Pretty Little Liars – A is for Answers

Data/Hora 21/03/2014, 15:17. Autor
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Agora, recuperada do choque do final de A is for Answers, posso analisar os acontecimentos quase racionalmente e escrever isso aqui. O nome da season finale de Pretty Little Liars prometeu respostas. E o episódio cumpriu 75% do prometido. Confesso que fiquei revoltada com o final, mas depois entendi a necessidade daquilo. E não há como dizer que um episódio onde Alison Di Laurentis apareceu viva de vez e finalmente explicou tudo o que aconteceu na noite em que ela desapareceu foi ruim.

Alison não é tão ruim quanto todos nós pensamos que ela fosse durante quatro anos. No fim das contas, boa parte do que ela fez e que apareceu para nós como ações dissimuladas e completamente maldosas através de flashbacks, era para se defender de A. Nada de muito surpreendente, já que se alguém resolvesse dar uma aprofundada e estudar bem a história da série, poderia ter suposto isso (e provavelmente alguma teoria da internet já o fez), mas eu confesso que para mim, Alison sempre foi a bitch mor e todas as outras eram apenas aprendizes.

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Só que, na última terça-feira, descobrimos que em Rosewood há, no mínimo, mais duas bitches piores que Alison (eu nunca achei que isso fosse ser possível). Bitch número 1: Mona. Todo mundo já estava cansado de saber que Mona não vale o chão que pisa, mas daí saber O TEMPO TODO que Ali estava viva e se escondendo e não contar para ninguém é demais, não?  Bitch número 2: Jessica DiLaurentis. Meu Deus, a mulher teve sangue frio para enterrar a própria filha depois de achar que ela tinha morrido e de ter visto o rosto da pessoa que a feriu. E sim, eu já cheguei a considerar que essa pessoa estava mascarada, mas se ela estivesse mesmo de rosto coberto, por que Jessica ia correr para enterrar a filha sem ninguém ver? Isso me leva a crer que Jason é a pessoa que atingiu Ali. Só ele despertaria esse comportamento em Jessica. E agora ninguém vai saber quem foi, pelo menos não por ela, já que Rosewood é muito pequena para três DiLaurentis ao mesmo tempo. Alison voltou, Jessica morreu. Ponto.

Ah, Noel Kahn! Foi muito bom te ver novamente (ainda mais sabendo que você vai voltar na próxima temporada). Sempre tive uma quedinha oculta por ele e agora que sabemos que ele é do Team Ali e não do Team A, eu posso admitir isso sem culpa. Admito também que seria muito legal se o irmão dele desse as caras de novo, mas o Stephen Amell está em outra série. E falar dele lembra a festa em que ele apareceu na temporada passada. Festa que foi numa cabana. E cabana lembra… Ezra.

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Ezra Fitz(gerald), eu estou me sentindo oficialmente mal e culpada por ter te odiado por mais de dez episódios. Me perdoa? Por favor, diz que você vai ficar vivo pra perdoar a Aria e me perdoar junto? Nossos nomes são até parecidos, vai!

 Ezra foi a minha maior surpresa nesse episódio. Acho que trabalharam tanto nas caras de psicopata do Ian Harding nos últimos episódios que nós esquecemos que ele consegue ser quase angelical normalmente. E foi assim que ele pareceu em sua última cena. Aquele “It’s so beautiful” vai, com certeza, ficar marcado para todos os fãs de PLL, principalmente se a quinta temporada começar no enterro do Ezra (por favor, não, Marlene). PS: Alison não pode ser julgada por ter dado em cima de Ezra no bar, porque qualquer cara que leva um livro para um bar deve ser recompensado. PS2: Não vou me surpreender se no último episódio da temporada, Ezra e Aria lançarem um livro sobre a história deles.

Foi um alívio ver que Spencer, por mais que estivesse sob efeito de drogas, não foi responsável por machucar Ali. Com o histórico dela, provavelmente, piraria de vez. Mas, se ela não fez, quem foi? Tenho a impressão de que Melissa sabe. Nunca confiei de verdade nela, e confiei ainda menos depois do segredo compartilhado com Papa Hastings na delegacia.

Falando em delegacia, Cece Drake voltou! O que a falta de maquiagem não faz com uma pessoa, hein? Pela primeira vez alguém esteve detido e com cara de quem está detido nessa série. Sinceramente, ainda não sei se confio nela ou não. Pelo visto, só descobriremos isso na próxima temporada. A vantagem é que agora todo mundo sabe onde ela está.

Nesse momento, estou esperando ansiosamente que junho chegue logo. Tipo. Agora.

Showrunners de ‘Game of Thrones’ assinam contrato por mais duas temporadas

Data/Hora 21/03/2014, 14:57. Autor
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Depois das declarações dos produtores de Game of Thrones, que afirmaram que a série deve durar sete (ou oito) temporadas, outra boa notícia para os fãs da série: George R.R. Martin comentou sobre uma possível conclusão da  trama da série em um filme.

Falando ao The Hollywood Reporter, Martin disse que a conclusão da história “depende de quantas temporadas a série ainda terá”. O criador da saga literária ainda disse que “Os livros ficam maiores e maiores. Eles podem precisar de um recurso para amarrar as coisas, algo com um orçamento funcional, como US$ 100 milhões para cerca de duas horas de filme. Os dragões estão realmente grandes, vocês sabe”. Martin ainda falou que o livro Tales of Dunk and Egg, que conta histórias que se passaram antes dos acontecimentos de Game of Thrones, daria um grande filme.

Mas as boas notícias para os amantes de GoT não param por aí: a HBO fez um acordo com David Benioff e Dan Weiss para que os mesmos continuem como showrunners para duas novas temporadas. Isso dá bons indícios de que a série será renovada tão logo volte à ser exibida. Recentemente, Michael Lombardo, Presidente de Programação da emissora, falou sobre seus contratados: “Eu leio muitos roteiros. David e Dan não são apenas bons, eles são escritores excepcionais. Seus roteiros são mais deslumbrantes do que qualquer coisa que eu já li”.

Se depender da HBO, aparentemente, Game of Thrones ainda agitará a Summer Season por um bom tempo.

Com informações do The Hollywood Reporter e da Entertainment Weekly.

‘White Collar’ encerrará sua trama na sexta temporada

Data/Hora 21/03/2014, 14:30. Autor
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O USA comunicou ontem (20) o cancelamento de White Collar. Mas a notícia não é assim tão ruim para os fãs.

Isso porque o canal pago americano vai dar à série uma sexta temporada. Então, esse cancelamento foi precedido, de certa forma, de uma renovação.

No dia 30 de janeiro foi ao ar a season finale da 5ª temporada da série, que acabou com um cliffhanger. É para resolver esse final e atar outras pontas soltas que o USA dará esses seis episódios à White Collar.

Com informações do TVLine.

BBC divulga pôsteres da segunda temporada de ‘Orphan Black’

Data/Hora 21/03/2014, 13:43. Autor
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O retorno da sensação Orphan Black está cada vez mais próximo. E a BBC não está economizando na promoçãod a série.

Depois de uma série de vídeos promocionais, da introdução de um novo clone e de uma foto oficial da segunda temporada (que ilustra essa matéria), foi a vez dos pôsteres, que brincam com a imagem que o telespectador vê.

NOTÍCIAS| ‘Orphan Black’ e Tatiana Maslany ganham a matéria de capa da Entertainment Weekly

O destaque são para 4 dos clones interpretados por Tatiana Maslany: Rachel, Cosima, Alison e Sarah.

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Em todas as imagens, a legenda é a mesma: Uma. De um tipo. (não tão literalmente, a tradução seria algo como “Uma. De uma série”). Qual será a próxima surpresa que a BBC America guarda para os fãs?

Orphan Black retorna em 19 de abril.

Com informações do TVLine.

Person of Interest – / ou Root Path

Data/Hora 21/03/2014, 13:00. Autor
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Um episódio. Dois títulos. Uma mesma mensagem. / ou Rooth Path. Segundo David Slak, roteirista da série, em seu twitter: “em Unix, / é o diretório raiz, ou “caminho da raiz”, que é o título do episódio para aqueles determinados a falar em inglês”.

A primeira coisa que me surpreendeu, neste episódio, foi o título. Somente depois de pesquisar encontrei, no twitter, esta frase de David Slak. Afinal o que significava / em linguagem de programação ou engenharia de hardware?

Embora eu pareça repetitiva e correndo o risco de, efetivamente, ser repetitiva, não posso deixar de falar novamente da equipe criativa: é muita ousadia nomear com um símbolo, que a maioria das pessoas, assim como eu, não tem sequer idéia do que quer dizer, um episódio/capítulo da série. Um símbolo que definiu o episódio de varias formas.

Embora o título em Unix tenha o significado atribuído por Slak, pode também significar, em linguagem matemática, uma negação lógica. E, mesmo nesta outra concepção,o título continuaria a ser perfeito, porque o episódio não mostrou somente a trajetória de Root, mas também como ela e Finch aprendem um com o outro, através da intervenção da Máquina, mesmo que, logicamente, possam sustentar as convicções das quais não querem abrir mão.

Root voltou. E com ela o lado da série em que é proibido olhar-se somente a ação. Ela tornou-se a presença palpável dos dilemas enfrentados por Finch. Assim, ela tornou-se uma metáfora. E (parodiando Mark Suzak, autor de A menina que Roubava Livros), sendo metáfora, na série, ela é dupla: é mensagem e mensageiro ao mesmo tempo.

Foi assim em /.

Como mensageira do apocalipse, na sua melhor forma, em uma ação coordenada pela Máquina, ela parou um carro de transporte de prisioneiros, invadiu uma firma de software, “seqüestrou” um faxineiro que era alvo da Vigilância e da Decima Technologies (organização que detêm a posse do Samaritano), encontrou-se novamente com Finch e sua equipe e, ao final, partiu para o Paraguai.

Embora já pressentíssemos, os eventos sobre os quais ela falou esta temporada inteira, estão ligados ao Samaritano. Uma outra máquina, tão poderosa quanto a criada por Finch; uma outra máquina capaz de destruí-la. No início do episódio é somente com isso que Root se importa. Com a possibilidade da guerra e de como essa guerra poderá afetar a Máquina. O Samaritano é um inimigo potencialmente capaz de destruí-la. Os humanos são perdas irrelevantes. Sua decepção com a raça humana levou-a a desprezá-la, e, classificá-la como irrelevante, parece-lhe correto.

Mas, e esse é o anticlímax, o que está posto, é se o Samaritano será tão escrupuloso quanto a Máquina ao atribuir valor à vida humana. Uma guerra anunciada em que deuses se enfrentarão sim. Mas a que custo para a vida humana? Finch ensinou sua máquina a se importar, Greer não parece embuído dos mesmos escrúpulos.

Por isso, a Máquina também tem uma lição a ensinar a Root. Uma que aprendeu com Finch. E o dilema é jogado em seu colo na forma de um faxineiro (aparentemente irrelevante!), que já havia cruzado seu caminho anteriormente. E, pela primeira vez, Root escolheu a vida humana, ainda que isso tenha lhe custado a perda de um elemento essencial para evitar a guerra que está por vir.

E, assim, ela tornou-se a mensagem que Finch tem que desvendar. Ao ser atingido pelo próprio conceito que criou (a morte de Nathan, de Dilinger, de Carter, o fez compreender que não há irrelevantes) ele se afastou da Máquina. Ela tornou-se, para ele, o que ele acredita que ela deveria ter sido desde o princípio: um objeto (hardware e software) que existe em função da vida humana. Mas, através de Root, a Máquina está lhe dizendo que ela também se importa, que ela não pode ser reduzida a ser um simples objeto sofisticado. Que, como Root, ele também deveria compreender essa simples verdade.

E, porque a mensagem é convincente somente se ela puder ser a traduzida por paixão, a Máquina elegeu Root para mostrar isso a Finch. Ela é apaixonada, a ponto de, uma vez feita a escolha, ser capaz de dar a vida por ela, com um desprendimento total. Foi isso que ela fez ao caminhar para Cyrus em meio a uma troca de tiros entre Reese, Fusco e os homens de Greer. Talvez por isso a Máquina a tenha escolhido.

Se a certa altura, Finch critica Root por sua arrogância, que acredita ser infalível porque tem o apoio da Máquina, a Máquina o critica de volta, ao lhe mostrar que ele próprio esta sendo arrogante ao acreditar que somente a ação que ele espera que ela execute (enviar os CPFs de pessoas em perigo) é o que realmente importa.

E, embora, a participação de Reese, Fusco e Shaw tenha sido periférica, neste episódio, o que ele trouxe de suporte para o desenvolvimento da história, merecia uma nota maior que cinco. Por que de resto o prenúncio do apocalipse esta feito.

Bates Motel – Caleb

Data/Hora 21/03/2014, 11:00. Autor
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Que episódio fantástico em Bates Motel! Comparado ao da semana passada, este foi bem mais assustador e deixou a gente com os nervos a flor da pele por boa parte do tempo. A começar pela chegada do irmão da norma, o Caleb, que abusava dela quando ela era criança.

O primeiro membro da família Bates que Caleb encontrou, ao chegar ao motel, foi justamente Dylan, o filho ignorado da Norma. Apesar da desconfiança inicial, o rapaz se afeiçoou ao tio então desconhecido e, embora a Norma repudiasse a presença do homem, Dylan parecia atraído por ele. E a química entre os dois personagens era tão grande que, logo de cara, considerei que Caleb fosse o pai do Dylan. Depois, pensei que isso seria muito bizarro, já que ele é irmão da Norma e só a ideia dos dois terem tido um filho causava rebuliço no estômago. Mas, pelo jeito, não existem limites para construir a narrativa de Bates Motel e Caleb é mesmo o pai – algo que ficamos sabendo apenas na última cena do episódio.

Agora, surgem algumas perguntas: quem era o homem que Dylan acreditava ser seu pai? Seria Caleb irmão de Norma mesmo ou existe alguma história ainda mais obscura em relação a isso? A julgar a velocidade com que as coisas acontecem na série – White Pine Bay está pegando fogo! -, teremos as respostas em breve. Uma coisa interessante é o tamanho que o Dylan vem ganhando na história. Se, na primeira temporada, ele era apenas o filho não amado (e agora sabemos o motivo), nesse segundo ano, ele praticamente manda nos negócios da cidade e a vida pessoal do personagem é central para todos os desdobramentos do enredo. O que é ótimo, já que o Max Thieriot é um excelente ator, cheio de talento e carisma.

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O Norman anda cada vez mais perturbado e escolhe sempre as pessoas mais problemáticas do lugar para se aproximar. Algo que pode ter herdado da mãe, que acaba de fazer uma nova amiga ricaça e, como todos que têm dinheiro naquela cidade, deve ser vista com muita desconfiança.

A Bradley, até segundo aviso, segue morta na história e mal posso esperar para ver como isso vai se desenrolar. Não acredito que simplesmente irão sumir com ela da história e fim. Quem sabe ela apareça na season finale?

Mas, voltando a falar da cena final do episódio, quando o Dylan tentou dizer à mãe que Caleb era uma pessoa legal…. como eu disse, até desconfiava que ele fosse o pai do rapaz. Só que jamais imaginei que, com a Norma contando sobre o estupro sofrido, o Dylan não fosse acreditar nela. E, agora, não só o personagem está em dúvida, como ele também colocou a “pulguinha atrás da orelha” dos espectadores. Afinal, a gente sabe que a Norma é uma mulher extremamente manipuladora e diria qualquer coisa para conseguir o quer. Mas, juntando as pecinhas –  Caleb é pai do Dylan -, tudo leva a crer que ela diz, sim, a verdade. O problema do Dylan (em não acreditar na mãe, ficar do lado do criminoso) não é falta de caráter, mas ausência de amor. Ele encontrou alguém que o ouvisse de verdade, o olhasse nos olhos, e simplesmente se sentiu cativado. Não vai ser fácil para a Norma recuperar o filho.

Por fim, o que foi aquela cena de luta entre o Norman e o Dylan? Debaixo do mesmo teto que o Norman, ninguém está seguro…

Isaiah Washington fala sobre o seu retorno à ‘Grey’s Anatomy’

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No começo do mês a criadora de Grey’s Anatomy, Shonda Rhimes, anunciou o retorno de Isaiah Washington, que interpretou o Dr. Preston Burke nas três primeiras temporadas do seriado, ao show. Agora, foi a vez do ator comentar a sua volta.

“Eu li o roteiro ontem à noite. Ele é tão incrível, irá surpreendê-los”, disse Washington para o Access Hollywood ao vivo. “Shonda Rhimes é um gênio e eu estou maravilhado, no céu com o que eu li ontem à noite“. Clique aqui para continuar a leitura »

Destaques na TV – sexta, 21/03

Data/Hora 21/03/2014, 10:16. Autor
Categorias TV Brasil

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Confira o que tem na programação da TV hoje.

Chega ao Sony Twisted, nova série voltada para o público jovem. Criada por Adam Milch, de Greek, a série acompanha a vida de Danny, um carismático adolescente de 16 anos que recém saiu da cadeia. No elenco Avan Jogia, Madelaine Hasson, Kylie Bunbury, Ashton Moio, Kimberly Quinn, Denise Richards dentre outros. A primeira temporada conta com 22 episódios, sendo que a série já foi renovada para a segunda temporada.

Antes da estreia da nova série no canal Sony, temos a estreia da 2ª temporada de Teen Wolf, deixando as noites de sextas do canal com aparência teen.

Tem novidade na tela da Record. Com o final da exibição das 4 temporadas de Breaking Bad – a 5ª temporada ainda não pode ser exibida em canal aberto – estreia o seriado Bates Motel, uma das principais atrações da televisão americana no ano passado. A série é inspirada nos personagens de Psicose, clássico do cinema do diretor Alfred Hitchcock lançado em 1960. Narra a trajetória do personagem Norman Bates na juventude, antes de se tornar o psicopata que protagoniza o filme, e de sua mãe Norma.

James Franco (The Mindy Project), Andy Cohen (produtor do Project Runway) e Jake Bugg como atração musical são os convidados do The Tonight Show com Jimmy Fallon.

Agora confira os demais destaques na TV.

SONY
Teen Wolf – 21h (2×01) ESTREIA Leia a review
Twisted – 22h (ep 1×01) ESTREIA
The Voice – 23h

ID
I’d Kill For You – Por você eu faço tudo – 20h (ep 1×06)

WARNER
Almost Human – Maratona – 20h (ep 1×10 à 1×12)
The Following – 22h25 (ep 2×07) – Leia a review

AXN
Lost Girl – 0h (ep 1×06)

HBO
House of Lies – 21h30 (ep 3×09)

+GLOBOSAT
Os Melhores Contos de Grimm – Grimm’s Finest Fairy Tales – 22h (ep 1×09)

BAND
How I Met Your Mother – Como Conheci sua Mãe – 21h30

RECORD
Era Uma Vez – 22h15 (ep 2×05)
Bates Motel – 23h15 (ep 1×01) ESTREIALeia a review
Engana-me se Puder – 0h15 (ep 2×04)

SBT
Chaves – 18h30

COMEDY CENTRAL
Last Man Standing – 20h30

GNT
Parenthood – 15h (de segunda a sexta)
Downton Abbey – 16h (ep 3×05) / 17h (ep 3×06) – Reprise
The Tonight Show com Jimmy Fallon – 23h30

MTV
The Vampire Diaries – 15h (exibição de segunda a sexta reprise 1ª temporada)
Smallville – 15h45 (exibição de segunda a sexta reprise 1ª temporada)

VIVA
Malhação – 13h (de segunda a sexta)
A Próxima Vítima – 14h30 (de segunda a sexta)
Agua Viva – 0h (de segunda a sábado)

FX (programação para amanhã de sábado – 22/mar)
Wilfred – 8h15 (ep 3×08)

Bom final de semana !

Bones – The Repo Man in the Septic Tank

Data/Hora 21/03/2014, 09:00. Autor
Categorias Reviews

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Há algum tempo eu venho evitando esse dia. Pois hoje não é um dia qualquer. Talvez, eu o evite por não ter palavras para dizer o que tenho que dizer. Como “reviewer” de Bones, eu aprendi muita coisa sobre a vida, sobre o amor, sobre amizade, sobre fatos em geral, mas nunca acreditei que teria que aprender a dizer adeus.

Estou há três episódios atrás de vocês e sei que isso não é leal com o leitor. Peço desculpas antecipadamente, mas se eu escrevesse apenas por escrever, isso não seria certo. Quem me acompanha aqui sabe que a crítica vai além de um “recap” do episódio. E mesmo se fosse, não saberia o que dizer, pois desses três mal lembro do último.

É engraçado lembrar de uma época que aprender com Bones era moda, e enchia a minha timeline de coisas engraçadas. E quando eu falo que agora vem o mais difícil, não pensem bobeiras antes de eu terminar essa singela crítica.

Antes de tudo, não sou americana, não recebo episódio em CDs, nem me gabo por ser próxima do Hart Todo Poderoso, até porque não sou. Não sou nada disso, e tenho a consciência de que a minha opinião vale para pouca gente. Às vezes me pergunto qual o propósito de reclamar de algo se nunca vou ser ouvida. Aí, percebo que mesmo assim, eu preciso falar algo, porque se eu ficar em silêncio, seria conivência com algo que eu amo muito.

Então, eu digo.

Há três episódios que eu me sinto enganada. Mas antes de você começar a discordar de tudo o que falo, é só ter um pouco de paciência. Não vou dizer em nenhum momento que a série morreu, que seria melhor ter acabado na quinta ou nem que sinto saudades das primeiras temporadas. Isso seria mentira, e estou procurando ser o mais sincera possível.  The Repo Man in the Septic Tank foi apenas mais uma evidência no meu julgamento de que até agora eu não consigo me convencer de que a renovação para a décima temporada foi um bom negócio – tirando o fato de que sofro de um amor egoísta, e assistiria Bones até a temporada infinita.

A falta de cuidado, argumentos e criatividade com esses últimos episódios me fizeram pensar sobre o que os roteiristas dessa série fazem quando se encontram para discutir ideias para os episódios. Eles devem dançar, beber e depois rir da nossa cara. O problema não é a série, que tem um fôlego incrível, e sobrevive a qualquer coisa, nem a química entre B&B – me desculpem pessimistas, mas vocês perderam. O problema é que essa história de ser por apenas ser me cansa muito. Não é porque a série é um procedural que devo me a ter às banalidades. Os episódios estão mal escritos, os casos tediosos e os personagens estão sendo destruídos pouco a pouco.

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O Batismo

Booth é católico e a Brennan é ateia. Isso não é novidade para ninguém. Bones não acredita no “mito” do bebê Jesus. Apesar de ser dado a luz ao lado dos Três Reis Magos, a cientista apenas escolheu a razão. Em muitos episódios, isso é engraçado. Mas após quase uma década juntos, usar a religião para causar qualquer tipo de constrangimento entre os dois soa barato. Há um poema de Vinicius de Moraes que diz:

Não te quero ter porque em meu ser tudo estaria terminado
Quero só que surjas em mim como a fé nos desesperados
Para que eu possa levar uma gota de orvalho nesta terra amaldiçoada
Que ficou sobre a minha carne como uma nódoa do passado. 

As questões trazidas pela série, por mais bobas que possam parecer, me marcaram profundamente. Quando lembro deste poema do Vinicius de Moraes, é minha mente me lembrando o quanto esta história me marcou e por causa disso, a presença dela na minha vida não deveria se transformar em uma ausência.

Gostaria de dar mais detalhes sobre o episódio, mas a ausência de vontade ou de lembranças me consomem. Então me resigno a comentar apenas o que mais me marcou. E foi isso, a falta de cuidado com a história.

Qual o propósito da Brennan batizar Christine (em uma das mais belas cenas da série) e simplesmente chegar para o marido e dizer: “eu concordei com isso por você…”. Sabemos que foi por ele, um ato de amor que superou qualquer crença. Mas falar isso como se fosse algo que ela fez para por fim a uma discussão? Isso é barato.

Trazer estagiários polêmicos – para depois sumir com eles – não é uma boa estratégia. Onde está o Luke? E tantos outros que sumiram? Para mim, a descontinuidade das coisas é mais uma prova da falta de cuidado. Sempre me pergunto como o Pelant sumiu com todo o dinheiro do Hodgings e mesmo assim o Jeffersonian não deixou de existir? Ou a repercussão disso parece ter sido algo bem local: dentro do ciclo de amigos do etimologista.  E aquela agente Shaw, que parecia ter uma boa história ali? Sumiu.

De qualquer modo, o latino me foi um soco no estômago. Era tanta baboseira que saia da boca dele, que juro, tive vontade de socar minha pobre televisão. Um idiota, escrito por alguém sem conhecimento algum sobre Cuba ou qualquer coisa perto disso. Aquilo foi uma falta de respeito e me causou uma vergonha profunda. Nem os comentários sobre o capitalismo americano salvaram a patifaria do esteriótipo. Faltou sensibilidade para tratar de um tema tão delicado, então não.  Apenas não.

O pior de tudo é que o episódio foi escrito pelo Michael Peterson, roteirista que está com a série há anos e fez episódios lastimáveis como The Warrior in the Wuss. Ou seja, eu deveria esperar que bombas estavam por vir.

Outra vergonha é tratarem a Brennan como a tratam. Bones é uma das personagens mais fascinantes das séries. Uma personagem que poderia servir, poderia não, serve de exemplo para muita gente. Um exemplo de brilhantismo e superação, de coragem e de muita doçura. Fazer com que ela seja grossa, e muitas vezes uma completa imbecil, me dói. Até porque para alguém tão inteligente como ela não é justificável ter esquecido todas as “lições de vida” as quais ela já experienciou. Tratar mal os colegas e os novos estagiários é tão contrário a alguém tão disposta a aceitar os outros, mesmo isso sendo difícil para ela, mais do que para qualquer um.

Para mim, Brennan soa cada vez mais falsa, perdida, um reflexo da patifaria por trás desses episódios.

A Ausência

A ausência da Christine é algo que realmente não compreendo. Não compreendi no casamento e não compreendo até hoje. Não creio que seja por indisciplina do elenco infantil, e aí preciso incluir o Michael Vincent nesse pacote. A ausência deles é outra prova a ser analisada nesse julgamento da falta de competência do Hart, Stephen, Dean ou seja lá quem se intitule o culpado.  Tem um poema do Drummond, também chamado Ausência, que diz:

Por muito tempo achei que a ausência é falta. 
E lastimava, ignorante, a falta.

E é assim que penso agora. Porque a ausência não é só o fato das crianças não aparecerem, é um atestado da falta de cuidado com a série.

São tantas coisas que sinto falta. Das cenas entre a Angela e a Bones – ao menos umas que a Angie não esteja dando lição de moral na amiga. Sinto falta daquele Booth galante, ou até mesmo dos casos, que de tão bons, podiam ser conectados à vida dos personagens. Ah, essa ausência bandida…

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A Presença

A parte do sexo – apesar de barata, e sexo barato é o ponto mais baixo da vida de alguém como eu, que vende o corpo e a alma por algo que nem tem me dado assim tanto prazer – foi uma surpresa para mim. Por ser algo velho em meus ouvidos, me surpreendi como a coisa foi colocada para fora (perdão do trocadilho).

A declaração da Brennan foi uma conexão bem feita com todas as cenas que ela escolheu defender que sexo era apenas sexo. Mesmo quando ela concordou com Booth que sexo seria quebrar as leis da física, o ato me parecia mais carnal do que afetivo. A primeira noite deles – aquela que não vimos AINDA – deve ter sido assim. E toda vez que sexo é mencionado entre os dois, a referência é para o ato. “Sexo com a Bones é ótimo”, acho que foi isso que o Booth disse por último, e fez, como consequência da afirmação, alguma carinha marota.

Já que não vemos o sexo, poderíamos ao menos senti-lo, e por muito tempo, essa foi a primeira vez que acho que vi algo acontecer entre os dois. A declaração romântica da Brennan foi bem bonita. “Você me nutre, você me protege, você é meu lar”. Poderia ser sempre assim. Não é?

Mas, infelizmente, somos ludibriados com essas migalhas deliciosas. Assim como as cenas finais, que a Emily e o David fazem ser tão bonitas, tão simples, e tão verdadeiras, a desse episódio, em particular, encheu meu coração de alegria e amor (com as risadas e chamegos entre os dois). Disso eu tenho certeza ao menos, nada, mas nada, abala o amor entre B&B e o amor que sinto por esses personagens.

Comecei esta crítica dizendo que eu tinha que falar coisas que não queria, mas ainda não o fiz por medo. Mas como tenho que chegar ao fim deste texto, nada mais justo do que dizê-las. A verdade é que tenho medo de dizer adeus. Como diz aquela música brega, isso foi a única coisa que não aprendi com Bones. E sei que o fim está próximo. Gostaria muito que quando a série acabasse, toda essa jornada tenha valido a pena. É por isso que ocupei as linhas desta review para dizer: espero que minha opinião sirva para ao menos uma reflexão: será que merecemos que Bones termine assim? Que a série passe a ser um resquício de boas cenas? Quando penso nisso, tenho vontade de fingir que ainda estamos no quinto ano e que temos ainda muito o que andar.

Mas a verdade é que a estrada, mesmo longa, um dia termina. E espero, que no fim de tudo, ainda tenhamos fôlego para lembrar da série para sempre como algo que aquece nossos corações, que nos faz rir, chorar, ficar com raiva, triste e se questionar. Uma série com emoção.

Star-Crossed – Dreamers Often Lie

Data/Hora 20/03/2014, 21:09. Autor
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Um indulto de um dia para que atrianos pudessem andar livremente por Edendale e conhecer parte da cidade.

A ideia era interessante e poderia ter gerado um roteiro menos morno. Tinha potencial para isso. Mas Dreamers Often Lie caiu na armadilha recorrente de Star-Crossed: os roteiros continuam a não comportar todos os plots que se tenta desenvolver em cada episódio e, como resultado, episódio após episódio, temos uma história picotada.

Desta vez tivemos mais uma ação dos Falcões Vermelhos que, via de regra, têm sido ridiculamente desastradas; os Trags levando a Cyper Negra para fora dos muros do setor de confinamento, de um modo um pouco mais organizado, ao que tudo indica, do que fariam os Falcões Vermelhos, mas, ainda assim, a solução encontrada para que a planta pudesse se desenvolver, se não foi inverossímil, foi, ao menos, bizarra; Ronam buscando por Eljida que, óbvio, mesmo existindo, não lhe foi dado descobrir, e mais um passo na história do triângulo amoroso Grayson-Emery-Ronam que, no entanto, não saiu do lugar. Sem falar que ninguém ainda sentiu a falta de Beaumont!

No meio desta história que não consegue engrenar, os personagens secundários ganham cada vez mais a cena e, em Dreamers Often Lie, salvaram o episódio. Drake, Teri, Taylor e Sophia protagonizaram os melhores momentos da história; impediram que tudo desmoronasse, mesmo que para isso ela pareça ter sido reduzida a uma coleção de mal entendidos, quando poderia ter se transformado em uma ação perigosa orquestrada pelos Trags para levar e disseminar a Cyper Negra em Edendale, com direito a toda tensão que esta perspectiva poderia imprimir ao episódio. Mas, ainda que o mote principal da história tenha padecido deste reducionismo limitador,  Drake, Teri, Taylor e Sophia cumpriram, com maestria, seus respectivos papéis na história e, dessa perspectiva podemos esperar (quem sabe?) um triângulo amoroso inusitado: Drake-Taylor-Sophia.

Mas se tem algo que se repete em Star-Crossed desde seu primeiro episódio e que, pela repetição, já está ficando um pouco batido, é a perfeição de Emery. Ela nunca erra e, de quebra, sempre salva a situação em um momento de perigo.  Já deu!

Está cansando também aquela expressão de: “Ah! Eu sou legal e sempre faço a coisa certa, mas… deixa pra lá, né!”. Argh! Quase fico com pena do Grayson, que ganhou a garota no jogo de gato e rato entre Trags e Falcões Vermelhos.

Ah! Quase me esqueço, também, de falar do Ronan… talvez porque ele tenha sido, realmente, esquecível!

Discovery estreia no Brasil ‘Klondike’, sua primeira série de ficção

Data/Hora 20/03/2014, 18:00. Autor
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Pela primeira vez, o Discovery voltou suas lentes para uma série de ficção. A minissérie Klondike, exibida no exterior pelo Discovery Channel entre 20 e 22 de janeiro desse ano, chega ao Brasil no dia 25 de março, às 23h10.

Por aqui, a série será dividida em seis episódios (originalmente, são 3), transmitidos sem intervalos comerciais, a produção faz uma leitura contemporânea de um evento lendário: a grande corrida do ouro ocorrida no território de Yukon, na região de Klondike (norte do Canadá, na fronteira com o Alasca). A minissérie para a TV é baseada em fatos reais, numa adaptação do livro Gold Diggers: Striking It Rich in the Klondike, de Charlotte Gray.

Com fotografia primorosa e estrelada por Sam Shepard (Os Implacáveis), Tim Roth (Pulp Fiction), Abbie Cornish (Sem Limites), Richard Madden (Game of Thrones), Augustus Prew (The Borgias), Conor Leslie (Revenge) e Tim Blake Nelson (Lincoln),  a minissérie explora o desejo humano pela riqueza instantânea e a luta pela sobrevivência em um ambiente inóspito, marcado pela injustiça.

A história se passa em 1897, quando dois amigos de infância, Bill Haskell (Richard Madden) e Byron Epstein (Augustus Prew), decidem aventurar-se em uma perigosa travessia até a cidade de Dawson, centro da atividade mineradora de Klondike e uma espécie de terra de ninguém. A trama se complementa com o padre jesuíta William Judge (Sam Shepard); a dona da loja de penhores de Dawson, Belinda Mulrooney (Abbie Cornish); a ambiciosa cortesã Sabine (Connor Leslie); o vilão Charles Schultz (Tim Roth) e o enigmático Joe Meeker (Tim Blake Nelson).
 
Klondike é uma coprodução entre o Discovery, o estúdio independente Entertainment One (eOne) e a Nomadic Pictures, em associação com Scott Free Productions. Seu autor principal, Paul Scheuring, atuou também como produtor executivo, junto com Ridley Scott, David W. Zucker, John Morayniss e Michael Rosenberg (da eOne). Mike Frislev e Chad Oakes foram os coprodutores pela  Nomadic, enquanto Josh Goldin e Rachel Abramowitz prestaram consultoria à equipe. Eileen O’Neill e Dolores Gavin ficaram a cargo da produção executiva pelo Discovery.

Com informações cedidas pela assessoria de imprensa do canal.

Segunda temporada de ‘Vikings’ estreia em abril no Nat Geo

Data/Hora 20/03/2014, 16:24. Autor
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Na quarta-feira, dia 2 de abril, às 20h, o Nat Geo estreia a segunda temporada de Vikings, uma série épica de ficção que traz uma das culturas guerreiras mais lendárias da história da humanidade. Caracterizados pela cultura popular como um povo bárbaro e sem piedade, os vikings invadiram as costas da Inglaterra e França no final do século VIII. No entanto, não se sabe muito sobre a sua verdadeira história.

Vikings é uma história de guerra e sangue mas também de família e fraternidade composta por dez episódios de uma hora. O mundo dos vikings é apresentado através da vida de Ragnar Lothbrok (Travis Fimmel), o primeiro viking a emergir das lendas nórdicas para as páginas da história quase se tornando um mito.  A série revela também a faceta religiosa de uma das últimas comunidades pagãs da Europa, que adorava seu deuses antigos como Odín, Thor, Freya e Loki. Seu protagonista, Ragnar, acredita ser descendente do deu nórdico Odín, deus dos guerreiros mortos em batalha e curiosidade.

A série gira em torno do mundo brutal e misterioso de Ragnar Lothbrok (Travis Fimmel), um guerreiro viking e agricultor que anseia explorar e atacar – terras além do mar. Sua ambição o coloca em desacordo com o chefe local Earl Haraldson (Gabriel Byrne), que insiste em enviar seus agressores ao leste empobrecido em vez do lado oeste inexplorado. Quando as equipes de Ragnar com seu construtor de barcos amigo Floki (Gustaf Skarsgard) começam a projetar uma nova geração de barcos intrépidos, capazes de conquistar os mares do norte, o palco está pronto para o conflito.

Apesar da guerra e do derramamento de sangue, Vikings captura a profunda relação de amor que une Ragnar e sua esposa, Lagertha (Katheryn Winnick ), uma guerreira respeitada; a história de Ragnar com seu irmão, Rollo  (Clive Standen ), um lutador feroz e  a bela e obediente esposa de Earl, Haraldson Siggy ( Jessalyn Gilsig ).

A série foi foi criada por Michael Hirst, um dos primeiros escritores históricos da indústria, roteirista do filme “Elizabeth”, ganhador de um Oscar e criador e roteirista da série The Tudors. Hirst é também produtor executivo do seriado  com Morgan O’Sullivan, John Weber, Sherry Marsh, Alan Gasmer, James Flynn e Sheila Hockin.

Nos EUA, a segunda temporada da série está no 4° episódio, que vai ao ar hoje à noite, pelo History. A previsão de finalização da temporada é para abril, e ainda não há notícias sobre uma possível renovação da série.

Com informações cedidas pela assessoria de imprensa do Nat Geo.

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