How I Met Your Mother – The End of the Aisle

Data/Hora 25/03/2014, 16:00. Autor
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Quando Carter Bays e Craig Thomas disseram que nos entregariam um final de verdade para a série, eles realmente não estavam brincando. O casamento, tão esperado e ansiosamente aguardado, finalmente aconteceu e vai ficar guardado nas nossas memórias. A felicidade de Barney e Robin encheu o episódio de brilho, e deixou o penúltimo episódio da série com o sabor especial que ele precisava ter. The End of the Aisle foi mais do que um casamento. Foi um voto de amor, na existência e renovação constante do sentimento mais bonito que o ser humano é capaz de sentir.

Com o casamento prestes a ter início, os noivos Barney e Robin começam a dar para trás e é tarefa de seus melhores amigos colocarem os dois de qualquer jeito no altar para que o casamento finalmente aconteça. Barney luta contra todas as suas ideias anti-casamento e surpreendentemente consegue superar facilmente sua crise. No entanto, Robin mergulha fundo em suas dúvidas e reacende uma antiga chama do passado.

How I Met Your Mother - The end of the Aisle 2

“The bride is always right!”

Apesar de ter sido usada, por sorte, a premissa não foi seguida à regra durante todo o episódio. O medalhão de Robin surge novamente, colocando ela e Ted, mais uma vez, em uma conversa final sobre seus sentimentos um pelo outro. Robin, em um momento de fraqueza, diz TUDO, exatamente tudo o que Ted sempre quis ouvir. Que ela deveria estar se casando com ele e não com Barney, que ele sempre fez tudo por ela, enfim, entregou-se para Ted. E eis que o nosso protagonista faz o que eu há muito tempo desejava. Diz que já não a ama mais. Sem portas entreabertas. Ted diz que o homem que ela conheceu, que a amava, não existe mais. Ele finalmente seguiu em frente.

Fiquei mais do que feliz pela atitude de Ted. Mais do que uma negação a Robin, ele se mostrou amadurecido o suficiente para estar em frente a sua grande fraqueza e resistir. Ele finalmente está pronto para conhecer o amor da sua vida. E que bom que ela está logo ali, esperando por ele.

E então, quando Ted falha em acalmar Robin, entra em cena a Mãe. Fechando o ciclo e conhecendo todos os amigos de Ted, ela acalma a noiva e a deixa no altar. Os votos, motivo de discórdia durante o episódio, são uma falha tentativa humana de descrever o único sentimento que, por mais que se tente descrever, continua indescritível. Mesmo assim, Marshall e Lily conseguem fazer a cena mais fofa do episódio com seus votos atualizados.

O casamento não inventou moda – tirando o urso – mas nem por isso deixou de ser marcante. Teve o último tapa, Patrice tomando Classic Robin no meio do casamento e o final feliz para o casal mais legendary da televisão. Um casamento mais do que digno para esse casal.

E agora? O que esperar para o último episódio? Meu conselho é que peguem seus lenços e se preparem. O final duplo vai vir arrebatador, eu não tenho dúvidas: vai fazer eu, você e até o seu cachorro se emocionar. Afinal de contas, How I Met Your Mother não vai ficar na memória de todos nós. Já ficou!

A Teia – Episódio 8

Data/Hora 25/03/2014, 14:55. Autor
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Ao que parece a coisa agora realmente engrenou na série e eles estão caprichando na ação, além de passar bem longe do vício das novelas em tempo perdido e explicações desnecessárias.

O episódio 8 foi especialmente marcado pelo cerco se fechando justamente sobre o elo fraco da quadrilha: Celeste. Além de Macedo não ter disfarçado muito bem seu interesse – e ele sendo pego pelo erro de chamá-la pelo nome deu um toque realista a coisa -, ela também não consegue mais se sentir tão à vontade assim ao lado de Baroni depois de ter sido quase morta. E ver um dos homens do Oliveira sendo mortos por Baroni a sangue frio não é o tipo de coisa capaz de acalmar alguém, não é mesmo?

Além de realista o lapso de Macedo também foi a medida do quão nervoso ele está com a história toda de sua mãe lá em Brasília na companhia do “Eduzinho” e do senador corrupto. Agora, se eu fosse o senador eu tomaria mais cuidado com o que Macedo falou e, ao invés de tentar ferrar com ele, eu me manteria quietinho, até porque ele não está fazendo o que faz por amor, mas sim por orgulho ferido, não é mesmo?

Outro ótimo momento do Macedo: o delegado amarrando as pontas por contas das feridas nas mãos da mãe do policial civil morto e a mãe de Macedo.

Aposta do dia: Oliveira foi o responsável pela morte do pai de Baroni, agora devidamente vingado já que a polícia não conseguiu salvar o presidiário. E o Macedo sendo comparado ao Sherlock pelo pessoal da equipe? Eles funcionam quase como a voz da gente lá, não é verdade?

Rizzoli & Isles – You’re Gonna Miss Me When I’m Gone

Data/Hora 25/03/2014, 13:45. Autor
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Confesso que demorei para fazer a review em razão de ter demorado, conscientemente, para assistir o episódio. Logo que You’re Gonna Miss Me When I’m Gone foi ao ar, conversei com uma amiga que estava bastante irritada com os rumos que a Tamaro deu pra história. E no Twitter havia muita comoção – para não dizer raiva -, o que só me fazia ficar mais e mais brava com a agora ex-showrunner de Rizzoli & Isles, e com menos vontade de ver o episódio.

Pois bem, o momento inevitável chegou. E eu … curti o episódio. Sim, gostei. Não amei, adorei, achei fenomenal. Esperava, sim, MUITO mais dele. Mas minhas expectativas estavam tão baixas – e o medo da tragédia ser irreversível tão gigantesco – que o episódio acabou sendo um bálsamo para as feridas.

Tamaro conseguiu fazer um episódio interessante na sua despedida. O caso foi muiiiito legal, o desfecho conseguiu até mesmo ser imprevisível. Mas, de outro lado, ela ferrou com 3 PLOTS (2 mais que outro, confesso). É inegável que é necessário muito talento pra destruir tantas coisas ao mesmo tempo.

Frankie e Maura, Maura e Frankie. O menos pior dos plots de desenvolvimento pessoal dos personagens. O clima entre os dois chegou e se instalou, e foi impossível para Jane não notar. Acho que Maura talvez cogitasse se envolver com o “mole” dos Rizzoli, mas depois do aviso de Jane, isso ficou mais difícil. E o beijo entre eles foi um reflexo da ausência de química entre eles. Eu espero que a partida de Frankie e a frase “vou embora antes que a gente tenha uma conversa estranha” sejam sinais de que o que ele sentiu não era o que ele esperava sentir, e que isso significa que o casal não vai decolar. Eles são fofos, ambos, mas seria uma coisa bem sem sal e sem açúcar. Exatamente o que a série não precisa. Sem contar que isso modificaria substancialmente a interação entre Maura e Jane, outra coisa que R&I deve evitar.

Tommy e a bebida, a bebida e Tommy. Que desfecho bacana, Tamaro! Você simplesmente jogou no lixo todo o crescimento do Tommy, toda a história que construiu dele como encanador, todo o apreço à família (Lydia e T.J.) que ele desenvolveu. Em uma cena estavam todos bem, comemorando, sendo felizes. Na cena seguinte, Tommy e Frankie trocavam sopapos. Ficou ruim, sem lógica. Palmas lentas para a Tamaro.

Jane e Casey, Casey e Jane. SERIOUSLY? De novo? Por quê? O casal mais sem graça da história do seriado, aquele que deveria ter acabado faz tempo, insiste em assombrar nossas vidas. Jane decidiu casar, provavelmente só pra ficar girando a aliança no dedo. Mas aí o Casey, é óbvio, desistiu de voltar. E a Jane não quer sair de Boston, porque aparentemente ainda possui 1% da sua antiga racionalidade. PELO MENOS ISSO. Aí a gente pensou: uuuuufa, a Tamaro brincou conosco, mas no final das contas fez a coisa certa. Só que os segundos finais do episódio, destinados a inserir o gancho entre as temporadas, jogaram em nossas caras uma POSSIVEL GRAVIDEZ. É mole? Não é! É dureza.

E lendo o que eu escrevi acima tive a certeza que só não detestei essa finale porque demorei para assistir. Então estou naquela: Tamaro ferrou tudo, mas Nash, a nova showrunner, salvará.

Tenho fé que Nash vai chegar e botar ordem na casa. Frankie vai perceber que seu carinho por Maura é de irmão. Tommy vai voltar para os trilhos e ser feliz ao lado de Lydia e do pequeno T.J. E o teste de gravidez vai dar negativo. SALVE RIZZOLI & ISLES, Nash! Claro que as coisas podem ser terríveis na quinta temporada. Mas aí eu reclamarei lá em junho. Demos tempo à Nash. E eu tô confiando nela.

E que cenas como essa, abaixo, sejam regra na nova temporada.

Rizzoli and Isles - You're Gonna Miss Me When I'm Gone

O caso do episódio foi bastante interessante, na minha opinião. Quando as séries trazem aos episódios discussões sobre segurança nacional, briga por jurisdição, assassinato de figurões, geralmente acertam em cheio. No caso, Tamaro poderia ter tomado outro caminho e ter feito a questão toda ser, realmente, envolvida com segurança nacional. Aliás, Frost poderia cair no meio desse cenário, facilmente, dando uma despedida apropriada ao Lee. Contudo, ainda que um estupro tivesse sido a causa da morte e toda a questão da segurança nacional não tenha passado de plano de fundo, as investigações foram bem bacanas.

Por fim, preciso dizer que o maior erro de Tamaro nessa finale foi não ter feito a despedida do Lee. Eu li no Twitter que o 5×01 e o 5×02 serão dedicados ao ator e ao personagem, e espero que os episódios sejam ótimos e inesquecíveis. Mas Tamaro perdeu uma grande chance de fazer sua despedida inesquecível. Mais: pode ter comprometido a despedida de Lee, por perda do timing. Enfim, uma gama de más decisões. Não sentiemos saudade de você agora que você se foi, Janet.

Só nos resta, agora, esperar por essa nova fase do seriado, torcendo pra que a essência da série, tão marcante nas duas primeiras temporadas, seja resgatada. E que Rizzoli & Isles volte a ser aquele seriado que ficamos ansiosos para ver. Sonhar ainda é de graça.

History renova ‘Vikings’

Data/Hora 25/03/2014, 13:24. Autor
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Ragnar, Lagertha e o resto dos personagens de Vikings podem comemorar: o History acaba de renovar o seriado para a terceira temporada. A próxima temporada do drama histórico terá 10 episódios.

A produção da 3ª temporada começará nesse verão, e ela deve ir ao ar em 2015.

Aqui no Brasil, a segunda temporada da série estreia em 2 de abril, no Nat Geo. Vikings irá ao ar nas quartas-feiras, sempre às 20 horas.

Com informações do TVLine.

Primeiras Impressões – The 100

Data/Hora 25/03/2014, 13:19. Autor
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Mais um drama teen da CW. Acho que isso poderia definir The 100 se esse texto tivesse que ser resumido em apenas uma frase. Como em toda série da CW, logo no piloto podemos identificar claramente o triângulo amoroso principal, os mocinhos, os vilões, os coadjuvantes (que vão morrer antes do episódio cinco) e alguns dos plots mais óbvios. Um pouquinho de West Side Story, um pouquinho de Lost, um pouquinho de Hunger Games, um elenco absurdamente bonito (marca registrada da CW), trilha sonora adequada (eu fui a única que pensou em Radioactive antes da música começar?) e um pouquinho de clichê. Mas isso não é de todo ruim. Afinal, quem não gosta de um clichê?

É isso que você deve ter em mente se pretende começar a assistir The 100. É a CW por trás dela. Mas se você, mesmo assim, gosta desse estilo, pode mergulhar de cabeça. Mas vá devagar. Não pule de um lugar muito alto. A premissa é boa, mas como em tantas outras boas premissas, qualquer deslize vai fazer ela a série sair de controle e ser cancelada. Vide Terra Nova.

97 anos depois de um apocalipse nuclear, é hora de começarem os testes para que os humanos exilados no espaço possam voltar para casa. Só que quem iria se voluntariar para correr o risco de chegar em solo firme e se desintegrar por causa da radiação (ou de ficar com duas cabeças, tipo aquele veado)? Ninguém. É por isso que as autoridades da Arca (“casa” dos humanos no espaço) decidiram mandar na missão suicida 100 jovens que estavam presos por delitos que cometeram por lá. Acontece que o oxigênio na Arca está acabando, eles precisam poupar e qualquer tipo de crime ali é punido da forma mais severa possível: a morte. E já que eles iam morrer mesmo…

Acredito que mandar mini marginais (uns muito mais que outros) para se encarregar de uma missão tão importante não foi uma boa opção. Tudo o que eles queriam na Arca era liberdade. E agora eles a tem em um planeta só deles. Pelo menos é o que boa parte deles acha. Clarke Griffin não vai ter uma vida fácil por ali, ainda mais se quiser convencer a todos de que não estão sozinhos no nosso planeta, o que vai fazê-la suar a camisa, mesmo falando da morte de Jasper, simplesmente porque é assim que uma história clichê faria.

Dessa vez, acredito que eu tenha ido com a cara do elenco quase todo. Digo quase porque Clarke tem tudo para ser equivalente a Elena Gilbert em Vampire Diaries: se morresse em determinados momentos, faria com que a série fosse muito mais interessante só com os coadjuvantes. Octavia Blake é a personificação da ousadia e eu gostei disso. Uma pessoa que passa dezesseis anos presa numa nave e é a primeira a pisar na Terra e gritar: “We’re back, bitches!”, merece, no mínimo, meu respeito. Bellamy, irmão de Octavia, mostrou a que veio nas primeiras cenas. É o vilão que tem coração e vai se apaixonar por alguém (provavelmente Clarke), que vai fazer com que ele repense as atitudes. Finn é o mocinho que também sabe fazer algumas besteirinhas. É óbvio o interesse dele em Clarke, coisa que Octavia, com certeza, não vai gostar muito quando perceber. E aí vai estar a graça da série: o triângulo (ou seria quarteto?) amoroso. Ah, CW…

E sim, também tem adultos nessa série. Mas eles estão brigando pela liderança da Arca enquanto os jovens estão sendo mortos com lanças na Terra. No final da temporada, provavelmente, eles vão se colocar numa nave e ajudar os filhos a viver aqui embaixo outra vez. Enquanto isso, o oxigênio acaba lá em cima.

No fim das contas, a impressão deixada foi a de quase todas as séries da CW deixam quando começam: mais do mesmo drama chiché e teen com meninas incrivelmente bonitas e meninos de tirar o fôlego, com tanquinhos especialmente feitos para isso. Mais do mesmo, em uma roupagem nova. Resta saber se The 100 está para The Secret Circle, que nadou, nadou, nadou e morreu na praia, ou para The Vampire Diaries, que mesmo com muitos problemas está no ar há cinco anos com fãs fieis e uma audiência constante. Ainda não sei para qual lado eu torço.

The Walking Dead – Us

Data/Hora 25/03/2014, 10:58. Autor
Categorias Reviews

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Com o season finale se aproximando era de se esperar que algumas respostas começassem a aparecer. Depois de vários focando somente em um grupo especifico, em Us foi possível ver em que pé está cada um dos sobreviventes. O que eu achei mais engraçado é que a palavra claimed (reivindicado) foi mais utilizada nesse episódio do que no que levava esse nome. Vai entender!

Richonne e Carl

Apesar da aparição relâmpago, esse grupo é um dos que mais me agrada atualmente na série. Eles individualmente ou na companhia dos demais eram meio chatos, mas em trio estão roubando a atenção. A Michonne parece outra pessoa, bem diferente daquela misteriosa e calada das primeiras temporadas. Ela deu lugar a uma sorridente, engraçada e, até certo ponto, interessante mulher. Mas se o Carl deixou de ser um chato, o Rick anda muito apagadinho, eu as vezes esqueço que ainda está na série. Vamos ver até quando!

Richonne

Clube do Bolinha

Não tinha entendido qual era a do grupo liderado por Joe. Mas eles não estão na história à toa, já que nada na vida acontece por acaso. Eles estão à procura do cara que matou enforcado um de seus amigos. E não é que esse cara é o Rick?! Em Claimed, esse grupo invadiu a casa na qual o Rick estava (lembram que ele ficou escondido embaixo da cama?) e em uma confusão entre eles, um foi enforcado e acabou virando um walker. Um outro provavelmente viu Rick fugindo da casa e achou que ele fosse o culpado. Só quero ver quando todos se encontrarem, prevejo uma confusão!

A luz no fim do túnel

Na moral, esse Eugene é muito chato! Não para de falar, se acha o melhor – e provavelmente deve ser mesmo – e, como todo gênio, é inconveniente. Sinceramente não sei se ia aguentar fica no grupo com ele.

Glenn, Tara, Abraham, Eugene e Rosita continuam sua caminha para Terminus. As mensagens de Maggie continuam cada vez mais frequentes e quanto mais próximas de seu destino final, mais ansiosas as pessoas ficam e, consequentemente, mais descuidadas. Como Abraham tem uma missão bem definida, ele não pode ficar se dando ao luxo de se arriscar, então eles decidem se separar, pela milionésima vez.

Eugene vence Rosita pelo cansaço e fica responsável pela navegação. Abraham aproveita para tirar uma soneca, só que essa vontade de brincar de GPS não é de graça. Convencido de que vai salvar a humanidade, Eugene resolve dar a volta no túnel e esperar do outro lado a saída de Tara e Glenn, tudo isso para ficar com sua consciência tranquila. Só que eles encontram coisa muito melhor…

Enquanto isso, do outro lado, o cachorro arrependido (duvido você ler isso e não pensar no Chaves), quer dizer, Tara, segue Glenn e eles vão ter que atravessar um túnel escuro, com muitos walkers, no melhor estilo trem fantasma de um parque de diversões. Claro que presenciamos alguns momentos de muita tensão até que a luz vem, literalmente, do fim do túnel e um grupo de salvadores chega para resgatar Glenn e Tara (que ficou com a perna, que já estava muito boa, presa em um pedra).

Fim do Túnel

Para a nossa surpresa e alegria o grupo era formado por Abraham, Eugene, Rosita, Bob, Sasha e MAGGIE! Confesso que fiquei muito feliz de ver todos eles juntos. Porém a felicidade é deixada de lado quando esse novo grupo tem que decidir o que eles vão fazer daqui pra frente. No final das contas, a maioria opta por seguir até Terminus e de lá para Washington. E ao som de Be Not So Fearful, do A.C Newman, eles chegam ao Terminal!

Capa 2

Sou a Mary.

Parece que estão na estrada há um tempo.

Vamos acomodá-los e alimentá-los.

Bem-vindos ao Terminal.

Que venha A!

The Blacklist – Mako Tanida

Data/Hora 25/03/2014, 10:51. Autor
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Mako Tanida, da máfia japonesa, foi um “efeito colateral” da busca da equipe de Ressler por Red. E quem diria que um efeito colateral poderia ser, ao mesmo tempo, tão devastador e tão bom? Não compreenderam? Explico: ao devastar a vida de Ressler, Tanida acabou gerando um episódio daqueles. Como todos de The Blacklist, aliás.

Mas antes de falar da história principal de Mako Tanida, vou falar sobre Jolene e Tom. Quem diria que Tom seria capaz de matar tão a sangue frio, com as próprias mãos? Parece que o pessoal de Berlim não sabe com quem está lidando.

Além de descobrir que Tom é, realmente, BEM do mal, ainda ficamos sabendo que ele está infiltrado ao lado de Liz porque quer informações que ELA pode lhe dar. Plus: que matar Red não faz parte de suas atribuições. É interessante e angustiante acompanhar esse plot, já que muito embora a gente descubra muito sobre ele, isso ainda é pouco: não sabemos quem Tom realmente é e nem temos certeza de sua missão. Palmas lentas para os roteiristas da série, que já trataram do assunto 16 vezes e ainda assim não tornaram o plot chato ou cansativo. Estou completamente confusa, e isso é tão bom!

Deixando o “drama” familiar de Liz de lado (o que foi Tom abraçando ela com as mãos sujas de sangue no banho? TENSÃO!), é hora de partir para outro drama, o de Ressler.

Achei genial como os roteiristas trabalharam a aproximação entre Red e Ressler nesse episódio. De inimigos à quase parceiros, observamos ambos evoluírem, se abrirem, buscarem seus objetivos. E ao mesmo tempo que descobrimos mais de Ressler, descobrimos mais de Red.

“O meu maior inimigo trouxe ela de volta. E meu melhor amigo tirou ela de mim”. Foi impossível não sofrer com a morte de Audrey. Foi impossível não lamentar o destino de Ressler (mesmo que eu não shippasse ele com a ex-noiva). E foi impossível não orgulhar-se dele, no final das contas. Ele optou por um caminho diferente de Red. E talvez isso seja, a longo prazo, sua redenção.

Red sofre com o destino que escolheu pra si. Deu mostras claras, nesse episódio, de que a vingança é um caminho solitário e sem volta. E que as perdas definem quem você é, o que você faz, o seu primeiro pensamento pela manhã. Red alertou Ressler de que o processo é demorado, mas que ele irá abrandar-se e cair numa espécie de limbo de entorpecimento. E, evitando que o agente pegasse o caminho sem volta da vingança, lhe enviou a cabeça de Tanida.

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É por causa desses gestos que se vê que Red é, no final das contas, um homem bom. Extremamente perturbado, angustiado, magoado. Mas bom. Ele mata a sangue frio, sim. Mas como deixa claro para Liz, as mortes tem reflexo nele. E mais: fazem parte de um plano maior, que passa pelo “extermínio” de sua família. Complexo, mas muito humano. Aliás, isso é quase que uma redundância.

Eu gostei MUITO do caso do episódio. Máfia, vingança, traições, um líder de quartel que na verdade está morto, um policial sujo. Poderíamos pedir mais? Mesmo sem a participação direta do FBI e, consequentemente, de Liz e de Malik, a trama foi bastante envolvente e instigante. Criamos uma empatia com a dor de Ressler, e a vontade de ver Jonica morto era quase maior do que o medo de que esse ato fosse o fim para o agente do bem. No final das contas, Ressler ouviu Liz. E suspiramos aliviados – e em alguns instantes, redimidos.

Mais dois caras maus estão mortos, e a lista negra de Red está cada vez menor. Mas nesse episódio o criminoso voltou a sentir uma baixa: o cowboy. E creio que ele sabe da participação de Tom no desaparecimento do Broyles cowboy e de Jolene. O que me leva a crer que o episódio que passou ontem nos Estados Unidos, Ivan, deve ter se centrado em Tom e no cerco se fechando contra ele. Torço MUITO por isso.

Até os próximos comentários. E espero que comemorando a ruína do Tom. 😉

Confira o vídeo promocional dos últimos episódios de ‘How I Met Your Mother’

Data/Hora 25/03/2014, 10:13. Autor
Categorias Notícias

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“Você riu com eles. Você chorou com eles. Agora é a hora de dizer adeus. Deixe-os surpreender você. Apenas mais uma vez”.

É essa a fala do narrador da promo dos dois últimos episódios da história de How I Met Your Mother, que se despede do público na próxima semana, com especial de uma hora. O nome da despedida? Last Forever. It’s gonna be legen… wait for it… dary.

Estão preparados para deixar HIMYM ir?

 

Kelli Williams participará de ‘NCIS’

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“É um episódio muito importante para nós”. Foi assim que Gary Glasberg, produtor da série de investigação criminal NCIS, definiu o episódio da série que terá a participação de Kelli Williams (Lie To Me, Army Wives, The Practice) em entrevista para o site TVLine. Clique aqui para continuar a leitura »

Destaques na TV – terça, 25/03

Data/Hora 25/03/2014, 09:21. Autor
Categorias TV Brasil

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Confira os destaques da programação da TV desta terça-feira.

O Discovery, pela primeira vez, volta suas lentes para uma série de ficção, com a estreia de  Klondike. Dividida em seis episódios, transmitidos sem intervalos comerciais, a produção faz uma leitura contemporânea de um evento lendário: a grande corrida do ouro ocorrida no território de Yukon, na região de Klondike (norte do Canadá, na fronteira com o Alasca). A minissérie para a TV é baseada em fatos reais, numa adaptação do livro Gold Diggers: Striking It Rich in the Klondike, de Charlotte Gray.  A minissérie é estrelada por Sam Shepard, Tim Roth (Lie to Me), Abbie Cornish, Richard Madden (Game of Thrones), Augustus Prew (The Borgias), Conor Leslie (Revenge) e Tim Blake Nelson (Chaos).

Law & Order: Special Victims Unit volta com episódio inédito. John Benjamin Hickey (The Good Wife) faz participação especial no episódio. Outra série que também volta com inéditos é Chicago Fire.

Record volta a reexibir Grimm logo depois de Era Uma Vez (Once Upon a Time).

Em The Blacklist teremos a participação de Hoon Lee – o Job de Banshee.

Lena Dunham (Girls), Hugh Dancy (Hannibal) e o Foster The People são os convidadas da noite no The Tonight Show.

Confira os demais destaques de hoje.

DISCOVERY
Klondike – 23h10 (ep 1×01) – minissérie – ESTREIA

GLOBO
A Teia – 23h35 depois de BBB – minissérie

SPACE
Continuum – 8h18 (ep 2×11) Inédito
Justified – Não tem exibição

FOX
The Walking Dead – 22h30 (ep 4×15) – Leia a review
Sleepy Hollow – 23h15 (ep 1×08) – Leia a review

SONY
The Blacklist – 21 h (ep 1×16) – Leia a review

RECORD
Era Uma Vez – 22h15 (ep 2×07)
Grimm – 23h15 (ep 1×01)
Engana-me se Puder – 00h15 (ep 2×05)

BAND
How I Met Your Mother – Como Conheci sua Mãe – 21h30

SBT
Chaves – 19h20

UNIVERSAL
Chicago Fire – 22 h (ep 2×14)
Law & Order : SVU – 23 h (ep 15×14)

WARNER
The Big Bang Theory – 20 h (ep 7×17)
Mom – 20h30 – Reprise

+GLOBOSAT
Kidnap & Ranson – Sequestros de Willard – 22h (ep 1×03)

AXN
NCIS – 22h (ep 11×15)

COMEDY CENTRAL
South Park – 20h30 (ep 17×08)

CINEMAX
Revolution – 21h (ep 2×16)

GNT
Parenthood – 15h – (de segunda a sexta)
The Tonight Show com Jimmy Fallon – 23h30

BOOMERANG
A Vida Secreta de Uma Adolescente Americana – 20 h (exibição de segunda a sexta)

MTV
The Vampire Diaries – 15h (exibição de segunda a sexta reprise 1ª temporada)
Smallville – 15h45 (exibição de segunda a sexta reprise 1ª temporada)

VIVA
Malhação – 13h (de segunda a sexta)
A Próxima Vítima – 14h30 (de segunda a sexta)
Retrato de Mulher – 23h10 (de segunda a sexta)
Agua Viva – 0h (de segunda a sábado)

Podem comentar.

‘Rookie Blue’ terá 22 episódios na 5ª temporada

Data/Hora 24/03/2014, 17:22. Autor
Categorias Notícias

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Normalmente, as temporadas de Rookie Blue têm 13 episódios. A próxima, cuja estreia será em 17 de julho, será mais longa, contudo. Serão 22 episódios, conforme antecipamos em fevereiro.

Mas a notícia não é tão boa assim para os fãs. Dos episódios encomendados, apenas 11 serão exibidos na Summer Season da ABC. Os outros 11 não tem data para irem ao ar.

Como a emissora de origem é a Global, do Canadá, e a decisão de fazer uma série mais longa teria partido dos produtores canadenses, é possível que a Global exiba todos os episódios em sequência, fazendo com que o desfecho vá ao ar nos dois países em datas diferentes.

O primeiro episódio da 5ª temporada de Rookie Blue, que irá ao ar em 17 de julho, chama-se Blink.

Com informações do TVLine.

 

ABC divulga sua grade para a Summer Season: ‘Rookie Blue’ é a última das veteranas a voltar

Data/Hora 24/03/2014, 16:32. Autor
Categorias Notícias, Upfronts

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A ABC acabou de anunciar sua grade de programação para a Summer Season.

NOTÍCIAS| ABC encomenda novos pilotos

Entre as estreantes, The Quest é a primeira a ir ao ar, em 19/06. No dia 22 do mesmo mês, vai ao ar o piloto de Rising Star. Em 24 de julho estreia uma das maiores apostas da emissora, The Astronaut Wives Club, cuja direção está à cargo de Nick Cassavetes. E o reality spin-off de Bachelor, Bachelor in Paradise, estreia em 4 de agosto.

Entre os reality-shows que retornam, The Bachelorette é o primeiro a ir ao ar, já no dia 19 de maio. Extreme Weight Loss volta no dia 27 de maio. O game show Bet On Your Baby retorna no dia 31 de maio.

NOTÍCIAS| Justin Hartley participará da 2ª temporada de ‘Mistresses’

Quanto aos seriados veteranos, a segunda temporada de Motive estreia no dia 21 de maio. Na sequência, é a vez da segunda temporada de Mistresses. Wipeout retorna à grade da ABC no dia 22 de junho, em episódio especial com duas horas de duração. A última atração a estrear, entre as retornantes, é Rookie Blue, no dia 17 de julho. A série-documentário NY Med retorna no dia 24 de junho.

NOTÍCIAS| Oliver Becker e Matt Murray juntam-se ao elenco de ‘Rookie Blue

O novo drama Black Box – que será protagonizado por Kelly Reilly – estreia em 24 de abril, antes mesmo da Summer Season começar efetivamente. O  Jimmy Kimmel Live: Game Night, que volta para o sétimo ano consecutivo, será exibido após cada noite das finais da NBA, e a primeira exibição será em 5 de junho.

Com informações do TV by the Numbers.

 

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