TeleSéries
Glee — Sweet Dreams
21/04/2013, 17:30.
Júlia Berringer
Reviews
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Don’t stop believing! Eis uma música que Glee pode cantar mil vezes, e eu não vou cansar de ouvir. Talvez seja pela mensagem que a música passa, mas desconfio que o real motivo seja lembrar daquele primeiro episódio. Revi esse episódio ontem, e me dei conta do qual estranha a série era. Coisa bem clichê. Naquela época eu descreveria a série assim: Era uma vez uma garota certinha que colava estrelas perto do nome porque quer ser uma estrela de verdade. Um dia ela se apaixonou pelo capitão do time de futebol, esse garoto tinha uma namorada que era capitã das líderes de torcida, ela andava com mais duas meninas. Uma delas era super malvada e a outra super burra. Como em toda escola, na escola deles, existia um valentão que não cansava de fazer bullying com um garoto que usava uma cadeira de rodas (e andava com uma japonesa gótica gaga). O valentão também mexia sempre com um garoto homossexual que tem cara de insuportável. Também tem mais alguns personagens, e nada mais tão relevante.
Naquela época, isso caberia bem. Agora, praticamente quatro anos depois, nós sabemos que Glee é muito mais do que um coral da escola com gente esquisita. Glee é um clichê que evoluiu dentro de seus clichês e tornou-se um clichê único. E é quando esse clichê me mostra pela primeira vez que fazer parte de algo especial te torna especial, eu percebo que uma série que desafia os tabus, é o que eu gosto de assistir. E eu reclamo dos altos e baixos, falo mal do Ryan Tirano Murphy, digo que a história está perdida, mas no fundo eu sei que eu não sou capaz de abandonar uma série como essa.
A simplicidade e objetividade de Sweet Dreams foi o que mais me chamou a atenção. Depois de um episódio baphônico, uma calmaria. Mas só para quem assistia, porque tanto em NY quanto em Ohio, os nervos estavam a flor da pele.
Chegou a hora que Rachel tanto ansiava. Suas audições para Funny Girl. Em busca da música perfeita, Berry recebeu a ajuda da mãe sumida e perdida Shelby, que montou uma creche para pequenos talentos em NY. Shelby aproveitou para cantar com a filha e lhe deu alguns conselhos, sempre querendo que Rachel realizasse os sonhos que não ela mesma não conseguiu realizar. Ajudou, mas mesmo assim Rachel ligou para Finn para pedir conselhos. O garoto, apaixonado como sempre, deu o maior apoio e disse que qualquer música que ela cantasse ia ser perfeita. Rachel se inspirou e nos deu de presente uma performance de deixar os olhos cheio de lágrimas. Já disse: Flashback e meio flashbacks em Glee é muita maldade com nossos pobres corações. Mas deu certo, e ela conseguiu comer os cookies que o Kurt fez, com um sorriso no rosto depois de receber seu primeiro callback.
Em Ohio, depois que Sue foi embora, Roz, a treinadora louca, assumiu as Cheerios e tratou logo de chamar Becky e Blaine para juraram não fazer vodu com ela. O que até serviu de algo, porque Blaine percebeu que Becky sabe de mais coisa do que conta. Ou seja, não demora muito e teremos Sue arrasando novamente os corredores do McKinley High.
O clima anda tenso também na sala do coral, e o Will está soltando os bichos, mal humorado que só. Fez uma setlist para as Regionais (cujo tema é sonhos, mas eu, particularmente, preferia que fosse suéteres. Go Brittany!), e não aceitou objeções. O que deixou Boba (mas fofa) Marley chateada, já que ela queria mostrar suas músicas escondidas para o mundo.
Will teve uma conversinha com Beiste, e resolveu ir fazer as pazes com Finn. O que não deu muito certo, já que esse estava muito animadinho com as festas da faculdade. Estudar que é bom nada, mas quem sou eu para falar dele ? (Brincadeira. Eu estudo, sim.) E olha só Glee nos surpreendendo novamente: Lembram do valentão vida louca que comentei no começo da review ? Partiu dele o conselho que pode ter mudado toda a história de vida de Finn.
Puck (que não estava na faculdade para estudar, só para se divertir) teve uma bro talk com Finn, e abriu os olhos do amigo sobre o que ele estava fazendo de errado. Frank-Teen não perdeu tempo e voltou para o McKinley para fazer as pazes com Will, que agora, mais bem humorado porque tem seu fiel escudeiro à seu lado, abriu espaço para a opinião dos ND e até deixou Marley mostrar suas músicas.
Mas cá entre nós, as músicas da Marley não são tão boas quanto as da Rachel. Aliás, sabe aquela história de que quem nasceu pão com ovo nunca será big mac ? Agora eu digo “Quem nasceu para Marley nunca será Rachel” e “Quem nasceu para Kitty nunca será Quinn”. Falando em Kitty: A cada episódio, assim como suas piadinhas, ela se torna mais desnecessária.
Observações:
– Super engraçadinha essa história do Sam ter um irmão gêmeo. Mas quando foi que o Sam bateu a cabeça e ficou bobo ? Ele não era assim. Só porque começou a namorar a Brittany, fizeram dele um “palhaço”. Ainda não aceitei isso.
– Tina ainda perdida na história, mesmo depois de 4 anos.
– Unique tomando anti concepcional. Really ? Achei piada de mal gosto. Apoio somente se for algo que vai ser levado a sério daqui a pouco.
– Quanto ao plot do Finn: Achei que ele tinha ido para a faculdade porque o Cory foi para a reabilitação. Tudo bem que a temporada acaba em três semanas, mas o que farão em relação ao Finn agora é uma coisa que me deixa um tanto curiosa.
E pra terminar, Glee foi renovada por mais dois anos! Qual o sentimento de vocês em relação à isso ? Confesso que fico um pouco dividida.
Setlist do episódio:
Next to Me – Rachel e Shelby
Fight for Your Right (To Party) – Finn e Puck
You Have More Friends Than You Know – Marley, Unique, Blaine e Sam
Don’t Stop Believin’ – Rachel (com Finn, Mercedes, Kurt, Artie e Tina)
Outcast – New Directions
Hawaii Five-0 – Olelo Pa’a (The Promise)
20/04/2013, 12:16.
Anderson Narciso
Reviews
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Aloha! Estamos de volta. Após um mês de pausa, Hawaii Five-0 nos presenteia com este excelente episódio. Não é segredo para ninguém que venho fazendo algumas críticas a série. Ressalvando um episódio ou outro, tenho notado uma certa queda de qualidade nesta temporada. Mas este episódio, preciso reconhecer, foi de total qualidade. E centrado unicamente em Steve. O episódio que contou com flashs da vida do nosso comandante, já entra para a galeria de excelentes episódios da série, sem dúvida.
Na trama, nós nos deparamos com Steve tentando resgatar o corpo de um antigo companheiro da marinha, chamado Freddie Hart. O corpo dele havia se perdido na Coreia do Norte – excelente sacada, envolvendo todo este conflito atual entre as Coreias, e o Five-0 consegue realizar uma troca de custódia, para recuperar o corpo. Entretanto, Steve acaba por perceber que o corpo recuperado não é o do amigo. E aí, nossa trama se desenrola, na busca de Steve pelo corpo do amigo.
Os flashs deste episódio foram de uma qualidade tremenda. Nele, vimos que Freddie, era o grande companheiro de Steve na marinha. Hart quase desistiu da tropa, devido ao alto esforço de Joe White (Terry O’Quinn em mais uma grande participação na série). McGarrett teve participação na permanência do rapaz, e com isto, vemos a dinâmica entre eles crescer. Nada igual a Steve e Danno, obviamente, mas uma bonita amizade, para se admirar. O episódio mostra um envolvimento muito grande por parte de Steve, e talvez seja isso que deu o tom na tão inspirada missão de resgate.
Este episódio merece também um reconhecimento pela dinâmica entre Steve e Catherine. A moça já mostrou “n” vezes que não está para brincadeira. E mais uma vez, cumpriu o seu papel lindamente! Eu não sei porque Steve ainda não a convidou a fazer parte da Five-0. Larga tudo moça, e vá correndo integrar este time. A audiência só tem a ganhar, com sua beleza e inteligência.
Foi um episódio extremamente bem feito. No final, Steve consegue cumprir sua promessa de recuperar o corpo para a família do amigo, que descobre ter sido mutilado, e por isso, não estado no acordo de troca. Steve consegue o levar para casa, mas não sem antes dar uns bons tiros em alguns coreanos, junto com Katherine. Meio patriota, meio clichê… Mas sinceramente, muito bom. Alex O’Loughlin talvez tenha dado a melhor interpretação de Steve, parecido como Scott Caan fez no episódio de flash de Danno. Palmas para ele!
É este tom que gosto de assistir em Hawaii Five-0, e este episódio me retorna a empolgar com a série. As duas últimas cenas do funeral, e a cena em que Danno, Kono e Chin – que praticamente não apareceram no episódio, chegam no funeral, é de arrepiar. Steve só olha, e responde com olhar, algo do tipo: “sei que posso contar com vocês”. Demais!
Infelizmente, temos mais um hiatus. Mas dia 29 retornamos para os derradeiros episódios finais desta temporada. Que tenho certeza, estarão incríveis. Até lá!
Game of Thrones – Walk of Punishment
19/04/2013, 09:56.
João Freitas
Reviews
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Depois do último domingo podemos dizer que finalmente a terceira temporada de Game of Thrones deu as caras! Após dois episódios bem mornos e engessados a muitas explicações Walk of Punishment conseguiu dar um ritmo mais intenso na história trazendo um episódio fiel as tradições da série, desde as conspirações até as tradicionais cenas quentes…tudo está lá e para a felicidade desse que vos escreve, em excelente forma.
Estratégias opostas
O episódio começa mostrando as duas principais lideranças da guerra Tywin Lannister e Robb Stark discutindo com seus subordinados como proceder para um inevitável choque. A principal diferença que ainda vemos entre os dois é que o velho leão de guerras Lannister comanda as ações e o exército da capital de forma racional, é extremamente respeitado e apesar de ter um filho capturado pelo inimigo jamais deixou que as emoções afetassem sua mente e estratégias de guerra. Já Robb, por outro lado, apesar de ter a admiração da maioria de seus homens, não tem o mesmo respeito que o rival, sendo contestado desde o seu casamento com Talisa. Ele é movido pela sede de vingança e por mais que seu espírito para guerra esteja aflorado, seus sentimentos podem lhe trair neste jogo de tabuleiro, principalmente quando o adversário é experiente o suficiente para usar isto contra ele. É interessante notar que esta rivalização já vem se acentuando desde a temporada anterior quando Tywin subestimou o primogênito dos Stark e acabou perdendo seu filho Jaime como refém, erro que ele certamente não irá repetir.
A promessa
Depois de uma uma participação miníma no último episódio, os selvagens retornam e prometem abalar as estruturas da imponente muralha. Após ver corpos de cavalos partidos ao meio pelos Outros em uma forma bizarra de espiral (zumbis burros de The Walking Dead, aqui não), Mance vê que a situação chegou a um ponto crítico e que não há como continuar esgueirando-se na neve fugindo das aberrações que acordaram e decide então atacar a muralha, e esta escolha vai causar inúmeras consequências. Jon Snow, no meio deste embate anunciado, terá sangue frio para atacar antigos amigos?
Craster, o incestuoso da segunda temporada está de volta, e cede abrigo a patrulha da noite de má vontade e demonstra o quão estúpido consegue ser (me lembra muito Joffrey, só que mais gordo e hétero). Após ser alvo de um dos insultos do velho, Tarly presencia o nascimento de um bebê homem. O rapaz realmente tem um radar para se meter em confusão, mas será que ele terá a coragem de defender a criança, ou seu medo o fará deixar que ela tenha o destino de todos os homens nascidos no território do velho?
Valar Morghulis
Decidida a conseguir o exército que tanto deseja Daenerys sabia que seu único trunfo eram seus “filhotes”. Decidida, a khaleesi troca um de seus três dragões (e logo Drogon, o maior e mais poderoso) por oito mil imaculados. Claro que seus conselheiros se desesperam, mas ela não lhes dá ouvidos e ainda por cima alertou-os de que não tolerará ser questionada por eles, especialmente em público. Mesmo tendo amadurecido muito, a última Targaryen se mostrou confiante demais na negociação. Não é preciso lembrar que em Game of Thrones tudo o que sabemos é que a mentira é sua melhor aliada, e Daenerys parece ter um plano traçado para não perder um de seus preciosos filhos (repito, logo Drogon, nomeado em homenagem ao Drogo). Com a troca já selada ela requisita a mulher intermediadora das negociações, ambas combinaram muito bem em cena e se mostram o “orgulho feminino” em uma série onde a mulher é em grande parte retratada apenas como uma ferramenta para o prazer masculino. Creio que Dany ter requisitado a mulher é mais um forte indício de que ela tem um plano, e dos bons. Só nos resta aguardar para descobri-lo.
A participação de Aria ainda foi menor do que gostaríamos, e torço pra que isso comece a mudar em breve. Após ter sua identidade revelada por Clegane, a pequena loba não foi atacada por Thoros de Mir, e ganhou passe livre para seguir viagem ao lado de Gendry. Isso significa que os dois amigos despediram-se de Torta Quente (que nem ao menos teve um nome de verdade, teve?). Pra onde seguem Arya e Gendry é um mistério. Mais uma vez, é esperar para ver.
Desespero para ficar marcado
Capturados, Jaime e Brienne sabem o que os aguarda: a violentação da guerreira e a tortura do ex-regicida há até um raro momento em que os dois não estão tentando se apunhalar com palavras. Após serem presos no acampamento, Jaime ao ver Brienne em apuros recorre a sua lábia natural de Lannister e consegue convencer Vargo Hoat de que a melhor opção é usá-la como moeda de troca por safiras, já que Brienne também vem de família nobre. É um momento importante para o personagem, talvez a primeira vez em que ele age para o bem de outra pessoa sem nenhum interesse próprio. Parece que Jaime está sentindo algo – e não necessariamente um algo romântico, mas algo mais próximo por amizade ou compaixão – logo pela única pessoa que o colocou de joelhos em um embate de espadas. No entanto, logo após salvar a pele dela, Jaime se vê em uma posição mais confortável para negociar a própria liberdade, e Vargo Hoat entra no jogo de palavras, demonstra bom grado em soltar o filho de Tywin e então, num piscar de olhos você vê a brutalidade e o terror na tela. Tchau pra mão do Regicida, que é cortada sem piedade. Os gritos de Jaime encerram o episódio de maneira surpreendente.
Se houve alguma sensação ao fim deste episódio foi a de “Eles conseguiram, novamente!”. Após uma narrativa quase “arrastada” nos dois primeiros episódios, a série dá um salto e põe as expectativas novamente lá no alto para o restante da temporada.
Doctor Who – Cold War
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Nesse último sábado Mark Gatiss nos presenteou com um episódio delicioso de Doctor Who. Confesso que eu não botava muita fé na qualidade de Cold War, porque, embora Gatiss não seja exatamente um mau escritor, os seus episódios não eram muito empolgantes. Para os que não lembram (alguém!?), foi dele o roteiro de The Unquiet Dead (S01), The Idiot’s Lantern (S02), Victory of the Daleks (S05) e Night Terrors (S06). Tudo bem, não estão na (minha) lista de piores episódios de Doctor Who, mas em todos eles faltou alguma coisa para eu achar bom de verdade, embora sejam todos memoráveis.
Não desta vez. Cold War teve tudo na dose certa e usou muito bem a situação onde o Doutor se encontrava.
Os Ice Warriors (Guerreiros do Gelo? … Continuarei chamando de Ice Warrior por puras razões estéticas) são velhos inimigos do Doutor (e até mesmo aliados em certa situação) e um dos antigos vilões para os quais Moffat torcia o nariz. Segundo ele, os guerreiros eram o típico exemplo de personagem que não funcionava visualmente, pois tinham cara de efeito ruim e não eram lá muito intimidadores. Resumindo: pareciam pouco mais do que um playmobil ou um lego.
Ele não estava errado, os Ice Warriors tinham mesmo esta cara de soldadinho de chumbo que deu errado, mas de alguma forma Moffat e Gatiss conseguiram repaginar o monstro, torná-lo acessível e crível ao público atual, e tudo isso sem perder as características básicas do monstro da era clássica. Para que pedir mais?
A ideia de trazer os Ice Warriors de volta foi de Gatiss, que, ao que parece, era fã dos monstrengos marcianos. E ele tanto fez (era, afinal, uma idéia genial e que não dava para simplesmente descartar) que conseguiu convencer Moffat a filmar um episódio com o vilão. E foi “só” o melhor episódio escrito por Mark Gatiss até agora.
Para quem tem achado esta segunda parte da temporada de Doctor Who meio requentada, saiba que você não é o único com esse pensamento. Os três episódios apresentados até agora utilizaram velhas fórmulas (ainda que apenas um fez uso de um vilão clássico), cenas praticamente iguais mas repaginadas e situações já vistas anteriormente. Mas nem por isso os episódios estão ruins, muito pelo contrário. De alguma forma esta temporada está funcionando muito bem, e o que importa mesmo é que a comida requentada tem se mostrado bem saborosa.
O relacionamento do Doutor com Clara também lembra muito a interação do Nono Doutor e de Rose. Se isso é intencional ou não eu não posso afirmar, já que todo mundo sabe que Moffat não era muito fã de Rose, em especial a Rose como é mostrada junto com o Décimo. Mas o especial de 50 anos está às portas, então é possível que haja uma coisinha ou outra que só conseguiremos ligar os pontos bem mais à frente.
Clara não é deslumbrada pelo Doutor. Ela o segue, porque ele a intriga e ainda tem a oportunidade de viver aventuras com as quais jamais ousou sonhar, mas aquela coisa de seguir o Doutor cegamente e confiar com toda a convicção é uma coisa que Clara não tem. A sensação que tenho ao vê-la nos episódios é de que a garota mede as atitudes e palavras do Doutor. Ela pondera as coisas que ele faz e analisa se deve ou não acreditar e seguir. Clara não toma uma atitude apenas por acreditar que se o Doutor disse então deve ser isso mesmo, mas ela observa e se chega a conclusão de que a melhor forma de agir é esta, então ela age. Mesmo que esta atitude seja obedecê-lo e ‘esperar no lugar’ e não sair atrás dele.
Muito boa esta sacada, como Clara obedece à ordem de esperá-lo (porque era sim a coisa mais sensata a fazer) e ele fica se repetindo, pois não consegue acreditar que ela realmente aceitou assim facilmente. Tenho certeza de que quando o Nono Doutor comentou que pelo menos por uma vez gostaria de ter um companheiro que não ficasse zanzando por aí, ele não esperava de verdade conseguir um.
A história do episódio é fácil de resumir: A TARDIS aporta em pleno submarino soviético (hilária a hora que Clara descobre que está falando russo), num detour bem característico da nave. E desde quando a TARDIS leva o Doutor para onde ele quer? Mas sempre o leva para onde ele é necessário, e dessa vez não foi diferente, já que o Ice Warrior tinha acabado de ser descongelado por um marinheiro desavisado e curioso e ninguém ali fazia a menor idéia de como lidar com o alienígena.
Gostei da tripulação do submarino. Uma pena que Tobias Menzies foi tão pouco utilizado (gosto muitíssimo do ator), mas pelo menos Liam Cunningham e David Warner puderam dar um show. Warner estava particularmente interessante como o Professor crédulo e carismático.
Foi uma ideia interessante a de deixar Skaldak solto pelo submarino, mostrando-o pouco. Embora a armadura em si seja intimidante (poucas mas efetivas mudanças foram feitas em relação à armadura clássica), o inimigo nas sombras, mostrando apenas os sons e as garras prontas para serem usadas soou bem mais perigoso. Essa aura de perigo desapareceu um pouco quando decidiram mostrar o rosto de Skaldak, mas o episódio compensou bem nos dando outra coisa com a qual nos preocupar: a explosão do submarino X a bomba que deflagraria a guerra que daria fim a Terra.
Mais uma vez Moffat nos levou para outra cena do passado, desta vez do Décimo Doutor, quando River o encontra na Biblioteca e fala para que use o ‘Red Settings’ (‘ajuste vermelho’!?) e ele diz que a Sonic Screwdriver não tem um red settings, e nem um amortecer (e agora tem ambos).
O mais legal foi ver a dúvida do Doutor. Ele se destruiria sem pensar duas vezes se isso garantisse a continuidade da humanidade, mas o que o fazia titubear era levar Clara com ele, quando já tinha presenciado a garota morrer duas vezes e ter prometido que isso não aconteceria de novo. As nuances nas atitudes do Doutor é o que há de melhor na série. Gosto de como Clara o intriga e o quão leal ele pode ser quando quer.
Por fim Skaldak não destrói a Terra (mais uma vez, muito bom o discurso de Clara) e é resgatado por outros Ice Warriors que estavam por aí e ouviram o pedido de socorro que o guerreiro acionou mais cedo. Foi um final decente para o episódio e para o personagem. Se fosse eu teria alterado um pouquinho as motivações de Skaldak para querer destruir a Terra (me pareceu algo meio rebelde sem causa, pura pirraça), mas nem tudo é perfeito, nem mesmo em um ótimo episódio de Doctor Who.
Só me pergunto como o Doutor esperava chegar no Polo Sul para se encontrar com a TARDIS (olhem só! O Doutor usou o HADS novamente! Ele não o usava desde o Segundo Doutor, há muito, muito tempo).
Castle – The Fast and the Furriest
18/04/2013, 09:47.
Ana Botelho
Reviews
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Duas semanas depois do centésimo episódio e eu ainda estou na adrenalina. Acho que vocês também, não é? E foi nessa adrenalina misturada com a expectativa pelo novo episódio que recebi The Fast and the Furriest nessa segunda-feira. Claro que a gente sempre espera uma sequência de bons episódios e é claro que em Castle essa espera não é em vão. Afinal, não é todo dia que a gente encontra um Pé-grande por aí.
O episódio começa com uma mulher, com o rosto misteriosamente desfigurado, que rendeu, ao longo do episódio, especulações nada convencionais de quem possivelmente seria o assassino. Logicamente, todas as teorias que fogem do comum saem da cabeça do Castle e dessa vez não seria diferente. Aliás, essa mente fértil que ele possui é uma das melhores características do personagem. Acredito que quando o Marlowe decidiu escrever o personagem, ele quis fazer um homem forte, mas com um espírito de menino ainda preso naquele corpo e tem conseguido manter essa direção ao longo desses quatro anos. Não é a toa que o Castle, após a falha (óbvio), tentativa de interagir com o gorila, põe a culpa do assassinato no animal. E não para por aí.
A investigação corria normal, mesmo com Castle e suas ideias mirabolantes, até que novas evidências são encontradas, o que leva o nosso escritor a um novo suspeito: o Pé-grande. Claro que nessa hora eu comecei a rir. Porque você sempre acha que a mente do Castle já voou o bastante, mas aí vem um outro episódio e te mostra que ela pode ir além. E eu não sei o que é pior: as teorias absurdas ou eu que sempre (aposto que vocês também, admitam) acabo acreditando, nem que seja um pouco, no que ele diz.
Porém, se tem uma pessoa que bate o pé para as ideias dele, essa pessoa é a Beckett. E antes de qualquer coisa, eu já quero deixar por escrito o quanto eu amo esse embate, quase que involuntário, que ocorre entre os dois quando a missão é descobrir quem tem a razão. Desde o piloto da série nós descobrimos que ambos possuíam gênios fortes e diferentes, o que deixaria margem para anos e anos de provocação. E essa “guerrinha” que a Beckett faz para desbancar as ideias do Castle e as desvencilhadas que ele tem para mostrar que sua teoria é a certa sempre aprimoraram os episódios. Sem falar nas viradas de olho que a Beckett faz, tentando mostrar por fora a indiferença quando, por dentro, está achando a coisa mais fofa do mundo. Kate, eu já descobri o seu segredo!
Mas deixemos essa descoberta de lado e voltemos ao episódio, porque é no meio dele que os 42 minutos – pelo menos para mim -, valeram mesmo a pena.
Na semana passada, eu tinha comentado que poucas vezes a rotina do casal havia sido abordada desde o início do relacionamento e parece que o Marlowe andou lendo a minha review. Eu nunca, em nenhum momento, desde que comecei a assistir Castle, esperei uma cena como essa no meio do episódio. Então vocês já podem imaginar como foi a minha reação ao ver a Beckett surgindo, pela porta do quarto, de blusão e shortinho, deitando na cama do Castle e tendo uma conversa típica desses casais que vivem juntos há anos. E, novamente, como eu havia mencionado na semana anterior, a abertura que ela vem tendo às questões emocionais é cada vez maior, o que faz meus olhos brilharem ao ouvir coisas assim: “Existe um inexplicável e misterioso fenômeno que eu acredito. Nós”.
Vale ressaltar também que todas as cenas que há esse envolvimento emocional do casal sempre são tratadas e construídas com afeto e atenção aos mínimos detalhes, e isso dá para perceber quando assistimos o resultado. Essa é a melhor forma de um diretor mostrar o quanto se importa com o público que está do outro lado da telinha e que acompanha, fielmente, o desenrolar da série. Sou grata por isso e tenho certeza que todos são também.
Mas como nem tudo são flores, e em Castle o que não falta é gente e situações para atrapalhar o momento do casal, finalmente descobriríamos quem estava roubando a comida de Castle. E quem seria? A empregada? Os “super ratos”? Pé-grande? Não, Alexis! Como se já não bastasse a surpresa, ele ainda implantou uma armadilha na geladeira – coisa típica da mente fértil e conspiradora que ele tem. E eu não o perdoaria, pelo menos não até ter aquela conversa que ele sempre tem de pai para filha e que ocorreu no final do episódio. Momentos em que ele lida, diretamente, com questões que envolvem a Alexis sempre mexeram com os fãs e espero que isso nunca se perca nas próximas temporadas (que nós teremos, claro).
Depois de eu ter me acabado de rir com a Alexis parecendo um integrante do filme Avatar, ainda tinha fôlego para rir do Castle tentando se comunicar com o possível Pé-grande e com ele e Beckett caindo na armadilha no meio da floresta. Juro para vocês que assim que eles caíram, a primeira coisa que veio na minha mente foi: ela vai dar um jeito de sair de lá e, obviamente, esse jeito vai ser subindo no Castle. E não é que eu acertei? Aliás, subir no Castle para escapar de um lugar já não é novidade. Quem não se lembra de Cuffed? Tsc, tsc.
Algemas a parte, a jovem Anne tem seu assassino descoberto e ele era, de longe, muito diferente do Pé-grande. Mais uma vez Castle tem sua teoria destruída quando descobrem que o Dr. Meeks era quem andava por aí caracterizado do animal, o que não irá impedir o surgimento de mais ideias mirabolantes. Assim como os zumbis não pararam o Castle, o que é um Pé-grande, certo?
De fato, The Fast and the Furriest foi um episódio bom, super engraçado e com uma cena caskett linda que valeu os pontos que atribuí para Castle essa semana. Acho que nessa reta final, tirando Still e a season finale, o restante dos episódios serão assim; descontraídos, leves e, espero eu, com cenas que encham nosso coração “shipper” de alegria. Deixo aqui com vocês mais um beijo com luz que a ABC nos proporcionou e até semana que vem!
Bates Motel – Ocean View
17/04/2013, 14:36.
Gabriela Pagano
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Só para não perder o costume, Bates Motel abriu a semana com um episódio de tirar o fôlego, de roer as unhas, de causar insônia tamanha a ansiedade. E como é de praxe no seriado, o capítulo Ocean View terminou com um grande cliffhanger – maré alta em Bates Motel. Mas vamos por partes.
No início do episódio, o Norman acordou no quarto da Bradley – e até pensei que fosse a Norma, porque a câmera passeou pelo corpo envolvido no lençol, algo bem sensual para uma menina mais nova (e não pude deixar de reparar que ela tinha uma cicatriz na cintura; o que será?). O Norman estava todo fofo e quis fazer um cafuné na menina para se despedir. Mas hesitou, hesitou e não o fez. Foi para a casa. A participação da Bradley acabou aí. O Norman até ligou para ela algumas vezes e não obteve retorno. Quando ele contou para a Emma sobre a noite com a menina popular do colégio, a jovem ficou visivelmente chateada e disse que foi apenas “uma transa”. O Norman levou a sério, mas diante do silêncio da Bradley, talvez tenha sido só isso mesmo… Uma noite juntos. Não sei o que houve. Talvez ela vá fazer jus ao título de “menina popular” e ficar inacessível ao menino apaixonado. Talvez ela tenha ficado chateada que o Norman saiu sem se despedir. Talvez sejam problemas familiares. Não sei. Mas a Emma está com cara de quem se aproveitaria da situação, caso a Bradley remediasse.
Nesse episódio, tive a impressão de que o Norman tentava afastar a Emma a todo momento, estava a evitando mesmo, e até soltou um “Você é uma boa amiga”. Para bom entendedor, meia palavra basta.
Fico bem divida entre as duas personagens e não sei com quem eu realmente gostaria que o Norman ficasse. Só sei que acho interessante ter a menina bonita, como um amor quase platônico, e a amiga para toda hora – que é secretamente apaixonada por ele (nesse caso, nem tão secretamente assim). Esse é o conflito básico de toda história de amor, “o triângulo amoroso”, e não me importaria em ver esse clichê aqui.
Enquanto o Norman caminhava rumo à casa dele, todo feliz depois de ter tido sua primeira noite, ele se deparou com uma “bomba” ao entrar na cozinha do hotel: a mãe estava presa. Pobre menino, não pode aproveitar nem a “primeira vez” da vida dele.
A Norma na cadeia foi o conflito apresentado na primeira metade do episódio. O Dylan e o Norman se uniram e tentaram conversar com a mãe, que estava extremamente agressiva. Mesmo depois de solta, ela renegava suas crias – algo surpreendente quando pensamos no “queridinho” Norman. O Dylan viu aí a oportunidade de dividir seus planos com o irmão mais novo: alugar uma casa na praia e morarem juntos.
Nesse ponto, a relação do Norman e da Norma estava fragilizada – ela estava revoltada com o filho, que andou espalhando seus segredos por aí. Em determinado momento, ela até o expulsou do carro, obrigando o Norman a andar 16 quilômetros a pé. Por sorte (e era óbvio que isso aconteceria), o Dylan estava passando pela estrada e deu carona ao irmão.
Na cena em que o Norman subiu na motocicleta, deu para ver a satisfação dele, o sorriso ao dividir aquele momento com o irmão mais velho – que, portanto, deveria ser sua inspiração e porto seguro. O Norman, que experimentava o rosto no vento, parecia sentir, também, uma sensação única de liberdade, ali, na garupa do irmão (que deu até uma balançadinha na moto, para brincar com ele; os dois se identificam).
O Dylan quer ser esse porto seguro para o Norman, ele sabe o quanto a matriarca é tóxica e quer salvar o irmão desse destino. É engraçado que, embora tenham sido criados pela mesma pessoa, o Dylan não se fragilizou nem enlouqueceu como o Norman está prestes a fazer. Mas ele deixou a mãe para trás, foi viver a vida dele; algo que o Norman se nega a fazer.
Também fiquei comovida com o fato dele estar se empenhando para conseguir dinheiro para alugar um casa, na esperança de viver com o irmão. Mais comovida ainda fiquei com o fato de o capanga que trabalha com o Dylan emprestar as economias para ele. No fundo, isso só mostra que o Dylan é um rapaz revoltado, sem o afeto da mãe, mas que, bem lá no fundo, é um bom moço, capaz de conseguir o carinho das outras pessoas, que não a Norma. Ele se tornou quase o anti-herói da história. Gosto disso em Bates Motel! Os personagens não seguem uma trajetória lógica, que a gente prevê para eles, baseados no que geralmente assistimos em outras história. É incrível poder acompanhar o desenvolvimento dos personagens, que não é óbvio, não é linear. E o Dylan tem sido um ponto alto nesse aspecto.
Tanto que, logo após perceber esse lado bom do personagem, que chega até a cativar as pessoas, acompanhamos o rapaz atropelar um homem de propósito (já que esse mesmo personagem havia atirado em seu amigo oriental). Sabe aquela história de que instintos assassinos são parte da genética? A família Bates (apesar de o Dylan não ser exatamente “Bates”) deveria fazer parte desse estudo biológico.
Delegado Shelby
Depois de a Norma ter sido solta, o delegado Sherlby sugeriu à ela que os dois dessem um tempo, pois seria perigoso caso alguém os visse juntos. A Norma, que já estava revoltadíssima com a vida, surtou, saiu do carro e o delegado teve que agarrá-la e dizer: Eu te amo, idiota. Nem as declarações de amor em Bates Motel são iguais às outras séries. Tudo tem um “quê” peculiar, obscuro. Agora… Ele já está amando a Norma? Deve ter sido amor à primeira vista, só isso explica. Pois bem, depois de o Sherlby ter se declarado para a assassina, digo, Norma, os dois se abraçaram e logo fiquei atenta para ver a expressão facial dele “pelas costas” da pseudo-namorada. E realmente ele abraçou com sentimento, acredito que ele realmente goste dela.
Tanto que ele roubou o DNA que comprovaria a compatibilidade do carpete do hotel dela com aquele encontrado no relógio da vítima, o Keith. Uma pessoa que protege a assassina, porque isso está claro para todo mundo da história, não pode ser bom caráter. Ou ele é doente mental ou tem algo muito macabro a esconder.
E, aparentemente, tem. Em uma sacada bem inteligente – que fez todo o sentido e é plausível ao mundo real, algo raro na ficção -, a Emma concluiu que a menina oriental, que o Norman viu no porão do Shelby, poderia estar no barco do falecido Keith. E ela estava lá. Quando eles levaram a refém ao hotel e mostraram à Norma, ela não quis acreditar no que estava vendo e ouvindo. Norma correu até o escritório, pegou o jornal, apontou para uma foto do Shelby e perguntou se era ele mesmo quem a obrigava a fazer sexo com ele: a menina confirmou.
O problema é que o jornal estampava duas pessoas – Shelby e um amigo. Não dá para ter certeza de que a garota falava exatamente do Shelby. Que o delegado sabia da existência dela, ele sabia, pois ela esteve mesmo no porão da casa dele. Mas que ele seja o verdadeiro vilão do enredo, não acredito. Acho que seria óbvio demais para uma série cheia de surpresas como é Bates Motel. Tenho para mim que, no fim das contas, ele ainda se revelará o grande salvador da história.
#De repente, ele ajuda tanto a Norma no caso do homicídio por acreditar que o Keith merecia mesmo aquele desfecho. Quem sabe, secretamente, ele não estivesse investigando o personagem? Como o xerife era muito amigo do Keith, talvez ele tivesse inciado uma investigação própria e planejava revelar a menina aprisionada no momento certo, como uma espécie de testemunha. Afinal, a cidade inteira parece ter algum tipo de envolvimento nesse “negócio obscuro” e, se assim for, o Shelby deveria ser cauteloso. Quando o Norman encontrou a garota no porão, então, ele se viu obrigado a colocá-la de volta em seu cativeiro de origem. Apenas uma hipótese.
O capítulo todo dessa semana foi bom, mas não tão eletrizante como os anteriores. Essa cena final, no entanto, da revelação da prisioneira oriental, me deixou ansiosa como nenhum outro tinha feito. E já estamos na metade da temporada. Sinceramente, me desespero só de pensar que, em breve, ficarei sem a companhia da família Bates. Que vida mais pacata vai ser…
Pelo comercial do próximo episódio, Norman, Dylan e Norma irão se unir para desmascarar Shelby – e isso não será fácil para a matriarca.
p.s.: parece que o hotel vai abrir em breve! A Norman já colocou o site do empreendimento no ar, tem passado bastante tempo no escritório e até se animou quando o telefone tocou, como se esperasse que fosse um cliente. Será que vou ter que desocupar meu quarto 12 em breve?
The Carrie Diaries – A First Time For Everything e Kiss Yesterday Goodbye
15/04/2013, 09:52.
Gabriela Assmann
Reviews
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Como de costume dois bons episódios. Pela série ser ambientada na década de 80 nada mais digno que um tributo a Madonna! Achei sensacional a ideia da festa ser uma comemoração da Madonna pelo lançamento do show novo.
Tava óbvio pra mim desde o começo que a Carrie ia arrumar um jeito de estragar com as coisas. Essa mania de perfeição dela acaba fazendo com que as coisas saiam do controle mesmo quando tudo está bem. Ela infernizou tanto o Sebastian a noite inteira que as coisas só podiam terminar mal. Além do que ela estava perturbada pela ideia de transar com ele, tanto que nem conseguiu retribuir o “eu te amo” do rapaz.
Se as coisas não saíram como o esperado pra Carrie e ela continuou virgem, Tom e Dorrit saíram do zero a zero e esquentaram as coisas com seus respectivos parceiros. Achei ótimo o Tom finalmente seguir em frente e resolver engrenar um relacionamento com a Deb, ainda que seja naqueles termos de esconder das filhas por um tempo.
Mouse finalmente assumiu que estava afim de West e se pegaram. O que mais me incomodou nesse episódio foi o sumiço de Maggie e Walt. Aliás, esse é um dos defeitos de The Carrie Diaries. Os personagens somem. E Larissa, como sempre, roubando a cena. Personagem preferida, apenas.
A season finale me fez ter ainda mais impressão de que a série vai ser cancelada. Eles procuraram amarrar todas as pontas e não deixar a história de nenhum personagem em aberto. Pelo menos isso. Acho que é o que deve ser feito sempre que uma série termina a temporada correndo riscos.
Foi um bom episódio. Carrie e Dorrit finalmente aceitaram que o pai delas vai ter que começar a viver de novo, ainda que estejam adotando uma postura de ir com calma perante a isso. Aliás, foi aquela pegação de Tom e Deb no carro que fez o episódio inteiro acontecer.
Carrie se sentiu traída por Sebastian, que se sentiu traído por Maggie, que se sentiu traída por Walt. Kyddshaw acabou, Walt saiu do armário e Maggie e Sebastian acabaram se pegando. Carrie tentou se reconciliar com Sebastian, quase transou com ele mas ele renegou. Maggie acabou revelando a traição pra Carrie que falou umas poucas e boas pra amiga. Concordei com tudo que a Carrie disse, embora tenha pena da Maggie.
Gostei muito da saída do armário do Walt e da forma como conduziram as coisas, embora aquele negócio de ele ser menor de idade tenha sido tosco.
E, por fim, Carrie parece cada vez mais adaptada a Nova Iorque e à Interview. Vai ser muito legal ver essa história se desenvolver se a série for renovada. É o plot que mais me encanta ver, além da história do Walt.
Agora é cruzar os dedos pra que a série tenha uma segunda temporada, especialmente porque Kydshaw terminou, embora eu ache difícil. Deveria ser renovada já que a produção é nota 10 como eu não canso de falar: figurino, trilha sonora, atuações… Enfim. Produção muito boa especialmente se considerarmos que a emissora é a CW. E pra finalizar quero fazer menção honrosa pra AnnaSophia Robb. Matou no peito a responsabilidade de interpretar uma personagem tão marcante e eternizada pela maravilhosa Sarah Jéssica Parker. Quero ela concorrendo em tudo que é award, viu?
Glee — Shooting Star
14/04/2013, 23:19.
Júlia Berringer
Reviews
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Antes de tudo, quero deixar aqui claro que minha relação de Glee é quase uma coisa de cinema. O amor e ódio andam lado a lado e o resultado de tudo isso é, na maioria das vezes, um acesso de raiva junto com um aperto enorme no coração. E é por isso que o episódio dessa semana mexeu tanto com o meu psicológico. Em Shooting Star não sobrou espaço pra raiva no meu coração. Um episódio forte com uma mensagem talvez mais forte ainda.
Muita gente criticou e disse que o tema abordado no episódio aconteceu no tempo errado, outras pessoas estão dizendo que só serviu pra encher a semana, sem roteiro. Mas pra mim, eu achei que o episódio foi absolutamente certeiro. O tema é forte sim, inegável, mas é importante abordar uma coisa desse tipo. Não é de gente bonita e histórias felizes que se vive uma série de tevê. Lógico que tudo isso ajuda, mas mostrar a verdade é uma coisa que sempre me chama muito a atenção. Sei que Glee é uma série extremamente teen, mas o que me faz continuar assistindo-a (além do fato que amo as músicas e esses personagens um tanto peculiares), são suas histórias com temas simplesmente complicados e sempre atuais.
Além de tudo, eu acredito muito nessa teoria de viver e dizer as coisas como se não houvesse o amanhã. Mesmo que muitas vezes eu não siga isso, é uma coisa que tento, no máximo possível fazer. Na maioria das vezes, não existe segunda chance. “Não tenha medo de continuar, não tenha medo de desistir. Seria melhor você saber que no final, é melhor falar demais do que nunca dizer o que você precisa dizer “.
E é exatamente daí que parte o episódio. Brittany “descobre” que um asteroide (leia-se meteoro) vai destruir a terra. E com essa notícia bombástica dada aos companheiros de Glee Club, Will resolve dar a tarefa de dizer o que você sente como se fosse o último dia de sua vida para seus “filhinhos” do ND. Mais tarde, descobrimos que o asteroide era uma joaninha morta no telescópio (leia-se luneta) da Brittany, mas a partir dai, lição dada por Mr. Shue é sempre missão cumprida.
Ryder está super apaixonada pela “Katie” e viu a “Katie” andando pelos corredores, não perdeu tempo, resolveu se declarar cantando de um jeito super fofo. O problema é que “Katie” era Marissa, e não “Katie”. Então Ryder pirou e achou que “Katie” criou “Katie” para tirar sarro dele. “Katie” disse que ia revelar seu verdadeiro eu para ele, mas não apareceu no horário combinado. Morri de dó do guri, mas se ele quiser, me disponho a ser a Katie dele, sem problemas.
Durante o massacre, a sala do coral teve o destaque, e não podia ser diferente. A veracidade e a tensão do momento nos revelou que o elenco novo é bom em atuar, sim, em sua grande maioria. Mas não tem como negar que tudo teria sido ainda mais emocional com a presença do elenco antigo. Eles sim, Finn, Rachel, Santana, Puck, Quinn, Mike, Kurt teriam nos causado piores danos emocionais.
Destaque para a Tina, que finalmente foi lembrado e teve seu momento sem precisar chilicar porque não ganhou um solo. Dentro da sala, o caos rolava solto. Sam surtava porque Brittany não estava ali (quem a achou foi o Mr. Shue e não podia ter sido diferente), Ryder queria ligar para Katie, e o celular “dela” tocou ali dentro, Artie gravava tudo e todos começaram a deixar mensagens para quem se importavam.
Beiste também não se conteve e entrando na onda do apocalipse revelou à Will que estava apaixonada por ele. Não deu certo, lógico, mas o best friend da treinadora criou uma página para ela em um site de relacionamentos. Primeiro contato ? Ken Tanaka! Alguém lembra dele ? Dei muitas risadas com essa “aparição”.
E tudo isso por causa da Sue. Sue que agora, mais do que nunca, é minha heroína. Becky estava surtando porque não queria se formar e porque não sabia o que faria depois disso, e então levou uma arma para a escola. Foi logo mostrar para Sue, mas acabou disparando duas vezes sem querer. Sue encobriu sua querida, e acabou sendo demitida. Por motivos estritamente nobres.
Agora, percebemos que Shooting Star não foi um episódio com temática delicada e forte. Foi um episódio com temátca filosófica. Me deixou pensando no que eu faria se soubesse que amanhã é meu último dia de vida. Que eu tenho o agora e o nunca mais pra dizer tudo o que eu quero e pra quem eu quero. Como já disse, no começo dessa review, a nossa vida é o agora, e a nossa chance é a provavelmente a nossa única chance. Sempre penso que quero fazer a diferença, mesmo que minima no mundo. Cito agora um dos meus livros preferidos, A Culpa é das Estrelas do escritor americano John Green: “Sim, eu tenho medo do esquecimento terreno. Mas, quer dizer, não quero parecer meu pai nem minha mãe falando, mas acredito que os seres humanos têm alma, e acredito na manutenção da alma. O medo do esquecimento é outra coisa, o medo de não ser capaz de dar a minha vida em troca de nada. Se você não vive uma vida a serviço de um bem maior, precisa pelo menos morrer uma morte a serviço de um bem maior, sabe? E eu tenho medo de não ter nem uma vida nem uma morte que signifique alguma coisa.” E é exatamente desse princípio que parto quando digo que precisamos ser um pouco mais destemidos na vida. Arriscar e quem sabe, perder, mas sempre arriscar.
Glee arriscou essa semana, e na minha humilde opinião, acertou. Passou a ideia que precisava passar. Mesmo que mal entendido por alguns, deixo aqui meus parabéns aos roteiristas que seguiram a lição de Mr. Shue e disseram o que quiseram dizer nesse episódio sem nem pensar duas vezes.
Revolution – The Song Remains the Same
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Já nos primeiros minutos de The Song Remains the Same, Revolution apresenta o que o público queria saber desde a estreia da série: o que realmente causou o apagão, 15 anos atrás. Uma “coisa”, que talvez possamos chamar aqui de “partícula”, foi criada por Rachel e sua equipe e tem dois comandos: absorver eletricidade e replicá-la. A coisa tem o tamanho de um vírus e se reproduziu freneticamente pelo mundo de uma forma inexplicável. “Algo deu errado na Torre”, disse Rachel. “Nós acabamos com o mundo”, finalizou a mãe e cientista, que no início do episódio desistiu da parte cientista para ser só mãe.
Depois de voltar de um hiato de quatro meses e exibir dois episódios não muito animadores, Revolution deu a volta por cima com The Song Remains the Same. Além da descoberta do que causou o apagão, o beijo de Miles e Rachel fez o lado pessoal da série pegar fogo. A cena de Miles se despedindo de Rachel e achando que pode nunca mais vê-la, fez ele, mesmo relutante, beijá-la depois de um bom tempo em que os dois mantiveram esse sentimento adormecido. A cena ainda deu a entender que alguém pode ter visto o beijo escondido. Nora terá seu coração partido e Charlie vai ver o tio envolvido com a mãe. Por outro lado, desde o início da série, Charlie muitas vezes parece ver em Miles, um pai.
Outro personagem que está ficando interessante na série é Jason. Agora ele desertou da Milícia Monroe e se aliou aos rebeldes. Como Charlie não deixou que ele ficasse no mesmo grupo que ela, ele achou outra unidade rebelde para se alistar. A cena em que ele finge libertar o pai, Tom Neville, para conseguir uma informação sobre a localização da milícia foi uma sacada muito boa e um dos melhores momentos do episódio. Tom ainda consegue fugir depois – não sei como não deixaram mais guardas cuidando da cela – mas enfim.
Agora Tom está fugindo com a sua esposa, que já não aguenta mais ficar longe do filho e nem apoiar os planos de Neville. Além disso, Tom não vai mais fazer parte da milícia, mas também não será aceito entre os rebeldes. O que pode acontecer é um acordo entre Miles e Tom, para que ele conte os segredos de Monroe em troca de abrigo e de poder ficar perto do filho. Difícil vai ser os rebeldes suportarem Tom entre eles, depois de tudo que Neville fez para a família Matheson.
Entre os “crimes” de Tom, está a morte de Ben Matheson e o sequestro de Danny. Como bem lembrou Flynn no início do episódio, Neville tem dois erros graves para a milícia no seu currículo: matar Ben e perder Miles entre seus dedos. Agora, Danny é um herói para os rebeldes e isso é mais um motivo para que Neville não seja nem um pouco bem-vindo entre o grupo revolucionário de Charlie e Miles. Por outro lado, vamos combinar que mesmo que Rachel ande um pouco fora de si e revoltada, de uma coisa ela estava certa: os rebeldes deveriam ter matado Neville assim que tiveram a oportunidade.
Todos esses acontecimentos do episódio fizeram com que Rachel mudasse de ideia. Desistisse do papel de mãe e incorporasse seu lado cientista. O lado que pode garantir alguma chance aos rebeldes contra a milícia. Aaron apoiou seu plano e segue com ela em uma missão que tem tudo para dar errado. No entanto, acredito que não teremos surpresas nesse plot. Rachel e Aaron devem ter sucesso na sua missão e devem sobreviver. Miles e Charlie têm outra tarefa pela frente: tentar eliminar a ogiva nuclear que Monroe conseguiu adquirir através de Flynn – como se a situação rebelde não pudesse ficar pior.
The Song Remains the Same deu uma boa reviravolta em Revolution e pode ser o ponto chave para que a história tome um caminho mais emocionante até o final da temporada. A produção da série continua de alta qualidade, o enredo e a força dos personagens que demoraram a cativar o público e ainda precisam se esforçar mais para isso. Se o seriado vai apresentar um ritmo melhor daqui para frente, só os próximos episódios vão dizer, mas em The Song Remains the Same, Revolution conseguiu trabalhar bem, com plots interessantes, que podem sim fazer a diferença na temporada de estreia da série.
The Following – The Curse
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Carrollismo. A religião de Carroll ganhou um nome, escolhido por Debra, enquanto a agente fazia uma avaliação minuciosa dos vestígios deixados pelos seguidores de Carroll, no local de treinamento descoberto pelo FBI. Segundo Debra, o nível mais alto de Carrollismo é o suicídio, como aconteceu com Charlie. Segundo a agente, a religião, se é que podemos chamar a adoração a Carroll de religião, tem referências em diversas outras religiões, diferentes versões de pós-vida e níveis de paraíso, crenças islâmicas, mórmons e até cientologia.
Independente da força das crenças envolvendo a religião de Carroll, The Following se encontrava em um momento de sua história em que Ryan Hardy precisava reagir e Carroll devia cometer um erro. Não chegou a ser um equilíbrio de forças, mas depois de The Curse, Ryan está mais confiante e Joe enfraqueceu. Outro fator importante para Hardy, e que ele ainda nem descobriu, é que Roderick está mais perto dele que de Carroll, e isso elevou as expectativas do público para o próximo episódio, Havenport.
Enquanto isso, The Curse foi muito eficiente em manter a audiência ligada no episódio. Foi engraçadíssimo acompanhar Joe “empacado” ao escrever o perfil emocional de seu herói e ter que ligar para Ryan como se estivesse ligando para um amigo, para pedir ajuda na sua história. Mais tarde, Joe consegue arrancar de Hardy a verdade sobre como aconteceu a morte de seu pai. No final do episódio, ainda descobrimos que foi Ryan o responsável pela overdose que matou o assassino de seu pai, pouco tempo depois.
The Curse também teve ótimos desdobramentos individuais dos personagens coadjuvantes. Mike finalmente voltou à ativa, após ter parado no hospital no ataque que sofreu no oitavo episódio da temporada, Welcome Home. Mike voltou diferente, após quase ter sido morto, e chegou a preocupar Ryan e Debra. Foi violento, além do necessário em alguns momentos, e ainda sim acabou novamente quase morrendo, dessa vez pelas mãos do próprio Joe. Não podemos culpá-lo por estar um pouco traumatizado.
Jacob assumiu seu lado “quero ser um assassino” e virou um dos homens da linha de frente de Carroll. No entanto, no final do episódio, talvez um pouco tocado pela conversa com Debra, acaba ligando para seu pai. Já Roderick anda cada vez mais desprestigiado e seria muito interessante ver ele abandonar o barco e entregar Joe nas mãos de Ryan. Claire já tentou persuadi-lo e no próximo episódio Roderick vai trabalhar com Hardy, a poucos metros de Mike reconhecê-lo. Emma e Claire finalmente se pegaram no tapa, literalmente. Joe foi ignorado pela ex-mulher e acabou caindo nos braços de Emma novamente. Já temos quase um distorcido retângulo amoroso na série.
The Following vai ao ar nos Estados Unidos nas segundas-feiras, às 21h, pela Fox americana. No mesmo dia, uma hora mais tarde, a NBC exibe a série de ficção científica Revolution. Coincidentemente eu faço as reviews para os dois seriados aqui no TeleSéries. Em uma coincidência maior ainda, em The Curse o FBI descobre uma parceria que Joe firmou com um homem ligado à milícia e amigo de Roderick. O engraçado é que o homem responsável pelos reforços advindos da milícia no grupo de Joe se chama Daniel Monroe. Em Revolution, existe a Milícia Monroe, que tomou conta de parte dos Estados Unidos, depois que a energia elétrica desapareceu do planeta. Coincidência?
Curiosidades à parte, The Following vai apontando para seus últimos episódios na temporada. São 15, de acordo com o anúncio logo na estreia da série. Assim sendo, temos mais três episódios para conhecer o final da primeira temporada da melhor estreia do ano na televisão americana. Pelo menos vai ser difícil alguma série bater a sequência de ótimos episódios que The Following conseguiu construir. No início de março, a série já teve garantida a sua segunda temporada pela Fox. Agora resta aguardar ansiosamente os últimos episódios e torcer que Ryan e Joe proporcionem uma season finale apoteótica. Alguém tem dúvida de que eles conseguem?
Grimm – One Angry Fuchsbau
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“Ele cantava uma doce música em tons tão suaves, que nenhum humano podia resistir ou detectar a origem…”
One Angry Fuchsbau apresentou um wesen já conhecido dos fãs de Grimm. O ziegevolk foi uma das primeiras criaturas estranhas a aparecerem na vida de Nick, no quarto episódio da primeira temporada, Lonelyhearts. O episódio em questão se inspirou no conto do Barba Azul e tratava de um homem que hiptonizava várias mulheres e trancava elas em seu porão. Lembro que até o Monroe acabou hipnotizado pelo ziegevolk. No entanto, em One Angry Fuchsbau, o wesen em questão está utilizando o poder de seus feromônios não somente para encantar as mulheres, mas principalmente para livrar criminosos da prisão.
O ziegevolk Barry Kellog está tentando inocentar um homem que assassinou a própria mulher, o fuchsbau irritado do título do episódio. Comendo um sapo raro e nojento ele vem conseguindo multiplicar seu poder de encantamento e fazer com que as testemunhas revejam seus depoimentos. O júri também está sendo hipnotizado, só que desta vez quem faz parte dele é Rosalee. Dessa forma, não demorou muito até Monroe perceber que alguma coisa estava muito estranha naquele caso e assim Hank e Nick entraram no jogo.
Monroe e Nick lembraram do caso anterior do ziegevolk, mas Hank foi apresentado neste episódio ao wesen com feromônios poderosos. Grimm parece que está perdendo o gás também na criação de novos tipos de wesen. Em outras oportunidades, mesmo que a história do episódio não empolgasse, as características do novo wesen despertavam curiosidade. Em One Angry Fuchsbau nem os sapos como amplificadores de feromônios foram novidade.
O episódio foi um tanto sonolento e previsível, mas teve como ponto forte a participação de vários personagens regulares de Grimm. Além de Rosalee e Monroe ajudarem Nick e Hank, até o Bud participou do caso do ziegevolk. Entre as melhores cenas do episódio, estiveram a que Monroe tenta injetar o antídoto no sapo de Barry e depois quando o ziegevolk procura ajuda na loja de Rosalee e encontra toda a turma comemorando o sucesso do caso.
Grimm esteve bem melhor no início da sua segunda temporada e chegou a surpreender os fãs da série. Agora, rumando para os últimos episódios da temporada, o seriado mantém um nível médio e pouco animador. O plot da amnésia da Juliet melhorou um pouco, mas ainda assim já se tornou cansativo. O que pode melhorar os próximos episódios é o envolvimento da família real em Portland e quem sabe o retorno da mãe de Nick, que depois de muito tempo e muitos episódios, deu sinal de vida através de um misterioso e-mail.
Modern Family – Flip Flop
13/04/2013, 17:16.
Maísa França
Reviews
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Mais uma semana excelente para Modern Family! Com muito trocadilho, o episódio foi dividido em dois núcleos, diferente do que acontece na maioria dos outros episódios da série, que geralmente traz três núcleos. Chegou a hora de vender a casa da dupla “Clameron” e Gloria, e aquele mulherão se sentiu ameaçado por outra mulher. Quem diria, não é mesmo?
Começando pelo núcleo Clameron, a dupla decorou a casa para vendê-la e qual o melhor corretor de imóveis da série? Isso mesmo, Gil Thorp, o nêmesis de Phil. Mas dessa vez quem encontrou o comprador da casa foi ninguém menos do que Luke com direito até à uma frase curta e grossa para Lily quando a garota tentou chamar a atenção.
Adorei a referência de Os Homens Que Não Amavam as Mulheres (The Girl With The Dragon Tattoo) quando Haley encarnou a verdadeira Lisbeth Salander (personagem hacker da história) quando ela procurou na internet e descobriu todas as informações sobre Zack, o potencial comprador da casa. E quando digo todas, são todas mesmo: desde o nome do cachorro até a música preferida do rapaz.
E qual a melhor tática para vender uma casa se não mostrar aquilo que todo comprador quer ver? Phil e companhia (incluindo Haley no maior estilo vou seduzir) se preparam tanto pra isso que deixaram o comprador extremamente assustado. Mas também não é pra menos pois imagine só você visitando uma casa e de repente a pessoa fala o nome do seu cachorro e sua música favorita começa a tocar no rádio. Qualquer pessoa normal sairia correndo, assim como Zack.
O que a família não contava era com a visita de Thorp. Depois do corretor ter oferecido um preço muito baixo pela casa ele apareceu para fazer um visitinha e ver se Phil realmente tinha arrumado um comprador como havia dito. Como Thorp não conhecia Cam e Mitchell os dois foram logo encenando que eram os compradores da casa e não deu outra, o corretor se convenceu disso e foi logo fazendo uma oferta irrecusável para Phil.
Apesar de Mitchell ter se segurado durante vários episódios para não falar nada sobre a casa, que ia dar errado esse negócio e tal, dessa vez quem soltou um belo e sonoro “Eu te avisei” foi Cam. Deu o troco no companheiro assim, na mesma moeda porque sabia que Mitchell falaria isso em algum momento.
Nunca pensei que fosse ver o dia em que Gloria se sentiu ameaçada por uma mulher “normal”. Quem diria que Trish fosse intimidar tanto a colombiana. Javier conseguiu uma mulher que, de certo modo, está a altura da sua ex.
A surpresa já começou quando Javier apareceu com uma mulher intelectual, por assim dizer. Gloria (e todos os fãs da série) esperava, no mínimo, uma mulher como ela mesma descreveu: garçonete ou stripper. Superando as expectativas, Javier apareceu com uma Doutora que foi logo fisgando Manny. O lado cult dos personagens foi logo colocado pra fora e todos eles foram jogar mímica.
Mímica seria um jogo legal se não fosse tão excludente e desequilibrado. A prova disso é que ninguém queria Gloria jogando porque tinham certeza de que ela não iria acertar e nem conseguir fazer a mímica dos assuntos “cult” que escolheram para o jogo. Fiquei feliz que consegui acertar O Velho e o Mar (clássico da literatura de Ernest Hemingway) mas logo encarnei a Gloria e me senti como a personagem pois tenho certeza que, assim como ela, não conseguiria fazer nem acertas as mímicas para os próximos tópicos.
Como o temperamento de Gloria não é dos melhores, é claro que ela se sentiu ofendida e abandonou o jogo no melhor estilo Gloria de ser e foi preparar o jantar. Já não é a primeira vez que Gloria aparece com facas quando está um pouco alterada e as pessoas ainda continuam a desafiá-la quando ela está com o objeto na mão. Dessa vez ela foi surpreendida por Javier que queria de volta o anel de noivado que pertencia a avó dele.
Javier, além de encontrar uma mulher super inteligente e com uma beleza que precisa ser trabalhada para ser mostrada (porque a moça é bonita, sim) ainda vai pedi-la em casamento. Pois é, dessa vez a coisa ficou séria mas o que ninguém esperava era que a mulher fosse recusar por causa de ninguém menos do que Gloria!
O mulherão se sentiu ameaçado pra depois descobrir que na verdade era ela quem ameaçava Trish que se sentia desconfortável com Gloria. Se pras mulheres que assistem a série, Gloria já deixa um certo desconforto por ostentar um corpo perfeito, imagine para a personagem que viu de perto tudo aquilo. Que teve filho há dois meses e já está com o corpo todo lindo e o melhor, sem fazer academia, afinal quem tem tempo para academia? Sofia Vergara chega a ser falta de educação de tanta beleza.
E pra terminar, “Phil the agony of Dunpheat.”, porque trocadilho com nome e sobrenome é o que há.
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