Castle – Watershed

Data/Hora 17/05/2013, 00:43. Autor
Categorias Reviews


Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
thumb image

“Estamos nos preparando para qualquer coisa, mas ainda não aprendemos a viver, a arriscar por aquilo que queremos, a sentir aquilo que sonhamos. E, assim, adiamos nossas vidas por tempo indeterminado, até que a vida se encarregue de decidir por nós mesmos.” – Cecília Meireles.

De sonhos todos nós somos feitos. Passamos a vida atrás deles, esperando a oportunidade de tirá-los do plano das ideias e transformá-los em realidade. Mas quantas não foram as vezes em que essa oportunidade chegou, e o medo de ter tudo o que sempre quis ao alcance das mãos não nos deixou abraçar essa chance como deveríamos? Não diferente da vida real, foi assim com Beckett também.

Com muita graça, descobrimentos e também com a já enorme saudade, a gente viu Castle se despedir da temporada que eu chamo de a temporada da evolução. Vindo com a questão se Beckett aceitaria ou não o emprego na capital, Watershed não teve como nome “divisor de águas” a toa. Aliás, dividida é o melhor termo que eu poderia achar para me definir após essa season finale. Se o Marlowe queria, não só por Beckett em confronto com seus medos e dúvidas, assim como queria deixar os fãs com a cabeça fervendo até setembro, digam ao homem que ele conseguiu. Feito para encerrar o processo entre o que nós somos agora/o que nós seremos no futuro, esse último episódio botou um fim no rumo incerto, e lançou uma proposta bastante inesperada.

Antes de qualquer coisa, eu devo confessar que fui para a season finale com mil expectativas e tive um pouco mais da metade saciada. Longe de mim dizer que foi ruim o episódio – muito pelo contrário. Mas eu esperava mais, e se me permitem, eu achei o final de temporada mais fraco entre os dois últimos. O caso foi bastante interessante, bem inteligente, mas faltou um pouco mais de emoção durante os 43 minutos. Mas, como em Castle são os detalhes que fazem valer a pena, nesse episódio não foi diferente.

Logo no começo eu me assustei por ver o quão adiantado já estava o andamento da tal proposta de emprego. Quando ela optou por esconder do Castle, na semana passada, eu não imaginava que ela chegaria tão longe com o segredo. Mas como a descoberta do segredo só se deu mais lá para frente do episódio, eu deixo essa questão pra depois também. Por enquanto, vamos falar do quão aterrorizante foi ela dizer que sabia o porquê de estar naquela entrevista, e do quão doloroso foi ver a carinha de “despedida” que ela dava para cada situação, já rotineira, que acontecia no departamento.

Ela estava em dúvida. Não só em dúvida, ela estava, internamente, se perguntando como poderia deixar tudo aquilo ali para trás e perseguir um sonho, um novo caminho. E eu a entendo, afinal, quem não sentiria falta de tudo o que eles viveram durante esses 5 anos? Se vocês perceberem, a cada situação que tinha como marca uma característica deles, ela ficava com um ar triste. Foi assim nas teorias do Castle, quando ele e Esposito falaram juntos, quando ela estava botando contra a parede um suspeito da sala de investigação. Durante todo o episódio, ela nos dizia que queria o emprego na capital, mas nos dava pistas de que ficaria em Nova York. Mas se tinha um fator que implicava diretamente na decisão dela, esse fator era a dúvida sobre o que ela e Castle realmente tinham.

Eu disse que Marlowe não dava ponto sem nó, e é exatamente por isso que eu sabia que a questão “para onde estamos indo” ainda voltaria nessa temporada. É claro que mudar para outra cidade, largar o departamento, eram problemas que Beckett teria que lidar – e não eram problemas fáceis. Mas o medo de fazer uma escolha rondava, e sempre rondou, sobre optar ficar por um relacionamento no qual nenhum dos dois havia conversado sobre o rumo. Ela é completamente louca por ele, e isso já é um motivo que explicaria o fato de, por medo, ela ter escondido a proposta dele. Se eles já tivessem sentado e conversado, talvez mais opções surgiriam além de escolher ir para D.C., ou largar a proposta e ficar com o Castle. Se eles já tivessem sentado e conversado, muitas dúvidas não estariam em jogo. Se, se, se.

Se o medo de chatear o Castle, junto com o medo de ter que sentar e conversar sobre o que eles têm, não fossem tão grandes, essa cena teria sido evitada. Desde que ela optou por não contar ao Castle, eu discordei totalmente. Em uma relação, há coisas que devemos mesmo esperar um pouco para ver se vale o sacrifício de uma longa conversa, ou até mesmo uma briga. Mas nesse caso, não era uma simples “coisa”. Como ela disse, era sobre a vida dela, mas mexendo na vida dela, ela mexeria na dele também. Por mais que eles não tenham rotulado ou decidido o que fazer nos próximos meses, ou anos, o Castle está ligado a ela, assim como ela a ele, e por isso, somente por isso, ele estava certo em dizer que sim, aquilo era sobre eles. E desde que mundo é mundo, e Always é Always, nós sabemos que em Castle, guardar um segredo nunca acaba bem.

Mas é aí, no meio de uma turbulência, uma indecisão, uma briga, que entra Martha, nossa representante para os momentos em que queremos por um pingo de juízo na cabeça do Castle e fazê-lo enxergar o que se encontra debaixo de seu nariz. Martha disse o que muitas vezes eu tive vontade de gritar na tela do computador pra ver se chegava aos ouvidos do nosso escritor. Será que ele não via que alguma coisa estava fora dos trilhos? Que, em algum momento, eles teriam que dar um rumo para o que eles estavam vivendo? Não, eles não estavam apaixonados pela música, como Beckett perguntou ao pai. Depois de tudo que eles passaram, não deveria restar dúvidas de que aquilo daria certo. Castle só precisava enxergar, e ir atrás disso, mais uma vez. E ele foi. Foi com a cara, a coragem, e um anel de brilhantes.

Eu não estava esperando um pedido de casamento, e talvez por isso, eu tenha demorado para formar uma opinião concreta na minha cabeça. Depois de muito pensar, eu percebi que, realmente, não tinha um final mais lógico que esse. Como eu disse, essa quinta temporada foi a temporada da evolução, e nada mais justo que finalizar com uma grande (enorme, eu sei) evolução. Porém, nem mesmo a lógica funciona sempre, e eu acho que o Castle quis correr antes mesmo de caminhar. Foi por isso que o final me desapontou. Não a ideia do casamento, mas a forma e o contexto em que ela surgiu. Por tudo que ela representa para ele, por tudo o que eles já viveram, não era por medo e pressão do “meu Deus, se eu não decidir o que temos, poderei perdê-la para sempre” que ele deveria ter feito o pedido. Como encarar com naturalidade um pedido de casamento, se até semana passada nenhum dos dois havia enfrentado todas as questões? Como sair do não sei o que temos direto para o casa comigo?

Sei que muito se falou, e muitas são as opiniões sobre o rumo tomado por esse final. O que me preocupa é o fato deles não estarem preparados para um passo desse tamanho, e a certeza de que a Beckett é sensata o suficiente para chegar a essa conclusão também. Mesmo com o Castle dizendo que não importa o que aconteça, tampouco importa a decisão dela, eu ainda tenho a sensação que o pedido veio junto a uma vontade de mexer com a escolha dela e fazê-la ficar em NY. Embora eu ache que o Marlowe poderia ter feito um pouco diferente, a cena final me fez encher de lágrimas os olhos. Ao som de Robert Duncan, eu tive minhas emoções mexidas por uns mil liquidificadores.

Se ela vai aceitar? Não sei. Meu palpite (e também o meu desejo) é que ela peça calma a ele, e que sentem para finalmente terem a tão esperada conversa. Acho que, independente do que seja a resposta, a sexta temporada terá um plano de fundo muito interessante para ser trabalhado. Como eu sempre falo, a ordem cronológica de Castle é tão perfeita que me assusta. Marlowe separou a quinta temporada para tratar da evolução do romance, e agora, no nosso sexto ano, nada mais justo que nós descubramos o que vem depois da “fase de conhecimento”. Embora o pedido de casamento tenha sido um enorme passo, tenho a total certeza de que eles continuarão seguindo fase por fase, sem falhas, sem pular etapas, sem deixar nada para trás. Castle e Beckett permanecerão galgando degrau por degrau – ou dançando conforme a música, se vocês preferirem.

Me despeço dessa quinta temporada muito mais in love do que quando entramos nela. Serão duros meses de cabeça borbulhando, mas em setembro teremos nossas desesperadas respostas. E, quando o medo bater, a loucura aparecer, e a abstinência falar mais alto, lembrem-se: in Marlowe we trust. Até a sexta temporada!

PS1: A necessidade da Beckett em contar as coisas para Lanie é quase tão grande quanto a minha vontade de ver mais cenas como essa na série. São sempre ótimas cenas, com belos conselhos, e, infelizmente, muito raros. Ainda torço por uma temporada em que haja mais momentos como esse.

PS2: Todos os awards para a Stana e sua interpretação, no episódio inteiro, mas especialmente na entrevista com o suspeito. Beckett é, definitivamente, a personagem mais forte que eu já vi na vida.

PS3: Castle, eu apostaria mesmo no magenta para a capa de Deadly Heat.

Parks and Recreation – Swing Vote e Are You Better Off?

Data/Hora 17/05/2013, 00:17. Autor
Categorias Reviews


Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
thumb image

Como terminar a temporada em estilo.

Parks and Recreation teve uma quinta temporada que, se considerarmos o todo, não foi extremamente satisfatória. Tudo bem que a quarta temporada também elevou bastante o nível da série e os roteiristas simplesmente acharam difícil lidar com novos arcos, com uma mudança de ambiente também. Porém, até mesmo quando conseguiram colocar todos os personagens em uma só situação, o nível do roteiro continuou baixo.

Porém, a série conseguiu dar uma guinada no final da temporada, mesmo que isso não salve ela inteira. Houve pequenos momentos de personagens e algumas piadas que fizeram o episódio 21 interessante de se assistir. A história de Andy e April, que acaba envolvendo Ben também, foi a melhor da noite. Ben só queria levar Andy para celebrar, mas acabou arcando com todas as despesas. O moço pelo menos foi quem riu por último, por ter usado um ótimo timing respondendo, no final do episódio, que os Beatles também tinham dois cantores principais. O que faz o plot de Andy e April ser especial é o amor que a última sempre tem pelo marido, indo contra seu próprio gosto musical só para vê-lo feliz. Um momento terno e verdadeiro entre os dois. São esses detalhes que fazem April e Andy serem pessoas reais, e não apenas caricaturas de algo da TV.

A parte mais engraçada ficou por conta de – choquem – Ann, que praticamente se transformou em uma quase Monalisa, mostrando que quando os roteiristas se importam o bastante com a personagem para darem um bom plot, coisas maravilhosas podem acontecer. Monalisa, porém, consegue o melhor momento do episódio: Não há vingança melhor do que roubar o controle da natalidade de alguém e gritando: “Vadia, você vai ficar grávida!”

O momento entre Leslie e Ron no final do episódio também agradou. Leslie percebe que o que estava fazendo durante o minigolfe realmente era errado e Ron já sabia disso. Há um indício de que a vida de Leslie realmente pode mudar. No episódio passado, ela percebeu que sua vida poderia ser bem mais do que meramente uma vereadora de Pawnee. Ela precisa fazer alguns sacrifícios na sua carreira, mas a grande dúvida realmente é: será que Parks conseguiria fazer um final de temporada satisfatório?

Não foi o melhor final de temporada, mas foi o final que Parks precisava para mostrar que ainda tem grandes histórias para contar. As histórias que têm transitado entre os episódios não foram todas convincentes. Leslie geralmente é minoria quando se trata de fazer alterações pelas necessidades de Pawnee, então essa luta de Leslie com a cidade não é novidade. No início, achava que sua luta contra o recall seria simplesmente uma reformulação do arco da eleição temporada passada, com Leslie tentando conquistar eleitores. Mesmo que sua atitude positiva no final do episódio é sempre apreciada, isso não é nada que não tenhamos visto antes.

Uma mudança que veremos na quinta temporada é a decisão de Tom em não vender a sua loja. Isso será uma grande mudança na série. Além da contratação de Monalisa, o negócio de Tom tem sido bastante suave. Então, se ele realmente tiver um concorrente direto vai fazer seus plots se tornarem muito mais interessantes. Ainda mais intrigante é que os escritores optam por não revelar a identidade do concorrente.

Por último, a maior revelação do final – e uma das complicações para a próxima temporada – é que Ron está prestes a tornar-se o pai do bebê da Xena. Alguns dos meus momentos favoritos da temporada vieram por cortesia do relacionamento de Ron com Diane e suas filhas monstros. Esse ponto na trama não significa apenas que veremos ainda mais da química de Ron e Diane, mas a alegria que é Ron interagindo com as crianças. Isso também significa que Monalisa não é a grávida, que se realmente fosse verdade, seria uma perspectiva assustadora. Tom realmente não está exagerando quando diz: “Oh Deus. O que eu fiz? Tal como para a humanidade!”

P.S: A volta do agende do FBI Bert Macklin foi ótima, afinal Andy sempre é um personagem que vale a pena. Mas ele também mostra que também é um ótimo marido, quando deixa claro que é favorável ao sonho de April de estudar medicina.

P.S: Os roteiristas nos enganaram direitinho no começo do episódio. Por causa daquele telefone, parecia que April que era a grávida.

Bates Motel – Underwater

Data/Hora 16/05/2013, 10:40. Autor
Categorias Reviews


Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
thumb image

No quesito fortes emoções – e, aí, incluo tiroteios, carros cantando pneus e garrafas quebrando no chão (com as brigas travadas corpo a corpo, então, recorrentes na série) -, Bates Motel caiu de 9 para 4, numa escala que vai até 10. Mas, se as fortes emoções se findaram, a história ganha agora por pressionar o psicológico – Norma Bates que o diga.

Primeiro, porque, no início do episódio, ela questionou algo que deveria ter indagado lá no capítulo da semana passada: que tipo de trabalho realizavam os jovens que o Dylan colocou no hotel. Quando ela descobriu que tinha a ver com plantação de maconha – e um dos garotos ainda disse que não tinha problema eles fumarem ali na fachada, pois aquilo era White Pine Bay – a Norma ficou horrorizada. E decidiu que se mudaria dali. A matriarca Bates, apesar do perigo que representa, é muito ingênua e demora a perceber o que se passa ao redor dela. Até o Norman sabia quais negócios aconteciam na cidade! Tenho dó da Norma, ela só toma decisão errada, faz tudo de um jeito torto e consegue com que todas as pessoas fiquem contra ela – por esse lado, até entendia o lado cuidadoso que ela despertava no Shelby, que queria protegê-la. E, nossa, tanta coisa macabra aconteceu no vilarejo e ela decide sair por causa da plantação de maconha?!

Depois, quando ela recebeu flores, abriu um sorriso… Que se fechou em seguida ao perceber que se tratava de uma ameça: o recém-chegado Jake Abernathy tinha assuntos pendentes com a loira. Quando o Shelby morreu, acreditei que ele tomaria o lugar do delegado na vida da Norma; não sentimentalmente, mas com chantagens. Fato é que ele esteve bem apagadinho nos episódios em que apareceu. Já o xerife Romero – que estava “okay” com os jovens fumando maconha – deu mais atenção à Norma nesse episódio, sem tratá-la com rispidez, o que eu estranhei. Não acho que ele vá se revelar, na season finale da semana que vem, o grande mocinho, não. Até porque Nestor Carbonell tem cara de latino mau! Não tem?

No final das contas, a Norma – que tinha ido brigar na imobiliária por querer o dinheiro do hotel de volta – entrou no carro e taparam sua boca por trás (clichê). Jake tinha entrado no automóvel escondido e deu a cartada final: o Shelby tinha 150 mil dólares para entregar a ele e o dinheiro havia sumido, portanto, só podia estar com ela. No próximo episódio, Norma deve devolver a quantia para ele ou ela e os dois filhos morrem. Mas eis a pergunta: ela tem mesmo esse dinheiro? Acredito que não e, por isso, altas emoções irão voltar a acontecer no próximo capítulo, para que ela possa salvar a própria vida e a vida dos filhos. O xerife Alex se dispôs a ajudar. Por quê? Ele é mesmo bom? Ele detém o dinheiro? Oras, se ele fosse tão bom, não deixaria os meninos fumarem ali simplesmente porque trabalhavam para o “Gil”…

Coraçãozinho

As emoções podem até estar baixas em Bates Motel, mas isso não quer dizer que os coraçõezinhos não tenham um motivo para palpitar. A Emma teve uma química com um dos meninos hospedados no motel, que lhe deu até um cupcake de maconha (e ela comeu!). Achei fofo ele ter dado o cupcke (que é uma coisa tão chameguinho, apesar do ingrediente “especial”) e ainda entregar a cartinha (não pude deixar de reparar no símbolo da Nova Era, a Cruz de Nero). Mas é Bates Motel, não podemos esperar que tudo seja lindo e transparente.

Já o Dylan e a Bradley estão em um climinha, o que me deixa indignada. Primeiro, porque ela é uma mimada insuportável. Segundo que o Dylan, embora seja bem legal com o Norman, vive fazendo uma escolhas bem questionáveis (como atropelar o cara alguns episódios atrás), que deixam claro que ele possui uma falha de caráter. Sair com a “namorada” do irmão? Por favor.

E o Norman que sonhou que afogava a Bradley? Por um momento, quis que fosse verdade. Mas tenho medo desse menino. Os roteiristas da série não querem facilitar para o lado dele, não. E o Freddie Highmore segue dando um verdadeiro show (quando o personagem dele gritou com a Norma, afirmando que não mudaria de cidade, arrepiei).

Adiós, White Pine Bay

A Norma quer sair da cidade litorânea, que é obscura em demasia. Para isso, ela digitou “as cidades mais seguras para se morar nos Estados Unidos” no Google – sempre o Google, pobrezinha, ela estava traumatizada – e encontrou Oahu, no Havaí. Fiz uma busca e não cheguei a nenhum resultado que dissesse que a ilha seja ultra segura. Mas ela escolheu justamente o lugar onde fica o Pearl Harbor… Se encontrar o Ben Affleck por lá, diga “Aloha!”.

Fadiga

Não, não vou voltar no que disse no início da resenha e argumentar que a série tem, sim, altas emoções. Não tem. Mas em uma das cenas, a câmera percorreu toda a escadaria que separa a casa principal do motel. Nunca tinha visto a escada de cima, num plano mais aberto e… Meu Deus! Como ela é enorme. Quase a Escadaria da Penha para chegar em casa. Se eu fosse a Norma, pensaria duas vezes antes de sair de lá.

Assim como não deixo meu lar, doce lar por nada, na próxima segunda, na hora do grande final de Bates Motel. Isso, sim, vai ser de arrepiar! E não estou nem aí com a fadiga. Quero emoções!

Doctor Who – Journey to the centre of the TARDIS, The Crimson Horror e Nightmare in Silver

Data/Hora 16/05/2013, 00:34. Autor
Categorias Reviews


Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
thumb image

Próximo sábado é o último episódio da temporada. Não sei se gosto muito deste negócio de temporadas divididas ao meio, fica tudo tão curto. Quando penso que vai engatar a marcha, acaba. E, pior, consegui me enrolar completamente e não escrevi por duas semanas seguidas (desculpem, as coisas estavam realmente corridas por aqui), o que significa dizer que esta será uma resenha tripla. Se um texto duplo já é problemático (porque não dá para encaixar metade das coisas a serem ditas), imaginem um texto de três episódios.

Só me resta pedir desculpas mais uma vez, de coração.

Então, só para manter a ordem, farei breves comentários, apenas apontando o que mais me chamou atenção de cada episódio e abrir o microfone para discussão, porque nestas horas a voz do povo é o melhor incentivo para o debate.

 Journey to the centre of the TARDIS

Esse era um episódio muito esperado por todo mundo já que a TARDIS tem o seu próprio mistério e há algo nela que simplesmente atrai. Desde sempre a nave chama a atenção dos fãs, mas eu creio que quando tivemos a oportunidade de vê-la fornecer o seu poder à Rose surgiu aquela vontade natural de conhecer o que realmente acontecia ali no seu interior. O episódio escrito por Neil Gaiman (The Doctor’s Wife) aguçou ainda mais o desejo dos fãs, pois tornou a TARDIS mais palpável ao transformá-la em uma figura de carne e osso, mesmo que fosse apenas por alguns breves momentos. E não há a menor dúvida de que a nave vem mostrando seus caprichos desde que Clara deu às caras na vida do Doutor. Então era mais do que natural toda a expectativa em torno desse episódio.

Eu achei bem interessante como tivemos a oportunidade de conhecer um pouquinho mais do que acontece dentro da nave (e foi bem pouco mesmo, porque pelo visto a TARDIS é praticamente infinita e se rearranja a seu bel-prazer). Um dos momentos mais emocionantes foi quando pudemos finalmente ver a biblioteca (belíssima!) e a piscina (fica ali dando sopa e ninguém para usufruir), sem falar das lembranças dos antigos ocupantes da TARDIS. Eu sempre fico feliz quando conectam as coisas em Doctor Who, mesmo que sejam apenas pequeninos detalhes.

Mas o que realmente bagunçou a cabeça de todo mundo foi A História da Guerra do Tempo. Como Clara conseguiu ler o que estava escrito? Supostamente o livro foi escrito em gallifreyano e a TARDIS não traduz o idioma de Gallifrey. E como ter a sorte grande de achar o nome do Doutor no meio de um livro daquele tamanho? A propósito, quem escreveu o livro, já que o Doutor é o último sobrevivente? Bom, tem também todos os Daleks que vivem aparecendo por aí, mas não imagino um Dalek escrevendo um livro contando sobre a grande guerra que eles perderam.

O episódio em si foi um presente a todo fã de Doctor Who, com lembranças de acontecimentos passados, cenas escorregando pelo tempo por meio de uma fenda causada no interior da TARDIS, e nós nos emocionando com diálogos que já ouvimos vezes sem conta e ainda assim sempre nos trazem uma alegria meio sem explicação.

Para os que não prestaram muita atenção ou até ouviram, mas não conseguiram captar tudo (afinal, umas foram apenas murmúrios ao fundo), o site da BBC fez uma listinha (pode ter mais, essas foram as que eu anotei antes da página sumir) das vozes ouvidas no interior da TARDIS durante a confusão que os irmãos Van Baalen criaram:

  • Susan, a neta do Doutor, em An Unearthly Child, explicando o significado da TARDIS, e também chamando por Ian Chesterton;
  • O Terceiro Doutor explicando para Jo Grant em Colony in Space sobre como a TARDIS é dimensionalmente transcendental;
  • O Quarto Doutor discutindo engenharia transdimensional com Leela em The Robots of Death;
  • A própria TARDIS perguntando se ‘sexy’ é o seu nome em The Doctor’s Wife;
  • O Nono Doutor reafirmando para Rose que nem as hordas de Genghis Khan conseguiram atravessar as portas da TARDIS;
  • Amy Pond refletindo sobre estar no espaço, em The Beast Below; e, por fim,
  • Martha Jones tentando entender a TARDIS em Smith and Jones.

O episódio em si foi bem simples, quase infantil, a novidade estava mesmo em desbravar a nave. É claro que foi muito legal vermos como Tricky não era um andróide e foi enganado pelos irmãos por todo aquele tempo e como no final ele era o mais humano dos três, e também descobrirmos que as criaturas monstruosas que os perseguiam era na verdade uma versão de todos eles no futuro (a hora que o Doutor percebe que mais uma vez deixou Clara morrer deu um aperto no coração), mas no final das contas o que realmente chamava a atenção eram os corredores e salas da TARDIS. Era poder ver cada sala, o seu centro, o coração, a sala de controle, como ela se consertaria…o que realmente era possível acessar e o que ela manteve guardadinho apesar de tudo.

Não foi nem de longe um dos melhores episódios da série (nem mesmo da temporada), mas valeu a pena pelos pequenos prazeres que nos proporcionou.

The Crimson Horror

The Crimson Horror foi o episódio mais Sarah Jane Adventures que Doctor Who já fez. Se não fosse a falta de Sarah Jane (saudades da Elisabeth Sladen) eu poderia dizer que estávamos vendo o spin off the Doctor Who. Com a diferença de que SJA tinha um público alvo declaradamente infantil e era uma série deliciosa de assistir quando a pessoa tinha isso em mente.

Eu adoro Madame Vastra, Jenny e Strax e é sempre bom vê-los, embora a presença dos três ultimamente tenha servido principalmente para infantilizar os episódios. Isso não é uma crítica, é apenas uma constatação. Os três são ótimos juntos, mas definitivamente fazem o estilo diversão para crianças. Seria interessante um spin off com eles agora que o povo ficou órfão da Sarah Jane.

A trama foi bem rocambolesca, recheada de clichês, e aquele final…o foguete em plena era vitoriana não me desceu bem.

A verdade é que não sei muito o que falar desse episódio. Foi um episódio na média, divertido em alguns pontos, ótimo rever Vastra, Jenny e Strax, melhor ainda ver o quanto Jenny é boa no que faz e como tem carisma, mas fora isso não há nada que me cativou particularmente. Foi apenas mais um episódio. Mais um vilão tentando dominar o mundo com a história do apocalipse.

O mistério de Clara continua sendo jogado em nossas caras a todo instante e não estamos mais próximos de descobrir quem é ela, já que nada novo aconteceu com a garota. De novidade só as crianças de quem ela cuida descobrindo que Clara é uma viajante do tempo.

Se eu pudesse apagar toda esta cena da história de Doctor Who eu faria. Tenho até raiva de lembrar…uma lástima.

Nightmare in Silver

Eis um episódio que provocou reações bem distintas nos fãs. Nunca há um consenso quando o assunto é Doctor Who, mas um episódio do Neil Gaiman traz discussões ainda mais palpitantes, já que ele por si só é um autor do gênero ‘ame ou odeie’.

Eu confesso que gosto muitíssimo de Neil Gaiman, acho a sua escrita incrivelmente competente e ele é muito inteligente, sempre jogando paralelos no texto, puxando temas interessantes e fazendo menções a assuntos dos mais variados. Alguns facilmente reconhecíveis pela massa que o lê e outros nem tanto (é preciso ter um conhecimento um pouquinho mais especializado…e uma certa dose de boa memória, coisa que me falta). Mas os seus textos são puros contos de fadas, ou melhor, uma ode à criatividade, à imaginação e ao lirismo. Nada do que ele escreve está ali por acaso, tudo tem uma conexão ou, na pior das hipóteses, é alguma homenagem a alguma coisa interessante seja do mundo ficcional ou real.

Eu, embora adore o autor Neil Gaiman (e a pessoa pública também), tenho grandes problemas com os seus textos, já que não sou muito chegada em histórias tão esdrúxulas e com um apelo tão infantil (mesmo quando são bem adultas e até macabras). Pois é, difícil de entender essa relação de amor-indiferença que eu tenho por ele, mesmo assim, sempre fico empolgada com algo novo de Gaiman e a simples ideia dele escrever para Doctor Who já me tira o ar (e é claro que se ele for roteirizar novamente eu ficarei tão ansiosa quanto fiquei das últimas duas vezes).

Nightmare in Silver foi um episódio tipicamente ‘estilo Gaiman’ de ser. E me atrevo a dizer que talvez ele seja o escritor que mais compreenda e saiba roteirizar esse ideal “mundo da fantasia” criado pelo Moffat e que vem permeando todas as temporadas desde que ele assumiu, em especial a sétima.

Não vou nem tentar falar sobre as inúmeras referências que Gaiman fez durante o episódio (como o “see you next Wednesday”, uma referência a 2001: Uma Odisseia no Espaço), porque eu provavelmente perdi a maioria delas e qualquer coisa que eu escreva será uma cópia barata de algum outro texto qualquer e, se for para copiar, melhor nem começar. Mas vale informar que ele fez várias citações e referências (O Turco, O Guia do Mochileiro das Galáxias e por aí afora), com alusões aos autômatos dos séculos XVIII e XIX e é claro que aqueles que conseguiram captá-las sentiram um algo ainda mais especial pelo episódio.

Gaiman também usou e abusou de conhecimento antigo de Doctor Who, de várias regenerações diferentes, em especial no tocante aos Cybermen. A ideia aqui era fazer dos Cybermen um vilão novamente aterrorizante. Para alguns ele conseguiu, já outros acham que toda a história do Cyber-Planner meio maluco foi a coisa mais sem pé nem cabeça já criada. Isso sem falar de algumas coisas como os Cybermen matando os humanos ao invés de convertê-los, ou ainda deixando-os lá em stand-by sem fazer uma conversão real (como no caso das crianças e do próprio Webley.

Quanto ao Cyber-Planner eu não tenho reclamações. Sim, eu sei que o diferencial dos Cybermen é justamente o seu perfil lógico e desprovido de emoções, e o Cyber-Planner, como o responsável por criar e digirir os planos e estratégias dos Cybermen deveria ser o mais racional de todos eles, mas aqui eu abro uma exceção porque ele estava sendo construindo justamente dentro do Doutor, a mente mais maluca que o(s) universo(s) poderia conceber. Como o Doutor ainda não tinha sido completamente absorvido, nada mais natural que o Cyber-Planner ainda estivesse contaminado pela forma do Doutor pensar e agir.

E cá entre nós, as cenas entre o Doutor e o seu alterego mau foram as melhores do episódio. Matt Smith esteve brilhante. Aliás, ele é um grande ator e às vezes esquecemos disso porque o seu Doutor é tão maluco e excêntrico. Eu olho para o seu Doutor e sempre penso nele como uma versão mais jovem (embora seja bem mais velho) do Primeiro Doutor.

Minha única reclamação destas cenas duplas de Matt Smith foi a forma como decidiram fazer a troca entre um e outro no nosso plano. Enquanto a disputa era dentro da mente do Doutor, estava tudo perfeito, com os lados bem definidos (os pensamentos gallifreyanos x a rigidez lógica do cyber-planner…que visual lindo!) , as memórias de todas as regenerações surgindo (é sempre um deleite, e a cena foi muito legal) e o Doutor no controle do seu cérebro. O problema eram as cenas aqui fora, onde o corpo do Doutor ficava pulando de lado em lado, deixando a situação com uma comicidade irritante.

Outro problema grave do episódio para mim foram as crianças. Não é nem mesmo o fato delas viajarem com o Doutor (não foram as primeiras, não serão as últimas…embora a forma como introduziram os dois na história para que acompanhassem o Doutor e Clara foi a coisa mais sem noção já criada na série…alguém lembra de todo o drama que Rose enfrentou para encontrar o Doutor perdido nas páginas da História!?), o grande mal aqui é que aquelas crianças eram muito chatas. Angie subiu rapidamente para o posto de personagem mais irritante já criada em Doctor Who. Artie, coitado, ficou apagadinho ao lado da irmã chata e até poderia ser melhor explorado, mas se limitou a ser peso morto. Nem para fonte de preocupação real esses dois serviram! Por mim o episódio poderia facilmente ter excluído a presença dos dois que não faria a menor diferença para o desenvolvimento da história.

Um personagem que foi muito mais interessante para os acontecimentos foi Porridge, o Imperador covarde. Que ator carismático que é Warwick Davis. Era impossível não gostar do seu Porridge. Algumas vezes eu pensei na possibilidade dele ser o Imperador, mas não tinha bem certeza (apesar de todas as pistas, em especial a forma como a Capitã o tratava). Só poderia ter passado sem a cena em que Angie salva o dia com o seu ‘ninguém está prestando atenção em nada, só eu? Ele é o Imperador’ (bom, quase isso). A garota irritante não merecia  a honra de ser a única a perceber quem era Porridge na verdade, aliás, ela não merecia nem estar na série!

Mais uma vez o paralelo entre as atitudes do Doutor (na Guerra do Tempo e também nas escolhas que foi fazendo ao longo da vida) e algum outro personagem foi jogado na nossa cara. Não foi nada sutil, mas funcionou sem parecer que foi empurrado garganta abaixo só para um efeito dramático. Palmas para o roteirista.

E por falar em roteirista, Gaiman comentou sobre várias cenas que foram cortadas na hora da edição (algumas chegaram inclusive a deixar alguns pontos meio ‘no ar’, sem explicação), enquanto outras não chegaram nem a ser filmadas (uma pena), o que é normal em qualquer coisa feita para a TV ou cinema, mas sempre fico encasquetando sobre o que o roteirista realmente queria dizer e que não foi possível. E é claro que tem as adições por parte do Head Writer (o Moffat), como a famigerada cena em que o Doutor comenta sobre a saia muito justa de Clara ao final, a qual obviamente não foi escrita por Gaiman.

Inclusive, esse episódio deu uma mexida com os ânimos dos fãs na questão do relacionamento entre o Doutor e Clara. Há uma atração entre esses dois como quis colocar o Cyber-Planner ou o interesse tão presente do Doutor é apenas pelo mistério que Clara representa? E esse prequel do Season Finale que foi liberado logo após o episódio? Qual a natureza real do relacionamento desses dois?

As apostas são altas. Povo surgindo com mil e uma teoria…algumas relacionadas com Rose, outras com River pré-primeiro encontro com o Doutor, outras com River pós Biblioteca, e outras ainda falando sobre uma amálgama de companions…isso vai longe.

Eu só sei que o próximo sábado será o último e depois só no especial de 50 anos. A ansiedade aqui é grande.

Grimm – Kiss Of The Muse

Data/Hora 15/05/2013, 10:05. Autor
Categorias Reviews


Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
thumb image

“Me diga oh Musa, a partir de qualquer fonte, você pode conhecê-los”.

Kiss Of The Muse contou, entre outras coisas, com o ilustre retorno do parceiro de Nick, Hank Griffin. Sua volta deixou mais óbvia o motivo da saída estratégica do ator Russell Hornsby há dois episódios atrás. Uma perna quebrada fez com que os roteiristas se esforçassem para garantir um tempinho de recuperação para Russell, e fizeram um bom trabalho.

Em Ring Of Fire o ator saiu de férias no início do episódio – estrategicamente empurrado pelos colegas para fora da Delegacia com a cadeira de rodas do escritório. Russell ainda ficou de fora da série no episódio Endangered e voltou em Kiss Of The Muse, de muletas, mas pronto para enfrentar todos os percalços, que ser amigo de um Grimm oferece.

De cara, Hank já presenciou a resolução de uma história que estava esperando há muito tempo para ser solucionada. Apesar do plot que contou a perda da amnésia de Juliette ter durado tempo demais e desgastado a paciência, ele foi lindamente encerrado neste episódio, ou parcialmente encerrado. Ainda precisamos acompanhar o andamento do relacionamento de Nick e Juliette depois que ela se lembrou que é apaixonada por ele.

A lembrança do amor que Juliette tem por Nick foi fundamental para solucionar o caso de Kiss Of The Muse. Nick foi vítima de uma Musai, uma wesen que tem nos lábios uma substância psicotrópica capaz de enlouquecer a pessoa que é beijada por eles. O encantamento não tem antídoto. A aposta de Rosalee para a cura de Nick, foi no amor entre ele e Juliette. A cena final foi mais que bonitinha, até eu que já estava enjoada do casal preciso admitir.

Enquanto Nick ficava se encantando pela Musai Khloe Sedgwick, foi muito engraçado ver Monroe e Juliette preparando um jantar para o Grimm na mesma hora. O encantamento que atingiu Nick foi tão forte que ele marcou os dois jantares e esqueceu de comparecer aos dois. Mas ficar com fome não era a maior preocupação do Grimm. Se não fosse pelo ótimo time que o acompanha, seria muito difícil ele ter se livrado dessa, e olha que nesse caso entraram em campo Rosalee, Monroe, Hank, Renard, Juliette e até o Wu, mesmo sem saber o que realmente estava acontecendo.

Uma das melhores cenas de Kiss Of The Muse foi quando Hank e Monroe levam Rosalee pela primeira vez para conhecer o trailer da tia Marie. Além de visitar o “museu de Wesenologia”, Rosalee pode ouvir Monroe traduzir a história de um dos livros do trailer, escrita por um antepassado de Nick, sobre uma Musai. O wesen tem como principais vítimas grandes artistas e na história contada no livro da tia Marie, Gauguin e Van Gogh tiveram grandes problemas com uma em 1888.

Kiss Of The Muse foi um ótimo episódio, um dos melhores da temporada e encaminha o encerramento de mais um ano da série. Já renovada, Grimm termina a segunda temporada bem mais encorpada do que encerrou seu primeiro ano e tem todas as credenciais para construir uma ótima continuidade da sua história. Os personagens estão cada vez mais carismáticos e agora até Juliette vai ficar por dentro do mundo wesen. No próximo episódio, os zumbis vão invadir Portland.

The Vampire Diaries – She’s Come Undone e The Walking Dead

Data/Hora 15/05/2013, 09:52. Autor
Categorias Reviews


Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
thumb image

Antes de começar esta review, estou com uma dúvida: não sei qual das duas versões da Elena, a com sentimentos ou a sem, é a mais… INSUPORTÁVEL!

She’s Come Undone resumiu-se apenas nas tentativas dos Salvatore em trazerem de volta o tsunami de emoções e lágrimas da garota. Para isso, jogos mentais e até mesmo tortura física foram usados, mas nada que realmente adiantasse, pois Elena sabia que os irmãos não iriam machuca-la, e a prova disso foi eles terem-na salvado quando ela mesma resolveu se expor ao sol sem o anel protetor solar.

O desespero foi tanto – e também o fato de que os dois no fundo não aguentavam mais servir de babá para uma vampira chata – que a escalada para prosseguir com as torturas foi Katherine, por ela não se importar em machucar sua xerox. E, como sempre, quem mais acabou ajudando foi a própria Katherine e depois Damon, os donos dos planos mais questionáveis (porém funcionais) da trama.

Primeiramente a VampBitch se cansou da Elena logo no segundo em que viu a mocinha, optando por soltá-la do porão da tortura para que ela parasse de encher o saco. Então, Damon aproveitou que teria de capturar a vampira fugitiva e que tinha toda a boa vontade de Matt, para assassinar o garoto, um dos últimos exemplares humanos de Mystic Falls. O plano deu certo, e Elena, ao ver o feito de Damon, fez o que faz de melhor: chorou, esperneou e deu piti até ser amparada pelos Salvatore.

Depois de cumprir seu emprego temporário, Katherine – agora solteira e despreocupada por Klaus estar bem longe – ficou entediada por não ter o que aprontar e resolveu se aliar à Bonnie. Em troca de entregar a pedra com o sangue de Qetsiyah, a vampira esperta ganharia de presente da bruxinha o poder de ser indestrutível. Surpreendentemente a aliança de Bonnie e Katherine acaba se tornando interessante, já que mesmo as duas discutindo constantemente, de alguma maneira encontravam uma sintonia enquanto executavam o plano de derrubar o véu do Além e trair Silas.

O véu foi derrubado, e mesmo Silas tendo descoberto a trapaça da bruxinha, continuava querendo tomar a cura e morrer tranquilamente. Bonnie de fato foi esperta, tendo derrubado o véu apenas parcialmente para que pudesse coloca-lo de novo e Silas não permanecesse no mundo dos vivos após bater as botas, e depois mereceu ganhar uma medalha ao mudar os planos e mumificar novamente o homem. Desse modo, ele seria inofensivo e Damon o jogaria no oceano, não sendo necessária a cura no vilão, e que agora poderia ser usada na Elena.

Depois de tudo isso, é hora de colocar o véu e fingir que nada aconteceu, certo? Errado! Após paralisar Silas, Bonnie ficou se achando a dona de todo o poder e resolveu trazer Jeremy de vez ao mundo dos vivos, para ele continuar em Mystic Falls mesmo após ela isolar o Além novamente. O resultado não poderia ser pior: a bruxinha todo-poderosa morre e deixa o véu escancarado para todo mundo que quiser, passar e fazer a festa.

Claro que a união dos dois mundos não foi tão ruim. Tivemos a volta de Jeremy, Alaric e Lexi, mas ao mesmo tempo voltaram Kol e membros dos Cinco, todos prontos para matar gente e fazer estrago. Ah! E a Bonnie obviamente está ali também. Mas agora eu quero ver ela fazer ela fazer todas as bruxarias diretamente do mundo dos mortos e consertar esse estrago.

Por fim, tivemos os momentos de romance e reencontros. Rebekah finalmente teve a chance de conquistar a atenção de Matt, mas como todos sabem, a vampira irá para a série The Originals, o que torna as coisas um tanto frustrantes para quem (assim como eu) estava gostando do casal. Lexi foi matar as saudades de Stefan, e deu uns toques em relação a um possível romance dele com Caroline, que continua a ser uma coisa estranha de imaginar por mais óbvia que seja a atração dos dois. Elena desistiu de se vingar de Katherine, e ainda sem saber da morte de Bonnie, decidiu passar o maior tempo possível com Jeremy antes do irmão desaparecer. Entretanto, o reencontro mais bonito e aguardado foi o de Alaric e Damon, e o ex-professor tratou de, entre bebidas e bromance, mandar o vampiro ficar com Elena logo.

Agora é saber se Damon entregará a cura para Elena, pois ele nunca pareceu muito animado com a ideia da moça voltar a ser humana, e também aguardar para ver se Lexi tendo aberto os olhos de Stefan para Caroline resultará em alguma coisa. Tudo isso, claro, em meio a seres sobrenaturais mortos com sede de vingança povoando a cidade.

P. S. [1]: Seria muito interessante se a Qetsiyah finalmente resolvesse dar as caras e ajudasse Bonnie a derrubar o véu mesmo ela tendo passado dessa para melhor. E pra completar, deixando que a bruxinha, Lexi, Alaric e Jeremy permaneçam no mundo dos vivos. Não custa nada sonhar, né.

P. S. [2]: Só eu que achei extremamente frustrante o Silas ter virado pedra novamente sem ter matado a curiosidade da nação e revelado seu verdadeiro rosto?

P. S. [3]: The Vampire Diaries está parecendo aqueles programas de trocas de casais. Desisti de saber quem acabará com quem no final.

P. S. [4]: Foi emocionante ver o sorriso do Damon ao encontrar o Alaric. O reencontro dos dois foi, definitivamente, um dos pontos altos do episódio.

P. S. [5]: Emocionante o Jeremy salvar a Elena de Kol no cemitério, mas… De onde veio aquela arma? Sério mesmo que existe armamento no Além?

Once Upon A Time – And Straight On ‘Til Morning

Data/Hora 14/05/2013, 23:04. Autor
Categorias Reviews


Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
thumb image

Ao contrário do episódio passado essa Season Finale teve o ritmo certo. Mistura de emoções, raiva, alegria, tristeza, surpresa, medo e muito mais em menos de 45 minutos. Fazia tempo que eu não me empolgava tanto com um episódio de OUAT.

O começo do episódio foi sim rápido, mas nada exagerado, afinal de contas é compreensível que depois de ter posse do gatilho, os humanos usariam o mais rápido possível para destruir a magia do mundo. Acho que faltou uma explicação para a razão de o gatilho só ser ativado com a ajuda de uma determinada picareta. Talvez eles façam um flashback na terceira temporada para explicar isso. – Dói bastante falar “só na próxima temporada”.

Depois de ativado o gatilho nada mais poderia ser feito e foi aí que as coisas começaram a ficar tensas e eu me vi temendo por todos os personagens, – principalmente pela Regina – mesmo sabendo que tudo se resolveria no final, não tinha como não se envolver com o “apocalipse”. Como eu havia dito em algumas reviews atrás, os roteiristas estavam transformando a Regina para mostrar ela como uma heroína no final, pois foi com a ajuda dela que tudo se resolveu. Para diminuir a velocidade da destruição Regina resolveu se sacrificar e mostrar a Henry que ela é uma boa pessoa. Houveram muitos momentos emocionantes, mas para mim o momento em que Emma descobre que Regina não vai voltar foi o melhor.

Hook, após descobrir que para sua vingança se realizar ele terá de morrer, decide se unir aos mocinhos da estória e parar a destruição. O momento em que ele chega na casa de Mary Margaret e David dá um soco nele foi hilário; – já revi a cena várias vezes, fiquei morrendo de rir – David e Hook decidem ir atrás dos humanos para conseguir os feijões mágicos e assim salvar a todos os moradores de Storybrooke. Eu não sei muito bem como funciona o mecanismo para se abrir um portal, sempre achei que só era jogar o feijão no chão e ele abria o portal, – como ocorreu no caso do Bae e no episódio passado com a Tamara – mas nesse episódio o feijão caiu no chão e nada aconteceu, temos duas possibilidades: ou foi um erro, ou para se criar um portal é preciso ter a intenção de criar o portal. Mas bem, depois de conseguir recuperar um feijão eles decidem retornar para ajudar a população.

Achei que as coisas fossem ser resolvidas com mais enrolação e que de certa forma todos iriam para outra terra, mas fui surpreendido e gostei disso. A resolução foi bem óbvia no fim das contas, mas para ser sincero eu não percebi até estar acontecendo. E foi lindo ver as heroínas se ajudando para salvar a todos e ver a Regina recebendo o crédito por algo, achei que fossem ignorar a coitada de novo, mas parece que isso são águas passadas e a nova temporada vai ser com a Regina mais boazinha e mãezona do Henry.

Todos os problemas colocados durante a temporada foram resolvidos nesse episódio, um deles foi o das lembranças da Lacey. Confesso que fiquei igualmente surpreso como o Mr. Gold. Encontraram a cura exatamente no último episódio?! No momento de destruição e morte de todos, foi bastante irônico. A cena em que Belle lembra de tudo foi fofinha, como todas as cenas do casal Rumbelle. Gold estava bastante frágil nesse episódio depois da perda do filho e vê-lo abrir mão das maldades por vontade própria foi muito legal, foi o momento de redenção do personagem.

No conto de fadas a continuação da estória do Bae foi bem satisfatória, mas a parte do mundo real dessa vez ficou com os melhores momentos. Não foi ruim, longe disso, foi muito bom ver o Hook se apegando ao Bae e o tratando como filho, quase como uma promessa de cuidar do filho da amada. No momento em que ele sumiu de Storybrooke para salvar Bae/Neal, eu não senti raiva, consegui entender o carinho dele pelo “garoto”; – que não é mais garoto – a parceria entre os dois foi convincente, espero que na próxima temporada tenhamos bastante cena dos dois nos tempos atuais.

E quando todos achamos que tudo está bem, está resolvido me vem o negócio do Henry. Muitas perguntas surgiram, como é que a Tamara e o Greg tem conhecimento do Henry e da tal ligação dele com o Peter Pan (ou a Sombra)? Qual a razão de Henry ser tão importante? Raiva que as respostas só serão contadas na próxima temporada.

E o tão esperado final. Foi um final incrível – para não falar palavrões – o cliffhanger deixado foi tão excitante e eu fiquei cheio de dúvidas, vou deixar no fim do post para aqueles que não assistiram o episódio não receberem doses de Spoilers. Foi uma ótima season finale, atingiu as expectativas que eu estava colocando e arrisco dizer que foi até melhor que a da temporada passada com todos se lembrando e o sorriso maligno da Regina no fim. Tiveram alguns furos, óbvio que tiveram, mas depois de uma temporada com tantos episódios assim não fiquei surpreso que a finale tivesse e acabou que não modificou tanto no resultado final.

Até a próxima temporada pessoal.

P.S.: O que foi o Neal na Enchanted Forest com a Aurora, Mulan e Príncipe Phillip? Como ele voltou? Durante o episódio fiquei na dúvida se o Peter Pan quer o Henry, ou se a Sombra é que quer, ou ainda se a Sombra é o Peter Pan. E agora que os “governantes” da cidade saíram como vão ficar as coisas aqui na Terra? Afinal de contas todos da agência sabem da existência da cidade. Muitas emoções na 3ª temporada. Vamos aguardar ansiosos.

Revolution – The Love Boat

Data/Hora 14/05/2013, 22:39. Autor
Categorias Reviews


Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
thumb image

A grande novidade de The Love Boat é o retorno de Tom Neville ao primeiro escalão da série, dessa vez ao lado dos rebeldes e da Federação da Geórgia. Tom foi mandado pela presidente para trabalhar ao lado de Miles e a reação de Matheson foi um esperado “ – só pode ser brincadeira”. Neville é chato mesmo, o ótimo trabalho de Giancarlo Esposito deixa o personagem muito irritante, daqueles que a gente torce contra o seriado inteiro. A história que vai guiar o episódio começa quando Tom se junta a Miles com a missão de capturar o cientista Ethan Camp, que está desenvolvendo uma arma com antraz para a Milícia Monroe.

O episódio também mostrou um Miles mais parecido com o General Matheson, do que com o Miles, tio de Charlie. A primeira cena já apresenta Miles autorizando a execução de um soldado da Milícia. Em The Love Boat, Tom e Miles arquitetam o sequestro do cientista responsável pela arma de antraz, e também de sua família. Enquanto é muito ruim ver Miles pendendo para o ladro negro da força, foi bom ver ele defendendo Charlie de Neville.

No entanto, proteção nenhuma de Miles garante a ele o apreço de Charlie. Ela não gostou nada de ver o tio fazendo com o cientista a mesma coisa que Monroe fez com sua mãe. Miles sabe disso, mas está tão desesperado em parar Monroe, que não quer mais correr riscos de ver sua família, sua cidade e as pessoas que ama, serem destruídas pela Milícia. Charlie, Nora e Jason tiveram que mostrar com as próprias mãos que estão muito engajados em mostrar que é possível enfrentar essa guerra sem destruir outras famílias.

O plano de Charlie não deu exatamente certo e eles só foram salvos – ironicamente ou devido às coincidências que só acontecem na televisão – pelo ataque da Milícia Monroe. Como vaso ruim não quebra tão fácil, apesar de ter sido deixado para trás, Neville sobreviveu ao ataque da Milícia e voltou para enfrentar Miles. No entanto, o tio de Charlie estava mais para o Miles que conhecemos do que para o General Matheson e não restou muito mais para Tom, do que ouvir que Miles é muito mais esperto que ele. Ri muito.

Enquanto isso na Nação das Planícies, Aaron e Rachel vão se virando, apesar dos inúmeros contratempos. O caminho até a Torre se mostrou muito complicado, principalmente pela falta de suprimentos. Em The Love Boat, Aaron se mostrou mais que um ótimo amigo ao cuidar do ferimento de Rachel, mas a situação deve ficar complicada para os dois continuarem sua trajetória. A saga da dupla deixou o melhor mistério para o próximo episódio: porque Aaron estava nas anotações do caderno da Dra. Warren?

The Love Boat começou um pouco sonolento, mas trouxe vários mistérios para o enredo de Revolution. Ainda antes de terminar o episódio, uma cena na Torre mostrou que assim como Sebastian Monroe e Randall Flynn não andam se dando bem, os encarregados de Randall também não seguem a risca suas instruções. Depois que Grace conseguiu que o elevador voltasse a funcionar o soldado que ficou supervisionando o seu trabalho resolver acessar o 12º andar sem ter permissão para isso. O resultado foi algo muito parecido com o visto nos ataques nas vítimas dos filmes da saga Jurassic Park. A última cena valeu muitos pontos para The Love Boat.

Vale lembrar que no último dia 12 de maio a NBC anunciou a programação da sua Fall Season, e Revolution vai mudar de horário. A série vai passar a ser transmitida nas quartas-feiras, às 20h. Outra novidade na programação da emissora mostra que um dos produtores executivos mais badalados da série, J.J. Abrams, está realmente em alta na NBC. Depois da renovação de Revolution, J.J. garantiu mais um piloto aprovado pela emissora. A série Believe trata da história de uma menina que desde criança tem dons que não é capaz de compreender. O seriado vai ir ao ar aos domingos, às 21h. Muito mais J.J. pra você na próxima temporada.

Grey’s Anatomy – Readiness is All

Data/Hora 12/05/2013, 21:22. Autor
Categorias Reviews


Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
thumb image

Vocês já devem estar cansados de me ver elogiando a 9ª temporada de Grey’s Anatomy. Mas é impossível agir de outra forma. Então, antes de comentar o episódio, peço desculpas pelo repeteco.

Dito isso, AMEI Readiness is All. Completa e intensamente. Não teve um plot sequer que me desgostou. Não, nem o da Arizona. E explicarei abaixo o porquê.

Shonda tem fugido da previsibilidade, e isso me agrada imensamente. Por exemplo, há semanas dávamos como certa a adoção de Ethan por Owen. Mas Yang, contra tudo e contra todos, e como se brigando pela sobrevivência do seu casamento, consegue fazer Paul acordar. Surpresa completa, eu já nem imaginava mais essa possibilidade. Isso tudo depois de termos certeza de que a adoção é um caminho irreversível para Owen, como ficou bem claro no honesto e ótimo papo dele com Meredith.

Interessante também notar que Yang reagiu bem quando Mer contou para ela sobre a decisão do Owen. Cristina parece mais madura, o que me faz pensar que talvez Crowen não acabe com uma possível adoção. Ela não seria, provavelmente, a mãe da criança – sob pena de incoerência – mas acho que não se importaria em ser a tia legal do filho do seu “marido”. Sobre o plot Paul-Ethan, minha última consideração: conhecendo Shonda, é capaz que a complicação enfrentada por Derek e Heather durante a cirurgia retorne e mate o homem. Sim, é a cara da Rainha do Drama um desfecho desses. Não me surpreenderia, embora torça pra que isso não aconteça.

Outro plot absolutamente delicioso é o da gravidez de Meredith. É completamente aceitável que Mer resolva trabalhar até o último momento da gravidez. Faz parte da personalidade dela se expor a riscos – com ela bem lembrou, citando o episódio bomba da saudosa segunda temporada. E mesmo que ela esteja toda corajosa e destemida, noto que pequenas ações dela indicam que Mer está tentando se adaptar ao que se espera dela e sofrer menos riscos. E o fato dela ter caído da escada e observando que se estivesse na sala de operação nada teria acontecido foi quase como um lembrete da Shonda – no Grey-Sloan, você nunca está a salvo.

O importante é que o bebê está bem. E que a bolsa estourou. McBaby está a caminho. Sendo filho da “dark and twisty” Meredith Grey, o menino não poderia ter escolhido hora melhor pra nascer: no meio da maior tempestade dos últimos tempos. Então, para ajudar, aqui vai nosso desejo: tenha uma boa hora, Mer. Seguraremos sua mão – e uma vela, se for necessário.

Quanto ao desenrolar da história da Jo, achei bastante crível e convincente. Eu cheguei a acreditar que Alex que havia deixado Chest – me julguem, não sei o nome verdadeiro dele – naquele estado, porque é o que Karev faria, CERTAMENTE. Mas logo ficou evidente que Jo era a culpada pelo estado lastimável do valentão. Aqueles que estavam descontentes com a agressão devem ter mudado de ideia, pois afinal a iniciativa não partiu de Chest, mas sim da Jo. E a explicação pra atitude dela não poderia ser melhor: não permitiria que voltasse a lhe acontecer o que acontecia na época que vivia na vulnerabilidade das ruas (agressões e estupro ficaram subentendidos).

Alex (obrigada, Mer) não desiste de Jo, porque afinal das contas eles são iguais. Ele compreende a atitude dela. E aqui tiro meu chapéu pra Shonda: foi a primeira vez que uma ÁRVORE quebrou o clima. Bem na hora que Alex contaria para Jo seus sentimentos, uma enorme árvore invade a janela. E nem podemos reclamar, porque Karev e a moça saíram ilesos. Creio que eles vão virar um casal, em breve. E isso me alegra muito.

A história do flashmob pra April também me agradou. É a cara do Matthew fazer aquilo. E é a cara da April gostar daquilo. Ficou bem bacaninha e quebrou o clima de tensão do episódio. Confesso que cheguei a ficar irritada com o Owen por manter April fora das salas de cirurgia, mas a “culpa” foi do paramédico (e não pude deixar de pensar que apesar de fofa a ação foi meio “fora do tempo”, já que os exames estão tão próximos e Kepner precisa foco total). E por falar em tensão, é evidente que ainda existente MUITA entre Jackson e a ruiva. O que me leva a minha teoria: tive um déjà vu com essa cena do pedido de casamento. Foi muito feliz pro padrão Shonda, e me lembrei imediatamente do “eu te amo” da Lexie. Então, se alguém for perder a vida – ou quase – nessa season finale, aposto no paramédico. Assim o casal Avery e April continuaria sendo uma possibilidade. Mas é apenas uma teoria.

Também gostei muito da postura de Weber no episódio. Ele é o que melhor conhece Bailey, e sabe que sem um pouquinho de pressão a médica não retornaria facilmente às salas de operação. Então foi benéfico que ele falasse duro com ela e a “forçasse” a voltar a operar. Ross agradece. (A propósito, nem preciso dizer que esse destaquezinho dado à Miranda me delicia, né? Já passava da hora).

Por falar em Ross, tenho uma certa peninha dele, afastado de Derek e da Neuro. Mas Heather é MUITO melhor e mais engraçada que ele. A química dela com Shepherd é ótima, e o senso de humor esquisito dela deixa as coisas muito agradáveis de se ver. Vida longa e próspera a essa dupla.

E agora, chego no ponto mais polêmico do episódio: o envolvimento de Arizona e Lauren. Primeiro, indago: quem não caiu de amores pela especialista em cirurgia craniofacial? Eu me apaixonei (e queria ver ela no Grey-Sloan pra sempre, embora esse amor dela de viajar pelo mundo modificando vidas meio que inviabilize isso). Dá pra perceber que houve um certo esforço dos roteiristas para isso, já que Callie e Jackson também foram afetados pelo magnetismo de Lauren. E aqui chego no ponto que queria chegar: o efeito desse magnetismo em Arizona.

Acompanhamos toda a recuperação de Robbins, que não foi fácil. Especialmente a recuperação do seu relacionamento com Callie. Em várias cenas ficou claro que há uma restrição de Robbins no sentido de envolver Callie e a prótese. Ficou meio evidente que sem a perna Arizona se sentia menos sexy e desejável. Mais do que isso: ficou evidente que Torres, além de ser a esposa, passou a ser a médica, sempre que agia para minorar as dores da loira. Então, ainda que inconscientemente, acho que Arizona acaba associando Callie à perda da perna e à vulnerabilidade que isso trouxe.

Lauren é, assim, uma fuga da realidade. Pela primeira vez depois do acidente, Arizona voltou a se sentir “normal” e desejável. Voltou a se sentir completa. E os vários elos de Lauren com o passado de Arizona só fizeram crescer esse sentimento de completude: foi como se o avião nunca tivesse caído.

Se acho correto o que Arizona fez? Não, longe disso. Mas consigo ver a lógica que muitos não veem. A traição não foi gratuita. Não se trata de amar menos a Callie, se trata da forma como Arizona vê a ela própria.

Não sei qual o futuro dessa história. Gosto muito de Calzona e não queria que elas se separassem. O fato de Callie ter tido um envolvimento com Mark e engravidado (apesar das circunstâncias terem sido bem diferentes) pode auxiliar para que isso não signifique um final definitivo pro casal. Mas não consigo enxergar o que vem por aí, então só me resta esperar, enquanto filosofo.

Nessa quinta-feira, vai ao ar Perfect Storm. Estou torcendo DEMAIS pra que o episódio encerre com chave de ouro (cravejada por diamantes) essa temporada que conquistou meu coração e reacendeu minha paixão por Grey’s Anatomy. Até lá!

Chicago Fire – Leaders Lead

Data/Hora 12/05/2013, 10:46. Autor
Categorias Reviews


Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
thumb image

Preciso confessar que há tempos Chicago Fire não me emocionava como no episódio dessa semana. Já esperava um episódio emocionante, mas não acreditei que chegaria ao nível que chegou. Esse foi um dos poucos episódio dessa primeira temporada que conseguiu chegar à esse nível de emoção que faz com a gente se sinta ali, do lado dos bombeiros, vivendo e compartilhando todas as situações com eles.

A princípio não havia gostado da volta daquela lenga-lenga da história de Boden com Mills e o pai do garoto e bla bla bla. A partir do momento que essa história serviu de plano de fundo para dois momentos do episódio, foi aceitável. Isso porque a liderança do Chefe Boden foi questionada duas vez: a primeira por um parente de uma das vítimas fatais de um dos resgastes do episódio; a segunda por Severide.  Sorte de Boden que esse episódio também reservou pra ele uma situação super comovente e emocionante, mas de um jeito bom: a visita de Charlotte, uma criança encontrada por Boden, na porta do Batalhão, doze anos atrás. Essa foi uma das cenas mais marcantes de toda a temporada.

Achei interessante eles explorarem essas situações com Boden, que é todo durão, mostrando que ele ainda sofre com a lembrança do seu passado. E agora que a temporada está sendo finalizada e Dawson fez questão de ir fofocar com Mills sobre ela ter ouvido a história do Chefe com a mãe do garoto, esse assunto já poderia se encerrar de vez pra que vejamos como será o relacionamento de Peter e Boden no segundo ano da série.

Falando em Mills, ele declarou seu amor por Dawson e de quebra convidou a paramédica para morar com ele. Já no finalzinho do episódio ela retribuiu o amor declarado mas Peter, sai dessa porque não é amor, é cilada! Dawson não te ama coisa nenhuma! Duvido muito que toda aquela paixão por Casey tenha sumido assim… e agora que Dawson abriu a boca pra Mills sobre a história de Boden será que todo esse amor declarado vai sobreviver? Veremos…

E o que falar de Severide? No começo já amaldiçoei ele por gerações por ter ido de novo conversar com Tara. Não basta ser burro uma vez né? Tem que ser burro duas! Depois que ele resolveu fazer a coisa certa a raiva passou. Até porque o bombeiro se deu bem virando o feitiço contra o feiticeiro. E quem abriu os olhos do bombeiro para que ele recebesse uma luz sobre o caso? Shay, sempre Shay…

Somente depois que a paramédica soltou uma frase do tipo “você já pesquisou o passado dela para ver com o que está lidando?” é que Severide decidiu investigar, de fato, o passado da moça. Antonio Dawson deu uma ajudinha pro bombeiro que descobriu não ser a primeira vez que Tara faz isso. Isso não era surpresa pra ninguém, não é mesmo? Tara é uma mau-caráter completa mas pecou em querer repetir uma peça no quebra-cabeça. Severide encontrou outra vítima de Tara e, com isso, intimidou a garota que, não só tirou a queixa contra ele como também se demitiu. Ponto pros mocinhos!

Agora o ponto alto do episódio: a tão aguardada morte de alguma pessoa pra deixar a série mais emocionante e dar um gás pra season finale.

Hallie voltou, foi super ativa nesse episódio, fez até salvamentos e puff, morreu. Não é porque todo mundo odiava a moça que ela precisava ter esse fim trágico. Era só mandar ela pra outro país pra que ela não aparecesse mais nas nossas vidas e muito menos da Casey.

Mas como ela já morreu mesmo não nos resta outra opção a não ser comentar. Então vamos lá! Esse vai-vem da personagem abalou a relação de Casey com Dawson e agora que Hallie virou a falecida -literalmente!- Casey esté livre de novo. A relação de Dawson com Mills ficou abalada por causa de Dawson. Quer sinal maior de que Casey e Dawson precisam ficar juntos? Vou esperar a defunta esfriar pra não ficar feio querer Casey com outra pessoa tão rápido. E acabou que quem provou mesmo dos extremos felicidade x tristeza foi Casey que viu seu amor ser devorado pelo seu maior inimigo, o fogo.

P.S: Chicago PD, o spin-off de Chicago Fire, foi oficializado!

Elementary – Risk Management

Data/Hora 11/05/2013, 18:31. Autor
Categorias Reviews


Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
thumb image

O episódio Risk Management está no Top 5 entre os melhores capítulos de Elementary, com certeza. Tudo nesse episódio foi bem feito, bem bolado: desde a influência psicológica do Moriarty sobre o Sherlock, até o desenvolvimento, a trama policial, que o detetive tinha que investigar essa semana – sob encomenda do Moriarty, é claro.

Logo na primeira cena, o Holmes atendeu o telefone, que, desde o capítulo anterior, sabíamos se tratar do Professor Moriarty. O personagem, conhecido somente pela voz até o momento, fez um pedido inusitado, para que Sherlock investigasse um caso de homicídio já fechado pela polícia. Em troca, o inimigo misterioso diria ao detetive o que aconteceu, de fato, com sua amada Irene.

Sem questionar, Sherlock imediatamente inciou seus trabalhos, o que deixou a Watson bastante perplexa – como o detetive poderia fechar acordo com uma pessoa que sequer conhece? Segundo ele, porque Moriarty não queria matá-lo, pois já teria o feito, se assim quisesse. Isso só deixava evidente o quanto Holmes precisava saber o que aconteceu com sua ex-namorada, para que, assim, finalmente, pudesse ter paz.

Assistindo ao episódio, imagino que o Jonny Lee Miller tenha se divertido bastante durante as filmagens, pois, mais do que nunca, ele pôde extrapolar as loucuras do Sherlock, explorar a instabilidade do personagem (que incluía até atirar seu mural para longe!). O detetive foi da extrema fúria ao afeto mais lindo de se ver. Por exemplo: quando ele explicou para a Watson como era a personalidade da Irene, ele, primeiro, deu características superficiais (era inteligente, acreditava na humanidade, bla bla blá), mas, em seguida, um olhar sem direção revelava a importância da moça na vida dele. E achei isso interessante, pois parecia que, em se tratando de sentimentos, Holmes é um homem de poucas palavras – mas de muita sensibilidade, sim, obrigada. Depois, ele se empolgou tanto que quis até dar detalhes sobre o sexo com Irene. Que a Watson dispensou, obviamente. Nessa passagem, diante de todas características que o detetive atribuiu à amada, ficou evidente uma coisa: Irene era uma artista! (Informação que seria bastante útil no final do episódio).

Considerando o caso de polícia, a trama foi bem “amarrada”, como a gente diz. Sherlock precisava encontrar o autor do assassinato de Wallace Rourke, que, segundo a NYPD, havia sido estrangulado. Rapidamente, ele e a Watson foram conversar com a esposa da vítima e descobriram que o celular do homem havia sido rastreado. Assim, ele chegou a uma empresa de segurança e imediatamente identificou o casal de diretores como os prováveis autores do crime. Embora o homem negasse que tivesse matado Wallace, Sherlock, desde o princípio, acreditou que ele era, de fato, o culpado. E estava certo. Daren Sutter, o dono da empresa, perdeu a irmã há 20 anos. Ela havia sido assassinada e ele acreditava que Wallace havia cometido o crime – porque a atual mulher dele – com quem já mantinha um caso extraconjugal na época – viu o rosto do bandido e o identificou como sendo Wallace. Não era. Quando Sherlock contou sobre o erro ao Darren, o detetive prometeu que descobriria o verdadeiro culpado, para fazer justiça, e o homem lhe respondeu: se eu não puder estrangulá-lo com minhas próprias mãos, então, não será justiça para mim.

Essa sacada foi genial, porque, explicitamente, remetia ao próprio sentimento do Sherlock, que, certa vez, acreditando estar frente a frente com Moriarty, começou a torturar um dos capangas do professor. Esse episódio, aliás, transmitia muito isso: o reconhecimento de sentimentos que sabemos pertencer a Sherlock em terceiros. Outro exemplo… Voltando ao desenrolar do caso, quando Sherlock concluiu que Daren matou Wallace por vingança à irmã, Moriarty ligou novamente dizendo que o caso não estava encerrado, que Daren havia matado a pessoa errada. O Sherlock, em conversa com a Watson, dizia que não acreditava nisso, que Daren não teria se enganado com o assassino da própria irmã. A moça diz que é uma possibilidade, já que o crime aconteceu há 20 anos e ele pode ter se confundido. Sherlock insiste, diz que você não esquece o rosto da pessoa que matou alguém que você ama. Nesse momento, até pensei que Sherlock havia visto o rosto de quem matou a Irene (Moriaty?), mas a cena final me provaria estar errada.

Com o caso resolvido, Moriarty cumpriu o combinado e iria responder o que aconteceu à Irene. Ele, então, enviou um endereço por SMS ao detetive, que chegou a um casarão afastado – e a Watson apareceu de surpresa, porque clonou o celular dele, diva! Esse acontecimento foi importante, porque, aí, o Capitão Gregson já havia dado um ultimato na ex-companhia de sobriedade, a aconselhando deixar Holmes, pois colocava a vida em risco com o trabalho dele.

Um adento para “o” diálogo do episódio:

Gregson:

– I’ve been a cop for 30 years, I carry a gun. 

Watson:

– And a penis

O Sherlock, cheio de sentimentalismo, havia prometido que não deixaria nada acontecer a ela. Mas fato era que ele tentou impedir que Watson fosse ao casarão. Quando Holmes disse que aquilo não era mais um caso de polícia, em que ela era companheira de trabalho dele, mas sim algo pessoal (por isso, ela não devia estar ali), a Watson respondeu “Isso também é pessoal para mim”. E se a frase, cheia de impacto, comoveu até o calejado detetive, quem dirá os espectadores, não é?

No interior da casa, enquanto os dois amigos tentavam explorar o local e descobrir o que Moriarty pretendia, a gente começou a ouvir uma música instrumental. Holmes seguiu o som e chegou a um ateliê, cheio de quadros. Nesse momento, não percebi a relação com aquela cena do início do episódio, em que ele descrevia a Irene. Pois bem. Andando pelo ambiente artístico, ele viu uma mulher de costas e ficou instável, com os olhos marejados, perturbado – e feliz. Quando ela se virou, ele disse: Irene! Um super cliffhanger!

Na próxima quinta-feira, será a season finale de Elementary, com um episódio duplo! Altas emoções estão por vir. Será que Moriarty fez de Irene cativeira todos esses anos? Será que ela trabalha em parceria com o professor? Nada é tão simples como parece. Também estou ansiosa para saber se o Moriarty irá, finalmente, aparecer, em carne e osso. Certeza mesmo é que, independente de como essa história vá terminar na semana que vem, o próximo capítulo, lá no segundo semestre, vai começar é em Londres. Todos estão convidados para o chá!

Glee — All or Nothing

Data/Hora 11/05/2013, 12:18. Autor
Categorias Reviews


Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
thumb image

Mais um ciclo se fecha para Glee. A quarta temporada, amada por uns, odiada por outros, acabou para a alegria de alguns e desespero de outros. Apesar de não ter simpatizado com essa temporada, confesso que aguardo ansiosa a quinta temporada que está por vir. Por mais que considerasse tentadora a ideia de ver a série ter um fechamento ainda nesse ano, confesso que depois desse episódio, sentiria falta eterna desses personagens tão queridos.

Queridos porque analisando essa última temporada e esse último episódio percebi que até a Kitty chatinha conquistou um pouco de carinho meu, e por que raios Brittany, Santana, Rachel, Kurt e todos os garotos que conhecemos de longa data não me fariam falta ?

Sei que um dia vamos todos ter que dar adeus à série, querendo ou não. Mas por me envolver demais, quero sempre que dure um pouco mais. Mesmo que em má fase e mesmo que diga em praticamente todas as minhas reviews que odeio o Ryan Murphy (porque realmente odeio), eu sei que sentirei uma falta imensa de cantar e de pausar o episódio revoltadamente porque “Que palhaçada é essa aqui ?”.

Deixando a sensibilidade à flor da pele de lado um pouco, vamos a All or Nothing.

Primeiro, vamos abordar a cena Berry do episódio. Foi pequena, mas foi o bastante para fazer nossos coraçõezinhos (pelo menos o meu) apertar. Não canso de dizer que a voz da Lea é maravilhosa, mas essa performance me arrepiou. Se ela não ganhar esse papel vou entrar em depressão profunda. Boba eu que realmente acreditei que Ryan Murphy fofinho ia dar uma resposta para o callback nesse episódio. Ryan Murphy diz: Julinha, fool yourself! ha ha ha

Em Ohio, tudo está uma loucura. Principalmente a cabecinha de Blaine. O guri não desistiu mesmo de pedir Kurt em casamento (se não temos Brittana, merecemos Klaine, ao menos). Ele foi então com ajuda de seus amiguinhos Tina e Sam Bobo (digo bobo porque não parece ser o mesmo Sam da segunda temporada), comprar um anel. Chegando lá, conheceu uma senhorinha simpática e lésbica, que inspirada, resolveu pedir a sua companheira de longa data em casamento. Kurt e Blaine estavam presentes para ver o primeiro momento casamento do episódio! Ryan Murphy diz: Julinha, loved it! ha ha ha

Eu sabia! Eu sabia que ela era um gênio! Como vocês podem ver nessa review feita no dia 30/09/2012, eu escrevi “(…)No fundo, bem no fundo, acredito que a Brit é super inteligente, e se faz de inocente para um dia dominar o mundo…” Ela ainda não dominou o mundo, meu caros Gleeks. Mas sinto que ela está bem perto disso. Ela ganhou licença para entrar na faculdade mais cedo pois é um prodígio. Lógico que essa história vai ser enrolada até a Morris ter seu filhinho, e provavelmente depois ela vai voltar e dizer que se enganaram e que ela não é tão esperta assim e que vai (de algum modo) voltar a estudar no McKinley. Ryan Murphy diz: Julinha, do you really think eu sou tão previsível ? (Sim, eu acho).

PS: Fondue for two em dose dupla foi lindo demais!

Voltando às Regionais, rolaram vários barracos básicos. Finalmente, descobrimos que Katie é na verdade Unique. Achei bonito o sentimento dela pelo Ryder e feio o jeito que ele a tratou. Lógico que entendo o lado dele, mas se fosse a Kitty, por exemplo, ele com certeza daria uma chance a ela. Veremos o que esse plot nos guarda. Brittany descobriu que era um gênio e pirou dando uma de diva, terminou com Sam por sms e queimou suas roupas de Cheerio. Sam Bobo desesperado ligou para Santanão que veio de NY só para tentar entender a amiga, o que deu certo.

Também deu certo cantar as músicas originais da Marley, o que rendeu aos ND fofos o primeiro lugar nas Regionais! Destaque pra sempre fofa Melissa Benoist que me faz ficar mais apaixonada a cada episódio.

PS³: Joe e Sugar saíram de que buraco ? Finn entrou em que buraco ?

PS²: Descobrir quem é o pai celebridade da filha da Sue, não tem preço! Michael Bolton, you go!

O segundo momento casamento do episódio foi muito lindo e me deixou um pouquinho emocionada. Só não chorei porque já tinha gastado meu estoque com o discurso da Brit. Wemma foi feito pra ser. Endgame.

Tudo acabou com um ótimo plot do Blaine segurando a caixinha da aliança nas costas. Acabou assim e eu surtei porque, ai Ryan Murphy, eu odeio tanto você… Mas eu te amo por ter criado uma série tão Glee quanto essa.

Agora vocês, me contem desejos, esperanças e necessidades para a próxima temporada. Vou sentir saudade de vocês, gleeks, por um tempo. Vai demorar e vamos querer invadir a casa do Ryan Murphy para saber o que vai acontecer, mas quando voltarmos a discutir tamanha musicalidade e dramaticidade, espero que seja com um ótimo episódio estreando a quinta temporada.

« Textos mais antigos | Topo da Página | Textos mais novos »