TeleSéries
The Fosters – The Fallout
22/07/2013, 10:53.
Carol Cadinelli
Reviews
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Foi um episódio mais de consequências do que de criação de problemas, exceto por Jude, que é um anjo, não causa nada, só sofre.
The Fallout começa com Jesus e Mariana brigando. Sinceramente, odeio quando os dois brigam, apesar de ser mais uma demonstração de talento de Jake T. Austin e Cierra Ramirez. Conforme o episódio vai seguindo, as coisas vão melhorando – digo que quase não pude crer em como acabou entre os dois. Felicidade suprema.
Callie também não começa seu dia bem: em sua primeira cena, pede a Lena para trocar de grupo de apoio, o que achei muito responsável após as ameaças de Liam. Como nem tudo é perfeito, a moça não consegue trocar de grupo assim tão rápido e tem que continuar convivendo com a nova companion de seu ex, o que é uma droga, porque ela já sabe de tudo pelo que a Sarah vai passar e a novinha não escuta. Callie, você já fez o que podia, agora deixa. Além disso, no café da manhã, a moça dá de cara com Brandon e fica aquele gelo. Estupidamente, Brandon culpa Callie por causa do lance da festa no episódio anterior e, é claro, quebra a cara quando a jovem joga – da maneira mais delicada, apesar de revoltada, possível – que a culpa não foi dela e sai andando. O moço, apaixonadinho, fica com aquela cara de cachorro sem dono. Que dó, que dó.
Gente, pausa aqui. Não acho muito legal ficar apontando essas coisas, mas por favor, Brandon, que camisa é essa? Cara, volte para o quarto, tire o pijama e vista algo decente, ok?
Saindo disso, temos Mariana se encontrando com a mãe biológica de novo. Mari, você realmente não se cansa de ser manipulada, não é verdade? Pois bem, Ana pede dinheiro a Mariana, e quando a menina diz que não tem nenhum, Ana aconselha Mari a roubar algo de casa, alegando que precisa de dinheiro para pagar a rehab e argumentando que “família ajuda família”. Que exemplo, hm? Grande mãe essa. A boa nova, já adianto, é que Mariana acha isso inadmissível e não faz outra burrada pela mãe não-mãe.
Na escola, com o foco novamente em Callie, temos uma cena ultra fofa de um Wyatt preocupado perguntando à ficante/namorada/o que quer que seja sobre o Liam, se está tudo certo, e ela faz a burrada de mentir e dizer que tudo se resumiu ao dia da festa. Não entendo por que esse povo mente sobre essas coisas. Mataria dizer “Ah, ele comentou algumas das minhas fotos no instagram, mas foi só isso, não precisa se preocupar nem fazer nada”? Ah, por favor.
Também durante o período de aulas, Jesus procura por Lexi e ao notar sua falta, vai até a casa da namorada e descobre que os pais da mesma tem planos de mandá-la para longe. Gente, eu definitivamente amo esse casal. Eles são fofos e nada enjoativos, apesar de tudo. Ao saber da notícia, Jesus procura Mariana para jogar na cara da irmã a culpa por tudo estar dando errado e depois tenta convencer o sogro a não afastá-lo de sua amada, mas nada parece dar certo.
Na saída da escola, Liam resolve aparecer e tirar satisfações com Callie: Ao que parece, Wyatt o vinha provocando online. O namorado da moça surge e os dois começam a brigar até Brandon separá-los. Liam vai embora e Wyatt termina com Callie após ser repreendido por tentar ajudar – mesmo que do jeito errado. Grande erro, Callie. Tudo bem, Wyatt não é perfeito, mas deixá-lo ir não foi a melhor coisa. *dedos cruzados para os dois reatarem no próximo episódio*
Quanto a Jude, o seu espaço no episódio se resume a um trabalho em dupla. Durante a aula, o garoto acaba fazendo dupla com Connor, seu melhor amigo, e os dois combinam de fazer o trabalho na casa dos Foster. À tarde, o garoto pede permissão às mães para levar Connor, o que as surpreende.
Eis que surge um problema também para as matriarcas Foster: o emprego de Lena é colocado em xeque por causa da pílula que Stef deu a Lexi. O casal conversa seriamente até uma visita inesperada: os Rivera chegam à casa procurando pela filha, que fugiu. Bom, não era para menos, certo? A menina vai para a cama com o namorado uma vez e os pais querem mandá-la para um colégio interno no Texas? Acho muito exagero. De qualquer jeito, Lexi precisa ser encontrada, então Stef e o Sr. Rivera saem a procura da menina e é nessa voltinha de carro que o pai de Lexi revela que a ideia é mandar Lexi para Honduras, para viver com a família de sua esposa.
Desde o começo da busca por Lexi, os Rivera se recusam a acionar a polícia. O motivo é revelado mais à frente: a família inteira é ilegal nos Estados Unidos. Eis aí uma questão que achei muito interessante de ser colocada. Os Rivera são uma família de classe média alta, e quando se fala em ilegais, nunca se pensa em pessoas com tais condições de vida. The Fosters, novamente, quebrando estereótipos.
Enquanto isso, Lexi está em um lugar seguro dos pais, arrumado por… MARIANA! É isso mesmo, gente, as duas voltaram a ser amigas! Onda de felicidade quando vi Mariana abraçando Lexi de novo, no esconderijo. Uma sacada muito legal foi a ponte com o pedido de Ana para que Mariana roubasse algo da casa. Antes de sair para encontrar Lexi, Mariana pega algumas coisas escondida, o que leva o público a pensar que Mari está agindo pela mãe biológica. Sempre rola aquela onda de revolta e incredulidade, e quando a menina entra na casa, encontra a amiga e as duas começam a conversar sobre assuntos variados – entre eles, a experiencia sexual de Lexi -, é como se tudo estivesse certo no universo de novo. Pois bem, após ficar sabendo da ilegalidade dos Rivera, Mariana leva o irmão ao esconderijo de Lexi para convencê-la a voltar. Momento mais lindo esses três juntos e bem.
Jesus, Mariana e Lexi voltam para a casa dos Foster, e para resolver o assunto todo, Lexi ameaça chamar a polícia e denunciar a ilegalidade dos pais se os mesmos a mandarem para onde quer que seja. Fiquei extremamente satisfeita com o posicionamento firme da jovem nesse aspecto – talvez porque eu tenha passado por uma situação parecida com a dela recentemente e não tive armas para impor respeito à minha opinião -, apesar de sentir um pouquinho de desrespeito aí. De qualquer jeito, Lexi não vai embora e os três fofos podem ter seu romance/sismance em paz. Cara, esses gêmeos são definitivamente a melhor parte da série. Ah, e outra coisa, os Rivera concordam em retirar as acusações sobre a pílula, salvando o emprego da Foster mom.
Voltando o foco para Callie, a moça volta para casa com Brandon e conta a ele toda a história de Liam. O garoto aconselha-a a ligar para seu assistente social e trocar de grupo – como ela quer desde o início do episódio. Durante a reunião do grupo, Callie resolve compartilhar sua história e acaba assustando Sarah, que foge. Callie, meu docinho, esquece. Ela não quer ouvir, só vai aprender quebrando a cara. Desencana, ok?
E então, é dia de fazer o trabalho. Connor chega à casa dos Foster enquanto a confusão dos Rivera está rolando, então Jude o leva para o quarto. *pequena pausa para surtar com a referência aos Beatles aqui, quando Connor diz ‘Hey, Jude!’ e Lena diz ‘Olha, os Beatles’* Já no quarto, os dois amigos conversam e Connor fica meio sem jeito ao perceber que Jude não tem quase nada. Envergonhado, o baby Foster diz que seu pai foi libertado da cadeia e que tem uma casa enorme em uma ilha, com muitas coisas – fiquei com dó dele aí, quis abraçá-lo e dizer que ele não precisava mentir. Essa última coisa, Connor fez por mim e depois emprestou seu PSP ao amigo, o que pareceu fazê-lo se sentir melhor. Na hora de ir embora, Connor oferece o video game a Jude como um presente. Jude recusa, mas o amigo insiste, e então o baby Foster tem mais um item adicionado em sua curta lista de pertences.
O episódio termina com Callie contando a Stef e Lena sobre Liam. A reação das mães é desconhecida e, provavelmente, teremos um posicionamento que será focalizado no próximo episódio. É esperar para ver.
Falling Skies – The Pickett Line
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Esqueçam tudo que foi dito na review do episódio anterior, Be Silent and Come Out. Até The Pickett Line, Hal – infectado por um inseto ocular – foi taxado como culpado por traição, o que deixou a resolução do caso do traidor de Charleston óbvia e um tanto decepcionante. No entanto, Falling Skies surpreendeu e mostrou um outro lado da história, com outro traidor. #todoscomemora
Ainda não sabemos como Lourdes virou de lado. A atual médica de Charleston parece estar infectada com algum vírus Espheni, talvez o mesmo que estava em Hal. Ainda fiquei com dúvidas se, na realidade, Lourdes acabou pegando o inseto ocular após Hal ter se livrado dele. No entanto, o inseto ocular de Hal pareceu ter sido completamente destruído. Achei uma pena a morte de Hathaway, estava achando muito bacana a sobrevivência do presidente em meio a luta para a reconstrução de um país e de um planeta.
Outro fator intrigante sobre a nova traidora é que Hal foi infectado pelo beijo de Karen, mas com Lourdes como teria sido? Ainda existem muitas perguntas a serem respondidas nesse assunto e já aprendi que é melhor esperar Falling Skies apresentar mais informações, pois tudo pode mudar a cada episódio. A série alienígena da TNT tem gostado de nos surpreender.
A terceira temporada de Falling Skies alcançou um nível não antes visto nos dois primeiros anos do seriado. Dessa forma, o sucesso já garantiu a renovação de Falling Skies para uma quarta temporada. O anúncio foi feito no início do mês de julho, logo depois que o quinto episódio da temporada foi ao ar nos Estados Unidos, Search and Recover.
Voltando ao último episódio, The Pickett Line apresentou principalmente o início da missão de resgate da família Mason. Tom, Matt, Ben e Hal acabaram interceptados por uma família que atua meio como Robin Woods, saqueando quem passa pela estrada próxima a sua fazenda. No entanto, desta vez eles mexeram com a família errada. Depois do ataque, os Mason foram resgatar seus cavalos e mantimentos, mas acabaram vendo Matt atirar em um dos membros da família Pickett, liderada por Wayne (Christopher Heyerdahl, de Sanctuary, True Blood e Hell on Wheels).
Depois de muita luta e conversa, Tom e os filhos conseguiram seguir seu caminho, mas o ex-presidente dos Estados Unidos se obrigou a voltar para a fazenda quando encontrou um grupo de skitters e mega-mechs se dirigindo ao local. Achei que Tom foi muito descuidado, chegou na casa sem contar que os inimigos deveriam se aproximar logo em seguida. Apesar disso, a cena tem muito para render no próximo episódio. Tom foi encurralado e não encontrou vestígios da família Pickett dentro da casa. Eu acredito que eles devem estar escondidos e surgirão para salvar Tom e se agruparão a turma de Mason, ou devem ir à procura de Charleston.
Em The Pickett Line podemos ressaltar ainda dois pontos interessantes. Primeiro, a situação de Matt, o garoto anda um tanto afetado pela vida pós-apocalíptica. A perda precoce da mãe e a consequente necessidade de crescer em meio ao caos, fez Matt não entender muito bem como ser uma criança. No ataque a família Pickett, ele acaba atirando em um homem e o ferindo gravemente sem necessidade – Matt poderia apenas ter ameaçado Gil com a arma e o forçado a libertar Hal. Matt também ficou curioso para saber se os filhos de Pickett tinham visto a mãe morrer na frente deles – assustando Hal e Ben com essa súbita e mórbida curiosidade.
Outro ponto crucial no roteiro foi a revelação de Cochise. Se a rede de defesa Espheni ficar ligada por muito tempo, pode deixar a superfície da Terra tão radioativa que nenhum ser humano conseguirá sobreviver, todas as formas de vida serão destruídas em três meses. A máquina que os Volm estão construindo, no entanto, pode destruir essa rede, mas caso não funcione adequadamente pode também acelerar o processo de destruição de toda a vida na Terra. E agora, vale a pena confiar nos Volm? Weaver tem suas dúvidas e já tratou de soltar Pope, já que horas antes o tinha prendido por desobediência civil e indisciplina geral.
Agora faltam somente três episódios para o final da terceira temporada de Falling Skies e a TNT promete que a revelação mais chocante ainda está por vir. O roteiro da série esquentou, o novo traidor precisa ser descoberto e parado, Tom precisa se livrar do ataque do mega-mech e dos skitters e Ben, Matt e Hal estão a caminho de Mechanicsville, para salvar Anne e Alexis. Ainda temos a arma Volm e sua linha tênue entre salvação e destruição. Está aberta a contagem regressiva para o final da temporada, principalmente porque o nome do último episódio é Brazil. Segura ansiedade.
True Blood – You’re No Good e At Last
22/07/2013, 10:05.
Marco C. Pontes
Reviews
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O terceiro episódio de True Blood com certeza foi o melhor até agora e podemos dizer com certeza que a série voltou ao seu momento.
Se há algo para reclamar nesses dois episódios seria Alcide, sua falta de shirtless e sua alcateia. Matar jovens não é legal, mesmo que esses tenham dado muito na cara que estavam filmando do que estava acontecendo, mas o pior de tudo continua sendo a necessidade que vovó Loba sente em sequestrar a própria neta. Na realidade, esse plot é o único que Sam possui nesse início de temporada e, convenhamos, se não fosse por ele, Sam não precisaria continuar na série. Porém, como sabemos que a produção inteira adora a bunda do ator, é bem improvável que uma exclusão aconteça.
Todo o resto funcionou no episódio. Foi facilmente o episódio mais engraçado em um bom tempo e que a maioria das cenas foram bem construídas e interessantes. Houve também algumas cenas muito bem executadas que reforçam que essa série – apesar de sua qualidade inconsistente – ainda vale a pena assistir. Estou falando das ótimas cenas quando Sookie lembra Jason que seus pais erravam bastante, mas que não há problemas em amá-los; a interação entre o meu trio favorito – Eric, Pam e Tara -, enquanto brigam durante a fuga; e, claro, a volta de Sarah, que logo na primeira oportunidade se prendeu em uma prisão com seu ex-marido gay e com aquele cabelão. Aliás, é óbvio que ela usa o cabelo daquela altura para estar mais perto de Deus.
Jessica não teve tanto uso nesse episódio, mas com certeza foi agradável vê-la em roupas de estudante safada, tentando interceptar o asiático. O melhor, porém, seria Ginger toda transtornada por não conseguir uma noite ardente com o vampirão Eric, só para ser interceptada no final do episódio para ficar grudada no telefone.
Não estava errado quando disse na primeira review que Ben provavelmente era o Warlow. Qualquer pessoa pensaria isso depois desse episódio, considerando os acontecimentos do mesmo. Não é algo tão difícil de deduzir. Bem quando Sookie fala para o novo garanhão onde existe um bordel de fadas, todas aparecem drenadas? E pior, Ben aparece bem quando vovô Fado descobre? Tudo estava óbvio demais.
Dentro de tudo isso, não há dúvidas de que Bill também acabe cruzando seu caminho com Sookie, mas não só por causa do sangue sintético. É inevitável que em algum ponto da temporada ele esteja no meio dos problemas de Sookie com Warlow, principalmente por Warlow ser o protegido de Lillith. Os dois terão que se juntar e sabe-se lá o que pode acontecer. Outro triângulo amoroso, talvez?
O quarto episódio pode ser definido em uma só palavra: pegação. Todo mundo deve ter amado assistir Jason e Ben compartilhando o mesmo barbeador, mas tome cuidado, já que Jason nunca fez isso e talvez se machuque. A quantidade de shirtless nesse episódio estava altíssima e todo mundo agradece. Mesmo que o episódio tenha sido bom, algumas situações específicas fizeram com que ele se tornasse um pouco medíocre.
Porém, a melhor cena com certeza foi Sookie se aproveitando um pouco do corpo de Ben, para só depois ameaçá-lo. A quantidade de super poderes nessa temporada está tremenda, mas nada está muito dramático. O vovô Fado é o rei das (as)fadas, mas foi facilmente drenado e exilado por Ben/Warlow, Sookie descobriu uma luz atômica e não consegue usar em nenhum momento. Para piorar, adicionaram um vampiro que consegue andar durante o dia. Da mesma forma, é impossível que Sookie venha a acabar com o vampirão, agora que ela experimentou um pouco do que ele tinha a oferecer.
A diferença de Ben/Warlow com os outros vilões de True Blood é exatamente a rapidez que ele conseguiu mostrar suas intenções – tudo em um só episódio, sendo introduzido há dois episódios atrás. Deram bastante insumo para que o vampifada tivesse momento e realmente fizesse alguma coisa. É a única trama que conseguiu sair do marasmo no episódio.
Como disse anteriormente, algumas situações específicas fizeram do episódio um episódio medíocre, principalmente pelo seu alto grau de previsibilidade. Desde o início sabíamos que Eric não iria matar Willa, a filha do governador, e que a transformaria em vampira. Dito e feito, mesmo que tenha demorado um pouco. O único grande erro aqui foi mandá-la de volta para o pai, com as esperanças de que ele veria que todo mundo já foi humano uma vez. O careca não mediu esforços para colocar Willa na rehab dos sanguessugas.
Outro momento previsível foi Jessica drenando as fadas bebês, matando todas, praticamente. Claro que foi divertido vê-la confraternizando com outros personagens que não seja Billith, mas convenhamos que essa festinha de pijama já estava fadada ao fracasso. Na realidade, a vontade de Bill em sintetizar o sangue das fadas é extremamente interessante – se ele realmente conseguir realizar tal façanha, mas infelizmente, toda a trajetória está maçante.
P.S: O cachê da bunda do Sam ficou tão alto que agora os produtores estão sendo obrigados a tampá-la por um tempo.
P.S: Como não amar Billith tentando andar no sol para virar churrasquinho logo em seguida?
Suits – The Arrangement
20/07/2013, 23:30.
Regina Monteiro
Reviews
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Há uma fissura na Pearson & Darby.
Neste primeiro episódio da terceira temporada de Suits, Harvey, Mike, Rachel e Jessica estão distantes, presos nas armadilhas do que sobrou de uma série de mal-entendidos, obsessões e desentendimentos que vieram na esteira da fusão do escritório com a firma Darby.
Em The Arrangement, a fusão foi concluída. Harvey foi derrotado e a Pearson & Hardman agora é Pearson & Darby. O papel que Mike cumpriu no arranjo tem um nome para cada personagem. Para ele próprio foi chantagem, para Jessica um acordo e para Harvey decepção. E estamos neste ponto, a partir do qual somente resta saber quem entre eles será o primeiro a construir uma ponte sobre os escombros do que sobrou das relações românticas ou de amizade entre os personagens.
No primeiro episódio da primeira temporada, Jessica Pearson intimava um relutante Harvey Specter a escolher um associado. O motivo: ele precisava humanizar-se. Duas temporadas depois, o atrapalhado Louis Litt, um dos sócios do escritório de advocacia, foi quem melhor definiu o mais brilhante advogado da firma: “Harvey era como o Super-man, agora ele é o Batman”.
Louis está certo, não somente porque percebe a relação entre Harvey e Mike Ross, mas porque, ao fazer a comparação, definiu algo muito mais essencial: Clark Kent veio de um mundo distante, Bruce Wayne, ao contrário, é essencialmente humano.
Por detrás da armadura, Harvey, para surpresa de Jéssica, é capaz de sofrer por aqueles a quem ele permite cruzar a linha divisória da sua intimidade afetiva: Mike, Dona, e vários outros personagens que passaram pela sua vida nestes dois anos. Embora Harvey não demonstre abertamente, ele não consegue impedir-se de sentir-se responsável por eles, e para isso é necessário um pouco de amor e, pelo menos, uma pitada de compaixão. E amor e compaixão são, inequivocamente, sentimentos essencialmente humanos. Até mesmo um pequeno príncipe, vindo de um mundo distante, sabia disso!
Talvez por isso Harvey encontre-se em uma posição em que não pode perdoar nem a Jessica, nem a Mike, pois a ambos faltou uma qualidade que lhe é essencial: lealdade. Qualidade que se renova a cada dia, como contas que unem um rosário, que em essência simboliza um ato de fé. No caso, fé no outro.
Neste episódio Mike deu o primeiro passo, confrontou Jessica e renunciou aos benefícios que havia conseguido ao ajudá-la no caso da fusão. E praticou um ato de fé em relação a Rachel. Agora é a vez de Harvey dar o próximo passo que, espera-se, seja mais compreensivo do que o final do episódio dá a entender, já que ele quer o cargo que pertence a Jéssica .
Louis Litt foi o único a escapar dos estilhaços. Ele permanece o mesmo. É a face cômica da série. Entre uma artimanha e outra, nas suas inúmeras tentativas de conseguir uma vantagem aqui ou acolá, o advogado continua o mesmo coração de manteiga, esperando por um amigo de fato, ou alguém que perceba seu valor. Louis ainda deseja ser visto.
E o episódio acabou assim, de repente, como é característico dos ótimos roteiros de Suits, com o telespectador fisgado, perguntando-se porque é que não fizeram, como tantas séries por aí, um episódio duplo para a volta dos advogados da, agora, Pearson & Darby.
The Bridge – Calaca
19/07/2013, 10:00.
Felipe Ameno
Reviews
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Começo o texto de hoje falando um pouco mais sobre a galera que estava na ambulância no primeiro episódio. Não dei muito enfoque à eles porque o plot foi somente introduzido, algumas questões foram lançadas e sabia que em algum momento ia ter que falar sobre isso.
Vamos refrescar a memória? Logo a após a morte de seu marido, Charlotte Millright chegou em casa bem #xatiada, não só pelo funeral que ia ter que encomendar, mas também porque tinha ouvido de seu marido – agora ex -, que ele não a amava mais. Voltando para o rancho, ela pede para não ser incomoda e, ao arrumar as coisas do finado, encontrando uma chave. De repente o telefone toca, ela atende e quem fala é uma mulher! Pronto, ela passa de #xati para fula da vida e parte para cima do funcionário César com uma voadora. Ele se finge de desintendido no começo, mas acaba levando a viúva até o lugar onde ela vai poder usar aquela chave.
Só descobrimos o “conteúdo” guardado no começo do segundo episódio. Aposto que você pensou que ele tinha uma amante! Rá, pegadinha do malandro! Era um túnel! Parece que o Sr. Millright ganhava um dinheiro extra atravessando imigrantes.
Charlotte achou que ia herdar só dinheiro e propriedades. A coitada acabou levando um cliente de brinde, que fez questão de mandar um representante ao rancho para demostrar suas “condolências”. Por um momento pensei que ela fosse aceitar o dinheiro, porém achei digno a forma como ela disse não!
A investigação não avançou muito durante o episódio. Marco e Sonya interrogaram, sem sucesso, Fray, que estava se recuperando do susto de quase explodir pelos ares. Depois eles foram até Juárez e descobrimos que a Polícia de Chihuahua tem o rabo preso, provavelmente com algum cartel mexicano. Por último, Cross encontra um minúsculo objeto (uma bolinha de metal) na cena onde o carro da juíza foi deixado, marca registrada do nosso serial killer.
A melhor parte, pelo menos para mim, foi a cena da Sonya “sensualizando” no bar. A forma peculiar de agir e se portar deixa todo mundo “encantado”. Antes que alguém venha reclamar, eu sei que ela sofre da Síndrome de Asperger, mas alguns personagens não, o que faz algumas cenas serem estranhamente engraçadas.
Preciso fazer mais dois comentários sobre essa cena: mais uma vez me lembrei de Homeland, muito parecido a forma como a Carrie consegue seus parceiros (a segunda comparação em dois episódios) e chamo a atenção para a presença ilustríssima de Jason Wilis, como o alvo de Sonya. Ver o ator me fez viajar no tempo, pois ele era o Bosco de Third Watch, a primeira série que acompanhei!
Descobrimos um pouco mais sobre o serial killer. Ele se chama Steven e trabalha em uma igreja/organização que acolhe imigrantes (que irônico). Ele fica bastante intrigado com uma nova mulher que chegou.
O cara do episódio é Valdez. Ele bate na velhinha, ameaça o mendigo e mata a gordinha só para encontra o cara que provavelmente pegou a sua mulher (estou presumindo, pode ser irmã também). E não é que ele está à caça de Steven e já sabe de tudo sobre ele! Marco e Sonya não estão com nada!
Voltando ao interrogatório, Sonya em um rompante, toca a mensagem deixada por Steven para ver se Fray reconhecia a voz (que na verdade era de um ator, que gravou a mensagem há três anos). Claro que o jornalista não perde a oportunidade e publica na capa do El Paso Times. Depois Steven liga para Fray e passa uma coordenada de GPS. E o repórter curioso vai parar no meio do deserto e quando chega no local indicado encontra um grupo de imigrantes mortos. Quando Marco e Sonya chegam ao local, encontram outra bolinha de metal.
Pensei que o foco de Steven era mulheres mexicanas e morenas! O que será que ele está tramando ao matar esse grupo? Atenção? Desviar o foco das investigações?
O episódio foi bom, alguns plots foram desenvolvidos e novas tramas surgiram, mas estou querendo mesmo é ver a ação! Que venham os próximos episódios!
Observações:
– Pensei que em algum momento ia aparecer a Sol (Deborah Secco), com seu globo de neve, naquele grupo de imigrantes.
– Sonya querendo saber a opinião de Marco sobre como eles estavam indo foi bem legal, digo, fofo. Muito bom ver a evolução dos dois e principalmente de Marco como policial.
– E sexto sentido de mulher é fogo. A Sra. Ruiz percebeu a mudança de comportamento do marido, influenciado pela policial gringa, vem marcando território e providenciou mais um filho (mesmo o marido tendo feito recentemente uma vasectomia).
Teen Wolf — Currents
18/07/2013, 09:54.
Júlia Berringer
Reviews
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Teen Wolf está ótima como sempre foi, o único problema, o que normalmente seria uma ótima ideia, é que são mistérios demais. Milhões de coisas acumuladas e nem 2 coisas resolvidas. Começo a me sentir meio perdida em meio a todo o agito e me pego pensando se o que deveria ser um ótimo plot não está se tornando algo terrivelmente cansativo.
Posso citar como simples exemplos o fato de que ninguém parece se importar com o fato que Cora passou mais de 10 anos vagando sabe-se lá onde. E o desaparecimento de Peter de uma hora pra outra. E ninguém me explica também onde Gerard está e como foi parar lá. Isso me deixa um pouco tensa. Mas não tão tensa quanto fiquei vendo as cenas sufocantes de Currents. E coloca sufocante nisso.
Desde que eu fiquei viciada na série (no final da primeira temporada) eu sempre defendi a teoria de que o seriado é muito bom e não recebe o crédito merecido. Mas nessa temporada, tudo está se tornando um pouco mais complicado e percebi isso quando Derek foi obrigado a matar um de seus lobinhos, no caso Boyd. Os produtores estão tendo muito dificuldade de dar à Teen Wolf uma batida emocional e usam e abusam de momentos chocantes como esse e como o momento Stott no episódio passado.
Claro que no meu ponto de vista, a morte de Boyd não me afetou muito pelo fato de ser a morte de Boyd e sim porque ver o Derek chorar quebrou o meu coração. Algum de vocês realmente se importou com essa morte ? Sinto muito, mas o personagem nunca conseguiu me cativar de verdade. No minímo sentia alguma compaixão, mas nunca consegui me dizer apaixonada por Boyd. Resumindo, tudo o que a morte de Boyd me trouxe foi uma curiosidade enorme para ver como o Derek vai lidar com o fato de que matou um de seus betas.
Agora vamos falar de algo gravissímo: O episódio 3×05 girou todo em volta do plot onde todos achavam que Derek tinham morrido, e no 3×06 nada é desmentido, até que de repente, no 3×07 todos seguem a vida como se nada tivesse acontecido. Lógico que não precisamos de uma cena cheia de carga emocional, mas por favor, no episódio passado Scott quase se matou de desgosto (e sob a influência de wolfsbane) e nessa semana tudo está perfeitamente normal e no lugar.
Todo esse plot de Derek e Boyd foi algo frustrante, mas recompensado com o resto do episódio que funcionou perfeitamente. As cenas de abertura no hospital foram sufocantes (mais uma vez) e também bem chocantes, mas todas de forma aleatório e sem muita explicação. Várias pessoas em uma cidade não tão grande quanto Beacon Hills todas passando muito mal e sangrando no hospital e os produtores acham tudo normal. Eu, não.
Melissa foi uma grande surpresa pra mim nessa temporada. Depois de descobrir que o filho é lobisomem e de passar por um período meio sombrio, ela voltou e disposta a ajudar no que for preciso. Genial o modo como salvou a vida de Danny. Danny que aliás, parece ter conquistado de verdade o coração de Ethan.
Agora, foquemos nos olhinhos de Alfa do Scott. Precisei até colocar um gif aqui porque fiquei empolgada com essa cena. Jeff Davis nos avisou, desde o começo da temporada, que a cor dos olhos dos alfas e betas nos diria algo realmente importante e aqui está! Scott é um alfa sem nem ao menos precisar ter sua pack e ter matado outro alfa. Dr. Deaton deixou bem claro que o plano de Deucalion foi sempre em relação a Scott e não a Derek e isso me fez lembrar da garota da motinho. Lembram dela ? Pois é, outro mistério não resolvido.
E o que dizer sobre Darach ? Não posso negar, me sinto muito, muito, confusa em relação à ele. Mas a imagem dele no espelho daquela médica me fez tremer um pouquinho de medo. Eu sou medrosa assumida, e aquela imagem não foi nada bonita.
Dr. Deaton também é algo a ser desvendado para mim. Em três temporadas eu não consegui descobrir de que lado ele (e agora a irmã dele) está, e isso está me deixando frustrada.
Observações:
- Cena adorável essa do Scott e do Isaac dormindo como cachorros no pé da cama da mamãe McCall.
- Seria interessante ver o pai de Stiles sabendo a verdade.
- Não é exatamente claro, mas temos que supor que Danny foi levado a consumir visco porque ele chegou muito perto de descobrir a verdade sobre os sacrifícios?
- E agora nós supomos também que a Blake já sabe a verdade sobre os lobisomens e sobre os alunos que tem ?
- Apesar de ter sido um pouco fora da hora, a cena do armário com Allison e Scott foi divertida de assistir.
- Se Papai Argent não consegue arrancar nada de Gerard, vocês acham que Filha Argent consegue ?
- Kali, corte as unhas, por favor! Vou as ruas para isso, se for preciso.
Falling Skies – Be Silent and Come Out
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Be Silent and Come Out mostrou que Falling Skies não apresentou grandes surpresas na resolução do caso do traidor de Charleston. Marina Peralta já parecia uma isca muito batida, e estava difícil acreditar que ela ainda poderia ser a traidora. Assim, Hal – infectado por um inseto ocular – mostrou-se como o verdadeiro traidor e a solução do mistério da série da TNT acabou ficando na obviedade.
Um Mason, um traidor. A nova informação instigou a arrogância de Pope e colocou em cheque várias relações na série. Inclusive a moça Peralta que não escondeu que realmente tem sentimentos fortes por Weaver. Sim, nem ele entendeu. No entanto, a mais chateada de todas foi Maggie, afinal ela transou com um corpo controlado por Karen, a ex do atual. Vamos combinar que isso ninguém merece.
Enquanto Karen precisa de um inseto ocular para entrar na mente de Hal, Tom não necessitou de nenhum dispositivo para saber o quê sua equipe estava fazendo enquanto ele era mantido refém. Tom acertou em cheio quando avisou Hal para que ele não se preocupasse, pois Weaver não daria a ordem para atirar nele, quem certamente se encarregaria dessa decisão seria Peralta. O professor acertou também quando afirmou que Tector já deveria estar com Hal em sua mira.
Assim, acompanhamos um meio bem mais carinhoso de se controlar as pessoas e processos, criar uma união, um espírito de equipe, conhecer uns aos outros. Foi assim que Tom conseguiu se tornar presidente do novo Estados Unidos e garantir a Charleston uma sobrevivência nesse mundo apocalíptico. Agora, Tom desistiu de seguir no comando do governo e optou por ir atrás do resto da família Mason, até mesmo da parte da família que tem DNA alienígena.
Achei um pouco chato o rumo que o roteiro está tomando, mas também é um futuro intrigante para Falling Skies. A decisão de Tom de ir atrás de Anne e Alexis e deixar Peralta como presidente não poderia ser mais adiada. A cena de saída da família Mason pareceu um encerramento de um filme, muito mais dramática do que deveria sugerir, mas também abre a opção de novos rumos no caminho que leva até o resgate de Anne e Alexis.
No entanto, acredito que eles deveriam ter deixado de lado o #MasonDrama e a família parecendo um exército de guerreiros e enxergar a realidade. Tector e Maggie poderiam partir juntos na busca, auxiliar no resgate e sem afetar muito a segurança de Charleston. Mas enfim, #MasonDrama neles. Nem é preciso dizer que Pope não perdoou.
Enquanto isso, no Quartel General Espheni: Será que Karen já percebeu que não tem mais o controle de Hal? Provavelmente sim. Dessa forma, fica difícil descobrir como a família Mason e seus cavalos poderão enfrentar o exército Espheni e resgatar Alexis e Anne.
Falling Skies já parte para seus quatro últimos episódios e após Be Silent and Come Out deixa transparecer que ainda tem muita história para contar antes que o público fique satisfeito e espere ansiosamente pela quarta temporada. Bem, pelo menos esperamos que tenha ainda muita história para contar até lá. Mais história e menos #MasonDrama.
Rizzoli & Isles – In Over Your Head e But I Am a Good Girl
15/07/2013, 20:01.
Mariela Assmann
Reviews
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Antes de falar de In Over Your Head e But I Am a Good Girl, preciso confessor que esperava mais desse início de temporada de Rizzoli & Isles. Eu sei que só 3 episódios foram exibidos, mas queria estar mais empolgada com as tramas. Na verdade acho que estou sentindo falta de uma boa trama para Jane. Todas as histórias estão situadas em Maura, e isso acaba gerando um desgaste excessivo. Mas ok, não reclamo demais, porque AMO Isles e sempre curto quando os holofotes estão sobre ela.
Ah, e sendo justa, eu adorei a introdução de Rafael Martinez (favor ler com o sotaque que a Maura usou). Se reclamei que Jane não tinha química com Gabriel ou Casey, e com Martinez parece sobrar. E olha que não aconteceu nada entre os dois – o que não impediu que faíscas voassem para todos os lados. Espero que ele volte a aparecer logo, seria uma boa adição ao time de personagens.
E a presença de Martinez no episódio ainda nos deu a chance de conhecer um pouco sobre o passado de Jane – que teve um relacionamento mal sucedido com o latino, já que uma informante morreu ‘por culpa’ deles. Esse acontecimento do passado ainda deu a tônica para o caso da semana, que envolvia a morte de uma jovem repórter investigativa, tráfico de drogas, corrupção policial e o primeiro caso de Frankie como detetive. Um caso bacana, mas nem perto de ser memorável.
Me diverti muito com Frankie vestido de motoqueiro, com os comentários da Maura sobre como motoqueiros atraem as garotas, com o instinto protetor de Jane (só ela pode encher o irmão). Aliás, a parte cômica dos episódios de RandI sempre funciona muito bem. A cena inicial do episódio, com uma Isles de galochas amarelas sendo enganada por Korsak, Jane e Frost foi ótima (e a segunda participação das galochas também!). Mas ainda sinto falta de ver mais da Angela – que bom que But I Am a Good Girl supriu um pouco dessa falta.
Outro serviço de In Over Your Head foi sabermos mais do passado de Maura. Doyle e Hope mantiveram contato, mesmo depois do nascimento/morte de Maura. E agora “os federais” estão na cola de Hope e de – PASMEM – Isles, para investigar a origem do dinheiro que foi utilizado para a abertura da fundação de Hope. Adorei a visita de Isles e Rizzoli ao arquivo, e do raciocínio brilhante de Maura. E também gostei de ver Cailin procurando a irmã para pedir ajuda. Significa que ela confia na legista. O que me desagradou um pouco foi não ter havido nenhuma referência à toda essa história em But I Am a Good Girl .
Pode parecer um contra-senso eu ter “reclamado” do foco em Maura e agora reclamar de não ter havido menção à tal história. Mas é que a trama familiar de Maura era algo muito grande para simplesmente ser esquecido assim, ainda que por um episódio. Especialmente porque Maura estava bem preocupada com tudo, E ESTAVA SENDO SEGUIDA. Enfim, achei que ficou meio esquisita a questão da continuidade da trama, embora tenha certeza que isso virá a tona na sequência.
Apesar disso, gostei de But I Am a Good Girl. O lance do batizado completamente infeliz foi realmente engraçado, assim como todas as armações da família Rizzoli (e seu apenso loiro e charmoso) para juntar Tommy e Lydia. Até Rondo deu as caras para soltar seus “Vanilla” pra lá e pra cá. Os pais de TJ fazem um casal bacana – ambos são meio tontos – e dei boas risadas com as armações e confusões dessa parte da história. E convenhamos, seria triste não ver mais o garotinho sendo fofo nos episódios. E não poder mais suspirar por Collin. Aiai.
O caso do episódio também foi bom. E não foi óbvio, pois jurei que Sammy seria o assassino. Que nada, era o pai religioso. E a trama ainda deu brecha para Frost e Korsak serem impagáveis tentando disputar o posto de “maior entendedor tecnológico”. Ponto a favor do episódio, então. Mas ainda to sentindo falta daqueles casos eletrizantes, cheios de ação, e que nos deixam com o coração na mão.
De resto, é elogiar a química incrível de Angie e Sasha. As duas mandam muito bem, e cada vez melhor. É sempre bom assistir Rizzoli & Isles, mesmo quando os casos não estão aquela coca-cola toda, nem que seja só pra rir e se emocionar com elas. Adoro!
Amanhã tem episódio novo. Fico torcendo para que seja maravilhoso, e para que a temporada engrene de vez. Até lá!
Rookie Blue – Different, Not Better e The Kids Are Not Alright
15/07/2013, 15:41.
Mariela Assmann
Reviews
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Dois episódios bacanas, que trouxeram o desenvolvimento de algumas histórias. E de uma forma beeeeem legal. Ok, não foram dois episódios de tirar o fôlego. Mas cumpriram bem o papel de entreter em nível elevado. Rookie é uma das delícias da Summer Season e eu não paro de desejar a renovação do seriado para uma 5ª temporada.
Sandy. Quero meu ship de volta, produção. Tem como agilizar isso pra mim? Nunca, nessa temporada, estivemos tão longe de um retorno, e isso me angustia. 13 episódios passam rápido, e quando eles voltarem (falo quando, e não se, porque pra mim isso é um fato dado. Não me desapontem!!) a temporada vai acabar. Ou seja, poucas cenas iguais àquelas de On The Double. Tristeza.
Em Different, Not Better, Andy teve que aprender a lidar com Marlo, a nova namorada de Sam. Ok, ela não é má pessoa (só é um pouco malinha), mas não tem como desejar que a moça continue na série. Por isso fiquei felizona quando Cruz falou para Dov, já em The Kids Are Not Alright que nunca tinha precisado puxar o gatilho em 13 anos de Swat, e que a morte da senhorinha problemática de Different a afetou. Pra mim, isso é um indicio de que ela pode não agüentar o rojão e sair da 15ª. OREMOS!
Mas Andy – e seu coração mole – ficou agradecida pela cobertura de Marlo, e teve uma conversa chateante com Sam. Se Shaw tinha convencido a garota de que ela não é do tipo que desiste, ela mudou de ideia e disse para Sam que sua maior qualidade é saber a hora de desistir. Quase entrei na tela para segurar Andy e não deixar que ela partisse. E o chamado do Sam, aquele “até amanhã”, foram quase uma súplica para que ela não entregasse os pontos. Mas né, Swarek continua com a latina, então não sei como isso vai acabar. Só torço pra que seja logo.
Enquanto isso, me contento com os momentos paspalha da Andy, como ela falando pra ele que o jeans e a camisa caíram muito bem nele e tendo que ser resgatada por Gail e Traci antes que a baba escorresse do canto da boca. Foco, Andy!!
E já que falei da Gail, confesso que TIVE que rir da loira no final de The Kids Are Not Alright. Ela sabe ser uma bitch como ninguém, e pela primeira vez alguém conseguiu deixar a loira sem resposta. Boa, Chloe. Mas também tive pena dela, já que Nick (como havíamos falado nos comentários de Homecoming) está mesmo caidinho por Andy, e cada vez mais fica evidente esse interesse. Agora que a loira tá sabendo de “tudo”, nem beber aquele líquido verde repugnante vai salvar Collins da ira de Peck. Aguardem fortes emoções.
Fortes emoções. Acho que é isso que falta pra história de Traci ficar mais interessante. É claro, depois do drama do Barber não dava pra pesar a mão na história dela. Mas acho que ela merece casos mais instigantes pra investigar, no mínimo. Não que eu tenha achado os casos desses últimos episódios ruins, longe disso. O caso do garoto-que-é-garota foi bem interessante, mas não exigiu muito de Traci. O destaque todo ficou com Andy, nesses dois episódios. Aliás, na quarta temporada toda tem sido assim.
Dov também não está com um desenvolvimento brilhante. Mas gosto mais dele com a Chloe por perto, apesar da garota ser absolutamente perturbada. E foi interessante ver Oliver dando um toque para o policial, e ele finalmente compreendendo que agora Chris tem suas responsabilidades. Ou seja, apesar de Chris ter virado um chato que só fala do filho, ele é o cara que segue sempre as regras, e fazer o relacionamento dele com Denise dar certo por Christian é uma delas. Então, achei bonita a atitude de Dov (que também foi super querido com Marlo). Assim como com Traci, espero que Dov volte a ganhar destaque. E se possível (sonho meu), que Sue volte. Ele era um SUPER cara perto dela.
Como já estamos quase na metade da temporada, acho que podemos esperar por alguns episódios mais tensos e com casos mais bombásticos. Enquanto isso, vamos torcendo pela renovação e pela certeza de acompanhar as tramas dos “novatos” mais queridos das telinhas por mais uma temporada.
Até a próxima review.
P.S.1: como tem passado o tempo nessa temporada! Foram seis meses entre o final da 3ª e o início dela. Logo depois, umas duas semanas entre o primeiro episódio e o segundo (não lembro com exatidão quanto tempo foi). Agora, mais duas semanas entre Different, Not Better e The Kids Are Not Alright. Já faz muito tempo que Sam e Andy romperão! Junte-os logo, produção, plmdds!
P.S.2: AMEI o paintball e o acampamento. Por menores que as cenas sejam, é sempre legal vê-los como um grupo de amigos.
Pretty Little Liars – Gamma Zeta Die
14/07/2013, 22:39.
Ariel Cristina Borges
Reviews
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Como já é característico, Pretty Little Liars voltou para um episódio mediano, quase ruim, depois de um bom. Spencer ouviu verdades que merecia ouvir, Hanna provou que não pode ser elogiada que vai e faz uma besteira, Emily aceitou as consequências do ombro machucado e Aria… Aria brigou com Mike. Gamma Zeta Die foi tão fraquinho que vai ser até meio difícil falar sobre ele.
Sim, sim, Mike está vivo! Mas para fazer o que fez, eu acho que ele podia ter continuado sumido. Ella estava lá, toda serelepe pimpona quase indo para a Europa com o Zack e ele a fez mudar de ideia. Tudo bem que ela não conseguiu fugir da fúria de A nesse episódio e acabou sendo atacadas por uma colmeia. E o mais bizarro nesse acontecimento não foi todas as abelhas terem ferroado Ella no só pescoço, mas o fato de que ela não saiu do carro enquanto era atacada. Mesmo assim, essa não foi a atitude mais nonsense desse episódio. Já, já chegamos lá.
Spencer, sendo privilegiada mais uma vez por ser uma Hastings, ganhou um orientador particular para a escolha da faculdade, já que ela não foi aceita em UPenn. Só que, como sempre, ela colocou as investigações sobre Alison na frente de tudo e mal ligou para Brendan. Quem aproveitou os conselhos dele de verdade foi Emily, que está realmente procurando outra faculdade na possibilidade de não entrar em Stanford. Tudo bem que ela usou táticas meio injustas para conseguir a ajuda de Brendan, mas ao contrário de Spencer ela estava aproveitando a chance que teve para pensar nela mesma. E as coisas que ela disse para Spencer foram certas. Por mais que não seja das piores, ela ainda é uma Hastings e teve tudo com facilidade na vida. Bem ou mal, ela deixou de dar o valor devido às coisas e acho que Emily abriu os olhos dela. Resta saber se ela vai mudar em alguma coisa.
Bem ou mal, a ida delas ao campus da Cicero foi útil para uma coisa: finalmente descobriram de onde era o telefone cujo número Tippy ficava cantarolando pelos cantos. E eu confesso que fico com mais medinho de Alison a cada episódio. Pra que ela tinha um quarto escondido numa fraternidade de faculdade? Ou melhor, quem ela encontrava ali?
Mas quem surpreendeu mesmo foi Hanna. Tudo bem, ela fuçou as coisas da mãe dela e encontrou uma arma. Mas tinha que ter tido a brilhante ideia de sair de casa com a arma? Só porque eu fiz um elogio à inteligência na última review, agora ela me apronta essa. Acabou que foi presa tentando esconder a arma e, com certeza, vai contar uma mentira para encobrir a mãe e se enrolar cada vez mais.
Resta esperar pelos próximos episódios para saber no que isso vai dar.
Under The Dome – Manhunt
13/07/2013, 19:59.
Matheus Odorisi
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Vida dura essa de quem assiste série baseada em obra literária. A gente tem que ficar esquivando de spoiler a semana inteira, e ainda ouvir o mesmo blá blá blá de que “no livro não é assim”. Gente, get over it! Seremos um mundo muito melhor quando as pessoas superarem que adaptações são produtos diferentes.
Mas algo mais me preocupou essa semana em relação à Under The Dome: que episódio morno! Passado o piloto, que deixou uma grande expectativa, e o segundo episódio, que foi bem mais ou menos, confesso que esperava um episódio mais ágil. E algo que eu atribuí a um problema de roteiro específico do segundo episódio, se repetiu aqui: alguns fatos acontecem de maneira muito idiota, e parecem ter sido escritos pelo roteirista de i-Carly. Foi assim no patético incêndio provocado pelo reverendo e foi assim na mais patética ainda fuga do policial Paul, que deixa Linda presa em seu lugar. Esse é um dos plots do episódio, que gira em torno da caça ao nervosinho.
Big Jim recruta dois homofóbicos, que não entendem como o casal Carolyn e Samantha podem ter uma filha, e Barbie, que só se junta ao grupo por pura pressão. Enquanto o grupo caça Paul, Julia resolve seguir o perturbado Junior. Aliás, nesse episódio tivemos uma amostra da tensão que rola entre Junior e Jim. O pai diz que o filho ainda não “saiu da barra da saia da mãe já morta” e questiona sua integridade como homem, depois de Junior dizer que apanhou de Barbie.
Julia começou a me irritar nesse episódio. Tomara que levem a personagem para além de uma chata que gosta de fuçar na vida dos outros, porque investigação até agora, ele não fez nenhuma. Primeiro porque abrigou um estranho em sua casa sem ao menos perguntar da onde veio. Mas voltando ao segundo plot do episódio, Junior busca escapar da redoma por debaixo dos encanamentos. A empreitada foi estimulada por Angie, que ouviu nossos conselhos e resolveu ganhar o psicopata pela empatia: disse que poderiam retomar o romance se conseguissem escapar da redoma. O cara chega nos túneis subterrâneos e dá de cara com a redoma, intacta, e Julia, o seguindo. O garoto tem um ataque de raiva é consolado por Julia, que revela que só habita Chester’s Mill porque fez uma burrada e foi demitida do emprego. Depois do clima de amizade Disney, resolvem voltar.
Joe ainda não nota o sumiço de sua irmã. Isso porque ele tem coisas mais importantes pra fazer, como promover uma festa de recarregamento de iPhone de graça. Norrie, sempre brava sem motivo aparente, está fugida de suas mães e pede abrigo na casa de Joe. Na festa, depois de um desentendimento entre um garoto que queria ser o dealer da energia da casa, Joe e Norrie se aproximam e formam o primeiro casal pós-redoma. Mas o clima é cortado por Carolyn, que chega a tempo de ver o casal se estrebuchando no chão com uma convulsão espontânea, e recitando o que devem ser versos de uma música da Nicki Minaj.
A caçada de Barbie e Jim termina com o policial Joe rendendo os dois e sendo abatido por Linda. A policial também começa a me irritar, pela atuação de Natalie Martinez. Uma pessoa que faz a mesma cara quando seu “pai de consideração” morre e quando vê que sumiu um rifle da delegacia precisa de uma escolinha de atuação. Poderia pedir ajuda com qualquer ator de Les Revenents.
Quando Julia, Junior, Barbie e Jim se encontram, rola uma tensão entre os rapazes. O passeio subterrâneo fez com que a ruiva começasse a desconfiar de Barbie, acusado por Junior de ser louco. Com sua habilidade inquestionável de investigação, Julia encontra um mapa exposto na mochila aberta de Barbie, com um local marcado com um X e um PROCURE AQUI O SEU MARIDO ASSASSINADO (esse último é mentira). Não me espantarei se no próximo episódio ela encontrar o diário de Barbie aberto na página em que confessa ter matado seu marido.
O terceiro episódio deixa um gostinho de “não sairemos daqui”. E não estou falando dos habitantes de Chester’s Mill saírem da redoma, mas dos realizadores saírem da linha do mediano.
The Fosters – Saturday
13/07/2013, 00:32.
Carol Cadinelli
Reviews
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O nome não poderia deixar mais claro o assunto do episódio: um sábado. Sim, o episódio mostra acontecimentos saturninos da família Foster e não, não se trata de programas familiares. O início do episódio, naturalmente, se passa na manhã de sábado, com TODAS AS CRIANÇAS – exceto pelo Jude – de pé antes das dez da manhã. Digo, como é que uma série que passar veracidade com algo assim? *risos* Obviamente, isso causa um estranhamento em Lena e Stef, mas parece que todos estão ansiosos pelos acontecimentos do dia.
Comecemos por Stef: a mãe policial não trabalha aos sábados, mas visita seu pai. Uma visita bastante tensa a mostrada no episódio, visto que ao comentar o interesse de Jesus em ir para um acampamento católico com Lexi, é bombardeada por frases preconceituosas quanto a sua sexualidade. Pois é, parece que o vovô Foster não é muito a favor da escolha da filha de deixar “uma família linda, com um ótimo marido e um filho” por uma família não convencional, chegando até a mencionar que se tornar gay foi escolha. Stef fica indignada – pudera, também, né? – e depois de soltar indiretas – que o pai não entende – vai embora.
Lena, de acordo com o planejamento matinal, leva Jude a algum lugar – o que não é mostrado, porque o Jude nem aparece nesse episódio – e depois volta para casa e ajuda a organizar o jantar. O jantar é de vital importância e é o que faz Jesus acordar cedo. Como já dito, Jesus quer ir ao acampamento católico com Lexi no fim de semana seguinte, e como a relação entre os dois começa a ficar séria, já é hora de as famílias se conhecerem, certo? Certo. Mas talvez o dia não tenha sido o ideal.
Mariana se arruma para sair e diz às mães que tem um encontro com Garret – é, o hipster intelectual do episódio anterior. Mentira, mentira, mentira. A menina vai mesmo é se encontrar – novamente, ô menininha cabeça dura – com a mãe biológica. Cara, ela não aprende, né? Pelo menos dessa vez a Ana não só pegou o dinheiro e saiu andando – até porque nem tinha dinheiro -, mas conseguiu demonstrar um pouco de carinho ao levar um presente de aniversário para a menina. Mariana, novamente, está sendo uma boba de agir pelas costas da Lena e da Stef. São esses momentos de estupidez dela que me fazem ter irc. Logo agora que a mocinha estava reconquistando a minha simpatia!
Mudando de personagem, Callie, logo na cena inicial, ganha destaque: quando a garota se distrai com seu celular e deixa Lena no vácuo, a mãe estilosa vai ver o que é que prende a atenção da moça e se depara com fotos tiradas por Callie – elogiando seu talento com fotografia. Ai, gente, me perdoem, mas não vi nenhum grande talento ali para que a Lena ficasse tão surpresa. As fotos da Callie são aquele estilo que qualquer menina tira com um iPhone pra postar no instagram, mas cada um com sua opinião, né? Pois bem. Depois disso, Callie se encontra com Wyatt na antiga casa do moço e ele mostra para ela um desenho dentro do armário – aquilo, sim, é talento – e convida-a para a festa que vai fazer lá (detalhe: a casa está vazia, à venda) mais tarde. Ela fica de pensar e vai para uma reunião de jovens adotados. Na reunião, Callie escuta o depoimento de uma menina que foi adotada por sua antiga família – a família do misterioso Liam – e a chama para tomar um café. Durante a conversa, Callie assusta Sarah – a menina – ao dizer o nome de Liam, desfazendo sua mais nova amizade quando Sarah “foge”.
De volta à casa, Callie se encontra com Mariana, que a convence a ir à festa de Wyatt – notem que isso não tem como acabar bem. Chegando lá, a Foster novata percebe o óbvio: festa de Wyatt = confusão. As paredes todas pichadas e todo mundo semi-bêbado, isso a hora que as duas chegam. Callie fica avulsa na festa um tempão – se esbarra na Talya, cujo aparecimento é um ponto negativo, apesar de ela estar bêbada e menos bitch do que quando namorava Brandon – até que tem uma discussão com Wyatt. Vendo que o moço encara seus demônios estando na casa, a moça consola o bonitão e os dois decidem sair da festa depois de o louro garoto arrancar um pedaço da parede na qual desenhou. A ideia de ir embora parece ótima, mas para isso precisam encontrar Mariana. Durante a procura, Callie encontra Liam, o grande fantasma de seu passado, que diz a ela para ficar longe de Sarah, tenta tirar uma casquinha, coisa e tal até que Wyatt aparece e manda o garoto pastar – nem amei, né? Haha.
Enquanto isso, Mariana está com sua amiga junkie – é, aquela bitch que tentou incriminar a Callie, acho que é Leslie o nome dela, né? – e descobre sobre as intimidades do irmão com Lexi. Pê da vida, a gêmea enche a cara e está caindo quando Callie a encontra e tenta esconder a bebedeira da mais nova com chiclete.
Eis, agora, o estopim do episódio: o grande jantar. Tudo parece ir razoavelmente bem entre os presentes, inicialmente, até o momento de falar sobre a relação de Jesus e Lexi. As famílias têm algumas discordâncias, mas tudo ainda vai de boa até a chegada do pai de Stef. De surpresa, vovô Foster aparece e se junta à festa, e começa a condenar a homossexualidade da filha – isso porque o propósito da visita era se desculpar com ela. Tapa na cara do vovô quando a família de Lexi – carola e religiosa até os ossos – defende que a família de Stef também é uma família e diz que não há nada mais cristão que uma família, independente dos moldes da mesma – ponto altíssimo do episódio isso aí. Até então os Rivera estavam conquistando minha simpatia, até que uma Mariana bêbada entra na sala de jantar e revela tudo o que os Foster e Lexi tentaram esconder. FELADAPUTAGE, isso aí. Revoltadíssima. Resultado: Jesus não pode mais ver Lexi.
Fora isso, temos Brandon que teve uma história separada do resto todo: o moço tinha uma audição para concorrer a uma bolsa de estudos com um professor de renome, e dependia do pai para levá-lo. Depois de mil ensaios e mil execuções perfeitas, Brandon fica uma pilha de nervos pelo atraso do pai em buscá-lo e pelo pouco apoio recebido do mesmo, o que faz com que o garoto estrague tudo na audição. Fiquei com muito, muito dó dele. Após o fim de tudo, Mike chega atrasado para buscar o filho, que lamenta, e percebe que teria de tentar algo para levantar sua moral com Brandon. Após muita insistência, Mike consegue que o professor escute o jovem novamente e se surpreenda com o talento do primogênito Foster.
No fim das contas, temos uma Mariana bêbada ignorando a bronca das mães; Callie dando satisfação para as mães – essa parte me surpreendeu e me deixou felizona, pela confiança que Stef e Lena depositaram na Callie, aceitando que a culpa era da Mariana tanto por elas terem ido à festa quanto por a mocinha ter ficado bêbada e estragado tudo – e depois recebendo mensagens de Liam que dão a entender que o cara está stalkeando a moça; Jesus sem poder ver Lexi; Brandon – felizmente – chamado para estudar com o professor top (cuja mensalidade é caaaaaaaara, mas o Mike disse que paga); Lena e Stef decepcionadas com a filha gêmea e sem notícias de Jude – que deve estar de boa, né?
Nos aspectos técnicos, foi tudo tão bom quanto sempre. Justifico a queda da nota simplesmente pelo fato de ser um episódio que acabou realmente mal para a maioria, a família estava em dessintonia – se é que essa palavra existe -, e os Foster só ficam assim quando a situação é preocupante de verdade. Isso me deixa triste.
Que o astral melhore no próximo episódio!
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