TeleSéries
The Fosters – Hostile Acts e Quinceañera
26/06/2013, 20:48.
Carol Cadinelli
Reviews
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Para começar, devo dizer que ambos os episódios foram excelentes, cada um à sua maneira – o primeiro de modo mais sério e o segundo de modo mais descontraído.
Hostile Acts seguiu a linha dos dois primeiros episódios, retomando alguns problemas já trazidos pelos mesmos, como a história das pílulas e o clima entre Jesus e Lexi, além dos problemas do triângulo amoroso.
Logo nas cenas iniciais, um novo problema é apontado: a superlotação da casa. Com Callie e Jude morando com os Foster, a convivência não fica mais difícil apenas no aspecto psicológico, mas também no aspecto espacial. As cenas – que para um mau observador pareceriam “encheção de linguiça” – são importantes para passa a mensagem de que o planejamento é importante quando se vai receber alguém, não é simplesmente adotar e ponto. As brigas entre os irmãos ilustra as consequências de um mau planejamento, ou no caso, nulo, visto que Stef e Lena receberam Callie e Jude de surpresa.
Por enquanto, os maiores “causadores de problemas” da família têm sido os mais novos membros. Além de tudo o que já foi apresentado nos episódios anteriores, temos o problema de Jude: o garoto vai mal na escola e talvez tenha que mudar de escola e se separar da irmã. Obviamente, ninguém quer isso – os irmãos já sofreram o suficiente, ainda mais para apenas três episódios, certo? – e Lena começa a preparar o garoto para a prova que definirá seu futuro acadêmico. Nesse ponto, achei interessante a imagem de apoio representada por Lena – visto o fundo moral da série, mostra que a ajuda dos pais é importante na vida de uma criança, principalmente em momentos em que a grande maioria dos pais só exige dos filhos, como no caso de uma nota baixa. No fim das contas, o problema é resolvido quando Jude passa no teste, com uma pequena ajudinha da mãe adotiva.
Outro ponto que surge no episódio é a possível mudança de Brandon. Logo no início do episódio, o jovem é convidado pelo pai para morar em sua casa – hipótese bastante atrativa, dada a falta de espaço na casa dos Foster. Brandon se vê em uma encruzilhada, dividido entre considerar o pai ou a mãe. Após algumas brigas entre Mike, Stef e Brandon – causadas principalmente pela resistência de Stef em deixar o filho escolher o que quer -, o garoto decide se mudar. A decisão não é mantida por muito tempo: Brandon se sente culpado por deixar a mãe e acaba voltando para casa. Essa situação é outra que acho importante, pois foi uma forma de dizer aos pais que assistem à série que dar liberdade aos filhos não quer dizer perdê-los.
Retomando os problemas “antigos”, temos Jesus na detenção por causa das pílulas, enquanto Mariana continua mantendo contato com Ana, sua mãe biológica. Outra situação entre os gêmeos é o interesse de Jesus por Lexi – melhor amiga da irmã -, que só parece crescer. O grande empecilho para o relacionamento é a própria Mariana, que parece achar inadmissível a possibilidade de uma relação entre os dois. Por causa disso, Mariana ganha medalha de ouro de personagem mais chata do episódio – deixando claro que a Talya só perdeu dessa vez porque apareceu menos.
Quanto à Srta. Problema, aka Callie, temos fatos curiosos no terceiro episódio: na escola, a garota conhece Wyatt – louro, alto, bonito, gostoso e deslocado -, o que dá a entender que teremos não mais um triângulo amoroso, mas um quadrado. Enfim, os dois se conhecem em uma aula na qual o professor pede para escreverem um diário. Nenhum dos dois escreve, inicialmente, mas depois Callie faz o que tem que fazer. Seu diário, que não deveria ser lido por ninguém, é lido – inicialmente a suspeita é Mariana, o que causa mais estranhamento ainda entre as duas, mas na última cena descobre-se que a leitora anônima é a chata da Talya. Brrrr, como eu detesto essa menina!
Quinceañera é um episódio diferente: ao invés de mostrar uma sequência de dias, foca principalmente no dia do aniversário dos gêmeos – ou seja, na festa de quinze anos de Mariana e em seus preparativos. Eu, particularmente, adorei esse episódio pelo fato de que mostra que as festas não são perfeitas como os convidados pensam, me fazendo ver que o fato de festas terem lá seus problemas é comum, não foi só na minha que coisas deram errado. Digo, não foi nada tão grave quanto na quinciañera de Mariana, mas a gente sempre fica estressado e se perguntando “por que comigo?” quando algo dá errado.
Mariana teve uma festa de princesa – nada como a minha, diga-se de passagem – e de última hora, Callie foi convidada para substituir uma amiga da jovem – a que denunciou a novata – na corte da aniversariante. O fato de ela fazer par com Brandon foi uma cutucada na ferida de Talya, que ameaça Callie com o conteúdo do diário. Brandon começa a estranhar a atitude da mais nova Foster e Callie conta a ele que Talya a ameaçou. O moço vai tirar satisfações com a namorada no finzinho do episódio e para a alegria geral, dá um pé na bunda da personagem mais chata da série. *suspiro de alívio e gritos de felicidade* Callie, depois da dança dos quinze anos de Mariana e da foto da família – SIM, ELA E JUDE FORAM CONVIDADOS! *-* – vai embora da festa para encontrar Wyatt, que está na praia com uns amigos.
Temos novas personagens! Com a quinceañera, vêm os convidados, e a mais especial do grupo é a mãe de Lena. Apesar da briga entre as duas sobre “o que é ser uma mulher negra nos EUA”, eu gostei da mãe dela. Essa briga foi muito séria e bastante importante para o cunho moral da coisa toda. Digo, o âmbito racial ainda não tinha sido discutido na série, e nesse episódio tomou uma evidência muito grande – Lena é “acusada” pela mãe de não saber o que é ser uma mulher negra na sociedade americana, pelo fato de seu pai ser branco, e de tentar fazer Mariana se sentir latina (através da quinceañera) quando a menina não é criada nesse meio social, alegando que a cor da pele faz muita diferença e que Lena conseguiu muito por ser morena, e não negra, etc, etc. Eu fiquei com dó da Lena. Até agora, os problemas dela se resumiam aos problemas relacionados ao filhos, e nesse episódio é mostrado um pano de fundo em que a personagem se sente deslocada, em que não foi aceita pela comunidade negra ou pela comunidade branca – divisão essa muito delimitada e forte nos EUA.
Quanto aos gêmeos, ainda temos a briga entre Mariana, Jesus e Lexi. Mariana escuta Jesus e Lexi conversando sobre ficarem juntos e sobre o egoísmo da gêmea. A menina fica possessa com a amiga e o irmão, mas acho que isso se deve principalmente ao fato de a carapuça ter servido. A raiva de Mariana diminui ao ver o vídeo que as mães prepararam para a festa, com fotos dos gêmeos desde pequenos até os quinze anos – obviamente, com Brandon, Stef, Lena e Lexi -, que a emociona, mas a história ainda fica sem desfecho. Jesus e Lexi dançam juntos mais no fim do episódio, mas a opinião de Mariana após o vídeo não é mostrada.
A carapuça do egoísmo parece servir bem a Mariana, que se sente mal e pede desculpas a Stef e Lena no fim da festa por não ter dançado a valsa com elas – a menina pede para dançar com Mike, pai de Brandon, visto que não tem uma figura paterna masculina em sua vida. Mike também é convidado para a foto da família, mas gentilmente recusa o convite, dando espaço às duas mães e seus filhos.
Eu adorei os dois episódios em todos os aspectos, podendo destacar o roteiro de ambos e o figurino de Quinceañera, que foi especial – sim, era um baile de gala, as pessoas se vestem bem, etc, mas a produção mandou muito bem, principalmente no vestido da Stef, que é uma personagem muito masculinizada e que ficou extremamente feminina na festa da filha. Arrasou, produção!
Até o próximo episódio, folks!
Falling Skies – Badlands
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A terceira temporada de Falling Skies continua bem mais competitiva que os dois primeiros anos da série, muito por culpa dos diversos acontecimentos envolventes que o seriado vem apresentando desde o início da temporada. Agora, não são só alienígenas que caem do céu em cima do grupo de Tom Mason. Agora, humanos também apareceram no perímetro de Charleston e confundiram ainda mais a situação política da Terra. Tom ficou sabendo que talvez não seja tão presidente dos Estados Unidos como pensava, e também descobriu que os Espheni não são seus únicos inimigos no momento.
A cena de ação no início de Badlands acabou embalando o resto do episódio, dando um ritmo bom para os acontecimentos. A perda de Craze Lee foi significativa, afetando muito Pope, Matt e o resto dos batedores. A descoberta de que os atiradores eram humanos inflou ainda mais a curiosidade sobre os próximos acontecimentos na série.
Ao mesmo tempo que o cerco fecha em torno de Charleston e o maquinário alienígena se torna cada vez mais comum na vida na Terra, Falling Skies também apresenta momentos sutis como a troca de fralda da bebê Mason. Sem o acesso às fraldas descartáveis, Tom mostra a agilidade em dobrar corretamente a fralda de pano, para que apenas com os alfinetes ela fique segura no bebê. Essas cenas dão um toque mais harmônico no enredo da série e foge um pouco dos tiroteios e caras alienígenas de cara feia. Falling Skies vem aprendendo a construir boas sequências de ação, mescladas com cenas interessantes da vida cotidiana. Vale lembrar também a Árvore da Liberdade e o coral de crianças no final do episódio, um toque bonito em meio ao apocalipse alienígena.
Enquanto isso, dentro dos afazeres do dia a dia, Matt já mostrou que sonha em ser um batedor. Vive no encalço de Pope e Tector e não gosta nem um pouco das aulas na escola. Já Hal acabou acreditando que pode ser o traidor e teve a ideia estúpida de fugir de Charleston – mal caminhando direito – para ir até Karen. Esse desenrolar do episódio foi um tanto chato. Maggie precisou fazer uma cena daquelas “não vou desistir de você” e Hal comprou uma ideia estúpida achando que encontrar Karen o ajudaria em alguma coisa. O filho mais velho de Tom não parece ter todos os requisitos para ser o traidor e assim se entregar a Karen só pioraria a situação.
Falando em traidor. Quem mais desconfia da Peralta? Se for realmente a nova integrante do Governo Mason a traidora, ela está fazendo um ótimo trabalho. Até agora não foi descoberta e ainda virou vice-presidente. A série ainda não mostrou da onde a moça apareceu e como ganhou a confiança do novo governo para ter um posto tão próximo do presidente, o que garante que ainda temos muito o que desvendar da vida de Marina Peralta.
Tanto o traidor, quanto o novo possível verdadeiro presidente dos Estados Unidos, os humanos que atacaram Charleston e também os Volms, criaram todos juntos uma atmosfera curiosa em Falling Skies. Fica difícil prever o andar da carruagem nos próximos episódios. Isso faz a série nos deixar com o coração na mão, cada cena pode apresentar uma nova informação que pode mudar tudo.
Não podemos esquecer da pequena Mason, seria ela um alienígena ou Anne que está realmente enlouquecendo? São tantas situações curiosas na série da TNT que mesmo o ritmo devagar em que algumas se desenrolam, Falling Skies ainda assim não consegue cansar o espectador. Aguarde boas novidades para os próximos episódios, ao que tudo indica, novas perspectivas vão surgir para o povo de Charleston.
Falling Skies – On Thin Ice e Collateral Damage
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Falling Skies teve uma segunda temporada interessante, mas não chegou a ser uma grande inspiração da série. A esperança para seu terceiro ano ficou nas costas do novo alienígena que surgiu na última cena da season finale da temporada passada. A curiosidade sobre a nova espécie acabou no último dia 9 de junho, quando a série extraterrestre da TNT estreou a terceira temporada nos Estados Unidos. Já no dia 14 de junho Falling Skies também chegava nas telinhas brasileiras. Apesar do novo alienígena ser a grande atração do retorno da série, a terceira temporada aterrissou com inúmeras outras surpresas.
Sete meses se passaram no mundo devastado pela invasão alienígena, a busca pelo paraíso perdido de Charleston se encerrou com final feliz, o grupo se estabilizou e até presidente Tom já foi eleito. Agora, a série pula para outro status. Sua história será trabalhada sem viagens e caravanas, o grupo vai tentar reerguer um país e derrotar os alienígenas invasores com a ajuda de – vejam só! – outros alienígenas. A “mistura de espécies” ficou interessante e deve render muitos frutos para a história da TNT. Os Volm, representados pelo elegante alienígena Cochise, chegaram na Terra oferecendo ajuda aos humanos, armas e tecnologia. Entre os principais “presentes” está uma máquina que permite que a doutora Anne possa tirar os arreios das crianças pegas pelos skitters sem efeitos colaterais nos pacientes. Isso significa que não haverão mais crianças com espinhos brilhantes e habilidades duvidosas.
Falling Skies também chega com bom ritmo no roteiro. Já nos dois primeiros episódios surge um traidor entre a “comunidade” de Tom, o bebê Mason nasce e dá arrepios em Anne, Tom é presidente, Arthur Manchester é morto pelo traidor do grupo, Hal inicia On Thin Ice imobilizado em cima de uma cadeira de rodas e termina Collateral Damage caminhando, Ben virou “Benji”, alienígenas participam juntos de reuniões de estratégicas sobre ataques, conhecemos os Volms e também os novos aliens do mal, os superdróides. A série também ganhou um personagem muito rico, um cientista agorafóbico, que mal enxerga sem óculos e entende tudo de energia elétrica e radiação. Doutor Roger Kadar é interpretado por Robert Sean Leonard, o doutor James Wilson de House.
A season premiere dupla apresentou boas cenas de ataques, surpreendeu em muitos momentos, como no plano criado para destruir o combustível dos Espheni. Vale ressaltar que os novos aliens estão muito bem produzidos, principalmente considerando o baixo nível dos efeitos especiais nas duas primeiras temporadas da série, onde Falling Skies ficou devendo muito nesse sentido. Pelo menos no que deu para perceber nos primeiros episódios dessa temporada a produção pode investir mais nos efeitos especiais.
O roteiro também está mais envolvente, principalmente considerando que a temporada recém está em seu início. Além do traidor, a grande discussão de toda a comunidade de Charleston, dentro ou fora do Governo Mason, é a confiança nos Volm. Eles estão sendo fundamentais para a vantagem que os humanos estão impondo nos Espheni, mas a que preço? Eles lutam pela liberdade ou pretendem se apoderar da Terra após exterminarem os Espheni com a ajuda dos humanos? As dúvidas pairam sobre as cabeças de todos, mas a guerra no momento não apresenta outra alternativa.
A terceira temporada de Falling Skies também chega com a família Mason em peso – os guerreiros Mason – e aumentando com a chegada do bebê assustador Alexis Denise Glass-Mason. Muito medo do bebê Mason. Já “Papa Bear” ou Dan Weaver tem posto de coronel e continua no comando de guerra junto com Tom. A filha de Weaver acaba até reencontrando o namorado, Diego, que tinha sido arreado pelos skitters. Tom ganha uma nova assistente, Marina Peralta, mas perde Arthur Manchester já no início da temporada. A trupe de Pope continua como um dos núcleos mais divertidos da série, mas ainda seguem rebeldes e sempre prontos para aprontar alguma contra Tom. Enquanto isso não acontece, Pope, Lyle e Crazy Lee permanecem lutando firme e forte ao lado dos humanos e Volms. Tector se afastou do grupo dos batedores e está mais próximo do núcleo principal de soldados, ao lado de Hal, Weaver, Maggie e Tom. Boa parte do exército também segue no grupo, fazendo parte fundamental do Governo Mason.
Falling Skies teve algumas obviedades. Até bebê de Anne sabia que Arthur ia ser morto quando Tom não pode parar para conversar com ele sobre os 12 suspeitos finais de serem o traidor. Tom correu para o nascimento do mais novo Mason e Arthur partiu para sua última cena na série. Sempre é uma pena a perda de um ator como Terry O’Quinn em qualquer elenco, mas acredito que a história não será comprometida, ao contrário, a morte de Arthur vai criar mais expectativa para a captura do traidor.
O novo alienígena se instalou na Terra e a série da TNT com assinatura de Steven Spielberg voltou firme com a sua terceira temporada. Os dois primeiros episódios e as cenas prévias dos próximos acontecimentos conseguiram deixar muita curiosidade sobre o desenrolar da história de Falling Skies. O novo alienígena não é nem de longe o mais interessante no retorno do seriado, o que mostra que a série já conseguir produzir uma linha interessante de roteiros e plots intrigantes para serem desenvolvidos. Quem é fã de Falling Skies deve estar satisfeito com seu retorno e sugiro que se programe para não perder nenhuma cena dessa nova temporada. Até a próxima review. Tick, tick, boom!
PS: Sim, o cabelo do Matt está inspirador… inspirado no Neymar, só pode. Coitada da criança, não é a tôa que saiu detonando bombas por aí.
Teen Wolf — Fireflies
19/06/2013, 12:41.
Júlia Berringer
Reviews
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Mais uma semana se passou, e Jeff Davis nos deu mais um grande e espetacular episódio em Teen Wolf. É notável a evolução que a série teve de uma temporada para outra, mas o que me chama a atenção agora é a também notável evolução de um episódio para o outro. Não falo sobre as histórias e plots, mas sim sobre os efeitos, cortes e maquiagens. A transformação de Boyd em lobisomem é uma das coisas mais feias (mas linda no sentido de ser espetacular) que já vi na minha vida toda. Deu até pra sentir medo de verdade, e eu, como uma pessoa medrosa assumida, gosto de ficar assustada com coisas que realmente assustam e não com coisas do estilo Fofão ‘O Boneco Mais Bochechudo e Medonho do Mundo’, por exemplo.
Deixando meus medos de lado, falemos sobre Fireflies. Achei que a presença dos vagalumes ia ter mais destaque. No começo do episódio até achei que a luzinha deles era algum tipo de wolfsbane. Ao que parece, me enganei, e os vagalumes e aquelas baratas (?) só estavam ficado tão loucos quanto o veado, os gatos e os corvos.
O terceiro episódio dessa temporada dá início na mesma noite que terminou o episódio da semana passada. Depois de deixar Boyd e Cora escaparem, parece que finalmente foi revelado para a Allison que sua mãe queria matar Scott. A menina que já estava revoltada, se revoltou mais ainda. De um jeito bom, na verdade. Resolveu mais uma vez dando uma de corajosa-mas-burra caçar os lobisomens sozinha. O que é engraçado porque quando ela os encontrou deu um jeito de “distrai-los” melhor do que Scott, Isaac, Derek e Chris deram juntos.
Falando nisso, adorei ver os quatro trabalhando juntos. Isaac tem ganhado mais espaço e isso me faz muito, mas muito feliz. Não só pelo fato de ele ser lindo, porque isso é fato para (quase) todos nós. Mas sim porque já conheço o trabalho deles à um tempo, antes mesmo de Teen Wolf e sei que ele tem bastante talento pra mostrar. Quanto a Chris, Scott conseguiu convencer o ex-sogrão a ajuda-lo na caça de Boyd e Cora porque acreditava que os dois estavam matando pessoas inocentes.
Não foi bem isso que Stiles descobriu. Além de Heather, a garota safada, mais dois jovens virgens foram assassinados, o que nos faz pensar que a pack de alfas está sacrificando humanos para algum tipo de ritual misterioso.
Derek também deu uma da alfa macho no episódio e foi super corajoso ao “entreter” Boyd e Cora até o amanhecer. A professora de inglês do colégio estava escondida ali e quase foi morta, mas isso não vem ao caso. O fato é que já shippo ela e o Derek de um jeito bem forte. Sorry, sterek fans.
Observações:
- Aquelas duas crianças no começo do episódio não foram mortas por falta de coragem dos produtores ou por falta de habilidade do Boyd ? Vamos encarar, eles seriam presas fáceis e Boyd os comeria antes mesmo do Scott dar as caras. Tudo bem que foi super tenso ver as crianças sendo perseguidas, mas nesse caso, eu apoiaria uma matança.
- Achei lindo o jeito que aquela Emily morreu. Quero dizer no sentido do efeito e da maquiagem, mas acho que você entendeu. Espero que tenha entendido.
- Uma professora que está na escola depois da meia noite. Papai Argent fazendo compras depois da meia noite também. Por que ? Acertem o relógio, cidadãos de Beacon Hills!
- Perguntei o porquê da Lydia estar gritando no último episódio, e acho que agora temos a resposta. Um alfa anda mexendo com a cabeça dela. De novo. Será que ela vai ter uma história mais decente nessa temporada do que teve na última ?
- Isaac estava lindo com aquele casaco e cachecol. Caçando lobisomens com elegância, é assim que se faz.
- Ainda na contagem dos episódios que o Scott não tirou a camisa. 3 de 3 episódios nessa temporada! Que evolução!
- No meio dessa matança toda de virgens, vocês acham que o Stiles corre perigo ?
Agora me contem nos comentários o que o que acharam do episódio e quais suas esperanças e preocupações para o que vem por ai. Até semana que vem, wolves!
Pretty Little Liars – A is for A-L-I-V-E
16/06/2013, 22:24.
Ariel Cristina Borges
Reviews
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Pretty Little Liars is back, bitches! O primeiro episódio da quarta temporada da série chegou batendo recordes de audiência e comentários no twitter. Confesso que estava morrendo de saudades das tramas e mistérios das minhas liars, mas acho que o episódio em si não foi dos melhores.
Parece que voltamos à estaca zero. Mona e Toby, que estavam no lado negro da força, agora também recebem mensagens anônimas de A. Parece que dessa vez, Mona está falando a verdade, mas ainda não acho seguro confiar nela totalmente. Toby quase arrancou meu coração na cena em que se lembrou de sua mãe. Será que isso é um sinal de que essa temporada vai se aprofundar mais no passado dele? Vou simplesmente a-d-o-r-a-r se isso acontecer, ainda mais porque ele e Alison não eram simples vizinhos que se conheciam de “bom dia”. Numa época em que Toby Cavanaugh era completamente diferente, exalando inocência e virgindade.
A morte de Wilden foi contra o ditado que diz que vaso ruim quebra sim. E esse aí, além de ter se envolvido com Alison antes de ela desaparecer, foi um dos responsáveis pela quase morte de Aria na festa de Halloween. Não me surpreenderia se ele estiver envolvido na morte de Garrett também. Melissa continua sendo uma incógnita gigantesca, já que o computador de Mona – que deveria ser totalmente protegido contra ameaças – foi hackeado e ela perdeu o HD justamente quando a segunda Rainha de Copas ia aparecer. Aí estamos de volta à uma questão: Confiamos ou não confiamos em Mona?
Momento casais: Spencer e Toby = <3. Felicidade gigantesca em ver que meu casal preferido está bem novamente. Só acho que ele deveria contar a ela que está sendo ameaçado por A também. Aria e Ezra: Acho que pelo menos por alguns episódios dessa temporada o casal proibido que se assumiu e depois teve que ser proibido novamente vai ficar separado. A “alucinação” de Aria com Ezra sendo preso foi suficiente pra deixar muita gente com coração na garganta. Por amor a ele e ódio ao tédio que as cenas de Ezria vinham trazendo a qualquer um que assistia, Aria, você fez muito bem em topar se relacionar com outras pessoas. Sinto cheirinho de Wesley Fitz no ar… Emily e Paige: Fofíssimo elas duas planejando o futuro na faculdade com bolsas de natação e tudo o mais, mas algo me diz que A vai se meter nos planos delas duas. Hannah e Caleb: … Caleb Who? Nesse episódio foi mais fácil shippar Hannah com Mona do que com o próprio namorado. Num primeiro episódio de temporada, o mínimo que nós esperamos é ver os personagens queridos, nem que seja numa cena de segundinhos.
E quanto a Alison… Para variar, não podemos ter certeza se ela está viva ou não. Voto pelo sim. Algo me diz que aquela mulher loira – dá para ver a cor do cabelo – com o rosto coberto no enterro do Wilden é ela. Sem dizer que aquilo da mãe dela ter voltado e ter o quarto dela completamente montado do mesmo jeito que antes é estranho… Não era ela que não conseguia olhar para as lembranças da filha morta?
PS [1]: O QUE FOI AQUELE PORCO MORTO NO PORTA MALAS? Meu Deus, entre tantas coisas para assustar alguém tinha que ser MESMO um porco?
PS [2]: Detetive bem apessoado o tal substituto do Wilden, hein? Tomara que esse preste mais que o outro…
PS [3]: Fizeram tanta chamada da cena com as meninas mais novas… E foi só aquilo?
A Menina Sem Qualidades – #12
15/06/2013, 11:30.
Felipe Ameno
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Tinha acabado de entrar para a equipe do Teleséries e todas as séries que eu gosto ou estavam no hiato ou já tinha alguém escrevendo sobre elas. Porém, um belo dia, a editora de conteúdo perguntou se alguém não gostaria de fazer os textos sobre essa nova série da MTV Brasil e eu prontamente ofereci meus serviços. Não tinha ideia da roubada na qual estava me metendo…
Mas tudo na vida tem um motivo, e para essa escolha tenho dois: primeiro estava doido para escrever o meu primeiro texto opinativo e tinha em minha memória uma experiência muito boa de Descolados, uma outra série que a MTV transmitiu em 2009 e que marcou, pelo menos para mim, época. Ficava alucinado esperando toda quinta-feira para saber o que ia acontecer com Lud, Deco e Felipe.
A Menina Sem Qualidades foi a primeira série de dramaturgia produzida pela MTV, pois Descolados foi produzida pela Mixer e o canal só transmitiu. Tanto que depois ela foi reprisada na Band (eu estava lá, assistindo). Se você ficou curioso, essa série está disponível no Netflix.
Fico muito triste em dizer coisas ruins sobre A Menina Sem Qualidades, principalmente agora que foi noticiado que a MTV Brasil vai encerrar suas atividades. Essa emissora me acompanhou ao logo de 13 anos, fez parte de minha história. Mas como parte do trabalho, temos que dar a nossa opinião e sermos honestos com os leitores. Doa a quem doer.
Agora vamos ao que interessa. Nunca pensei que no último episódio teríamos um julgamento. Não vou me prender nele, pois no fundo ele não serviu para nada e vocês vão entender mais para frente. Gostaria de destacar a presença da atriz Mariana Nunes como a juíza Sofia. Ela tem um quê de Viola Davis (The Help) e encheu a tela. Uma participação pequena, porém marcante.
Como disse no primeiro post e ao longo das minhas resenhas, não tenho do que me queixar da parte técnica. Desde iluminação, passando por fotografia e chegando na trilha sonora. Essa última louvada a cada texto, merecidamente. Excelente do início ao fim. Assim como as atuações de Bianca Comparato (Ana), despida de qualquer vaidade e Rodrigo Pandofo (Alex), chato, irritante e manipulador na medida certa. Contudo, eles foram muito prejudicados pelo falho roteiro.
Além do roteiro só vou pontuar uma única falha de continuidade que esqueci de comentar no episódio #11. Quando Ana chega na casa de Tristán, ela está com uma camisa de manga listrada e diz um texto. Alguns segundos depois ela está vestida com o uniforme do CTM e repete o mesmo texto. A princípio achei que fosse de propósito e revi a cena algumas vezes e acabei constatando que foi falha mesmo.
Javier Drolas (Tristán) não convenceu como um professor amargurado, em crise no casamento e com um passado obscuro. Ele era engolido pelas atuações de Bianca e Pandofo. Outro que merece destaque é Eduardo Oliveira (Hoffman) que foi de longe o personagem que mais me identifiquei, pois deixava a série mais acreditável. Fiquei muito triste com sua precoce “morte” e gostaria de saber a opinião dele sobre o caso entre Tristán, Ana e Alex.
Por terem optado em contar a história em episódios diários, muitos deles foram recheados de longas cenas de caminhadas e de pausas dramáticas (recheadas de boa música e lindas paisagens), mas que iam enchendo o saco e fazendo com que as pessoas perdessem a atenção em cenas importantes. Posso destacar três episódios completamente desnecessários: #2, #8 e #10, se eles não estivesse ali, ninguém ia sentir falta.
Uma história para ser bem contada não precisa ser explicada nos mínimos detalhes. Deixar o espectador pensar e refletir é muito bom, mas para entender A Menina Sem Qualidades era preciso fazer uma viagem constante. Muitas coisas não tiveram desfechos ou foram mal explicadas: a obsessão de Alex em Tristán, o porquê dele e Bianca estarem no Brasil, a relação entre Ana e seu padrasto, porque Tristán foi preso, o resultado do julgamento… Enfim, alguns enigmas que, de repente, só serão respondidos ou entendidos depois da leitura do livro no qual a série foi baseada. E como assim no final fica todo mundo bem, agindo como se nada tivesse acontecido? Ninguém é punido?
Uma outra coisa que me incomodou muito foram algumas cenas cujo o único objeto era chocar e escandalizar. A história não precisava de nada disso para ser ousada, diferente e contemporânea. Ninguém que assistiu era criança, pois bem no início tinha um aviso de “proibido para menores de 16 anos”, mas mesmo assim, enumeras cenas foram desnecessárias para o enredo, como por exemplo a perda da virgindade de Ana. Não precisava ser detalhada (violentamente) daquele jeito.
É claro que eu não estava esperando uma Malhação, mas acho que a descrição do site foi bem singela: “um retrato surpreendente da juventude atual”. Porque vai ser “surpreendente” assim lá longe… Quero distância de pessoas como Ana e Alex, se é que elas existem…
No meu primeiro post eu comentei que não tinha entendido muitas coisas, por burrice minha ou falha no roteiro. Doze episódios depois posso afirmar que não sou tão burro assim!
Despeço-me de A Menina Sem Qualidades, e consequentemente da MTV Brasil, com um nó na garganta. Queria do fundo do coração ter gostado da série, pois só teria coisas boas para guardar do canal. #RIPMTVBrasil.
Agradeço a equipe do Teleséries, em especial a Clara – pela oportunidade – e a Mariela – por sempre melhorar meus textos -, e aos leitores – por estarem comigo nessa longa caminhada. Aguardo vocês nos próximos textos.
Para assistir ao episódio final, clique aqui. E despedindo-se em grande estilo, a sempre MARAVILHOSA playlist.
A Menina Sem Qualidades – #10 e #11
13/06/2013, 23:00.
Felipe Ameno
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Bom, essa folga que eu tirei de A Menina Sem Qualidades foi boa, tanto pra mim, quanto para os texto que estou escrevendo. Já estava ficando de saco cheio dessa história que não estava dizendo muito a que veio.
Não tenho muita coisa para falar do episódio #10. O novo professor de história chega ao CTM e de cara Ana e Alex já entram em um embate com ele, que fica sem reação – assim como acontecia com Hoffman. Descobrimos que Ana não gastou o dinheiro das mensalidades, pois na realidade não recebia! Finalmente conhecemos o famoso General. Achei que ficou subtendido eles tiveram alguma coisa no passado, algo além da relação entre padrasto e enteada. Não ficou muito claro, como nada na série, mas acho que também nunca vamos saber, já que Ana diz que não vai mais falar de seus pais.
Fica mais evidente que o casamento de Tristán e Bianca não está bem e ela demostra que está desconfiada/com certeza de que ele está traindo ela.
O momento tenso fica por conta da vista do diretor e do novo professor de história ao ginásio. Eles acham muito estranho Alex, Ana e Tristán estarem lá, mas Alex se sai muito bem, dizendo que estavam fazendo um vídeo sobre educação física. O diretor fica feliz e parabeniza o garoto pela iniciativa. FIM.
O episódio #11 foi, de longe, melhor. Confesso que teria gostado mais se não estivesse tão cansado da baboseira que rolou até agora. O episódio já começa quente. No #10, Olavo (o menino que foi o foco do #2 e depois sumiu) conta para Ana que todos já sabem do que anda rolando entre ela, Alex e Tristán. Ele dá uma lição de moral nela e tenta trazer Ana para a realidade e joga uma indireta: Alex está fazendo a mesma coisa com outra menina e fala para ela ir a sala dos professores à noite. Ela fica intrigada, mas termina o assunto.
Então Ana resolve aparecer na casa de Tristán. Eles conversam e ela fala para ele largar Bianca. O resultado: os dois acabam fazendo AMOR. Do jeito deles, é claro, mas sem câmeras e, principalmente, sem Alex. Porém, como nada na vida é de graça, essa visita também não seria, pois ela quer a cópia da chave da sala dos professores.
Conforme Olavo disse, ela vai até o colégio e durante a sua caminhada até a sala dos professores, vão sendo mostrados flashbacks de conversas – que nos episódios em si não faziam muito sentido -, e fica reforçado que Alex estava preparando Ana para um jogo. Conforme suas palavras: para se ter um jogo é preciso de um inimigo.
Quando ela chega, encontra Alex filmando o novo professor de história transando com uma outra menina. Agora ela (e todos nós) entendeu o porquê de Alex ter passado tanto tempo com essa garota no episódio anterior.
A justificativa do professor é que Tristán e Alex tinham dados confidênciais seus e por isso ele estava sendo obrigado a fazer aquilo. Ana fica perplexa ao ouvir, pois sabe que Tristán não seria capaz de fazer aquilo e que lógico isso era mais uma estratégia de Alex. Vamos combinar que já passou da hora de sabermos o porquê dessa obsessão de Alex por Tristán, já está chato esse jogo todo sem um motivo aparente.
Depois de tudo isso, Ana não aparece para sua sessão de sexo filmado, o que deixa Tristán revoltado. Ele fica pensando que Alex a substituiu, parte para cima dele e joga para fora toda a revolta que estava guardada. Fiquei muito feliz e vibrei, pois Alex merecia apanhar! Que garoto chato. A fúria é tanta que Tristán pensa que Alex está morto. FIM.
Depois de tantos episódios meia boca, o #11 valeu a pena. Mais tarde vai ao ar o episódio final e amanhã escreverei sobre ele e balanço geral da série.
Para assistir aos episódios: #10 e #11. As playlists já estão disponíveis também: #10 e #11.
E que venho o final, graças a deus!
Revolution – The Dark Tower
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A season finale de Revolution apresentou, antes do episódio realmente começar, uma bonita edição de imagens que resumiu um pouco de tudo que os personagens da série passaram durante a primeira temporada. Após o vídeo, de duas coisas podemos ter certeza: Revolution sabe muito bem escolher sua trilha sonora e Miles tinha um corte de cabelo muito melhor nos primeiros episódios da série. Fora isso, The Dark Tower trouxe o encerramento de um ciclo muito importante para Revolution. A série chegou fazendo barulho – e muito -, mas demorou – e muito – para encantar o público e despertar carisma com os seus personagens.
Foram 20 episódios que contaram como o mundo ficou após um apocalipse energético. Os roteiristas, que começaram a contar a história um pouco tímidos e misteriosos, revelaram criatividade na hora de explicar como a falta de energia aconteceu. Enquanto isso os personagens se desenvolveram e, em muitos momentos, surpreenderam. No entanto, o processo evolutivo de Revolution foi mais lento que a retomada de vida de uma população sem energia, e assim série quase se apagou. Depois do retorno do hiato de final de ano o seriado da NBC titubeou, mas acabou engrenando e logo veio a renovação. A série ainda teve gás para fazer os espectadores acompanharem a sequência final de episódios e terminar bem a temporada de estreia.
A season sinale de Revolution também brincou mais um pouco com a divisão de comandos e as alianças de guerra. No início da série Sebastian Monroe era chefe de Tom Neville e ambos estavam à procura dos irmãos Matheson. A morte de Ben e a captura de Danny fizeram Miles comprar briga com Monroe e Neville. Na sequência, Monroe acabou duvidando da lealdade de Tom e jogando ele aos cachorros. Neville fugiu, se aliou a República da Geórgia e – quem diria – foi lutar ao lado de Miles. No entanto, a chegada na Torre mudou tudo e a vacilada de Monroe fez Neville tomar conta do seu pequeno exército presente no local. Pelo que vimos no último episódio da temporada, Tom não deve ter planos bons na cabeça e deve armar guerra contra Miles e Rachel. Claro que quem já assistiu o episódio sabe que o governo dos Estados Unidos – antes refugiado em Cuba – está voltando para casa e promete comprar briga com qualquer um que tente impedi-los.
The Dark Tower também voltou no tempo e mostrou um dos pontos cruciais que fizeram Miles começar a perceber que Monroe estava perdendo a razão. Após um bombardeio rebelde que feriu Miles, Monroe não só pegou o responsável, como assassinou toda a sua família, mulher e filhos. Sempre levantei o questionamento do porquê Miles começou a se virar contra Monroe e finalmente a season finale apresentou a explicação e mostrou também que a longa história de amizade entre os dois fez com que Miles não tivesse coragem de matar o amigo/irmão. Toda essa história foi contada entre imagens de um belo embate de Miles versus Monroe. O encontro que todos esperavam e decepcionou na summer finale da série, voltou com tudo e foi um dos pontos fortes do episódio. Enquanto os dois colocavam o “assunto” em dia, também fugiam da Milícia Monroe, que acabou se voltando contra seu próprio líder.
Falando em troca de comandos, ri muito do reencontro de Tom e Sebastian. O #prontofalei de Neville foi muito engraçado, quase mais que o “sua fixação erótica por Miles Matheson”. Nunca simpatizei com o personagem de Tom Neville, mas ele é responsável por tiradas sarcásticas que dão um toque especial no roteiro da série.
Além das trocas de comando, a luta constante pelo retorno da energia também deixou baixas importantes. Não vamos mais contar com a participação de Nora. A personagem já vinha há alguns episódios dando sinais de que passaria por uma grande transformação e provavelmente deixaria o seriado. Uma prova disso eram suas conversas melancólicas com Miles e seus olhares para Rachel. Nora sabia que não tinha mais espaço no coração de Miles e vinha se arriscando demais para ajudar o grupo, sem se importar se permaneceria viva. Grande Nora, é a heroína de Revolution, vai deixar saudades e também um caminho aberto para o romance de Miles e Rachel, e as eventuais crises que Charlie deverá ter quando descobrir isso.
Revolution fez uma season finale digna, conseguiu encerrar bem a história da primeira temporada, Rachel cumpriu sua missão e ligou a energia. Além disso, a série guardou uma surpresa para o final, a existência de um governo americano ainda vivo, refugiado na baía de Guantánamo, em Cuba, e um presidente pronto para retomar a briga pelo poder. No final das contas, o misterioso Randall estava por trás do plano do governo dos Estados Unidos e completou a missão de “um patriota”.
O retorno da energia foi o ponto mais esperado da temporada e ele veio lidamente em cenas editadas representando o cotidiano de personagens secundários em lugares diferentes. No entanto, para aproveitarmos o momento, temos que aceitar como licença poética a dúvida sobre da onde a energia estava sendo gerada, muitos anos depois do apagão.
Muitas surpresas podem ser esperadas na segunda temporada de Revolution e boas surpresas. Rachel não desejava uma guerra, mas quando percebeu que a opção de não guerrear não existia mais, ela optou por igualar as forças entre os combatentes, e conseguiu. Uma guerra mundial está sendo esperada para a segunda temporada de Revolution, e ela virá com todas as energias disponíveis.
‘A Meninas Sem Qualidades’ – #9
11/06/2013, 23:40.
Felipe Ameno
Reviews
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Ana fuma seu cigarro lentamente e passa um longo momento analisando cada canto da festa oferecida por Alex com o dinheiro extorquido de Tristán. Tudo isso embalado pela música Video Games, que originalmente é cantada por Lana Del Rey e que no episódio é entoada por Boy George. Acho que ainda não tinha comentado como todo mundo fuma, e muito, nessa série.
Confesso que fiquei curioso com o que se passava na cabeça da nossa menina sem qualidades. O que será que ela estava achando daquele festa. Será que ela já tinha ido a alguma? Ela parece um pouco deslumbrada com aquele novo mundo.
Depois, sentada em um sofá com Alex, ela divaga sobre Tristán. Diz que sabe de cor o seu poema favorito e começa a narrar como o professor conheceu sua esposa Bianca e como eles foram parar em São Paulo.
Depois de passar seis meses na prisão Tristán é deportado e recebe uma segunda chance de permanecer vivo (em nenhum momento é explicado o que aconteceu) e Bianca teve seu pai arrastado de casa por um policial militar e fica com nojo de sua pátria, ambos se conhecem eu uma biblioteca e o relacionamento começa. Ela é dez anos mais nova que ele. Será que ele é gamado em novinhas?
Agora não fica claro se toda essa história sobre passado de Tristán é verdadeira ou invenção da cabeça de Ana. Esse questionamento é feito por Alex, que pergunta qual o final da história. Ela responde, irônica: “Está nas suas mãos!”. Ele se demonstra preocupado (para não dizer outra palavra) pois percebe que ela está ficando envolvida.
Tristán e Ana são “obrigados” a mais uma sessão de sexo gravada por Alex. Só que dessa vez é um pouco diferente, pois começa a rolar um clima e deixa de ser uma coisa mais carnal/obrigatória e passa a rolar um sentimento. Ana diz que ama Tristán e Alex fica possesso! Eles começam um embate sobre o que é certo e o que é errado. Então, antes de começar o ato em si, Tristán diz ao pé do ouvido de Ana: “O mais perverso é que eu te perdoo por toda essa traição.” Eita!
No episódio #8, Laura diz que a mensalidade do colégio da filha está atrasado. Ficamos sabendo que quem paga é o padrasto, o General, e que ele estava depositando diretamente para Ana. Com o colégio atrasado, qual a solução? Extorquir Tristán. O que será que ela está fazendo com esse dinheiro?
O episódio termina com Ana e Tristán fazendo aquilo que os uniu desde a primeira vez: correr. Eles entram em um embate sobre o que estão fazendo e ele tenta colocar um pouco de juízo na cabeça dela. Ele termina a conversa com uma frase que resume bem Ana: “O problema é que você confunde o nada geral com o seu vazio!”
Para o início da última semana achei o episódio muito fraco. Ainda muitos pontos a serem revelados e mostrados. Apesar da sua qualidade técnica, a série está deixando muito a desejar em quesito roteiro. Eles estão muito preocupados em ser alternativos demais e estão a deixando a história que tinha tudo para ser muito boa, confusa. Ainda bem que está acabando…
Para ver o episódio na integra, clique aqui e o playlist também já está disponível e dispensa comentários.
Com sinceridade, tem alguém gostando da série e porquê? Deixe seu comentário!
Teen Wolf — Chaos Rising
11/06/2013, 13:40.
Júlia Berringer
Reviews
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Here we go again, wolves. Se o episódio da semana passada nos introduziu toda uma nova história e um novo drama, o segundo episódio dessa terceira temporada foi o primeiro passo para responder algumas perguntas e criar mais umas dúzias delas. Não que eu esteja reclamando, até porque o que eu gosto em séries do estilo sobrenatural é o fato que você nunca sabe o que pode vir a seguir.
Em Chaos Rising, primeiramente, descobrimos onde Isaac, Erica e Boyd estavam. Mas como já comentei, respondida uma pergunta, logo me vieram mais algumas à mente: 1. Por que ele estava se escondendo tanto ? 2. Por que Derek, sendo seu alfa, não tinha a mínima ideia de onde ele estava ? 3. Por que até todo sujo Isaac fica uma graça ? 4. Peter não tinha sumido ? E o que ele fez para acessar as memórias de Isaac, causando tanta dor e não deixando nenhuma marca? Ok. Talvez a terceira pergunta não tenha sido tão relevante assim, mas ainda é uma pergunta válida. Se alguém tiver uma resposta ou então uma teoria, por favor deixe-me ficar sabendo no twitter (@juliaberringer).
Voltando ao episódio, o corpo que Allison encontrou no armário é mesmo Erica. O que é estranho, porque por mais que eu ache a atriz Gage Golightly um pouco sem graça e sem sal, eu ainda esperava ver ela nessa temporada. Lógico que a loira pode ser a amiguinha de infância fogosa de Stiles, mas acho um pouco difícil e o plot sobre o desaparecimento dela me parece ser uma coisa que vai ser tratada mais a fundo daqui a algum tempo.
Apesar de todo o alvoroço que estamos vivendo, nós, telespectadores podemos não ter percebido, mas o fato de que o Scott não saber que os gêmeos são vilões só esfregou na minha cara o quão começo de história ainda é. Muita coisa ainda vem por ai, e se continuar nesse ritmo, a série promete nos deixar com os olhos cada vez mais grudados na tela do computador. Particularmente, gostei muito mais desse episódio do que do último, e isso realmente me surpreendeu já que eu gostei muito de Tattoo.
Vale ressaltar que a pequena cena na casa da Heather enfatizou o fator teen da série. Me fez lembrar que os guris ainda são adolescentes e que apesar da vida sobrenatural que tendem a lidar diariamente, eles ainda assim tem um bando de hormônios explodindo dentro deles. Heather também tinha, e apressadinha que só, arrastou Stiles para a adega de vinhos que tem no porão de casa. Enquanto ele corria para buscar uma proteção para os dois (ponto para MTV ensinando bons hábitos), as garrafas começaram a quebrar e enfim ela foi levada pela janela por alguém/algo que eu espero não ser um Kanima de novo. O fato de que Stiles volta e encontra tudo na mais perfeita ordem não é só mais triste do que o fato de ele ter achado que ela foi simplesmente foi embora com outra pessoa. Um oferecimento: Beacon Hills, Sunnydale, Mystic Falls e Bon Temps, onde nunca nada é normal.
E Allison? O que dizer sobre Allison e seu novo cabelo que não agradou praticamente ninguém – mas não tem problema porque ela fica linda do mesmo jeito ? Parece que desde a última temporada ela adotou um comportamento “preciso salvar o mundo”. Talvez ela e Scott formem mesmo um lindo casal, porque apesar de aparentemente cultos e inteligentes, os dois podem ser burros como uma porta. Ou pior. O fato é que as luzes loiras parecem ter afetado seu cérebro de galinha e ela resolveu invadir um prédio abandonado que provavelmente guarda algo perigoso, sede de um antigo banco, cujo logo é exatamente a marca que foi deixada no seu braço e no de Lydia por uma moça muito estranha que procurava o ex namorado lobisomem dela, e que depois saiu correndo e nunca mais apareceu, levando apenas seu celular lanterninha. Seria um plano inteligente se… nunca seria um plano inteligente. Nunca. E é por isso que aprovo Scalison envelhecendo sua burrice juntos para sempre.
E quem salvou Alison de um destino cruel ? Maya! Emily (Pretty Little Liars) corre aqui porque sua namorada não morreu. Ok. Sei que o nome dela não é Maya mas não consigo chama-la de outro jeito. “Mrs. Morell” apareceu para a festinha de um jeito muito esquisito e agindo como se fosse o braço direito do vilão Deucalion. Por que ? E ela está sendo falsa com que lado da força ? Mais perguntas.
Observações:
- Coach Finstock está de volta e melhor do que nunca! Senti falta dele.
- Cora (Who?) está viva e vai causar problemas. Alguém aposta na morte dela até o final da temporada ? Eu sim.
- Li uma entrevista com o criador da série, Jeff Davis, e ele nos disse para ficarmos atentos à cor dos olhos dos lobos. Os do Derek são vermelhos, os do Peter azuis e os do Isaac e do Scott são dourados. Alguém tem um palpite ?
- E por que Lydia acordou gritando dessa vez ?
O que acharam desse segundo episódio ? Alguém tem mais alguma pergunta ? E respostas, alguém se atreve a filosofar ? Comente e desabafe!
Game of Thrones – Mysha
10/06/2013, 13:55.
João Freitas
Reviews
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E chegamos a mais um fim de temporada em Game of Thrones. Para mim, a melhor de todas. Vibramos, choramos e nos emocionamos com a ascensão de Daenerys, com a queda dos Starks e a cada frase solta tirando sarro de alguma das Casas de Westeros (Olenna, cadê está você para nos fazer rir?). Se no episódio anterior a tristeza e as lágrimas rolaram sem parar, em Mysha o sorriso prevaleceu e deu o tom para o final da temporada.
Ser um Lannister, acima de tudo, é pensar no bem do seu sangue e da sua família. Este é o ideal que prega Tywin desde sua primeira aparição e é sob esta justificativa que ele se mantém inerte em relação ao massacre arquitetado por ele e Walter Frey. Além disso, de brinde, em uma reunião do pequeno conselho a Mão do Rei mostra o quão patético Joffrey é, tratando-o como uma verdadeira criança. A mesmo tempo em que mostra sensatez, Tywin demonstra que está a frente de Porto Real, e que a cidade é forte, mesmo tendo o segundo rei louco no trono.
Não há como não comentar sobre o diálogo entre pai e filho. Tywin e Tyrion nos fizeram relembrar o primeiro episódio desta temporada, quando os dois discutiram. E novamente a família é o foco do assunto. No auge da tensão, todas as armaduras invisíveis de Tyrion caem, quando ele pergunta a seu pai quando ele realmente fez, algum dia, algo para o bem da família, e não pensando somente em aparências e nos seus interesses. A resposta “No dia em que você nasceu!” encerra a discussão, tanto para Tywin – que assumiu que tratou Tyrion como seu verdadeiro filho -, quanto para Tyrion, que finalmente ouviu o que é um Lannister. Um merecido reconhecimento.
Mudando de local – e de família – suspiramos aliviados ao perceber que Brann encontra Tarly, Gilly e o – agora o nomeado – bebê Sam. Muitos eram os perigos que rondavam o local, e Brann deu sorte em encontrar “amigos”. E mesmo alertado de que está marchando para o lado errado, Brann insiste em ir além da muralha, seguindo seus instintos e em busca do corvo de 3 olhos. Tarly, pelo contrário, segue para Castelo Negro, onde explica para Meistre Aemon que muitos perigos que se aproximam. Se o gordinho realmente é um inútil com uma espada na mão, ele provavelmente teve seu ponto alto nessa cena. Agora todos os reinos de Westeros estão avisados de que a verdadeira batalha a ser travada não é entre as casas, e sim contra Os Outros – como profetiza Melisandre durante o episódio.
Nas Ilhas de Ferro finalmente temos explicada a situação de Theon. Mesmo que tenha segui ordens do pai ao capturar o herdeiro dos Greyjoy, os olhos de Ramsay não deixam dúvidas: ele sente prazer em torturar e mutilar as pessoas. Pobre de Theon, que passou uma temporada inteira nas mãos do rapaz. Mas confesso: sinto prazer em ver Theon sofrendo. É mais do que merecido depois da traição dele em relação aos Starks. Me julguem. Quanto ao futuro de Theon, ele ainda tem uma última esperança: sua irmã Asha ruma ao Forte do Pavor, no qual o irmão está mantido refém. Um bom gancho para a próxima temporada já, e que promete mais ação, o que é ótimo, já que este arco de Theon foi extremamente parado.
Ainda não conheci alguém que não gostasse de Aria Stark. De gênio forte e muito inteligente, talvez o único pecado da menina seja sempre arriscar sua vida pelo que acha certo. Após presenciar o massacre à sua família ela é levada por Clegane para longe do perigo, mas não sem antes ver a chocante cena na qual o corpo de seu irmão foi substituída pela de seu lobo. Após toda essa dor, sendo carregada por alguém que odeia, Aria topa com alguns soldados do exército de Frey, e depois ter mais uma vez sua ferida tocada, não consegue se segurar. De maneira fria ela executa um dos soldados em uma tentativa desesperada de diminuir um pouco da dor que sente, e então, quando atacada pelos outros, é mais uma vez salva por seu odiado guardião. Ela acaba por lembra-se de Jaqen H’ghar, o homem mais misterioso já mostrado na série. E esperamos que ele volte na próxima temporada e ajude a menina, que nunca esteve tão sem rumo.
Quando começamos a assistir essa temporada, pouco sabíamos sobre os perigos além da Muralha. Assim, fomos descobrindo junto com Jon Snow as peculiaridades daquela terra. Quando vimos gigantes, wargs ou Os Outros, nossa expressão de surpresa era a mesma do bastardo de Ned. E depois da perigosa incursão além-Muralha, ele regressa ao Castelo Negro. Retorna, então, ao seu lado da Guerra, lado qual ele jurou defender. Sua despedida de Ygritte foi triste e emocionante: a cada flecha contra seu amado a mulher escancarava ainda mais em seu rosto a decepção que ele lhe causou. Talvez seja este o fim para o amor proibido entre o bastardo e a selvagem, mas ainda creio que eles irão se encontrar.
Um fato um tanto quanto decepcionante foi Mance não aparecer durante o episódio. Eu não esqueci – pelo contrário, estou esperando – “a maior fogueira que o norte já viu.” O tempo seria escasso para mostrar algo, mas ao menos uma ponta do Rei além da Muralha deveria ter, já que se nenhuma grande reviravolta acontecer, será ele que protagonizará, em breve, uma grande batalha.
Dany. Ela começou a temporada sem nada a não ser seu pequeno khaalasar e seus três pequenos dragões. Agora, Daenerys tem muito mais que o desejo de conquistar o trono de ferro, ela tem o que precisa para isso: seu exército de elite e também um povo que a endeusa. Talvez o maior mérito da última Targaryen não seja ser uma conquistadora, mas sim o de se cercar de pessoas leais. Assim, seu sorriso ao fim desta temporada representa o de muitos telespectadores. Seu olhar de sofrimento – após perder seu marido e filho – mudou, e seu semblante agora transmite confiança e paz. Ela é a mãe não só dos dragões, mas de todos os libertados que ela escolheu ajudar. E descobrimos que a conquista de Yukai não foi um ato desnecessário: foi abenção que lhe faltava para cruzar o oceano em busca de seu lugar, o Trono de Ferro.
Aclamada pelos ex-escravos e também pelos telespectadores. Palmas para a moça.
Algumas pequenas cenas também devem ser mencionadas neste episódio. Varys tentou convencer Shae a abandonar Porto Real, mas ela abdicou do dinheiro para ficar com seu amor. Davos libertou Gendry das garras da mulher vermelha, ainda que isso significasse uma traição a Stannis. Jaime retorno a Porto Real como um novo homem e teve seu reencontro – ainda que breve- com Cersei.
Por fim, preciso dizer que nessa terceira temporada a série não perdeu, em momento algum, sua principal característica: a grandiosidade. Seja em história, produção ou interpretações, Game of Thrones enche os olhos e fascina a todos que mergulham no universo criado por Martin – muito bem adaptado pela HBO. Já me sinto com saudades e desde já ansioso para próxima temporada.
Um grande abraço a todos os fãs da série e até o próximo ano.
‘A Menina Sem Qualidades’ – #8
09/06/2013, 14:07.
Felipe Ameno
Reviews
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Assim como o #2, o #8 é completamente descartável. Estava muito feliz que a história finalmente tinha entrado nos eixos e os outros três episódios que foram ao ar essa semana tinham sido muito bons, se comparados com os da primeira. Uma pena.
Mas de qualquer forma tenho alguns comentários a fazer. O plano de Alex segue seu rumo, quando ele mostra para Tristán o vídeo da transa dele com Ana. Confesso que senti uma ponta de arrependimento da nossa menina sem qualidades, pois ela começa a questionar a motivação de Alex em fazer isso com Tristán. Ele diz meia dúzia de palavras sem sentido, justifica dizendo que quer fazer de Tristán um homem e coloca Ana no eixos novamente.
Abalado com vídeo, Tristan não consegue se concentrar na aula. Ao terminar, ele fica sozinho na sala com Alex, que recebe um sermão do professor (uma cena loooonga). Óbvio que tudo que foi dito entra por um ouvido e sai pelo outro. Descobrimos que as notas de Alex não estão muito boas e Tristán o aconselha a estudar com Ana (olha, se esse for o motivo desse plano todo, sério, vou ficar muito revoltado). Ao sair, Alex deixa um bilhete pedindo para o professor ir para o mesmo lugar e hora.
Chegando lá, Alex dita as regras do jogo para o mais novo jogador: ele tem uma coisa (o vídeo) que pode acabar com a vida do professor logo ele terá que continuar a colaborar (transar com Ana em frente das câmeras). E Tristán faz esse enorme “sacrifício”. Só que dessa vez ele se mostra preocupado com Ana. Depois do ato, eles tem uma conversa no vestiário e ele expõe para Ana que sua maior preocupação é ela se machucar (ele está completamente apaixonado por ela).
Sexto sentido de mulher é fogo. Bianca, a mulher de Tristán, que estava em depressão e até tentou se matar no episódio #5, aparece do nada bem e feliz. Ele não entende essa súbita mudança e até desconfia que ela esteja tomando algum remédio. Acho que no fundo ficou triste, pois tinha uma justificativa moral por estar traindo a mulher.
Se no início Tristán ficou devastado com o vídeo, depois de tudo que aconteceu durante o episódio ele mostra-se bem feliz. No fundo ele está gostando desse jogo todo. Descobrimos também que Alex está extorquido o professor, pois deixa um bilhete pedindo 2000 reais.
No final, vemos Ana e Alex no seu lugar favorito, o cemitério. Lá ela recebe um tênis de presente dele (sempre sendo romântico de um jeito peculiar). Alex diz que vai dar uma festa, provavelmente com o dinheiro de Tristán. Depois Laura, mãe de Ana, repara que a filha está diferente, mas feliz e adulta.
Bom, a grande final se aproxima. Esperava muito mais desse episódio, que tirando Tristán embarcando no jogo de Alex, não teve nada demais.
Para ver o episódio, clique aqui e o playlist também já está disponível. Corre lá!
Que venha a última semana.
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