TeleSéries
The Carrie Diaries – The Long and Winding Road Not Taken e Identity Crisis
30/03/2013, 21:08.
Gabriela Assmann
Reviews
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Sinceramente não gostei muito de The Long and Winding Road Not Taken. Achei o episódio mais fraco da temporada de The Carrie Diaries até aqui. Eu esperava mais do aniversário de Carrie Bradshaw. A dúvida dela entre Castlebury e Manhattan já é um plot repetido por demais e que só vale a pena de repetir se acontecer algo muito surpreendente que derive daí, o que definitivamente não foi o caso desse episódio. Não aconteceu nada de empolgante na festa a não ser o reencontro de Walt e Bennet e o Sebastian perdendo a linha na bebida. O que podia ter sido interessante que foi o contato da Carrie com um agente literário não teve seguimento até agora.
Nesse episódio cabe destacar a evolução da história da Dorrit. Embora eu ache tosco ela ter roubado de novo pelo menos as coisas acabaram de uma forma um pouco melhor pra ela. Foi fofo ela e o carinha da loja de discos, mas acho que alguém precisa dar um basta nas idiotices que a Dorrit faz.
Quando eu achei que ia rolar a primeira vez de Kydshaw a mala da mãe do Sebastian resolveu aparecer e conseguimos entender, nestes dois episódios, pelo menos um pouco das burradas que ele faz às vezes. Com uma mãe dessas como ser bem certo? Mas ele é totalmente fofo ainda assim.
A história da Mouse com a estudante de Harvard também não me desceu muito. Eu sei que no fim tudo isso só vai servir pra aproximá-la de West, mas ta me parecendo um pouco forçado. A propósito, pensei bastante no porque de Maggie e Mouse nunca irem a Manhattan com a Carrie e o Walt sim, mesmo ele sendo de uma família com hábitos mais tradicionais que as delas… Mouse até não faz muita questão, mas e Maggie? Enfim, não entendo. Deve ser porque naquela época havia ainda mais machismo do que hoje.
Em contrapartida gostei muito de Identity Crisis. Não dispersou muito, focou no que era mais importante e conseguiu fazer um episódio muito engraçado.
Carrie está se sentindo cada vez mais em casa em Manhattan e na Interview. Se eu não soubesse em quem Carrie Bradshaw iria se transformar anos mais tarde acho que meus palpites chegariam perto, pois a personagem está sendo bem construída e a AnnaSophia Robb ta dando muito bem conta do recado.
O plot do Walt ta sendo muito bem desenvolvido. Finalmente ele está se dando conta de que é gay mesmo e que não tem como fugir disso. Ele faz o possível para encontrar o Bennet e quando encontra fica claramente mexido. A conversa da Carrie com ele foi muito fofa e teve um tom bastante sutil, embora tenha demonstrado pelo que os gays passam.
Finalmente o Tom resolveu seguir a vida de vez. Quando vi ele discutindo com a Deb tinha certeza que isso ia acabar em pegação. Parece que dessa vez ele ta disposto a dar continuidade no caso, já que até pegou o telefone e estava disposto a ligar e continuar se encontrando com ela. Só estou achando que o fato de Maggie e Sebastian terem visto e escondido da Carrie ainda vai dar alguma coisa errado.
Achei que a história da Mouse deu uma melhorada nesse episódio e já deram indícios de que ela e o West não vão demorar muito pra ficar juntos. O plot do Sebastian de novo foi repetido com a história da família dele, mas pelo menos parece que agora fechou o ciclo já que a mãe dele foi embora de novo.
A observação mais importante desse episódio pra mim foi que mesmo quando a Larissa nem aparece no episódio ela consegue roubar a cena. Acho a personagem boa demais. Os momentos da Carrie correndo atrás do pacote do Andy Warhol foram impagáveis. Só isso já valeria o episódio! Muito bom!
Modern Family – The Wow Factor
29/03/2013, 19:59.
Maísa França
Reviews
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Modern Family retornou do hiato com um episódio mediano. Às vezes acho que pra manter o ritmo de uma comédia como essa seria melhor que não houvessem hiatus de um mês como aconteceu. Mas vamos considerar que esse episódio foi mediano e os outros tendem a melhorar para que cheguemos a um final de temporada ótimo. The Wow Factor, apesar de tudo, teve suas cenas e diálogos memoráveis.
Começando pelo enredo principal do episódio que, finalmente, deu continuação ao que tinha começado em Diamond in the Rough: a casa que Cam e Claire compraram pra poderem alugar depois. Como sempre, quando os dois se juntam é confusão na certa. Um tentando sabotar o outro pra conseguir colocar o que bem entende na casa e desse modo a tática usada por Cam, que recebeu o nome de ‘Cavalo de Tróia’, consiste em mostrar o mais caro enquanto na verdade se quer o mais barato. Claire por sua vez utiliza de números e porcentagens para confundir a cabeça do sócio. Pra tentar ganhar essa discussão Cam convida nada mais nada menos do que sua nêmesis lésbica, Pam. O fato dela ser empreiteira animou Cam que contava que a mulher a ajudaria a conseguir o que queria para a casa. O que ele não contava era que Claire ficaria sensualizando para a mulher com direito à água na camiseta branca pra ficar transparente e braços cruzados para firmar os seios. Vale tudo no mundo dos negócios, não?
Além da tentativa sensual de Claire, as cenas mais marcantes desse arco da história foram: Cam gritando “Love it” agudamente no melhor estilo gay do personagem, fazendo até com que os pedreiros colocasse protetores auriculares para evitar possíveis problemas de audição; e a fonte que Cam instalou na casa na qual os peixinhos indefesos que ele colocou pra dar um charme começaram a ser arremessados por causa do jato de água da fonte.
Mais uma vez, Phil ficou por conta da casa e, mais uma vez, ele quer mostrar pros filhos que ele sabe alguma coisa e que eles precisam aprender a se virar sozinhos. O pote de açúcar que Alex derruba foi demais. Quem nunca derrubou o pote de açúcar e tentou colocar de volta no pote? Fiquei feliz que isso não acontece só aqui em casa. As meninas mostraram que são moderninhas e sabem que sempre tem “um cara” pra consertar as coisas caso elas precisem e não, esse cara não é o Phil. Lembram da primeira temporada onde o degrau da escada estava quebrado e vivia pregando peça em todos que passavam por ali? Pois é, esse cara não é o Phil.
Acho que já está bem gasto também essa história do Phil querer se aproximar dos filhos sempre dando uma lição. Ele é um bom pai ao estilo dele, acho que não deveriam forçar nisso sempre que Phil fica sozinho com as crianças.
Falando em passar um tempo com o filho, chegamos à outra história que também está super batida. Como sempre ninguém quer passar um tempo com o Manny (porque ele é muito chato, claro) e Jay e Gloria ficam empurrando o menino um para o outro. Jay faz algo errado mas no fim as coisas se ajeitam porque Gloria também faz algo errado. Fim. Nada de emocionante nessa parte da história.
Quem roubou o episódio mais uma vez foi Lily mesmo que indiretamente já que Mitchel foi quem teve destaque na história dos dois. Se não fosse pelo bullying sofrido pelas crianças da escola onde Lily estuda, Mitchel não teria destaque. Pra acabar de uma vez por todas com o “valentão” do jogo de handebol (na série foi chamado de handebol mas que não passa de uma bola sendo jogada em uma parede, mas que também não é squash ou seja, é somente uma bola que é rebatida com a mão e os roteiristas não encontraram nome melhor pra colocar) Mitchel resolve desafiar o menino. A primeira tentava é em vão ele, além de perder do garoto, ainda é zoado por ele. Acontece que ele vai pedir ajuda para um ótimo jogador de handebol (oi?): Luke. E as melhores cenas dessa história (pra não dizer do episódio todo) são aquelas nas quais Luke ensina técnicas de como se portar nas quadras. As aulas foram tão boas que agora quem pratica o bullying no colégio é o prório Mitchel.
Observações:
– Senti mais uma vez que os atores convidados não tiveram a participação que deveriam ter. Dessa vez a injustiçada foi Wendi McLendon-Covey que interpreta Pam.
– Fiquei procurando o “fator uau” da minha casa e não encontrei…
Once Upon a Time – Selfless, Brave and True
28/03/2013, 14:33.
Redação TeleSéries
Reviews
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*Oi, Oncers. Quem vos fala é Mariela, e passei para dar duas notícias. Como ouvi dizer que vocês preferem a ruim primeiro, vamos lá: o Mario Madu, queridão “dono” das reviews por tanto tempo, tá atarefadíssimo e, infelizmente, não tem mais tempo para resenhar OUAT. Mas o barco da magia já tem um novo comandante, o Junior Melo, que acaba de chegar ao site para dar continuidade no trabalho do Madu. Então, sejam legais com ele! Bem-vindo, Junior. E com vocês, a review!*
Parece que esse segundo arco da temporada de OnceUpon A Time já tem vilões definidos e, aparentemente, não serão personagens dos contos de fadas. A ameaça sempre esteve perto e ninguém nunca imaginou?
Mary Margaret continua se sentindo culpada pela morte de Cora e com medo do que tem acontecido com ela após este fato. Ao contrário de David, Emma acha que Mary deve enfrentar tudo isso sozinha, para se fortalecer. Essa fase depressiva da personagem só está fazendo descontruir toda a mulher forte que foi mostrada para nós na primeira temporada, aos poucos a Snow guerreira dos primeiros episódios vai se transformando em uma mulher fraca e que só comete burradas. Ainda não engoli o que ela fez no penúltimo episódio.
O foco principal desse episódio, para nossa felicidade, foi August – ou Pinóquio, para os íntimos. Ele estava sumido desde o episódio Tallahassee, quando conhecemos a história de Neal. O personagem estava o tempo todo em Storybrooke, morando em um trailer na floresta. E Mary, que estava na floresta tentando mudar o seu humor, acabou o encontrando e descobrimos, junto com ela, que August não foi afetado pela quebra da maldição. O homem virou boneco de madeira graças as suas escolhas de vida no passado.
Tivemos mais um flashback no qual, para contextualizar a situação de August, somos inseridos no momento em que ele volta a se transformar em madeira enquanto estava em Hong Kong. Achei um pouco estúpido ele querer ir ao hospital, sendo que já sabia que nenhum humano iria poder enxergar a perna mágica dele. Será que depois de anos vivendo no mundo real ele não percebeu que não havia mágica ali? Tudo bem, ele foi mesmo ao hospital e por sorte encontrou um homem que sabia quem poderia ajuda-lo, o senhor Dragão. Espero que futuramente contem mais sobre esse tal Dragão, pois não entendo como ele veio para o mundo real e ainda assim pode usar mágica.
Tamara, noiva de Neal, vai morar com ele em Storybrooke e como nada acontece por acaso, a moça tem segundas intenções em relação à cidade. Ela se mostra descrente quando Neal conta a verdade sobre ele, mas com o flashback de August vemos que Tamara já sabia de tudo. Ela, assim como Pinóquio, foi conhecer o Dragão e usar a sua cura, cada um para o seu respectivo problema. E não é que a moça que chegou de fininho se mostrou a maior duas caras e ainda veio com planos totalmente bem estruturados!?
E o visitante da cidade, que como vimos no último episódio já visitou a cidade no passado, foi desmascarado por Regina. Acho que com esse novo problema nas costas a Regina vai esquecer um pouco mais da Mary e assim esse fim de temporada não vai ficar cansativo e mais do mesmo.
Fiquei um pouco triste com o fato do August ter voltado a ser criança, pois gostava da ideia dele e da Emma como um casal. Prefiro os dois a ela com o Neal, mas o foco da série agora vai ser esses dois como casal, uma pena. E só eu achei estranho o aparecimento repentino da Fada Azul na hora de salvar o August? E o fato de ele morrer com uma arma de choque?
O final foi um pouco decepcionante, em partes, mas no todo trouxe grandes possibilidades para esses últimos quatro episódios e acho que teremos um grande cliffhanger para fechar a segunda temporada. Um episódio com alguns furos, mas que retomou o ritmo que fez Once Upon A Time ser uma série tão gostosa de assistir.
P.S.: episódio inédito, agora, só em 21 de abril. Até lá.
*Texto de Junior Melo.
Bates Motel – Nice Town You Picked, Norma
27/03/2013, 22:55.
Gabriela Pagano
Reviews
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Desde que me instalei no quarto de número 12, na extremidade do “L” do Bates Motel, percebi que tinha uma vista privilegiada. Minha janela ficava de frente para a casa principal, que o Norman e Norma dividem, ali no alto da colina, e eu tratei logo de espreitar pelas vidraças – com as portas trancadas, é claro.
Logo nos primeiros dias, um rapaz loiro e de estatura média apareceu bem cedinho e apertou a campainha da casa principal freneticamente! Gostei dele, porque, como a gente diz, ele “chegou chegando”, fazendo escândalos, se anunciando. Mais tarde, descobri que ele era o filho mais velho da Norma, Dylan, parece que os dois não se dão muito bem. E a cara dela recebê-lo foi impagável, ela não fingiu alegria ao vê-lo, não se esforçou o mínimo que fosse. Que mãe, hein?
Dali, ele seguiu para um bar de strippers e mostrou que as olheiras no rosto (a equipe de maquiagem da série arrasou) não estão ali por acaso. Devo confessar que me afeiçoei ao rapaz. Talvez, eu tenha uma quedinha por bad boys, mas convenhamos que aqui no Bates Motel, dos males, ele é o menor…
As emoções do dia não se esgotaram por ali, não. Ainda naquela manhã, o pai da Bradley quase morreu queimado, dentro do próprio carro. Uma cena horrorosa de ser ver, em que a equipe de maquiagem se fez notar mais uma vez. Quando a Norma comentou com o xerife Romero que aquilo era horrível, alguém atentar contra outra pessoa daquele jeito, ele riu com deboche, como se aquilo fosse corriqueiro em White Pine Bay. Ma-ca-bro.
A Bradley ficou arrasada, porque, embora o pai dela tenha sido levado com vida ao hospital, os médicos não acreditam que ele vá sobreviver. O Norman até comprou flores para a menina, para tentar confortá-la, mas foi impedido pelo namorado dela de entregar o ramalhete pessoalmente. Apesar de haver algo de muito sombrio no Norman, ele parece ter um coração puro, que se comove com as pessoas. Mesmo com o Dylan, que a Norma me deixou escapar ser meio-irmão dele: enquanto a mãe não parece ter um pingo de carinho pelo filho, o Norman até demonstrou algum afeto pelo irmão.
Por falar no Dylan, ouvi uma discussão entre ele e a mãe de madrugada… Ele queria saber como ela conseguiu dinheiro para comprar o hotel, pois, desde sempre, a família enfrentou dificuldades financeiras. Ela disse que foi o seguro de vida do finado marido que garantiu que ela começasse a vida nessa nova cidade e ele sugeriu que a morte do homem tenha sido muito conveniente para ela. Será que ela matou o pai do Norman?! A resposta dessa pergunta deve ser a grande “sacada” da série. Tem outro babado nessa história toda: a razão da matriarca não se dar bem com o filho mais velho é porque, enquanto ainda estava casada com o pai do Dylan, ela teve um affair com o pai do Norman – que, depois, virou seu marido, que Deus o tenha.
A Norma, aliás, é bem safadjenha. Enquanto estava em um café no centro da cidade, tentando fazer novas amizades, vi pelo vidro, ainda do lado de fora, a Norma se insinuar para o delegado Shelby (que é um gato, devo acrescentar!). Ela colocou os braços para fora do carro e disse “Coloque as algemas!”. Sério, o café que eu estava tomando bateu no estômago e voltou depois dessa frase horrorosa! É que na noite anterior, bem vi quando o xerife, acompanhado do Shelby, foi fazer uma visita à casa principal, perguntar à Norma sobre o ex-proprietário do imóvel, que estava desaparecido e foi visto discutindo com ela.
Pois bem, voltando ao presente, os dois estavam lá, conversando no meio da rua, quando o delegado bonitão a convidou para entrar na cafeteria. Que tipo de policial oferece uma xícara de flerte, digo, de café, à pessoa investigada? E os dois estavam se “paquerando” descaradamente. De fazer as pessoas sentada à mesa ao lado – incluindo eu – ter ânsia de vômito. Ouvi direitinho quando ele convidou a investigada para ir a um festival tradicional da cidade.
Ele disse:
– Não posso te pegar [em casa] por causa do caso do Keith [o desaparecido]. Mas podemos nos encontrar lá. Quer dizer… Eu vou estar lá, você vai, então…
E ela quase se matou (ops, melhor não usar essa palavra com ela), ela quase se acabou de rir com a insinuação do rapaz, como uma adolescente.
Voltei correndo para o hotel e do meu quarto, ainda consegui ver a Norma escolhendo uma roupa para a ocasião, pedindo opinião ao filho adolescente. Tem algo de sombrio na felicidade efervescente dela… Resolvi entrar na casa e espiar de perto o que acontecia ali. A Norma estava se trocando na frente do garoto, que parecia incomodado com o ato. Ela respondeu, contrariada “Sou sua mãe.” A relação dela e do Norman é muito estranha, há uma obsessão anormal ali.
Quando a Norma já havia saído, ouvi um estrondo muito alto vir da cozinha da casa principal. Dylan tinha Norman com o rosto pressionado contra a geladeira e gritava ao irmão mais novo que “ela” estava o destruindo. Havia um prato de porcelana quebrado sobre a pia e Norman olhava com rancor para os estilhaços, que seriam capazes de rasgar uma garganta. Pensei que aquilo era só para causar um suspense, que ele não faria nada. Mas ele fez e foi para cima do irmão com um martelo. O Dylan se esquivou e, em seguida, deu uma surra no Norman. Bates Motel não fica prometendo… Vai lá e faz.
No final da briga, o menino mais novo, que estava estendido no chão, dizia repetidamente:
– Ela não é uma prostituta, ela não é uma prostituta.
Ele se referia à Norma… E o fato dele dizer aquilo tantas vezes me fez acreditar que, bem lá no fundo, ele achava isso dela, sim – sobretudo depois de descobrir a “missão delegado”, em que ela disse que estava saindo com Shelby para que não investigassem o desaparecimento do ex-dono do hotel – que ela, by the way, assassinou.
Não acho que o Dylan seja uma má pessoa. Para mim, ele é carente do amor da Norma (não consigo me afeiçoar a ela!). Mas o Dylan é irônico, ele é “o humor” – ainda que negro – da série. Algumas vezes, a Norma me confunde, pois o rapaz a chama pelo nome, mas ela gostaria que ele o chamasse de “mãe”. Ainda não consegui decifrar se existe sinceridade nisso ou é apenas chantagem emocional. Mas é fato que a relação dela com os dois filhos é totalmente diferente, ela controla o Norman, não o deixa ter amigos. Já o Dylan é um rebelde (ainda que com causa). Em determinado momento, enquanto ela e o mais novo limpavam o chão da cozinha com pano úmido, o Dylan chegou e pisou no chão molhado, comendo uma bolacha sem usar um prato, deixando as migalhas caírem sobre o piso limpo. Toda pessoa que já varreu um chão na vida sabe que é a coisa mais irritante que alguém pode fazer (mas vendo assim, acontecer com os outros, achei engraçadíssimo). Dylan: <3
Senti pena dele ainda na cozinha, quando ele observou mãe filho dividindo uma tarefa e perguntou:
– Você não se cansam um do outro?
Entendi todo o ressentimento que ele tem da mãe, de ser um menino que, para estabelecer contato com a família, precisou investigar para descobrir onde eles moravam, pois eles haviam se mudado sem informá-lo. Que coisa mais triste! Mas, em seguida, aconteceu uma coisa que me fez repensar na compaixão que estava desenvolvendo pelo Dylan (que antes de me desapontar, fez mais uma piada com os parentes). A campainha tocou e ele se levantou da cadeira prontamente, dizendo:
– Eu atendo, tudo bem. Não parem de esfregar.
Se fosse eu, esfregava a vassoura na cara dele depois dessa. Na porta, Emma (a menina com problemas respiratórios) chegou para estudar com Norman. Mas, antes que pudessem se dedicar aos livros, a menina precisou enfrentar um verdadeiro questionamento da Norma, que não hesitou em fazer perguntas inconvenientes, quis saber até expectativa de vida da menina, na maior cara de pau. O Dylan tentou interromper a conversa, parecendo ter bom coração. Entretanto, quando o Norman subiu para o quarto com Emma, ele se aproximou da mãe e fez a primeira piada de muito mau gosto:
– Você acha que ela tem que tirar aquilo do nariz quando eles se pegarem?
A Norma fez cara feia, talvez ela estivesse mesmo com piedade da menina ao fazer todas aquelas perguntas chatas e eu estou a julgando mal, pegando no pé dela quase que gratuitamente. Dylan, não esperava isso de você…
Depois dos estudos, Emma e Norman saíram para investigar acontecimentos passados da cidade litorânea em que eles vivem. Aparentemente, escravidão sexual e plantações de maconha fazem parte do lugar. Algo que o delegado Shelby já havia sugerido para a Norma, quando ele disse que as pessoas da cidade “fazem queijos artesanais e vivem em casa milionárias”, que a economia ali é algo obscuro. A cidade é um verdadeiro mistério.
Para tentar entender um pouco melhor das coisas que acontecem ali, até entrei no blog da Emma (ela assiste Homeland e ouve She & Him!), quem sabe ela divulga alguma informação útil sobre as investigações ao lado do Norman – já que, ocupada em seguir os passos da “chefinha” Norma, não terei tempo de acompanhar pessoalmente a jornada dos dois jovens.
Por falar na matriarca, mais no final da noite, ainda vi pela janela a Norma sensualizando para passar creme nas pernas, porque é o que todo mundo faz, quando… uma cicatriz! Em Bates Motel, nada do que aparece é, sempre vem surpresa. Como será que ela adquiriu a marca?
Surpresa, no entanto, não vai ser se o Dylan deixar o hotel de uma hora para a outra. Depois da briga na cozinha, quando Norma chegou e viu o filho mais novo machucado, ela disse que Dylan precisava partir. Ela não esperava que o menino concordasse em deixar o irmão ir embora… Mas ele concordou. Dando uma olhada no IMDB, percebi que o ator Max Thieriot (que interpreta o Dylan) vai participar de poucos episódios da série. E, analisando o enredo, querem muito o Dylan fora mesmo – mas eu quero que ele fique! A verdade é que ele está se arriscando. Durante a semana, ele fez insinuações para a mãe em relação à morte do marido, dando a entender que iria expor ao mundo como ela e o esposo viviam, que não tinham a vida perfeita que aparentavam. Pouco ainda foi nos revelado nesse sentido. Mas… Conhecendo a Norma, ele sabe que está brincando com fogo ao ameaçá-la.
Fogo também fez parte da última cena de Bates Motel, quando um homem apareceu pendurado, em chamas, no poste de uma das ruas da cidade. Mas esse é um mistério para os próximos capítulos. Alguém dos quartos ao lado tem alguma opinião sobre isso?
Aliás, quando será que o hotel vai receber os hóspedes oficialmente? Histórias interessantes podem surgir daí… Mas do quarto 12, eu não saio.
Grimm – Mr. Sandman
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“’E agora temos olhos – olhos – um belo par de olhos de criança’, ele sussurou”.
As imagens de “próximo capítulo” de Grimm, que são exibidos sempre ao final dos episódios, muitas vezes contêm spoilers que atrapalham o acompanhamento da série na semana seguinte. No caso de Mr. Sandman, como eu já sabia que Nick seria ferido pelo wesen, fiquei metade do episódio esperando o momento em que Nick ficaria cego e, na sequência, ver o que Rosalee e Monroe fariam para salvá-lo. Enquanto esse momento não chegava, Grimm apresentou um episódio mediano, com algumas cenas fracas no contexto e outras tiradas divertidas. Monroe pareceu que esteve menos presente do que o necessário temperando as cenas de Grimm. O mistério de Juliette ficou ainda mais confuso e assim Mr. Sandman acabou um pouco sem sal.
Apesar da falta de tempero, o episódio teve cenas interessantes como o jantar de Rosalee, Monroe, Nick e Hank. Quem aí não ficou com vontade de sentar numa mesa e tomar um vinho com essa turma? O assunto da roda também era interessante. Rosalee afirmou que o interesse de Renard em Nick é porque ele é meio príncipe, meio hexenbiest e assim não é aceito na família real. Ter um amigo Grimm seria ótimo para o bastardo Renard tem alguma vantagem. Agora, Nick precisa descobrir em qual lado o capitão está e, como bem lembrou Monroe, “quantos lados ele tem?”
Enquanto Nick e sua turma não descobrem mais informações sobre Renard, Portland continua movimentada, mas não tão empolgante. A morte da primeira vítima do Jinnamuru Xante foi um tanto irritante. Ela estava na própria casa e mesmo assim o nervosismo foi tanto que a moça teve a brilhante ideia de escalar a própria estante da sala, estante com vidro! Como assim? Outra situação que fica cada vez mais inexplicável em Grimm e em Mr. Sandman ficou evidente, é como os wesen do mundo gostam de provocar problemas em Portland. Nesse episódio até uma espécie típica da África do Sul veio aparecer na cidade.
Apesar da “participação internacional” o caso de Mr. Sandman continuou mediano, acredito que um pouco prejudicado pelo preview apresentado no final do episódio anterior, Natural Born Wesen. Depois de seu hiato Grimm ainda não atingiu o ótimo nível que alcançou nos primeiros episódios da temporada. Fora o caso do homem mosca que se alimenta de lágrimas, Mr. Sandman tratou de várias situações paralelas que estão se demorando em apresentar uma solução. A dúvida sobre as verdadeiras intenções de Renard só aumenta, Adalind conseguiu uma aliada no seu plano maluco da gravidez e Juliette acha que está enlouquecendo com as visões que a perturbam dentro de casa.
A loucura de Juliette tende a ter uma resolução simples, até demais. No episódio descobrimos que a nuvem de fumaça que parecia uma pessoa tem as feições de Nick e isso pode caracterizar o retorno progressivo da memória de Juliette. Se for só isso, a história até funciona, mas o desfecho de todo esse plot da amnésia da ex de Nick vai ficar muito fraco. Assim, meu voto continua sendo para que a personagem se atire no buraco no meio da própria sala.
Por outro lado, uma personagem que se destacou em Mr. Sandman foi a irmã da segunda vítima, Casey. Além de quase salvar a irmã, ela conseguiu se defender do Jinnamuru Xante, ou Andre, e acabou matando o wesen. Depois da primeira vítima ter sido muito desastrada, Casey surpreendeu e chamou a atenção no episódio. Pena que a história não mostrou se a sua irmã sobreviveu. Outro ponto positivo do episódio foi ver Hank, Monroe e Nick trabalhando juntos no trailer do Grimm.
Ainda assim a melhor consequência do episódio foi que os parasitas do Jinnamuru Xante, que deixam a vítima cega e causam oncocercose, acabaram dando mais poderes a Nick. Os parasitas afetaram seu senso de localização. Mesmo sem enxergar Nick consegue visualizar o que está ao seu redor, como se tivesse um sonar dentro de si mesmo, como se fosse um morcego ou golfinho que enxergam por meio de infrassons e ultrassons. Outro feito do Grimm no episódio foi o golpe final que apagou Andre, quando eu crescer quero aprender como fazer um igual.
The Vampire Diaries – Bring It On e Because The Night
26/03/2013, 16:06.
Mônica Castilho
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Que loucura é essa em The Vampire Diaries, meu povo?!
A Elena nunca foi um ser muito legal na série, e com o desenvolvimento da história ela foi ficando cada vez mais vulnerável ao mundo sobrenatural, o que só aumentou o drama. Então finalmente ela se tornou vampira, o que em teoria seria a solução dos problemas para uma humana frágil em apuros, mas foi aí que tudo começou a desandar, como vimos. Elena mesmo sabendo que ser vampira é mais seguro, queria voltar a ser humana, e para piorar a crise existencial da garota, Jeremy – que até se tornar caçador teve na série a mesma utilidade de uma planta – morreu, o que fez com que a nova vampirinha desligasse os sentimentos, as emoções e o chororô.
Com a Elena desligando os dramas, titia Julie Plec nos fez pensar que finalmente teríamos uma protagonista legal e descolada, quase uma Katherine. Só que ao invés disso a menina ficou mais chata! Como pode isso, produção?! Nem o Damon desligado fez tanto estrago e tanta confusão com o único propósito de irritar todo mundo.
De garota sem sal e chorona, a vampira Gilbert se tornou uma adolescente rebelde que mata gente em público e nem espera o corpo do irmão esfriar antes de dar uma festa para toda juventude bêbada e drogada da cidade. Parece que junto com as emoções, o semancol também foi desligado, afinal ela poderia fingir estar em luto, pelo menos. Enfim, em pouco tempo todos de Mystic Falls que sabem sobre os vampiros não estavam mais suportando a nova versão da garota, e sobrou para Damon dar uma de babá e tirá-la de circulação.
Tudo só fica legal porque Damon leva Elena para Nova Iorque com a desculpa de lá ela poder matar pessoas sem levantar suspeitas, por a cidade ser enorme. Pois bem, e lá coisas incríveis começam a acontecer… Como por exemplo a Elena depois de quatro temporadas finalmente deixar de lado aquele cabelo de “vaca lambeu”. Tá certo que ela ficou uma versão morena da Avril Lavigne nos tempos de patty rebelde com aquelas mechas cor de rosa, mas melhor do que continuar como estava.
Um mérito que The Vampire Diaries tem é a capacidade de fazer excelente uso dos flashbacks, e apesar da ida à Grande Maçã já ter agitado as coisas, as cenas do passado deixaram tudo ainda melhor e adicionaram Lexi à lista de “já peguei” do Damon. Mesmo os flashbacks terem o propósito apenas de mostrarem Lexi agindo como psicóloga vampiresca com o Salvatore mais velho, o clima rock ‘n roll serviu para divertir e deixar mais leve essa história cheia de dramas. Só o que não estava leve era a mão do Damon para o lápis de olho. Ééé, Daminho, eu notei sua queda para maquiagem nos anos 70!
Como sempre Damon tem um plano em execução, e o desta vez era fazer com que a Elena ficasse distraída na cidade grande enquanto ele procurava pistas da Katherine. Entretanto, desligar as emoções deixou a Elena além de irritante, inteligente, e ela logo percebeu que estava sendo enganada e tratou de virar melhor amiga da Rebekah para elas acharem a Katherine antes e ficarem com a cura. Como se não bastasse, o elo de ligação acabou junto com os sentimentos e nem controlada por Damon ela pode ser novamente.
Não sendo o bastante uma descontrolada, temos duas, só que a segunda não sendo tão inteligente quanto a primeira. Bonnie teima em não ver os estragos feitos por Silas, mesmo que todo mundo ao redor dela morra, se descontrole ou se machuque. Ela é a prova de que para cada pessoa não muito inteligente, um esperto se dá bem. Silas, ainda determinado a cumprir o terceiro massacre, obrigou Bonnie a atrair doze bruxas para a exorcizarem da Expressão e acabarem morrendo por não resistirem a magia. Entretanto, não sendo suficiente a Bonnie ter problemas de compreensão das situações envolvendo o caráter de Silas, Caroline (que realmente não anda muito esperta ultimamente), foi quem “sem querer querendo” finalizou a matança. Conclusão: Elena e Rebekah saíram na frente pela cura, Silas completou os massacres e tudo deu errado para o lado bonzinho da força.
A série melhorou bastante nesse final de temporada, mas a Elena é sempre oito ou oitenta, e isso juntamente com o fato dos Salvatore continuarem babões por ela, é revoltante.
P. S. [1]: Hayley com Klaus e Stefan com Caroline. Dois casais nada a ver, e de uma vez só. Já não basta nos torturarem com essa nova Elena?
P. S. [2]: Alguém mais ficou com medo da Bonnie demoníaca? Sério.
Chicago Fire – Fireworks
25/03/2013, 14:01.
Maísa França
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Particularmente, achei o episódio Fireworks muito morno e fraco para o padrão da série. Um episódio para completar a temporada e dar o pontapé inicial em algumas situações mas sem grandes surpresas e nada de tão emocionante. Totalmente o contrário do que imaginei que seria já que a série retornou de um hiatus.
Dawson não contou nada então Petter Mills e sua sede pela verdade continuaram com tudo e dessa vez o menino com cara de bom moço não suportou ouvir a versão da história que ele não queria e partiu pra cima do Bennie Severide, que lhe falou umas verdades. Essa foi, talvez, a cena mais inesperada do episódio já que Mills está sendo testado diariamente para se tornar parte do esquadrão, de fato. A atitude do Chief Boden mostrou, mais uma vez, que seu profissionalismo fala mais alto quando é colocado em jogo também o seu lado pessoal. Mills está suspenso do batalhão até segunda ordem, mas acredito que será por pouco tempo.
Nos foi esclarecido que o pequeno caso que Boden teve com a mãe de Mills foi quando ela e o marido haviam rompido e que o caráter do bombeiro falou mais alto, pois ele foi capaz de deixar a mulher quando percebeu que seu amigo ainda tinha sentimentos por ela. Gostei da cena em que ele esclarece isso com Dawson. Mostra que, além de tudo, ele é humano.
Benny Severide pelo menos não apareceu de volta ao batalhão só pra deixar as coisas mais emocionantes. Ele também serviu para que descobrissem como foi que um dos incêndios do episódio ocorreu. Que aliás, foi um dos piores casos da série até hoje e mais um no estilo “quero dar o golpe na seguradora”. Clichê o extremo! Mas, a resolução desse caso só foi possível porque ninguém menos que Boden permitiu a ação de Benny, porque apesar de tudo, o Chief reconhece a capacidade de lidar com uma investigação de incêndio que, de acordo com ele, só Benny possui.
Apesar de todas as pistas nos levarem ao fato de que Shay e Severide podem ter um filho juntos, eu acreditava que a atitude partiria dele e não o contrário. Pois bem, depois de ter descoberto que Mouch também era um doador e de ter conversado com ele a respeito do processo de doação, Shay resolveu falar com Severide. A princípio o bombeiro pareceu hesitar e quase negar a proposta mas tudo indica que ele será o amigo de sempre e fará essa boa ação. Já disse antes, e volto a repetir, que sou contra essa atitude mas não nego que será um bebê super lindinho caso isso siga adiante.
Heather está apostando todas as suas fichas em Casey e o bombeiro parece estar gostando da coisa. Depois do beijo no episódio anterior, a moça já se jogou logo pra um jantar na casa do bombeiro e adormeceu no sofá. Essa simples atitude da moça promete ser a o combustível que vai alimentar a velha discussão entre Casey e Severide sobre a mulher do falecido amigo Darden. Isso mesmo, a velha discussão que nós esperávamos no início da temporada.
O grande problema em Chicago Fire é que muitos episódios estão ficando jogados no meio da temporada e vários plots estão sendo finalizados muito rapidamente e esse vai-vem de intrigas e personagens que os roteiristas jogam pra nós a cada episódio é quase uma afronta à nossa inteligência. Espero que eles consigam acertar o ritmo até o final da temporada.
The Following – Love Hurts
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O amor machuca. Não, aqui não estamos tentando construir a letra do mais novo hit da melhor banda de todos os tempos da última semana. O amor machuca e fere até mesmo um serial killer. Talvez seja esta a verdadeira dor em que acreditam Joe Carroll e seus seguidores. Todo o resto é apenas encenação, um trecho de um livro, umas palavras perdidas que talvez tenham algum significado, talvez não. Em Love Hurts, The Following produziu novamente um capítulo caprichoso de uma história que pode mudar de rumo a cada episódio, cada página de livro, cada cena, cada morte.
A busca pelo amor de Claire ainda é o centro do que move The Following. Apesar desse fato ficar mascarado pelas mortes, a seita, adorações, sacrifícios, histórias e até pela captura de um grupo de serial killers pelo FBI. Enquanto a força policial não se der conta de que a seita de Carroll é muito mais que um grupo de assassinos reunidos, o rato vai continuar fugindo do gato e fazendo a festa pela casa. Os súditos de Joe não são apenas assassinos, são pessoas problemáticas que realmente acreditam que fazer todo o possível para participar da história de Joe é o que basta para que suas vidas tenham algum significado. Eles são capazes de tudo e esse tudo é muito mais abrangente do que o FBI está acostumado a lidar.
Enquanto a burocracia segue atrapalhando o trabalho de Ryan, o ex-agente é beneficiado pela ligação dele com Joe, tanto a ligação que faz os dois serem o centro do que acontece com a série, quanto a ligação que Carroll faz para Ryan em Love Hurts. Joe questiona a saúde de Mike, Ryan diz que sente muito pelas mortes dos homens de Carroll. A acidez de Ryan diverte, a frieza de Carroll sobre a morte de seus “amigos” dá medo: “Tudo bem, tenho mais deles”.
Quanto mais seguidores Joe consegue reunir junto dele, mais mortes significativas são apresentadas na série. Depois de Charlie, Love Hurts traz as mortes de Paul e Louise, dois potenciais seguidores de Joe, mas que acabaram mortos no nono episódio dessa primeira temporada. Mais uma característica significativa da série, The Following não poupa os personagens de mortes prematuras. Os seguidores de Joe realmente acreditam que estão tornando suas vidas significativas quando morrem e matam por Carroll. Curiosamente, as mortes de seguidores como Charlie, Louise e Paul tornam-se significativos para o contexto do seriado.
A história do capítulo da nervosa e angustiada fã de Carroll, Amanda Porter, foi também significativa. Tentar atingir Claire e Ryan indo atrás de outras mulheres que também têm o nome Claire Matthews foi assustador. Principalmente porque na história do seriado existem 87 Claire Matthews nos Estados Unidos, 14 no Estado da Virgínia e 5 que residem em Richmond, incluindo a original, a ex de Carroll e amor de Ryan.
A perseguição pela última Claire Matthews foi um bom momento do episódio, apesar do clichê de uma possível vítima de assassinato resolver comparecer a uma festa de máscaras ao ar livre e deixar o celular em casa. O que vem se tornando repetitivo é a captura dos seguidores de Carroll. Desta vez foi Amanda, e se ela seguir o ritmo de seus coleguinhas, quando foi interrogada no quartel general vai aceitar falar somente com Ryan, e em algum momento ela vai dar um jeito de morrer e dizer que isso aconteceu por causa dele.
Mas nada fica mais estranho que a vida amorosa de Emma. Roderick falando que cada um possui uma área cinza e usando como exemplo a situação de Emma foi até cômico. Emma dormiu com Joe, que ama a sua esposa, mas Emma também tem um namorado e esse namorado também tem um namorado. Foi hilário. O ciúme que Emma tem de Joe é esperado, e chega a ser divertido como ele a usa e logo depois foge dela. A chegada de Jacob, com a cara que ele chegou, promete muito em The Following. Principalmente agora em que ele finalmente se tornou um assassino.
Roderick também deve desenvolver mais no próximo episódio. Em Love Hurts Emma questionou como ele conseguiu se tornar xerife da cidade e Roderick esteve especulando o caso de Emma e Joe. Com a morte de Louise, o braço direito de Carroll estará ainda mais sozinho e pode deixar transparecer um ciúme, que às vezes parece ter de Joe, ou entrar na roda de Emma, quem duvida?
Jacob chegou no quartel general de Carroll sozinho e transtornado. A cena mais forte do episódio foi a morte de Paul. A trilha sonora foi perfeita, Jacob se tornou um assassino e as circunstâncias da morte de Paul quase fazem o espectador entender o lado de um seguidor de Carroll, sobre o que é significar alguma coisa. Com certeza, a cena, o ato, o amor entre os dois e até mesmo a sina doentia por assassinato e morte deixou tudo muito significativo. Fica difícil imaginar a mãe e o pai de Jacob encontrando o corpo de Paul no sofá da sala, um homem assassinado pelo próprio filho enquanto dizia “eu te amo”.
Love Hurts de certa forma teve um “final feliz” como Amanda programou por tanto tempo em seu capítulo. Ryan conseguiu salvar a vida da xará do seu amor, Claire Matthews. O herói da história de Carroll teve um ponto a seu favor, mas a saudade que sente de Claire o machuca e Joe brincou com isso.
Ryan é um bom herói. Umas das coisas que mais gosto em The Following é que os heróis, normalmente Ryan e Mike, realmente atiram para matar, e não ficam acreditando que os vilões vão se entregar ou que eles não vão acertar o tiro. Eles atiram e matam, simples assim. A morte de Louise é um exemplo.
The Following não tem mais números, notas, estrelinhas. Fica difícil medir o nível em que a série chegou. Se o episódio apresenta alguns deslizes podemos diminuir um pouco a nota. Do contrário, só é possível seguir a classificação máxima para mostrar o quanto a estreia da série conseguiu ser significativa para os fãs do gênero. The Following é uma das melhores estreias dos últimos anos. Dizer só isso já é significado suficiente.
Grey’s Anatomy – Idle Hands
22/03/2013, 23:00.
Mariela Assmann
Reviews
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E o McBaby é…
Bom, antes dessa revelação, muita coisa rolou no episódio! Confesso que gostei menos de Idle Hands do que dos episódios anteriores. Não foi um mal episódio, longe disso. Os anteriores que foram bons demais. E, ainda assim, o episódio deu uma boa continuidade para as tramas de final de temporada.
April ganhou destaque no episódio. Novamente, não tive vontade de socar a cara dela. Tá certo, ela voltou pro mimimi de esperar. História velha, batida, que já cansou. A novidade foram as piadinhas sobre o parque de diversões. Impossível não rir das expressões de Mer e de sua resposta. Sim, todos sabemos que ela adora frequentar o parque de diversões. Aliás, ela e Derek já se divertiram em vários dos brinquedos.
No final das contas, April se convenceu de que nem toda diversão é aconselhável PARA AQUELE MOMENTO. E foi a história da super máquina de raio-x que fez com que a médica se desse conta de que muitas vezes a espera será beeeem recompensada depois. E eu, que apostava que logo ela e Avery estariam visitando o parque novamente, acabei quebrando a cara.
E por falar em diversão, Callie e Arizona também foram para o parque. SIIIIM, finalmente a loirinha cedeu às investidas de Callie, e elas voltaram a fazer sexo. Aliás, preciso dizer que achei muito boa a condução do plot da Arizona. Shonda soube dosar bem momentos de mimimi, revolta e superação. E agora parece que Robbins cedeu no que faltava. Ao deixar Callie ajudá-la, ela venceu a última barreira que precisava ser vencida. Acredito que agora o relacionamento Calzona voltará ao normal, e todos agradecemos por isso. Eu estava com saudade de tanta fofura.
E Alex? Gente, acho que quem mais se divertiu – em um episódio repleto de crianças brincalhonas – foi ele. Tirar sarro com a cara do obstetra fez o dia de Alex e de seu paciente mais feliz. Mas confesso que fiquei com A MAIOR PENA DO MUNDO quando o chato disse para Karev, praticamente, que quem ri por último ri melhor. Aliás, esse foi o primeiro episódio que não gostei da trama de Jo e Alex. Esperava mais, depois daquela cena “me possua” da mesa do bar. Como nem tudo são flores, meu shipper não se desenvolveu tão bem nesse episódio, mas continuo achando que loguinho eles serão um casal. TOMARA. Vai ser o cúmulo da fofura ver os dois bem juntinhos.
Diversão para Yang? Check! Ri muito quando Cristina finalmente conciliou sua parte médica com sua parte “pessoa do Conselho”. Uniu o útil ao agradável e ainda fez Bailey feliz, MUITO FELIZ (a propósito, Bailey esteve hilária. E ganhou mais destaque, lembrou um pouco a velha Miranda. Curti demais). E foi realmente engraçado observar Yang toda preocupada em derrubar o idiota do ex-colega (que como bem pontuou Mer, deve ser bem inteligente). Menção honrosa para os momentos quentes entre Hunt e Yang, eis que o médico estava todo feliz com o novo brinquedinho patrocinado pela atual namorada, ex-mulher.
Se por um lado todos estavam se divertindo, Mer estava apenas sendo a “old Meredith”. Seriously, Mer? Voltou a ser dark and twisty? Awwww, amo todas as versões dela, e foi legal vê-la toda pessimista novamente. Me lembrei das primeiras temporadas, repletas das partes sombrias e obscuras da minha personagem favorita. Claro que Meredith surtaria, CLARO. E foi super bacana observar ela lutando bravamente para não se entregar ao pessimismo. Derek deu show, e no meio da loucura da mulher, conseguiu abrir espaço para a racionalidade (gargalhei com aquele “durma, por favor”). Também, quem consegue lidar fácil com um pai insano e desesperado, controla qualquer situação fácil. Foi realmente lindinho ver Derek se preocupando em tranquilizar Meredith. Significa que agora ele realmente compreende e dá apoio à ela.
E isso tudo nos leva ao momento mais fofíssimo do episódio. Der e Mer terão um menino. Sim, senhoras e senhores. Zola vai ter um irmãozinho, McBaby vem aí! E que coisa fofa aquele ultrassom tridimensional! Ele tem 10 dedos nas mãos, está tudo bem com seu crânio e mamãe Meredith ficará mais calma, de agora em diante. E, consequentemente, a chance de papai Derek enlouquecer é bem menor. LINDOS, mal posso esperar pelo nascimento do menino.
No final das contas, esse foi um episódio mais leve e divertido. A emoção ficou por conta, especialmente, do caso da professora com câncer. A situação envolvendo contar para os alunos que ela não voltaria mais a dar aulas era especialmente complicada, e me tocou bastante. De resto, só risadas!
Na semana que vem, mais episódio inédito. E promete ser beeeem mais tenso que Idle Hands. Preparem os lencinhos de papel. Talvez precisemos deles. Até lá.
P.S.1: quão fofo foi Yang tentando se apresentar para o bebê? Awww, todo amor do mundo pela dinda Cristina Yang.
P.S.2: escolha errada da Mer em compartilhar os possíveis problemas do bebê com Yang e Karev. Gente, que medo dos problemas que eles imaginam pra criança. O mais legal é Cristina dizendo que conserta, não importa o que seja.
Hawaii Five-0 – Na Ki’i (Dolls)
22/03/2013, 13:18.
Anderson Narciso
Reviews
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Aloha! Ah, como é bom retornar de hiatus. É horrível ficar muito tempo sem episódios inéditos. E este hiatus de mais de um mês me fez esperar. Esperar por respostas e continuidade. E será que este episódio avançou na história?
Hawaii Five-0 nos trouxe um episódio meio termo. Com um caso “enche linguiça” e outro “continuidade”. Isso porque, Doris McGarrett parece cada vez mais se enrolar na corda de seus segredos. Mas vamos por partes…
Ok, este episódio já merece nota cinco, só por ter tido uma participação adorável de Catherine. Cada episódio que ela aparece, me apaixono mais ainda por ela. E em um episódio que ela aparece rodeada de mulheres lindas? Como não amar? A marmanjada agradece! Foi interessante ver o episódio sendo preenchido pelo esporte Roller Derby, um esporte sobre o qual, sinceramente, eu não tinha conhecimento. Uma espécie de patinação de gelo feminino, que ganha quem for mais agressiva? Mulheres se agarrando e se empurrando? Pode trazer mais para a TV, por favor… Bom, brincadeirinhas a parte, a equipe investigou um possível assassinato de uma das patinadoras da equipe do Hawaii. Catherine, foi parte fundamental da investigação, descobrindo todo o plano armado pelo técnico do time, que na verdade era um produtor pornô (oi?), e injetava drogas nas suas esportistas, a fim de depois tirar foto das mesmas nuas.
O esquema é desbancado pela nossa equipe, e o meliante preso. Faltou um pouco de ação, que ficou praticamente restrita às cenas iniciais, que nada tinham haver com qualquer dos casos. Sinto um pouco de falta da ação contínua que outros episódios de Hawaii Five-0 apresentavam. Mas fazer o que, nem tudo é perfeito.
Sobre a questão de continuidade, Doris está com a corda no pescoço. Quando me despedi na review anterior ao hiatus, queria saber algumas respostas, e neste episódio tivemos algumas – ou melhor, mais perguntas. Doris está escondendo o jogo como sempre, e desta vez, ela foi perseguida e assaltada, mas não por um assaltante qualquer. Informações de suas antigas missões, assim como uma lista de nomes, que ficava ali no Hawaii foram roubadas. E com isso, Catherine acabou não segurando e contando a Steve sobre o evento com Mangosta, que Doris enfrentou lá no início da temporada, em que Catherine presenciou uma cena de tortura nada convidativa. Claro que Steve ficou chateado por Cath não contar para ele sobre o ocorrido, e sinceramente, apoiei esta raiva dele. Doris deveria esclarecer toda essa história, mas parece sempre ter um outro segredo obscuro, que está determinada a manter a sete chaves. Seria este segredo, relacionado a Wo-Fat?
Teremos de esperar. Steve e Catherine fizeram as pazes, e podemos voltar a shippar com carinho este casal, que sinceramente adoro nesta série. Não mais, claro, do que Steve e Danno, que não tiverem seus arranca rabos semanais neste episódio. Entretanto, ainda continuo a cobrar o plot de Kono, que foi jogado na roda sem mais nem menos há alguns episódios atrás, e simplesmente o esqueceram. O que aconteceu com o telefone grampeado de Adam? E o irmão dele? Ficou por aquilo mesmo? Lamentável este tipo de furo.
Mas bem, vamos comemorar que Hawaii Five-0 retornou, e nossas segundas voltam a ficar repletas de ação. Semana que vem tem mais. Até lá!
The Walking Dead – Prey
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Desde o seu retorno, depois de um hiato de quase dois meses, The Walking Dead não conseguiu recuperar o ritmo que implementou no início da terceira temporada. The Suicide King foi ao ar no dia 10 de fevereiro acabando com a ansiedade de muitos fãs que aguardavam o retorno da série, as expectativas foram enormes e o seriado não conseguiu dar conta. Nessa segunda parte da temporada parece que The Walking Dead perdeu o fôlego, gastou toda a sua história nos primeiros oito episódios. Agora a série se arrasta para uma batalha inevitável, mas que vem sendo adiada já a vários capítulos: Woodbury e o Governador versus Rick e o pessoal do presídio.
Então, enquanto o dia tão esperado não chega, e haja espera, a série enrola a gente com uma demorada negociação que vai levar exatamente até onde todo mundo está esperando, a batalha entre Rick e o Governador. Dentre todos os episódios que nos enrolaram até agora, Prey é um dos que trouxe mais emoção para a série. Nunca antes o Governador tinha parecido tão doente, inescrupuloso e disposto a qualquer coisa para garantir sua vingança. Andrea finalmente resolveu se rebelar, mas foi tarde demais. Milton finalmente resolveu tomar uma atitude, mas também demorou demais.
O episódio começa com um sutil resgate ao passado. Andrea e Michonne conversando, ainda quando estavam sobrevivendo sozinhas nas florestas infestadas de errantes. Já na primeira cena, Prey mostrou quais seriam as personagens que ditariam o rumo dos próximos episódios. Até o final da temporada restam só mais duas exibições de The Walking Dead e Andrea e Michonne vão ser essenciais para o desenrolar final da história.
Rick e o pessoal do presídio terão que decidir comprar a briga de Michonne, enfrentar o Governador e salvar Andrea de outro presídio, um presídio de tortura em Woodbury. E é claro que eles vão decidir por isso, ao invés de entregar Michonne e tentar fugir, se não poderiam ter nos avisado para abandonarmos a série antes do retorno do hiato.
Do outro lado do barco, apesar da ótima interferência de Milton e Andrea nessa altura do campeonato, vamos combinar que os dois viveram tempo demais no mundinho de conto de fadas de Woodbury. Demorou muito para os dois perceberem que o Governador é verdadeiro vilão da história e não está muito interessado no bem-estar da população da “cidade modelo”. Mesmo assim, Milton não consegue abandonar o barco, alega conhecer o Governador ainda antes, quando este era apenas Philip.
Um mistério ainda maior se estende para a figura apavorante do Governador. Quem ele era antes do mundo ser dominado por errantes? Um homem comum que perdeu a mulher em um acidente de carro, tinha um emprego ruim e ainda teve a filha mordida por um errante quando a epidemia tomou conta da terra? O resumo da vida de Philip não é animador, mas se todos nesse novo mundo que tiveram suas vidas destruídas resolvessem virar um vilão de história em quadrinhos, o mundo estaria de perdido. Isso se for possível se perder ainda mais nesse mundo de The Walking Dead.
Já quem está ganhando simpatia são os irmãos Tyreese e Sasha, ainda mais agora que eles parecem ter se virado contra o governador e são os principais suspeitos do incêndio nas covas dos errantes. Deu até pra rir de Tyreese treinando tiro ao alvo e de Andrea tentando enganar os dois para poder sair de Woodbury. Aliás, uma vez na vida Andrea teve sorte e encontrou as únicas duas pessoas nos portões da cidade que a deixariam sair. Também não sei se podemos chamar de sorte, depois que ela percorreu um longo caminho e fugiu do Governador no meio do prédio abandonado, acabou sendo pega por ele nos portões do presídio, segundos antes de Rick poder enxergá-la.
A cena da perseguição do Governador a Andrea foi a melhor parte do episódio. Finalmente relembramos como era a antiga Andrea treinada por Shane. A melhor desenvoltura da moça foi quando usou os próprios errantes para conseguir ganhar tempo e fugir de Philip. No final das contas tudo foi em vão e Andrea foi parar na “oficina” de tortura do Governador. Mesmo assim, essa linha que foi costurada em Prey deve render muito no próximo episódio, This Sorrowful Life. Outro ponto forte do episódio foi o mistério que envolveu o incêndio dos errantes da cova do Governador.
A ótima trilha sonora de The Walking Dead embalou o final de Prey e deixou duas curiosidades para seres desvendadas nos dois últimos episódios da temporada. Quem ateou fogo nas covas dos zumbis e quem salvará Andrea? Apostas? Depois de uma temporada que começou surpreendente e de uma decaída após o hiato, a série da AMC finaliza a sua terceira temporada já com saldo positivo e prometendo muito mais para quem segue fã do seriado. Vale lembrar que a quarta temporada também já foi confirmada. Sente no seu sofá e “shoot them at the head”.
Pretty Little Liars – A Dangerous GAme
21/03/2013, 15:45.
Ariel Cristina Borges
Reviews
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E a season finale de Pretty Little Liars chegou, passou e deixou a gente com mais uma pergunta além das milhares que a trama sempre coloca na nossa cabeça: Foi só isso? Ok, foi um episódio muito bom e teria sido um dos melhores episódios das três temporadas da série… Se não fosse um episódio de final de temporada. UnmAsked, a finale da segunda temporada, foi n vezes melhor do que essa… Mas vamos aos fatos.
Depois de muitos e muitos episódios quase dormindo nas cenas de Ezria, eu quase chorei novamente, como fazia em épocas de primeira temporada, vendo eles dois. Ezria is over. Acabou. Num ato de puro masoquismo, Aria terminou com Ezra para que ele pudesse aceitar o emprego na escola e assim, ter uma renda fica para sustentar o filho de sete anos que caiu de para quedas no colo dele. Será que eles duram separados? Se não houver nenhuma interferência de fora – tipo a Maggie e o Wes, acredito que eles vão ficar juntos novamente em menos de sete episódios da quarta temporada.
A minha satisfação foi gigantesca ao ver que eu estava certa com relação à Shana: Ela não é flor que se cheire. Agora, resolveu aparecer cheia das amizades com Melissa, Jenna e Wilden, a ponto de tirar o corpo dele do local onde foi atropelado por Ashley… Também se sabe que elas três estavam nos arredores da cabana quando Red Coat estava para chegar. Provavelmente, colocaram fogo na casa e derrubaram Toby.
Falando no santo, Toby Cavanaugh está de volta, senhoras e senhores. Junto com ele, a resposta para a interrogação nas nossas cabeças desde The Lady Killer: Ele se juntou ao Team A para proteger Spencer e nunca esteve totalmente do lado encapuzado da força. Apesar de ser bem difícil de acreditar nisso quando lembramos das caras de psicopata que ele fez nas cenas em que apareceu trabalhando para Mona, isso tudo foi fácil de relevar quando o pretty eyes derramou lágrimas de arrependimento. Pelo menos para a Spencer, que mudou de desconfiada para enxugadora de lágrimas em segundos.
As partes que eu mais gostei no episódio foram, justamente, as cenas de Spencer e Toby, meu coração que sempre foi Spoby bateu até mais forte. E eles ficaram tão bem de Bonnie & Clyde juntos, armando para cima da Mona para descobrir quem era Red Coat que eu literalmente gritei quando ele saiu de perto dela no meio da floresta para ir atrás de sei lá quem. Será que eles ainda não aprenderam que não devem se separar numa floresta escura no meio da noite?
Mona, dear Mona, todo mundo achava que você era a badass do Team A, braço direito de Big A e no fim das contas, nem sabia quem é Red Coat, tsc, tsc… E quando nós finalmente achamos que íamos descobrir quem é este ser que ouviu repetidamente a história da Chapeuzinho Vermelho quando criança, a dita cuja resolve aparecer quando as meninas estão com a consciência abalada. Ok, Spencer e Mona pareciam mais lúcidas, mas quantas vezes as pessoas já se confundiram nessa série? Temos 98% de certeza que é Alison – e que ela está viva desde o princípio, como eu sempre desconfiei – ainda mais se analisarmos o nome do primeiro episódio da quarta temporada: “A is for Alive”. Convenhamos: Era a única escolha plausível dos roteiristas. Foi previsível, mas foi uma boa coisa. É provável que a próxima temporada vai seja mais agitada no quesito “acontecimentos” do que essa se a Alison resolver aparecer viva pela cidade.
Momento no sense do episódio: Depois de dias e dias embaixo d’água, o reprodutor da câmera de vídeo da viatura de Wilden ainda funciona. Só que a câmera gravou algo além do delegado sendo atropelado por Ashley e esse pode ter sido o motivo pelo qual ele queria tanto descobrir onde estava a viatura: destruir o vídeo, não para livrar a Marin mais velha do crime que cometeu, mas para livrar a cara das amiguinhas que o recolheram no local do acidente.
Pelo visto, Mona passou de caçador a caça com um incêndio servindo de divisor de águas. Agora até mensagem no celular assinada por A ela recebe. Só nos resta saber se essa A é Alison, Shana, Melissa ou Jenna. Ou se não é nenhuma delas.
PS 1: Que aquele isqueiro sendo jogado perto do Toby não seja uma tentativa de incriminá-lo pelo incêndio.
PS 2: Você descobre que seu namorado te traiu por quase todo o tempo em que estiveram juntos, acha que ele morreu, quase enlouquece depois disso, descobre que ele está vivo, vocês voltam e depois dele sair do seu lado no meio da floresta e de um incêndio, você vai embora sem nem cogitar a possibilidade de procurá-lo. Parabéns, Spencer.
PS 3: Lucas, Jason, Paige… Who?
PS 4: O que tinha na mala da viatura do Wilden? Espero, de verdade, descobrir isso em julho, no primeiro episódio da próxima temporada.
PS 5: “All aboard to Hanna express!” – Hanna divando, como sempre.
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