
Battlestar Galactica: Daybreak – Parte 2 (4×20)
Exibição: 20/3/2009
Opinião 1: Thiago Sampaio
MVP: Edward James Olmos, James Callis e Tricia Helfer
Acabou Battlestar Galactica, uma das melhores séries de todos os tempos. Apesar de sua premissa (os sobreviventes de uma hecatombe nuclear, causado pelas máquinas que eles mesmos construíram, cruzam o espaço à procura do planeta Terra), BSG não ficava apenas no âmbito da guerra e batalhas entre naves espaciais. Tudo girava num estranho toque de realidade crível e palpável, apesar de ser uma ficção científica.
Galactica abordava questões políticas, de terrorismo, humanidade, fé e religião. Uma análise da sociedade reconstruída pelo ponto de vista dos poucos humanos restantes no universo, realizada de maneira tão bem feita, levada tão à sério, que os temas da série ganharam destaque por um dia na sede da Organização das Nações Unidas. E isso não é ficção.
No dia 17 de março, os protagonistas de BSG Edward James Olmos (Almirante Adama) e Mary McDonnell (Presidente Roslin), ao lado dos produtores Ron D. Moore e David Eick, participaram de um painel na ONU sobre temas da realidade que foram, com extrema riqueza, retratados na série: cenas eram exibidas no telão (como tortura de suspeitos, atentados terroristas e imposição de cultura/religião em outra sociedade).
Os quatro faziam o paralelo da ficção com nossa realidade, e sem surpresa, viam que as situações eram semelhantes. A se destacar, fica as intervenções de Olmos, empolgado com o momento, bradando o forte lema So Say We All. E respondido aos gritos por todos os presentes na sede da ONU, em Nova York. Isso não é impressionante? Clique aqui para continuar a leitura »