The Bridge – I.D

Data/Hora 20/08/2013, 16:48. Autor
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Olha, está cada vez mais difícil assistir The Bridge. A história está cada vez mais devagar – quase parando – e já estamos na metade da temporada. Um enredo que tinha tudo para ser perfeito, com uma trama bem elaborada e um plano de fundo – a fronteira dos EUA com o México – rico em possibilidades. Porém estou perdendo o interesse e nem meus personagens favoritos, Daniel e Charlotte, estão conseguindo salvar seus plots e, consequentemente, a série.

I.D já começa com Charlotte fazendo aquilo que sabe de melhor. Depois descobrimos um pouco mais sobre o homem que apareceu no final do episódio passado. Ele se chama Ray e fica responsável de tratar dos assuntos do túnel. Mais para o final ele entra em contato com um homem chamado Tampa e pede 50. O que não sabemos, já que ele não fala. Só que Ray não esperava que seu comparsa estivesse de conchavo com o FBI. Agora só vamos saber o que vai acontecer nos próximos episódios.

O pai de Gina, a última vítima do serial killer, é outro que também tem culpa no cartório. Psicólogo, ele só tratava de policiais e ganhava um caixa 2 receitando oxicontina. Marco descobre que Hank era um dos pacientes e ele conta que foi responsável pela investigação da morte da irmã de Sonya. Hank matou, ou pelo menos tentou, Jim Dobbs. O tiro não pegou e deixou o cara malucão. Com isso, Cross ficou sem as respostas que precisava.

Daniel (tentando fazer o sóbrio) e Adriana meio que serviram para fazer um resumo, mesmo que não tenha acontecido muita coisa, da temporada.

Essa Gina também hein, brincadeira… Não ajudou em nada e ainda morreu! Fala sério… Só serviu para desestabilizar Sonya, que acabou indo visitar Dobbs. Uma cena emocionante e tocante! Finalmente Kruger fez um bom trabalho! Já era hora!

Observações finais:

– O que foi Gus e aquelas mensagens de texto? Coisa boa não vem por aí. Fato.

– Com vários resumos no episódio, conseguimos ver um panorama do serial killer e seus crimes. Ele continua fazendo todo mundo – policiais americanos, mexicanos, o FBI, os cartéis, os repórteres e nós, telespectadores – de palhaço!

– Marco fazendo o apaixonado para Alma e o honesto com Fausto. Curti!

Suits – Shadow of a Doubt

Data/Hora 19/08/2013, 21:42. Autor
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Depois de quatro episódios excepcionais, Shadow of a Doubt não disse a que veio. Nada acrescentou à trama, a não ser fofocas de escritório e a redenção de Jéssica, que, convenhamos, merecia um desfecho melhor.

Pela primeira vez, nesta temporada, o final do episódio beirou mais a um abismo que a um excepcional cliffhanger: em vez de promissoras reticências, um ponto final inexpressivo.

Cada personagem teve sua própria trama: Mike e Rachel em um caso de desvio de trinta milhões de dólares; Donna vivendo o impasse de contar a Harvey sobre seu caso com Stephen; Louis em uma queda de braço com Nigel sobre a orientação dos associados; Harvey, mais uma vez, procurando livrar Ava da acusação de assassinato e evitar que Tony Gianoupolos levasse a Hessington Oil à falência.

Aparentemente, nada errado, se ignorássemos a dinâmica do episódio: lenta, arrastada e às vezes inverossímel. Como a conclusão do caso de Rachel e Mike: depois de conseguirem um argumento racional e sólido para um processo, é um argumento sentimental sem um apelo forte que acaba trazendo o dinheiro de volta. Conclusão totalmente descabida se pensarmos no padrão dos roteiros de Suits.

Da desagregação observada no final da segunda temporada, somente restava, por refazer, a relação de cumplicidade entre Jéssica e Harvey. Nos quatro primeiros episódios desta temporada ambos andaram aos tropeços. Faltava um ato de contrição de Jéssica. O caso da Hessington Oil também deu a eles a oportunidade de se reaproximarem, assim como fez com Mike e Harvey, Donna e Rachel e Mike e Rachel.

Depois de assumir o comando da empresa, Tony Gianoupolos opta por leva-la à falência em represália a uma tática equivocada de Stephen Huntley. Harvey recorre a Jéssica e, na aliança para resolver o caso, gesta-se também a reconciliação de ambos. No final do episódio Jéssica presenteia Harvey com um cartão de visitas onde seu nome aparece como sócio sênior. O prêmio que ele havia negociado com Edward Darby veio pelas mãos da antiga sócia e amiga(?). Resta saber se Jéssica ainda será capaz de manter sua palavra (e a sua amizade), caso descubra o acordo entre Darby e Harvey.

De qualquer forma, este desfecho merecia um tratamento mais intenso do que foi dado pelo episódio. Espera-se que o ato de contrição da roteirista Genevieve Sparling seja mais bem engendrado em uma próxima oportunidade, do que este arremedo de arrependimento e reconhecimento que ela ofereceu a Jéssica Pearson.

Destaque mesmo para Rick Hoffman que conseguiu transformar a pobreza das cenas a ele dedicadas, em um show de interpretação. Levou seu Louis Litt ao limite, sem ultrapassar a tênue linha entre o caricato e o ridículo, apesar da imperfeição e da obviedade do roteiro.

Rookie Blue – What I Lost

Data/Hora 19/08/2013, 17:20. Autor
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Comemoremos! What I Lost foi um episódio beeeeeeeeeeem legal! Além do desenvolvimento da história dos policiais ter sido muito interessante, o caso foi instigante. Ainda não foi aquele episódio pra fazer roer as unhas, mas foi o episódio da temporada que chegou mais perto disso. É algo pra se comemorar grandemente.

Não sei se vocês recordam, mas na review de Every Man (se não me engano, foi nesse episódio que Denise apareceu e contou pra Chris sobre a paternidade) eu comentei que achei que Diaz aceitou muito fácil a ideia de ser pai de Christian. E eu estava certa: o garotinho não é filho dele.

E o pai biológico de Christian foi o responsável pela ação da semana, já que sequestrou o fofíssimo enquanto ele estava sob os cuidados de Andy – e Nick – no parquinho. É óbvio que no início do episódio ainda não sabíamos que havia um pai, e que ele era o sequestrador. Mas dava pra suspeitar, especialmente porque Andy deixou Christian menos de um minuto sozinho. Ninguém conseguiria constatar a presença do garotinho, ir até o veículo, quebrar o vidro, pegar a criança e fugir sem ser percebido em tão pouco tempo. Ou seja: o sequestrador estava de olho em Christian, só esperando uma oportunidade para agir. Quem melhor do que um pai biológico afastado do filho como suspeito perfeito?

Mas apesar de eu sentir que o caso se encaminhava para tal desfecho – especialmente quando a legista foi introduzida na história, com seus exames de DNA -, não perdi o interesse pelo desenrolar dos fatos. Isso porque várias coisas continuaram sendo relevantes.

Uma delas, bastante importante, envolvia a reação de Chris. Ele foi bem profissional (acho que posso usar essa palavra) e racional pedindo que Denise (que babaca essa menina! Ela deveria ter ligado os pontos e contado a história para os policiais, ainda que apenas suspeitasse que o tal treinador era o pai de Christian. Merecia umas chacoalhadas) ligasse para o pai de Christian e negociasse. Ou seja, manteve a cabeça no lugar até o momento no qual era justo perdê-la. E eu gostei da reação dele no final do episódio. Especialmente porque depois que Denise apareceu Chris virou um panaca – e até seus plots deixaram de ser legais. Agora, há um grande conflito para ser resolvido, já que Chris continua considerando o garoto como filho, mas não sabe o que fazer em relação à mãe dele.

Eu aposto na volta dele para a 15ª, e até torço por isso. Nesse episódio esteve de volta o antigo Chris, e esse eu aceito de volta ao seriado. Sem contar que Dov ganharia muito com a volta do amigo.

Por falar em Dov, ele e Chloe continuam muito bem, obrigada. E o jeito “esquisito” da moça me cativa cada vez mais. Sem contar que ela tem um jeito todo especial de lidar com Gail, e sabe como ninguém colocar a loira em seu devido lugar.

Gail, que está sendo “agenciada” pela própria mãe, mas que não pensa merecer ser feliz. Achei interessante que ela ligou para a legista (preciso aprender, urgentemente, o nome da moça) depois que Nash falou para ela “todos merecem ser felizes, até você”. Frase forte, mas que deu uma sacudida bem necessária em Peck. Eu achei que esse lance de “testar” um relacionamento com alguém do mesmo sexo não seria interessante, mas acho que me enganei. As coisas estão sendo bem conduzidas, e até agora elas estão sendo retratadas unicamente como amigas. Se continuar assim, ótimo. Mas a curiosidade de Gail – que também está sendo colocada na medida – se faz presente, e um eventual envolvimento também será bacana, caso aconteça. Enfim, vamos ver para onde essa história vai. Especialmente depois que Gail for informada sobre O ACONTECIMENTO DA SEMANA.

Sim, aconteceu. Andy resolveu dar uma chance para o (lindo/fofo/e/tudo-de-bom) Nick. E gostei muito do que vi. Confesso que foi impossível não me lembrar daquela cena Sandy do final da segunda temporada, na qual sobraram hormônios e pegada. E acho que a cena do pré-sexo de Andy e Nick foi construída de forma bem diferente intencionalmente. Espero, sinceramente, não estar errada.

Enquanto que Sam e Andy são pura paixão, fogo, química; Nick e Andy representam um outro tipo de relacionamento. Não que falte química ali, já que considero que eles tem. Mas o relacionamento deles foi construído. Não foi no primeiro contato que as faíscas apareceram, foi com a convivência e com o conhecimento do parceiro que a admiração mútua nasceu. E um sentimento diferente da amizade, a partir disso. Acho que Andy ainda está se dando conta de que vê Nick com os olhos “do amor”. Collins já se deu conta disso, e demonstrou lindamente seus sentimentos, reconhecendo os problemas que terão que enfrentar e dizendo que está disposto a tentar sua chance com “o ser humano mais incrível que já conheceu”.

O sorriso de ambos – e especialmente o de Andy – no sofá me faz ter certeza disso: há sentimento e, mais importante, há felicidade. McNally e Collins fazem bem um para o outro, e estão felizes com isso. Por isso eu espero que os dois permaneçam juntos por um tempo, aconteça o que acontecer. Seria muita mancada de Andy se ela voltasse correndo para o Sam, quando ele decidir acabar com Marlo e reatar com ela.

Aliás, as coisas mudam MESMO. Até simpatizando com Marlo eu estou. Talvez ela – mais recatada sentimentalmente, sem grandes pretensões de envolvimento – seja o par ideal pro Sam. E como eu acho que vem uma história bacana pra Cruz por aí (é óbvio que alguma coisa vai acontecer, em relação ao suspeito de ter sequestrado Christian), que ela permaneça em Rookie Blue. Com ou sem o Sam.

Aliás, o Sam continua sendo um idiotão. E ficou beeeem óbvio que ele não estava apenas fazendo o trabalho dele quando tirou o interrogatório de Andy e Nick (FOFO! Ele defendendo Andy = ai meu coração!) de Oliver. Ele estava tentando descobrir o porquê de Collins estar no parque com McNally. Ele estava tornando as coisas pessoais, o que só faz com que minha birra cresça. Poderão argumentar “ah, mas ele ama ela”. Se ama, porque não faz NADA para ter de volta? É aquela velha máxima, se não ajuda, também não atrapalhe. Fica a dica, Swarek. Por tudo isso, torço pra que os produtores não separem o novo casal pra que Andy volte pra Sam. Pelo menos não assim, tão rápido. E não sem um motivo gigantesco.

Por fim, preciso dizer que gostei da postura de Nash. Gail fez a vez dos fãs especulando sobre o envolvimento dela com seu irmão. E as respostas de Traci foram bacanas. Ela não descartou um envolvimento (pelo menos não a médio prazo), mas disse que não verá sua vida reduzida a isso. E sinto que quando vier (se vier), o envolvimento dela com Peck será bem legal. Então, demos tempo ao tempo.

Estou curiosíssima para o próximo episódio. Especialmente para a reação de Gail ao novo casal da 15ª. Chega logo, quinta-feira.

Rizzoli & Isles – Cold As Ice

Data/Hora 19/08/2013, 15:57. Autor
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Cold As Ice foi um bom episódio. Bem mais empolgante que os anteriores, já que o caso conseguiu ser instigante e prender a atenção da audiência, e a parte cômica funcionou muito bem. E de quebra, Cailin foi morar com Maura, o que propiciou cenas muito bacanas entre as duas irmãs.

Uma jovem e brilhante médica foi assassinada após um desentendimento em uma partida estudantil de hóquei. E por mais que as “mães do hóquei” possam ser bastante furiosas (e capazes de envergonhar imensamente os filhos jogadores), concordei com Jane: aquele assassinato não tinha a cara de ser uma briga entre mães super-protetoras.

A forma como as investigações foram se desenrolando foi capaz de prender a atenção. As pesquisas sobre a doença de Huntington e sua ligação com jovens garotos morando em áreas costeiras – e finalmente a relação de tudo isso com a vítima – foi bem engenhosa, mas ainda assim bastante crível. A única coisa um pouco exagerada foi a perícia do criminoso, que conseguiu esconder bem demais a identidade da vítima para quem havia acabado de cometer um crime sem premeditação. E deu peninha da médica morta, tão perto de descobrir o sobrinho.

Enfim um caso bem instigante e que, embora sem muita ação, conseguiu elevar o nível do episódio.

A parte cômica de Cold As Ice também funcionou muito bem. Gostei de ver a interação entre Cailin e Maura. A legista evidentemente não sabe lidar com adolescentes, ainda mais as não tão metódicas e organizadas. Mas tudo correu relativamente bem, em especial porque Jane e Angela estavam na retaguarda, dando apoio e conselhos valiosos para Isles.

Cailin continuará na casa da irmã, aparentemente, e essa será uma ótima oportunidade para vermos mais da interação delas, e da Isles com a família. Tenho certeza que muitos bons momentos virão por aí. Divertidos e fofos. Mal posso esperar.

A situação financeira de Angela também trouxe um plot bacana para a personagem, e que ainda pode render bastante (especialmente se ele envolver Maura e a doação de roupas e sapatos!). Angela terá que rebolar para pagar as taxas/impostos não pagos pelo Sr. Rizzoli. Será que o patriarca da família dará as caras novamente, para honrar seus compromissos familiares? Seja qual for o desfecho da história, creio que será bem bacana.

Frankie e Frost fazem uma boa dupla. E foi bacana ver o detetive “veterano” superando seus “problemas estomacais” com as dicas do novato. (É uma pena que essa parceria está com os dias contados. Durará apenas até encerrarem os episódios gravados. Vide P.S.)

É claro que Cold As Ice não supriu a falta DAQUELE episódio, bombástico e surtante. Mas já elevou o nível semanal, o que é uma ótima notícia. Especialmente se levarmos em consideração que a série foi renovada para a quinta temporada. Muitos motivos para comemorar.

P.S.: eu estava finalizando a postagem da review quando fiquei sabendo da morte do Lee Thompson Young. Caramba! Nós, do TeleSéries, desejamos força aos fãs do seriado, à todos os envolvidos na produção de R&I e à família do ator. É cedo ainda para especular o destino de Frost no seriado. Mas assim que notícias sobre forem divulgadas, as publicaremos. #R.I.P, Young.

Pretty Little Liars – The Mirror Has Three Faces

Data/Hora 18/08/2013, 21:36. Autor
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Decidi começar essa review com uma pergunta: Por que raios os produtores de Pretty Little Liars não fizeram todos os episódios dessa temporada seguindo a linha dos últimos? The Mirror Has Three Faces foi o antepenúltimo episódio antes do hiato e está se aproximando do nível da última summer finale (quando Toby foi revelado como parte do Team –A).

Provavelmente, toda vez que alguém é apontado como membro do time de Red Coat os expectadores ficam um bom tempo tentando acreditar que aquilo é mesmo verdade. Pelo menos foi o que aconteceu comigo quando Toby passou para o lado negro – ou avermelhado – da força. E, confesso, foi exatamente o que aconteceu nesse episódio quando Wren, o médico fofo de sotaque sedutor, mostrou que não é tão inocente assim.

O primeiro indício disso, lá da 1ª temporada, que ninguém levou em consideração foi o fato de que ele era noivo de Melissa. Não podia ser boa coisa, certo? Depois disso, ele deixou CeCe entrar em Radley para visitar Mona. Ninguém ligou para isso. Mas agora ele colocou as asinhas de fora “publicamente” e se mostrou como a personificação do ditado “lobo em pele de cordeiro”.

A vida de Ashley, que já estava ruim, ficou pior agora que ela não tem uma advogada graças à denúncia anônima de Wren. Mas, ao que parece, -A vai dar um jeito de culpar Emily ou Pam pelo assassinato de Wilden. Na cena final, a pessoa com as luvas preta apareceu plantando o sapato usado por Ashley no encontro com o detetive, momentos antes de ele morrer, nos escombros da casa dos Fields.

Falando em escombros da casa dos Fields, depois de ir para um hotel, Pam e Emily foram parar hospedadas na casa dos Di Laurentis, o que é normal até a segunda linha. Como assim Emily vai dormir no quarto que era de Alison? Isso é uma das coisas mais bizarras que já aconteceu em Pretty Little Liars. Ninguém em sã consciência aceita dormir no quarto que foi da melhor amiga morta, por mais que essa pessoa tenha motivos para investigar as coisas da falecida. Será que aquela casa não tem um quarto de hóspedes?

Pelo menos a estadia de Emily na casa dos Di Laurentis nos trouxe uma descoberta: alguém esteve passando um tempo escondido no porão. Depois da cena final do último episódio, onde Red Coat apareceu entrando escondida no porão de uma casa (que eu achei que fosse a dos Montgomery, mas não era), fica claro que era ela quem estava aproveitando a hospitalidade da casa de Alison.

Quanto à identidade de Red Coat, cada vez mais, as circunstâncias apontam para CeCe. Quando Aria foi atrás dela no endereço descoberto por Caleb, ficou claro que ela tinha um motivo para querer se livrar de Alison. E esse desejo de vingança se estende para Aria, Emily, Spencer e Hanna porque CeCe achava que elas eram cúmplices de Alison.

Para fechar, outra pergunta: COMO ASSIM O FILHO DO EZRA NÃO É FILHO DO EZRA? Acho que isso de deixou mais perplexa nesse episódio do que descobrir que Wren não é flor que se cheire. Bem ou mal, todos já estamos acostumados a desconfiar até das sombrasem Rosewood. Mas quem ia desconfiar do discurso da ex-namorada adolescente que foi subornada para sumir no mundo com o filho que não deveria ter tido? A cena de Ezra contando que descobriu sobre a paternidade de Malcolm para Maggie foi de dar pena. Mas pior ainda foi quando ele tentou ligar para Aria e ela não atendeu porque estava com Jake. Como tenho desconfiado muito da índole do Jake de uns episódios para cá, volto a torcer para que Ezria seja real novamente.

E agora, como sempre só nos resta esperar pela summer finale. A divulgação da ABC Family diz que daqui a dois episódios, a maior revelação da história de Pretty Little Liars vai acontecer. Será que é a identidade de Red Coat? A identidade do assassino de Ali? Ou, melhor ainda, será que Alison esteve viva esse tempo todo?

Under the Dome – Thicker than Water

Data/Hora 16/08/2013, 15:55. Autor
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As coisas não param de ficar tensas entre Big Jim e Junior. Logo no começo do episódio, ao ser acordado pelo filho – que retorna a casa de onde foi expulso -, Jim renega Junior e o expulsa novamente. Eu sei que a atuação do Alex Koch não permite muito, mas deu até pena do Junior.

Enquanto isso, Norrie sofre pela morte da mãe, se revoltando e colocando a culpa em sua relação com Joe. É, até faz sentido. Eu fico impressionado como Norrie consegue estar bonita em uma cena e feia na próxima, e com ela eu acredito mais no poder dos ângulos da câmera do que na redoma. Joe resolve se aconselhar com Julia, que deveria considerar mudar s profissão de repórter para conselheira juvenil. O garoto conta pra ruiva sobre a mini redoma, e a leva até lá. O ovo com estrelinhas rosas caindo provoca uma visão em Julia: uma projeção de Joe em sua frente, que fala “O monarca será coroado”. Alguns minutos pra gente pensar nessa mensagem sem sentido, que também poderia ser uma letra da Nicki Minaj, até chegarmos à conclusão de que pode se tratar de uma borboleta monarca, já que o episódio abre com a imagem de uma voando. Guardemos a informação.

Big Jim reúne três policiais, incluindo Linda e Junior, e Barbie para tomar o poço de água de Ollie. O fazendeiro aparece com uns dez, que tiram toda a autoridade de Linda, que aliás, tem cara de tudo, menos de que sabia o que estava fazendo. Os caipiras atiram em um policial sem nome e sem importância, o que faz com que o team Jim recue. Eles vão embora, mas não antes de um dos pontos altos do episódio: Junior passa pro lado de Ollie, e desarma o pai na frente de todos. Climão.

Jim não se dá por vencido e reúne, não me perguntem como, um grupo de voluntários para entrar atirando na fazenda. Já Barbie, que sempre tem um plano na manga, diz que seria melhor que explodissem o poço e desviassem a água para os poços no território público. Eu não entendo de poços nem de fluxos de água, então não discorrerei sobre a possibilidade disso. Mentira, discorrerei: achei um plano ridículo, mas tinha certeza que daria certo.

Enquanto o povo parte pros tiros – e o DJ de Malhação é baleado -, Barbie invade o celeiro de Ollie, porque além de explodir eu poço ele o fará roubando seus materiais! O ex-militar mistura Mentos com Coca-Cola e faz uma bomba caseira que explode o poço, acabando com a briga. Mesmo assim, Big Jim é capturado.

Aí temos uma das melhores cenas de Dean Norris. Junior leva o pai para Ollie e exige explicações sobre a morte da mãe, já que a versão que conhecia foi posta em cheque pelo caipira. Jim, que realmente parecia sincero, confessa que a mãe se matou. O mistério dessa morte parece não se encerrar por aí, já que Jim deixa claro que a esposa “preferiu deixar o filho”, o que pode significar que Junior tenha feito algo que já tivesse manifestado seus tendências psicopatas.

O episódio termina com as preparações do enterro da médica loira lésbica, e nos mostra a tatuagem de borboleta que Angie tem. Seria ela a protagonista da profecia? Aguardemos!

Teen Wolf — The Overlooked e Alpha Pact

Data/Hora 15/08/2013, 11:00. Autor
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Para começar, só quero implorar perdão de joelhos por estar demorando tanto para postar as reviews. Meu computador pessoal está quebrado e de vez em nunca (como hoje) eu consigo me infiltrar e pegar emprestada alguma outra máquina que não seja tão temperamental como a minha. Depois, quero dizer que depois da piada que fiz na última review (“Tem gente que é analfabeta, mas o Scott é analfaomega. An-alfa-omega.”), imagino que vocês até não tenham sentido tanta falta assim de mim, e eu entendo.

Agora, sobre os episódios, o que dizer ? Que foram ambos empolgantes e chocantes já não me parece mais o bastante. Venho comentando sempre – e repetindo – sempre sobre o ritmo frenético que os produtores conseguem manter nessa terceira temporada e nesses dois episódios isso fica cada vez mais nítido. Quase não te sobra tempo pra respirar e você já se vê obrigado a mergulhar em uma bandeira de gelo no meio da clínica veterinária de Beacon Hills ao lado de Scott, Stiles e Allison.

Antes de falar mais profundamente sobre Alpha Pact, vou tentar resumir e comentar brevemente sobre o que aconteceu em The Overlooked.

Depois de descobrirmos que Jennifer é Darach, descobrimos que também que ela era uma emissária de Kali, a única que conseguiu sobreviver a matança da alfa ao se juntar a Deucalion.E por que ela tem uma ligação tão forte com Derek ? Foi o sangue de Paige que a salvou. Em teoria, agora tudo o que Blake quer é acabar com a alpha pack e vingar todos aqueles que tiveram que morrer para que essa matilha fosse formada e, para ela, não importam as consequências. Isso tudo foi nos dado de forma útil, pois agora conseguimos entender mais sobre qual é o verdadeiro conflito de toda a temporada, o que até agora tinha me parecido meio vago.

Apesar de ter tido muita coisa boa, as brigas contantes de Scott e os gêmeos estão me irritando cada vez mais por serem praticamente a mesma coisa toda vez. Sabe quando os Power Rangers iam lutar e você já sabia que eles iam sair voando e soltando faíscas ? É assim que me sinto quando os Wunder se juntam e olham malignamente para Scott.

Agora, sobre Alpha Pact, ele foi o penúltimo episódio do meio dessa terceira temporada, mas poderia muito bem ter sido o último. Foi construído de maneira muito boa. Manteve um bom ritmo, ação na medida certa e distribuiu o tempo de cena dos personagens de forma equilibrada.

O fato é que nesse momento a série está tão boa que quase me parece fim de temporada, e quando me lembro onde realmente estamos, lembro também que toda a verdade que agora é nossa, é somente metade de toda a verdade da temporada. É óbvio que um grande confronto entre Darach e todo mundo está prestes a acontecer, mas como isso é para a semana que vem, me pego pensando qual será o grande plot para a próxima metade de temporada, somente no começo do ano que vem.

Quando Chris armou aquela cilada para si mesmo e se entregou para Blake, eu achei que era quase certo que ele tinha algum plano genial, digno de um verdadeiro caçador de lobisomens, porém, ele me surpreendeu e achou que umas faquinhas escondidas iam passar despercebidas por Julia/Blake/Darach.

No meio de todo o caos, Stiles e Lydia estão tentando entender e encaixar as coisas no lugar, mas quando o rapaz tem um ataque de pânico: BOOM! Aconteceu o que muita gente esperava e ansiava desde o começo da série, lá em 2011.

#TeamStydia

Será que o beijo é um bom indicio de que algum romance vai finalmente acontecer entre os dois ? Espero que sim.

Mudando de foco, pra piorar todo o drama de Scott, quem aparece na cidade não é apenas um agente do FBI aleatório, e sim o seu pai. Falando sobre isso, Melissa deixou o Papa Stilinski por dentro dos acontecimentos e agora temos os três pais presos dentro de Nemeton.

Lógico que os três filhos corajosos não iam deixar as coisas ficarem assim, por isso, com a ajuda do Dr. Deaton, tomam uma decisão muito arriscada. O fato é que o lobisomem, a caçadora e o humano se submeteram à um ritual onde eles tem que morrer por alguns segundos e assim dar poder para Nemeton, salvando assim os seus pais. Porém, isso faria a árvore  atrair seres sobrenaturais até ela e a decisão deles vai os perseguir para sempre, como uma cicatriz. Hashtag medo.

Quando era criança e via algum desenho que terminava com essa frase, eu ficava com raiva. Agora, eu quero morrer.

 Outros pontos e comentários:

  • Tadinho do Scott quando o Dr. Deacon disse para a Allison ficar com o Isaac. Não fique com ciúmes, Isaac é só seu, chuchu.
  • Falando em Scott… como ele se livrou de Deucalion? Uma hora ninguém sabe dele e na outra todos entram dentro de uma banheiro de gelo juntos…
  • Ms. Morell não é tão má e também vem andando com Jennifer por um bem maior. Além do que, ela que enviou a garota da motinho para salvar Isaac no 3×01. Palmas para TW que lembrou de trazer essa história de volta.
  • Peter tem segundas intenções. Isso é fato. Mas o Derek salvar a vida da irmã foi algo emocionante de se assistir. Porém, não acho que muitas pessoas iriam se importar se ela morresse. O sacrifício de Derek só foi significativo porque ele já perdeu muitas pessoas que ama e perder mais uma seria mais um grande baque na vida do nosso ex-alfa preferido.
  • Choremos sobre a história da Mama Stilinski. Choremos.

Alguém aqui presente realmente acha que algum deles vai morrer de verdade ali na banheira ? Não, né ? Então por que todos ficamos aflitos ? Responda-me se puder. O que vocês esperam da midseason finale na semana que vem ? Confesso que tenho um pouco de medo do que o eclipse lunar pode nos trazer…

Breaking Bad – Blood Money

Data/Hora 14/08/2013, 22:52. Autor
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HEISENBERG era o que estava escrito em amarelo na parede da sala do que um dia foi a casa de Walter White, que hoje (futuro) é apenas ruínas, assim como seu antigo morador que tem uma visão de si mesmo desfocada, destruída e parcialmente consumida pelas sombras. A narrativa não linear complementou um pouco o flashforward do primeiro episódio da quinta temporada mostrando parte do futuro trágico de um homem destruído.

Em seguida, a história retorna exatamente do ponto onde parou, com Hank descobrindo inusitadamente quem era na verdade Heisenberg, e a maneira como reagiu não foi nada menos que perfeita. Nada de impulsos, nenhuma declaração dramática, e sim momentos de absoluto desespero que quase geraram um ataque cardíaco devido ao peso da realidade. Mesmo assim, ele conseguiu angariar forças e certa frieza para analisar novamente todas as pistas do caso Heisenberg, dando ao público um pequeno flashback de toda a história da série através das evidências.

O confronto entre Walter e Hank, um dos momentos mais esperados (e que não deixou a desejar) finalmente aconteceu, e o que se deve destacar aqui é o cinismo tremendo de Walter. Vejam bem, a princípio a cena final do episódio 5×08 gerou nervosismo e euforia, devido à necessidade de se conhecer qual seria seu desfecho. Mas também ficou a sensação de estar fora do caráter do personagem, que sempre tão meticuloso não deixaria uma prova incontestável a mercê. Porém, principalmente nos últimos episódios pode se observar um personagem que acredita ser superior a todos, inatingível em um trono imaginário que o próprio criou, e é sempre nesse momento que por ironia e excesso de segurança, guardas são baixadas e erros são cometidos.

Walter está preso em suas próprias teias de manipulação a ponto de garantir que Mike está vivo para Jesse, e se tentar fazer de vítima usando da artimanha do câncer com Hank que, apesar das tentativas de Walter, alegou já não ter mais ideia de quem ele realmente é. Logo, Heisenberg “aconselha”, melhor, ameaça diretamente: “se você não sabe quem eu sou, haja com cautela”, remetendo a memorável one liner da quarta temporada “Eu não estou em perigo, Skyler, eu sou o perigo”. Todo o reconhecimento do mundo para Dean Norris e Bryan Cranston na atuação dessa cena-  que foi uma obra de arte. E para Cranston ainda, um segundo parabéns pela direção impecável do episódio.

Ainda, em contrapartida a Walter está Jesse. A oposição dos personagens foi muito bem tratada na cena com Walter e Jesse postos lado a lado em cores e sentimentos opostos. Enquanto Walter tem uma leveza na expressão, Jesse parece carregar o peso do mundo nas costas. É muito interessante, aliás, comparar o trajeto dos protagonistas ao longo dos anos até o momento atual, Jesse sendo viciado em drogas e marginalizado acabou por ter uma inteligência moral muito maior que a de Walter, que de um simples e pacato professor e pai de família se descobriu um sociopata. Numa sacada genial de Vince Gilligan que, brincando muito bem com os conceitos de moral, obriga o público a esquecer dos velhos conceitos de bem e mal.

É impossível deixar de fora as cores quando se fala em Breaking Bad, e apesar de outras cores e seus simbolismos, o bege foi a cor da vez, remetendo ao episódio cinco da primeira temporada, na festa de aniversário onde a Skyler diz, em uma tradução grosseira, “Eu acho que nós não recebemos o venha de bege” (I guess we didn’t get the beige memo). A cor bege, neutra, representa calma e passividade. Ao contrario do episódio da primeira temporada, no qual Walter e Skyler usavam cores contrastantes e eram os únicos que não usavam bege na festa, mostrando a falta de sintonia do casal, na época, no episódio 5×09 o casal se mostra feliz, sucedido na vida e nos negócios, mesmo que seja somente nas aparências.

Cunhado traído e humilhado, o “parceiro” manipulável, ou a mulher subjugada, o  desfecho do arco final que irá guiar ao futuro (cenas flashforward) está nas mãos deles. Até agora, depois do gancho banheiro do episódio oito e do primeiro dos episódios finais, Hank parece ser o escolhido. Seu apelo como um antagonista para Walt ficou claro nos momentos finais de Blood Money. Jesse, mesmo tendo psicológico fraco e sempre correndo freneticamente na roda de hamster de sua consciência, é o personagem que mais foi prejudicado pelas ações de Walter. E ainda Skyler White (yo!) já apontou que alguém tem que proteger a família do homem que a protege. Independente desses personagens e de suas motivações, as cenas flashforward da abertura formaram inúmeras questões, como exemplo: para que ricina quando se está munido de metralhadoras?

Em Live Free or Die um homem solitário que sofre com a perda de sua família e em Blood Money um homem imponente apesar de sua aparência. Se separar Walter White e Heisenberg fosse possível essa seria a melhor representação das personalidades individualmente, ainda, apesar do primeiro flashforward, a sensação que se tem é que Walter White já se foi há muito tempo, ficando apenas Heisenberg e seu orgulho quase que terrorista. Deixando uma única certeza ao público: não haverá redenção para o personagem, já que nem o mesmo a busca.

Falling Skies – Brazil

Data/Hora 14/08/2013, 22:32. Autor
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A season finale da terceira temporada de Falling Skies chegou! Os volm chegaram! Todo muito ficou feliz e resolveram tirar umas férias no Brasil. #SQN. O título do décimo episódio da temporada da série alienígena da TNT deixou os brasileiros cheios de expectativa e por uns minutos até deu para imaginar que a resolução do mistério seria esse mesmo, o grupo de Tom Mason seria transportado para o sul, “em um lugar chamado Brasil”.

No entanto, não foi dessa vez que ganhamos visitas de outros países e planetas. Os volm realmente tinham a intenção de mandar o grupo de Mason para terras brasileiras, mas a vontade dos humanos de batalhar por sua casa acabou cancelando a viagem. A desconfiança sobre a verdadeira intenção dos volm era evidenciada há vários capítulos atrás. No entanto, eles não são tão maus assim, não queriam conquistar a Terra no lugar dos espheni, só queriam seguir na guerra intergalática sem a ajuda dos humanos.

Brazil não foi exatamente uma grandiosa season finale, mas teve alguns bons momentos. Um ponto interessante do episódio é que Falling Skies pulou algumas etapas chatas e partiu para a ação definitiva. A série deu um pulo no tempo e não mostrou a reconstrução de Charleston após as explosões ocasionadas pela “Lourdes Olhos de Vermes”. Brazil já começa com a turma de Tom Mason partindo para o ataque à torre espheni. Dr. Kadar já aparece dominando a arma “mata-alien” dos volm, e nos primeiros dez minutos de episódio a batalha já parece ganha para o grupo de Mason.

Depois de um início animador, a season finale de Falling Skies tem uma queda sonolenta, situação que ocorreu em diversos episódios nessa temporada. Apesar do terceiro ano da série ter sido superior a segunda temporada, Falling Skies teve momentos que beiraram o cochilo e os fãs tiveram que fazer um esforço a mais para não serem contaminados por vermes espheni do sono profundo.

Em Brazil, a reviravolta dos volm já era esperada, quase óbvia, e se tornou um tanto cansativa quando realmente se apresentou. Pope também não nos poupou do discurso “eu avisei” e várias situações – como a conversa entre Hal e Lourdes e o “eu sei o que você está sentindo” – tornaram o episódio cansativo. Isso tudo até que chegamos no momento em que… todo mundo de Falling Skies vai para o Brasil! #todoscomemoraSQN

Certo, foi bonito enquanto durou, e vamos combinar que qualquer brasileiro que se preze gostou de ver os gringos lembrarem da nossa terrinha. Ainda mais quando não existem críticas envolvidas. Em Brazil, o máximo de ironia foi Weaver dizendo que não daria para imaginar ele sentado em uma praia. Vamos lá, deu até para forçar um riso sem graça. Logo após a vitória sobre os espheni, o clima brasileiro até contagiou o acampamento dos humanos com muita música e batuques para comemorar a vitória do dia. Até aquele momento todo mundo se mantinha feliz, sem nem sonhar que estavam prestes a serem deportados do próprio país.

O mais importante ao ressaltar nesse final de temporada foi o crescimento da série. Falling Skies, do ano passado para agora, teve uma grande evolução. O seriado ainda fica longe de algumas grandes produções da televisão americana, mas conseguiu se superar na terceira temporada e já foi renovada para um quarto ano na TNT, e isso tudo já é digno de comemoração. Os efeitos especiais, por exemplo, foram bem melhor elaborados nessa temporada do que nos anos anteriores.

O enredo da série também cresceu, assim como a costura entre as histórias contadas nos plots. Para o ano que vem, a quarta temporada promete colocar a turma novamente na estrada, fazendo a série voltar ao ritmo dos seus primeiros dois anos. Lourdes provavelmente já deve estar curada, mas o problema maior vai ser o que/quem curou ela: Alexis. Além de ter teminado a temporada falando, assustando e sendo aplaudida a pequena Mason ainda mostrou que tem o poder de curar pessoas infectadas por vermes espheni. Até Tom se arrepiou de medo da própria filha. Quem vai encarar? Até o ano que vem pessoal! Enquanto isso, a resistência continua.

PS: Alguém reparou que o agorafóbico Dr. Kadar parece ter se recuperado de um dia para o outro e foi até para rua atirar em aliens?

Under the Dome – The Endless Thirst e Imperfect Circles

Data/Hora 14/08/2013, 16:26. Autor
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Se a bomba do último episódio serviu para colocar os habitantes de Cherter’s Mill no limite – já que sabíamos que a série não iria perder o motivo de seu título já no quinto episódio – na semana seguinte a tensão aumentou ainda mais.

A cidade está finalmente vivendo o fato de estar presa na redoma, e é no sexto episódio que começa a sofrer consequências do próprio exílio, não problemas recorrentes de qualquer lugar não isolado.

Tudo começa quando a loira lésbica – que eu nunca lembro o nome – começa a passar mal pela falta de insulina. Primeiro eu pensei, “bom, você não quis roubar a insulina do hospital, então sofra as consequências.” Depois eu refleti que se realmente seria roubar, já que estão em uma situação diferente, presos, sem acesso a remédios e outras coisas. As leis valem pra qualquer situação, ou a partir do momento em que algo perturba o normal vira “cada um por si”? Esse tipo de questionamento é que deveria fazer a série ser um ótimo show, mas esse tipo de pensamento passa batido no roteiro, e só aceitamos que a médica não pegou os remédios no outro episódio porque é boazinha demais. O fato é que, fora de si, a diabética sai do carro e fica bem na mira de um caminhão. Ai, a loira vai sem eu decorar seu nome! Mas não tão rápido. O caminhão desvia e bate no reservatório de água que vemos na abertura da série. Sem reservas, a xerife Linda vai até o lago da cidade, só para constatar que este está poluído, possivelmente pelos materiais usados por Big Jim na treta de drogas que ele tinha com o reverendo do cérebro explodido.

Por mea culpa ou só porque ele quer mostrar que pode resolver tudo, Jim vai até Ollie, que possui uma propriedade com poço suficiente para atender a população. O fazendeiro, porém, se mostra um adversário para Jim, e propõe uma troca: o propano pela água para a população. Com um primeiro acordo fechado, já percebemos que Ollie não parará por aqui, sendo outro vilão em potencial.

Já Dodee prova que realmente é necessária para a cidade redomada, conseguindo construir uma máquina capaz de rastrear o sinal da energia do campo de força. A engenheira leva Julia para procurar com ela o sinal, que acaba as levando para o casal adolescente epilético, qu vasculham casas para roubar insulina para a mãe loira lésbica que quase morreu no começo do episódio. A dupla acaba descobrindo que o casal tem algum tipo de relação com a redoma, mas prometem não revelar, uma promessa mais do lado de Julia do que de Dodee, que fez cara de quem guardará o segredo por no máximo dois episódios.

Enquanto isso a cidade está em polvorosa, todo mundo atacando o mercado para pegar água. Barbie, que não aceita o uniforme policial nem a arma dados por Linda, ajuda a controlar a população dando socos como qualquer civil. A situação surreal serve para termos certeza dos problemas dele com violência.

Angie, já livre do bunker e da casa de Junior, se refugia no café de Rose e lhe conta seus últimos dias. Aliviada e confortada pela chefe, se sente segura por dois segundos, que já é de bom tamanho para a única personagem jovem interpretada por uma atriz com capacidade dramática da série, que faz com que a calmaria seja um desperdício. Vamos deixar o resto do elenco incompetente de boa e dar mais drama para Britt Robertson. Daí que Angie e Rose são surpreendidas por dois saqueadores. Ao reagir, Rose acaba morta com um taco de baseball, numa das cenas mais chocantes da série (e olha que vimos vacas partidas ao meio). Uma triste perda para a série, pois eu juro que achei que Rose teria algum envolvimento com Big Jim, e que seria ameaçada por Junior. A ponto de sofrer abuso, Angie é salva por Barbie, e os bandidos fogem.

Na confusão lá fora, no momento em que Linda resolve que não dá mais pra ficar gritando e resolve fazer que nem PM do Rio e sair atirando, começa a chover. Pois é, chove na redoma. A partir daí é uma sequência da galera feliz, em câmera lenta, saudando a chuva que nem carioca faz com o pôr-do-sol no Arpoador.

O episódio não termina antes de vermos a ótima conversa entre Angie e Big Jim, que oferece dinheiro e proteção à garota, em troca de seu silêncio. Demorou, mas a redoma tá apertando!

Já o sétimo episódio vem confirmar o rumo certo que a série está tomando. Assim como o anterior, veio para quebrar a série de infortúnios semanais que o povo de Chester’s Mill sofre, e não nos leva a lugar nenhum da história. Dessa vez, embora haja um desafio do dia, a história do episódio é muito mais descentralizada do que nos anteriores. E isso é muito bom.

Algo que eu reclamos sempre com amigos que assistem também a série é que nos prometeram personagens fortes no piloto, e nos entregaram um monte de gente rasa, cujo carisma não permite nem que gravemos os seus nomes. Isso não é por conta da construção deles – pois todos têm boas histórias e backgrounds sólidos -, mas porque na verdade não temos acesso a eles, já que os diálogos são pobres e as sequências rápidas, em um show que apela mais para o visual, quando na verdade o que importa mesmo, assim como em Lost, são as relações humanas.

Essa foi a primeira vez que tivemos acesso ao que um personagem pensa sobre viver na redoma, se ela continuar a prender todos. Joe revela que acha interessante algo acontecer pela primeira vez em uma cidade em que nada ocorre. Assim, podemos entender melhor a motivação do adolescente, de procurar respostas junto com Norrie, pra fazer parte de uma história grande que acontece numa cidade pequena. E sim, faz sentido. Minha bronca com a série é que quase nenhum personagem tem suas motivações explicadas e baseadas, fazendo parecer que agem por impulso involuntário. Por que Linda age de maneira insegura? Por que Junior tem problemas com a morte da mãe? Por que Barbie não controla a violência? São perguntas que ao invés de serem estimuladas para o telespectador, são deixadas de lado. O drama não é bem distribuído em Under the Dome.

Mas em Imperfect Circles vemos a redoma agir. A vizinha grávida de Julia, que faz sua primeira aparição na série, vê seu marido, que está preso do lado de fora da redoma, na sua frente. Ao tocá-lo percebe que não é real, mas foi “projetado” pela redoma. Logo entra em trabalho de parto, fazendo com que Linda tenha a missão de leva-la pra lésbica loira diabética.

Angie parece ter aceitado a proposta de Big Jim, e chora a morte de Rose. Conta com a ajuda do amigo asiático de Joe para enterrá-la. Já Big Jim sobre uma rasteira que todos nós já esperávamos: Allie, o fazendeiro dono do poço, rouba o propano, colocando um guarda, que dá umas belas porradas no vereador que vai reclamar sua propriedade. Primeiro round: Allie 1, Jim 0.

Na gincana do parto, Julia e sua vizinha são interceptadas pelos irmãos bandidos que mataram Rose e quase estupraram Angie. Em um exemplo de cenas desperdiçadas, vemos os caras roubando gasolina e Julia desperdiçando linhas de diálogos com “Fique parada deixem que levem a gasolina”. Really? Não poderia rolar uma tensãozinha maior, um confronto entre os caras e as mulheres, algo que realmente usasse os cinco minutos de cena?

No percalço dos bandidos está Linda e Junior. A xerife resolve, no caminho, que é sábio contar para Junior que um dos irmãos tentou estuprar sua namorada, e esperar que ele ainda tenha um julgamento equilibrado. Ao encontra-los, trocam tiros e Junior mata um deles a queima-roupa, mesmo estando desarmado.

Jim não desiste, e depois de beber umas volta para o galpão do propano e explode o carro do guarda com ele dentro. Segundo round: Allie 1, Jim 1. Acabou por aí? Nesse episódio sim, mas esperamos que no próximo esse embate se desenvolva.

Ao chegar na casa onde as mães de Norrie estão hospedadas, a grávida, carregada no colo por Barbie e ainda acompanhada por Julia, começa seu parto supervisionado pela lésbica loira diabética, que passa muito mal por sinal. Enquanto isso, Norrie e Joe buscam o centro de energia da redoma. Eu pensei que investigar esse tipo de coisa seria trabalho de Julia, mas os garotos se mostram muito mais eficientes do que a repórter, ou qualquer adulto da série. Acabam achando uma mini redoma, que protege UM OVO. É, um ovo. Não me julguem pela surpresa, porque eu não li o livro. Quando começam a fazer perguntas para o ovo, que por incrível que pareça é a coisa mais razoável que qualquer personagem já fez em relação ao mistério da redoma, Norrie tem uma visão de sua mãe. Corre de volta pra casa, a tempo de ver a médica, após realizar o parto, de cama, nas últimas. E mais um personagem morre na redoma, numa cena que emocionou, apesar do meu desapego com essa personagem cujo nome eu nem lembro.

Apesar de ser a segunda morte consecutiva da série, essa fez sentido. Vemos a redoma agindo, avisando, se comunicando, e começamos a pensar nela como um personagem, assim como fazíamos com a ilha de Lost, ou com a casa de American Horror Story. E o cliffhanger, com o ovo meio que abrindo e brilhando, deu curiosidade, não deu?

Rookie Blue – For Better, for Worse

Data/Hora 14/08/2013, 14:33. Autor
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Rookie Blue está fazendo uma temporada bastante regular. Mas ainda falta um episódio bombástico, eletrizante, que prenda a atenção do início ao fim. Um episódio DAQUELES. E essa falta começa a pesar, especialmente porque passamos da metade da temporada. Só restam cinco episódios para encerrar essa quarta temporada, e é hora das coisas darem uma movimentadinha.

Quanto ao desenvolvimento dos personagens, não tenho queixas. As histórias estão indo bem, os plots estão se desenvolvendo de maneira legal. Mas os casos – e consequentemente as situações nas quais eles deixam os policiais – estão deixando a desejar.

O caso dessa semana, por exemplo: deixou quase todo mundo preso na delegacia, só interrogando. Faltou ação, faltou expectativa. E faltou a vontade de saber quem, no final das contas, era o culpado pelo assalto aos velhinhos da van.

Paralelamente, tivemos o desenrolar do caso do sumiço de Noelle, que até despertou um pouco mais de atenção, mas também não foi aquela coca-cola toda. O mais interessante foi ver a parceria de Traci e Steve Peck. Torço pela permanência de Adam MacDonald na série, já que as aparições dele tem rendido melhores histórias pra Traci. Eu só fico um pouco com o pé atrás porque vislumbro a ideia dos roteiristas de transformá-los em um casal, e não sei se isso seria necessário. Mas mesmo que o envolvimento role, acho que vale a pena vermos mais de Steve. Vida longa ao personagem, então.

Sobre o casamento, foi bem estúpida a ideia de Noelle, de fugir. Ainda mais por causa de uma possível doença, e sem dar satisfações para Frank. E especialmente porque eles tem uma filha. Ninguém parte sem olhar pra trás, assim, deixando um bebezinho. Que bom que ela acabou indo conversar com ele e casou (sim, foi a noiva a se arrumar mais rápido na história dos seriados).

O que eu mais curti, em relação ao casamento foi como os convidados reagiram a ele. A interação de Traci e Peck pra salvar o dia, Gail mais afiada do que nunca (eu sabia, o plot “vou virar lésbica” seria desenvolvido. O fato da legista ter rejeitado Gail só atiçou a curiosidade da loira), Chloe e Dov sendo fofos, Oliver recomeçando a vida ao lado da “bruxa”, e, obviamente, Andy e Nick.

Tem como não amar Nick? Não, especialmente depois dele ter ligado para Dov e pedido para Epstein colocar o telefone no viva voz só para Andy poder participar do casamento. E, obviamente, depois dele ter, tão lindamente, aberto seus sentimentos para a colega. Os dois são fofos e divertidos juntos e eu estou torcendo definitivamente pra que o tempo que Andy precisa para refletir sobre a proposta seja curto e eles virem um casal BEM em breve.

Sim, como vocês podem perceber, sou uma ex-Sandy. Especialmente porque Sam está a cada episódio mais babaca. Eu não consigo compreender o porquê da sua inércia. Ele não ama Marlo, e é gritante que ele ainda ama Andy. Ao contrário do que ele disse para Oliver, ele não está tentando ser feliz. E perdeu a oportunidade mais uma vez. Então, ele não ajuda a manter minha vontade de vê-lo com McNally novamente, simplesmente porque ele não merece ela. Que, aliás, ao contrário dele, está tentando ser feliz. Sorri bobamente ao ver ela cantando More than Words no carro, com Nick. Porque é evidente que ele tem um efeito positivo nela, ainda que ela não tenha descoberto isso.

Mais uma vez, encerro dizendo que espero que o próximo episódio seja AQUELE. Pra dar um up na temporada. Que vem bem, mas precisa de uma movimentada.

P.S.: quando vi que Marlo viajaria, achei que Sam e Andy teriam um momento no casamento que me faria voltar a shippá-los. Ledo engano. Pffff.

Rizzoli & Isles – Somebody’s Watching Me e All For One

Data/Hora 13/08/2013, 15:02. Autor
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Quando foi que Rizzoli & Isles largou de vez dos dramas e virou uma comédia? Depois de assistir Somebody’s Watching Me e All For One fiquei me perguntando sobre isso. E cheguei a conclusão que foi há muito tempo. Talvez o último momento genuíno de drama BEM DESENVOLVIDO tenha sido lá na season finale da segunda temporada, quando Jane atirou em Paddy.

Depois disso, até vimos um drama aqui e outro acolá (principalmente centrados na Isles, como já havia dito em outras reviews). Mas sempre misturados com muita comédia e talvez um pouco leves demais. O que quero dizer é que histórias como a cauda eqüina de Casey, o julgamento de Doyle, a prisão de Maura, acabaram sendo um pouco mal desenvolvidos . E lamento bastante por isso, já que eu gostava bastante do lado dramático de Rizzoli & Isles.

E já que o drama tem passado bem longe de Boston, R&I deveria assumir que não é dramédia, e servir ao único propósito de fazer comédia. Ou então diminuir um pouco o fator cômico quando os casos forem um pouco mais pesados.

Por exemplo: a história do tornozelo machucado de Jane rendeu boas risadas. Foi genuinamente engraçada. Mas não combinou com um caso pesado como o do professor que “abusava” das alunas. Pelo menos eu fiquei com essa impressão.

Aliás, não achei o caso particularmente interessante, mas gostei bastante do seu desfecho. As vezes tenho um probleminha com a velocidade e a taxa de resolução de casos policiais em seriados. É bom que alguns acabem inconclusivos, as vezes.

Sobre os casos de Somebody’s Watching Me, mais uma vez reforço que há um problema de desenvolvimento. Especialmente quanto à questão do processo sofrido por Jane, por causa do café derramado. Era algo sério, e acabou virando meio pastelão. Assim como a parceria de Frost e Frankie.

Mas, nem só de críticas vive minha relação com Rizzoli. Eu continuo adorando a série, já que Maura e Jane são sempre ótimas juntas. A amizade delas é linda e sobra química entre as atrizes. Então, ainda que haja falhas em outras áreas da série, eu seguirei assistindo enquanto essa característica se mantiver.

No mais, sigo esperando por um episódio BOMBÁSTICO nessa temporada, que dê um up na série e na audiência.  E acho que não é pedir demais.

P.S.1: tive cólicas em ver Casey e Jane interagindo. Por favor, Rizzoli, escute Isles e se entregue à química com Martinez. Antes que a legista o faça.

P.S.2: acho que tá faltando continuidade em certos plots. Sean e Angela, por exemplo.  Ou a relação de Maura com a família adotiva e a biológica. Isso também tem me incomodado.

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