‘Game of Thrones’: produtores têm plano de sete temporadas para a série

Data/Hora 13/03/2014, 11:00. Autor
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Os showrunners David Benioff e Dan Weiss, de Game of Thrones, revelaram em entrevista à Entertainment Weekly que a série deve chegar a – e se finalizar com – sete temporadas. A especulação de que a série da HBO chegaria a este número de temporadas veio, inicialmente, da mídia.

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Benioff disse que ”estamos chegando no meio. Se iremos ter sete temporadas, o que é o plano, então a atual temporada é justamente o ponto central’‘. O produtor ainda confessou que desde sempre chegar a sete temporadas era um objetivo não declarado, já que no início da produção, sem saber se o projeto daria certo, seria uma loucura afirmar que se anseia chegar a um número de temporadas como. ”Sete deuses, sete reinos, sete temporadas… Parece certo para nós”, concluiu.

E o presidente de programação da HBO parece concordar com o pensamento da produção de uma das séries mais aclamadas de seu canal. Michael Lombardo disse que está ”esperando a oportunidade para discutir com David e Dan a respeito da quinta temporada, e de como a série vai continuar. Nós temos em mente que eles conversam o tempo todo com George R.R. Martin. Eu acho que eles se confiantes o suficiente para saberem que há história suficiente para sete temporadas. E eu odeio soar ganancioso, mas nossas séries mais longas tiveram sete a oito temporadas, então sete um bom prazo para nós”, finalizou.

A quarta temporada de Game of Thrones irá ao ar no dia 6 de abril, pela HBO. A transmissão será simultânea nos Estados Unidos e no Brasil.

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Com informações da EW.

Pablo Schreiber fará outra participação em ‘Law & Order: SVU’

Data/Hora 13/03/2014, 10:00. Autor
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Pablo Schreiber tem sua volta confirmada para a 15ª temporada de Law & Order: SVU, no papel de William Lewis. No ano passado, o ator estrelou a série da Netflix, Orange Is the New Black, como o odiado agente carcerário Mendez – ele estará de volta para a segunda temporada.

Segundo o site EW, desta vez, Lewis terá como vítima uma garota de doze anos, mantendo-a como refém para pode chamar a atenção da detetive Olivia Benson. Em sua outra passagem na série ele também deu trabalho para Benson, fazendo da vida dela um verdadeiro inferno. Agora, Olivia e sua equipe farão de tudo para impedi-lo, mesmo que medidas drásticas tenham que ser tomadas.

Ontem (11), em seu Twitter , o ator postou uma foto com a legenda ”Estou aqui. Se esconda Benson”, fazendo referência à sua volta à série.

 

A participação de Schreiber ocorrerá apenas em abril.

Com informações do EW.

The Following – The Messenger

Data/Hora 13/03/2014, 09:41. Autor
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Na review de Sacrifice joguei um palpite de que Mike iria entrar de cabeça na caça de Joe e Lily. Antes querendo desistir da investigação por não suportar mais a situação, Mike acaba mudando de opinião depois que a questão se tornou ainda mais pessoal. Além de Debra, Mike quer agora vingar a morte do pai, vingar todos aqueles que Lily e Joe feriram. Ryan renega a ajuda do amigo. Vê nele um novo Ryan sendo criado, alimentado pela mesma força que move Hardy: o desejo de vingança.

Ryan e Max não conseguem impedir Mike de auxiliar na investigação. Sorte de Ryan, que logo se meteu em uma encrenca das grandes. Quando Hardy foi questionar o mentor de Carroll na época do internato, Doutor Arthur Strauss, acabou preso e obrigado a assistir a jornalista Carry Cooke – autora do livro “A Tragédia de Havenport” – quase ser cortada aos pedaços. Mike e Max chegaram a tempo de impedir a brincadeira de Arthur e de seu novo discípulo, Cole. Em consequência, Ryan conseguiu arrancar poucas, mas boas informações do mentor de Joe em um interrogatório nada convencional, mas bastante divertido.

The Following 2x08 Korban

Enquanto isso em Korban, quando você acha que as coisas não podem ficar mais insanas, elas te surpreendem. Micah confessa a Joe que quer matar pessoas e começa envenenando alguns de seus seguidores, os quais ele acredita que serão enviados para seu verdadeiro lar, que, segundo Micah, é o nono planeta logo após Netuno. A cara de Joe quando ele soltou essa explicação foi uma das melhores coisas do episódio.

Entre as pessoas envenenadas por Micah – através de uma coisa que se parecia muito com uma hóstia – estava Eric, um menino que se encantou com Mandy antes mesmo dela retirar a máscara do Fantasma da Ópera. O início de um romance entre Mandy e Eric até divertiu Joe e Emma, pena que durou pouco, muito pouco.

Não sei se é a loucura de Korban, ou o poder de Joe em encantar as pessoas, mas na segunda temporada de The Following Carroll está deixando o espectador com vontade de torcer por ele. Quando Joe esnoba a religião de Julia e Micah, Julia fica furiosa e afirma que tal comportamento não será tolerado. Já Micah toma decisões sem a participação da esposa, como o assassinato coletivo. Enquanto isso, Carroll acompanha tudo tentando achar a sua brecha para tomar conta de Korban. Com base nesse plano, ele também tenta convencer Emma a permanecer no local, mesmo após ela ter tido os pulsos cortados.

The Following 2x08 Emma

Outro ponto alto em relação ao que acontece em Korban foi a conversa de Joe e Micah, principalmente quando Micah erra o nome do livro de Carroll e as caras que Joe faz para ele, não acreditando no que Micah diz. Carroll também tenta fazê-lo entender que a sua vontade de matar baseia-se em uma necessidade psicótica de fazer isso. Já Micah acredita que matando pessoas estará salvando suas almas e Joe não consegue entender o sentido disso, assim como o sentido de muita coisa que Micah diz.

Do outro lado do tabuleiro, a melhor notícia de The Messenger é que agora Ryan tem todo o suporte que precisava do FBI e ainda pode agir por baixo dos panos, extraoficialmente. Isso tudo graças ao diretor do FBI, Tom Franklin. Muito demais. Ryan já conseguiu um avanço muito significativo quando descobriu que a informante de Joe no FBI é uma mulher. Hardy conseguiu um grande avanço em seu plano de matar Carroll, e também está mais emotivo. Ficou muito tocado com a morte do pai de Mike e tentou impedir o amigo de continuar nas investigações. Além disso, o abraço dele em Max antes de sair para interrogar Arthur foi muito meigo e ao mesmo tempo engraçado, até Max precisou rir da situação.

The Following 2x08 Ryan e Max

The Following atingiu um nível alto em sua segunda temporada, com episódios intrigantes, angustiantes e um tanto arrepiantes em algumas cenas. O novo desafio de Joe e a caçada de Ryan, Max e Mike – amparados extraoficialmente por todos os recursos disponíveis no FBI – ainda têm muito potencial a ser apresentado. Os episódios estão sendo diretos, como The Following impôs na maioria de suas apresentações desde sua estreia. As histórias não têm enrolações, iniciando e encerrando assuntos em um mesmo episódio. A investigação e caçada de Arthur começou e também foi encerrada em The Messenger. Também tivemos a primeira amostra do Micah assassino que, de certa forma, já está se tornando um novo discípulo de Joe.

E o que podemos esperar de The Following daqui para frente? Que o mundo todo descubra que Joe Carroll está vivo, como prometeu o próprio Joe a Emma.

PS: A trilha sonora de The Messenger chamou a atenção, outra marca registrada de vários episódios de The Following.

How I Met Your Mother – Daisy

Data/Hora 13/03/2014, 09:00. Autor
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De um lado a totalmente desconhecida mãe de Robin e de outro o mistério de Lily. Estes são os plots que carregaram Daisy para um final lindo e que, com certeza, ficou entre os mais queridos dos fãs da série e principalmente do casal Marshmallow e Lilypad. O episódio conta com a volta do Capitão, que é literalmente interrogado pelo juiz Marshall sobre a noite em que Lily passou em sua casa. Já no hotel, ouvimos as histórias da mãe de Robin e do quão parecido com seu futuro sogro é Barney.

Divertida – mas ao mesmo tempo estranha -, uma típica canadense, diga-se de passagem. Essa é a mãe de Robin. Não entendo porque a personagem nunca havia dado as caras na série, mas que bom que apareceu. Ela modificou os diálogos já sem graças entre Lily e Robin. Foi um show de horrores na cabeça de Robin saber que seu futuro marido é tão parecido com seu pai. Essa é uma teoria que How I Met Your Mother já tinha explorado com uma cena hilária mostrando os pais de Lily e Marshall na cama tempos atrás. O resultado disso tudo? A cabeça de Robin balançou. O diálogo final entre ela e sua mãe foi no mínimo perturbador. A cada frase, a cada característica que sua mãe dava e que definia o homem certo para se casar, mais claro ficava de que esse homem parecia muito mais Ted, e não Barney.

Lembram-se da cena em que Robin, vestida de noiva, chama Ted para seu quarto? Isso mesmo. Parece que o que ninguém mais aguenta ver vai se repetir. O jeito é torcer para que isso tome o menor tempo possível desses últimos episódios que ainda nos restam para o final da série.

How I Met Your Mother - Daisy 2

Não era difícil imaginar como Marshall e Lily terminariam a série, e isso não é demérito nenhum para os dois. Família é, e sempre vai ser, o bem mais precioso que qualquer um pode ter. É com ela que compartilhamos os momentos felizes, mas também nos agarramos para não desabar nas dificuldades.

Quando Marshall, no calor de uma discussão, questionou sua esposa sobre o que realmente importava para ela, se era sua família ou seu sonho, não sabíamos a situação em que ela se encontrava. Digam o que quiserem, mas a Alyson me convence como poucos quando chora – é tocante. Desde a busca de Marshall por sua honra, duelando com o Capitão, até o momento da revelação da nova gravidez de Lily. Tudo funcionou perfeitamente bem.

O “final antecipado” do casal convence e toca até mesmo quem nunca foi tão chegado nos dois. Existiram poucos casais tão cúmplices, tão apaixonados e tão em harmonia como eles na televisão. Sua cena final na Itália é, além de engraçada, linda.Vê-los juntos e felizes é o que nos acostumamos a acompanhar e é bom assistir a isso uma última vez.

PS: Marshall falando italiano foi a melhor coisa que aconteceu nessa temporada!

Tyler Blackburn voltará à ‘Pretty Little Liars’ na quinta temporada

Data/Hora 13/03/2014, 09:00. Autor
Categorias Notícias

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A confirmação de que Tyler Blackburn retornará à Pretty Little Liars tardou mas saiu. Com Ravenswood, spinoff de Pretty Little Liars, cancelada, o ator volta para a série original na quinta temporada.

Sem muito mistério, a EW confirmou que Blackburn volta como Caleb Rivers, ex-namorado de Hanna. O ator estrelou o spinoff que foi ao ar no dia 22 de outubro do ano passado, no qual Caleb vai a Ravenswood para investigar a história de sua família.

A season finale de Pretty Little Liars será na próxima terça-feira, dia 18. E a ABC Family confirmou a data de estreia da quinta temporada.

Com informações do EW.

Destaques na TV – quinta, 13/03

Data/Hora 13/03/2014, 07:30. Autor
Categorias TV Brasil

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Seguem os destaques dos canais de TV paga nesta quinta-feira.

O drama Drácula estreia no Universal Channel. Protagonizada por Jonathan Rhys Meyers (The Tudors), a produção é uma releitura livre do clássico romance do escritor irlandês Bram Stoker. A primeira temporada terá 10 episódios e conta também com Jessica De Gouw (Underbelly), Thomas Kretschmann (The River), Victoria Smurfit, Katie McGrath (Merlin), Oliver Jackson (Mr Selfridge) entre outros nomes no elenco. A série se passa no final do século 19, com a chegada do misterioso Drácula a Londres. No velho continente, ele assume a identidade de Alexander Grayson, um empresário americano que deseja levar a ciência moderna para a sociedade vitoriana. Porém, outros interesses levam Drácula à Inglaterra, como o desejo de vingança por aqueles que o amaldiçoaram com a imortalidade. Durante sua trajetória, Alexander acaba se apaixonando por uma mulher que parece ser a reencarnação de sua falecida esposa.

A Fox International Channels e National Geographic Channels International exibem hoje COSMOS, a emocionante nova série de 13 episódios da produtora, roteirista e diretora Ann Druyan e do produtor executivo Seth MacFarlane (Family Guy / American Dad / The Cleveland Show). A estreia acontece nos 90 canais do National Geographic em 180 países, além dos 120 canais da FOX em 125 países, o que a tornará o maior lançamento internacional de uma série da história televisiva.

O ator Bill Paxton (Big Love) começa hoje uma série de participações recorrentes em Marvel’s Agents of S.H.I.E.L.D. Ele fará o papel do agente John Garrett, que já foi membro da equipe de Coulson (Clark Gregg) e ex-chefe de Ward (Brett Dalton). No episódio, o grupo corre em busca de uma cura para Skye (Chloe Bennet) .

Na Sony é dia de Once Upon a Time : Journey to Neverland, episódio especial de recapitulação, que detalha os eventos importantes que antecedem a terceira temporada da série.

Confira os demais destaques para esta noite.

UNIVERSAL
Dracula – 22h (ep 1×01) ESTREIALeia a review
Elementary – 23h – Reprise

GLOBOSAT
Senhor e Senhora Murder – Mr and Mrs Murder – 21h (ep 1×02)

NATIONAL GEOGRAPHIC
Cosmos – 22h30 (ep 1×01) ESTREIA

SONY
Marvel’s Agents of S.H.I.E.L.D. – 21h (ep 1×14) – Leia a review
Once Upon a Time : Journey to Neverland – 22h

GLOBO
Doce de Mãe – 23h10 depois de BBB
Missing – Busca Alucinante – 0h30

BAND
How I Met Your Mother – Como Conheci sua Mãe – 21h30
The Walking Dead – 22h30

RECORD
Era Uma Vez – 22h15 (ep 1×22)
Breaking Bad – 23h25 (ep 4×08)
Engana-me se Puder – 0h15 (ep 1×13)

SBT
Chaves – 18h30

WARNER
Almost Human – 22h25 (ep 1×11)

BBC HD
The Graham Norton Show – 23h

GNT
Parenthood – 15h (de segunda a sexta)
The Tonight Show com Jimmy Fallon – 23h30

TBS
Elmiro Miranda Show – 23h10

BOOMERANG
A Vida Secreta de Uma Adolescente Americana – 20h (exibição de segunda a sexta)

MTV
The Vampire Diaries – 15h (exibição de segunda a sexta)
Smallville – 15h45 – (exibição de segunda a sexta)

VIVA
Malhação – 13h (de segunda a sexta)
A Próxima Vítima – 14h30 (de segunda a sexta)
O Quinto dos Infernos – 23h10 (de segunda a sexta) FINAL
Agua Viva – 0h (de segunda a sábado)

Comentem e voltem, pois amanhã tem mais para ver.

Confira as fotos promocionais de ‘Salem’, nova série de terror da WGN America

Data/Hora 12/03/2014, 21:26. Autor
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O canal a cabo WGN America liberou fotos promocionais de Salem.

A série de terror, ambientada na cidade de Salem durante o período do século 17, contará com outros olhos a época sombria a qual várias mulheres eram condenadas à morte, acusadas de praticarem bruxaria. Brannon Braga, que foi produtor executivo de 24 Horas, ficou responsável pela co-criação da série – juntamente com Adam Simon – , e disse que Salem é ”uma mistura de O Morro dos Ventos Uivantes com O Exorcista”. Janet Montgomery (Skins), Shane West (ER), Seth Gabel (Fringe), Ashley Madekwe (Revenge) e Xander Berkeley (24 Horas) estrelarão a nova série macabra da televisão americana.

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Salem

Salem

 

O trailer da série também já foi divulgado pela emissora, e pode ser conferido abaixo:

 

Salem vai ar dia 20 de abril, domingo, pela WGN America.

Com informações do Deadline.

Séries & Eu – Garota eu vou pra Califórnia… encontrar Stana Katic

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Minha experiência com Castle começou em dezembro de 2010, nas férias coletivas do trabalho entre natal e ano novo. Na época eu era bem assídua no Tumblr (era? hahaha. Ok! Eu ainda sou) e sempre via gifs de Castle e pensava “nossa, eu preciso conferir essa série”. Aproveitando o hiato das séries que eu acompanhava, baixei todos os episódios da série, que estava no início da 3ª temporada. Resultado? Levei mais ou menos uns quatro dias para alcançar o calendário de exibição (i have no life). Resumindo, eu me apaixonei pela série instantaneamente. E, principalmente, pela atriz que interpreta a detetive Beckett, Stana Katic.

Castle grava em Los Angeles, na Califórnia (como grande parte das séries americanas), e algumas cenas são gravadas em lugares públicos da cidade. Ou seja, você pode ir ao local sem precisar de autorização ou de aviso prévio, como é necessário quando eles gravam dentro do estúdio. Com isso em mente, resolvi que iria realizar meu sonho de ir a uma gravação da série e tentar conhecer meus ídolos. E de bônus, a Califórnia.

Com todas essas informações em mente, e com a meta traçada, descobri que em novembro 2012 aconteceria a 2º CastleCon em LA. Pronto: data da viagem escolhida, amiga e bagagem preparadas. E lá fomos nós: mochilas e ingressos da Convenção de Castle em mãos, e na cabeça (e no coração) o sonho de encontrar uma gravação de Castle “para chamar de nossa”.

*Interrupção do relato para um Serviço de Utilidade Pública. Dica, de fã pra fã: faça o controle de expectativas, para o caso de seus planos não sairem bem como você espera. Assim, caso nem tudo dê certo, a frustação não será gigantesca a ponto de acabar com o resto da viagem. Eu fiz, por cerca de um mês.*

Quando chegamos em LA, depois de alguns dias em San Diego, descobrimos que o nosso hostel ficava a uma quadra da Hollywood Boulevard, onde fica a famosa – e interminável – Calçada da Fama. E vocês podem estar pensando “caramba, que sortudas”, mas só porque ainda não sabem o que vêm a seguir: após alguns passeios pela cidade, descobrimos uma gravação externa de Castle A 5 QUADRAS DO NOSSO HOSTEL. Pronto, podem nos chamar de sortudas agora.

E pensem no meu surto com a descoberta. Naquela noite nem consegui dormir, tamanha era a expectativa de encontrar Stana Katic, Nathan Fillion, Jon Huertas, o restante dos atores e o crew (equipe técnica), ao vivo, em cores e se mexendo. E, claro, de ter experiência de ver como é a gravação da minha série favorita.

No famigerado dia levantamos bem cedo e fomos caminhando até o endereço indicado. Quando chegamos no local da gravação já estavam todos os equipamentos do pessoal que cuida das luzes dispostos, na calçada mesmo. A gravação aconteceria dentro de um restaurante/bar (Hemingway’s Lounge). Meu coração já estava a mil, e ainda eramos as únicas fãs no local (motivo? Eram 7 da matina).

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Em razão da “exclusividade”, fizemos amizades com todos os seguranças e com algumas pessoas da produção, e conseguimos (RÁ!) saber agenda do dia e horários das gravações. E, principalmente, quando Stana Katic, Nathan Fillion (Castle), Jon Huertas (Esposito) e Seamus Dever (Ryan) chegariam para gravar.

Nessa altura eu já estava toda trabalhada no nervosismo e morrendo de ansiedade com a espera (can you blame me?). Então é apropriado dizer que eu quase morri quando uma van branca parou e dela saiu Jon Huertas. Ele chegou mais cedo, para acertar a luz da cena, e depois que terminou o trabalho, antes de voltar ao acampamento base do elenco, parou para tirar fotos e trocar algumas palavras com a gente, ainda únicas fãs no local. Ele se despediu com um “Obrigado”, assim mesmo em Português. Um amor!

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Uma hora depois a tal van branca (que eu amo!) voltou e trouxe nada mais, nada menos, que Stana linda Katic. Seamus e Jon estavam com ela. E caso vocês estejam se perguntando o que aconteceu comigo nesse instante, eu respondo: o tempo parou, eu vi tudo em câmera lenta na minha mente. E enquanto eu tentava lembrar de como respirar, Stana passou e nos deu um “tchauzinho”, entrando em seguida no restaurante, onde eles gravariam o dia inteiro. Naquele momento caiu a ficha de que eu estava perto de realizar meu sonho. Ou quase isso, por que demorou umas 6 horas para Stana finalmente sair de dentro do restaurante.

Ela saiu e veio – como se fosse a coisa mais normal do mundo – na direção dos fãs, sorrindo e emanando simpatia. Como tinha uma convenção de Castle naquela semana, LA estava cheia de fãs, e quando ela veio conversar conosco já eramos vários. Ainda assim ela dedicou um tempinho pra cada um.

Quando chegou a minha vez de falar com ela eu já estava como um pinto no lixo  (desculpa, não encontrei expressão mais apropriada) com a beleza e a graciosidade da moça. Ela se apresentou, estendeu a mão e me disse: “Oi, eu sou Stana (oh, no way! Really?), muito prazer. Da onde você é?”. Eu automaticamente passei batida pela mão dela e parti para um abraço, só depois me apresentei como brasileira. Ela provavelmente não esperava o cumprimento efusivo, e admito que, naquele momento, frente a frente com meu ídolo, eu esqueci da etiqueta americana para cumprimentos. Mas espero que minha nacionalidade tenha explicado o meu comportamento.

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Logo depois eu entreguei para ela uma revista e pedi um autógrafo. Stana, preocupada em escrever meu nome corretamente, me pediu para soletrá-lo. O problema é que eu travei, esqueci do inglês – do meu nome, da minha identidade, das minhas origens e do porquê de 42 ser a resposta para o maior questionamento de todos – e simplesmente não saiu nada. Sorte é que eu estava com a minha amiga Luciana, que me salvou e me ajudou a soletrar O MEU NOME e a interagir com ela (Serviço de Utilidade Pública n° 2: é sempre bom ter um amigo pra te ajudar a lembrar qual seu nome e quem é você nesses momentos de blecaute). Trocando por miúdos: fiquei starstruck com esse encontro.

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Um ano e meio antes desse encontro eu mandei de presente para Stana uma borboleta eletrônica (uma borboleta dentro de um vidro, que quando detecta movimento voa, é bem real) e quando eu finalmente recobrei a consciência, aproveitei para perguntar se ela ainda tinha (não sou tão delusional assim, caso vocês estejam se perguntando. Eu sabia que ela tinha recebido por que ela me enviou uma foto autografada, pelo correio, com um agradecimento desse presente. COMO NÃO AMAR ESSE SER?) e, para minha surpresa, ela lembrava da borboleta, e me contou que ela se encontrava no peitoril de umas janelas da casa dela e que adorava tocar o vidro e ver a borboleta, que isso a fazia feliz. FAZIA-ELA-FELIZ. Surtei FORTE, mas dessa vez internamente, para não assustar a moça (e não ser presa e acabar extraditada, também, claro).

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Depois de alguns minutos eu já estava mais relaxada, e então pedi para tirar uma foto com ela. Aproveitei também para entregar o presente que eu levei para ela, que novamente foi SUPER FOFA e fez uma pose pra eu tirar uma foto dela segurando a caixinha.

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No outro dia, fomos novamente acompanhar as gravações, dessa vez em outra localidade de LA. E além de poder conferir a gravação propriamente dita, já que dessa vez eles filmaram na calçada, eu também já aproveitei pra pedir um autógrafo para Stana em uma das nossas fotos do dia anterior.

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Eu fui à CastleCon, e ainda voltei à Los Angeles em 2013, e fui novamente conferir mais duas gravações. Eu dei a sorte de encontrar Stana Katic nas duas ocasiões. Vi também o Jon Huertas, a Tamala Jones, o Seamus Dever, a Juliana Dever e encontrei, embora bem rapidinho, com o criador da série Andrew W. Marlowe. Nathan Fillion? Vi de pertinho, mas nem conversar com ele consegui. Essa fica para a próxima.

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O resumo do resumo dessa longa história que contei? A minha vida “na Califórnia é diferente, é muito mais que um sonho”.

*A coluna dessa semana é baseada em um relato da Karin Klinczak (@karinzoca). Se você tem uma história bacana envolvendo seriados e quer compartilhar com a gente, escreva para teleseries@teleseries.com.br.

E em 14 dias, tem mais história de fã para fã aqui no TeleSéries. Dessa vez, vamos viver a experiência de uma Comic Con junto com uma fãzaça de seriados policiais. Até lá.

‘Orphan Black’ e Tatiana Maslany ganham a matéria de capa da Entertainment Weekly

Data/Hora 12/03/2014, 15:00. Autor
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A Entertainmant Weekly dessa semana tem uma capa que agrada triplamente. Tudo porque Tatiana Maslany estampa a revista em três versões diferentes: como Cosima, Alison e Sarah, as clones mais queridas de Orphan Black.

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A revista se propôs a entender exatamente como o “culto” à Orphan Black começou, a partir da improvável gênese do programa, e da ainda mais improvável escalação do elenco, liderado por Tatiana Maslany. A atriz, que nunca havia interpretado um grande papel anteriormente, assumiu, de cara, sete. Maslany falou à revista sobre as dificuldades que encontrou para interpretar os clones, especialmente Alison. “Este é, definitivamente, o papel mais adulto que eu já fiz. Acho que é por isso que eu estava com tanto medo da Alison , porque ela tem dois filhos que são … você sabe, as crianças! E, o conhecimento do que é ser mãe é algo que eu nunca havia abordado na tela”.

VÍDEO| BBC America libera segundo trailer de ‘Orphan Black’

A revista ainda fala sobre como a capacidade de Maslany para enfrentar esse personagem clone, bem como os outros seis – até agora – a levou a muitos elogios, tanto dentro da indústria (com uma indicação ao Globo de Ouro ) como por parte dos fãs (com seu #CloneClub e toda a obsessão on-line sobre o show). Outro aspecto abordado pela Entertainment foi a segunda temporada do show. Segundo o co-criador de Orphan Black, John Fawcett, a série retorna ainda mais cheia de ação e intrigas: “queremos expandir a série para o mundo. Queremos fazer o show um pouco maior, fazer o show um pouco mais arrojado, menos fora de um centro. Há várias possibilidades para explorar”.

A segunda temporada de Orphan Black estreia no dia 19 de abril.

Com informações da Entertainment Weekly.

‘The Big Bang Theory’ é renovada por 3 temporadas

Data/Hora 12/03/2014, 14:00. Autor
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A CBS renovou The Big Bang Theory para três novas temporadas.

A série mais assistida da TV Americana, e a comédia com os melhores índices de audiência qualificada, garantiu a 8ª temporada, que será a próxima, e também a 9ª e a 10ª, o que garante sua permancencia no ar até, pelo menos, a temporada 2016-2017.

Nina Tassler, presidente da CBS Entertainment, disse em comunicado que “comédia é uma grande parte de nossa grade de programação, e The Big Bang Theory é a comédia de maior força na televisão. Essa renovação por vários anos mostra a força de nossa programação para as próximas temporadas e marca um novo capítulo na grande parceria entre CBS e Warner Bros. Television para entregar à audiência o melhor em comédia. Nós estamos orgulhosos em trabalhar com eles e mostrar ao mundo os incríveis talentos de Chuck Lorre, Steve Molaro e desse maravilhoso elenco toda semana”.

Com informações do Huffington Post.

Nashville – They Don’t Make’Em Like Daddy Anymore e Guilty Street

Data/Hora 12/03/2014, 14:00. Autor
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Uma vida repleta de mentiras. Uma jornada pela estrada da culpa. A hora da verdade.

Foi assim que Nashville retornou de seu breve hiatus.

Com a morte de Lamar, Nashville fecha um importante ciclo em sua trajetória e, respondendo às críticas sobre o excesso de dramas supérfluos em seu roteiro, nos manda um recado em alto e bom som: o foco, a partir de agora, será na indústria da música country. No more drama. Ou quase isso.

E, se em um primeiro momento a morte do patriarca da família Wyatt não foi capaz de comover ninguém – com exceção de suas fofíssimas netas Maddie e Daphne –, logo pudemos perceber que para Tandy e Rayna, o buraco era bem mais embaixo. Irônico perceber, entretanto, que esta foi a segunda morte na trama da atual temporada que foi absolutamente incapaz de provocar uma única lágrima. Assim como Peggy, Lamar não era um personagem querido – longe disso! – ou mesmo útil dentro da série. Cada vez mais avulso, a melhor saída para ele foi mesmo a morte. Como já discutido exaustivamente em reviews anteriores, vejo isso como um sintoma da “novelização” que a série sofreu especialmente nesta segunda temporada. O excesso de dramas supérfluos, que deram à personagens e arcos secundários maior tempo de tela, não funcionou, e a audiência debandou quase que imediatamente, deixando Nashville em sérios apuros quando o assunto é uma possível renovação.

Sendo assim, vejo de forma positiva todos estes plot twists que temos visto nos últimos episódios. Sinal de que a criadora da série Callie Khouri está atenta ao que o público cativo de seu show tem a dizer e, mais do que isso, está disposta a corrigir os erros cometidos até aqui numa tentativa de trazer Nashville de volta à sua trama original. Que assim seja!

Bom, sobre Tandy e suas lágrimas de crocodilo, eu realmente não tenho muito a dizer… Covarde como sempre foi, fica dividida entre a dor pela perda do pai e o desespero pelo rompimento com a irmã. Mais um drama que não comove para uma personagem que não funciona. Agora, com a morte do pai e o seu possível desligamento da Highway 65, prevejo uma Tandy cada vez mais avulsa e inútil na série. Se tomasse um chá de sumiço ou seguisse os rumos de Peggy e Lamar, não faria nenhuma falta.

Rayna bem que tentou manter aquela fachada durona, forte, fingindo que não estava nem aí para a morte do pai e que, no fim das contas, ele teve o que mereceu. Mas essa postura não durou muito, não é? Mesmo com todas as mentiras e todos os erros, Lamar ainda era seu pai. E assim como Deacon já havia alertado, vimos Rayna desmoronar naquela que, sem sombra de dúvida, foi a cena mais comovente do episódio. Difícil saber, afinal, se Rayna chorava pela morte do pai ou pela grande teia de mentiras em que a sua vida familiar se transformou.

TeddyMegan

Capítulo encerrado, no episódio seguinte mal lembramos de Lamar e da bagunça que ele deixou para trás. Exceto por Teddy. Confrontado pela verdade sobre sua falecida esposa Peggy e suas incontáveis mentiras sobre sua gravidez – o que eu achei muito “wtf?” a essa altura do campeonato, mas enfim… –, ele passa a alimentar um enorme sentimento de culpa pela morte do ex-sogro. Ele sabe muito bem que sua omissão de socorro foi decisiva e contribuiu para o falecimento de Lamar. E onde ele foi buscar consolo? No colo de Megan, óbvio. É… A culpa realmente é um sentimento poderoso.

Desenvolvimento bastante previsível, considerando a proximidade cada vez maior dos dois nos últimos episódios. Assim, ao roubar sua mulher, Teddy dá o troco à Deacon. Enfim, vingança. Mas… Quer saber? Plot chato, preguiçoso e desnecessário. Aliás, que baita retrocesso Teddy descobrir apenas AGORA todas as mentiras de Peggy! Seriously? No mais, eu digo e repito: não acredito nesse amor que ele costuma declarar aos quatro ventos. Desolado, tem a coragem de dizer para Megan que ele teria casado com Peggy mesmo após o seu aborto. Oi? Alguém aí lembra de Teddy escorraçando a sua então amante quando ela lhe conta que está grávida? Alguém mais lembra de que ele disse a ela que não criaria aquele filho e que ela estava sozinha nessa? Ou sou eu que estou ficando louca? Nada neste arco faz muito sentido para mim. E até por isso mesmo, tenho uma certa má vontade com Teddy, admito. E agora, tenho também raiva de Megan. What the hell? Deacon não merecia isso.

GlennJuju2

Juliette, por outro lado, continua sendo o ponto alto da série nesta temporada. Depois de ver sua carreira destruída, eis que surge uma luz no fim do túnel. Seu ato de rebeldia ao cantar Don’t Put Dirt On My Grave Just Yet em sua indução ao Grand Ole Opry pode, afinal, significar a sua redenção. Ver um poderoso executivo como Howie V tão investido em reconstruir a sua carreira falida certamente foi revigorante para Juju, mas… A que preço?

No fim das contas, ambos os episódios trouxeram uma única pergunta para a cantora: até onde ela estaria disposta a ir para refazer sua carreira? Estaria ela disposta a comprometer sua identidade musical e sua liberdade criativa em nome da fama? Em um estalar de dedos, Howie V poderia transformá-la em uma estrela da música pop… Músicas orquestradas, os estúdios mais modernos, capa da Rolling Stone, uma mudança de endereço para Los Angeles… Mas… O que tudo isso significaria para ela?

Se tem uma coisa que Juliette sempre foi é autêntica. Como Rayna mesmo disse, ela nunca fingiu ser alguém que não é, nunca deu desculpas esfarrapadas para justificar aquilo que lhe é verdadeiro. Sob pena de representar um tremendo retrocesso na linda evolução da personagem que testemunhamos desde o início da temporada, agora mais do que nunca não poderia ser diferente. Defeitos à parte, Juju sabe muito bem quem é e o que quer da vida e de sua carreira. Como diria a saudosa Brooke Davis (One Tree Hill, anyone?): “I am who I am. No excuses.”

E talvez por isso mesmo tenha sido tão emocionante acompanhar a “despedida” de Glenn. Ele enxergou em Howie V a grande oportunidade que sua pupila esperava para se reerguer, e seu apreço por Juliette é tanto que ele estava disposto a sair de seu caminho para não se transformar em um fardo em sua carreira. Mas lindo mesmo foi vê-la correndo atrás de seu mentor, daquele que a descobriu e lhe deu a sua primeira oportunidade quando ela não passava de uma garotinha judiada pela vida, mas com um grande potencial. Ela sabe que, em meio à crueldade desse meio artístico, ele é o único que acredita nela por quem ela é. Ele a respeita, a admira, e foi lindo vê-la reconhecer isso. Não, Glenn. Você não vai a lugar nenhum.

Veterana da indústria fonográfica, nem mesmo as propostas de todas as grandes gravadoras e as promessas de mundos e fundos a deslumbraram. Juliette não quer saber de Hollywood, nem de ser uma super star do mundo pop: ela quer Nashville e a sua música country, nada mais. E quem diria que Fordham e a Edgehill a quereriam de volta com tanta rapidez? O mundo realmente dá voltas…

RaynaJuju

Mas, chegada a hora da verdade, Juju busca mesmo é a ajuda de Rayna e sua Highway 65 – agora em sérios apuros por pura incompetência de Tandy. Quem mesmo achava que envolvê-la nos negócios da gravadora era uma boa ideia? No fim, todos os caminhos levam Juliette à Highway 65, e, apesar de previsível, eu fiquei muito satisfeita ao ver que Rayna deixou as portas abertas para recebê-la como sua nova artista. Ambas saem ganhando: Rayna adquire um importante reforço para seu selo, enquanto Juliette reconstrói sua carreira sem precisar sair de Nashville e, mais do que isso, sem precisar sacrificar sua liberdade artística. Rayna, apesar do passado, também a respeita como artista.

Por outro lado, tenho que dizer que Avery me irritou profundamente, especialmente neste último episódio. Com uma atitude bastante machista e imatura, percebi nele um enorme retrocesso. O Avery que vimos em Guilty Street nos fez lembrar muito mais daquele sujeito arrogante e insuportável que conhecemos na primeira temporada do que o cara bacana que buscava sua redenção na atual temporada. Chateado porque Juliette sempre banca os jantares e saídas deles? Really? Avery, querido, em que século você vive? O comportamento dele em relação à Gunnar, Zoey e sua recém-formada banda também foi de uma babaquice incrível. O que ele espera da vida? Ao contrário de sua namorada, ele parece não fazer a menor ideia. Não quer participar da banda apenas por que foi Gunnar quem tomou as decisões? Não quis se beneficiar do contrato de Juju com a Edgehill porque não admite ser um coadjuvante na história de ninguém? Zzzzzz… Que preguiça. Espero que o Avery desta temporada volte logo, porque este não me agrada em nada. Em sua defesa, pelo menos posso dizer que Juliette de volta à Edgehill seria um desastre completo, uma vitória para Fordham e sua falta de caráter. Quem sabe agora Juju possa também servir como um porto seguro para Avery, para chacoalhar um pouco a ordem natural das coisas? Ela tomou a decisão certa ao recusar a proposta da Edgehill, mas apenas porque queria manter o respeito de Avery. Será que ele conseguiria fazer o mesmo por ela?

BandDeacon

Dito isso, serei eternamente grata à Deacon por ter colocado Avery, Gunnar e Zoey na mesma banda. Agora sim, sinto que veremos estes três personagens serem bem aproveitados. Chega de triângulos e quadrados amorosos insossos e sonolentos. Nashville, assim, prova que está mesmo dando passos largos de volta ao seu rumo original. Agora, só falta Gunnar deixar de ser idiota e começar a tratar Zoey com um pouquinho mais de consideração e respeito! #ficadica

Aqui, preciso também fazer um pequeno parênteses para elogiar os números musicais apresentados nesses dois últimos episódios. Mais um bom sinal de que a boa e velha Nashville está de volta e não está para brincadeira! A qualidade de todas as apresentações foi impecável, e a versão orquestrada de Don’t Put Dirt On My Grave Just Yet me encantou, assim como todas as músicas apresentadas por Deacon, Avery, Gunnar e Zoey, naquela que provavelmente foi a melhor banda improvisada de todos os tempos. (Charles Esten, que voz linda você tem!) Eis que Nashville, enfim, volta a ser uma série musical. Ou melhor: uma série sobre música com uma trilha sonora irrepreensível.

Scarlett_Liam

E Scarlett? Continua mais perdida do que nunca. Mais avulsa do que nunca. Mais aleatória do que deveria. A cena em que Deacon e sua banda improvisada tocam no Bluebird enquanto Scarlett os observa pela janela do lado de fora é bastante simbólica da situação da personagem, que parece não pertencer mais a lugar nenhum dentro da trama da série. Seus amigos seguiram suas vidas sem ela – e parecem não sentir a mínima falta, é verdade –, e ela ainda não conseguiu se adaptar às agruras de ser uma jovem promessa da música country. Mas… Até quando? O arco da personagem parece não ter evoluído em (quase) nada desde o início da temporada, e a verdade é que esse seu mimimi já se tornou extremamente cansativo. O affair nonsense que teve com Liam foi bastante sintomático nesse sentido, mostrando que Scarlett realmente não faz a menor ideia do que quer ou a que veio. Gostei de ver Rayna tomando as rédeas da situação e demitindo o produtor. Quanto tempo mais ela precisará para gravar e lançar seu álbum de estreia? Ainda existe esperança para a personagem?

Para terminar, a audiência da série continua patinando bastante e não tem registrado números muito superiores aos 5 milhões de telespectadores e cerca de 1.3 ou 1.4 na demo. Mas estes números não são nenhuma novidade. As chances de renovação aumentaram um pouco, mas ainda sofreremos pelo menos até maio para descobrir, enfim, qual será o destino de Nashville.

O episódio desta semana promete! Ou alguém realmente achou que tudo seriam flores nessa nova reunião entre Rayna e Juliette?

 

Até a semana que vem!

PS: Alguém aí realmente se importou com o arco de Will e Layla? Não? Nem eu. Minha reação foi tão animada quanto a deles…

WillLayla

Aliás, fazer Layla de coitadinha – a que se guardava para o casamento até conhecer Will – a essa altura do campeonato não dá, né? Please, don’t.

PS2: Luke WHO? Mais um personagem completamente solto na série…

PS3: Lindo ver a carreira solo de Deacon deslanchar e vê-lo tentando fazer a coisa certa. Compareceu às reuniões do AA, dispensou a velha amiga cheia de segundas intenções, cuidou de sua mão machucada, afastou-se das bebidas e das festas típicas da vida de um astro da música… Apenas para ser traído por Megan, que achou bacana ter um caso com Teddy, of all people… Raiva é pouco pra você, querida. Why, God, WHY?

Grimm – Mommy Dearest

Data/Hora 12/03/2014, 11:00. Autor
Categorias Reviews

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“Eu estou indo para uma casa e invadirei feito uma cobra… eu devorarei seus bebês e farei seus corações doerem”.

O que foi mais assustador em Mommy Dearest? O bebê de Adalind ou o wesen Aswang? Difícil dizer. No entanto, vale a pena comemorar o fato de que a filha de Adalind e Renard (será?) vai continuar nos assombrando nos próximos episódios. O que foram aqueles olhinhos azuis brilhantes? Assustaram até o fortão do Meisner.

Grimm 3x14 Baby Adalind

O mais intrigante em Mommy Dearest foi a dúvida e o debate entre Nick, Hank e Monroe sobre contar ou não a verdade sobre os wesens para o sargento Drew Wu. Hank, que já passou por situação semelhante, defende que ele deve saber sobre a existência do mundo wesen, já que Dana foi vítima de um Aswang e Wu teve a infelicidade de presenciar o wesen atacando sua melhor amiga. No entanto, Nick e Monroe primeiramente acreditam que não é necessário, mas depois que Wu se interna em uma clínica psiquiátrica é possível que os dois mudem de ideia. Enquanto os três debatiam o que fazer, o mais engraçado foi o comentário de Juliette:

Juliette: – Se o caso tiver a ver com wesen como vocês informarão Wu?

Nick: – Vamos mentir.

Juliette: – A base das relações duradouras.

Grimm 3x14 Hank, Wu e Nick

Mais engraçado ainda foi a cara do Hank para o Nick quando Wu chegou contando sobre as suspeitas dele e sobre a lenda filipina do Aswang. Um pouco antes, Hank tinha perdido a votação quando Nick, Monroe e Rosalee concordaram em não contar nada a Wu. Ao escutar o depoimento do sargento, o Grimm ficou em uma situação complicada entre os dois amigos e colegas de trabalho.

Vamos combinar né, está mais do que na hora do Wu ser apresentado ao mundo wesen. Esse “acordar para a realidade” dos personagens só tem feito bem ao seriado. Mais tarde, quando o Aswang atacou Wu, ele viu o wesen se transformando e enlouqueceu, Hank só sabia fazer a cara de “eu avisei”. Nick tentou acalmar o sargento, mas o melhor que ele teria feito pelo colega é ter dito que viu a mesma coisa que ele. No entanto, depois da visita de Hank e Nick no local onde Wu se internou fica parecendo mesmo que eles vão tentar manter o sargento no escuro.

De qualquer forma, é importante que Drew Wu retorne logo ao dia a dia da Polícia de Portland. O personagem, apesar de secundário, é simpático e protagoniza tiradas engraçadas na série. Uma coisa é certa, o número de wesens em Portland vai aumentar cada vez  mais e a filha de Adalind vai movimentar, e muito, o mundo wesen. Sem falar do que a criança poderá acabar interferindo nas vidas de Renard e Nick, no comportamento da perigosa Família Real e nos conflitos em Viena e Portland. Se Wu ficasse por dentro do “mundo real” que existe lá fora, poderia ser mais uma arma nas mãos de Nick. Vamos combinar que mais pirado do que ele já ficou, não vai ficar.

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