TeleSéries
A Menina Sem Qualidades – #7
06/06/2013, 17:59.
Felipe Ameno
Reviews
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A 1ª vez é para muitas meninas, acredito eu, um momento mágico, de descoberta e de muita expectativa. O que será que vai acontecer? Como vou me portar? O tempo pode passar, as pessoas ficarem mais descoladas, mas esse tipo de questionamento sempre vai existir. Porém, para nossa menina sem qualidades, isto não tem nenhuma importância.
Dando continuidade ao seu plano, que ainda não tem um motivo concreto aparente, Alex fala para Ana que Tristán não seria capaz de dormir com ela se ainda fosse virgem. Eles ficam procurando uma saída para esse “problema”, já que a mais simples delas (e a desejada por Ana) é impossível, uma vez que Alex é impotente. Então ele tem uma ideia: marca uma data e horário.
Alex tenta transformar esse momento em algo especial para Ana, que com seu cinismo acaba estragando tudo. Quem reparar a cena que vem depois do acontecimento percebe que ela está feliz com tudo aquilo. E a música e a iluminação imprimem a sensação de que aquele momento foi mágico. E talvez tenha sido, para Ana.
Depois que Ana perde a virgindade, o plano de Alex finalmente dá certo, já que a menina sem qualidades transa com Tristán na quadra de esportes. Ela aproveita que ele ainda está abalado com o que aconteceu (já vou explicar e dedicar os próximos parágrafos a isso) e o seduz. Quando terminam, ele se mostra arrependido. Penso que não pelo ato em sim, mas sim pela forma como aconteceu.
Agora vamos ao grande acontecimento (sim, incrivelmente a transa de Ana e Tristán não foi o babado do episódio). Sendo bem direto – como Alex gosta de ser: Hoffman se matou. E não só se suicidou como matou sua esposa. Nós já havíamos sabido anteriormente que ela não estava bem de saúde, o que deixava abalado o querido professor de história. Drasticamente ele opta, então, por terminar com o sofrimento de sua mulher, e na sequência com o dele. E ele ainda deixa uma mensagem final: amor fati (amar o destino).
Pra mim, Hoffman era o único personagem crível neste enredo, pois todo mundo já teve um professor assim. Ana’s, Alex’s e Tristán’s são personagens muito caricatos e são difíceis de se encontrar. Bom, pelo menos eu não conheço ninguém como eles. Vou sentir falta de ter o professor Hoffman tentando situar e trazer esse bando de malucos para a realidade. Tá certo que ele sempre ficava sem argumento quando debatia com Ana – e a considerava a mais inteligente de todos -, mas isso era bom, já que ele trazia um ponto de vista mais realista para as coisas.
Agora vamos ver como essa história vai se desenrolar. Qual será o próximo passo do plano de Alex?
Para ver ou rever o episódio na integra, clique aqui. A trilha já está lá também, basta acessar esse link. Sei que já esta ficando chato, mas não tem como não amar essa as músicas!
E o que você achou do suicídio de Hoffman? Deixe seu comentário.
Até amanhã!
Revolution – Children of Men
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Esperava-se muito mais da explosão da bomba de Rachel, mas não foi dessa vez. Além do plano da moça ter dado muito errado… ou não, ela ainda foi responsável por abrir as portas da Torre à Milícia Monroe. Rachel queria matar Sebastian, mas não estava tão disposta a morrer como tentava aparentar e o próprio tenente foi o responsável por “jogar tudo isso na cara da sociedade”. Rachel precisou assumir que Monroe tinha razão sobre ela e ainda teve que se valer de um acordo de trégua com o general da Milícia para tentar sobreviver à Torre e salvar Charlie.
Ah, a Torre. Local de tantas surpresas para os fãs de Revolution. Confesso que eu já aguardava coisas muito mais assustadoras escondidas sobre aqueles doze andares abaixo do solo. No entanto, as pessoas que se dispuseram a guardar a Torre são curiosas e o armamento que elas utilizam é mais interessante ainda. As armas, que não precisam mais do que um tiro para literalmente acabar com uma pessoa, são só o começo do que o 12º pode esconder.
Enquanto isso, Jason e Tom acabam ficando para trás na hora da equipe de Miles dar o ar da graça e invadir a Torre comandada por Aaron. No entanto, o que parecia o fim para os dois antigos membros da Milícia acabou virando uma oportunidade de criar uma rebelião contra Monroe. Confesso que achei difícil acreditar que a Milícia realmente deixaria os dois vivos assim tão facilmente. Mas o comando do grupo foi desmontado por Monroe e os atuais comandantes não são tão confiantes de suas ações. Uma prova disso é que o plano de Tom mostrou estar no caminho certo. Resta saber se ele voltar ao comando da Milícia, se ficará ao lado de Miles ou se voltará contra tudo e contra todos.
Independente de que lado se está, as armas de Revolution aparecem cada vez mais poderosas e a energia já não é um artigo tão em falta assim. O que falta na série é um pouco de chamego, e nos aproximando do dia dos namorados vale lembrar que Children of Men mostrou que Miles não consegue mais esconder o que sente por Rachel. Até Tom e Nora já perceberam isso. Falta descobrir a opinião de Charlie sobre o assunto.
Enquanto a moça não descobre sobre o passado da mãe com o tio, ela acaba mesmo tendo a vida salva por Monroe. Já Miles e seu antigo amigo de infância acabam frente a frente novamente, bem melhor armados dessa vez e com poucas chances de errar o alvo. Mas o que deve nos reservar a Season Finale da primeira temporada de Revolution? Vamos conhecer o que se esconde no 12º andar? Apesar dessas dúvidas talvez não resultarem em boas surpresas, a série da NBC conseguiu construir uma boa história na sua estreia. O seriado começou fraco, mas construiu um ritmo bom de roteiro, seus personagens cresceram e a série já está entre as boas estreias do ano. Já vale acompanhar a segunda temporada.
A Menina Sem Qualidades – #6
05/06/2013, 21:31.
Felipe Ameno
Reviews
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Esperar a metade da temporada para finalmente a história deslanchar é um pouco doloroso. Mas se o caminho foi longo, pelo menos está valendo a pena. Agora fico me perguntando se 12 episódios eram realmente necessários. Talvez 4 contariam muito melhor essa história… enfim, só um pequeno desabafo!
O episódio já começa com as profecias de Alex sendo confirmadas. Como ele mesmo diz, quem manda no jogo é ele! Em umma conversa entre Hoffman e Tristán, descobrimos que o professor Daniel foi expulso do CTM em razão de ter sido acusado de molestar ua aluno. Na verdade todo mundo sabe que esse professor é gay e que dormia com um aluno para que ele melhorasse as suas notas. Como alguém plantou essa mentira, Hoffman fica preocupado e aconselha a Tristán a se afastar de Ana.
Finalmente Alex faz a visita surpresa à casa de Ana e, como era de se esperar, o quarto dela estava todo revirado. O motivo é que denunciaram que ela estava usando drogas. Provavelmente motivada po acabar com Ana, Joana é a responsável por plantar essa falsa mentira, já que não gosta dela desde o princípio e até ordenou o ataque que aconteceu no primeiro episódio.
Joana acaba se envolvendo com Alex, o que deixa Ana bastante chateada. Foi interessante ver que a menina sem qualidades tem sentimentos e não é um robô – como vinha sendo retratada durante os outros episódios. No final das contas todos somos iguais e aquele discurso de não sentir nada e ser diferente das outras pessoas é pura balela!
Mas o melhor ficou para o final e o momento que todos esperavam aconteceu. Alex finalmente jogou na “lata” o seu plano para Ana: ele quer que ela durma com Tristán. Ele não diz o motivo mas ela, provavelmente cega de amor, aceita sem nem questionar. Abro um parênteses para lembrar que Alex disse no terceiro episódio que é broxa.
Durante todo o episódio é possível ver uma aproximação de Ana e Tristán. Já começo a achar que ela vai fazer tudo isso por prazer e não obrigada…
Confesso que quando o episódio acabou eu fiquei me questionado o motivo pelo qual Alex quer tanto acabar com Tristán. Aí me lembrei que no primeiro episódio Tristán conversava com Bianca sobre o passado deles, e é comentado que ele foi preso aos 16 anos. Só vimos o pai de Alex no flashback, ou seja, apesar dele falar sobre o pai ele efetivamente ainda não apareceu. Será que tem alguma coisa a ver? É só uma teoria e estou esperando uma bomba quando essa motivação for revelada.
E vocês leitores, o que acharam da minha teoria? Tem um pensamento diferente? Deixem seus comentários!
Se você quiser ver o esse episódio na integra, clique aqui. E a trilha sonora, como sempre espetacular, está disponível neste link.
E amanhã tem mais!
Teen Wolf — Tattoo
05/06/2013, 10:04.
Júlia Berringer
Reviews
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Wolves! Senti muita falta de vocês e dessa série que a cada nova temporada nos mata mais de orgulho. Terminei a review do último episódio da segunda temporada desejando que a 3ª temporada fosse tão boa quanto tal. E agora acho que, as vezes, os desejos se tornam realidade.
Sei que ainda é cedo pra falar com certeza, mas Teen Wolf me mostra um melhor desempenho a cada episódio e Tattoo realmente me surpreendeu. Eu esperava algo mais sombrio do que o próprio Kanima da segunda temporada, mas julgando a transformação dos novos alfas, por exemplo, eu ganhei muito mais do que estava aguardando e não posso dizer que não amei.
Juro que não sei por onde começar, então vamos começar pelo começo, literalmente. A abertura da série não teve muitas mudanças, continua a mesma da temporada passada (sem o Colton, mas não adiciona novos personagens). Porém, acho que a abertura merece ter Isaac e os gêmeos, então torço para ela ser mudada em breve.
Falando em gêmeos e Isaac, o episódio começa com uma cena de tirar o fôlego de qualquer fã de ação (a cena não teve bons efeitos especiais, eu sei, mas teve qualidade moderada). Aiden e Ethan perseguiram Isaac (que estava passando mal) e uma garota sem nome (que iremos chamar de Garota-da-motinho). E eu já comentei sobre, mas preciso dizer novamente o quão boa foi a transformação dos dois. Genial. Só achei meio “adolescentizado” demais eles entrarem naquele galpão se despindo. As vezes acho que a série deveria se chamar “No shirt Wolf” ou algo do tipo. (Como vocês perceberam, voltei cheia de parênteses e piadinhas sem graça).
Logo depois, Isaac e Garota-da-motinho acordam no hospital cercados pela pack de alfas. Isaac conseguiu ser salvo por Scott e Derek, mas a Garota-da-motinho não teve tanta sorte e teve que lidar com a pack toda sozinha, o que, claro, não deu certo. Mas antes de morrer, ela nos deixa uma informação importante: o líder dos alfas, quer fazer Derek matar seu próprio pack. Além do que o aperto que ela deixou nos braços de Lydia e Allison tem que significar algo muito importante. Sinto que logo nosso amigo Derek Google vai descobrir do que se trata.
Além de toda a loucura com os alfas, os animais da cidade parecem não estar muito bem. Aliás, nada bem já que andam se suicidando por ai. Talvez eles queiram nos dar um aviso. Talvez. Agora, o que seria de uma estreia de temporada sem um pouco de romance-drama ? Scott e Allison não se viram durante todo o verão e estão passando por aquela fase de constrangimento pós término. Tudo bem até aí, mas parece que nessa temporada o drama vai mais fundo. Não sei se vocês assistiram, mas o trailer do segundo episódio deixa tudo aberto para um triângulo amoroso.
Lógico, também rolou um drama com a Lydia, que agora sem o Jackson (que surpreendemente não fez tanta falta quanto eu achei que faria) voltou a ser a it girl cheia de “amor para dar”.
Stiles continua fofo como sempre, e dessa vez os roteiristas garantiram à ele um romance. Pode parecer bobagem, mas gosto muito da ideia dele com a Erika…
Falando nela, ela, Boyd e Peter estão desaparecidos até agora. Na cena final do episódio, mostra duas pessoas segurando as mãos, e tenho pra mim que sejam eles (Boyd e Erika). Mas onde será que eles estão ? E pra que estão lá ? Mistérios de começo de temporada.
PS: O desenho no chão do lugar onde eles estão é o mesmo deixado pela Garota-da-motinho nos braços das gurias.
Pontos que valem a pena ser comentados:
- A tatuagem do Scott. Foi lindo o que ele disse, mas eu só consegui pensar que aquilo ali mais me parecia o símbolo da igualdade homossexual.
- Mamãe McCall sabendo de tudo. Vocês acham que isso vai dar certo ? Sinceramente vejo um futuro não agradável para ela.
- Scott não teve nenhuma cena sem camisa nesse episódio.
- Scott agora virou um menino decente e inteligente.
- A professora não é só uma professora e isso ainda vai se desenrolar. Fato.
- Garota-da-motinho disse algo sobre Scott ser um alfa. O que vocês acham que vem por aí?
- Papai Argent parece ter desistido mesmo de caçar lobisomens. Até quando ?
O importante é que foi um ótimo episódio de estreia, e espero que toda a agitação não seja uma coisa efêmera.
Estou colocando minhas fichas nessa va temporada e realmente espero que não me decepcione. E vocês, wolves, o que esperam e o que acharam dessa abertura de temporada ?
Game of Thrones – The Rains of Castamere
05/06/2013, 09:53.
João Freitas
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DOR! Talvez o penúltimo episódio desta terceira temporada possa ser resumido desta maneira. E mais uma vez cada decisão, cada ação e cada acontecimento do episódio acabaram deixando boquiabertos os fãs da série.
O episódio foi nominado em razão da música (sensacional, por sinal) sobre a vitória esmagadora da Casa Lannister sobre a Casa Reyne – e que foi mencionada por Cersei em Second Sons -, porém o foco do mesmo são os maiores rivais dos leões, os Starks. E mais uma vez nós também vivemos cada uma de suas emoções, em um dos momentos mais tristes de Game of Thrones.
Sangue, finalmente sangue!
Vou começar pela parte indolor do episódio. Estou protelando voltar a tocar na ferida.
Tomar Yukai se tornou o principal objetivo de Daenerys após conseguir seu exército, e ela não demora a conquistar o que quer. Com a ajuda de Daario – seu mais novo fiel escudeiro – a mãe dos dragões triunfa novamente. As cenas de luta de Verme, Jorah e Daario contra o exército de Yukai são brutais, e apesar de breves, deixaram os fãs mais ávidos por sangue bastante felizes. Mas confesso que senti falta dos dragões. Acho que os bichinhos estão loucos para tostar alguém. Pena que aparições recorrentes não são comportadas pelo orçamento de GoT.
Um tanto quanto desnecessário no desenvolvimento da história é o “envolvimento” entre Daario e Daenerys. Em um único episódio, o guerreiro já matou seus aliados e declarou seu amor por ela. Sem contar que em toda cena ele fica olhando para a khaleesi com aquela cara de quem diz “quero te levar para minha cama?”. Resumindo: nós, homens, entendemos muito bem Jorah desdenhar do cabeludo.
Fugindo novamente
Se Jon Snow começou a temporada como um desertor da patrulha da noite, ele agora também é um desertor dos selvagens (esse rapaz é pior que torcedor do Barcelona, vive mudando de camisa). Mais uma vez Jon foi posto à prova pelos selvagens, que exigem que o bastardo de Ned tire a vida de um velhinho inofensivo. Obviamente, o bom coração dele o impede, e mais uma vez o corvo precisa contar com a sorte para se salvar. Brann, que está há poucos metros do irmão, utiliza suas habilidades de warg e acaba controlando os lobos, que dilaceram alguns selvagens. Enquanto isso, Snow foge, sob o olhar decepcionado de Ygritte. Eu espero que no próximo episódio Snow retorne, e que seu legado não seja apenas o uso da língua.
Aliás, achei ótimo que a história do Brann se desenvolveu. Foi tocante a despedida do principezinho Stark de Osha e Rickon. E de quebra ainda descobrimos que seus poderes vão além de controlar animais, já que ele consegue entrar na mente de Hodor e silenciá-lo.
Resta saber o que os irmãos Reed, Hodor e Brann encontrarão além da muralha, e no que o encontro com o corvo de três olhos auxiliará à Brann. E torcer para que o caminho de Osha e Rickon seja tranquilo, o que parece ser bem improvável.
A noite é sempre mais escura antes do amanhecer
“Mostre a eles como é perder o que amam”. Fortes são as palavras ditas por Catelyn ao seu filho, que busca o conselho da mãe ao traçar o plano de tomar Rochedo Casterly, lar dos Lannisters. Com a benção da Tully, Robb vai feliz ao casamento que unirá ao seu o exército de Walter Frey, já pensando na tomada do Rochedo. Porém, o Rei do Norte desconhece – assim como nós – que caminha para uma armadilha articulada por Tywin.
O massacre de Robb e de seu exército não poderia ter sido mais doloroso, cruel ou brutal. E tudo começou com a forte e devastadora cena na qual Talisa é esfaqueada no ventre. Tudo isso depois de imaginarmos o pequeno Eddard andando à cavalo, auxiliado pelo pai. Sim, uma morte com requintes de crueldade.
Depois, foi a vez de Robb morrer. Mas não sem antes ver a mulher morrendo em seus braços. Cat, em um último ato de honra e desespero, ainda tenta negociar com Frey, mas a mais sofrida das personagens de Game of Thrones não tem sucesso na empreitada.
Depois de perder o marido, ficar sem notícia das filhas, ver o pai morrer e acreditar que os filhos caçulas foram assassinados, Cat ainda precisou presenciar a morte do primogênito. O grito de dor de Catelyn é tamanho que reacendeu os debates acerca da indicação de Michelle Fairley ao Emmy de melhor atriz coadjuvante. E ela realmente deu show na cena. Impossível não se emocionar no adeus para a mais forte e sofrida dama de Westeros. A garganta cortada foi a dela, mas o coração dilacerado era nosso.
Sim, estou devastado, também. Mas quero crer que a mensagem principal deste episódio não foi o fim dos Starks, que eles não são os novos Reyne. Porque a vingança virá, afinal de contas Aria e Brann carregam pelos Sete Reinos a bandeira dos lobos.
Só nos resta torcer, então, para que o olhar de dor da pequena Stark represente uma passagem. Para que ela, assim como Brann, possa alçar voos ainda maiores. Para que eles sigam o exemplo de bravura do irmão e ergam-se contra a barbárie de Westeros.
Que venha o fim desta terceira temporada, que ele seja épico e grandioso. E que nos emocione como este episódio.
Rookie Blue – Homecoming
04/06/2013, 15:20.
Mariela Assmann
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Rookie Blue começou bem esse quarto ano. A premiere foi um episódio bom, e Homecoming foi bem bacana, também.
A única storyline que me cansa nesse início de temporada é a do Diaz. E isso me entristece, já que eu adorava o personagem, especialmente nas duas primeiras temporadas. É evidente que o policial não irá embora para Timmins, por isso acho desnecessário ficarem dando tanto destaque para essa história. Mas confesso também que tenho dó dele. Sua vida é na 15ª, junto dos amigos. E na conversa dele com Dov confirmamos o que já suspeitávamos: ele está infeliz com Denise. O sacrifício é, então, pelo pequeno Christian, para que ele cresça em um ambiente menos violento e mais saudável. Ainda assim, só espero que esse plot se finalize logo, mesmo que seja para Diaz ir embora de vez. Há muitas outras tramas – infinitamente mais interessantes – para serem desenvolvidas em Rookie Blue.
Dov, com seu voto de celibato, também estava bem chatinho. A atuação dele no caso da turista italiana e tentando “auxiliar” Chris e abrir seus olhos também foi bem esquecível. O ponto alto do episódio, para o personagem, foi a abordagem da menina doidinha sedenta por tequilas. Espero que aquela pegação no banheiro sirva para despertar, também, o Dov legal que ficou um pouco para trás depois do final da 3ª temporada. Eu curtia o personagem, e ele acabou virando um chato vacilão. Estou ansiosa pelos relembrar seus bons tempos.
Se me desinteressei bastante por Dov e Diaz, exatamente o oposto ocorreu em relação à Gail. Hoje em dia a loirinha é uma das minhas personagens favoritas. A maldade dos comentários dela é na medida. E as reações quase bipolares dela me encantam. Peck é um personagem fabuloso, já que tem profundidade. E a história dela com o Nick se desenvolve de forma muito simpática e envolvente.
É claro que Gail não ia aceitar o moço de volta tão fácil, já que orgulho é o que não falta pra platinada. Mas Collins soube driblar muito bem o mau humor e as alfinetadas da “namorada”. E agora posso parar de usar as aspas, pois eles estão em um relacionamento (arrumem um quarto, por favor!). Yay! Muitos motivos pra comemorar. Vida longa ao casal (mas sim, ainda tenho dúvidas sobre as reações de Gail ao descobrir a “pegação” de Nick com Andy. Quem viver, verá).
Por falar em Andy, ela esteve no centro do episódio, cuja temática principal foi o quão difícil é voltar pra casa e se deparar com modificações significativas. Andy passou seis meses fora, trabalhando infiltrada. Optou por não dar uma segunda chance para Sam, naquele momento, e se jogou de cabeça na profissão. E ao voltar, encontrou tudo diferente. Mais, o amado tem outra pessoa.
O papo entre Sam e Andy demorou um pouco, mas foi ótimo. E esclarecedor. Sam interpretou a “fuga” de McNally como rejeição, ausência de sentimento. Ela esclareceu que não. Que só estava de coração partido. Ele replicou que ela deu o troco. E ainda complemento “ela não é você”. Pra mim, isso significa que não há um forte sentimento entre Swarek e Cruz. O namoro com ela é fácil, divertido, justamente pela ausência de sentimentos.
Estou com Oliver: eles são ótimos juntos. E voltarão a ficar juntos em breve (os olhares apaixonados de Sam para a colega denotam isso). Shippo muito, assim como o policial. E Andy não vai deixar de tentar. Tenho certeza disso.
O caso da semana também foi sobre essa temática: o retorno ao lar. E o criminoso optou por tomar o pior caminho ao voltar à vida, após sair de um longo tempo encarcerado, e encontrar a amada casada: tentou matar seu marido. Torci muito para o gerente do banco se recuperar e ficar bem e feliz com sua esposa. Fiquei feliz por ele não ter morrido. E mais ainda porque, mais uma vez, Andy estava certa. Adoro os insights que ela tem, e curti muito o apoio que Oliver deu pra ela. Mesmo que motivado pela pena de ver a aprendiz sofrendo pelo romance de Sam, acho que ele foi crucial para que McNally conseguisse dar a volta por cima.
Falando em volta por cima, pobre Traci. Ela está sofrendo muito, mesmo que vários meses tenham se passado desde a morte de Barber. O olhar dela denota sofrimento profundo. Eu espero que logo ela ganhe uma história legal, e volte a ser feliz. Feliz como Best e Noelle, fofos como noivos e papais babões. Porque há felicidade, afinal de contas. E é isso que desejamos para nossos personagens queridos.
E nessa semana, o episódio promete um embate. E eu já sei de qual lado estarei. Então, até lá!
P.S.1: mais uma vez Rookie Blue teve uma audiência sólida e liderou em seu horário de exibição. Renova logo, ABC!
P.S.2: as cenas entre Andy e Sam foram muito divertidas. Especialmente a deles tentando passar pela porta. Muito fofos esses dois.
‘A Menina Sem Qualidades’ – #5
04/06/2013, 09:40.
Felipe Ameno
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Finalmente Tristán e Bianca começam a ganhar o devido destaque na trama. Mas antes de falar do episódio em si, queria chamar a atenção para a “humilde” residência deste casal. Que casa linda! Já quero muito virar professor do CTM.
Voltando ao que realmente interessa, é possível perceber que Bianca não está muito bem. Ela fica divagando sobre o fato de não ter um filho, nem ter mais seu pai e mãe. Tristán tenta consolar a esposa, mas sem sucesso.
Depois ele resolve levá-la a um passeio, promovido pela escola, para as montanhas. Ele oferece uma carona para Ana e no caminho eles trocam vários olhares (sempre embalados por belas canções). Em um determinado momento, Ana tem uma lembrança e finalmente conhecemos o General (seu padrasto).
Durante o passeio, ao invés de tentar interagir com os outros alunos, Ana fica puxando papo com o professor de história Hoffman, aquele mesmo que sempre leva um fataly da mesma durante as aulas. Eles acabam sentados em uma montanha, acompanhados de Alex, bebendo vinho e trocando opiniões sobre o que é divino ou demoníaco.
Ao cair da noite, Ana resolve dar uma volta sozinha e se depara com Bianca quase inconsciente no meio do lago (ponto para as atrizes, porque não é para qualquer um aguentar o frio que elas devem ter passado). Ana não pensa duas vezes e corre para socorrê-la.
Um professor será expulso, sua mãe vai revirar seu quarto e o diretor do CTM vai tentar te expulsar do colégio.
Quando conseguem achar o grupo, Tristán corre para verificar Ana (Hã?). Ele a aquece e a leva para o carro. Só depois que ele se preocupa com a esposa. Alex entra no carro para saber como Ana está e os dois chegam a conclusão que o NADA os une. Esses dois são muito complexos. Mas o grande clímax acontece em seguida. Alex dispara para Ana:
Senti um quê de Jogos Mortais: let the games begin.
E para terminar, Tristán conversa com Bianca para tentar entender o porquê que ela quis acabar com sua vida.
Depois de uma primeira semana não muito empolgante, A Menina Sem Qualidades começa a trilhar um novo caminho.
Para assistir ao episódio, clique aqui. E o playlist também já está disponível e como sempre, vale muito a pena conferir!
Amanhã tem mais.
Rookie Blue – Surprises
28/05/2013, 11:12.
Mariela Assmann
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E depois de um longo hiato, Rookie Blue está de volta para movimentar a Summer Season. E retornou bem, já com policiais correndo risco de vida e com corações partidos.
Primeira descoberta: 6 meses se passaram. E Andy e Nick, que resolveram na season finale da temporada passada participar de uma força-tarefa, estão trabalhando infiltrados e sob disfarce em um grupo de traficantes de metanfetamina. Como um casal.
Nick é um dos traficantes, e Andy é sua namorada. De cara, fiquei feliz com a química dos dois. Na temporada passada já tivemos bons momentos entre eles, e agora que os dois passaram todo esse tempo juntos, a tendência é que esses bons momentos se multipliquem.
Não fosse o enrosco de Nick com a Gail e a paixão (que obviamente não ficou no passado) entre Andy e Sam, os dois funcionariam muito bem como casal. E as cenas fofinhas e de cumplicidade entre os dois nessa premiere deixaram isso bem evidente.
Quanto à Gail, a loira esteve, mais uma vez, MUITO BEM no episódio. A personalidade dela é ótima, e esse humor agridoce que é marca característica da personagem conquistou definitivamente meu coração. A felicidade dela em rever Nick contrastou muito bem com a fúria por ter sido abandonada pelo moço, e o soco que ela deu nele, para segundos depois pular no colo do “namorado”. Só não sei se quando ela souber de toda cumplicidade de Nick com Andy, ficará brava ou chateada, ou entenderá que foi pela missão. Aguardemos os próximos capítulos.
Diaz ainda não se mudou, e continua morando com Dov (que agora é celibatário). A diferença é que agora Denise e seu filhinho moram com ele. Não consegui compreender se ele irá se mudar com a família, já que foi aceito na polícia de sua cidade natal, ou se permanecerá na 15ª. O joguinho da Gail com a carta deixou claro que Diaz estava com medo de abandonar os amigos, e aparentemente sua real vontade seria continuar ali. Então, não sei como as coisas ficarão. Também é esperar para descobrir.
Cruz é a nova policial da divisão, e desde o princípio eu não curti ela. Foi lance de empatia mesmo: faltou. E na cena do galpão, quando ela fica olhando para Andy e para o Sam e se oferece para levar McNally e Collins para a delegacia eu saquei que havia algo da parte dela em relação ao Sam. Só não imaginei que eles tivessem algo, já quem Swarek ficou visivelmente MUITO feliz pelo retorno de Andy. Então, ODIEI a cena da cozinha. Acho que a minha expressão foi a mesma da McNally. Reprovação, reprovação.
Ok, eu sei que se passaram 6 meses. Mas acho que Sam desistiu muito cedo de Andy, especialmente porque é evidente que há um forte sentimento entre eles (a fofura da McNally falando com ele no telefone foi tããão enorme!). E creio que os novos hábitos de vida dele são, ainda que inconscientemente, uma forma de agradar Andy. Sair daquilo que ele, aquela baguncinha, e amadurecer. Então, deve ser apenas questão de tempo a retomada do relacionamento. Só deixo beeeeem claro: dessa vez, é Sam que tem que correr atrás da McNally. E desejo que isso aconteça meio rápido. Por isso, tchau Cruz! Vá embora e não retorne mais.
Quanto à parte policial, gostei do caso. Me envolvi bastante, tanto que fiquei apreensiva pela sorte de Andy e Nick e nem percebi os quarenta e tantos minutos de episódio passarem. Mas achei que Sam e equipe resolveram muito rápido uma coisa que a Narcóticos estava planejando há mais de 6 meses. Tirando esse pormenor, o caso foi envolvente e além de ter dado uma boa dica do que aconteceu nos meses em que Andy e Nick ficaram fora, ainda os reintroduziu muito bem.
Espero que Rookie Blue continue com essa dinâmica ótima, mesclando boas histórias pessoas com casos envolventes. E que o anúncio de renovação saia logo, já que a estréia dessa 4ª temporada marcou ótimos índices na audiência.
P.S.1: Traci parece ter superando a morte de Barber. E Swarek é, pelo que eu pude entender, o novo “detetive-chefe” do pedaço.
P.S.2: pelo que compreendi na season finale passada, Luke estava à frente da força-tarefa. Cadê o detetive, então? Sumiu novamente?
Nashville – I’ll never get out of this world
28/05/2013, 10:07.
Gabriela Assmann
Reviews
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Olá queridos leitores! Começo pedindo desculpas pelos episódios sem review, mas a vida anda bem mais corrida do que eu gostaria. Prometo que na próxima temporada serei mais assídua e responsável com o compromisso assumido.
Nashville vinha numa crescente impressionante. A temporada não teve nenhum momento que possa ser considerado ruim, mas cresceu de uma maneira que eu avalio, sem pestanejar, os últimos episódios como cinco estrelas. A dinâmica da série estava cada vez melhor e os atores parece que se encontraram ainda mais.
Nesse tempo diversas coisas aconteceram. Lamar esteve perto da morte, mas conseguiu resistir a essa e acabou aproximando-se de Rayna. Enquanto isso Tandy procurou aproveitar-se da saúde frágil do pai para assumir o controle da empresa. Rayna quase caiu nos braços de Liam, mas percebeu que o amor da vida dela é o Deacon e resolveu correr atrás dele, que largou da veterinária e reconciliou-se com a amada. Esse período – curto, é verdade – que os dois ficaram juntos me fez ter a certeza de que eles PRECISAM ser endgame. São fofos demais juntos e, não importa o que aconteça, se amam mais que tudo. Juliette envolveu-se com Dante, que acabou dando o golpe nela e roubando fortunas dela. Scarlett assina com a gravadora de Rayna e Gunnar começa a assumir a personalidade do irmão morto em busca de fama. Enquanto isso Avery trabalhava como roadie na turnê de Juliette e Rayna.
Procurei resumir em um parágrafo os acontecimentos que culminaram nessa season finale de tirar o fôlego. Drama pouco é bobagem, viu? O clima era quase de Grey’s Anatomy e desconfiei por uns segundos que Shonda tivesse dado uma mexida no roteiro de Nashville.
Para começar confesso que sofri junto com Juliette. A garota pode ser mimada e insuportável, mas a maneira como as coisas se sucederam e resultaram na tristeza da morte por overdose de Jolene fez com que eu sentisse pena dela. Ainda mais porque de certa forma ela pode se sentir culpada pelo acontecido, embora saibamos que as coisas são muito mais complexas do que isso. No fim, Jolene, por se sentir culpada pelo destino da filha, acabou optando por matar e morrer, mas não deixar a filha ser humilhada mais uma vez pelo que considerava ser um erro seu. Triste e bonito.
Estou gostando da aproximação da Juliette com o Avery, mas acho que devem ir devagar para não precipitar as coisas. Eu achei que a Rayna ia ganhar o CMA, especialmente por se tratar de um prêmio dado pela crítica, mas acho que depois de tudo os roteiristas não deixariam Juliette amargar mais uma derrota. Achei bonita também a maneira como a Rayna e o ex-empresário da Juliette ficaram do lado dela, mesmo apesar de tudo. Mostraram que são adultos e maduros.
Quanto ao núcleo Tandy – Lamar – Peggy – Teddy acho que essa história ainda vai dar muito pano pra manga, especialmente depois do pedido de demissão da Tandy e da gravidez da Peggy. Parece que Tandy vai depor contra o próprio pai, de olho no poder da empresa. Ainda se ela estivesse interessada na justiça, mas sabemos que não é assim. Acho que as coisas podem ficar feias para Lamar e Teddy e que talvez tenhamos mais personagens atrás das grades na segunda temporada.
Eu tinha certeza que quando Maddie e Deacon descobrissem que são pai e filha as coisas seriam horríveis, mas jamais pensei em um acidente de carro, confesso. Eu achei que Deacon nunca mais iria olhar na cara da Rayna, mas não pensei que tudo seria tão catastófrico. Fiquei com raiva da Maddie por um segundo, porque acho que ela agiu errado. Devia ter procurado primeiro a mãe, mas entendo que ela estava muito magoada. No lugar dela eu também estaria. Não acho que Rayna fez o certo quando escondeu de Deacon que ele era o pai da garota, mas quando ele bebeu novamente o primeiro copo de whisky eu tive certeza que faria a mesma coisa. Essa certeza se reafirmou na cena do carro, quando ele é violento com ela.
Não acho que nenhum dos dois vai morrer – porque comprometeria em muito o andamento da série, embora não duvide de nada depois que Connie se disse descontente com os problemas de bastidores da série – em nem acredito em consequências duradouras mais graves, como sequelas permanentes. Acho que o acidente vai servir pra reaproximar os dois, que talvez sem isso nunca mais se falariam. Acho que assim Deacon pode perceber que também tem a sua parcela de culpa nessa história e que qualquer pessoa no lugar da Rayna tomaria a mesma atitude. Achei fofa a cena da ‘reconciliação’ entre Maddie e Rayna. A garota de treze anos parece ser mais adulta que o ‘homem barbado’ algumas vezes. No fim das contas, tudo que a Rayna fez foi por amor, por mais (in)justificável que isso seja.
O Gunnar errou o quanto podia com a Scarlett e consigo mesmo, mas agora resolveu se redimir e pedir ela em casamento. Será que depois da reaproximação dela com o Avery ela vai aceitar o pedido? Eu gostaria que sim.
Não tenho palpites para o que irá acontecer na próxima temporada, só sei que com certeza o acidente sofrido por Deacon e Rayna trará consequências não só para a vida dos dois, mas de todos que os cercam.
Depois desta primeira temporada tão boa e que cresceu tanto, só posso desejar que continuemos sendo brindados com essa trilha sonora perfeita e que os problemas de bastidores não prejudiquem o andamento da série. No mais, vida longa à Nashville!
Grimm – Goodnight, Sweet Grimm
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“Revoadas de anjos cantam e te acompanham em teu repouso”.
A onda zumbi continua solta em Grimm e pelo visto não vai acabar tão cedo. Apesar de Rosalee ter o antídoto para o veneno do wesen Cracher-Mortel – assim como ela tem antídoto para quase tudo que já apareceu de estranho em Portland – o encerramento da história ficou para a próxima temporada. Mesmo com a presença da família real na cidade e o sucesso que as histórias de zumbis sempre conseguem alcançar, a Season Finale de Grimm ficou fraca, pela metade, apesar do ótimo cliffhanger. Acredito nisso porque pouca coisa aconteceu no último episódio da temporada.
Uma boa Season Finale pode deixar o ápice dos acontecimentos para a próxima temporada, usando o recurso de roteiro chamado cliffhanger para que a audiência fique angustiada até a nova estreia. No entanto, para que o recurso possa ser usado sem medo, é necessário que o episódio final forneça outros atrativos para que seus 40 minutos façam valer a pena, como uma Season Finale digna precisa ser. Infelizmente, Goodnight, Sweet Grimm não teve muito sucesso nessa parte, apesar de ter sido um episódio que teve seus pontos positivos.
Um dos pontos mais interessantes do episódio é, obviamente, os zumbis. Apesar de já serem personagens batidos no cinema e na televisão, os zumbis de Grimm tem um diferencial: eles não andam se arrastando como se estivessem bêbados, eles são ágeis, rápidos e espertos. O que, vamos combinar, dificulta muito na hora de enfrentar essas criaturas. Principalmente quando várias se juntam no mesmo espaço e, como muito bem lembrou Nick, são pessoas inocentes, envenenadas pelo Cracher-Mortel. Por esse motivo não dá para simplesmente acabar com ela em grupo, é preciso capturar uma por vez e aplicar o antídoto individualmente.
Essa organização toda não foi possível no final do episódio, mesmo com Rosalee tendo o auxílio de Juliette pela primeira vez. Como a moça é veterinária, acabou caindo como uma luva na equipe de Nick, que cresce cada vez mais. Ainda bem que o grupo do Grimm andou aumentando, porque é somente com a ajuda dos amigos que ele vai conseguir se livrar do Cracher-Mortel. Aposto que quem vai entrar forte na próxima temporada salvando Nick, é Renard, vamos torcer por ele. Enquanto isso, só achei meio fraco o fato de Nick ter sido pego pelo Cracher-Mortel, sendo que ele superou outros wesen que pareciam muito mais perigosos como o dois ceifadores, o Mauvais Dentes e o Nuckelavee. Por outro lado, vale lembrar que a armadilha que foi montada é realmente respeitável.
Enquanto em Portland os zumbis se divertem, muito longe dali Adalind segue seu plano e parece que finalmente a moça deu sorte. Com a ajuda da cigana estranha, Adalind parece que vai conseguir recuperar seus poderes. A que preço? O bebê com sangue real que cresce em sua barriga. Resta saber se Renard ou as famílias reais vão deixar que o plano se concretize. Muita coisa ainda pode rolar nesse plot, mas finalmente ele deu uma guinada interessante na série e foi uma das maiores surpresas da Season Finale da segunda temporada.
“Ué, vamos lá! Você sabia que isso aconteceria!” A ironia de Grimm mostra como o cliffhanger foi planejado e se tornou um recurso de sucesso. Nick terminou a temporada dentro de um caixão e nas mãos da família real. Monroe, Juliette e Rosalee estão cercados por uma horda de zumbis e Renard e Hank não fazem ideia do que está acontecendo. No entanto, é justamente nesses dois que reside toda a esperança dos fãs de Grimm. A Season Finale da série poderia ter sido muito melhor, é verdade, mas conseguiu encerrar relativamente bem a temporada e manter o público fiel para o próximo ano. Aguardemos o retorno dos zumbis então, e claro, de Nick, Juliette, Rosalee, Monroe, Hank e Renard.
Chicago Fire – A Hell of a Ride
25/05/2013, 22:18.
Maísa França
Reviews
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Chegamos ao final da primeira temporada de Chicago Fire. Pra mim, a temporada de estreia da série foi repleta de altos e baixos, com alguns episódios que me faziam querer largar a série e outros que me faziam pensar que não podia larga-la de jeito nenhum. A Hell of a Ride foi um destes episódios. Para um final de temporada, não foi um um episódio excelente, foi apenas um episódio ok, mas trouxe várias perguntas que só serão respondidas no segundo ano da série.
Pudemos ver um resgate diferente dos moldes daqueles que estávamos acostumados. Ele durou praticamente o episódio inteiro e foi realizado em um presídio. Dessa vez, além de se preocuparem com o fogo e com as vítimas, os bombeiros também tinham que se preocupar muito mais uns com os outros, já que os presos estavam todos mais revoltados que o normal.
O incêndio teve início com próprios presos, como uma tentativa de fuga, e indo ao primeiro local onde as chamas começaram os bombeiros descobriram uma vítima não do fogo, mas sim de facadas. Essa vítima foi a responsável em deixar Dawson e Mills em uma das situações mais constrangedoras do (ex) casal. Tanta situação oportuna e Mills vai tentar arrancar uma declaração verdadeira de Dawson bem em cima de uma vítima banhada a sangue. Nada mais romântico, não? Mas, como havia ficado bem claro desde o primeiro episódio da temporada, Dawson só tem olhos para Casey e Mills pediu pra ouvir que ela amava outro, então não vale chorar.
Esse episódio pode ser considerado um daqueles cheio de notícias ruins. Não bastasse Mills escutar de Dawson que ela não o amava, também recebeu a notícia de que não entrou para o batalhão. Boden deu a notícia para o jovem e, por um segundo, eu pensei que eles teriam a conversa sobre a mãe de Mills e o Chefe, mas isso não aconteceu. Taí algo pra ser retomado mais pra frente. Acredito que quando menos esperarmos esse plot retornará. A notícia, que não foi recebida muito bem, fez com que Mills fosse até o Departamento de Polícia para se inscrever. Aí eu me pergunto (e te pergunto também, leitor): será que Mills entrará para o spin-off Chicago PD ou ele vai perceber que isso foi um erro e vai continuar com os bombeiros em Chicago Fire?
Quem também sofreu nesse episódio foi Herrmann. Em pleno resgate soube que a mulher tinha sido internada por conta de complicações com o bebê . Deve ser bem complicado saber que sua mulher e seu filho estão em situação de risco e você não poder estar por perto para acompanhar a situação. Mas não foi só isso! O bombeiro também foi mantido refém de um dos presos do local, que ameaçava o bombeiro com uma faca. As cenas com Hermman foram bem tensas, já que ele estava vivendo esses dois conflitos simultaneamente e não tinha como agir em nenhum dos dois.
Casey, num trabalho em grupo que envolveu praticamente o restante do pessoal que estamos acostumados a acompanhar, conseguiu livrar ele mesmo, Herrmann, Cruz e o policial que estava com eles. Foi um ato perigoso, mas que acabou dando certo e deixou Herrmann livre pra correr pros braços da amada e ver a situação do bebê. A partir daí foi só alegria! O bebê é lindo e estava tudo bem com o pequeno. A gravação do vídeo que ele fez com o bebê nos braços foi encantadora.
Mas o sofrimento não para por aí: Shay também teve sua cota de tristeza no episódio. Ela é uma das únicas personagens da série toda que não merece passar por tanto sofrimento assim. Ela, que vinha empolgada com a ideia do bebê e estava fazendo de tudo pra que isso funcionasse, foi notificada de que o procedimento de inseminação não deu certo. Por um lado, se ela não conseguiu o bebê agora, ela poderá se esbaldar com o novo filho de Herrmann, já que ela e Severide serão os padrinhos do garoto. Madrinha é praticamente uma segunda mãe, não?
Então, como se não bastasse Shay ter que digerir a notícia de que seu filho com Severide não deu certo, aparece Renée e esfrega na cara dela toda sua barriga gravidíssima do bombeiro. Essa cena foi de dar dó da paramédica. Esperar até a próxima temporada para o desenrolar dessa história vai ser, no mínimo, cruel. Não sei como será a participar de Sara Shahi (a atriz que interpreta Renée) na segunda temporada da série, já que ela entrará para o elenco regular de Person of Interest.
O futuro do Molly’s também está incerto pois ele ganhará um bar concorrente no mesmo quarteirão. Será que mais uma vez os negócios do Herrmann darão errado? Vida longa ao Molly’s, por favor!
Não tenho o que dizer de Dawson, que foi correr pros braços de Casey. Apenas demorou pra marcar seu território e esperemos que essa relação dos dois vá pra frente ou acabe de uma vez. Não dá pra aguentar outra temporada com Casey sem saber o que quer da vida.
Mouch se deu bem e achei a cena dele com seu novo amor uma gracinha. Espero que ela seja bem feliz com sua japonesa (:
Chicago Fire esquentou de verdade nesse final e esperemos que continue assim. Até a próxima temporada!
Revolution – Clue
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Na medida em que Revolution vai chegando aos episódios finais da temporada, a série também vai justificando sua renovação. Clue foi um dos melhores episódios do seriado até agora. Finalmente “A Torre” entrou no mapa da série e Monroe, Rachel e Miles se focaram em um mesmo objetivo: chegar ao local. Enquanto isso, Clue mostra a jornada de cada um deles e também apresenta um aperitivo do que os espera dentro da tal Torre. A surpresa que ficou reservada para o final da temporada tem tudo para que seja possível a construção de um roteiro muito rico, principalmente para quem é fã de ficção científica.
O episódio também trouxe reviravoltas sequenciais. Como a decisão de Sanborn de levar Nora até Miles e a ótima parada para abastecer o helicóptero. As cenas me lembraram o jogo Detetive e aqueles filmes de suspense, onde acontece uma morte em uma mansão e todos os presentes no local viram potenciais suspeitos de uma hora para outra. A desconfiança pairou sobre todos os que estavam presentes e até Nora achou que poderia ser a assassina, isso devido às drogas que recebeu na Milícia. O roteiro foi bem construído, jogando a suspeita de um personagem a outro, até um desfecho bem surpreendente. Ótimo jogo de roteiro em Revolution.
Enquanto isso a vida pessoal dos personagens continua de mal a pior. A desgraça é tanta na vida de Miles que quase já dá pra começar a ficar com pena dele. Tom Neville é outro, primeiro era um personagem a ser odiado e agora seu jeito sarcástico faz dele até divertido. Já é agradável tê-lo entre os acontecimentos principais da série e acredito que um embate direto entre Monroe e Miles tem muito a crescer com a presença de Tom.
Sorte que Revolution tem um elenco encorpado. Clue teve uma perda significante de personagens e achei uma pena a morte de Sanborn, simpatizava muito com o personagem e gostaria que ele ficasse mais tempo na série. Jim fez um estrago na equipe de Miles, sua traição foi uma surpresa, mas sua atitude tem sentido. Jim não queria ter se juntado novamente a Miles, foi praticamente obrigado. Sua atuação ao lado de Miles na Milícia Monroe não trazia boas lembranças e, além de tudo, Miles fez os soldados da Milícia encontrarem a localidade onde Jim vinha se escondendo e levando uma vida pacata. Essa nova vida que Jim estava levando também foi a causa da traição. A Milícia Monroe capturou a esposa de Jim, Sophie, e dessa forma obrigou ele a tentar matar Miles, Sanborn, Tom e Ramsey.
Miles levou a pior no enfrentamento direto com Jim. Quem acabou salvando o dia foi Jason, bem magoadinho por ter sofrido a desconfiança dos colegas de indiada, principalmente de Charlie. Miles foi buscar Jim porque ele era bom para treinar o seu exército. No entanto, foi com essas habilidades que Jim desfalcou a equipe de Miles e quase o matou.
Depois de algumas baixas e com o mistério resolvido, Nora assumiu o conserto do helicóptero e Miles se responsabilizou por fazê-lo voar. Destino? A Torre. Miles pode até achar que já teve problemas suficientes, mas isso só porque ele não sabe do plano de Rachel. A ideia dela pode não ter sido brilhante, já que é muito difícil que Rachel consiga sair viva do acampamento da Milícia, mas ela protagonizou uma cena que deixou os fãs da série sedentos pelo próximo episódio.
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