The Vampire Diaries – Home

Data/Hora 22/05/2014, 20:24. Autor
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A quinta temporada de The Vampire Diaries acabou e a ficha ainda não caiu. Esta esteve longe de ser uma das melhores temporadas da série, dando a impressão de que todo o esforço para tentar consertar algo que um dia foi muito bom, só piorou ainda mais as coisas. Tivemos Silas, que mesmo sendo temido até pelo próprio Klaus, não durou a metade do que prometeu; tivemos questões com doppelgangers, várias, que juntamente com os Viajantes serviram para povoar ainda mais a série (a qual já contava com personagens demais) e também se encerraram tão brevemente como começaram. Talvez o mais importante tenha sido o Doutor Wes com seus mistérios da Augustine e o vírus vampírico canibal, o que daria muitos problemas interessantes mas que foram equivocadamente resolvidos. Resumindo: houve problemas, demais até, mas nenhum que se aprofundou tanto ao ponto de causar um maior impacto. O que mais se aproximou disso foi Markos com seus Viajantes, mas o que lhe sobrou de participação, faltou de carisma.

Mesmo esta season finale e o episódio passado tendo salvado um pouco a trama, foi difícil remediar a situação. Ok, temos Stefan de volta, mas a troco da vida de Damon. Alaric, o personagem que desde sua morte tem sido alvo de pedidos para que voltasse, também finalmente está de novo em Mystic Falls e acredito que sua presença melhorará bastante a trama. Entretanto, quando Stefan morreu, tal fato me causou revolta pois temos que admitir que um Salvatore apenas não segura a trama como protagonista, já que a Elena em si é uma mosca morta que só sabe chorar e atrapalhar. E se eu mal apostava em Damon para segurar a coisa quando Stefan morreu, imagina o Stefan então sozinho.

Lexi_Stefan

O plano até que foi bem estruturado, e em minha opinião teria tido muito mais chances de dar certo se a Elena não tivesse atrapalhado. Para começar, ela já atrasou Damon antes de ele ir a Mystic Falls causar a explosão dos Viajantes (lembrando que o vampiro não fez a passagem de volta para o mundo dos vivos por segundos). Não sendo o bastante, ela obviamente morreu por acompanhar o Damon no plano de explodir o Grill e quando voltou foi mais um “peso” para Bonnie carregar para o nosso lado novamente, e tal vaga poderia muito bem ter sido utilizada pela Lexi. Tudo isso só fez a Elena se tornar cada vez mais insuportável, fato que já vinha aumentando bem antes desta temporada. Inclusive, é impossível não sentir uma pequena raiva quando ela começa a chorar (algo que faz a cada cinco minutos), ou então faz aquela cara de choro ao invés de fazer alguma coisa útil de fato.

Tudo bem, a culpa do insucesso do plano não foi exclusivamente da Elena. Luke foi o tal que, ao invés de tentar ajudar a irmã no feitiço caso isso fosse possível, interrompeu o mesmo.  Por falar de Liv, sua atitude de cumprir com a própria palavra a tornou admirável e provou que ela não é uma vilã, e sim alguém que apenas lutava por uma causa que pensava ser justa. Já o Luke… Sem comentários, hm?

Bem, apesar de todas as complicações, o objetivo foi conquistado: Stefan foi salvo juntamente com Enzo, que viria de carona, e Bonnie morreu. Nenhum desses acontecimentos foi surpresa, na verdade, e o único fato chocante foi a morte de Damon. Ele pode voltar? É claro que pode, pois assim como tentaram (e conseguiram) trazer Stefan de volta, duvido que deixem a morte do Damon por isso mesmo, e tristezas à parte, a “despedida” dele e de Bonnie foi algo bonito de se ver.

Elena_Alaric

Home foi um bom episódio, excluindo o quesito sentimental por conta das despedidas (pelo menos temporárias) de personagens queridos. Tivemos surpresas, alegrias (lê-se: Alaric), uma dose de ação, um pouco de romance, ameaças sendo eliminadas, Stefan tendo seus olhos abertos para Caroline… Enfim, tudo o que a maior parte da temporada não teve. Entretanto, ficou aquela sensação de que faltou alguma coisa, como se este episódio servisse caso fosse até uma series finale, já que teve o encerramento dos problemas em aberto com os Viajantes, a partida de Damon e Bonnie e… Somente isso. Sim, porque por mais que haja a morte de dois personagens importantes, ainda ficou aquele buraco na questão do que todos os outros que ainda estão vivos enfrentarão. Ficou em aberto a questão de saber quem é o vilão da vez, já que qualquer plateia precisa de alguém para torcer, e ver uma ameaça muito maior do que simples contratempos causados nas tentativas de resgatarem os que foram destruídos junto com o “outro lado”. Por enquanto, a única certeza que temos é que a história voltará a se passar na nossa velha e amada Mystic Falls.

P. S. [1]: Espero mesmo que nessa tentativa de resgatarem Damon e Bonnie, a qual com certeza acontecerá, desta vez por favor levem a Lexi junto.

P. S. [2]: Considerando que a Katherine foi para outro lugar, este pode muito bem não ter sido destruído, e na hora em que tudo desmoronava, meu único pensamento foi na VampDiva comendo pipocas e assistindo a desgraça dos inimigos.

P. S. [3]: Como assim nenhum beijo, mimimi ou similares, Stefan e Caroline?!

P. S. [4]: Elena, pare de chorar fazendo careta. É feio. Sério.

Rookie Blue – Blink

Data/Hora 22/05/2014, 16:35. Autor
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Tudo muda em um segundo, em um piscar de olhos. E na season premiere da 5ª temporada de Rookie Blue lidamos com as consequências de uma dessas piscadas.

A trama de Blink continuou praticamente do ponto no qual You Can See the Stars. E confesso que fiquei um tantinho decepcionada com o episódio. Não que ele tenha sido ruim, longe disso. Mas Rookie Blue veio em um crescente tão legal no final da 4ª temporada que estava esperando um pouco mais da série.

O maior acerto do episódio foi ter colocado fim às indefinições amorosas. Agradando ou desagradando, pelo menos tivemos desfechos. E isso evita o mimimi prolongado e aquele “vai-não-vai” que não faz bem, na maioria das vezes, aos seriados.

Andy confessou o seu amor por Swarek no episódio anterior, e através de uma conversa dela com Dov descobrimos o porquê dela ter feito isso, mesmo estando feliz e bonitinha com o Nick. Ao ver Swarek morrendo, a policial se deu conta de que não conseguiria viver sem ele. E todo aquele sentimento que ela havia se obrigado a represar, em razão de Sam ter sido meio jackass na temporada passada e da existência de Marlo retornou com força.

E ela já colocou um ponto final no namorico com o fofo do Nick no final do episódio, o que permitiu que ela ficasse ao lado de Sam até ele acordar. E sorrir para ela e nos fazer esquecer de toda sua idiotice e de toda a fofura do Nick. McSwarek tem química, e isso é inegável. Mas espero que os roteiristas desenvolvam melhor o Sam, e que ele seja mais honesto e aberto com a Andy. Aliás, com a irmã dele por perto, quem sabe o passado dele seja melhor trabalhado, o que só tem a acrescentar. Quero crer que a irmã de Sam veio para ficar, já que Nick foi tão longe – e colocou sua carreira em risco – para buscá-la.

Rookie Blue - Blink 2

Espero que o Sam fale mais e mostre mais. E que McNally seja feliz, enfim, porque ela merece. E se não for pedir demais, quero que o Nick não fique muito devastado e que continue pela 15ª. Seria uma pena vê-lo partir.

Outro casal que se acertou foi Chloe e Dov. E dou graças por isso, já que a garota é um ótimo par para o Dov. Foi ótimo que os roteiristas não tenham alongado a história dela com o Wes. E, além do mais, Chloe propiciou as cenas mais divertidas (com o Oliver) e também mais dramáticas (quase achei que ela morreria sob o olhar do Dov) do episódio. Um baita trunfo para os roteiristas.

Holly e Gail também vão bem, obrigada. Mas Gail não está nada bem. A loira está perturbada por ver os seus amigos morrendo e por ter se atirado para fora do armário. E destruiu com seu cabelo por causa disso. Holly foi fofa e compreensiva e conseguiu colocar um pouco de juízo – e amor – na cabeça – e no coração – da namorada. E a cena final delas foi muito bacana. Só não estou aceitando o novo corte de cabelo. Foi tipo “ei, você namora uma menina agora. Vamos reforçar os estereótipos”. Não curti mesmo.

O outro Peck da série continua na sua cruzada para conquistar nosso coração e ele está fazendo tudo certo. Nash irá enfrentar dias difíceis com o ex-marido lutando pela guarda de Leo (que comeu fermento) e contar com o auxílio do namorado nesse processo certamente será um ganho. Ainda mais quando ele é um detetive super bem relacionado e zeloso. Só boas notícias.

Não tão boas assim são as notícias para Frank. Realmente a 15ª Divisão é meio bagunçada, e sobram dramas pessoais por ali. E por causa disso o Inspetor John Jarvis chegou para colocar ordem no recinto. E a 15ª tem um novo chefe… por enquanto. Vamos ver quais consequências isso trará para nossos dramáticos policiais.

O caso da semana foi bacana, apesar de bem forçado. Não o caso, em si, mas a situação. Baixou a Shonda Rhimes na Tessie Cameron e ela decidiu que a tragédia acompanhará os personagens em todos os lugares possíveis. E também achei meio falha a abordagem da Andy e do Dov. Mesmo desarmados eles poderiam ter imobilizado a garota com a arma em várias oportunidades, evitando a morte do garoto. Mas, por outro lado, o caso serviu para mostrar que os dois amadureceram como policiais, já que antigamente eles teriam enfiado o pé na jaca tão fortemente que não teria sobrado ninguém vivo para contar a história. Pontos positivos por isso, então.

Espero que a 5ª temporada de Rookie Blue siga a tendência de crescimento que a série demonstrou sempre, e que os 22 episódios que a temporada terá não interfiram na qualidade da trama. Quem aí está preparado para voltar às rondas? Eu estou o/

P.S.1: Marlo poderia ter aparecido. Espero que ela não suma, simplesmente.

P.S.2: só para variar Luke não apareceu… de novo.

Destaques na TV – quinta, 22/05

Data/Hora 22/05/2014, 04:12. Autor
Categorias TV Brasil

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Seguem os destaques dos canais de TV para esta quinta-feira.

A Warner precisa ser avisada que a 6ª temporada de The Mentalist não é a última, o que chega ao fim é outro assunto… Enfim, na estreia da temporada, Jane (Simon Baker) e Lisbon (Robin Tunney) continuam secretamente a missão perigosa de afunilar a lista dos sete suspeitos para chegar ao assassino em série Red John, ao mesmo tempo em que investigam o assassinato de um homem que estava desaparecido nos últimos dois anos.

Matt Lauria (The Chicago Code) e Ray Romano (Men of a Certain Age) são participações no episódio de hoje em Parenthood.

Em inédito de Elementary, Mycroft (Rhys Ifans) volta a Nova York.

Já no episódio inédito de Chicago Fire, o convidado especial é Gordon Clapp (NYPD Blue).

No The Tonight Show desta noite, Jimmy Fallon recebe Jennifer Lawrence e Craig Robinson. Já Brenda Blethyn, Stephen Mangan, Jean Paul Gaultier e Barry Manilow são os convidados de The Graham Norton Show.

Confira os demais destaques para esta noite.

GNT
Parenthood : Uma História de Família – 15h (ep 4×04)
Downton Abbey – 22h30 (ep 4×07) – Leia a review
The Tonight Show com Jimmy Fallon – 23h30

NICKELODEON
The Thundermans – 20h30 (1×07)

NATIONAL GEOGRAPHIC
Cosmos – 22h30 (ep 1×11)

UNIVERSAL
Chicago Fire – 22h (ep 2×19) – Leia a review
Elementary – 23h (ep 2×21) – Leia a review

WARNER
The Mentalist – 22h25 (ep 6×01) ESTREIA

FOX
Bones – 22h30 (ep 9×10) – Leia a review

SONY
The Neighbors – 12h30 (ep 1×14)
Marvel’s Agents of S.H.I.E.L.D. – 21h (ep 1×21)
Once Upon a Time – 22h (ep 3×09)

AXN
Resurrection – 22h (1×06)

COMEDY CENTRAL
The Exes – 20h30 (ep 3×09)

GLOBOSAT
Senhor e Senhora Murder – Mr and Mrs Murder – 21h (ep 1×12)

BBC HD
The Graham Norton Show – 23h

MTV
The Vampire Diaries – 15h (exibição de segunda a sexta reprise 3ª temporada)
Smallville – 15h45 (exibição de segunda a sexta reprise 3ª temporada)
Copa do Caos – 22h30

GLOBO
A Grande Família – 22h35 – 14ª temporada
A Segunda Dama – 23h20

BAND
How I Met Your Mother – Como Conheci sua Mãe – 21h30 – Reprise

SBT
Chaves – 19h20

VIVA
Malhação – 13h (de segunda a sexta)
A Próxima Vítima – 14h30 (de segunda a sexta)
A Cura – 23h10
Dancin’ Days – 0h (de segunda a sábado)

Comentem e voltem, pois amanhã tem mais para ver.

The Voice – Live Show Final e Resultados

Data/Hora 21/05/2014, 22:03. Autor
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E chegou a tão aguardada noite da final do The Voice. Um pouco mais cedo do que de costume, como falei/reclamei ao longo dos textos,e vou morrer sem entender o porquê dessa redução de episódios. Mas enfim, vamos ao que interessa! Vimos uma noite em que o resultado foi completamente inesperado, pelo menos pra mim, consagrando Josh Kaufman como o grande vencedor e consequentemente quebrando a hegemonia de Blake e Adam, coroando Usher como técnico vencedor.

Deixa-me explicar o que quis dizer como inesperada: achava que Jake seria o grande vencedor, que a zebra da noite poderia ser Christina e nunca cogitei a vitória de Josh, mesmo achando ele um candidato muito forte. Quem acompanhou meus textos sabe que sempre tive um pé atrás com ele e isso não seria diferente na final. Também vivi uma relação de amor/ódio com os outros finalistas, por vezes amando, por vezes torcendo por sua eliminação.

Jake nunca figurou entre os mais votados, mas também não esteve entre os menos. Definitivamente ele não tem uma voz superpotente, mas para o estilo country isso não é necessário. Basta ver o próprio Blake, que não tem um alcance vocal muito extenso e já deixou isso claro diversas vezes no programa. Óbvio que, como o próprio nome já diz, eles estão procurando “a voz”, contudo o candidatado tem que ter um mínimo de carisma e principalmente conquistar a plateia e a audiência.

E nessa equação o Jake saía na frente, já que possui uma boa voz e um carisma que transborda da tela. Sem contar que ele uniu forças com um técnico com muito apelo lá fora e é do gênero mais popular dos EUA. Desde a eliminação de Sisuandra (todos chora) e Audra, todos os fãs de Blake puderam concentrar seus votos nele. Aliado a isso, ele veio de duas semanas com apresentações espetaculares, primeiro de Heaven na semifinal e Right Here Waiting, do Richard Marx, na final.

Em contra partida, a maior rival de Jake, Christina, vinha de duas semanas com apresentações um tanto quando controvérsias. Eu só mudei minha opinião em relação à Christina no primeiro live, quando ela cantou Dark Horse e foi quando eu passei a prestar atenção nela. Depois ela teve duas semanas excelentes, com as versões de Hold On, We’re Going Home e How to Love. Mas como diria minha avó, o caldo desandou no final e ela quase foi eliminada. Credito essa culpa única exclusivamente ao Adam, que mesmo querendo dar liberdade criativa para sua candidata, poderia ter dirigido melhor seus números e não ficar enfeitando demais, desviando a atenção do que realmente importava no jogo.

Com o escorregão de Christina e a ascensão e o crescimento do Jake, tudo caminhava pra mais uma vitória para a coleção de Blake. Porém falhei ao ignorar completamente a força de Josh e, consequentemente, de Usher. Não parei para analisar e ver que semana após semana ele continuava no topo, com suas apresentações mais baixadas no iTunes. Eu simplesmente deletei o Josh da competição! E com isso, paguei pela língua!

No episódio das apresentações, cada candidato cantou três músicas: uma escolhida pelo público, como sendo a favorita da temporada; um dueto com seu técnico e por fim uma de sua escolha.

Christina abriu o programa cantando Wrecking Ball, da Miley Cyrus, que ela cantou nos blinds. Não tinha curtido da primeira e continuei não gostando. Acho que essa implicância é pela escolha da música, que já está muito batida. Preferia que ela reprisasse qualquer outra. Na sequência tivemos o dueto entre Josh e Usher, com o clássico Every Breath You Take, do The Police. Também não curti, ficou meio estranho e não me empolguei. Jake subiu ao palco para também cantar a música que o colocou na competição, Don’t Close Your Eyes, do Keith Whitley. Foi legal ver a evolução do Jake e ele foi muito bem.

Jake e Usher

Josh subiu ao palco para cantar, agora sozinho, Signed, Sealed, Delivered, I’m Yours, de Stevie Wonder. Essa música foi a que o colocou no time do Usher, já que batalhou com Delvin, que acabou sendo a escolha do Adam. Foi legal ver o Josh cantando uma música animada. E aí tivemos uma das melhores apresentações da noite: o INCRÍVEL dueto de Christina e seu técnico. Eles cantaram o sucesso do Gotye, Somebody That I Used to Know. Sutileza define essa apresentação, com arranjo simples e principalmente Christina estava contida e tudo fluiu. Eles não precisaram de vários elementos de cena, nem chuva de bolas. Foco total em seus vocais!

Chris e Adam

Uma dobradinha de Jake. Ele cantou uma versão country e sensacional do clássico Right Here Waiting. Uma das suas melhores apresentações até aqui, mas vamos combinar que aquele portão no palco não tinha nada a ver. Na sequência ele cantou com seu técnico A Country Boy Can Survive, do Hank Williams, Jr. Não gostei dessa apresentação, pois Jake cantou muito baixo e parecia um backing vocal do Blake.

Jake e Blake

E pela última vez como candidata, Christina cantou Can’t Help Falling in Love, de Elvis Presley. Uma escolha ousada. Vamos combinar que ousadia é a palavra que define Christina! Excelente apresentação, apesar de preferir ouvi-la cantar uma música mais contemporânea. E fechando a noite a apresentação mais “macabra” da história do The Voice. Não entendi nada o que eles quiseram passar com aquele palco esquisito. Josh cantou Set Fire to the Rain. Foi bem, mas é complicado cantar Adele. Ela é única.

Como já sabemos os resultados, vou comentar o que mais me chamou atenção. Primeiro amei a apresentação de Jake e sua “gangue”: Audra McLaughlin, Kat Perkins, Kristen Merlin, Morgan Wallen e Ryan Whyte Maloney. Eles cantaram Summertime, do Kenny Chesney. Só mesmo o Jake pra reunir tanta gente boa e ficar muito maneiro! Sem contar os diversos vídeos mostrando o bromance de Jake e Blake. Eles formaram uma dupla dinâmica e muito engraçada! Agora, quem conseguia entender o que eles estavam falando?

Jake e Gangue

Os meninos da temporada, Delvin Choice, Jake Barker, Morgan Wallen, Patrick Thomson e Stevie Jo mandaram muito cantando She’s Gone, do Hall & Oates. Eles foram sensacionais, um dos pontos altos da noite. E já não pudemos dizer os mesmo das meninas, que cantaram Umbrella, da Rihanna. As vozes de Dani Moz, Deja Hall, Madilyn Paige, Melissa Jimenez e Tess Boyer não combinaram e ficou bem sofrível ouvir.

Meninos

A noite foi dominada por apresentações country! Foram quatro no total: além de Jake e sua “gangue”, tivemos Jake e Alabama, ao som de Mountain Man, Justin Mooore cantando Lettin’ the Night Roll e Tim McGraw e sua City Lights.

Ed Sheeran também fez hora extra. Cantou com Christina All of the Stars (amo ouvi-la contida e simples) e apresentou seu novo single, Sing (que mais parecia uma música do Justin Timberlake do que Ed, mas enfim, curti).

Outra apresentação que chamou muito atenção foi Josh, Sisaundra, Stevie Jo e TJ Wilkins. Que quinteto é esse gente! SENSACIONAL! Eles cantaram Am I Wrong, de Nico & Vinz. E como cantaram. Zeram o mundo! Já Christina chamou seus amigos e eles estragaram a música Team, da Lorde. Bria (histérica), Tess (mais bonita que cantora) e Jake Baker (Justin Timberlake depois da gripe suína) não conseguiram se entender e a música ficou uma bagunça!

Pela segunda temporada consecutiva, Robin Thicke se apresenta na final do The Voice. Ele cantou com Josh seu novo single, Get Her Back. Momento fofoca: pra quem não sabe, Thicke era casado com a atriz Paula Patton (Missão Impossível 3), mas ele foi pego aos beijos com uma modelo. Agora que o casamento acabou ele está tentando de tudo fazer a mulher voltar pra ele.

Ainda estou tentando entender o que aconteceu com o Coldplay. Eles apresentaram sua nova música de trabalho, A Sky Full of Stars. Não sei se foi o sono, mas vi muitos Chris Martins no palco. Achei que a música tinha sido remixada por um dos DJ’s do momento: David Guetta, Calvin Harris, Avicii. Ou talvez foram todos juntos?

E por fim deixei pra comentar os duetos dos técnicos. Blake e Shakira apresentaram Medicine, do novo álbum de Shelton. Boring. Aqui no Brasil temos as batalhas dos passinhos, lá fora é a batalha dos falsetes. Usher e Adam “falsetaram” Untitled (How Does It Feel), do D’Angelo. Muito bom e Usher foi o grande vencedor, ele deixou Adam no chinelo.

Batalha dos Falsetes

Outra que se deu bem foi Kristen Merlin, ela foi escolhida pelo público e vai seguir em turnê com Will, Jacquei e Tessanne (finalistas da quinta temporada). Ela merece e fiquei muito feliz com a notícia.

E com isso terminamos mais uma temporada do The Voice. Foi uma experiência muito bacana escrever sobre o programa. Queira agradecer à Mariela pela oportunidade e ao pessoal que acompanha comigo pelo Facebook, em especial Simone, Tati, Thamires, Ana Lauria, Ana Moreira, Louise e Monique! Até a próxima temporada!

Técnicos TensosSorriso da vitória

Ps: se uma imagem vale mais do que mil palavras, que tal duas?

Orphan Black – Ipsa Scientia Potestas Est

Data/Hora 21/05/2014, 17:20. Autor
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O momento pelo qual ansiávamos desde que Helena voltou à vida pedindo educadamente por ajuda aconteceu, e a reunião entre Sarah e Helena foi o foco de Ipsa Scientia Potestas Est. E não tem como não dar 5 estrelinhas douradas brilhantes (que só não brilham mais do que Alison, a ausente da semana) para um episódio no qual o fio condutor é Helena e a tentativa de seus amigos de trazer civilidade à ela.

Helena é, de longe, um dos mais assustadores personagens atualmente no ar. A sua ausência de limitadores “morais” e sua inconstância a tornam uma bomba relógio prestes a explodir. E nunca sabemos quando Helena ouvirá o chamado das trevas que as freiras implantaram dentro dela lá na tenra infância, o que deixa todas as cenas das quais ela participa tensas e angustiantes.

Nesse episódio não foi diferente. Mas, apesar disso, Helena funcionou muito bem como alívio cômico do episódio, o que foi necessário em razão da ausência de Alison, que sempre cumpre bem esse papel (IMAGINEM UM ENCONTRO ENTRE AS DUAS! <3). A interação de Helena com o “broher sestra” Felix foi ótima, e o mesmo pode ser dito da interação entre ela e Arthur. Aliás, a cena toda da comilança da loira do cabelo bagunçado foi divertida, especialmente o momento no qual ela deixa Art ansioso por uma grande revelação e complementa dizendo que realmente gosta de rosquinhas. Impagável.

Mas apesar dos inúmeros momentos comicamente deliciosos, a melhor cena do episódio foi a que misturou toda a instabilidade e a fúria da Helena com a paciência e a aceitação da Sarah com a dominação e a esquisitice de Rachel. Sei que Art e Paul (uma parte importante e vistosa da cena, claro) estavam ali, mas no final das contas ela se resumiu à Tatiana Maslany dando show, mais uma vez.

Rachel deu mostras claras de que ser a “clone consciente” não faz muito bem para ela. Não foi dessa vez que soubemos o que aconteceu na viagem de Rachel e Paul para a Ásia, mas é evidente que a loira do cabelo comportado tem um trunfo contra o ex-militar. E agora que Daniel, seu monitor, está morto, é no novo empregado que a toda poderosa da Dyad pensa ter encontrado um novo supervisor. Mas é claro que ela não compraria o produto antes de testá-lo, correto? E foi isso que Rachel fez em uma das cenas de sexo mais esquisitas já exibidas nos seriados: testou Paul, avaliou cada pedaço do seu ser (inclusive os dentes, CREEPY). E manteve Paul submisso, afinal de contas, ela quer ter tudo sob controle.

Do outro lado da rua foi muito interessante ver Helena tentando voltar ao seu modus operandi e querendo resolver os problemas com tiros na testa. E não houve quem não ficou um pouco frustrado por não ter visto os miolos da clone mais vadia voando por aí. Mas Sarah, prudentemente, evitou que Helena riscasse mais uma clone da lista, em especial agora que Rachel e Paul conseguiram incriminar Felix (que nunca terá um encontro normal com o cara do necrotério, aparentemente). E no final das contas, não foi só a Helena que Manning fez chorar.

Orphan Black

Eu confesso que não esperava por isso, mas foi com Helena que encontramos maiores informações sobre o projeto LEDA. Aparentemente o cientista Duncan, pai de Rachel, não morreu no incêndio do laboratório. Assim, talvez o DNA original também não tenha perecido no incêndio (e aí uma cura para Cosima estaria mais próxima), e Duncan tenha sumido com ele para evitar que novas clones fossem feitas ou para esconder alguma outra coisa.

Aliás, deu para perceber que Leekie ficou surpreso – e um pouco apavorado – com a possibilidade de Duncan estar vivo. E por falar no médico, sempre achei que ele era uma espécie de vilão. Mas já não estou muito certa disso. O fato dele ter passado por cima das ordens de Rachel e ter dado seguimento ao tratamento de Cosima demonstra que ele tem uma ligação emocional muito grande com as clones. E quem sabe toda essa questão do monitoramento seja fruto – ainda que um meio esquisito – da preocupação dele com suas clones. O que nos leva a questionar o quão envolvido ele estava no projeto LEDA. Tem até gente imaginando que Leekie seria o “pai” das clones. Confesso que não faço ideia no que pensar, mas estou inclinada a achar que o Leekie tem, no fundo, boas intenções. E Cosima pode tirar proveito disso.

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Outro que me confunde é o Paul. Não faço ideia do porquê de tanta submissão à Dyad e à Rachel. Mas ainda acho que toda a lealdade e a devoção que ele mostrou à Sarah anteriormente não sumiram no espaço. Acho que o fato dele estar seguindo Sarah pode ser positivo, no final das contas. E que ele ainda vai se mostrar um bom aliado para Manning. E caso ele não se mostre… bem, Sarah sempre pode usar a Helena para resolver seus problemas, não?

Delphine teve um bom episódio, no qual achamos ela fofa e vibramos com o apoio que ela deu à Cosima. Então, por enquanto, seguimos crendo que ela é do bem. Espero que isso continue assim, porque Cophine é fofura extrema.

Finalizando a lista dos personagens que estão sob judice temos Cal. Uns dirão que se ele quisesse prejudicar Sarah e fazer o mal a Kira, já teria feito. Concordo. Mas qual a razão de tantas identidades diferentes? E porque Rachel já sabe de sua existência e de sua ligação com Kira? Será que Cal está mais vinculado aos militares e, em razão disso, talvez, ao projeto LEDA? O que me conforta é saber que Kira é bem esperta e sensitiva. Caso ela não confiasse no Daddy, já teria dado mostras disso. E a garotinha parece ficar bem confortável com ele. Então, só pagando para ver.

Os Proletheans apareceram menos nessa semana. Mas nem por isso foram menos assustadores. Além de descobrirmos que eles estão procurando por Helena, para que ele carregue o bebê inseminado, ficamos sabendo que Grace foi castigada por não querer falar sobre o que fez com Helena de uma forma bem peculiar… e aterrorizante. E para tudo ficar ainda mais esquisito, Mark resolveu demonstrar seu afeto pela garota – que será a mãe do “filho de Helena” se ela não retornar – beijando sua boca costurada. Alguém aí teve pesadelos?

No próximo episódio, acompanharemos a viagem de Helena e Sarah rumo ao passado. E tenho certeza que a busca delas acabará fazendo com que os seus caminhos se cruzem com os da Mrs. S. Caso eu esteja certa, creio que o encontro será explosivo. E mal posso esperar por ele.

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P.S.1: Se Duncan é o Swan Man, é ele o Zeus do projeto LEDA? Caso seja, seria ele o “pai” das clones, todas? Mais questionamentos.

P.S.2: Cosima sempre aparece, mas sempre aparece pouco. Tá na hora de mudar isso, acelerar esse plot dela, afinal de contas, chegamos na metade da temporada e Cosima merece mais.

P.S.3: Cosima imitando Aldous foi DEMAIS!

P.S.4: meathead? Não chame Helena assim, Sarah! <3

P.S.5: vamos todos abraças a Sarah, agora que ela descobriu que Cos está doente? </3

P.S. Eterno: Tatiana Maslany RAINHA!

‘Que Talento!’ estreia no Disney Channel

Data/Hora 21/05/2014, 15:40. Autor
Categorias Notícias

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Estreia em 24 de maio, às 19h30, Que Talento!, a nova série para o Disney Channel produzida pela Cinefilm e coproduzida pela Buena Vista International. Dirigida por Juliana Vonlanten e Daniel Caselli, a produção brasileira contará as histórias de um grupo de adolescentes em uma agência de talentos nada convencional.

Que Talento!, protagonizada por Mayra Arduini (Mayra) e Bruno Martini (Bruno), da promissora banda College11, e Gabriel Calamari (Champ) fala sobre as aventuras de um grupo de amigos que se reúne na Barulho Talents, uma agência de talentos instalada na garagem da casa de Champ, primo de Mayra. A única regra do grupo é a de que cada um pode ter sucesso contanto que use o seu próprio talento.

Além dos integrantes do College11, a Barulho Talents conta com: Champ, responsável por dirigir a agência; Frank, um ator que sonha em ser galã, mas só consegue papéis como monstros e vilões; Carter, um jovem que diz ser capaz de hipnotizar animais e pessoas; Shirley, uma jovem que deseja quebrar recordes inusitados e Chororô, uma milionária que ainda está em busca do seu talento. Os talentos disponíveis na agência são bem diversificados, prova disso é Cai Não Cai, um cachorro equilibrista que é o mascote da Barulho Talents. Também participam do elenco: Hirochi, braço direito de Champ, João e Carol, seus irmãos, e Astronauta e Dona Santinha, pais deles.

“Durante a criação da série entendemos que para dar força ao formato, trabalhamos o entendimento do personagem pelo ator e em como ele se relacionaria nesse grupo. Isso ajudou a alimentar uma relação verdadeira entre todos, que foi muito além da atuação. Mesmo nos bastidores, nos tornamos todos parte da Barulho, os barulhentos!”, comenta a diretora Juliana Vonlanten.

As histórias são contadas por meio da Barulho Cam: para divulgar as notícias da empresa, a Barulho Talents usa uma plataforma digital – denominada por eles de Barulho Cam – pela qual os membros se conectam para realizar videoconferências entre todos os participantes. Os integrantes da Barulho se unem para contar suas histórias, aventuras e desventuras. A partir destas conversas, o público acompanha o que acontece na casa de Champ, na escola E=MC2 (onde todos eles estudam) e nos shows do College11.

Todos os episódios abordam o ambiente tecnológico em que vivem crianças e jovens nos dias de hoje. Vídeos que se tornam virais, situações que acontecem na Internet, muita música e facilidade na comunicação por meio de dispositivos são destaques no conteúdo da série.

“As histórias são universais, os assuntos e cenas estão no imaginário dos jovens e o que realizamos aqui foi uma série nacional com qualidade internacional. Cenários impecáveis, fotografia impecável”, completa o diretor Daniel Caselli. Para dar conta de tantos detalhes, Flávio Vonlanten, sócio da Cinefilm e produtor executivo da série diz que foram construídos 450m2 de cenários fixos e mais diversos cenários temporários dentro de dois estúdios. “Montamos uma estrutura muito grande, onde pudemos filmar em 360 graus, com a qualidade do Disney Channel, mas também com toques da cultura brasileira na direção de arte para localizar o contexto da série”, afirma.

André Rodrigues, roteirista e showrunner da série  comenta que a narrativa usada foi criada pensando no universo atual dos jovens, que usam muita tecnologia e estão conectados o tempo todo. “O formato é original, pois a história é contada como se fosse por meio da internet. Como se levássemos o computador para dentro da televisão.”, diz.

Rodrigues acompanhou de perto todas as gravações de Que Talento!, de forma que seus roteiros pudessem sofrer alterações consistentes com a trama, tornando a dinâmica do seriado mais interessante de acompanhar. O showrunner também participou da edição dos episódios, a fim de oferecer para a audiência um produto fechado, com uma trama consistente e sem “furos” na continuidade.

Com informações cedidas pela assessoria de imprensa do canal.

‘Penny Dreadful’ estreia na HBO Brasil em junho

Data/Hora 21/05/2014, 14:38. Autor
Categorias Notícias

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Penny Dreadful, que estreou na Showtime no dia 11 de maio, chega ao Brasil através da HBO no dia 13 de junho, às 22h.

Com toques sobrenaturais, a trama se passa em Londres no século XIX e combina a narrativa dos protagonistas da série com diversos personagens clássicos como Conde Drácula, Dr. Frankenstein, Dorian Gray e seus contos de terror. Assim, a série cria novas e interessantes versões dessas figuras ao mesmo tempo em que se mantém fiel à ação e à história de cada um deles.

Protagonizada por Timothy Dalton (Sir Malcolm Murray) e Eva Green (Vanessa Ives), Penny Dreadful conta a história de Murray – um pai desesperado em busca de Mina, sua filha desaparecida que ele acredita ter sido sequestrada por vampiros – e de Vanessa, uma misteriosa médium que tem visões possivelmente ligadas a um terrível segredo. Ambos contam com a ajuda do franco-atirador Ethan Chandler (Josh Hartnett) para atacar um esconderijo onde suspeitam que Mina esteja, mas, ao invés dela, encontram um poderoso vampiro com segredos talhados na pele. Nessa busca, eles também recebem a ajuda de Dorian Gray (Reeve Carney) e de um médico local, Victor (Harry Treadaway), conhecido pelos seus interesses distintos e objetivos secretos.

PREVIEW| Primeiras Impressões – Penny Dreadful

Penny Dreadful conta com um elenco de grandes atores, reunindo nomes como Robert Nairne (The Nightman of Nevermoor), Rory Kinnear (Skyfall), Billie Pipper (Doctor Who), Danny Sapani (Macbeth), Helen McCrory (Skyfall), Reeve Carney (Spider-Man: Turn off the Dark), Alun Armstrong (New Tricks), Alex Price (Storage 24), Rick Burn (The Underground), entre outros.

A série foi criada, escrita e produzida por John Logan (Hugo, The Aviator, Gladiator), tem produção executiva de Sam Mendes (American Beauty, Skyfall) e Pippa Harris (Revolutionary Road, Call The Midwife) e será exibida com exclusividade pela HBO no Brasil e em toda a América Latina.

Com informações cedidas pela assessoria de imprensa da HBO.

Grimm – Blond Ambition

Data/Hora 21/05/2014, 14:03. Autor
Categorias Reviews

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“Retroceda, retroceda, você noiva bonita, dentro dessa casa você não deve permanecer. É aqui que as coisas más acontecem”.

Ser ou não ser um Grimm, eis a questão. Em Blond Ambition, um nome muito sugestivo para o episódio já que pode ser traduzido como “ambição loira”, Nick se vê pela primeira vez com essa opção de escolha. No entanto, a opção foi a princípio uma imposição de Adalind e sua incansável ambição de ter o que quer, independente de quem precise machucar para isso.

Nick tirou os poderes de Adalind ainda na primeira temporada da série no episódio Love Sick. Agora, após recuperar seus poderes ao longo dessa temporada, a hexenbiest deu o troco em Nick. Renard não conseguiu impedir a tragédia, mas chega a avisar Trubel que Nick precisa tomar da poção verde. Como mencionei na review do último episódio, The Inheritance, Trubel deveria ser de grande ajuda para que Nick enfrentasse mais essa investida de Adalind e isso se confirmou.

Grimm 3x22 Trubel

Apesar de não ter conseguido entregar a poção para Nick e ter destruído o casamento de Monroe e Rosalee, foi por causa de Trubel que Nick descobriu cedo que tinha perdido os poderes e também foi por causa dela que Renard recebeu um rápido atendimento após ter sido baleado pelo hundjager. Agora, também devido a Trubel, Nick sabe o que é preciso ser feito para que ele recupere seus poderes de Grimm. No entanto, por enquanto só Renard sabe onde pode existir mais da tal poção e ele está à beira da morte.

Será que vamos perder o capitão logo no início da próxima temporada? Acredito que não. E também acredito que o resto da poção de Adalind será achada facilmente, já que Wu sabe onde Renard foi atrás da moça antes de chegar na casa de Nick e ser baleado. Do início da próxima temporada o sargento não deve escapar de ficar por dentro do mundo wesen. Não depois dos desenhos que viu na casa de Nick e que o fizeram relembrar de seus pesadelos. Vamos combinar que ele não merece mais viver às cegas. #ForçaWu.

Grimm 3x22 Wu

Para a próxima temporada, o sargento deve ser uma peça chave para dar a opção a Nick de voltar a ser um Grimm. Com acesso ao resto da poção e sabendo que precisa tomá-la para recuperar seus poderes, o óbvio é que Nick volte a ser um Grimm, ou então, perderíamos o sentido da série. No entanto, essa decisão terá um custo. Juliette deixou bem claro, logo depois de descobrir o que Adalind havia feito, que não sabe se conseguirá seguir vivendo ao lado de Nick com todas as consequências que ele ser um Grimm traz para a vida dos dois. Por outro lado, continuar sendo um Grimm também deixa Nick apto a ajudar Trubel contra as investidas da Família Real e, dessa forma, manter seguras as pessoas que ele ama.

Além de correr o risco de perder Juliette, Nick sabe que no geral sua vida não ficou nem um pouco melhor depois que descobriu ser um Grimm. Ele confidenciou isso a Trubel um pouco antes de perder seus poderes. Na ocasião, Nick acreditava que deixar de ser um Grimm era impossível apesar de alguns como Rolek tentarem levar uma vida normal. Já Trubel acha bem melhor ser uma Grimm do que ser louca. Como não adorar a Trubel?

Em meio a isso tudo, o casamento de Monroe e Rosalee ficou um tanto pra escanteio e foi nervoso, considerando as coisas que ocorriam ao mesmo tempo em outros locais de Portland, como Renard sendo atendido na ambulância e Trubel tentando chegar ao casamento. Mesmo assim, a cerimônia foi bonita. Com Rosalee usando um vestido lindo, bem diferente do que herdou da família e que a irmã destruiu na madrugada antes do casamento.

No final das contas, todo o cuidado com Nick utilizando óculos escuros na cerimônia foi inútil e desnecessário. Isso porque ele já não era um Grimm naquele momento, apesar de não saber, e também porque Trubel chegou e acabou com a paz do lugar. Por outro lado, o “até que a morte nos separe” de Monroe e Rosalee se estendeu às suas famílias. Apesar de todos os problemas de relacionamento que eles apresentaram durante a série, o casamento mostrou que a atual situação é bem diferente. Bonito, não?

Grimm 3x22 Nick

A cena final de Nick desolado no carro afetou todos, sendo também um ótimo trabalho do ator David Giuntoli. Hank dirigia preocupado, Juliette ficou assustada com o desespero no olhar do namorado e Trubel voltou a se sentir sozinha no mundo. Grimm novamente encerra uma temporada com um cliffhanger interessante. Apesar de não encerrar a história e deixar algo para ser definido no próximo episódio, o seriado não deixa o fã completamente frustrado. Foi um bom cliffhanger, que deixou uma discussão aberta e a curiosidade dos fãs aguçada.

PS: Foi bom demais ver Trubel acabando com o hundjager, não? Vale ressaltar que a desconhecida atriz Jacqueline Toboni fez um ótimo trabalho em Grimm e seria ótimo que ela continuasse no elenco fixo da série.

Revolution – Tomorrowland e Memorial Day

Data/Hora 21/05/2014, 13:13. Autor
Categorias Reviews

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Foram dois episódios ousados, inovadores e bons. O que me faz pensar: “Por que raios vocês não fizeram isso antes de a série ter sido cancelada?”.

Tomorrowland traz a grande questão do Gás Mostarda. O núcleo é semi-uno, então a história do episódio ficou deliciosamente contínua, e achei a introdução de uma ferramenta de extermínio em massa muito interessante, apesar de tardia.

Priscilla ainda está dominada pelo ritmo da ragatanga pela nanotech, e vem dando um trabalhão para Aaron. Em compensação, é ela quem avisa do perigo, fazendo com que os seres humanos de Willoughby corram e se escondam a tempo, além de matar uns patriotas que chegam com máscara de gás – pois é, nanotech maneirassa, o corpo da Priscilla resiste a tudo!

Depois disso, nossos queridos vão atrás de respostas: o que era aquele gás amarelo? De onde veio? O que faz? Como vamos parar os Patriotas e roubar essa treta que parece muito legal, se usada a nosso favor?  Acontece que o gás foi a arma escolhida por Truman (que virou hominho e mandou o presidente parar de encher o saco e deixar ele agir) para assassinar Miles e Bass, os quais, por sua vez, são manés o suficiente pra brigarem e se separarem. Pois é. Bass então pega sua escova de dentes e seu filhinho e vai embora. “Não precisamos do Miles”. Bate o pezinho umas vezes, pega armas que escondeu e, surpresa! Neville tem um faca no pescoço de Connor, e não é pra bancar o barbeiro (por mais que a posição da faca tenha ficado muito parecida com isso xD).

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E então veio Memorial Day, para nos mostrar a que Neville veio. Querendo vingar a morte de Julia, vai atrás de uma aliança com Bass, que aceita sem titubear. Enquanto isso, Miles se alia a Marion – sim, a mesma que sacaneou ele e o Gene há uns episódios – para descobrir os planos de Truman. Pois ela descobre, arranja uns team mates para Miles (poucos, mas quem não tem cão caça com gato, né?) e depois volta a posar de noiva modelo, enquanto o time arquiteta um plano que, teoricamente, é perfeito: sequestrar o trem com o carregamento de gás mostarda. A cena do sequestro foi bem legal, e eu meio que curti ver a Charlie toda felizona em cima do trem, enquanto o maquinista fazia póóón! apitava. Mas legal, legal mesmo, foi o que veio depois. Bass, Neville e seu grupo abordam o trem e dizem que “isso é um assalto”. Daí eles descobrem que o vagão onde o gás deveria estar, na verdade, está vazio. Agora me digam: quem é que rouba uma mercadoria sem antes conferir se está tudo certo com ela? Claro que eu ri um bocado das caras de tacho de todo mundo e dei uma de “cumpáde Uóxito”: Sabe de naaaaaaaada, inocente!

Nisso, Rachel está com Aaron e Priscilla na casa que a moça tomou no episódio anterior e que eu esqueci de comentar. A nanotech tem Aaron na mão, e com a chegada de Rachel, a coisa muda um pouco de figura. Depois de chamar Priscilla de “meu projeto de ciências”, o que eu achei incríííível, deu um tapa na cara dela! Confesso, babei muito ovo pra Rachel nesse episódio. Toda a chatura que ela apresenta quando está perto da trupe se esvai quando ela tá com o Aaron e brincando na parte efetivamente científica da série. Pois bem, Rachel trata de irritar a nanotech um tantinho depois de matutar um plano massa, mas bem rudimentar – era o que dava pra fazer, gente – com Aaron. Tentam queimar o circuito com água e eletricidade. E quase funciona. Claro, se tivesse funcionado seria decepcionante. Imaginem, a bagaça tá dominando o mundo há mais de vinte anos e, um belo dia, com água e energia elétrica, conseguem queimar a nanotech? Broxante. Derrotar a criatura é o grand finale dos criadores, tem que ser algo dantesco, senão não tem graça.

Terminando o episódio temos então Marion, numa reunião do povo em que Truman está fazendo discurso. O patriota então chama seus convidados especiais: o presidente dos EUA e o do Texas. Retira-se e leva a noiva para o andar de cima, onde está… *tambores rufando* O GÁS MOSTARDA! E aí a gente descobre que o Truman quer matar todo mundo e acaba o episódio.

Bem, revolucionários, apenas mais um episódio para o fim. Muito a se esperar do finale, muito. Sabemos todos que a série teve pontos baixos demais, mas oremos para que não tenha um series finale estilo Dexter.

Netflix libera key-art da 2ª temporada de ‘Hemlock Grove’

Data/Hora 21/05/2014, 11:26. Autor
Categorias Notícias

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Os dez episódios da segunda temporada da série original da Netflix Hemlock Grove, produzida por Eli Roth e indicada ao Emmy,serão disponibilizados no dia 11 de julho. Com produção-executiva de Charles ‘Chic’ Eglee (The Walking DeadDexter), a série traz de volta Famke Janssen (X-Men), Bill Skarsgård (Simon & The Oaks), Landon Liboiron (Terra Nova) e Dougray Scott (Missão Impossível 2). O elenco ainda terá ainda o reforço de Madeline Brewer (Orange is the New Black), Madeleine Martin (Californication), Joel de la Fuente (Law & Order: SVU) e Tiio Horn (18 to Life).

A série é um thriller sobrenatural que explora os inexplicáveis acontecimentos na pequena cidade de Hemlock Grove, na Pensilvânia. Tudo começa com a improvável amizade entre o jovem herdeiro da família fundadora da cidade, Roman Godfrey (Skarsgård) e o cigano Peter Rumancek (Liboiron), recém-chegado a Hemlock Grove. Cada um deles guarda um  segredo monstruoso.

Na segunda temporada, a cidade lida com o massacre perpetrado por uma criatura sobrenatural. Roman e Peter precisam enfrentar novas responsabilidades e a realidade da vida adulta. Roman reluta em aceitar a si mesmo como Upir, sofre com o desaparecimento de sua irmã Shelley (Martin) e entra em conflito com sua mãe (Janssen). Enquanto isso, Peter vai morar com Destiny (Horn) e é obrigado a arrumar um emprego após a partida de sua mãe. Miranda Cates (Madeline Brewer) chega à Hemlock Grove em busca de uma vida nova, mas sem querer acaba exercendo uma enorme influência sobre Roman e Peter. E Norman (Scott), ainda atônito com a morte de sua filha, precisa enfrentar a dura realidade da família que lhe resta.

Para já ir se preparando para a continuação da saga, a Netflix mostra em primeira mão a key-art da segunda temporada:

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Com informações cedidas pela Netflix.

Próxima temporada do ‘Decora’ terá comando de Marcelo Rosenbaum

Data/Hora 21/05/2014, 10:24. Autor
Categorias Notícias

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Na nova temporada do Decora, atração do GNT, as transformações de ambientes ganharão nova assinatura. Começam em junho as gravações do programa sob o comando do designer Marcelo Rosenbaum. A temporada será toda gravada em São Paulo e os interessados em redecorar um cômodo de sua casa já podem enviar seus vídeos de inscrição através do site gnt.com.br/decora.

A partir de algumas orientações e desejos dos moradores, Rosenbaum vai usar toda a sua criatividade para transformar o ambiente. Depois de acompanhar o passo-a-passo da reforma, o telespectador vê a surpresa e a alegria dos participantes ao conferir o resultado. Marcelo ganhou notoriedade ao apresentar o quadro Lar Doce Lar, dentro do Caldeirão do Huck, programa da TV Globo.

Com informações repassadas pelo GNT.

Destaques na TV – quarta, 21/05

Data/Hora 21/05/2014, 04:30. Autor
Categorias TV Brasil

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Confira o que tem na programação da TV.

Mindy Kaling é uma das representantes mais produtivas da um nova geração de atrizes e escritoras de comédia. A ex-co-estrela de The Office, é a protagonista, criadora e produtora Projeto Mindy (The Mindy Project), nova série do TBS, que se encaminha para sua terceira temporada nos EUA. Na série, ela é a obstetra e ginecologista Mindy Lahiri, que sonha viver uma história de amor cinematográfica ao estilo das comédias românticas de Meg Ryan e Tom Hanks – das quais é fã desde menina. O elenco se completa com nomes como Chris Messina (The Newsroom, Damages), Ed Weeks, Zoe Jarman (Greek) e Ike Barinholtz (Eastbound & Down), entre outros.

Como o próximo episódio inédito de Believe nos EUA só acontece no dia 25, teremos reprise hoje.

Sem aviso nenhum, na semana passada o AXN estreou a segunda temporada de Perception no incrível horário de 7h30, com reprise as 13h e 3h.

The Neighbors passou agora a ser diário no horário da tarde, enquanto Parks and Recreation reprisa sua 5ª temporada e Trophy Wife sumiu da programação.

Na TV aberta, Danilo Gentili entrevista James McAvoy e Patrick Stewart – interpretes do professor Charles Xavier em X-Men: Dias de Um Futuro Esquecido. O The Noite com Danilo Gentili vai ao ar de segunda a sexta, a partir da meia noite, no SBT.

Já no The Tonight Show desta noite, Jimmy recebe Maya Rudolph, Robert Duvall e Lily Allen.

Confira os demais destaques.

GNT
Questão de Família – 22h30
The Tonight Show com Jimmy Fallon – 23h30

MULTISHOW
Só Garotas – 21h30

GLITZ
Lying Games – 18h (ep 2×09) / 18h47 (ep 2×10)
Pretty Little Liars – 20h21 (ep 4×09) / 21h08 (ep 4×10)

NATIONAL GEOGRAPHIC
Vikings – 20h (ep 2×08)

WARNER
Believe – 20h Reprise

SONY
The Neighbors – 12h30 (ep 1×14)
Grey’s Anatomy – 21h (ep 10×19) – Leia a review
Revenge – 22h (ep 3×21)
Scandal – 23h (ep 3×10) – Leia a review

AXN
Perception – 7h30 (ep 2×02)
Covert Affairs – 22h (ep 3×15) – Leia a review

TBS
Projeto Mindy – 20h10 (ep 1×01) ESTREIA
The Millers – 21 h (ep 1×13)

COMEDY CENTRAL
The Goldbergs – 20h30 (ep 1×09)

MTV
The Vampire Diaries – 15h (exibição de segunda a sexta reprise 3ª temporada)
Smallville – 15h45 (exibição de segunda a sexta reprise 3ª temporada)

MAX*e
Fleming – 22h – minissérie (ep 1×03)

BAND
How I Met Your Mother – Como Conheci sua Mãe – 21h30 – Não terá exibição hoje

SBT
Chaves – 19h20

RECORD
Milagres de Jesus – 21h45 – minissérie
Breaking Bad – 23h45 (ep 5×09)

VIVA
Malhação – 13h (de segunda a sexta)
A Próxima Vítima – 14h30 (de segunda a sexta)
Mulher – 23h10
Dancin’ Days – 0h (de segunda a sábado)

Podem comentar.

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