Rizzoli & Isles – Just Push Play

Data/Hora 10/03/2014, 15:14. Autor
Categorias Reviews

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Sabe quando você se reapaixona? Então… cai de amores por Rizzoli & Isles, novamente.

Há muito que eu praticamente só reclamava da série. Quando gostava de algum episódio, apenas gostava, não adorava. E era sempre episódios com algum “evento” especial. Com Just Push Play foi diferente. O caso não foi grandioso, não houve risco de vida para nenhum dos nossos adorados personagens. Foi apenas o trivial, mas foi absolutamente delicioso.

Acho que eu estava sentindo falta de ver os Rizzoli como a grande e complicada família italiana. E foi legal ver Frank Rizzoli de volta depois de todas as suas canalhices. Foi legal ver as reações dos seus três filhos ao seu retorno. E foi absolutamente delicioso ver como Angela reagiu a isso tudo.

Depois de passar por maus bocados ao ser abandonada por Frank, de ver a paternidade do seu neto ficar em xeque – já que Frank dormiu com a namorada do filho – e de ficar com as dívidas do ex-marido e ter que dar um jeito de quitá-las, Angela precisou ser o porto seguro de Frank. E fez isso com garbo e elegância, e dando lições que só a Mama Rizzoli consegue dar.

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Eu temi – ainda que por alguns poucos segundos – que o lado “mãe de família submissa” de Angela voltasse a falar mais alto, e ela acabasse reatando o seu casamento com o Sr. Rizzoli. Mas não foi isso que aconteceu: Angela encontrou o equilibrio entre dar suporte e não se deixar dominar. Apesar de não deixar Frank desamparado, fez as coisas do seu jeito, incluindo Cavanaugh e, especialmente, Maura. Nos relembrou que a família nem sempre é a de sangue, e nos entregou um belíssimo final de episódio. Assim como Angela e Jane (e eventualmente Frankie e Tommy) são a família de Isles, ela é família para os Rizzoli também. Uma prova de que amizade pode – e frequentemente significa – significar mais que laços sanguíneos.

Frank também teve um papel interessante e bonito nesse episódio. Além de ter sido porta-voz da importante bandeira da luta contra o câncer de próstata (dando provas de que o diagnóstico precoce evita maiores problemas), também trouxe a tona a questão de assumir os seus próprios erros e se desculpar por eles. E o mais interessante foi que o câncer não transformou Frank em um mártir ou coisa do tipo: os porblemas continuaram ali, e a redenção (ainda que parcial) do personagem teve que ser bastante trabalhada. Gostei da aparição dele, da forma como a história se desenrolou. Mas adorei sua partida.

Além do mais, o caso foi interessante. A vida dupla da talentosa musicista abriu várias linhas de pensamento, e embora eu tenha conseguido desvender o final do caso, isso não o tornou menos instigante.

Mas o melhor do episódio, mesmo, foi ver que Frost, Korzak e Maura estão SEMPRE dispostos a ajudar Jane. Mesmo que seja difícil acessar seus reais sentimentos, eles estão sempre por perto. Fofíssimo. E Rizzoli & Isles é isso: amizade e família, sempre com casos interessantes como pano de fundo. Por isso adorei tanto  Just Push Play e me reapaixonei por R&I.

Torço pra que os dois últimos episódios dessa temporada sejam tão legais quanto Just Push Play. E que esse sentimento legal, de encantamento, seja o que reste da era Janet Tamaro!

Primeiras Impressões — Mixology

Data/Hora 10/03/2014, 15:00. Autor
Categorias Preview

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Péssima e chata. Essas são minhas tristes primeiras impressões sobre Mixology.

Situada em um bar de Manhattan, a história acompanha a vida de cinco homens e cinco mulheres que, ao longo de uma noite, buscam um relacionamento amoroso. E como a primeira impressão é sempre a que fica, não pretendo voltar à esse bar tão cedo – ou tão nunca.

Criada por Jon Lucas e Scott Moore (ambos da comédia cinematográfica Se Beber Não Case), a série é quase um Lost com todo mundo preso em um lugar que não os deixa sair dali, a não ser quando flashbacks aparecem para nos deixar à par de alguma coisa que faria diferença no presente. Faria, porque realmente não faz. Quando se critica uma série, cabe a quem escreve perceber se o show é mesmo ruim ou somente não se encaixa em seu estilo de vida. Posso não ter ido à bares e anotado tudo o que acontece em um bloquinho, mas sei que Mixology vai parecer um pouco mais real e menos ruim para algumas pessoas. Prova é a voz que narra o episódio e diz “Esta é a história de 10 estranhos, uma noite, e todas as coisas ridículas que fazemos para encontrar o amor”. As referências de Friends e Sex and the City no início possivelmente sugerem que a coisa toda vai tentar ser mais real do que duas das séries preferidas de todo mundo,  o que pode não ser tão agradável assim.

A primeira noite…

Todo começa quando Tom (Blake Lee de Parks and Recreation), que é abandonado por sua noiva, resolve sair para uma noitada depois de mais de uma década, já que seus melhores amigos, o confiante Cal (Craig Frank) e o esperto Bruce (Andrew Santino de Crafty), vão fazer com que o amigo mergulhe novamente na piscina de oportunidades, queira ele ou não.

O primeiro encontro de Tom é com Maya (Ginger Gonzaga de Legit), uma advogada linda e seca — o que logo leva Tom, sensível, às lágrimas.

Enquanto isso, a mãe solteira Jessica (Alexis Carra) espera junto a sua amiga/inimiga Fabienne (Frankie Shaw de Blue Mountain State), um cara que ela conheceu na internet, o falido Ron (Adam Campbell).

Do outro lado do balcão, a garçonete Kacey (Vanessa Lengies de Glee) quer chamar a atenção do misterioso barman Dominic (Adan Canto).

…É a noite que não acaba tão cedo

Ainda que tudo pareça perfeito, o trio de amigos ainda tem várias pessoas para conhecer, incluindo a amiga compromissada de Maya, Liv (Kate Simses), que também parece ter um interesse instantâneo por Ron, depois que ele vomita na bolsa de sua primeira opção amorosa.

Para piorar o que já parece mastigado, nenhum dos personagens é engraçado ou cativante, o que faz você se perguntar porque a ABC achou que o show era um bom lead out para a tão boa e hilária Modern Family. Uma das melhores sitcoms no ar sendo seguida por uma das piores, que não retém a audiência. Estou quebrando a cabeça para entender…

Assistir Mixology é uma experiência irritante e frustrante, e eu não me importo em aprender os nomes dos personagens, e muito menos me preocupo com a sua felicidade no final da noite. Eu só quero que esses estranhos fiquem no bar sem nenhuma audiência até ABC cancelar a série. Assim, podemos fingir que isso tudo nunca aconteceu.

Fox libera preview de ’24: Live Another Day’

Data/Hora 10/03/2014, 14:16. Autor
Categorias Notícias

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Depois de divulgar um vídeo – de quase 50 segundos – e uma imagem para promover a estreia de 24: Live Another Day, agora a Fox liberou um preview da série.

No vídeo, é possível ver Jack Bauer sendo identificado pelo FBI, e apontado como um grande traidor. O problema é que Jack está em Londres quando o plano para assassinar o Presidente Heller (William Devane) vem à tona, e com os desdobramentos que seguem, ele acaba prevendo uma nova guerra mundial. Novamente, as cenas de ação são o ponto alto das imagens.

24: Live Another Day vai mostrar, em 12 episódios, eventos que ocorrem cerca de quatro anos após os eventos da series finale de 24. No elenco, além de Kiefer Sutherland e Mary Lynn Rajskub, estão Kim Raver, William Devane, Yvonne Strahovski, Michelle Fairley, Tate Donovan e Benjamin Bratt.

A série estreia no dia 5 de maio.

Com informações do TVLine.

Primeiras Impressões — Growing Up Fisher

Data/Hora 10/03/2014, 11:07. Autor
Categorias Preview

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A comédia centra num garoto de 11 anos que vê sua família mais unida após o divórcio de seu pai – um homem heroico que também é cego – e sua mãe – que recentemente tem se comportado como uma adolescente. A primeira vista a história pode parecer um tanto clichê, eu sei, mas foi só apertar o play e assistir os primeiros 5 minutos da nova sitcom da NBC para meu preconceito ir todo embora, junto com a promessa de que eu não acompanharia mais nenhuma série esse semestre.

Growing Up Fisher é uma comédia leve que conquista por seu calor e simpatia. O seriado é baseado na vida do criador, D.J. Nash (Up All Night e ‘Til Death) que assim como o pequeno Henry (Eli Baker) também cresceu sendo criado por um pai cego. Felizmente para Henry, o pai é interpretado por um dos melhores e mais versáteis atores da televisão, JK Simmons (Men at Work).

A sitcom é contada do ponto de vista do garoto de 11 anos de idade, Henry, que, utilizando-se a voz do produtor da série, Jason Bateman (Arrested Development), narra a história já como um adulto. O artifício é usado em diversas séries, e sem querer, faz lembrar um pouco How I Met Your Mother. No caso, nunca é claro se o show é narrado do futuro, ou se aconteceu em um passado. Não que faça tanta diferença assim, mas tudo o que Growing Up Fisher não precisa é de algo inespecífico que o arranque de uma realidade.

O plot maior é que mesmo sendo cego, Mel, pai de Henry, passou sua vida e carreira jurídica toda escondendo sua cegueira de todos, menos da família mais próxima. Isso leva a uma longa série de piadas sobre ele querer enganar as pessoas a respeito de sua visão, muitas vezes com a ajuda de Henry, ou até mesmo recusando-se a deixar a sua incapacidade de ver impedi-lo de fazer as coisas como dirigir, pedalar ou cortar uma árvore. Ainda que difícil de admitir, percebe-se que mesmo sendo um ator fantástico, Simmons fica um pouco preso nesse jogo sobre a cegueira.

Abrangendo um pouco a história, Jenna Elfman (Damages) aparece com a mãe de Henry, Joyce. Ela vai bem, mas não sem se sair um pouco forçada com toda essa história de querer parecer um pouco mais jovem depois do divórcio. O plot fica ainda mais chato e clichê quando a filha da família, Katie (Ava Deluca-Verley) entra na história e diz que não quer ser a mãe de sua própria mãe. Mesmo parecendo um pouco Disney demais, como toda série iniciante, Growing Up Fisher tem a chance e o poder de virar o jogo.

Enquanto a Fox tem New Girl e Brooklyn Nine-Nine e a ABC conta com The Goldbergs e Trophy Wife, a NBC parece investir forte em comédias familiares. Growing Up Fisher vai ao ar todas as terças, logo depois de About a Boy e as duas novatas servem pra você, que assim como eu, gosta de sinceras e óbvias lições de moral. Abrace Henry e sua família, e eles o abraçarão cegamente de volta.

Destaques na TV – segunda, 10/03

Data/Hora 10/03/2014, 08:00. Autor
Categorias TV Brasil

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Confira as atrações dos canais de TV nesta segunda.

Março traz a segunda temporada de Hannibal. A série baseada em uma adaptação feita por Bryan Fuller da obra de Thomas Harris, retrata a relação entre o Dr. Hannibal Lecter e Will Graham; um jovem agente do FBI que procura o especialista para traçar o perfil de um assassino em série que ele vem perseguindo. No elenco estão Mads Mikkelsen, Hugh Dancy, Laurence Fishburne, Gillian Anderson, Caroline Dhavernas, Aaron Abrams, Lara Jean Chorostecki, Hettienne Park, dentre outros. Na segunda temporada, Will está na prisão e todos acreditam que ele é um serial killer. Ele não é mais uma pessoa confiável aos olhos do FBI, por mais que seja inocente. Obviamente, tudo culpa de Lecter, que continua seu jogo de manipulação. Will torna-se mais focado e proativo agora que sabe que não é maluco. Ele ativamente tentará ser libertado ou, pelo menos, derrubar Hannibal.

Mudanças na grade da Sony, Scandal muda de dia passando para as 4ª feiras e Grey’s Anatomy passa para 2ª feira.

Super Fun Night chega ao final da temporada com a Kimmie num dilema.

Com a participação de Jack Coleman (Heroes) hoje em CSI, Nick e Greg investigam a morte de uma jovem num bordel.

No The Tonight Show desta noite, os convidados de Jimmy Fallon são a Tina Fey e Randy Newman.

No canal MTV temos a estreia de Smallville que será exibida de segunda a sexta, começando a sua 1ª temporada, outra que rebobina para a 1ª temporada é The Vampire Diaries.

Confira as demais destaques dos canais de TV para esta noite.

AXN
Criminal Minds – 22h (ep 9×15)
Hannibal – 23h (ep 2×01) ESTREIA

WARNER
Super Fun Night – 20h (ep 1×17) SEASON FINALE
Two And Half Man – 20h30 – Reprise
Supernatural – 22h30 (ep 9×07)

SONY
CSI – 21h (ep 14×15)
Grey’s Anatomy – 22h – Reprise
Especial The Voice – 23h

MAX PRIME
Banshee – 21h (ep 2×07)

GNT
Parenthood – 15h – 3a. temporada (exibição de segunda a sexta)
The Tonight Show com Jimmy Fallon – 23h30

TCM
Elas – 21 h

UNIVERSAL
Beauty and the Beast – 22h (ep 2×12)
Grimm – 23h – Reprise

+GLOBOSAT
Godforsaken – Assassinos Verdadeiros – 21h (ep 2×04)

BAND
How I Met Your Mother – Como Conheci sua Mãe – 21h25

SBT
Chaves – 18h30
Pretty Little Liars : As Malvadas – 2h45 (na madrugada de 2a. para 3a. feira)

RECORD
Era Uma Vez – 22h15 (ep 1×20)
Breaking Bad – 23h15 (ep 4×05)

BOOMERANG
A Vida Secreta de Uma Adolescente Americana – 20h (exibição de segunda a sexta)

MTV
The Vampire Diaries – 15h (exibição de segunda a sexta)
Smallville – 15h45 – (exibição de segunda a sexta)
Awkward – 22h (ep 3×09) / 23h (ep 3×10)

VIVA
Malhação – 13h
A Próxima Vítima – 14h30
O Quinto dos Infernos – 23h10 (de segunda a sexta)
Agua Viva – 0h (de segunda a sábado)

SPACE (programação para amanhã terça – 11/03)
Continuum – 8h17 (ep 2×09) Inédito

Encontro vocês amanhã !

‘Game of Thrones’: HBO libera o 3° trailer da nova temporada da série

Data/Hora 09/03/2014, 22:49. Autor
Categorias Notícias

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Já é 6 de abril? Com certeza é essa a pergunta que todos os fãs de Game of Thrones estão se fazendo, especialmente depois que a HBO liberou Secrets, o 3° trailer da 4ª temporada da série.

NOTÍCIAS| ‘Game of Thrones’: 3ª temporada já está disponível em pré-venda no Brasil

O trailer mostra que o jogo do poder vai estar ainda mais acirrado na quarta temporada de série, e que ninguém – como de costume – estará a salvo. E que as traições podem vir inclusive da própria família.

Outro ponto alto do trailer são as imagens de tirar o fôlego. A 4ª temporada de GoT promete ser ainda mais bela que as anteriores – e o vislumbre do Titan of Braavos mostra que a HBO não economizou nos recursos gráficos.

O primeiro trailer pode ser visto aqui e o segundo trailer pode ser visto aqui.

Game of Thrones retorna no dia 6 de abril, simultaneamente nos EUA e no Brasil, pela HBO.

Elementary – Ears to You

Data/Hora 09/03/2014, 20:35. Autor
Categorias Reviews

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Não sei mais o que fazer em relação a Elementary. Cada vez que assisto a um episódio, sempre fico extasiada, pensando que ele foi o melhor da série. Mas, aí, vem o próximo capítulo e percebo que ele foi melhor ainda. E não tem muito o que fazer: já havia dado a nota máxima nos episódios anteriores e dizer, toda vez, que ele é o melhor da história do programa já está ficando cansativo. Pois bem. Ears to You foi, sim, o episódio mais inteligente da série… até a próxima semana. Faz sentido?

Basicamente, Sherlock e Watson precisam lidar com dois dramas: um era Lestrade, que permanecia na casa deles (bem como as galinhas). O outro dizia respeito ao caso de polícia da semana. Vamos começar pelo mais fácil.

Lestrade não parecia muito empenhado em arrumar emprego e Sherlock queria vê-lo, desesperadamente, “pelas costas”, deixando Nova Iorque. Apesar de algumas ofertas de trabalho – incluindo em São Paulo, Brasil (achei bonitinho ele dizer “Brasil”, com o nosso “R”, e não com sotaque americano “Brazil”) -, Lestrade não se sentia motivado por nenhum deles. A Watson, sendo boa como sempre, bem que tentou ajudar o pobre ex-detetive, mas Sherlock pedia para que ela ficasse longe. Holmes, apesar de se esforçar para parecer indiferente ao amigo, estava, sim, muito preocupado.

Mas o destino de Lestrade mudou quando, quem diria, ele foi assaltado. Motivado por Watson a descobrir seu assaltante, ele iniciou as investigações – que incluíram até uma bicicleta verde e amarela – e pegou o criminoso. O problema é que, na casa do ladrão, ele encontrou uma pena de galo e teve certeza de que Holmes havia planejado tudo. Ele não só voltou ao lar de Holmes e jogou umas verdades na cara do detetive, como, também, ainda advertiu Watson sobre Sherlock. Nesse momento, pensei que, em um futuro não muito distante, a relação dela e do detetive vai sofrer uma crise séria. Afinal, já há algum tempo, ela não concorda com algumas ações do amigo. Mas, depois, Holmes jurou de pé juntos que nada tinha a ver com o caso do Lestrade e que era tudo imaginação dele. Não sei se ele foi sincero ou não, mas é impossível ter certeza. Pelo menos agora.

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Já o caso de polícia envolvia um homem aparentemente rico, cuja esposa estava sumida há quatro anos. Todos – incluindo a imprensa – acreditavam que ele havia a matado. Só que, em 2014, esse rapaz recebeu um par de orelhas cujo DNA combinavam com o de sua esposa e um pedido de resgate. A grande pergunta era se ele era culpado ou não (e o caso fazia referência às pessoas que, sem julgamento, são dadas como culpadas pela mídia e, consequentemente, por toda a população). E, durante o episódio, mudamos de opinião algumas vezes. Primeiro, porque ele matou o cara responsável por pegar o dinheiro do resgate. Depois, porque a mulher dele estava viva e disse que o DNA na escova, analisada pela polícia como sendo dela, era, na verdade, de uma amante do ex-marido.

O problema é que, agora, a mulher tinha mudado de identidade e estava casada com um cirurgião plástico e, ela mesma, em 2011, havia telefonado para o ex-marido fingindo estar em cativeiro. A partir daí, era óbvio o que tinha ocorrido (apesar da Watson não ter conseguido chegar a essa conclusão sozinha): as orelhas enviadas em uma caixa eram dela, mas o atual marido, cirurgião, havia feito crescer outras orelhas em suas costas e, depois, colocou essas novas cartilagens no devido lugar, na cabeça. Bem complexo, mas não impossível.

Por fim, o ex-marido bonitão era mesmo inocente. E acho que a gente, apesar de hesitar um pouco com as evidências, sabia disso desde o princípio. A partir do momento, ainda no início do episódio, que o personagem disse à NYPD que queria a esposa de volta, não por sentir falta dela, mas por estar cansado do olhar cheio de julgamento que as pessoas lançavam para ele, acho que ele provou que era inocente. Foi uma frase de efeito!

Elementary está chegando ao final da temporada e, nossa, nem tinha me dado conta disso. Que série fácil e gostosa de assistir…

p.s.: achei engraçado a Watson perguntando ao Lestrade se ele falava português. Vontade de responder “filha, aqui no terceiro mundo, a gente tem que aprender inglês na marra para falar com vocês… mesmo que a gente esteja no centro do Rio de Janeiro, no nosso país!”.

The Following – Sacrifice

Data/Hora 09/03/2014, 19:34. Autor
Categorias Reviews

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O episódio anterior, Fly Away, marcou a separação de Joe e Lily e contou com mais uma falha do FBI. Já em Sacrifice, Joe, Emma e Mandy acabaram em uma roubada – e das grandes. Enquanto isso, Lily reuniu toda a sua raiva para elaborar uma vingança contra Ryan e Mike. Conseguiu o sucesso em 50% do plano, mas suas ações tiveram um efeito avassalador na moral do FBI e em Mike, que já não estava muito bem. No entanto, no geral, o principal problema ainda continua sendo o informante de Joe no FBI, mas agora Lily também passa a ser um dos alvos principais e ela não tem ninguém infiltrado, pelo menos não que nós tenhamos descoberto ainda.

Joe terminou o episódio anterior em grande estilo, mas ninguém imaginava a situação em que ele iria parar em Sacrifice. Buscando um lugar seguro para se refugiar e colocar seu novo plano em prática com Emma e Mandy, Joe procurou uma seita chamada Korban, onde o contato era um antigo recruta de Roderick, Robert. Se Emma já achava que o clã de Lily era maluco, o que dizer do grupo de Micah (Jake Weber, de Madrugada dos Mortos) e Julia (Jacinda Barrett, de Zero Hour)?

The Following 2x07 Joe

O trio foi recepcionado violentamente pelos membros da seita, forçado a se despir e colocar uma roupa branca com uma máscara estilo Fantasma da Ópera. Mais tarde, como se não bastassem as maluquices das conversas de Micah e Julia, o trio ainda foi levado para um culto onde Emma acabou com os pulsos cortados e seu sangue virando bebida para Micah.

No geral, Sacrifice foi um episódio angustiante para Ryan, Mike, Joe, Emma e Mandy. Talvez para alguns outros agentes do FBI também, que além de verem um colega sofrer, tiveram seu orgulho ferido novamente. O sequestro de Max acabou mobilizando uma equipe que já estava se desmembrando. Mike tinha desistido do caso, queria ir para casa, afinal, não tinha mais condições emocionais de lidar com a situação, mas voltou para ajudar. Ainda assim, ele não imaginava que sua família podia estar também entre os alvos da vingança de Lily. Depois de ver o pai perder a vida no telão do FBI, via vídeo enviado através de celular, Mike deve continuar na investigação, ou pelo menos esse é um palpite. Pior do que Mike está, ele já não poderá mais ficar, e o que lhe resta agora é fazer justiça e colocar Lily e Mark na cadeia, isso na pior das hipóteses. A melhor é matar os dois mesmo.

The Following 2x07 Ryan e Mike

Do outro lado da história, o bandido virou vítima, e Carroll já pagou um pouco dos seus pecados nas mãos de Micah, passando até por detector de mentiras. Por outro lado, já deu para perceber que Joe está tentando aplicar suas habilidades de sociopata/psicopata/(preencha com uma sugestão sua) para melhorar sua situação na comunidade Korban. Julia já se mostrou um alvo fácil, pois está interessada em Joe e na forma como ele age e mata. Enquanto isso, por mais estranha que a comunidade Korban pareça, é o refúgio disponível no momento para ele, Emma e Mandy. Resta saber se depois do que aconteceu no culto, Emma vai querer ficar mais um dia que seja na companhia dos seguidores de Micah.

O que está ficando interessante em The Following é que o FBI está apelando para a falta de regras de Ryan e Mike. Como a agência está comprometida e as mortes só aumentam, o FBI já está se permitindo utilizar dos métodos de Ryan. Um exemplo disso é o ex-agente do FBI não ter sido punido pelos acontecimentos do episódio anterior e Hardy também não vai ser penalizado por ter amedrontado e arrancado uma informação do filho do serial killer que pegou Max. Vale lembrar que, em Sacrifice, Ryan deixou até a Unidade Canina do FBI para trás.

The Following 2x07 Ryan

Os minutos finais de Sacrifice foram os mais angustiantes e violentos. Acompanhar a quase morte de Emma e o assassinato a sangue frio do pai de Mike foram duas situações das mais fortes já apresentadas em The Following. Também nunca vimos Joe tão vulnerável, como quando teve que assistir ao sacrifício de Emma. Já Ryan, passou de consolado para consolador. Precisou dar força para Mike em um momento em que nada poderia ajudá-lo. Os dois últimos episódios de The Following colocaram fogo na série. A questão central está virando, cada vez mais, um acerto de contas pessoal.

PS: The Following está oficialmente renovada para uma terceira temporada. o/

New Girl – Sister III

Data/Hora 09/03/2014, 12:00. Autor
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A irmã de Jessica, Abby, pelo visto não agradou boa parte dos fãs de New Girl. Entretanto, os roteiristas, assim como o diretor de cinema James Cameron, decidiram fazer uma trilogia que poucas pessoas realmente desejam ver. O problema da irmã de Jess não tem nada a ver com a atriz que a interpretou, Linda Cardellini, longe disso. Se era para mostrar uma personagem imatura, inconsequente e irritante, o trabalho foi muito bem-feito.

Há algum tempo, as pessoas que ainda acompanham a série cômica da Fox têm observado os altos e baixos da produção: Jess e Nick, que protagonizaram uma das cenas mais fofas de primeiro beijo em séries, em Cooler, têm compartilhado com os telespectadores sua evolução como casal e para a história, este relacionamento não tem feito bem. No décimo oitavo episódio da terceira temporada decidem morar juntos. Mas, espera, eles já dividem apartamento e dormem um no quarto do outro com frequência. Para Jess o upgrade de “duas pessoas que dividem apartamento” para “dois namorados que moram juntos”  é importante para oficializar a relação, além de fornecer uma oportunidade para competir com Abby e seu relacionamento feliz com Schmidt – um sucesso, depois de uma semana dividindo o mesmo teto.

Temos aí um primeiro problema: a lógica complicada de Jess para resolver suas questões. No início, este era um de seus charmes, mas querer comparar seu relacionamento estável com o de Abby e Schmidt cuja conquista maior é manterem-se vivos por sete dias, pareceu bem forçado. O mesmo acontece na primeira noite em que Jess e Nick passam juntos como companheiros de quarto. Como que, só agora, os dois descobrem os rituais estranhos e manias um do outro, mesmo dormindo todos os dias juntos?

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Jess aproveitando um momento de privacidade. Quer dizer…

Uma das curiosidades que o episódio passado deixou seria como Cece reagiria ao novo status de Schmidt. A princípio, ela parece supercivilizada, sem demonstrar ciúme, convivendo com o grupo e o novo casal com a naturalidade de sempre. Enquanto isso, Coach e a modelo não voltaram apenas para a zona da amizade. Eles parecem dois irmãos inseparáveis, desde que descartaram qualquer desejo subliminar de ficarem juntos. Por sugestão da ex de Schmidt, Coach é convidado a participar de uma missão para desmascarar Abby. A aparente preocupação de que a garota-problema vai envolver o amigo em algo suspeito, é, na verdade, uma amostra de que Cece ainda tem sentimentos pelo rapaz, o que a leva a investigar o apartamento do agora casal em busca de provas que incriminem a irmã de Jess. Nem o lixo de Schmidt é poupado.

New Girl - T3E18 - Sister III - Coach - TS

Pare de mexer no meu lixo, Coach. Você está bagunçando ele todo! – Schmidt, obcecado por limpeza.

O personagem de Max Greenfield não aprova a nova amizade entre Cece e Coach que o levam para espionar a namorada em um bairro suspeito. Apesar da desconfiança, aparentemente a encomenda que Abby teria ido buscar eram zíperes, indispensáveis para sua nova atividade: fabricar bijuterias de gosto duvidoso.

A boa notícia é que Jess e Nick percebem que as coisas devem acontecer a seu tempo e decidem não forçar a convivência. A senhorita Day aprende que querer vencer a irmã não é um bom critério para tomar decisões, e Schmidt volta ao apartamento dos amigos, pois gastou todo seu dinheiro alugando uma loja para Abby vender sua “arte”. A moça, por sua vez, retorna para a casa da mãe após uma conversa com Jess, a qual amenizou a diferença que havia entre as duas. Isto significa que Jess e Nick terão mesmo que dividir o mesmo quarto.

Coach já está entrosado com o grupo, mas Winston continua com histórias bem fraquinhas. Esta  semana, transformou o quarto de Jess em uma sala de treino para a prova física da academia de polícia. Seu trauma de ter sido vítima de uma brincadeira de Nick, quando ainda eram crianças, mostrou aquele lado bizarro que o personagem costuma aflorar de vez em quando.

O episódio foi melhor do que os anteriores. Esperamos que os roteiristas e produtores estejam preparando o terreno para voltar à fórmula que dava certo, explorando as tramas de cada personagem, sem atrapalhar a dinâmica disfuncional e familiar entre os amigos.

Esta semana, a Fox anunciou que New Girl ganhará uma quarta temporada, o que demonstra a cara que a emissora quer dar à sua programação de séries cômicas.

E você, gostou do episódio? E da notícia sobre a renovação da série?

Compartilhe suas opiniões e até a próxima!

Revolution – Fear and Loathing e Dreamcatcher

Data/Hora 09/03/2014, 11:00. Autor
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Fear and Loathing foi, definitivamente, o melhor episódio de Revolution. Deus, obrigada por ouvir e atender às minhas preces. Mesmo que tenha demorado, o nível de “fodastiquicidade” desse episódio compensou toda a demora e toda a coisa morna que foi a temporada. O que foi esse cliffhanger? E TEVE CIÊNCIA DE NOVO NA SÉRIE. Na boa, tô chorando de emoção.

O núcleo de Willoughby foi mais legal que normalmente, mas ainda assim ficou em último lugar nos meus favoritos do episódio. Claro que foi legal, quem não adorou ver o Miles e o Tom admitindo que se detestam? E foi fofinho o Tom dizer que faria qualquer coisa pela Julia. A quantidade de verdades ditas pelos Neville nesse episódio foi linda, deixou tudo mais interessante, e devo dizer que a chegada do Doyle – que mexeu pra caramba com Tom e Jason – foi uma apimentada a mais. Me pergunto agora é se, depois de Tom lembrar a Rachel que Danny está morto por culpa de Monroe, os pombinhos Matheson vão finalmente se voltar contra Bass.

Em New Vegas, os Monroe são pegos e vão ter de lutar até que apenas um saia vivo. Charlie vai até o acampamento de Duncan pra pedir ajuda, mas não consegue. Fica presa, e é quase estuprada, mas lindamente – porque a Charlie sabe ser genial quando precisa – consegue escapar e salvar a vida da Duncan. Dessa forma, a mocinha garante que os dois Monroes vivam e cinco soldadinhos pra lutar contra os patriotas, sem pagar nenhum diamante. Cara, o momento Girl Power no fim das contas foi muito legal. “Eles não obedecem a você. A garota salvou minha vida, é com ela que eu tenho um débito, eles obedecem a ela”. TAAAAAAAAAPA na cara da sociedade u.u

E, então, o melhor núcleo: Lubbock. Aaron e Priscilla, prisioneiros de Peter, junto com seu captor, chegam à conclusão de que algo está errado com a nanotech. Aí tem uma cena orgástica de ciência, com computador, quadros e algoritmos sendo escritos nas paredes e AAAAAAAAAAAAARGH, EU TIVE UM TRECO. A coisa é que o Aaron, ao alterar o algoritmo, coloca um vírus na nanotech, destruindo-a, ao contrário do que Peter queria. E a nanotech, bandida, ainda tomou a forma da Cyn pra sensibilizar o meu fofinho, mas ELE FOI MAIS FORTE, BITCH. E então, ele acorda numa NYC com eletricidade, como se nada tivesse acontecido, como se a nanotech não tivesse acontecido. E fim!

Bom, em Dreamcatcher, que OFICIALMENTE foi o melhor episódio de Revolution EVER, a gente descobre que não é bem assim.

Tudo se resume a Aaron, que está de volta no presente, com tudo lindo, até que Charlie aparece. “Eu sou a parte de você que resiste a isso” ou algo assim. E então descobrimos que o mundo lindo é obra da nanotech na cabeça dele.

O episódio é a corrida de Aaron para destruir a nanotech, que busca de todo jeito fazer com que seu criador a conserte. Nosso querido nerd vai em busca dos amigos, que não o conhecem, e faz com que os ajudem. É assombrado todo o tempo e quando finalmente acha que tomou o controle da situação e que tudo vai dar certo, percebe que continua sob o comando de suas criaturas, até agir como elas desejam.

Foi um episódio totalmente Inception, que fugiu de todos os padrões da série – os quais o público não aguenta mais. Foi emocionante, envolvente e interessante. Trouxe toda a ideia de como a tecnologia domina o mundo, e ciência, ciência! Cara, foi tão perfeito, tão incrível que não tem nem muito o que falar. O plot foi muito bem estruturado, com todas as fases do “sono” de Aaron, e o episódio foi linear, não teve núcleos, e ficou tão incrível, e argh, não consigo parar de ter ataques.

Fear and Loathing e Dreamcatcher são episódios que me fazem sentir orgulho de não ter abandonado Revolution. A partir da próxima semana estamos no mundo ferrado de novo, com a nanotech bonitinha, etc, mas espero de verdade que a qualidade desses episódios seja mantida pros outros.

Parenthood – The Enchanting Mr. Knight

Data/Hora 09/03/2014, 10:00. Autor
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Foi um episódio de verdades ditas na cara. Ed falou umas verdades para Julia, Camille para Crosby, Hank para Sarah e Natalie para Drew.

Ed finalmente voltou, e voltou jogando na cara de Julia que ele não é o culpado pela separação dela e de Joel e ainda mostrou como sabe lidar com Sydney. Sydney é uma criança chata e mimada, dá raiva da pequena Braverman quase sempre e se ela é assim, é porque Julia não sabe botar limites. Gostei da volta de Julia e Ed, gosto do Ed, mas alguém tem dúvidas de que isso será fatal e impedirá de vez uma reaproximação de Julia e Joel?

Já Sarah finalmente teve que enfrentar sua relação com Carl e com sua carreira. E quem melhor do que Hank para lhe dizer as verdades que precisam ser ditas? Obviamente, foi de uma maneira toda atrapalhada, já que habilidades sociais não são o forte dele. Gostei da decisão final de Sarah, primeiro porque fará bem pra ela e segundo porque nunca engoli muito esse casal Sarah e Carl. Detalhe para Hank ligando novamente para o doutor Pelikan com suas “emergências”. Tenho certeza de que ser o único médico da cidade de Everwood era mais fácil, não?

E meu medo com Kristina se concretizou. Voltamos à história do câncer. Além disso, também voltamos à história de abrir uma escola para crianças especiais. Vou ser sincera, nem lembrava mais dessa ideia deles. Como eu já disse, acho que a história de Adam e Kristina anda bem confusa e perdida desde que as eleições acabaram. Em compensação, a reação de Adam quando Kristina recebeu a notícia sobre o resultado do exame foi linda. Foi uma cena bem bonita e tocante.

E nessa história da escola entra um novo personagem, o gatíssimo Zachary Knighton faz Mr. Knight, o professor de inglês de Max. Nunca vi uma cidade com professores de inglês tão bonitos. Saudades de Mark (Jason Ritter). Gostei desse personagem novo e espero que ele tenha mais espaço na série e não seja como Peet que apareceu, desapareceu e não fez a menor diferença.

Outro que ouviu verdades foi Crosby. Ele provou que é filho de Zeek e foi extremamente teimoso e egoísta com Camille. E foi justamente essa palavra, “egoísta”, que fez Camille despejar toda a verdade em Crosby. Afinal, ela está há anos passando por cima de si mesma para agradar aos filhos e ao marido e no momento que resolve querer um pouco mais da vida, tem que aguentar a teimosia de Zeek e agora Crosby a chamando de egoísta. Adorei o discurso de Camille!

E, finalmente, Drew recebeu sua dose de verdade de Natalie, que foi curta e grossa dizendo que não iria na festa com ele e que depois de tudo que fez, ele não poderia agir como se nada tivesse acontecido. Adoro o fato de Natalie ser uma garota de atitude, mesmo com ela mudando de ideia e indo até a festa. E onde eu arrumo uma irmã como a Amber? Ela é tão legal com Drew, assim como Adam, Sarah e Crosby foram com Julia no episódio passado. A família Braverman só cria irmãos super unidos mesmo!

No geral, foi um episódio melhor que o da semana passada, mas exceto pela separação de Julia e Joel, estão faltando histórias realmente empolgantes.

Destaques na TV – domingo, 9/03

Data/Hora 09/03/2014, 07:30. Autor
Categorias TV Brasil

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Confiram a programação da sua TV e termine bem seu final de semana.

True Detective chega ao fim no alto do pódio da dramaturgia na televisão. Neste domingo, será exibido nos EUA e também no Brasil, à meia-noite, no canal HBO, o último dos oito episódios da série A atração estreou sem maior badalação em 12 de janeiro e conquistou público e crítica com sua peculiar estrutura narrativa e, sobretudo, pelo excepcional desempenho de seus protagonistas, Matthew McConaughey, o astro do momento, e Woody Harrelson. Nic Pizzolatto – criador da série – renovou contrato com a HBO para dar continuidade ao projeto True Detective, que voltará para mais uma temporada com novo elenco e outra história. Seu maior problema vai ser manter o nível elevado desta estreia tão espetacular.

Outra série que também chega ao fim é Looking, a série tem garantida sua 2ª temporada.

E temos novas temporadas no Não Perturbe, o bloco de séries de animação e humor do canal FX.
Uma Família da Pesada (Family Guy) entre em sua 13ª temporada e, no episódio de estreia, Peter está convencido de que o jogo americano de um restaurante é o mapa de um tesouro. O boato logo se espalha, dando início a uma busca por toda a cidade e colocando os moradores de Quahog uns contra os outros.
American Dad estreia a 10ª temporada. Frustrados com seus esforços para terem um par para a festa de formatura do colegial, Steve e Snot procuram a máquina de clones da CIA para criar garotas dispostas a sair com eles. Mas quando o aparelho produz dois bebês recém-nascidos que crescem rápido demais, os garotos precisam desenvolver suas habilidades como pais para deixá-las prontas para a noite do baile. Enquanto isso, Stan leva para casa o animal de estimação clonado da CIA, Daren o Dodô, e isso tem consequências desastrosas.
E por fim, Brickleberry começa com sua 2ª temporada, em que Woody descobre que Brickleberry Lake possui misteriosos poderes de cura e ele, com a ajuda de Malloy, tenta faturar com este fenômeno. Enquanto isso, Denzel tenta quebrar o recorde mundial fazendo sexo com a mulher mais velha da Terra.

E os fãs de Hannibal tem os últimos seis episódios reprisados em versão legendada.

Agora confira todos os destaques de hoje.

SYFY
Haven – 20h (ep 4×02)

FOX
The Crazy Ones – 12h (ep 1×06) – Leia a review

HBO
True Detective – 0h (ep 1×08) SEASON FINALE
Girls – 1h (ep 3×10)
Looking – 0h30 (ep 1×08) SEASON FINALE

FX
Homeland – 23h (ep 3×09) – Leia a review
Uma Família da Pesada – 23h50 – 13a. temporada – ESTREIA
American Dad – 0h15 – 10a. temporada – ESTREIA
Brickleberry – 0h40 – 2a. temporada – ESTREIA

TV CULTURA
Confissões de Adolescentes – 11h30

SONY
Top Chef – 12h – 10a. temporada
Revenge – maratona – 14h (ep 3×01 à 3×10)

AXN
Hannibal – maratona com os 6 últimos episódios – 14h

RECORD
Spartacus : Sangue e Areia – 23h15 (ep 1×10)

+GLOBOSAT
East West 101 – Choque de Culturas – 21h (ep 3×06)

E  até amanhã!

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