TeleSéries
Review: Dexter – Let’s Give the Boy a Hand
31/07/2007, 09:01.
Juliano Cavalcante
Reviews
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Série: Dexter
Episódios: Let’s Give the Boy a Hand
Temporada: 1ª
Número do Episódio: 4
Data de Exibição nos EUA: 22/10/2006
Data de Exibição no Brasil: 28/7/2007
Emissora no Brasil: Fox
Let’s Give the Boy a Hand abre com um monólogo de Dexter afirmando que, para manter sua fachada, ele teria que se afastar de outras pessoas. Mas pouco depois, no primeiro dos flashbacks do episódio, Henry diz à ele que, para viver em paz, é preciso se encaixar. E para se encaixar, é preciso se socializar, não? Sorrir ao tirar uma foto em família é uma metáfora. Interagir com os outros é o que nos faz humanos. Isso significa que quando Dex dá de presente para sua irmã uma dica valiosa no caso do Ice Truck Killer ou aceita sem reclamações um “presente” de Rita (que poderia ser melhor, segundo ele), o nosso protagonista tenta se tornar um pouco mais normal para que os outros não percebam sua monstruosidade. Simples, não?
Review: The L Word – Lost Weekend
30/07/2007, 08:41.
Fernanda Pontes
Reviews
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Série: The L Word
Episódio: Lost Weekend
Temporada: 3ª
Número do Episódio: 28
Data de Exibição nos EUA: 15/01/2006
Data de Exibição no Brasil: 23/07/2007
Emissora no Brasil: Warner
Prólogo: 1979. Point de pegação gay masculina em San Francisco. Uma mulher andrógina perambula pelo local. Dois rapazes lhe param; um deles lhe pergunta se ela está perdida. “Eu procuro por sexo”, ela diz. “Bem, mas o ponto dos gostosões hétero é mais adiante”, diz o outro. “Eu procuro por garotas”, responde a moça. Então os dois lhe indicam um terceiro ponto, mais adiante, onde supostamente haveria garotas sedentas por sexo com ela. A mulher dá sorte: chegando no local, ela pega uma garota com um crucifixo pendurado no pescoço. Nós sabemos que ela tem um crucifixo pendurado no pescoço porque bem na hora em que ela tem um orgasmo e grita “Oh, Jesus!”, a câmera focaliza o objeto. Sabe como é, caso alguém tenha esquecido quem é Jesus, e tal. Sutileza, teu nome NÃO é The L Word. Não que eu reclame, claro. Para mim, o charme camp da série é o que me faz seguir viciada. Enfim, essa foi mais uma conexão no Gráfico: a mulher andrógina é Teri (a mesma que seduziu a garotinha no prólogo do primeiro episódio), e a garota do crucifixo é Toni.
Cena de grupo: a gente sabe que uma série sobre um grupo qualquer de amigos está tendo problemas quando as cenas grupais começam a rarear. Neste quesito, este episódio bate qualquer recorde: apenas uma única cena reúne todas as personagens que estão na cidade. E nem é uma grande cena nem nada, porque elas estão todas absorvidas demais em seus próprios umbigos para realmente prestar atenção no resto.
Review: Studio 60 on the Sunset Strip – The Cold Open
29/07/2007, 13:38.
Thiago Sampaio
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Série: Studio 60 on the Sunset Strip
Episódio: The Cold Open
Temporada: 1ª
Número do Episódio: 2
Data de Exibição nos EUA: 25/9/2007
Data de Exibição no Brasil: 25/7/2007
Emissora no Brasil: Warner
É difícil não assistir esta série sem pensar “cara, ela foi cancelada”. Com isso em mente, chegamos logo à uma lógica indagação: “o que deu errado?”. Semana passada, foram anunciados os concorrentes dos (nunca unânimes) Emmy Awards e Studio 60 recebeu cinco indicações, entre elas, uma relativamente importante: Melhor Direção. Como, com tanto reconhecimento e exibido pela NBC, um canal que historicamente tem paciência com shows que demoram a decolar, Studio acaba cancelado? Prepotência pode ser um motivo?
Aaron Sorkin, criador da série, tem como alter-ego os dois protagonistas Matt Albie e Danny Tripp. Tripp não tem meias palavras e joga bombas entre os funcionários. Coisas como “se não acertarem, serão esquecidos”. Já Albie é alguém sério demais pra um redator de comédia. Outro seriado (também da NBC) tem a mesma premissa apesar de ser uma comédia de meia-hora: 30 Rock. Na série de Tina Fey, também vemos os bastidores de um show ao vivo, mas nada é tão tenso como em Studio. Claro, é uma comédia de meia-hora mas ela tem, entre os personagens redatores, cidadões que não batem bem da cachola e se vestem de maneira despojada.
Review: 24 Horas – Day 6: 9:00 P.M.-10:00 P.M.
27/07/2007, 08:41.
Luiz Marcelo
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Série: 24 Horas
Episódio: Day 6: 9:00 P.M.- 10:00 P.M.
Temporada: 6ª
Número do Episódio: 136
Data de Exibição nos EUA: 2/4/2007
Data de Exibição no Brasil: 24/7/2007
Emissora no Brasil: Fox
Esse é um dos bons episódios desta temporada com mais acertos do que erros. Se alguém tivesse que tomar o lugar de Jack Bauer um dia esse seria o Doyle, um dos melhores personagens que apareceram nesta temporada. Você nunca sabe que atitude ele vai tomar, exatamente como Jack Bauer se apresentava nas primeiras temporadas. Espero que ele seja aproveitado no próximo ano, é um bom personagem.
Na CTU esse vai e vem do Milo e a Nadia também já ta dando nos nervos. “24” nunca teve momentos de romance e agora fica provado por que. Em meio a uma crise nuclear, isso destoa completamente com o clima da série. Fora que o Milo cometeu erros na segurança que, por tudo que ele já passou, beira o amadorismo. Chloe e Morris deram uma boa sumida neste episódio. A CTU não tem mais espaço de destaque na série.
Review: Lost – The Man Behind the Curtain
26/07/2007, 10:07.
Eugifran Moreira
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Série: Lost
Episódio: The Man Behind the Curtain
Flashback: Ben
Temporada: 3ª
Número do Episódio: 68
Data de Exibição nos EUA: 9/5/2007
Data de Exibição no Brasil: 16/7/2007
Emissora no Brasil: AXN
Esse foi ou não um dos melhores episódios da serie? Mistérios, respostas, intrigas resolvidas, revelações, varias perguntas, e de quebra o flashback mais esperado de toda a serie até agora: o do Ben.
O líder dos outros teve muita coisa pra contar. Parabéns pros roteiristas desse episódio, porque ele foi sensacional e conseguiu subir o ritmo da serie que já vinha alucinante. Vamos a ele.
Review: Grey’s Anatomy – Testing 1-2-3
25/07/2007, 08:00.
Eric Fernandes
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Série: Grey’s Anatomy
Episódio: Testing 1-2-3
Temporada: 3ª
Número do Episódio: 60
Data de Exibição nos EUA: 10/5/2007
Data de Exibição no Brasil: 23/7/2007
Emissora no Brasil: Sony
Burke:
Nós passamos por muita coisa esse ano.
Derek:
E todo mundo virou as costas para você.
Na primeira vez que vi o episódio não tinha percebido esse precioso diálogo entre os médicos naquele momento de descontração no inicio, onde os dois e mais o Chief estão esperando a ambulância. Não, não tem nada a ver com a série. Todos sabemos a polêmica em que o Isaiah Washington se envolveu e esse diálogo faz uma alusão a tudo isso. Da maneira com que foi colocado não senti que foi num tom provocativo, mas sim amistoso. Dava a entender que o elenco encontraria a paz outra vez (mais aí Isaiah foi demitido e reacendeu o assunto para o desgosto de todos). Eu achei uma tremenda ousadia que poderia facilmente obter resultados negativos.
Review: Dexter – Popping Cherry
24/07/2007, 08:00.
Juliano Cavalcante
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Série: Dexter
Episódios: Popping Cherry
Temporada: 1ª
Número do Episódio: 3
Data de Exibição nos EUA: 15/10/2006
Data de Exibição no Brasil: 21/7/2007
Emissora no Brasil: Fox
Nosso amigo Ice Truck Killer aprontou mais uma. Fatiou a coitada da Cherry e colocou seus retalhos debaixo de uma das goleiras do Miami Blades (time de hóquei da cidade). E aí? Alguém acha que ele é o segurança desaparecido ou ele foi apenas um fantoche?
Mas o ITK não foi tão importante assim em Popping Cherry. Muito mais relevante foi a trama envolvendo Dexter e Jeremy Dawns, um adolescente que passou quatro anos preso por assassinato. O garoto parece disposto a recriar seu primeiro crime. Comprou uma faca nova e levou sua provável vítima para dentro do banhado. No último instante, Dexter aparece para impedí-lo.
Review: House – Act Your Age
23/07/2007, 10:27.
Anderson Vidoni
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Série: House
Episódio: Cada qual com sua Idade (Act Your Age)
Temporada: 3ª
Número do Episódio: 65
Data de Exibição nos EUA: 17/4/2007
Data de Exibição no Brasil: 19/7/2007
Emissora no Brasil: Universal
Esse foi um típico episódio de House, como aqueles que víamos durante a primeira e segunda temporada. Mas inserido no contexto da terceira. Um grande destaque para os pacientes e seus dramas, bem meloso, mas sem ser piegas, como só a série sabe fazer. E pegando o humor que possuía na segunda temporada e elevando ainda mais, de um jeito que só uma série madura e que conhece a si própria faz. Isso além é claro do paciente da clínica, assinatura de um típico capítulo.
Outro destaque vai para a garotinha que fez a paciente do episódio, ela estava perfeita. E eu que havia visto a jovem Bailee Madison outro dia no filme Ponte Para Terabitia, fiquei muito feliz em revê-la. O garoto que faz seu irmão até que está bem também, mas nada demais. Erich Anderson (Close To Home) como pai das crianças estava muito bem. E foi muito bom rever a Carla Gallo, acho que desde Curso: Incerto que não a via em nenhuma mídia. O fato de eu não ter visto Carnivàle ajuda nisso.
Review: Friday Night Lights – Git ‘Er Done
22/07/2007, 12:38.
Paulo Serpa Antunes
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Série: Friday Night Lights
Episódio: Git ‘Er Done
Temporada: 1ª
Número do Episódio: 5
Data de Exibição nos EUA: 30/10/2006
Data de Exibição no Brasil: 13/7/2007
Emissora no Brasil: Sony
Friday Night Lights estreou nos EUA em outubro de 2006 já com uma audiência preocupante – 7,2 milhões de telespectadores na primeira exibição. Nas semanas seguintes, o desempenho foi ainda pior – oscilando entre 5,9 milhões e 6,6 milhões de telespectadores. Por sorte, a série é exibida por um canal sério. A NBC, quando acredita no potencial de uma série costuma usa todas as armas possíveis para que o show tenha sua chance. Exemplos não faltam: a NBC bancou Seinfeld, e no início o público ignorava Seinfeld, e também Scrubs e The Office, entre outras.
Foi na quinta semana de Friday Night Lights, em Git ‘Er Done, que a NBC decidiu intervir e tirou a colocou a série temporariamente no horário de Studio 60 on the Sunset Strip, que por sua vez também vinha tendo um desempenho preocupante. A série saiu do horário das 20h e foi ao ar às 22h – de horário de drama teen para o horário de drama adulto. Resultado: a audiência de um gás, foi para 8,26 milhões, e os executivos perceberam que o seriado tinha espaço para crescer.
Do ponto de vista da produção a leitura que pode ser feita é um pouco diferente. Git ‘Er Done é o primeiro episódio desde o piloto que aparece a bola rolando (ops), a bola sendo lançada. E o ponto forte do piloto não tinha sido justamente as cenas emocionantes da primeira partida da temporada? Parte da má audiência da série não teria sido provocada exatamente por falta de boas cenas de futebol e de ação (que por sua vez rendem grandes vinhetas)?
Review: Grey’s Anatomy – The Other Side of This Life – Partes 1 e 2
21/07/2007, 11:08.
Eric Fernandes
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Série: Grey’s Anatomy
Episódio: The Other Side of This Life – Partes 1 e 2
Temporada: 3ª
Número do Episódio: 58 e 59
Data de Exibição nos EUA: 3/5/2007
Data de Exibição no Brasil: 9 e 16/7/2007
Emissora no Brasil: Sony
Após muita especulação, polêmica e um sinal verde da ABC para a produção de Private Practice, nós brasileiros finalmente tivemos a oportunidade de ver o piloto da nova série da Dra. Addison. Vem cá, seria muito melhor se a Sony não dividisse em duas partes para que não perdêssemos o ritmo, né? Mesmo não fazendo a menor diferença no resultado final do episódio.
A maior preocupação de todos seria como que Shonda Rhimes colocaria em prática o projeto de uma série em que a estória teria que ser diferente da original e estrelada por uma personagem em ascensão dentro do show. Kate Walsh sem dúvida é o nome certo para protagonizar essa nova série, que é uma das mais esperadas para a nova temporada. Eu estou ansioso para vê-la.
Private Practice é praticamente uma Grey’s Anatomy vários anos mais velha. Seus personagens são maduros e realizados profissionalmente, mas com os mesmos problemas dos imaturos e aspirantes a médicos do Seattle Grace. Ai eu senti uma grande semelhança entre as duas. É uma coisa boa? Claro, porque a fórmula de Grey’s funciona e Private Practice está tentando vir com a mesma essência da original. Não me surpreenderia nada se quando ela estrear oficialmente tivermos algumas metáforas para seus problemáticos personagens, marca registrada de Grey’s. As pessoas se identificam com esse artifício e burros serão os roteiristas se não usarem.
Review: Veronica Mars – The Bitch is Back
20/07/2007, 12:56.
Paulo Fiaes
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Série: Veronica Mars
Episódio: The Bitch is Back
Temporada: 3ª
Número do Episódio: 64
Data de Exibição nos EUA: 22/5/2007
Data de Exibição no Brasil: 14/7/2007
Emissora no Brasil: TNT
E Veronica Mars chegou ao seu fim.
Minha irmã me perguntou como um episódio como esse pode ter sido o final de temporada? E eu disse que foi o final da série. Ela retrucou falando que foi muito fraco e eu arrisquei minha vida dizendo que foi um dos melhores finais de séries dos últimos tempos.
Ok! Provavelmente serei xingado por isso. De cada 10 pessoas, 11 disseram que a série terminou sem um final, até o próprio Rob Thomas se chateou com a CW por terem dado falsas esperanças para ele. Então porque eu resolvi ser do contra?
A resposta é simples, finalmente uma série resolveu terminar sem parecer que as vidas dos personagens terminariam naquele episódio. O pensamento que tive depois de pensar muito sobre esse final foi “Uau, a vida de Veronica vai prosseguir e Rob Thomas foi bem esperto em nos dar as respostas para o que vai acontecer de uma forma subentendida”.
Review: House – Airborne
20/07/2007, 09:04.
Anderson Vidoni
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Série: House
Episódio: Nas Alturas (Airborne)
Temporada: 3ª
Número do Episódio: 64
Data de Exibição nos EUA: 10/4/2007
Data de Exibição no Brasil: 12/7/2007
Emissora no Brasil: Universal
Começo repetindo-me mais uma vez. Mas é o jeito pela série manter um nível alto. Não da pra evitar: mais um excelente episódio de House. Será que foi outro episódio unânime? Podem me dizer nos comentários. A mudança no ambiente e na estrutura, mesmo de leve, foi muito bem vinda. Dois casos em paralelo e muito bem utilizados. Uma pessoa para nos importarmos no hospital e no avião as estripulias do House, a Cuddy sofrendo na mão dele e sem muita intimidade com os doentes. Ótimo.
O ponto alto do episódio em minha humilde opinião, foi uma jogada genial dos roteiristas. A necessidade do House de ter pessoas discordando dele e a utilização dos passageiros para fazerem os papéis dos pupilos. E apesar de até poder parecer meio forçado, não deixa a cena menos genial. E a Cuddy sofrendo da doença coletiva foi bem divertido e rendeu ótimos momentos. No hospital o destaque foi o Foreman ficando cada vez mais irritado com o novo casal, até eu estava começando a me irritar, alias era esse o objetivo. E no fim o término do curto romance.
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