TeleSéries
The Bridge – The Beetle
09/09/2013, 10:44.
Felipe Ameno
Reviews
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Fico me perguntando quantas pessoas desistiram de assistir a The Brigde depois de uma sequência de episódios tão sem sentindo como o 3, 4, 5 e 6? Claro que tiveram coisas importantes neles, mas acho que os roteiristas se perderam um pouco e deixaram a trama central de lado por muito tempo e só colocaram ela de volta ao eixo no episódio 7. A série vem em uma crescente desde de então, chegando ao ápice em The Beetle, ainda mais depois de tantas informações importantes despejadas em Vendetta e tão pouco tempo pra digerir!
Bom, pelo visto estava muito errado sobre minhas suspeitas em Steven. Até agora não consegui entender qual o sentido deste plot. E Tate/Hastings vêm seguindo e executando seu plano de vingança contra Marco com perfeição, eliminando as pessoa ao longo da série até chegar ao seu principal alvo. Claro que ele teve um pouco de sorte, pois foi muito mais fácil de se aproximar de Alma, depois que ela se separou de Marco. Foi como tirar doce da mão de uma criança. Mas ao mesmo tempo eu fico me perguntando até que ponto é sorte ou Tate conhece muito bem Marco e sabia que em algum momento isso ia acontecer – ele trair Alma.
Vamos ao episódio. Quando Marco se dá conta que o alvo era sua família é tarde demais e Alma e suas filhas estavam com Tate. Ninguém (a não ser que você tenha assistido a série original) esperava o que ir acontecer: ele as deixa em uma cabana no meio do deserto. Até aí tudo bem, o problema é a granada na mão da Sra. Ruiz, que ao qualquer movimento de seus dedos tudo ia pelos ares!
Em paralelo, Gus descobre que as mensagens que ele vinha trocando com Zina (uma amiga) não era de fato com ela e sim com Tate. Ele vazava algumas informações do caso e muita das coisas, como a morte de Gina, foram, involuntariamente, culpa dele. Como eles tinham um encontro naquela tarde (presumo que Tate ia sequestrar Gus também e colocar na cabana), ele conta tudo para o pai e a polícia se prepara para prender Tate em flagrante.
Só que eles se esqueceram que Tate também foi policial e não caiu na emboscada. Antes de fugir, ele deixa uma coordenada de GPS que leva Marco e Hank até a cabana. Momentos de MUITA TENSÃO. Alma, Marco e uma granada! Qualquer passo em falso, os dois iam pelos ares! Um, dois e três! Pronto, Marco joga ela pra longe e todos ficam salvos! UFA!
Sonya recebe a informação que todos estão bem e fala com Gus. Os dois então partem para encontrar os outros em um local seguro. Negativo, pois Tate bate no carro de Cross! MAIS TENSÃO! Ela fica inconsciente (não totalmente, pois consegue ver a placa do carro) e Tate leva Gus! OMG OMG! E agora? Será o fim do pequeno Gus? Não perca cenas dos próximos capítulos!
Isso sim é um episódio bom! Bem amarrado, com excelentes atuações e uma fotografia primorosa.
Agora vou falar um pouco sobre os plots secundários e para a minha humilde opinião, desnecessários:
– Charlote is back! Ela simplesmente matou Graciela (outra que chegou, não disse a que veio e foi embora)! Achei bem legal a parceria dela com Cesar. Agora quero só ver o que vai acontecer com eles.
– Cada vez que passa gosto mais de Steven. Ele todo apaixonado por Eva. Mas continuo sem entender sua função na história. Mas vou dar um crédito, pois a série vem se desenvolvendo assim – as coisas não fazem muito sentido e do nada tudo fica claro.
Observações finais:
– Cadê Daniel e Adriana?
– A polícia de El Paso resolveu trabalhar. Eles encontram rapidinho o endereço de Tate.
– O episódio começa com uma sequência tocante de Tate chegando ao local do acidente de sua esposa e filho. O ator Eric Lange deu um show. Poucas palavras e muita emoção.
– Finalmente Marco deu uns berros com Sonya! “Nem tudo é preto no branco”, esbravejava o policial. Dava tudo para estar ali no lugar dele.
– E para fechar a cara da Sonya ao descobrir que Gus a denominava de MILF (impróprio para o horário, então vá procurar no Google) foi engraçada.
Low Winter Sun – Catacombs
09/09/2013, 09:58.
Felipe Ameno
Reviews
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O que você faria para encontra o amor de sua vida que você achava que estava morta – motivando você a cometer um crime – ao descobrir que ela está viva e perdida? Se encontrada, pode arruinar a sua vida e fazer com que você seja incriminado. Agir com o coração ou com a razão? Neste quarto episódio de Low Winter Sun, Frank só escuta seu coração.
Boa parte do episódio é focado em mostrar sua procura por Katia. Ele vai até o Canadá, conversa com todo o tipo de gente, apanha de um cafetão e levado por uma pista ao Cataboms, descrito como a última parada dos trem dos pevertidos. Lá encontra Katia, mas não a sua.
Depois da mãe, conhecemos a filha (aprendiz de bandida) e a ex-mulher (oportunista) de Joe. O que esperar de pais como esses? A mãe já não aguenta tanta rebeldia e o pai resolve, finalmente, fazer o seu papel depois de 13 anos de omissão, e vai cuidar da trombadinha. Prevejo várias cenas densas desse plot.
A turminha do bagulho continua a mesma! O lugar que eles abriram parece que não está dando o lucro esperado, o reverendo Lowdown mandou um dos seus capangas ajudar na administração e Skelos – que não é bem-vindo na região – foi fazer uma visita de reconhecimento de área. Achei muito engraçado ele descendo a mão na cara de Damon, ao ouvir ele falando mal de seu pai, mesmo eles tendo sido rivais no passado. Não se pode, em hipótese alguma, desmerecer seus descendentes!
Fique intrigado com algumas coisas referente a Maya. Primeiro, qual a ligação dela com Frank? Será que eles são irmãos? Ele foi até o bar alertá-la que a corregedoria tem o local nos arquivos, pois era frequentado por McCahn. Descobrimos que ela têm filhos e não cuida. Quem é a moça? E seu ex-marido, Sean, também aparece. Um ex-policial, alcoólatra e viciado em crack. Ele tem alguma conexão com Frank (senti um clima de cunhados, por isso acho Maya e Frank são irmãos).
Dani vai investigar a morte de Bill – o cara que Damon atirou e matou no primeiro episódio – e descobre através de sua família que ele era gay e tinha um caso com Daryls, que por sua vez largou tudo e virou pastor. Ele deixa a entender, para a policial, que Bill e Anton estavam juntos. Logo, por associação, ela chega à seguinte conclusão: se descobrir quem matou Bill, acha quem matou Anton e por sua vez McCahn! Joe não fica nem um pouco feliz com isso…
O episódio foi bom, mas estou querendo aquela emoção dos dois primeiros de volta!
Considerações finais:
– Joe quer incriminar alguém e Frank, se sentindo culpado o suficiente, quer ir levando as investigações até que o caso “esfrie”.
– Que tipo de traficante barra pesada é o Damon? Ficou impressionado ao descobrir que garotas menores de 18 anos trabalhavam para ele… Frouxo!
– O que foi Boyd mostrando empatia para Joe? E ao questionar Latrice se ela conhecia uma mulher branca, provavelmente do Leste Europeu e ouvir a seguinte resposta: “Branco é branco. Não me importo de onde vocês vêm”! Dorme com essa corregedor!
Suits – Endgame
08/09/2013, 10:49.
Regina Monteiro
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Depois de She´s Mine, Suits não merecia Endgame.
Oito episódios para nos livrarmos de Ava Hessington e quando finalmente conseguimos, a solução vem encarnada em um argumento que beira a obviedade. E convenhamos que entre o improvável e o óbvio, o improvável, pelo menos, tem o dom de causar impacto. Foi o que aconteceu na semana anterior quando Mike descobriu que Stephen Huntley autorizara os assassinatos. Apesar de improvável, pelo menos teve o dom de ser inesperado.
Depois do jogo de gato e rato entre Harvey e Cameron durante metade do episódio, já era óbvio qual seria a solução. Afinal, Edward Darby não estava em Nova York a passeio e, depois de passar todos os sete episódios anteriores afirmando que queria Ava fora da prisão, a única forma de redenção para a estupidez de mandar o lobo cuidar do cordeiro, seria entregar-se à imolação em seu lugar. Agora, convenhamos que não há argumento que justifique uma estupidez desse tipo!
E o mesmo artifício utilizado na semana anterior para reconduzir Louis à orientação dos estagiários, foi utilizado para retirar Edward Darby da firma: uma situação que aparentemente em nada resultaria, a não ser na solução do problema em si (Darby livrando Ava da prisão), acaba sendo um atalho para resolver um problema maior; no caso de Louis, a recuperação do seu antigo cargo; no caso de Edward Darby, o seu afastamento da firma.
No entanto, na improvisação do julgamento pela posse de Soberana e na solução que daí resultou, o argumento aplicava-se, pois, através do ridículo da situação que é próprio do universo de Louis, foi a personalidade dos envolvidos que foi explorada. Daí a solução não nos causar estranheza.
Quanto a Edward Darby assumir a culpa por cumplicidade no tocante a Stephen Huntley, e daí resultar em um atalho para afastá-lo da firma, foi um insulto à minha devoção a Suits. Como se, há dois episódios para o final da temporada, roteiristas tivessem se esquecido que precisavam resolver este “detalhe” e, olhando para She´s Mine, encontrassem o caminho. Se a fórmula tem que ser repetida, pelo menos que se faça com competência.
The Other Time voltou no tempo para, entre outras situações, explorar o comportamento de Cameron Dennis e seu complexo de Deus. E, de repente, o mesmo Cameron Dennis que, como promotor público, rasgou todos os fundamentos do Estado de Direito para fazer a sua justiça a qualquer preço, é redimido na fala de Harvey, ao aceitar o acordo que livrou Ava da prisão. Como se a disposição de “mandar para longe as pessoas culpadas”, fosse justificativa suficiente para comportamentos que manipulam a lei. E, justificado, Cameron deixa o escritório para, quem sabe, agora redimido aos olhos do público, poder voltar como personagem regular em uma próxima temporada. Valha-me Deus!
Quanto a Louis, convenhamos que ele precisa ser reintegrado ao escritório, porque as situações que lhe estão sendo proporcionadas para mostrar seu caráter já se esgotaram. A parte que coube ao personagem em Endgame, foi totalmente dispensável. Ofereço uma prece para que se mostre também o lado profissional de Louis, pois o emocional, já conhecemos a contento.
E onde ficou o cliffhanger, marca registrada da série?
Corrigindo, a colocação inicial: nós não merecíamos Endgame, que, em minha opinião, só não foi pior que Shadow of a Doubt.
The Bridge – Vendetta
04/09/2013, 23:03.
Felipe Ameno
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Tudo parecia caminhar para mais um episódio morno de The Bridge, porém da metade pro final, haja coração!
Tim, o amigo de Ray, trouxe as armas solicitadas e elas foram devidamente atravessadas para o México. Graciela ficou feliz por pouco tempo, pois elas possuíam rastreadores. Charlote continua fazendo sua figuração de luxo, só que agora com um novo corte de cabelo.
Apesar de todos estarem comemorando a prisão de Jack, Sonya não está nada satisfeita e continua sua investigação. Ela consegue descobrir que o policial do FBI, David Tate, tinha conexão com três vítimas do serial killer e fica intrigada. O que ela não esperava é que Tate se suicidou e quem cuidou deste caso foi a polícia de Juarez. Aí mesmo que ela não fica convencida e continua a investigar.
Tate “tirou” sua vida depois que sua esposa e filho morreram em um acidente de carro, quando atravessavam a ponte. Sonya vai conversar com a cunhada de Tate e descobre que ele tinha um histórico de abuso de álcool e drogas e por isso sua mulher o traía com um mexicano. No dia do acidente ela estava decidida a deixar o marido.
Um corpo é encontrado enterrado. Kenneth Hastings é o presunto e descartado como vítima do serial killer, por não seguir o padrão. Sonya continua investigando e descobre que Hastings ainda está vivo, pois possui uma CNH. Quando Marco olha a foto confirma: é David Tate! Sonya mais uma vez estava certa! Eita mulher danada! E para piorar – ou melhorar – ele é o novo peguete e amigo de trabalho de Alma! OMG! OMG!
Em paralelo, Daniel está bem depois de sua crise de abstinência/convulsão mas recebe um convite (de um antigo amigo seu) para uma festa e desiste de ir para não ter uma recaída. Ele acaba dando a entrada para Adriana que se arruma toda e vai para a festa. O evento, que era a inauguração de uma biblioteca oferecida por Santi, que estava sendo representado por seu filho Santi Jr., também estavam presentes Alma e Kenneth, ou seria David?
Bem no início do episódio, um flashback é mostrado. Nele Daniel e Santi Jr. estão em uma festa regada a bebida, drogas e mulheres e seu amigo. Como a droga acaba, Santi saí de carro para buscar mais, e acaba não voltando, pois é o causador do acidente que matou a mulher e filho de Tate!
Então, com todos na mesma festa, Tate aproveita a oportunidade e faz justiça com as próprias mãos e corta o pescoço de Santi Jr.
E você acha que as emoções acabaram por aí? Quando Marco e Sonya chegam para investigar esse assassinato, ele olha para a “pérola” deixada em cima do corpo e o Sr. Ruiz quase tem um infarto! Ele era o outro, ou seja, a mulher de Tate estava o deixado para ficar com Marco! OMG! OMG! OMG! Muitas emoções para um único episódio.
O episódio termina com Kenneth/David e Alma no carro… Pra onde será que ele está levando a Sra. Ruiz?
Considerações finais:
– O que foram os delírios de Steven?
– Muito boa as conversas de Gus com Marco e Sonya! Ela pela primeira vez assumiu que não é normal e sorriu espontaneamente!
– Marco falando que seu chefe é o Hank! Curti!
– Cooper chamando Sonya de sábia de araque! Ri muito alto!
Low Winter Sun – No Rounds
04/09/2013, 13:23.
Felipe Ameno
Reviews
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Depois de dois episódios espetaculares, este terceiro foi um pouco mais do mesmo, o que não necessariamente seja uma coisa ruim. Algumas histórias foram desenvolvidas, conhecemos um pouco mais da turminha do bagulho e uns personagens que estavam meio soltos começaram a ganhar um rumo.
Kátia não está morta e deve estar fazendo companhia para a Luíza lá no Canadá (não ia perder essa oportunidade de ressuscitar essa piadinha). E não é que Joe tem sentimentos?! Ele ficou com pena da moça e a ajudou a fugir, porém parecia arrependido da atitude altruísta quando pensou em voz alta na igreja: “Eu deveria ter a matado”. Acho melhor essa Kátia ficar perdida por lá mesmo e nunca mais voltar!
O funeral de McCann estava cheio! E quando estavam todos bebendo e divagando sobre os acontecimentos, achei digna a indireta que Frank lançou para Joe durante o discurso sobre o ex-colega.
Nick, um atirador de elite do exército, que foi aposentado ainda jovem por problemas psicológicos, vêm aparecendo desde o primeiro episódio no bar gerenciado por Maya. Ela bancando a headhunter, vinha fazendo de tudo para incorporá-lo na turminha do bagulho e finalmente conseguiu! Em sua primeira missão, Nick manda muito bem e ganha a confiança da galera.
O “homem velho” e Skelos é a mesma pessoa. Como é chamado para depor, devido seu envolvimento com Anton e consequentemente com McCann, ele deixa a entender que já fez negócios com Joe. “Vocês fazem um trabalho muito perigoso, por muito pouco” e com essa constatação que Skelos deixa a delegacia. Chupa essa manga!
Geral interessado na solução do crime: prefeito, vice-prefeita, tenente Dawson, corregedoria, mídia e a galerinha do bagulho. E Frank e Joe sambando na cara deles! Por enquanto eles estão conseguindo contornar todos os furos do seu crime perfeito. E neste episódio não poderia ser diferente!
Aparece uma testemunha. Coitado do cara, não sabia onde estava se metendo. O interrogatório chega ser engraçado, pois Frank e Joe fazem de tudo para confundir o cidadão, que vai ficando cada vez mais nervoso. O resultado de toda essa pressão psicológica a gente vê no retrato falado! Mais uma vez eles tiraram o deles da reta e de quebra conseguem um “cala a boca” para acalmar os ânimos dos que cobravam informações!
Observações finais:
– Sinto uma tensão entre Dani e Frank. Athena Karkanis fez uma série que eu gostava muito chamada The Best Years!
– Boyd está quase solucionando o crime, o seu maior erro é confiar em Frank…
– Amo a mãe do Joe!
– Maya morrendo de medo de Skelos! Ela já trabalhando a cabeça de seu marido para matar o chefão. Spragye Grayden, a atriz que interpreta a Maya, não é a cara da Bianca Bin?
– Que trilha sonora é essa! Sensacional!
– E você? American ou Lafayette?
Breaking Bad – Rabid Dog
03/09/2013, 23:01.
Mayra Gonçalves
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Uma Guerra Fria acontece entre Walter e Hank. Como coadjuvantes, Marie, Skyler, Saul e Jesse. E entre cenas dramáticas em garagens, surtos completos com um bebê a chorar na potência total de seus pequenos pulmões, e o jantar mais embaraçoso da história, Breaking Bad vinha mantendo uma qualidade quase perfeita nas storylines de seus episódios. Até Rabid Dog. A expectativa era por um episódio em ritmo mais calmo – já que ainda são mais quatro até o final – porém a artimanha não foi muito bem utilizada. Assim, acabamos vendo um episódio maçante e, por vezes, até mesmo incoerente.
Rabid Dog começa com Walter encontrando sua casa vazia e ensopada de gasolina. Logo ele assume que Jesse tenha mudado de ideia, e acredita que pode consertar as coisas com seu pupilo (marionete). Ele quer justificar seu ato com Brock com uma lógica maquiavélica – ou de Grindelvald se você preferir. Walter mostrou, ao longo da série, que ele vai recorrer à violência quando perceber um cenário em sua mente – justificado ou fabricado -, no qual a única opção é eliminar seu oponente. As mortes de Krazy 8, Gus e até mesmo de Gale podem ser colocadas na seção das “justificáveis”. Porém, Mike é, talvez, o exemplo perfeito de como Walter é capaz fabricar justificativas psicóticas para matar alguém.
Apesar de todo o trauma causado em Jesse, os roteiristas ainda querem fazer o público engolir que Walter realmente se importa com o parceiro. Essa história de Jesse ser o último fio de humanidade de Walter somente passa a impressão que querem criar um ponto fraco para um homem extremamente frio e meticuloso. Ora, deve ser difícil ser um traficante de drogas, assassino, psicopata e ainda ter uma bússola moral como defeito.
Talvez tenha sido uma tentativa (falha) de fazer a simpatia crescer em relação a Walter. Enquanto o fizeram visitar seu velho eu nesse episódio, outros personagens foram jogados na área amoral dessa guerra toda. Primeiramente, seguindo a mesma lógica maquiavélica, Hank praticamente se gaba sobre a possibilidade de que ele estaria mandando Jesse para uma armadilha que poderia causar sua morte. Pior ainda, admitindo que a morte de Jesse na verdade seria benéfica para sua causa.
Em seguida, vemos a amoralidade de Skyler. Como dito na review de Buried, talvez Síndrome Estocolmo consiga explicar as suas razões para repentinamente apoiar o marido. Porém, em Rabid Dog, Skyler – ao sugerir que a morte de Jesse é única solução para o problema – pode ser facilmente comparada a Lady Macbeth. Será que ela terá o mesmo fim shakespeariano?
Metástase (do grego metastatis – mudanças de lugar, transferência), em uma explicação simplória, é quando o câncer se espalha. Ou seja, as células cancerosas podem se espalhar a partir do câncer primário e entrar na corrente sanguínea e sistema linfático. Assim, o câncer se espalha a outras partes do corpo. Vince Gilligan já apontou que Breaking Bad é a história de como Walter White foi de Mr. Chips para Scarface. Mas Breaking Bad não conta apenas essa história. Ela também conta a história dos atos de Walter, que como um câncer em metástase, atingiram todos à sua volta. E nessa altura da história, não se sabe se qualquer medida será capaz de salvar os órgãos comprometidos. O organismo está a beira de um colapso total.
Under the Dome – The Fourth Hand e Let The Games Begin
03/09/2013, 16:50.
Matheus Odorisi
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Todo mundo lembra da mini-redoma, não é? Pois bem, The Fouth Hand começa com Julia explicando para Barbie do que se trata o artefato – mesmo nem ela sabendo do que se trata -, enquanto a procuram pela floresta. Não sei vocês, mas eu já sentia que eles não iriam encontrar. Daí que chegam no lugar e o troço sumiu.
Sem muito tempo para formular hipóteses (já que mesmo com tempo não formula, mas perdoamos por ser tão bonito), Barbie corre para atender uma chamada de Linda. O problema, que já concluímos ser o caso da semana, é um cidadão que acidentalmente acerta um tiro no vizinho, tudo por conta da invasão de um drogado em casa. Não, não foi o drogado que foi atingido, mas sim outro cara que não tem nada a ver com a situação. Vai entender. Além de servir para que Linda e Barbie saibam do envolvimento do reverendo com drogas na cidade, a situação faz com que Big Jim comece uma campanha de desarmamento da população de Chester’s Mill.
O núcleo adolescente – que é o único que faz com que a trama sobre a redoma evolua -, caça galinhas enquanto teoriza sobre o monarca a ser coroado. Joe já lança a teoria das borboletas monarca, sem perder tempo. Enquanto isso, Angie é abordada no café por Junior, e tem um daqueles ataques epiléticos da Nicki Minaj. Estrelas rosas estão caindo.
Daí que resolveram fazer que nem Lost e aparecer com personagens novos, mesmo em um lugar isolado. Compreensivo, já que é uma cidade, e não vemos toda a população o tempo todo. Da mesmo forma que não vimos os pais de Joe e Angie no episódios das visitas externas, porque não precisamos ver tudo, certo? A nova personagem é Max, que veio com uma expectativa de spoiler junto, por ser a Claire de The Following (Ai meu Deus, ela morreu mesmo e foi pra outra série?) Mas me atendo a redoma, Max é tipo chefe/parceira de Jim, e já chega ameaçando o cara e dizendo que sabe de tudo, porque anda pela cidade se esgueirando e espionando que nem personagem de Revenge. Quer lucrar com a situação, assim como Jim, e se não bastasse, ainda pega o Barbie de outros carnavais. Tá bom pra vocês?
A situação do cara super armado que atirou no vizinho é resolvida numa cena que deveria ser tensa, com Jim na mira de Barbie, o vizinho com uma granada na mão, e Jim desarmado. E tudo foi resolvido com o vereador dando um tapa na mão do cara e colocando de volta o pino na granada, coisa que eu nem sabia que poderia ser feita. C’mon guys, vocês podem fazer melhor!
O núcleo adolescente descobre que a mini-redoma e o ovo está no celeiro de Joe. Ele, a irmã e Norrie tocam novamente o campo de força ao redor do ovo, que “pede” por uma terceira pessoa, indicando a silhueta de outra mão na luz azul. Será que com essa outra pessoa, a mini-redoma cai? Quem será essa outra pessoa? Palpites? Muitas perguntas, e algumas começaram a ser respondidas em Let The Games Begin.
E por falar do último episódio exibido, eu começo a falar dele lhes fazendo uma pergunta: vocês estão gostando da Maxine? Bom, eu sim. Aposto desde o início em Big Jim, porque mesmo quando a série estava na pior, era um personagem que valia a pena, mas devo confessar que Max, já no primeiro episódio que apareceu, roubou o protagonismo da vilania de Chester’s Mill. Muito disso se deve à atuação de Natalie Zea, que passa a segurança da personagem na medida certa. Medo dela morrer no próximo episódio, porque já percebemos que boas atrizes deixam a série mais rápido do que Linda esqueceu-se de que tem um noivo do outro lado da redoma.
Agora que Angie faz parte da equipe da mini-redoma, as coisas parecem se desenvolver mais rápido. Em busca da quarta mão sinalizada pela redoma, Angie leva Joe e Norrie pro ateliê da mãe de Junior, decidida de que a pintura que o sequestrador mostrou pra ela indica quem é o quarto escolhido para sei-lá-o-quê. Nisso, revela que Junior a prendeu no bunker, e temos uma briga ridícula que nos fez sentir pena de Joe. Mas foi fofo, vai.
Já Barbie e Jim continuam reféns da informações que Max tem deles. Eu ainda não entendi muito bem o que Max quer na cidade, mas tudo bem. Os dois decidem procurar as provas da vilã. Como para Jim missão dada é missão cumprida, o cara acha uma casa isolada pelo rio da cidade, que supostamente está no nome de Max. Lá, encontra Agatha, que diz que Jim está viajando e não sabe de nenhuma Max. Alguém acreditou? A mentira dura até a senhora ir buscar uma espingarda e contar, mesmo sem Jim perguntar, toda a história, mas resumida: ela é mãe de Maxine, ficou grávida na adolescência, virou uma Jeni na cidade, e odeia a todos – ódio esse que escorreu para a sua filha. Pronto, explicada a motivação de Max na cidade.
Big Jim é muito bom em desarmar pessoas, vide o último episódio com a granada, então desarma Agatha e a faz de refém no barco que tomam de volta pra cidade. Depois de um diálogo meia boca, Agatha cai do barco e Jim decide acabar com a senhora, que provavelmente é a “prova” de seus segredos que Max tem de seguro. Já contamos o segundo assassinato de Big Jim ou Agatha volta, já que não a vimos realmente morrer, só ser abandonada no rio pra se afogar?
Na cidade, Barbie descobre que Max tá fazendo um clube da luta em Chester’s Mill, onde pessoas apostam coisas como sal e baterias pelos lutadores, e a dona do lugar sempre arruma um jeito de ganhar. Ela coloca o ex-militar como luta principal, faz todo mundo apostar nele, já sabendo que Barbie se recusaria a ganhar. Que peralta essa Max!
Linda, que descobriu o envolvimento de Duke no esquema de drogas com Max, conta tudo pra Julia, já que as pessoas nessa cidade só fazem coisas em duplas. Depois de descobrir uma chave de banco no chapéu do falecido xerife – isso, escondido no chapéu – as duas vão ao banco checar. Lá, descobrem em uma carta deixada por Duke que o cara tinha intenções nobres deixando que fabricassem drogas na cidade, seja lá o que isso quer dizer. Não faz sentido, mas estamos cobertos por uma redoma, então pronto. Julia resolve abrir também o seu cofre no banco, e descobre que seu ex-marido deixou uma apólice de seguros que a deu um milhão caso ele morresse. Segura a informação, que vamos pra Barbie e um dos momento mais esperados da série: revelação do assassinato.
Talvez esse foi o ponto mais decepcionante da série, até agora, para mim. Seguraram por dez episódios o dilema de Julia, de estou dormindo com o assassino do meu marido e não sei. Barbie revela que matou o marido de Julia, e a ruiva ACEITA, de boas. Isso, nem uma lágrima, grito, briga. Não vão passar nem um episódio sem se falar! A jornalista diz que sabe que seu marido planejou fazer o seguro de vida e provocar o seu próprio assassinato. Mas oras, quando a pessoa quer ser assassinada, quem comete o crime, mesmo sem saber, está automaticamente perdoado? Essa regra está em algum documento de Chester’s Mill?
O episódio só termina depois de voltarmos pro celeiro da mini-redoma, onde a lagartinha que estava do lado de dentro já virou crisálida. O pessoal fica em posição de turma da redoma, todo mundo com a mão no campo, e Junior encosta no lugar que sobrou, que faz com que o ovo projete constelações no celeiro. É só isso?
The Newsroom – Red Team III
03/09/2013, 11:32.
Paulo Serpa Antunes
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A cena final de Red Team III é provavelmente a mais importante da história da série. Se The Newsroom for cancelada no final de setembro (toc! toc! toc!, três vezes na madeira), esta cena vai persistir ao final da série. Se Jane Fonda não ganhar o Emmy de Guest Actress em Drama no próximo dia 22 (a parada é dura, e eu, particularmente, torço por Diana Rigg, de Game Of Thrones), ela certamente o ganhará em setembro de 2014.
Get it back!
Leona Lansing é a personagem mais fascinante de The Newsroom. Simplesmente porque ela é a dona da bola. Já vimos outros megaempresários, ricaços e poderosos na TV outras vezes (Damages, por exemplo, tinha uns personagens bem fascinantes). Mas donos de grupos de comunicação, estes não aparecem todo dia na TV. O poder que emana deles é diferente. É um poder que supera a riqueza que o dinheiro dá. É o poder que vem da influência que se pode exercer na vida das pessoas e nos rumos da política, da economia e da cultura.
É por isto que a cena com Leona é tão importante. Ela tem dinheiro, claro, muito dinheiro, tanto dinheiro que poderia se dar ao luxo de mandar um jato buscar Daniel Craig para um evento. E admite que a sua emissora de TV não dá lucro, ou dá pouco lucro. Mas aquele é o seu brinquedo. Ela trata três dos melhores jornalistas do país como marionetes (“você vão se demitir quando eu os demitir”) para no momento seguinte os tratar como filhos (“vocês me deixam tão orgulhosa”).
Leona é mimada, é teimosa, é arrogante, como só quem emana poder poderia se permitir ser.
O certo seria demitir Charlie, Will e Mac e aceitar indenizar Jerry Dantana, para encerrar o mais rapidamente possível este capítulo embaraçoso da história da ACN. Mas, obviamente, não é assim que um “media mogul” pensa. Para eles, admitir a derrota é inaceitável.
(Curiosidade: Jane Fonda foi casada por 9 anos com Ted Turner, sócio da Time Warner e fundador da CNN. Nâo consigo deixar de pensar no quando ela trouxe de sua vida pessoal para esta personagem).

* * *
Mas Red Team III não é, claro, um episódio sobre Leona Lansing.
É um episódio sobre como a construção da notícia é feita de impressões. Impressões que podem estar erradas. E sobre como a objetividade jornalística é frágil.
Não quero falar sobre Jerry Dantana e seu caráter (ou falta dele). O erro de Jerry dispensa julgamento. Agora, e os erros da equipe? Como um castelo de cartas, vamos observando todas as convicções e fontes da equipe do News Night caírem. O fato de Charlie e Will usarem a mesma fonte e não perceberem isto. A falta de averiguação sobre as condições médicas e psicológicas de uma das fontes. A forma tendenciosa como Mac conduziu a entrevista com uma terceira fonte.
A única coisa que não me agrada no episódio é que Charlie tenha sido manipulado por uma vingança pessoal. Este pra mim é o ponto frágil desta trama.
Ainda assim, esta é a história mais original que assistimos nos últimos anos na TV mundial.
Que venha a Election Night.
Rookie Blue – Deception
02/09/2013, 16:22.
Mariela Assmann
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Deception. Algumas pessoas decepcionadas ao final do episódio. Mas não os fãs.
A decepção ficou para os personagens, mesmo. McNally encerrou Deception decepcionada (perdão pelo joguinho com as palavras, não pude evitar). Mas arrisco a dizer que Sam é o mais decepcionado de todos.
Dois casos interessantes correndo em paralelo. Em um deles, o destaque recaiu sobre Nash, mas em mais uma ótima participação do Detetive Peck. No outro, Marlo esteve no centro dos holofotes, mas Andy e Sam acabaram roubando a cena.
O caso era de Sam. Porém, foi Nash que assumiu a situação e acabou brilhando em seu primeiro grande caso solo. Me agrada muito o destaque que Traci recebeu nessa temporada, especialmente nos últimos episódios. Especialmente porque o destaque está relacionado com sua vida profissional. Ou seja, Traci não é mais só a namorada de Jerry, ou a mãe do Leo. Ela é a Detetive Nash, e o posto lhe cai muito bem.
Além disso, a parceria da detetive com Steve (seria interessante vermos Adam MacDonald como regular na próxima temporada) rende sempre ótimos momentos. O senso de humor dele é ótimo, e eles têm bastante química. Além disso, o fato de os dois não terem se tornado um casal da noite pro dia também colabora bastante pra irmos tomando gosto pela ideia lentamente. Agora, quando acontecer (e se acontecer), vai ser natural. Ponto para os roteiristas.
O outro caso de Deception é mais um grande acerto dos roteiristas. Isso porque mostra o cuidado dos mesmos com a continuidade da série (trazer antigos criminosos à tona sempre dá um tom mais crível, mostra que nem tudo se resolve da noite para o dia): o pedófilo vigiado por Marlo, introduzido em What I Lost, é atacado, e a policial é a principal suspeita do caso. Ou seria, se Andy não tivesse deixado seu coração amanteigado falar mais alto e avisasse Sam sobre as atividades extracurriculares de Cruz.
A ação de Andy trouxe vários pontos interessantes pro episódio. Primeiro, possibilitou a ação solo de Traci, que foi sumariamente abandonada por Swarek (o primeiro grande erro dele). Depois, abriu campo para que a bipolaridade de Marlo viesse à tona. E, por fim, ainda criou um novo ponto de tensão entre Sam e McNally.
O fato é que por mais que a intenção de Sam tenha sido positiva, as atitudes dele foram bastante condenáveis. Especialmente porque não envolveriam apenas ele. Trouxeram um grande risco para Nash (e consequentemente Nick, Chloe, Dov e Gail), além de implicarem Andy (que por sorte apenas desagradou – muito – Oliver). Por causa das ações de Swarek, várias carreiras foram postas em prova. Ou seja, para proteger uma “boa pessoa profissional”, ele acabou arriscando várias outras “boas pessoas e profissionais”.
Contudo, seria insanidade dizer que isso foi algo inesperado. Sam nunca agiu conforme as regras. Pelo contrário, ele nunca ligou muito para elas. McNally sempre foi a “certinha” da dupla. O que foi novidade, no meu ponto de vista, foi o fato de ele ter colocado, figurativamente, McNally na linha de fogo (as ações dele, antigamente, visavam protegê-la). E mais, pedir a ajuda dela – por ele – para proteger sua namorada. A noção mandou lembranças, Sam.
O fato de Andy ter ajudado Sam também não pode ter sido encarado com espanto. O ponto fraco de McNally sempre foi as pessoas, e não é de todo errada sua colocação de que não fez aquilo por Swarek. Se sua preocupação fosse exclusivamente com ele, a revelação sobre a bipolaridade de Marlo já teria acontecido há muito tempo. E McNally ter procurado (o inseguro) Nick para contar sobre seu dia demonstra que ela está conseguindo, mesmo que lentamente, se desvincular de Sam.
Já Sam está cada dia mais perdido. É poético que ele só tenha rumo na vida perto de Andy, mas é hora de Swarek voltar a ser homem e tomar as rédeas da própria vida. Suas ações estão o afastando cada vez mais de Andy, e a expressão dele no final do episódio demonstra que ele percebeu que está perdendo seu grande amor. Ou Sam muda – rápido -, ou a ruptura tende a se tornar, merecidamente, definitiva.
Espero que nos últimos dois episódios da temporada os roteiristas não desconstruam tudo que eles vêm construindo na última temporada e meia. Que não haja mudanças bruscas de personalidade, que não haja encerramentos e retornos abruptos. Seria uma pena desperdiçar algo meticulosamente elaborado.
Nessa quinta-feira vai ao ar nos Estados Unidos Under Fire, o primeiro episódio da dupla que encerrará essa temporada. Mal posso esperar. Pelo que li e vi por aí, ficaremos sem fôlego e com os corações devastados. Até lá.
P.S.1: eu não descarto a possibilidade do retorno de Sandy. Pelo contrário, acho que isso acabará acontecendo, já que Sam e Andy são o principal casal do seriado. Só espero que eles reatem de forma coerente com tudo que está sendo mostrado nos últimos tempos. Sam tem sido um babaca, e não deixará de ser um babaca do dia pra noite. McNally será outra babaca se voltar com ele nessas condições.
P.S.2: Chris é um fofo! Apesar de ficar espalhando aos quatro ventos que está feliz e quer curtir essa fase de solteiro, ele não esquece de Denise e do pequeno Christian. Estou feliz por termos o velho Dias de volta.
P.S.3: Rachael Ancheril foi muito bem nesse episódio, interpretando uma Cruz meio transtornada. O trabalho dela ao longo da temporada me conquistou. Espero que ela continue na série, embora ache que a questão da bipolaridade ainda vai acabar a prejudicando.
P.S.4: Nick barbeado por causa do novo relacionamento e Chloe shippando McCollins. COISA FOFA!
Rizzoli & Isles – Built for Speed
02/09/2013, 15:00.
Mariela Assmann
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Built for Speed, exibido na semana passada nos Estados Unidos, foi um episódio bacana. Passou muito longe de No One Mourns the Wicked, é claro. Mas ainda assim conseguiu entreter.
E volto a reforçar minha opinião: gosto do balanço entre diversão e tensão que os roteiristas sempre apresentaram. Mas creio que nessa temporada há “diversão” em excesso, e quase todos os episódios acabam indo pelo caminho da comédia.
Com Built for Speed não foi diferente. O sempre canastrão Giovanni voltou a aparecer, e acabou puxando as investigações do caso para um lado mais divertido – muito embora explodir por causa de óxido nitroso não seja nada engraçado. E Jane e Maura estavam mais afiadas do que nunca, especialmente porque os hormônios estão à flor da pele e a temperatura corporal das moçoilas está elevada.
Shippei instantaneamente Maura e B.T. O Eric Winter é lindo demais (não é a toa que ele é, além de ator, modelo) e espero vê-lo mais vezes em R&I. Especialmente porque foi delicioso ver a conexão existente entre Cerrone e Isles. Mesmo que os papos deles sejam quase que incompreensível de tão “cabeça” que são, foi impossível não achar fofo ele achando fenomenal ver Maura usando os dedos da vítima, ou ver Maura babando pelas definições técnicas que jorravam pela linda boca do técnico em bombas. Pena que não rolou uma aproximação corporal entre eles, e agora só me resta torcer para Cerrone voltar à telinha, em breve.
Jane também tem um ship pra chamar de seu. E Martinez, entre os pretendentes da detetive, é a melhor escolha. O grande problema é que ele é meio idiota, e isso sempre acaba fazendo com que haja uma dúvida pairando sobre ele. Apesar disso, creio que Jane vai largar as videochamadas de longa distância muito em breve.
O caso teve uma levada meio Fast and Furious. Claro, não acompanhamos todas aquelas corridas, mas todos os elementos do submundo das corridas clandestinas de rua estavam ali: mecânicos, carros tunados e modificados, apostas, policiais trabalhando disfarçados, drogas, armas e um chefão que se passa por paizão. No caso, era uma mãezona a criminosa mor, e foi interessante acompanhar o desenrolar das investigações, especialmente porque a divisão de homicídio e a de narcóticos se cruzaram e precisaram, de certa forma, trabalhar juntas.
De resto, volto apenas a tocar na tecla da falta de continuidade em Rizzoli & Isles. Cailin desapareceu novamente, justo quando havia uma promessa velada de que veríamos mais da relação entre Isles e a irmã. As dívidas de Angela não foram novamente mencionadas, o que soa no mínimo estranho, já que dois episódios atrás ela estava desesperada com os impostos que precisava pagar. Detalhes que fazem toda a diferença e que, nas temporadas passadas (a não ser que minha memória esteja me enganando grandemente) foram tratados com mais carinho.
Ainda há mais dois episódios antes do hiato de aproximadamente dois meses que o seriado deve fazer (e que esse ano servirá, também, para definir o futuro das coisas sem Frost). Espero que sejam dois episódios marcantes, e que nos deixem empolgados e na expectativa para a conclusão dessa quarta temporada.
Suits – She´s Mine
01/09/2013, 20:14.
Regina Monteiro
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Vamos combinar que um episódio por semana realmente é uma miséria! Dito isso…
O que mais se poderia dizer de um episódio dirigido por Anton Croper (Monk, Six Feet Under) e escrito por Paul Redford (The Newsroom,West Wing), sem perder o argumento da série? Simplesmente genial! She´s Mine manteve o ritmo característico de Suits, a conclusão (improvável?) foi surpreendente ( e não me refiro aqui à surra, bem merecida, que Harvey deu em Stephen) e a leveza ficou por conta da disputa entre Nigel e Louis pela posse de Soberana (aliás, um atalho e tanto para que Louis recuperasse a orientação dos associados).
E, convenhamos, She´s Mine bem poderia se chamar Mirror.
Na parte She´s Mine do episódio, o primeiro caso de Rachel: a inverossímel disputa pela posse de uma gata. O desafio: transformar Louis Litt, aos olhos daqueles com os quais trabalha, do chefe irritante, autoritário e, às vezes, sádico, em um cuidador responsável, apaixonado e compassivo. E embora esta tenha sido a parte comédia e meiga do episódio, não foi a comoção que deu a vitória a Louis, mas a lógica, caminho por onde, afinal, transita o modus operandi do Direito. A dualidade da personalidade de Louis foi explorada apenas para nós, que assistíamos ao episódio: atrás da armadura de ferro que o personagem veste, há um encantamento que somente a nós, que estamos fora da telinha, é permitido ver. Mas a vitória conseguida por Rachel, veio do fato de que, autoritário ou compassivo, Louis é extremamente competente naquilo que se propõe a fazer. Apesar de tratar aqueles com os quais trabalha com mão de ferro, no processo, transforma-os em profissionais melhores. E foi a lógica da competência, que Rachel explorou com eficácia, que prevaleceu na decisão dos associados. Rachel ganhou a causa, mas, mais que isso, recolocou Louis Litt, no seu lugar por direito: um espaço onde, relacionando-se diretamente com seus subordinados, pode exercitar seu lado humano, aquele que fica sob a armadura de ferro, embora raramente, aqueles com os quais trabalha possam entrever.
E como prêmio, Rachel poderá atravessar a rua para estudar Direito: Columbia e não Stanford.
“Espelho, espelho meu, os atores podem ser outros, mas as situações, ironicamente, não são as mesmas?“, talvez tenha se perguntado Jéssica Pearson ao assumir a caso de Ava Hessington e insistir em uma defesa que contemplava mais seu relacionamento com Harvey, do que o de Ava com seu ex-assistente. E a parte Mirror do episódio trouxe Jéssica assumindo a firma novamente: contra Harvey, ao insistir em uma linha de defesa que muito dificilmente funcionaria; contra Edward Darby, delimitando seu espaço; contra Ava, sobre quem lançou sua raiva. Mas, como no conto de fadas, em que o espelho mágico sempre questiona quem está na sua frente e aponta outras possibilidades, Jéssica e Harvey foram salvos por Mike, o único a permanecer senhor de uma certa racionalidade e perspicácia e a desmascarar quem, afinal, era o verdadeiro responsável pela ordem para os assassinatos praticados pelo Coronel Mariga. E depois de alguns tantos episódios, finalmente o verdadeiro propósito de Stephen Huntley veio à tona: salvar a própria pele.
Uma conclusão improvável? Pouco importa, este foi de longe o melhor episódio desta temporada.
Breaking Bad – Confessions
30/08/2013, 21:02.
Mayra Gonçalves
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Os dois últimos anos (pelo menos) de Breaking Bad fazem pensar sobre as ações de Walter White. E assim como no episódio Fly, da terceira temporada, (no qual Walter tenta descobrir o momento certo em que deveria ter morrido), somos levados a tentar imaginar um momento no qual ele tenha se tornado o monstro que hoje é. Talvez, o primeiro dominó tenha caído quando vendeu sua parte da empresa Grey Matter – claramente lamenta isso semanalmente quando verifica o preço das ações.
Durante alguns momentos se tem a certeza que Walter está manipulando as pessoas ao seu redor, e em outros há pelo menos a incerteza se suas palavras são verdadeiras ou não. Por exemplo, a terceira temporada passa a impressão que a preocupação paternal de Walter com Jesse é verdadeira. Porém, Confessions talvez tenha tirado qualquer dúvida quanto ainda restar um fio de humanidade em Walter White, ou se Heisenberg reina soberano sobre o homem.
Em um monólogo diabólico, tecendo uma teia através de eventos passados – desde o primeiro passeio juntamente com Hank, sua tentativa de assassinato, Hector Salamanca e a bomba na casa de repouso -, Walter chantageia Hank e Marie ligando-os, circunstancialmente, aos seus crimes. Concomitante à chantagem há a ameaça (além de liberar o DVD) contra suas vidas, ao passo que Walter confessa, indiretamente, todos seus crimes e lhes mostra tudo o que é capaz de fazer.
Ainda, assim como Hank em Blood Money e Skyler em Buried, Jesse foi o personagem de maior destaque nesse episódio. Como o público, Jesse sempre soube que algo estava acontecendo, mas a incerteza ainda era presente em sua mente. Até o momento que semente da dúvida se inflamou e implodiu na psique de Jesse, finalmente (finalmente!), que passa a ver através do véu criado pelas manipulações de Walter.
E em um episódio de grandes monólogos, a dor é o sentimento que guia o monólogo de um Jesse em pânico no deserto, que afasta de si a atuação pseudo paternal de Walter. Depois de quebrar a imagem pomposa que tinha de Heisenberg, Jesse não mais é controlado por ele, e agora encara um dilema: ir embora – e com isso tornar as coisas mais fáceis para Walter -, ou morrer, como Mike.
Prestes a sumir para sempre, uma epifania atinge Jesse como um golpe traiçoeiro pelas costas (voadora). A mágoa e a raiva dentro de Jesse – que confirmou sua crença de que Walt estava por trás do envenenamento de Brock -, o levam a loucura. O vemos quando ele está prestes a queimar o símbolo familiar de Walter, que, ignorante sobre as ações de Jesse, já está amedrontado e prestar a recorrer à violência. Temo, porque sabemos que Walter está vivo no flashforward, mas ainda não vimos nada sobre Jesse.
Confessions teve todos os elementos que tornaram Breaking Bad uma das melhores e mais influentes séries da atualidade. Possivelmente tenha feito isso melhor que qualquer um dos episódios anteriores. Usou humor em um timing correto – na cena do restaurante -, chocou com a genialidade de Walter e o DVD, e emocionou com a storyline de Jesse – e a tremenda atuação de Aaron Paul.
Com cinco episódios para o final, a expectativa está alta, mas não há dúvidas que os produtores vão conseguir realizar o sonho de todos (possivelmente) os showrunners: manter a qualidade e deixar os fãs alucinados do começo ao fim.
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