TeleSéries
Pretty Little Liars – Now You See Me, Now You Don’t
28/08/2013, 17:14.
Ariel Cristina Borges
Reviews
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O M G. Não há expressão que descreva melhor a summer finale de Pretty Little Liars. Apesar de não terem sido tão surpreendentes, as revelações feitas em Now You See Me, Now You Don’t vão mudar o andamento da série daqui para frente.
Como sempre deixando o melhor para o final, começo falando do plot Marin. Ashley foi finalmente liberada da acusação de ter matado Wilden e, a partir de agora, Hanna vai abandonar a atitude “preciso defender a minha mãe e, para isso, faço uma besteira atrás da outra”. Pode ser que voltemos a ver a Hanna de coração partido quando os episódios voltarem, já que a cena de Caleb entrando no ônibus para Ravenswood significou a partida do personagem para a outra série. E Travis parece estar pronto para oferecer o ombro para Hanna chorar. A aprovação de Aria ele já tem.
Melissa não está longe de todo o drama que acontece em Rosewood, apesar de ter trocado a cidade por Londres e estar morando junto com Wren. Em sua última aparição, o médico inglês mostrou que não é tão inocente quanto parecia e que ainda tem alguma ligação com CeCe e o Team A, mesmo que também estivesse sendo vigiado. É aí que Shana entra. Ela estava escondida na casa de Wren e sabe o endereço dele em Londres. Ao mesmo tempo, ele teve acesso livre à casa de Mona, que foi liberada de Radley e está escondida num hotel (que ela também sabe onde fica).
Now You See Me, Now You Don’t ofereceu a prova que nós precisávamos para acreditar que Mona tem a credibilidade duvidável. Enquanto A dizia para as liars que tinha sumido com ela e que a mataria para que a polícia acreditasse que foram elas quatro, ela estava confortavelmente instalada num hotel. Fugindo de A ou aliada a ele?
Sim, eu disse ele. Ezra, o professor inocente e romântico não é tão inocente assim. Ao que parece, ele é Big A. Descobrir isso foi quase tão chocante quanto descobrir que Toby estava vestindo o capuz preto na última temporada. A única diferença é que Toby estava fingindo e Ezra definitivamente não está. E se formos parar para pensar que as ameaças às meninas começaram justamente um tempo depois de ele ter chegado à cidade, chegamos à conclusão de que Ezra esteve em baixo de nossos narizes durante todo esse tempo.
Definitivamente, ele não gostou muito de ter seu QG descoberto pelas meninas. Mas uma curiosidade nossa foi sanada: ele consegue controlar todos os passos delas quatro por causa de equipamentos tecnológicos com câmeras e sistemas da polícia, provavelmente comprado com dinheiro de sua família. Um salário de professor nunca bancaria aquilo tudo.
A única explicação plausível Ezra querer se vingar de Alison é um possível relacionamento no passado. Quando descobrimos que ela namorou um homem mais velho, da faculdade, todos assumimos que foi Wilden. Mas já que foi CeCe quem o matou, é provável que o detetive tenha se relacionado com ela e não com Ali. O que deixa uma lacuna em que Ezra se encaixa perfeitamente na história.
Falando em Ali, a outra revelação do episódio já era quase certa para todos nós. Ela ainda está viva e pode ser Red Coat junto com CeCe. Sim, são duas. Isso, somado ao fato de que CeCe estava na porta do apartamento de Ezra espionando ele e Aria, nos faz questionar a ligação de Red Coat e A. Se Alison é uma das Red Coats e CeCe é a outra, porque Ezra observaria Ali e seria observado por CeCe? E, acima de tudo, por que ele esperaria que as meninas o levassem a Alison?
E, assim, aos que achavam que a revelação da identidade de A acabaria com o mistério dessa série: vocês estavam enganados. Pretty Little Liars ainda tem muita história para contar e nos fazer enlouquecer.
O episódio de Halloween vai ao ar no dia 22 de outubro. Então, até lá!
PS[1]: De quem era aquele olho que observava as quatro liars através de um quadro enquanto elas estavam no covil de A? Se Aria não estivesse na sala, diria que era ela pela semelhança dos olhos. Será Alison?
PS[2]: Jake está começando a perder pontos com Aria. Sem saber que Ezra é A, ela chegou a beijar o professor. Ao que parece, o romance proibido deles dois vai voltar à ativa, deixando as coisas ainda mais interessantes. Pelo menos o relacionamento de Aria com Jake serviu para ela aprender a lutar e conseguir dar uns belos chutes em CeCe.
PS[3]: Você cai no chão de uma altura considerável. Desmaia. Retoma a consciência e consegue fugir antes que te peguem. Parabénc, CeCe Drake.
Dexter – Make Your Own Kind of Music
28/08/2013, 10:03.
Juliana Baptista
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Finalmente uma novidade sobre a Dra Vogel! Até que eu gostei dessa ideia dela ter um filho perdido e ele também ser psicopata (daí já aparece um gancho pertinente pra escolha da especialidade dela). O que eu não entendi é: ele matou a Cassie só pra chamar atenção do Dexter? E porque ele quis incriminar o Zach, que não tinha nada a ver com a história? Seria talvez porque os dois tenham assumido o posto de “filhos serial killers” da Vogel? Não sei, estou indecisa sobre essa história. Sem contar que um cara tão cuidadoso e esperto deu a brecha de dar uma de fugitivo pra polícia. Isso ficou estranho, do nada o cara se muda depois de ter sido interrogado pela polícia, nossa, nada suspeito.
Na verdade, este episódio foi cheio de situações estranhas: Dexter numa paixonite inconsequente pela Hanna, amor repentino do Harrison pela Hanna (o menino até desenha ela como mãe, WTF), Dexter levando Hanna pra morar na casa da Debra, Quinn beijando a Debra, Elway sendo babaca com Debra e o diálogo final da Vogel com o Daniel (fiquei sem entender se eles tinham feito as pazes ou se tudo foi armado pra pegar o Dexter).
Bom, vamos começar do começo: Dexter curtir a Hanna, ok. Mas esse amor inconsequente, que o faz pensar em largar o emprego e fugir pra Argentina com o Harrison, deixando Deb sozinha, ficou um pouco exagerado pro personagem. Dexter sempre foi calculista, comedido e agora do nada quer despirocar e fugir do país como se fosse um adolescente bobo. Agora até o Harrison que NUNCA FALA MAIS DE UMA FRASE , aparece com esse discursinho que ama a Hanna que queria que ela fosse sua mãe. Gente, isso não tá forçado demais? Acho que era mais normal ele encarar a Jamie como mãe do que a Hanna!
E por falar em Jamie, coitada dessa menina! Só aparece pra quebrar galho do Dexter e o mais novo galho que ela tem de lidar é do Quinn! Achei muito nada a ver colocarem Deb e Quinn de casalzinho de novo. Pô, o cara tá de boa com a Jamie, eles moram juntos, Debra nem dá as caras por um tempão e quando aparece rola aquele beijo sem graça? Muito morninho, sem sentido e acabou como se nada tivesse acontecido. Não vi necessidade disso, Deb e Quinn não colam de casal já faz algumas temporadas. Sou muito mais o Elway, que é descoladão, gosta dela. Mas agora querem fazer ele bancar o babaca pra descartá-lo da série e empurrá-la de volta para a delegacia.
E o que foi aquela cena da Debra com a Hanna, jantando? Do nada a Deb vai esquecer que a nega tentou envenená-la e vai aceitar numa boa o romance? Jantarzinho, conversas e até descobrindo coisas em comum. Oh, that scalated quickly! Estou ficando com medo porque acho que estão tentando nos empurrar um finalzinho meio água com açúcar e Dexter nunca foi assim, em 7 temporadas. É melhor acreditar que isso não vai acontecer e teremos um final caótico e digno desta série.
O último ponto pra comentar é a relação da Vogel com Daniel. Como assim o cara só aparece agora? Achei meio tarde porque o cara parece que tem uns trinta e poucos anos, porque esperar tanto tempo pra assombrar a mãe? Sem contar que o achei com cara de pastel, meio sem sal nem açúcar. Chateada com esse brainsurgeon, apesar de que ele é bem melhor que a nossa primeira opção. O que ficou em aberto é: será que a Vogel está tentando fazer as pazes com o filho ou ele já eram parceiros faz tempo e tudo isso foi uma tática pra chamar atenção do Dexter?
Muitas coisas em aberto e apenas mais três episódios. Haja coração!
Rookie Blue – You Are Here
26/08/2013, 16:12.
Mariela Assmann
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Depois dos acontecimentos do final de What I Lost e da cena de McCollins no sofá, eu só consegui pensar em duas coisas: Andy e Nick se tornariam um casal? E, especialmente, como Gail reagiria à notícia?
E foi visando sanar essa curiosidade que corri assistir You Are Here. E gostei bastante dos resultados para os meus questionamentos.
Quando McNally – que só vai voltar a ensaiar cenas de ação com Nick após contar para Gail sobre o envolvimento dos dois – procura Peck para contar sobre o acontecido, eu fiquei com a impressão de que Gail percebeu o que a amiga queria lhe contar. E a cada nova cena de tentativa de revelação essa minha impressão crescia. E eu não estava errada. Depois de tentar contar de várias formas (e nos proporcionar alguns momentos de diversão), Andy acabou jogando a verdade na cara de Gail. Que, em retribuição, foi bitch como só ela pode ser, dizendo que seu “prêmio de consolação” é ver a culpa consumindo a sempre tão certinha Andy. Foi pesado e maldoso, mas não deixa de ser verdade. Afinal de contas, por mais que Andy e Nick sejam fofíssimos juntos, é uma grande quebra no código da amizade dormir com o ex-namorado da amiga.
Contudo, apesar de saber disso, não pude deixar de sorrir no final do episódio ao ver Andy e Nick juntinhos e felizes. E também fiquei feliz que Holly (aprendi o nome dela!!) apareceu pra ir pra casa com Peck. Eventualmente, Peck perdoará Andy. E as coisas voltarão a ser como eram antes. Afinal de contas, Gail já pegou metade dos homens da delegacia (inclusive os BFFs Chris e Epstein) e continua lá, reinando absoluta. Em homenagem ao próprio teto de vidro, Peck deve perdoar Andy.
E por falar em Chris e Epstein, curti a cena dos dois discutindo na mata. Um falou o que o outro precisava escutar, e acho que os dois acabaram melhorando depois disso. Fico feliz que Chris esteja de volta, mas ele ainda não teve oportunidade de mostrar a que veio. Então só nos resta continuar observando o andar dos próximos episódios pra ver se temos o velhos Dias de volta.
Conversa por conversa, melhor ainda foi a que aconteceu dentro da cabana. Sam, senhoras e senhores, finalmente confessou que ama McNally. Foi bonito vê-lo abrindo o coração para Oliver, dizendo que não consegue parar de pensar em um futuro com Andy. E concordo com Oliver, o primeiro passo para resolver isso é ser franco com Marlo e colocar um fim no relacionamento dos dois. Quanto ao futuro, continuo torcendo pela felicidade de McCollins. Swarek ainda precisa comer muito arroz com feijão pra merecer de volta o amor da ex.
Quanto ao caso da semana, gostei bastante. E especialmente por dois fatores: foi muito legal ver Traci investigando o “seu próprio” caso de homicídios, e Chloe destruiu a banca. Muito bacana ver a esquisitinha sendo reconhecida pelo seu trabalho como policial. E, de quebra, ainda vimos uma interação bacana entre Steve e Nash, que tem química de sobra juntos.
Por fim, preciso confessar que You Are Here me lembrou bastante Grey’s Anatomy. Especialmente por que lá na 3ª temporada do drama médico, em Where the Boys Are, os garotos do Seattle Grace vão pra “casa de campo” de Derek brincar de ogros. Mais ou menos o que Dov, Chris, Oliver e Sam fizeram. Outro episódio de GA que veio à minha mente foi What I Am, também da terceira temporada, no qual Meredith, sob efeito de medicação pra dor, começa a delirar. Gail foi a delirante da vez, e embora não tenha sido tão engraçado vê-la “chapada”, foi bem bacana. Fazia tempo que Rookie, pretensamente inspirado em Grey’s, não me lembrava do drama médico. E sempre me delicio com essas recordações.
Na próxima quinta-feira vai ao ar, nos EUA, Deception. E pelo que li sobre o episódio, não nos decepcionaremos. Então, até lá.
Rizzoli & Isles – No One Mourns the Wicked
26/08/2013, 15:33.
Mariela Assmann
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Oba! No One Mourns the Wicked foi um episódio pra lá de bacana. E isso só reforça minha opinião de que bons serial killers sempre dão uma movimentada nas coisas. Isso ao mesmo tempo que me dá esperanças de vermos um novo assassino em série pelas ruas de Boston. Faz tempo que não vemos um assassino icônico novo em R&I.
Michael Massee voltou pra Rizzoli & Isles para dar vida – em flashbacks – ao seu fenomenal Charles Hoyt. Tudo porque Jane e Maura foram convidadas para falar sobre o caso do serial killer em um simpósio policial, e… surpresa! Os bonecos da cena do crime eram vítimas reais, assassinadas conforme o modus operandi do assassino.
Outras vítimas e o modus operandi de outro serial killer foram a chave para se chegar aos culpados: Victoria Nolan e seu filho e “assistente de pesquisa”. Isso tudo depois de seguir passos muito legais para chegar no “paciente zero”, que era o caso do assassinato dos pais de Victoria.
Foi interessante ver a psiquiatra forense como a culpada – eu apostei no carinha que era responsável pelo marketing, errei feio – porque foi possível, de certa forma, ficarmos sabendo sobre o nascimento de um assassino serial. Tanto pelas coisas que ela falou pra Rizzoli, Isles e Angela, quanto pelas revelações pessoais que ela fez sobre sua psicopatia para Korsak. Interessante notar, também, que a falta de empatia dela gerava uma espécie de sentimento de superioridade, já que ela não negou nenhuma resposta aos detetives, o que denota o sentimento de “intocabilidade”.
Além disso, a possibilidade de vermos um aprendiz de Hoyt a solta – somada aos flashbacks que rememoraram tudo que Jane passou – deu um tom tenso pro episódio, daqueles que há muito tempo não víamos em Rizzoli & Isles. Vejam bem, eu sabia que Hoyt estava bem morto, e ainda assim fiquei assustada na cena do sono de Jane. É de mais cenas como essa – extremamente envolventes – que acho que a série precisa.
Vince em risco também foi bastante compreensível – e, cá entre nós, é sempre eletrizante quando algum personagem querido está em risco -. Afinal de contas, Victoria admirava Hoyt, e Korsak foi o responsável por colocar fim na vida do assassino. E ver o detetive – que salvou a vida de Jane no passado – sendo resgatado pela amiga foi quase que comovente.
Como era de se esperar, o tom de comédia ficou um pouco de lado nesse episódio. E eu ficaria bem frustrada se não fosse assim, já que não havia muito espaço pra ela em One Mourns the Wicked. Outra coisa interessante foi vermos o foco novamente em Jane. Já fazia um longo tempo que apenas Maura ficava no centro da ação, e o balanço entre o “protagonismo das protagonistas” é vital pra que haja um equilíbrio no seriado e nenhuma das personagens seja explorada em excesso.
Amanhã vai ao ar, nos EUA, Built for Speed, o décimo episódio dessa temporada. Espero que ele consiga manter o nível desse último episódio, e que a temporada siga apresentando a qualidade que demonstrou ter (especialmente) nos dois últimos episódios. Até lá.
The Bridge – Destino
25/08/2013, 22:26.
Felipe Ameno
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O gigante acordou! Uhuuuuuu! E finalmente um episódio para fazer justiça a todo o barulho em cima da série. Tenho a impressão que eles economizaram tensão e deixaram tudo para Destino. Ótimo desenvolvimento dos plots, uma fotografia incrível, atuações no ponto – Kruger demorou mas achou o tom de sua Sonya – e espero que seja assim daqui pra frente! Nem vi o episódio passar, quando me dei conta, já tinha acabado! E isso é uma coisa muito boa!
Antes de concentrar no clímax do episódio, vamos as tramas adjacentes:
– Mulher traída é fogo e vingativa! Alma, além de não perdoar Marco, já arrumou outro.
– Daniel, sofrendo com a sobriedade, passa o caso para Adriana. Alguém acode ele por favor!
– Steven, que estava meio sumido, reaparece e tem mais um caso para resolver. Desta vez ele é convocado a resgatar Sara Vega, que vem a ser a filha da chefe! Vega abandou a família e a faculdade para ficar com Fausto! Só que ele não tem sucesso em sua abordagem.
– Ray, agora tratando diretamente com Graciela, propôs a travessia de armas (as 50 que ele comenta no episódio anterior). Só que para isso teve que fazer um “servicinho”. Que coragem hein! Ele não comenta seus planos com Charlote e Cesar (o caseiro) trata de abrir os olhos de sua nova chefe, que está mais preocupada com outras coisas… Depois de um começo promissor, Charlote está perdendo força na trama e voltando a ser o que sempre foi, uma acompanhante… Não curti.
Agora, vamos ao que realmente interessa!
Sonya segue sua intuição e consegue informações importantes a partir do carro que foi deixado na porta da casa do psicólogo assassinado (o pai de Gina). Ele foi arrematado por Jack Childress em um leilão. Com as informações e o endereço nas mãos, Cross e Ruiz partem para a residência do sujeito. Ao chegarem, ele não estava, mas eles encontram de tudo: mapas, armas, munições, granadas e etc. Pronto, tinham encontrado o açougueiro! Ou não? Hank e Cooper, chamados por Sonya, encontram no caminho a caminhonete de Childress abandonada. Ele fugiu assim que viu o carro dos policias na porta de sua casa.
Com toda a força tarefa reunida, eles começam a busca. Escondido, Childress faça sua primeira vítima: Stroke, o policial rodoviário que tinha aparecido do nada e morre com um tiro no meio da cara! Sonya então liga para o assassino e tenta tirar sua concentração enquanto os outro seguem para o possível lugar de onde o tirou foi disparado.
Cross, toda corajosa, continua seu papo e vai ganhando a “confiança” de Childress. Mas quando se dá conta, ele está atrás dela! OMG! Os dois, cara a cara, com as armas apontadas um para outro! MUITA TENSÃO NESSA HORA! E BANG! Depois dos disparos, cada um voa para um canto. Hank segura Sonya e Marco parte para cima de Childress.
Ufa, estão todos bem, na medida do possível… Já na delegacia, a prisão é comemorada, menos por Sonya, que fica ainda mais com pulga atrás da orelha quando Chrildress diz que o alvo era Marco…
Que episódio foi esse! Tudo aquilo que eu estava esperando. Ok, demorou um pouco, mas que bom que persisti! Espero que The Bridge tenha engatado a quinta e não reduza até o final!
Considerações finais:
– Stokes apareceria desde o primeiro episódio, sempre nas horas mais inoportunas. Mas como de alguma forma ajudava, foi incorporado na “força tarefa”. Que trágico fim… E ele todo feliz de estar em caso como aquele! Assim como a Gina, Stokes apareceu, não disse a que veio e morreu…
– Sonya toda triste porque Marco ia tentar se reconciliar com sua esposa e procurar outro lugar para morar e ele, ao perceber que Childress não estava no local do disparo, e que ela estava em perigo, larga tudo e sai correndo! Essa relação está cada vez mais bonitinha!
– Assim como a intuição de Sonya (que não tem falhado) também acho que Childress não é o cara… Volto minhas atenções ao Steven, principalmente depois da a conversa que ele teve com sua chefe…
– Que moça bonita essa Sandra Echeverría (Sara Vega).
– Geral tirando o atraso! Ray foi o recordista: com Graciela e Charlote!
– Linda a cena final da Sonya se olhando no espelho!
Suits – The Other Time
25/08/2013, 18:36.
Regina Monteiro
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Depois do fiasco (embora haja opiniões em contrário) de Shadow of a Doubt, The Other Time veio para recolocar a série nos eixos. Talvez porque tenha recuperado aquilo que é o grande trunfo de Suits: a precisão cirúrgica com que a história ocupa os aproximados quarenta e cinco minutos de cada episódio com o que é absolutamente essencial. Isso requer talento, característica que sua equipe de produção (roteiristas, diretores e produtores) tem de sobra.
Coalhado de flashbacks, o sexto episódio desta temporada, não foi uma coletânea de reminiscências inúteis. The Other Time não se prestou apenas a esclarecer sentimentos e relações passadas, mas a fornecer alguns insights sobre comportamentos presentes.
Através dos flashbacks voltou-se ao tempo em que Harvey era assistente de Cameron Dennis e descobre as manobras que o promotor de justiça utilizava para conseguir a condenação de réus que ele julgava serem culpados pelos crimes de que estavam sendo acusados. Diante da descoberta, Harvey opta por uma solução arriscada que, por motivos opostos, não agrada nem ao promotor, nem à Donna (na época, sua secretária na promotoria pública).
No escritório de advocacia, Jéssica Pearson e Daniel Hardman conseguem o controle da então Gordon, Schmitd & Van Dick.
E Mike, que deveria ir para Harvard, tem que desistir de seus sonhos ao se envolver com a venda de um teste para salvar Trevor, o amigo eternamente problemático.
Assim, os flashbacks vistos na sua objetividade revelaram o modus operandi de alguns personagens para além das respostas emocionais que, dez anos depois, eles são capazes de dar diante de determinadas situações. E desse emaranhado feito de razão e emoção de onde brotam as ações, revela-se sua dualidade.
Aparentemente Jéssica é capaz de nutrir um desejo de amizade em relação a Harvey. Isto implica que ela se permite avançar a barreira do meramente profissional. Mas entre o controle da Person & Darby e a amizade, qual opção ela faria? Há dez anos, um golpe a levou ao controle da firma de advocacia. Outro golpe, mais recentemente, a manteve no controle da mesma. Entre a amizade e a ameaça de ser a número dois, qual opção ela faria?
Harvey pode ser condescendente e generoso. Mas até que ponto essa generosidade e condescendência prevalecem diante de seu imenso ego? Ao final do episódio, acreditando já ter solucionado o caso da acusação de homicídio contra Ava Hessington, dá a Jéssica um pouco de seu próprio veneno, revelando que tem o apoio de Edward Darby para assumir a firma em Nova York. Aparentemente o poder só pode ser alcançado através de golpes e traições.
Mike talvez consiga uma certa redenção. Rachel volta de Stanford, e ele consegue dar um passo no caminho da aceitação da opção que ela fez, diante da decisão ruim que o impediu de ir para Harvard, há dez anos.
Os flashbacks esclareceram também a relação entre Harvey e Donna, quando ela era sua secretária no escritório da promotoria pública: um certo jogo de sedução, com, aparentemente, mais envolvimento da parte dela. Mas, afinal, qual a natureza da relação que foi se concretizando entre Donna e Harvey, para além desses momentos de sedução ou envolvimento episódicos?
No meio desse vai e vem temporal, quem acaba se revelando é Stephen Huntley, que trabalha com a promotoria pública contra Harvey, no caso de Ava Hessington. Espero que haja algo além do fator Donna nesta decisão de Stephen, algo que fuja da obviedade de uma decisão passional.
E que venham outros episódios tão intensos quanto este; episódios que possam responder às perguntas insinuadas e ao fantástico cliffhanger trazido pelo final de The Other Time, afinal golpes, traições, meias verdades e mal entendidos parecem ter se disseminado como vírus neste episódio de Suits.
Low Winter Sun – The Goat Rodeo
25/08/2013, 18:29.
Felipe Ameno
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O segundo episódio de Low Winter Sun veio para confirmar o que eu já previa: a série é realmente muito boa e ele começa do ponto que o primeiro terminou. Toda a equipe – Frank, Joe, Tenente Charles Dawson, Dani Kahlil e o detetive da corregedoria Simon Boyd – está em volta do corpo encontrado no porta malas do carro de McCann. Eles fazem as primeiras impressões e combinam o que vão dizer, caso sejam abordados pela imprensa. De lá, eles partem para a casa de McCann para continuar a investigação.
E acabam encontrando de tudo um pouco! O cara gostava de pescar, tinha coelhos, foi diversas vezes condecorado, mas em contrapartida havia drogas e dinheiro (fico me perguntando até que ponto aquilo todo não foi plantado). Frank acha um telefone, escuta a última mensagem de voz e qual a surpresa? Era a Kátia, que dizia: “Brendan, é Kátia… Sim”. O que será que ela queria dizer? Meio transtornado, Frank vai até a casa de sua amada para colocar os pensamentos em ordem.
Paralelo a tudo isso, a turminha do bagulho tenta se reestruturar depois de ter perdido um aliado tão importante (McCann) e o que fazer com a droga roubada. Eles estão querendo expandir os negócios e abrir um “pequeno lugar” com lindas meninas, bebidas e, é claro, drogas. O lugar eles já acharam, agora precisam da “autorização” do chefão da área e durante a “reunião” encontram uma finalidade para a droga.
Algumas coisas ainda estão em aberto: quem é Skelos, o “homem velho” e o que a Sra. Callis fazia antes, já que ela é constantemente reconhecida pelos cliente. Depois da morte/assassinato de McCann, esse plot meio que ganhou vida própria, perdendo a conexão direta com o enredo principal. Ainda mais depois que Joe passa no bar e pede que parem de ligar e que finjam que não o conhecem. Damon chega a oferecer as mesmas condições que McCann tinha, mas Joe não aceita (quanta honestidade).
Boyd, que tinha sido barrado por Frank e não entrou na casa de McCann para acompanhar as investigações, consegue autorização e assiste a autópsia. O legista faz duas revelações bombásticas: a fratura no pulso ocorreu depois da morte e a água no pulmão é clorada, logo ele já estava morto antes de cair no rio! A casa caiu Joe e Frank! Dava para ver na cara deles um desespero meio contido e nessa hora eu fiquei tão tenso como eles!
Quando você pensa que as emoções acabaram, elas estavam apenas começando! Descobrimos que o segundo corpo no carro era de Anton Boker, que vinha a ser o informante disfarçado de Boyd no caso contra McCann. E para deixar Frank ainda mais desnorteado/sem chão/boladão, ele descobre que Joe Geddes é a investigação da corregedoria!
Agora vamos combinar que foi libertador ver Frank descarregar toda sua raiva contida em Joe! Ele estava merecendo! Aquela carinha de coitado nunca me convenceu e já não acredito nas coisas que ele fala. No primeiro episódio jurou que Kátia estava morta (que foi o ponto decisivo para Frank embarcar no plano), agora falou que estava viva e a salvou, que ela é uma prostituta e que não tem nenhuma ligação com as tramoias de McCann. Quem confia?
“Eu e você estamos casados Frank. No melhor e no pior”, e infelizmente nesse ponto, Joe tem 100% de razão…
Observações finais:
– Previously on… Quando começou o episódio, levei um susto! Pensei que estava assistindo The Walking Dead! O narrador é o mesmo!
– Adorei a mãe do Joe.
– Dani mandando no árabe.
– Ainda quero entender a importância do maluquinho de guerra que até agora não disse a que veio!
– E vamos combinar que esses atores da turminha do bagulho não coloca medo e respeito em ninguém!
The Newsroom – One Step Too Many
24/08/2013, 20:49.
Paulo Serpa Antunes
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“Tínhamos uma matéria que os EUA usaram gás Sarin em um povoado no Paquistão e demos. Qualquer um daria. A maioria daria meses antes. Não dar seria participar do maior encobrimento desde… Esses foram crimes de guerra. Foi uma reportagem especial de domingo, às 21h na região Leste. A pesquisa sugeria que teríamos uma audiência monstruosa, três e meio, quatro milhões. Terminou próximo a seis. Às 22h05 eu sabia que tínhamos um problema. Nada daquilo era verdade” – Charlie Skinner.
One Step Too Many não foi tão envolvente como os dois episódios anteriores. Aqui não foi possível ter uma história fechada. Voltamos para o olho do furacão da temporada – a Operação Genoa. Mas One Step Too Many também não precisava ser tão bom quanto os anteriores, porque qualquer defeito do episódio fica pequeno frente ao diálogo acima, pra mim um dos cliffhangers mais originais da história dos dramas seriais televisivos.
Toda a extensa investigação, os meses de trabalho de Charlie, Mac, Neal, Maggie e cia., tudo cai por terra por uma falha de caráter. “Você confia totalmente no Jerry Dantana?”, pergunta Mac, repetidas vezes a Don – inconscientemente implorando que ele endosse aquela mínima desconfiança que ela carrega consigo. Mas nem Don, nem ninguém poderia imaginar que Jerry Dantana adulteraria o depoimento do general Stomtonovich.
* * *
One Step Too Many me remete a um acontecimento do episódio passado. É a cena que Maggie comete um erro ao editar rapidamente uma ligação telefônica para a emergência, para exibição no telejornal, alterando a pauta do programa e obrigando Will a se retratar. O caso em questão, que é uma história real, é o do assassinato do jovem inocente Trayvon Martin pelo latino George Zimmerman, que comandava a vigilância de seu bairro em fevereiro do ano passado, na Flórida. A cena, que pode ter passado meio despercebida para nós (já que o caso não repercutiu muito no Brasil) se refere a um erro que obviamente não foi cometido pelo News Night, mas pela NBC. O canal colocou no ar trechos de uma ligação de Zimmerman para o 911 momentos antes do tiroteio que matou Martin – em que Zimmermann fala para a telefonista que aquele suspeito em sua vizinhança “parece ser negro”. Fora do contexto, a frase faz Zimmerman parecer estar fazendo um perfil racial – tem um negro na minha vizinhança, chamem os policiais. Mas na verdade, Zimmermann apenas respondeu a uma pergunta da telefonista: “este rapaz, é negro, branco ou latino?”.
Olhando aqui, do Brasil, parece uma omissão banal, nem parece um erro. Mas obviamente uma omissão destas pode mudar a opinião pública e colocar fogo na fogueira que é a questão racial nos Estados Unidos.

Na hora achei que a cena servia apenas para mostrar que Maggie, após o trauma na África, está cometendo erros. Mas ela agora revela outro aspecto importante: mostrar o valor que a equipe do News Night dá para a precisão jornalística.
Jerry Dantana estava determinado cegamente a desmascarar um crime de guerra dos Estados Unidos. (E possivelmente na fama que isto o traria).
O custo desta obsessão, e da traição aos valores de seus colegas, de seu programa e de sua emissora, nós conheceremos neste domingo (nos EUA) ou segunda (no Brasil). Nos vemos lá.
Breaking Bad – Buried
23/08/2013, 16:23.
Mayra Gonçalves
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Buried foi um ótimo episódio do começo ao fim, não foi completamente calmo (primeiro banho de sangue da temporada), mas também não foi tão explosivo. Na quantia certa de tensão, foi um daqueles episódios necessários para definir o caminho que o final de seriado vai tomar. É hora de encontrar os aliados definir as estratégias de guerra.
E como toda guerra é composta de no mínimo dois lados, vale sempre se lembrar dos marechais em questão, Hank e Walter, que permaneceram parados se encarando quase que em uma briga de quem pisca primeiro, ambos esperando por um pequeno deslize, uma vantagem. E essa vantagem é Skyler, em uma cena clássica do estilo melhor tipo Western, na qual ficamos quase que esperando que alguém sacasse a arma.
E em uma das cenas mais brilhantes de Breaking Bad, Hank – desesperado para conseguir provar que Walter é o monstro que é – busca inocentemente à Skyler, e assim como grande parte do público, ele a subestim,a acreditando que ela é apenas mais uma vítima. Se alguém nesse episódio seguiu o conselho de Walter em Blood Money foi Skyler, ela é inteligente, e apesar de aparentemente estar abalada, calmamente ela descobre até onde vai o conhecimento de Hank, e se existem provas concretas contra ela ou Walter. Percebendo que não, ela escolhe proteger a Walter e a si mesma.
Talvez a Síndrome de Estocolmo consiga explicar os motivos pelos quais Skyler agora permanece ao lado de Walter. Ela, apesar de suas últimas ações, ainda é uma vítima, todos que assistiram ao seriado viram que raiva, jogos de poder e até mesmo agressões sexuais já ocorreram entre o casal. Ainda, se antes Skyler servia como um lembrete de moral dentro do seriado, agora ela está tão manchada quanto Walter (tudo bem, nem tanto). Afinal de contas, além de aceitar as atividades do marido, e ainda teve a ideia de lavagem. Então, neste exato momento, as provas físicas estariam apenas em Skyler. Anna Gunn teve a chance de mostrar nesse episódio uma mulher confusa, iludida, insegura e extremamente ciente dos perigos à sua volta, exatamente como Skyler está agora. E sua cena com Hank foi perfeita para mostrar isso.
Lydia talvez tenha sido a personagem mais consistente da temporada e é impossível não traçar alguns paralelos entre ela e Walter no começo da série. Uma imagem de desespero e ainda a frieza para apagar quem estiver no caminho e ainda uma obsessão pela qualidade do produto. Parece familiar, não é?
Mesmo que todos saibam para onde essa história está indo – flashforwards quase pós-apocalípticos – ainda se tem a questão de como se chega lá e o que acontece depois, portanto é importante esclarecer a história para o público e Breaking Bad fez isso muito bem. Nesse episódio foi possível observar os arcos principais se desenvolvendo paralelamente: Lydia tomando o poder, Hank na sua busca e as decisões de Skyler. Essas porções de transição dos arcos da história são interessantes, mantêm o público sempre atento e não deixam ficar maçante. Os escritores, produtores e a direção fizeram um trabalho brilhante ao manter muito interessante um episódio de pausa entre episódios de tirar o fôlego de qualquer um. Definitivamente, todo mundo está pronto para mais.
OBS:
– Betsy Brandt foi fantástica nesse episódio.
– Enquanto Jesse – mesmo que sem sair do lugar – olha para o céu, Walter está literalmente de cara no chão.
– Lydia, ao tomar o poder, estava vestida de azul, que também é a cor da metanfetamina. Que por coincidência (é mesmo?) também é a cor de Skyler.
– +34° 59? 20.00?, -106° 36? 52”, se alguém já olhou no Google Maps (eu), deu pra ver que as coordenadas são da Albuquerque Studios, onde grande parte de Breaking Bad foi gravada.
Dexter – We Are There Yet?
22/08/2013, 09:40.
Juliana Baptista
Reviews
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Depois de alguns episódios sumidas, as reviews de Dexter voltaram!
Não, eu não morri, mas estou em estado de zumbificação, que é quase a mesma coisa. Porém, consegui arranjar um tempo para falar do nosso serial killer favorito. Como faz tempo que não dou as caras por aqui, começarei com uma recapitulação.
“Previously on Dexter” (leia com a voz do Michael Hall)
Como esta última temporada está colocando nosso coração à prova durante todos os episódios, temos muitas novidades de três episódios pra cá: o Neurocirurgião foi morto, Zach aparece matando alguns inocentes e ainda por cima é paciente da Vogel, Elway dá em cima da Deb – mas ela não está afim do chefe -, Batista não escolhe Quinn pra sargento, a vizinha The O.C. é morta e Hanna aparece.
Ufa, muitas coisas pra tão pouco tempo! Mas nós já estávamos esperando que o Yates não era o verdadeiro Brainsurgeon. Não sei, aquele cara não conseguiu convencer como abridor de cabeças alheio. Ele parecia sim muito bravo com a Vogel e tudo mais, mas não parecia frio e inteligente como o cara que tira pedaços de cérebro. Sem contar que ele matava mulheres, parecia um perfil meio diferente, achei meio sem sentido ser ele.
Outro que não estava convencendo era o Zach. Ele pareceu uma boa ideia durante 10 segundos, depois deu pra perceber que o garoto era uma mala sem alça e nunca poderia ser o aprendiz do Dexter. Garoto playboy, afobado e mimado, tava na cara que isso não daria certo. Dexter, quando jovem, ouvia Harry, era meticuloso e calculista. Nada a ver com o garoto que vai matar as vítimas de Porshe com um luminoso em neon na testa.
Já o Elway tem todo aquele estilo coxinha, com roupas de empresário descolado, cabelinho penteado, mas mesmo assim ele desperta uma simpatia. Uma pena que Deb não dê bola pra ele. Ele parece se preocupar com ela e além do mais, é todo bonitão! Não tem aquela cara de alpaca que o Quinn tem. E por falar em Quinn, pensa num cara que só se ferra nessa série. Poderiam fazer um spin-off chamado Everybody Hates Quinn! Pô, o cara não consegue dar uma dentro! Não casa com Deb, não consegue esculachar com a polícia, ganha um perdido da namorada/stripper russa, não prende Zach, não pega o Dexter e não é promovido a sargento. O que mais ele pode fazer de errado? Sei lá, cara, vai procurar um bico em outra série, please.
Por outro lado, quem tem uma sorte inacreditável é Hanna. A fia consegue escapar da cadeia e ainda por cima casa com um milionário. Hanna é o Dom Sebastião de Dexter, eu lia vários comentários de fãs desesperados esperando ela voltar pra trama. Todos na esperança do retorno de Hanna para Miami. Eu vou com a cara dela, acho que ela combina com Dexter e é a primeira vez que vemos Dex realmente amar alguém. Mas o problema é que estamos num momento muito conturbado e aguentar Deb pegando no pé de Hanna será um pouco demais.
Seria bacana focar no problema Dexter e Debra. Agora, com Hanna aparecendo, eles perdem o foco da reconciliação entre irmãos. Apesar de que, sinceramente, não sei como Deb pretende encarar o irmão daqui pra frente. Ela o aceitou e não o aceitou ao mesmo tempo.
Agora temos essa nova complicação na vida de Hanna, com o Elway na cola dela. Sério, são muitas coisas! Como vão dar conta de resolver todos esses pontos? Deb parecia que tinha dado o braço a torcer, “aceitando” a namorada do irmão, mas mesmo assim conseguiu complicar com a vida da moça.
E o que foi aquele jantar com Vogel, Dexter, Hanna e Zach? Que família feliz. Só que ao contrário. Não sei porque estava com a impressão de que Vogel conhecia a Hanna e possuía um interesse nela. Será que ela também vai fazer parte do livro da doutora? Achei que ficou muito bizarra aquela cena com Dexter e Hanna de casal e Zach no banco de trás perguntando se já tinham chegado. Credo, esse menino não combina pra ser “filho” dos dois. Mas pelo menos, ele não será mais uma preocupação, já que o Brainsurgeon verdadeiro deu um fim nele. Pronto, um xarope a menos e o verdadeiro serial killer a solta ameaçando Dexter e Vogel.
O próximo episódio se chama Make Your Own Kind of Music, que é o nome da música que toca quando o Neurocirurgião mata suas vítimas e, coincidentemente, Vogel a escuta no episódio 5 ou 6. Na verdade, estou torcendo pra que no próximo episódio seja revelado que a Vogel é o Neurocirurgião. A temporada está acabando, temos que saber mais podres dessa senhora! Certeza que ela tem muita coisa escondida ainda! Alguém precisa aparecer e revelar os segredos dela.
São muitos pontos em aberto e restam apenas mais 4 episódios. Todo mundo está enrolado: Dexter precisa descobrir a identidade do Brainsurgeon, Hanna tem os federais atrás dela, Deb não aceita o relacionamento do irmão, Quinn não vai ser promovido e não vai mais prender Zach… até a Jamie não está em seus melhores dias (já que a O.C. morreu). Só falta o Harrison ficar chateado com alguma coisa (mas claro que ele deve estar feliz já que falou uma meia dúzia de frases nesta temporada!).
Vamos esperar semana que vem, estamos cada vez mais próximos do fim de Dexter 🙁
Pretty Little Liars – Bring Down the Hoe
22/08/2013, 00:03.
Ariel Cristina Borges
Reviews
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Agora é comprovado: os produtores de Pretty Little Liars resolvem começar a trabalhar de verdade só nos últimos episódios antes dos hiatos. Bring Down the Hoe foi o episódio PERFEITO para anteceder a summer finale. Confesso que estou começando a ficar com pena dos corações dos little liars por aí, pelo visto, o próximo episódio promete.
Leitoras do sexo feminino, por favor, me respondam: Como não se apaixonar por um cara que te dá um sapato de presente e consegue acertar o seu gosto e o seu tamanho? Jake, com certeza, ganhou um milhão de pontos com Aria ao fazer isso. E, ao que parece, ele está levando o relacionamento deles dois a sério, a ponto de pedir para Ezra se afastar e seguirem frente. Mas, no fim do episódio, era na casa do Ezra que Aria estava, ouvindo a história da paternidade de Malcolm e, de certa forma, consolando o ex. E eu não sei mais por quem torcer, confesso.
Paige e Emily estão devagar, quase parando. Tanto que não tem nem muita coisa para comentar sobre elas duas. Tudo bem que elas acabaram a noite da festa dançando juntas, mas ao que parece, o romance delas duas não vai durar muito.
E outro romance que está prestes a acabar, mas por motivos que tem a ver com o mundo real, é o de Hanna e Caleb (acreditem, para mim é sofrido admitir isso, já que eles são meus preferidos depois de Spoby). Tyler Blackburn, o ator que interpreta Caleb, vai migrar para o spin off da série, Ravenswood. Por isso, falta pouco para dizermos adeus a Caleb em Pretty Little Liars… E, na minha opinião, é aí que Travis entra. O colega de escola das meninas (que nunca tinha aparecido antes, diga-se de passagem), tem tudo para se tornar, ao menos, amigo de Hanna, já que ele é uma testemunha que pode provar a inocência da mãe dela.
Toby quase pagou caro pela sua teimosia nesse episódio. Spencer, que é, no mínimo, um pouco mais experiente quando se trata de A, passou dez anos avisando que ele não podia confiar totalmente nas dicas que recebia. Se não fosse Caleb, ele iria preso novamente por tentar arrombar um carro que, com certeza, não era do Dr. Palmer.
E, por último, mas não menos importante… CeCe Drake é Red Coat, ladies and gentleman! Tudo bem, muita gente já desconfiava disso, mas é um alívio saber que pelo menos essa parte está descoberta. Provavelmente, na noite do incêndio, Hanna a viu usando a máscara de Alison e pensou ser a amiga (ou Alison ainda está viva, essa hipótese não pode ser descartada).
Mesmo assim, ficou claro que Red Coat não é a “chefe” do Team A. Não acredito que dariam essa informação com tanta facilidade assim. Por outro lado, CeCe parece estar alguns degraus acima do lugar que Mona ocupava nessa hierarquia. Como a revelação da identidade dela não significa o fim das questões, mais umas ficam no ar: Se CeCe foi expulsa da faculdade por causa de Alison e esse é o motivo aparente para ela querer se vingar das meninas, o que Alison fez para a pessoa que lidera esse time? Foi CeCe quem matou Wilden?
Para falar a verdade, a pergunta que me aflige nesse momento é outra: Qual é a grande revelação que vai ser feita no próximo episódio? Chuto que essa resposta tem a ver com Alison. Ou seu assassino vai ser revelado, ou ela vai aparecer em carne e osso para alguém. A única coisa que nós podemos fazer é torcer para terça-feira que vem chegar logo.
PS: Que agulhadas no porão foram aquelas? E qual a conexão delas com a bonequinha que foi “ferida” pela pessoa de luva preta no final do episódio?
Teen Wolf — Lunar Eclipse
21/08/2013, 10:05.
Júlia Berringer
Reviews
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Não é segredo nenhum que esse episódio vazou na internet ainda na semana passada. Não é segredo nenhum que eu sou curiosa. Junte uma coisa com a outra e você terá uma pessoa (eu) que assistiu o episódio não só uma vez, mas quatro, nos últimos dias. Assisti quatro vezes não porque queria absorver cada vez mais o que acontecia e capturar detalhes. Isso vem junto, claro, mas eu precisei ver Lunar Eclipse tantas vezes para tentar me confortar com o fato de que a série só volta daqui a longos e eternos quatro meses.
A midseason não foi espetacular, longe disso, mas nos deu de bandeja tudo que estávamos esperando e talvez até um pouco mais. Lutas, sangue, mortes, reviravoltas, gritos e alfas. Muitos alfas.
Apesar de ter sido uma ótima metade de temporada, nós sabemos que as coisas ficaram um pouco bagunçadas até aqui. Porém, o 3×12 e talvez o Alpha Pact tenha nos servido como um empurrão para entender o que realmente estava se passando. Lunar Eclipse também faz um bom trabalho em distribuir ação para cada um dos personagens de forma igual e excitante. Talvez mais do que em qualquer outro episódio desta temporada, cada um no elenco é designado para algo importante para fazer (exceto Cora, que ainda não mostrou serviço em nada até agora).
Comecemos então por Scott, Allison, e Stiles, que no final do último episódio escolheram se sacrificar temporariamente para descobrir onde o Nemeton fica. Eles acordam no que parece ser um intermédio entre Terra e céu (parece muito onde o Harry Potter acordou antes de morrer, também temporariamente, no último filme da saga). Ali, eles vêem um toco de uma árvore gigante (Nemeton) e são transportados para algum momento do passado (sendo precisa, para o primeiro episódio da primeira temporada). Eles observam-se naquela noite quando Scott foi mordido, e cada um deles se vê. Quando eles saem do transe, eles tem uma vaga ideia de onde procurar os pais ausentes, mas até ai, eles estavam “mortos” a mais de 16 horas, o que significava que o eclipse seria em menos de 4.
Depois de toda a cena bonita de Cora cuidando do irmão, Peter o lembra que tem um bando de alfas querendo matá-lo e o amor se acaba ali. Por enquanto. Não muito longe dali, Scott está determinado a cumprir a promessa que fez para Deucalion, crente que sem ele não tem como matar Jennifer. O que não deixa de ser mentira. E enquanto tudo isso acontece, Ethan procura Lydia porque seu irmão e Kali estão prontos para acabar com a raça do nosso ex alfa favorito. Peter e Cora concordam que Derek deve fugir, até porque, não só nós sabemos mas como eles também sabem que o histórico de lutas de Derek não é bom. É claro que ele vai perder.
O que dizer sobre o pai babaca do Scott? É a primeira vez que ele ve o filho em anos e a primeira coisa que ele diz é para ele não envergonha-lo. Fiquei com raiva e amei quando a Allison foi finalmente ligeira e esperta (talvez pela 5ª vez na série toda). Os três fogem para a floresta onde Stiles deveria os encontrar, mas ele acaba batendo o jipe.
De volta para Kali e Aidan. eles chegam no sótão para matar Derek, e só encontram Lydia e Ethan. Kali fica toda assanhadinha com as unhas do pé de fora até Jennifer aparecer e acabar com a festa dela. Literalmente. Um final muito bonito de se assistir, cacos de vidro magicamente apontados em direção a pior alfa de todas e boom. Morreu.
Blake acaba machucando os gêmeos também e faz Lydia gritar, o que traz Derek de volta para a cobertura. Ela o convence de ajuda-la a matar Deucalion e eu achei um pouco forçado. Tudo bem que ele estava meio apaixonado por ela, mas por que ele confiaria assim, sem nem pensar duas vezes ?
Scott, que está “do lado” de Deucalion até aí usa um celular (eles existem nessa série?) para chamar a atenção de Darach, que logo aparece por lá para presenciar uma das coisas mais feias já vistas na série. O bicho feio quer que Scott mate a Blake, mas ele se recusa e diz que sua pack vai salvar todos no Nemeton. O que até poderia não ter sido verdade já que quase todos estavam praticamente sendo soterrados. Stiles até tenta ajudar com um taco de beisebol, o que da certo por algum tempo, mas a tempestade continua e é só questão de tempo para todo mundo morrer.

Como me sinto.
Depois de muita confusão, o que eu quero falar de verdade é sobre o quanto estúpidos foram Derek e Scott na minha visão. Deucalion pode até ter sido um cara “de visão”, mas agora, claramente ele não é mais. Só porque agora tem sua visão de volta não quer dizer que ele vai deixar de lado o sentimento de querer “dominar o mundo”. E ele é culpado por várias mortes. Ele vai agora se redimir, pegar um voo para o Caribe e abrir um quiosque de sucos por lá e viver feliz para sempre ? Alguém aqui realmente acha que ele não vai voltar em algum momento da série para abalar algumas coisas de novo ? Derek disse para Deucalion que se um dia ele voltasse ou tentasse se meter com o Scott de novo, ele iria acabar com ele. Mas de novo: Olhe seu histórico Derek.
Passado o drama e quase morte de Jennifer (ninguém liga para os corpos que somem ? Primeiro Gerard e agora ela), Allison diz a seu pai sobre a previsão de Deaton que outros males sobrenaturais vêm para a cidade e sugere que eles se tornam caçadores de novo, embora com um novo código: “Protegeremos aqueles que não podem se proteger.”
Scott diz que sente a escuridão em volta de seu coração, mas que é só olhar em volta e ver os seus amigos que aquilo se torno imperceptível.
Apesar da cena adorável, nem tudo está terminado.
Mas há mais um pouco de drama, antes de ir em hiato! Jennifer se arrastou até ao Nemeton e estava implorando para a árvore salvá-la até que Peter (sabia que não podíamos confiar nele) aparece. Blake mata o plano do vilão antes de morrer e revela que ele quer matar Scott para se tornar um alfa “mais uma vez”. Ele se irritou com a insinuação e soltou um grito de guerra:
Observações:
- Aiden e Lydia. Sério? O cara matou Boyd e agora tudo está perdoado?
- Ethan e Danny é perfeito. Sem mais.
- Não comentarei sobre Isaac e Allison porque isso é ridículo demais para mim. Desculpem. Scott virou corno conformado ?
- O que aconteceu com a Maya (Morell) ?
Então é o vilão dessa 3B é “repeteco” ? Confesso que esperava alguém novo e mais maligno. E vocês ? Quais as suas expectativas ? Me digam o que acharam desses primeiros doze episódios! Voltamos a nos “ver” em janeiro e deixo para vocês um sneak peek da próxima parte da temporada. Sentirei falta de vocês, wolves.
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