Rosa Salazar entra para o elenco de ‘The Pro’, nova comédia da NBC

Data/Hora 17/02/2014, 09:35. Autor
Categorias Notícias

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A atriz Rosa Salazar (Parenthood) entrou para o elenco da comédia de Rob Lowe, intitulada The Pro. O projeto é o resultado de um acordo entre a NBC com Lowe, quando ele estava finalizando os últimos episódios antes de sua saída definitiva de Parks and Recreation.

O seriado é ambientado em um clube de tênis e golfe e tem como personagem principal Ben Bertrahm (Lowe), ex-campeão de tênis, que passa a trabalhar no clube. Na trama, Salazar interpretará Jamie, uma moça com um grande coração que trabalha como recepcionista no mesmo lugar que Ben. Além disso, Jamie estará apaixonada por Chad, o responsável pelo snack bar do local.

A seleção para fazer parte do elenco de The Pro traz Rosa Salazar de volta a NBC, depois de seu papel recorrente em Parenthood. A atriz também autou em Hello Ladies, Ben and Kate, American Horror Story e estrelou um piloto de um drama de assassinato na Fox na temporada passada.

Pete Huyck (The Jake Effect) e Alex Gregory (Frasier) são os responsáveis pelo roteiro de The Pro, enquanto Todd Holland (Go On) ficará com a direção da série.

Com informações do The Hollywood Reporter.

The Following – Family Affair

Data/Hora 17/02/2014, 09:00. Autor
Categorias Reviews

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Joe Carroll voltou. Não ainda aos olhos do grande público, mas voltou. Voltou para os braços de Emma e tudo indica que logo também vai parar nos braços de Lily. Mas, por enquanto, não vamos criar picuinhas na nova “família” de Joe.  Para recepcionar Carroll, a bilionária Lily Gray reuniu, em uma casa afastada dos grandes centros e cercada por uma paisagem linda, a sua bem peculiar família. Além dos gêmeos Mark e Luke, adotados logo que nasceram, como já descobriu o FBI (palmas pra eles finalmente), Lily já apresentou mais três filhos adotados: Sami, Jamel e Radmila, todos com origens estrangeiras.

A família se reuniu, já aumentou e agora quem também está sendo atraída para os braços de Lily é Emma. No entanto, como já conhecemos a moça de outros carnavais, dá para entender a desconfiança de Emma com Lily e os novos seguidores de Joe. Emma já conviveu com pessoas muito estranhas, até com ela mesma, mas agora com cabelo roxo e piercing na boca, algumas coisas ainda parecem demasiadamente estranhas e passíveis de desconfiança pela moça. Ainda mais agora que ela descobriu que passou um ano acreditando que Carroll estava morto.

The Following 2x04 Lily Family

Mesmo assim, a ligação de Joe abalou as estruturas de Emma, que já não estavam assim tão firmes. É evidente que Emma não se vê segura ao lado de Lily, mas mentiu para Joe porque, do contrário, Carroll podia sumir novamente e nunca mais Emma poderia vê-lo. Joe gostou do que viu na casa de Lily, mas agora vai precisar organizar seu novo grupo de seguidores. Mandy e Emma terão que conviver com o grupo de Lily e tudo indica que o ambiente vai gerar conflitos bem interessantes. Emma já tem experiência em grupos grandes e diversificados, mas Mandy é uma adolescente, e uma adolescente serial killer. São muitos hormônios para apenas uma seguidora.

Enquanto isso, em New York, o FBI errou feio ao ter a certeza de que David seria um cúmplice de Lily, quando, na realidade, ele era uma vítima sobrevivente. Ao invés de organizar uma proteção para David, o FBI ficou preocupado em conseguir um mandato para obrigá-lo a falar. Ryan descobriu onde David estava, mas chegou atrasado. Giselle recém havia terminado o serviço. A fuga da moça foi um dos melhores momentos do episódio, principalmente porque envolveu também Max. A personagem, única parceira de Ryan atualmente, tem agregado valor ao seriado, principalmente no que diz respeito ao núcleo de pessoas que convive com Hardy.

The Following 2x04 Ryan e Max

No geral, dois pontos são interessantes de se lembrar de Family Affair. Primeiro, a visitinha de Mike à Max em uma tentativa de intimidá-la. Ninguém merece. A situação foi completamente desnecessária e gerou até uma vergonha alheia de Mike. Ele tenta alertar Max sobre o fato de que a teoria de Ryan está errada e Max não dá bola. E o público assiste a tudo já sabendo que Hardy está certo e Carroll vivo. A segunda questão são os agentes do FBI que “tentam” seguir Ryan. Engraçadíssimo. “De tênis hoje pessoal? Legal”, brinca Ryan com a dupla de agentes. Ri muito.

Ah. Parem tudo. Jana Murphy (Leslie Bibb, de E.R. e Homem de Ferro), apareceu em Family Affair como uma grande amiga de Carroll. No entanto, logo depois também descobrimos que ela é uma ex-agente do FBI e tem dois filhos que cuida em guarda compartilhada com… a agente Mendez. What? The Following está gostando de surpreender o público nessa segunda temporada com relações e encontros inesperados. E não é à toa que o FBI só vem dando mancada. A agente que coordena o caso dos novos seguidores de Joe Carroll divide a guarda dos filhos com uma antiga seguidora. E depois é o Ryan que tem problemas.

The Following 2x04 Jana

Em Family Affair também foi possível conhecer um pouco mais da construção de personagem de Lily. Ela foi adotada quando criança por um homem rico e acabou herdando toda a sua fortuna. Hoje em dia ela adotou outras crianças que estavam em situação parecida com a dela. Segundo Lily, são crianças que ninguém quis, negligenciadas ou violentadas. Quando criança, seu pai biológico matou a mãe e logo depois se suicidou. Os fatos do passado ajudam a entender quem Lily é hoje em dia. Mesmo com todo o dinheiro que poderia gastar, Lily afirma que cresceu sem o amor de um pai e uma mãe e com isso ela tenta criar uma identificação com Emma.

O episódio terminou com ponto para Max e Ryan que conseguiram perseguir Giselle, com Max ainda seguindo no trem no encalço da moça. O FBI beirou a tragédia com a morte de David e a revelação de Mendez como ex de Jana. Já os seguidores de Joe também marcaram um ponto com a volta de Carroll e a reunião na casa de Lily.

PS: Onde está Wally? Propaganda do Windows 8 bombando em Family Affair.

Destaques na TV – segunda, 17/02

Data/Hora 17/02/2014, 08:49. Autor
Categorias TV Brasil

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Confira as atrações dos canais de TV.

O episódio 200 de Criminal Minds terá um retorno feito para fã nenhum botar defeito: Paget Brewster, a agente Emily Prentiss, volta para o episódio comemorativo. Outro destaque do episódio é a participação especial de Tahmoh Penikett.

Em Supernatural, Sam e Dean descobrem que a mesa na casa dos Homens de Letras possui um antigo computador conectado. Portanto, nada melhor do que chamar a melhor garota de TI que existe, Charlie (Felicia Day), para ajudar. Ao moverem o dispositivo o trio descobre Dorothy, de Oz.

Em The Michael J. Fox Show, Mike conhece um cara e tem uma conexão imediata, mas Annie relutantemente concorda em ir a um encontro duplo. O episódio tem participação especial de Frederick Weller (In Plain Sight).

O 10° episódio da 3ª temporada de Grimm teve seu roteiro inspirado na peça de teatro O Mercador de Veneza, de William Shakespeare, com nova participação de Alicia Lagano (The Client List).

A segunda temporada da série holandesa Godforsaken – Assassinos Verdadeiros, conta com dez episódios e mostra a vida de dois adolescentes que matam acidentalmente uma pessoa durante um assalto e se envolvem no perigoso mundo da máfia turca. A história é baseada em uma gangue de jovens da Holanda que agiam na década de 1990. Cada episódio mostra uma história sobre os crimes cometidos pela gangue.

E a TNT cancelou Mob City. Desta forma, os dois episódios que serão exibidos hoje no Brasil são os últimos da série. Robert Knepper foi pé frio de novo.

O canal Viva a partir de hoje muda sua programação vespertina, o SBT também muda o horário da exibição de chaves a partir de hoje.

Confira as demais destaques dos canais de TV para esta noite.

WARNER
Super Fun Night – 20h (ep 1×14)
Two And Half Man – 20h30 (ep 11×13)
Supernatural – 22h30 (ep 9×04)

SONY
CSI – 21h (ep 14×13)
Scandal – 22h (ep 3×03) – leia a review

TNT
Mob City – 22h30 (ep 1×05/1×06) SERIES FINALE

MAX PRIME
Banshee – 21h (ep 2×04)

COMEDY CENTRAL
The Michael J. Fox Show – 20h30

GNT
Parenthood – 15h ( exibição de segunda a sexta )

AXN
Criminal Minds – 22h (9×14)

TCM
Elas – 21h

UNIVERSAL
Beauty and the Beast –22 h (ep 2×10)
Grimm – 23 h (ep 3×10) – leia a review

+GLOBOSAT
Godforsaken – Assassinos Verdadeiros – 21h (ep 2×01) ESTREIA

BAND
How I Met Your Mother – Como Conheci sua Mãe – 21h35

SBT
Chaves – 18h30
Pretty Little Liars : As Malvadas – 2h (na madrugada de 2a. para 3a. feira)

RECORD
Era Uma Vez – 22h15 (ep 1×09)
Breaking Bad – 23h15 (ep 3×04)

BOOMERANG
A Vida Secreta de Uma Adolescente Americana – 20h (exibição de segunda a sexta)

MTV
Dawson’s Creek – 8h (exibição de segunda a sexta)
The O.C. Um Estranho no Paraíso – 16h (exibição de segunda a sexta)
The Vampire Diaries – 21h (exibição de segunda a sexta)
Awkward – 22h (ep 3×07)

VIVA
Malhação – 13h
A Próxima Vítima – 14h30
O Quinto dos Infernos – 23h10 (de segunda a sexta)
Agua Viva – 0h (de segunda a sábado)

SPACE (programação para amanhã terça – 18/02)
Continuum – 7h32 (ep 2×05) Reprise
Continuum – 8h18 (ep 2×06) Inédito

Encontro vocês amanhã !

Dia do Repórter – Robin Scherbatsky: glamour e pagação de mico

Data/Hora 16/02/2014, 09:32. Autor
Categorias Especiais

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Hoje é o Dia do Repórter. Sim, é o dia desse profissional que tem um trabalho glamuroso… e recheado de muita dor de cabeça e pagação de mico. Sim, nem tudo que reluz é ouro, e muitas pessoas que não estão profissionalmente ligadas ao Jornalismo não compreendem exatamente quais as funções de um repórter. Tem gente que acha que é só entrevistar, outros acham que é só escrever. Tem ainda os que acham que o repórter passa o dia todo sentado na sua mesa (no ar condicionado e a salva de chuvas e ventanias) sem ter que encarar o mundão lá fora atrás de pautas e matérias (e torrar no sol ou se afogar na chuva). Mas o pior de todos é aquele que acha que ser repórter é como ser um ator, que é só segurar o microfone na frente da câmera e o trabalho está pronto.

NÃO! Não é assim. Quer ter uma ideia do que é, realmente, o cotidiano profissional de um repórter? Então lhes apresentamos o personagem perfeito para isso. Ladies and gentlemen: Robin Scherbatsky!

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Há nove anos acompanhamos de perto as aventuras jornalísticas dessa repórter canadense que se mudou para Nova York só para nos fazer rir de suas peripécias – televisionadas ao vivo. O pessoal que assiste How I Met Your Mother desde o início sempre se divertiu com as trapalhadas da Robin. Mas os fãs da série que também são repórteres, além de se divertirem a valer com as cenas, sentem também aquele algo a mais: uma mistura de vergonha alheia com um sentimento de solidariedade. Afinal, todos já passados por tudo (ou quase tudo) aquilo, pelo menos uma vez na vida. Dureza.

Tá certo que dificilmente ouviremos falar de repórteres – e podemos considerar o mundão todo – que tenham feito um parto ao vivo no meio da madrugada (novamente, tudo devidamente televisionado). Também não sei se conseguiremos encontrar alguém que tenha ido para o Japão apresentar um telejornal em inglês, que, por algum motivo que nunca saberemos, tinha um tufão super potente soprando na cara da apresentadora. Ah, as belas surpresas da profissão.

Mas, por outro lado, é impossível não se identificar com Robin quando ela acha que os amigos assistem ao jornal que ela apresenta – sim, aquele mesmo que passa às 4 da madrugada! Poor thing. Também não podemos deixar de nos identificar quando ela consegue ser apresentadora de um jornal, só que ele passa às 4 da madrugada. Quem disse que seria fácil?

E a gente também se identifica quando ela finalmente consegue uma grande chance em uma história de relevância nacional, mas pra isso tem que deixar de ir na festa com aquele carinha que ela tava super afim. Aparentemente, a sorte na carreira e a sorte no amor não são parceiras de jornada.

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Entendemos também quando o mico fica pequeno demais e ela paga um king kong ao perder o equilíbrio e cair uma pilha de cocô de cavalo ao vivo. Também a compreendemos quando todo mundo acha que ela dormiu com aquele superior super chato e garanhão que por algum motivo a trata bem. Aaaah, e a gente tamém sente a dor na consciência da Robin quando ela se sujeita a certas situações que jurou que nunca se sujeitaria. mas emprego é emprego e a gente tem que fazer o que surge. Ou largar o glamour da reportagem pra lá. É até compreensível se jogar forte no álcool, depois dessas.

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E não é nem preciso dizer que TODO repórter se sentiu lado a lado com Robin quando ela passava pelos perrengues da profissão, sem contar que também entendeu o lado dela quando ela se viu sem emprego (afinal, aquele tufão na cara na TV japonesa não tava valendo a pena) – até uma certa sensaçãozinha de alma lavada e “fui vingada” rolou.

Outro momento “espelho”, que nos fez enxergar um pouco de nós mesmos na cara bonita da Robin, foi quando, para não perder o visto americano, ela teve que pegar qualquer trabalho, indo até trabalhar de favor na pré-escola. Sim, pessoas. Robin fez um bico. E qual de nós, repórteres, nunca complementou a renda sofrida dando aulas no cursinho de inglês mais próximo?

Por fim, a cereja no topo do bolo: todos nós, repórteres ou não, sabemos como é custoso ligar a TV e ver um ex apresentando um jornal e começar a brigar com a TV (ou a beijá-la?). É, Robin. A vida não é fácil.

A “Profissão Repórter” é desse jeito mesmo; todo mundo acha que é muito divertido e excitante, mas é difícil e estressante. Não podemos, entretanto, tirar o mérito desta belíssima carreira. Robin nos mostra também o lado bom de ser repórter, como… é… teve aquela vez que… Pois é. O lado bom foi correr atrás de uma pauta e esqueceu de voltar.

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Brincadeiras a parte, é realmente muito legal ser repórter. Isso sem contar é uma sensação deliciosa de dever cumprido quando acaba o dia de trabalho e a gente vai pra casa sabendo que algumas pessoas assistiram/leram/ouviram sua matéria e se informaram, mesmo que a matéria seja sobre um menino que ficou preso numa máquina de brinquedos e que não vá fazer diferença na vida de ninguém.

E é por causa dessas deliciosas desventuras em série (e também pela saudade que logo todos sentiremos delas) que ilustram tão bem a vida dos repórteres que Robin foi escolhida pelo TeleSéries como musa da profissão. E, falando de Robin e sua relação com a amada profissão, cumprimentamos à toda a categoria. Parabéns para nós, repórteres!

Destaques na TV – domingo, 16/02

Data/Hora 16/02/2014, 07:35. Autor
Categorias TV Brasil

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Para terminar bem a semana, confira a programação da TV aqui.

O primeiro dia com o fim do horário de verão deixa as grades de programações dos canais um pouco confuso, os horários aparecem com uma hora mais cedo do que de costume, muita atenção é aconselhável para não perder nada.

O canal Universal oferece mais uma maratona, hoje serão 3 episódios seguidos de Grimm.

Agora confira todos os destaques de hoje.

UNIVERSAL
Grimm – maratona com os 3 últimos episódios – 16h

FOX
The Crazy Ones – 14 h (ep 1×03) – leia a review

HBO
True Detective – 00 h (ep 1×05)
Girls – 1 h (ep 3×07)
Looking – 1h30 (ep 1×05)

FX
Homeland – 23h (ep 3×06) – leia a review

TV CULTURA
Confissões de Adolescentes – 11h30

SONY
Top Chef – 19h – 10a. temporada

RECORD
Spartacus: Sangue e Areia – 23h15 (ep 1×07)

+GLOBOSAT
East West 101 – Choque de Culturas – 21h (ep 3×03)

Até amanhã !

‘Downton Abbey’ tem cinco adições para sua quinta temporada

Data/Hora 15/02/2014, 21:00. Autor
Categorias Notícias

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A quinta temporada de Downton Abbey acaba de ganhar outros cinco nomes para sua quinta temporada: Richard E. Grant, Anna Chancellor (The Hour) e Rade Sherbedgia (24). Grant será Simon Bricker, personagem que visita Downton Abbey como um convidado dos Granthams. Já Chancellor será Lady Anstruther, enquanto Sherbedgia interpretará uma russa refugiada.

NOTÍCIAS | Produtor de ‘Downton Abbey’ confirma que a série não irá terminar na quinta temporada

“Nós estamos encantados em receber esses talentosos atores no mundo de Downton”, disse Gareth Neame, produtor executivo e diretor da Carnival Films. “Os personagens deles foram feitos para trazer ainda mais intrigas e animação ao show”, complementou.

Além desses atores, a quinta temporada do drama britânico também contará com a volta de Dame Harriet Walter e Peter Egan, que reprisarão seus papéis como Lady Schackleton e Lord Flintshire, respectivamente.

A quinta temporada, que tem um total de nove episódios, ainda não tem data de estreia marcada, mas a previsão de estreia é para setembro, no Reino Unido. No Brasil, a série é exibida pelo GNT, que estreia a quarta temporada no dia 1o de abril.

Com informações do The Hollywood Reporter.

É oficial: ‘Ravenswood’ é cancelada pela emissora ABC Family

Data/Hora 15/02/2014, 20:00. Autor
Categorias Notícias

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A emissora ABC Family anunciou na noite de ontem (14) o cancelamento do spin-off de Pretty Little Liars, a série novata Ravenswood.

VÍDEOS | ABC Family libera novo vídeo promocional de ‘Pretty Little Liars e ‘Ravenswood’

O drama sobrenatural, que mostrava acontecimentos assustadores em uma pequena cidade do estado da Pensilvânia nos EUA, era estrelado pelo ator Tyler Blackburn (Wendy), que interpretou o personagem Caleb Rivers.

Na sua estreia, que ocorreu no dia 22 de outubro do ano passado, em um episódio especial de Halloween, a série teve 2,1 milhões de telespectadores. Mas o público não comprou a história, e os índices não agradaram a emissora.

Esta é a primeira decisão de cancelamento da ABC Family sob a nova presidência assumida por Tom Ascheim, que tomou posse em dezembro de 2013.

O último episódio de Ravenswood foi exibido no dia 04 deste mês, totalizando 10 episódios em sua primeira e única temporada. Aqui no Brasil, o seriado deverá ser transmitido pelo canal pago Boomerang.

Com informações do Deadline, TV Line, The Wrap e do Zap2It.

Nick Jonas entra para o elenco de ‘Navy St.’, nova série da DirecTV

Data/Hora 15/02/2014, 19:46. Autor
Categorias Notícias

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De acordo com o Deadline, Nick Jonas foi selecionado para fazer parte do elenco de Navy St. (DirecTV), como um lutador de boxe chamado Nate Henderson. Esse será o primeiro grande papel de Nick, depois de ter feito a série Jonas, ao lado de seus irmãos Joe e Kevin.

A série é ambientada em uma academia de artes marcias comandada por Alvey Henderson (Frank Grillo), um ex-lutador que não obteve êxito por causa do seu envolvimento com drogas. Nate será o filho mais novo do lutador.

Nick já tem um bom currículo na TV. Depois de protagonizar uma série e dois filmes (Camp Rock Camp Rock 2: The Final Jam) no Disnel Channel ao lado de seus irmãos, ele fez participações em Smash, Last Man Standing, Mr. Sunshine e Hawaii Five-0.

As filmagens começarão em maio em Los Angeles sendo que a estreia está prevista para o outono americano.

Com informações do Deadline.

Donal Logue é anunciado em ‘Gotham’

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O ator Donal Logue (Terriers, Sons of Anarchy) fará parte do elenco regular de Gotham.   

Logue interpretará o Detetive Harvey Bullock, que é o parceiro e mentor do Detetive Jim Gordon. Ele é descrito como alguém que joga com os procedimentos policiais, mas obtém resultados. E deus métodos são, essencialmente, da velha escola, o que combina com seu perfil nos quadrinhos, nos quais tem uma forma brutal de interrogar suspeitos, mas é essencialmente um “bom rapaz”).

NOTÍCIAS| ‘Gotham’: quatro novos atores são escalados para o elenco da série

O ator, que também participou de Grounded for Life, Vikings e Copper, chegou a ser cogitado para o papel de Jim Gordon, que acabou com Ben McKenzie.

Com informações da Entertainment Weekly.

Nashville – Too Far Gone

Data/Hora 15/02/2014, 13:28. Autor
Categorias Reviews

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“Você matou a minha mãe? Você tentou assassinar o pai das minhas filhas?” – Rayna

Drama. Assim podemos definir Too Far Gone.

Se Rayna andou um tanto apagada nas últimas semanas de Nashville, este episódio veio para acabar com qualquer resquício de calmaria em sua vida, ao mesmo tempo em que prepara o território para a última metade desta temporada, que pode (ou não) ser a última da série.

Enfim, Tandy abriu o jogo com sua irmã e contou à Rayna que foi ela quem denunciou o pai às autoridades. E mais: confessa que fez isso porque foi ele quem assassinou a mãe delas há muitos e muitos anos. Covarde e sem caráter como sempre foi, óbvio que ela sequer chega a mencionar o fato de que estaria em sérios apuros caso não colaborasse com a Promotoria (aliás, muita ingenuidade de Rayna achar que a irmã – braço direito do pai por singelos 15 anos – não estaria a par de toda a sujeira escondida debaixo dos tapetes das Indústrias Wyatt). Além disso, claro que a confissão não se deu de forma espontânea: um Teddy cada vez mais transtornado e obcecado por descobrir a verdade sobre o assassinato de Peggy tratou de contar à Rayna tudo o que sabia. Acuada, Tandy se viu obrigada a falar a verdade.

O encontro entre ela e o pai foi no mínimo desconcertante. Desta vez, aquela que sempre pareceu ser “a filha favorita” de Lamar sequer conseguiu olhar em seus olhos e encará-lo de frente. Não era óbvio que algo estava errado ali? Aquela festa de “boas-vindas” só não foi mais melancólica e bizarra porque Maddie e Daphne estavam lá, fazendo o que sabem de melhor: cantando – pela primeira vez junto com a mãe! – e conferindo enorme doçura à cena.

Mas de nada adiantou. Na hora do acerto de contas, percebemos que, apesar do difícil relacionamento, é Rayna a filha que Lamar respeita. Aliás, aí percebemos uma gigantesca diferença entre as irmãs: enquanto Tandy é covarde e fraca, Rayna é o seu completo oposto. Direta e dona de uma sinceridade quase brutal, não hesita nem por um segundo ao tirar satisfações do pai.

Enquanto perguntava a Lamar se ele havia matado sua mãe – em uma atuação magistral de Connie Britton, há que se dizer – vimos toda a raiva, frustração e decepção tomarem conta de Rayna. Enfim, a verdade. Ou coisa assim. Não sei se consigo acreditar nessa versão “ela já estava morta, então eu fugi” da história. Ainda mais porque, logo em seguida, Lamar é incapaz de negar que está envolvido no atentado contra Teddy – pai de suas netas, vale lembrar –, provando mais uma vez que está disposto a fazer qualquer coisa para defender seu poder e seus interesses, custe a quem custar. Rayna não tolera tamanha falta de caráter e rompe com seu pai e irmã. Um tempo longe de tanta hipocrisia certamente lhe fará bem. Melhor assim.

A cena final, entre Lamar e seu ex-genro, foi… Inusitada. Sem qualquer cerimônia, Teddy joga na cara do sogro que Tandy é a responsável por sua quase ruína, e o que se segue me fez revirar os olhos por um momento. Pensei: “outro ataque cardíaco? Really?”, mas assim que percebi que Teddy não tinha qualquer intenção de pedir socorro, entendi o recado. O viúvo enlutado quer vingança, e, ao que parece, não pretende desperdiçar a oportunidade que lhe foi oferecida. Apenas Teddy e Lamar, e a chance de fazer justiça com as próprias mãos. A impressão que fica é de que o velho desta vez vai provar do próprio veneno – afinal, Teddy aprendeu tudo o que sabe com ele –, e não sobreviverá para contar a história. Será?

“(…) Eu não poderia te derrubar, mesmo se eu quisesse. Apenas alguém que estava com você e trabalhou para você por 15 anos e que sabia onde os corpos foram enterrados poderia fazer isso. Seu próprio sangue.” – Teddy

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Enquanto Rayna vivia todo este drama, vimos uma Juliette em situação oposta, completamente acuada e resignada com a desastrosa situação de sua carreira. Cansada de remar contra a maré e de ser vítima constante de sua própria fama e personalidade difícil, Juju decide… que não quer decidir absolutamente nada por enquanto. E se afasta. De tudo e de todos. Exceto de Avery. Ela busca refúgio em sua casa, redecora o seu apartamento, cozinha, passa o dia comendo pipoca e assistindo aos filmes de Fellini – chamando-os carinhosamente de “filmes italianos estranhos de ficção científica” –, recusando-se a atender os insistentes telefonemas de Emily ou a encarar sua nova realidade de frente.

Neste processo de humanização que a personagem vem sofrendo ao longo da temporada, acho importante, e muito válido, que ela passe por esta fase, mas Avery, que tem sido o seu grande porto-seguro e sua única constante neste processo, precisa puxar as suas orelhas e trazê-la de volta para o mundo real:

“Não é porque você fecha os olhos que você se torna invisível.” – Avery

Simples, não? E uma grande verdade. Juju não é burra, entendeu bem o recado e pretende utilizar o enorme talento de seu novo namorado como produtor para reconstruir sua carreira, um pequeno passo de cada vez. Don’t Put Dirt On My Grave Just Yet já começou a despertar o interesse de outras gravadoras e é uma excelente maneira de recomeçar. Daqui para frente, parece que não veremos mais esta Juliette apática e sentindo pena de si mesma. Mãos à obra!

“Acontece que eu odeio ser invisível mais do que odeio estar errada.” – Juliette

Brent

A parte decepcionante do episódio ficou, mais uma vez, por conta de Will Lexington. Depois de sua tentativa de suicídio, o cantor parece não ter mudado e isso é muito frustrante. Apesar de ter aberto uma enorme gama de possibilidades para o personagem, o roteiro escolheu a saída mais preguiçosa e… absolutamente nada mudou. Rapidamente, Will voltou a ser o menino medroso e cheio de nojo de si mesmo, repetindo os mesmos erros over and over again, demonstrando que não foi capaz de tirar nenhuma lição da experiência traumatizante que viveu. E do que é feita a vida senão de nossos tropeços e suas lições? O que Will espera conseguir com suas atitudes? No fim das contas, sobrou para Brent.

“Eu sei o que quero, e não deixarei que ninguém fique no meu caminho” – Will.

Sem saber como lidar com seus sentimentos por ele (sem mencionar a noite que passaram juntos!), Will age como um babaca homofóbico e vai correndo se queixar para Jeff (of all people!). Tem a pachorra de insinuar que Brent está agindo de maneira “imprópria” e coloca em xeque também a competência profissional do rapaz. Jeff, depois de perder as duas maiores artistas da Edgehill, está apostando alto em Will – inclusive adiantando o lançamento de seu álbum de estreia para 1º de maio, numa estratégia desesperada para concorrer com o novo álbum de Rayna –, e não está em posição de contrariar sua maior estrela. Resultado? Brent é demitido, e Mr. Fordham cuidará da carreira de Will pessoalmente daqui para frente (um bom castigo por si só).

Mas desta vez temos Gunnar para chamar a atenção de Will e trazê-lo de volta para a dura realidade. Será que ele realmente acha que Brent é o problema? Que basta tirá-lo da sua vida – custe o que custar – para que ele seja “curado” de sua homossexualidade? Que tipo de pensamento é esse, meu Deus? Como muito bem lembrado por Gunnar, Will tentou beijá-lo não muito tempo atrás. E ainda foi categórico ao afirmar que todos ao redor percebem que existe algo entre eles. Será que ele não percebe? Às vezes tenho a impressão que Will vive na década de 50. Esqueceram de avisar para ele que estamos no século XXI. A compaixão que eu senti por ele naquele último episódio de 2013 – e que já parece tão distante – sumiu por completo. Para ele, vale tudo nesta incessante busca pela auto aceitação, mesmo que para isso ele tenha que passar por cima de si mesmo – e de quem mais ousar atravessar seu caminho. Azar de Brent, que não fez absolutamente nada de errado. Patético e decepcionante, nada mais.

Enquanto isso, se por um lado Gunnar está desempenhando o papel de bom amigo para Will, com Zoey ele não passa de um namorado medíocre. Aliás, a linda moça tem se mostrado uma das personagens mais avulsas da série. Neste episódio especificamente, o roteiro até tentou dar um propósito à personagem que fosse além de namorada-do-Gunnar-e-ex-melhor-amiga-da-Scarlett, mas o tiro saiu pela culatra. Não consigo sentir empatia por ela, e a vejo bastante deslocada na trama. Se nem mesmo Gunnar se importa com os anseios e aspirações de Zoey, quem mais se importaria? Menção honrosa para o machismo e a babaquice colossais do nosso compositor favorito, quando diz à namorada que ela deveria se contentar em ser sua namorada e assistir seus shows da tão cobiçada primeira fila. Seriously, Gunnar? Quando lembramos que outro dia ele a comparou com Scarlett, não fica difícil concluir que este romance não tem um futuro muito promissor. O que será de Zoey, então? Pensando por este lado, uma carreira como backing vocal até que não é uma má ideia. Ainda mais porque a atriz Chaley Rose, intérprete de Zoey, tem uma bela voz e poderia dar mais certo quem sabe dando mais ênfase a uma possível carreira musical do que a seus relacionamentos fracassados.

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E o que dizer de Scarlett, então? Com ela, é sempre assim: one step forward, two steps back. Sem Liam, a personagem novamente se perdeu e ficou à deriva. Numa tentativa desesperada de acompanhar o ritmo alucinante de sua nova carreira, Scarlett se agarrou com todas as forças à válvula de escape errada e está rapidamente se tornando uma viciada em remédios controlados. Até quando a veremos nesta espiral destrutiva? Aquela incômoda sensação de que desconstruíram – e destruíram! – a personagem ainda me acompanha. Scarlett não consegue lidar com o que a carreira exige dela, e continua variando entre o amor e o ódio pela profissão. Até onde ela será capaz de se sacrificar? Que preço estará disposta a pagar por isso? Pelo menos vimos que aqueles que realmente a conhecem e se importam com ela já perceberam que tem algo estranho, fora do lugar. Deacon, Zoey, Avery, e até mesmo Juliette… Todos ficaram surpresos com suas atitudes tão atípicas. E Liam, que papel terá nisso? Ele será a salvação ou a perdição de Scarlett?

Seu tio Deacon, por sua vez, teve um episódio bastante movimentado. Eu tinha certeza absoluta que o fato de Megan estar ajudando Teddy na investigação do assassinato de Peggy traria ainda mais conflitos para os dois, afinal, não basta brigar “apenas” pelo amor de Rayna e Maddie.

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“Por isso você está comigo. Sou esse bêbado esquentado que você seduziu para satisfazer seu complexo salvador. (…) Estou falando de você se trancar em salas com pessoas que tem problemas para se sentir melhor consigo mesma.”

Confesso que fiquei um tanto assustada com a reação de Deacon. Ok, a cena que ele interrompeu entre Teddy e sua namorada dava margem a muitas interpretações, mas precisava tanto? Assim como vimos acontecer no episódio em que ele foi pressionado por sua nova gravadora, é nessas horas que percebemos o quanto ele se sente inseguro e indigno da felicidade e do amor. Sempre procurando razões para desconfiar de Megan e de seu amor por ele, sempre à espreita de um motivo para arruinar tudo. E vocês? Também veem as intenções de Megan com desconfiança? Acham que ela só está com ele por pena, por um desejo de “consertá-lo”, ou – para usar as palavras de Deacon – porque ela é “viciada em tragédias”? Eu acho que não. De uma vez por todas, Deacon precisa aprender a ser feliz. (e eu sinceramente espero que Megan não abandone o caso por causa deste mal-entendido.)

O casal fez as pazes na gravação de seu álbum de estreia como artista solo no Bluebird. Tudo terminou bem. Mas… Por quanto tempo? Apesar de achar que Megan faz um bem enorme a ele, sinto que este romance também está fadado ao fracasso. Ouvir a voz de Charles Esten, por outro lado, é sempre um privilégio. Linda voz, belíssima canção. Um brinde à carreira solo de Deacon, por favor!

Nashville entra em novo hiatus e retorna com um episódio inédito e cheio de emoções no dia 26 de fevereiro. Qual será o destino de Lamar?

 

A má notícia é que a audiência da série continua oscilando, e nesta semana novamente registrou números muito baixos, com pouco mais de 5 milhões de telespectadores e 1.3 na demo. Essa inconstância nos índices é angustiante, e nós ainda sofreremos por mais alguns meses até que seja anunciado o destino da série. Cancelamento à vista ou renovação? Torçamos!

Até a volta!

HBO anuncia novas atrações

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A HBO encomendou um remake da série britânica Utopia. O projeto está a cargo de David Fincher e Gillian Flynn, que serão os responsáveis, respectivamente, pela direção/execução e roteiro. A HBO co-produzirá a série com a Shine America (Gracepoint, The Bridge).

Os seis episódios de Utopia, do criador Dennis Kelly, foram exibidos pelo Channel 4 no ano passado, e foram protagonizados por Fiona O’Shaughnessy, Alexandra Roach e Nathan Stewart-Jarrett. A segunda temporada do seriado será exibida na Inglaterra nesse ano.

A história da HBO gira em torno de um grupo de superfãs de uma graphic novel icônica, e que são subitamente lançados em seu próprio thriller de cultura pop quando descobrem que o autor tem escrito secretamente uma sequência. Infelizmente, o novo manuscrito é muito mais do que apenas um livro e os fãs, de repente, se encontram em um jogo de lealdades inconstantes, conspirações e reviravoltas chocantes, com o verdadeiro significado do livro revelado lentamente.

Já a nova atração confirmada da emissora é The Brink. O piloto da série, estrelado por Jack Black e Tim Robbins, dirigido por Jay Roach e com produção executiva a cargo de Jerry Weintraub, foi exibido para a emissora – que o havia encomendado – e recebeu aprovação. A série, escrita por Roberto e Kim Benabib, é uma comédia de humor negro com foco na crise geopolítica e o sei efeito em três homens desesperados: O secretário de Estados dos EUA, Walter Hollander (Robbins); Alex Coppins (Black), um agente do serviço estrangeiro; e Zeke Callahan (Pablo Schreiber), um integrante das forças navais. Os três homens empegam todos os seus esforços para acabar com o caos que os cerca e evitar a 3ª Guerra Mundial.

Aasif Mandvi, Maribeth Monroe, Geoff Pierson, Esai Morales e Eric Ladin também fazem parte do elenco de The Brink.

Com informações do Hollywood Reporter e do Deadline.

 

Sintonia – O (Re)Início/Cronologia das Séries Musicais

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Oi, leitores! A coluna Sintonia, após um bom tempo inativa – não me perguntem quanto -, está de volta pra falar de duas das melhores coisas do mundo: SÉRIES e MÚSICA! Quem vos fala aqui é uma moleca chamada Carol (muito prazer, o prazer é todo meu, as pessoas não deveriam reivindicar o prazer de conhecer as outras assim, gente egoísta). Eventualmente o meu texto ficará menos bobo, não se preocupem, isso tudo é empolgação.

O tema do mês inicial – escolhido por quem vos fala e autorizado pela chefia – é a história das séries musicais. Nesses dias que vivemos, as séries musicais têm feito grande sucesso – destaque para Glee, por diversos motivos óbvios -, mas como foi que isso começou? Voltemos então, à década de 1960.

Não dá pra falar de tudo. Pouco tempo se passou desde que a televisão foi inventada, mas muita coisa já foi produzida, então temos de escolher um foco. O nosso consiste nas produções ocidentais de maior destaque. A primeira série musical de que se tem notícia é chamada Once Upon a Tune, de 1951, que adaptava contos de fadas e musicais da Broadway de modo satírico.

Anos 60:

Once Upon a Tune abriu o mercado, mas não foi o primeiro destaque. Este destaque data de dez anos depois, e foi algo que esteve bastante em voga nesses últimos anos, mas que muitos não sabem ser tão antigo: Alvin e os EsquilosThe Alvin Show, que estreou nos EUA pela CBS em 1961, não durou muito: teve apenas uma temporada na emissora, mas desde então, foi sendo vendido e continuado/exibido por outras emissoras, sob o nome de Alvin and the Chipmunks, até 95, última exibição da série animada nos EUA pela Nickelodeon. Desde sua criação, o estilo de canto dos esquilos é mais ou menos o mesmo, com as vozes fininhas, coisa e tal – o que eu, particularmente, acho adorável, por se tratar de esquilos, amo esquilos, esquilos para sempre. Alvin, Simon e Theodore com certeza ainda são lembrados, vide o sucesso de bilheteria dos três filmes baseados na série, e foram muito importantes para a história das séries musicais.


The Archie S
how também foi uma série de grande sucesso na década de 60. A animação durou apenas uma temporada, contando a história de Archie Andrews e seus amigos, que formavam uma banda de pop rock. E eu nem caí de amores pela abertura quando vi, né? Chequem aqui, vale a pena ver =)

Ainda na década de 60, tivemos o início da produção de séries que estrelavam bandas. Sim! Todos os mini-seriados/filmes do S Club 7 que você assistiu na infância/adolescência não foram inovações. Por mais legal que o SC7 possa ser – eu acho, gente. Até peguei pra ouvir aqui agora. A primeira banda a estrelar um seriado próprio foram os lendários Beatles. Durante dois anos, foram produzidos episódios da série, que foram exibidos de 65 até 69.

 

Outras bandas que seguiram o exemplos dos Beatles foram o Jackson Five, o The Monkees, o New Kids On The Block e os Jonas Brothers.

Anos 70:

Na década de 70, tivemos a estreia de um dos maiores clássicos do grupo das séries musicais: Josie e as Gatinhas. Mesmo tendo durado pouco – como a maior parte das séries da época – Josie fez história. Criação de Hanna-Barbera, a série contava a história da banda Josie e as Gatinhas, que se envolviam numa história de mistério a cada episódio, regada à trilha sonora feita especialmente para a performance das meninas. Hanna Barbera também foi responsável pela criação de Butch Cassidy, série nos moldes de Josie, exibida em 73.

 

Também nos anos 70, foi lançada a série Schoolhouse Rock!, uma série de vídeos educativos para crianças, exibidos na ABC. A exibição durou doze anos, de 73 a 85.

Anos 80:

Na década de 80, temos a primeira produção televisiva musical brasileira relevante: Balão Mágico. Uma série infantil, apresentada pelos integrantes do grupo infantil Turma do Balão Mágico, com músicas que marcaram a infância de muitos de vocês e que, até hoje, são tocadas e conhecidas. Eu, que nem sonhava em nascer quando Balão Mágico foi exibida – de 83 a 86 -, tenho “Super Fantástico” em um lugar especial do meu coração.

 

Nos Estados Unidos, um clássico dos anos 80 foi a série Fame, exibida entre 82 e 87, que contava a história dos estudantes da New York High School for the Performing Arts. A série fez tanto sucesso que o elenco gravou diversos álbuns e fez algumas turnês pela Europa. Em 2008, o Channel 4, do Reino Unido, fez um especial, reunindo alguns dos membros do elenco da série.


Anos 90:

Nos anos 90, tivemos algumas tentativas de séries musicais. Cop Rock foi uma das malsucedidas, e por ter recebido tanto destaque por sua má qualidade, achei digna de registro na cronologia. Se quiserem checar o estilo da obra, temos aqui um exemplo. Por mais que eu seja apaixonada por séries musicais, essa acho que não engulo não.

Tivemos também uma miniprodução britânica, em 93, Lipstick On Your Collar, que é ambientada em 1956, no contexto da área de Inteligência Britânica em Guerra Fria. Um dos agentes, cansado de todo o trabalho, começa a imaginar seus colegas fazendo performances de músicas populares da época, com toda a novidade rítmica dos anos 50. Além de ser uma série com excelente qualidade musical, é estrelada pelo Ewan Lindo McGregor. E, como são só seis episódios, não tem desculpa de “Ah, não tenho tempo pra ver!”. Estou apaixonada com os vídeos que vi, então esperem em breve um Sintonia sobre LOYC 😉

(OBS: A música aí é Don’t Be Cruel, não Teddy Bear. Pequeno erro de quem fez o vídeo.)

 

Anos 2000:

Passando aos anos 2000, muito aconteceu. Nós fomos crescendo, e nossos gostos quanto às séries musicais foram mudando. Quando eu tinha dez anos, o que bombava na mídia era o Disney Channel, com todas aquelas séries sobre cantoras da nossa idade, superfamosas, e tudo o que eu queria ser era a Hannah Montana. Hannah foi um estouro entre nós. Era uma garota que era superstar e, ao mesmo tempo, conseguia viver uma vida normal. O quão mais legal algo poderia ser?

 

A Disney tinha diversas outras séries musicais, e ainda as produz: Austin e Ally, Violetta e Peter Punk estão entre elas. Emissoras como a Nickelodeon também investem no ramo, tendo produzido Victorious e Big Time Rush.

E então, temos de falar das três grandes do período: Glee, Nashville e Smash.

Começo com Smash, que é o meu xodó, como dá pra ver. Pra mim, foi uma das melhores séries já feitas, apesar de todas as críticas e do cancelamento. E sobre a trilha sonora, posso dizer que não tem NENHUMA música que eu ache ruim. O plot era muito bom – a disputa entre Karen e Ivy pelo papel de Marilyn, além de todas as complicações do backstage de um musical da Broadway – porém concordo que se perdeu bastante com o tempo. Mas nada cura essa ferida no meu coração. São boas as lembranças.

 

Nashville, série focada no country music business, tem se mantido forte.  Muitas personagens interessantes – claro que existem as chatas, mas dá pra curtir, na maior parte do tempo – com linhas de histórias muito bem criadas dentro do contexto da série. E a trilha, ó Deus. Um pouco do melhor do Country norte-americano, com umas músicas ou outras enlatadas, já que isso faz parte dos negócios. Apesar de Nashville começar com um plot fraco, a trilha me conquistou já no episódio piloto. Eis a música:

 

E, finalmente, Glee, iniciada em 2009, que é a maior e mais imponente de todas. De início, resumidamente, conta a história de um coral de ensino médio de Ohio, explorando a vida e os problemas de cada personagem, além da situação do coro. Não há como negar que as performances de Glee são muito bem montadas – apesar de algumas não terem me agradado tanto assim porque não sou das maiores fãs da voz da Lea Michelle (Gleeks, não me odeiem). Adoro todo o jogo de divisão de vozes que fazem, enfocando um ou alguns artistas a cada número. A série sofreu diversos baques, mas ainda está aí, firme e forte, com seis temporadas garantidas.


Considerações Finais:

No passado, e ainda hoje, a maior parte das séries musicais são infantis/animadas, o que faz com que a maior parte delas sofra um certo preconceitos por parte dos seriadores. Eu digo: PERCAM-NOS! SÉRIES MUSICAIS SÃO VIDA! Existe muita coisa boa para ser descoberta – ou relembrada.

Até mês que vem!

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