Uma opinião sobre ‘Politicamente Incorreto’, a série de Danilo Gentili

Data/Hora 21/09/2014, 20:16. Autor
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Manchete da semana: Danilo Gentili ofende a classe política brasileira e faz a população rir muito nas redes sociais.

Os executivos da Fox International Channels teriam adorado se esta fosse a repercussão de Politicamente Incorreto, nova série brasileira que estreou na última segunda-feira no canal FX, cercada de boa mídia – especialmente por ser um projeto de Gentili, comediante polêmico e apresentador de uns dos talk shows mais assistidos da TV.

Infelizmente, a coisa não aconteceu bem assim. No mesmo dia que Politicamente Incorreto estreava na TV, Gentili entrevistou a candidata a Presidência Luciana Genro no seu programa no SBT, o The Noite. Na entrevista, exagerou na dose em suas críticas a regimes de governo socialistas e acabou ouvindo da candidata o conselho de que “estude um pouco mais”. O comediante acabou virando piada nas redes sociais.

A ironia é que Politicamente Incorreto, que acabou eclipsada pelo acontecimento, é uma comédia pensada por Gentili (em parceria com Fabrício Bittar) justamente pra extravasar sua repulsa pela política nacional – que Gentili conhece de perto, desde os dias em que circulava pelos corredores do Congresso Nacional como repórter do CQC.

O feitiço virou contra o feiticeiro.

Mas e Politicamente Incorreto? A série vale a viagem?

Como ator, Danilo Gentili está razoavelmente bem em cena. Que dizer, tão bem como um não-ator poderia estar. Ele reconhece suas limitações e as usa em seu favor. O resultado não fica muito atrás das primeiras gravações de outros comediantes americanos e ingleses que trocaram o stand up pelas sitcoms. Falta uma naturalidade ali, um jogo de cintura acolá. Mas até um Jerry Seinfeld ou um Ray Romano tiveram suas dificuldades no início. Rafinha Bastos, que em 2013 estrelou também para a FX a série A Vida de Rafinha Bastos, também teve.

Na série, Gentili está bem acompanhado, cercado por um elenco experiente – com destaque para as presenças de José Dumont, Paula Possani e Sérgio Menezes. O episódio piloto, no entanto, sugere que eles não tendem a ter storylines próprias – e se as tivessem, talvez não fossem histórias muito originais. Eles parecem replicar alguns personagens de séries americanas: a estagiária Juliana (Letícia Fagnani) remete a inocente Pam de The Office; já o servidor Mário (Kiko Vianello) parece uma versão nacional do atrapalhado Jerry de Parks and Recreation.

E o texto? Por um lado a série parece flertar com este humor mais moderno da TV paga norte-americana pós-Curb Your Enthusiasm, fazendo piadas a partir de temas polêmicos e com algum espaço para a improvisação. Por outro, ela flerta com a tradição do besteirol do humor brasileiro. O mix até poderia ser interessante, e de repente apontar um caminho narrativo pra comédias brasileiras (é que o Fernanda Young vem fazendo com razoável êxito em sua Surtadas na Yoga, do GNT), mas o resultado aqui é irregular. A série parece engenhosa em alguns momentos, como na storyline principal, que abre com o candidato Atílio Pereira sendo filmado recusando uma pilha de dinheiro e, por conta disto, se tornando forte candidato à Presidência por ser considerado “o único político honesto do Brasil”. Mas em outros, a série é simplesmente boba, às vezes até sexista.

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O grande problema de Politicamente Incorreto é que série nasce e se desenvolve de uma ideia quase primária: nenhum político presta. A questão é que parodiar uma grupo social que já conta com pouquíssimo respaldo junto a população é chover no molhado. Você está batendo em morto.

Mas o problema mesmo está para quem, como nós, leitores e críticos do TeleSéries, está acostumado a ver comédias mais sofisticadas – inclusives com temas políticos, como Veep ou The Thick Of It. Aí não tem comparação. Politicamente Incorreto fica na superfície e acaba desapontando.

Em, outras palavras, Luciana Genro tem razão. O Danilo Gentili precisa estudar um pouco mais.

* * *

Politicamente Incorreto vai ao ar nas noites de segunda-feira, às 20h30, no canal FX. O episódio piloto está disponível para ser assistido gratuitamente via streaming no site Fox Play.

Primeiras Impressões – Red Band Society

Data/Hora 21/09/2014, 17:47. Autor
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Baseada na série espanhola Polseres Vermelles, a série Red Band Society estreou na última quarta-feira, dia 17/9, trazendo alguns aspectos inovadores para a nova versão americana – produzida pelo Steven Spielberg (Falling Skies).

“Sorte não é ter o que você quer. É sobreviver ao que não quer.”

A história se passa em torno de um grupo de adolescentes que acabam se tornando amigos em um hospital. Primeiro somos apresentados ao garotinho Charlie (Griffin Gluck, de Private Practice), que está em coma, e que com o seu jeito todo acolhedor nos narra a história de cada um dos “moradores” do hospital. Depois, ao longo dos 44 minutos do piloto, fomos apresentados ao resto do grupo de seis amigos que formam a Sociedade dos Pulseiras Vermelhas (em tradução livre): os dois garotos que tem câncer que dividem o quarto, o próprio garoto que está em coma, o jovem que tem fibrose, a anoréxica e a jovem líder de torcida que tem problemas cardíacos e que precisa de um novo coração.

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Tentarei não comparar Red Band Society com a produção original, pois esse nova versão é totalmente independente e insere alguns aspectos americanizado na trama, como por exemplo a uso de iPhones, tanto para jogar Candy Crush como para fazer ligações de emergência, a referência ao livro Crepúsculo e a linguagem jovial, o que acaba tornando a série uma dramédia acaba divertindo a todos que a assiste, apesar de todos os clichês apresentados de uma forma bem descontraída.

“Sua alma é você e nunca poderão mexer nela.”

Outro aspecto interessante é que o seriado foca na vida dos pacientes e não nos grandes dramas dos médicos, que são o foco de grandes sucessos como Grey’s Anatomy e House. A partir de tal fato, o hospital pode ser um lugar transformador, apesar de toda a estereotipagem que se tem do mesmo, como um lugar frio e bastante triste. Com as vivências e as histórias de vida dos pacientes podemos ver que qualquer jovem ou pessoa doente pode sim ter uma vida boa e divertida no hospital, dentre de suas possibilidades. Para exemplificar: os quartos dos adolescentes tem uma decoração própria, com livros, CD’s, pufes pelo chão, e até o consumo de cigarros, bebidas alcoólicas e drogas (claro que tudo escondido).

Red Band Society

Para finalizar não posso deixar de mencionar a belíssima trilha sonora da trama, com músicas atuais e conhecidas por todos. As cenas finais do piloto foram ao som de Every Teardrop is a Waterfall da banda Coldplay, e que mostra que esses personagens que tem um grande potencial para se tornarem inesquecíveis.

P.S. 1: Se você deseja se tornar um Pulseira Vermelha igual a mim, venha me acompanhar semanalmente nas reviews da série aqui no TeleSéries;

P.S. 2: Menção honrosa a Polseres Vermelles que é uma excelente série espanhola e que será citada em breve na nossa coluna 15 Razões.

P.S. 3: Fiquem ao som do Colplay como o pontapé para vocês assistirem ao piloto.

James Michael Tyler, o Gunther de ‘Friends’, revela detalhes sobre seu personagem

Data/Hora 21/09/2014, 17:31. Autor
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Depois de 10 temporadas, muitos cafés e risadas, o Central Perk – casa de café em que os personagens de Friends se encontravam – voltou a ser foco dos fãs do seriado. Para comemorar os 20 anos de Friends, a Warner inaugurou, em parceria com a Eight O’Clock Coffee, uma reprodução da casa de café em Manhattan, na esquina das ruas Lafayette e Broome. E, para complementar a comemoração, o ator James Michael Tyler, intérprete do icônico Gunther, concedeu uma série de entrevistas para a imprensa americana no local, que será aberto ao público apenas em 18 de outubro.

Confira abaixo a entrevista concedida ao TV Line com o ator responsável por interpretar o “sétimo friend”:

Vamos começar com uma grande pergunta: Você acredita que Gunther se sentiu mal por falar a Rachel que Ross dormiu com a moça da loja de xerox?

James Michael Tyler: Absolutamente não. Ele traiu ela, você está brincando? Ross não merece Rachel.

Então, Gunther se sentiu mal pelo casal ter terminado junto depois de tudo que eles passaram?

James Michael Tyler: Sim, Gunther se sentiu muito triste… Ele não era o mais feliz dos personagens. Eu acho que é porque ele tinha uma longa viagem até chegar lá. Havia muitas paradas desde New Jersey.

Ele realmente morava em New Jersey?
James Michael Tyler: Isso nunca foi dito, mas, em um episódio, os roteiristas fizeram uma cena em que Gunther explica como ele chega no trabalho. Havia vários trens e paradas, e também alguns ônibus.

E ele viajava todo esse caminho apenas para trabalhar numa casa de café?
James Michael Tyler: Sim, por 4 dólares a hora… Senão ele teria que dormir num quartinho [no Central Perk].

Então, vamos ao apartamento dele em New Jersey. Você pode levar-nos ao apartamento? Ele tinha um santuário para Rachel?

James Michael Tyler: Isso é um pouco esquisito, mas Gunther comprou todos os móveis – tudo no que ela sentou, tocou ou usou – então ele provavelmente tinha todas as coisas antigas dela. Era provavelmente um pequeno apartamento, então ele teve que armazenar alguns.

Quanto tempo você acredita que ele manteve a Mrs. Whiskerson?

James Michael Tyler: Gunther e a Mrs. Whiskerson era similares em muitas coisas. Ela era um tipo de versão felina de Gunther, então eu acho que eles ficaram juntos por um longo tempo. Ela era durona, mas também muito quieta. Ela não fazia muito barulho, ela apenas… [faz um barulho de gato muito exagerado].

E como Gunther foi parar no Central Perk? Eu sei que ele foi uma estrela de novela.

James Michael Tyler: Bem, ele não foi uma estrela das novela, só um ator de novela. E [o personagem dele, Bryce] foi morto em uma avalanche. Ele também fez papéis na off Broadway. Mas, você não consegue muito dinheiro, então ele se tornou um atendente na casa de café.

Nós nunca soubemos o sobrenome de Gunther. Chandler achava que era “Centralperk”, mas ele estava errado. Você tem alguma teoria?

James Michael Tyler: Antes eu não tinha, mas recentemente surgiu uma. Eu acho que seria algo divertido como “Smith”. Algo padrão. Isso é divertido para mim.

Gunther esteve na lista da mãe de Monica e Ross de seus possíveis pretendentes, com quem ela poderia passar a noite. Você acha que eles podem ter feito algo?

James Michael Tyler: [Risadas]… Oh, wow! Isso está levando Friends para um lado que eu não quero ter na minha cabeça. Eu acho que ele ficaria horrorizado; é a mãe do Ross, você está brincando?

Mas, ele odeia Ross, então isso seria sua melhor vingança!

James Michael Tyler: Eu acho que Gunther não é esse tipo de cara. Ele não era tão esquisito.

Por fim, o que Gunther está fazendo hoje em dia?

James Michael Tyler: Eu espero que ele esteja feliz. Mais maduro, tendo ganho mais experiência na vida e no amor. E talvez ele tenha comprado o Central Perk e/ou a franquia do Central Perk… Isso seria um bom futuro para ele.

Com informações do TV Line.

Destaques na TV – sábado, 20/09 e domingo, 21/09

Data/Hora 20/09/2014, 02:24. Autor
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Vamos curtir o final de semana, confira aqui o que tem na programação da TV.

No episódio de Rookie Blue, o sequestro de um ônibus com moradores de um asilo pode atrapalhar os planos de todos para a noite que os espera. O casamento de Noelle (Melanie Nicholls-King) e Frank (Lyriq Bent) traz várias revelações não apenas para os noivos. O episódio tem participação especial de Richard Donat (Haven)

Ai, ai, ai, ai…tá chegando a hora ! Neste domingo, vai ao ar o último episódio da última temporada de Psych. Mas, antes de saber o desfecho que espera Gus (Dulé Hill) e Shawn (James Roday), prepare-se para uma maratona com todos os episódios dessa temporada, no sábado e no domingo.

Agora confira todos os destaques.

Destaques de sábado, 20/09

UNIVERSAL
Rookie Blue – 19h (ep 4×08) – leia a review

FX
Dads – 9h10 (ep 1×08)

+GLOBOSAT
The Last Cop / O Último Policial – 20h (ep 5×07)

STUDIO UNIVERSAL
Psych – maratona a partir 15h (ep 8×01 à 8×05)

Destaques de domingo, 21/09

FOX
Modern Family – 12h45 (ep 5×15)
Os Simpsons – 21h30 (ep 25×22)

FX
Crisis – 9h20 (ep 1×03)
The Americans – 23h (ep 2×08)

STUDIO UNIVERSAL
Psych – maratona a partir 17h (ep 8×06 à 8×09)
Psych – 21h (ep 8×10) SERIES FINALE

HBO
O Negócio – 21h (ep 2×05)

FILMS & ARTS
Padre Brown – 21h – (ep 1×11)

SBT
Nikita – 1h

Bom final de semana!

Sarah Paulson fala sobre suas personagens em ‘American Horror Story: Freak Show’

Data/Hora 19/09/2014, 22:18. Autor
Categorias Notícias

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Depois de interpretar uma médium, uma escritora alvo de um serial killer e uma bruxa que ficou cega devido a um “banho” de ácido, Sarah Paulson encontrou mais um novo desafio. A atriz indicada ao Emmy 2014 interpretará na nova temporada de American Horror Story as gêmeas siamesas Bette e Dot, que são descobertas por Elsa Mars (Jessica Lange), gerente de um freak show.

Em entrevista ao Entertainment Weekly, a atriz admite que esse papel tem sido um dos mais difíceis de se lidar. Mas, apesar das dificuldades, ela considera ele como um dos mais divertidos.

Confira um trecho da entrevista:

Como Elsa encontra as gêmeas?

Sarah Paulson: Bom, digamos que elas não veem a luz do dia com muita frequência.

Ryan [Murphy] disse que Bette e Dot serão responsáveis por atos macabros.

Sarah Paulson: Sim. Bette e Dot deverão ser responsáveis por alguns atos macabros. Quando elas são descobertas, pode parecer que isso poderá salvá-las do que pode acontecer devido a ligação com coisas macabras. Parece que Elsa vai oferecer uma alternativa para as moças.

Elas têm personalidades diferentes?

Sarah Paulson: Não é simples como o bem e o mal. É mais complicado no verdadeiro estilo de Ryan Murphy. Uma terá mais escuridão, mas não será uma escuridão de maldade – será uma escuridão depressiva, sobre o que há no mundo. A outra é mais inocente. É inocente e cínica. Apesar de ambas dividirem o mesmo corpo, elas têm diferentes cérebros e corações. Elas têm experiências diferentes uma da outra.

O processo de criar essas gêmeas parece muito intenso.

Sarah Paulson: Há tantas formas para fazer com que elas existam que não há uma coisa só. Não é só um efeito visual, não é só o efeito de ter duas cabeças. É uma combinação de várias coisas. A parte mais difícil é quando nós estamos fazendo os efeitos visuais. Eu achei que poderia fazer tudo o que seria necessário para Bette, de um ponto de vista da câmera, e depois mudar para a Dot e vice-versa. Mas, o que acontece é que os efeitos precisam ser os mesmos, a câmera precisa pegar as duas personagens. Basicamente, eu tenho que fazer a Bette e a Dot no enquadramento de cada câmera e eu tenho que ir e voltar para cada uma das meninas a todo momento que eles mudam as lentes. Então, eu não tenho nove takes como uma única pessoa. Eu tenho que ir e vir, ir e vir. Elas têm o mesmo estilo de cabelo, mas com adereços de cores diferentes. Toda vez que eu tenho que ir e voltar, cinco pessoas aparecem em cima de mim. Nós até mesmo transformamos isso numa ciência – eu posso fazer isso até mesmo enquanto durmo.

Esse é papel mais desafiador de American Horror Story que você fez até agora?

Sarah Paulson: Ele é o mais desafiador. Há a realidade de que eu não tenho duas cabeças, então, nós estamos convidando a audiência para juntar-se conosco nessa jornada. Nós estamos convidando todos que são fãs do show, que acompanham o programa, então eu tenho uma certa ansiedade. Eu queria que isso tudo funcionasse para que as pessoas esquecessem que estão assistindo algo que eles sabem que não é real. Eu queria que eles acreditassem nisso e continuassem conosco. Eu acho que é por isso que essas duas moças parecem criaturas difernte. É difícil achar todas as variantes e nuances. É difícil atuar como uma única pessoa só quando essas coisas estão acontecendo. Obviamente é duplamente diferente fazer isso, enquanto você tenta caracterizar duas personagens.

O relacionamento entre Elsa e as gêmeas é maternal?

Sarah Paulson: Para mim, é mais uma reminiscência de Jude/Lana, e certamente entre Dot e Elsa. Entre Bette e Elsa, Elsa representa muito glamour e tanta beleza que Elsa, para Bette, é como se fosse a coisa mais glamourosa que ela já viu. Bette é muito inocente. É um tipo de relacionamento totalmente diferente.

E qual a relação entre Bette, Dott e o grupo? Você será uma ameçada ao freak show? Ou será bem vinda?

Sarah Paulson: A trupe precisa de uma nova energia e uma nova atração para chamar a atenção das pessoas na cidade. Quando eles veem as gêmeas eles sentem uma animação de que algo mudará e será bom para o grupo.

Você já teve que fazer outras coisas malucas, como colocar cobras em cima do seu corpo ou ter sangue de cabra em cima de você?

Sarah Paulson: Sim. No primeiro episódio. Eu tenho duas cabeças… é como se não precisasse que outra coisa acontecesse para que isso fosse a coisa mais maluca que eu já fiz. Mas há algo que acontece no primeiro episódio que é bem maluca, que marca a cena para o resto da temporada.

American Horror Story: Freak Show  estreia no dia 8 de outubro nos EUA, no canal FX.

Com informações do Entertainment Weekly.

The Voice Brasil – Audições às Cegas I

Data/Hora 19/09/2014, 10:02. Autor
Categorias Reviews

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Série: The Voice Brasil
Episódio: Audições às Cegas I
Número do Episódio: 3×1
Exibição: 18/09/2014
Nota do Episódio: 3.5

The Voice BRASILLLL….

E começa mais uma temporada. E mais uma vez eu assumindo a coluna, o que espero não seja em definitivo! #voltaGabrielaAssmann, nem que seja pras nossas reviews em parceria! Mas vamos às minhas impressões das apresentações e desse primeiro episódio.

E o programa começou com a já anunciada da mudança das cadeiras. A esperança é que a alteração mude a interação dos técnicos e ajude um pouco mais o programa, em especial na parte das audições às cegas. Talvez com Daniel saindo da ponta – e do lado da única mulher entre os jurados – e indo para o meio, no meio dos homens, ele se solte mais um pouco. Eu vejo The Voice US e quem tem a melhor interação do reality americano são Blake e Adam e ambos sentam nas pontas, então não sei se essa mudança será o fator decisivo. Mas vamos torcer para que sim.

Outra mudança: a saída da Mia Melo para a entrada da Fernanda Souza. Amém!

Mas ainda acho que a melhora passará pela edição e por dois programas semanais. O primeiro teremos que aguardar para saber se vai melhorar, o segundo, mais uma vez, ficaremos só na vontade.

O programa começou, como sempre, com uma voz forte. Gabriel Silva: ao som de Hoochie Coochie Man. Gostei muito do número e ainda mais da ousadia da emissora de começar com um Blues. Com as quatro cadeiras viradas (praxe para o primeiro que se apresenta), o candidato fez a escolha óbvia e foi pro team Lulu. O cantor é o técnico que mais vence os duelos de 4 cadeiras.

Seguindo o programa, Ana Dark cantou Tocando em frente, do Almir Slater, emulando Paula Fernandes. Não gosto muito de sertanejo, não gosto nada da Paula Fernandes, então não gostei do número. Achei que a participante cantou muito soletradamente e forçando as notas em alguns momentos. Saldo: ninguém virou a cadeira.
A Globo ainda foi um tanto maldosa e tocou Paula Fernandes na saída da participante, ficando ainda mais claro que a participante emulou a voz da artista.

Priscila Brenner, interpretando The Scientist (Coldplay) foi a seguinte. A candidata veio com uma pegada Caroline Pennel (The Voice US), uma voz mais sussurrada, algo que também não vemos muito no The Voice BR. Gostei muito e Claudia Leitte virou com poucos segundos a sua cadeira, o que me deixou muito feliz. Infelizmente ela foi a única a virar. Gostei muito da participante e estou ansioso pelo que ela fará nas batalhas. A escolha da música será crucial.

A quarta candidata a se apresentar foi Lívia Itaborahy, apresentando Vieste, do Ivan Lins.Voz forte, agradável e harmônica, mas em alguns momentos muito empostada. Me lembrou um pouco Cecília Militão, então não me surpreendi quando Daniel virou a cadeira. Mas me surpreendi quando ela encerrou o número e apenas Daniel estava de frente para ela.

E logo de cara vimos que um problema do programa segue o mesmo: poucas disputas entre os técnicos e muitos candidatos escolhidos com pouca disputa.

Não adianta mudar as cadeiras se os técnicos ficam com essa politicagem de não disputarem muitos participantes.

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Seguindo com o programa – com a benção da edição mais célere, tal qual nas edições anteriores do The Voice – vimos uma ex-Ídolos (de quem sou fã), Nise Palhares, cantando Pagu (de Rita Lee e Zélia Duncan). Apesar do início mais morno, no final as quatro cadeiras viraram e finalmente disputaram de fato uma participante. A escolha óbvia, para mim, era Lulu. Mas no fim, surpreendentemente, Nise escolheu Claudia Leitte, a diva.

E então fomos surpreendidos novamente. A drag queen Deena Love cantou Calling You (Bob Telson) e rapidamente virou as 4 cadeiras. A princípio achei que a voz seria mais feminina, mas não era. A voz de Deena até possuía algumas nuances femininas, mas era potente e masculina. Para mim alguns gritos que ficaram um pouco mais exagerados, beirando o oversinging, mas foi um número emocionante que quase arrancou lágrimas do técnico Lulu Santos que, para mim, ganhou a participante no seu discurso.

Voltando do intervalo o programa retomou uma ideia muito bem explorada nos outros programas da franquia: candidatos que acabam não sendo selecionados (as vezes por pouco ou por algum erro) voltam para se reapresentarem. Na última temporada do The Voice US tivemos dois participantes retornantes entre o top 10 (Jake e Delvin) e um deles foi o vice campeão (Jake). Assim vimos Dudu Fileti, se inspirou e escolheu música perfeita, Tente Outra Vez (Paulo Coelho/Raul Seixas/ Marcelo Motta). Infinitamente melhor que na temporada passada o participante deu um show – fazendo o melhor número da noite até então – e virou 3 cadeiras (só Claudia Leitte não virou).

Fileti escolheu o óbvio: Lulu. Escolha coerente, uma vez que a dica do Lulu do ano passado foi seguida a risca e o candidato foi bem demais nessa apresentação. Espero que ele siga nessa evolução, pois já tem a minha torcida. Ele foi o único que me arrepiou nessa abertura e confesso que adoro candidatos menosprezados/subestimados/desprezados.

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E Lulu, novamente, está montando um timaço logo de cara. Resta saber se não vai estragar o time nas batalhas, como nas outras temporadas. #AdamLevineFeelings.

Seguimos com Bruna Tatto cantando The Way You Make Me Feel (Michael Jackson). Eu não consigo ouvir essa música e deixar de lembrar da Leah McFall, que cantou essa música nas batalhas no The Voice UK. Mas tal qual a participante do UK, achei que na apresentação brazuca teve um pouquinho de oversinging. Ainda assim foi um número digno das cadeiras viradas: Leitte e Brown. E Tatto foi para o time da loira.

Depois vimos Teffy estragando Set Fire to The Rain, da diva britânica Adele. A participante que pegou uma música difícil, mexeu demais nela e o resultado não ficou agradável, achei a música toda muito gritada. Sem contar que depois da metade da música Teffy se deixou dominar pelo nervosismo e aniquilou o fim da música. Cantar ela sabe, mas acho que a escolha e harmonia da música, assim como o nervosismo, foram cruciais para matar as chances dela.

Seguimos com um número desnecessário, e acabou sendo o pior da noite para mim – poderiam ter feito só o ‘teaser’, como fazem muito bem as temporadas fora do Brasil. Acho que por CB ter virado no finalzinho fez a globo exibir o número inteiro de Ricardo e Ronael, que cantaram Fogão de Lenha (Chitãozinho e Xororó). Já falei que não gosto de sertanejo hoje? Então não vou comentar mais nada. Primeiro participante do time do Carlinhos Brown.

Com direito a ‘chocalhos’ e ‘ajaio’ de Brown, fomos para o segundo intervalo e voltamos com a inovação da ‘cortina’ cobrindo a participante, da qual ninguém sabia sequer o nome. Ao que tudo indicava era uma mulher interpretando Valerie (Amy Winehouse). E quando os botões foram apertados e a cortina caiu, descobrimos que quem cantava era Hellen Lyu, outra ex-Ídolos (e essa lembrança fica na conta da minha esposa). Após ser disputada por CB e CL, Hellen é a nova participante do time de Carlinhos.

Em mais uma rápida apresentação vimos Carla Casarim cantando Verde, da Leila Pinheiro. Apenas Daniel virou. Achei uma apresentação com potencial, mas que me lembrou demais o estilo da outra participante do time do Daniel, Lívia. O mais estranho é que quando o Daniel bate, ninguém mais bate. Acho que só assim para escolherem ele!

O programa foi pro intervalo e já voltou com uma prévia do próximo programa! Mais uma novidade. E o encerramente foi com o típico e desnecessário número dos técnicos cantando Toda Forma de Amor, do Lulu.

Pontos positivos: edição foi mais célere, gastando menos tempo na prévia das apresentações; interação dos técnicos pós escolha – logo no primeiro número vimos o Lulu indo falar com os familiares, algo que acredito que seja inédito por aqui; interação dos técnicos – mas nada que se deva a mudança das cadeiras: acho que finalmente eles viram as outras temporadas e isso ajudou.

Ponto fraco? Para mim segue sendo o Daniel.

Se eu pudesse acrescentar algo como a cereja do bolo, seria a exibição do participante na coxia, antes de entrar no palco, tradicional da franquia e que sempre passa o nervosismo e otimismo do participante. Assim como a exibição dos candidatos depois do palco, em especial quando eles não são selecionado.

MAS, mais uma vez, esses luxos não vão existir enquanto tivermos só um programa por semana. A edição será sempre ágil e a identificação com o participante nessa etapa sempre é prejudicada. E assim me despeço puxando a campanha #TheVoice2xporsemana. Até semana que vem.

Destaques na TV – sexta, 19/09

Data/Hora 19/09/2014, 03:36. Autor
Categorias TV Brasil

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É sexta-feira! confira os destaques de hoje e tente se divertir.

No final de temporada de Sessão de Terapia, Theo (Zécarlos Machado) diz que teme ter traído Bianca (Letícia Sabatella). Dora (Selma Egrei) diz que ele agiu dentro dos limites e tentou ajudá-la. Ela fala de como o terapeuta sempre procura se tratar nos momentos de emergência.

Logo depois do Globo Repórter, a Globo estreia Dupla Identidade, seriado assinado por Glória Perez que retrata as duas personalidades do serial Killer Edu (Bruno Gagliasso), rapaz boa pinta que vive uma vida aparentemente normal ao lado da namorada Ray (Débora Falabella). Sua identidade é investigada pela psiquiatra forense Vera (Luana Piovani) e pelo delegado Dias (Marcelo Novaes).

No The Ellen DeGeneres Show, Ellen recebe as atrizes Mireille Enos (The Killing), Anna Faris e Allison Janney (Mom) e os cantores Harry Connick Jr. e Tre Hart.

No The Tonight Show desta noite, o ator e comediante Jimmy Fallon recebe a atriz Glenn Close, o ator Justin Long e o comediante Kurt Braunohler.

Agora confira os demais destaques na TV.

GNT
Sessão de Terapia – 22h30 (ep 3×35) SEASON FINALE
The Tonight Show com Jimmy Fallon – 0h

+GLOBOSAT
Pablo Escobar – O Senhor do Tráfico – 21h

WARNER
Nikita – 12h58 (ep 2×13)
Mike & Molly – 20h (ep 4×15) / 20h25 (ep 4×16)

SONY
Baby Daddy – 12h30 (ep 1×10) – exibição diária
How I Met Your Mother – 19h30 – 2 episódios seguidos de segunda à sexta
Teen Wolf – 21h (ep 3×20) / 22h (ep 3×21)

AXN
Helix – 22h (ep 1×07)

HBO
Masters of Sex – 22h (2×07)
Ray Donovan – 23h (ep 2×10)

HBO FAMILY
About a Boy – 19h35 (ep 1×11)

MAX*e
The Knick – 21h (ep 1×05)

MTV
Smallville – 12h (ep 6×11 à 6×14) / The Vampire Diaries – 15h

GLOBO
Dupla Identidade – 23h35 – ESTREIA

SBT
Chaves – 18h
Supernatural – de sexta para sábado – 4h15 – 8ª temporada
Animais Políticos – de sexta para sábado – 5h

VIVA
Malhação – 13h (de segunda a sexta)
Carga Pesada – 23h10
Dancin’ Days – 0h (de segunda a sábado)

Bom final de semana!

Doctor Who – Listen

Data/Hora 18/09/2014, 15:05. Autor
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Série: Doctor Who
Episódio: Listen
Número do Episódio: 8×04
Exibição no Reino Unido: 13/09/2014

Terminei Listen sem ter muita certeza se foi um bom episódio ou apenas um episódio mediano, feito com as características certas para impressionar. Toda a experiência de assistir a Listen foi bem interessante, e senti na pele o clima de suspense que Moffat criou, tanto na incerteza do monstro sob a cama, quanto na trilha sonora pesada e tensa. Mas eu só me senti emocionalmente conectada à história ao final, porque a cena entre a Clara e o garoto foi pensada exclusivamente para mexer com o fã.

Listen foi mais um dos episódios aterrorizantes de Moffat, para fazer parceria com Blink, The Empty Child/The Doctor Dances e Silence in the Library/Forest of the Dead, porém, ao contrário dos demais episódios, eu tenho a impressão que Listen ficará marcado pela intromissão gigantesca de Clara na linha do tempo do Doctor e não tanto pela qualidade narrativa da história. Confesso que não reassisti ao episódio, então não tenho muita certeza de quanto do mistério e ‘frio na barriga’ (e a qualidade da coisa como um todo) se sustenta diante de uma segunda experiência.

O episódio começa com um Doctor transtornado fazendo um monólogo sobre evolução, não estarmos sozinhos, o perfeito ser capaz de se esconder de outros e por aí vai, entrando em uma obsessão tentando descobrir o tal ser que vive a espiar os demais seres do universo, nunca sendo encontrado. Não sei se entendi corretamente a cena, mas o Doctor teve um desses famigerados sonhos com alguém embaixo da cama e por isso entrou nessa súbita caça ao “monstro que ninguém vê ou acredita na existência”, foi isso?

Bom, seja qual for o motivo que o levou à obsessão, o fato é que o Doctor retirou Clara do seu primeiro (e mal sucedido) encontro com Danny para ir à caça da tal criatura que poderia ou não existir.

dw 8x04_0602Aqui eu preciso abrir um parêntese para falar de Clara e Danny. Que casal mais sem noção! Eles simplesmente não têm química juntos. E Clara agiu tão mal com o colega que me pergunto como ela pode ter tanto tato para lidar com crianças e ser tão preconceituosa ao lidar com um adulto. Sim, porque a forma como falava com Danny e sua experiência na guerra foi, no mínimo, vergonhosa. Ela não consegue enxergar que ele claramente sofre de stress pós-traumático? (Cá entre nós eu creio que o próprio Doctor tem sofrido do mesmo mal) E tenho até vergonha de lembrar o quão ela foi infantil (e petulante) ao sair do restaurante daquele jeito, quando a errada era ela.

Mas é claro que o episódio tratou de consertar esse começo ruim entre os dois ao levar a TARDIS para o passado de Danny, de forma que a garota conseguiu compreender um pouco mais o colega.

E antes de falar sobre a experiência de Clara e do Doctor no passado, abrirei um novo parêntese para falar sobre a teoria do Doctor de que as pessoas não falam sozinhas, mas sim com alguém que está ali escondido. Isso não faz muito sentido. Quero dizer, ter sempre alguém por ali não é o problema da coisa toda (embora, admito, quando ele começou a falar sobre uma criatura que ninguém percebe e não sabe que está ali, eu pensei nos Silents), pois as pessoas falam sozinhas por vários motivos: gostam do som da própria voz, organizam melhor os pensamentos em voz alta, algumas têm esquizofrenia, as crianças têm seus amigos imaginários… Todo esse discurso do Doctor me soou tão estranho e o desejo de impactar a audiência com uma ideia assustadora ficou muito evidente.

Mas, de volta à viagem, a interface telepática da TARDIS é coisa do Décimo Segundo, não? Foi ele quem arrumou a nave para permitir esses agrados aos que normalmente não saberiam como pilotá-la. Eu achei legal, mas tira um pouco toda a grandiosidade que era apenas o Doctor saber pilotá-la (e River) e a dificuldade que ele tinha para ensinar a outros. Mas a TARDIS continua levando o povo para onde ela quer levar, ainda que a mente de Clara tenha ajudado um pouquinho na escolha.

dw 8x04_1749As cenas no passado de Danny foram as mais assustadoras e também as mais divertidas. Como não rir com o Doctor perguntando ao vigia noturno se o café não desaparecia, apenas para sumir logo em seguida levando o café do pobre homem? E depois tentando achar Wally em um livro onde não tem o Wally?

De toda a interação no quarto de Danny três coisas se destacaram:

1) Foi Clara (e o Doctor, de certa forma) a responsável por Danny ingressar no exército;
2) O discurso do Doctor sobre o medo ser um superpoder (e fez todo o sentido);
3) A criatura embaixo da colcha. Eu tenho quase certeza de que era uma criança, pois a tal criatura que é perfeita na arte de se esconder não apareceria assim de repente, sentaria na cama (e faria um peso perceptível) e ainda seria visível sob a colcha. Por outro lado, o Doctor estava sentado naquela cadeira no canto do quarto quando a tal criatura apareceu. Ainda que estivesse escuro ele teria percebido se fosse uma criança, não? Ou agiu daquela forma para dar coragem a Danny e também para não desmascarar o amigo que estava pregando uma peça? (nunca dá para ter certeza com o Doctor, em especial este aqui)

Já a segunda interação de Clara com Danny, pós-visita ao passado, foi um pouco melhor da parte dela, mas em contrapartida a reação dele ao perceber que ela sabia o verdadeiro nome dele foi meio exagerada. E mais exagerado ainda foi Orson aparecendo em pleno restaurante vestido com a roupa de astronauta, com escafandro e tudo.

dw 8x04_2543Não gostei de toda esta conexão de Clara com Orson. Não é apenas por ele ser um descendente dela e de Danny – spoilers! – mas toda a história dele, a confusão de Clara, a recusa em falar ao Doctor toda a situação, e, principalmente, a viagem para o fim dos tempos. Achei tão desnecessária. Sem falar que deixa uma certa confusão em relação a Utopia, quando o Décimo Doctor viajou para o fim do universo. Este planeta é outro, depois da destruição que houve em Utopia? Não sei se é um erro de continuidade, se Moffat simplesmente ignorou a trinca de episódios da era Davies e nem pensou no planeta de Utopia, ou se é possível a coexistência pacífica entre os dois planetas: um habitado e morrendo e outro ainda inteiro, mas já sem qualquer forma de vida no universo em si.

Toda a confusão neste planeta, os sons, o medo, o possível inimigo, ganha uma nova perspectiva após a visita da TARDIS ao próximo local. Nada menos que Gallifrey – possivelmente a Casa de Lungbarrow.

Como a TARDIS conseguiu ir a Gallifrey, que supostamente está em uma bolha temporal, eu não sei, mas imagino que em algum momento da temporada isso será explicado (ou foi um grande furo de roteiro, o que também é possível. Mas nesse caso, após todo mundo se perguntar o óbvio, acredito que Moffat dará um jeito de criar uma explicação, mesmo que tenha que tirar um coelho da cartola, como tem feito de quando em vez ao longo das temporadas).

E se antes o episódio estava interessante e assustador (pelo menos na primeira vez que se assiste), em Gallifrey ele se tornou belo e reconfortante. Tivemos o prazer de revisitar a infância do Doctor (óbvio que era o Doctor, afinal, era o mesmo celeiro que o War Doctor escolheu para por fim à Guerra do Tempo) e descobrirmos que ele já foi um garotinho assustado, o qual ninguém acreditava que seria capaz de ingressar (e permanecer) na Academia e se tornar um Time Lord, e, por isso, estava destinado a ingressar no Exército.

dw 8x04_3973A cena em que Clara segura o tornozelo do garoto, saída debaixo da cama, criando assim um medo que se posterga no tempo e no espaço já há mais de 2000 anos (como o medo dele passou para outros eu não sei), foi surpreendentemente bonita e se encaixou muito bem na história. Clara tem inúmeros defeitos – o maior deles é ser tão vazia de personalidade e carente de desenvolvimento real – mas se tem uma qualidade que persiste ao longo dos episódios é sua capacidade de falar com crianças e compreendê-las. E, assim como influenciou o jovem Rupert Pink, foi Clara a responsável por toda a filosofia de vida do Doctor.

 “Escute. Isto é só um sonho. Mas pessoas muito inteligentes podem ouvir sonhos. Então, por favor, apenas escute. Sei que você está com medo, mas tudo bem sentir medo. Nunca te disseram? Medo é um superpoder. O medo pode te fazer mais veloz, inteligente e forte. E um dia você irá voltar para este celeiro e naquele dia você estará com muito medo. Mas tudo bem. Porque, se você é muito sábio e muito forte, o medo não tem que fazê-lo cruel ou covarde. O medo pode fazê-lo gentil.

Não importa se não há algo embaixo da cama, ou no escuro, desde que você saiba que está tudo bem sentir medo. Então escute. Se não escutar mais nada, pelo menos escute isso. Você sempre terá medo, mesmo que aprenda a esconder o medo é como um companheiro, um companheiro constante, que está sempre ali. Mas tudo bem, porque o medo pode nos aproximar, o medo pode levá-lo para casa. Vou deixar uma coisa para você para que sempre possa lembrar: o medo faz companhia a todos nós. ”

 

Foi muito legal ouvir as palavras do próprio Doctor saindo da boca de Clara. E ao deixar o pequeno soldado sem arma que um dia pertenceu a Danny Pink, ela deu ao pequeno Doctor a inspiração para a pessoa que ele seria dali para frente e que mudaria os rumos do universo e da própria vida dela.

A cena foi linda – o abraço que ela depois dá no Doctor já dentro da TARDIS também foi especial – mas ainda assim é um pouco incômodo ver o quanto Moffat transformou Clara em alguém essencial na vida do Doctor. Ela era a garota impossível e que esteve presente em toda a timeline do Time Lord, influenciando-o e corrigindo os erros introduzidos pela Grande Inteligência, e agora ela mesclou-se na timeline do Doctor de tal forma que se tornou a responsável por toda a existência dele como nós a conhecemos, ou seja, mais do que a garota impossível, ela se tornou o pilar de toda a série. Para uma personagem que sofre de falta de caracterização e que vem sendo tratada como um plot twist desde o início, esse tipo de coisa, embora bonita e emocionante, não é saudável. Sem falar que Clara transita perigosamente no limiar de se tornar uma Mary Sue, ou seja, uma personagem que, de tão perfeita, torna-se irritante e irreal.

dw 8x04_4358Agora resta-nos saber qual o papel de Danny no futuro de Clara. Porque os dois se acertaram (apesar da química zero entre eles) e os boatos dizem que Jenna Louise Coleman deixa a série no final da temporada. É quase certo que Danny terá algum envolvimento no motivo da saída de Clara. E eu fico me remoendo para saber como ele se tornará um viajante da TARDIS também.

E só para finalizar… eu perdi ou realmente não teve nenhuma referência à Terra Prometida neste episódio?

‘The Voice’ volta à Sony em 28 de setembro

Data/Hora 18/09/2014, 14:45. Autor
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As performances musicais emocionantes e as histórias de vidas singulares dos candidatos de The Voice estão de volta ao Canal Sony. O episódio especial de estreia da sétima temporada vai ao no dia 28/9, às 22h30. A popstar Gwen Stefani e o hitmaker Pharrell Wiliams juntam-se a Adam Levine e Blake Shelton no time de jurados que atuam como técnicos, escolhendo os candidatos e disputando entre si pelo título de “a voz”. The Voice será exibido aos domingos e segundas, às 22h30.

Com duas horas de duração, a premiere do reality traz de volta as audições às cegas: os candidatos apresentam-se no palco com os jurados de frente para o público e precisam conquistar a atenção e o desejo dos quatro para que estes se virem e os escolham para seus times. Serão sete episódios de audições para montagem dos times de cada técnico que, a partir daí, se enfrentarão em batalhas musicais.

Com informações cedidas pela assessoria do canal Sony.

GNT define data de estreia de ‘Lili, a Ex’

Data/Hora 18/09/2014, 11:32. Autor
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Lili é caótica, expansiva, destrambelhada e encantadora. Reginaldo é metódico, organizado e seu jeito meio nerd é irresistível. Opostos e ao mesmo tempo complementares, os dois foram casados durante anos. A separação dividiu o casal, mas não afastou Lili, que é completamente obcecada por Reginaldo. Sem ter como controlar a vida do ex de longe, ela decide se mudar para o apartamento vizinho ao de Reginaldo. É nesse ponto que se inicia a série Lili, a Ex, protagonizada por Maria Casadevall e Felipe Rocha e baseada nas tirinhas de Caco Galhardo. Com estreia marcada para o dia 24 de setembro (quarta-feira), às 22h30, no GNT, a ficção tem 13 episódios sob o comando de Luis Pinheiro (direção geral), Quico Meirelles e Lilian Amarante (direção) e produção da O2 Filmes.

A série mostra as situações insólitas e ao mesmo tempo cômicas criadas por Lili, determinada em impedir que Reginaldo se envolva com qualquer outra mulher. “A Lili é uma força da natureza. Essa obsessão é a maneira que ela encontrou de se relacionar com Reginaldo. Ela sente prazer em criar situações que vão infernizar a vida dele,” afirma Maria Casadevall sobre sua personagem.

Lili tem o apoio de sua melhor amiga Cintia (Daniela Fontan), que nem sempre concorda com suas loucuras, mas está sempre ao seu lado, já que sua mãe, Gina (Rosi Campos), é viciada em compras e, às vezes, negligencia um pouco a filha. Reginaldo recebe os conselhos do irmão mais novo, o mulherengo Reinaldo (João Vicente de Castro), empenhado em ajudá-lo a tirar Lili de vez da sua vida. Diante de tudo isso, o avô de Cintia, Anselmo (Milton Gonçalves), deixa dúvidas se é senil ou o mais lúcido de todos ao soltar frases de impacto que, de tão certeiras, são engraçadas pérolas de sabedoria.

“Foi difícil montar um casting, mas conseguimos um elenco maravilhoso”, elogia Caco Galhardo, que além do cartum, assina também o roteiro de Lili, a Ex com Marcelo Montenegro e Nina Crintz. “As tiras estão na gênese da série, mas vamos muito além, mergulhamos em um universo novo, criamos personagens e partimos de uma situação que não existe nos quadrinhos: quando Lili inverte o olho mágico do apartamento de Reginaldo para poder espioná-lo. Ao mesmo tempo, tem piadas das tiras que estão na série”, complementa.

Lili, além de fixada em Reginaldo, tem uma imaginação fértil, o que será transportado para as telas. “Em cada episódio há momentos surrealistas em que ela arranca os próprios cabelos, enforca uma menina ou pega uma bazuca quando vê que Reginaldo está acompanhado”, explica Luis Pinheiro, diretor-geral de “Lili, a Ex”. A câmera mostra o que está dentro da mente de Lili e depois volta para a realidade que continua a correr normalmente. Além disso, o diretor afirma que se preocupou em imprimir uma linguagem pop e moderna para a série. “A série tem ação rápida, entendi o roteiro com algo anfetamínico,” observa Luis.

Lili, a Ex tem ainda no elenco Alann Medinna (Johny), Robson Nunes (Bituca) e muitas participações que incluem Priscila Fantin, Nathália Rodrigues, Caio Castro, Nicolas Trevijano e Sophia Reis.

Com informações cedidas pela assessoria da GNT.

Primeiras Impressões – Forever

Data/Hora 18/09/2014, 10:32. Autor
Categorias Preview

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Coração calejado de fã vai buscando formas de se proteger. Tenta não se apegar aquela série da qual parece ser o único fã. Evita começar séries que tenham em seu elenco alguém considerado pé frio, cujas séries nunca passam da primeira temporada.

Eu evito começar a assistir qualquer série logo que começa, só o faço quando algum canal por aqui já embala e começa a passar a série juntinho com a agenda externa – e isso significa dores de perda como com Three Rivers, cujo cancelamento veio com apenas quatro episódios.

Então fico eu aqui escondidinha quando começam as notícias das estreias de outono nos EUA, tentando não ver se tem uma nova série do Sorkin ou da Paladino ou com Matthew Perry no elenco e não resistir e acabar sofrendo de novo.

Claro que todo super plano tem falhas e que toda mania tem exceção e então estou aqui já apaixonada antes mesmo que Forever tenha estreado oficialmente. Por quê? Por quê? Por quê?

Eu sei os porquês: procedural de investigação, meu favorito; pegada sobrenatural, já que o personagem principal não morre, outra coisa que eu adoro; protagonista bonitão e com sotaque inglês, autoexplicativo; Alana De La Garza e Judd Hirsh no elenco, dois atores queridos.

E os 40 minutos do episódio piloto não pretendem nada além de nos apresentar tudo isso com narração de Henry (Ioan Gruffudd), um médico legista de Nova Iorque que escolheu sua profissão nem tanto por vocação, mas para buscar uma forma de acabar com a própria vida.

Não, você não leu errado: Henry, em determinado momento de sua vida que ocorreu há 200 anos, passou a ser imortal. Mas não o tipo de imortal ao qual estamos acostumados, que não morre mesmo. Um tipo que morre, sente todas as dores e aflições deste momento e, em seguida, reaparece na água. Nu e vivo. E nesse momento a ajuda de um melhor amigo (vivido por Judd Hirsh) que sabe toda a verdade sobre você faz toda a diferença.

O fato de ter passado por diversas mortes ajuda bastante na profissão escolhida pelo moço – como seu assistente diz, ele quase não precisa abrir os cadáveres -, mas é claro que também pode colocá-lo em situações complicadas como ser o único “sobrevivente” de um acidente de metrô suspeito.

E por suspeito entenda-se Henry descobrindo que o motorista foi envenenado e, em seguida, a detetive responsável pelo caso, Jo Martinez (Alana de la Garza), descobrir que ele estava no vagão e não disse nada. E a coisa ainda piora um pouquinho antes de melhorar, afinal Henry parece realmente suspeito e tem um fã de dar arrepios na nuca.

O roteiro mescla fatos do passado de Henry e as investigações no tempo presente muito bem e dosa humor e ação com charme. Sim, eu sei, lembra um pouco Elementary ou Castle, mas como sou fã das duas não consigo ver isso como defeito. E você?

O elenco ainda conta com Joel David Moore (Bones) como Lucas, um dos técnicos que trabalham no necrotério, e Donnie Keshawarz (Damages) como o detetive Hanson, que trabalha ao lado de Jo.

Tá, confesso: tô apaixonada e morrendo de medo de não durar!

Forever estreia dia 23 de setembro nos EUA e no dia 30 de setembro no Warner Channel.

‘The Good Wife’: Gloria Steinem irá participar da sexta temporada da série

Data/Hora 18/09/2014, 10:13. Autor
Categorias Notícias

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Gloria Steinem fará uma participação especial na nova temporada de The Good Wife.

ESPECIAIS | Esnobados pelo Emmy Awards

A ativista interpretará ela mesma na história, e a sua missão é dar alguns conselhos à personagem Alicia Florrick (Julianna Margulies). Sua aparição será no terceiro episódio da sexta temporada do seriado, e ela se juntará aos atores Steven Pasquale (Do No Harm) e Tayes Diggs (Private Practice), que já estão confirmados no elenco.

NOTÍCIAS | Connie Nielsen fará participação especial na nova temporada de ‘The Good Wife’

Gloria é uma jornalista estadunidense, célebre por seu engajamento com o feminismo e sua atuação como escritora e palestrante.

The Good Wife retorna para a sua sexta e última temporada no dia 21 de setembro (domingo), conforme o calendário da Fall Season da emissora CBS. Aqui no Brasil, a série é exibida pelo Universal Channel.

Com informações do Entertaiment Weekly.

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