TeleSéries
Grimm – Natural Born Wesen
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“Então os animais debateram sobre como expulsar os ladrões, e finalmente concordaram com uma sugestão”.
Quem ainda não pensou em começar uma aula de alemão depois que virou fã de Grimm? Pelo menos Nick e Hank deveriam começar a considerar a possibilidade. Principalmente depois de conhecerem o Gesetzbuch Ehrenkodex, algo como código de honra em alemão. Imaginei o Silas Weir Mitchell, ator que faz o Monroe, treinando para falar isso. O próprio blutbad tenta facilitar a conversa e explica que o Gesetzbuch Ehrenkodex também é conhecido como Código de Swabia, vamos combinar que não ajudou muito.
Esse código de honra wesen é a novidade de Natural Born Wesen e constrói um caso interessante que leva Nick e Hank a prenderem um grupo de ladrões wesen que não se importam de mostrar suas caras feias por aí. O problema é que as consequências para quem não respeita o código são muito piores do que ser preso pela Polícia de Portland. É quando conhecemos mais um “clã” do mundo Grimm, o Groot (um Conselho Wesen), que já pareceu muito mais eficaz que as famílias reais e seus inúmeros capangas monstros.
O caso do episódio foi interessante, mas Natural Born Wesen pecou na sequência do plot da cura de Renard e Juliette. O episódio acabou e não deu pra entender porque era necessário o sangue de Nick para quebrar o encanto. Talvez seja porque ele é um Grimm, talvez seja porque ele foi a pessoa que sumiu da memória de Juliette, por enquanto não sabemos.
Rosalee também fez uma misteriosa consideração sobre o segundo passo da participação de Nick na cura de Renard e Juliette e no final das contas eram só umas gotas de sangue dele que eram necessárias. Depois de tanta coisa estranha que acontece em Grimm e do mistério que Rosalee fez, dava para esperar muito mais da participação de Nick nos ingredientes da poção.
Outra situação que desafiou a nossa lógica foi novamente a chata da Juliette. A moça chega em casa, encontra um buraco gigantesco no meio da sala, fica presa dentro de casa e o que ela faz? Dorme. Que vontade de sacudir a personagem. Se ela pelo menos gritasse, Nick poderia ouvi-la, já que estava de guarda do outro lado da rua. Mas não, ela dormiu.
No entanto, ainda havia uma esperança: o celular. Porque usar o celular para chamar ajuda se ela pode dormir um pouco. Ok. Ela dorme, acorda e o que ela faz? O celular toca, ela vai lembra que tem um celular e vai ligar pra alguém até que… o celular cai no buraco. Agora, me explica sociedade. Como não torcer para Juliette cair no buraco misterioso e nunca mais aparecer na série. Como?
A participação da ex de Nick em Natural Born Wesen acabou se resumindo ao relacionamento dela com o tal buraco e a ligação misteriosa do telefone, onde alguém diz que quer contar toda a verdade a ela. Não deu nem para ficar curioso (a) com as cenas que envolveram Juliette, o máximo que deu para fazer foi torcer para que elas acabassem logo.
Os pontos fortes do episódio ficaram para a participação do Groot, a tentativa de reconciliação de Nick (magoadinho) com Renard e o caso que envolveu a ajuda de Hank e Monroe. Nos próximos episódios Nick deve se aliar com o capitão. Se o Grimm pretende vencer a briga com as famílias reais, Renard pode ser um ótimo aliado. Depois de Monroe e Hank, o capitão foi o próximo a entrar no “clubinho” de Nick. O Grimm, que começou a série sem nem entender o que eram aquelas criaturas que ele via, evoluiu e agora até conseguiu formar um time. Esse quarteto pode enriquecer, e muito, a continuidade da série da NBC.
Grey’s Anatomy – Transplant Wasteland
18/03/2013, 16:17.
Mariela Assmann
Reviews
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Nosso seriado queridinho voltou, depois de 3 semanas sem episódio inédito. E voltou com tudo!
Uma nova era foi inaugurada em Seattle. A era do Grey Sloan Memorial Hospital. Shonda bitch, mais uma vez, comoveu aos fãs relembrando e homenageando Lexie e Mark. Mas digo e repito: é necessário seguir adiante. E essa temporada inteira é sobre isso, de várias formas diferentes.
A caminhada da “superação”, do seguir adiante, começou no segundo episódio dessa temporada. E todos os eenvolvidos tiveram seus momentos de prantear e de superar, cada um a seu tempo e à sua maneira. E com a compra do Seattle Grace Mercy West passos largos foram dados nessa caminhada rumo ao futuro. Mas se a iniciativa foi bela, e a homenagem mais ainda, nem tudo são flores quando se trata de comprar um hospital.
É claro que a compra traria problemas, especialmente em virtude da composição financeira do grupo de donos. A Fundação, depois da iniciativa de Mama Avery, é a sócia majoritária do hospital. É claro que o representante da Fundação, Jackson – o cara das plásticas -, enfrentaria resistência. Ele é novo, inexperiente, não sabe gerir. Mas ouso dizer que é justamente por causa disso que as coisas darão certo.
Derek já foi chefe, e não gostou do lado “gerir um hospital”. Callie e Yang NUNCA – repito, NUNCA – deixariam as salas de operação para se ocupar de questões mais técnicas (nem mesmo escrever em um quadro e organizar cirurgias) , e Arizona e Mer apenas quebrariam um galho, já que realmente não tem o perfil para isso. E Avery, justamente por ser novo, e inexperiente – mas cheio de vitalidade e flexível – conseguiu se centrar e mostrar aos colegas que pode, SIM, pensar com a própria cabeça, tomar suas próprias decisões e ajeitar tudo da melhor forma possível, mesmo que tenha entrado em campo aos 48 do segundo tempo, e apenas em razão da pressão dos patrocinadores. Avery marcou um golaço.
Foi bonita de ver a caminhada de Avery, que embora breve, foi importante e impositiva. Apesar de toda a pressão recebida – tanto dos outros donos do hospital, quanto de Owen, do Chief e da Bailey -, o bebezinho da Mama Avery deu conta do recado. Mais, deixou claro que entendeu o recado, e sua homenagem à Lexie e Mark foi a maior prova disso. Coisas boas podem nascer de coisas ruins, se permitirmos que isso aconteça.
É um grande acerto do grupo manter Owen como Chefe de Cirurgias. É evidente que ele cometeu um grande erro. Mas como Derek bem pontuou, ele não é o culpado pela queda. Por isso, gostei que essa briga de peteca com a culpa tenha acabado. Acho que Owen teve uma reação um pouco exagerada nesse episódio, mas compreendo-a. A pressão sobre ele foi gigantesca, e ele se sentiu traído várias vezes durante o processo de salvamento do hospital. Pelo menos no mimimi durou pouco, e daqui em diante essa trama deve ser abandonada. Especialmente porque Derek e Owen chegaram, de certa forma, juntos ao final da jornada. A culpa que eles sentiam também era raiva do mundo, e compreendendo isso, eles devem evitar descarregá-la um no outro.
Sobre o Chief, eu fiquei com a impressão de que ele achou que seria reconduzido ao cargo, em razão de Catherine ter comprado o hospital. Então, acho que todos os discursos dele não foram exatamente algo como “puxa, como me preocupo com meu enteado”. Havia interesse e chateação por trás daquelas palavras. Mas dona Avery deixou claro que quem manda ali é ela – ledo engano, quem manda ali, conforme fica claro no final do episódios, são os sobreviventes mais Jackson -, e que só existe um lugar no mundo no qual aceita ordens do namorado (e podemos imaginar qual seja). Claro, sabemos que o Chief tem um bom coração, e ele se preocupa legitimamente com Jackson, COMO SEU ESTUDANTE. Só achei meio forçado tentarem vender a imagem de “pai” atencioso e zeloso, quando a realidade é bem diversa.
Bailey e Alex estavam ranzinzas no episódio. E cada um por um motivo diferente. Bailey só queria operar hérnias como fazia desde que Jackson usava fraudas, e ver os protocolos da Pegasus no lixo. E ela acabou conseguindo, o que deve significar uma cirugiã feliz e sorridentes pelos corredores do GSMH. Já em relação à Alex, o problema é mais complexo.
Como sempre, Alex conseguiu perceber que estava errando e sendo imaturo (depois do toquezinho super bem vindo da Mer) e correu atrás do prejuízo. Mas enquanto Jo não estiver em seus braços – ou em sua cama – o pediatra não estará feliz. E esse dia está cada vez mais próximo, já que os sinais dele são BEM claros: ele está apaixonado por Jo, e acho que ela tem uma boa ideia sobre isso. Só falta os dois assumirem o sentimento um para o outro, mesmo. E a paixão de Jo por Alex também é evidente, como Mer bem percebeu. Torço pra que eles comecem a namorar logo (e cenas intensas como a da mesa do bar sejam recorrentes), eles vão ser um casal beeeem fofinho! E mal vejo a hora de Alex ser feliz novamente.
Os casos médicos acabaram ficando bem em segundo plano, no episódio. O mais emocionante foi o do médico paciente da April, que tomou uma decisão extrema e decidiu “antecipar” sua morte para que ela não fosse em vão. E tudo isso fez com que, mais uma vez, eu não me irritasse com a April. O que está acontecendo comigo?
Essa semana, mais episódio inédito. Idle Hands vai ao ar na quinta-feira, e pelo que andei vendo e lendo por aí, o episódio vai ser deliciosamente engraçado. Até lá!
P.S.1: Chandra Wilson dirigiu o episódio. Isso explica o tempo reduzido de tela de sua personagem, a Bailey.
P.S.2: é linda a amizade de Mer e Alex. Foi muito engraçado ver a reação de Meredith à fala da Jo, sobre quem é o Alex e o que ele está pensando. Duvido que qualquer pessoa em Grey’s Anatomy – da atualidade ou do passado – conheça e compreenda Karev melhor do que Meredith.
Bones – The Fact in the Fiction e The Survivor in the Soap
18/03/2013, 11:08.
Maria Clara Lima
Reviews
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Bones ficou em hiato por duas longas semanas, eu fiquei sem escrever reviews por quase um mês. Essa review dupla não é metade do que os fãs realmente merecem, simplesmente porque é comprovado por fatos e números que os fãs de Bones merecem o céu. Mas se você não é fã da série e mesmo assim está por aqui, não desanime, há sempre um tempo para as coisas acontecerem.
Esta review, por exemplo.
Há duas semanas, andava um pouco incomodada com a série. Calma, sem pânico, não é um incomodo digno de deixar tudo para trás e começar a desdenhar, dizendo que é ruim, e questionando em voz alto “por que diabos um dia perdi tempo com esse lixo?”. Nada disso. O incômodo vinha da sensação de que você tem um ótimo material em mãos, mas mesmo assim resolver fazer muito pouco com isso. Há duas semanas, achava que Bones estava desperdiçando o seu potencial. Se pudesse, traria Pellant, ressuscitaria Taffet e colocaria o Zac o grande vilão de todos só para mexer um pouco mais na série. Mas aí duas semanas se passaram, e comecei a achar que Bones não precisa desses grandes vilões para ser uma série completa. A crimédia, mais uma vez, conquistou meu coração com toda a força.
Altos
Foram dois episódios bem diferentes. Mas aí que percebo. Diversidade é a cara de Bones.
Uma das coisas que mais gosto na série é essa capacidade de ir do 8 ao 80 sem perder o ritmo. De falar de tudo e de nada ao mesmo tempo, e ainda ser boa. Dizem que a oitava temporada lembra muito os primeiros anos da série, eu não concordo. O que temos agora é a evolução de tudo o que aconteceu nos últimos anos, com acertos e erros.
Em The Fact in the Fiction, o ponto alto ficou para o jeito que a série envolve o caso e a vida pessoal de todos do laboratório. Pensar além da caixa, esse foi o tema da história que apresentou o novo squint, o “mano” do Hodgins, Dr. Wells. Particularmente não gosto da ideia de fazerem a Brennan de boba, mas tenho que admitir, é sempre bom ter um pouco mais de humildade. Mesmo ela sendo tudo o que ela diz que é.
O ir além, abrir para novas possibilidades, é o que tem feito a série o que ela é hoje. Talvez a Brennan seja mente fechada, mas o que é bacana é que quando ela se abre, se joga com tudo na nova experiência. Mesmo que antropologicamente falando…
Outra coisa legal desse episódio foi a chuva de confissões sobre a tal viagem no tempo. Angie e Cam dividindo o Berimbau. Mmmm… Não posso falar mais do que isso. Mas claro que o momento fofo saber da escolha da Brennan. Ela nunca esteve tão feliz e em paz na vida. (Podemos todos morrer com essa).
Não posso deixar de mencionar as experiências no lab como um momento “alto”. “Fire in the hole” é um momento clássico. Principalmente se alguém sai todo lambuzado do processo.
Já em The Survivor in the Soap, o destaque mesmo foi sobre o tema escolhido para o episódio. Parte da razão por eu ter atrasado tanto a review, é que a temporada tem sido mais longa, e por isso, os fillers começam a cansar um pouco. Aí aparece um episódio assim, e pego-me pensando: espera só um minuto, episódios normais podem ser maravilhosos.
Li uma resenha que criticava esse lado mais social da série. Mas acho que dessa vez, a causa não foi forçada na história, mesmo com algumas reações exageradas, mas isso eu comentarei depois. Adoro poder dizer que a série que mais amo no momento recebe prêmios e menções honrosas por desenvolver esse tipo de história. Lembrei um pouco do Kony 2012 e como logo surgiram várias coisas difamatórias sobre o organizador da campanha. Querer fazer algo bom, além do normal, realmente incomoda aqueles que estão acostumados com o mais do mesmo. Se milhares de pessoas sabem sobre os soldados infantis, devem isso a Bones.
Mas a série não é apenas uma grande escola, há também muita diversão. Gostei de Camastoo saindo do armário e assumindo o amor um pelo outro.
Baixos
Continuando com The Survivor in the Soap, o episódio conseguiu mesclar bem realidade e ficção, mas achei exagerada a reação de Arastoo envolvendo os refugiados. Mesmo ele tendo sido um. E a reação da Bones, dela se questionar sobre suas ações na América Latina sobre os meninos que eram soldados foi meio forçada. Ela sabe que era o trabalho dela.
Acho que foi só isso.
Casos
Viagem no tempo e soldados crianças? A criatividade de Bones nem me surpreende mais. Os dois casos foram muito bons, e com motivos bastante distintos. O cientista amador que queria voltar no tempo deu aos squints a possibilidade de testar as impossibilidades. E a ideia de que a vítima tinha voltado no tempo e morto duas vezes levou Brennan a reconhecer que sua mente não é lá tão fértil. Mas o que me impressionou nesse caso, na verdade, foi a desenvoltura do Dr. Wells. (Clara referência ao romanticista futurista H. G. Wells? Talvez?). Sinto que esse squint dará trabalho.
O segundo caso foi mais denso. A vítima, um refugiado de guerra, encontrou nas mãos de quem o acolheu a morte. Acho que o fato de terem sido presos o assassino e o tal general fez do caso algo um pouco mais complexo do que o óbvio (que alguns casos são). Nota dez.
The Fact in the Fiction e The Survivor in the Soap
Foram dois episódios bem diferentes. Vou tomar um tempo para falar do primeiro, e da entrada do “mano” do Hodgins. Não sou de spoilers por aqui, então fiquem calmos, isso é apenas uma teoria. Mas vamos lá. Alguém mais achou estranho a semelhança física entre Jack e Oliver? Bem, e SE eles forem realmente “maninhos de outra mãe”? Fiquei pensando nisso por causa do modo como o novo squint falou essa frase. Como o episódio era sobre abrir a mente, confesso que a minha foi um pouco mais além. E se o Oliver for o contato do Pelant dentro do Jeffersonian e não o agente Flynn? Cheguei a pensar que o contato dele no “lab” era a agente Shaw. Alguém deve estar se perguntando: que contato é esse que essa louca está falando? Bem, há muito tempo, o Hart Hanson disse que Pelant teria a ajuda de alguém do laboratório, mas isso não foi explorado na série ainda, e o rumor rola desde o início da sétima temporada. Ou ele esqueceu disso, ou tem algo aí.
A minha teoria é que Oliver juntou-se a Pellant recentemente, e por isso, a última investida do monstro da tecnologia foi em cima do doutor Jack. O Oliver falou algo sobre não ter fortuna porque alguém roubou dele, uma alusão ao caso, mas e SE isso aconteceu com ele. E se Hodgins herdou toda a fortuna de sua família sem saber que ele tinha um irmão bastardo, e agora Oliver está tentando se vingar do irmão mais velho? Bom, sabe-se que inteligência está no DNA, então não me admira que o fisicista seja quase tão inteligente quanto a Brennan.
Para mim, a vingança do Pellant, que claramente tem alvo Booth e Brennan (vide fotinhos na parede), encontrou na vingança de Oliver um ponto de aliança. Como o hacker está com um probleminha na aparência, Oliver entra em cena para ganhar terreno.
Minha louca teoria torna-se um pouco mais forte pois também foi prometido um irmão para o Jack, sendo que esse irmão ainda não apareceu (será?), e no passado, Jack havia dito que era o único herdeiro de sua fortuna. Então…
Isso foi o que mais me chamou atenção no episódio The Fact in the Fiction.
Agora no The Survivor in the Soap, o tom pesado foi a cereja no bolo. Por quê? Porque Bones não é um dramalhão, e mesmo com um tema sério, faz com que a história possa ser digerida por qualquer um. Fiquei pensando em como isso tem tornado-se frequente na série. Só nesta temporada tivemos episódios que trataram da neurofibromatosis, violência contra mulheres, reintegração de soldados veteranos de guerra na sociedade, todos episódios muito bons. Sem contar nos tantos outros das antigas temporadas.
Bones não se tornou uma série de bandeiras, é que esses assuntos estão no nosso dia a dia, só precisamos de um pouco mais de tempo para prestar atenção. As histórias são introduzidas assim, como algo natural e sério. Isso é Bones com um passo a frente do resto das crimédias.
No geral, foram dois bons episódios, e nem foi preciso um serial killer para isso.
Bones volta hoje, dia 18 de março, nos EUA. O episódio promete ser uma loucura!
Falando em loucura… se você pudesse voltar no tempo em Bones para qual momento você iria?
Pretty Little Liars – I’m Your Puppet
18/03/2013, 10:10.
Ariel Cristina Borges
Reviews
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Chegamos ao penúltimo episódio da temporada e ao final dele, gritamos: Pretty Little Liars está de volta. Os últimos episódios vieram seguindo a linha de “preparar caminho” e esse foi, definitivamente, o mais bombástico de todos. A grande verdade é que Hanna, Aria e Emily viraram coadjuvantes na série da Spencer, mas finalmente entendemos por que ela veio tendo um super destaque desde quando descobriu sobre Toby no team A… Mas o melhor, para o final, como sempre.
Emily passou mais um episódio apagadinha. Tudo bem, ela teve a iniciativa de correr atrás das informações sobre Toby e no fim das contas, a resposta não veio nem dela. Mas o que importa é que TOBY CAVANAUGH ESTÁ VIVO. E eu usei caixa alta por que não escondo que mesmo depois de ter descoberto que ele estava bandeado para os lados inimigos, ele continuou sendo meu personagem favorito. E é bom saber que ele não morreu. Nunca fiquei tão feliz em ver uma tatuagem falsa!
Hanna foi enrolada por A novamente… O bom é que dessa vez, Caleb viu a mensagem assim que ela chegou e a situação não ficou complicada para eles dois. Jamie não trocou o sino da igreja, mas e a nota com os dadinhos? Como foi parar na carteira dele, se naquele episódio, eles foram da igreja direto para a casa de Hanna? Mona é inteligente, mas não prevê o futuro, não tinha como adivinhar que Hanna ia dar dinheiro para a igreja naquela noite. O que deixa uma pergunta no ar: A armação de A nesse caso foi ter trocado os sinos ou ter feito Hanna e Caleb acreditarem que não foi Jamie quem fez isso?
E o team A teve que se meter no plot de Aria e Ezra para esse pedaço da série ganhar um pouquinho mais de graça! É claro que Mona e companhia não iam deixar Aria buscar Malcolm sem fazer alguma coisa. Confesso que fiquei com medinho quando vi que tinham levado o menino para um circo, por que tudo que envolve fantasias em Pretty Little Liars é meio macabro, mas respeitaram a criança e cabeças não rolaram. E agora Aria está com medo de continuar com Ezra por causa da segurança do Malcolm e a única coisa que eu consegui pensar naquela cena foi: “Wes, vem correndo e fica com ela!”
E agora, vamos para a graça do episódio: Radley e tudo o que acontece por ali. Wren apareceu mais uma vez com o sotaque lindo e maravilhoso para alegrar uns minutinhos da série e fazer o público feminino suspirar. Mas a pergunta que não quer calar: Será que o sotaque vai ser suficiente para ele ter uma torcida maior no combate com Eddie? Porque aqueles dois estavam soltando faíscas de uma forma que só faltavam rolar no chão brigando. Resta saber quem tem razão por ali. Eddie tem toda a pinta de bom moço e estava ajudando Spencer com as dúvidas dela, mas foi com o crachá dele que Toby entrou lá quando Mona estava internada. Era ele quem jogava o tal joguinho de tabuleiro com Mona que era uma mapa do tesouro para coisas da ex-paciente-não-tão-louca em Radley. Wren, por sua vez, parece saber do envolvimento de Eddie com Mona e fica em cima do enfermeiro. Também foi Wren que revelou que Cece fez uma visitinha à Mona quando ela estava internada ali por que ela achou que poderia ajudar por também ter sido vítima de uma das armações de Alison. Sim, pessoas, Cece Drake tem motivos para odiar a liar mor, já que ela foi expulsa da faculdade por isso. E é nesse momento em que você pensa: Loira + motivos para odiar Alison + amiguinha da Mona e da Melissa = Red coat? Ah, ainda teve a aparição fantasmagórica de Alison dizendo que apanhou de uma menina na noite anterior ao seu desaparecimento… Mais uma vez, é em Cece que pensamos.
Isso tudo foi fi-chi-nha com a revelação do final do episódio. Sabe o terceiro membro do team A que iria ser revelado? Pois é. Essa pessoa se chama Spencer Hastings. E foi ela que levou o filho do Ezra para passear amigavelmente pelo circo. A visita de Mona no último episódio foi um convite como muitos desconfiaram. E Spencer não pensou duas vezes antes de aceitar. Agora, os questionamentos clássicos: Ela entrou de verdade no Team A ou só entrou para honrar o ditado “mantenha seus amigos perto e seus inimigos mais perto ainda”? Essa, provavelmente, vai ser a grande questão da season finale, e eu não vejo a hora de descobrir a resposta.
Parks and Recreation – Leslie and Ben e Correspondent’s Dinner
17/03/2013, 22:37.
Marco C. Pontes
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Facilmente o melhor episódio de casamento da história.
Nunca desisti de Parks and Recreation. A série pode ter começado sua terceira temporada de forma complicada, confusa e preocupante. Porém, sempre soube que a série voltaria ao seu auge, como estão sendo todos os episódios desse ano de 2013.
O episódio do casamento foi provavelmente o mais lindo até agora, tirando o 3×06, End of the World. O casamento teve todos aqueles elementos tradicionais que o telespectador queria ver. Leslie caminhou até o altar rodeada pela sua família do trabalho, seus amigos verdadeiros. Ela e Ben trocaram votos que escreveram para cada um (claro que ninguém ia querer ouvir os votos de Leslie, que deram mais de 60 páginas). Os clipes de flashback, mostrando momentos importantes no relacionamento dos dois também fez com que tudo ficasse mais emocionante.
Da mesma forma que foi engraçado, foi também emocionante, sendo Parks and Recreation uma das únicas séries que consegue fazer os dois ao mesmo tempo tão bem. Todos os outros personagens foram bem aproveitados, principalmente Ron Swanson, que entregou uma boa cena, fazendo os anéis de casamento com um lustre da casa de Ann e depois deixando claro seus sentimentos por Leslie de uma maneira muito linda. “You are a wonderful person. Your friendship means a lot to me. And you look very beautiful.” Até Little Sebastian apareceu, para deixar a mitologia da série intacta, ajudando o casal a perceber que eles precisavam se casar naquele momento.
É especial porque amamos esses dois nerds e o relacionamento dos dois não está perdido no meio de tantos problemas no mundo. É completamente aceitável que Ben fosse brincar sobre a quase esposa pegar o sobrenome dele, e os dois sabem que é uma piada, antes mesmo que ele fale. Todo mundo sabe que Leslie é feminista ao extremo e demorou muito tempo para finalmente conseguir uma posição de destaque dentro da prefeitura.
Só Leslie mesmo para escrever uma carta para Ken Burns, pedindo para ele que ele a caminhe até o altar. A parte mais emocionante do casamento foi o fato de ter o departamento de parques e recreação como salão de festas. Lá não é somente onde Leslie e Ben se conheceram, mas também é o lugar que Leslie se importa mais – é onde ela consegue fazer a vida da cidade de Pawnee e de todos os habitantes melhor. Não poderia ter sido em um lugar mais apropriado.
Faz muito sentido que a série tenha pulado a lua de mel dos dois, afinal eles são viciados em trabalho e precisam voltar à ativa o mais rápido possível. É claro que qualquer episódio após o de um casamento não seria tão magnífico igual o antecessor, ainda mais quando a emissora decide exibir os dois no mesmo dia. Porém, no geral, o episódio também foi ótimo e conseguiu manter a boa leva de episódios.
Facilmente, o episódio pode ser chamado de episódio de transição. Conseguiu apresentar novos plots, incluindo Ann deixando claro que quer que Chris seja o pai de seus filhos (inseminados), Andy mostrando suas habilidades em administrar uma empresa. O almoço dos correspondentes poderia ser uma ótima forma de começar um novo arco, mas gastou o potencial de comédia de Lesli tentando ser engraçada e bombando na frente das pessoas e ao invés disso focou no plot do hackeamento do e-mail e do roubo das piadas. Esse plot poderia até ser engraçado se Leslie tivesse ficado genuinamente com vergonha dos e-mails que foram divulgados, mas pelo uma coisa boa saiu disso tudo: Donna, como sempre, divando loucamente. Ela é a melhor coadjuvante da série e foi usada bastante no episódio passado, mas nesse episódio ela simplesmente brilhou até mais do que a própria Leslie, salvando um dia com a ajuda de Star Wars foi surreal, mas completamente divertido.
Glee — Girls (and Boys) on Film e Feud
17/03/2013, 18:36.
Júlia Berringer
Reviews
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Glee finalmente voltou de seu hiatus e nos entregou de bandeja um ótimo episódio logo de cara. “Girls (and Boys) on Film” foi um dos melhores episódios da quarta temporada. Nós mostrou o melhor dos dois elencos, porém, Lea Michele arrasou e para sempre vai se destacar. A cena em que Santana descobre a “gravidez” de Rachel foi impecável. Lea consegue fácil demonstrar os sentimentos da personagens só através do olhar. Fica aqui também o quanto admiro Jayma Mays. Sempre soube que ela era uma atriz fantástica, mas nos poucos minutos que apareceu nesse episódio, ela se superou. Me deu vontade de colocar ela no meu chaveirinho.
O dueto Kurt e Blaine foi de partir o coração, só não fez tanto estrago porque a cena de Will e Finn foi fundo. Acertou o meu ego e me fez chorar. Jake, Marley e Ryder continuam seu triângulo amoroso, e agora que Jake sabe que rolou algo entre Marley e Ryder, tudo fica muito mais intenso.
Agora, vamos ao episódio dessa semana, intitulado “Feud“. Primeiro de tudo: Ryan Troll Murphy nos deixou durante uma semana inteira acreditando que Rachel estava gravida, e 1 minuto e 56 segundos do episódio seguinte, nos conta de maneira natural que foi uma “pegadinha”. Apesar de uma pequena revolta de minha parte (porque eu já imaginava um mini Berry correndo pra lá e pra cá), o episódio foi muito gostoso de assistir. Não cansou e prendeu na maior do tempo.
Mas até aí, tudo bem se Rachel tivesse percebido que estava mais uma vez perdendo o foco e quase deixando de lado seus sonhos para cuidar de relacionamentos. Nada mais justo que nossa Santana entrar em cena e bater de frente com a protagonista e tentar, mais uma vez, abrir os olhos dela em relação ao “boneco de plástico”. Que ele tinha alguma coisa de errado, isso era fato. Tudo bem que ele não era nenhum traficante, mas ele que ele vendia o corpo era uma coisa previsível. Nunca gostei do personagem, mas me senti mal por ele. O guri só queria pagar a faculdade.
Mas isso não é coisa que uma Lopez perdoa, e Santana foi logo ameaçando Brody e dizendo para ele se mudar. Não foi o bastante, porque os olhos azuis dele fizeram Rachel e Kurt expulsarem Santana na casa deles. E isso Santana também não perdoa. Saiu de casa (levando o edredom de Rachel e o travesseiro de Kurt), mas tratou logo de colocar Brody contra a parede. E não sozinha, trouxe também Finn, que saiu de Ohio (mas isso é assunto pra outro paragráfo). Finn tratou de se impor e depois de dar uns socos básicos no “inimigo” soltou a frase que fez os fãs de Finchel pirarem:
Finn teve uma semana difícil. Depois que contou à Will que tinha beijado a noiva do moço, Mr. Shue não perdoou e usou o garoto de capacho. Foi quando os ND resolveram entrar em ação e trocar papéis, deram para os seus líderes a tarefa de fazer um dueto juntos. A missão foi cumprida, mas não deu muito certo. Will ainda guardou ressentimentos e Finn decidiu que era hora de partir. Perdido e dramático mais uma vez, a anjo da guarda da vez foi Marley, que abriu os olhos do rapaz e mostrou que o que ele deveria fazer era ir atrás de um diploma para ser professor. Antes disso, ele ainda deu uma passadinha em NY (como sabemos), será que vem plot dele em NY ?
O importante é que o duelo de Will e Finn rendeu outros duelos. Blaine e Sue entraram em conflito pois o rapaz “assinou” um contrato que dizia que ele deveria seguir as cheerios. Quando perdeu o duelo, teve que cumprir, mas suas intenções são as piores possíveis. Ele quer destruir Sue. E não vai conseguir. Porque ela é uma das melhores partes da série toda. Ryder e Unique brigaram pois Ryder não conseguia se referir a Unique como garota, mas no final (com a ajuda de uma estranha garota online), eles se resolveram. Mais tarde, Ryder pediu perdão a Jake, e os dois estão bem, mas não tão bem quanto Jake e Marley, que conversaram e trocaram juras de amor.
Sobre a garota online que Ryder conheceu, o que vocês acham ? Será que vem por aí um clichê plot de pedofilia, um garoto se passando por garota na internet ou algo como um amor à distância ?
PS: Sue Minaj. Sem mais a acrescentar.
PS2: Santana Abdul.
Estou um pouco assustada com a promo do próximo episódio e não sei o que comentar. Deixo com vocês. Comentem esses episódios e me digam o que esperam do da semana que vem. Eu espero que ele mantenha essa mesma qualidade. Sei que Glee sempre tem seus altos e baixos, praticamente uma montanha russa, mas eu ainda tenho fé que o carro pare lá em cima, e que demore um pouco para o Ryan Murphy destravar e o carro descer novamente (Desculpem a péssima metáfora).
Setlist do episódio:
How To Be A Heartbreaker (Brody e Rachel)
The Bitch Is Back / Dress You Up (Ryder e Unique)
Cold Hearted (Santana)
Bye Bye Bye / I Want It That Way (Will e Finn)
I Still Believe / Superbass (Blaine e Sue)
Closer (New Directions)
The Following – Welcome Home
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Joe Carroll está solto, de novo. Fora das grades ele fica muito mais charmoso e igualmente apavorante. A magia que envolve seu grupo de seguidores é tão forte que ele mesmo tem dificuldades de acreditar que aquelas pessoas todas são capazes de qualquer coisa por ele. Por outro lado Carroll ainda não tem o que mais deseja: o amor de Claire e o carinho do seu filho Joey. Está aí o dodói de Joe e nenhum seguidor dele está conseguindo dar conta desse recado.
Enquanto isso, se você pensava que a vida de Ryan não podia ficar pior é porque ainda não assistiu Welcome Home. Como se não bastasse a desgraça total de Carroll ter fugido pela segunda vez, o FBI manda mais um comandante para ficar controlando o caso. Nick Donovan (Mike Colter, de The Good Wife e Ringer) chega com arrogância esperada para um chefe do alto escalão do FBI e já nas suas primeiras atividades enfatiza que Ryan é apenas um consultor e acaba suspendendo Mike e o mandando pra casa e consequentemente para ser torturado.
Assim como aconteceu com Debra na sua chegada, Nick resolve entrevistar sozinho o preso do momento e obviamente não conseguiu nada, já que David só aceitou falar com Ryan. A situação parecia que não poderia ficar pior, já que não existe a possibilidade de Carroll fugir novamente já que ainda está solto. No entanto, David não falou nada com nada, brincou de “disputa de encarar” com Hardy, fez algumas citações, mostrou o quanto é pirado e se matou muito rapidamente na frente dos olhos apavorados de Ryan.
Apavorado, de novo. Ryan ainda não conseguiu se acostumar com esses seguidores de Carroll que matam e se matam como se estivessem trocando de roupa. Já o espectador já se acostumou tanto com isso que foi impossível não ter certeza absoluta de que Mike seria pego pelos seguidores de Carroll assim que deixou o FBI para ir até o hotel. Isso eleva alguma suspeita para cima de Donovan. Quando ele optou por não mostrar o arquivo de David para Ryan, ele sabia que Mike tentaria burlar o sistema e assim poderia ser suspenso. Votaria no Donavan para seguidor de Carroll, mas acredito que isso seria um pulo muito alto para a seita de Joe.
Falando em pulo grande, Welcome Home deu boas vindas para a nova casa de Joe Carroll e apresentou seu grande amigo Roderick. Como era de desconfiança geral, Roderick é peixe grande, xerife de uma pequena cidadezinha nos Estados Unidos e assim conseguiu organizar toda essa equipe em volta de Carroll. O mais assustador de tudo foi a revelação de que Roderick também é responsável pelas mortes que colocaram Joe na cadeia, Carroll assumiu toda a culpa e por isso Roderick lhe é tão devoto.
O episódio também mostrou um Joe atual que nós não estávamos acostumados a ver. Carroll se diz apaixonado por Claire e Joey, mas é um doente, um assassino frio, calculista e muito inteligente. O mundo que envolve ele e seus seguidores é sinistro e muitas coisas desafiam nossos olhos, que se esforçam para ver algo que às vezes fica longe de ser um drama policial e beira a ficção científica. No entanto, em alguns momentos Joe é apenas um bêbado sendo assediado por sua aluna. A química entre ele e Emma é evidente. Também é evidente que ainda não descobri o que essa menina tem, além de ser atirada é claro, que anda pegando todo mundo nesse seriado.
No entanto, um dos que certamente Emma não vai pegar é Ryan, o nosso herói, que deu espaço em Welcome Home para outro herói, Mike. A grande sacada do episódio foi causar uma tensão sobre a possível morte dele. Sim, qualquer um pode morrer na série e fora Carroll e Hardy, já percebemos que isso realmente pode acontecer. Perder Mike deixou o episódio nervoso, mas é aí que o herói surge. Mike aguentou a tortura no osso e não falou onde estava Claire. Além disso, pegou Roderick de surpresa e o deixou com cara de besta quando conseguiu identificá-lo. Deu um aperto no coração quando Ryan chegou e Mike se esforçou para dizer que não contou onde Claire estava.
Ryan esteve muito bem salvando Mike do grupo de insanos de Carroll, mas ainda não consegui entender porque Debra ficava de guarda, próxima a um carro pronto para partir, e não ficou perto do carro. Depois que eles fogem aí sim ela sai correndo atrás bem atrapalhada e não acerta nem um tiro em nenhum pneu ou nada que pudesse atrapalhá-los. Assim fica difícil do FBI ganhar alguma batalha nessa guerra.
Mesmo assim quem saiu perdendo peças foi Carroll. Além dos cinco homens mortos por Ryan, sobrou o coitado do doente do Charlie, que falhou novamente na tentativa de recuperar Claire e deixou Carroll sacrificá-lo. A cena da morte dele foi fria, uma das coisas mais doentes até aqui em The Following. O momento em que Louise chega com o plástico para não sujar o chão foi de arrepiar e a trilha sonora, novamente perfeita, pareceu nos levar sem convite para dentro do que estava acontecendo. Charlie era um dos seguidores mais sem noção e mais chatos que Joe tinha. Para a audiência ele não vai fazer falta, já Carroll vai precisar procurar outra pessoa para cuidar da informática do seu clubinho.
No fim de Welcome Home é difícil escolher algum lado que tenha saído ganhando. Mike foi gravemente ferido e Ryan conseguiu atrapalhar os planos de Carroll, mas nenhum dos dois deu grandes avanços em seus planos. Joe continua solto e Ryan ainda tem Donovan no seu encalço. Por outro lado, em matéria de lazer Carroll tirou o atraso com Emma, enquanto Hardy passou uma noite deprimente ao lado de Mike no hospital. De uma forma ou de outra nosso herói sempre fica com fama de “loser”.
Elementary – Déjà Vu All Over Again
16/03/2013, 20:34.
Gabriela Pagano
Reviews
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Imagine a seguinte situação: você está lá, esperando o metrô como faz todos os dias – enquanto conversa ao celular com uma amiga, para se distrair -, quando um homem desconhecido te entrega um buquê de flores, dizendo que a namorada cancelou o encontro com ele e ele não queria desperdiçar o arranjo. Romântico, né? Seria, se a série fosse Beauty and the Beast e não Elementary. Nos segundos seguintes, o mesmo rapaz – que usava capuz, barba e óculos escuros, para não ser identificado – empurra a menina para os trilhos quando o metrô está quase chegando. A chegada trem anunciava, também, um episódio de emoções fortes.
Seis meses atrás….
Foi incrível passear para o “passado nem tão distante” nesse episódio. A gente pôde vivenciar o momento exato que a Watson atendeu a um telefonema recebendo a proposta de ser acompanhante de sobriedade do Sherlock (o que é quase o tempo real mesmo, porque a série estreou há 5 meses, mais o tempo em que tiveram que resolver as burocracias do contrato e afins, cerca de 6 meses). Achei bem bacana terem mostrado isso, porque nós, enquanto espectadores, nos sentimos ainda mais íntimos dos dois protagonistas. A contratação aconteceu na mesma época do caso do metrô.
Março de 2013
De volta aos dias atuais, a Watson estava tendo um treinamento especial com Alfredo (o ator Ato Essandoh, de Copper, da BBC America, voltou a aparecer), um ex-ladrão de carros. Foi muito engraçado porque, nitidamente, ela não tem talento para quebrar a lei!
Acontece que Sherlock recebeu um telefonema do pai – não do pai, exatamente – para que ele trabalhasse em um caso para um advogado do patriarca. Muito contrariado, ele vai à reunião e descobre do que se trata: a irmã da secretária do advogado está sumida há 6 meses e ela acredita que o cunhado, marido da vítima, tenha matado a moça. O casamento dela passava por problemas e, antes de desaparecer, ela gravou um vídeo se despedindo do marido, dizendo que estava muito impressionada com o caso da moça das flores no metrô e que parou para pensar na vida… E, por isso, estava indo embora. O problema é que, meio ano depois de partir, ninguém mais ouviu falar sobre a moça.
Holmes passa o caso para a Watson e essa se torna a primeira investigação dela sozinha, sem a ajuda do detetive veterano. Watson interroga o marido da desaparecida – que diz que também gostaria de ver a mulher novamente, vê-la bem, mesmo que não fosse com ele e mimimi – e logo fica desconfiada. Nesse momento, também desconfiei do rapaz bonito, bastante apresentável. Ele tinha uma fala tão ensaiada, sem nenhuma naturalidade, tão teatral, que, nesse ponto, não sabia se era intencional, parte do roteiro da série, ou por que o rapaz era mal ator mesmo. Até que, na cena seguinte, a Watson mostra uma antiga gravação da polícia, em que esse marido, prestando depoimento, havia dito exatamente as mesmas palavras, como quem decora suas falas. Ou seja, ele era ótimo ator e o personagem… Bem, o personagem se tornou o suspeito principal.
Tendo seu alvo definido, Watson se empenhou em provar a culpa do rapaz e não quis nem saber do bom senso para atingir o objetivo (Go, Watson!). Lembra o treinamento para arrombar o carro? Pois bem, ela usou esse novo conhecimento técnico aqui. Seguiu o ex-marido da vítima e notou que ele estava colocando um baú – que pertencia à família da mulher e ele havia dito que ela levou com ela quando partiu – no porta-malas do carro. Ela, então, vai averiguar… Mas é “pega no pulo” e acaba na cadeia. Isso mesmo. Na primeira investigação, ela foi parar atrás das grades – quando, na verdade, ela deveria era colocar alguém lá. O feitiço virou contra a feiticeira, minha cara Watson.
Depois, enquanto estava presa, o Sherlock foi visitá-la e, mais uma vez, fomos presenteados com uma cena fofa. Pelo vidro, conversando através de um “telefone”, os dois trocarem olhares suspeitos e o detetive tentou justificar o que a Watson fez, levantar a auto estima dela, dar razão à amiga.
Com a ex-médica já fora da prisão, os dois se uniram para investigar os casos – a moça desaparecida e quem jogou a mulher do metrô no vagão; encontrar o assassino.
Os dois ocorridos, é claro, se completavam. Em uma grande reviravolta no final, a Watson descobre que, na verdade, o vídeo de despedida da mulher desaparecida foi feito há 18 meses, não há 6, como o marido alegava. A mulher das flores, que ela citava nas imagens, se tratava de um outro caso em que uma vítima havia caído no trem e morrido, também com um buquê nas mãos. Seis meses atrás, quando decidiu se livrar da mulher, o marido precisou cometer um crime parecido, também no metrô, para, então, tornar a vídeo legitimamente “mais recente” e, assim, sair ileso de qualquer suspeita. O que ele não contava era com a astúcia da nossa nova detetive. Que orgulho da Watson!
Altas emoções!
O que eu mais amei nesse episódio é que ele foi uma montanha-russa de emoções. Num primeiro momento, ficamos encantados com o ato do homem do metrô presentear uma estranha com flores – quem não gostaria que isso acontecesse com a gente? Aí, levamos o susto por ele empurrá-la para os trilhos – isso, a gente já dispensa. Aí, a todo momento, somos levados a mudar de opinião sobre o marido, que vezes parecia culpado, vezes, não. Confesso que torci que ele não fosse, porque me afeiçoei à figura dele.
Quando a Watson arrombou o carro, me senti bastante angustiada com aquele suspense todo, como se estivesse vendo um thriller no cinema mesmo. Gostei da experiência. Depois, quando os amigos da mais-nova-detetive-de-Manhattan começaram a duvidar dela, uma mistura de compaixão e identificação tomou conta do meu coração (ouin). Quem nunca se sentiu inseguro em relação aos próprios talentos? O que é mais legal é que, se ali colocam a figura da inteligência perfeita do Sherlock, os roteiristas tornam as coisas mais humanas na figura da Watson. Como Clark Kent e o Superman, em que é preciso humanizar “o super homem” através do jornalista tímido Clark (como explica “As Estrelas e os Mitos”, de Edgar Morin). Tanto que, ao final do episódio de Elementary, após obter êxito em seu caso, a Watson mudou seu status de trabalho nas redes sociais: de “acompanhante de sobriedade” para “detetive consultora”. Existe coisa mais humana que isso? Todo mundo adora expor os feitos, de alguma maneira, para os amigos verem nas redes sociais. É humano.
Claro que, no final do capítulo, o Sherlock ia aprontar. Ele entrou no quarto da amiga e, ao convidá-la para uma nova investigação, disse:
– Você atingiu um sucesso mínimo, Watson. Não vamos nos entusiasmar, ok?
Ele pode não ter se entusiasmado com os últimos ocorridos, mas… A gente, enquanto espectador, ficou empolgadíssimo! Eu fiquei. Que episódio incrível.
p.s.: só eu achei que a voz do Sherlock estava mais grave no início do episódio? Parecia quase rouca. Pode ser só impressão. Ou ele estava resfriado (como um episódio leva cerca de 8 dias para ser gravado, dava tempo da gripe ter se curado ao longo do capítulo, por isso a diferença do começo ao fim. Desculpa a conversa fiada, pessoal, estou tentando analisar meus instintos investigativos). Já estou acabanando… Por falar no detetive, ele estava mais no etilo “dirty jokes” em Déjà Vu, né?
p.s.²: já repararam que o Sherlock, quando está prestes a revelar o que descobriu, tem mania de ficar mexendo os dedos da mão freneticamente, com os braços esticados para baixo, como numa dança sincronizada? Muito fofo! Coisa de criança arteira.
Pronto. Acabei. Obrigada pelo tempo dedicado à leitura da review. Até mais!
The Walking Dead – Arrow on the Doorpost
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The Walking Dead tão acostumada a emendar finais de episódios emocionantes e seguir no próximo episódio com a sequência da cena, deu um pulo entre Clear e Arrow on the Doorpost. Após aumentar o estoque de armas e munição com a ajuda de Michonne e Carl, Rick aparece com Hershel e Daryl em uma reunião sinistra com o Governador no meio do nada no mundo dos mortos vivos .
O que poderia ainda assim ter muita tensão acabou monótono, e a melhor notícia é que o drama pode aumentar porque o Governador ofereceu paz em troca de Michonne. No entanto, o que poderia gerar uma grande tensão, acaba não funcionando tão bem assim. Rick conta apenas a Hershel sobre a proposta de Philip e confessa que ficou na dúvida se ia aceitá-la. Nesse momento toda a esperança se esvai. Apesar de Rick ter melhorado sua sanidade mental, é irritante ver que ele chegou a cogitar que se entregasse Michonne ao Governador, Philip não mataria todos eles da mesma forma.
Agora o que pode acontecer é uma luta pela sobrevivência e, uma hora ou outra, a verdade sobre a proposta do Governador vai surgir. No entanto, acredito que essa verdade não traga tanta discussão no restante do grupo, porque é praticamente óbvio que o Governador quer matar todo mundo de qualquer forma, assim como Merle descreveu para o grupo do presídio em alguns episódios atrás. Philip vai querer matar um por um e deixar o Rick por último, para que ele acompanhe o sofrimento dos seus amigos.
Em Arrow on the Doorpost o que de mais assustador aconteceu foi a abertura do episódio, que está ótima nessa terceira temporada da série. Uma explicação para isso pode ser que a responsável pelo encontro de Rick e Philip foi Andrea, uma personagem que está se tornando uma das mais irritantes do seriado, depois que Lori abandonou o posto e ainda assim continuou chateando a audiência depois de morrer. Para piorar a situação de Andrea, nem o Governador e nem Rick deram muita importância para ela, a moça seguiu em cima do muro, a conversa não serviu para praticamente nada e um dos encontros mais esperados da temporada foi quase uma decepção.
Apesar de tudo, Arrow on the Doorpost apresentou um Rick do qual estávamos ficando com saudade. O líder do grupo da prisão defendeu sua família, enfrentou bem o Governador e chamou ele de “o bêbado da cidade que derrubou minhas cercas e destruiu meu quintal”. Adorei o Rick enfrentando o Philip, pena que faltou um pouco mais de efetividade na conversa entre os dois. A única coisa que podemos esperar agora é um ataque iminente. O mais intrigante é que The Walking Dead não deixou nenhuma pista de como esse enfrentamento pode acontecer. Dessa forma, se o próximo episódio resolver resgatar o ritmo dos primeiros da temporada, podemos aguardar boas surpresas.
O episódio também teve outros dois pontos muito interessantes. Um deles foi o fato de Milton estar organizando um livro contando a história do que acontece nesse mundo pós-apocalíptico, ele tentando entrevistar Daryl foi algo. E outro ponto interessante é ver o trabalho de mensagem de texto e vídeo. No início do episódio Andrea tenta alertar o Governador sobre como seria importante fazer um acordo de paz com Rick, pois o verdadeiro inimigo dos dois grupos é o mesmo, os errantes. Logo adiante no episódio Daryl, Martinez e Andrea são obrigados a lutar juntos contra um grupo de mortos vivos que aparece perto do prédio onde ocorre a conversa nebulosa entre Rick e o Governador.
As conversas entre Martinez e Daryl e Hershel e Milton foram muitos mais interessantes do que a dos seus comandantes. Eles mostraram como no final das contas seus desejos são muito parecidos e o “bêbado da cidade” realmente é o Governador. No entanto, se nem Andrea conseguiu sair de cima do muro, como esperar alguma coisa de Martinez e Milton? Mesmo sendo difícil de acreditar The Walking Dead tem elementos interessantes para trabalhar uma rebelião em Woodbury.
Outro ponto interessante é que o Governador tentou se conectar com Rick quando contou como perdeu a mulher e como o povo de Woodbury espera que ele os proteja, pois não existe mais ninguém capaz de fazê-lo. Philip foi muito esperto na conversa, já Rick mostrou que sua cabeça anda bem melhor, mas em alguns momentos ele pareceu tolo. Não consegui acreditar que ele realmente pensava que o Governador ia pedir a prisão pra ele e também acho difícil que o grupo continue acreditando nisso e não resolva, então, pensar em ir embora ao invés de comprar a briga com Woodbury. Aí sim Rick precisaria contar a verdade a eles.
Outro ponto é que a trilha sonora de The Walking Dead segue ótima, ao contrário da percepção de realidade de Andrea. Não dá pra acreditar que ela realmente caiu na história de que ajudou muito a implantar a paz mundial quando marcou o encontro entre Rick e o Governador. Depois da reação de Milton com a conversa da “carnificina” eu acredito que Woodbury pode se rebelar antes mesmo de Andrea cair na real. No entanto, as imagens prévias do próximo episódio, Prey, mostram que deve acontecer bem ao contrário. Os fãs de Andrea podem inflar os pulmões para o próximo episódio, a moça parece que vai fazer a diferença.
The Carrie Diaries – Hush Hush e The Great Unknown
16/03/2013, 15:22.
Gabriela Assmann
Reviews
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Tá se tornando repetitivo dizer que foram dois bons episódios, né? No entanto, sim, foram. Até agora The Carrie Diaries não teve nenhum episódio ruim. A única coisa que incomoda um pouco são as repetições de plots, no entanto parece que alguns finalmente tem se resolvido e andado. Eu realmente acho uma pena que uma série como TCD esteja na bolha do cancelamento, mas vamos torcer e cruzar os dedos.
Em Hush Hush tivemos de novo aquele plot da Carrie tendo que escolher entre as festas da escola e as festas da Larissa em Manhattan, mas dessa vez tive a sensação de que ele foi melhor desenvolvido. Dessa vez Carrie usou o sapato novo, se produziu toda, combinou com as amigas (que ficariam na festa da escola) de enganar o pai e foi linda e loira curtir a festa em Manhattan. A partir daí tudo se desenvolveu.
Mouse e Maggie botaram Sebastian na parede e ele resolveu provar que estava apaixonado pela Carrie indo atrás dela em Manhattan. Mouse foi junto enquanto Maggie foi à festa da escola pra ficar com Walt. Adoro Mouse e Sebastian juntos. A amizade deles é bem fofinha. No fim nada deu certo e eles não encontraram a Carrie lá, mas pelo menos as amigas viram que ele tá apaixonado por ela.
Donna resolveu contar pro Walt que a Maggie tinha traído ele e surpreendentemente (pelo menos pra mim) os dois engataram um romance. O que torna essa história interessante acaba acontecendo em The Great Unknown quando os dois namoram e estão se dando super bem, exceto pelo fato de Walt não sentir desejo sexual por ela. Donna, super sensível, conversa com Walt e faz ele começar a assumir, pelo menos pra ele e pra ela, que ele sente esse desejo por garotos e não garotas. Adorei a amizade dos dois e espero que se desenvolva e que ela ajude ele a sair do armário. A propósito adorei a Donna desse episódio. Ela não é aquela vaca que aparentava.
E pra mostrar que nada é tão ruim que não possa piorar o pai da Carrie finalmente resolve voltar a viver e pasmem, vai pra mesma balada que Carrie, porque sim, Manhattan deve ser mesmo um ovo. A balada era toda filmada passava ‘ao vivo’ em várias televisões o que também é super comum. Pronto, tava feita a tragédia. O pai da Carrie viu ela numa TV e proibiu ela de continuar trabalhando na Interview e de frequentar Manhattan.
Voltando a comentar The Great Unknown, Carrie e Sebastian acabam voltando já que ela se comove com a prova de amor que ele dá para ela em Hush Hush. Os dois são tão fofinhos juntos que dá vontade de apertar. Ameeeei que os roteiristas citaram o ship Kyddshaw e incorporaram ele na história, fazendo com que eles tenham shippers na escola.
Pra variar (e de novo repetir plot) Dorrit resolve atrapalhar a visita do cunhado e arma mais uma das suas pra ver se consegue atenção. Sorte que o Sebastian é antenado em Sex Pistols e se liga que a Dorrit deve ter fugido para Manhattan para ir ao hotel onde aconteceram coisas importantes na história da banda.
Achei meio desnecessário o surto da Carrie com medo de estar apaixonada e principalmente na hora que o Sebastian se oferece para levar ela até Manhattan. No fim das contas ele encontra Dorrit antes que ela e parece se dar bem com a cunhada, que começa a gostar dele. Espero que isso faça com que esse plot da Dorrit revoltada com os namorados da irmã acabe.
Finalmente Tom resolve voltar a viver e engata um relacionamento, ainda que só sexual, com uma professora da academia que ele frequenta. Para sorte da Carrie e alegria do mundo todo o amigo dele tá de romance com a Larissa o que faz com que ela encontre Tom e fale, ainda que sutilmente, umas verdades pra ele. Ele não é um pai ruim, só tava meio equivocado. Ele reflete e acaba deixando Carrie voltar a trabalhar na Interview, só estabelece algumas regras e limites.
Gosto da Mouse e acho ela super engraçada, mas nesse episódio achei um pouco forçado. Aquelas cenas dela se exercitando na lanchonete não foram engraçadas, foram patéticas. E óbvio que ela e o West vão acabar ficando enquanto lutam para ver quem vai ser o melhor aluno da turma.
PS: A cena final de The Great Unknown foi fofíssima.
PS 2: Senti falta da Maggie em The Great Unknown.
PS 3: Quero um Sebastian pra chamar de meu.
Grimm – Face Off
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“A vontade de conquistar é a primeira condição da vitória”.
Nos primeiros minutos de Face Off lembrei porque Grimm deixou saudades nesses quase quatro meses de hiato. Monroe fez uma falta tremenda, principalmente com suas pitadas de humor no meio das situações dramáticas. Essas tiradas de Monroe ainda ficaram mais frequentes porque a vida de Nick só tem piorado nesta última temporada e o retorno da série mostra que o Grimm ainda vai ter muito trabalho pela frente se quiser sorrir de novo.
Apesar de ter descoberto o motivo de ter perdido a namorada para o chefe, o clima entre Nick e Juliette tende a esfriar ainda mais depois desses amassos todos dela com o capitão Renard. Considerando que Nick e Juliette nunca chegaram perto de um casal com química alguma, os últimos acontecimentos chegam como uma esperança de que Nick comece uma vida de solteiro ou ache um par mais emocionante para acompanhá-lo nessa vida de Grimm. Inclusive Renard e Juliette tiveram muito mais química do que jamais a moça conseguiu ter com Nick.
Talvez a química esteja mesmo com Renard, porque Juliette nasceu para ser sem graça. Já o capitão se deu bem em Face Off e além de pegar a ex de Nick pegou de jeito a ex de Hank e mostrou que tem ainda mais química com Adalind. No time do Grimm o único que se deu bem mesmo foi Monroe, que recebeu com flores a volta de Rosalee. O retorno da moça deixou todos mais felizes, os fãs da série e principalmente Nick, Renard e Juliette que finalmente viram uma luz no fim do túnel para acabar com o feitiço feito pela hexenbiest Adalind. Aliás, um dos poucos momentos que Juliette teve graça foi quando abriu a porta de casa e deu de cara com Nick e Renard juntos: “agora o quê”?
Como citado antes, o toque especial de Grimm segue sendo as cenas de humor sarcástico de Monroe e Nick. Uma das mais engraçadas foi a cena do surto de Nick: “Existe algo que não acabe em morte?” E o melhor ainda foi a sinceridade de Monroe: “Na verdade não”. Rosalee ainda tenta dar algum tipo de esperança “Não… que eu saiba”. Na sequência ainda tivemos a ótima edição que conta a história do destino do gato que infectou Juliette. A montagem das imagens de Nick empolgado com a descoberta de um possível antídoto, Rosalee e Monroe lembrando o que tinha acontecido com o gato e as imagens em flashback mostrando que não seria mais possível ter a ajuda do gato na produção do antídoto foram ótimas.
A falta do gato obriga, segundo Rosalee, que Nick participe do processo que vai quebrar o encanto entre Juliette e o capitão. A curiosidade ficou sobre qual será o papel de Nick, além de precisar passar pelo terrível processo de purificação. Apesar da cena catastrófica do final do episódio, todos sabemos que Nick deve sobreviver ao processo, assim como o capitão precisou fazer para despertar Juliette do coma.
O episódio também merece destaque pela cena de luta entre Nick e Renard, muito bem coreografada. A atitude do capitão de entregar a chave ao Grimm não chega a ser uma surpresa. Sempre tive suspeitas sobre a verdadeira posição dele em relação à Nick, e um pouco antes do encontro com o Grimm, Renard decidiu sozinho que não entregaria a chave para Adalind, que certamente a levaria até a realeza.
O mistério mesmo ficou sobre o porquê de Adalind querer engravidar de Renard, e que linha temporal foi essa que Grimm tentou apresentar no episódio. No que pareceu no máximo a passagem de menos de um dia, depois que Adalind conseguiu “pegar” o capitão, ela já aparecia vendo o resultado do teste de farmácia. Pareceu rápido demais, principalmente porque na cena anterior Nick estava se contorcendo com a poção da purificação. E vamos combinar que só Adalind e a cabeça dos figurinistas de Grimm para colocar a personagem fazendo teste de gravidez com um salto gigantesco daqueles. Quase Grimm caiu do salto.
Face Off não foi um grande episódio, mas trouxe um elemento muito importante nessa altura da segunda temporada da série. Finalmente Nick sabe quem é Renard e de agora em diante provavelmente os dois estarão do mesmo lado e contra a realeza. Assim como a descoberta de Hank sobre o mundo Grimm fez a série evoluir, acredito que essa nova revelação deva acrescentar muito para o seriado da NBC. Grimm tem tudo para fechar uma ótima segunda temporada, que certamente já conseguiu ser muito superior ao primeiro ano da série.
Dallas – The Furious and The Fast
15/03/2013, 11:32.
Cátia Dos Santos
Reviews
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Em The Furious and The Fast concluiu-se a historia do maior e melhor personagem da serie, J.R., o grande vilão de Dallas, inteligente e ambicioso. O que mais se esperava dessa temporada de Dallas era ver como reagiriam os outros personagens com a morte do ator que interpreta J.R. O episódio foi de certa maneira bem eficiente ao lidar com isso, mas devo dizer que ele merecia ter partido em um episódio melhor do que esse. A série tem mantido um alto nível desde a premiere dessa temporada, e logo quando ela faz um episódio mais fraco, J.R. se despede.
Basicamente, o episódio se propôs a mostrar a rivalidade dos Ewings, tentando resolver o que é melhor: metano ou petróleo. Bobby e Christopher executarem um plano contra Jonh e Sue Ellen, que foi muito inteligente, mas que dependia de Pamela para dar certo. (#Ela é um enigma para mim, tanto parece ser vilã como não, me confunde essa “bipolaridade” dela.) Adoro a personagem e queria que ela e John ficassem juntos. Foi legal ver Christopher vencer a corrida mesmo com John Ross tendo o sabotado (#E eu torcendo para que não vencesse.). No fim Pamela acabou optando por ficar do lado de Christopher, o que achei muito má onda dela com John Ross, depois de todos os planos de vingança ela volta atrás na palavra! #QueFeio
Do outro lado, temos a pobre Emma completamente encurralada por seu pai e pela sua avó. Foi muito fofo ver ela indo atrás de Ann sem pedir permissão aos dois. Eles são problemáticos e controladores, deu para notar bem isso no momento em que eles têm ataques de fúria. Emma já notou que as coisas não são assim como os dois dizem e foi procurar a mãe. Gostei de ver Harris se revoltando com sua mãe, e adorei ver ele empurrando-a contra a parede. Adivinha o que a velha tentou fazer? Ela tentou fazer cara de magoada e triste (#porém o minúsculo sinal de expressão em seu rosto me causou medo!).
Elena continua no plot de tentar fazer o irmão desistir de continuar procurando petróleo e ele continua dizendo que era o sonho do pai e que não pode desistir. (#O que este plot proporcionou para esse episódio? NADA!).
E com tristeza, é a hora de nos despedirmos de J.R.! Com uma cena emocionante, na qual ele diz ter orgulho de seu filho, John Ross, ouvimos os passos atrás dele e, por fim, o barulho de tiro. J.R. disse que estava tramando o plano final que ninguém esqueceria e, logo em seguida, levou um tiro. Com certeza essa cena já estava planejada, porém acredito que o plano dos produtores era repetir o “quem atirou em J.R.”. Mas, agora, com a morte do ator, infelizmente tiveram que ser transformar isso em “quem MATOU J.R.”.
No final do episódio, The Furious and The Fast, podemos concluir que foi ótimo e teve um fim muito emocionante.
PONTOS A DESTACAR:
#RIPJ.R. … Você vai deixar saudades. Quero muito saber como vai ser conduzido o mistério sobre a morte do personagem;
#Só eu reparei que o nome do episódio tem uma ligação com os filmes, que Jordana Brewster (Elena) participa (está quase estreiando o sexto), Fast and Furious?!
*A review foi originalmente publicada no Dominação Nerd.
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