Criador de ‘How I Met Your Mother’ fala sobre os episódios finais

Data/Hora 01/04/2014, 15:20. Autor
Categorias Notícias

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Craig Thomas, co-criador de How I Met Your Mother, se pronunciou sobre os dois últimos episódios do seriado – e toda polêmica que os envolveu – através do seu Twitter (@HimymCraig):

“Obrigada a todos vocês. Eu quero dizer: qualquer possível reação aos últimos 44 minutos… obrigada a todos vocês. O fato que nós fomos um sitcom que recebeu esse tanto de paixão dos fãs, por 9 anos (e não apenas essa noite) – obrigada. Nós escrevemos uma comédia com elementos dramáticos até o final. Obrigada por dividirem essa jornada conosco. Nós fizemos uma finale sobre as reviravoltas da vida e nem sempre é isso que acontece… mas OBRIGADA. Sério – não importa como vocês se sentiram essa noite, OBRIGADA… vocês estão conosco. Nós amamos vocês. Obrigada pela jornada”.

 

 

Boa parte dos fãs da série ficaram desapontados com os episódios finais, dando média C- para os mesmos no TVLine. Porém, também teve muita gente que adorou o desfecho e o achou bem plausível com os 9 anos do seriado.

Mas apesar de toda a polêmica, em se tratando de audiência os episódios foram muito bem. Segundo o Spoiler TV, eles foram os episódios mais vistos da história do seriado.

Confira aqui a nossa opinião sobre a series final de How I Met Your Mother.

Com informações do TV Line e do SpoilerTV.

How I Met Your Mother – Last Forever Part 1 e Part 2

Data/Hora 01/04/2014, 09:34. Autor
Categorias Reviews

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Série: How I Met Your Mother
Episodios: Last Forever Part 1 e Part 2
Número dos Episódios: 9×23 e 9×24
Exibição nos EUA: 31/03/2014
Nota do Episódio: 10

Eu fiz uma longa reflexão sobre esse episódio, e mesmo assim ainda não consegui tirar mais do que conclusões inconclusivas dessa montanha russa emocional chamada fim. Fui do céu ao inferno, e do riso às lagrimas. Transbordei felicidade mas a tristeza logo me abateu. E no fim apenas uma grande questão deve ter pairado sobre a vossa cabeça, assim como aconteceu com a minha. Esse foi um final digno de How I Met Your Mother?

Às vezes, 3 respirações profundas podem mudar tudo.

Segui então o conselho da Tracy. Me acalmei, firmei os pés no chão e tentei reorganizar os pensamentos. Assistir o final de uma grande série sempre é emocionante, você fica tenso e ansioso. Sabia desde o princípio que esse final não seria a coisa mais “perfeitinha” do mundo. How I Met Your Mother deixou de ser puramente uma sitcom há muito tempo. A emoção sempre foi algo presente, tanto para o bem como para o mal.

Confesso, ao assistir aos episódios pela primeira vez me senti extremamente traído. A medida que o final se aproximava, mais eu temia. Eram decisões que ninguém esperava acontecendo uma atrás da outra. Como puderam ousar passar uma temporada inteira nos enganando sobre um casamento que não deu certo? Como se atrevem a separar o inseparável quinteto? Onde acharam tamanha coragem? Onde estavam com a cabeça para tamanha insanidade? Era o que eu me perguntava a todo o instante.

Mal sabíamos, mas o golpe fatal ainda estava por vir. Há muito tempo rolavam teorias e mais teorias sobre o futuro da Mãe, e para a incredulidade de muitos, uma delas se confirmou. Tracy morreu, e há seis anos Ted vivia sozinho com seus filhos. O motivo de toda essa história que demorou nove anos para ser contada? A falta de coragem de Ted em seguir em frente, de aceitar sua perda e buscar alguém para viver o resto dos seus dia ao lado. E quem seria esse alguém se não Robin, certo?

E então o final chega, assim, tão arrebatador como a decisão final de unir Ted e Robin novamente. Confesso que isto foi tudo o que consegui ver no episódio, onde todo o resto parecia não fazer diferença perto dessa bomba que foi o final. Não conseguia aceitar, era este o final planejado desde o início pelos dois criadores? Me senti obrigado a rever, talvez com alguma parte de mim esperando que aquilo fosse um devaneio meu. Assisti novamente a series finale e vi um final surpreendente sim, mas cheio de coerência com tudo que já foi dito na série até hoje.

How I Met Your Mother - Last Forever 2

Eu não vou me ater às piadas, foram muitas e a grande maioria clássicas (o que significa que foram ótimas). Prefiro focar nos nossos personagens, uma última vez. Entender que cada um tem suas peculiaridades e suas próprias ambições talvez facilite o processo para perceber como cada um tomou suas decisões nesse tão polêmico fim.

Lily e Marshall nunca foram uma novidade para ninguém. Uma casa cheia de filhos, uma família unida e o amor reinando sozinho sob o teto dos Eriksen. Tudo lindo e sem polêmica, não há o que comentar, eles mereciam isso.

Barney e Robin sempre foram o casal que todos amávamos – ou a grande maioria. Após uma temporada inteira só para o seu casamento, todos pensávamos que o final feliz entre os dois estaria certo. No entanto, a surpresa de sua separação foi grande sim, mas não sem sentido. Desde o princípio os dois sempre foram muito diferentes, a singularidade de cada um deixou sua relação sem perspectiva alguma. Eles tentaram mudar um pelo outro, mas não funcionou. A única saída foi, para ambos, voltarem a ser do único jeito que sabem ser. Barney, o mulherengo; e Robin, a sem tempo para o coração. Foi natural, nenhum deles teve culpa.

Aqui vale uma ressalva: Barney e sua cena no hospital foram uma das coisas mais bonitas da série. Ele pode não ter achado a mulher da sua vida em Robin, mas com certeza achou em sua filha. De uma emoção imensa ver ele segurando o bebê com os olhos cheios de lágrimas. Final mais do que digno para um dos personagens mais memoráveis da televisão.

E então chego finalmente a Ted e Tracy. O que falar da mulher que fez Ted verdadeiramente feliz todo o tempo em que esteve com ele? Que deu a ele seus dois filhos, que compartilhou uma vida a dois que somente pessoas que se amam verdadeiramente podem ter? A decisão de tirar Tracy da vida de Ted fez muitos chorarem de tristeza e outros xingarem a quinta futura geração dos criadores da série, mas ela realmente foi tão ruim? É claro que em um mundo hipotético onde a felicidade seria eterna isso não faria sentido. No entanto, esse mundo nunca existiu em How I Met Your Mother e a série sempre deixou claro que traumas e perdas fazem parte da vida, assim como enfrentá-los também. Acreditem em mim, eu sempre quis um final clichê. Portanto, nada foi “estragado” entre os dois. Isto somente deixou sua história ainda mais bela.

Tentei, por mais fã da série que sou, ser extremamente honesto com o que a mim foi apresentado. Foi um final polêmico, e também grandioso, digno do tamanho dessa série. Assim como todos os finais polêmicos, haverá quem vai dizer que esse foi o pior final possível, como também o contrário. No entanto nada vai apagar o que foi feito durante todas essas nove temporadas. O importante é para sempre relembrar de tudo que How I Met Your Mother nos deixou e ensinou. Seja você um simples adolescente ou mais velho, houve em alguma hora um momento especial que vai ficar marcado junto a ti. Tenho certeza disso.

Um High Five pra cada um de vocês, afinal, todos somos grandes bro`s desta para sempre memorável história.

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Destaques na TV – terça, 1/04

Data/Hora 01/04/2014, 07:05. Autor
Categorias TV Brasil

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Confira o que tem na programação da TV.

The Walking Dead encerra sua temporada. Com vários caminhos se colidindo, Rick (Andrew Lincoln) fica cara a cara com a brutalidade. Será que ele e o grupo têm o que é preciso para sobreviver?

Em Sleepy Hollow, quando Ichabod (Tom Mison) e Abbie (Nicole Beharie) investigam o caso de uma pessoa desparecida, a busca os leva até uma casa da época colonial que guarda segredos do passado de Ichabod e libera um mal que há muito tempo estava dormente.

Avin (Kevin Pollak) decide passar o dia com seus netos, a fim de conhecê-los melhor. Christy (Anna Faris) e Bonnie (Allison Janney) ajudam Regina (Octavia Spencer) a colocar um ponto final em suas histórias mal resolvidas, no caminho para deixá-la na prisão, no episódio de Mom.

Dominic King é um policial responsável por negociar a vida de reféns. Quando uma empresária do Reino Unido é sequestrada na África do Sul, King passa a correr contra o relógio para trazer as vítimas vivas para casa. Kidnap & Ranson – Equipe de Resgate começa a sua 2ª temporada no canal +Globosat, apesar de não constar na grade da Net.

Com a participação de Mark Ivanir (Royal Pains, Grimm) como Ivan, temos um cyberterrorista russo no episódio de The Blacklist.

Em Revolution temos a participação de Reiko Aylesworth (24 Horas).

Jude Law e Shakira são os convidados de hoje do The Tonight Show.

Confira os demais destaques de hoje.

+GLOBOSAT
Kidnap & Ranson – Equipe de Resgate- 22h (ep 2×01) ESTREIA

DISCOVERY
Klondike – 23h10 (ep 1×02)

GLOBO
A Teia – 23h50 depois de BBB – minissérie

SPACE
Continuum – 7h34 (ep 2×12)

FOX
The Walking Dead – 22h30 (ep 4×16) SEASON FINALE
Sleepy Hollow – 23h15 (ep 1×09) – Leia a review

SONY
The Blacklist – 21h (ep 1×17) – Leia a review

RECORD
Era Uma Vez – 22h15 (ep 2×11)
Grimm – 23h15 (ep 1×02)
Engana-me se Puder – 00h15 (ep 2×07)

BAND
How I Met Your Mother – Como Conheci sua Mãe – 21h30

SBT
Chaves – 19h20

UNIVERSAL
Chicago Fire – 22h (ep 2×15)
Law & Order : SVU – 23h (ep 15×15)

WARNER
The Big Bang Theory – 20h (ep 7×178
Mom – 20h30 (ep 1×19)

AXN
NCIS – 22h (ep 11×16)

COMEDY CENTRAL
South Park – 20h30 (ep 17×09)

CINEMAX
Revolution – 21h (ep 2×17)

GNT
Parenthood – 15h – (de segunda a sexta)
The Tonight Show com Jimmy Fallon – 23h35

MTV
The Vampire Diaries – 15h (exibição de segunda a sexta reprise 1ª temporada)
Smallville – 15h45 (exibição de segunda a sexta reprise 1ª temporada)

VIVA
Malhação – 13h (de segunda a sexta)
A Próxima Vítima – 14h30 (de segunda a sexta)
Retrato de Mulher – 23h10 (de segunda a sexta)
Agua Viva – 0h (de segunda a sábado)

Podem comentar.

The Voice – The Battles, Round 1 (Parte 2)

Data/Hora 31/03/2014, 23:34. Autor
Categorias Reviews

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A segunda parte das Batalhas do The Voice começou mostrando que nem sempre os mais estimados são os melhores e que os underdogs podem roubar o espetáculo. Confesso que metade do pessoal que apareceu nesses dois episódios eu não me lembrava, mas fiquei muito surpreso com a qualidade e principalmente pelas escolhas – ou falta delas – dos técnicos.

Usher é de longe o melhor técnico. Suas dicas são sempre certeiras e demostra uma preocupação com todos os detalhes, desde a afinação até presença de palco. Fazendo um paralelo com a temporada passada, ele lembra muito a Christina Aguilera, que também fez um excelente trabalho. Como disse no texto anterior, não conhecia o trabalho da Jill Scott e a cada dia que passa estou mais encantado por ela. O Adam é o que melhor escolhe as músicas. O Blake anda muito apagado desde a temporada anterior (acho que é o olho gordo da concorrência) e Shakira está um pouco perdida, apesar de ter um time muito forte.

Em contrapartida, Blake tem uma das melhores ajudantes (Kimberly Perry), assim como Usher (Jill) e não sei o que passou na cabeça do Adam chamar esse Aloe Black. Ok, o cara está bombando nas paradas, mas também nunca tinha ouvido falar nele e esse sucesso todo ele deve ao Avicii. Sem graça, sem sal e completamente sem presença. Fico extremamente irritado quando ele pede atitude para um candidato com ela cara de peixe morto. Errou feio, errou rude Sr. Lavine. E ia me esquecendo da Miranda… Quer dizer, se não lembrei deve ser porque não tá fazendo muita diferença né?!

Jill

Recapitulando, Adam já havia usado seus dois steals (ambos do time do Usher), Blake e Shakira tem mais um cada e Usher ainda não usou nenhum.

E que comecem as batalhas!

Time Adam

Josh Kaufman x Austin Ellis

Essa batalha abriu os trabalhos dessa semana e foi de longe uma das melhores na história do programa. Claro que muito disso se deve ao falto do Adam ter escolhido a música Happy, do Pharrell Williams, e de juntar esses dois artistas que se completam: a presença de palco de Austin e maravilhosa voz do Josh.

Kaufman virou a cadeira de todos os técnicos durante os blinds, quando cantou One More Try, do George Michael. Contudo deixou a desejar, e muito, no quesito conquistar a plateia. Confiar somente na voz não é tudo, é preciso ter o pacote completo. Já Ellis virou somente a cadeira do Adam, entretanto, durante a batalha, transmitiu uma segurança no palco e uma energia contagiante. Estava estampada sua felicidade em estar ali!

Josh chegou como o mais cotado mas eles competiram de igual pra igual. Porém, como presença de palco é uma coisa que se pode trabalhar ao longo do tempo, Adam escolheu Josh para continuar. Achei muito injusto ninguém roubar o Austin, ele realmente merecia continuar.

01

Dawn e Hawkes x Josh Murley

Sono definiu essa batalha ao som de Stuck in the Middle with You, do Stealers Wheel. Falta química nessa dupla e nem sei como esse Josh foi parar ali (estou pegando implicância com Josh’s). Achei barzinho demais essa apresentação e o Adam acabou ficando com a dupla. Para piorar, Shakira ainda roubou o Josh. Sério, ela tá muito perdida! Mas vamos dar um voto de confiança e ver o que vai acontecer.

Sam Behymer x Cary Laine

Ao som de Give Me Love, do Ed Sheeran, Sam foi totalmente favorecida pela escolha da música, deixando pouco espaço para a Cary, apesar da mesma ter virado todas as cadeiras nos blinds. Realmente Behymer tem um timbre único que muito me agrada. Já Laine é totalmente country, grita muito para o meu gosto e caiu de paraquedas nessa batalha. Adam acabou escolhendo Sam e Cary acabou saindo sem ter tido a oportunidade de mostrar seu talento (aposto que se tivesse ido para o time do Blake teria sido melhor aproveitada). Eu particularmente escolheria uma música da Kelly Clarkson para essa batalha e as duas teriam competido de igual pra igual. O que mais me cortou o coração foi ver o filho da Cary totalmente desolado com a eliminação da mãe! Que dó!

E por fim Christina Grimmie e Joshua Howard fizeram a última batalha do time do Adam ao som de I Knew You Were Trouble, da Taylor Swift, que não foi transmitida na íntegra. Christina foi a grande vencedora e continua no programa.

Time Blake

Audra McLaughlin x Alaska & Madi

Ao som de When Will I Be Loved, do The Everly Brothers, as meninas arrebentaram. Mas achei a Audra um pouco nervosa, o que atrapalhou um pouco sua afinação. Alaska e Madi estão mais acostumadas com o palco e dominaram o ringue. Mas o potencial falou mais alto e Blake escolheu Audra, deixando a dupla desolada. Adam também ficou revoltado (pagando por ter usado o steal da forma errada) quando ninguém as roubou.

Kaleigh Glanton x Noah Lis

E olha o Michael Bublé aí de novo pessoal! Essa batalha foi com a música Everything. Esperava muito mais, e ambos deixaram muito a desejar. Apesar de amar essa música, não achei que foi justa com a Kaleigh e isso refletiu em sua performance. Entretanto Noah podia ter arrebentado, mas acho que o nervosismo falou mais alto. Mais uma vez Blake escolheu pelo potencial levando Kaleigh para a próxima fase.

E por fim, Ryan Whyte Maloney ganhou sua batalha contra Cali Tucker que foi ao som de What’s Love Got to Do with It, da Tina Tuner. Fiquei curioso com essa batalha, porém só vimos um pedaço. Uma pena!

Team Shakira

Deja Hall x Music Box

Cantando Eternal Flame, do The Bangles, elas arrebentaram. Mas a atitude de Music durante os ensaios – e até mesmo na batalha – me deixou perplexo. Claro que aqui temos que levar em consideração que o programa é editado e que isso é uma competição, mas esperava um pouco mais de carinho dela com sua inexperiente concorrente. Ainda mais ela sendo mãe! Ela nem nenhum momento mostrou carinho e atenção.

Mas voltando a batalha, Shakira acabou escolhendo Deja e Usher roubou Music. Espero que ele consiga quebrar essa barreira e mostre um lado mais humano da senhorita Box, pois se o público não se identificar com ela, já era.

Ps: Ainda estou tentando entender o que leva uma pessoa escolher o nome artístico Music Box!

Emily B x Cierra Mickens

Encerrando a primeira parte das batalhas, elas cantaram Brave, da Sara Bareilles. Estava ansioso para ver essas duas de novo e elas não me decepcionaram. Nunca pensei que essa música fosse tão difícil, conforme mostrado nos ensaios. O mais legal foi ver que as duas se tornaram amigas fora do programa e isso refletiu durante a apresentação. Eu particularmente não consegui escolher qual das duas foi a melhor e só tinha uma certeza: que ambas tinham que continuar.

Shakira levou Emily para a próxima fase e depois de um suspense desnecessário, pois já sabíamos que ele ainda tinha um steal e era a última batalha, Usher roubou Cierra. Ainda bem!

04

 

Kristen Merlin enfrentou Lindsay Bruce cantando Turn On the Radio, da Reba. Outra batalha que estava esperando mas que não foi mostrada na integra. Kristen foi a grande vencedora e estou esperando pela sua próxima apresentação.

05

Team Usher

Madilyn Paige x Tanner James

Fofura define essa batalha ao som de Everything Has Changed, da Taylor Swift com Ed Sheeran. A química que falta em Dawn e Hawkes sobra nessa dupla. Claro que a música ajudou muito e Usher fez um trabalho incrível com eles. Realmente a voz de Madilyn é única e ela seguiu no programa. Bem que eles podiam fazer igual ao The X Factor e deixar os dois seguirem na competição, mas como uma dupla!

02

Bria Kelly x Tess Boyer

Piece of My Heart, da Erma Franklin, foi a música dessa apresentação que fechou a primeira noite da segunda parte das batalhas e a última do time do Usher. Bria era a mais cotada, já que nos blinds virou todas a cadeiras e Tess foi escolhida somente pelo seu técnico. Mas ela não deixou barato e competiu de igual pra igual. Por um momento achei que Usher fosse escolher a Tess, mas ele ficou com o potencial de Bria. Pressionado pelos outros jurados, Blake acabou roubando Tess e por mais que eu tenha gostado de sua apresentação, achei o uso desse recurso errado. Agora vamos ver o que o Blake vai fazer com ela.

Os knockouts e os atuais ajudantes saem de cena e abrem espaço para mais uma rodada de batalhas e todos os técnicos terão ajuda de Chris Martin, vocalista do Coldplay. Pelos teasers mostrados nesses episódios, teremos mais épicas batalhas e estou esperando ansiosamente por elas.

Preview

Usher conseguiu montar um dos melhores times da temporada e vai ter muito trabalho para eliminar a metade. Seguido por Shakira, que precisa encontrar um caminho e tomar melhor suas decisões. Espero que Martin faça um melhor trabalho que Aloe no time do Adam e Blake tem a melhor participante, Sisaundra Lewis, o que não deixa de ser ruim, já que somente um pode ser o vencedor!

Times

Adam: Christina Grimmie, Dawn e Hawkes, Sam Behymer, Josh Kaufman, Delvin Choice, Kat Perkins, Jake Barker (R), Brittnee Camelle (R).

Shakira: Kristen Merlin, Deja Hall, Emily B, Ddendyl, Clarissa Serna, Dani Moz, Josh Murley (R), Patrick Thomson (R).

Usher: Bria Kelly, Madilyn Paige, T.J. Wilkins, Stevie Jo, Morgan Wallen, Melissa Jiménez, Music Box (R), Cierra Mickens (R).

Blake: Ryan Whyte Maloney, Audra McLaughlin, Kaleigh Glanton, Sisaundra Lewis, Jake Worthington, Megan Rüger, Biff Gore (R), Tess Boyer (R).

(R) de Steal.

Semana que vem tem mais. Até lá!

Nashville – We’ve Got Things To Do e Your Wild Life Is Gonna Get You Down

Data/Hora 31/03/2014, 22:30. Autor
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Metendo os pés pelas mãos. Bem-vinda de volta, Juliette!

Muito aconteceu nos dois últimos episódios de Nashville. A ida de Juliette para a Highway 65 finalmente se concretiza, mas essa enorme transição em sua carreira não poderia ser tão simples e descomplicada…

Juliette está ansiosa para colocar a “mão na massa”, mostrar serviço, gravar um novo álbum o quanto antes, e contar ao mundo que ela agora é oficialmente uma artista da Highway 65. Mais do que isso: Juju quer mostrar ao mundo que está de volta, firme e talvez mais forte e centrada do que nunca – afinal, “don’t put dirt on my grave just yet”. Sua associação com Rayna certamente será benéfica e pode trazer parte de sua base de fãs debandada de volta.

Ninguém pode culpá-la por isso; sua ansiedade é compreensível. Mas… Juliette continua sendo Juliette, e como diria aquele velho ditado, velhos hábitos nunca morrem. Paciência e cautela nunca foram seu ponto forte, e não seria diferente agora. Então, ao invés de acatar a estratégia proposta por Rayna e manter-se por mais algum tempo longe dos holofotes para ter tempo suficiente para gravar um novo álbum digno de seu talento – além de permitir à Rayna anunciá-la no momento certo como o novo reforço da Highway 65 –, Juju fica enfurecida pela atenção que Scarlett vem recebendo na festa que antecede o show de Rayna no Grand Ole Opry e, claro, mete os pés pelas mãos.

“Eu deveria saber que o meu contrato com a Highway 65 incluiria uma ordem de silêncio.” – Juliette

Impulsiva, sobe no palco e anuncia por conta própria a sua contratação, arruinando todo o planejamento da gravadora. O tiro sai pela culatra, claro – afinal, o mundo country ainda não a perdoou –, e não resta nada a uma furiosa Rayna a não ser controlar o prejuízo. Convida Juliette para um dueto em sua grande noite no Grand Ole Opry, mas fica claro que ainda é cedo para o retorno triunfal de Juju.

Esse lado de Juliette me irrita profundamente, confesso. Muito embora a personagem tenha evoluído absurdamente desde o início da série, atitudes como essa me fazem perder um pouquinho a paciência (e a fé). Por outro lado, acredito também que uma recaída de vez em quando é parte inevitável desta longa jornada de Juliette rumo à sua humanização. Mudanças tão significativas não ocorrem da noite para o dia, e eu continuo acreditando na versão “aprimorada” da personagem que nos acostumamos a ver nesta 2ª temporada.

Seu relacionamento com Avery também sofreu nestes dois últimos episódios, e, ao que parece, a “culpa” é de Scarlett. Depois do fiasco com Liam, a moça ainda não se sente à vontade ou mesmo preparada para trabalhar com um estranho. A ideia de trazer Avery para a produção de seu álbum foi genial, afinal, eu sempre acreditei que o relacionamento entre os dois era muito melhor como uma parceria musical, nada mais. Além disso, foi bacana ver Scarlett dar uma oportunidade tão bacana ao seu ex-namorado, reconhecendo o seu enorme talento como produtor. Mas… e Juliette, como fica?

Enciumada e insatisfeita, claro. Afinal, Avery fez um escarcéu e ficou extremamente ofendido quando ela lhe ofereceu posição semelhante em seu contrato com a Edgehill. Se ele não aceita ficar à sombra de Juliette, parafraseando suas próprias palavras, por que diabos agora ele não vê problema nenhum em fazer o mesmo por Scarlett? Coerência manda lembranças, Avery. Juju está coberta de razão. No lugar dela, quem não sentiria o mesmo?

Ele perde o retorno triunfal da namorada, em nova turnê que busca reconquistar seu público cativo, e não pode comparecer à festa pós-show, pois está compondo com Scarlett. A mesma Scarlett, inclusive, que agora é responsável pelos shows de abertura desta turnê. Juliette, claro, se vinga da única maneira que sabe: descontando toda a sua frustração em Scarlett, que, por sua vez, está cada vez mais dependente de suas misteriosas pílulas. Um ciclo vicioso sem fim…

Em uma cena bastante emocionante, Scarlett confessa à Juju aquilo que todos nós já estamos cansados de saber: que ela não queria fazer parte dessa turnê e que gosta apenas de fazer música, mas não de todo o resto que inevitavelmente vem com uma carreira musical. Ela não se encaixa naquela vida, e não faz mais o menor esforço para disfarçar seu descontentamento. Constata que todos os seus amigos seguiram seus próprios caminhos sem ela, e que está muito infeliz com o rumo que sua vida está tomando.

Gostei muito da cena entre as duas, justamente porque ambas não poderiam ser mais opostas em matéria de atitude e personalidade. Juju, portanto, não estaria disposta a ouvir passivamente todas as reclamações de Scarlett sem, em troca, lhe jogar toda a verdade na cara. Enfim, alguém nesta série se dignou a dizer à Scarlett o que ela precisava ter ouvido já há muito tempo: é exatamente esta dor, esta angústia e esta agonia que a tornam uma artista tão especial. Se ela perseverar, será uma grande cantora. Então, nas palavras de Juju, Scarlett está sem sorte: não será demitida de sua turnê. Foi um recado dado em alto e bom som: “seja forte, engula o choro, e pelo amor de Deus, ao menos uma vez faça um esforço para perceber o tamanho da oportunidade que está tendo.” 

Scarlett

 

“Juliette Barnes me pediu para vir até aqui e fazer bastante barulho para vocês. Mas eu sou o tipo de artista que prefere sussurrar.” – Scarlett

Mas depois de tantas e tantas semanas apenas reclamando de Scarlett, hoje eu tenho que dar o braço a torcer um pouquinho, e elogiar a sua atitude desafiadora. Sendo o pivô da briga entre Juliette e Avery, Scarlett sequer dá ouvidos à Juju e inicia seu show tocando justamente a música nova que ela a havia proibido de tocar. E é disso que eu estou falando: por onde anda esta Scarlett no resto do tempo? Em todas as outras áreas de sua vida? Com isso, Scarlett prova que é, sim, uma mulher forte, capaz de lutar suas próprias batalhas e por seus sonhos, e eu me recuso a acreditar que este seja apenas um efeito colateral das tais pílulas. Por que não podemos ver mais desta Scarlett? A julgar pelo final do último episódio, sabemos que o arco de seu vício – de fato, o único legado de Liam – está longe de acabar. Muito pelo contrário: acredito que ele chegará ao seu ápice apenas no final desta temporada, e isso me deixa com muita preguiça da personagem.

Avery e Juju, por outro lado, também tem uma franca conversa sobre seu relacionamento em outra cena muito tocante. Na hora da verdade, Juliette confessa seu maior medo: o de, mais uma vez, ser magoada pelo amor. Perdidamente apaixonada por Avery, ela sabe que seu coração está nas mãos dele, e isso a deixa aterrorizada.

“Eu confio em você. O que me deixa com ainda mais medo. Você tem o meu coração. Você é capaz de me destruir.” – Juliette

Com a promessa de Avery de que ele jamais faria isso, a paz volta a reinar para Juvery. Mas ver Juliette capaz de ponderar de forma tão madura sobre seus fantasmas me faz ter uma esperança ainda maior – no casal, e também na personagem.

Maddie

 

Enquanto isso, Rayna, que há muito estava apagada na trama da série, enfim, volta a fazer jus ao seu status de protagonista. Com um foco maior nos arcos “musicais” da trama, Rayna volta a brilhar. Mas isso não significa que sua vida está livre de dramas, às vezes bastante desnecessários (sim, Luke, estou olhando para você).

Maddie chegou de vez à adolescência e, para provar que não é mais apenas aquela menininha talentosa que conhecemos no início da série, ela resolveu se rebelar. Quer seguir a carreira da mãe, mas – vejam só – isso vai contra todas as vontades do pai. Incrível como Teddy consegue ser insuportável e sofrível até quando tem lá um certo fundo de razão. Fiquei bastante surpresa com sua atitude de pedir a ajuda de Deacon nessa questão, mas de nada adiantou. Ele não está errado em querer que Maddie se dedique mais aos seus estudos. Até porque, tudo indica que seu desempenho escolar está sendo prejudicado por sua obsessão pela música. Há que se encontrar um equilíbrio entre as duas atividades, e é aí que Teddy falha miseravelmente.

Sua intransigência ainda vai lhe trazer uma enorme dor de cabeça. Rayna fica ali, no meio da guerra entre pai e filha – e Deacon! –, mas tenta mais uma vez ser uma boa mãe ao ficar ao lado de Teddy desta vez. Inclusive, tenta preservar a filha da imprensa e da curiosidade do público, deixando-a – junto com Daphne – sempre à margem dos holofotes. E isso sempre funcionou muito bem para a família Conrad. Até agora. Maddie cresceu e, como poucos na sua idade, sabe muito bem o que quer da vida. Controlar a sua exposição será um desafio e uma tarefa muito mais árdua a partir de agora, pelo simples fato de que ela quer se expor. Prova disso é o vídeo que a menina posta no youtube usando o sobrenome de Deacon. Confusão certa num futuro próximo, claro.

O vídeo que o filho de Luke gravou e colocou nas redes sociais pode até ter sido deletado logo em seguida, mas o estrago já estava feito. Que consequências esta (não tão) indesejada exposição de Maddie trará? Por mais que queira seguir uma carreira na música e tenha talento de sobra para isso, ela ainda é uma menina ingênua e com certeza não ponderou sobre as consequências de seu pequeno ato de rebeldia. Como “Maddie Claybourne”, a história não vai demorar a sair do controle, e o mundo logo saberá a identidade de seu verdadeiro pai. Fácil prever que muita gente vai acabar magoada nessa história, inclusive – e talvez principalmente – a própria Maddie.

LukeRayna

“Decon é o meu passado. Você é o meu presente, e espero que também o meu futuro.” – Rayna

O que eu não entendi até agora foi o motivo do “chilique” de Luke. Ciúmes, talvez? Ele descobriu que Deacon é o pai de Maddie, ok. Foi pego de surpresa e completamente desprevenido. Mas sério mesmo que ele vai ficar brabo por – finalmente – ter entendido o “por que de Deacon estar sempre presente”? Rayna e Deacon tem uma história, um passado – que, inclusive, é de conhecimento público. Ele, portanto, sempre soube disso, e, até agora, gostava muito de Deacon, inclusive oferecendo-lhe uma oportunidade em sua turnê. Por que esse retrocesso agora? Por que tratar Deacon com frieza – e pior: esperando que Deacon entenda o motivo para tanto? Ah, Luke…

O fato de Will Chase, intérprete de Luke, ter sido promovido ao elenco regular da série (juntamente com Oliver Hudson e seu Jeff Fordham) me preocupa bastante. Isso porque, ainda que ele seja o atual interesse amoroso da nossa protagonista, até agora, vejo o personagem como um dos mais avulsos da série, sem muito propósito e sem dizer muito a que veio (a não ser colocar um obstáculo entre Rayna e Deacon). Na minha opinião, como acontece com tantos outros personagens nesta temporada, ele se destaca apenas quando está em cima dos palcos.

Falando em Deacon, sua vida continua uma grande montanha-russa, cheia de altos e baixos. Sua carreira solo vai bem, ele ganhou uma posição de destaque na turnê de Luke, e ouviu Maddie chamá-lo de pai pela primeira vez (confesso que suspirei nessa cena). Mas, como nem tudo são flores, o outro lado da moeda veio como uma porrada na boca do estômago quando ele descobriu a infidelidade de Megan.

DeaconMeganTeddy

Teddy bem que merecia aquele soco não dado. Mas Deacon provou mais uma vez ser uma pessoa melhor do que isso. Magoado, quer ver Megan pelas costas.

“Por que você ainda está aqui? Estou cansado de ser salvo.” – Deacon

Megan fica preocupada com o descontrole emocional de Deacon ao vê-lo completamente transtornado, mas… Sério mesmo? Megan, querida, você deveria ter se preocupado com Deacon há pelo menos uns dois episódios, quando decidiu que transar com Teddy seria uma boa ideia. #ficadica De que adianta essa preocupação toda agora? Para mim, o nome disso é culpa, e apenas isso. Deacon já passou por coisa muito pior na vida, e não vai deixar que essa história o leve novamente para o fundo do poço. O que vocês acham? Veremos.

LaylaWillGunnar

 

E eis que Will Lexington se casa com Layla. Zzzzzzz… Dizer que este arco já deu virou eufemismo, pleonasmo vicioso, insira-aqui-a-figura-de-linguagem-de-sua-preferência. Nada neste casal funciona. Mesmo as tentativas de humanizar Layla, com todo aquele drama de meus-pais-não-aceitam-este-casamento, saíram pela culatra. O público de Nashville merece mais do que isso. Não gostamos e não aceitamos a personagem justamente pelo retrato que nos foi apresentado desde o começo de sua participação na série. E quem pode nos culpar? Ela não tem nenhum carisma, talento, e NINGUÉM torce por ela.

Minha paciência também se esgotou com Will há tempos. Fui ingênua o suficiente para acreditar que sua tentativa de suicídio o salvaria, que seria suficiente para fazê-lo enxergar que suas atitudes e pensamentos estavam muito errados. Achei que aquele seria o início de uma linda jornada de auto-aceitação. Eu não poderia estar mais errada. Tenho pena do Gunnar. Quantas vezes ele já tentou mostrar a seu amigo que as coisas não são bem por aí?

A homossexualidade de Will se esfrega nos olhos de quem quiser ver, inclusive nos de Jeff Fordham, que há tempos questiona a sexualidade de sua nova estrela. Gunnar escolheu ser leal à seu amigo, mas… Quantos outros Brents existem na vida de Will? Ele acha mesmo que essa sua história vai acabar bem? Até quando?

A única coisa bacana foi ter Brent de volta como empresário de Layla, completamente fracassada depois de ser demitida pela Edgehill. A estupidez de Will em breve vai voltar para morder a sua própria bunda, e ele só tem a si mesmo para culpar.

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Para terminar, o que dizer de Gunnar, Zoey, Avery e sua (quase) banda? Sinceramente, não consigo pensar em nada para dizer além de: não entendi nada. Gunnar, teoricamente aquele que tem a carreira mais estável entre os três, era também o mais comprometido em fazer aquela banda linda dar certo. Com a inexplicável recusa de Avery em fazer parte daquilo, nosso compositor favorito sequer conseguiu o apoio de Zoey… Também inexplicável. Então você faz um bom teste para backing vocal de uma banda e, antes mesmo de saber o resultado, se desfaz de todas as outras oportunidades de trabalho? Como assim, Zoey? Tá aí, um arco que começou bem, mas parou de fazer qualquer sentido para mim, pelo menos por enquanto…

Com a negativa de seu teste, Zoey volta à estaca zero. Mas… O que isso significará para a banda? Eu sinceramente espero que esta história não morra, porque é o único arco decente de que Zoey participou até hoje. Aqueles três são infinitamente melhores como colegas de banda do que como “amantes”. Será que Avery vai dar o braço a torcer? Espero que sim.

A promo do episódio desta semana mostra que o final de temporada promete para todos. O que podemos esperar deste novo escândalo? Preparados para esta reta final?

 

A boa notícia é que Nashville passa a respirar um pouquinho mais aliviada quando o assunto é renovação. Os números da série, em si, não mudaram em quase nada (no último episódio, registrou 5.19 milhões de telespectadores e 1.3 na demo), mas, diante da queda significativa nos números de tantas outras séries da ABC, os sites de análise de audiência, de maneira geral, passaram a considerá-la como “provável renovação”. Ai, ABC… Pra que demorar tanto em anunciar os cancelamentos e renovações? Resta-nos continuar esperando…

Até semana que vem!

Modern Family – Las Vegas

Data/Hora 31/03/2014, 21:30. Autor
Categorias Reviews

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Roteiro. Essa é a palavra para definir Las Vegas. Não fossem pelas engenhosidades da trama e o modo como tudo aconteceu, de forma tão natural e ao mesmo tempo hilária, esse poderia ter sido apenas mais um episódio na série. Mas não, com um roteiro genial, Las Vegas se torna um dos melhores episódios da série. E não é exagero!

Nessa temporada de experimentações, Modern Family encontrou o tom perfeito para que o episódio não caísse no mesmice e nem no esquecimento dos telespectadores. Primeiro porque excluiu o núcleo infantil e segundo porque conseguiu amarrar a trama de modo a nos surpreender.

A cidade dos acontecimentos mais inesperados do mundo cinematográfico não podia ficar de fora das histórias da série e, sabendo da responsabilidade de se fazer algo inovador nos hotéis luxuosos, os atores conseguiram entregar cenas hilárias de seus personagens.

A frase “o que acontece em Vegas, fica em Vegas” não poderia ser mais evidente nos personagens, principalmente Claire. O que motivou a loira a viajar foi a tentativa de recuperar um dinheiro que a cidade “lhe roubou”. Se Las Vegas se resume à cassinos luxuosos, nada melhor que umas apostas em algum desses cassinos. E foi o que Claire fez para conseguir o dinheiro de volta, principalmente quando descobriu que Gloria era seu amuleto da sorte.

Outro que não foge dos famosos dizeres é Cam. Na tentativa de dar aquela fugidinha de Mitchell, ele participa até da despedida de solteiro do ex-namorado do ruivo. Mitchell, por sua vez, garante uma grana no jogo de black jack e enquanto isso, Phil mostra seus “talentos” de mágico e vira celebridade no mundo dos truques. Jay e Gloria passeiam nos corredores do hotel e a mulher tenta, de todas as maneiras, evitar que o marido veja a versão feminina de Berkley, o cachorro garçom. Em um desses passeios, Jay descobre que há algumas alas no hotel que oferecem melhores serviços do que a que ele está hospedado. Depois de todos se aventurarem durante o dia, a noite os personagens se encontram.

O elo entre eles é o mordomo interpretado por Stephen Merchant (Hello Ladies). Com um personagem bastante peculiar, Stephen foi o responsável por dar à trama o tom que faltava: as situações inesperadas que acontecem em Las Vegas. O abre e fecha de portas, os desencontros e o atencioso mordomo, que deve ter achado essa família muito mais do que moderna, foram os detalhes que fizeram do episódio digno de ser lembrado.

Pharrell Williams é o primeiro jurado confirmado para a sétima temporada de ‘The Voice’

Data/Hora 31/03/2014, 20:58. Autor
Categorias Notícias

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O rapper Pharrell Williams estará de volta aos palcos do The Voice, mas desta vez como técnico/jurado. Sua outra participação foi como conselheiro na equipe do cantor Usher, na quarta temporada.

O rapper foi o primeiro jurado confirmado para a sétima temporada do The Voice, que irá ao ar no outono americano (primavera brasileira). A sexta temporada, que conta com Blake Shelton, Adam Levine, Shakira e Usher, terminará no dia 20 de maio. No início do ano, o rapper e ex-jurado do programa, Cee Lo Green, esteve no The Ellen DeGeneres Show e confirmou que não voltará para mais uma participação no programa – ele foi jurado na primeira, segunda, terceira e quinta temporadas.

NOTÍCIAS| ‘The Voice UK’ é renovado por duas temporadas

Depois da parceria de sucesso no último álbum da dupla francesa de música eletrônica Daft Punk (Random Access Memories), onde Williams contribuiu em Lose Yourself to Dance, e no single que virou hit mundial, Get Lucky, o cantor levou para sua estante mais um Grammy neste ano – junto ao Daft Punk -, além de ser indicado ao Oscar pela música Happy de Meu Malvado Favorito 2. No último ano, Pharrell Williams cantou Blurred Lines no palco do programa, ao lado do cantor Robin Thicke.

Com informações da EW.

 

Megan Hilty, de ‘Smash’, espera seu primeiro filho

Data/Hora 31/03/2014, 20:25. Autor
Categorias Notícias

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A atriz Megan Hilty ficou marcada como a Yvy Linn em Smash, que não media esforços para conseguir o papel de Marilyn Monroe  nos palcos da Broadway e passava a novata e caipira Karen (Katharine Mcphee) para trás? Depois da série a atriz ainda viveu a personagem Liz de  Sean Saves the World, mas a série foi cancelada prematuramente.

 

Mas talvez o cancelamento não tenha sido assim tão ruim para Megan: ela espera seu primeiro filho, com o Brian Gallagher. A notícia foi confirmada pelo representante de Hilty ao The Hollywood Reporter. Os dois casaram-se em novembro, em Las Vegas.

A atriz disse que ela e o marido ficaram sabendo da gravidez no seu aniversário de 34 anos, em janeiro. “Fizemos o teste juntos. Este foi o melhor presente que tivemos esse ano – ou em qualquer ano!”, completou Megan.

Felicidades aos papais, e que o rebento venha cheio de saúde.

Com informações do  The Hollywood Reporter.

Os melhores jargões de How I Met Your Mother

Data/Hora 31/03/2014, 20:03. Autor
Categorias Especiais

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É muito difícil dizer adeus à uma série, especialmente quando essa série está no ar há 9 anos: ela se torna parte essencial do nosso cotidiano. Mas, infelizmente, um dia ela acaba e temos que estar preparados para dizer adeus.  A série da vez é How I Met Your Mother, essa sitcom maravilhosa e tão querida por tantos, e que desde 2005 nos encanta com seu humor inconfundível, sus lições de vida épicas, seus personagens geniais e claro, sua mensagem inesquecível de que todos temos nosso “The One”, basta esperar que ele(a) aparece (inclusive demos umas dicas bacanas no Manual do relacionamento de How I Met Your Mother).

Uma das marcas registradas de How I Met Your Mother, sem dúvida nenhuma, são os seus incrivelmente cativantes jargões. Todo fã que se preze sabe pelo menos algum e usa o seu cotidiano, em especial os ditos pelo Mestre Barney Stinson. Pensando nisso, separamos uma lista com os jargões mais marcantes dessa série LEGEN… wait for it… DARY! (Tá vendo? Acabamos de usar um, é inevitável).

 

“Legen… Wait for it… Dary! Legendary!”

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Sem duvida a frase mais famosa de todas as nove temporadas de How I Met Your Mother, esse jargão utilizado por Barney é o suficiente para nos deixar como rindo feito bobos. Para tudo de bom e incrível que acontece na série, cabe a frase. No penúltimo episódio da última temporada temos Robin dizendo que Legendary significa lendário, de lenda, uma mentira como quase tudo na vida de Barney. Isso faz pensar, mas não deixa menos engraçado.

 

“You son of a bitch!”

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A marca registrada de Lily Aldrin, “You son of a bitch” sempre é dito pela ruivinha nervosa quando alguém apronta uma para ela. Mas não é um simples “You son of a bicth”, pois assim nem seria muito marcante, mas um verdadeiro “You son of a bitch”, exalando toda a fúria que cabe naquele corpo minúsculo. Detalhe: 90% das vezes o o tal son of a bitch é o Barney.

 

“Suit up!”

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Uma das primeiras frases clássicas a aparecer na série, o clássico convite para botar um terno e pegar todas as garotas é um dos jargões menos utilizados de Barney, considerando a relutância de Ted e Marshall de, de fato, colocar um terno awesome e aproveitar a vida.

 

“Hello!”

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Ranjit pode ser considerado o fiel escudeiro dos personagens de How I Met Your Mother. Sempre que algum deles está em apuros e precisa de uma carona, não importa para onde, o bom e velho Ranjit aparece para salvar o dia. E sua marca registrada é seu inconfundível “Hello”.

 

“Challenge accepted!”

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Assim como “True Story”, virou meme na internet graças a Barney. Dada alguma situação impossível/de difícil realização, Barney tomava para si como um desafio pessoal e (quase) sempre a cumpria, entrando para o rol de pessoas mais épicas das séries de TV.

 

 “Nobody asked you Patrice!”

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A pobre Patrice se considera a melhor amiga de Robin e venera a colega de trabalho, tentando fazer de tudo para agradá-la. Mas o sentimento não é nem um pouco recíproco, e Robin fica furiosa com a coitada e grita com ela constantemente o jargão “Nobody asked you Patrice” e suas variações. Calma Robin, ela só quer ser sua amiga.

 

“Aww maaaan!”

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A Maldição do Blitz. O terror de toda pessoa que gosta de se divertir. Se você a pega, você perde o melhor momento da noite. Sem exceção. E sua frase-tema vira a clássica e depressiva “Oww Maaaaan!”. Foi essa a introdução do personagem de Jorge Garcia, um ótimo ator mais conhecido como o Hurley, de Lost.

 

“Haaaave you met Ted?”

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Uma das técnicas de Barney como wingman de Ted é o famoso “Haaaaave you met Ted?” em que ele escolhe uma garota no lugar (geralmente o McLaren’s), começa a conversar com ela e então pergunta: “Haaaave you met Ted?” e deixa o pobre Ted sozinho com a garota, sem saber o que dizer. Pode não ser infalível, mas funcionou algumas vezes.

 

“Lawyered!”

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Essa frase, dita por Marshall, mostra seu amor pelo Direito e sempre é usada depois que ele apresenta um argumento irrefutável em uma discussão, usando suas habilidades de advogado. Recentemente foi substituída por “Judged!”, quando julgado alguma discussão com Marshall sendo o juiz imparcial.

 

“Thank you, Linus.”

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Durante a nona temporada Lily está em um momento bastante delicado de sua vida e anda extremamente estressada. Então, para tentar acalmar seus nervos, ao chegar ao Farhampton Inn (hotel em que a turma se hospeda pro casamento de Barney e Robin) ela pede a Linus, um dos bartenders o pacote Kennedy, em que ele deve oferecê-la um drink toda vez que a ver com as mãos vazias. E isso resultou em um dos jargões mais engraçados e marcantes da série, mesmo sendo introduzido apenas na última temporada, graças à eficiência de Linus, o bartender. Thank you, Linus.

 

“True Story.”

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Está contando uma mentira? Daquelas bem cabeludas e impossíveis? Nada que uma “True Story” no final não resolva. Pelo menos é assim que parece pensar o Barney… É um dos memes mais conhecidos da internet, hoje em dia.

 

“Classic Schmosby.”

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Ted tem uma personalidade um tanto “peculiar”, o que gera zoação de todos os seus amigos, mas em especial de seu amigo de infância Punchy, que classifica as atitudes dele como “Classic Schmosby” (nos Estados Unidos é comum adicionar o prefixo “sch” no início de uma palavra para dar tirar a seriedade da palavra ou gozar da situação). Um exemplo é a mania de Ted de chorar em todos os brindes de casamento, ou como ele diz “Eu te amo” muito cedo (Robin mandou lembranças).

 

“Awesome!”

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Não necessariamente um jargão iniciado com How I Met Your Mother, o adjetivo “Awesome!” serve para qualquer coisa que seja incrível, divertida ou épica. Uma das frases preferidas do Sr. Awesome, Barney Stinson. Curiosidade: a série foi responsável por popularizar a expressão a nível mundial.

 

“As a kid I was a BIT of a detective…”

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Ted Mosby é conhecido pela sua falsa modéstia. Essa frase mostra este seu lado claramente. Quando há um mistério no ar, os “Mosby Boys” entram em ação, com suas deduções (quase sempre erradas) que nos matam de rir. Recentemente a Mãe e futura esposa de Ted disse a frase clássica, que sempre iniciava uma busca pela resolução de um mistério.

 

“High Five!”

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Barney é um dos caras mais convencidos que existe (ele tem motivos mas isso não vem ao caso) e ele se gaba intensamente de suas piadas geniais. E toda fez que ele faz uma ele requisita um “high-five” de quem estiver mais próximo. Mas não são simples “high-fives” mas todo tipo de “high-fives”, cada um mais maroto que o outro. Awseome five, Barney!

 

“But, um…”

btmscQuando Robin apresentava o programa “matinal” Come on, Get Up New York e ela ia entrevistar alguém, ela tinha a mania inconsciente de dizer excessivamente a expressão “But um…”, o que virou uma das brincadeiras mais legais mostradas na série. Toda vez que ela disser “But um…’ você toma uma dose. A brincadeira foi inventada pelos alunos de Ted, que disseram à Robin serem fãs dela pra depois ela descobrir o verdadeiro motivo deles assistirem o programa. Claro que ela se vingou deles, Scherbatsky style!

E é isso. Com certeza faltaram alguns jargões e expressões marcantes da série, mas acreditarmos ter feito justiça à apenas uma das característica dessa série fantástica que está se despedindo. Esperamos que tenham gostado da lista e desejamos à vocês força para assistir ao último episódio da série mais LEGEN… wait for it… DARY de todas. Legendary Five!

*Feito em parceria com o colaborador Vinícius de Freitas Santos.

Grey’s Anatomy – We Gotta Get Out of This Place e Do You Know?

Data/Hora 31/03/2014, 19:42. Autor
Categorias Reviews

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Eu atrasei a review de We Gotta Get Out of This Place e pensei “ok, faço junto com a do próximo episódio”. E aí Do You Know? aconteceu e eu fiquei seriamente chateada. Simplesmente porque o único episódio exibido não pode ser comentado juntamente com outro episódio. O que fazer, então?

Vou resumir, então, uma review em um parágrafo (enquanto chibato minhas costas): o plot do Weber ficou bacana e interessante, e acho que encontraram o lugar dele no mundo – ensinar os internos; Callie e Derek brigaram, e Torres fez o favor de falar tudo que Derek precisava ouvir – plot bacana e com final animador; e April e Jackson conseguiram não ser completamente chatos, muito embora a participação da Mama Avery tenha sido um tanto quanto extrema.

Pronto. Vamos, então, ao especial da Cristina. Uma proposta completamente diferente – até mesmo do episódio do futuro alternativo – e um tanto quanto lenta. Pra mim, um episódio cinco estrelas. Por explicar pra humanidade o porquê de Crowen ser impossível (e aqui aviso que se Shonda deixá-los juntos depois disso eu vou enlouquecer).

Sim. Eu sei que faz MUITO TEMPO que sabemos que Crowen é inviável. Shonda já mostrou isso de umas 50 formas diferentes. Mas tá cheio de gente que acha que não. Tá cheio de gente que não entende a Cristina. E, vamos combinar, esse episódio explicou didaticamente o porquê das coisas serem assim. Pode até ter sido mais do mesmo. Mas foi de qualidade.

E mais: quem acha que esse episódio foi apenas sobre Crowen está bem enganado. O episódio foi, também, sobre Mer e Yang. Foi sobre essa amizade linda. Afinal de contas, é impossível falar de Cristina sem falar de Meredith.

Dito tudo isso, vamos ao episódio.

Yang começou o episódio sendo o tubarão que costuma ser e consertando o que não poderia ser consertado. Mas sua “obra-prima” corre riscos, afinal de contas, paraplégico, o paciente vai decidir se decide viver ou morrer. E é aí que a brincadeira toda começa.

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O paciente decide morrer. Yang fica muito abalada por ela ter salvado alguém que opta por morrer, jogando “tudo aquilo no lixo”. E resolve ir até o elevador – enquanto a mão de Jackson é esmagada por acidente – falar com Hunt. Carente e chateada, ela diz que eles não devem jogar tudo o que construíram no lixo. E os dois decidem ficar juntos.

Eles adotam a Sra. Rodriguez (um cachorro “igual” Yang. Que se afeiçoa ao bicho, e por mais improvável que isso possa parecer, soou plausível). Passam por problemas, já que Hunt quer ir pra Alemanha chefiar uma divisão militar junto com Teddy, e Yang se recusa a ir. Yang engravida. Se desespera no parto. Não sabe lidar com a maternidade. Se sente culpada por ter que escolher entre o filho e o dia-a-dia da profissão. Enquanto que Owen está feliz e radiante, brincando com o filho no parquinho, Yang espera, desolada, o segundo filho.

É o dia de entrega do Haper Avery. Quem leva o prêmio é Shane, que implantou a fase 3 do estudo dos eletrodos, já que Yang estava às voltas com a família. Yang está IMENSAMENTE infeliz. Devastada.

Grey's Anatomy - Do you know

O paciente decide viver. Yang fica muito eufórica por ela ter salvado alguém através de uma cirurgia tão difícil. E resolve ir até o elevador – enquanto a mão de Jackson é esmagada por acidente – falar com Hunt. Feliz, ela chama Owen para comemorar com safadeza. E os dois decidem ficar juntos sem estar juntos. Ou seja: o que estão tentando fazer agora, pela enésima vez.

Owen e Yang continuam com o seu esquema de ficar juntos – fazer sexo – terminar – fazer sexo. Continuam com as mesmas brigas. Ele quer filhos, ela não. Ele continua extremamente humano, ela se fecha na pesquisa e passa a responder cada vez menos às emoções dos outros. Depois de muitos términos, Yang resolve não voltar mais com Owen. Enquanto que Yang está focada e feliz,  Owen vê sua carreira ruir em decorrência das constantes bebedeiras e da fúria que se instalou em seu ser.

É o dia de entrega do Haper Avery. Quem leva o prêmio é Yang, pelo 4° ano consecutivo. Owen está IMENSAMENTE infeliz. Devastado.

O paciente decide morrer. Yang fica abalada, mas compreende a opção de Jason. Ela olha para Owen, mas hesita em ir até o elevador. Com isso, alerta Jackson, que não prensa a mão na parede. Ela decide ir até o elevador, mas Mer a chama. Owen entra no elevador, e Yang desiste de ir atrás dele.

São 3 os panoramas que nos são apresentados. Dois deles avançam 15 anos no futuro e deixam bem claro que não há caminho para a felicidade de Owen E de Yang. Quando um está satisfeito, o outro está mortalmente infeliz. Os anseios de ambos são muito diferentes. Incompatíveis. Nem sempre o amor é suficiente, afinal de contas.

O outro panorama é o “real”. É o que acaba sendo. E que acaba preponderando. E dá mostras de que sim, é o fim de Crowen. De uma história que vai tarde demais.

Greys Anatomy - Do You Know

Existe um, apenas um, ponto em comum entre os 3 panoramas. Entre o que poderia ser, e o que será. Meredith. Me comoveu ver que seja qual for o caminho que Yang optar por tomar, ela o trilhará com o apoio da amiga. As gêmeas esquisitas, as person, são eternas. São para sempre. Seja na alegria, seja na tristeza.

E pra mim esse foi o diferencial do episódio que, afinal de contas, foi para homenagear e relembrar. Que se Crowen é inviável, a amizade delas não. Aconteça o que acontecer.

E isso me comoveu, como eu disse, mas também entristeceu. Porque está acabando. Serão apenas mais 7 episódios do bromance mais incrível da história dos seriados. E me sinto perdida, sem saber para onde ir. Sem saber o que será de Grey’s – e de todos nós – sem a metade de Meredith. Mas sinto, também, que esse episódio foi um ótimo encerramento para Yang. Renovou nosso conhecimento acerca dela. E talvez tenha nos explicado os motivos para ela partir: para ser completamente feliz e não causar danos ao Owen, é necessário guardar distância. E está aí a novidade do episódio. Talvez a coexistencia seja impossível, já que os caminhos deles acabam se cruzando. Então, a distância passa a ser vital. Talvez seja esse o caminho que Yang irá traçar.

Mas sinto, também, que esse episódio foi um ótimo encerramento para Yang. Renovou nosso conhecimento acerca dela. E talvez tenha nos explicado os motivos para ela partir: para ser completamente feliz e não causar danos ao Owen, é necessário guardar distância. Distância essa que, acredito, ela buscará.

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Gostei também de ver como a equipe de roteiristas brincou com o futuro. O celular modernoso da Mer, Callie e Derek no projeto Robocop, Bailey fazendo um programa de saúde preventiva na TV, Shane dando certo na vida, April e Jackson superando as dificuldades, o Chief velhinho por perto, o conselho ainda gerindo o hospital. E gostei da brincadeira com o “casamento”. A menção ao Burke e ao finale da 3ª temporada, que acabou não sendo uma menção. E os uniformes estilosos “do futuro”? UM LUXO! Pequenas coisas que me fizeram feliz. Brincadeiras, mas que deram uma mostra – ainda que mínima – de que o futuro em Grey’s Anatomy pode não ser tão devastador.

Nessa semana, voltamos à programação normal de GA com You Be Illin. E vai ser, pelo plot, um bom episódio. Até lá!

P.S: Sei que quase ninguém curtiu o episódio. Podem me “xingar” nos comentários! =P

Primeiras Impressões – Surviving Jack

Data/Hora 31/03/2014, 17:12. Autor
Categorias Preview

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Anos 90, filhos adolescentes e um pai bem diferente. Como muitos já sabem, educar os filhos nunca foi algo fácil e Surviving Jack é uma das provas disso. A nova atração de comédia, que estreia na próxima segunda-feira, dia 7, às 20h na Warner, é baseada em I Suck at Girls – obra autobiográfica de Justin Halpern.

Seu personagem principal é Jack Dunlevy (Cristopher Meloni), um oncologista militar que não tem papas na língua e que sempre acompanhou a educação dos filhos à distância. Quando sua esposa, Joanne (Rachel Harris) decide se dedicar à faculdade de Direito, Jack se vê obrigado a assumir as rédeas da família, tendo que prestar mais atenção em Frankie (Connor Buckley) e em Rachel (Claudia Lee). Seus métodos não são os melhores e é isso que faz com que o primeiro episódio do seriado seja um mix de risadas e de uma ambientação bem centrada na década de 90.

Músicas, roupas, ambientação

Um dos primeiros pontos positivos do seriado é a trilha sonora. Além das roupas, que também relembram muito do que as pessoas vestiam naquele tempo, a música que envolve o piloto faz com que o espectador se divirta com músicas como Unbelievable da banda EMF.

Outro ponto são as questões abordadas. Num tempo em que os pais e filhos não navegavam na Internet como hoje, questionamentos sobre sexo, amizades e sobre a própria adolescência em si eram bem mais intensos (e o medo/vergonha para falar sobre eles também). Também é possível ver uma ambientação clássica, roupas engraçadas – como a que Frankie usa para ir a festa de uma garota da escola, uma camiseta que mudava de cor com o calor do toque -, fones de ouvido bem diferentes, dentre outras coisas.

A história

Depois que sua mãe volta a estudar na faculdade de Direito, Frankie se vê bem perdido ao lado de seu pai. Ele pensa em conversar com sua mãe, mas, com ausência dela, Frankie tem que aguentar seu pai sendo um tanto ríspido/engraçado, dizendo que ele tem apenas 16 anos e que “as chances das coisas darem errado são muitas”.

Quanto a Rachel, Jack também não se mostra nem um pouco interessado em conhecer o seu namorado, Doug. O primeiro diálogo sobre o relacionamento da moça com o rapaz é bem engraçado. Ele não liga para o relacionamento da filha, mas, mais adiante isso vira mais uma dor de cabeça para ele.

Jack: Quem é ele?

Rachel: É meu namorado, pai. É sério… já faz seis semanas.

Jack: Olha, a única coisa séria que eu sei que pode durar seis semanas é diarréia.

Voltando ao Frankie, ele seus amigos também passam por uns maus bocados. Depois de roubarem as revistas de dois mendigos, Frankie fica encarregado por algumas das magazines cheias de mulheres sem roupas. Quando chega em casa, Frankie quase dá de cara com sua mãe e, para não passar vergonha, ele enterra as revistas. O que ele não esperava é que sua mente não esqueceria delas tão cedo e que seu pai o encontraria às duas da manhã, enquanto o menino desenterrava as revistas do quintal.

Joanne aparece em algumas poucas cenas, mas, quando isso acontece, ela pede para que Jack leve em consideração a idade de Frankie. “Ele está se tornando um homem”, diz Joanne, só que Jack não entende muito bem o favor que sua esposa pede e acaba colocando um pacote cheio de camisinhas dentro da mochila do filho. Na escola, Frankie acaba descobrindo o pacote de camisinhas e acaba virando piada entre os outros alunos do colégio por causa do bilhete de seu pai.

Outras tantas cenas engraçadas cercam o restante do episódio de Surviving Jack, como na parte em que Jack tenta ensinar Frankie a dirigir seu carro. “Imagine que seu amigo está em perigo e que nós temos apenas cinco minutos para chegar lá”. Depois disso, Jack tenta ensinar uma lição para seu filho:

Frankie: Porque você está fazendo isso comigo?

Jack: Qualquer coisa que você possa fazer na sua vida pode ser assustadora. Entendeu o que eu quis dizer?

Frankie: Sim, sim… não. Não entendi.

Jack: Vá até aquela droga de festa e fale com a garota.

O final de Surviving Jack parece ser bem previsível, mas a atuação de Cristopher Meloni é muito divertida em boa parte das cenas e compensa a falta de química entre os outros atores. As inúmeras tentativas de conversar com Frankie/Rachel resultam em algo sensível/bem humorado. O tom descontraído também chama a atenção de quem tiver um pouco de paciência para compreender e se divertir com a família Dunlevy e seus problemas.

*Audiência: Vale lembrar que mesmo com a expectativa, a série conseguiu apenas 1.3 pontos junto ao público alvo e 5,15 milhões de espectadores totais. Apesar de ter sido exibida pela Fox depois de Hell’s Kitchen e American Idol, o projeto de Halpern e Patrick Schumacker não teve um bom desempenho. Caso isso se repita, a série corre o risco de ter vida curta, sendo exibidos apenas os oito episódios que já estão programados.

Amazon dá ordem de produção para novos projetos

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Na manhã desta segunda-feira (31), os representantes da Amazon confirmaram a encomenda da primeira temporada das séries Bosch, Mozart in the Jungle, Transparent  The After – sendo que a última terá oito episódios, enquanto as primeiras terão 10. Dentre os projetos que ganharam um piloto para avaliação, apenas The Rebels ficou de fora.

NOTÍCIAS| ‘The After’ ganha piloto na Amazon e seu criador, Chris Carter, tem novo projeto a caminho

A Amazon também confirmou que Alpha House terá uma segunda temporada – fato que já havia sido noticiado pelo The Washington Post, jornal em que Garry Trudeau, autor da série, trabalha como cartunista. As gravações terão início durante a summer season.

Betas, que estreou junto a Alpha House, foi cancelado.

Com informações do TV Line.

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