Temporada de Pilotos: novidades são anunciadas em vários elencos

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A Fall Season se aproxima e, com isso, são cada vez mais numerosas as notícias envolvendo novidades nos elencos dos pilotos que estrearão por volta de setembro.

Madam Secretary, da CBS, escalou logo um trio de atores. Bebe Neuwirth, Erich Bergen e Evan Roe farão companhia à Tea Leoni, que será a Secretária de Estado Elizabeth McGill, personagem central da série. Neuwirth irá interpretar a Chefe de Equipe de McGill. Já Bergen interpretará o jovem e leal assistente de Elizabeth, que também é a única pessoa de sua equipe efetivamente contratada por ele. O jovem Roe será o filho adolescente – e anarquista – de Elizabeth.

A ABC também anunciou novidades nos elencos de seus pilotos. Fran Kranz foi escalado para o drama Exposed, de Charles Randolph, que acompanha Anna, uma jornalista investigativa que não para até descobrir a verdade encoberta pela aparência dos fatos, ainda que para isso precise fazer alianças questionáveis. Kranz irá representar Jeremy, o irmão jovem e hipster de  Anna, que é um gênio da tecnologia, dono de uma corporação com certificado ultra-secreto de segurança.

Outra série da emissora do alfabeto que anunciou novidades é Saint Francis, de Chris Moynihan. A comédia centra-se em Francis Quinlan, um policial de Long Island e pai de família que colide com o mundo moderno quando sua irmã mais nova, Heather, fica grávida fora de um relacionamento. Heather, que será interpretada por Spencer Grammer (Ironside), é um tanto quanto rebelde, e quer se libertar da dominação de Francis, o que vai causar atritos entre eles.

Na NBC a novidade fica com a escalação de Ryan McPartlin (Chuck) no drama Salvation. No projeto, escrito por Elizabeth Heldens e dirigido por Jeffrey Reiner, um pastor de uma grande igreja morre, e sua leal esposa, Jennifer Strickland (Ashley Judd) precisa manter a família unida e salvar a igreja. McPartlin, irá representar o congressista Todd Bishop, um homem ambicioso cuja vida política o mantém longe de casa, tornando-o um pai e marido ausente.

Por fim, na Fox, o rapper Yazz The Greatest (Bryshere Y. Gray) foi escalado para o drama sobre a indústria de hip-hop, Empire. O projeto, de Lee Daniels, Danny Strong e Brian Grazer centra-se em Lucious Lyon (Terrence Howard), uma carismática estrela do mundo da musica que está prestes a ter sua companhia, a Empire Entertainment, tornada pública. Gray irá interpretar o filho mais novo – e favorito – de Lucious. Ele tem a arrogância de um superstar em ascensão e é o favorito para chefiar a Empire Entertainment.

Com informações do Deadline (1, 2, 3) e do TVLine.

FX renova ‘Archer’ por mais duas temporadas

Data/Hora 07/03/2014, 10:20. Autor
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O FX, de olho na syndication, renovou a série animada de espionagem Archer para duas temporadas (a sexta e a sétima), ambas com 13 episódios. A dupla renovação mostra a grande confiança que a emissora tem no seriado.

Eric Schrier, um dos presidentes de programação original da FX Networks e da FX Productions, falou em um comunicado que “Archer é uma das melhores comédias na televisão e teve um papel muito importante no crescimento da comédia dentro do FX. Nós estamos agradecidos à Adam Reed, Matt Thompson e seu time na Produtora Floyd County, e também ao nosso incrível elenco de voz, e estamos olhando para a frente para dar suporte ao seu trabalho por pelo menos mais duas temporadas”.

Atualmente em sua quinta temporada e conhecido como Archer Vice, o seriado de meia-hor da FX entregou avaliações constantes desde a sua estreia, e é considerada a comédia de segunda maior audiência na TV a cabo básica entre os adultos da faixa 18-49 anos.

Com informações do Deadline.

Terapia elegante: veja, em detalhes, o luxuoso escritório de ‘Hannibal’

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Quem frequentou as noites do canal AXN Brasil, no último ano, sabe que o escritório do Dr. Hannibal Lecter (Mads Mikkelsen), o psicólogo e canibal que dá nome à série original da americana NBC, é enorme e de muito bom gosto – com o perdão do trocadilho. Livros, esculturas de gesso e muitos quadros estão espalhados pelo lugar, reafirmando todo o charme do escritório gigante. Não é para menos. O Dr. Lecter, tradicionalmente, é conhecido como um personagem de muita elegância e refinamento.

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Por isso mesmo, a gente decidiu entrar e fuçar, sem nenhum constrangimento, nos quatro cantos da sala de terapia mais “chiquetosa” e cara da televisão. A não ser que você queira virar jantar do dono do recinto, feche a porta atrás de você…

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O centro da sala do Dr. Lecter é demarcado por um tapete estampado retangular. Uma grande mesa de madeira divide espaço com duas poltronas de couro preto, dessas com cara de que custaram uma fortuna e super aconchegantes, que foram colocadas frente à frente para as sessões de terapia. Sobre a mesa estão poucos objetos, organizados, que confirmam o caráter metódico de Hannibal. Uma luminária também está ali e nos dá a ideia de que o psicólogo é um homem estudioso. E não precisa ir muito longe para se ter certeza disso.

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É interessante observar a importância das cores nesse contexto. Tudo na sala tem um tom esverdeado e, também, amarronzado (desde madeira até um vermelho bem escuro, quase tijolo, como veremos em imagens a seguir). Para mim, o verde remete às veias, aos vasos sanguíneos, enquanto o vermelho parece sangue envelhecido. E a importância dos tons inclui os figurinos. Na foto acima, o Hannibal veste um terno verde e a gravata é justamente avermelhada. A camisa do Will também é esverdeada e a calça não chega a se destoar, vindo, provavelmente, de uma palheta de cores semelhante. Ou seja, tanto o Will quanto o Hannibal pertencem a esse lugar, a essa sala, eles não são estranhos ali. Afinal, alguns dos diálogos mais significativos entre os dois personagens, de cumplicidade e manipulação, ocorrem nessas cadeiras. Em uma série visual como Hannibal, as cores sempre estão nos avisando algo.

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Mas algumas coisas podem ser mera ilusão de ótica. Nem sempre as cores que a gente vê na tela condizem com as cores dos objetos, de fato. Ao criar os móveis da sala, por exemplo, os designers precisam ter em mente a iluminação e os filtros que serão utilizados na montagem da cena. Elementos como a luz artificial acabam por alterar a percepção que a gente tem na tevê.

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A parede vermelha tem quadros com cores sóbrias, dando frieza e nenhuma vida ao ambiente – afinal, Hannibal é morte. Até mesmo as cortinas nas janelas verticais possuem o mesmo tom da parede, como se fossem manchas de sangue. O divã, nunca utilizado, está logo abaixo dela.

O sofá não é verde, mas é de um azul claro, que não chama a atenção. As figuras na parede são orientais e não sei exatamente o que elas significam. Mas quando penso em culinária japonesa, logo lembro dos cortes de carne, do sushi. E também demonstram algum repertório cultural. Além disso, no filme Hannibal – A Origem do Mal, o personagem central (então interpretado pelo jovem Gaspard Ulliel) vivia com a tia de descendência oriental, a Lady Murasaki (inspirada na escritora japonesa de mesmo nome). Cada um interprete como sentir. Ainda sobre a imagem abaixo, o fato de a jornalista estar vestida de vermelho – harmonizando com a parede atrás dela; um mar de sangue? – nos deixa alerta: ela está em perigo!

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Na parte superior da sala, um mezanino, que se estende por quase todas as paredes, organiza a vasta biblioteca do Dr. Lecter. E, na minha opinião, é o que o escritório tem de mais charmoso. Eu adoro mezaninos! Já disse para minha melhor amiga, que é arquiteta, que minha casa terá um desses quando eu for ryca… Eles são uma opção criativa para dividir os ambientes e podem servir como biblioteca, ateliê (na novela Cobras & Lagartos, a personagem da Mariana Ximenes, que era perfumista, tinha um na casa dela) e já vi sendo utilizado até como espaço para as crianças brincarem. E também adoro tudo que tem escada! Acho elegante.

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Uma escada comum, de madeira, dá acesso à biblioteca no alto.

Já na lateral da sala, próxima à porta, há uma estante antiga com mais livros e jarros. Mas o que chama a atenção mesmo é o alce sobre a mesa ao lado. Quem acompanha a série sabe que o animal trata-se de um motif, um elemento visual utilizado com frequência para nos mostrar que, toda vez que ele aparece, significa que o agente Will Graham (Hugh Dancy) atribui a autoria do crime ao serial killer que o FBI investiga – mesmo que durante as alucinações do genial personagem.

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Mas nem sempre foi assim:

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O Bryan Fuller, que é criador da série e tem um escritório de design de interiores com o namorado, liberou algumas fotos do projeto do escritório do Hannibal Lecter.

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As paredes vermelhas e o chão de madeira estão indicados na figura.

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O projeto da sala do Hannibal também foi inspirado no John Soane Museum, que fica em Londres, na Inglaterra. É possível notar a mesma estrutura de pilares e os arcos nos dois lugares.

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Sir John Soane's museum, London, England, Great Britain

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Com uma sala dessas, fica até difícil conversar sobre outra coisa senão perguntar ao Dr. Lecter onde foi que ele comprou os móveis, não?

A segunda temporada de Hannibal estreia no dia 10 de março, às 23h, no AXN Brasil.

Star-crossed – Our Toil Shall Strive to Mend

Data/Hora 07/03/2014, 09:47. Autor
Categorias Reviews

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Ainda é cedo. Afinal são apenas três episódios. Mas a impressão que Our Toil Shall Strive to Mend me deixou é de que Star-crossed conta duas histórias paralelas e de que essas duas histórias estão com certa dificuldade para se encontrar. Uma delas, uma história de amor entre dois adolescentes (Ronan e Emery), pertencentes a mundos diferentes que, no rastro de intolerância e ódio, socialmente, não devem se tocar. Outra sobre uma guerra em gestação, que, apesar de ser fruto da mesma intolerância e ódio, evolui independente da vida efetivamente vivida pelos personagens principais.

Uma delas deveria ser o foco em Star-crossed, a outra, a que lhe dá suporte. Mas me parece que a equipe criativa tem encontrado dificuldade para decidir qual delas deve sobrepor-se à outra. Embora os pré-requisitos da série (principalmente público a que se destina e canal de TV em que é exibida) indiquem que o romance deveria prevalecer, no segundo e no terceiro episódios essas histórias correram em paralelo. O desenvolvimento da ação simplesmente falhou ao tentar fazer a interação.

Qual o fio condutor da história em Our Toil Shall Strive to Mend? O distanciamento entre Ronan e Emery e o mal entendido sobre o relacionamento dele e Julia? Ou a articulação dos atrianos rumo à guerra declarada com os humanos? Talvez a pergunta certa seja: diante dessa falta de definição e da ausência de intersecção entre as histórias, com qual expectativa eu verei a série? Esperando que Ronan e Emery ganhem a cena ou esperando o próximo passo dos Tracks e Falcões Vermelhos? A resposta poderia contemplar esses dois plots; mas um deles tem que ser o fio condutor, em um roteiro que não faça apenas junção de cenas para justificá-los, mas onde argumento e desenvolvimento destaquem e levem à história principal, sem descuidar das outras histórias que lhe dão suporte.

Poderia definir  Our Toil Shall Strive to Mend como uma coleção de cenas postas em seqüência para montar uma história. O problema é que uma história não se resume a uma coleção de cenas, mas na articulação que se estabelece entre elas e com qual propósito elas existem. No caso, para Ronan e Emery o propósito do episódio pode ser definido por orgulho ferido e mal entendido; e, para a guerra entre Tracks e Falcões Vermelhos, por revelações.

Os efeitos colaterais experimentados por Julia em decorrência da aplicação do Cyper foram apenas um pretexto para promover uma aproximação entre ela e Ronan e, na busca pela cura, uma planta produzida por outra tribo que não a de Ronan, provocar a aproximação entre Teri e os Tracks, uma vez que ela, depois de lhe trazer a planta, sentiu-se traída pelo discurso de Ronan, na celebração do Dia da Chegada. Orgulho ferido. Por outro lado a cena final em que Julia abraça Ronan para agradece-lo pelo Vyrer, serviu apenas para que Emery interpretasse um possível interesse afetivo entre ele e Julia. Mal entendido.

Já, na guerra anunciada entre Tracks e Falcões Vermelhos, a palavra que define o episódio continua sendo revelações. Sobre o caráter de Drake que mostrou-se menos rancoroso e disposto a obedecer cegamente a qualquer ordem vinda dos Tracks. Sobre a descoberta de Emery a respeito dos verdadeiros objetivos de Grayson. Sobre a identidade de Glória. Sobre a dupla aplicação do Cyper.

Outra característica do episódio que me desagradou foi a facilidade com que algumas dificuldades foram superadas. Como Ronan conseguiu com Castor a informação sobre como proceder à cura de Julia; a forma como ele e Julia saíram da estufa dos Vwasak sem serem vistos; o aparecimento providencial de Castor, quando Emery estava sendo ameaçada pelos atrianos…

Por outro lado, o que mais me agradou, nesse episódio, foi a ingenuidade e a pureza demonstrada por Sophia e Lukas, os personagens que considero mais verdadeiros até aqui. Eles são o que são, sinceramente, sem meias verdades, dramas ou segundas intenções.

Mas o problema, na construção da história, pode ser o “desencontro” da equipe criativa. Talvez, o que, no primeiro episódio, funcionou muito bem: a junção de uma roteirista de dramas existenciais (Meredith Averill – The Good Wife ) e um diretor de filmes de suspense (Gary Fleder – Beijos que Matam) seja o que, agora, esteja atrapalhando o desenvolvimento da série.  Our Toil Shall Strive to Mend foi escrito por Adele Lim (One Tree Hill, Private Pratice) e dirigido por Deran Serafian (CSI, Nikita).

Mas, como eu disse no início, é apenas o terceiro episódio, ainda são mais dez pela frente. Tempo suficiente para correção de rumo.

PS: não me entendam mal quando digo que em virtude do canal em que é exibida e ao público a que se destina a história de amor deveria prevalecer. Digo isso reafirmando a necessidade de que prevaleça uma história principal, que, não necessariamente, por ser um romance, tem que ser exclusivamente açucarada.

David Harewood, de ‘Homeland’, entra para elenco de ‘Selfie’

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O ator David Harewood (Homeland) fará parte do elenco de Selfie, novo projeto de comédia da ABC.

Desenvolvida por Emily Kapnek (Suburgatory), o single-camera é centrado em Eliza Dooley (Karen Gillan), uma moça de vinte e poucos anos que é mais preocupada com “curtidas” do que com a atenção que as pessoas possam dar a ela. Depois de sofrer com o fim de um relacionamento – que foi bem humilhante – a personagem se torna o foco de um vídeo viral e, de repente, acaba conseguindo mais seguidores nas redes sociais do que ela imaginava. Assim, Eliza pede a ajuda de uma expert em marketing e de sua companhia para reparar esse erro e melhorar sua imagem.

Na história, Harewood será Sam, o presidente da companhia em que Eliza trabalha. Ele será rico, confiante, um pouco excêntrico e também muito interessado na vida de seus empregados.

Além de Homeland, os créditos do ator também incluem Robin Hood, Doctor Who Strike Back.

Com informações do TV Line.

Destaques na TV – sexta, 7/03

Data/Hora 07/03/2014, 07:48. Autor
Categorias TV Brasil

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Carnaval passou mas os destaques continua, confira o que tem na programação da TV hoje.

O canal AXN oferece hoje a chance de ver e rever os 4 primeiros episódios de Lost Girl, e para quem perdeu algum episódio também.

No episódio inédito de The Following, Ryan Hardy (Kevin Bacon), e a sua sobrinha, Max (Jessica Stroup), prendem um importante suspeito e tentam descobrir, por meio dele, onde Lily (Connie Nielsen) e seu grupo estão se escondendo. No entanto, o plano dos dois dá errado, obrigando-os a criar um novo. Enquanto isso, Emma (Valorie Curry) embarca numa viagem com Lily e os gêmeos Luke e Mark (Sam Underwood).

Agora confira os demais destaques na TV para hoje e amanhã de manhã.

ID
I’d Kill For You – Por você eu faço tudo – 20h (ep 1×04)

WARNER
The Big Bang Theory – Maratona com 6 episódios – 20h
The Following – 22h25 (ep 2×05) – leia a review

AXN
Lost Girl – maratona – 21h (ep 1×01/04)

HBO
The Big C – 21h (ep 4×07)
House of Lies – 21h30 (ep 3×07)

+GLOBOSAT
Os Melhores Contos de Grimm – Grimm’s Finest Fairy Tales – 22h (ep 1×07)

SONY
Maratona na madrugada – The Blacklist – 13h (ep 1×09/13)
Maratona – CSI – 20h (ep 14×10/14)

BAND
How I Met Your Mother – Como Conheci sua Mãe – 21h35

GLOBO
Missing – Busca Alucinante – 0h14

RECORD
Era Uma Vez – 22h15 (ep 1×19)
Breaking Bad – 23h15 (ep 4×04)
Engana-me se Puder – 0h15 (ep 1×11)

SBT
Chaves – 18h30

COMEDY CENTRAL
Last Man Standing – 20h30

GNT
Downton Abbey – 16h (ep 3×01) / 17h (ep 3×02) – Reprise

MTV
Dawson’s Creek – 8h (exibição de segunda a sexta)

VIVA
Malhação – 13h – Não terá exibição hoje
A Próxima Vítima – 14h30 (de segunda a sexta)
O Quinto dos Infernos – 23h10 – Não terá exibição hoje – *corrigido
Agua Viva – 0h – Não terá exibição hoje – *corrigido

FX (Sábado – 8/mar)
Wilfred – 8h15 (ep 3×06)

Bom final de semana !

A&E estreia a série ‘Bad Ink’

Data/Hora 06/03/2014, 20:00. Autor
Categorias Notícias

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O canal A&E estreia no dia 10 de março, às 22h30, Bad Ink, série original do canal. A produção segue o famoso tatuador Dirk Vermin e seu ajudante (e melhor amigo há 20 anos) Ruckus, em sua busca para encontrar e corrigir os piores erros estampados na pele. Com a fascinante cidade de Vegas como fundo – também conhecida como “a capital mundial dos erros” (como esquecer os diversos casamentos falidos realizados em noites de muita bebedeira e todo o dinheiro perdido nos cassinos?) –, as tatuagens são exemplo perfeito de lembranças inesquecíveis.

O TeleSéries foi convidado para o evento, realizado em 25 de fevereiro, que apresentou Bad Ink à imprensa brasileira. Além de conhecer mais sobre o universo das tatuagens, batemos um papo com a simpática e super tatuada Penélope Nova e conferimos o piloto do seriado. E adoramos.

Bad Ink fala sobre tatuagens que deram errado. E o faz de uma forma diferente, única: com humor. Os hilários Dirk e Ruckus, mais do que “corrigir” tatuagens, tiram sarro do portador da mesma. E isso traz uma leveza fundamental ao programa. Com certeza o sucesso da atração (que está na segunda temporada nos EUA e deve chegar em julho no Brasil) não seria o mesmo se a dupla não fosse tão divertida e carismática.

Já no piloto fica bem evidente que o lado bizarro que cerca, muitas vezes, a opção por uma tatuagem, será bem explorado. Não é a toa que uma Tramp Stamp (aquela tatuagem que fica na base das costas) feita no auge de uma bebedeira é a primeira a ser coberta. Pamela Anderson (e a população de Las Vegas) agradece. E para Penélope, esse é um dos maiores trunfos do programa. A apresentadora frisou que é importante retratar o universo das tatuagens de forma leve e divertida, sem apelar para esteriótipos ou para a emotividade extrema.

E para promover a série por aqui, fazendo jus à fama de qualidade de Dirk, o A&E “associou-se” com o lendário Polaco. E o tatuador, junto com sua esposa Carla, abriu as portas do estúdio Donna Tinta para receber a imprensa e explicar um pouco mais sobre o mundo das tatuagens “de correção”, que a série apresenta aos espectadores.

Foi nesse bate-papo que descobrimos, por exemplo, que além da tatuagem “de cobertura”, que Bad Ink retrata tão bem, a tatuagem “reconstrutiva” também envolve micropigmentação e é utilizada para atenuar a aparência de cicatrizes e até mesmo em casos de vitiligo. Então, quem se interessar pelo assunto e quiser conhecer ainda mais sobre o mundo das tatoos – antes ou depois de conferir Bad Ink –, vale agendar uma visita ao Museu da Tatuagem, que fica em São Paulo e foi fundado pelo Polaco.

Outra medida de divulgação traçada pelo A&E passa por um concurso que será realizado em março, no qual será escolhido uma tatuagem “ruim”, e o portador da mesma será enviado para Las Vegas, para fazer um cover up com Dirk e Ruckus. Assim que o canal divulgar maiores informações sobre o concurso, repassaremos as mesmas.

Bad Ink é um programa único sobre tatuagens, tatuados e tatuadores. Vale a pena conferir. A diversão – e o conhecimento – são garantidos.

Com informações cedidas pela assessoria de imprensa do canal e obtidas através de entrevistas.

GNT estreia ‘Bela Cozinha’

Data/Hora 06/03/2014, 19:00. Autor
Categorias Notícias

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A nutricionista Bela Gil – filha de Gilberto Gil – apresenta Bela Cozinha, novo programa do GNT, que estreia no dia 11 de março, às 22h.

Na atração, ela mostra que é possível fazer pratos elaborados, saborosos e, ao mesmo tempo, saudáveis. Chef e nutricionista formada pela Hunter College, em Nova York, Bela ajudará seus convidados famosos a melhorar os hábitos alimentares ao apresentar opções para quem come açúcar demais, muita fritura, muito sal, ou, simplesmente, não consegue variar o cardápio. De quebra, o público poderá aprender as suas criativas receitas.

Na estreia, o GNT exibirá dois episódios de Bela Cozinha, na sequência. O primeiro é sobre a formação de Bela. Em Nova York, onde ela viveu durante sete anos, ela conversa com especialistas em nutrição e medicina alternativa e conta como se interessou pela culinária natural. “Eu fiz a faculdade e, consequentemente, foi me despertando o interesse de como a comida mexe com o nosso organismo, com o nosso humor e com a nossa saúde”, comenta. Dedicando-se ao estudo do veganismo, do vegetarianismo, da ayurveda e da macrobiótica, ela criou uma linha nutricional própria, que busca sabor, praticidade e saúde. “Tenho várias influências, tento pegar as vantagens de cada filosofia alimentar e trazer para a minha alimentação”, explica.

Na sequência, às 22h30, o Bela Cozinha apresenta seu primeiro convidado. A atriz Fernanda Torres é recebida na casa de Bela e a escolha pela convidada não é à toa. Fernanda foi quem primeiro despertou o interesse de Bela por uma vida mais saudável e natural ao apresenta-la para a Ioga. A dupla conversa sobre o frescor na cozinha. Entre os pratos servidos estão um macarrão caseiro e uma gelatina de melancia com creme de banana. Nas receitas, uma surpresa: um molho de macarrão que parece com o tradicional de tomate, mas que não é feito com tomate!

Entre os outros participantes de Bela Cozinha estão Jorge Mautner, Maria Ribeiro, Mariana Ximenes, Arlindo Cruz, Carolina Dieckmann e Preta Gil, irmã da apresentadora. No total serão 14 episódios produzidos pela Conspiração Filmes.

Com informações cedidas pela assessoria de imprensa do canal.

‘Grey’s Anatomy’: Cristina Yang terá episódio especial antes da partida de Sandra Oh

Data/Hora 06/03/2014, 18:00. Autor
Categorias Notícias

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Em agosto do ano passado Sandra Oh anunciou que está deixando Grey’s Anatomy ao final da 10ª temporada. E o momento do adeus final se aproxima, mas não antes de Cristina Yang e sua intérprete serem homenageadas através de um episódio especial.

Segundo o TVLine, o episódio do dia 27 de março, Do You Know, será centrado em Cristina. Nele, Yang irá imaginar as diferentes rotas que sua vida poderia tomar, utilizando o conceito Sliding Doors.

COLUNAS| 15 razões para ‘Grey’s Anatomy’ encerrar na décima temporada

Um representante da ABC teria confirmado o especial, mas não quis dar maiores informações sobre o mesmo.

Vale lembrar que se Ellen Pompeo e Patrick Dempsey renovaram seus contratos com a série por dois anos, o futuro dos originais Justin Chambers, Chandra Wilson e James Pickens Jr., e da “quase que original” Sara Ramirez ainda é incerto.

Com informações do TVLine.

 

Glee — Frenemies e Trio

Data/Hora 06/03/2014, 17:20. Autor
Categorias Reviews

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Então Glee voltou… e apesar do meu pé atrás com a série, o retorno foi bom. Nada que surpreenda tanto assim, mas ainda melhor do que estava antes do hiato. Talvez a atmosfera tenha melhorado, mas não consigo me livrar do sentimento de que algo falta ali.

Pra começar, acho que ninguém se surpreendeu quando em Frenemies, a Rachel acaba se transformando em uma psicopata porque ela é uma “grande estrela” agora, mesmo que seu show ainda nem tenha começado (então ela ainda é, basicamente, uma ninguém). Eu quero gostar da Rachel, mas na maioria das vezes eu só quero jogar uma raspadinha na cara dela.

Dá pra entender porque ela está com raiva de Santana por ter feito a audição para ser sua substituta. Dada a história toda da série, eu até consigo ver a Santana tentando sabotar a Rachel e acho que Kurt está sendo um pouco ingênuo demais achando que a nossa Lima Heights mudou assim tão rápido, mas eu realmente estava gostando de ver os três arrasando em NY.

Apesar do episódio ser focado, na maior parte do tempo, em Rachel sendo Rachel, ainda sobra um pouco de tempo para um drama em Ohio. Tina está chateada porque ela acabou entrando na lista de espera da Brown sem garantia de quando ou se ela seria aceita, ou seja, ela está presa em Ohio Hell para sempre. E então, dada a oportunidade, ela e Artie deveriam competir para ver quem seria o orador da turma (o que certamente a ajudaria a entrar na faculdade). Como nada em Glee é feito sem um pouco de performance, tudo aconteceu como o planejado, e pelo menos no McKinley tudo acabou em sorrisos e Kelly Clarkson.

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Em Trio, as coisas ficaram um pouco mais agitadas do que em Frenemies. Mas agitado não quer dizer melhor.

Um dos meus pontos fracos quando se tratava de Glee, em suas primeiras temporadas, era que eu estava quase sempre disposta a perdoar as falhas de um episódio quando ele me surpreendia com um grande número musical no final. Essa performance de Hold On no final de Trio? Incrível. Mas tudo o que veio antes? Um misto de blablablas e chatice.

Falando em chatice, o que foi a Tina nesse episódio? Não consigo suportar! Quem é que chora daquele jeito e se joga no meio do corredor porque vai acabar a escola? Ok, eu chorei um pouco no meu último dia, mas nada tão exagerado.

Finn, Rachel, Santana, Kurt, e até personagens como Puck, Quinn e Mercedes, tinham vários episódios dedicados à forma como eles iriam lidar com a formatura e onde acabariam depois disso. Os escritores da série tentaram fazer o mesmo por Tina, Blaine e Sam, mas o resultado foi superficial e oco. Enquanto eu, honestamente, não senti nada, Sam, Blaine e Tina discutiram como as coisas seriam diferentes depois do colégio e tentaram capturar a importância de cada momento final que eles passavam no McKinley.

Em NY, Santana conversa com Rachel (antes de serem interrompidas por One Three Hill, o novo trio de Kurt, Elliott e Dani) e as duas refletiram sobre o ensino médio e eu pude ver o gelo que havia entre elas derretendo um pouco. Estou contente que Glee está sendo realista (em seus próprios padrões) para lidar com essa enorme confusão entre as duas.

Finalmente, a surpresa mais agradável de Trio, para mim, foi a história de Emma e Will. Os dois decidiram que era hora de começar uma família e tentar conceber um bebê. Para quem não sabe, é provável que Jayma tenha sua última participação em Glee, no mês de maio (pelo menos até o final da série ), e acho que trataram ela e seu relacionamento com Will com respeito e cuidado.

Quando as notas finais de Hold On terminaram e ficamos com a cena de Emma dizendo a Will que estava grávida, eu não podia deixar de sorrir.

Na semana que vem, teremos as Nationals em Los Angeles com participação de Amber Riley, Mike O’Malley e Rosy Rosemont. Confesso que estou ansiosa pra ver o que Glee nos reserva na semana que vem. Alguma ideia?

Criador de ‘The Wire’ fará o roteiro de minissérie sobre Marthin Luther King encomendada pela HBO

Data/Hora 06/03/2014, 17:00. Autor
Categorias Notícias

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O criador de The Wire, David Simon, irá escrever o primeiro episódio da nova minissérie da HBO, que será centrada na vida de Martin Luther King.

A minissérie de seis horas será baseada na trilogia America: In the King Years, de Taylor Branch.  Ela vai abordar as caminhadas pela liberdade, as campanhas de Birmingham e Selma e as relações de King com John F e Robert Kennedy e Lyndon B Johnson. A minissérie também vai falar da marcha pelos direitos civis em Washington, que King organizava quando morreu.

Oprah Winfrey participará do projeto como produtora. Além de escrever o piloto, Simon irá roteirizar o restante da minissérie ao lado de seu co-criador de Treme, Eric Overmyer.

Com informações do Digital Spy e do Deadline.

Teen Wolf — The Fox and the Wolf

Data/Hora 06/03/2014, 16:20. Autor
Categorias Reviews

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Não há muito o que falar sobre o episódio que Teen Wolf nos entregou essa semana. Lógico que é um divisor de águas e agora sabemos (um pouco) mais sobre toda a história por trás do Nigtsune, mas em geral, The Fox and The Wolf não foi o episódio mais cheio de vida e de conteúdo da temporada.

Quanto mais os flashbacks do passado da mãe de Kira são mostrados, mais clichê e desastroso vai ficando o plot de base da temporada. Já que o episódio inteiro girou em tono do centro de tratamento Oak Creek (onde Stiles esteve na semana passada), ele foi uma queda em um gráfico que só deveria crescer até a season finale da série.

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Este episódio me lembra um daqueles de flashback ridiculamente ruins da CW (amo séries de lá, mas vamos combinar, alguns episódios são extremamente difíceis de assistir): as peças de época, o diálogo é improvavelmente moderno, e tudo é excessivamente melodramático. Nós realmente precisávamos de um episódio inteiro para saber que a mãe de Kira chamou o Kitsune porque alguns guardas e um médico estavam negociando produtos no mercado negro e isso incitou um massacre? Não é informação irrelevante, mas o grande período de tempo que levou até ser revelada e a maneira exagerada, manipuladora, em que foi dita se tornou um pouco chato.

Infelizmente, porque muito do episódio é dedicado a esta série de flashbacks, todo o resto é dominado. As cenas modernas do dia são para rastrear Stiles e nada relevantes. Só a cena em que Allison desaba na frente do Papa Stilinski tem um tipo de carga emocional. Resumindo, e dizendo em bom português, um episódio para encher linguiça.

Escritores de Teen Wolf, vamos dar os dedinhos e concordar em deixar tudo isso no passado. Prometem que vão voltar com a ação na próxima semana, não é?

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