Em cerimônia realizada em Los Angeles na manhã desta quinta-feira, o sindicato dos atores divulgou a lista dos indicados a 12ª edição do Screen Actors Guild Awards. Os nomes dos indicados foram anunciados pelos atores Ellen Pompeo (Grey’s Anatomy) e Benjamin Bratt (E-Ring). Os vencedores serão conhecidos no dia 29 de janeiro, em premiação que será apresentada ao vivo pela rede TNT.
Na categoria televisão, a série campeã de indicações este ano é Justiça sem Limites (Boston Legal), com quatro indicações (ao lado do telefilme Warm Springs). Ao contrário do Emmy Awards, Justiça sem Limites foi indicada pelos membro do sindicato na categoria comédia, e não drama. A segunda série com mais indicações é o drama Grey´s Anatomy, com três. Veja abaixo os indicados em televisão:
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A comédia inglesa Manchild, já exibida no Brasil pelo Eurochannel, pode ganhar uma versão norte-americana. O canal Showtime encomendou ao produtor Darren Star, de Sex and the City, e o roteirista Michael Traeger, o episódio piloto de uma nova versão do seriado, que mostra a vida de quatro homens adultos e bem-sucedidos que estão em plena crise de meia-idade. O programa costuma é considerado pela crítica uma versão masculina de Sex and the City.
A atriz Tori Spelling, a Donna de Barrados no Baile, noivou na semana passada com o ator Dean McDermott, segundo notícia divulgada pela revista People. McDermott, de 39 anos, atuou na primeira temporada da série Missing e tem no currículo participações nas séries Kojak, Without a Trace e The Closer, entre outras. O noivado do atriz, de 32 anos, acontece menos de cinco meses após ela ter se divorciado de seu primeiro marido.
O ator Richard DeAngelis faleceu no dia 28 de dezembro, vítima de problemas cardíacos. O ator, de 73 anos, fazia o papel do coronel Raymond Foerster na série policial The Wire, da HBO. DeAngelis foi casado duas vezes e deixa quatro filhos.
Adam Brody, o Seth de The O.C., vai iniciar uma nova carreira em 2006 – a de produtor de televisão. Brody está desenvolvendo um novo seriado para a rede NBC ainda sem título definido, que mostrará uma mundo tomado por vampiros, onde a polícia de Los Angeles possui uma unidade especial só para caçá-los. A idéia da série é do próprio ator, que será um dos produtores executivos do projeto. A rede NBC já encomendou o script do episódio piloto, que terá roteiro de Natalie Chaidez, co-produtora da série Skin.
A atriz Catherine Dent deu à luz no dia 14 de dezembro ao seu primeiro filho, segundo nota divulgada na semana passada pela revista People. A criança, que não teve o nome divulgado, nasceu em Los Angeles.
Dent faz o papel da policial da Danny Sofer no seriado policial The Shield. A quinta temporada do programa estréia no dia 10 de janeiro nos Estados Unidos e a gravidez da atriz será usada na série.
Vocês sabem quem é Jenji Kohan? Eu não sei. Será que é homem, será que é mulher? Será que Jenji é oriental? Será que Kohan é judeu? Nem pesquisando no IMDB eu consegui descobrir. Este ser chamado Jenji Kohan co-produziu Mad about You, co-produziu Gilmore Girls e desde os anos 90 tem escrito roteiros para algumas comédias. Um episódio da primeira temporada de Gilmore Girls, um de Sex and the City, outro de Will & Grace, pouquíssima coisa, quase nada. Em 2004, Jenji Kohan criou The Stones, uma sitcom com a Judith Light (Who´s the Boss) que devia ser tão ruim que a CBS tirou do ar em menos de um mês. Eu tenho uma foto aqui da série, a Warner Channel tinha anunciado para a imprensa que iria exibí-la, mas acabou desistindo.
Pois Jenji Kohan criou a melhor série nova da temporada, a melhor comédia do ano, o programa novo que enfim tirou o meu fôlego e pelo qual eu aguardo ansiosamente para assistir toda semana. Jenji Kohan, que agora eu sei, é uma mulher – é esta tia que, na foto acima, ao lado da Elizabeth Perkins, parece um misto de Bete a Feia com a Nia Vardalos quando era gordinha –, é a criadora de Weeds, o melhor programa da TV paga na atualidade. Clique aqui para continuar a leitura »
Com alguns meses de atraso, segue abaixo minha lista anual dos dez melhores season finales das temporada 2004/2005. Só para esclarecer, a lista abaixo foi montada após eu assistir todos os finais de temporada das séries da Fox, Sony, Universal e Warner (só não assisti ao season finale de 7th Heaven, mas acho que se a Sony realmente quisesse que nós assistíssemos ao programa exibiria ele em um horário decente). No ano passado, os dramas teen dominaram a lista (clique aqui para reler). Este ano eles desapareceram e o Top 10 foi invadido pelos seriados policiais. Confira:
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Esta season finale de Lost encerra uma das mais quentes e importantes temporadas da TV americana de todos os tempos, talvez a maior desde 1994-1995, ano que revelou Friends e ER (e também a temporada na qual Arquivo X se tornou um fenômeno). Ao lado de Desperate Housewives, Lost mudou radicalmente o cenário da briga pela audiência nos Estados Unidos, modificou hábitos de telespectadores e vai influenciar pela próxima década tudo o que se produzir em televisão.
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Série: The West Wing
Episódio: Things Fall Apart
Temporada: 6ª
Número do Episódio: 131
Data de Exibição nos EUA: 30/3/2005
Data de Exibição no Brasil: 24/6/2005
Emissora no Brasil: Warner
Acredite, a fase é boa
Faltando um episódio para o final da temporada é preciso admitir: depois de um início de temporada desagradavelmente violento (de 6×01 a 6×10), e da alternância entre episódios na Casa Branca e de campanha política (6×11 a 6×15) que eu particularmente gostei mas muitos criticaram, The West Wing encontrou o ponto de equilíbrio entre a valorização do seu elenco e a construção de novos personagens e da cobertura da campanha eleitoral. Esta última fase da temporada de The West Wing, que até aqui já dura seis semanas – e terminará na sétima com a season finale – tem sido emocionante e não fica a dever muito para os melhores momentos da série do passado.
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Série: The West Wing
Episódio: Ninety Miles Away
Temporada: 6ª
Número do Episódio: 129
Data de Exibição nos EUA: 16/3/2005
Data de Exibição no Brasil: 10/6/2005
Emissora no Brasil: Warner
Cuba Libre
Ninety Miles Away não é um episódio imune a críticas, possui defeitos, mas é um desses episódios que fará muitos fãs esboçarem aquele sorriso de satisfação que há tempos não saia. Tem boas atuações, tem humor e drama, tem segredos dos personagens vindo à tona e uma boa dose de crítica política, que por sua vez rende polêmica. O passado de glória se foi, mas aquele clima de magia se mantém.
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No sábado foi ao ar no Brasil o final do The Drew Carey Show. Alguém se importa? Eu me importo. Durante muito tempo, The Drew Carey Show foi a minha comédia favorita – mais até que Friends ou Seinfeld. É, eu sei, parece absurdo. Mas The Drew Carey Show é uma série repleta de virtudes e aspectos interessentes que merece ser estudados – ou homenageados.
Acompanho a série no Brasil desde os tempos da Warner (isto mesmo, Drew já foi da Warner), de onde migrou para a Sony e viajou pela programação do canal até o limbo das manhãs de sábado. Apesar do abandono, Drew teve uma trajetória rica. Nos EUA, o seriado já foi trunfo da ABC, ficando no três primeiros anos (de 1995 a 1998) no Top 20 do Nielsen e conseguindo média de 17 milhões de telespectadores durante sua segunda temporada – ou seja, ela foi o Lost do canal entre 1996 e 1997. Foi este histórico, aliado ao talento de Drew Carey como negociador, que manteve o show no ar por nove anos – mantendo a sitcom em produção mesmo quando a rede ABC não tinha mais interesse no programa. E nunca se soube de Drew Carey reclamando por melhores salários ou dizendo que quer fazer cinema ou experimentar novos personagens. Clique aqui para continuar a leitura »