Kit Harington revela que Jon Snow terá destaque na quarta temporada de ‘Game of Thrones’

Data/Hora 29/03/2014, 10:00. Autor
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*Este texto contém spoilers sobre a nova temporada de Game of Thrones*

Seis de abril se aproxima, e com a data, vem a estreia da quarta temporada de Game of Thrones. E constantemente, notícias, vídeos e entrevistas chegam ao público. E foi a vez de Kit Harington revelar detalhes de seu personagem (Jon Snow), que estão por vir na quarta temporada.

O filho bastardo do Lorde Eddard Stark, Jon Snow, terá voz, segundo Harington. O ator afirmou que ”essa será a maior temporada para Jon, ele começará a falar mais”. Snow se encontrará mais uma vez  na The Wall – uma colossal fortificação que fica a 300 milhas a norte dos Sete Reinos -, sabendo que há uma iminente ameaça dos Selvagens, além de se envolver em uma batalha de poder com os oficiais de Castle Black. ”A coisa mais importante para ele é que não há a figura patriarcal sobre sua cabeça, dando-lhe ordens, dizendo-lhe o que fazer. Não há tio Benjen, não há Qhorin Halfhand, não há Mance Rayder”, revelou.

”Ele nunca fala muito, mas sempre é falado”, disse Harington a respeito do desenvolver do personagem nas outras temporadas, afirmando que uma das coisas que mais gosta em Snow é o fato de ele absorver as coisas ao seu redor. O ator disse que ‘‘ele [Snow] teve um discurso, e que ele [Harington] se sentiu muito estranho para fazê-lo [o discurso] após três anos interpretando Jon Snow”. ”Foi muito bem escrito, você pode dizer que ele não quer fazer isso [discursar] mas ele não tem escolha”, completou.

Na última temporada, Snow matou HalfHand (Simon Armstrong) – o próprio insistiu para que o matasse, pois assim Snow seria visto como um traidor aos olhos dos Selvagens. E agora, o comando de Castle Black possui dois homens que não irão apreciá-lo, o Janos Slynt (Dominic Carter), ex-comandante da Patrulha da Cidade de Porto Real, e o Mestre de Armas e responsável pelo treinamento de recrutas do Castle Black, Alliser Thorne (Owen Teale). Harington disse que ”ele [Slynt] tem que revelar onde esteve com Thorne, que não temos visto desde a primeira temporada, e nunca gostei dele em primeiro lugar’‘.

Na terceira temporada, com o tornozelo quebrado, Kit Harington teve a filmagem de algumas cenas remarcadas, mudando algumas datas, mas hoje, diz estar totalmente recuperado para as pesadas filmagens (que já tiveram seu início há algum tempo) da quarta temporada. Para a Entertainment Weekly, a preparação de Castle Black para a guerra tomará algum tempo de Jon para pensar em seu ”distante” amor por Ygritte, pelo menos em primeiro plano. O ator ainda afirmou que ‘‘houve dos fãs, no passado, uma sensação de que a história de Jon Snow não foi feita com justiça, e que não acha isso correto”.

A quarta temporada de Game of Thrones será transmitida simultaneamente entre os Estados Unidos e o Brasil no dia 6 de abril, domingo, pela HBO.

Com informações da EW

Person of Interest – Allegiance

Data/Hora 29/03/2014, 10:00. Autor
Categorias Reviews

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Infelizmente Allegiance mostrou, mais uma vez, o que grande parte dos fãs da série vêm repetindo constantemente: não há espaço para dois Reeses na história. E digo infelizmente porque, diferentemente de uma grande parte desses mesmos fãs, eu gosto da Shaw e, admito, mesmo que isso leve muita gente a torcer o nariz, gosto mais dela do que um dia gostei da Carter.

Reese saía-se muito bem sozinho em situações muito mais complexas antes que ela entrasse na história. Talvez seja isso que cause certo desconforto com a sua presença, as situações em que eles atuam conjuntamente parecem desprovidas de um grau de complexidade tal que a presença dos dois seja necessária.

Além disso, o lado positivo da presença de Shaw pode ser também seu Calcanhar de Aquiles. E isto ficou evidente em Allegiance. As melhores cenas em que Fusco aparece, ultimamente, são aquelas em que está contracenando com Shaw. Um humor leve, cheio de tiradas inteligentes. Se isso o incorpora mais constantemente à história, à medida em que essas cenas conseguem conquistar os fãs do detetive, que não são poucos, e entre os quais eu me incluo, mais apagada fica a presença de Reese, aumentando o desconforto com a presença de Shaw.

Ainda continuo achando que Shaw, Root e o Samaritano, poderiam gerar um spin-off da série. Sugestão de quem não tem a menor idéia de como essas coisas acontecem!

Allegiance, além de colocar a equipe para trabalhar com um novo CPF, mostrou mais um degrau sendo galgado na viabilização do Samaritano. Mostrou também que, se um dia construiu-se a ideia de que a Máquina poderia ser onipresente, esse seu atributo esbarrou na existência de ser humano tão sagaz quanto Finch ou Root. E Greer mostrou-se não somente sagaz, mas suficientemente inteligente para, tal como o diabo no deserto, tentar Root, no que ela tem de mais vulnerável: sua relação com a Máquina.

A possibilidade de uma relação mais intensa e profunda com um ser que ela venera. A possibilidade de tornar-se parte do Olimpo.

A última cena em que os dois se encontram foi o prenúncio do que está por vir e também pode ter encerrado o destino de Root. Se o diabo a poupou, é porque ainda tem planos para ela e sabe que, no fundo, sua proposta irá acompanhá-la e talvez o acaso encarregue-se de responder às suas dúvidas e ela sucumba à tentação. Para Greer, Root é apenas mais uma peça na construção de um império, pois se ela será apenas mais uma alma a arder na fogueira, não lhe importa. Almas são apenas energia no fogo do inferno.

Resta esperar que, quando chegar a hora em que Root terá que decidir, Finch possa estar lá para ela e demonstre a mesma compaixão que demonstrou com quem menos a merecia.

‘Once Upon a Time in Wonderland’ é cancelada devido à baixa audiência

Data/Hora 29/03/2014, 09:20. Autor
Categorias Notícias

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Com apenas uma temporada em seu decorrer, Once Upon a Time in Wonderland tem seus dias contados. Na próxima quinta-feira (3), o spinoff de Once Upon a Time, terá sua series finale, como foi divulgado pela rede ABC em um vídeo sobre o 13º episódio do seriado.

O cancelamento já era esperado pela mídia e pelos fãs, devido à baixa audiência – cerca de 3,3 milhões de espectadores por episódio. Quando criada, o objetivo dos produtores em relação ao spinoff era produzir uma história para apenas uma temporada, entretanto, ficou no ar uma esperança para uma nova temporada, com um novo conto no País das Maravilhas.

Sem confirmação para uma renovação, Once Upon a Time, ao contrário de seu spinoff, tem grandes expectativas para lançar mais uma temporada. A série vai ao ar aos domingos e é uma das muitas séries do canal que dá ao mesmo grande audiência – principalmente aos domingos, dia de média audiência para a ABC.

Será que algum personagem de Wonderland poderá migrar para Once Upon a Time?

Com informações do EW.

Destaques na TV – sábado, 29/03

Data/Hora 29/03/2014, 07:27. Autor
Categorias TV Brasil

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Olá. Seguem os destaques dos canais de TV neste sábado.

Royal Pains encerra sua 4ª temporada em um evento de duas horas, onde o casamento de Evan (Paulo Costanzo) e Paige (Brooke D’Orsay) acontece caracterizado por flashbacks reveladores, teremos uma tempestade inesperada e um reencontro de velhos amigos. O episódio marca o retorno de Jill Casey (Jill Flint) aos Hamptons e tem Emma Caulfield (Buffy) como atriz convidada.

Confira os demais destaques de hoje.

FX
Wilfred – 8h30 (ep 3×09)

SONY
America’s Got Talent – 15h
Royal Pains – 17 h (ep 4×15) / 18h (ep 4×16) SEASON FINALE
Saturday Night Live – 18h30
The Neighbors – 19h30 (ep 1×06)
Parks and Recreation – 20h (ep 6×06)
Trophy Wife – 20h30 (ep 1×06)

FOX
Bones – 11h30 (ep 9×02) Reprise
White Collar – 12h20 (ep 5×08) – Leia a review
Sleep Hollow – 13h10 (ep 1×08) reprise
New Girl – 18h (ep 3×09) – Leia a review
Glee – 18h30 – Reprise
Futurama – 19h35 (ep 7×26) SERIES FINALE

A&E
Longmire – 20h (ep 2×04)

VIVA
Agua Viva – 0h

Até amanhã!

Suits – Moot Point

Data/Hora 28/03/2014, 22:10. Autor
Categorias Reviews

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Em todos esses anos em que assisto séries de TV, nunca havia sentido tanta indignação quanto no episódio dez desta temporada de Suits. Pareceu-me, na época, que os criadores tinham perdido o pé da história, como se o plot inicial houvesse se esgotado. Naquele episódio, para mim, somente se salvava o cliffhanger.

Seis meses depois, Suits está de volta e me parece que o tempo foi providencial para a continuidade da história: Suits voltou a ser o que era antes de Stay. Roteiros ágeis, diálogos inteligentes, amores fraternos, casos improváveis, soluções surpreendentes. Todos esses elementos comprimidos em quarenta e cinco minutos de pura arte. E, se é verdade que Aaron Korsh não tem a sutilidade de David Kelley para abordar assuntos pertinentes ao imaginário coletivo da sociedade americana, fundado em seu American Way of Life, seu jeito direto também funciona e faz de Suits uma série que encanta e, de diversas maneiras, é capaz de extrapolar a simples diversão descompromissada.

Nesse sentido, o final de Yestarday´s Gone (décimo segundo episódio desta terceira temporada) foi épico, porque ecoando da carreira de Mike, um gênio do direito sem a chancela de Harvard, travou-se em parcos três minutos, povoados de dilemas e imagens anteriores, todo um debate entre Filosofia do Direito e Teoria do Direito (depoimento de Jéssica sobre a pertinência de ter sido instituída administradora do espólio do ex-marido). Esses três minutos valeram a temporada inteira. O simples questionamento que este confronto propiciou já teria valido a pena como conclusão daquela cena em que Louis descobre que a ficha de Mike não se encontra nos arquivos de Sheila Sazs. Mas Suits foi além, não limitou a conclusão do cliffhanger à salvação de Mike. A conclusão extrapolou o simples debate. E, ainda que a verdade possa, moralmente, questionar a letra da lei, a realidade pode ser madrasta, pois a letra da lei é o que irá determinar a organização e a aceitação social. Assim, ao final de Moot Point (décimo terceiro episódio), será somente sobre o diploma de Harvard que os holofotes poderão brilhar.

Mas Suits não parou por aí. Ainda resta saber como iremos nos livrar de Danna Scott, a bitch da vez. A namoradinha de Harvey que, tornando-se sócia da Pearson & Specter, em um arroubo de auto-afirmação, declarou guerra a Louis, no escritório. Neste confronto, vejamos para onde pende a balança da série. Se para o amor fraterno, gênero que permeou todo e desenvolvimento da série até então, ou para o amor romântico, condição que tanta indignação me causou em Stay.

E para terminar devo confessar uma maldade: torci horrores para o avião de Danna Scott cair no oceano na sua viagem de volta a Nova York.

Star-Crossed – Stabbed With a White Wench´s Black Eyes

Data/Hora 28/03/2014, 21:15. Autor
Categorias Reviews

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Finalmente um episódio para relembrar porque Star-Crossed, em um primeiro momento, parecia promissora: nem tanto romance, nem tanto conflito, apesar dos enfrentamentos e desencontros românticos.

Stabbed With a White Wench´s Black Eyes conseguiu, pela primeira vez, depois do episódio de estréia, um roteiro que manteve a unidade da história em um ritmo que prendeu a atenção. Talvez o segredo do episódio tenha sido o fato de que a guerra entre humanos e atrianos tenha sido apenas o pano de fundo para o desenvolvimento da história de amor entre Emery e Roman e assim, sem descuidar do motivo que movimenta a relação dos personagens, pode priorizar o plot que deu origem à história.

Uma festa na casa de Grayson, com o objetivo de angariar fundos para caridade, torna-se o palco perfeito para uma ação dos Trags e para um encontro a três: Grayson/Emery/Roman.

Os Falcões Vermelhos planejaram um ataque ao Setor de Confinamento e em retaliação Vega ordena o rapto do filho dos líderes da facção terrorista. O objetivo é trocar Grayson por atrianos mantidos presos, entre eles o pai de Zoe e a mãe de Drake. Os planos dos Trags poderiam ter funcionado caso Roman não tivesse interferido para salvar Grayson. Uma sequência um tanto batida, caso não houvesse o fator Drake para lhe emprestar tons menos óbvios.

É da natureza de Roman ser o herói tradicional: caráter impecável, percepção dos conflitos para além da realidade imediata, capacidade de renúncia maior que a maioria; mas, no contexto da série, ele não pode ser invulnerável. E, porque ele não pode ser um “super-homem”, ele precisa que, nas sequências em que as ações do conflito entre atrianos e humanos são desenvolvidas, haja algo que sustente essa sua vulnerabilidade e, ao mesmo tempo, confirme a sua vitória. Nesse sentido, Drake, um personagem mais complexo porque perdido entre a fidelidade à sua condição de atriano e à simpatia crescente pelos humanos (simpatia que o Programa de Integração e uma atração magnética por Taylor só faz aumentar), acaba cedendo à voz da razão e o transforma no apoio que Roman necessita para realizar sua condição de herói.

É assim que Roman e Drake acabam salvando Grayson das garras dos Trags, embora a dúvida esteja em como Vega irá lidar com a situação e quais serão as consequências para Drake.

Mas, ao salvar Grayson, Roman também sucumbe a mais uma cilada do destino, que, em Star-Crossed, parece abusar de mal-entendidos.

A festa de caridade foi, também, palco de um quase entendimento entre Roman e Emery. Entre a pressão exercida sobre ela pela mãe de Grayson a respeito de sua relação com seu filho e sua simpatia pelos atrianos e (valham-me todos os deuses, até que enfim!) a quase declaração de amor explícita de Roman, ela percebe por qual dos mocinhos seu coração bate mais forte.

Mas, como o destino não pode se furtar a interferir, o quase entendimento entre o casal transformou-se em mais um mal-entendido quando Roman vê Emery consolando Grayson por causa da prisão da mãe como líder dos Falcões Vermelhos e imagina que a moça fez sua escolha entre ele e o outro. E assim Roman pode realizar sua outra faceta: o herói romântico, humano da sua vulnerabilidade afetiva.

Assim, se Stabbed With a White Wench´s Black Eyes foi um episódio para se recuperar a fé em Star-Crossed, foi também um episódio pra relembrar que existe um herói e que ele possui um fiel escudeiro, que, às vezes, pode ser tão, ou mais, interessante que ele próprio.

‘Those Who Kill’ reestreia neste domingo pela LMN

Data/Hora 28/03/2014, 17:07. Autor
Categorias Notícias

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Depois da exibição de dois episódios no A&E e da baixa audiência, o canal americano decidiu deixar o seriado Those Who Kill para uma outra oportunidade  – quando fosse possível conquistar números maiores quanto aos seus espectadores. Apesar da expectativa de que a série fosse ser reexibida pelo mesmo canal, a mais recente novidade é que Those Who Kill reestreará no dia 30 de março, domingo, pelo canal LMN (Lifetime Movie Network).

Those Who Kill conta a história da detetive de polícia Catherine Jensen (Chlöe Sevigny) que, ao lado de Thomas Schaffer (James D’Arcy), tem um profundo conhecimento sobre os assassinos em série que investiga. Thomas é especialista em analisar o comportamento desses criminosos. A nova série é uma adaptação de uma produção dinamarquesa de sucesso.

O Lifetime Movie Network é um canal a cabo que exibe filmes, telefilmes e reality shows. Com a estreia de Those Who Kill, esta será a primeira série ficcional a ser exibida pelo canal.

Com informações do TV Guide.

Glee — New Directions

Data/Hora 28/03/2014, 17:04. Autor
Categorias Reviews

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Luzes apagadas, porta fechada. É hora de dizer adeus.

Seria o final perfeito para a série. Esse pensamento não me abandonou desde que assisti o episódio, e eu não acho que vá embora assim tão rápido. Depois de New Directions, só nos resta dizer adeus ao Glee Club.

O episódio é a conclusão do episódio da semana passada, o 100º, e apesar de muitas pessoas acreditarem que o Glee Club poderia de alguma forma ser salvo (mesmo sabendo que Glee está se mudando para Nova York em tempo integral para o resto da temporada ), a série impressionantemente diz adeus e cancela oficialmente o Glee Club de maneira apresentável e bonita de assistir.

Antes de chegar nas partes mais emocionantes, o olho do furacão, vamos falar sobre um assunto recorrente nos últimos episódios: A briga de Rachel e Santana. No final das contas, Kurt, Mercedes e Brittany ajudaram a colocar tudo no lugar. Os dois primeiros só precisaram de um dueto para despertar em Rachel um sentimento de saudade, mas Brittany mostrou realmente para Santana que ela não queria o papel em Funny Girl. Ela só queria mesmo ganhar. Rápido demais, mas ainda assim no tempo certo, fizeram uma das melhores performances de todo o show.

 

Enquanto isso, a tentativa de Holly e April de fazer música em outras atividades extra curriculares da escola falhou. Mas isso não impede de fazer Will chorar, impede? Todos se reunem para gravar um vídeo lindo para o filho de Will, de modo que ele ou ela possa saber que tipo de homem é/foi o seu pai. Assim, o Glee Club aparece no palco no auditório para uma última cantoria em conjunto e seus membros originais (liderados por Rachel) são os primeiro a aparecer, antes de serem acompanhados por todos os outros, para cantar a tradicional Don’t Stop Believin’.

 

Depois disso, Sue vai ter uma conversa final junto com Mr. Shue na sala do coral — agora vazia. Ela o elogia, não apenas por ser um adversário digno, mas também por mudar a vida de todas as “crianças”. Ela ainda diz a ele que conseguiu para ele uma entrevista para treinar o Vocal Adrenaline.

Na cena final, Will está sozinho na sala do coral e tem seu momento de despedida silenciosa enquanto ouvimos as vozes dos nossos personagens tão queridos (inclusivo a de Finn) dizendo o quanto ele os inspirou.

Os últimos quinze minutos de Glee foram de certa forma, perfeitos. Muito sentimental? Clichê, claro. Mas é por isso que nos amamos essa série, não é? É o que o seriado faz de melhor.

No final do episódio, os antigos já tinham se formado, os novatos refletiram sobre como o Glee Club os mudou para melhor, e sala do coral é esvaziada. Foi uma maneira triste, mas poderosa que Glee encontrou para conseguir fechar seu ciclo dentro do McKinley. Talvez tudo tenha sido sentido de forma um pouco sombria para alguns, mas New Directions foi mesmo sobre dar uma oportunidade para cada um dos Alumni se despedir. E se Glee é bom em algo, ele é bom em dizer adeus.

———————

Setlist do episódio:
I Am ChangingKurt e Mercedes
Party All the Time
Holly
Loser Like Me
Blaine, Sam, Artie e Tina
Be Okay
Santana e Rachel
Give Me a Reason – Quinn e Puck
Don’t Stop Believin
Will, Alumni e New Directions

Destaques na TV – sexta, 28/03

Data/Hora 28/03/2014, 11:28. Autor
Categorias TV Brasil

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Confira o que tem na programação da TV hoje.

Em The Following, Ryan continua a procura de informações sobre a localização de Joe com a ajuda de Max, Mike e alguns contatos do FBI, enquanto isso, Joe tenta se estabilizar na nova seita junto com Emma e Mandy, com as participações de Sprague Grayden (Sons of Anarchy), Gegg Henry (Scandal) e Charles S. Dutton (Longmire).

Os convidados do The Tonight Show com Jimmy Fallon de hoje são : Kevin Bacon (The Following) que faz um flashmob de Footloose, Jeff Musial (expert em animais) e Dolla $ign como atração musical.

Agora confira os demais destaques na TV.

SONY
Teen Wolf – 21h (2×02) – Leia a review
Twisted – 22h (ep 1×02)

ID
I’d Kill For You – Por você eu faço tudo – 22h (ep 1×07)

WARNER
The Following – 22h25 (ep 2×08) – Leia a review

AXN
Lost Girl – 00 h (ep 1×09)

HBO
House of Lies – 21h30 (ep 3×10)

+GLOBOSAT
Os Melhores Contos de Grimm – Grimm’s Finest Fairy Tales – 22h (ep 1×10)

BAND
How I Met Your Mother – Como Conheci sua Mãe – 21h30

RECORD
Era Uma Vez – 22h15 (ep 2×09)
Bates Motel – 23h15 (ep 1×02)
Engana-me se Puder – 0h15 (ep 2×04)

SBT
Chaves – 19h20

COMEDY CENTRAL
Last Man Standing – 20h30

GNT
Broadchurch – 15h (de segunda a sexta)
Downton Abbey – 16h (ep 3×07) / 17h (ep 3×08) – Reprise
The Tonight Show com Jimmy Fallon – 23h30

MTV
The Vampire Diaries – 15h (exibição de segunda a sexta reprise 1ª temporada)
Smallville – 15h45 (exibição de segunda a sexta reprise 1ª temporada)

VIVA
Malhação – 1h (de segunda a sexta)
A Próxima Vítima – 14h30 (de segunda a sexta)
Retrato de Mulher – 23h10 (de segunda a sexta)
Agua Viva – 0h (de segunda a sábado)

FX (programação para a manhã de sábado – 29/mar)
Wilfred – 8h30 (ep 3×09)

Bom final de semana!

Castle – The Greater Good

Data/Hora 27/03/2014, 22:37. Autor
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Isso, isso! Quase posso me ouvir gritando e vibrando quando soube qual seria a história principal desse episódio e a quem ela envolveria. Fico feliz por meu desejo ter sido atendido – desejo esse que tenho há MUITO tempo. Claro que eu peço um monte de coisa, como, por exemplo, mais de Lanie, mais de Esplanie, mais de Martha e sua incrível história. Mas nessa semana, The Greater Good explorou um pouquinho mais de uma personagem que entrou em Castle de paraquedas, sentou-se em uma cadeira que já tinha um grande histórico e, aos poucos, foi ganhando os nossos corações: é claro que eu estou falando da Gates, nossa Sir.

O caso, no entanto, foi secundário. Desde a semana passada, em The Way of the Ninja, os casos tomaram um caminho mais calmo, sem muitas reviravoltas, mas também não é pra tanto, né? Quem aguenta uma sequência de episódios de tirar o fôlego? Ninguém! Só que em Castle há vários e vários plots que, quando o caso não faz brilhar os nossos olhos, eles fazem todo o trabalho pesado. E foi exatamente o que aconteceu nessa semana. O caso, em si, foi bem fraquinho, mas o episódio, com todos os seus pontos, não. Tá vendo a beleza que é essa nossa série?

castle - the greater good 01

A vítima da vez é Peter Cordero, um homem jovem que trabalhava em uma investidora da famosa rua que muitos chamam de coração financeiro de NY: Wall Street. E mesmo tendo mostrado uma reunião da investidora, na qual pudemos ver como funciona um discurso de motivação – na base do dinheiro, claro -, e mesmo tendo escutado Castle fazer referência ao belíssimo filme estrelado por DiCaprio (The Wolf of Wall Street), o que realmente saltou aos olhos nesse caso não foi a vítima, as condições em que ela se encontrava, tampouco o aprofundamento em um tema polêmico. O que chamou a atenção e fez do episódio algo para eu comemorar tem nome e sobrenome: Elizabeth Weston.

É claro que a gente nunca tinha escutado esse nome na série – também não poderia ser diferente. Quando a irmã de Gates, Elizabeth, surge no episódio, fica claro que há alguma pendência, alguma desavença. E, a partir disso, eu me motivei a assistir ao episódio não pra saber quem matou Peter, mas sim para saber o que houve com as duas irmãs. Quando Gates entrou na história, ela se viu inserida em um campo não muito favorável a ela: Montgomery, o ex-capitão, havia deixado órfãos de sua presença os seus grandes amigos da NYPD. Então, quando Victoria assumiu o posto de Montgomery, ela tinha que lidar com o trabalho e, sobretudo, com os corações partidos dos integrantes do departamento. Por isso, desde que Gates entrou na NYPD, seu trabalho e sua história foram desenvolvidos na base do “eu vou ganhar a confiança de vocês, assim como a amizade”. Mas não sabíamos da onde ela tinha vindo, quem era realmente essa mulher, o que ela carregava como passado, como experiência de mundo. E então, quando o trabalho de conquistar a confiança e a amizade foi realizado com sucesso, foi hora de Elizabeth aparecer e mostrar que a nossa Sir, tão forte e brava, também é uma mulher que carrega uma história – e cicatrizes.

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Elizabeth também mostrou que a maior virtude de uma pessoa pode, em alguns momentos, ser o fator principal para criar desavenças, separações. No caso de Gates, ser honesta e fazer seu trabalho limpamente foi o que a separou da irmã. “The Greater Good”, na verdade, foi o que Elizabeth pediu a irmã para considerar e ela, sabendo que o bem maior é o trabalho limpo e honesto, recusou. Claro que ela estava certa, mas Elizabeth não entendeu. Por isso, uma história que estava pendente desde 1998 só foi ter seu fim agora, com as duas amigas-irmãs fazendo algo que desejavam, em segredo, há muito tempo.

Porém, é claro que a história de Gates e Elizabeth não foi o único plot do episódio. A season finale se aproxima, e tanto já se falou de casamento, tantas coisas já foram postas em escolha, que esse episódio não poderia fugir à regra. De todas as ideias malucas de Castle, propor um casamento em uma montanha-russa não é tão ruim assim, né? Mas a questão não era exatamente o lugar, até porque isso já foi discutido (embora não tenha sido finalizado T.T). A questão mesmo foi: a lista de casamento. E depois de passarem o episódio inteiro pensando em quem convidar, jogando as estimativas para mais de 400 pessoas e fazendo Beckett torcer o nariz para toda aquela confusão, eis que surgiu uma das cenas mais fofas de Castle, que terminou com um dos beijos mais fofos também.

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Muitas vezes eu me perguntei se Castle era a pessoa certa pra ela, se ele não tinha corrido com o pedido de casamento e se ele estava levando tudo isso a sério. Mas percebi que sempre que eu pensava assim, que o Castle realmente não era a pessoa certa, uma característica louvável dele – e por muitas vezes oculta – aparecia: a sensibilidade. Mas essa sensibilidade demorou pra surgir, e como demorou. Somente quando toda a questão não se tratava mais dos livros, quando o trabalho de campo havia passado da obrigação para uma tarefa prazerosa, Castle se viu em uma transformação importante: ele largou aquele sem noção de A Deadly Game, que deixou Kate desamparada ao avisar que iria para Hamptons com a ex-mulher, e se transformou naquele homem maravilhoso, sempre presente, de Countdown, que estava ali para nunca mais deixá-la.

E essa mudança, além de mostrar um crescimento pessoal e como o amor pode mudar toda uma história, foi, também, a responsável por fazer Castle escrever, em menos de um minuto, que ela era a única pessoa que realmente importava no casamento. Se essa história tinha iniciado com um “I just want you”, ela começa, agora, naquela sala, a se eternizar com um simples “you”, que ultrapassa a linha de ser apenas um pronome escrito em um papel. Coube a ela, há tempos atrás, ir de encontro a ele e não deixá-lo fugir. Cabe a ele, agora, segurá-la para sempre. E parafraseando Castro Alves, a alma dele, aqui, além, mais longe, sempre será dela.

Sobre o beijo, eu nem preciso comentar, né? Me permito dizer que foi um dos mais carinhosos, amorosos e profundos que a gente já viu. A câmera ajudou, os atores ajudaram, a química favoreceu e o amor, bem, esse aí é o componente principal da fórmula que Castle usa há mais de 5 anos.

The Greater Good foi realmente um episódio gostoso de assistir. Saber mais da Gates foi maravilhoso e ver as consequências que o amor de Beckett fez em Castle também. Para um hiato de quase um mês, a única coisa que eu tenho a pedir é: força para aguentar todo esse tempo sem um novo episódio. Vou, então, me preparando psicologicamente para o fim dessa sexta temporada que marcou Castle de uma forma indescritível – e isso porque ainda nem chegou ao seu final (esperem pela season finale!). Deixo aqui meu beijo e abraço para vocês e eu os vejo ao fim dessa horrorosa pausa, que acabará no dia 21 de abril. Até lá!

PS1: Preciso saber o que Tia Thereza postou no facebook sobre Castle, sério mesmo.

PS2: Amo quando a Martha se mete nas questões do casamento. Martha não, melhor assim: “alguém que nasceu para ser brutal e impiedosa”.

PS3: Maddie entrou pra lista do casamento. Sim, Maddie, aquele encontro de Castle em Food to Die For haha

 

The Vampire Diaries – While You Were Sleeping

Data/Hora 27/03/2014, 20:11. Autor
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Após um breve hiatus e a morte de Katherine, The Vampire Diaries teve um episódio sobre a loucura de Elena com o vírus canibal 2.0 no corpo, mas nada interessante no episódio teve a ver com a mesma ou com o tal vírus. Elena é uma protagonista irritante, a qual temos que aturar na maior parte da série justamente por ser a personagem principal da trama. Entretanto, desta vez o fato de nada ter sido interessante sobre ela no episódio não teve a ver com a personagem em si, e sim com a maneira como o que tudo o que lhe aconteceu foi conduzido.

Stefan_Elena

Katherine morreu, mas deixou um presente para Elena como uma clara forma de vingança: injetou na mocinha – de quem havia “emprestado” o corpo – o tal vírus numa versão melhorada (ou piorada, dependendo do ponto de vista). Isso foi uma atitude que arrancou reações como: “Bacana! Agora veremos um pouco de crise na história com Elena sendo um monstro e se traumatizando por isso (já que Damon no fundo não liga de matar Mystic Falls inteira, contanto que Elena permaneça viva).”. Mas o que aconteceu? Após ela ficar os primeiros trinta e dois minutos – o episódio tem quarenta e dois – presa e se lamentando para Damon por telefone, quando finalmente se solta literalmente louca e decidida a fazer estrago, lhe entregam uma cura. Tipo… Como assim, meu povo?! O episódio mal começou a tentar suprir as expectativas e já propôs uma solução para o problema! Resumidamente prometeu e não cumpriu.

Todavia, como eu disse, sobre Elena não tivemos coisas interessantes, mas em relação a outros personagens da trama, foi bem diferente. Para começar, era mais do que evidente que os Viajantes não são confiáveis, embora o objetivo deles ainda não esteja claro. O que impressionou mesmo foi a revelação a respeito de – pasmem!! – mais um doppelganger do Stefan.  Não se sabe ainda se o rapaz que deu azar de nascer com a cara do Stefan tem conhecimento sobre esse mundo louco do qual ele faz parte, e é difícil de acreditar que no momento decisivo Caroline mate o sósia de seu amigo somente por um capricho dos Viajantes. Bem, por hora o confirmado é que, apesar de não pararem de sair cópias de pessoas e vampiros por todos os lados, ter mais um feito o Stefan na série não é algo a se dispensar. E rapazes, ignorem, pois vocês já tiveram três Elenas de uma vez só.

LivBruxa

Por fim, minha previsão da qual estou orgulhosa até agora: Liv. Assim que a Katherine morreu, eu disse numa review que Liv poderia assumir a função de atormentar todos e usar os seus poderes para agitar um pouco a situação ali, e não é que realmente a danadinha parece que seguiu meus conselhos? E mesmo não tendo sido revelada sua verdadeira intenção, uma bruxa poderosa que provoca confusões será considerada uma diva desde cedo.  Ah, e enquanto isso Damon e Elena após mais uma de suas brigas voltam a fazer as pazes, e sinceramente, apesar de toda a atitude bonita de sempre salva-la e nunca machuca-la, está na hora de pararem de brigar para em seguida falarem meia dúzia de palavras bonitas um para o outro e voltarem, pois está se tornando clichê e repetitivo.

P. S. : Pessoas, façam as contas. Se tínhamos o triângulo amoroso formado por Elena, Katherine e Stefan, seria muito mais fácil acompanharem a lógica e perceberem que havia uma mulher sobrando, no caso a Katherine. Então algum gênio poderia supor que existiria mais alguma cópia para ela e pronto, sem matança. Só darem o “Stefan médico” para a agora falecida.

‘Petals on the Wind’ e ‘In The Flesh’ ganham data de retorno

Data/Hora 27/03/2014, 18:00. Autor
Categorias Notícias, Upfronts

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A sequência de Flowers in the Attic, Petals on the Wind ganhou data de estreia. A showtime anunciou que a sequência será exibida no dia 26 de maio.

NOTÍCIAS| Lifetime divulga novas informações sobre ‘Petals on the Wind’, a sequência de ‘Flowers in the Attic’

Enquanto isso a BBC America fixou em 10 de maio o retorno da minissérie de zumbis In The Flesh. A segunda temporada terá 6 episódios.

Com informações do TVLine.

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