Girls – Only Child

Data/Hora 04/02/2014, 19:59. Autor
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É possível que haja algum texto meu defendendo a segunda temporada de Girls como a melhor. Como não estamos nem na metade da terceira, ainda mantenho minha opinião. Algo que justifica essa minha opinião é a construção tão perfeita da personagem de Hanna, que foi destrinchada nos episódios do ano passado, nos permitindo olhar bem fundo para a personagem principal. Sabemos que Hanna é boa escritora, e entendemos seu modo de pensar e de trabalhar graças a segunda temporada. A protagonista de Girls cria situações que julga serem relevantes para a sua escrita, fazendo de si mesma sua cobaia, e com isso justifica ações como fazer sexo com um estranho em sua casa e usar cocaína em uma festa. Tudo vale a pena a fim de criar novas experiências e emoções, que são transformadas em páginas de seu livro.

Se na segunda temporada descobrimos que Hanna realmente tem a alma de escritora, na terceira estamos entendendo o motivo pelo qual ela não faz sucesso. É inegável, nesses cinco primeiros episódios, que o egoísmo da personagem às vezes supera o seu talento. Hanna parece só pensar em si mesma e viver em um mundo que ela mesmo criou, considerando as únicas experiências importantes aquelas que ela provoca em si mesma, em um tipo de egoísmo documental. O que falta em Hanna é empatia, pois ela acha tudo que foge ao seu controle desinteressante. Esse egoísmo faz com que o talento dela seja puramente autobiográfico e, dessa forma, limitado.

Em Only Child, Hanna vai com Adam ao funeral de David, e como vimos no episódio anterior, a morte de seu editor ainda não parece significar nada para ela. Numa situação que poderia ser altamente produtiva para um escritor – um enterro com personagens como um hipster ninfeto e uma viúva que aceitava o marido que “era gay de vez em quando” -, Hanna só se preocupa com a publicação de seu livro. A situação social torna injustificável seu egoísmo artístico, e aqui ela soa apenas como uma babaca.

Em outro momento do episódio, Hanna tenta mediar uma conversa entre Adam e sua irmã, Caroline. Nesse momento, ela claramente está criando uma situação sobre a qual quer escrever. Quando inicia a conversa, pede que Caroline diga que a ama, e depois pede o mesmo para Adam, que responde “por que temos todos que dizer que amamos você?”. Durante o debate, Marnie liga para Hanna para contar que adotou um gatinho na rua que ela precisa ver, e a escritora ignora dizendo que está ocupada. Qualquer um pode ver que Marnie é uma pessoa em crise a ponto de explodir, e Hanna, supostamente sua melhor amiga, ignora a situação, talvez por pensar que Marnie não é um personagem interessante. Ou simplesmente por não prestar atenção mesmo.

A falta de empatia de Hanna a limita como artista. A única pessoa que ela quer alcançar parece ser ela mesma, seu único tema, seu único personagem. Quando Caroline sai do seu controle, na conversa em que Hanna conta não poder mais publicar o livro por conta de ter vendido os direitos para a editora em que David trabalhava, Hanna a expulsa do apartamento. Diz que “no começo a achava engraçada, mas agora ela é irritante”. Na briga, antes de ir embora, Caroline diz que Hanna nunca terá sucesso por conta de não entender o sofrimento das outras pessoas. É esse exatamente o ponto, gritado por uma personagem que tem claros problemas psicológicos, mas que foi a única até agora a conseguir falar a verdade para Hanna.

PS1.: Veremos Caroline outra vez? Espero que sim!

PS2.: Soshanna está voltando ao normal, é isso mesmo?

PS3.: Alguém por favor dê um toque na Marnie, que na busca de atenção se humilha mais em cada episódio.

PS4 (desculpem).: A entrevista da Hanna com a nova editora não foi a cena mais engraçada da temporada até agora? Sou só eu ou essa temporada está mais Judd Apatow do que Lena Dunhan?

Max Greenfield fará participação em ‘The Mindy Project’

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Max Greenfield, o interprete do Schmidt de New Girl, irá fazer uma participação especial em The Mindy Project.

NOTÍCIAS| Audiência de ‘New Girl’ e ‘Brooklyn Nine-Nine’ cresce em noite de Super Bowl

Mas os fãs que ficaram animados com a possibilidade de um crossover entre os seriados, acalmem-se. Greenfield não irá interpretar o seu icônico personagem em TMP. Seu personagem será Lee, um jogador sexy em um bar.

Vale lembrar que recentemente Dan Hedaya, Anna Gunn e Vanessa Bayer tiveram participações especiais anunciadas no seriado.

The Mindy Project retorna para a grade da Fox, com episódios inéditos, em abril. A participação de Greenfield deve ir ao ar no final daquele mês.

Com informações do TVLine.

Netflix renova ‘House of Cards’ para a terceira temporada

Data/Hora 04/02/2014, 16:54. Autor
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A segunda temporada de House of Cards ficará disponível na Netflix em 14 de fevereiro. Mas, antes de exibir a sequência de uma de suas séries originais mais prestigiadas, a empresa decidiu renovar a série para uma terceira temporada.

NOTÍCIAS| Netflix disponibiliza temporada comentada de ‘House Of Cards’

Não foram passadas maiores informações sobre a renovação, de forma que se desconhece a data de estreia da temporada, ou mesmo o número de episódios que ela terá. Tão logo tenhamos acesso à essas informações, as publicaremos.

NOTÍCIAS| Segunda temporada de ‘House of Cards’ ganha seu primeiro trailer

Com informações do TV by the Numbers.

Dylan Sprayberry é escalado para ‘Teen Wolf’

Data/Hora 04/02/2014, 16:00. Autor
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Dylan Sprayberry, que interpretou o Clark Kent jovem em Man of Steel, foi anunciado no elenco recorrente da quarta temporada de Teen Wolf.

Ele interpretará Liam, um garoto arrogante – porém com um grande coração – que se muda para Beacon Hills. Como não tem talento para os esportes, o personagem de Sprayberry compensa com perfeitas notas e muito charme. Mas o garoto estaria despreparado para encarar as adversidades sobrenaturais que circundam a cidade.

Atualmente a MTV exibe nos EUA a 3ª temporada de Teen Wolf, prevista para encerrar em 24 de março.

Com informações do TVLine.

Jack Davenport é anunciado em ‘Sea of Fire’

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Jack Davenport (Smash) foi anunciado como o novo integrante do elenco fixo de Sea of Fire.

NOTÍCIAS| Jennifer Carpenter será a protagonista de ‘Sea of Fire’

Davenport interpretará Marty Kesowich, o xerife local que trabalhará com a agente do FBI Leah Pierce ( Jennifer Carpenter) para desvendar  o misterioso desaparecimento de algumas garotas. Mas no curso da investigação, segredos obscuros acabam vindo à tona e a lista de suspeitos aumenta.

O projeto é uma das apostas da ABC para a próxima Fall Season.

Com informações do TVLine.

 

Primeiras Impressões – A Teia

Data/Hora 04/02/2014, 15:09. Autor
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E como eu não podia negar o apelido carinhoso dado por um amigo de badge bunny, claro que eu conferi a estreia da serie nacional A Teia na telinha da Globo. E devo dizer que fiquei agradavelmente surpreendida.

Na verdade eu já tinha gostado muito do teaser que a rede de televisão havia exibido no ano passado e estava ansiosa para conferir como contariam a história da investigação de um elaborado assalto que acontece no Aeroporto de Brasília e que leva mais de sessenta quilos de ouro bem nas barbas da Polícia Federal.

E ela começa com um recurso já velho conhecido dos fãs de seriados de televisão: Macedo (o EXCELENTE João Miguel) está caído, talvez sangrando, tudo muito rápido, cortado, Baroni (Paulo Vilhena) também parece ferido. Uma mulher talvez morta. Um ursinho de pelúcia branco indicando que talvez uma criança também tenha se machucado. Mas tudo isso ainda não aconteceu, na verdade é apenas um aperitivo da história que ainda será contada.

Voltamos então três meses no tempo e vemos o assalto acontecendo. Bandidos invadem o aeroporto carregando metralhadoras e dispostos a não errar. E eles aparentemente não erraram nada, ainda que dois deles acabem feridos. Após a confusão acaba sobrando para o delegado Macedo ir ao local, fazendo com que ele se atrase para um jantar com sua mãe.

Ao ver Macedo na cena do crime é fácil lembrar, para alguém que devora seriados policiais como eu, de vários detetives queridos de séries americanas. Ele é de poucas palavras, tremendamente observador e com certeza não parece fácil de lidar (pensei muito no Sherlock de Elementary). Ele rapidamente define funções aos investigadores, tem tempo para ignorar um desses homens que adoram o bordão “você sabe com quem está falando” e ainda sai a tempo de chegar na casa da sua mãe.

O primeiro episódio nos diz mais sobre o protagonista: sua mãe Áurea tem um novo namorado, um senador cujo passado cruzou com o de Macedo e parece não ter deixado boas lembranças – Miele! Gente, Miele de volta a TV, que delícia! – e um filho de um segundo relacionamento, que parece odiar o irmão mais velho. Daniel Warren interpreta Eduardo, filho de Áurea, e foi o único a me incomodar neste primeiro episódio, talvez porque eu tenha assistido a Art Ataks demais na Disney e o rapaz manter o mesmo tom.

O passado de Macedo também tem outros problemas: apelidado de cearense arranca sangue, ele está em Brasília como castigo por algo que aconteceu em Fortaleza, longe de sua esposa e filha, e nem deveria estar investigando nada, mas sim apenas sentado em sua mesa. Mas ao quebrar o galho de outro delegado ao ir a cena do crime acaba envolvido em algo que, logo de cara, vemos que ficará muito grande. Além de grande, essa pode ser a oportunidade de voltar para casa.

O restante do episódio é dedicado à Baroni, o bandido. Apesar de ainda não conhecermos seu passado, ou mesmo quem ele realmente é, fica fácil perceber que ele é mais guiado pela emoção do desafio do que pelo dinheiro. Além disso, em uma frase sua para um dos feridos no assalto, nos mostra que ele talvez também esteja procurando vingança ou redenção por algo acontecido com seu pai.

Ele tem uma namorada, Celeste, que conhece o trabalho sujo dele, mas me deu a impressão de estar vivendo o sonho de ter encontrado um príncipe. É perceptível que Baroni tem “berço”, tem classe, enquanto a garota é bastante simples. Então podemos especular que ela está deslumbrada por aquilo que ele está lhe oferecendo.

Logo após o roubo eles seguem em direção da fronteira do Brasil, acho que através do Mato Grosso, e eu confesso ter soltado risos ao perceber que ele realmente escolheu o melhor esconderijo possível para as barras de ouro: a cadeirinha da menina, que escapa ilesa da busca da polícia. Ninguém teria coragem de acordar aquela garotinha para ver se tem algo embaixo dela, teria?

O episódio piloto funciona muito bem: edição e fotografia caprichada, boas atuações, nenhum tempo gasto com explicações desnecessárias (vício da televisão nacional herdado das novelas, mais longas). A trilha sonora é outro trunfo: muito rock bem colocado embalando a “aventura”.

Principalmente um episódio piloto que cumpre a missão de nos fazer ficar curiosos pelo episódio seguinte.

*Esse texto foi originalmente publicado no Só Seriados de TV.

’24: Live Another Day’ tem o primeiro vídeo promocional divulgado

Data/Hora 04/02/2014, 14:14. Autor
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Depois de exibir quatro teasers de 10 segundo durante o último Super Bowl e deixar os fãs cheios de expectativa para a estreia de 24: Live Another Day em 5 de maio, a Fox liberou o primeiro vídeo promocional da série.

NOTÍCIAS| Tate Donovan junta-se a elenco de ’24: Live Another Day’

No vídeo de 48 segundos é possível observar um cenário caótico em Londres, e emergem do caos Jack e Chloe. Para aumentar a expectativa dos fãs, o vídeo termina com um Jack furioso disparando tiros. A pergunta é: em quem?

24: Live Another Day vai mostrar, em 12 episódios, eventos que ocorrem cerca de quatro anos após os eventos da series finale de 24. No elenco, além de Kiefer Sutherland e Mary Lynn Rajskub, estão Kim Raver, William Devane, Yvonne Strahovski, Judy Davis, Tate Donovan e Benjamin Bratt.

Com informações do Deadline.

Revolution – Captain Trips e Happy Endings

Data/Hora 04/02/2014, 14:00. Autor
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Captain Trips conseguiu ser melhor que Mis Dos Padres. E Charlie, Gene e Aaron sumiram!

Bom, sabemos que não, mas quando Rachel, Bass, Miles e Connor chegam ao esconderijo, é o que acham ter acontecido. E depois descobrem que neta e avô estão na colônia de tifo. Eu gosto bastante do fato de que agora os dois núcleos voltaram a ser um só, dá pra resumir. Com essa descoberta, Rachel se une à filha e ao pai no socorro dos doentes e o trio acaba descobrindo que a epidemia de tifo foi, na verdade, plantada pelos patriotas para eliminar a “escória” da população – viciados, alcoolatras, aleijados, etc. Nada justo, mas um plano muito bem pensado: patriotas acabariam com os considerados máculas da sociedade e ainda pagariam de herois, tentando salvar a população. Descobrindo isso, e vendo seu pai cair, infectado pela doença, Rachel encontra um jeito de avisar a Miles, Bass e Connor – que, de início, não queria ajudar, mas acabou entrando na brincadeira quando o papai prometeu recuperar a República -, os quais conseguem capturar o líder patriota de Willoughby, Truman. De uma forma bem cruel e indubitavelmente necessária, Miles o convence a entregar a cura para o tifo, e Captain Trips, para o núcleo principal, termina com o baby Bass encontrando a suposta cura.

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No núcleo Spring City, Aaron e Priscilla estão tentando descobrir, novamente, e com a ajuda de Grace, como funciona a nanotech e por que logo eles. Na verdade, não tem muito o que descobrir: a nano é uma inteligência artificial – tipo o Haley Joel Osment no A.I. – que responde ao casal pelo simples fato de ter sido criada por eles. Nesse ponto, descobrimos que Priscilla contribuiu para a criação das mini-máquinas e que talvez exista um terceiro membro controlador: “Our friend Peter, he helped too.” Confesso que as minhas expectativas para esse Peter ficaram bem altas. Apesar de a Priscilla ser chatinha, tô começando a me acostumar com ela, e tenho a sensação que esse trio vai colocar muito fogo na série. Se Deus – ou a nanotech, de acordo com a Grace – quiser. E outra coisa MUITO MANEIRA que aconteceu também foi a volta da Cyn <3 Bom, não ela, ela mesma, mas a nanotech tomando sua forma e dizendo que Aaron e Priscilla deveriam ir para Lubbock, no Texas. A mocinha, inicialmente, se mostra resistente e diz que não vai, mas depois de um acidente na estrada em que ela quase morre, resolve acompanhar o ex marido.

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Já no núcleo Neville, as coisas esquentaram MUITO em Captain Trips: Jason, após acusado de invadir o gabinete do marido de Julia, foi levado para algum lugar desconhecido. Papai e mamãe ficam uma pilha de nervos, obviamente, mas inicialmente, depois de uma conversa discreta entre Tom e Julia, descobrir a localização do baby Neville não parece tão difícil. E aí é que a coisa fica legal com força: Tom, ao tentar emboscar o marido de sua viúva – o quão engraçado é isso? LOL -, se depara com a mesma descoberta e a capturada pelo político. Após muito chitchat e muitas ameaças, os capangas do poderoso levam Julia embora, prometendo que Tom nunca mais a verá. Foi triste, eu shippo os dois.

Se eu já tinha achado Captain Trips um bom episódio, Happy Endings então foi excelente. A nanotech finalmente ouviu as minhas preces e, com a sua graça, o meu pedido estará em vigor por um bom tempo.

No núcleo Willoughby, o tifo foi controlado. Connor, com a ajuda de Bass e Miles, encontra a cura e a utiliza nos doentes – incluindo no Truman, o que eu achei de uma caridade tocante. Voltando à companhia das moças, Bass e Miles decidem que é hora de começarem a lutar efetivamente contra os patriotas. Como? Contratando mercenários. Onde? New Vegas (é, a cidade em que a Charlie encontrou o Bass, no início da temporada). Com que dinheiro? Ah, isso a gente resolve depois. E aí o núcleo se separa novamente. Mas eu gostei muito do resultado dessa vez. Charlie vai a Vegas com Bass e Connor. Claro que rola um climão entre ela e o baby Bass – o que me deixou meio indecisa sobre meu ship. Connorlie ou Chass? – e, havendo oportunidade, BAM! Connorlie em ação! Eu nem amei, imagina. Nem curto um bom ship em que a garota é mais macho que o cara. E amei que o Bass ficou bolado também. É manjado, eu sei, essa coisa de triângulo amoroso, mas eu acho que esse seria incrível.

Voltando aos mercenários, precisamos pagar por eles, certo?  Então roubemos! Bass é reconhecido como o lutador Jimmy em Vegas, sendo assim uma boa distração para o povo enquanto Charlie e Connor correm atrás dos diamantes. E, cara, os esquemas de distração que os dois armaram, PUTZ. Muito maneiro. Pena que, na fuga, Bass e Connor acabaram descobertos, deixando questões boas para o próximo episódio. Miles, Rachel e Gene ficaram em Willoughby, e os pombinhos tiraram um tempo pra namorar. Pela primeira vez, eu achei Miles e Rachel um casal suportável. Por enquanto, é isso, até que outro núcleo se une.

Pois sim, os mocinhos Neville estão de volta a Willoughby, com a tarefa de exterminar Bass para salvar a vida da mamãe Neville. Eis o que ocorreu: Tom foi preso e levado ao presidente que já sabia de todos os planos dele. Isso aí não foi muita surpresa. Daí, o presidente, que de bobo não tem nada, mandou o bom soldado atrás do inimigo. Tom foi esperto, como sempre é, e disse que precisava do Jason. Matou um problema: o filhinho voltou para os braços do papai, são e salvo. Eu amei quando o Neville foi falar com o Truman, assim que os dois chegaram a Willoughby, coisa e tal, meio que curti ver o Tom subjugado, mas sem sangue. E, sei lá, o Truman anda tão desmoralizado que é até divertido vê-lo dando ordens. E então, os dois Neville se dirigem para o esconderijo de Gene, Miles e Rachel. E a coisa se encerra dessa forma. Próximo episódio, muita coisa pode rolar: Tom vai conseguir pegar o Bass? Se conseguir, vai ter coragem de matá-lo? E a Charlie, vai ficar mexida com a volta do Jason?

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Quanto a Aaron e Priscilla, chegam a Luddock e descobrem seu amigo Peter, que agora é um “pastor” (não dá pra dizer se é essa a nomenclatura, visto que não sabemos qual religião a igreja de Peter segue) que cura as pessoas através do seu poder sobre a nanotech, e acredita que é um escolhido de Deus. O casal conta a Peter o que descobriram sobre a nanotech, e o moço, apesar de crer, não quer que os fiéis de sua Igreja saibam, para que não percam a fé. Achei a discussão colocada nesse núcleo extremamente forte e importante: Será que só porque é a nanotech curando, não é um sinal divino? Será que não foi Deus que os levou ao acidente de controlar uma inteligência artificial? É algo para se pensar. Obviamente, achei errado Peter querer esconder dos fiéis o fato sobre a nanotech. Acredito que aqueles que realmente têm fé veriam a manipulação da inteligência como uma dádiva concedida por Deus. Mas também não concordei muito com a posição do Aaron, de descrença. Mas isso aí já é uma opinião muito pessoal, cada um com sua crença. Esse núcleo, com toda a mudança do Peter e essa batalha “É Deus x É Nanotech x A Nanotech é Deus” ainda vai dar muito pano pra manga.

Episódio novo tá quase aí, né, gente? Então bora matar a curiosidade!

Castle – Dressed to Kill

Data/Hora 04/02/2014, 13:00. Autor
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Depois de um hiato forçado, muita expectativa e as fotos e vídeos coçando nas pastas do computador para serem vistos, Dressed to Kill finalmente nos foi entregue… adiantado! Já não é a primeira vez que um episódio de Castle vaza antes da exibição e eu, sinceramente, não sou mal agradecida e curto muito quando isso acontece – ainda mais quando é um episódio desses. Mas a verdade é que o episódio esteve longe de ganhar uma nota máxima, mas também esteve longe de ser ruim. Pelas questões tratadas, pelo aprofundamento, e por trazer partes da vida da Beckett que pareciam estar esquecidas, o episódio merecia sim algo beirando o cinco estrelas. No entanto, achei a pegada do episódio meio lenta, pouco dinâmica, mas o que não impediu Castle de ter uma grande semana.

Antes de qualquer coisa, sabem o que eu aprecio muito na série? A forma como eles trabalham os casos e as problemáticas inseridas na história do show. Quando Castle a pediu em casamento, lá em Watershed, eu jamais pensei que eles mostrariam etapa por etapa do processo. Mas, felizmente, é isso que a gente tem visto: escolha de data, escolha do local e até prova de vestido. Tenho eu algo pra reclamar de um seriado que entrega tudo redondinho pra gente? Tenho não.

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Agora, indo de fato para o episódio, vou confessar que não me prenderei no caso por motivos óbvios: muitas questões profundas a ser tratadas. Aliás, a ABC tinha prometido que a prova do vestido não seria a única vertente do episódio, e não foi mesmo. Dressed to Kill foi sobre moda e não foi, ao mesmo tempo. Gosto de olhar os episódios bem atentamente, de maneira mais profunda que um caso e histórias alheias a ele. Então, visto de cima, o episódio era sobre uma aspirante à estilista que foi morta pela máquina cruel que é o desejo de ser melhor, e que teria Beckett experimentando um vestido de noiva. Mas, visto com cuidado, os 42 minutos eram sobre a própria Beckett. O que ela pensa sobre o casamento, os seus gostos, as suas memórias e medos. Afirmo isso com a primeira cena, na qual a linda-fofa-sogrona Martha apresenta à Beckett o mundo das revistas de casamento. Primeiro: AMO cenas com os três e sinto falta (ouviu, Marlowe?) e segundo que a carinha de felicidade e o lugar pretendido por ela mostram que Beckett, por mais durona que seja, é igual a quase 90% das mulheres: sonham com o dia do casamento. Só que as descobertas não pararam por aí.

Quando eles precisam ir à Modern Fashion para investigar a morte de Ella Hayes, ex-secretária do local, além de lidarmos com uma fashionista que mais parecia a Miranda Priestly (de O Diabo Veste Prada), também descobrimos um fato curioso sobre Beckett. E quem podia imaginar que a detetive mais badass da NYPD já foi modelo? Tudo bem que foi só por uns 15 minutos e há mais de uma década atrás, mas mesmo assim é algo que te desorienta. Se o episódio não tivesse me dado ainda mais coisas sobre Beckett depois dessa revelação, eu com certeza ficaria imaginando-a desfilando por mais tempo que os 10 minutos que fiquei.

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Enquanto Castle e Martha (mais uma cena com os dois, ain <3) iam ao local escolhido por ele e Beckett ver se tinha disponibilidade, Beckett era feita, pela segunda vez, de modelo pela Miranda Matilda. Só que o mundo é pequeno e as coincidências são grandes, e o vestido que Beckett teria que vestir era um de casamento – daqueles casamentos bem brilhosos, diria eu. Minha primeira reação ao vestido foi: meu Deus, não, nunca, não faça isso comigo, Miranda, Matilda, Beckett, quem quer que seja. Mas, reparando bem, olhando como ela fica linda com um vestido desses, até que ele não é tão mal assim. Claro, na minha concepção, é longe do que eu achava que combinava com a Beckett. Mas a ideia não é fazê-la gostar e fazê-la se sentir confortável? E ele não fez? Então que seja esse mesmo! Ok, ela não estava tão confortável assim. Mas não era nem um pouco por causa do vestido.

“Eu não quero perder mais nenhum tempo para darmos o próximo passo”

Mais uma vez, como o mundo é pequeno e as coincidências são grandes, o local escolhido só tinha vaga para 2015, o que deixou Castle triste – mas por pouco tempo. É que um casal tinha acabado de se separar e havia uma vaga para a primavera. É claro que é bem antes do planejado, e pegou Castle de surpresa, mas por que não, né? Mas, ao ligar para Beckett para saber a opinião dela, ele ficou ainda mais surpreso por ela dizer que não era uma boa ideia. Nessa hora meu coração apertou. Achei que ela ia jogar tudo para o alto e iria desistir. Ela estava feliz, dava pra ver, mas ao mesmo tempo, quando olhava pro vestido, havia dor. Assim como Castle, eu não estava entendendo nada, mas ficou bem claro quando ela falou da Johanna. O problema é que Beckett nunca teve a figura feminina da mãe enquanto crescia e essas coisas machucam quando, em uma situação de escolha de vestido de casamento, a mãe não está presente. Beckett teve que enfrentar várias fases da vida, dessas que todas as mulheres têm, sem a figura materna para servir de apoio, e é claro que, em certos momentos, a falta da mãe torna-se ainda mais insuportável. É um passo muito grande e não poder contar com a Johanna foi o que a fez vacilar.

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Mas se Beckett não pode contar com a presença da mãe, ela tem Castle para apoiá-la. É claro que quando ela explicou a ele o porquê de ter recusado se casar na primavera, ele não demorou a entendê-la. Acho fofo a maneira como ele é solícito em tudo que diz respeito a ser o ombro de Beckett e estar ali para ela. Quando ele dizia, em várias situações, que estava ali para ela sempre, ele não estava brincando. Se a morte da mãe ainda dói? Óbvio que sim. Dói, e sempre vai doer, em vários momentos da vida da Beckett, mas ela sabe que Castle está ali para segurar a barra, e acho que saber que pode contar sempre com esse mesmo alguém é o primeiro passo para ter a certeza de que o casamento é a melhor escolha. Inclusive nessa primavera.

Dressed to Kill foi, desde que Castle a pediu em casamento, o episódio que mais entrou fundo nessa fase do relacionamento deles. Já disse e repito: acho interessante a forma que a série divide as etapas dessa fase pré-casamento, entregando cada parte em um momento singular do show. Gostei bastante desse episódio por mostrar uma Beckett mais vulnerável, tanto em relação às bobeirinhas para ajeitar do casamento quanto sobre a morte da mãe. Não sei se todos sabem, mas teremos mais uma semana de hiato. Então vejo vocês no dia 17 desse mês. Até lá!

PS1: Casos sobre moda tendem a ser chatos, e até mesmo piegas, mas o que se torna comum quando Castle decidir renovar o guarda-roupa de piadas e colocá-las todas em um mesmo episódio? Pode ter sido bem ruinzinha, mas quem não riu do cabelo azul da Katy Perry?

PS2: Depois de um tempão, Beckett voltou ao seu apartamento. Coincidência ou não, o apartamento de Beckett sempre está ligado a um episódio que traz algo de importante para o casal ou é feito de refúgio para Beckett.

PS3: 9 episódios sem beijo (segundo a melhor fonte: o fandom) e, finalmente, a ABC nos dá um. Se não fosse pela cena em si, e por tudo que ela representa, eu meteria o malho no beijo. Mas vou deixar pra lá.

PS4: Gates, I miss you.

 

Audiência de ‘New Girl’ e ‘Brooklyn Nine-Nine’ cresce em noite de Super Bowl

Data/Hora 04/02/2014, 09:34. Autor
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Grandes números. Isso é o que toda emissora espera em noites de final do campeonato de futebol americano nos Estados Unidos. O Super Bowl, transmitido pela Fox este ano, é garantia de audiência alta, e dessa vez não foi diferente. As séries escolhidas pela a emissora, New Girl e Brooklyn Nine-Nine, bateram recordes de público. New Girl atraiu 25.8 milhões de telespectadores e 11.8 pontos entre adultos de 18-49 anos, e a série de Andy Samberg cravou 14.8 milhões e 6.7 na audiência especializada.

Esses números fazem de New Girl a comédia com maior audiência entre adultos desde o episódio pós-Super Bowl de Glee em 2011, que foi de 11.1. O episódio intitulado Prince teve a participação do artista de mesmo nome, e foi o décimo quarto da terceira temporada.

Brooklyn Nine-Nine não teve o mesmo desempenho da  série veterana, caindo quase pela metade no número total de audiência e na audiência específica.

Cada ano, uma emissora é escolhida para transmitir o Super Bowl. Os programas exibidos após a partida são os de maior audiência. Confira os números dos últimos anos.

2014: (Fox) New Girl 25.8 milhões / Brooklyn Nine-Nine 14.8 milhões
2013: (CBS) Elementary 20.9milhões
2012: (NBC) The Voice 37.6 milhões
2011: (Fox) Glee 26.9 milhões
2010: (CBS) Undercover Boss 38.7 milhões
2009: (NBC) The Office 22.9 milhões
2008: (Fox) House 29 milhões
2007: (CBS) Criminal Minds 26.1  milhões
2006: (ABC) Grey’s Anatomy 37.9 milhões

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Apesar disso, a Fox americana não tem do que reclamar. O Super Bowl de 2014 já é considerado a final de campeonato mais vista desde que a competição passou a ser transmitida pela televisão em 1967. E não fica por aí: com 111.5 milhões de telespectadores, a Fox conseguiu o título de emissora com o programa de TV mais visto em toda a história nos Estados Unidos.

O começo da partida entre o  Seattle Seahawks e o  Denver Broncos superou os 111.34 milhões entre o jogo do NY Giants e New England Patriots em 2012. Com uma média de 46.4/69 na audiência específica entre adultos, o jogou agora é considerado uma das melhores audiências do Super Bowl em 27 anos.

O show exibido entre o primeiro e o segundo tempo da partida trouxe Bruno Mars e Red Hot Chili Peppers para o gramado, superando o placar final da cantora pop Beyoncé, que fez ano passado um audiência de 110.8 milhões, contra 115.3 milhões deste ano. Até então, o recorde entre as apresentações tinha sido de Madonna no jogo de 2012, com 114 milhões.

Super Bowl Ano Data Audiência Total (milhões) Time da NFC  Time da AFC  Publicidade de 0:30 (milhões de dólares)
XLVIII 2013 2 Fev, 2014  111,500 Seatle Seahawks  Denver Broncos  ***
XLVII 2012 3 Fev, 2013 108,693 San Francisco Baltimore $3.8
XLVI 2011 5 Fev, 2012 111,346 NY Giants New England $3.5
XLV 2010 6 Fev, 2011 111,041 Green Bay Pittsburgh $3
XLIV 2009 7 Fev, 2010 106,476 New Orleans Indianapolis $2.65
XLIII 2008 1 Fev, 2009 98,736 Arizona Pittsburgh $3
XLII 2007 8 Fev, 2008 97,452 NY Giants New England $2.7
XLI 2006 4 Fev. 2007 93,250 Chicago Indianapolis $2.6
XL 2005 6 Fev, 2006 90,745 Seattle Pittsburgh $2.5
XXXIX 2004 6 Fev, 2005 86,072 Philadelphia New England $2.4
XXXVIII 2003 1 Fev, 2004 89,795 Carolina New England $2.25
XXXVII 2002 26 Jan, 2003 88,637 Tampa Bay Oakland $2.1
XXXVI 2001 3 Fev, 2002 86,801 St. Louis New England $1.9
XXXV 2000 28 Jan, 2001 84,335 NY Giants Baltimore $2.05

Com informações do Deadline.

Looking – Looking for Uncut e Looking at your Browser History

Data/Hora 04/02/2014, 09:00. Autor
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O segundo episódio de uma série estreante é sempre decisivo. Depois da euforia do piloto, é no seguinte que conhecemos o seu verdadeiro ritmo (já que pilotos tem acontecimentos geralmente mais acelerados), confirmamos as características dos personagens e da direção. No caso de Looking for Uncut, nenhuma surpresa: continuamos com os diálogos soltinhos, a preferência do diretor de arte por verde e Patrick continua com os piores dates do mundo.

No episódio dirigido por Andrew Haigh, Augustín faz a mudança anunciada no episódio anterior, com a ajuda de Patrick e Dom, o que rende um ótimo momento para nos aprofundarmos mais em cada um dos personagens. Há uma clara relação de oposição entre Patrick e Augustín. Amigos de longa data, enquanto o loiro se coloca como mais conservador quando se trata de sexo, o latino o confronta com um pensamento muito liberal. Isso nos faz pensar até que ponto Paddy realmente tem esses tipo de pensamento, ou só o faz para parecer fofo, porque eu consegui ouvir da minha casa vários “ooowns” no momento em que – com uma entonação que faz muito vídeo de gato no Youtube parecer programa de venda de joia – diz que sexo e intimidade são intrínsecos. Ele sabe que pareceu a pessoa mais fofa do mundo falando isso, certo?

Quando Augustín revela sobre sua experiência a três, Paddy fica surpreso, enquanto o amigo discorre sobre a impossibilidade da monogamia. Que atire o primeiro DVD de Sex and the City quem nunca teve esse tipo de conversa com amigos, ou mesmo que nunca pensou sobre.

Já que o tema da conversa é sexo, os amigos perguntam para Patrick se ele já pegou Richie, seu pretendente que conhecemos no piloto. Ele diz que não, já que só se encontraram na boate em que Richie é hostess e que não daria pra fazer nada lá. É claro que Augustín pergunta se o banheiro do lugar não foi uma opção para Patrick, e claro que a resposta dele é não. Patrick vai fazer pegação no mato, mas banheirão já é demais. O próximo tópico é o hipotético prepúcio de Richie. Segundo Augustín, latinos não são circuncidados e, no debate sobre a nacionalidade de Richie, os amigos beiram o racismo ao chamar o cara de cholo. É uma abordagem interessante para a série que, pelo o que vemos até agora, pretende tratar os rapazes gays como rapazes comuns. Piadas que poderiam ser racistas, o que nem foi o caso, também podem surgir em conversas gays, assim como em qualquer tipo de conversa. O humor nem sempre correto dos personagens mostra que o objetivo aqui é mostrar pessoas, não exemplos. Em um dos momentos, Augustín diz: “eu não posso ser racista, eu sou latino”, quando poderíamos esperar por “eu não posso ser racista, eu sou gay”.

Isso nos leva para um ponto polêmico quando se trata de uma série com personagens gays: as pessoas acharem que precisa ser panfletário. Muitos dos comentários negativos em relação a Looking giram em torno do fato dos personagens falarem muito sobre sexo, ou fazerem muito sexo, ou irem a locais em que o sexo é o objetivo. Ora, grande parte da vida adulta é dedicada ao sexo, e não haveria porquê fugir disso ao se retratar personagens homossexuais. Uma ótima qualidade de Andrew Heigh, parte considerável na realização da série, é mostrar os personagens de uma maneira quase documental, soltinha, e bem real. Não é intenção dele, e parece não ser a de Looking, mostrar algum modelo a se seguir, mas sim apresentar personagens que vivem seu próprio estilo de vida e defendem suas próprias visões. Isso quer dizer que veremos gente fumando, bebendo, usando drogas, fazendo sexo, trabalhando, traindo, sendo traído, pegando o metrô (aliás acho ótimo o interesse de Heigh pelo momento do transporte público).

Enquanto Patrick planeja seu encontro com Richie, vemos Dom confrontando Ethan, seu ex, o que levou oito mil dólares dele e que foi um babaca. Na conversa, Ethan se desculpa com Dom, não dá muita oportunidade do cara falar e ainda o faz, mesmo que involuntariamente, pagar pela sua comida que inclui um refresh da Starbucks (que em Looking é sinônimo de frescura mesmo). Dom sai mal do encontro e vai procurar consolo em uma transa de Grindr. O parceiro instantâneo chega no apartamento falando muito, enquanto Dom só quer finalizar seu objetivo sexual. Enquanto a encomenda canta no chuveiro, após o ato, Dom conversa com Doris com uma impessoalidade total sobre o garoto, o que contrasta com o fato dele estar tomando banho em seu apartamento, sinal de intimidade.

Dom não se dá por satisfeito, não em relação ao sexo, mas em relação ao encontro com Ethan. O garçom volta a encontrar o ex e, dessa vez, pede seu dinheiro de volta. Ethan é completamente babaca quanto a isso, o que faz com que Dom perca a cabeça e o chame de drogado na frente dos clientes.  A reação nervosa diz muito sobre o tipo de abordagem de Looking: ao invés de muita articulação, temos respostas imediatas, dinâmicas e cruas.

Em seu date, Patrick claramente tenta embebedar Richie e chegar aos finalmentes (alguém ainda usa essa expressão?). Richie quer ir para outo lugar após o bar, e Patrick logo se apronta a oferecer a sua casa, mas ainda não. O cara leva Paddy para uma boate onde toca Cazwell, e a questão do banheirão soa como desafio para o loiro. Patrick diz que apesar do que os amigos pensam sobre, ele faria sexo no banheiro. Finalmente, consegue levar Richie para a cama e, quando tira sua roupa, fica desapontado em ver que o cara é circuncidado (Patrick, em um momento Hanna de Girls, havia pesquisado na internet sobre pênis circuncidados). A decepção é notada por Richie, e Patrick só piora, tornando evidente a objetificação do amante latino. O hostess pede desculpas, diz que vai embora e que não está procurando a mesma coisa que Patrick. Bom, ao menos Patrick sabe o que ele mesmo está procurando?

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No terceiro episódio, Looking at your Browser History, confirmamos que Patrick tem sérios problemas em dar e perceber sinais. O cara vai a uma festa em um navio para o lançamento de um jogo de seu estúdio com tema naval. Em uma roda, é apresentado a algumas pessoas e revela seu descontentamento com o fato do jogo não disponibilizar personagens femininos, os quais afirma serem os seus preferidos. Ao ser questionado, diz que mulheres são outsiders nos games, assim como os gays são na vida. Se fosse outro seriado, talvez a explicação fosse mais detalhada, mas como já percebemos, Looking aposta mais na identificação do que na argumentação. Certamente, muitos gays que escolhiam a Kitana ao invés do Scorpion, ou a Chun Li ao invés do Ryu, se reconheceram na afirmação de Patrick. O designer bebe demais na festa (o que não é novidade) e coloca sua mira no britânico Kevin. Ao segui-lo, o  vê jogando  videogame sentado em um torpedo e se junta a ele. Dando em cima de um jeito Patrick de fazer – reclamando  do torpedo frio ao sentar e tentando descaradamente perguntar se o cara é gay, mas jurando que está sendo discreto – descobre que sim, Kevin é gay, mas que ele tem namorado. Descobre também que ele é seu novo chefe.

Aconselhado por Owen, seu colega de trabalho, Patrick vai se desculpar com Kevin. O chefe diz estar tudo bem, mas que está mesmo preocupado com o desempenho profissional do funcionário. Kevin viu o histórico de navegação de Patrick e, numa das cenas mais embaraçosas do personagem (vamos fazer um ranking, qualquer dia?), lê sites como Ok Cupid e Manhunt. Pronto, para Kevin, Patrick é um solteiro desesperado que dá em cima de chefes sentados em torpedos e que entra em site de pegação no trabalho.

Continuando a explorar os personagens no trabalho, Dom conta para Doris, em uma estranha aula aeróbica na qual ele é o único homem, que vai abrir um restaurante português. Porém, ao procurar apoio de uma chefe amiga, vê que as coisas não serão fáceis.

Augustín revela também seu descontentamento com o trabalho, não só para seu namorado como para a própria chefe. A artista o questiona sobre a sua própria produção e o demite. Augustín vai comer, porque comer é o que nos resta em um dia ruim, e lá flerta com um loiro que parece um integrante do Kings of Leon. O hispter descobre que o loiro é michê, que se orgulha de seu trabalho e talento, e inclusive pega o cartão dele. Veremos o loiro novamente na série, claro ou com certeza?

Descobrimos que a relação de Patrick e Augustín é realmente forte. Ao invés de ir pra nova casa, o artista demitido vai pro seu antigo apartamento se consolar com o ex roommate. Lá, fumam maconha, pedem comida e Augustín diz que sentiu inveja do orgulho com o qual o michê que conheceu fala de seu trabalho. Reclama que estava preso trabalhando com a antiga chefe, o que para um criativo nunca é bom. É legal ver que a série talvez explore o mercado de trabalho de São Francisco, que atualmente é inspirador para qualquer criativo, com muitas startups bombando e coletivos que atraem todo tipo de gente, desde designers a músicos, que trabalham juntos em projetos em um sistema bem longe do ortodoxo esquema escritório oito horas por dia.

Patrick trabalha em casa enquanto vê o Facebook de Richie. Dom vai relaxar da maneira que parece ser usual: procurando sexo. Dessa vez, o cenário é uma sauna, e é claro que teríamos uma sauna em algum momento em Looking. Dom socializa com um florista um pouco mais velho, que diz que no tempo dele as pessoas conversavam mais. Corroborando a sua teoria, Dom troca algumas frases com ele, mas vai atrás de um pretendente mais novo que se insinuava pra ele. A situação diz mais do que precisaríamos explicar, certo? Veremos o florista novamente, claro ou com certeza?

Looking mostrou nos episódios seguintes ao piloto que é uma série crua, beirando naturalista, com pouca edição, iluminação quase que natural e com diálogos não muito articulados, tudo para ajudar a contar uma história que pretende, antes de ser panfletária, soar casual. Não sei você, mas essas pretensões me agradam mais do que se fosse o contrário.

Destaques na TV – terça, 4/02

Data/Hora 04/02/2014, 07:30. Autor
Categorias TV Brasil

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Confira o que tem na programação da TV hoje.

A Fox estreia a série Sleepy Hollow, que adapta para a TV o conto de 1820 A Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça, escrito pelo nova-iorquino Washington Irving. Ambientada nos tempos modernos, a série acompanha o professor Ichabod Crane que se junta à xerife local Abbie Archer, para ajudar na investigação de misteriosos assassinatos na cidade. No elenco nomes como Tom Mison, Nicole Becharie, Richard Cetrone, Orlando Jones, Katia Winter, John Cho, dentre outros nomes.

A Equipe da Unidade de Vitimas Especiais sofrerá mais um baixa na 15ª temporada. Depois da saída de Richard Belzer, é a vez do querido capitão Cragen (Dann Florek) se despedir de Law & Order : SVU. O capitão, que participa da série desde a primeira temporada, e que contabiliza 401 episódios na franquia Law & Order, irá se aposentar no episódio especial de hoje.

Força de Elite a nova série brasileira, do canal MGM, terá beijo gay; escrita por Beto Ribeiro, com produção da Medialand, a história é focada no Grupo de Investigação Policial – GRUIP, que tem como principal alvo desmontar uma das principais facções criminosas do País, liderada por eminentes personalidades da sociedade brasileira. A série terá uma grande cena entre os atores Bruno Vanes, que interpreta o vilão Vinícius, e Thiago Castro, que faz Rodrigo. Os personagens irão protagonizar um beijo gay. O relacionamento entre os rapazes promete gerar bastante polêmica, já que na trama os dois são irmãos adotivos.

A 3ª temporada de Love/Hate estreia hoje no Film & Arts, a série de jovens irlandeses dá um giro vertiginoso sobre o ajuste de contas como mecanismo de poder; apesar de existir supostos pactos de lealdade, no fim sempre estão todos contra todos.

Os fãs do desenho mais politicamente incorreto da história, South Park, terão um grande e bela surpresa. Após um bom período de alguns meses, a animação está retornando ao canal Comedy Central estreando a 17a. temporada. Atualmente o desenho só estava sendo transmitido pela nova MTV. A temporada conta com 10 episódios.

Com a season finale de American Horror Story : Coven saberemos quem será a nova Supreme, outras duas séries que também chegam no final de temporada são Hart of Dixie e King & Maxwell.

Antes que façam o eu fiz – dizer um palavrão bem grande – depois de saber que o episódio de NCIS de hoje é reprise, saibam que na realidade a série entrou em hiato e só volta hoje com inéditos nos EUA, aqui é esperar para saber quando volta.

CORREÇÃO : MOM será inédito hoje. *

Confira os demais destaques de hoje.

FOX
Sleep Hollow – 22h30 (ep 1×01) ESTREIA –  leia a review
American Horror Story : Coven – 23h34 (ep 3×13) SEASON FINALE

GLOBO
A Teia – 23h25 depois de BBB – minissérie
Homeland – Segurança Nacional – 0h40

RECORD
Era Uma Vez – 22h15 (ep 1×02)
Breaking Bad – 23h15 (ep 2×09)

BAND
How I Met Your Mother – Como Conheci sua Mãe – 21h35
Justiça Implacável – 23h
American Horror Story – 0h

SBT
Chaves – 18h30

UNIVERSAL
Chicago Fire – 22h (ep 2×11) – leia a review
Law & Order : SVU – 23h (ep 15×11)

WARNER
The Big Bang Theory – 20h Reprise
Mom – 20h30 (ep 1×14) INÉDITO *

SONY
The Blacklist – 21h – Reprise com 2 episódios

+GLOBOSAT
Pramface : A História de Jamie e Laura – 22h (ep 2×02)
The Line – 22h (ep 3×07)

AXN
NCIS – 22h Reprise

SPACE
Continuum – 7h01 (ep 2×03) Reprise
Continuum – 7h48 (ep 2×04) Inédito

COMEDY CENTRAL
South Park – 20h (ep 17×01) ESTREIA

FILM & ARTS
Love / Hate – 23h (ep 3×01) ESTREIA

CINEMAX
King and Maxwell – 20h (ep 1×10) SERIES FINALE
Revolution 21h (ep 2×11) – leia a review

GNT
Parenthood – 15h – (de segunda a sexta)

GLITZ
Hart of Dixie – 19h34 (ep 2×22) SEASON FINALE 

MGM
Força de Elite – 21 h (ep 1×01) ESTREIA

BOOMERANG
A Vida Secreta de Uma Adolescente Americana – 20h (exibição de segunda a sexta)

MTV
Dawson’s Creek – 8h (exibição de segunda a sexta)
The O.C. Um Estranho no Paraíso – 16h (exibição de segunda a sexta)
The Vampire Diaries – 21h (exibição de segunda a sexta)

VIVA
Malhação – 14h30 (de segunda a sexta)
A Próxima Vítima – 16h15 (de segunda a sexta)
O Quinto dos Infernos – 23h10 (de segunda a sexta)
Agua Viva – 0h (de segunda a sábado)

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