TeleSéries
Pretty Little Liars – Out Of Sight, Out Of Mind
03/03/2013, 12:28.
Ariel Cristina Borges
Reviews
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Depois de alguns episódios recheados de acontecimentos que nos davam vontade de grudar na tela e gritar com alguns personagens, Out Of Sight, Out Of Mind foi um episódio morno, quase frio. Quase.
Começando pela parte mais “é sério mesmo que isso aconteceu? Você não podia ser menos óbvia, Marlene?”, vimos Ezra de pai babão pela primeira vez na série. O que eu julguei como óbvio foi Malcolm caindo da cama e se machucando daquela forma, justo quando era Aria tomando conta dele. Se esse plot continuar sem graça e clichê do jeito que está, daqui a pouco Maggie está usando Malcolm para se reaproximar de Ezra e tirar Aria da jogada. Tomara que ela vá correndo para o Wes – que sumiu novamente – se isso acontecer. Algo me diz que assim as coisas vão ficar menos chatas para Aria.
Hanna, Hanna, entre todas as opções que você tinha, tinha que ter escolhido jogar a viatura policial num lago mesmo? Isso com certeza vai ser usado contra ela em algum dos próximos episódios, é só esperar. Até por que, seja lá quem foi que colocou aquele carro na garagem dela tem uma cópia da fita que mostra Ashley atropelando Wilden.
Emily passou mais um episódio mais apagada que luz de natal em festa junina. Em Out Of Sight, Out Of Mind, ela só serviu para desconfiar da Spencer quando todas as circunstâncias e acontecimentos mostravam que ela estava falando a verdade. E como eu tenho um certo amor incondicional pela Hastings mais nova, posso dizer que não curti e achei a atitude da Emily ofensiva. Apesar disso tudo, o fato do amigo de trabalho de Toby saber o nome dela pode indicar que o team A tem mais algum ajudante aleatório.
E já que chegamos nesse ponto, vale dizer que Spencer vem sendo o centro das atenções há algum tempo. Foi bom ver o raciocínio rápido da nossa Lucy Liu voltando quando ela percebeu a falta de brilho no “E” e no “M”. Mas o que nos deixou feliz – e salvou o episódio – foi ela ter seguido Mona e descoberto um corpo no meio da floresta. Mesmo com a tatuagem, não acredito que aquele seja o corpo de Toby. Até porque seria muito mais a cara de Mona mostrar o rosto dele e não escondê-lo com um capacete, muito menos revelar a própria localização para impedir Spencer de ver o rosto do morto.
E para nossa surpresa, Spencer enlouqueceu de verdade dessa vez. Mesmo depois de descobrir tudo o que Toby fez, ela ainda gosta dele a ponto de surtar quando o imaginou morto. Para mim, isso é só mais uma dica de que ele faz jogo duplo com o team A para tentar ajudar as meninas e ainda é apaixonado por ela. No final da história, eles vão ficar juntos e felizes para sempre.
PS: Palmas, palmas, muitas palmas para a atuação da Troian Bellisario no surto da Spencer. Ela só não assustou mais do que a Mona, até porque isso é impossível.
White Collar – Shoot the Moon
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White Collar já foi muito melhor do que a sua quarta temporada. Hoje resta a esperança de que a crescente dos últimos episódios culmine em uma ótima season finale e tenha força para embalar o quinto ano da série. Para tentar salvar a quarta temporada, Shoot the Moon chegou com um reforço de peso: Sara Ellis. A amiga amante de Neal já aparece na primeira cena do episódio e eleva as expectativas para a história que vem a seguir. Shoot the Moon pode ser considerado um dos episódios mais interessantes da temporada, mas não passa disso, White Collar ainda está longe de reviver seus melhores momentos.
Além da participação de Sara e da presença de Jackson Rathbone, o vampiro Jasper da saga Crepúsculo, como um dos sequestradores, o episódio colocou em risco a vida de dois personagens que mexem com o coração dos fãs: Elizabeth e Peter Burke. No entanto,o drama não foi tão dramático assim e no final do episódio a audiência chega a ter pena do casal de sequestradores. A sacada diferente no caso é que Neal, Jones e Diana demoram a descobrir que o assalto à exposição de Sara também virou o sequestro de Peter e Elizabeth. O caso também é enriquecido porque os assaltos contam uma história de amor e nada melhor que os amigos amantes Neal e Sara para descobrirem a verdadeira razão dos atos do casal Oz e Penny.
A tensão do assalto e do sequestro não duram muito. Oz é um jovem que fugiu da prisão, mas sua revolta é porque acabou sendo condenado a uma pena muito maior do que deveria cumprir. Já Penny não tem antecedentes, mas resolve ajudá-lo por amor. Além disso, a balística descobre que eles usaram balas de festim nas armas utilizadas no assalto à exposição de Sara. Logo, o espectador percebe que a dupla de bandidos do episódio, não é tão bandida quanto a maioria dos vilões da televisão.
Dessa forma, a vida de Peter e Elizabeth não parece estar tão em risco assim e isso diminuiu a emoção do episódio. Os melhores momentos do sequestro são quando Elizabeth resolve ajudar Oz a cozinhar. Se lembrarmos dos episódios que contaram os sequestros individuais de Peter e Elizabeth, Shoot the Moon fica muito atrás das fantásticas histórias que White Collar sabe fazer.
Shoot the Moon também poderia ter uma participação mais ativa de Mozzie, ele sempre faz falta na série. No final do episódio é difícil até de lembrar em quais cenas Mozzie participou. Até mesmo Sara poderia ter um espaço maior na história e as cenas de cativeiro poderiam ter sido mais intensas, porém curtas.
A história de Shoot the Moon é rica, diferente, romântica e interessante, mas parece que faltou o ritmo certo para que ela fosse contada e encantasse a audiência durante seus quarenta e poucos minutos. Nem a possível promoção de Sara para Londres afeta muito a emoção do episódio. A personagem já estava afastada do núcleo da série, volta em um episódio aleatório e anuncia o que pode ser um afastamento ainda maior. Agora Sara e Neal são apenas “amis-amants”, mas a liga do casal se perdeu desde a fuga de Neal no final da temporada passada.
Shoot the Moon falou de amor e embalou a série romanticamente para os dois últimos episódios da temporada. Apesar do ritmo lento, White Collar deve ter um ótimo encerramento de temporada. O próximo episódio, The Original, promete novidades sobre o passado do pai de Neal e um enfrentamento entre os dois. As cenas prévias que mostram Caffrey dizendo a James que Peter foi mais pai pra ele do que jamais James conseguiu ser, já mostra como White Collar se preparou para a season finale.
Encerramos a review com uma frase da querida personagem Sara, que sempre que aparece dá um charme a mais aos episódios de White Collar: “Não há segurança nessa terra, apenas oportunidade”. Sara Ellis
Arrow – The Odyssey e Dodger
02/03/2013, 14:42.
Marco C. Pontes
Reviews
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Felicity, seja bem vinda à equipe.
Sou o primeiro a admitir que, até agora, os flashbacks da Ilha de Lost sempre são intrigantes, mas eu nunca fiquei totalmente fissurado por eles. Normalmente, eles parecem pouco importantes, especialmente quando se tornou claro que eles estavam se estabelecendo em um formato sequencial em vez de diretamente elogiando as revelações que ocorrem nos dias de hoje.
Agora vejo que muito desse trabalho foi feito por ordem cronológica, a fim de facilitar esse episódio, que passa a maior parte de seu tempo explorando a relação entre Slade Wilson e Oliver. Antes de tudo isso, é normal assumir que achávamos que quem fez com que Oliver se tornasse aquela máquina mortífera que conhecemos hoje foi Japa Hood, mas pelo jeito, Crixus chegou primeiro.
O foco no flashback – narrativamente falando – faz sentido. A sequência inicial mostrou, novamente, que Mama Queen precisa ser detida. É claro que ela iria tentar pegar uma arma e Oliver está tão cego que caiu direitinho na armadilha da safada. Por causa disso, porém, fomos presenteados com os flashbacks por causa do estado quase morto de Oliver e Felicity finalmente foi introduzida na gangue do Scooby Doo! E mesmo que ela afirma que é apenas uma medida temporária, todos nós sabemos que isso vai mudar para algo indefinido em um futuro próximo.
Como sempre, Arrow entrega boas sequências de ação. Vimos algumas sequências de treinamento entre Slade e Oliver, um ataque secreto na torre de rádio em que Oliver testa suas habilidades recém-descobertas, entre outras. Há também uma cena de luta impressionante entre Slade e seu ex-parceiro, e lembram que a primeira cena do piloto foi a máscara do Deathstroke com o olho faltando?
O show foi inteligente em perceber quando é hora de injetar novas situações em situações antigas, e adicionando Slade Wilson na série com certeza foi a melhor decisão desde os primeiros episódios. Ele faz a ilha se tornar 10 vezes mais interessante, e as suas cenas sempre são as melhores.
Mesmo que o 1×15 tenha sido mais procedural do que qualquer outro episódio, a série conseguiu balancear o lado ‘caso da semana’ com sua mitologia, que não para de crescer.
O único problema, é claro, é a falta de uso dos vilãos. Nessa semana, o Gaio de Battlestar Galactica fez sua primeira aparição, e como sempre, não foi uma boa. A série precisa começar a entender que desenvolver e dar mais espaço para que seus vilãos cresçam é uma boa ideia e é algo extremamente necessário se a série quer viver por muito tempo. A maioria dos vilãos, ou melhor, os atores que interpretam os vilãos, possuem muito talento, algo totalmente desperdiçado pelos roteiristas.
Nesse caso, foi exatamente isso que aconteceu. Porém, o importante do episódio realmente não seria o malvado da semana. O importante do episódio era descobrir como Felicity se comportaria agora na gangue do Scooby Doo.
Havia um contraste agradável entre Oliver e Thea, dois ricos ingênuos que finalmente acordam para a vida. Thea no presente é essencialmente o que Oliver foi quando ele desembarcou na ilha. Ela mostra compaixão pelo Colton Haynes (o delicinha de Teen Wolf), para depois descobrir que a história dele é completamente falsa.
Enquanto isso, Oliver já foi alterada pelo que aconteceu com ele na ilha até agora. Eu não tenho nenhuma dúvida de que o Oliver que acaba de chegar à ilha teria libertado o outro homem. Mas agora, Oliver problemas de confiança e não consegue confiar em que não conhece. Não dá pra falar que ele fez a coisa errada, até porque quem naquela situação não pensaria o mesmo que o playboy?
Tanto Ollie quando Diggle tiveram grandes problemas em seus encontros. Se bem que, convenhamos, a policial não tinha nada em ficar perguntando sobre o passado de Oliver na ilha. Ele foi um cavalheiro em assumir a culpa, até porque, Ollie possui muitas características diferentes daquelas que ele tinha antes de naufragar na ilha. Diggle, por outro lado, poderia ter lidado com a situação muito melhor. Ele obviamente não tinha nada em relembrar o irmão morto, e é claro que isso é quebra de código tremenda para qualquer mulher.
Odiava o fato de que os roteiristas usavam Felicity só como tapa buraco nas horas de encontrar o que é necessário, mas a série melhorou bastante depois da ‘promoção’ dela. Eu acho que ela foi uma grande adição para a equipe. Ela fez com que eles repensem sobre o plano de conseguir arrancar as informações, introduziu novas tecnologias e foi de grande uso, no geral.
Foi também bonitinho ver Oliver correndo atrás do Dodger sem sua roupa de Arqueiro, claramente preocupadíssimo com a amiga, correndo atrás dele sem se preocupar se seria identificado. No futuro seria ótimo ver os dois juntos, só espero que essa afeição venha por parte de Olliver e não de Felicity. Se Felicity começar a ter sentimentos por Oliver, seria um Smallville Flashback que ninguém quer ver novamente.
Castle – Target e Hunt
28/02/2013, 20:20.
Mariela Assmann
Reviews
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Há tempos se bradava por uma presença mais maciça de Martha e Alexis nos episódios de Castle. E nossos clamores foram ouvidos. Há tempos que queremos saber mais sobre o progenitor de Castle. E eis que ‘Hunt. Jackson Hunt’ deu às caras nesse episódio.
Há tempos que todos sabem que em fevereiro tem episódio ‘duplo’ de Castle, e que isso significa assistirmos o desenrolar de uma trama top. E, mais uma vez, Aman e Marlowe (que escreveram, respectivamente, os episódios) não decepcionaram os fãs.
E a junção dos episódios duplos com mais Alexis, Martha e com o integrante perdido da família… voilá, resultou em dois ótimos episódios. Uma prova de que Castle tem muiiiiiiiito potencial, mesmo quando não utiliza o plot Johanna Beckett. Yeah!
Target e Hunt foram, ambos, muito bons. Claro, Hunt foi mais emocionante, mais aflitivo, mais mais. Impossível competir com um episódio com um BOOM desse. Mas o desfecho ‘épico’ só foi possível em virtude de um início bem trabalhado, instigante e interessante.
Sejamos francos. Se em Hunt apenas fosse concluída a trama do sequestro da filha do egípcio poderoso, ainda assim não teríamos um plot maravilhoso? TERÍAMOS! Digo isso sem medo de errar, porque Target foi um ótimo episódio. Prendeu a atenção do início ao final, e não só porque Alexis Castle era uma das sequestradas, e Castle era um pai com o coração partido. Também porque ficávamos imaginando qual a organização criminosa era a responsável pelo sequestro, por que o sequestrador foi torturado e morto e, especialmente, se a amiga de Alexis sobreviveria (ah, come on! Era ÓBVIO que Alexis sobreviveria. A tensão, pra mim, foi outra).
E foi interessante acompanhar as investigações de Beckett e cia, ver como Gates se importa com seu pessoal – e como Castle está incluído na ‘família’, apesar do lance dos brincos -, ver como o relacionamento de Castle e Beckett é forte (ao mesmo tempo que temíamos uma ruptura, por alguma questão de investigação que extrapolasse a vontade de Becks). Enfim, aqueles detalhezinhos que fazem toda a diferença.
Alexis é BEM esperta e usou todo seu conhecimento e habilidade emocional pra tentar controlar a situação. E isso fez toda a diferença no caso.
Nathan como um pai preocupado foi um show à parte. Justo agora, que ele estava crescendo e amadurecendo, dando mais espaço a Alexis… Deu uma dorzinha no coração vê-lo assistindo aos vídeos da garota, dizendo que não perdoaria à Becks e nem a ele próprio se ela não fosse encontrada a salvo, vendo a preocupação com a filha, ao falar com ela no skype. Que dó, que dó, que dó do escritorzinho!
Mas logo no início de Hunt há um twist, e a história mudou de direção. A trama da filha do poderoso egípcio se encerrou muito cedo. Não fazia sentido que Alexis não fosse liberada. Ali, já havia ficado bem evidente que o verdadeiro alvo era ela. Eu só não fazia ideia do motivo. E assim que vi o retrato falado, fiz uma cara de espanto e gritei mentalmente “O PAI DE CASTLE!”. Porque achei os dois MUITO parecidos. De verdade, idênticos. Só que na minha cabeça, Castle-pai era um cara mau, e ele havia orquestrado o sequestro todo para entrar em contato com o escritor. Será que viajei sozinha na minha teoria Rickeana?
Outra coisa óbvia: Castle dispensando a presença de Beckett, quando comunica que vai para casa. Qual é, pessoal? Rick é conhecido por não desistir das coisas. Era evidente que ele iria pra Paris. Kate foi mirinzinha ao acreditar no namorado. Faça-me o favor, pelo menos não deveria ter ficado espantada ao descobrir que ele não estava em casa.
Mas Becks foi super consciente ao agir como policial, enquanto Castle agia como pai. E apesar da participação de Beckett ter sido menor no segundo episódio, a cena do interrogatório da namorada do contrabandistazinho valeu por tudo. A fúria da mulher fez com que eu me encolhesse um pouquinho. Que virada de mesa. E o alivio dela no final do episódio foi fofíssimo, também!
Já Rick teve bem mais tempo de tela. E foi legal ver ele em uma Busca Implácavel, dando uma de Liam Neeson. A partir daí, o episódio teve realmente ares de espionagem, como em um filme de “Bond. James Bond”. E eu tava simpatizando a valer com o francês enigmático e badass, mas ele era um bastardo!
Quando o poderoso falou “eu não sabia quem ela é” eu pensei “AHÁ! SEMPRE SOUBE”, achando que o vovô era o maior mafioso francês e estava usando a netinha pra dar um oi pra família, resolver um antigo drama com Martha, etc e tal. Mas minha certeza durou segundos, porque logo Hunt apareceu e descobrimos que o pai de Castle é, na verdade, um espião – ou agente da CIA, como vocês preferirem. E que o bad Guy era, na verdade, seu arquiinimigo da agência Russa de ‘espionagem’, Volkov.
A partir daí, vimos a conclusão da história do sequestro de Alexis. Com a ajuda de Castle – que esteve no meio de uma “história mirabolante” que poderia muito bem ter sido uma de suas teorias para resolução de crimes – Hunt explodiu os inimigos e orquestrou a fuga de Castle e Alexis (que achei um tanto quanto fácil demais) até a embaixada americana. UFA!
No final do episódio, sobrou fofura. Alexis voltou para casa, sã e salva. Becks e Castle tiveram seu momento shipper. E descobrimos que Hunt conseguiu se salvar, já que ele mandou um exemplar de Cassino Royale ao filho, repetindo um ato de muiiiiiiiiiiiitos anos atrás (aliás, foi fofo saber que Hunt sempre esteve por perto, inclusive incentivando a carreira do filho, e que é um papai babão e orgulhoso, embora ausente).
Certamente veremos o pai de Castle novamente. Não muito em breve, talvez, mas ele reaparecerá. Especialmente porque, assim como Castle, esperamos muito por esse momento e queremos resposta à muitas perguntas.
A dúvida que tenho, nesse momento, é se Rick vai compartilhar a história do pai com Becks ou não. Ficou claro que para Martha ele contará. E eu espero, sinceramente, que ele conte para Beckett também. Caso ele não conte, isso poderá ser encarado como uma quebra de confiança entre eles, já que ele sabe TUDO sobre o caso da mãe dela. E quebra de confiança significa ruptura. Inclusive, quem sabe, no relacionamento. Tudo que NÃO queremos!
Agora Castle dará uma paradinha. Episódio inédito, apenas em 18 de março. Até lá!
P.S.1: acho que Martha poderia ter tido mais destaque no episódio. Achei que ela ficou meio blasé com tudo.
P.S.2: fez bastante sentido, para explicar a ausência de Hunt – até descobrirmos o nome real do cara, vou chamá-lo assim – ele ser um “espião”. E também é legal ver o quão parecido com o pai Castle é, à sua maneira. Mal posso esperar para descobrirmos mais sobre o velhote simpático e perigoso.
P.S.3: a foto acima é da comemoração das gravações do centésimo episódio de Castle. É isso mesmo, galerinha! Eles atingiram a marca, e em breve vai ao ar o tããão esperado episódio. Mal posso esperar!
The Carrie Diaries – Caught
28/02/2013, 17:25.
Gabriela Assmann
Reviews
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É com tristeza no coração que eu devo alertá-los que se preparem para o pior. Ou pelo menos para o pior que um seriador apaixonado pode sofrer. Sim. Cancelamento à vista. É difícil que a série consiga ser renovada depois de marcar durante semanas a fio uma demo baixíssima. A desse episódio marcou ínfimos 0.4. Apesar de uma excelente produção, um bom elenco, uma trilha sonora que merece ser chamada de incrível e um roteiro agradável parece que infelizmente The Carrie Diaries não cativou o coração dos nossos irmãos da América do Norte.
Caught marcou a chegada do inverno – e com ele o baile – e deu continuidade às mudanças que começaram a ocorrer no episódio passado. Gatas solteiras à vista em The Carrie Diaries. Gosto disso, embora tenha achado os dois términos um pouco forçados. Contrariando tudo que vinha demonstrando até então (e que eu inclusive havia comentado na review passada) George foi um idiota com a Carrie e ela com a personalidade forte que tem e balançada com a reaproximação do Sebastian não pensou duas vezes em dar um pé na bunda do rapaz. Mas se achei a atitude dele uma forçada de barra dos roteiristas achei ainda mais forçado o término da Mouse com o Seth. Convenhamos que é uma situação que tem como ser facilmente resolvida com um pouco de boa vontade.
As atitudes de Dorrit pela primeira vez não me pareceram pura birra. Eu acho que a garota está aprendendo, ainda que na dor, a lidar com a perda da mãe e com o fato de que vai ter que suportar isso e seguir em frente. Acho que as atitudes dela demonstraram o que ela de fato estava sentindo naquele momento, sem exageros. Mas logo ela refletiu e entendeu que o pai erra, sim, mas que está fazendo o possível para suprir a perda da mãe.
A Maggie escorregou de novo. Dessa vez o motivo foi a catapora do Walt que acabou provocando na garota um sentimento de carência – aliado ao fato de ela não entender porque ela e Walt parecem “funcionar” juntos – e fez com que ela traísse o namorado com o policial. Mais uma solteira a vista. Pela primeira vez na vida a Donna serviu para alguma coisa. Ela viu a traição e foi chantagear a Maggie. E mais uma vez senti que a personagem está amadurecendo, ainda que siga cometendo deslizes. Ela fez a escolha certa e decidiu contar para Carrie o que estava acontecendo. Pior pra Carrie que fica numa saia justa por ser amiga dos dois, mas acho que ela fez o mais certo ao instruir a Maggie a contar pro Walt antes que a Donna conte.
O que eu mais gostei nesse episódio – embora tenha amado ver o Sebastian com ciúme – foi a esperada volta da Larissa. Como sempre ela deixou a Carrie dividida, mas foi nesse episódio que eu vi mais claramente, pela primeira vez, traços daquela Carrie Bradshaw de Sex and The City. Finalmente ela tomou as rédeas da própria vida, decidiu fazer o que tem vontade e foi trabalhar na Interview com a Larissa. Quero só ver agora como ela vai sustentar as mentiras: a primeira para o pai e a segunda para a Larissa que nem sonha que Carrie ainda está no colegial.
Ainda cabe ressaltar que em dois momentos me peguei rindo e pensando “Ah, se vocês soubessem o futuro da Carrie como nós sabemos” quando via o episódio. O primeiro foi quando Maggie disse aos 30 elas estarão casadas. Mouse retrucou pra Carrie que se via solteirona e morando com a amiga que aos 30 seria “poderosa, advogada fodona e mestre dos solteirões”. Carrie sem perder tempo disse “Eu gostei disso”. O segundo momento foi quando Larissa afirmou: “Você tem talento natural, Carrie Bradshaw. Escrever deve ser sua vocação”. Carrie, modesta, disse que escrever era um hobby. É, Larissa, você certamente plantou a sementinha!
PS: Adoro os momentos da Carrie escrevendo no diário.
PS 2: Adorei elas tirando os sapatos e colocando os tênis com o vestido.
PS 3: Coisa linda esse baile tão anos 80!
The Walking Dead – I Ain’t A Judas
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Até Carl sabe o que precisa ser feito em The Walking Dead para que a série recupere o ritmo que marcou a terceira temporada até o ano passado: Daryl e Hershel devem liderar a coisa toda. Rick foi dominado pela chatisse de Lori, não toma nenhuma atitude sobre nada que acontece e fica andando em círculos até que um errante apareça em seu caminho. Maggie e Glenn entraram em uma DR sem fim e Andrea pode até fazer a grande diferença em uma vitória da turma do presídio, mas isso vem nos custando muita paciência com a personagem.
I Ain’t A Judas mostrou a reintegração de Daryl e Merle ao grupo de Rick e nada de muito emocionante abalou a dupla. Merle até procurou uma forma de pedir desculpas a Michonne, mas precisa se esforçar mais pra convencer. Carol e Beth vêm se mostrando personagens mais que secundárias, terciárias, mas mesmo assim tem participações cada vez mais ricas na série. Enquanto o grupo desmorona, Beth tem mantido o bebê de Rick/Shane/Lori saudável e tranquilo e até precisou acalmar Maggie e fazê-la voltar a ajudar o grupo. Nem conseguimos mais lembrar daquela menina assustada que tentou se suicidar na temporada passada. Beth mostra aos poucos que é muito mais que uma personagem que canta músicas de incentivo na calada da noite no presídio.
Carol vem se destacando como personagem espelho e deu uma ideia a Andrea para que ela usasse sua posição de confiança para matar o Governador. Cresceu a personagem e ela ainda criou um dos momentos de tensão do episódio, isso porque esses momentos foram muito poucos. No entanto, Andrea fraquejou, mesmo depois de ter animado a torcida quando fugiu e foi até o presídio. A loirinha é feita de boba o tempo todo pelo Governador e neste episódio foi até enganada pela falsa amizade de Milton, logo ele que não tem capacidade nem de matar um errante sozinho.
A fuga de Andrea ainda custou um reforço para Woodbury contra Rick, suas alucinações e a turma do presídio. Tyreese e seu grupo vão reforçar a cidade do Governador e deixar ainda mais difícil a tarefa de vencê-lo. Como se não bastasse a situação ruim, Rick e companhia ainda estão com falta de mantimentos, armas e munição. Além disso, ficam cada vez mais cercados de errantes.
I Ain’t A Judas deu o que falar nessa semana, e não foi pela emoções (ou a falta delas). O episódio tem um erro que deu o que falar nas redes sociais. Quando o Governador está olhando a ferida do seu olho no espelho, ele parece que está com o olho esquerdo machucado, e não o direito. Acredito que o erro foi na sequência da cena, quando chega o Milton e o Governador se vira. Como a imagem abre para trás de Philip e ele ainda gira pela sua esquerda dá a impressão que o espectador estava no lugar do espelho olhando para o governador e não na visão do governador olhando para o espelho.
Quarenta e poucos minutos depois em I Ain’t A Judas, Rick tomou a decisão de ir até Woodbury. Ele, Michonne e Carl contra uma cidade de mais de 70 pessoas influenciadas pelo Governador. As chances de sucesso passam pelas mãos e pela cabeça de Andrea, mais do que viver em cima e atrás dos muros a loirinha vai precisar tomar um atitude diferente desta vez. Do contrário o trio do presídio tem grandes chances de ser capturado, torturado e talvez morto. Quem pode impedir o Governador? Talvez só um erro de continuidade para deixar Philip com os dois olhos machucados.
The Vampire Diaries – Stand By Me
27/02/2013, 23:12.
Mônica Castilho
Reviews
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O drama sempre esteve presente em The Vampire Diaries, mas desta vez o seriado se superou. Jeremy está morto de verdade e nem o anel ressuscitador pode trazê-lo de volta à vida, pois a peça só funciona em humanos, sendo que o rapaz virou um ser sobrenatural quando se tornou um dos cinco. O episódio então girou todo em torno da dor de Elena, e enquanto ela já em sua casa refletia sobre a morte do irmão, flashes mostravam o que ocorreu desde o final do episódio passado até o momento em que Elena saiu do estado de negação e aceitou a morte do seu último parente vivo.
Katherine não deu as caras neste episódio, então ainda não sabemos ao certo o porquê de ela querer a cura, embora uma das possibilidades seja ela entregar a Klaus em troca de sua liberdade, já que assim como Tyler ela é perseguida por ele. Por falar no Original, este também sumiu deste episódio, o que foi bom, já que Elena em crise já deu trabalho o suficiente.
Stefan e Elena foram os primeiros a voltar para casa, carregando o corpo de Jeremy, enquanto Damon ficou na ilha com Rebekah para procurar pela Bonnie. E quanto mais Damon e Rebekah exploravam a ilha, mais dava aflição para que eles saíssem logo desse lugar, afinal Silas realmente acordou. Por sorte Damon encontrou Bonnie e a levou para casa, mas não a tempo de impedir que Shane fizesse uma lavagem cerebral na bruxinha e a convencesse a matar mais doze pessoas para canalizar mais poder para a “Expressão”.
Bonnie era a última chance de Jeremy, mas entre ela fazer um massacre para ressuscitar todos os seres sobrenaturais que já foram mortos – não se pode trazer apenas um – e o irmão da Elena continuar morto, milagrosamente a vampira Gilbert tomou uma decisão nada egoísta e incendiou sua casa com o corpo do irmão dentro após Damon a fazer desligar os sentimentos.
Apesar de ser somente o último episódio antes do hiatus, Stand By Me teve um “quê” de final de temporada. A imagem de Damon, Stefan e Elena deixando a casa dos Gilbert enquanto ela era consumida pelas chamas, marca o final da humanidade de Elena e tudo relacionado aos sentimentos, sua família e sua vida antes de se tornar vampira. Como sua característica mais forte era o sentimentalismo e ela deixou isso para trás, podemos esperar mudanças.
Elena tomou a decisão de perder o irmão para sempre ao invés de sacrificar doze pessoas azaradas, mas mesmo Bonnie não tendo mais a desculpa de poder salvar Jeremy, já que a própria irmã dele desistiu disso, está inclinada a ajudar Shane no último massacre. Por fim, Rebekah continuou na ilha e, enquanto andava amedrontada por lá, acabou encontrando Shane todo largado e moribundo. Aí vem a tal pergunta: “Ué, mas Shane não estava em Mystic Falls com a Bonnie?”.
Pois é, pessoas… Ao que tudo indica, Silas fez alguma macumba para assumir a forma do Shane enquanto o professor mesmo está largado na floresta. Ainda não ficou esclarecida essa história de como Silas assumiu tal forma, mas é quase certo que tem magia no meio. Desde o começo da série, vimos que não se pode ser bruxo e vampiro ao mesmo tempo, mas todos que se aproximam de Silas veem os parentes mortos e até mesmo Bonnie viu Jeremy quando Silas quis, o que indica que ele controla isso. Talvez por ser o primeiro imortal, ele possa ser bruxo também. Talvez Shane tenha morrido e Rebekah viu uma alucinação causada à distância por Silas (o que é bem improvável), mas o mais provável é ele com magia ter tornado a si mesmo um clone de Shane para enganar Bonnie e a todos em Mystic Falls.
A história está cheia de teorias, tanto em relação à “nova Elena” agora sem sentimentos, como também em relação ao Silas vivendo secretamente na cidade. Mas uma coisa é certa: The Vampire Diaries voltou a acertar e a série está fervendo novamente.
P. S. [1]: Meredith, que tinha sumido do nada, voltou também do nada. Alguém mais ficou surpreso?
P. S. [2]: April não aparece por semanas e, quando “aparece”, é por telefone para perguntar pelo Jeremy, deixando claro que a função dela nessa série é perguntar pelas pessoas, apenas.
Dallas – Trial and Error
26/02/2013, 13:09.
Redação TeleSéries
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O episódio, na verdade, se resumiu só ao fato do julgamento, e mesmo que isso tenha de certa forma diminuído bruscamente o ritmo de plot twists por segundo que a série costuma ter, não tem como não dizer que não foi um ótimo episódio.
Ann, no fim das contas, depois de horas de julgamento e muitos detalhes sobre se casamento com Harris, é condenada, como todos nós imaginávamos que seria. É difícil ainda dizer se ela irá efetivamente pagar pelo crime, ou se em algum momento irão arrumar alguma brecha para limpar sua ficha, mas o que fica claro é que finalmente Ann ganha o bônus da simpatia de Emma. Por mais que ela se dê conta de que Harris e Judith são cobras da pior espécie, é quase impossível que ela se vire contra eles de uma hora para a outra. Ela é esperta, e já deve ter notado a falta de escrúpulos dos dois, agora é uma questão de tempo para que ela amoleça de vez o coração e corra em defesa da sua mãe. A saída brusca dela no tribunal quando Ann foi condenada, já deixa a pista de que isso em breve irá acontecer.
Com a passagem de tempo de um mês, resolveram colocar barriga de grávida em Pamela e agora Christopher aproveita que a namorada foi livrar o irmão da cadeia e fica acariciando a barriga da ex, fazendo cara de choro ao sentir o chute dos bebês (#Foi tudo muito forçado, quero ver Pam e Jonh…o Chris é muito sem sal!). A surpresa para mim foi ela, que testemunhou a favor de Ann. Achei mesmo que ela fosse destruir a ex-sogra mas não, foi lá e tentou livrar a barra dela, assim como Sue Ellen. Por mais que haja interesses desonestos por parte de Cliff na reaproximação dela com Chris, não consigo acreditar que Pamela tenha agido com segundas intenções. Ann realmente foi quem nunca virou as costas para ela, então é natural que a moça tenha uma espécie de gratidão, fato que prova até que dentro daquele poço das canalhices ainda habita um pouquinho de bondade.
Enquanto tudo isso acontecia, John Ross seguia com seu plano diabólico de controlar a Ewing Energies, e agora contou com a ajuda de Andres para isso. Tivemos a prisão de Drew, o irmão de Elena com um passado negro que ninguém conhece, que já começou a arrumar problemas. Ele mal chega a cidade e já começa a ferrar a vida da irmã se envolvendo em contrabandos, colocando assim ela na mira de John Ross e Sue Ellen (#Por mim até nem tem problema! Não gosto deles também!).
Enquanto isso, J.R. continua dando lições de vida a John Ross, e mostra que sabe de tudo o que está acontecendo com cada um dos personagens da série. O clima de despedida começou a bater, e esse grande ícone da televisão vai fazer muita falta.
Outro ótimo episódio de Dallas nos foi apresentado…
PONTOS A DESTACAR:
#Um momento que me deixou brava foi eles terem acreditado na dama de branco. Perceberam como tudo foi bem pensado na hora de depor? Vestido branco de pureza, cabelo desgrenhado de humildade, e cara lavada de tristeza. Essa mulher é muito falsa;
#E a volta do venezuelano? O motivo é bem óbvio.
*A review de Dallas foi publicada no Blog Dominação Nerd e sua autora é Cátia dos Santos.
Grey’s Anatomy – This Is Why We Fight
25/02/2013, 20:26.
Mariela Assmann
Reviews
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Que episódio, senhoras e senhores. Que episódio! A única má notícia para os fãs de Grey’s Anatomy, atualmente, é o hiato de três semanas até a exibição de Transplant Wasteland, em 14/03. Até lá, só nos resta imaginar o que virá por aí.
This Is Why We Fight foi um episódio ótimo, e encerrou muito bem a trama da compra do Seattle Grace por Derek, Mer, Yang, Arizona e Callie. E por mais que nós soubéssemos que eles salvariam o hospital desde que o plot foi introduzido, foi delicioso acompanhar o encaminhamento para um final surpreendente. Sim, creio que NENHUM fã imaginou que Mama Avery acabaria salvando o dia ao comprar um hospital para Jackson.
Mas antes de falar da conclusão, preciso dizer que adorei ver os sobreviventes e Callie correndo atrás dos seus objetivos, aprendendo sobre marketing, sobre finanças e pecando em gerenciamento. Eu estava convicta que com a junção do Chief e de Owen à equipe o investidor daria o dinheiro necessário para que a compra fosse efetuada. Mas o final foi MUITO diferente.
Adorei o fato de Mer ter procurado Weber. Se isso não tivesse acontecido, o hospital não teria sido salvo. E mais, demonstrou que os dois realmente tem uma ligação especial e que o Chief é querido e respeitado. Também gostei muiiiiiiiito da forma como Owen lidou com a notícia. Não ficou de mimimi, acreditou em Yang e resolveu agir para ajudar os colegas. Arriscou a própria pele, e acabou tendo um papel fundamental no salvamento do Seattle Grace.
Bailey também recebeu especial atenção. Shonda nos informou que não esqueceu do papel de Bailey, e que ainda lembra que ela é o coração do Seattle Grace, embora tenha reduzido à intervenções patéticas nos últimos tempos. Isso me dá esperança – mas não muita – de que a médica, que sonhou em ser chefe de cirurgia um dia, volte ao lugar de destaque que lhe pertence.
Eu havia dito na review da semana passada que não demoraria para que Jo percebesse seu sentimento por Alex. E nesse episódio ficou BEM evidente que os dois nutrem um sentimento especial um pelo outro. Também, vamos combinar, quando Alex age como o pediatra mais fofo do mundo é difícil não cair de amores por ele. E a história da criança com um tumor mostrou bem como o médico é realmente especial e tem um jeitinho lindo de lidar com seus pequenos pacientes. Jo percebeu isso, e chegou à conclusão que emprego ela acharia outro, o que ela não suportaria era ficar longe de Karev. Owwwwnnn. Alex ficou todo felizinho com a notícia, e agora não deve tardar para os dois darem um passo a frente no relacionamento. Shippo com força e dedicação.
Também achei interessante como todos os internos receberam destaque no episódio, cada um a sua maneira. Está cada vez mais natural vê-los andando pelos corredores do Seattle Grace, e se ainda não gostamos deles da mesma maneira que já gostamos de outros personagens, não deve demorar muito pra que isso aconteça. Quanto ao envolvimento de Steph e Avery, não sei se vai durar muito tempo, mas to levando fé!
Quanto ao futuro da temporada, eu creio que são 4 coisas, principalmente, que serão exploradas. A primeira dela é o relacionamento Crowen. Afinal de contas, a história precisa andar para algum lugar, e foi dado um bom encaminhamento para isso nos últimos episódios. A segunda é a gravidez de Mer. Torço DEMAIS pra que nada de ruim aconteça, pra que o parto da Meredith seja tranquilo e o bebê nasça com saúde. Mas estamos falando de Shonda, e em se tratando da Drama – bitch – Queen, toda preocupação é pequena demais. Em terceiro lugar, creio que o encaminhamento de Jo e Karev será revelado. Por fim, e especialmente, saberemos como os novos donos do hospital lidarão com as novas atribuições e como Jackson vai lidar com as consequências da atitude da mãe, que ele claramente desaprovou.
Será que se mentalizarmos, o dia 14 chegará mais rápido? Até lá!
P.S.: mais uma vez, não me irritei com a April. O que está acontecendo comigo?
P.S.2: a Mer tá MUITO fofa com aquela barriguinha <3
The Following – The Siege
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Na review do último episódio de The Following, Mad Love, escrevi que o pequeno Joey começava a mostrar que era um tanto esperto e deveríamos esperar alguma reação inteligente do pequeno Carroll. Também disse que para série manter o envolvimento dos espectadores Ryan deveria ganhar alguma briga com Joe logo na sequência. Vida de herói é difícil, mas uma hora cansa ficar o tempo todo com pena de Ryan e vendo tanta desgraça acontecer na vida dele. Até Joe, se quisesse escrever um bom livro, concordaria que uma reviravolta estava se fazendo necessária.
A vitória de Ryan veio. De certa forma, é claro. Na metade do episódio parecia que o FBI recuperaria Joey, mas perderia Claire. No entanto, The Following vem nos surpreendendo e a saída certamente não seria tão óbvia. Ryan conseguiu uma grande vitória, descobriu a localização da casa onde Joey estava sendo mantido pelo trio de anormalidades Jacob, Emma e Paul. Mesmo assim, como tudo não poderia ser perfeito, o episódio terminou com o melhor cliffhanger da série até agora, ou com a situação que melhor define um cliffhanger em uma série de televisão. Dessa forma, o resultado do cerco ficou para o próximo episódio e mesmo quem não tem marcapasso ficou com o coração aflito por Ryan e Joey.
Ryan ganhou uma briga. Mesmo tendo sido rendido por Paul ele achou a casa onde estava Joey e o reforço deve estar chegando. O elemento interessante de The Siege foi justamente o fato de que Carroll, pela primeira vez, não estava tão tranquilo quanto parecia no início da temporada. Ryan acabou sendo mais esperto do que ele previa e Joe precisou ativar mais pessoas do seu culto. Além dos novos seguidores Roderick e Hank, a ex-advogada de Joe, Olívia, entrou na história e foi obrigada a enviar um comunicado de Carroll à imprensa e entregar uma mensagem a Claire.
Ainda não foi revelado qual o motivo do medo que Olívia sente de Carroll, apesar de não ser preciso muita coisa para ter medo dele. Joe deve ter uma carta na manga muito importante que pode usar contra a advogada. A edição das imagens atuais com as imagens de flashback mostrou como Olívia passou a ter muito mais medo de Joe agora, do que em 2010. Provavelmente depois da visita que recebeu de um dos assustadores seguidores de Joe, Hank.
A carta na manga de Carroll com relação a sua ex-mulher é Joey e ele virou uma isca para a captura de Claire. Não se brinca com desespero de mãe, mas depois de saber que Ryan e o FBI estavam perto da localização de Joey foi muito arriscado Claire acreditar no recado de Joe e aceitar a carona de um dos seus seguidores, sem nem mesmo ver se Joey estava com ele. Agora, mesmo que Ryan consiga salvar Joey do trio de anormalidades, Claire já está nas mãos de Carroll. Imagina de quantos nomes feios Ryan vai chamar o agente do FBI Scott Turner. Além de Turner não gostar de Ryan, ele era responsável pela segurança de Claire e deixou que ela acabasse nas mãos da seita de Carroll.
A melhor parte do episódio foi a sequência de cenas da fuga de Joey, sua captura, o ataque ao casal de idosos e o cerco de Ryan e do policial local a casa de Jacob, Emma e Paul. A correria dessas cenas mostrou que o coração e o marcapasso de Ryan estão em dia. Os espectadores também devem preparar os corações para os próximos capítulos de The Following. A série engatou uma sequência de episódios impressionante e tem boas perspectivas de seguir assim até o final. Ryan mostrou que ainda está em forma, pode ser um perigo para os planos de Joe e mudar o final da história do livro de Carroll.
Pretty Little Liars – Hot Water
25/02/2013, 09:40.
Ariel Cristina Borges
Reviews
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Previously on Pretty Little Liars: Desde a volta do hiato em janeiro, Pretty Little Liars tem tido uns altos e baixos evidentes e alguns episódios tem sido daqueles de tirar o fôlego enquanto outros se resumem a enrolação atrás de enrolação.
Mona está oficialmente fora de Radley e conseguiu fazer com que todos os habitantes de Rosewood acreditassem que ela está bem e é sã. Quer dizer, todos menos as liars, Paige e Caleb. Os dois, que já foram alvo do team A, resolveram se unir para descobrir algo que possa “acabar” com Mona – com direito a cérebros no armário, mas o que eles não sabem é que ela não é a única mente maligna envolvida nisso.
Toby voltou do hiatus com uma leve mudança no jeito de agir e de falar e em Misery Loves Company a coitada da Spencer descobriu que ele é o braço direito de Mona. Esse baque somado com a presença constante – e irritante – de Mona na vida dela fizeram com a que a nossa Lucy Liu pirasse. Agora Spencer Hastings usa o cabelo enrolado, falta aulas e não se preocupa com as notas, com as teorias sobre o Team A ou com os segredos das amigas. Quer dizer, ela passou longe de ser a amiga exemplar nos últimos episódios. E não contou às meninas sobre a participação de Toby em tudo o que aconteceu com elas nos últimos dois anos.
Para falar a verdade, Spencer só contou o que não devia. Tipo quando chegou para Ezra e gritou que Aria estava em conflito porque sabia que ele tinha um filho e que ele não podia ter feito o que fez com ela. Detalhe: ele não fez nada e isso foi só mais um plano – magistral – do team A para fazer elas mesmas se enrolarem nas próprias mentiras. Acontece que depois disso, Ezra descobriu da pior maneira que tem um filho e que Aria sabia disso esse tempo todo. E claro, depois disso ele foi atrás da ex-namorada e de Malcolm, deixando a namoradinha adolescente em Rosewood… Bem a tempo da chegada repentina de seu irmão.
Wes apareceu do nada fugindo da escola e da mãe que parece mais uma das madrastas malvadas de filmes da Disney. Ele cercou, cercou e cercou e conseguiu o que eu acho que é a intenção dele desde o início: Beijou Aria e a deixou , no mínimo, com um pouquinho de dúvidas em relação aos próprios sentimentos pelo little Ezra.
Aproveitando o papo de família e paternidade, vamos falar sobre o pai-tio do Caleb, meu povo. O moço custou a recuperar a confiança do menino, mal chegou à cidade e já roubou dinheiro? E da igreja, ainda por cima! Acho difícil de isso ser um engano como Hanna quer tanto acreditar, afinal nem todas as notas desenhadas tem dadinhos tão perfeitos.
Jason, como sempre, não tem um lado muito definido. Primeiro ele aparece com um machucado que pode ter sido feito por Aria quando ela estava tentando escapar do caixote no trem, na festa de Halloween. Depois ele e Mona ficam cheios de amores um com o outro. Aí ele some e quando aparece, ajuda as meninas a descobrir coisas super relevantes. Ele e Emily sofrem um acidente – provavelmente causado por A, já que a prova que eles dois carregavam sumiu, ele vai parar no hospital, e num segundo, está lá, imobilizado e com dor. Instantes depois, ele some sem deixar rastros. Incógnita define.
Mas, além disso tudo, o fato que pode levar FINALMENTE à descoberta do assassino de Alison – se é que ela está mesmo morta – ficou por conta do detetive Wilden, que já provou não valer nem o chão que pisa. Acontece que no verão antes de seu desaparecimento, Wilden, Alison e Cece estavam no mesmo lugar… E pode ser que a liar mor estivesse grávida e com medo do pai da criança, que era “mais velho e agressivo”. E não é mera coincidência o fato de Wilden se encaixar perfeitamente nessa descrição, porque ele e Ali tiveram um casinho em Cape May naquele verão.
Só resta saber se o detetive vai continuar vivo depois de Hot Water para contar ou não sobre seu envolvimento com Alison. Ashley vingou todas as cachorrices que ele já fez com as meninas depois que ele ameaçou “calar a boca” de Hanna com uma arma passando por cima dele com o carro. E mais uma vez, um episódio acabou com alguém sumindo misteriosamente no ar. Mas o que me incomoda mesmo é o fato daquilo tudo ter sido gravado da viatura de polícia. Acho que Wilden tramou isso, mas não contava com o fato de acabar atropelado pelo meio do caminho.
Spencer vai finalmente contar para as meninas sobre Toby e o team A. Mas precisou quase morrer para isso, né? Parece que Toby levou o beijo de Spencer e Wren para o lado pessoal e resolveu se vingar dela por ter superado o término delicado e sem fortes emoções tão rápido. De onde eu venho isso se chama ciúme e isso me deixa bem feliz, porque eu ainda tenho esperanças do Toby gostar dela de verdade e estar de fachada no Team A.
Aria, poor Aria. Se livra de um segredo e se mete em outro. Agora que “parece” que as coisas com Ezra vão se acertar – isso se ter um namorado com um filho que foi concebido quando você ainda era uma criança é certo – ela está às voltas com o tal beijo que deu em Wes. Não dou dois episódios para uma sms de -A chegar a ameaçando para contar tudo para Ezra.
Como quem é vivo sempre aparece, Melissa resolveu dar as caras por mais de um episódio aleatório e dessa vez com o cabelo mais curto. Mas não vai ter corte de cabelo novo que vai fazer a barra da Hastings mais velha se aliviar não. Ela estava em Cape May no verão em que Alison e Wilden tiveram um caso e também foi vista com Alison na noite em que ela sumiu. Ou seja: Há mais Hastings nessa história do que Marlene King deixa transparecer.
Pelo menos foi isso o que Cece disse quando estava fugindo de Wilden e foi encontrada por Emily fechando as malas. Pode ser que ela realmente esteja com medo do detetive, mas essa fuga também pode ser uma tentativa de Cece de fingir inocência, já que ela é uma das principais suspeitas de ser a mulher do casaco vermelho, chefona do team A.
O fato é que nós estamos chegando à reta final dessa temporada e como os últimos segundos de Hot Water deixaram bem claros, alguém vai morrer no próximo episódio, só resta saber quem. Sinceramente, não tenho nenhum palpite, mas não ficaria triste se fosse o Wilden. Além disso, até a season finale, nós vamos descobrir quem matou Alison e quem é a chefe do team A. Nada me tira da cabeça que esses dois fatos estão completamente interligados e que Alison, além de não estar morta, é a pessoa por trás do capuz vermelho.
Que Out Of Sight, Out Of Mind, o próximo episódio chegue respondendo mais questões… E que a coroa de flores do final de Hot Water não seja para alguém querido.
Bones – The Friend in Need
24/02/2013, 23:51.
Maria Clara Lima
Reviews
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Tenho que admitir, o Dean Lopata sabe muito bem o que faz.
Se não fosse por ele, esse episódio de Bones tivesse sido só mais um entre outros, mas o roteirista e produtor da série mostrou que ele conhece muito bem os personagens e a história que tem em suas mãos.
Falar de um assunto tão polêmico como foi feito em The Friend in Need, e usar os personagens de forma certa e precisa para passar a mensagem mais direto o possível é algo que não se vê com muita frequência.
Há tempos venho reclamando da falta de cuidado que os roteiristas da série tratam os casos da história, e compensam, muitas vezes, a falta de originalidade com caveiras absurdas ou cenas fofas entre B&B. Mas o décimo quinto episódio da oitava temporada foi um dos melhores deste ano, e um dos mais bem escrito da série. Não apenas por causa do tema, mas por dar uma cara tão “pessoal” aos diálogos.
Só quem conhece bem Bones, consegue enxergar a importância do Sweets para essa investigação, a cumplicidade entre Michele e Cam, o jeito deslocado da Brennan… são tantos os elementos que mesmo quem não conhece bem Bones poderia perceber como tudo funcionou bem.
The Friend in Need é um exemplo de como falar de um assunto sério sem cometer grandes exageros, como tratar de um tema considerado um tabu sem ser piegas e transformar tudo em um grande dramalhão e como falar de algo vergonhoso e pertinente, às oito da noite, de forma direta e respeitosa e sem ferir ninguém. Conheço boas séries de TV que falariam de estupro, mas conheço poucas que fariam isso como Bones.
Altos
Deixa Sweets ter seu momento. E ele teve.
Foi a primeira vez, em muito tempo, que eu gostei de ter o psicólogo na série. Soube aparecer no momento certo e foi bastante pertinente da resolução do caso.
Michele e Finn são apenas um tapa buraco na história. Parece até que há uma necessidade patológica em juntar casais na série. – ok, fui um pouco amarga. Mas o certo é que eles não fariam tanta diferença assim, de certo modo, apesar de gostar deles, vejo que a presença do casal pouco influência a série. Mesmo assim, nessa história de mentiras ao menos uma coisa boa apareceu: Cam finalmente admitiu que está “saindo” com Arastoo.
Mesmo não sendo fã dos dois, neste episódio, em particular, achei bem legal. Ainda mais o Finn sendo todo certinho, um bom menino como ele é.
Aliás, as caras de bocas da Cam durante o episódio me fizeram rir quando havia motivos apenas para chorar. Essa provocação de sentimentos que eu adoro tanto.
Baixos
Como sempre, sinto mais uma vez que B&B acabou sendo um pouco negligenciado. Me preocupa ver um padrão sendo construído, no qual há uma cena entre os dois no começos e alguns minutos de exposição no final do episódio. Durante os quarenta e tantos minutos de história, os dois mal têm se visto, ao menos em cena. Será exagero da minha parte fazer tal questionamento?
Acho que o casal poderia ter sido mais aproveitado neste sentido, até porque os dois tem um histórico de “mentiras” e abusos. Poderia ser uma boa conexão.
Senti falta de Hodgela no episódio.
Fora isso, o episódio foi perfeitinho.
O Caso
Um corpo de um adolescente é achado em uma mala. Quem era ele e como ele foi parar ali?
No começo do caso, não achei que Manny fosse o tipo de cara maluco. Mas adolescentes têm essa tendência, e são sempre tratados como tal. Primeiro acharam que o garoto fosse o tipo de cara que se trancaria em uma mala só para alguém jogá-lo em um rio. O famoso aventureiro. Depois acharam que Manny estaria vendendo drogas. Por ser um cara introvertido, essa seria uma boa maneira de parecer legal com os garotos de sua idade. Mas ele não era assim. Depois acharam que Manny teria se metido em algum tipo de confusão amorosa, e que no final das contas, teria morrido por causa de algum tipo de vingança. Mas eles estavam errados.
O garoto foi lacrado em um mala e jogado em um rio porque ele gostava de uma garota, e assim como qualquer adolescente, ele tinha o coração aberto para o amor.
A verdade só vem a tona quando Sweets intervém, e foi por isso que eu gostei bastante dele neste episódio. Ele teve a sensibilidade de perceber que algo não estava certo. Ele foi o primeiro a perceber que Manny estava apenas apaixonado. Ele também foi o primeiro a encarar Kat como uma pessoa crescida, dona de sua própria vida e deu a menina a oportunidade de enfrentar o estupro com dignidade.
Apenas depois de saber sobre o segundo crime, que a equipe do Jeffersonian pode desvendar o verdadeiro motivo da morte do Manny e quem havia cometido tamanha atrocidade contra o garotinho de 15 anos.
No final, em um jogo de cumplicidade, Sweets e B&B conseguiram pegar o patife. Missão cumprida!
Foi, sem dúvida, um dos melhores casos da temporada.
A mentira tem perna curta e cabe dentro de uma mala
Temas complexos como esse merece um episódio…simples! Assim foi The Friend in Need. Para mim, o episódio teve alguns elementos de outros bons episódios como The Sin in the Sisterhood, The Truth in the Myth, e o The Sings in the Silence, da sexta temporada. Sem contar toda a história sobre a infância difícil do Sweets, da Brennan e do Booth.
No caso das mentirinhas, Cam e Michele precisam aprender que honestidade é tudo. Adoro a interação dela e o lado mamãe coruja da Cam.
No caso das mentiras grandes, o fato da mãe da menina ter pedido para que ela minta sobre o estupro demonstra como o assunto é mal compreendido pela sociedade. Espero que as pessoas tenham aprendido um pouco mais sobre como proceder neste tipo de crime.
Daqui a pouco tem mais um episódio de Bones! E seguimos nesta maravilhosa jornada que tem sido este ano!
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