TeleSéries
The Newsroom – Willie Pete
02/08/2013, 12:18.
Paulo Serpa Antunes
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Se conheço bem os blogueiros e o pessoal que comenta The Newsroom nas redes sociais, o episódio Willie Pete não vai ser lembrado pela primeira cena – Will detonando os pré-candidatos republicanos, que se calaram em um debate diante das vaias da plateia a um oficial norte-americano que se declarou homossexual. Willie Pete também não será lembrado pelo arco de Jim, que se recusa a fazer uma cobertura burocrática da campanha de Mitt Romney, igual a de todos os canais. Ou ainda por mais um vazamento de informações na emissora, desta vez da informação que Will não ficou doente e sim foi afastado da cobertura de aniversário do 9/11. As pessoas vão lembrar este como aquele episódio em que o Don caiu da cadeira.
Existe uma ingenuidade no texto de Aaron Sorkin. Que incomoda. Isto aparecia em The West Wing também, de vez em quando (pra dar um exemplo: apesar de ser super dramática, eu acho a cena de Bartlet xingando Deus em latim em Two Cathedrals meio tola) e é super evidente em A Rede Social (quando o roteiro de Sorkin simplifica a motivação para a criação do Facebook a uma dor de corno). Ele faz isto direto. No revisionismo histórico tem uma simplificação – e tem que ser perdoado, isto é TV. Mas quando o telespectador percebe esta síntese, ele se sente enganado. Eu supostamente estou vendo o show mais inteligente da TV e você me vem com esta superficialidade?
Em The Newsroom isto acontece direto. Nos EUA são constantes as criticas as bandeiras políticas que a série levanta. Aqui, imunes a divisão entre democratas e republicanos, percebemos menos isto. Na temporada passada, achei um bocado tola a chantagem que Will e Charlie fazem a Leona e Reese. E ainda mais tola a forma como a chantagem chega ao fim neste episódio.
Mas pra uma boa parte dos telespectadores a coisa aperta mesmo quando o roteiro força o tom da comédia. E decide fazer humor físico. Eu confesso que achei engraçado quando Sloan e seu produtor troll entram na sala de Don e a cadeira dele está rebaixada. E acabei rindo das duas vezes em que a cadeira cede para trás, o derrubando. Mas é infantil, eu sei. E sei que muita gente vai achar a cena tão estúpida quanto aquela, na primeira temporada, em que Will não consegue vestir as calças.
Aaron Sorkin tem este senso de humor bobo – e se às vezes isto é constrangedor, em outros momentos é charmoso. É o que acontece neste episódio quando Maggie começa a sentir efeitos colaterais de um remédio apenas 10 minutos depois de tomá-lo; ou quando Mackenzie diz que Will é uma pessoa justa, no exato momento em que ele aparece gritando no meio da redação, ameaçando demitir pessoas aleatoriamente.

Este terceiro episódio ainda retoma temas da temporada passada (a mensagem de voz em que Will se declara para Mackenzie, retomando um triângulo amoroso entre os dois e Nina Howard, a ótima personagem da Hope Davis) e mostra que todas as histórias apresentadas na season premiere irão se estender até a finale, avançando progressivamente – o relacionamento de Jim com concorrente Hallie, o avanço do Occupy Wall Street, o trauma que Maggie sofrerá na África e, claro, a pauta bombástica sobre o uso de gás Sarin em uma operação secreta das Forças Armadas dos EUA.
Mas você vai lembrar deste episódio mesmo como sendo aquele em que Don caiu da cadeira. Duas vezes.
Rizzoli & Isles – Killer in High Heels e Dance with the Devil
31/07/2013, 10:51.
Mariela Assmann
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Rizzoli & Isles deu uma subida de nível nesses dois últimos episódios. Gostei das tramas, das investigações, dos dramas. As atuações foram bacanas e os encerramentos não foram muito previsíveis. Mas, ainda assim, algumas coisas me incomodaram – ainda que bem pontuais.
Em Killer in High Heels, houve a confirmação de uma tendência: o foco está em Maura. E dessa vez nossa querida legista foi a criminosa da vez. Foi bem interessante ver a diferente personalidade apresentada por Maura, em especial no início do episódio. Sasha deu show, como sempre. E foi ainda mais legal ver os amigos lidando com as consequências de investigar Isles.
Reforçou-se a relação de amizade de Jane e Maura. No início, eu temi que Isles fosse entrar em conflito com Jane, mas ela usou toda sua lógica e racionalidade, e lidou com bastante naturalidade com a situação. Até demais, já que dava altas dicas pra ser considerada a culpada. Foi legal ver Jane defendendo a amiga das outras detentas, ficando chateada com Angela por causa do vídeo (achei que Angela entregou muito fácil uma “prova” pra incriminar Maura, que ela considera quase uma filha. Mas ok.).
Mas se aprovei a conduta de Jane (e dos demais detetives), desaprovo a falta de conduta de algumas pessoas. Pra mim, é inadmissível que Constance e Hope não tenham dado as caras no episódio. Tá certo que Maura pediu que a família não fosse alertada. Mas ela virou manchete nos jornais, e que mãe não correria para a delegacia ao ver a filha presa? Pra mim, uma grande falha no roteiro. Não ficou crível. Já a jogada de inserir uma policial protegendo Maura por ordem de Paddy foi boa, esperada até. Ponto a favor.
A investigação da morte do falso médico foi bem bacana. Teve momentos nos quais eu achava que eles não conseguiriam provar a inocência de Maura, apesar de não ter duvidado dela em momento algum. E o final foi meio inesperado, até porque não tínhamos como adivinhar que a modelo de biquínis brasileiros tinha um caso com o golfista famoso. Outro ponto a favor do episódio.
E se Killer in High Heels foi bom, Dance with the Devil foi melhor ainda. O momento pelo qual esperávamos – o julgamento de Paddy – chegou, e esse arco recebeu uma “conclusão” bem legal.
Começamos revisitando o passado, e descobrindo mais sobre a história de Cavanaugh (ótimo trabalho de Brian Goodman no episódio). Obviamente, aquele flash não apareceria de graça no episódio, e ficou evidente que Doyle tinha uma conexão com a morte da família de Sean. Mas eu não imaginei que Paddy tinha feito o trabalho pessoalmente, traindo a confiança de Cavanaugh e para lucrar mais na guerra das drogas com os colombianos.
Foi interessante ver a participação de Maura nas investigações. Afinal de contas, ele é o pai biológico dela, e as reações dele em relação a ela são bem diferentes das em relação o restante do mundo – exceto Hope. Mas a medida que ela vai percebendo o quão monstruoso ele pode ser, o desejo de vê-lo condenado à prisão perpétua aumenta. E aí surge um interessante ponto de conflito: Hope não vê seu grande amor como um mafioso, um criminoso. Ela insiste em vê-lo como o homem doce pelo qual se apaixonou.
E se a relação entre Maura e Hope ficou abalada após a descoberta de que Hope ajudou Paddy após o incêndio que vitimou a mulher e o filho de Sean, o depoimento dela deve amenizar os danos. Creio que veremos uma relação mais próxima entre elas a partir de agora.
Gostei muito das participações de Jane, Frost e Korsak no episódio. A equipe toda estava afiada. E, novamente, destaco a forte relação de irmandade que existe entre Jane e Maura.
Minha crítica ao episódio? A ausência – mais uma vez – de Constance e da Angela. Nunca Angela iria pro interior visitar a irmã bem na época do julgamento. Ela gosta muito de Maura. E a mãe biológica desapareceu, e nem liga mais pra rebenta? É essa a impressão que a série está passando.
Quanto ao futuro da temporada, creio que o foco deve mudar um pouco de lado. Acho que Jane receberá mais histórias. Mas sempre com Maura bem presente. Assim como é quando o foco está do outro lado.
Até a próxima review.
The Bridge – Rio
30/07/2013, 11:03.
Felipe Ameno
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A sensação que tenho é que está todo mundo perdido. Quando digo todos eu estou me referindo a todo mundo mesmo. Partindo dos policiais, passando pelas vítimas, e chegando até o assassino. E é claro que vou me incluir neste grupo de perdidos.
Primeiro vamos falar de Charlote. A coitada não sabia, ou se fazia de desentendida, sobre os negócios do marido. Agora que ele se foi e ela está segurando o pepino sozinha. Querendo fazer a honesta – apesar de todo mundo saber de seu passado promiscuo – a galera do travessia não está para brincadeira e já mandou vários recados. Se ela for manter a firmeza que vem mostrando nestes episódios vai pagar muito caro. Eu com adorador de cavalos (pelo menos é o significado do meu nome) não curti nenhum pouco a cena final (foto em destaque).
Agora são três frentes diferentes e igualmente perdidas, perseguindo a mesma pessoa. Até agora ninguém chegou nem perto – salvo o Valdez, que deu o ar da graça em alguns segundos e quase pegou o Steven. Sonya e Marco e suas respectivas polícias, o FBI e uma força tarefa e os repórteres Fray e Adriana.
O clímax do episódio foi o interrogatório de Steven. Ele manipulou a todos direitinho. Deixou a foto da loirinha cair no chão de propósito só para fazer coitadinho adotado que procura a irmã. Sonya embarcou na sua história e nem desconfia dele. Quero só ver quando ela descobrir a verdade! Prevejo a mesma reação de decepção/alegria de Carrie quando descobriu sobre Brody em Homeland (3 de 3).
Steven não ficou nem um pouco feliz com a forma que Marco o tratou. É melhor a Sra. Ruiz se cuidar, pois poderá ser seu próximo alvo, afinal de contas ela é morena e mexicana!
Outro ponto interessante foi ver a Sra. Ruiz finalmente conhecendo Sonya. Deu aquela olhada with laser e fulminou a policial americana. Gus, filho de Marco, também ficou encantado… E Sonya retribuiu a todos com sua simpatia de sempre.
Observações finais:
Alma toda preocupada com Sonya e nem sabe que os olhos, e corpo, de Marco agora estão com Charlote.
Apesar de afirmar no texto que Steven é o assassino, já começo a achar que tem uma outra pessoa (não falei que eu também estava confuso).
Vamos combinar que Juárez está mega caraterizada. Não mostram uma coisa boa de lá. Só tem bandido, assassinato, uma cidade sem lei. Sei que Fray é sem escrúpulos e tem alguma culpa no cartório, mas aquela cena dele limpando o sapato… Se eu fosse mexicano ficaria bolado.
O episódio não andou muita coisa e ainda estou esperando a história deslanchar!
The Fosters – Clean
29/07/2013, 23:30.
Carol Cadinelli
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Sem sombra de dúvidas, foi o melhor episódio até agora. Apesar da falta de Jude, foi um episódio excelente.
Tudo começa em uma mesa de jantar. Pausa aqui para elogiar a introdução dos episódios, sempre muito bem feita em um momento familiar. As mães comentam sobre a visita de Gretchen – ex de Lena – e Mariana recebe um telefonema inesperado. Quem vocês acham que é? Obviamente, a birth mom stalker dos gêmeos. Jesus a segue e Mariana conta ao irmão sobre o pedido de Ana – lembram que no último episódio ela pediu para a Mariana roubar algo de casa? – e os dois decidem acabar com esse parasitismo de vez, o que me deixou MUITO feliz.
Callie, na escola, tenta reconquistar a atenção de Wyatt, mas leva um balde de gelo. De qualquer jeito, as coisas começam a se acertar quando a moça o convida para ir ao cinema – diga-se de passagem, foi charmoso o convite, imitando o dele para ir à praia no dia da quiceañera – e ele aparecer no meio do filme quer dizer que, apesar de tudo, está de quatro. Pela primeira vez, Callie teve uma storyline simples e curtinha, o que me agradou muito porque estava ficando meio maçante todo o foco dado a ela. Fora isso, a questão Liam parece ter sido resolvida: Lena diz a Callie que Sarah foi trocada de lar adotivo e de grupo de apoio. Já estava na hora, né?
Brandon foi outro que teve uma storyline curta no episódio: Na escola, Talya entrega a ele ingressos para o show de sua banda favorita – presente de aniversário de namoro comprado com antecedência – e ele não aceita. Depois, acaba indo ao show acompanhado da ex e a coloca a par das novidades – principalmente sobre seu novo professor de piano. Fora isso, suas cenas se resumem a uma aula com o bambambam, que o critica, e ao início do episódio, na mesa do jantar.
O grande foco do episódio está nos gêmeos e nas mães, para a minha felicidade completa.
Mariana e Jesus vão à casa de Ana e o garoto fica chocado com a realidade da mãe: uma casa pobre, tudo faltando, um marido drogado. Ana, novamente, pede ajuda aos filhos, que se recusam a dar dinheiro. Esse choque acaba afetando um pouco sua relação com Lexi – que anda muito preocupada com todo o seu problema da imigração, etc -, mas a mocinha compreende os motivos do namorado. De volta ao lar, o garoto procura uma forma de ajudar a mulher que o abandonou e tem a feliz ideia de encaminhá-la para uma casa de mulheres – concordo 100% com Jesus nesse aspecto. Não quer dar o dinheiro? Beleza. Mas deixar sua própria genitora, mesmo que ela tenha te abandonado, em uma situação como aquela acho fora de questão. Mariana resiste à ideia e esse é o início do problema.
Quanto a Stef e Lena, bom, as duas saem para jantar com Gretchen, a ex da stylish mom e, por incrível que pareça, Stef e Gretchen se dão muito bem. Aqui devo ressaltar o trabalho de Necar Zadegan como Gretchen – não que a ex de Lena seja uma personagem difícil, mas foi bem feita. Foi bom matar as saudades da Dra. Bandhari. Voltando ao plot, Lena se sente desconfortável com as conversas de Stef e Gretchen e quase bate na partner quando a mesma convida sua ex para jantar em casa na noite seguinte. No fim das contas, tudo se acerta e quando a socialite, se é que a podemos chamar disso, chega ao lar dos Foster, Mariana fica encantada com a mesma e o casal está em sintonia até surgir o assunto casamento. Gretchen comenta que, enquanto namoraram, Lena sonhava com um casamento grandioso, sendo que Stef não sabia de nada. O casal começa a brigar e Gretchen acaba indo embora.
Enquanto isso, Mariana tenta saber o paradeiro de Jesus. O moço sai de casa com a desculpa de ir visitar a namorada, o que se prova mentira quando Lexi liga para Mariana convidando-a para sair. A gêmea começa a ficar preocupada quando o irmão não responde às suas mensagens nem retorna as ligações. No meio da discussão de Stef e Lena, Mariana entra na sala e conta às mães sobre sua preocupação, discorrendo rapidamente sobre ter conhecido a mãe biológica e sobre o que aconteceu. Stef imediatamente para de brigar com Lena e as duas sobem para o quarto. Foi um incrivelmente emocionante ver a Stef se preparando para ir salvar o filho. “Não deveríamos chamar a polícia?”, pergunta Lena; “Eu sou a polícia.”, responde Stef. *o*
Stef sai sozinha, e ao chegar ao endereço informado por Mariana, recebe back-up de Mike – que foi afastado da polícia nesse mesmo episódio por estar bebendo para conseguir trabalhar mais e pagar as aulas de piano de Brandon. Os dois entram na casa, temos tiros, vários tiros, e o episódio acaba.
Gente, meu coração não aguenta. Eu estou tão ansiosa pelo próximo episódio que quase não consegui escrever a review. Estão TODOS de parabéns, elenco, roteiristas, equipe técnica: Clean foi uma obra prima, acho difícil fazerem um melhor que esse, sinceramente.
The Newsroom – The Genoa Tip
29/07/2013, 13:03.
Paulo Serpa Antunes
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Eu desenvolvi uma teoria a respeito de The Newsroom nas últimas semanas. A teoria é: o que impede a série de deslanchar são as viúvas de Studio 60 on the Sunset Strip. Repare, todo mundo que malha The Newsroom geralmente usa o argumento que Studio 60 era melhor.
Não era. Studio 60 era uma série irregular, em alguns momentos confusa, em que Aaron Sorkin seguidamente desviava do tema central para ser panfletário.
Mas Studio 60 tinha, claro, um grande trunfo. Que era ter o Matthew Perry, o Bradley Whitford, a Amanda Peet, a Sarah Paulson, e cia… a série simplesmente tinha um dos melhores elenco que já se juntou numa mesma série de TV.
The Newsroom é uma série muito mais sólida, mais completa. E tem personagens muito ricos (e este episódio é prova disto). Mas de fato, tem problemas de elenco. Quer dizer, em termos. Porque a série tem o Jeff Daniels. E o Jeff Daniels está arrebentando!
Na season premiere, Will está lambendo as feridas. Ele foi contundente demais e agora paga o preço. E agora sabemos porque a cobertura do 11 de setembro é tão importante para ele – foi naquele dia que ele se tornou âncora. E este segundo episódio é o do despertar de Will. É o momento em que ele encontra uma nova motivação, uma nova guerra pra lutar. Pra quem acha que The Newsroom não é realista – gente, são histórias como a de Will que tornam a série tão real! E isto não diz respeito apenas a quem trabalha em comunicação – pensem em quem trabalha com política, imaginem o conflito destes caras que, diariamente, precisam tomar decisões impopulares. Imagine agora que, cada vez que você malha uma figura pública numa rede social, ela está do outro lado, vendo e sendo impactada por aquilo que você disse!
O problema de The Newsroom é que, o que sobra em Jeff Daniels, falta nos demais. Emily Mortimer encontrou o tom da personagem, está menos exagerada nesta temporada e sua personagem até aqui tem desempenho discreto – mas toda vez que a vejo em cena, não consigo não deixar de pensar que seria muito melhor para a série se no lugar estivesse uma atriz americana. John Gallagher Jr. e Thomas Sadoski são bons, mas são caras novas, não agregam muito ao show (sobre o personagem de Sadoski, o Don, achei bacana que no momento que ele terminou com a Maggie, ele simplesmente virou as costas e se jogou no trabalho; é um sinal de que ele realmente não amava ela).
E, bom, temos a Alison Pill.

A Alison Pill executa muito bem o papel da Maggie. É uma personagem ligada em 220 volts, cheia de determinação e energia, focada no trabalho, mas desorganizada na vida pessoal e amorosa, repleta de defeitos e imperfeições e possivelmente muitos problemas familiares. (Gente, acreditem, existem várias jornalistas assim por aí!). Eu comparo muito a Maggie com a Meredith Grey de Grey’s Anatomy. É um personagem-chave da série, mas um personagem de difícil identificação. E como foi com Meredith/Ellen Pompeo na última década, o problema aqui é exatamente definir onde termina a implicância com a personagem Maggie e onde começa a implicância com a atriz Alison Pill. Parece que tudo se confunde.
E o fato dela ser a base do pentágono amoroso que é pano de fundo da série não ajuda nada.
Bom, agora é esperar para ver o que a irresponsabilidade de Maggie na viagem para a África irá provocar. E torcer para que, com o pentágono amoroso desarticulado, a implicância com Allison/Maggie diminua e o telespectador consiga perceber que, apesar do elenco modesto, The Newsroom é melhor que Studio 60.
Falling Skies – Strange Brew
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Tom foi capturado pelos Espheni após a emboscada que sofreu no final do episódio anterior, The Pickett Line. Da Família Pickett, nenhum sinal. Tom acabou nas mãos de Karen, que o levou para um mundo de sonhos. Junto com Tom, o público foi desafiado a entender o que estava acontecendo com o mundo apocalíptico de Falling Skies. A brincadeira de Strange Brew foi interessante, mas demasiada longa.
Tom acordou em um mundo em que seus filhos ainda iam para a escola pela manhã e sua esposa Rebecca dormia ao seu lado na cama. No entanto, coisas estranhas começam a acontecer, como um sonho sobre uma invasão alienígena e a aparição de uma amante desconhecida e seu potencial marido teimoso.
A parte mais interessante do episódio foi a ver a inclusão das pessoas conhecidas da nova vida de Tom, em sua fase de professor. Maggie virou aluna de Tom, Pope um outro professor, Anthony era reitor da universidade, Karen uma policial, Lourdes uma aluna que tinha um caso com o professor Pope, Jeanne virou secretária de Tom e Weaver apareceu como um mendigo louco. E todos os lados dessa alucinação levavam a apenas uma pergunta: Boston, New York, Jacksonville ou Chicago?
Tom não respondeu. Apesar das inúmeras tentativas de Karen, ele não entregou a informação do local onde os Volm pretendem atacar os Espheni. Quem se divertiu um tanto foram os espectadores. Durante os cerca de 20 minutos em que a realidade da série virou a primeira das várias alucinações de Tom, Peralta estava planejando uma viagem com nada menos que… um personagem chamado “Dr. C.” e interpretado pelo mesmo ator que faz Cochise, Doug Jones (de The Neighbors e O Labirinto do Fauno).
Durante o sonho de Tom, também é engraçado ver a quantidade de vezes que as cidades em questão são mencionadas e aparecem como mensagens subliminares, como quando um aluno aparece com um moletom escrito “Boston”, e as perguntas de Hal no café da manhã. Até o ator Peter Shinkoda voltou a aparecer na série, depois de ter ficado afastado quando seu personagem, Dai, morreu no final da temporada passada.
Enquanto Tom processava a informação de que Anne e Alexis estão mortas e acompanhava a formação da rede de proteção Espheni, em Charleston o traidor continuava a atacar e quase conseguiu matar capitão Weaver quando explodiu o rádio transmissor. Foi fácil até demais, mas Tom fugiu de Karen. Depois de uma parada melancólica em sua antiga residência, ele segue para Charleston, onde deve encontrar com seus filhos. Hal, Ben e Matt acabaram voltando para casa e ainda não sabemos como. Também existem muitas informações obscuras que ainda serão jogadas na tela de Falling Skies até o final da temporada. Faltam dois episódios.
Pretty Little Liars – Under The Gun e Crash and Burn, Girl!
28/07/2013, 12:40.
Ariel Cristina Borges
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E como era de se esperar, mais dois episódios “comuns” marcaram a quarta temporada de Pretty Little Liars. Claro que são episódios comuns no nível de normalidade que só essa série consegue ter, mas ok.
Para começar, a atitude inteligentíssima que Hanna tomou quando tirou a arma que encontrou nas coisas de Ashley de dentro de casa teve a consequência esperada: fizeram o exame de balística na arma e comprovaram que ela causou a morte de Wilden. Ashley foi presa, mas pela primeira vez, ela pareceu estar contando a verdade quando disse que não matou o detetive. Hanna se viu completamente desamparada sem o apoio que recebia da mãe. Tudo bem que o pai dela resolveu foi obrigado a aparecer, mas convenhamos: se você é adolescente e precisa escolher entre ficar sozinha e ficar com um pai que te abandonou – duas vezes – para cuidar da filha da atual esposa, você prefere ficar sozinha.
Se Ashley estiver mesmo falando a verdade, com certeza isso foi mais uma armação de -A. Não deve ter sido difícil para este ser onipotente e onipresente pegar a arma depois que Ashley a deixou com Wilden – usando luvas, é claro, o matar e ir embora. Depois a pessoa foi linda e bela até a casa das Marin, entrou, colocou a arma lá e depois foi embora, sem ser vista por ninguém. Mesmo quando o mínimo que se espera de uma casa onde duas mulheres moram sozinhas é um sistema de segurança relativamente bom. Mas é de Pretty Little Liars que eu estou falando.
Perpetuando as ações inteligentes em dose dupla, nós tivemos Emily Fields. Colocar o dvd com o vídeo que mostrava que Wilden pode ter sido assassinado por outras pessoas em cima da mesa da detetive e simplesmente ir embora foi uma falha. Ela realmente achou que -A não sabia que ela estava indo fazer aquilo. Até aí, “tudo bem”. Mas achar que ela conseguiria devolver a chave do apartamento de Wilden para a gaveta da mãe dela antes que os policias dessem falta dela, foi demais. Ela não pensou que com a morte dele em investigação, os policiais pudessem precisar voltar lá. Também não pensou que tudo o que elas poderiam encontrar ali, mais cedo ou mais tarde seria encontrado pelos policiais responsáveis pela investigação. E, pior de tudo, não pensou no emprego da própria mãe.
Da Aria, confesso: senti peninha. Ter esses rumores espalhados na escola não deve ser muito legal, ainda mais por uma coisa que, sozinha, já é dolorosa em si. Por ter sido um plot que se resolveu muito rápido, mesmo com as suas complicações, acredito que ele tenha servido apenas para reaproximar Aria e Ezra, o que estava demorando a acontecer. Senti falta de ver o Ian Harding trabalhando. Ainda acho que o personagem dele podia ser explorado um pouco mais individualmente, ia ser um atrativo a mais que poderia fazer com que os expectadores descansassem um pouquinho de -A. E, falando em -A, dessa vez, eu acho que não foi ela quem quebrou o carro de Connor. Pensemos: Em três temporadas, este ser só alterou o guarda-roupas quando adicionou mais uma cor a ele, o vermelho. Por que, justo agora, ao invés de usar o casaco preto normal, ele usaria o casaco da equipe de natação da Rosewood High? Essa história também serviu para que Aria e Mike finalmente parassem de agir feito cão e gato. Foi até bonitinho ver eles dois juntos.
Quem também voltou, foi Mona. E voltou abalando as estruturas da confiança de Emily e Aria em Spencer. Ela abriu o jogo sobre Toby ter roubado o covil para entregá-lo a -A, mas diz que não sabe os motivos – o ue não me convenceu nem um pouco. Toby, por sua vez, não quer que ninguém saiba que está investigando a morte de sua mãe. Para tentar “recuperar a confiança” das meninas, ela foi atrás da tal Mrs. Grumwald e acabou e Ravenswood, cidade bizarra e que será o cenário do spin off de Pretty Little Liars que estreia em outubro. Tudo o que ela e Toby conseguiram lá foram mentiras, medo, Shana fugindo no carro de Jenna e um corvo suicida no para-brisas do carro.
Deixando o melhor para o final, confesso que achei a aliança de Toby e Caleb a coisa mais linda do mundo. Não só porque eles dois fazem parte da minha lista seleta de personagens preferidos. Mas porque os dois saíram da sombra das namoradas de vez. E porque eles chegaram um pouquinho mais perto de descobrir o que aconteceu no dia do incêndio. Mas só um pouquinho mesmo. Como não dá para saber ao certo se Nigel falou a verdade ou não, fica a dúvida: CeCe estava no helicóptero no dia do incêndio ou outra pessoa deu o nome dela para ele. E os óculos que apareceram no final? Eram de CeCe ou Alison?
Como sempre, Pretty Little Liars joga a corda e puxa de volta antes de qualquer um conseguir morder a isca. Só nos resta esperar para saber o que vai acontecer depois.
Suits – I Want You To Want Me
27/07/2013, 12:57.
Regina Monteiro
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Vilões e heróis disputam espaço dentro de cada um de nós. É parte da condição humana. Tornar-se um vilão ou um herói pode, portanto, ser uma questão de contexto. Foi assim com Hannibal, Rumpelstiltskin, Drácula, entre outros, que sobreviveram, após uma situação traumática, sustentados por seu lado mais sombrio. O lado negativo do homem. O lado onde sobrevivem as mesquinharias cotidianas ou as maldades supremas.
Em Suits, espera-se o vilão da vez, e temo que Louis Litt, possa se tornar esse vilão. Nas duas temporadas da série exibidas até agora, vimos um Louis sedento de atenção, desejando ter sua competência reconhecida, desejando fazer um amigo. Às vezes um tirano cômico, às vezes uma caricatura de seu lado mais frágil, ele sempre transitou entre decência e sobrevivência. Talvez os acontecimentos deste segundo episódio, desta terceira temporada, tenham sido a gota que fará o copo transbordar.
O roteiro de I want you to want me foi brilhante, ao associar a dois casos em que a firma estava trabalhando, uma corrida pela “posse” de Mike. Uma corrida da qual Louis participava abertamente e para a qual Harvey era levado inconscientemente. Como prêmio por ter perdido a responsabilidade pelo treinamento dos associados, Jessica deu a Loius a oportunidade de ter seu próprio assistente. Ele escolheu Mike, mas antes de convidá-lo para o cargo, propôs um trabalho em comum. Por outro lado, à medida que Harvey defendia Ava Hessington (Michele Fairley, Game of Thrones) de uma acusação de suborno, da qual seu assistente imediato era a principal testemunha, era levado a reavaliar a lealdade de Mike. Enquanto os casos se desenvolvem, Harvey mantêm-se distante e frio, mesmo diante dos apelos de Mike e das evidências da chantagem de Jéssica. Louis, por seu lado, age sendo ele próprio exageradamente afetivo, dando oportunidade ao rapaz de mostrar o quanto é brilhante.
Mas, no contato com sua cliente, Harvey é confrontado pela similaridade da relação entre Ava Hessington e seu assistente e a sua própria com Mike e os sentimentos opostos que experimentam: ela, de perda irremediável; ele, de traição. Mas quando ela expressa a falta irremediável que lhe fará o assistente que se tornara um amigo, Harvey é tocado, e acabam aí as chances de Louis ter em Mike um assistente e, quem sabe, um amigo.
A cena final do episódio, quando Louis vê Harvey e Mike conversando, e percebe que perdeu a disputa, e ato contínuo, joga no lixo o bolo que tinha mandado fazer para comemorar a ocasião em que o teria como associado, pode ser o início do aflorar deste lado mais duro e, talvez, cruel, do personagem. Porque, não nos deixemos enganar, sob aquele manto um pouco desconexo, Louis é extremamente perspicaz na avaliação das pessoas. Prova disso é a definição que faz dele próprio, de Harvey e do próprio Mike, quase ao final do episódio.
Mas torço para estar errada, porque Louis Litt, se conquistado, seria capaz daquela lealdade de que Harvey tanto fez menção em The arrangement.
The Newsroom – First Thing We Do, Let’s Kill All the Lawyers
26/07/2013, 21:42.
Paulo Serpa Antunes
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Depois de um longo verão (aqui no hemisfério sul, claro), The Newsroom voltou para sua segunda segunda temporada na HBO no último dia 14 de julho nos EUA (e 15 de julho no Brasil). E nada como um bom período de reflexão para colocar as coisas em perspectiva. The Newsroom acabou tendo uma recepção morna no ano passado e foi esnobada em grandes premiações (inclusive no Emmy, onde concorre em apenas três categorias). Uma injustiça. E a verdade é que de julho do ano passado para cá não apareceu nenhuma série melhor ou mais relevante na TV norte-americana. Clique aqui para continuar a leitura »
Rookie Blue – Poison Pill
25/07/2013, 11:20.
Mariela Assmann
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Rookie Blue foi renovada! Aeeeeeeee. Muitos motivos para comemorar. Acompanharemos nossos ‘novatos’ favoritos por mais uma temporada. E teremos mais tempo para ver a pegação Sandy – se os roteiristas cooperarem (nota: como vocês verão a seguir, tô com o coração dividido em relação a esse assunto).
Dito isso, vamos falar de Poison Pill. Outro episódio bem bacana nessa temporada, bem regular em se tratando da qualidade. E quando digo regular, digo constante. Porque de medianas as tramas não tem nada.
Nesse episódio, por exemplo, vimos o desdobramento de várias histórias. E gostei de QUASE todas elas. Só queria mais interação de Sam com Andy – ele mal se preocupou com ela, e o fato de Swarek nem ter dado um “confere” na situação dela quando McNally voltou pra delegacia me incomodou.
Então, vamos começar falando dos casais. Sandy, como todos sabem, não existe mais. E isso desde a reta final da 3ª temporada. Como eu comentei na review passada, um longo tempo se passou. Logo eles estarão separados há um ano, pelo menos. Tempo demais. E apesar de pra mim ainda estar bem claro que eles se amam (acho que ninguém duvida disso), acho que a situação de Swarek pode se complicar em breve. Há outra pessoa na jogada, e com uma química gigantesca com Andy.
Nick. Eu gosto muito da trama que estão dando pra Collins. E a cada dia é mais evidente a queda dele por McNally – especialmente agora que soubemos que no final de semana “de folga” dos dois, ao invés de voltarem para casa, eles decidiram passar um tempo “de qualidade” juntos. FOFO!! Da parte dela, porém, ainda não há sinais de uma paixão pelo amigo. Peck (tive peninha dela, mais uma vez) já sacou tudinho. Claro, ela precisou daquela ajudinha muy amiga da Chloe, e agora os sinais tão escancarados na sua frente. E o fato de Nick estar beeem desinteressado na namorada – o que foi aquela tentativa de ser fofo fazendo um desastre de café da manhã? – também não ajuda. Mas nem mesmo a rispidez de Gail impediu Collins de dar o omelete para Andy, o que confirma nossas suspeitas de que o café da manhã foi feito sob medida pra McNally.
Ok, eu shippo Sam e Andy. Ainda. Mas talvez seja hora de Andy se envolver com outra pessoa, especialmente se Sam continuar com Cruz. E quem mais apropriado do que o fofíssimo do Nick? Minha opinião sobre esse assunto ainda está meio nebulosa, mas confesso que os momentos que os dois gastam juntos – e a fofura que Collins teve com Andy quando ela voltou pra delegacia – me fazem querer vê-los como um casal. Meu coração shipper está dividido, já que Gail e Nick também me agradam demais. Veremos o que acontecerá na sequência.
E por falar em casal, Dov mais uma vez meteu os pés pelas mãos e resolveu não se envolver com a “complicada” Chloe. O vacilão pisou feio na bola ao desmarcar o filme por causa da bipolaridade dela.
Mal sabia ele que a bipolar, na verdade, é Cruz. Aliás, bacana ver ela se abrindo para Andy. Mas tenho certeza que essa história vai dar muita dor de cabeça para elas, ainda. Marlo vai perder – quem sabe – o emprego e – quase certo – o namorado. E Andy vai ser penalizada – tomara que não – por ter conhecimento do transtorno da colega e por não ter reportado aos superiores.
Sobre o caso, acho que ele tinha potencial pra ser bem mais dramático. Mas, ainda assim, foi interessante, e achei o desfecho bem imprevisível. E as investigações envolveram quase todos os policiais – e detetives -, cada um a sua maneira, o que também foi bacana. Ressalva: Nash até que participou bastante. Mas não sei, ainda sinto falta de alguma participação mais marcante dela. Tomara que logo vejamos algum destaque para Traci.
Do que não gostei, além do “descaso” de Sam com Andy? Do encerramento da história do Chris. Juro pra vocês que mesmo eu – que ficava insistindo que a enrolação deveria acabar – fiquei chocada quando, no final do episódio, ele se despede de Oliver. Sério, Chris? Assim? Sem nem uma despedida apropriada dos amigos, especialmente de Dov? Aparentemente, foi mesmo o último episódio de Travis Milne. Se for isso mesmo, uma pena que tenha encerrado sem um tchau apropriado. Especialmente porque o personagem, apesar do fraco final da 3ª temporada e do desperdício dessa quinta, foi um dos meus favoritos.
Hoje mais um episódio será exibido nos EUA. E parece que vem fortes emoções por aí. Até a review! =)
Dexter – What’s Eating Dexter Morgan e Scar Tissue
23/07/2013, 11:48.
Juliana Baptista
Reviews
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Não sei como arrumar mais fôlego para esta temporada.
Essa ideia de fazer com que todos os episódios sejam super tensos e com ótimos ganchos para a próxima semana esáa indo muito bem! Podemos perceber como o pessoal da série se esforçou para terminar a última temporada em grande estilo.
São tantas coisas pra comentar que certamente acabarei esquecendo alguma coisa. Primeiramente vou comentar sobre Debra e sua reviravolta nesses dois últimos episódios. A trama não iria se sustentar por muito tempo com ela toda deprê, enchendo a cara e simplesmente ignorando o irmão todo santo episódio. Mas o que eu não esperava é que ela fosse pra delegacia confessar tudo! O diálogo dela com Quinn foi ótimo, com todas aquelas frases com dupla interpretação (para nós, parecia que ela estava confessando um crime, para o Quinn parecia apenas culpa por não ter conseguido salvar a vida de Laguerta). Fiquei realmente com pena dela naquela situação. Deb bêbada, culpada, depressiva e sem saber o que deveria fazer. Jennifer Carpenter atuou muito bem, conseguimos sentir toda a tensão do momento.
Simplesmente não consigo ter uma opinião formada sobre Vogel. Ás vezes penso que ela vai ajudar Dexter e Deb, depois penso que seria muito ingênuo esperar esse tipo de coisa, daí penso que ela está por trás de tudo manipulando Dexter e eliminando todos a sua volta. Acho que a Vogel foi de grande ajuda pra Deb sair daquela situação deplorável, pela primeira vez ela encarou os problemas dela com Dexter, relembrou dos laços com Harry e tomou uma atitude sozinha. Harry sempre foi o paizão ídolo de Deb e ela conseguiu perceber o quanto são parecidos no modo de encarar as coisas.
Acho que Vogel não tinha a intenção de fazer com que Deb percebesse que a única saída é o suicídio, igual ao pai. Muito menos se matar e levar o irmão junto! Mas Vogel fez Deb perceber que ama Dexter acima de tudo (mas digo isso como um amor fraternal, não levo a sério essa história de Dex e Deb como um casal). A cena de Dexter saindo da delegacia e indo ao encontro da irmã foi realmente muito bonita, a fotografia, a trilha sonora… tudo impecável! Por um momento até eu pensei que tudo ia ficar bem. Daí lembrei que estava assistindo Dexter e nada fica bem por muito tempo!
Não me surpreendi com essa história da Vogel escrevendo sobre Dexter. Na verdade, acho que ela deve estar planejando um livro todo só com ele já que Dexter é a “obra mais perfeita” dela. Queria que os próximos episódios abordassem mais quais são esses métodos “pouco convencionais” que ela usava com os pacientes. Com tantas coisas acontecendo, não consigo achar tanta graça nesses ex-pacientes dela. Tudo bem, é interessante ver como outros psicopatas estão vivendo suas vidas e tudo mais, mas os problemas dos Morgan são muito maiores que isso.
Outro ponto que achei estranho foi o fato de “ressuscitarem” o Quinn. O pobre policial que estava como apêndice durante todas essas temporadas depois que levou um pé na bunda de Debra, agora ganhou mais destaque e importância. Ele alterna entre “par perfeito da Jamie” e “ex que se importa” com a Debra. Já estava me acostumando com ele e Jamie, com o Batista aceitando o cara e querendo ajudar na promoção pra sargento, não faz sentido querer que ele volte a ser parzinho da Deb.
E por falar em casais, o que é aquela vizinha do Dexter? Ele já tem muitos problemas pra administrar, será que ele ainda arruma tempo pra dar uns pega na moça do One Tree Hill? (Não, não conseguirei chama-la de Cassie). Como tenho esperanças de que Hanna volte, essa história de pegar a vizinha só vai complicar ainda mais o coitado! Dexter, pare de esbanjar sedução na vizinhança, ok?
Observações finais:
– Harrison falou novamente! Não estou acostumada com esse menino abrindo a boca, ainda mais por dois episódios consecutivos! Adorei a cena do terceiro episódio com ele comendo picolés escondido <3
– Masuka tem uma filha! Para tudo! Onde arrumaram aquela atriz? Ela se parece muito com o Masuka. A Dora Madison Burge já fez algumas aparições em The Lying Game e Fiday Night Ligths, mas como não via nenhuma dessas séries, foi uma surpresa pra mim! Adorei os dois rindo com aquela risada estranha.
Se eu não tiver nenhum ataque cardíaco no próximo episódio, semana que vem comento sobre o This Little Piggy!
Under the Dome – Outbreak
22/07/2013, 17:33.
Matheus Odorisi
Reviews
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Nos anos 60, a rede Globo exibiu Anastácia, a Mulher sem Destino, uma novela das oito que foi um fiasco. Com um monte de personagem que “não ia pra lugar nenhum”, a emissora contratou Janete Clair para resolver o pepino. A autora apelou, e para botar um rumo na história (ou quase isso) inventou um terremoto que matou quase todos os personagens, pra não ter que lidar com do desenvolvimento de suas storylines. Foi isso que eu achei que fariam nesse episódio de Under The Dome: pensei que o surto de meningite iria matar metade do elenco já no quarto episódio, porque não tá funcionando não.
Bom, não foi isso que fizeram (ainda). A doença serviu apenas como o contratempo do dia, assim como foi a caçada ao policial maluco e o incêndio dos outros episódios. Esse padrão de roteiro está infantilizando a história, e a gente não acredita mais que esses fatos levarão a história para outro nível.
A meningite da vez serviu para levar a cidade toda pro hospital. Lá, Junior é escolhido para tomar conta do povo em quarentena, e é presenteado com uma arma porque, vamos combinar, ele é a melhor pessoa ali para ter porte de arma. Enquanto isso, Barbie e Big Jim, que agora são uma dupla, buscam as vacinas, roubadas pelo personagem mais surtado e mal escrito: o reverendo. O religioso quer queimar os remédios, porque se em um episódio ele é incendiário, no outro já virou fundamentalista, e acredita que tudo aquilo é um castigo de Deus. Cara, castigo é o seu plot.
Enquanto a dupla salva o dia, no hospital, Norrie tira selfie pictures horrendas, e decide testar como funcionam seus ataques epiléticos. A garota encosta em Joe enquanto bota o iPhone pra filmar. Os dois tem um novo ataque, se estrebucham e cantam Nicki Minaj, e veem no vídeo que Joe faz um sinal de silêncio, sem lembrar que o fez. Mistério.
Mas o mistério mesmo do episódio é o cabelo de Linda, que se revela quando solto no hospital. Me perdoem pela minha obsessão capilar nessa série, mas é que não há muita coisa chamando a atenção. Linda está nas últimas quando encontra sua ex-professora na maca ao lado. Vendo que a policial está nas últimas, a senhora doa a sua dose de remédios, e acaba morrendo. Pobre senhora, mas não há lugar para bons atores nesse seriado, que era o caso da intérprete da professora, que nos convenceu em cinco minutos mais do que Natalie Martinez nos quatro episódios.
Julia, também doente mas ainda desconfiada de Barbie, recebe a informação de Junior de que o loiro rondava uma cabana. A jornalista resolve fugir da quarentena e ir investigar. Lá, descobre algo em um papel, que parece ser a confirmação de que seu marido tinha dívidas. Ao desmaiar, é salva por Barbie, que no hospital revela que era um executor de agiota. Pelo menos foi o que eu entendi. Tomara que a grande investigação de Julia não pare por aí. Queremos ver ação entre esses dois, que pelo menos ficam bonitos juntos.
Já sã e salva, a xerife da cidade decide dar um distintivo para Junior, apenas pelo fato do garoto ter conseguido acalmar a galera nervosa da quarentena. Mas o cliffhanger mesmo que temos fica com Big Jim encontrando Angie no bunker. Será que Jim irá soltar a garota? Será que Junior conseguirá manter a prisioneira? Será que o cachorro encontrado no outro episódio aparecerá de novo? Será que algum morador vai começar a fazer teorias, porque já são quatro dias na redoma e ninguém se mostra muito curioso com o fato de estar preso em um campo de força.
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