TeleSéries
The Newsroom – News Night With Will McAvoy
13/08/2013, 11:25.
Paulo Serpa Antunes
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Eu dormi esta segunda-feira pensando em rever News Night With Will McAvoy. Desisti. Ah, claro, tenho certeza que vou ver e rever este episódio várias e várias vezes. Acho que estamos diante de um episódio que vai crescer ao longo dos anos, ao longo da audições, sabe? Durante a exibição dele eu já fui mudando de opinião algumas vezes. Comecei achando confuso (olha que trouxa), já que ele parecia desconectado da linha de tempo da série (claro que não era). Depois fiquei com a impressão que ele seria um filler (olha que trouxa ao quadrado!), já que demorou bastante pra abordar Genoa e o trauma de Maggie. Mas quando o fez, o fez bem, é o que importa.
Eu decidi não rever News Night With Will McAvoy antes de escrever esta resenha porque não quero racionalizar demais. Prefiro sentir o episódio com o coração. Sentir o estresse pós-traumático da Maggie, a preocupação de Jim com ela, a vergonha e a raiva de Sloan, a empatia de Don por ela e também sua preocupação em não difamar ninguém, sentir o profissionalismo de Neal (na seriedade com que ele dá a alguns tweets), o sentimento tolo do garoto que prefere sair do armário em diante da mídia do que diante da família, e a cautela de Charlie ao perceber que a Operação Genoa é uma realidade, que estremece as Forças Armadas. E, claro, Mac e Will.
News Night With Will McAvoy é um episódio em tempo quase real, mostrando como um telejornal vai sendo construindo ao longo de sua veiculação (e como novas pautas surgem, outras caem e como se cometem e corrigem os erros). Repare que Will não sai da cadeira ao longo dos 58 minutos do episódio – mesmo diante da informação que seu pai sofreu um ataque cardíaco. É um episódio brilhante no formato. E que aborda alguns temas atualmente em moda na comunicação: vazamento de fotos privadas, fake news e trotes aos meios de comunicação.

Mas o que importa, no fim do dia é outra coisa.
Well, I guess it’s just us now.
Este é um episódio pra sentir com o coração.
Suits – Conflict of Interest
11/08/2013, 12:23.
Regina Monteiro
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Um episódio em que o que salta aos olhos é a habilidade dos roteiristas em desconstruir a idéia que, em um primeiro momento, nos levaram a ter a respeito de seus personagens. Explorando, tal qual arqueólogos, as diversas camadas emocionais das quais o ser humano é feito, surpreenderam, mais uma vez, em Conflict of Interest, fazendo em pedaços a idéia de um ser humano unidimensional, e, portanto, retirando dos personagens de Suits, o rótulo de bom ou mau, com o qual, freqüentemente, nos deparamos nas histórias contadas por Hollywood.
Harvey e Mike cederam o lugar diante dos holofotes para Jéssica, Louis e Katrina. Em mais uma disputa jurídica envolvendo Ava Hessington, foram os três personagens secundários que brilharam. E brilharam justamente porque agiram de forma inesperada.
O problema com Ava Hessington, desta vez, era a possibilidade de que ela perdesse o controle de sua empresa para outro investidor, uma vez que ainda estava sendo acusada de assassinato e isto se refletia na queda do valor das ações da Hessington Oil, razão pela qual ela deveria deixar a empresa. A Pearson e Darby, por sua vez, representa a Hessington Oil e também sua CEO e ambas, aparentemente, possuem interesses irreconciliáveis. De um lado, então, vemos Louis e Katrina, defendendo os interesses da empresa, e, de outro, Harvey e Mike procurando livrar Ava das acusações de assassinato e mantê-la no cargo que ocupa.
Nesta disputa, o que realmente está em jogo é o contrato de catorze milhões de dólares que a Hessington Oil tem com a Pearson e Darby: se o preço das ações continuarem a cair e a empresa for comprada por outro investidor, a Pearson e Darby perde a empresa como cliente e, conseqüentemente, seus catorze milhões de dólares. No entanto, Ava continua a afirmar que é inocente e se recusa a deixar o comando da empresa que é uma herança de família. O que as duas equipes tem em comum é a certeza da participação de Ava nos assassinatos e a ordem de Edward Darby de que Ava era a prioridade e não a empresa. Harvey lembra isso a Jéssica e, ao mesmo tempo, deixa entrever que ela perdeu o controle do escritório e, agora, ele tem o apoio de Darby.
Diante deste quadro saímos do óbvio para o inesperado quando, finalmente, Ava convence a todos de que é inocente. Louis que, com o consentimento de Jéssica, já havia armado uma estratégia para destituir Ava de seu cargo, vê-se compelido a mudar de opinião e de tática, mas é impedido por Jéssica. Ou seja, Louis, mais uma vez, transita da ganância para a generosidade quando confrontado com a obviedade dos fatos.
Jéssica, por sua vez, faz o caminho inverso e, pela primeira vez, mostra que a ela também se pode aplicar a máxima de que todos tem um preço: o dela é o controle do escritório de advocacia. Quando o controle do escritório está em jogo, desaparecem toda a coerência e retidão de caráter que o personagem demonstrou nestes dois anos da série. Percebendo a óbvia aliança entre Harvey e Darby, ela opta por sacrificar Ava, apesar de também ela ser sua cliente e, principalmente, ser inocente.
Katrina, por sua vez, despiu-se do manto de megera e deu uma lição de humildade. Aproximou-se de Mike, deu-lhe crédito por suas idéias, alertou Louis para a inocência de Ava e manteve a lealdade para com seu chefe imediato.
Assim, não é possível simplesmente amar ou odiar qualquer dos personagens da série pois, a cada episódio, qualquer um deles pode se provar digno de qualquer um desses sentimentos. E aí reside outra maestria dos roteiristas e diretores: dão-nos matéria bruta para refletirmos sobre atitudes inesperadas e sobre a condição humana. E depois disso tudo, ainda conseguem, repetidas vezes, ao final de cada episódio, deixar interrogações suficientes para levar o telespectador a voltar na próxima semana.
Pretty Little Liars – The Guilty Girl’s Handbook e Into the Deep
11/08/2013, 00:23.
Ariel Cristina Borges
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Summer finale chegando e Pretty Little Liars FI-NAL-MEN-TE pegando ritmo. Tudo indica que o último episódio antes do hiatus da temporada vai ser de tirar o fôlego. Basta eles seguirem a linha dos dois últimos episódios.
Coincidência ou não, as coisas ficaram mais animadas nos episódios em que Mona apareceu… Ela simplesmente confessou ter matado Wilden no lugar de Hanna. Não que Hanna tenha o matado, ela só queria levar a culpa pela mãe. Que também não matou o detetive. Enrolação no maior estilo Pretty Little Liars. Mas, voltando a Mona, é bem provável que ela tenha mentido quando se entregou. Por causa de seu histórico em Radley, ela sabia que voltaria para lá se fosse presa. Como não existem provas contra ela, é provável que ela seja liberada em breve. Ou seja, há duas explicações para ela ter se entregado: 1) Ela quer conquistar a confiança das liars de uma vez por todas (ela até pagou a fiança de Ashley) ou 2) Ela vai usar Radley como disfarce para sair às escondidas como fazia da outra vez. Mesmo assim, ela contou para o detetive que a interrogava que conseguia fazer isso, então é provável que a atenção seja maior sobre ela agora, o que “anula” a segunda opção.
Mais uma para o time do “quem é vivo, sempre aparece”, Jenna deu as caras, mas teria sido melhor se não tivesse voltado. Aparentemente, ela sabia de alguma coisa sobre Alison. Só que ela sabia demais, e alguém a atacou na festa de Emily. Shana deu a entender no final que teria sido CeCe Drake, como já era suspeitado. Será que eles ainda não entenderam que festas em casas do lago nunca dão certo em Pretty Little Liars?
O plot de Emily está começando a dar dó, de verdade. Primeiro ela se machuca e é quase certo que não vai mais conseguir entrar em Stanford. Depois um carro entra com tudo em sua casa e a destroi (e o motorista consegue fugir, claro). E, para terminar, ela percebe que provavelmente vai ter que se separar de Paige se a namorada for para a faculdade antes dela. E isso justo no dia de seu aniversário… Daqui a pouco que enlouquece e vai parar em Radley é ela.
Hanna passou os dois episódios em função de sua mãe, como ficou desde que encontrou a arma no armário dela. Mesmo assim, ela ganhou um destaque bom na série. Tudo bem que a ideia de se entregar não foi das mais inteligentes, mas foi bem pensada e planejada, provavelmente teria dado certo se Mona não tivesse mexido os pauzinhos para impedir.
É de dar dor no meu coração dizer isso, mas Spencer está tão apagadinha de uns tempos para cá… Não se fala mais sobre ela não ter entrado em UPenn e com o Toby viajando e Melissa sumida no mundo, ela não tem plots ligados diretamente a outros personagens. Mesmo assim, o fato dela ter sumido exatamente antes de Jenna ter sido atacada pode ser usado contra ela no futuro.
Ezra me surpreendeu em Into the Deep quando deu a entender que vai entrar na justiça para conseguir a guarda de Malcolm antes que Maggie viaje para Washington. Engraçado é que eu tinha pensado que ela ia embora levando o menino e ia deixar o caminho livre para Aria voltar para a vida do professor de uma vez por todas… Mas ela já está de olho em outro professor. Jake, que topa dormir em sofás e ser o guarda costas dela só para estar por perto “sem complicações”. Sei. Era fato que eles iam terminar onde terminaram – na cama dela. O que ninguém esperava era Red Coat em pessoa e cabelos loiros se esgueirando para entrar na casa dos Montgomery enquanto Aria e Jake estavam se divertindo no quarto. Nessas horas, uma pergunta vem à sua cabeça: “Cadê o Mike?”. Pois é, o Montgomery mais novo disse que ia proteger a irmã e agora está enrolado com o próprio time de lacrosse.
Não falta muito para terça-feira, mas eu já estou oficialmente ansiosa para saber o que vai acontecer nos próximos dois episódios. Pode ser que a identidade do assassino de Wilden seja revelada. E a torcida para isso é grande, pelo menos da minha parte.
The Bridge – The Beast
10/08/2013, 17:16.
Felipe Ameno
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Parei de tentar descobri o que vai acontecer em The Bridge! Começo meu texto com essa afirmação, pois tem alguns episódios (todos) que eu ando confuso com a história e The Beast só serviu para me deixar mais confuso ainda. Adoro ser surpreendido, mas também gosto de adivinhar o que vai acontecer. Dedico muito tempo pensando nas coisas que acabo não prestando a devida atenção na história. Daqui pra frente, vou deixar o enredo me levar!
O que é um serial killer? É uma pessoa que mata muita gente. Muita gente mata muita gente. Soldados, terroristas, presidentes… (POLÊMICO)
O episódio começa com uma conversa bem interessante e uma descrição mais interessante ainda de um serial killer. Esses caras do cartel estão mesmo determinados a terminar com toda essa atenção que a fronteira vem recebendo. Eles também estão atrás de Valdez, que por sua vez procura Steven que escondeu Eva na fazenda. Logo, por associação, o cartel quer Steven – e o acha. Foi confirmado que Eva é/era namorada de Valdez.
Sonya decide fazer uma visita aos Ruiz em pleno domingo à noite e fica para jantar. Ela devolve a carteira de Marco o que faz com o que o radar de Alma fique em alerta. Logo ela descobre que seu marido dormiu com Charlote e o expulsa de casa. Não vou culpa-lo, a Sra. Millwright realmente é irresistível.
Maria está no hospital se recuperando de quase fritar no deserto e presta seu primeiro depoimento. Marco querendo ajudá-la, a incentiva só falar mediante asilo político. Wade consegue o green card mas ela não tem muito a dizer, mas confirma que o carro que a resgatou na beira da estrada era da polícia.
Marco, ainda boladão por ter sido expulso de casa, extravasa toda sua raiva em Steven e Fray. Ele acaba roubando o telefone do último o que deixa Sonya perplexa. Mas isso foi bom, pois ela tem o primeiro contato com o serial killer e ele afirma que o FBI sabia das escapulidas do agente morto.
Bem no início do episódio, Sonya e Marco tentam investigar os arquivos do FBI, contudo os federais não deixam. Depois disto, com que Maria e o serial killer disseram, eles ligam os pontos e chegam a conclusão que o assassino pode ser um deles (policial).
Mais alguns personagens são introduzidos e já vão embora. Gina não tem o amor dos pais e é presa por ser acusada de roubar uns brincos. Quando seu pai chega e paga a fiança ela resolve ir para o México. Lá quase é sequestrada, conhece de perto a realidade mexicana (da série), e é apresentada a Besta do título do episódio. Ao voltar para casa, achando que as emoções tinham acabado, assiste ao seu pai ser assassinado.
Marco e Sonya a encontram dentro do armário. Mas que diabos eles já estavam fazendo lá? O pai de Gina era o psicólogo que estava cuidado do agente do FBI que foi decapitado e foram até a casa dele para colher mais informações.
Estamos chegando na metade da temporada e tem muita coisa para resolver! Só espero que não deixem tudo para o final e os acontecimentos sejam explicados na velocidade da luz.
Considerações finais:
Charlote é a minha segunda personagem favorita. Ponto! O pouco que aparece enche a tela. Adorei a conversa dela com o Marco e quem será esse cara novo que chegou?
Sonya e Marco na mesma casa. Conhecemos um pouco mais sobre o seu passado – sua irmã foi assassinada.
RIP Valdez. Você não macho suficiente e Steve levou a melhor!
The Newsroom – Unintended Consequences
07/08/2013, 12:16.
Paulo Serpa Antunes
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Eu não sei quanto a vocês, mas este episódio renovou a minha confiança em The Newsroom. Até uma pequena esperança de renovação eu passei a ter.
Unintended Consequences não entrega apenas três boas histórias. Unintended Consequences mostra também grandes seres humanos. E numa TV que gosta de incensar monstros e anti-heróis (sim, isto é uma indireta pra quem gosta de Dexter e Ray Donovan), nossa, isto é um oásis.
Finalmente embarcamos na jornada de Maggie e Gary Cooper (que não, não é o galã do cinema) pela África. Eu pensei que esta história fosse se estender por 2 ou 3 semanas e fiquei feliz que não tenha sido. Deu ao episódio um certo desfecho que vinha faltando nas semanas anteriores, todos construídos para conduzir o telespectador em torno destes arcos da temporada. O mais curioso é que achei que Maggie se envolveria num conflito civil e foi algo muito mais simples que isto – um confronto com ladrões, provocado especialmente por problemas de linguagem. Já falei antes aqui, que a impressão que eu tenho é que Maggie é a personagem mais odiada da série (e por razões muitas vezes erradas). Levar consigo a morte de um garotinho, que carregou nas costas e que lutou para não deixar para trás, realmente, é algo capaz de mudar uma vida. E o episódio soube contar esta história muito bem.
Jim sacrifica uma pauta para ajudar uma colega, uma concorrente. É algo meio impensado nesta profissão mas, conhecendo o caráter de Jim, é compreensível. Ele está fora da cobertura da campanha mas, felizmente, recebeu sua recompensa pessoal (gente, o que são estas filhas da Meryl Streep? São a prova definitiva da evolução das espécies!). Mais do que o beijo, é preciso destacar o diálogo entre Jim e Taylor (a personagem da Constance Zimmer) na piscina. É um clássico de Aaron Sorkin, mostrar que nada é preto no branco. Seria muito simples demonizar os assessores parlamentares e os assessores de imprensa: mas eles estão ali para executar um papel difícil (e também ingrata).

As histórias do Occupy Wall Street e da Operação Genoa acabam se cruzando neste episódio, quando Shelly, que foi humilhada na televisão por Will, se torna a única pessoa que pode tirar a pauta de um beco sem saída, ao introduzir uma nova fonte para a história. O problema: ela exige uma retratação. A trama gera boas cenas cômicas, que revelam a falta de sensibilidade de Sloan e Don com a garota. Mas o melhor aqui é perceber que tanto Sloan, Don e Will se prestam a negociar com ela por uma pauta que eles sequer sabem sobre o que é. Eles o fazem por confiar na Mac, no Neal. Fazem pelo time. Alguém recentemente fez isto por você?
Como eu disse, este episódio renovou a minha confiança na série. E também a minha admiração por estes personagens. E se este tiver sido o ponto alto da temporada de The Newsroom, já estou mais do que satisfeito.
The Fosters – Vigil e I Do
06/08/2013, 19:53.
Carol Cadinelli
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Ambos os episódios excederam as cinco estrelas. Acho que estou apaixonada por The Fosters, mais do que nunca. Vigil revelou tudo o que aconteceu no final de Clean, que terminou com os tiros. Em resumo: Stef foi baleada e passou o episódio todo no hospital. Jesus não estava na casa, estava levando Ana ao abrigo de mulheres, então não ficou sabendo de nada até um pouco mais tarde. Mike acabou não levando a melhor por estar em campo enquanto estava oficialmente afastado da polícia. De resto, só preocupação – todos preocupados com Stef e Mariana preocupada em talvez as mães não a quererem mais.
Gente, que dó que eu fiquei da Mari, muito mesmo. Tadinha. Quando a Lena foi conversar com ela, a menina ficou tão acuada que deu vontade de colocar no colo e ninar. A cena da conversa das duas definitivamente foi um dos pontos altos do episódio, só pelo que a Lena diz. “DNA não faz uma família. Amor sim.” – nem chorei quando ela disse isso, né? Callie, após conversar com Wyatt, decide se declarar para Brandon, mas acaba quebrando a cara quando entra no hospital e Talya está lá. AI QUE ÓDIO DESSA MENINA. O Jude aparece, YAY! Diz que ele estava na casa do Connor, acho que era a única saída para explicar o sumiço do garoto, certo? O outro ponto alto do episódio é a Stef pedindo a Lena em casamento, no leito do hospital, quase morrendo. *o* Podem surtar, foi lindo, perfeito, incrível, fabuloso, tudo o que há de bom. Vigil foi realmente um tempo muito bem empregado.
Em I Do, o contexto é de preparação da cerimônia de casamento de Lena Elizabeth Adams e Stefanie Marie Foster. O episódio se resume à tensão do momento, intensificada pela opinião desfavorável do pai de Stef, o que a deixa nervosa, e pelas divergências entre as mães sobre o que deve ser utilizado no casamento. Primeiro ponto alto do episódio: momento em que Stef vai à casa do pai pedir que o mesmo não compareça à cerimônia. Stef corajosa, quanto orgulho eu tenho de você! Outras bombas: Lena e Stef resolvem adotar Callie e Jude de vez. BOOM. Ok, todos esperavam isso, mas foi um ponto bastante alto no episódio, assim como o beijo de Callie e Brandon. BOOM. Jude pega a irmã no ato e fica boladíssimo da vida, dizendo que Callie é egoísta e só estraga tudo, etc, etc. Primeira vez que vi Jude bravo e, devo dizer: não baixou o nível. É um menino de ouro, esse Jude. Outra coisa também é o comunicado de Lexi a Mariana, de que vai voltar para Honduras com os pais. Fico com dó do Jesus, que só fica sabendo depois de negar calor.
O casamento é lindo, lindo, lindo. Celebrado pelo pai de Lena, tem discurso das mães das noivas e homenagem. E Callie e Brandon na pista mais desconfortáveis impossível. Durante os dois episódios, nota-se a amizade entre Mariana e Callie crescendo, e admito que isso me deixa muito feliz, apesar do que acontece no fim de I Do. Callie, após tudo o que o irmão disse, decide ir embora. Escapa durante a noite e pega uma carona para longe com Wyatt, e é nessa fuga que o episódio acaba. Não se sabe ainda quando o próximo episódio de The Fosters irá ao ar, visto que a ideia é que o décimo seja o summer finale. De qualquer jeito, um finale com louvores. Mal posso esperar pelo retorno!
Under the Dome – Blue on Blue
06/08/2013, 16:31.
Matheus Odorisi
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Se reclamamos semanalmente sobre os episódios arrastados de Under the Dome, não é porque somos chatos, mas porque achamos o material tão bom, e a produção tão bem cuidada que merecia um tratamento tipo Lost season 1. E percebem que eu uso a primeira pessoa do plural para que vocês não achem que eu sou um chato que reclama sozinho.
Mas quanto as reclamações, vamos dar uma pausa. Um episódio realmente bom sobre a redoma! As aventuras semanais do povo de Chester’s Mill, que apagou fogo, caçou policial bandido e curou varíola chegam a um outro nível, e bem mais importante do que somente casos ligados indiretamente à redoma. Nesse episódio, o mistério começa quando ao militares, que até então ignoram o povo preso na redoma, levam parentes de fora para uma hora de visitas. Já avisados, os redomenses vão ao local marcado para verem familiares afastados pelo campo de força. É um momento para conhecermos um pouco mais dos personagens, já que entre tchauzinhos e outros acenos, ficamos sabendo, por exemplo, que a chata da Norrie tem um pai aproveitador, e a moça que denunciou o propano, lá no primeiro episódio, tem um filho afastado.
A piada do momento fica por conta de Linda, que pede para que todos os policiais, incluindo o novato Junior (que aliás fica tão bem com esse uniforme quanto os caras de Magic Mike) e Barbie não deixem que ninguém encoste na redoma, para que dois minutos depois, ao ver seu noivo bombeiro, corra e dê um beijo com a redoma os separando. Senti meio nojo desse beijo com a redoma no meio. Eles nem sabem de onde vem essa coisa e ficam beijando. Bom, outro fato engraçado é que estão pegando pesado no merchan dos produtos Microsoft. Quando todos os aparelhos queimam ao ficarem perto da redoma, o noivo de Linda segura seu tablete bem pertinho pra se comunicar com a delegada.
Barbie, que só observa, percebe que Dodee, a gordinha do núcleo Malhação conversa com língua de sinais com uma parente do outro lado. Aproveita e pede para que a engenheira converse com um dos militares, e o apresente como ex-oficial. O militar, que mostra respeito a patente de Barbie, acaba revelando que vão bombardear a redoma, e que a explosão matará todo mundo. Desafio do dia em Chester’s Mill: sobreviver a um ataque nuclear.
A partir daí é todo mundo correndo para os dutos onde Julia e Junior tiveram a conversa de amigos. Big Jim, que até então tinha batido uns papos com Angie – mas soltá-la que é bom, nada -, resolve deixar que a garota passe seus últimos momentos pré-bomba com o irmão que mal lembra de sua figura. Ao correr pra casa, a pobre da garota dá de cara com Junior. Realmente, ficar presa cinco episódios da temporada (mesmo não tenho perdido muita coisa, né) e ser obrigada a passar por uma explosão da cidade olhando pra cara de derrame que Junior faz quando quer interpretar loucura não é fácil. É muito sofrimento.
Todo mundo dentro do abrigo improvisado, menos o casal epilético. Norrie e Joe acabam dando seu primeiro beijo com a bomba se chocando contra a redoma de fundo. E depois do boom, nada acontece. O campo continua intacto, assim como todos s habitantes. Quer dizer, todos não. O reverendo louco, que passou três episódios ameaçando Big Jim, é assassinado pelo próprio, que encosta o aparelho de surdez de seu ex-parceiro na redoma, que explode.
O saldo positivo do episódio primeiramente foi visual o que nos faz lembrar do quanto gastam com essa série (as borboletas pousando nas redomas foi bem legal). E em segundo lugar, foi bom dar uma agitada no povo e ver os personagens agindo a flor da pele, mesmo com um elenco que muitas vezes deixa a desejar. Que venham mais episódios como esse.
Falling Skies – Journey to Xibalba
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Tom voltou – com ou sem um inseto ocular não se sabe -, mas a curiosidade maior fica por conta de outro detalhe: onde ele conseguiu um barco em perfeitas condições de navegação? Não acredito que essa questão seja respondida. Afinal, o Tom – sem ou com inseto ocular – com barco novo ou não, ele será sempre o Tom, nosso herói. Principalmente agora que o verdadeiro traidor de Charleston foi desmascarado, ou será que não temos mais nenhum por aí? Esperamos que não, afinal Hal e Lourdes já fizeram estragos suficientes para uma temporada de Falling Skies.
Journey to Xibalba teve como história central as novas ações de Lourdes como traidora e as emoções ficaram por conta da espera para ver quando a turma de Tom iria descobrir a verdade sobre a moça. Enquanto o Dr. Kadar estava ocupado com manteiga de amendoim, explosivos e fios, Tom acabou juntando as pontas e chegando em Lourdes. Pequenos comentários da moça acabaram por desmascará-la, e esse foi o ponto mais empolgante do episódio. Também foi interessante a emboscada que Tom e Anthony armaram para desmascarar Lourdes. Além de causar expectativa no público, gerou resultado – estrategicamente falando.
Outra linha do enredo foi o resgate generalizado que se tornou necessário após as explosões causadas por Lourdes. Hal e Maggie ficaram presos na sala de armamento, quem estava dentro do shopping subterrâneo ficou soterrado e as pessoas que ficaram na superfície tiveram muito trabalho para salvar o povo de Charleston. Mais uma vez batemos em um assunto muito trabalhado nessa temporada de Falling Skies: o espírito humano.
Em meio ao caos, até Pope vira um ser humano sensível e preocupado com o próximo. As palavras de Cochise fazem todo o sentido: o espírito humano ainda é a arma mais poderosa que a população da Terra tem contra os Espheni e os invasores em geral. Esse ponto tem sido debatido muito bem nessa temporada e a série conseguiu criar uma linha de raciocínio sobre o assunto, coisa que o seriado não vinha tendo sucesso nas primeiras temporadas.
Falling Skies chega bem para a sua season finale, principalmente se compararmos com o nível da segunda temporada da série, que deixou muito a desejar. O desafio é grande, a arma volm pode ter sido danificada e os engenheiros volms estão mortos. Resta acreditar um pouco na sorte e no efeito da manteiga de amendoim no Dr. Kadar – o povo de Charleston vai precisar muito dele. No entanto, apesar de tudo que podemos imaginar para o último episódio da temporada, nós brasileiros só conseguimos pensar em uma coisa: porque a season finale se chama Brazil? Até lá!
Rookie Blue – Skeletons e Friday the 13th
05/08/2013, 16:36.
Mariela Assmann
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O resumo dos episódios poderia ser ‘Gail, a bitch, quebrando a cara novamente’. Mas reduzir os episódios a isso seria errado, já que muitas outras coisas – bem legais, diga-se de passagem – aconteceram.
Por exemplo: os casos de Skeletons e Friday The 13th foram bem interessantes. E os dois envolveram bastante os oficiais. Traci, Gail e Sam, no do episódio 6. Sam, no do episódio 7.
O serial killer responsável pelo sequestro de Gail e pela morte de Jerry voltou ao centro da cena, já que o bibliotecário da prisão saiu em condicional e resolveu seguir o modus operandi do médico. E enquanto Traci e Sam tentavam lidar com a dor que o caso trouxe de volta, Gail precisou enfrentar o algoz, cara a cara, em um interessante jogo psicológico.
O caso terminou de forma positiva, depois dos esforços de toda a 15ª. Mas não foi só ele que se encerrou: o relacionamento de Nick e Peck seguiu o mesmo caminho.
Gail conseguiu o que queria revelando alguns segredos ao seu captor. Entre eles que dormiu com outro homem – seria o cara da narcóticos? – já que estava insegura na relação com Collins. O que ela não sabia é que o policial estava (fofamente) do lado de fora do vidro, ouvindo tudo, enquanto esperava pra prestar auxílio psicológico à namorada.
Gostei do papo do ex-casal no carro. Nick admitiu que está apaixonado por Andy, mas fez questão de frisar que estava esperando passar. E Gail ficou sem saber se passaria ou não, já que meteu os pés pelas mãos e acabou colocando um final no relacionamento de ambos. Dois coraçõeszinhos quebrados vagam pela 15ª.
Outro relacionamento que pra mim está se encerrando definitivamente, é o de Sam com McNally. Tenho detestado a forma que Sam age com Andy. Em Skeletons ele foi um ogro com ela. Mais uma vez, ele quis permanecer perto dela pra não precisar falar. E por mais que seja fofo saber que ela é a companhia que ele quer nos momentos difíceis, cansei de ver Andy como saco de pancadas de Swarek. Em Friday The 13th fica bem evidente que ele sente falta de Andy, e que deseja se abrir pra alguém – foi esse o principal impedimento no relacionamento dele com a “novata”. Mas tenho certeza que Marlo não suportará ser essa pessoa, especialmente porque ela teve a chance de abrir a questão da bipolaridade quanto Sam contou sobre seu pai e o mentor, e preferiu ficar calada. Não vejo um grande futuro para os dois, mas também não vejo mais Swarek voltando pra Andy.
Isso porque Nick e McNally estão cada vez mais fofos “juntos”. Claro, Andy nem sonha que o amigo tem sentimentos por ela, e sua atitude em relação ao final do romance dele com Gail é prova concreta disso. Mas a química e o companheirismo são grandes ali, e acho que um envolvimento mais próximo se avizinha. Até porque Collins estava quase abrindo o coração pra Andy em plena sexta-feira 13. Torço pra que ele faça isso logo. Os dois merecem a chance de terem um relacionamento leve e feliz. E mal posso esperar para ver a reação de Sam quando ele descobrir do envolvimento (sim, estou dando como certo) dos dois. Vai ser a hora do “ou vai, ou racha” definitivo.
Assim como Dov e Chloe. Depois da mancada de Poison Pills, Epstein – que sofreu com o afastamento de Chris em Skeletons – resolveu ser homem e ir atrás de Chloe. E nem o jogo duro da garota (cheia de razão em não dar mole, aliás) afastou o policial de seu objetivo. Espero que Dov volte a ser o cara bacana que já foi um dia. Agradecerei à Chloe por isso.
No mais, ainda acho que está faltando um episódio DAQUELES nessa temporada. De nos fazer ficar com o coração na mão. Tenho minhas esperanças de que um dos dois próximos episódios seja ele – as sinopses mostram que coisas boas vêm por aí. Espero ansiosa.
P.S.1: gostei da participação do irmão Peck em Skeletons. Ele teve uma boa dinâmica com Traci. Quero ver mais dele na série.
P.S.2: interessantíssimo usarem alguém do passado de Swarek pra fazer ele repensar sua vida. E a atitude dele – de não querer entregar o mentor – prova a suprema inabilidade dele de lidar com questões pessoais mais profundas.
P.S.3: Shaw está solteiro de novo. E pronto para um grande amor, aparentemente. Foi bonitinho ver ele com a “bruxa” na sexta-feira 13. Ela bem que poderia aparecer para mais um chá.
P.S.4: genial a interação entre Gail e a legista no último episódio. Enquanto todo mundo vislumbrava uma tensãozinha sexual, Gail alardeava que não suporta pessoas, mesmo. Me diverti bastante com a loira platinada em versão amarga. Estava com saudade dela.
P.S.5: Luke voltou. Mas nem precisava ter voltado. Mais uma participação dispensável de Eric Johnson, que nem bonito fica com aquela barba.
Suits – Unfinished business
05/08/2013, 12:59.
Regina Monteiro
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Tudo, aparentemente, vai bem no paraíso. Sublinhe-se o aparentemente, e por paraíso, entenda-se a Pearson & Darby.
Mike e Harvey voltaram a trabalhar juntos, para defender Ava Hessington novamente, agora de uma acusação de homicídio. E como tem gente que não aprende nem com muito esforço, a diretora insiste em que deveriam subornar as possíveis testemunhas. (Quase consigo ouvir Mary Shannon (Mary McCormack em In Plain Sight) exclamando: Jesus!)
Aqui vamos abrir um parênteses. Não sei qual personagem interpretado pela Michele Fairley é mais antipática, se a sua Catilyn Stark de Game of Thrones ou se sua Ava Hessington de Suits. Que duas mulheres mais insuportáveis! E aquela expressão de esfinge da atriz não ajuda muito. Mas vou ser honesta e dizer que, dela, somente conheço esses dois trabalhos, então pode ser que em uma próxima oportunidade ela me surpreenda. Fecha parênteses.
Entre Mike se entender com Louis, voltar às boas com Dona, e ter uma idéia genial para livrar Ava, nuvens negras formam-se no horizonte: uma, ironicamente, chama-se Katrina; outra, Stephen Huntley.
Para não tornar-se um apêndice no escritório de advocacia, Katrina aproxima-se de Louis e passa a trabalhar com ele. O desenvolvimento desta relação veremos nos próximos episódios. Dói-me ver a expressão ingênua de Louis ao escolhê-la como primeira integrante de sua equipe. Com sinceridade, espero que diretores e roteiristas poupem Louis Litt de mais uma decepção, pois tenho a impressão de que a moça fará qualquer coisa para conseguir uma posição de destaque na firma, mesmo que isto parta mais uma vez o coração, já partido, de Louis.
Stephen Huntley, aparentemente uma incógnita, pode ser a arma com a qual Harvey irá atingir Jéssica. Ao que tudo indica, mesmo que não seja mais o desejo de Harvey, Edward Darby o quer como diretor da firma em Nova York. Mas como em Suits os acontecimentos estão mais para uma montanha russa do que para um carrossel, pode também acontecer que o advogado seja mais uma pedra no sapato de Harvey.
Uma aposta? Talvez Huntley, de alguma forma, venha a ser a peça que Harvey irá usar para desfazer a fusão entre a Pearson e Darby. Apenas uma aposta, já que diante das possíveis cifras que envolveram a fusão, desfazer o negócio pode não ser uma opção.
Enquanto isso, vale reiterar a agilidade dos roteiros de Suits, e a genialidade de seus cliffhangers. E, por falar em cliffhangers, “negócios inacabados” pode ser muito mais uma referência à relação de Harvey e Jéssica do que ao novo julgamento de Ava.
The Bridge – Maria of the Desert
03/08/2013, 18:54.
Felipe Ameno
Reviews
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Consegui descobrir o maior problema de The Bridge. A história é boa e a produção excelente, mas o que falta ali é liga. Consegui visualizar isso ao assistir esse episódio. Quatro coisas me incomodam (bastante): a história está bem confusa (mas ainda faltam 9 episódios para a temporada acabar), esse clima tranquilo e calmo de rancho/fazenda (quero ação), como o México vem sendo retratado (não deve ser tão ruim assim) e a falta total de química entre os atores. Acho que esse última observação carrega sozinha 95% dos problemas da série.
Falta um pouco de emoção/suspense/drama que a série pede e posso apontar a escalação de Diane Kruger como o maior dos problemas. Não que ela seja uma péssima atriz, mas aqui não está rendendo. Pode ser culpa da direção e do roteiro e desde de que a série estreou ela ainda não teve o seu grande momento. Como a sua personagem é a central da história – mas ela vem agindo como uma coadjuvante – isso reflete nos outros núcleos e no desenrolar da história.
Despois desse desabafo, vamos a “Maria of the Desert”. No final do episódio anterior, o serial killer (cada dia que passa estou mais convencido que não é o Steven e já explico o porquê) coloca a única sobrevivente daquele grupo de imigrantes, chamada Maria, amarrada no meio do deserto e com uma câmera que transmitia ao vivo sua agonia. E quem fica responsável por divulgar? O site do El Paso Times. Fray e seu contato quente!
Marco, Sonya e sua equipe e o FBI correm contra o tempo para tentar encontrar a garota. Sonya fica vendo o vídeo e o FBI tenta levantar o dinheiro pedido – o serial killer queria 1 milhão de dólares em troca pela garota – e esbarra em um monte de burocracias. Principalmente por se tratar do resgate de uma garota mexicana que tentava entrar ilegalmente nos EUA.
Só que toda essa exposição fez com que a fronteira ficasse em evidencia e consequentemente mais vigiada. O que deixou os carteis mexicanos furiosos, pois estavam perdendo rios de dinheiros por não conseguir atravessar ninguém. Então um dos chefes entra em contato com Marco e resolve dar o dinheiro do resgate, afim de acabar com tudo isso. Sr. Ruiz chega todo pomposo na delegacia com o dinheiro! Marco e seus contatos quentes!
Com o dinheiro na mão, começam os preparativos para a troca e quem conduz a operação é o FBI. Enquanto isso Sonya descobre onde a garota está (esse era o grande momento para Kruger mostrar todo o seu talento, mas mais uma vez ela desperdiçou) e juntamente de Hank eles saem em busca do local. Maria é salva, mas o FBI não obteve sucesso na operação, que acaba com um policial morto e Marco ferido. Finalmente momentos de tensão, a série estava precisando.
Observações finais:
Charlote viu que o povo da travessia não estava de brincadeira e manda abrir o túnel de novo. Sabia que ela não teria cacife o suficiente para manter a pose por muito tempo, principalmente agora que está com a cabeça ocupada pensando em Marco.
Fray é o meu personagem favorito. Simples assim!
E o que foi Steven salvando Eva de Valdez? Esse plot está me deixando mais perdido que a galera de Lost!
O policial morto na operação do FBI tinha culpa no cartório, pois gostava de atravessar a fronteira para “brinca” com as meninas mexicanas. Todos os alvos do serial killer estão diretamente ligados a fronteira. Acho que o seu foco não eram mulheres mexicanas e morenas… Sra. Ruiz pode respirar aliviada!
That’s all folks! E até The Beast!
Teen Wolf — Visionary e The Girl Who Knew Too Much
03/08/2013, 12:00.
Júlia Berringer
Reviews
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Esses últimos episódios de Teen Wolf foram tão impactantes que é até difícil saber como começar essa review. Nunca é fácil, é verdade, mas eu comentei com vocês na semana passada que a série tem crescido e surpreendido cada vez mais, revelando mais e mais mistérios sem nos dar nenhuma resposta. Tapa na minha cara. Talvez Visionary e The Girl Who Knew Too Much tenham também nos trazido um pouco mais de dor de cabeça e tenham nos rendido umas horas de insônia durante à noite, mas foram bons para esclarecer algumas coisas que vinham acontecendo.
Farei um breve resumo sobre o episódio 3×08, Visionary, e logo me aprofundarei na trama do episódio 3×09, The Girl Who Knew Too Much (episódio que aliás, causou grande alvoroço nas redes sociais — principalmente no Tumblr):
O episódio foi todo basicamente na base de flashbacks. Duas histórias que em algum ponto com certeza se relacionam, mas que ao mesmo tempo são completamente diferentes. Uma delas nos conta a história de um adolescente meio ingênuo, conhecido também como Derek Hale, que amava uma doce menina e que permitiu que seu tio mal, Peter (na época seu melhor amigo), tentasse transforma-la numa lobisomem. A outra história, é sobre uma pack de lobisomens liderados por um Deucalion sereno e muito propenso a negociar em paz com o líder dos caçadores, Gerard Argent, que por sua vez, não está tão afim de conversa. Oepisódio excepcionalmente bem construído, com dois narradores não tão confiáveis. Visionary nos da a visão para o presente, mostrando o porquê de Derek e Deucalion serem o que são hoje. O fato é que agora, além disso, sabemos também mais sobre Darach e os druídas e de onde vieram o Dr. Deaton e Sra. Morell (Maya de Pretty Little Liars).
E lembrem-se: Deucalion não é sempre cego.
Agora, vamos à The Girl Who Knew Too Much, também conhecida como Lydia e agora conhecida como banshee. Apesar de muito bom, o episódio serviu não para surpreender, mas sim para mostrar o quão inteligente o fandom de Teen Wolf é. Sabíamos desde a segunda temporada o que Lydia era, ou pelo menos desconfiávamos, e veja só: Acertamos não só que ela é uma banshee mas também acertamos no ponto quem era Darach.
Depois de muito reclamar sobre o quão mal explicadas as coisas estão na temporada, as coisas parecem agora entrar em foco. E tudo isso faz muito sentido! Lógico que nada é tão explicado assim, já que ainda não sei porque a Blake está matando todas aquelas pessoas de três em três, mas tem algo haver com a pack de alfas andando por aí. Ela até disse que os sacrifícios são maus que vieram para o bem. Tudo o que sei é que: Você deveria fazer uma plástica, Jennifer. De verdade.
E tem como odiá-la mais agora que nós sabemos que Derek vai perder novamente alguém que ama ? Sim. Porque ela além de quebrar o coraçãozinho do nosso alfa preferido tentou também (talvez com sucesso) matar o nosso xerife amado.
A revelação sobre Lydia é bem mais prazerosa, combinemos. Faz todo o sentido que seus gritos sejam prenúncios de morte. Para explicar melhor, recorri ao meu salvador do ensino médio, Wikipédia:
“As Banshee provêm da família das fadas, e é a forma mais obscura delas. Quando alguém avistava uma Banshee sabia logo que seu fim estava próximo: os dias restantes de sua vida podiam ser contados pelos gritos da Banshee: cada grito era um dia de vida e, se apenas um grito fosse ouvido, naquela mesma noite estaria morto.”
Mudando de assunto e falando sobre algo realmente frustrante pra mim que sou shipper dos casais tradicionais da série: Sem condições com esse clima Allison e Isaac e também com aquela ceninha entre Lydia e Scott. Não, não e não. Por favor, Jeff Davis. Entretando, se você é fã do improvável Sterek, deve estar dando pulinhos de alegria e gritando na cara de todos os seus amigos sobre o quão shipáveis eles são.
Enfim, agora soltem o verbo nos comentários abaixo e me digam o que acharam dos episódios. Atingiram ou superaram as suas expectativas ?
Observações:
- Então um corpo foi encontrado em frente à escola. O que fazer no dia seguinte ? Abrir as portas como se nada tivesse acontecido, óbvio. Yay Beacon Hills High School!
- Cora está meio perdida, não está ? Eu sei que a cena entre ela e Derek foi emocionante, mas ainda acho meio sem noção.
- Falando em cena familiar emocionante. Papa Stilinski e Stiles tiveram um momento de quebrar todos os corações possíveis. Deixando isso de lado, foi muito engraçado ver o xerife tentando entender toda aquela lógica sobrenatural.
- E como Papa Argent sabe de tudo o que está rolando antes de qualquer um ?
- Danny e Ethan. Sem mais.
- Estava pensando sobre a série, e de repente me veio isso a cabeça, quis compartilhar : “Tem gente que é analfabeta, mas o Scott é analfaomega.” An-alfa-omega. Eu sei. Vocês prefeririam ficar sem saber.
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