, do outro lado da rua. E eu chorei, chorei demais.

Adorei o fato de a Callie não ficar no reformatório, e adorei não sentir raiva dela por um episódio inteiro. Eu, particularmente, não a shippo com o Brandon, adoraria que fossem só irmãos, mas… Paciência. Até que fazem um casal fofo. AMEI a Rita, que coordena a Girls United (casa de grupo da Callie), ela é excelente. Gosto da Kiara também, e da Becca, e não gostei da volta da Kelsey, porque a considero antipática, mas para a história vai ser bom dar uma sacudida nas coisas, então achei que foi uma sacada sensacional. Não curti também a entrada da Emma na vida do Jesus. Essa Emma é uma menina do time de luta livre, e desde o começo, já sinto que vai rolar algo, e eu meio que shippo o Jesus com a Lexi. Mas que ela venha para o bem, certo? E ela, com certeza, vai sacudir as coisas na vida de Jesus.

Senti falta do enfoque nas mamães Foster, espero que tenhamos mais disso nos próximos episódios, e que essa entrada/volta em peso de personagens só acrescente ao drama da série. Só não dou cinco por motivos de “vai que o próximo é melhor?”.

Madalyn Horcher entra para o elenco de ‘Gracepoint’, nova série da Fox

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A atriz mirim Madalyn Horcher, assinou contrato com a Fox e entra para o elenco de Gracepoint, que será um remake da série britânica Broadchurch.

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O projeto gira em torno do detetive Emmett Carver (David Tennant), que está investigando um crime em uma cidade litorânea, onde um assassino matou uma criança de apenas 11 anos de idade, chamada Danny. Horcher interpretará a personagem Chloe Lasseter, uma menina super inteligente, mas atrevida, que é filha de Mark Lasseter (Michael Pena) e Beth (Virginia Kull), e que é duramente atingida pela morte de seu irmão de Danny.

Também confirmados no elenco estão David Tennant, o protagonista (Doctor Who), Kevin Zegers (Gossip Girl), Nick Nolte (Luck), Anna Gunn (Breaking Bad) e Jacki Weaver (Silver Linings Playbook).

Madalyn é conhecida por ter atuado em Fred: The Show, Good Luck Charlie  e House. Seu mais recente trabalho foi em CSI, no qual incorporou a personagem Jacinta Flores.

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O remake também traz o criador da série original, Chris Chibnall, como produtor executivo e roteirista do primeiro episódio. Dan Futterman (In TreatmentCapote) e Anya Epstein (In TreatmentHomicide) serão os showrunners e produtores executivos.

As gravações de Gracepoint estão programadas para começarem em janeiro, na ilha de Vancouver. A exibição deve ocorrer na próxima fall season, que será no segundo semestre de 2014.

Com informações do DeadLine.

Teen Wolf — More Bad Than Good e Galvanize

Data/Hora 23/01/2014, 17:00. Autor
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Teen Wolf nos provou mais uma vez porque foi renovada para uma quarta temporada: porque pode mais do que demonstra. Sei que muitas vezes os plots são confusos e os efeitos especiais não tão bem elaborados, mas temos que concordar que existem mentes extremamente geniais por trás de tudo o que vemos todas às segundas.

Em More Bad Than Good a batalha contra si mesmo continua para Scott, Allison e Stiles. Além disso, todos estão empenhados em encontrar Malia, menina que, conforme descobrimos no último episódio, está presa dentro do corpo de um coiote.

Isso significa que uma parte bem grande de screentime é dedicada a mostrar o trio tentando se recuperar. A parte boa de tudo isso foi a forma mudada de lidar com os problemas. O ângulo mudou, o que significa que não vimos tia Kate rastejando para fora do necrotério, mas todos vimos Allison ser comida por um bando de lobos em uma maca de hospital .

Desculpem todos, mas acho Jill Wagner extremamente entediante. Sei que querem coloca-la de volta na série, mas que tal lhe dar algo melhor pra fazer? Tipo aconselhar as meninas a não usar minissaia na floresta…? (Sim, nessa temporada estou mais chata do que nunca quando se trata de trajes adequados para usar em terrenos inóspitos.)

Felizmente as coisas parecem estar sendo resolvidas quando cada um dos três é colocado em uma posição comprometedora que os obriga a trabalhar duro e se concentrar. Assim, tudo o que eles precisam fazer é se desprender de suas paranoias. Como resultado, Stiles consegue superar sua dislexia paralisante, porque ele tem que salvar Lydia da armadilha que o Sr. Tate colocou na floreta; Allison, enquanto isso, tem que superar sua tremedeira quando Sr. Tate está prestes a matar sua própria filha; e ,por fim, Scott supera seu medo de perder o controle uivando para um coiote até ele se assustar e virar humano.

Resolvido isso, xerife Stilinski está de volta no comando. E a menina lobo vai morar com o pai, assim, como se fosse tudo bem voltar pelada pra casa depois de anos.

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“Posso ter passado oito anos transformada em coiote, mas voltei a minha forma humana com sobrancelhas bem feitas, óbvio. Não é porque sou um animal da floresta que não cuido da minha aparência.”

Outras considerações sobre esse episódio:

  • Gêmeos! Gêmeos! Sem mais.
  • Danny, onde você está?
  • Kira é totalmente adorável. Eu ainda tenho uma queda por Alliscott, mas sinto que logo ela vai passar.
  • Peter e Derek continuam a sua própria aventura separada e inexplicável, que começou em cena de fechamento da semana passada.
  • E a menina da motinho está de volta… Não sei como e nem porquê. Esse plot está mais confuso do que nunca. Aguardo respostas.
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Não sei o que é isso mas me lembra o Duende Verde. E eu sempre tive medo do Duende Verde.

Em Galvanize, é Halloween em Beacon Hills e embora haja uma decepcionante falta de Linda Blair no elenco, um assustador serial killer escapou pronto para matar pessoas com olhos que brilham e boom, temos mais novos vilões!

O 15º episódio dessa temporada foi certamente divertido de se assistir. Teen e assustador, do jeito que nós amamos tanto. Doug Jones é o convidado especial para o episódio e precisamos estender um longo tapete vermelho para o ator passar. Como Barrows, ele usa todo o terror que consegue enquanto persegue os protagonistas e esperando o momento certo para revelar que ele estava ali o tempo todo. Só observando.

A atmosfera Halloween não tem realmente muita importância (além do aniversário de Couch?), mas tudo bem. Acontece que Galvanize não precisa das festividades do feriado, o episódio está muito ocupado mostrando adolescentes investigando porões, fazendo pesquisas em latim e investigando produtos químicos. É claro que em vários momentos você precisa parar o episódio e entender o que está acontecendo antes de continuar, como quando Stiles diz a Lydia que eles precisam voltar para a escola no meio da noite sabendo que tem um assassino à solta por lá. Mas estes sustos de enredo confuso são facilmente esquecidos porque o episódio se move com a mesma velocidade qual Isaac tirou a roupa no quarto de Allison.

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Cause baby you’re a firework!

Entre as cenas de ação, algumas coisas avançam no âmbito amoroso: Os gêmeos Max e Charlie estão de volta para ficar com Lydia e com ciúmes de Danny. Isaac e Allison tiram a roupa com muita tensão sexual, e Scott come um sushi sexy junto com Kira (e seus pais).

O sequestro de Kira por Barrows é típico, porque nós sabemos que Scott + meninas = Má notícia. Scott vai tentar salva-la e em algum momento eu realmente achei que Kira ia morrer. Em seguida, é revelado que Kira conduz eletricidade. Isto é Teen Wolf. Ninguém é o que parece e todo mundo tem algum tipo de conexão sobrenatural.

A explicação sobre isso fica para o próximo episódio, mas querem apostar que a conversa sobre a “interessante” linhagem japonesa da mãe tem algo a ver com isto?

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“Derek, meu filho, não se meta mais em briga. Você sempre as perde.”

Outras considerações sobre o episódio:

  • O aparecimento posterior de vilões em máscaras de Kabuki na cena de encerramento sugerem que estamos apenas começando a este conflito. Mal posso esperar !
  • Voto nos gêmeos para serem os betas de Scott.
  • Eu duvido seriamente que Stiles não sabe que K na mesa periódica significa potássio. Ele não é burro.
  • Scott não saber o que é Wasabi, no entanto, eu posso totalmente acreditar.
  • Derek e Peter estão presos em suas próprias cenas. Como previsto, eles envolvem a mãe de Derek, com a qual ele tenta se comunicar. Infelizmente tudo o que obtemos é um visual de um lobo que está em Nemeton. Eu tenho certeza que há mais por vir , mas por enquanto…
  • Espero que ninguém seja pago por criar as hashtags que aparecem durante o episódio. De verdade.

‘Open’: Lina Esco é adicionada no elenco regular da nova série da HBO

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A atriz e cineasta Lina Esco irá aparecer na telinha em breve. Esco fará parte da nova série da HBO, Open (Ryan Murphy), como personagem regular.

NOTÍCIAS | Aisha Tyler entra para o elenco de ‘Open’, nova série de Ryan Murphy

O piloto da série foi descrito como uma “abordagem moderna e provocativa sobre a sexualidade humana e sobre relacionamentos”. A trama centra-se em cinco personagens principais, que serão interpretados pelos atores Michelle Monaghan (Hack), Scott Speedman (Felicity), Wes Bentley (Jogos Vorazes), Anna Torv (Fringe) e Jennifer Jason Leigh (Revenge).

Esco será Gina, uma funcionária ambiciosa da agência esportiva de Jonathan, é uma fumante compulsiva. A personagem, além de lutar para obter uma promoção no trabalho, fará de tudo para encontrar o seu grande amor

NOTÍCIAS | Cheyenne Jackson entra para o elenco de ‘Open’, nova série da HBO

Lina é conhecida por ter trabalhado em CSI: NY, Cane, Heroes: Destiny, e Drop Dead Diva.  Sua última aparição foi em 2009, no seriado CSI, no qual interpretou a personagem Angela Paulson.

Ainda não há informações sobre quando começarão as filmagens de Open ou sobre a sua data de estreia.

Com informações do DeadLine.

How I Met Your Mother – Slapsgiving #3: Slappointment e Unpause

Data/Hora 23/01/2014, 15:00. Autor
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Brincando com a gente. Foi assim que How I Met Your Mother voltou para os seus últimos episódios. A série caminhou bem, tanto na trilha do humor como na história e, durante os dois episódios, a mistura do real e do imaginário só acabou em um completo choro de risadas. Foi há cerca de sete anos atrás que o Slapsgiving surgiu na série – uma aposta perdida por Barney que concederia ao ganhador cinco tapas no meio do rosto do perdedor. O felizardo? Marshall e sua mão pesada da família Eriksen.

Ao longo dos anos já vimos Barney receber tapas por raiva, tapas por prazer e até mesmo tapas por diversão. Minha reação em todas elas, ao ver o rosto do Neil Patrick Harris vermelho, era sempre a mesma: uma gargalhada digna de pena do personagem. No entanto, o novo e mais bem aplicado tapa de Marshall tornou-se o meu favorito. Seja pela falsa história de peregrinação contada e apoiada pelos amigos, seja pela super produção com direito à câmera lenta e trilha sonora épica, ou pelo final hilário com a nova versão da música criada sete anos atrás. Foi o melhor tapa de todos. Mais do que um tapa, gosto de como a série trata seu universo e suas histórias passadas, respeitando o universo criado.

How I Met Your Mother - Slapsgiving 3- Slappointment

O episódio inteiro somente com sátiras aos filmes com temática oriental, os trajes utilizados pelos personagens e a história tão imensamente imaginária quanto a melhor mentira de Barney levaram o penúltimo tapa a valer todo o episódio. Ah, ainda há um tapa restante, mas duvido conseguirem fazer algo mais épico que este episódio.

Unpause

Ao contrário do episódio anterior, Unpause trouxe mais do que só risadas, trouxe bagagem dos episódios anteriores que culminaram em um fim misterioso. No episódio, conhecemos os níveis de bebida no corpo de Barney. É um fato que cada pessoa reage de modo diferente de outra em relação ao álcool no corpo, mas falar como o Jabba de Star Wars é além de engraçado, é genial. Não é a primeira vez que a série usa Star Wars como referência e isso me dá uma imensa felicidade, afinal, se vão fazer referência, que seja a algo memorável.

Quando Barney exagera, ele atinge um novo nível de bebida antes desconhecido por seus amigos, o estado da “verdade absoluta”. Nunca ele admitiria que era menor que Ted e nem que era sentimental a ponto de chorar vendo um filme, mas ele fez nesse episódio. Robin e Ted se aproveitam, nos tirando muitas das incertezas que ficaram pelo meio do caminho na série, como por exemplo se Barney conseguiu ficar com a mãe de Ted e um dos maiores segredos da série é revelado: o trabalho de Barney. Ser um laranja? Não para Barney.  Ele conta como vai sair por cima da história contra seu chefe ao som da trilha sonora mais incrível da série, cantada por ele mesmo.

How I Met Your Mother - Unpause 1

No entanto, o Unpause do episódio se referia única e exclusivamente a Marshall e Lily. Eles finalmente discutem seu futuro juntos, e das cinzas do final da primeira temporada surgem incertezas que antes pareciam já ter sido sanadas. Marshall errou em fazer tudo pelas costas de sua esposa, mas o quão errado ele está quando afirma que sua esposa está sendo egoísta decidindo o futuro de ambos? Quando ele toca na ferida do sonho da esposa, é demais para Lily e ela vai embora. Entre lágrimas e nervosismo, ela pede misteriosamente que alguém venha para encontrar-se com ela e, dessa forma misteriosa, o episódio acaba.

Essa briga entre os dois foi tão ou ainda mais forte que a do final da primeira temporada. Em uma série de humor, elogiar atores por drama chega a ser estranho, mas os dois estão de parabéns. Acredito eu que a pessoa chamada por Lily seja a Mãe. Afinal de contas, ela sabe de toda a história entre os dois e sabia que uma briga aconteceria. Seria essa a cola que juntaria a Mãe de vez ao grupo de amigos?

Entretanto, seja qual for o rumo dos próximos episódios, não espero nada melancólico como alguns episódios de temporadas passadas. Parece que o drama que contaminou (não no sentido ruim) a série ao longo dos anos não é mais tão forte neste último ano e que o desejo é fazer algo leve, mas com a emoção que o final da série deve ter.

PS: Que coisa linda esse começo de episódio com a Mãe grávida, não?

Castle – Limelight

Data/Hora 23/01/2014, 14:00. Autor
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Voltei. Ah, como é bom poder dizer isso! Não sei se todos sabem, mas tive uma gastroenterite causada por um rotavírus que me derrubou por quase duas semanas. E como eu não aguentava nem me levantar direito, a Mariela, editora de reviews e antiga reviewer de Castle, assumiu o comando enquanto eu me recuperava. A boa notícia é que estou de volta e fui presenteada com um episódio digno de uma sexta temporada delicinha demais.

Mas antes de falar de Limelight, eu preciso comentar: e não é que Castle voltou do hiato pegando fogo, literalmente? Se eu achava que após o hiato aquela sequência de episódios fortes iria diminuir, eu cometi um grande erro. Under Fire veio e nos trouxe a linda Sarah Grace e muitos apertos no coração ao ver Espo e Ryan em uma situação de perigo. Aí, como se não bastasse, logo na semana seguinte, Hunt reaparece trazendo, mais uma vez, o pai misterioso de Castle e nos mostrando uma face não muito carinhosa. Depois de tantas surpresas, é claro que viria um episódio daqueles que eu chamo de “respira, curte, que a gente está só começando”. Limelight, se vocês me permitem, é um aviso do Marlowe de que Castle não veio para brincadeira nessa sexta temporada. Leve, engraçado, comum. E não é que o comum, nas mãos de quem sabe, vira ouro?

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Fama. Muitos querem ter, mas poucos sabem lidar. Desde que se conheceram, Beckett já sabia da ficha de Castle, da sua agenda lotada, da sua lista infinita de mulheres. Mas, ao se apaixonar por ele, esses grandes impasses que a impediam de pensar em algo mais sério com o escritor foram se tornando pequenos detalhes. É claro que a mudança de Castle no jeito de levar a vida ajudou – e muito -, então a sua fama e o seu passado são coisas que já não incomodam tanto a Beckett quanto antes. Isso até aparecer, em um tabloide desses da vida, que o escritor estava de romance, mais uma vez, com a ex-mulher (que é a sua assessora, infelizmente). Achei engraçado e até bom mexerem com isso a esse ponto do relacionamento deles e da série. Desde que Castle e Beckett assumiram o romance, inúmeras situações de ciúmes apareceram, mas as situações relacionadas à fama e a fofocas ainda não tinham sido trabalhados. E, enquanto Beckett dizia não se incomodar com as fofocas, as piadas dos seus colegas de trabalho iam acordando nela uma pontada de ciúme, e iam provocando em mim grandes risadas.

Mas Limelight não foi feito apenas de provocações com as fofocas feitas sobre Castle. O episódio mesclou vários pontos importantes e interessantes, o que fez dessa semana mais um gol marcado pela série. Ainda seguindo a questão da fama, o caso da semana é sobre Mandy Sutton, uma jovem estrela que, ao não saber lidar com os holofotes (assim como uma grande gama de famosos), se mete com drogas e álcool e quase acaba assassinada. Quase porque, mais para frente do episódio, descobrimos que na realidade a vítima era a “cover” de Mandy, Claire Samuels. Porém, o tal gol marcado pela série não foi a reviravolta no caso, mas sim trazer um episódio que, ao mesmo tempo, conseguiu tratar da fama e mostrar seu lado cômico e cruel e que também nos mostrou um contraste. Contraste esse que, se você não tem aquela sensibilidade de fã, provavelmente não percebeu.

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Imagine se você, de um dia pro outro, passasse de uma simples pessoa a uma reconhecida mundialmente? Louco, não? Pois é, é da loucura que a fama trata. Dessa loucura em querer saber mais de uma pessoa, ir atrás dela, tirar fotos e tudo mais. A fama, quando não auxiliada por uma cabeça feita e pés no chão, pode trazer danos irreversíveis. No caso de Mandy, o “vírus da fama” contou com uma péssima base familiar e pés nada no chão para plantar na estrela em ascensão suas piores reações. E é basicamente por esse caminho que eu montei o contraste entre Alexis e Mandy. Olhando assim, na foto, são duas adolescentes cujas vidas correram de forma diferente por caminhos iguais. Alexis, com um pai famoso e uma mãe meio louca, poderia ter virado uma Mandy, mas não. O segredo está em como Castle criou a filha e em como ele tomou cada decisão relacionada a ela. Ela cresceu aos mimos do pai, mas logo mostrou ter responsabilidade. Foi duro deixá-la ir naquela aventura com Pi, mas Castle soube fazer o certo quando necessário. Se ele errou em algumas atitudes? É claro. Mas quem nunca? O fato é que foi muito bom ter Alexis e Mandy juntas para que eu pudesse enxergar, ainda mais claramente, o belo trabalho que Castle fez.

Aí vocês se perguntam: mas ela não se arrependeu? Ele não errou em deixá-la morar com Pi? Não, não errou. Primeiro que aceitar a decisão de Alexis era apenas o reflexo de tomar a consciência de que ela sabia o que estava fazendo e tinha responsabilidade o suficiente para tomar suas próprias decisões. Castle a guiou enquanto podia e ele sabe disso. Castle sabe, também, que Alexis provavelmente não dirá que tomou a decisão errada, mas que um dia voltará para casa – e, pelo o que nós vimos, esse momento está bem perto de acontecer. Não sei como a história vai se desenrolar, ou se darão visão para isso agora, mas tenho certeza que irá nos render bons momentos entre pai e filha.

Aliás, falando em bons momentos…

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Sim, eu sei que preciso me conter, mas como não surtar com os últimos momentos do episódio? Qualquer pessoa, é, aquelas que não trazem Castle no coração, diria que um anúncio no jornal não representa nada além de um simples anúncio no jornal. Mas não. Quando Beckett diz que foi ela quem contou à imprensa que eles estavam juntos por querer que, quando fossem escrever sobre ele, falassem sobre eles, aquele “nós” me fez viajar na história dos dois. Porque eu ainda me lembro daquela parede. Me lembro como foi difícil quebrá-la, assim como foi difícil quebrar aquele gelo existente na segunda temporada quando ela dizia que “não existe nenhum nós”. Não são simples letras em uma folha de jornal. Aquele é o jeito dela de contar ao mundo que o Castle pertence a ela, e ela pertence a ele. Always.

Limelight foi um episódio gostoso de assistir. A cada semana, Castle me mostra o porquê de eu dizer que essa é a minha série favorita e vai me dando vários novos motivos pra continuar amando-a mais e mais. É complicado dizer o que esperar para os próximos episódios porque já tivemos tantas surpresas nessa temporada, que QUALQUER coisa pode surgir nos muitos 42 minutos que ainda estão por vir. Para a próxima semana, eu desejo, aos corações casketts, boa sorte, porque quem viu a promo sabe que Dressed to Kill veio para marcar. Vejo vocês na semana que vem! Até (:

PS1: Quero agradecer, pela enésima vez, a Mariela pela mão nessas últimas duas semanas.

PS2: Como Alexis aprendeu a se vestir, gente!

PS3: Chance para Esplanie, pelo o que eu percebi, só em situações de perigo, né? Será que precisaremos de outro prédio desabando na cabeça do Esposito para que haja mais  um contato entre os dois?

Bill Cosby, de ‘The Cosby Show’, está produzindo uma nova série para a NBC

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The Cosby Show foi uma grande comédia que, em 1984, redefiniu o gênero dos sitcons e aumentou os números de audiência da NBC. E o astro da comédia, Bill Cosby, após três décadas, está produzindo uma nova série para a NBC.

O projeto em questão, ainda sem nome, será uma comédia familiar de meia hora. Nele, Cosby voltaria a chefiar uma família multi-geracional, sendo o sábio conselheiro para muitas situações como, casamento, família e paternidade. A série será desenvolvida em parceria com o produtor Tom Werner (Hank), que juntamente com Marcy Carsey (That 70’s Show) produziu The Cosby Show.

Em novembro, ao falar sobre o que os telespectadores esperam, Cosby disse ao Yahoo TV que “eles gostariam de ver um casal que se ama, com verrugas e tudo,  crianças que respeitem a paternidade, e a comédia de pessoas que cometem erros. Vivacidade e perdão. Então, eu espero aproveitar essa oportunidade, e eu vou oferecer o melhor de Cosby”.

No currículo extenso de Cosby podemos citar as séries The Bill Cosby Show, The Electric Company, The Cosby Show e Cosby. Seu mais recente trabalho foi no seriado Obkb, de 2011.

Ainda não há informações sobre quando começarão as filmagens do seriado ou sobre a sua data de estreia.

Com informações do Deadline e do TVLine.

Confira os vencedores da premiação popular britânica, os NTA

Data/Hora 23/01/2014, 11:45. Autor
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O National Television Awards pode ser explicado como o People Choice Awards britânico. A premiação, que começou em 1995, premia “os mais populares” da Inglaterra com base no voto do público.

Nesse ano, a premiação ocorreu em 22 de janeiro, na The O2 Arena, e foi apresentada por Dermot O’Leary, um apresentador de rádio e televisão que trabalha na ITV e na BBC Radio 2.

Doctor Who e Benedict Cumberbatch, obviamente, foram destaques na premiação. Confira os mais votados pelos britânicos:

Novela: Coronation Street

Drama: Doctor Who

Revelação (novato): Khali Best

TV Detective: Benedict Cumberbatch

Apresentador de Programa de Entretenimento: Ant & Dec

Programa diurno: This Morning

Programa de Entretenimento: I’m A Celebrity… Get Me Out Of Here!

Documentário: Educating Yorkshire

Show de Talentos: Strictly Come Dancing

Performance em Novela: Julie Hesmondhalgh, por Coronation Street

Performance em Drama: Matt Smith, por Doctor Who

Programa de Entretenimento não-ficcional: Paul O’Grady: For the Love of Dogs

Comédia: Mrs Brown’s Boys

Com informações do site dos NTA.

Pedro Pascal é escalado para ‘The Mentalist’

Data/Hora 23/01/2014, 11:14. Autor
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O ator Pedro Pascal anda com a agenda cheia. Além de dar vida à Oberyn Martell, em Game of Thrones, o ator acabou de assinar contrato para participar de The Mentalist.

NOTÍCIAS | Amanda Righetti confirma saída de ‘The Mentalist’

Pascal irá dar vida ao Agente Especial do FBI Marcus Pike, e será o novo interesse amoroso de ninguém menos que Teresa Lisbon.

O Agente Pike é descrito como um homem íntegro e inteligente, e irá auxiliar Jane e Lisbon a localizar um grupo de ladrões de arte. E o agente acabará se encantando com Lisbon nesse processo. Há previsão de que Pedro participe de pelo menos 5 episódios, e sua primeira participação se dará no 16° episódio da 6ª temporada.

Vale lembrar que The Mentalist volta do hiato em 9 de março, com a exibição do episódio 13.

Com informações do TV Line.

Bones – The Ghost Killer e Big in the Philippines

Data/Hora 23/01/2014, 11:00. Autor
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Bones voltou! E eu também. E como é bom estar de volta. Não só porque tem sido ótimo comentar sobre a nona (e deliciosa) temporada da série, mas por ter uma confissão a fazer. E esperei muito por isso. Mas cá estou mais uma vez, com a missão de falar sobre dois episódios tão diferentes, desta que nomeio a série mais bipolar que já vi na vida. E é por aí que começo esta confissão.

Até o episódio da semana passada, Big in the Philippines, eu não tinha muita certeza se queria uma certa renovação. Apesar de não estar pronta para o cancelamento, às vezes tenho um sentimento altruísta de que seria melhor Bones acabar enquanto está em alta. (Sim, ainda acredito nisso). Depois de um período de hiato justo e renovador, esperava que The Ghost Killer fosse o sopro de vida que a história precisa para se manter neste patamar até seu desfecho, mas foi de longe um dos piores episódios que vi. Um episódio apressado e antipático, sem graça mesmo, mal escrito, interpretado, fiquei com tanta descrença, que me recusei assistir mais uma vez, só para ter certeza de que aquilo ali estava selando o final da série. Mas aí a próxima semana chegou, e eu me apaixonei tudo outra vez.

Eu tenho uma confissão a fazer. Bones é uma série louca, e eu amo esta loucura. E quero que ela dure para sempre.

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A Letra

Uma música marcante deve ter um ritmo gostoso, uma boa letra e uma excelente interpretação. Sem esses elementos, não funciona, não pega. Um episódio marcante também é assim, e o roteiro, é um dos principais pontos.

Os dois episódios foram completamente diferente em enredo e qualidade. Por isso, é difícil buscar um consenso crítico para as duas história. Se eu dei quatro estrelas como média entre  The Ghost Killer e Big in the Philippines é porque o último teve a nota máxima, já o décimo segundo foi apenas mediano.

A apresentação da tal Assassina Fantasma foi um tédio. Não só por ter lembrado o tédio do Pellant, e o tédio que foi até a série se livrar dele, mas por ter sido um episódio tedioso e desconexo. Não digo que foi um episódio ruim, apenas não gostei da maneira como ele foi conduzido. Não tinha cadência, um ritmo certo.

Culpo a Nkechi Okoro Carroll por isso. Infelizmente, todos os episódios que ela escreve são de uma qualidade duvidosa. Mesmo The Diamond in the Rough, que apesar da cena final revigorante, teve uma história fraca e forçada. Como o desespero da Brennan e a obsessão que não vemos em nenhum episódio desde a morte do último vilão.

Mas também culpo o Pellant. Ou a lembrança dele. Aliás, um personagem que deixou mais dúvidas do que respostas e morreu para entrar num eterno esquecimento (para os sortudos que conseguirão esquecê-lo). Só de vê-lo na cena de abertura me deu sono. Ainda não sei se me interesso pela tal vilã ainda. E do jeito que a coisa anda, ela só irá aparecer lá pelos derradeiros episódios, então até lá, ainda tem muito chão para criar diversos furos na continuidade da série.

Esse sentimento ruim passou longe da “letra” de Big in the Philippines. As rimas eram ricas, intercaladas e perfeitas. A semântica também. Tudo neste episódio conspirou para que ele, junto com o episódio do casamente, se tornasse um dos mais belos da temporada. Keith Foglesong acertou em cheio, conseguiu fluência no caso, participação com o peso certo de cada personagem e ainda nos deu frases que farão parte do “livrinho de falas que todo Bonehead deve conhecer”.

O assassinato do cantor country jovem e promissor é a amostra real que a vida é frágil e pode acabar a qualquer segundo. Colin foi morto quando se preparava para viver, e morreu porque amava demais. É irônico isso. Geralmente as canções countries são tragédias deliciosas em tom menores ou diminutos. Mas Colin Haynes queria retomar a vida em um grande Sol Maior. Essa história ao lado da câncer do Wendell Bray mostra como cada segundo da vida é precioso. E isso foi sentido por Booth e Brennan.

Assim é um bom episódio. Aqueles que afetam não só os personagens como a gente.

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A Música 

O roteiro confuso de The Ghost Killer criou uma melodia destonante e aguda. Desde quanto as pessoas ignoram os palpites da Bones? Desde quando ela tem ataques de subjetividade e obsessão? Não consigo elencar as coisas que me incomodaram neste episódio, então decidi que irei gastar meu português com a melodia vinda das Filipinas.

Neste episódio, é possível perceber uma relação equilibrada entre os personagens, o trabalho e a vida pessoal deles. E isso me deu orgulho da série. Não se pode ignorar detalhes como a Sereia feita pela Angie no gesso do Wendell, e nem do elogio de Hodgins para a esposa. Não vou dizer que fui fã de do casal Wengie, mas é sempre engraçado e divertido ver referências ao romance e como tudo terminou bem e de maneira adulta entre eles.

Outro detalhe bem bacana são as assinaturas do colegas de turma do Jeffersonian, como um símbolo dos Flyers (time de hockey do Booth), um simples “apenas respire” da Cam ou o bem humorado “Rei do Gesso”, escrito pelo Jack. Ah, claro, as mensagens de apoio de B&B mostram o quanto o squint loirinho e puro de coração é importante para todos. Sinceramente, meu squint preferido depois do Vincent.

A sintonia entre elenco, personagens e história também é algo para se reconhecer com louvor.  Michael Grant Terry, Emily Deschanel, David Boreanaz e todo o resto estiveram brilhantes nessa quase uma hora de história. Com interpretações certas, a métrica moderada só tornou o episódio ainda mais gostoso. Sweets e Cam estiveram lá quando foi preciso, e a engenhosa engrenagem funcionou muito bem. Destaque para a dobradinha Angie e Sweets, com os dotes musicais herdades do pai pela a artista e com o conhecimento das intenções por trás da semântica desenvolvida pelo psicologo, os dois foram protagonistas de uma cena criativa e importante. Concluir que Colin estava apaixonado e esperançoso observando o tom, o ritmo e as letras do músico é algo realmente de se admirar. Fico imaginando o pessoal do Song Meaning diria sobre “Can’t Break What is Broken”  ou “Young To See” do Charlie Worsham.

A trilha sonora serviu de forma mágica (assim como a música deve ser) e coerente (assim como o roteiro deve ser) para a história do episódio – que devo pontuar, coroou o Boreanaz como diretor. Um episódio delicado e na medida certa.

Foi interessante perceber como esse episódio mexeu com todos eles, e como especialmente afetou Booth e Brennan, que dividem talvez o melhor momento do casal. Mas a vida é assim, há tempo de sorrir, mas também de chorar. O que importa é que eles sempre estarão juntos. E para sempre.

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A Dança

“Eu decidi lutar,” ele disse ainda com receio. O tom de voz do Wendell me fez querer gritar. Ele decidiu dançar a valsa louca da vida. Ao som de Love Don’t Die Easy, encerramos a décima terceira semana de Bones com uma grande lição: às vezes é preciso dançar a música que está tocando.

Amor, casamento, filhos, amizade, gratidão, são muitas as situações e sentimentos que iremos enfrentar na vida. A dor e a perda são apenas pequenos exemplos do que vem pela frente. Apesar do medo, e da angústia causada pelo desconhecido, quando se tem alguém, tudo fica mais fácil.

O amadurecimento dos personagens, assim como a série, só me faz querer mais. É preciso aprender a dançar a música que está tocando. Aceitar os altos e baixos, não ligar tanto para o tratamento medíocre que a Fox americana dá parar a série, e nem se assustar com um provável cancelamento. E foi aí que cheguei a conclusão que não importa qual a situação que eu me encontre, este amor é para sempre, mesmo que o sempre um dia acabe.

The Following – Resurrection

Data/Hora 23/01/2014, 09:46. Autor
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Muitos fãs de The Following acreditaram que a série não conseguiria manter uma boa sequência depois do final da primeira temporada. O seriado, corajoso desde os primeiros capítulos, apresentou na season finale a morte de seu principal vilão e a razão de tudo que acontece na série, Joe Carroll. Mas vamos combinar que foi um tanto inocente demais acreditar que Carroll realmente estava morto.

De qualquer forma, quem acompanhou as notícias do seriado antes da estreia da segunda temporada já tinha captado a realidade. Além de todas as promos apresentadas, o episódio que abriu a segunda temporada ganhou o nome de Resurrection. Alguma dúvida sobre o poder dos seguidores de Joe e de seu retorno?

Enquanto Carroll ficou escondido – sabe Deus onde -, Ryan mudou de vida. O ex-agente do FBI trocou o álcool e as manhãs de ressaca por um trabalho como professor de justiça criminal em uma universidade de Manhattan e, pasmem, corridas pela manhã. Não bebe mais, participa de reuniões para alcoólicos e tem até um padrinho que já acompanha seus passos.

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Apesar das mudanças na qualidade de vida de Ryan, a morte não abandonou o ex-agente do FBI. Claire não resistiu ao ataque da seguidora de Joe no apartamento de Hardy e morreu. A história, que se passa na segunda temporada da série, mostra os momentos após o ataque e dá um salto de um ano, quando Ryan já está com uma vida nova e o caso de Joe Carroll e seus seguidores serial killers completa um ano.

Ryan melhorou a forma física com corridas diárias, mas continua o mesmo em vários outros itens. Hardy segue solteiro, obcecado por Joe Carroll e… sem noção. Isso mesmo, Ryan perde a cabeça quando o assunto é Carroll e prefere agir sozinho como um justiceiro a se unir novamente às forças do FBI e ao seu amigo Mike Weston.

The Following 2x01 Mike

Quando o ataque ao metrô Union Square, em New York, apresenta indícios de um retorno da seita, prontamente o FBI recruta Mike e Ryan, mas enquanto o primeiro quer a todo custo vingar a morte de Debra e de todos os outros, Hardy quer, ele mesmo, acabar com Carroll e todos os seus seguidores. Ryan não conseguiu acabar com Joe nem com todo o aparato do FBI, mas agora acredita que vai ter sucesso sozinho. Bem, se lembrarmos das inúmeras trapalhadas e atrasos da equipe do FBI na temporada passada, não é de se estranhar, mas sozinho Ryan? “Serious”?

Bem, Hardy não ficou tão sozinho assim. Ele também tem seus seguidores e recrutou Max Hardy (Jessica Stroup), sua sobrinha, que também trabalha para a polícia. Max segue a sina da família e é uma detetive da Agência de Inteligência da Polícia de New York. No início do episódio, Ryan parece não estar dando bola para o retorno dos seguidores de Joe, mas dentro de seu apartamento guarda um escritório secreto onde acompanha as informações sobre o caso. Aí que entra Max. Quem o ajuda nessa força-tarefa de duas pessoas é exatamente a sua sobrinha com informações quentíssimas do banco de dados da Polícia de New York.

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Apesar do ataque ao metrô marcar o retorno dos seguidores de Carroll, a morte mais impressionante foi da jovem Heather Clarke, pelos gêmeos Luke e Mark. A garota foi morta e os dois brincaram com o corpo dela ao longo do dia, maquiando, vestindo, dançando e só quando anoiteceu, colocaram o corpo para exposição em uma praça pública. Uma das marcas registradas de The Following é arrepiar o público, e essa morte mostra como a série gosta de fazer isso.

Outra coisa que o seriado gosta muito é de uma boa trilha sonora, e essa característica já foi possível de ser relembrada em Resurrection. A música embalou o encerramento do episódio e aumentou o ar dramático na hora da aparição de Joe Carroll… vivo! Sim, vivo, não um seguidor usando uma de suas máscaras. The Following voltou, Joe Carroll voltou e ao contrário do que muitos temiam, voltou com muita história pra contar.

The Following 2x01 Joe

Fiquem ligados!

Já foram anunciadas diversas participações para a segunda temporada de The Following. Bem, não é a toa, já que grande parte do elenco foi morta nos primeiros 15 episódios da série. Em 2014 você ainda vai ver no mundo de Ryan Hardy e Joe Carroll os atores Connie Nielsen, Zach Hamilton, J.D. Williams, Tehmina Sunny, Jacinda Barret, Keith Carradine, Jessica Stroup, Tiffany Boone, Valerie Cruz, Carrie Preston e Bambadjan Bamba.

A segunda temporada de The Following estreia no Brasil no dia 31 de janeiro, pela Warner Channel, às 23h.

PS: Quero uma cozinha igual a do Ryan Hardy.

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