TeleSéries
Teen Wolf — Motel California
12/07/2013, 10:02.
Júlia Berringer
Reviews
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Teen Wolf teve o melhor episódio da temporada, na minha humilde opinião de wolve. Com certeza não foi o que teve mais lutas e sangue, mas foi o que realmente conseguiu quase colocar o meu coração para fora. Não que eu achasse realmente que o Scott ia se matar ali, mas no calor da emoção, tudo se triplica.
Depois do episódio da semana passada, é bom ver que Motel California não seguiu a mesma linha (equivocada, diga-se de passagem) de “Derek está morto”. Na verdade, apesar de emotivo, o episódio pareceu mais um filme de terror onde todos os personagens se pegam dentro de uma casa mal assombrada sendo obrigados a viver e reviver os seus medos mais profundos de uma maneira aterrorizantemente real.
Esses delírios são decifrados pelos cabeças da série, Lydia e Stiles. Mais uma vez, desde o episódio de estreia e Fireflies, os dois juntam o quebra cabeça juntos e descobrem as pistas necessárias para manter o amiguinho lobo, Scott, vivo. Logo, a dupla descobre que o motel-suicídio é propenso para a matança dos lobisomens ali presentes. Stiles, Lydia e Allison são responsáveis por salvar a vida de Scott, Boyd, Isaac, e porque não, Ethan.
Realmente, a corrida contra o tempo dos três foi algo de tirar o fôlego, assim como as atuações impecáveis dos atores que interpretam os lobisomens da série. Walls foi genial se colocando dentro daquela banheira, Charlie se destacou e muito, e eu não sei bem o que pretendia Isaac debaixo da cama, mas Daniel deu show novamente. Além disso, vale a pena chamar a atenção para os gritos da Lydia que sempre me matam do coração e me deixam com medo até de levantar pra ir no banheiro no meio da noite.
Deixei essas últimas atuações por último, porque merecem grandes destaques. Momentos como esses nas séries sempre me fazem tremer, mas dessa vez foi outro nível. Sempre amei ver Scott e Stiles ali, juntos, para o que der e vier. Sempre um do lado do outro. E nada disso bastaria se não fosse por Tyler Posey e Dylan O’brien que interpretam de jeito encantador e magnífico a dupla mais Batman e Robin que eu conheço (depois do Batman e do Robin de verdade). Mil palmas para esses dois, porque eles merecem.
Agora mudando dessa atmosfera linda, quero falar sobre Derek. O cara estava todo aberto, sangrando preto, e ainda tem energia para… Isso. E o que essa mulher tem que conseguiu fazer até o homem curar ? Vi teorias sobre ela ser um tipo de ser místico, mas continuo na minha ideia de que sexo faz bem para o ser humano, para o lobisomem, faz muito mais do que bem.
Outros pontos:
- O que foi aquilo no meio do fogo ? Darach ?
- Não foi um grande episódio para Boyd e Issac, mas revemos o quão traumático foi a vida de Isaac, assim como a de Boyd que se sente culpado pelo desaparecimento e morte de sua irmã mais nova.
- Também não um grande episódio para Allison que teve seu lado Arrow descoberto por seu pai.
- Pai Argent que foi conversar com Vovô Argent, que está vivo e sangrando preto pelo nariz.
- Importante também dizer que um membro do clã Argent foi mordido por Deucalion em 1977, o que me leva a acreditar que vem algo de muito tenso vindo por aí.
- Danny, querido, eu apoio você e o Ethan desde que ele pare de ter coisas estranhas na barriga na hora H e que pare também de tentar matar os meus lobisominhos.
- E por fim: Scott não viu Star Wars. Alguém diga para esse guri que ler tanto e se dedicar o dobro na escola de nada adianta se ele não viu essa série de filmes.
Por fim, como sempre, quero a opinião de vocês. O que acharam de Scott e Stiles ? Vocês acham que Stydia tem futuro ? E Derifer ? E Isulia (Eu e Isaac) ? E o mais importante: O que Vovô Argent tem para nos dizer ? Será que tem haver com aquela figura assombrante nas chamas ?
Dexter – Every Silver Lining
10/07/2013, 11:28.
Juliana Baptista
Reviews
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Estamos começando bem a temporada! O segundo episódio foi tão bom quanto o primeiro: sem enrolação, várias respostas e dicas para os acontecimentos quem vem por aí.
Então, durante todo esse tempo, nós que achávamos que o Harry estava moldando Dexter para ser um assassino que “limpa” a sociedade, na verdade estava apenas sendo orientado por uma psiquiatra pouco ortodoxa. Descobrir que não existe o Código de Harry e sim o Código de Evelyn me fez pensar que o pequeno Dexter mais parecia um Frankenstein na mão de um pai desesperado e uma psiquiatra meio maluca. Nesse momento, a importância do Harry foi um tanto diminuída e Vogel ganhou mais créditos com os fãs da série, já que ela é a responsável por quem Dexter se tornou hoje.
Treinar um assassino ao invés de entrega-lo a polícia ou alguma instituição mental não faz dela menos maluca que seus pacientes, mas pelo menos torna tudo um pouco mais interessante (psiquiatras, não façam isso em casa!). Achei interessante darem uma posição materna para Vogel, já que o espaço desta figura na vida de Dexter sempre ficou vazio. A mãe verdadeira só trouxe lembranças de um container ensanguentado e Doris foi tão irrelevante que podemos contar nos dedos da mão quantas vezes ela foi citada nestes oito anos de série.
Voguel quer assumir um papel de mãe, mas com toda a sua expertise em psicopatas, não conseguimos ficar inteiramente confiantes com ela, já que ela parece ser manipuladora e misteriosa.
Um ponto que me deixa intrigada (mas acho que será abordado nos próximos episódios) é que normalmente os psicopatas não tem sentimentos afetivos por outras pessoas. Normalmente são muito frios e por isso, conseguem matar todas as vítimas tão bem. Mas Dexter se importa com as pessoas que ele ama, neste episódio ficou bem claro que ele se preocupa tanto com Deb que vai atrás dela mesmo sabendo que a irmã não quer vê-lo nem pintado de ouro. Talvez esse seja o “defeito” de Dexter.
Achei bonitinha as cenas em que a Voguel chama o Dexter de dádiva, ser humano alfa, de perfeito. Mas mesmo assim não estou completamente convencida que ela realmente “ame” o Dexter. Isso pode ser apenas uma puxação de saco pra que ele goste dela e seja manipulado mais facilmente.
Já Dexter e Deb continuam naquela tensão e ninguém se entende. A morte da Laguerta foi um marco muito grande na vida de Deb, ela nunca mais conseguirá voltar a ser quem ela era antes. Dexter fez um estrago muito grande em sua vida e eu tenho medo onde tudo isso vai chegar. Deb é muito fraca para lidar com uma situação dessas, daí fica se envolvendo com criminosos, usando dorgas e chapando o coco sem parar. Acho que nem Dexter é capaz de ajuda-la, ela deve se recuperar sozinha.
Talvez Evelyn seja útil na relação de Deb e Dexter. Por ela estar de fora de toda a situação, ela possa dar uns conselhos mais sóbrios e ajudar Dexter a lidar com a crise da irmã. E por falar em Deb, por favor, não me diga que ela e Quinn podem voltar! Não vou com a cara deste sujeito desde que eles terminaram o noivado. Ele simplesmente se tornou um apêndice na série, mas ficou tão sem graça que não tem jeito dele voltar a ser par romântico com a Deb. Deixe ele com a Jaime e ponto final.
E em relação ao assassino “neurologista”, podem fazer o mistério que for, esta temporada é sobre Dexter, qualquer serial killer colocado na trama será ofuscado pelo protagonista. Sem Ice Truck Killer e sem Trinity, esta temporada é sobre um assassino em série: Dexter Morgan.
Michael Hall foi muito bem como diretor deste episódio! Gostei dos movimentos de câmera, das cenas clássicas em slow motion com a musiquinha de fundo e ele narrando seus sentimentos. Deve ter sido complicado dirigir um episódio no qual você mesmo é o protagonista principal.
Só pela promo do próximo episódio, mal posso contar os dias pra domingo que vem!
Falling Skies – Search and Recover
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Poucas duplas de seriados são tão divertidas e contraditórias quanto Tom Mason e John Pope. Os dois se odeiam desde a primeira cena em que contracenaram na primeira temporada de Falling Skies e o relacionamento dos dois só tem melhorado a partir daí. Melhorado no sentido de que cada vez mais os dois divertem o público com suas brigas e implicâncias. Pope tem tudo para ser um anti-herói irritante, mas ao contrário disso, ele é cativante, pois apesar de poder ser considerado um bandido, é uma boa pessoa. Deu pra entender?
A cena dos dois jantando rãs no meio do mato me lembrou que Pope é um exímio cozinheiro e foi assim que ganhou espaço na 2nd Massachussets. Depois dessa aventura da dupla perdida no meio da floresta, uma coisa ficou clara: Tom Mason não costuma acordar de bom humor. No entanto, o “professor” descobriu que é bom ter um amigo como Pope para te salvar de dois skitters medonhos, te tirar do mato e da chuva, conseguir um carro com gasolina para te levar para casa e ainda uma bebida pra esquentar do frio. Vale a pena ser amigo de um batedor.
Além de ser um amigo interessante, Pope se tornou um dos personagens mais marcantes de Falling Skies e até deixa o personagem de Noah Wyle menos chato, quando a mesmisse toma conta de Tom Mason. Em Search and Recover os dois trocaram confidências e na manhã seguinte estavam tentando se matar, mas ao mesmo tempo um salvou a vida do outro. Tom e Pope têm um relacionamento que é muito rico para a série. Imagino o que Pope vai dizer depois que descobrir que Mason é pai de uma criança híbrida, meio alien e meio humana. Mesmo sendo trágica, a cena tem tudo para ser divertida. Pope e seus batedores dão uma quebra legal na turma de Charleston, por vezes mais interessantes que as participações alienígenas.
Os batedores acabaram ficando de fora da busca por Anne e Alexis. Mas o restante do grupo da 2nd Massachussets se reuniu novamente para ir atrás da sua família. A presidente interina, Marina Peralda, se mostrou contra a saída do grupo, mas depois voltou atrás. Talvez para disfarçar a suspeita do público de que ela seja a traidora, talvez porque ela realmente esteja a fim do Coronel Weaver, vai saber, tem gosto pra tudo no novo mundo apocalíptico de Falling Skies.
Para aumentar as suspeitas para cima de Peralta, a moça pediu ajuda do Dr. Kadar para descobrir o que a arma que os Volm estão construindo é capaz de fazer. No entanto, mesmo ela agindo sem o conhecimento de Tom, Peralta pode ter ficado preocupada com o que poderia acontecer caso Tom não retornasse. Só que não né. Eu não caí nessa. Ainda temos a teoria de Mason de que o traidor poderia ter colocado um rastreador no avião, o que pode ter sido feito também por Peralta.
Seja o que for, o traidor causou um bom estrago. O ataque Espheni na base de encontro com o presidente Hathaway acabou com o início de uma parceria e Cochise acabou indo junto com o presidente dos Estados Unidos. Voltando a Charleston, eu gostei dos tais espiões rebeldes dos skitters. Eles serão acionados para descobrirem se Anne e Alexis estão sob poder Espheni e deve ser essa a realidade. Assim, Tom precisará resgatar a mulher e a filha dos alienígenas e descobrir onde o presidente dos Estados Unidos levou Cochise. Até porque os Volm podem começar a ficar nervosos sem o seu comandante por perto. Quem também promete dar o ar da graça no próximo episódio é Hal, ou melhor, o possuído Hal. Que venham mais skitters, beamers, Volms e etc.
Pretty Little Liars – Face Time
08/07/2013, 08:46.
Ariel Cristina Borges
Reviews
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E pela primeira vez na temporada, eu estou realmente empolgada para escrever sobre um episódio de Pretty Little Liars. Nas três temporadas que antecederam essa, nós nunca tivemos respostas – ou projetos de respostas – antes do décimo episódio. E nessa o duelo Hastings que muita gente esperava há séculos aconteceu no de número quatro… Parece que Marlene King e companhia resolveram nos amar.
Não há como começar a falar de Face Time sem falar, justamente, da “conversinha” entre Melissa e Spencer. A forma como Spencer manipulou Melissa para que ela fosse exatamente até um lugar onde pudesse confrontá-la foi mais um dos planos bem sucedidos da Hastings mais nova. Como todos sabíamos, Melissa está realmente envolvida com as mortes e planos obscuros das pessoas de má índole de Rosewood, mas de uma forma inesperada… E difícil de acreditar. Convenhamos, uma pessoa como ela não mexeria nem um dedo para proteger uma menina que teve um affair com seu ex-noivo e sempre deixou claro que não confiava em seu marido. Nem se essa menina fosse sua irmã mais nova.
Ficou claro que a relação dela com Wilden não era simplesmente a de duas pessoas que estudaram juntas. Ela estava no trem no Halloween e acabou sendo cúmplice do assassinato de Garrett, mas não foi a Rainha de Copas que tentou matar Aria e Spencer. Por sinal, esse era Wilden, e assim como Garrett, agora ele está morto… Será que isso quer dizer alguma coisa para Melissa? Não me surpreenderia tanto se ela morresse em determinado momento da temporada.
Mesmo assim, ela disse que não matou Wilden e para variar, sumiu novamente. Resta saber se deve-se confiar nela ou não. Confesso que nunca fui muito fã de Melissa, mas dessa vez ela pareceu um pouquinho verdadeira.
Outro diferencial dessa temporada é o destaque individual que os personagens estão recebendo. Spencer sempre esteve mais do que as outras nos holofotes, então a storyline dela não ter sido aceita na UPenn é interessante, sim, mas não é nada comparado ao fim da última temporada, quando ela basicamente carregou a série nas costas.
Hanna ganhou esse destaque por causa da mãe dela sendo suspeita do assassinato de Wilden e está mostrando um lado mais profundo da personagem. Ela nunca passou tanto tempo sem fazer uma piadinha um pouco mais fútil. Mas, mesmo assim, ter ido conversar com a detetive que está investigando a mãe dela não foi nem um pouco inteligente.
Quem também perdeu um pouquinho a mão em uma atitude quando buscava ajudar os pais foi Emily. O fato de ela ter ido tentar convencer o médico de que não sofria maus tratos apenas o deixou mais desconfiado. Estou realmente curiosa para descobrir onde esse plot vai parar. Essa denúncia de maus tratos por parte dos pais é uma temática que ainda não havia sido explorada na série e até agora, esta bem interessante. Além disso, Emily também pode ter problemas com a admissão na faculdade assim como Spencer. Pode ser uma coincidência ou um plano de A para manter as liars em Rosewood por mais tempo… Resa esperar pelos resultados de Hanna e Aria.
Falando em Aria, ela escapou de um belo climão – que eu estava torcendo para que acontecesse. Quando Malcolm surgiu na rua enquanto ela estava andando com Jake, a primeira coisa em que eu pendei foi: “pronto, agora o Ezra vai ver eles dois juntos e a treta vai estar feita”… Mas não. Esse encontro foi só um ganho para ela contar ao atual professor-namorado do antigo professor-namorado. E a reação do atual me fez acabar com a desconfiança que eu tinha dele. No fim das contas, Jake até parece ser um cara legal.
Mesmo assim, o meu cara legal preferido entre todos os caras legais da história das séries não é ele e também está começando a ganhar seu espacinho sozinho. O destaque de Toby veio com as investigações sobre a morte de sua mãe e como todos já desconfiavam, Alison está envolvida nisso. Pelo menos foi o que disse o médico que cuidava de Marion, mas o estado mental dele não é dos melhores, não dá para confiar totalmente.
Os roteiristas acertaram na mão desse episódio e vai ser muito, muito bom se eles continuarem assim por mais alguns episódios.
PS [1]: Acho que todos imaginavam que Mona ia aparecer mais nessa temporada, mas… Cadê ela? Para falar a verdade, não só ela. Por onde andam Jenna, Lucas, Jason… ?
PS [2]: Esse episódio teve umas diferenças na edição, como uns cortes e transições de cenas diferentes que eu achei bem interessantes, mas não entendei muito bem a razão para isso. Se eles continuarem nos próximos, devem significar alguma coisa. Ou não.
The Fosters – The Morning After
04/07/2013, 17:20.
Carol Cadinelli
Reviews
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Mais um episódio excelente é o que ganhamos de The Fosters essa semana. E com o encerramento de boa parte dos conflitos iniciais no último episódio, eis que temos novidades.
O episódio começa com uma festa na casa dos Fosters e com a visita de Kelly e Jenna, um casal de amigas de Stef e Lena. Quando uma delas conta a Lena que as duas estão se separando, a charmosíssima Foster começa a se preocupar com o próprio relacionamento. Essa temática é levada durante todo o episódio em todas as cenas de Stef e Lena, mesmo que seja secundária na maior parte delas. Durante a festa, outros aspectos do estado emocional da família são mostrados, com uma ênfase sutil no relacionamento quebrado de Mariana com seu irmão gêmeo e sua melhor amiga – agora namorando oficialmente.
O episódio é montado quase inteiramente durante as cenas iniciais, visto que é durante a festa que Mariana demonstra seu interesse por Garret – filho hipster e intelectual de Jenna e Kelly -, que Callie leva Wyatt para a casa da família – dando a entender que o relacionamento entre os dois pode ficar sério – e que ocorre o acontecimento que originará o título do episódio: Lexi e Jesus transam pela primeira vez, sem o conhecimento dos pais da menina, de Lena ou de Stef. O único tópico inserido após essa sequência de cenas é o gosto de Jude por esmaltes – falando assim, parece nada, mas esperem só pra ver o que rola!
Na sequência, temos Lena e Stef preocupadas com o futuro de sua relação, mas não tendo tempo uma para a outra devido aos problemas dos filhos, em especial o de Jesus e Lexi. Jesus é pego por Stef na porta de uma farmácia recebendo pílulas do dia seguinte de uma mulher aleatória – o garoto pede à mulher que compre as pílulas para ele visto que só são vendidas a mulheres maiores de 17 anos – e é obrigado a contar à mãe o que aconteceu. Levado à presença de Lena, Jesus conta novamente que transou com Lexi sem proteção, e um dilema é criado: dar ou não dar as pílulas a Lexi? Lena não se sente confortável em medicar a adolescente sem a ciência dos pais, dado sua posição de diretora do colégio; Stef se posiciona a favor de medicar Lexi e esconder o acontecido dos pais da jovem – que são muito religiosos e fariam com que Jesus se casasse com a menina se algo acontecesse – em prol de poupar a juventude do casal. Durante o resto do episódio, o dilema se mostra forte até Lexi aparecer na sala de Lena agradecendo pelas pílulas – dadas por Stef, sem que a diretora soubesse. O fato de Stef agir pelas costas de Lena balança a relação das duas e o fantasma da rotina e da separação das amigas volta a assombrar. Adoro a naturalidade com a qual o assunto do relacionamento volta a tona nessa parte, sem forçação de barra para que o tópico não se perdesse. A integração dos dois principais problemas apresentados, do jeito que foi arranjada, foi uma sacada incrível.
Enquanto isso, Mariana tenta ganhar a atenção de Garret, que parece não perceber o quanto ela está afim dele. A menina vai a um dos eventos de poesia do garoto – convidada por ele – e se sente uma estranha, principalmente pelo fato de que Garret não presta a menor atenção nela durante todo o tempo em que ela fica lá. Ao chegar em casa, Mariana comenta com Callie que “parecia que ele nem sabia que era um encontro”, ao que Callie responde abrindo a possibilidade de Garret realmente não ter ciência do interesse de Mariana por ele. Fiquei tão orgulhosa das duas depois dessa cena! Acho que foi a primeira vez desde o início da série que as duas não se estranharam, e talvez eu esteja sendo precipitada, mas acredito numa futura amizade entre elas – também pelo fato de Mariana estar brigada com Lexi. Pois bem, depois do primeiro evento, teve outro, para o qual Mariana escreveu um poema – novamente tentando ser percebida por Garret. Eis o problema: seu poema era fofinho e apaixonado, diferente das obras do garoto e de seus amigos. Se a turma intelectual já olhava pra ela com cara de “o que essa patricinha tá fazendo aqui?”, depois de ela se apresentar então, tadinha…
Concomitantemente, temos Callie e Wyatt num clima fortíssimo. Combinemos, o Wyatt é uma coisinha linda, não é como se fosse fácil não sorrir para ele, né? Pois então. O louro garoto deixa subentendido para Callie seu interesse por ela, e Brandon – que presta muita atenção na garota – também nota. Com ciúmes, o garoto Foster revela à Callie algo sobre Talya, que teria dormido com Wyatt e sido dispensada no dia seguinte – pausa para agradecer aos deuses pela ausência de Talya no episódio. A Foster mais recente vai atrás do pretendente para tirar a história a limpo e Wyatt conta outra versão da mesma, na qual ninguém é vítima, conquistando a confiança da jovem – pausa para suspirar pelo sorriso do Wyatt. O garoto-problema então convida Callie para passar um dia numa casa chiquerésima, que Wyatt diz pertencer a seus pais. Obviamente, os dois se metem em problemas quando os verdadeiros donos da casa aparecem e quem vai salvá-los? Brandon. Ficou meio clichê esse lance de o que é contra o relacionamento vai lá e resolve os problemas, teria detestado se não fosse pela franqueza do Foster quando ele e a Callie chegaram em casa. Logo na chegada, Callie pergunta a Brandon porque ele está sendo tão frio, e aí ele diz que não quer que ela namore ninguém. Callie, trágica que já viveu de tudo, diz pra ele que já passou pela situação de namorar um irmão adotivo e que se estrepou no fim das contas, e aí termina o episódio para esses dois. Depois que a Talya saiu, comecei a gostar menos da Callie, sei lá. Toda moeda tem duas faces.
Outro motivo de eu estar desagradando da Callie é o jeito que ela lidou com a situação de Jude no episódio. O mais novo Foster entra no quarto das irmãs para conversar sobre seu novo amigo e concorda que Mariana pinte suas unhas de azul. O garoto acaba por gostar do esmalte e, dessa forma, vai para a escola feliz com suas unhas azuis. Eis o problema: Jude é agredido pelos colegas por estar de unha feita, e isso faz com que Lena tenha de salvá-lo. Já em casa, Callie manda que o irmão tire o esmalte, dizendo que tudo na casa dos Foster é lindo, mas que os dois não ficarão ali para sempre e que o mundo lá fora é muito diferente. O garoto questiona e diz que não vai tirar porque gosta das unhas pintadas – pausa para sentir um orgulho feroz do Jude. Assim, entendo que a Callie tente proteger o irmão, mas não gostei da maneira agressiva com a qual ela o tratou – digo, nota-se aí uma possível tendência homossexual de Jude, mas ela toma isso como certo e, pior ainda, como uma ameaça. Fiquei realmente revoltada com a atitude dela. Um tempo depois, Lena tenta explicar para Jude que ser diferente não é ruim, que o ruim é fingir ser o que você não é por causa da opinião alheia. Acho que o discurso dela faz efeito, porque a última cena de Jude no episódio é o garoto na escola, lanchando, de unhas pintadas. E fiquei feliz, porque o amigo dele – aquele de quem ele falou para Mariana – também pinta as unhas em solidariedade. Acho isso lindo lindo lindo. *-*
Terminando o episódio, temos a família Foster indo para um dos eventos de Garret – digo, para o evento em que o garoto será o centro das atenções. Garret traz a tona em sua poesia a separação de suas mães, de forma mais linda impossível. Todo o irc que eu tive dele durante todo o episódio passou com a poesia, mas voltou quando ele ficou cego de novo: Mariana coloca um piercing no nariz – daqueles pequenininhos – para impressioná-lo, leva uma bronca de Stef e Lena, e ele não percebe que ela fez para chamar a atenção dele, e pior, ainda pergunta para ela a razão de ela ter feito e diz que ela não deveria ter feito. Sim, ele fala depois que ela já é linda do jeito dela, mas ele diz isso atenuando o que já tinha sido dito do modo mais babaca possível para o contexto.
Depois da apresentação, ainda restava um grande assunto a ser resolvido: a relação de Lena e Stef. E não é que elas resolvem? Depois de toda a lenga-lenga de marcar horário pra transar – pois é -, de serem interrompidas pelos problemas de Jesus e de não acharem um momentozinho sequer para ficarem juntas, o casal despacha as crianças para casa e fica no carro. Vocês entenderam o que acontece depois, né? Hm. Coisas que amei nessa cena de encerramento: Naturalidade, sutileza e não vulgaridade do que fica subentendido. É tão difícil uma relação sexual entre adultos “vacinados” ser tratada com naturalidade e sutileza, fiquei encantada; mais ainda pelo ambiente e pelo casal, que gritam “POLÊMICA!”.
Foi um episódio lindo, lindo, lindo. Menos dinâmico que os anteriores, mas não menos belo, bem escrito, bem interpretado e bem filmado. The Fosters só arrasando.
Teen Wolf — Unleashed e Frayed
04/07/2013, 10:09.
Júlia Berringer
Reviews
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Primeiro de tudo quero pedir desculpas por não ter feito minha review da semana passada. Meu computador estava quebrado e no conserto desde o começo da temporada. O Scott desde o começo da temporada não tinha tirado a camisa. Agora meu computador voltou do conserto, e o Scott ficou sem camisa. É assim que a vida aqui em casa funciona. Scott tira a camisa, e as coisas começam a se ajeitar.
Mas o fato é que prometo fazer um breve resumo com meus pensamentos sobre o episódio passado (Unleashed) e logo em seguida vou pincelar e surtar com vocês com o episódio dessa semana, Frayed.
Previously on Teen Wolf... A maioria das cenas envolvendo os gêmeos Carver foi ruim, no meu ponto de vista. Achei uma coisa amadora e só o que gostei foi de ver Allison, Scott e Isaac alinhados e sorrindo enquanto viam seu plano um tanto “Chiquititas” agir. Mas é Teen Wolf e apesar de sempre manter um ótimo enredo, ainda é teen. Então, eu, como alguém que assiste Glee, perdoo. A melhor parte do episódio foi quando Lydia, Stiles e o Dr. Deaton bancaram os detetives. A química entre Dylan e Holland é algo que me fascina e me interessa muito. A cena em que o Derek manda o Isacc embora me doeu. Doeu muito. Deu vontade gritar e convidar o britânico pra vir dormir aqui. E nem precisa ser na casa do cachorro. PS: Danny, não se deve brincar com os sentimentos dos outros desse jeito.
O episódio começou depois de toda a história por trás do episódio. Meio confuso quando se diz, mas foi simples de entender. Frayed não foi um episódio recheado de enredo e nem foi feito para encher linguiça. Aliás, isso é uma coisa que me chama muito a atenção na série. Como já disse no começo da review, sou gleek e a série tem tido vários episódios sem conteúdo, e em TW isso raramente acontece. Para dizer a verdade, no momento, não consegui nem pensar em algum do tipo.
Mas em suma, o que aconteceu foi o esperado. Derek ia atrás da pack de alfas por motivos óbvios e o Scott, com todo o seu bom coração e inocência, realmente acreditou que tudo poderia ser resolvido na base da conversa.
Sei que a cena foi emocionante. Mas tudo o que eu conseguia pensar era: Scott tirou a camisa!
Tudo bem que ele não viu que enfiaram uma barra de ferro nas costas do Derek, mas só pela conversa amigável que ele teve com Deucalion no elevador, já dava pra saber que as coisas não seriam tão fofas quanto ele espera que seriam.
O erro foi comum. Acho que ninguém realmente acreditou que o Derek estivesse morto, e caminhamos durante todo o episódio para uma conclusão que já sabíamos que seria a realidade. Talvez em um primeiro momento isso pode até ter nos atingido, mas depois de 5 segundos, lembramos que não existe Teen Wolf sem Tyler Hoechlin.
Apesar de ser uma ótima série, as vezes acho que Teen Wolf merece uma morte de verdade nessa temporada. Que realmente tenha impacto. E a de Erika não conta, porque a única vida impactada por isso foi a de Boyd.
Observações:
- Eu amo o quão inteligente Lydia é.
- Apesar das insinuaçõs em Chaos Rising, foi estranho ver Lydia e Aidan naquela intimidade. E quero que Ethan se afaste de Danny, porque Danny é o gay mais querido por mim no mundo das séries (que Kurt e Blaine não me escutem nesse momento).
- O treinador é o melhor. Orny Adams pode aparecer pouco, mas quando aparece, é sempre sucesso garantido.
- Mama Argent é má até morta. Absurdo o que a lembrança fez com a Ali. Me senti pressionada também.
- Então me parece que a Sra. Morrell (Maya de Pretty Little Liars, sorry) é a irmã mais nova do Dr. Deacon e realmente, eles tem um forte envolvimento com lobisomens. Mas não é agora que descobriremos qual.
- Scallison no quarto foi para matar nossos corações cheios de shipação.
- Derek foi procurar justo a professora chatinha para ajudar enquanto estava morrendo. Ô dó. O que ela fará ? Alguém avisa pra ela que um beijinho não vai fazer tudo aquilo “sarar”.
Como sempre, wolves, peço encarecidamente que não me privem de seus pensamentos e teorias. Estou disposta à ouvir (ou ler) qualquer coisa a respeito da série 24 horas por dia! Beijo pra vocês e até semana que vem. (Rezem para o Scott tirar a camisa e o meu computador ficar arrumadinho.)
Pretty Little Liars – Turn of the Shoe e Cat’s Cradle
03/07/2013, 23:43.
Ariel Cristina Borges
Reviews
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Pretty Little Liars voltou do hiatus com um episódio mediano e típico. A is for A-L-I-V-E seguiu a linha dos episódios de estreia da série: algumas questões da temporada anterior resolvidas e muitas outras sendo apresentadas ao público. Como na season 3, essa temporada tem tudo para ser cheia de altos e baixos. Turn of the Shoe e Cat’s Cradle, episódios que sucederam o primeiro foram prova disso.
Como sempre, Aria, Hanna, Spencer e Emily vivem em função de Alison. Apesar disso, agora o questionamento não é mais “Quem é o assassino?” e sim “Será que ela está mesmo morta?” e elas tem mais uma amiguinha, Mona, que não é das pessoas mais confiáveis. Mesmo assim, dessa vez eu acho que Mona está dizendo a verdade e também está sendo ameaçada por A, mais por causa daquela cena em que a pessoa das luvas pretas adiciona a bonequinha dela às das quatro primeiras liars do que por merecimento dela.
Assim como Mona, Toby também é um ex integrante do Team A que está sendo usado como fantochezinho por Red Coat – ou quem quer que esteja assinando as mensagens. No início, o plot da mãe dele me pareceu meio desnecessário, como se fosse ser só mais uma distração do objetivo central da série, principalmente depois que ele disse que não encontrou nada no dossiê pelo qual trocou o covil com as provas contra as meninas. Mas acontece que a namorada dele é Spencer Hastings, ladies and gentleman – juro que um dia eu não me empolgo tanto para falar dela. O projeto de Watson que atende por Spencer leu e releu o tal dossiê e teve a brilhante ideia de ir em Radley para tentar descobrir mais sobre a morte da mãe de Toby. Quando chegaram lá, eles viram que era impossível da mãe dele ter se jogado e, nesse momento, a história ganhou sentido nos moldes de PLL: Ou a Cavanaugh mom foi assassinada, ou não está morta – o que não é de se espantar em Rosewood.
E mães são o foco da série nesse iniciozinho de temporada. Depois de receber uma mensagem de A, Aria convencer Ella a viajar para Viena com Zack, o namorado que é anos mais novo. Sinceramente, acho que já era tempo dela parar de sofrer um pouquinho, mas pode ser que essa viagem também seja armação de A. Pam foi denunciada ao Serviço Social por maus tratos, provavelmente, por A, já que esses maus tratos nunca existiram. Mas acredito que Ashley seja o foco principal. Afinal, ela matou ou não matou Wilden? Motivos não faltavam e ela está claramente escondendo alguma coisa de Hanna, até porque não se suja um sapato de lama daquela forma dentro de um hotel em Nova Iorque. Nem se despensa um musical da Broadway por pouca coisa…E ainda tem outra observação: A arma de Tom sumiu do escritório dele logo depois da visita de Ashley, na noite em que Wilden foi morto.
Não é porque Veronica Hastings está sumida novamente que Spencer não tem seus probleminhas familiares para resolver. Melissa se afunda cada vez mais no conceito da irmã, mas a Hastings mais nova ainda tem esperanças de que ela seja inocente. O que está ficando cada vez mais difícil de ser verdade. Já está na hora de Melissa dizer a que veio. Ela não pode estar tão envolvida com tudo e ser completamente inocente.
O drama na vida de Spencer não para por aí: Ela não ter sido aceita na Universidade da Pensilvânia foi só o começo das consequências que um ano sendo ameaçada, um surto psicótico e um namorado que se aliou ao seu maior inimigo trouxeram. Tudo bem, ele se aliou para ajudá-la e já foi perdoado, mas sera que a confiança é a mesma? Por que ela ficou tão desconfiada quando ele não quis atender ao telefone enquanto ela olhava?
Aria também está com problemas na vida amorosa. Para falar a verdade, acho que o problema dela é crônico… O que essa menina tem com professores? Tudo bem, o Jake não é quase dez anos mais velho e não é professor da escola, ou seja, por lei, eles podem ter um relacionamento, MAS TINHA QUE SER UM PROFESSOR? Não é possível que ela não consiga encontrar alguém que ensine alguma coisa para ela num relacionamento, fora da dinâmica da sala de aula. Divagações sobre o carma dela à parte, Aria está realmente se esforçando para superar Ezra, e isso é uma coisa legal da parte dela, mas por mais chato que o relacionamento deles estivesse sendo, ainda gosto deles dois juntos. E não confiei nesse Jake, não, não.
Hanna e Emily, pelo contrário, estão com os relacionamentos firmes e sem problemas. Ou quase, levando em consideração o fato de que Emily teve que mentir para Paige sobre o motivo do machucado no braço. Hanna e Caleb – cuja carinha foi muito bem vinda de volta às telinhas – estão às mil maravilhas. Pelo menos até agora.
Momento Alison Di Laurentis: A cada episódio, eu me assusto mais com as coisas que Alison fazia para conseguir o que queria. Ficar sem respirar para ameaçar a mãe se tornou fichinha depois que descobrimos que ela mandou fazer uma máscara com o rosto dela e fazer cópias dela. E mais uma vez, a loirinha onipotente se liga a Melissa, afinal, Hanna encontrou uma máscara da irmã de Spencer no mesmo lugar em que Alison fez as dela. Será que elas foram juntas?
Os episódios foram bons, sim, mas algo me diz que eles tem capacidade de fazer melhor do que isso. Resta esperar pelos próximos.
PS [1]: Adorei o fato de uma das dicas ter sido dada por um animal. Tippy podia entrar para o elenco regular da série.
PS [2]: Se o Toby continuar chorando dessa forma em todos os episódios, eu juro que não aguento a temporada toda num estado saudável.
PS [3]: É só a mim que a mãe da Alison assusta loucamente? Ninguém naquela família bate muito bem. Falando em família, Jason, cadê você?
PS [4]: Shana e Jenna estão ausentes demais para o meu gosto. Isso pode ser um problema.
Rizzoli & Isles – We Are Family
03/07/2013, 14:21.
Mariela Assmann
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Depois de uma longa espera, Rizzoli & Isles está de volta! E se o episódio não foi aquela Coca-Cola toda, serviu para entreter e nos situar na história.
We Are Family centrou-se, principalmente, em Jane e Maura. Especialmente nessa última. E isso sempre significa bons momentos e ótimas risadas, já que a Dra. Isles é, sem dúvida, um dos personagens mais legais no ar atualmente.
Então, curti bastante o “draminha” de Maura, afinal de contas um rim é UM RIM, e tudo bem ela ficar chateada por não receber uma super cesta chique de café da manhã. Mais engraçado ainda foi ver Jane tentando colocar fim naquele mimimi todo sem ser indelicada, e falhando epicamente. A relação das duas configura, sem dúvida, um dos melhores sismance/bromance dos seriados.
Mas apesar de Hope nem dar sinal de vida (respeitando, aparentemente, o pedido de Maura), Cailin não é tão boba quanto aparenta ser, e depois de descobrir a campana da irmã, tenta uma reaproximação com Isles. Se essa relação se desenvolver, creio que a série só tem a ganhar. Afinal de contas, seria muito fofo e engraçado ver Maura interagindo com uma família “diferente” da sua. Enfim, acho que o drama familiar encerrará em breve, e a história passará a trazer mais alegrias pra Maura.
Além disso, Paddy Doyle foi mencionado no episódio, tudo para nos lembrar que o seu julgamento se aproxima. Ou seja: o pai de Maura dará as caras em breve, e isso deve trazer mais drama para a vida da loirinha. Será a segunda temporada de sofrimento para Maura, pobre mulher. Mas confesso que apesar de odiar ver ela sofrendo, gosto das participações de Doyle e dos conflitos que elas sempre trazem para as histórias. Então, é esperar para ver.
Quanto à Jane… Casey não precisava ter aparecido no episódio. Sério. Mesmo! Depois de toda aquela história dramática sobre a Síndrome da Cauda Equina, eu esperava uma resolução melhor para a trama, e não sua reaparição alegando que “foi um diagnóstico precipitado”. Como assim? E pior: apareceu para dormir com Jane e avisar, na manhã seguinte, que está voltando ao Afeganistão. Cansei das idas e vindas de Casey. E temo que elas não tenham encerrado, já que o militar veio com aquele papinho de que quando ele retornar talvez seja o tempo dele e Jane sossegarem juntos. O fato é que Chris Vance tem compromisso com Transporter: The Series, na qual interpreta o protagonista Frank Martin. Ou seja: sua trama em R&I depende da sua agenda, e as idas e vindas continuarão, muito provavelmente. Uma pena.
O fato é que eu não acho que a química de Jane seja legal com Jones. Também não era com Gabriel. Então, ao invés de ficar reaproveitando par romântico, a produção deveria investir em um novo amor para a detetive. Eu aprovo!
Frost e Korsak apareceram pouco no episódio. Acho que isso foi reflexo do caso de We Are Family, que apesar de ser interessante (irmã BITCH a que matou a outra só porque era ofuscada por ela!), ficou meio sufocado pelas tramas particulares de Maura e Jane. Mas sei que logo os dois voltam a ter sua cota de destaque, assim como Frankie, que está em vias de se tornar um detetive! Yay.
No momento, só nos resta esperar pelo próximo episódio, torcendo pra que as tramas crescem em qualidade e para que a ótima audiência (a segunda maior entre as premieres da série e a maior desde Gone Daddy Gone, o 9° episódio da 2ª temporada). Até lá!
P.S.1: Cavanaugh e Angela estão voltando às boas! Legal, eles funcionam bem juntos. E por falar em Angela, espero que nos próximos episódios, Lorraine Bracco tenha mais tempo de tela. Eu sempre adoro as tramas da Mamãe Rizzoli.
P.S.2: lembrei que Casey deveria ter aparecido, sim. Só para Maura ter a oportunidade de fazer a pergunta sobre as funções sexuais do moço. Divertido demais esse diálogo.
P.S.3: nunca mais morder um lápis terá o mesmo significado para mim. Obrigada, Isles, por mudar a minha vida.
Under The Dome – The Fire
03/07/2013, 13:46.
Matheus Odorisi
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Voltamos a Chester’s Mill, e a redoma continua cercando a cidade. O segundo episódio da série tirou nossa expectativa sobre como e por que Barbie matou o marido de Julia: nada mais do que por uma dívida. Se a gente tinha teorias conspiratórias mais profundas do que as sobre a vitória do Brasil sobre a Espanha na Copa das Confederações, fomos desapontados com a velha história do agiota que manda capanga matar caloteiro. Pelo menos fomos recompensados com Barbie acordando sem camisa, já que o flashback nos foi dado com um sonho do ex militar, interrompido por Julia com seu cabelo irritantemente perfeito até no meio da madrugada.
Já de manhã, enquanto a ruiva brinca de jogar tênis com a redoma, ela tem a ideia de investigar as informações que a dupla de radialistas da cidade (que parece ter saído de Malhação) sabe, enquanto Barbie decide voltar ao local do assassinato para recuperar seu cordão de plaquinhas perdido.
Ben e seu amigo Joe cumprem a cota Steven Spielberg de jovens aventureiros. O loirinho percorre a redoma com o intuito de calcular sua dimensão, e o oriental descobre uma maneira de vandalizar o campo de força. Nessa empreitada, resgatam um cachorro que espera metade do seu dono voltar, já que esse teve o mesmo destino da vaca do primeiro episódio.
A pergunta que me fiz aqui foi: quando Ben irá notar que sua irmã está desaparecida? Com somente um parente pra se preocupar em meio a um acontecimento como esse, ainda assim esqueceu da garota?
Se toda a cidade está presa na redoma, Angie vai além – ela está presa em um bunker (dentro da cidade, que está dentro da redoma. UFA!). Inception de cativeiro. A loira nos mostra nesse episódio que não sabe lidar com o louco Junior: ao invés de tentar levar o psicopata pelo charme e fingir que o ama, grita com ele, diz que o odeia e que Barbie – que ela mal conhece – é muito mais homem do que ele. Isso faz Junior ir atrás do loiro, e o segue até a cabana onde o cara cometeu assassinato. Tudo isso só pra levar uns socos e voltar pro bunker. Junior provou que fica sexy até de olho roxo e nos fez pensar que se Orkut ainda fosse tendência, existiria uma comunidade chamada “Junior, me tranque no seu bunker”.
No núcleo bandido, descobrimos que além de Jim, o reverendo Lester também está envolvido na bandidagem que envolve os caminhões de propano. Tivemos a dica que de pode se tratar de drogas, já que Jim pergunta se Lester está chapado. Preocupados de que alguém possa achar documentos que os incriminam na casa do falecido Duke, Lester é designado para invadir a casa do xerife.
Daí vemos a herança mais rápida da história. Isso porque Duke deixa a sua casa para Linda, sua parceira, quem considerava uma filha. Ao invadir a casa, o reverendo, sem querer, bota fogo no lugar, que queima mais rápido do que os cigarros de Mad Men. Fica preso lá dentro e é salvo pela própria Linda, que vê sua herança pegando fogo. O incêndio que dá nome ao episódio é apagado pela comunidade, que trabalha em conjunto. Que lindo é o povo de Chester’s Mill! Não se pode dizer o mesmo do policial que passou o episódio todo surtando sobre a redoma e dá um tiro no campo de força, que devolve as balas direto no peito do oficial cunhado de Linda. Pois é, os peixinhos começaram a se comer.
Dexter – A Beautiful Day
02/07/2013, 23:49.
Juliana Baptista
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Parecia que nunca iria chegar, mas finalmente a oitava temporada começou! Esperar todo esse tempo para saber como estavam Dexter, Deb, Harrison e departamento de polícia, foi angustiante, mas valeu a pena.
A Beautiful Day foi um episódio ótimo: começando com a tranquilidade e estabilidade da vida de Dexter pós-morte da Laguerta e acabou com aquele banho de água fria nos lembrando da realidade.
Laguerta está morta, Dexter finalmente tem um pouco de sossego, pode dedicar mais tempo a Harrison, voltar à ativa, jogar boliche e até se divertir com algumas mulheres enquanto esquece Hanna. Já Deb está completamente destruída, depressiva, se acabando em remédios e drogas para fugir do que realmente aconteceu.
É difícil pensar no Miami Metro sem a Debra envolvida nos casos. Batista é um cara competente, mas não tem aquela personalidade forte que o Matthews, a Laguerta ou a Debra tinham no comando da situação.
Jennifer Carpenter conseguiu me surpreender novamente com uma atuação impecável. A personagem já tinha se destacado umas duas temporadas pra cá, e a performance dela neste primeiro episódio foi impossível de encontrar qualquer defeito. Ela conseguiu mostrar o quanto Deb está destruída com a situação, que diferentemente de Dexter, ela tem sentimentos e não consegue lidar com as escolhas frias que ela teve que tomar na temporada passada.
Fiquei angustiada com Dexter tentando encontrar a irmã o episódio todo e aquele telefone só caindo na caixa postal lotada. Ele não tem culpa, pra ele está tudo certo agora, ele está tentando remediar a situação, mas os dois irmãos possuem formas muito diferentes de encarar a situação e Debra não está afim de discutir nada por enquanto.
E para piorar a situação, Dexter tem essa Dra. Vogel no seu pé nesta última temporada. No começo ela me pareceu meio Lundy, mas logo mudei de ideia. Ela parece ser mais calculista, mas ao mesmo tempo tem um interesse muito grande em Dexter. Acho complicado taxarem a mulher de “vilã” da temporada, porque ela não é uma criminosa nem nada, ela mesma sabe que não se encaixa no código de Harry. O único problema é que ela sabe do segredo do Dexter e deu um jeito de se infiltrar no departamento para poder ficar mais próxima dele. Mas pensando bem, acho que Deb é “mais perigosa” do que a Vogel. Quem está prestes a explodir e jogar toda a verdade para o mundo é a Deb, não a doutora.
Acho interessante que não tenham colocado um novo Trinity ou um Travis Marshall nesta última temporada, assim podemos focar mais nos problemas do Dexter e como ele vai conseguir lidar com tudo isso e ainda nos proporcionar um final impressionante.
Sim, estou otimista com a oitava temporada e só de ver a promo do segundo episódio fiquei mais empolgada ainda!
Ps1: Deram fermento pro Harrison? Em seis meses o menino espichou do nada! Queria saber onde é essa fábrica de Harrisons que a Showtime acha essa penca de crianças parecidas.
Ps2: Fuckingpassword foi muito bom! Nada mais Debra do que isso.
Ps3: Jamie e Quinn parecendo coelhos o episódio todo, qual a necessidade disso, produção?
Falling Skies – At All Costs
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Não bastava só trazer uma nova raça alienígena para a telinha, Falling Skies precisou apresentar também um híbrido alienígena/humano. Seria isso a pequena Mason? É o que parece depois de At All Costs, quando o agorafóbico Doutor Kadar descobriu que o bebê de Anne e Tom tem DNA alienígena. Enquanto isso, Hal parece que deu espaço para o “Bad Hal” e Tom está longe, conhecendo o verdadeiro presidente dos Estados Unidos, Benjamin Hathaway. Anne tentou fugir com Alexis – o que de longe não pareceu uma boa ideia – mas como explicar que sua filha é parte alienígena? De qualquer forma, acredito que Anne poderia ter ficado bem quieta e aguardado o retorno de Tom. Afinal, ele já não é mais o presidente do novo Estados Unidos, mas está bem próximo dele.
Quem não se deu muito bem na visita a Hathaway foi Cochise – ou melhor, o Chichauk iL’Sichninch Cha’tichol dos Volm – gostaram dessa? O chefe dos novos alienígenas começou mal seu dia quando precisou viajar em um avião caindo aos pedaços, o que certamente pareceu suicídio quando comparado com as naves Volm. Valeu a piada, foi bem engraçado Cochise perguntar se Tom tinha certeza que o avião era capaz de voar. E voou. O futuro transporte de fuga de Pope acabou servindo para levar o grupo de Charleston para conhecer o presidente dos Estados Unidos. No entanto, o voo foi muito mais tranquilo que a chegada do grupo no local de encontro.
Outra linha que o episódio mostrou foi a difícil decisão que Ben e Denny precisaram tomar. A máquina dos Volm pode tirar os espinhos dos dois sem efeitos colaterais, no entanto, Ben perderia os poderes e precisaria voltar a usar o inalador. Enquanto isso, Denny voltaria a necessitar dos óculos. O problema é que não se tem conhecimento sobre os efeitos dos espinhos a longo prazo e é provável que eles diminuam os anos de vida. Apesar das possíveis consequências, Ben e Denny resolvem continuar com os espinhos e enfrentar o bullying dos colegas que os chamam de aberrações. Tudo isso para não perderem seus poderes, estranhos poderes, mas muito úteis. Vocês já perceberam que na família Mason o único “normal” até agora é Matt?
Enquanto a família central de Falling Skies não manifesta mais nenhuma característica alienígena, o presidente dos Estados Unidos estuda se aliar a Tom e aos Volm. Depois de uma primeira conversa a parceria pareceu evoluir, Cochise contou uma história emocionante sobre a sua terra natal e uma flor chamada catarius. Hathaway gostou da história e Tom também foi bem sincero. ”Só há um motivo para confiarmos nos Volm: precisamos deles”. O líder de Charleston resumiu bem a aliança entre alienígenas e humanos.
At All Costs foi um pouco mais cansativo que os primeiros episódios da temporada de Falling Skies, mas mostrou que a série continua com um bom enredo e tendo acontecimentos importantes se desenrolando rapidamente e em diversos núcleos. O seriado da TNT empregou um ritmo forte e se seguir em evolução pode estar apresentando a sua melhor temporada até agora. Vale à pena seguir na carona dos Volm. Até porque, nesse episódio, deu para perceber que a carona de Tom e Pope é um tanto perigosa.
True Blood – Who Are You, really? e The Sun
30/06/2013, 23:52.
Marco C. Pontes
Reviews
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True Blood voltando ao seu melhor momento?
Sem dúvidas a quinta temporada de True Blood veio para acabar de vez com a esperança de que a série conseguiria sair por cima depois da fragmentada quarta temporada. Na verdade, conseguiram tornar a série mais fragmentada ainda, com cada plot mais absurdo do que o outro, que no final, não adicionou nada à trama e muito menos ao desenvolvimento dos personagens.
Depois desses dois episódios fica claro que True Blood ainda está tentando, com todas as suas forças, terminar mais um ano com algo positivo. A maior dúvida de todas era se Bill realmente continuaria Billith ou se aquilo que vimos foi a maior babaquice da série. Felizmente, decidiram manter o plano original, mesmo estando na cara que aquele Bill que conhecemos não está mais presente.
Talvez fosse mais dramático se Bill Compton, como o conhecemos, fosse embora para sempre. Porém, isso não seria condizente com a série até hoje, então a solução mais aceitável seria mantê-lo na série, porém completamente mudado. Ou melhor, nem tão mudado assim. Não é a primeira vez que alguém se oferece para o vampiro e ele não retribui tal carinho. O problema é que nessa situação em particular, ele foi além daquilo esperado, basicamente matando a mulher por estar com um vestido muito apertado. Essa mudança veio em boa hora, afinal Sookie não se importa mais com o ex-namorado: ela deixou isso bem claro quando decidiu enfiar uma estaca no coração de pedra do baixinho.
Novamente, não há como ter certeza de como esse novo arco será desenvolvido, já que esse algo “maior” que Lilith precisa que Bill conquiste ainda não está delimitado e pode acabar sendo a coisa mais interessante ou a coisa mais idiota que a série poderia criar. De qualquer forma, foi legal ver Bill com seus novos poderes, mesmo que a cena final do segundo episódio tenha sido completamente desnecessária – já que, obviamente, ninguém irá morrer.
Ou talvez alguém venha morrer, mas se isso realmente acontecer, Jessica deve levar o bilhete premiado, por motivos óbvios. Na verdade, está sendo bastante interessante o uso da personagem nessa temporada, ganhando bastante destaque por gostar genuinamente de seu criador. Esse é, literalmente, o primeiro plot da personagem que não envolve fornicação e Jason claramente fica puto com isso. Talvez o sacrifício seja algo necessário e Jessica é a mais propensa a tal ato.
Entretanto, True Blood possui também uma protagonista, que mesmo apagada na temporada passada, chegou com tudo nesse início de ciclo. Desnecessário dizer que essa luta dos Stackhouse com o vampirão-velhão Warlow obviamente renderá bastante, incluindo a não tão previsível perda de seu lado fada. Essa perda ficou mais evidente ainda quando vofada Stackhouse deixou claro que o poder supernova de Sookie só poderá ser utilizado uma vez. E a pergunta é: será Bill ou Warlow que vai receber essa honra? Nada estaria normal se Sookie não aparecesse com um novo bofe para pegar. Até o momento, o fada-macho não apresenta nenhum perigo, mas como temos certeza que ele não é Warlow disfarçado? Nenhum cuidado é pouco.
Enquanto outros tentam descobrir de onde vieram, outros possuem muita certeza de sua origem, tanta certeza que acabam brigando com a irmã de seu criador. A relação de Pam e Eric sempre foi deliciosa de se ver e com o passar do tempo, tornou-se algo bastante interessante. O mesmo vai acontecer com Pam e Tara, mesmo que a primeira jure que o que vai acontecer entre elas não será um ‘amor de tirar o fôlego’. As duas se parecem bastante e um romance é inevitável, se Pam baixar a guarda, é claro. A melhor parte disso tudo foi assistir Eric como um jornalista nerd na casa do governador, mostrando que o vampirão se importa até mesmo com Tara, a neta que mal saiu das presas da mamãe.
Falando em governador, não há dúvidas de que estamos lidando aqui com o maior antagonista da temporada. O caminho da luta entre humanos e vampiros estava para acontecer a muito tempo e agora que finalmente chegou, tudo pode acontecer. É astuto da parte dele querer fazer negócios com os japoneses que criaram o sangue sintético, afinal é claro que ele na verdade quer acabar com a produção da bebida, fazendo com que os vampiros sintam-se na obrigação de voltarem a matar humanos para se alimentarem, revoltando a população humana geral. O desdobramento dessa rebelião deve ser mais bem desenvolvido para que o impacto e a tensão estejam presentes nos próximos episódios.
O plot de Sam, Alcide, vovó loba e lobinha não fez muito sentido no primeiro episódio, mas ficou mais interessante no segundo episódio, com a adição dos jovens que gostam de brincar de Big Brother na moita. Essa história de se assumir para o mundo com certeza daria uma motivação extra para Sam e talvez ele finalmente não vá gastar todo seu tempo em tela com a bunda para fora. O contrário pode ser dito para Alcidão, que não conseguiu um plot bom e decidiu atrapalhar os dos outros. Mesmo com alguns problemas, True Blood retorna com grandes aspirações para conseguir fazer de sua sexta temporada uma temporada memorável. Um maior desenvolvimento naquilo que é importante ainda é necessário para que haja uma maior conexão quando o clímax chegar.
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