Modern Family – My Hero

Data/Hora 10/05/2013, 23:07. Autor
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Modern Family recuperou um pouco de seu fôlego e o episódio dessa semana foi melhor que o da semana passada. A série mostrou mais uma vez que quando toda a família está reunida no mesmo evento os diálogos e, principalmente, a química entre os atores fazem com que fique praticamente tudo perfeito.O episódio foi bem equilibrado e soube explorar todos os personagens de modo igual e extrair o que há de melhor nas relações entre eles. Como as histórias aconteceram todas no mesmo lugar vou comentar o que houve de melhor no episódio como um todo.

A história do episódio girou em torno de uma redação que Manny e Luke deveriam fazer para a escola sobre o herói da vida deles. Tarefa complicada, convenhamos mas enquanto Manny (que insiste em complicar as coisas) demorou o episódio inteiro pra encontrar o herói da família, Luke já sabia a resposta para sua redação.

Claire passava o dia de babá de Joe e quando Jay e Gloria retornaram, o pai da moça vem com o que pensou ser uma ótima notícia: há uma vaga na empresa e Jay quer a filha trabalhando com ele. Para não desapontar o pai que, segundo ela, é um chefe horrível, ela fica de dar a resposta depois que conversar com o Phil.

Os diálogos entre os casal sempre são espetaculares e dessa vez o que fez tudo ficar genial foi o desabafo de Claire sobre as quatro vezes em que ela desapontou o pai: 1) quando ela cortou todo o cabelo; 2) Foi para uma faculdade fora do estado. 3) bateu o Jaguar de Jay na parede e 4)… bom, o quarto motivo ela não falou mas ao que tudo indica foi seu casamento com Phil.

E quanto pesa o bom relacionamento do ex-namorado de seu marido com a família dele? Para Cam, pesa muito! Mas também não é pra menos né, Teddy chega e conquista todo mundo, larga do Mitchell e ainda assim é o queridinho de todos?

A história com Teddy começou no estacionamento do mercado. Cam, Mitchel e Lily o encontraram e o rapaz todo simpático convidou a família para uma dia de patinação beneficente para ajudar o hospital. A causa era boa, Cam superou os ciúmes e eles foram ao evento. O problema é que chegando lá eles encontraram todo o resto da família moderninha. A partir daí a história se desenvolveu por completo.

Cam e seus ciúmes foram demais! Ele jogava indireta sobre Teddy quando bem entendia e por isso entenda-se toda hora. Mas o ciúmes e a fúria foram tantos que ele socou um brinquedo e ainda bateu o recorde de soco mais forte (e também ganhou um usro rosa). O recorde não durou muito pois Teddy fez o favor de chamar a atenção e roubar o título de Cam mas o que valeu a pena mesmo nesse momento da história foi a conversa que Jay teve com Cam. O desabafo do sogro sobre como Cam faz Mitchel feliz foi realmente muito bonito. Emocionou e fez a auto-estima de Cam dar uma levantada em meio a todo aquele ciúme bobo.

Gloria, pra não patinar, colocou a culpa em Lily dizendo que a garota não queria ir. O medo da mulher era que ela fizesse feio já que não sabia patinar. Phil sempre muito solicito quando se trata de Gloria ofereceu ajuda e o relacionamento deles nesse episódio foi muito, muito bom! Gloria em cima de uma par de patins fazendo o escândalo que só ela é capaz de fazer e quase matando Phil com beliscões e empurrões entrou pra galeria de cenas mais memoráveis da série, com certeza. O final pelo menos foi satsifatório: Gloria aprendeu a patinar e deixou Phil de calças caídas, literalmente.

E o Manny, bom, o Manny continuou sendo ele mesmo: chatinho como sempre, o episódio todo. Passou a história inteira riscando o nome dos heróis da sua lista e filosofando sobre tudo enquanto na verdade o verdadeiro dilema estava com Luke: como dizer para o pai, seu companheiro de diversão e invenções, que ele escolhera a mãe para ser o herói da sua redação? O menino ficou tão perturbado que disse que descontou na comida e isso, claro não terminou bem pro estômago do garoto.

Uma das passagens mais legais desse episódio foi ver a relação cada vez mais próxima de Haley e Alex. A irmã mais velha estava ensinando Alex técnicas de paquera pra que ela com toda sua nerdice não espantasse os garotos. Deu certo, Alex fez um super elogio para Haley e esse pode até ser usado em episódios futuros pra que ela possa pedir algo pra irmã mais velha, o que no caso seria chantagear no melhor estilo Haley de ser.

No mais, K.B.A.L.C.U.B.O – Koalas Always Lose Cherries Under Big Overpasses.

Ah, em tempo: Modern Family acabou de ser renovada para a quinta temporada!

Arrow – The Undertaking e Darkness on the Edge of Town

Data/Hora 10/05/2013, 20:08. Autor
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Arrow caminhando para um final de temporada explosivo (literalmente).

Já houve algumas vezes que duvidei de Arrow, mas posso dizer com toda a certeza do mundo que essa série consegue construir arcos para criar ótimos episódios finais. Walter finalmente voltou, somos lembrados que Mama Queen é uma vadia e ainda descobrimos tudo o que precisávamos saber sobre a Undertaking.

O episódio 21 teve um ritmo muito bom, até porque a série sempre consegue fazer boas cenas de ação. Walter está de volta finalmente, depois de quase uma temporada longe de casa. O chocolatão realmente parece ser um dos mocinhos da história, enquanto Mama Queen está longe de conseguir tal título.

Walter não merecia ser mantido em cativeiro nos últimos seis meses por causa de sua esposa, é claro, mas precisávamos de todos os passos para que essa reunião acontecesse. Walter não quer dizer nada, mas com certeza há mais nessa história de sequestro. O episódio trouxe também outro tipo de flashback – flashbacks muito importantes para entendermos o que aconteceu. Não era de se espantar que Malcolm tem o plano de acabar com o Glades por causa da morte da mulher, mas sabemos que isso não irá se concretizar. Afinal, Ollie passou muito tempo planejando para abrir uma casa noturna para simplesmente ser explodida.

Moira ainda deixou claro que sabia da morte do marido e, muito astuta, achou aceitável confiar no homem que matou o ex-marido, para começo de conversa. Mama Queen tem mais dinheiro do que Deus e não poderia ter encontrado outra maneira para sair dessa? Qual é o problema de sair procurando seu marido, pra começo de conversa, Mama?

Em outra instância, Laurel ganhou um fora de Tommy e o que ela faz? Decide tomar café em uma boate. Laurel deixou muito na cara que estava desesperada para conseguir o corpo nu de Oliver de volta, e como esperado, ele se declarou, mais uma vez, para a amada. Laurel deixou claro que havia escolhido Tommy, mas o sentimento que ela tinha por Oliver ainda é presente quando ele contrai os músculos do peitoral.

O episódio 22 foi bem interessante, pois tivemos alguns fechamentos de arcos que foram abertos no começo do ano. Na verdade, não sei por que demorou tanto tempo para alguém fazer algo a respeito de Mama Queen. A ideia de simular um sequestro foi uma ótima ideia e sempre é bom ver Diggle na roupa do arqueiro, para variar.

O relacionamento entre Oliver e Mama Queen estava abalado há um tempo, mas agora com certeza se tornou impossível para os dois reconciliarem. Oliver já estava com problemas de confiança (aliás, ele sempre tem problemas de confiança) e Moira só deu um passo para que ficasse impossível uma reconciliação. Mesmo que ela tenha deixado claro que ela foi OBRIGADA a fazer tudo aquilo, ainda não tem como não achar ridículo ela não ter achado outra solução para o problema.

O mais importante foi a volta do Arqueiro Negro. Malcolm já provou ser um dos maiores vilões da série, mesmo que tenha aparecido em poucos episódios. O combate está marcado, mas não há duvidas de que Malcolm deve morrer na Season Finale e Tommy descobrirá que Oliver foi o responsável, se tornando assim, o verdadeiro Arqueiro Negro!

P.S: Os flashbacks dos episódios não fazem tanto sentido igual antigamente, mas com certeza foi um choque assistir Japa Hood ser morto sem seu capuz.

P.S: Toda a sequência da ‘infiltração’ na empresa de Malcolm foi fenomenal, principalmente o momento em que Felicity deixa escapar que tem vontade de ser agarrada por Oliver. Todo mundo já sabia, é claro, e todo mundo também quer participar.

P.S: Os roteiristas acabaram gastando mais tempo em Roy e Thea nesses dois últimos episódios, mas é um pouco desnecessário usá-los agora na reta final sendo que há coisas muito mais importantes acontecendo.

P.S: Walter acabou de chegar e já vai embora de novo?

Continuum – Split Second e Second Thoughts

Data/Hora 10/05/2013, 14:41. Autor
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O segundo e o terceiro episódio de Continuum se mostraram bem diferentes um do outro. Enquanto um primou pela ação, o outro deu enfoque no desenvolvimento dos personagens, mas ambos, assim como o episódio de estreia, seguiram um caminho diferente do esquema mais procedural da primeira temporada. Os casos para investigar ainda estão lá, mas a conexão com a trama real da série é muito maior e mais evidente e, por conseqüência, a história tem fluído bem melhor.

E só esses dias me dei conta que, enquanto na primeira temporada todo episódio tinha “time” no título, na segunda a palavra da vez é “second”. Não deve ser lá muito fácil arrumar títulos convincentes para esta série.

Pois bem, ambos os episódios trataram de uma situação inevitável, tendo em vista que Travis escapou da morte. Mas fiquei um pouco incomodada com a forma como Sonya lidou com a situação. Eu sou pró-Sonya, mas acho que ela deveria ter aberto o jogo para Garza e Lucas logo de cara, isso impediria Garza de virar a casaca e tentar salvar Travis. Bom, virar a casaca em termos, porque até onde ela sabe, Sonya é quem resolveu ascender ao poder e derrubar o segundo em comando.

Mas gosto muito mais do ponto de vista de Sonya nesta história toda, assim como eu simpatizava com a visão de Kagame. Travis tem o seu lugar na luta deles, mas não pode estar no comando, caso contrário o Liber8 não será outra coisa além de um grupo terrorista. Não que eles não o sejam (não é a toa que todos estavam presos no futuro), mas os ideais são válidos e merecem serem ouvidos.

Ainda quero saber como Julian irá se encaixar na história toda. Por enquanto ele tem sido um coringa (mais uma incógnita) nas mãos tanto de Sonya quanto de Travis, que querem garantir a lealdade e confiança de Teseu, mas quando ele começará a mostrar o seu real potencial? Como se dará a mudança que o levará a ser tão importante para as pessoas a ponto dos membros do Liber8 o seguirem cegamente?

Acho interessante que a explosão tenha exposto uma conspiração (farmacêutica!?) e que com isso Julian ganhou certa importância para os descontentes com a situação atual do país. A visita da madrasta na prisão me pegou um pouco de surpresa. E não deixa de ser curioso que ela se aproxime do enteado no exato momento que o filho a coloca de lado em sua vida.

Alec também tem passado por mudanças. É muito delicada a posição na qual ele se encontra e posso entender a sua incerteza sobre qual caminho seguir. Só não tenho muito certeza se unir-se a Kellog seja o melhor para ele. Ou talvez os dois estivessem unidos desde o início, porém o nome de Kellog nunca apareceu oficialmente. Mais uma vez, o único que sabe a verdade é o Sadler do futuro. Porque com certeza esse grupo específico do Liber8 não foi escolhido à toa. Por que Sadler uniria Kellog, Garza, Lucas, Sonya e Travis a Kagame no passado? Eles são completamente diferentes e todos uma bomba relógio por si só. Se quisesse operar uma alteração do passado de modo a alcançar um determinado futuro melhor do que aquele que Sadler construiu para si, seria muito menos arriscado fazer uma missão controlada, com alguém que tivesse conhecimento do que estaria fazendo e do por quê.

E os tais freelancers? De onde surgiram os viajantes do tempo de que ninguém tinha conhecimento até agora. Quando começaram essas viagens e qual o envolvimento de Jason com esse povo?

Sem falar na surpresa que foi saber que Jason é, afinal, o pai biológico de Alec.  A trama toda se complica e faz de Jason alguém muito mais importante do que aparentava a princípio.

 Uma coisa que achei interessante foi Jason falando que Kiera não será a mesma pessoa ao voltar para o futuro que era antes de partir. Ela mesma percebe o quanto o passado a está mudando e como a sua vida real tem se afastado cada vez mais. Eu gostaria que o seu futuro ainda existisse, eu torço de verdade pelo retorno de Kiera à sua vida, seu marido e seu filho, mas tudo está atrelado a duas hipóteses desde o início: se o que ela vivencia agora já aconteceu, a despeito da mensagem que Alec recebeu do seu eu no futuro, ou se o simples envio de toda essa gente para o passado já alterou o futuro no qual eles viveram.

Outra coisa que me incomodou um pouco (para não dizer muito) foi Alec fazendo uso da droga para lembrar-se do seu pai. É bem verdade que a lembrança foi o grande twist do episódio e dá uma visão completamente nova para o garoto, mas eu espero que tenha sido uma única ‘usada’ por parte de Alec. Tramas com drogas me deixam aflita, e pelo jeito também desestabilizam Kiera. Era visível o seu abalo emocional durante todo o episódio. Kiera nunca é assim tão emotiva (é uma das reclamações de alguns fãs, inclusive).

Era de se imaginar que o envolvimento de sua irmã com o Retrievanol não fosse acabar bem, mas eu não esperava por aquele final. Foi uma das cenas mais verdadeiras e tristes da série. A música de fundo, a expressão de Kiera…cortou meu coração. Nenhuma cena dela com o marido e o filho (por mais que eu seja fã dessa família unida) foi tão impactante e emocional quanto aqueles momentos com a irmã.

Que final de episódio brilhante!

 ********

PS:

* Quem mais se lembrou de Andromeda ao ver a droga sendo pingada no olho? Até o nome era o mesmo: Flash. Saudades de Beka Valentine… (Também lembrei de Dredd, mas aí já são outros quinhentos)

* Tinha mais um monte de coisas para comentar (a fuga de Travis da prisão, a desconfiança do agente Gardiner – e a minha alegria por ainda ter Nicholas Lea na série, o traidor dentro da polícia, a luta absurda de Carlos e Travis na traseira da Van, e por aí vai), mas essas duas últimas semanas foram um pouco insanas para mim, o que me obrigou a escrever um texto duplo e simplesmente não consegui encaixar tudo em um texto coerente. Mas sintam-se à vontade para comentar, que é sempre bom desenvolver além do que está escrito.

Game of Thrones – Kissed by Fire e The Climb

Data/Hora 10/05/2013, 09:30. Autor
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A metade da temporada de Game of Thrones já se passou e a série continua introduzindo personagens e mais personagens no já recheado elenco. É compreensível que diante de sete reinos, estejamos sempre conhecendo algum personagem aqui e ali, porém o fato é que a ininterrupta apresentação dos novos personagens está impedindo a série de brilhar ainda mais neste terceiro ano. Os diálogos de apresentação tomam o espaço que deveria ser destinado ao desenvolvimento das histórias em si, isso torna o ritmo dos episódios lento e em alguns momentos arrastado.

Robb realmente entrou na chuva para se molhar, se até agora o Rei do Norte não havia perdido uma batalha, talvez mais do que seu coração, seus métodos estão lhe traindo. Mesmo com todos os avisos possíveis o herdeiro da casa Stark decepa a cabeça de Karstark por seus atos contra as crianças Lannisters e a expressão “faca de dois gumes” nunca se aplica tão bem quanto a este momento, ao fazer o que achava correto Robb acaba perdendo todos os homens de Karstark que lhe seguiam, seu exército está mais fraco do que nunca, e o jovem começa a perceber que uma guerra não é ganha com espadas, um aprendizado que talvez seja muito tarde para ele corrigir, Após se casar mesmo estando prometido a uma das filhas do Lorde Frey e agora necessitar de sua força militar ele decide que seu vassalo irá pagar pelo seu impulso emocional para que ele consiga as forças necessárias para abater Rochedo Casterly, a casa da familia  Lannister.

Em contraponto a um rei em crise no Norte, vemos TyWIN literalmente vencendo todos os jogos que decide jogar e não somente na guerra, brincar de santo casamenteiro com os filhos como se fossem peões estrategicamente movidos por ele para a obtenção de terras e poder é agora um de seus novos hobbies. O único desafio de Tywin é Olenna da casa Tyrell, o encontro entre ambos é uma das melhores cenas dos episódios, confiança nas alturas, conhecimento estratégico do inimigo, atacar seus pontos fracos e usar e abusar da irônia, um grande cena entre os líderes das duas casas.

O arco de Theon começou misterioso, tomou rumos um tanto quanto confusos, mas parece que finalmente acharam um papel para o rapaz nesta temporada, ser torturado por ter destruído Winterfell e agonizar de dor tem sido sua penitência por seus pecados, o futuro de Theon agora está nas mãos do filho do recém decepado Rickard Karstark e o rapaz pelo que mostrou até agora tem não só feições de alguém problemático como de psicopata.

Após o resultado do embate entre Clégane e o Líder da Irmandade sem Estandartes acabar em pizza, Melisandre chega até onde Aria está protegida, porém a bruxa deseja barganhar e leva consigo o único filho e herdeiro de Robert Baratheon, é interessante notar que o personagem estava lá, o tempo todo andando com a filha do falecido Ned Stark e agora parece que ele finalmente vai ganhar algum destaque, é compreensível tamanho descaso com o bastardo filho de Robert pois a pequenina Aria acaba sempre roubando as atenções dele (e boa parte dos personagens nem faz ideia de quem ele é).

Sob ordens de Mance o agora selvagem Jon Snow tem logo de cara uma missão de complicada, escalar a Muralha, cuja altura é “acima das nuvens” segundo os personagens, com muitas dificuldades e algum ato de heroísmo ele consegue chegar ao topo da muralha, tendo que agora apenas esperar o sinal do rei além da muralha para atacar o castelo negro, sede da patrulha da noite. Até o momento Jon Snow tem se mostrado incapaz de carregar um núcleo inteiro sob suas costas, mesmo que o personagem faça algo incrível nestes proximos 4 episódios, a verdade é que ele será lembrado como o descobridor do sexo oral lá pelas bandas de Westeros.

Sabíamos desde o princípio que Mindinho nunca foi uma flor que se pudesse cheirar, que sua índole era motivo de dúvida e que seus planos sempre foram obscuros, porém no fim do episódio temos a confirmação de que ele é tudo isto e muito mais, sua ambição só é superada pela sua frieza e calculismo para agir em busca de poder. “O caos nao é um precipício, é uma escada” diz ele, escada esta que ele trilha sem peso na consciência, em uma série onde não existem mocinhos e vilões esta cobra consegue, sem dúvida, irá incomodar.

Com apenas mais 4 episódios a serem exibidos os rumos que o enredo vem tomando estão ficando preocupantes. A qualidade não se discute, porém são muitas histórias abertas nesta temporada que necessitaram de tempo de tela se quiserem ficar bem resolvidas ou despertar o interesse do telespectador para esperar o próximo ano para que ele então descubra o que aconteceu com o personagem. Mesmo que este ano a série retrate apenas metade do terceiro livro de Martin é importante conseguir um fim honrável ao menos aos nossos personagens favoritos.

Castle – The Human Factor

Data/Hora 09/05/2013, 09:41. Autor
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Uma semana após Still e minha cabeça ainda continua em flashes. Mas diferente do que aconteceu após o centésimo, eu não tinha depositado grandes expectativas no episódio dessa última segunda-feira. Confesso que, mesmo sem grandes esperanças, The Human Factor poderia ter saído um pouco mais do “mediano” e impactado em algumas ações, já que ele tomou como função abrir alas para a season finale. Entretanto, uma importante questão foi lançada na série e eu tenho certeza que o episódio serviu para preparar o terreno para a tempestade que vem por aí.

Leve. Se existe uma palavra que possa definir todo o episódio seria essa; leve. Claro que eu não estou ignorando o final dele, que por sinal me desapontou em ‘n’ pontos, mas isso fica para daqui alguns parágrafos. A questão é que de forma branda, a gente viu Castle se encaminhar para a última segunda-feira da sua quinta temporada. Com um caso curioso, que despertou um pouco da minha atenção, o episódio trouxe umas características da série que nós conhecemos muito bem. A primeira delas é esse menino que insiste em não sair do corpo do Castle, e eu nem preciso dizer que amo o fato dessa característica não ter sido perdida ao longo dos anos – ou preciso? E vocês podem analisar isso comigo. Estamos indo para o sexto ano da série, e o Castle continua com essa mania de perder alguns minutos da sua vida brincando. A diferença é que agora (para alegria geral da nação) a brincadeira, geralmente, “esbarra” na Beckett.

Além do fato do Castle ser chamado de pervertido, o bom humor entre os dois e as “tiradas” foram outra característica, de longa data, presente no episódio. Apesar deles terem virado um casal, e consequentemente terminado com a tensão do eles vão/eles não vão, aquele embate de personalidades que eu tanto amo (e vocês também, eu sei!) continua ali, intacto. Intactas também estão as teorias absurdas do Castle, e as caras da Beckett de quem acha tudo uma grande bobeira. Quantos não foram os sorrisos bobos que dei vendo os dois provocando um ao outro? Perdi até a conta.

É nessa hora que eu diria “brincadeiras a parte”, mas não, elas não terminaram. Como eu disse, o episódio foi leve, se agarrando a algumas cenas e momentos – momentos esses que, como sempre, fazem um episódio morno valer a pena. Eu achava que a Beckett já tinha esgotado sua taxa de “troll” por temporada, desde que ela se vestiu, sensualmente (só que não), de Nebula-9 para o Castle, lá em The Final Frontier. Mas ela adora provar o quão medroso ele é. E eu adoro o resultado disso.

Antes de tudo, eu confesso que chorei de rir com essa cena, e a risada da Beckett de quem saiu vitoriosa de uma batalha não tem preço. Mas o que eu mais gostei não foi a cara de medo do Castle, tampouco o sarro tirado dele. O que me deixou encantada foi mais uma cena da rotina deles para a gente por na nossa “sacola de momentos fofos”. Uma coisa que eu percebi, e que me fez acreditar que julguei muito cedo o Marlowe por demorar a mostrar as cenas caseiras, foi o fato de que ele simplesmente foi nos dando os momentos aos poucos, como quem libera, a cada episódio, uma parte do quebra-cabeça da vida deles. O que foi infinitamente melhor, porque ainda há tanto para descobrir do dia-a-dia de Castle e Beckett quanto já foi descoberto.

Nem só de cenas fofas viveu o episódio, e nem de perto esse foi o seu propósito. Desde o começo, a presença dos federais já dava pistas do que viria pela frente. Uma questão iria ser lançada, instigada, e, por que não, fisgada. Porém, a maneira como ela foi posta na série me desapontou um pouco. Eu já tinha visto a promo, então já sabia que a Beckett receberia uma oferta de emprego na capital, mas não sabia como ela reagiria quando ouvisse. E continuei não sabendo. Acho que, para puxar uma season finale que vai tratar da problemática se Beckett aceita ou não o emprego e como Castle lida com isso tudo, a falta de debate sobre a questão nesse episódio deixou a desejar. Não que eu quisesse que tudo fosse resolvido, ou que ela já soltasse a notícia para ele, mas faltou alguém para a Beckett contar. Faltou ela dizer algo além de “não, não foi nada”.

O surgimento dessa proposta de emprego dá à série um contraste muito interessante. Na temporada passada, no exato penúltimo episódio, Marlowe deixava um gancho para a season finale, que já indicava que o casal finalmente iria dar o primeiro passo. Quando Beckett diz que a sua parede está prestes a desmoronar, já ficava bem claro que a detetive estava parando de lutar contra seus sentimentos. Agora, eu poderia dizer que a situação é inversa. Há uma semana do último episódio, Beckett se deparou com uma questão que ela, provavelmente, terá trabalho de resolver, e eu vejo da seguinte forma: de uma maneira ou de outra, uma escolha feita por ela pode fazer erguer o muro que ela demorou tanto para por a baixo. E nós sabemos que, dessa vez, ele não seria construído por ela.

The Human Factor me desapontou no final, mas cumpriu seu papel de me deixar com incógnitas na cabeça. Para a season finale, eu vou com o coração na mão e as expectativas controladas. Não acho que o Andrew vá superar Still, mas tenho certeza que ele fechará essa temporada com chave de ouro. Quanto à posição da Beckett em relação a proposta, é tudo tão incerto que não me arrisco a dar um palpite. Aliás, só posso afirmar duas coisas para vocês: que lágrimas vão cair e que, de coração quebrado ou com brilho nos olhos, eu estarei aqui semana que vem fazendo a review de Watershed, encerrando esse nosso quinto ano. Até lá!

PS1: Será que terei que pintar plaquinhas e juntar a turma para fazer um protesto em frente a ABC pedindo a presença da Lanie em todos os episódios? Come on, Marlowe!

PS2: Como senti falta dos dois atirando juntos. Mas ainda acho um perigo o Castle ter uma arma que não seja de brinquedo.

Bates Motel – A Boy and His Dog

Data/Hora 08/05/2013, 15:54. Autor
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Bates Motel anda meio “paradinha” desde que o detetive Shelby, lamentavelmente, se foi. Ao invés do delegado loiro, alto e galã, agora, Norma precisa lidar com a figura carrancuda, latina e desprovida de altura que é o xerife Alex Romero. Nesse episódio, a Norma, usando um vestidinho preto rente ao corpo, todo sensual – mas com cara de despretensioso – foi visitar o policial, pois queria ajuda na politicagem sobre o viaduto que pretendem construir na cidade e, assim, desviar a rota de carros da rodovia em que fica o motel.

O xerife, no entanto, não foi nenhum um pouco simpático com a pobre viúva e mãe de família e deixou muito claro: eles não são amigos. Depois, quando Norma quis dar uma de espertinha e tentou chantageá-lo com o caso do Shelby, ele foi direto ao constatar “Se me chantagear mais uma vez, acabo com sua raça”. É, pelo jeito, o xerife Romero não é tão bonzinho/bobinho como o Shelby era e provavelmente não terminaria com uma bala no olho – embora, seu eu fosse ele, “vigiaria minhas costas”, como os americanos gostam de dizer.

A má notícia é que, se a série for fiel ao filme Psicose, o empreendimento Bates Motel não terá mesmo sucesso, já que, no longa metragem, a versão adulta do Norman Bates chega a declarar que eles não recebem mais visitantes desde que um viaduto foi construído e desviou o tráfego da região.

A hostilidade de Romero, no entanto, era o menor problema da Norma no momento. O novo hóspede do Bates Motel, Jake Abernathy, a ameaçou durante o tempo inteiro e disse que ele sabia de tudo o que houve entre a Norma e o Shelby. Ele estava falando sobre a relação mais próxima que os dois tiveram, de que a Norma dormia com o delegado e isso me deixou intrigada. Na minha cabeça, pensei que a Norma tivesse contado ao xerife a história toda: de que ela matou o Keith em autodefesa e assustada, cedeu às chantagens do Shelby. Eu estava sendo inocente. Outro aspecto que me intriga: o novo personagem estava atrás de alguma coisa, tendo ido até ao barco de Keith procurar e, depois, ainda cobrou a Norma pelo “objeto”. Seria o cinto? A menina ocidental? Algo mais?

No final das contas, a Norma insistiu tanto para que o homem misterioso fosse embora, que ele foi, mas deixou um presentinho: o cadáver do Shelby na cama dela (que até cadáver, é galã, reparem nele sorrindo na foto acima. Ele poderia facilmente ser o galã de, sei lá, The Walking Dead. Gosto tanto do Shelby que sou a favor da reciclagem do personagem). Não dá para ter certeza de que foi o Jake quem deixou o corpo lá, mas tudo indica que sim. E como ele fez isso? Roubar um defunto assim, sem mais nem menos, está fácil?

Por falar em corpos em semi-decomposição, o Norman estava se aventurando no empalhamento de animais, que só vem reforçar a menção ao filme Psicose (em que havia um animal empalhado na entrada do hotel). Empalhado também está o coração de Norman, que virou comentário na escola pela noitada com a Bradley e ainda levou outro fora da menina – não senti dó de nenhum dos dois; ele é muito chato com a Emma e ela é muito metidinha. Sou #TeamEmma até o final da temporada.

O Norman está cada vez mais pirado, atacou a professora e foi parar no psicólogo. E acho que a season finale, nesse sentido, vai nos reservar um super acontecimento, o menino vai revelar por que, no futuro, ele será o “assassino do filme”, uma lenda do cinema de terror. E nem posso esperar por isso! Tem tudo para ser um dos melhores finais de temporada da… Década!

Já o Dylan teve que ir buscar um grupo de jovens a quilômetros de distância, pois eles iriam trabalhar na colheita da maconha. O menino, carente ao máximo da mãe, resolveu levar todo mundo para o Bates Motel e dar um Up nos negócios familiares. A Norma ficou tão feliz que até o convidou para jantar fora, só os dois. Em se tratando de Norman e Dylan, quando o assunto é a mãe, sou #TeamDylan.

A Norma, aliás, parece não se importar que seu estabelecimento seja usado para assuntos obscuros. Porque todo mundo sabe que o Dylan trabalha para alguém que não segue as leis e ela, definitivamente, não quis saber de refletir sobre isso. Mas cá entre nós, em White Pine Bay, isso não tem mesmo a menor relevância. Acho até que, alguma hora, o xerife Romero vai se revelar o “chefão” de tudo de ilegal que acontece por lá.

Em suma, foi um episódio bom, que mantinha a atenção, mas longe de fazer o coração disparar. Bates Motel já foi mais eletrizante. Mas gosto disso na série, ela não é linear, a gente nunca sabe o que esperar. E roteiro previsível é a coisa mais chata que existe! Vida longa ao Bates Motel… Nada de viaduto.

Glee – Lights Out e Wonder-ful

Data/Hora 08/05/2013, 00:02. Autor
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Oi pessoal. A Júlia não pode fazer a review dos últimos episódios de Glee, e cá estou eu, de metida, para dar uma mãozinha!

Então, vamos aos comentários sobre Lights Out e Wonder-ful.

Confesso que eu andava beeeem animada com Glee. Ao contrário de muita gente (da Júlia, inclusive), eu estou curtindo muito essa 4ª temporada, e é evidente que fiquei um tanto quanto chateada com Lights Out. Achei o episódio bem fraquinho.

E pra quem ficou com a impressão de que tudo ficou meio recortado e remontado, jogado e ajeitado, foi isso mesmo. Finn aparecia no episódio. Mas para não comprometer a evolução das histórias (nos episódios seguintes), já que Cory estava na rehab, cenas inteiras foram cortadas. Acabou que tudo ficou meio sem sentido, mesmo em se tratando de Glee e de seus furos gigantescos de roteiro.

Pra começar, nem em Nova York as coisas foram muito legais. E olha que o trio arrasa quarteirão que mora no Brooklyn sempre faz com que os episódios tenham um gostinho bem especial para mim.

Ok, ok. Foi legal explorarem a história de Santanão, afinal de contas ela anda por NY sem fazer praticamente nada além de infernizar (e ajudar, obviamente) os amigos e utilizar sua habilidade para a dança para ganhar uns trocados. Então, foi bacana Kurt e Rachel colocarem a garota contra a parede.

Achei que a participação da SJP não foi lá essas coisas, poderiam ter aproveitado bem mais a atriz. Também não curti muito a performance do quarteto em At The Ballet. Mas o desfecho da história, com Santana se reconectando com a bailarininha que existe dentro dela e indo fazer aulas de dança na NYADA foi bacana. Torço pra ver cada mais Naya Rivera no seriado, então praticamente todos os plots da Santana caem me agradam.

Em Lima, Ryder acabou abrindo seu coração para os membros do Glee Club, e contou que foi abusado pela babá. Tudo para Sam e Artie parabenizarem o garoto por ter sido alvo de uma menina mais velha! Rá, bem a cara de Ryan Murphy a “piada”. Isso acabou aproximando Ryder de Kitty, que cada vez mais está vestindo a carapuça de boa moça. Mas o plot foi bem mal aproveitado, especialmente porque Ryder continua na enrolação sobre Katie (que nem é tããão interessante assim) e o envolvimento dele com a líder de torcida, que viria a calhar, acabou sendo adiado. O ponto alto da história de Ryder foi Everybody Hurts, que ficou bem legal.

Sobre a participação de Sue no episódio eu nem vou comentar, porque achei bem despropositada. Ela caiu de paraquedas no meio da história. Acho que a questão do tiroteio precisa de continuidade, mas não assim. Vamos se situar, roteiristas!

E por causa de tudo isso eu não curti Lights Out. Bem longe disso.

Wonder-ful não foi um episódio muito bom. Foi apenas razoável. Mas foi tão melhor que Lights Out que já me deixou bem mais felizinha.

E vou começar comentando logo o que pode causar meu apedrejamento. Não curto, definitivamente, quando Mercedes e Mike Chang ficam retornando a Lima. Eles tem suas vidas, agora. Não cola dizer que Mercedes voltou para se reconectar à família. Mike eu nem sei porque voltou. A única presença justificável é a do Kurt, por causa da história do pai.

Ok, Mercedes voltou para ajudar a galerinha, especialmente Marley, na questão da autoconfiança. Mas não acho que colocar Marley pra “gritar” seja a saída. Ela faz muito mais a linha de Rachel, e não a da Mercedes. Ou seja, a “diva” só estava ali porque Finn teve que sumir. Mike Chang veio no pacote, pra desenvolver Jake (que realmente dança pra caramba). Nada mais. E vou parar de comentar isso agora, porque acho que vocês já entenderam meu ponto de vista.

Aliás, Kurt com TOC também foi bem estranho, mas compreensível. Afinal de contas, o pai é o sol da vida dele, e a preocupação em perdê-lo era grande. Mais estranho ainda foi Blaine querer casar só porque “tem o direito”. Burt mandou muito bem em tudo que falou pra ele, mas acho que o Rouxinol não desistiu de propor. Não ainda. E isso não me agrada. Nem sou shipper deles, mas aceito eles ficarem juntos novamente. Como namorados, obviamente. Chega de casamento juvenil, Glee.

O plot de Artie foi bacaninha. E deu mais destaque para Kitty, que vem crescendo na história e no coração dos fãs. Completamente compreensível que Artie sinta medo de sair de casa. E parei de tentar compreender a bipolaridade de Kitty, então as coisas ficam mais palatáveis. Contudo, achei que ficou meio sem sentido Artie cantar For Once in My Life tãão para a líder de torcida. Eles não tem toda essa conexão emocional. Gostei do número, vejam bem. Mas achei meio desproporcional.

E pronto. O Glee Club recuperou sua auto estima e segue rumo às Regionais equilibrado e bem treinado. E tem tudo para arrasar.

E em NY, vimos o desenrolar da história de Rachel, que vai para sua audição final em busca do papel de Fanny. Legal terem usado o sucesso dela como motivador pra tarefa da semana, depois da ligação fofa pro Will. Mas mais legal ainda foi ver que finalmente Miss July deu o braço a torcer e apoiou a pupila. Quero dizer, era meio óbvio que no fundo Cassandra queria desenvolver Rachel, fazer com que ela enfrentasse bem o meio árido da Broadway. Mas curti a história, e adorei o número musical. Kate Hudson mandou bem demais.

Dito tudo isso, confesso que minha animação pras Regionais está em alta, apesar de não ter gostado muito dos dois episódios. E estou mais animada ainda pra audição da Rachel. Espero que seja épico!

As músicas dos episódios:

Lights Out:

The Star-Spangled Banner – Frida

You’ve Lost that Lovin’ Feelin’ – Sam  e Ryder
Everybody Hurts – Ryder
We Will Rock You – New Directions
Little Girls – Sue
At The Ballet –  Isabelle, Rachel, Santana e Kurt

Longest Time – New Directions

Wonder-ful:

Signed, Sealed, Delivered I’m Yours – Kitty
Superstition – Blaine, Mercedes e Marley
I Wish – Jake
You Are the Sunshine of My Life – Kurt
Uptight (Everything’s Alright) – Cassandra July
Higher Ground – Mercedes
For Once in My Life – Artie

Grimm – Endangered

Data/Hora 07/05/2013, 11:34. Autor
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“Eles vão matar você, e eu vou ficar aqui na floresta completamente sozinho e abandonado”.

Com o Hank ainda em férias, Monroe fica cada vez mais importante na vida solitária e depressiva de Nick. Se não fosse a quantidade de acontecimentos estranhos em Portland, ser rejeitado por Juliette seria ainda mais doloroso para o Grimm, mas nós sabemos que coisas estranhas é o que não faltam em Portland e elas tem mantido Nick bem ocupado. No entanto, tudo indica que os dias de coração partido do Grimm estão prestes a acabar, mesmo com a Juliette ainda evitando contar a ele que a memória dela está voltando.

Enquanto – que Deus no ajude – o plot da memória de Juliette não tem um fim, Monroe segue sendo o melhor amigo de Nick, e que amigo. Além do blutbad, o Grimm tem aproveitado a proximidade com Renard para conhecer melhor o mistério por trás da chave que ganhou da sua tia Marie. Segundo o capitão, muito sangue foi derramado pela família real para conseguir quatro das sete chaves pertencentes aos descendentes de Grimms. De acordo com Renard, o mapa pode esconder a localização do segredo da alquimia, a vida eterna, a espada de Maomé – que aparentemente possui muita energia – e até os pregos que seguraram Jesus Cristo na cruz, ou alguns pedaços da própria cruz. Tudo isso depende de qual lenda se acredita.

Renard e Nick já dividem casos e histórias do mundo de Grimm, mas a confiança entre os dois ainda está longe de ser a mesma que Nick tem em Hank e Monroe, por exemplo. Por isso, quando Renard pergunta se Nick confia nele, o Grimm responde da forma mais sincera possível: “Creio que da mesma forma que você confia em mim”. O papo cabeça não vai muito além disso. Lembram das coisas estranhas que acontecem em Portland? A conversa dos dois logo é interrompida por Wu: “temos um caso esquisito”.

O sargento se referia nada mais, nada menos, que um alienígena. Isso segundo o depoimento da testemunha do ataque. No entanto, na realidade tudo não passada de mais um wesen diferente na área de Nick. Depois do Volcanalis – presente no último episódio Ring Of Fire – em Endangered, o público conheceu o Gluhenvolk, um wesen raro, as últimas informações sobre ele davam a raça como extinta.

O Gluhenvolk tem uma pele que brilha, emite uma cor azul e é caçado mundo afora para que sua pele seja comercializada. Rosalee lembra, que quando era criança, dizia-se que encontrar um Gluhenvolk também trazia sorte a quem o via. O wesen realmente parece com um alien e o mais engraçado é que os ufologistas – caçadores de aliens – aparecem aqui como wesens a procura do Gluhenvolk para que possam comercializar a pele. Adorei a referência explícita ao clássico seriado americano de ficção científica Arquivo X: “a verdade está lá fora”.

Os Gluhenvolk são realmente criaturas muito impressionantes, mas o negócio de precisar se alimentar de ovários de vacas durante a gestação foi pra revirar o estômago da audiência.Por outro lado, a gravidez acabou se tornando muito engraçada, principalmente pela participação de Nick e Monroe no parto. Se não fosse Rosalee a situação ia ficar muito feia para a coitada da mamãe Gluhenvolk.

Endangered foi um episódio divertido, um dos mais agradáveis da temporada. Na média, o segundo ano de Grimm conseguiu ser melhor que a primeira temporada da série. O seriado da NBC já está renovado para um terceiro ano, o que garante que os mistérios que têm se desenvolvido durante a segunda temporada tenham tempo suficiente para contar suas histórias, sejam elas de fadas ou wesens.

Once Upon A Time – Second Star to the Right

Data/Hora 07/05/2013, 10:10. Autor
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“Correndo, correndo. Vamos correr para deixar o ritmo da série mais acelerado”. Só pode ter sido isso que os roteiristas pensaram para escrever esse episódio. Eu me senti numa maratona, e não de uma forma boa.

Eu já tinha dito antes que não daria tempo deles explicarem tudo dos humanos nesses últimos episódios. Era uma trama que tinha ter uma profundidade para que as pessoas pudessem compreender e conseguir sentir raiva. Eles responderam às perguntas? Sim, nós sabemos como Greg e Tamara se conheceram, como eles montaram esse plano e soubemos um pouco sobre a organização, mas aprofundamento que é bom nada.

O episódio foi repleto de subtramas e nenhuma delas foi bem desenvolvida. Talvez a da Emma com o Neal e só. No fim do episódio passado, nós vimos que Regina tinha sido sequestrada pelos humanos e nesse episódio eu senti uma pegada American Horror Story com The Following, teve a sessão de choque para que Regina pudesse falar o que aconteceu com o pai do Greg e até uma “perseguição” armada. Aqui foi revelado que Greg e Tamara não estão sozinhos nessa, toda uma agência contra-magia está por trás dos planos deles. Gostaria que focassem mais nessa agência, mas só resta um episódio e acho que seria pedir demais.

Após encontrar a plantação de feijões mágicos totalmente destruída, Mary, David, Emma e Henry partem atrás de Regina para tirar satisfações, mas para surpresa de todos ela está sumida. As coisas começaram a me incomodar aqui, tudo bem, a Emma já estava com um pé atrás com a Tamara, mas foi só a Regina sumir e ela já coloca a culpa na mulher. “Hum, não foi o Gold porque ele está ocupado com a Lacey, já sei, só pode ser a Tamara. É tudo culpa dela”. Tamara tá pior que o Chaves. Emma parte numa busca pela quarto de Tamara para encontrar pistas e encontra Neal. De todas as subtramas desse episódio, essa foi a que ganhou um maior destaque apenas pelo que aconteceria depois. Foi legal ver os dois sendo sinceros um com o outro, a Emma finalmente assumindo que sofreu com o fato de ele a ter deixado na prisão e ele contando que queria tê-la visitado na prisão. Por mais que eu prefira a Emma com o August (sei, isso não vai mais acontecer), eu estou gostando do casal; se formos comparar eles são bem menos melosos do que a Mary e o David na temporada passada com todas as suas idas e vindas.

Mr. Gold também ganhou o seu espaço nesse episódio. A relação dele e de Lacey está muito estranha. Olho para os dois e só consigo lembrar do Olavo e da Bebel da novela Paraíso Tropical. Sério. O homem sério e que não poupa ninguém dos seus ataques e a mulher atirada que adora um badboy. Lacey descobriu sobre a magia de Gold e sobre o garoto da profecia. Henry é melhor tomar cuidado, pois agora nada pode impedir o Rumple de cometer maldades.

Mary e David, por não acreditarem na culpa de Tamara, vão encontrar Gold e tentar achar Regina com ele. Para cumprir o favor que devia ao David o Lorde das Trevas oferece um feitiço onde Snow verá e sentirá tudo o que Regina está sentindo. Pensei que David fosse usar o favor que Gold o devia para algo mais grandioso, mas no fim foi interessante ele ter feito isso. Eu tinha encontrado uma ótima oportunidade de trama aqui, já pensaram que legal seria se esse feitiço funcionasse para sempre? As portas que isso abriria para a estória? Regina e Snow conectadas de alguma maneira. Com a ajuda de Snow e do feitiço, Emma consegue descobrir onde Regina está.

As coisas praticamente voaram da metade para o final. Tivemos uma “perseguição” à la The Following, como disse acima, que não me deixou nada tenso, pois não durou tanto. Por alguns segundos eu achei que eles realmente fossem continuar mantendo a identidade da Tamara em segredo para o Neal. – foi tudo tão rápido que enquanto escrevo essa review estou tentando encontrar maneiras de encaixar tudo o que assisti para que faça sentido – Os humanos foram descobertos e agora parece que vem uma possível guerra das boas; Tamara, para conseguir fugir, acabou usando um dos feijões mágicos que ela roubou da Regina e isso teve consequências bem ruins, quando eu estava começando a me afeiçoar ao casal o Neal cai no portal – tenho algumas teorias quanto a season finale por causa dessa cena.

E o conto de fadas? Bem, esse eu deixei pro final pelo simples fato de ter sido a melhor coisa do episódio. Acompanhamos o momento em que Bae chega na Terra, o garoto vira um mendigo e após roubar pão em uma casa ele é ajudado por ninguém mais ninguém menos que Wendy, a menina do Peter Pan. O garoto é acolhido na casa e vira um irmão dos meninos da história do garoto que nunca cresce. Tudo foi muito bem feito, até os efeitos estavam legais – a sombra não muito, mas não estava dos piores (a.k.a Wonderland) – a ideia de usar a sombra de Peter Pan como algo mau foi incrível. Se a próxima temporada for mesmo se passar em Neverland – o que já é praticamente certo – eu espero muito foco nessa terra.

O episódio teria sido nota 10, ótimo, incrível se não fosse o foco em tantos personagens sem aprofundamento algum em cada um. A visão vai saltando entre um e outro e acabou que a impressão foi de algo muito corrido. Mas claro que teve o seu ponto positivo, foi um episódio surpreendente e com a parte do conto de fadas incrível. O final foi de tirar o fôlego e agora é só roer as unhas até a Season Finale.

Grey’s Anatomy – Do You Believe in Magic

Data/Hora 06/05/2013, 22:29. Autor
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Dando seguimento à ótima sequencia de episódios dessa reta final da 9ª temporada de Grey’s Anatomy, Do You Believe in Magic trouxe encaminhamento à praticamente todos os plots desenvolvidos pelos roteiristas.

Mas antes de falar sobre as histórias desenvolvidas, vou falar sobre a introduzida, e da qual eu gostei muito. Lauren Boswell, uma médica competentíssima (e um tanto quanto flertadora) chegou ao Grey-Sloan para fazer uma cirurgia junto com Arizona. E não é que ela já chegou toda toda pro lado da Robbins? Hilarie Burton foi tão bem no papel que eu inclusive (PERDÃO, CALLIE) achei que sobrou química entre Boswell e Arizona. Contudo, não acho que Robbins vai trair Callie. Acho que o interesse de Lauren vai servir pra Arizona voltar a se sentir uma mulher poderosa e sexy, já que a ausência da perna não é motivo para o afastamento das pessoas. Creio que nos próximos episódios veremos mais momentos entre Boswell e Robbins. E confesso: adorarei cada um deles.

Das histórias antigas, vimos o desenrolar do drama de Bailey. A médica optou por fazer uma greve de silêncio. Aparentemente, era mágoa pura, já que ela não respondia para nenhum dos colegas. Nem a intervenção da saída do banheiro auxiliou. Mas depois que descobrimos o incrível número de testes que Miranda fez nela mesma, ficou evidente que a questão era outra: o medo de causar mais mortes. E no final das contas, depois de ver o mágico indo embora, Richard compreendeu que apenas ele poderia auxiliar Bailey. Eu achei que ele iria tentar conversar com ela, mas foi muito mais sábia a saída dele: chamar Ben. A mágoa de Bailey com o Chief é gigante, então não ajudaria muito ele forçar a barra. Creio que no próximo episódio Miranda já estará pronta pra outra, já que ela baixou a guarda e aceitou a ajuda do marido. Então, creio que essa história se finalizou, o máximo que veremos é algum reflexo pontual futuro.

Momento fofura do episódio: a linda a cena entre a família Grey-Shepherd. Derek de princesa e Meredith de tigresa tomando chazinho com Zola. Também foi fofo ver Derek todo preocupado com a primogênita, já que irmãos mais novos podem ser verdadeiros monstrinhos (adorei a enquadrada que Derek e Heather deram no menino hiperativo do hospital). Mas concordo com Mer: Zola é persuasiva o bastante pra ficar sã e salva.

Outra questão que seguiu sendo abordada foi a do Owen com Ethan, que tomou os remédios da vó e quase foi se encontrar com a mãe. E a vó do garoto arregou, por achar que não tem condições de dar uma vida bacana com o menino. Como nada que Yang faz resulta na melhora de Paul, Ethan acabaria indo para o serviço social. Acabaria, já que Owen deve ficar com o garoto.

Isso porque muito embora tenha dito pra Yang que quer ficar com ela, é mais evidente a cada episódio a vontade dele de ser pai. Aliás, acho que os esforços da Yang não são apenas para salvar o paciente, mas também seu casamento. Se Paul não acordar, as coisas degringolarão em velocidade mais rápida. Não consigo vislumbrar futuro para Crowen, então. E acho que nem Cristina, que praticamente jogou a toalha. É uma questão de tempo, na minha opinião, o fim. E torço muito pra que ele seja rápido e indolor, porque voltar pro mimimi do “não quero ser mãe, mas eu quero ser pai” é inviável.

April, evidentemente, ainda é apaixonada por Avery – que está negligenciando Steph. Ela voltou com Matthew, mas a vontade de embarcar na Roda Gigante é enorme. E não creio que seja apenas atração física, mas amor mesmo. Só que o estilo de vida escolhido por Kepner conflita com esse amor, e a ruivinha não tem coragem de se jogar nos braços de Jackson. Por isso eu defendo a tese de que eles devem se afastar definitivamente. Porque embora o casal me agrade muito, não acredito que veríamos eles juntos sem toda aquela culpa da April, que deixa ela muiiiiito mais chata. Então, gosto de ver Avery optando por tentar com a Steph. Não sou fã da moça (ela é tão dispensável), mas acho que a leveza no relacionamento deles funciona bem.

E por fim, preciso falar da trama de Karev e Jo. Já antecipo: continuo gostando bastante do encaminhamento da mesma. Ok, nunca achei que o namorado de Jo iria bater nela (não é uma certeza que tenha sido isso que aconteceu, mas parece ser a hipótese mais plausível). Mas também não é tão improvável assim, já que ele ficou BEM desgostoso sobre o passado dela. Gostei de ver Alex tentando superar a paixão pela amiga (enquanto tentava driblar as zoações de Yang). Gostei do que ele disse pra ela, no final do episódio, porque mostra que ele sabe que não pode mais optar pelas mulheres-problema. E acho que dessa vez, Shonda encaminhará a história de forma diferente. Não acho que teremos uma nova Ava, ou o repeteco da história da mãe do Karev. Acho que essa história servirá só pra fazer que ambos admitam seus sentimentos um pelo outro e fiquem juntos. Claro, a possibilidade de eu estar redondamente enganada é enorme. A probabilidade do desfecho da história ser um lixo, idem. Mas eu aposto na Shonda, dessa vez. Mesmo que saiba que em se tratando da Rainha do Drama, me decepcionar pode ser uma constante.

Nessa quinta-feira vai ao ar Readiness is All. A primeira parte da conclusão dessa linda temporada. Mal posso esperar.

Chicago Fire – Retaliation Hit

Data/Hora 06/05/2013, 22:17. Autor
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Chicago Fire entrou na sua reta final com dois objetivos: fechar as tramas de ficaram abertas no decorrer dessa primeira temporada e fazer emplacar seu spin-off sobre o Departamento de Polícia de Boston.

O primeiro objetivo já vem sendo alcançado. O segundo a gente fica sabendo nos dois últimos episódios da temporada.

Depois desse um mês de hiato a série apresentou um episódio muito bom, cheio de intrigas mas sempre com algumas situações desnecessárias dignas de Chicago Fire. Além disso, na disputa vilões vs. mocinhos, os vilões marcaram mais um ponto.

No último episódio terminamos com a “supreendente” aparição de Hallie toda trabalhada no cabelo liso e estragando um momento Casey-Dawson. Casey pelo visto só sabe perder tempo quando se se trata de Dawson porque foi logo tratar de fazer acontecer um remember com Hallie. Acorda homem!

Severide bancou o estúpido e mesmo com processo nas costas foi logo tratar de encontrar Tara. Foi babaca e além de tudo ainda teve todas as acusações contra ele elevadas à um nível maior já que Tara foi promovida a Comandante de Operações na sede de divisão de campo. (1º vilão de dando bem). Agora como é que pode essa mulher que não tinha jeito nenhum pra trabalhar com as paramédicas ser promovida para um cargo tão alto, assim, do nada? Não é a toa que Dawson e Shay não gostaram nenhum pouco da notícia.

Além de tudo ainda fizeram o favor de resgatar a Nicki lá dos primeiros episódio da série e usar a pai da moça pra depor contra o bombeiro. Pra que isso? Se prepare Severide que vem problema por aí.

E o que falar de Voight (2º vilão se dando bem) e sua liberdade? Mandou matar Curtis no episódio anterior e agora aproveita sua liberdade. Eu, sinceramente, gostei dessa volta de Voight, mesmo ela sendo meio óbvia, só pra poder dar mais emoção nesse finalzinho de temporada.

Assim que saiu da cadeia já foi logo ligando pra Dawson pra cobrar o favor que a paramédia devia a ele. Pena que quem pagou esse favor foi Antonio e não Gaby. Antonio saiu da narcóticos e conseguiu o cargo de chefia da Unidade de Inteligência (mais uma pista para o spin-off) e perdeu o cargo pra quem? Voigh, óbvio! Ainda não está claro se Voight irá para o spin-off mas quem sabe né? Um policial corrupto pra fazer a trama andar.

Nem tenho o que falar sobre Hadley porque ele praticamente nunca teve destaque nos demais episódio e agora só ganhou destaque ao fazer brincadeiras desnecessárias com Mills a troco de nada… Pura inveja, puro recalque porque o recruta vem trabalhando melhor que ele. Achei desnecessária essa história e ele deveria era ter levado uma surra de Mills mesmo. Além de desperezo é só isso que ele merece.

Chefe Boden mais uma vez mostrou o por quê de ser o chefe desse batalhão: simplesmente porque ele defende seus bombeiros com unhas e dentes. Perdeu uma amizade de anos com o pais da Nicki que depôs contra Severide e deu um jeito de mandar Hadley pra longe.

Apesar de tudo o episódio foi bem equilibrado mesclando os dramas pessoais com os resgates. Aliás, os resgates desse episódio foram muito bons! Principalmente o da picada de cobra no qual a Shay parecia ser tão valente mas quem teve que lidar com o animal foi Dawson e primeiro resgate do tiro de retaliação (Retaliation Hit) que dá nome ao episódio.

Enquanto você toma um drink no Molly’s, que já foi inaugurado, aproveite pra ver o vídeo promocional do próximo episódio.

 

Parks and Recreation – Article Two e Jerry’s Retirement

Data/Hora 06/05/2013, 16:49. Autor
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Uma dobradinha de sucesso.

Faz um bom tempo que Parks and Recreation apareceu com seu último episódio duplo, mas desta vez, tudo foi bem planejado para que os dois episódios funcionassem bem na mesma noite. Qualquer tipo de interação entre Leslie e os cidadãos apaixonados que frequentam as reuniões do conselho da cidade é a fórmula de sucesso. Mas Garth Blundin é um dos mais memoráveis, já que é interpretado por Patton Oswalt. Ele faz esta história, que tinha potencial para ser frustrante, se transformar em uma defesa adorável de Pawnee.

Descobrimos outra mania completamente insana de Leslie: O calendário das comemorações dos relacionamentos. Comemorar qualquer tipo de coisinha com certeza não deve ser fácil. O plot foi divertido, pois colocaram Ben e Ann para interagirem um com o outro, com ótimas piadas de Fringe e Game of Thrones, mas com certeza poderia ter sido mais inspirado.

A última história do episódio foi a fantástica interação entre Ron, April e Chris. Muito divertido quando Ron decide partir a barra de chocolate para Jerry fazer o trabalho, April se entregando ao seu lado cleptomaníaco e Chris todo alegre levando todos seus colegas para um destino com os chapéus divertidos. O único problema com esta história é que ela poderia ter tido mais tempo na telinha, para vermos a formação em gestão de April em lentos passos e assistir os dois rapazes torturando Jerry.

Rir de Jerry e vê-lo aceitar sem nenhuma objeção é uma das piadas recorrentes da série que sempre dá certo. Porém, como vimos, o próprio Jerry não é uma piada. Ele anda aparecendo mais nessa temporada do que nas outras, e descobrimos que, apesar de seu exterior trapalhão, Jerry realmente tem uma vida invejável. Ele tem uma família incrivelmente linda e ainda está disposto a sacrificar o sucesso no trabalho, a fim de manter esse tipo de vida. E isso também leva a uma revelação muito humilhante para nossa querida Leslie Knope, que precisa começar a se importar mais com sua vida pessoal do que com a sua vida profissional.

Esse poderia ter sido o final perfeito para Jerry na série, se aposentando. Não acredito que ele tenha um momento tão grandioso igual esse novamente. Porém, ele salva Tom de se tornar o novo Jerry e não há outra pessoa que consegue tropeçar em uma cadeira de forma tão formidável igual Jerry, portanto, estou feliz em vê-lo continuar na série por mais um tempo.

E, finalmente, Ann e Chris ainda estão tentando fazer um bebê. Esse plot parou de ser engraçado nesse episódio, já que a vergonha tomou conta do casal e eles voltaram para a fornicação. Com certeza era vergonhoso conversar sobre esperma e óvulos com seu ex, mas pelo menos agora eles estão se agarrando novamente, então tudo ficará menos constrangedor. 

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