Lauren Graham, Dax Shepard e Calista Flockhart participarão de ‘Web Therapy’

Data/Hora 24/06/2014, 16:30. Autor
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Lisa Kudrow acaba de ganhar novos pacientes em Web Therapy. Isso porque Lauren Graham e Dax Shepard, de Parenthood, e Calista Flockhart (Ally McBeal) participarão da 4ª temporada da série da Showtime como convidados, interpretando pacientes da Dra. Fiona Wallice (Kudrow).

Billy Cristal também participará de um episódio da temporada, reprisando sua interpretação de Garreth Pink.

A 4ª temporada de Web Therapy estreia em 22 de outubro nos Estados Unidos.

Com informações do TVLine.

 

Caterina Scorsone será recorrente na 11ª temporada de ‘Grey’s Anatomy’

Data/Hora 24/06/2014, 15:30. Autor
Categorias Notícias

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Caterina Scorsone, que interpretou Amelia Shepherd em Private Practice e apareceu na 10ª temporada de Grey’s Anatomy como atriz convidada, firmou contrato com a ABC e a Shondaland e irá participar, como recorrente, da 11ª temporada da série médica.

Em abril, ao seu pronunciar sobre o destino de Amelia em Grey’s, Scorsone já havia dado indícios do seu desejo de assumir um compromisso mais longo com a série: “Há muitos aspectos complicados sobre para onde está indo no futuro. Eu absolutamente quero ficar nesse mundo por quanto tempo eles desejarem”.

NOTÍCIA| ABC renova ‘Castle’, ‘Grey’s Anatomy’, ‘Scandal’ e outras 3 séries

Vale lembrar que Ellen Pompeo (Meredith Grey), Patrick Dempsey (Derek Shepherd), Justin Chambers (Alex Karev), Chandra Wilson (Miranda Bailey), James Pickens Jr. (Richard Webber) e Sara Ramirez (Callie Torres) tem contrato até uma eventual 12ª temporada, enquanto que Sandra Oh (Cristina Yang), Gaius Charles (Shane Ross) e Tessa Ferrer (Leah Murphy) não retornam ao seriado.

Com informações do TVLine.

Orphan Black – By Means Which Have Never Yet Been Tried

Data/Hora 24/06/2014, 15:12. Autor
Categorias Reviews

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Vamos nos despedir apropriadamente de Orphan Black? Então dá o play em Water Prayer Rasta Mix e vem comigo.

Genialidade em forma de episódio. Assim pode ser descrito By Means Which Have Never Yet Been Tried, o episódio que encerrou a eletrizante e maravilhosa segunda temporada de Orphan Black.

Muita gente reclamou que nessa temporada as tramas de OB se sucederam de forma muito rápida e, com isso, a compreensão de muitas coisas teria ficado prejudicada. Não acho que foi o caso. Sim, as coisas foram aceleradas. Os plots apareciam, se resolviam e iam embora – dando lugar a outros ainda mais intrincados – em poucos episódios. Mas pra mim esse foi um dos pontos altos da temporada. Os roteiristas não tiveram medo de “gastar” plot porque tinham outro ainda melhor para nos apresentar na sequência. Que série consegue fazer isso com tamanha competência?

Mas, deixando a temporada como um todo um pouco de lado (volto a falar dela no encerramento do texto), vamos ao episódio em si.

Nessa semana três clones ficaram no olho do furacão. Inevitavelmente, os holofotes se voltaram para Sarah, a protagonista da série. Mas a poor, poor Rachel e a Cosima também tiveram função MUITO importante no episódio. Aliás, acho que nessa semana todo mundo teve, não?

Helena e Alison estavam por ali. Kira foi importante. Assim como Fee, a Mrs. S, o Paul, o Cal, a Marion. Pudemos ver quase todo o pequeno grande elenco de Orphan Black em By Means Which Have Never Yet Been Tried. E em grandes atuações.

Logo no início do episódio a sensação já era de O QUE É QUE ESTÁ ACONTECENDO? Sarah se rendeu precocemente, para livrar Kira de seu “cativeiro”. E enquanto a clone selvagem e sobrevivente se submetia a questionamentos e tentava não demonstrar vulnerabilidade (essa cena teve respostas improvisadas pela genial Maslany), Siobhan e Fee recebiam a visita de Cal. Quem diria que ele seria tão importante na conclusão da trama? You go, Cal!

Orphan Black - By Means Which Have Never Yet Been Tried 3

Enquanto o brother sestra Fee ajudava Art a lidar com o retorno de Helena (que não colocou fogo em rancho nenhum, né?), S. e Cal fizeram contato com um alguém infiltrado na Dyad. Alguém ouviu Paul por aí? O cara é, na verdade, um militar do alto escalão (Major Dresden, muito phyno) que espionou o Instituto e acabou conseguindo informações muito valiosas sobre o Projeto LEDA. Tudo porque o exército desenvolveu o projeto Castor, e as informações sobre as clones eram importantes para eles. Mas falaremos disso na sequência.

E nesse cenário aparece Marion Broyles, que negociou com Paul a libertação de Sarah e Kira. Foi mais ou menos assim: Cal ajudou S. a chegar no informante – S. oferece Helena para Paul, para que ele oportunize a fuga de Sarah e Kira – Paul dá as informações sobre o Projeto Castor para Marion em troca da libertação das duas. Mas antes de Marion voltar para a Dyad, muita coisa aconteceu por lá. E não foi só crazy Science.

Rachel continuou mais louca que o Batman nesse episódio, e com isso Sarah seria submetida a um procedimento para retirada de um dos ovários. Mas isso não era suficiente para que Rachel se tornasse fértil, então ela precisava do tal código que o Professor Duncan usou para proteger as sequências genéticas. E ela chamou o pai para um bate-papo com chazinho que acabou com um gosto amargo e salgado (por causa das lágrimas, sacaram? Sou uma ótima piadista).

Quando o Duncan fala que trouxe o seu próprio chá eu saquei que ele se sacrificaria para acabar com o projeto LEDA de uma vez por todas. Afinal de contas, ele já teria feito o que precisava para salvar Cosima, e perdeu toda a vontade de viver depois que percebeu que a sua querida Rachel não existia mais. Pior: nem lembrava mais dele e de todo o seu amor. E com um “você não me merece mais” ele morreu nos braços da filha. Que cena!

Mas quem achou que isso tornaria o coração da clone vadia mais molenga se enganou. Ela ficou com mais raiva ainda, e foi ter uma conversinha com sua “irmã” (você não pode usar essa palavra, Duncan. Shut up!) Sarah, que estava pronta para uma ooforectomia. Rachel surtou, jogou o material genético colhido para salvar Cos no chão. E achou que havia vencido a guerra contra Sarah e as outras irmãs. Mas ela se precipitou. Porque é foi aí que entraram Scott e Cosima.

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A primeira maldade que Rachel fez no episódio foi mandar Delphine para a Alemanha sem nem ao menos permitir uma despedida Cophine. Mas Delphine mostrou sua lealdade ao Clone Club antes da partida e mandou a agenda de Rachel para Cos. E a geek monkey, mesmo batendo na porta do céu, fez um super experimento científico junto com Scott para salvar sua irmã.

Acompanhamos o passo-a-passo da construção do “extintor arremessador de lápis bem apontado” graças à genialidade da produção da série, que uniu a cena da elaboração do artefato com uma cena da aula de ciências que Cos dá pra Kira. Tudo pra que a garotinha fizesse um desenho para Sarah, possibilitando que ela voltasse a sua atenção para o extintor.

Depois que Scott libertou uma das mãos de Sarah e lhe disse um “oi” enviado por Cosima e que ela percebeu o desenho e o “aperte” no extintor, sabíamos que Sarah escaparia da situação. Afinal de contas, Manning é badass que só. Mas ainda assim a cena do lápis cravado no olho de Rachel foi bastante perturbadora. E nem vou ser hipócrita e dizer que fiquei com pena. Foi puro nojinho mesmo.

Tá certo que isso tudo seria quase que desnecessário, visto que os esforços da S. e do Cal deram certo e Marion ia libertar Sarah. Mas tem como não morrer de amor por Cos (e por Scott e Delphine também) depois desse trabalho de equipe tão genialmente executado? Não tem.

Depois disso tudo, um bom pedaço do episódio já havia transcorrido. Mas nos enganamos em pensar que os minutos finais trariam um desfecho mais lento e comum para a temporada.

E primeiro os roteiristas brincaram com nossas emoções e resolveram passar um bálsamo em nossos coraçõezinhos apreensivos e machucados. Helena conhecendo suas irmãs e reencontrando Kira foi lindo. Tão lindo que eu achei que nenhuma cena conseguiria superar aquela (é impressionante como Tatiana Maslany interagindo com Tatiana Maslany desperta tantos sentimentos).

Orphan Black 1

Mas aí veio a cena de dança do clone club. E vamos combinar: que cena foi mais legal/genial/maravilhosa do que essa? Além dela ser muito difícil de fazer, tecnicamente, ela mostrou porque Tat é a atriz mais mais MAIS da atualidade. Ela conseguiu dançar de 4 formas muito diferentes, e trazer toda a personalidade de Ali, Helena, Cos e Sarah a tona apenas através de seus movimentos. Levantem-se e aplaudam, porque ela merece.

Mas é claro que essa cena feliz não encerraria a temporada. E eu já comecei a preparar meu coração para o pior (leia-se morte da Cosima) depois disso. Ou eu pensei que estava me preparando, porque a cena da Sarah e da Cos na cama (também um primor, em todos os sentidos. Talvez a minha preferida da temporada toda) me mostrou que eu não estava pronta para a emoção que viria a seguir.

NOT COOL, roteiristas. Como vocês colocam aquela cena da Cosima e da Kira no episódio? Gente, eu literalmente passei mal. Quando a Cosima, depois de não abrir os olhos, viu a luz e a Delphine, eu achei que ela iria morrer mesmo. MAS EU ME ENGANEI, SENHORAS E SENHORES. E nunca fiquei tãããão feliz por estar enganada. <3

Orphan Black - By Means Which Have Never Yet Been Tried 4

E o finalzinho do episódio ainda conseguiu trazer 4 novas tramas, a serem exploradas na nova temporada. Isso enquanto explodia completamente nossas mentes:

1 – Helena sendo levada pelo esquadrão de elite do Major Paul;

2 – Charlotte, a mini-clone filha de Marion, sendo apresentada à Sarah;

3 – Cosima descobrindo que está no Livro do Dr. Moreau o código criado por Duncan; e,

4 – O projeto Castor e os clones masculinos – sendo o Prolethean Mark um deles – sendo revelados.

Vocês têm noção que em menos de 3 minutos os roteiristas conseguiram nos dar todas essas informações e encaminhar de uma forma tão tão taão interessante a trama da 3ª temporada? GENTE, QUE SÉRIE É ESSA? Foi ou não foi um ótimo encerramento para uma temporada perfeita?

Claro, essa temporada teve seus deslizes. Nem todos os episódios foram perfeitos. O Tony foi inserido em um mal momento, sua trama não se desenvolveu. Mas esses detalhes não tiram o brilhantismo de Orphan Black, uma das melhores séries em exibição na atualidade.

E com Tatiana Maslany capitaneando o elenco. Eu sei que já falei muitas vezes (só nessa review foram várias) sobre as qualidades de Tat. Mas não tem como encerrar o texto sem elogiar mais uma vez a canadense, que além de construir 5 personagens completamente diferentes – ao ponto de esquecermos que ela interpreta todos eles – ainda interpretou outros 2 (Jennifer e Tony) com absoluta competência. Isso sem falar em todas as oportunidades na qual ela interpretava a clone A sendo a clone B e assim por diante. A interpretação de Tatiana Maslany é um deleite para a alma. E sim: todos os prêmios deveriam ser dela.

Finalizando esse livro-review, creio que para a 3ª temporada (que deve ser confirmada em breve pelo Space e pela BBC) podemos esperar mais episódios bem escritos, eletrizantes e bem atuados. Provavelmente teremos o retorno de Tony, o que aumenta a responsabilidade de Maslany. Descobriremos mais sobre Paul e seus militares, e sobre o destino de Helena. E temos um novo mundo de clones masculinos para desvendar. O único problema vai ser esperar quase um ano até esse dia. Nos vemos lá o/

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P.S.1: Acho que Rachel não morreu. Apesar do ferimento ter sido bem feio, creio que vai resultar apenas em um tapa-olho. E torço por isso. Arrisco dizer que se a 2ª temporada foi sobre a redenção de Helena, a 3ª pode ser sobre a redenção dela.

P.S.2: assistam ao vídeo abaixo Ele mostra como a cena de dança foi gravada. É impressionante e genial.

 

P.S.3: mais alguém aí já está louco pra ver Charlotte e Kira sendo BFFs?

P.S.4: Na mitologia, Castor é filho de Leda. Ou seja, o Projeto Castor é um projeto derivado do LEDA.

P.S.5: espero que a Delphine não esteja ao alcance do poder de Rachel quando ela acordar. Só espero.

P.S.6: será que os clones masculinos serão tão bem desenvolvidos quanto os interpretados pela Tat? Ari Millen dá conta do recado?

P.S.7: #SaveCosima continua, minha gente. E as esperanças aumentaram.

P.S. Eterno: Tatiana Maslany RAINHA.

AMC renova ‘Turn’ para a 2ª temporada

Data/Hora 24/06/2014, 14:31. Autor
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A AMC anunciou a renovação do drama de Guerra Turn, cuja primeira temporada chegou ao final no início desse mês com uma média de dois milhões de espectadores por semana. Dez novos episódios foram encomendados para a próxima primavera norte americana (primeiro semestre de 2015).

Ao falar sobre a renovação, Charlie Collier, Presidente da AMC, disse que a emissora “e seus parceiros de criação tem a tradição de apostar em programas nos quais acreditamos coletivamente, e esperar pacientemente pelo engajamento do público ao longo do tempo e pela consequente melhora na audiência. Com a volta da série, nós e nossos parceiros mergulharemos na trama já promissora da primeira temporada”.

A série centra-se em Abe Woodhull (Jaime Bell), um fazendeiro que vive uma Long Island ocupada pelas forças britânicas e que forma um grupo que arrisca suas vidas e sua honra ao se voltar contra suas famílias e o Rei por uma causa na qual acreditam, e acaba auxiliando George Washington na guerra contra as forças colonizadoras.

Turn é uma produção do AMC Studios, e sua produção executiva está a cargo de Craig Silverstein (Nikita) – que também é o showrunner da série – e  de Barry Josephson (Bones), da Josephson Entertainment.

Com informações do Deadline.

Hulu recua nas tratativas para dar continuidade à ‘Community’

Data/Hora 24/06/2014, 13:31. Autor
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As conversas entre o Hulu e o Sony Pictures Television, o estúdio por trás de Community, não deram certo, e a 6ª temporada da comédia parece um sonho cada vez mais distante para os fãs da série.

E apesar do serviço de streaming ser considerado o único destino possível para a série cult, o estúdio segue determinado a encontrar um novo lar para o pessoal de Greendale até 30 de junho, data na qual irão expirar os contratos dos atores. Segundo uma fonte próxima à produção da série, “o Sony Pictures Television não desiste facilmente, e muito pode acontecer em uma semana”.

Com informações do TVLine.

Jennifer Lopez, Harry Connick Jr., Keith Urban e Ryan Seacrest acertam retorno ao ‘American Idol’

Data/Hora 24/06/2014, 11:20. Autor
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A Fox anunciou ontem (23) que Jennifez Lopez, Keith Urban e Harry Connick Jr. voltarão para a 14ª temporada do American Idol como juízes. O retorno do apresentador Ryan Seacrest também foi confirmado.

David Hill, Vice-Presidente Executivo Senior da Fox, soltou um comunicado falando sobre as renovações contratuais: “Jennifer, Keith, Harry e Ryan são os melhores naquilo que eles fazem, e eu estou animado com seu retorno ao American Idol para outra temporada. Cada um deles traz qualidades e experiências únicas para o time de juízes, mas eles todos compartilham da mesma paixão por ajudar cantores ainda não descobertos a conquistar o sonho de ser o novo ídolo da América”.

A Fox ainda não se pronunciou sobre o retorno de Randy Jackson ao programa, que retorna à grade da emissora no começo de 2015.

Com informações do TVLine.

Primeiras Impressões – Rising Star

Data/Hora 24/06/2014, 10:19. Autor
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Depois do consolidado American Idol e o cancelado The X Factor, ambos da Fox; e do sucesso mundial The Voice, da NBC, agora o canal ABC tem um reality show musical para chamar de seu: Rising Star. Nunca pesei que fosse usar essas palavras na mesma frase e nessa ordem, porém Rising Star é versão americana do nosso Superstar. Mas como na televisão nada se cria, tudo se copia, a matriz é um programa israelense, cuja primeira temporada foi finalizada no final do ano passado.

Enquanto por aqui somente bandas podem se apresentar e temos a apresentação da bela Fernanda Lima, na América oposta qualquer artista pode participar e a atração é apresentada pelo esquisito Josh Groban. E nesse quesito, apresentador, nós saímos na frente. Além de linda, Lima é segura e sabe muito bem se comportar no palco, ao contrário de Groban, que estava muito nervoso, falou muito rápido o programa inteiro, fez algumas perguntas sem sentido e, ao invés de passar segurança para os candidatos, os deixava mais nervosos. Enfim, primeiro ponto negativo.

Josh

Em Rising Star os técnicos/jurados são chamados de “especialistas”, que de especialistas não têm nada. O rapper Ludracris fez muito sucesso nos anos 2000, Brad Paisley deve ser muito famoso nos EUA (porém só por lá) e Kesha (agora sem o $) tem alguns sucessos nas paradas musicais, contudo recentemente figurou nas manchetes não pela carreira, mas pela sua passagem em uma clínica de reabilitação. E vamos combinar que eles realmente não acrescentaram nada, com comentários vazios e sem sentido.

Capa

Fiquei extremamente decepcionado com Kesha, que parecia dopada – lembrando muito Britney Spears em sua passagem nada marcante pela segunda temporada do The X Factor – e tentou incorporar a “especialista” boazinha, porém soou perdidinha.

Geralmente quem assiste esse tipo de programa está acostumado com grandes estúdios e uma plateia calorosa, tudo que Rising Star não tinha. Constantemente era possível ver um animador ou até mesmos os “especialistas” pedindo pra plateia participar. Os poucos que estavam perto do palco estavam sentados, o que causava um certo distanciamento com os candidatos. Outro ponto negativo foi a acústica, pois em alguns momentos não se escutava a música, principalmente quando a parede resolvia subir (daqui a pouco vou falar sobre isso). E olha que eu estava com fone de ouvido, fiquei imaginando quem acompanhou pela televisão. Mas se acústica deixou a desejar, a edição foi impecável, com um pacote gráfico excelente, bonito e interessante.

Agora vamos falar da grande inovação do programa: a votação. Os artistas têm 90 segundos para fazer a parede subir. E isso só acontece quando eles atinge 70%. Cada “especialista” tem 7% e público tem que fazer o check-in para ter o direito de votar no candidato. E com isso temos o resultado na hora, sem muitas delongas. Quando li sobre o programa achei que isso fosse muito bacana, porém ao assistir, fiquei um pouco decepcionado e até com um pouco de saudades do suspense de saber se o artista que tanto gostei passou para a próxima fase ou não.

Como os EUA é muito grande, o programa passa em dois horários diferentes e com isso gera duas votações, para complicar ainda mais a cabeça de quem assiste. Se você acompanha o programa do leste  e um candidato foi eliminado, ele ainda pode ser salvo pelo pessoal do oeste. Nessa primeira semana isso não aconteceu, inclusive as porcentagens ficaram bem parecidas.

Outra coisa que me incomodou foi o fato da votação ser durante a apresentação (da mesma forma que aconteceu no último The Voice Brasil) ou seja, se o candidato começar cantando muito bem, você o aprova e no final ele dá uma mega desafinada, já era. O contrário também, a pessoa começou nervosa (o que é muito comum), foi crescendo com a música e não deu tempo de votar, ou pior, você não fez check-in, e fica impossibilitado de aprovar o candidato. Porém sem essa inovação o programa seria um concurso de calouros normal e o objetivo é impressionar.

Para mostrar que eles estavam realmente ao vivo, Josh começou o programa dando parabéns a equipe dos EUA pelo empate contra Portugal na Copa do Mundo. Num outro momento ele “selecionou” uma pessoa na plateia, que tinha enviado um vídeo para o programa e a convidou para participar. Macy Kate, de apenas 16 anos, foi a “escolhida aleatoriamente” e foi para os bastidores ensaiar para sua apresentação. Eu usei esse monte de aspas, pois sinceramente não comprei essa ideia, pareceu bem ensaiado e nada espontâneo.

Mas vamos ao que realmente interessa: as apresentações. Os candidatos iam sendo chamados aleatoriamente e antes de começarem a cantar conhecíamos um pouco da história (para dar tempo da pessoa fazer o check-in no aplicativo). E nossa, quanta história triste!

O primeiro candidato foi o pastor de 28 anos Joshua Peavy, que escolheu Everything I Do, do Bryan Adams. Todos os “especialistas” o aprovaram e ele terminou com 87% dos votos. Na sequência, Lisa Punch, que nasceu na Guiana e foi para os EUA em busca de uma vida melhor. Morando em uma casa de dois cômodos e tendo que dividir com 13 pessoas, Lisa cantou How Will I Know, da Whitney Houston fechando com 80% dos votos.

Apresentação

E viva a globalização! Nascida em Bangkok, Maneepat Molloy, de apenas 16 anos, surpreendeu a todos ao cantar Con Te Partiro, da Sarah Brightman. Tailandesa, morando nos EUA e cantando em italiano, sucesso na certa! Porém ela não foi unanimidade, e Ludacris não quis dar seu bônus, apesar de ter gostado da voz, mas não da escolha da música.

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Olha o Alex & Sierra (The X Factor) fazendo escola. O casal Daniel Wolfe e Olivia Thai escolheu a difícil Counting Stars, do One Republic, e receberam apenas 6% dos votos. Pra ser sincero nem achei eles tão ruins assim, só que essa música é bem complicada.

Quando já estava quase desistindo do programa, eis que surge Jesse Kinch, a.k.a Jesus Cristo Superstar, uma figura um tanto quanto exótica no auge dos seus 20 anos. Quando ele falou que ia cantar I Put a Spell on You, do Jay Hawkins, eu fiquei ainda mais intrigado, já que sua voz era bem esquisita. Tenho uma memória afetiva recente com essa música. Foi com ela que Jacquie Lee ganhou meu coração e deixou todos com o queixo caído na quinta temporada do The Voice. Kinch não deixou por menos e fez jus a música, soltando a fera viva dentro dele. Consequentemente deixou todos impressionados, assim como Lee, e fechou sua primeira participação com 92% dos votos. Sei que pode parecer um pouco cedo, mas já temos um potencial vencedor!

Jesse

Depois de uma apresentação dessa fica difícil seguir o programa. Mas o show tem que continuar e tivemos a primeira banda a se apresentar, os garotos da Beyond 5, de Nashville. Eles assassinaram Wake Me Up, do Avicii, simples assim. Apesar disso, Brad e Kesha ainda aprovaram os meninos. Ainda bem que o público foi sensato e eles ficaram de fora.

Beyond5

Ainda de Nashville, tivemos Sarah Darling, que escolheu Merry Go Round, da Kacey Musgraves. Uma música sem grande espaço para mostrar seu potencial, mas que ela executou com perfeição. Provavelmente com medo do nervosismo tomar conta e ela desafinar, caso escolhesse uma música muito difícil. Só que uma hora ela vai ter que se arriscar se quiser continuar. Sarah fecha sua primeira apresentação com 89% dos votos.

Depois tivemos duas outras bombas, uma atrás da outra: o senhor confiança, com apenas 16 anos, Colin Huntley, que tentou cantar Sing, do Ed Sheeran; e Summer Collins, de 18, que cantou Classic, do MKTO, e que apesar da triste história não empolgou a plateia e os “especialistas”. Ambos deixam a competição.

E para fechar a noite, a “escolhida aleatoriamente” Macy Kate sobe ao palco e canta Me and My Broken Heart, do Rixton. Mas antes tivemos a oportunidade de ver o vídeo que ela mandou para o programa e concluímos que ela é uma profissional, mesmo com apenas 16 anos. E sem sombra de dúvidas ela manda muito bem e fecha sua participação com impressionantes 93% dos votos.

Marcy

Uma estreia que não empolgou, com muitos pontos negativos e um pouco confusa mas com alguns candidatos que você vai querer acompanhar. Pelo menos pra mim, Rising Stars vai preencher a lacuna deixada pelo The Voice e já estou curioso para ver as próximas apresentações de Maneepat, Jesse e Marcy.

‘The Musketeers’ chega ao catálogo da Netflix

Data/Hora 24/06/2014, 10:11. Autor
Categorias Notícias

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A partir de 1º de julho a primeira temporada de The Musketeers, série épica da BBC, chegará à Netflix no Brasil e em toda a América Latina. Com o ator chileno Santiago Cabrera entre os protagonistas como o cativante mosqueteiro Aramis, a série de ação é baseada na obra do autor francês Alexandre Dumas e traz novas aventuras e desafios para os lendários personagens dessa história fantástica. Ambientada na Paris do século XVII, a readaptação explora a irmandade existente entre os mosqueteiros d’Artagnan (Luke Pasqualino), Athos (Tom Burke), Porthos (Howard Charles) e Aramis, além dos seus papéis como heróis em uma sociedade sem lei ou ordem.

“O acordo que temos com a BBC nos permitiu estrear esta nova série britânica com exclusividade, pois ela se encaixa precisamente nas preferências e padrões de consumo que detectamos na América Latina. Continuamos a aproveitar a capacidade de antecipar e satisfazer as tendências de consumo de conteúdos de nossos assinantes, e, com a qualidade da produção e a apresentação divertida dos lendários personagens, Os Mosqueteiros têm tudo o que é preciso para ser um sucesso na região”, declara Jessica Rodríguez, vice-presidente de conteúdos da Netflix.

A primeira temporada começa com a chegada de d’Artagnan a Paris em 1630 para vingar a morte de seu pai, assassinado pelo mosqueteiro Athos. Ao descobrir a existência de forças obscuras por trás do acontecimento e que Athos foi acusado injustamente, d’Artagnan se une à causa dos Mosqueteiros para defender a coroa, a pátria, a honra e a justiça. A afinidade criada entre os quatro – Athos, Aramis, Porthos e, agora, d’Artagnan – os tornam inseparáveis e ferozmente fieis à sua irmandade.

Criada por Adrian Hodges e produzida por Jessica Pope e Colin Wratten, a série têm 10 episódios de uma hora de duração. A série começou a ser exibida em 19 de janeiro no Reino Unido e terminou em 30 de março com um sucesso estrondoso e uma audiência de mais de 6 milhões de espectadores em sua primeira temporada.

Além dos quatro Mosqueteiros, o elenco conta com Peter Capaldi, como o impiedoso Cardeal Richelieu; Tamla Kari, como a bela Constance Bonacieux; Maimie McCoy, como a misteriosa e perigosa Milady de Winter; e Hugo Speer, como o honrado Capitão Treville.

Com informações cedidas pela Netflix.

Destaques na TV – terça, 24/06

Data/Hora 24/06/2014, 04:00. Autor
Categorias TV Brasil

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Confira o que tem na programação de séries na TV hoje.

O temperamento de Nick (Danny Pino) o coloca como alvo da Corregedoria e ele precisa enfrentar as consequências. Enquanto isso, uma investigação de roubo e estupro revela que um dos suspeitos possui ligação com Benson (Mariska Hargitay). O final de temporada de Law & Order: SVU tem ainda a volta de John Munch (Richard Belzer).

Em As Patroas, o penúltimo episódio inédito de Várzea F.C., os jogadores têm que subir no salto para o jogo dos maricas, em que disputam vestidos de mulher. E, enquanto Amauri tem que rebolar para agradar sua esposa, Viola pega carona no novo empreendimento de Paraíba para tentar reconquistar a ex-mulher.

No GNT, o The Tonight Show tem como convidados Kevin Hart e Jimmy Buffett.

Confira os demais destaques para hoje.

HISTORY
Varzea FC – 23h (ep 1×07)

UNIVERSAL
Law & Order: SVU – 22h (ep 15×24) SEASON FINALE
Chicago PD – 23h (ep 1×07)

FOX
24 Horas: Viva um Novo Dia – 22h30 (ep 9×09)
Da Vinci’s Demons – 23h20 (ep 2×07)

SONY
Parks and Recreation – 12h (6×15)
The Neighbors – 12h30 (ep 2×15)

COMEDY CENTRAL
Workaholics – 20h30 (ep 3×10)

CINEMAX
The Transporter – 20h (ep 1×04)
Hunted – 21h (ep 1×03)

HBO
Vice – 21h30 (ep 2×10)

GNT
Motive – 23h (ep 1×12)
The Tonight Show com Jimmy Fallon – 0h

GLITZ*
The Carrie Diaries – 21h20 (ep 2×08)

+GLOBOSAT
Cidade em Alerta – Zone City – 21h (ep 2×05) Exibição diária

MTV
The Vampire Diaries – 15h (exibição de segunda a sexta reprise 4ª temporada)
Smallville – 15h45 (exibição de segunda a sexta reprise 4ª temporada)

GLOBO
Tapas & Beijos – 22h45 – 4ª temporada
Pé na Cova – 23h30 – 3ª temporada
Revenge – 1h

SBT
Chaves – 18h30

RECORD
Grimm – 23h30 (ep 1×14)
Engana-me se Puder – 0h30 (ep 3×07)

VIVA
Malhação – 13h (de segunda a sexta)
A Diarista – 22h
Carandiru – 23h10
Dancin’ Days – 0h (de segunda a sábado)

Podem comentar.

Rizzoli & Isles – A New Day

Data/Hora 23/06/2014, 14:39. Autor
Categorias Reviews

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Um novo dia chegou à Rizzoli & Isles. E pode-se dizer que foi um bom dia. Ou pelo menos um bom começo.

Jan Nash assumiu a condução da série com a partida de Janet Tamaro. E esse episódio foi roteirizado por Michael Sardo, estreante na série. Mas quem achou que isso significaria uma revolução na forma como as coisas aconteceriam se enganou. A série continuou sua jornada sem maiores percalços – ou seja, não houve perda de identidade -, e houve o resgate de alguns elementos que fizeram R&I ser amada e que andavam meio esquecidos. Ou seja: win win.

Um dos primeiros acertos dos estreantes Nash e Sardo foi trazer um caso que estava intimamente relacionado à pequena “tragédia” pessoal de Jane. Rizzoli está aprendendo a lidar com sua nova condição, e está aterrorizada com isso, como o seu sonho indica. E colocar um caso que envolveu um bebezinho desaparecido colocou as coisas em perspectiva: quanto a nova condição de Jane modifica a sua “capacidade” e sua parcialidade como Detetive? E assim, consequentemente, ficou interessante observar uma Jane mais vulnerável. Ela precisa pensar em uma série de coisas agora, e elas envolvem enjoos e evitar riscos. Parece fácil, mas para uma detetive fica bem difícil. Ainda mais para uma bem acostumada a ser badass.

Tirando toda essa parte da Jane descobrindo como ser uma grávida ativa e detetive, o episódio ainda contou com bons momentos de humor. O melhor da interação entre Maura e Jane esteve presente, e Angela investigando a nova condição de Jane foi impagável. Ah, e preciso citar também que fazer Maura e Frankie concluindo que sentem-se como irmãos – ainda que com lábios macios – foi um enorme acerto. O casal não tem química, e se for para “sacrificar” a química entre Rizzoli e Isles, que seja por um relacionamento pleno de química. O que ainda não vimos com nenhuma das protagonistas até agora, diga-se de passagem.

O caso em si foi bem previsível. Desde bem cedo deu pra sacar que a madrasta do pequenino era a assassina. Só a participação do pai estava sob judice. Mas há que se elogiar ao episódio nesse aspecto também: a previsibilidade não significou um caso arrastado, já que antes da metade do episódio as cartas já estavam todas na mesa, e aguardávamos apenas a localização do bebê. Fugiu um pouco do esquema de revelar o culpado só no fim do episódio, e essa fuga foi interessante.

E o final do episódio foi bem genial. A forma como a morte do Frost foi introduzida foi bem inteligente, considerando que a morte do Lee inviabilizou que ela se desse de forma muito elaborada. E com certeza o segundo episódio dessa quinta temporada será uma bela homenagem ao intérprete e ao personagem.

Por fim, espero que essa nova temporada resgate o espírito das 3 primeiras, com casos mais interessantes, plots mais consistentes e aquele humor gostoso que só R&I sabem fazer.

P.S.1: eu acredito que a gravidez de Jane não chegará ao final. Só não sei como ela seria interrompida, se for o caso.

P.S.2: Tia Maura é ou não é a melhor tia do planeta? <3

Rookie Blue – Going Under

Data/Hora 23/06/2014, 13:39. Autor
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Outro bom episódio de Rookie Blue ocupou nossa semana. Yay! Embora Wanting tenha sido mais empolgante, Going Under conseguiu encaminhar as tramas iniciadas por ele de forma bem satisfatória. E ainda por cima mostrou que o Nick está se recuperando de seu rompimento com a Andy de forma mais que satisfatória. You go, Collins!

Nessa semana o caso principal envolveu policiais trabalhando à paisana, disfarçados, e essas investigações peculiares são sempre interessantes de acompanhar. E em Going Under ainda havia um elemento extra – o traficante de Cris estava na área – e isso deixou as coisas ainda mais imprevisíveis.

Confesso que fiquei torcendo para o Chris se ferrar. Claro, não torci para que e alguém se machucasse ou algo do tipo, mas eu queria muito que ele fosse descoberto. Seria uma forma de ele ser auxiliado, já que não parece que ele vai se abrir para ninguém. Eu acho que ele ainda vai se meter em alguma confusão bem grande e que Dov vai acabar sacando o que está errado com o amigo. Mas é esperar pra ver, já que nesse episódio ele se safou bonito de ser pego.

E a investigação de Traci e Steve só não foi por água abaixo por que Nick foi esperto demais. Confesso que eu achei muito legal a interação dele com a bartender, mas deu pra sacar que alguma coisa não daria certo ali. Sorte que Collins é mais esperto que eu e acabou encerrando a noite com chave de ouro, embora não da forma que a garota do bar esperava.

Enquanto a investigação rolava no bar, Andy e Sam investigavam um caso de desaparecimento que valeu mais pela interação dos dois do que pelo caso em si. Foi bacana ver Sam baixando um pouco a guarda e conversando com a Andy sobre os problemas que teve com queixas contra ele. Demonstrou boa vontade da parte dele, e que ele conhece Andy e está disposto a se adaptar para fazer o relacionamento dar certo.

E Andy só participou da investigação do Swarek por causa de Duncan, que fez queixas sobre a conduta de McNally. Injustificadas, diga-se de passagem. Mas o bom coração dela pode trazer complicações para o caso, já que ela deixou de fora dos relatórios boa parte dos erros do novato, para ajudá-lo. O problema é que agora ela pode ser considerada uma má instrutora e, consequentemente, a culpada pela conduta de Duncan.

Eu ainda acho que ele vai desistir da reclamação. Talvez Andy já falar com ele, apesar de ter sido orientada para não fazer isso. Mas também temos que considerar a possibilidade de ela abordá-lo e complicar de vez sua situação. Seria a cara da Andy fazer isso. Pelo menos Oliver sabe que Andy agiu bem. Ele sabe inclusive que ela pegou leve nos relatórios, já que ela reportou todo o problema pra ele desde o princípio. E isso será de grande ajuda, porque Oliver é um fofo. E a preocupação dele com Gail só confirmou isso.

Rookie Blue - Going Under

Aliás, Chloe também foi uma fofa com a Gail. A personagem me conquista mais e mais a cada episódio. Que bom que ela sobreviveu ao tiro. Se ela tivesse saído da série, teríamos perdido uma personagem muito boa.

Para o episódio de hoje de noite, creio que podemos esperar novos desdobramentos do vício do Chris, e talvez novidades sobre a reclamação contra a Andy. E, quem sabe (uma garota pode sonhar), um desfecho decente pra Holly e Gail. Quem sabe.

P.S.: a interação de Steve e Nash, ao ouvir o papo da bartender com o Nick, foi demais. Impagável.

Destaques na TV – segunda, 23/06

Data/Hora 23/06/2014, 01:28. Autor
Categorias TV Brasil

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Comece a semana bem conferindo o que tem na programação da TV hoje.

Produção original da TNT em parceria com Steven Spielberg, Falling Skies estreia sua quarta temporada no Brasil – apenas um dia depois da premiere nos EUA. Nesta temporada, a volta implacável da ameaça extraterrestre provocará mudanças nos personagens. A doutora Anne Glass (Moon Bloodgood), por exemplo, terá de empunhar armas para defender a si mesma e a seus pares.  Entre as novidades do elenco, capitaneado por Noah Wyle (ER), destaque para a participação de Mira Sorvino (Psych) e para o papel regular de Scarlett Byrne (da franquia cinematográfica Harry Potter). Apesar de derrotados ao final da terceira temporada, os espheni não darão trégua para a resistência 2nd Mass. A expectativa é por novas investidas violentas pelo domínio do planeta Terra.

Castiel (Misha Collins) consegue capturar um dos anjos de Metatron (Curtis Armstrong) e pede ajuda a Sam (Jared Padalecki) e Dean (Jensen Ackles) para interrogá-lo. Dean aceita rapidamente, o que não passa despercebido por Sam. Para completar, Castiel marca uma reunião com Gadreel (Tahmoh Penikett). Gordon Michael Woolvett (Andromedra) participa de Supernatural, pela segunda vez em papel diferente.

The Tonight Show desta noite tem como convidados Jennifer Lopez e Keenen Ivory Wayans.

Confira as demais destaques dos canais de TV para esta noite.

GNT
As Canalhas – 22h30 – 2ª temporada
Surtadas na Yoga – 23h – 2ª temporada
The Tonight Show com Jimmy Fallon – 23h30

WARNER
Supernatural – 22h30 (ep 9×21)

SONY
Parks and Recreation – 12h (6×14)
The Neighbors – 12h30 (ep 2×14)

TNT
Falling Skies – 23h40 (ep 4×01) ESTREIA

TBS
Tratamento de Choque – 20h15 (ep 2×58)
Brooklyn Nine-Nine – 21h (ep 1×10)

TCM
Elas – 21h

MAX PRIME
Flight of the Storks – Voo das Cegonhas – 21h – Minissérie Parte 2

+GLOBOSAT
Cidade em Alerta – Zone City – 21h (ep 2×04) Exibição diária

MTV
The Vampire Diaries – 15h (exibição de segunda a sexta reprise 4ª temporada)
Smallville – 15h45 (exibição de segunda a sexta reprise 4ª temporada)
The Vampire Diaries – 21h (ep 5×15)
The Originals – 21h45 (ep 1×15)

GLOBO
Revenge – 2h40 – 3ª temporada

SBT
Chaves – 18h30

RECORD
Heróis Contra o Fogo – 0h30 (ep 1×14)

VIVA
Malhação – 13h (de segunda a sexta)
As Cariocas – 23h10
Dancin’ Days – 0h (de segunda a sábado)

Encontro vocês amanhã!

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