TeleSéries
How I Met Your Mother – Last Time in New York
03/10/2013, 21:25.
João Freitas
Reviews
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Passada a ansiedade para arrancada final, How I Met Your Mother alinha o carro na estrada, aperta os cintos e se prepara para uma última corrida. Last Time in New York já agrada pelo nome, despedidas e momentos fortes sempre foram um dos pontos altos da série. Junte isso ao clima de final de história desta temporada e está construído o roteiro da semana. Algumas das mudanças feitas na estrutura dos episódios já podem ser percebidas com mais clareza. Não há mais os “eventos aleatórios” contados pelo Ted do futuro. Ele ainda narra a história, mas há uma linha a ser seguida e parece não iremos mais fugir do final de semana do casamento, ainda que os flashbacks e flashfowards clássicos continuem.
O episódio marca a chegada dos familiares de Barney e Robin no hotel. Porém família nunca foi um ponto forte para nenhum dos dois. Devido a isto eles acabam fugindo o episódio inteiro de seus parentes “zumbis”. É importante notar como os dois imaginam um casamento após anos e anos e como ele realmente é. A distorção que os dois fazem do que de fato acontece após o matrimônio contrasta com a certeza que ambos tem de juntar as escovas de dente. A única explicação é que o amor está sobrando para o casal.
Enquanto Marshall e Marvin (deem uma olhada nessa fofura de bebê) continuam sua viagem até Farhampton, Lily mostra que ainda não perdeu sua maestria em dar bons conselhos. Após achar a “lista de despedida” de Ted da cidade na qual ele tantas boas memórias viveu, a mãe de Marvin dá mais uma lição de moral no protagonista da série. Os flashbacks apoiam o discurso e não há como não se comover com tudo que Ted já passou. Ninguém abre mão da mulher que ama para o seu SEGUNDO melhor amigo e não se sente mal. Por mais feliz que Ted esteja pelos dois, ele sabe no fundo de si mesmo quem deveria estar casando com Robin, ele poderia ser quem a faria feliz.
Stella, Zoey, Victoria…nenhuma delas foi embora e machucou tanto como Robin quando disse que não amava Ted. É por isto que ele insiste, que ele não “deixa para lá”. Porque ele é Ted Mosby, o homem que acredita no destino. Eu preferia mil vezes que o fim dessa fagulha de sentimento por Robin tivesse ido embora já lá na sétima temporada quando ela o negou em alto e bom som, mas não posso condenar ou achar incoerente o fato dessa história ainda não ter acabado. A Mãe não ter aparecido no episódio foi um acerto do roteiro, mostrando que naquele momento não existia ninguém além de Robin na mente de Ted.
Chegamos então a cena final do episódio: Ted deixando de lado sua tristeza interior e indo festejar com Barney seu casamento, todos prontos para um legendary para acabar o episódio, mas… quando os créditos apareceram deixaram muitos fãs pasmos. Barney revelou ter visto Ted e Robin em seu último momento juntos e “para bom entendedor, meia palavra basta”.
O próximo episódio é totalmente imprevisível. Barney pode surtar e brigar com seu melhor amigo, assim como pode convidá-lo para um ménage na lua de mel. Vocês conhecem o Barney… não é de se duvidar. Mas o mais importante é que teremos uma grande prova para a amizade dos dois. Que eles tomem logo um whisky para acalmar os ânimos, porque quebrar dois de 30 anos em um episódio é para fazer qualquer um chorar.
New Girl – Double Date
03/10/2013, 13:19.
Carla Heitgen
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O grande dia de Schmidt chegou.
Ao perceber que havia perdido Cece, Schmidt fez a fila andar. Ou melhor, voltou no tempo para reencontrar sua namorada da universidade, Elizabeth. O problema foi que o rapaz, acreditando estar fazendo um favor para a modelo, sabotou seu casamento e se viu pressionado por ambas a fazer sua escolha.
Schmidt optou por ficar com as duas. E por algum tempo acompanhamos suas manobras para evitar que uma soubesse da outra. Claro que esta história não poderia ir muito longe e seu fim acabaria machucando alguém. No terceiro episódio da temporada, Double Date, Schmidt finalmente é descoberto e precisa encarar a verdade.
Tudo começa quando Jess tem a ideia de sair com o novo casal -Schmidt e Cece – e seu namorado, Nick. Sem ter como escapar e despertando a desconfiança de todos com seu desespero nada discreto, é neste episódio que Schmidt terá, realmente, que tomar um decisão e fazer algo para consertar toda a confusão que sua indecisão causou.
Enquanto isso, Nick acaba se envolvendo no assunto e faz de tudo para que Jess não descubra verdade sobre o triângulo amoroso do amigo. Em vão. O que seria apenas um jantar entre dois casais de amigos (e Winston) torna-se um desconcertante acerto de contas agravado pela mentira adicional que Schmidt conta a Cece em uma última tentativa de se salvar.
Jess, defendendo os interesses da melhor amiga, quer confrontar Schmidt, que conta mais uma mentira para Cece, que acaba acreditando que o traidor da história é Nick.
A conclusão desta história que, vamos combinar, já estava ficando longa demais, teve até torta na cara.
E após todo esse rolo, o namorador ainda coloca a culpa em Nick e Jess e joga um veneninho para abalar a relação dos dois.
Winston, para variar, está como um apêndice na história. Responsável por guardar os lugares do badalado restaurante onde o encontro foi combinado age de maneira quase que psicopata para reservar os assentos dos amigos.
Neste terceiro episódio – que seria apenas um encontro duplo entre amigos – observamos algo interessante. Quando a história tende para uma situação mirabolante, a exemplo do que aconteceu em All In, os personagens parecem perder as características que os tornaram tão queridos entre os fãs da série. Até Schmidt, mulherengo assumido, tem a simpatia do público. Neste episódio, porém, provocou raiva a imaturidade de suas atitudes. Nem Jess e Nick se salvaram. Apenas no diálogo final, quando decidem contar um para o outro suas esquisitices (Jess tem medo de…peras?) para que nenhum segredo os separe, voltamos a reconhecê-los, ainda que muito rapidamente. Winston está solto, sem trama própria. O episódio como um todo não foi tão engraçado, bem diferente do anterior.
Por enquanto, New Girl ainda está oscilando na qualidade da narrativa e da exploração dos personagens. Será que Jess, Nick, Winston e Schmidt voltarão a ser quem são?
É o que descobriremos na semana que vem!
Person of Interest – Nothing to Hide
03/10/2013, 11:01.
Regina Monteiro
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O que escrever sobre um episódio em que Reese perdeu, pateticamente, a pessoa que estava protegendo? Em que Finch não conseguiu parar um elevador (lembremo-nos que em Firewall ele fez muito mais que isso)!!!? Em que Fusco e Carter pareciam estar em outra história? Em que Samantha foi uma coadjuvante perdida? Em que Root nem sequer apareceu? Em que se insinuou a possibilidade de um outro formidável inimigo que, ao fim e ao cabo, não disse a que veio? O que escrever sobre essa confusão apática e sem nexo em que Person of Interest está se transformando, e para a qual Nothing to Hide contribuiu?
Neste segundo episódio somente o que se salvou foram os “cacos” trocados entre Finch e Shaw e, talvez, a insinuação de que essa pseudo nova organização justiceira possa vir a ter algo a ver com Root.
Portanto o problema talvez não seja o que escrever, porque não há palavras suficientes para expressar minha indignação. Talvez o caminho seja entender o que está acontecendo.
Roteiristas e diretores são os mesmos; o elenco original é o mesmo; as personagens que foram incorporadas à série são ótimas e as atrizes que as interpretam também. O que mudou? Jonathan Nolan – juntamente com sua esposa Linda Joy (Pushing Daisies) e JJ Abrams – está envolvido na adaptação de Westworld (baseado em filme de 1973) para a HBO. O que mudou é que neste momento talvez estejamos sofrendo com a ausência da direção criativa, ou, melhor dizendo, da genialidade da direção criativa de Jonathan Nolan.
Então, ao invés de tecer mais comentários sobre a perda de tempo que foi Nothing to Hide, peço licença para fazer aqui uma oração. Uma oração para que Person of Interest saia da apatia em que está sendo mergulhada. Uma oração para que os responsáveis pelo show tenham mais consideração com os fãs que arregimentaram pelo caminho.
Uma oração para Santa Helena, padroeira dos abandonados:
Santa Helena,
Procura-se, desesperadamente, um showrunner que não abandone sua criação.
Procura-se, desesperadamente, um showrunner que não abandone sua criação, e de quebra não ignore os milhares de fãs que arregimentou pelo caminho.
Procura-se, desesperadamente, um showrunner que não abandone sua criação, não ignore os milhares de fãs que arregimentou pelo caminho, e entenda, como o Pequeno Príncipe, na sua simplicidade desconcertante, que “tornamo-nos eternamente responsáveis por aqueles que cativamos”.
Santa Helena, porque procuramos desesperadamente um showrunner que não abandone sua criação, pedimos que traga o talento e a genialidade de Jonathan Nolan de volta para a Person of Interest, e, se possível, dê-lhe inspiração suficiente para apagar esse terrível começo de temporada e recomeçar de onde havia parado, esperando que não seja tarde demais.
Amém!
Chicago Fire – Prove It
03/10/2013, 09:44.
Maísa França
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Não posso negar que Chicago Fire está me agradando como nunca. O roteiro melhorou e as tramas dessa estreia de temporada estão muito mais consistentes. Alguns acontecimentos ainda estão relativamente rápidos mas, depois de uma primeira temporada de 24 episódios, consegui me acostumar e por enquanto sou só elogios porque, definitivamente, estou bem feliz com a trama. Com Prove It, mais um episódio eletrizante do início ao fim, a série veio provar, literalmente, que ficará por muitos anos na grade da NBC.
Os incêndios criminosos que se iniciaram no episódio anterior ainda são um mistério para Severide e o batalhão. Quem quer que estivesse ameaçando o bombeiro, agora ameaça todo o batalhão, já que o alvo da vez foi o restaurante de Ingrid, mãe de Mills. Num primeiro momento Severide imaginou que o criminoso fosse um homem com quem teve problemas no passado. Mas como dizem, o inimigo mora ao lado e agora, após descobrir que o verdadeiro culpado é seu ex-colega de trabalho, Hadley, a questão é: como provar isso?
No momento do incêndio no restaurante rolou uma torta de climão entre Ingrid e Boden porque Mills – mais uma vez – quis ser herói para salvar… as medalhas do pai. Acredito que esse seja o momento para retomar o plot entre o caso dos dois para ver como a relação entre Mills e Boden ficaria por definitivo. O jovem ainda se destacou no episódio por começar a suspeitar do comportamento de Clark. Apesar de estar certo sobre o novo membro do batalhão, Casey acredita que a suspeita de Mills não passa de dor de cotovelo por ter perdido seu posto para o novo bombeiro. Felizmente, os bombeiros já suspeitam que tenha algum “dedo-duro” entre eles.
E o bebê de Reneé não era mesmo de Severide. Após dar um super tapa no bombeiro, Reneé confessou que passou apenas uma noite com outro homem para tentar esquecê-lo e que tentava se enganar afirmando para si mesma que o filho era de Severide. Ela foi embora e, dessa vez, parece definitivo. Mais felicidade na vida amorosa do bombeiro, por favor.
Como era de se esperar, ele voltará a morar com Shay. E falando na paramédica, rolou um super clima entre ela e a representante imobiliária. Será que vem por aí um novo amor pra ela finalmente, ser feliz? Torcendo! Severide e Shay voltarem a morar junto não é novidade. Aqui, o que talvez mude, é o fato de que ganhem um novo roommate já que a nova residência terá mais cômodos. Pode ser que esse novo morador – se existir – renda boas histórias.
Um dos pontos altos – se não o maior – do episódio foi Heather e as crianças Darden. A mulher pegou uma pena de 15 meses devido ao acidente causado no final do episódio anterior. Enquanto ela cumpre sua pena, Casey também se vê numa prisão afinal, ele é quem será o responsável pelos dois filhos de Heather. Apesar de toda a ajuda que o batalhão oferecer, o bombeiro será o maior responsável pelas crianças que, além de darem um pouco de trabalho, fazem com que os fantasmas da morte de Darden estejam sempre presentes na vida de Casey. Apesar disso, ver a relação do bombeiro com as crianças será interessante, já que ele sonhava em construir uma família com Hallie.
Ainda sob a possibilidade de fechamento, o Esquadrão 51 segue de pé e Gail tem tudo para ser aquela personagem que nós adoraremos odiar. Com Clark sendo seu informante, as coisas estão bem fáceis para ela atormentar a qualquer hora o Chefe Boden, que não anda nada amigável quando se trata dessa mulher.
Depois de tanto drama, a parte engraçadinha do episódio fica por conta de Mouch e a eleição. Herrmann se revelou o cérebro por trás da candidatura de Mouch e preparou o bombeiro para seu discurso em outro batalhão. Ele só não contava que Mouch fosse esquecer o que dizer mesmo com papel nas mãos. Pelo visto, eles terão que ralar muito para conseguir chegar ao objetivo.
E pra fechar, o que, afinal, o personagem de Jesse Lee Soffer procura no Molly’s? O misterioso rapaz, que apareceu no episódio passado, jogou seu charme para Dawson e conseguiu um encontro. No final da noite, pegou as chaves da paramédica, abriu a caixa registradora e… não pegou nada. No spin-off, Chicago PD, o personagem de Soffer será um detetive, logo ele deve estar investigando algo. Mas o que?
Sobre os resgates:
O acidente na rodovia, com a casa tombada foi um sequência de tensão e aflição infinitas. Mas a sequência de cenas para acelerar nossos corações ficou por conta das paramédicas, Shay e Dawson. As meninas mais uma vez se envolveram em um resgate delicado que quase resultou em agressão a elas, e também em morte. Com a ajuda da polícia, duas mortes foram evitadas. E viva esse funcionamento perfeito da polícias nas séries o/
Castle – Dreamworld
01/10/2013, 23:18.
Ana Botelho
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Uma semana após a grande estreia da esperada sexta temporada, Dreamworld veio para livrar aquela respiração presa no peito, aquietar aquele coração que batia forte e aliviar aquela tensão imposta pelo fato de Castle ter apenas mais um dia de vida. Repleto de palavras-chave, com um grande caso típico de uma polícia federal e ainda tendo Castle e Beckett trabalhando juntos, mais uma vez, até que fim, é isso aí, o segundo episódio da temporada foi um presente para quem, como eu, estava esperando algumas coisas ressurgirem.
A primeira coisa que eu vou falar, e não sei se vocês perceberam ou se vão concordar, é o seguinte: achei meio frio … frio não … meio estranho e alheio o modo que trataram a possível morte do Castle. O homem não tinha só mais um dia pra viver? A Beckett não ia perder o homem da vida dela caso não achassem o antídoto? Tudo bem que em terra de Castle nós sabemos que eles ficam por um dedinho mindinho de um penhasco e sobrevivem, mas que faltou um pouquinho mais de “drama”, uns olhares mais apreensivos – olhares esses que eu só vi do meio do episódio para o final – ah, faltou. Dito isso, eu separo esse episódio em três grandes pontos-chave, começando por aquele que serviu para deixar o episódio com um toque de briga de cachorro grande: o caso.
Como vocês sabem, eu não me atenho muito ao caso. Mas esse – que começou em Valkyrie e foi encerrado no episódio de ontem – precisa ser comentado porque ele terá um papel muito importante nos primeiros indícios de dúvida que vão surgir na cabeça da nossa detetive. Primeiro de tudo, ele é o caso que traz de volta Castle e Beckett trabalhando juntos! Como eu estava com saudade de ver esses dois usando da telepatia que só eles possuem ao desvendarem as pistas sem ao menos uma palavra ser dita. E, com isso, voltam os olhares, os risinhos contidos no canto da boca, os palpites brilhantes do Castle. Aos poucos, a polícia federal foi sendo invadida por um espírito de trabalho em equipe já conhecido na velha e saudosa NYPD. Só faltou mesmo os apertos de mão.
Em segundo plano, o caso trouxe para Castle uma pegada mais séria, um assunto que, se é recorrente aqui, imagina lá nos Estados Unidos. Sim, eu estou falando do Oriente Médio, de bases militares, de Al-Qaeda. De longe eles não entraram em questões específicas, tampouco relacionaram com terrorismo, mas o mérito de criar um caso proporcional ao nível, digamos assim, de um FBI, isso sim, merece ser reconhecido. O desenrolar todo foi muito bem escrito, organizado, e pode introduzir, além da volta da dupla mais querida desse mundo, uma nova McCord que vai nos fazer falta. Lisa Edelstein entrou com o papel de “representar” Ryan e Esposito nessa nova etapa da vida de Beckett e, se faltou qualquer demonstração de companheirismo na semana passada, tudo se desfez no episódio de ontem.
Além disso, e o que merece ser dito é como Beckett não se perdeu. Eu tinha muito medo que o FBI e toda a pressão da troca de uma unidade por outra ainda maior fizessem com que ela se retraísse, se sentisse intimidada. Mas não, tudo permaneceu (hell yeah!). Os gritos e batidas na mesa nos interrogatórios, a coragem de se meter aonde não deve, e o coração que continua sendo seguido. E é aí, exatamente nesse ponto, que o caso se fez importante. É quando a gente fala do seguir com o coração, dos princípios e valores da nossa detetive, que a gente tem o nosso terceiro ponto. Mas como eu sei um pouquinho de matemática, a gente vai passar pelo segundo ainda.
De cara eu já lembrei da cena em Rise, em que o Castle chega para visitar a Beckett no hospital depois dela ter levado um tiro no peito, no final da terceira temporada. E como para Marlowe uma referência só não basta, a música de Always também esteve presente. Só nisso aí já valeria eu ter posto essa cena como segundo ponto alto do episódio, mas é claro que ainda falta uma coisa. O diálogo entre eles não foi escrito à toa, solto assim, só para o Castle dizer mais uma daquelas frases que grudam em nossas cabeças e que me fazem escrevê-las pela parede do meu quarto. Não. O diálogo entre eles é uma introdução àquela conversa que eles ainda não tiveram. O diálogo é a amostra de que Beckett está sentindo a mudança, é a amostra de que os dois vão precisar mover mais alguns pauzinhos para que o trabalho não consuma essa relação.
Algumas vezes, as coisas mais difíceis na vida são as que mais valem a pena.
Chegando finalmente ao último e terceiro ponto, que junto com os outros formaram um tripé para o episódio, eu ressalto o papel de Beckett no FBI, a sua conduta e até onde a detetive se encaixa nos parâmetros exigidos pelo novo emprego. E é lá na cena final, em que Beckett conversa com McCord sobre o que vai ser feito do culpado, que eu uso de argumento pra mostrar minha opinião. O FBI não é para Beckett. Tudo bem que a moça possui um talento e inteligência imprescindíveis – e muito condizentes com o emprego, por sinal -, mas os seus valores e princípios batem de frente com a “proposta” e conduta dos agentes da polícia federal. É claro que, por serem casos maiores, a conduta deles é certíssima para eles, mas já se perguntaram se ela se fará certa também para Beckett? Para mim, ela deixará o coração gritar mais uma vez e, dessa forma, o retorno para NYPD fica cada vez mais próximo.
Embora eu ainda ache que falte alguma coisa nessa nova temporada (sim, eu sei, está muito no início), Dreamworld me deixou com um gostinho de quero mais e me deixou ansiosa pelo desenrolar de toda essa história entre Beckett-relacionamento-emprego. Confio no que Marlowe tem como proposta para esse ano e mal posso esperar para o que vai acontecer com todas essas questões em aberto. Mas enquanto isso, vamos caminhando passo por passo, porque se em Castle a história não se atropela, quem sou para pular etapas, certo? Vejo vocês semana que vem. Até la!
PS1: Mais um episódio sem Lanie e Gates e eu entro em depressão.
PS2: Sim, ele estava lá! Por mais que a aparição de Pi essa semana tenha sido bem curta, continuo achando que ele foi a introdução de personagem mais genial que houve na série. Por favor, Mr. C. é demais pra mim.
Breaking Bad – Felina
01/10/2013, 22:06.
Mayra Gonçalves
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Dizem que tudo que é bom termina logo e por isso, no último domingo, foi ao ar o episódio final de Breking Bad. No tom perfeito de intensidade e drama que a série foi mestre em proporcionar ao longo de quase 6 anos, 5 temporadas, 62 episódios e pelo menos 50 B*tch, FeLiNa encerrou com louvor um dos melhores seriados dos últimos tempos. O epílogo da série trouxe elementos dos seus primeiros anos. A sensação durante todo o episódio era de estar diante do Walter White que conhecemos lá trás na primeira temporada. O homem ainda dividido em dois mundos, não completamente imerso nas sombras como havia sendo representado em episódios anteriores.
É preciso falar primeiro da visita de Walter aos seus ex-parceiros Elliott e Gretchen Schwartz. Uma cena verdadeiramente chocante, de final inesperado e brilhante. Walter chega à casa dos Schwartz sem ser percebido, aos poucos andando pelas sombras, e admirando a casa, talvez imaginando como seria sua vida se ele não tivesse cortado seus elos com a Grey Matter. Walter estava calmo, e esse seu comportamento aterrorizou não somente a Elliott e Gretchen, mas ao público. Porque sabemos o que ele se tornou, o que ele agora representa. E quando Elliott tenta se defender com uma faca, Walter logo rebate que ele precisaria de algo maior, e todos sabemos disso quando lembramos da cena de Walter e Skyler em Ozymandias. Porém, o plano é simples: entregar ao casal o dinheiro restante, para ser transferido para Flynn, como sinal de caridade, dado às vítimas inocentes de um “pai monstruoso”.
Para garantir seu acordo, Walt toma precaução extra para assustar seus ex-parceiros de negócios, colocando os dois sob uma mira laser enquanto a música mais assustadora do episódio toca. Depois de acometer medo duradouro e permanente, é revelado que a artimanha foi honrada por Badger e Skinny Pete. É um regresso brilhante ao Walter dos primeiros anos da série, usando a persona non grata de Heisenberg e inteligência para intimidar as pessoas. Bagder e Skinny Pete, além de ajudarem Walter com seu plano genial de coação, também foram fundamentais para a trama do episódio. Graças a eles, Walter toma a consciência de que Lydia ainda está no “mercado comercializando o SEU produto”.
Eu não consigo pensar em um episódio de Breaking Bad que fosse tão tenso, ao mesmo passo em que foi previsível. Previsível, porque os acontecimentos e teorias inevitavelmente ficaram rondando a mente dos telespectadores durante semanas. E é claro que Gilligan em sua genialidade se usaria disso. Nenhuma outra cena representa melhor esse sentimento do que a cena em que Walter se intromete no encontro de Todd e Lydia no café. O close no pacote de Stevia – o único da mesa. E mesmo que não ficasse claro naquele momento, era óbvio para todos que aquilo era ricina. Lydia tem seu destino selado graças à sua rotina. Como Walt diz: “10:00h, todas as manhãs, terça-feira, você e eu nos encontramos aqui”. Ela apenas começa a conhecer o seu destino nos momentos finais, incapaz de fazer qualquer coisa sobre ele, ficando apenas um corpo para sua filha encontrar.
E como Walter conseguiu a façanha da ricina vai permanecer dentre os maiores mistérios da humanidade. Tudo nesse episódio se encaixou perfeitamente em favor de Walter – até o carro com portas abertas e chaves que literalmente caíram em sua mão. É uma conclusão teatral para um seriado nos parâmetros das melhores tragédias gregas e peças shakesperianas.
A câmera se move lentamente revelando, atrás de uma coluna, Walter, enquanto Skyler desliga o telefone (e Marie fazia sua única aparição). A conversa entre o casal é, talvez, a mais significativa do seriado, sendo a primeira vez que Walt foi totalmente, e completamente, honesto sobre seus motivos e seus sentimentos a respeito de suas ações desde o seu diagnóstico de câncer. Além de retirar o peso de Skyler, Walter livra, até certo ponto, a si mesmo. Durante 5 temporadas, Walter mentiu para si mesmo dizendo que tudo o que ele fez foi por família, porque ele não estava preparado para encarar a realidade que todas as atrocidades que ele realizou tinham apenas motivos egoístas. Walter ainda faz mais uma coisa boa enquanto revelava a profundidade de seu fracasso: o bilhete de loteria revelando a localização da cova rasa de Hank e Gomez.
Depois de tirar mais uma tática totalmente imprevisível de sua cartola, Walt conseguiu com precisão, usando uma engenhoca e uma M60, tirar a vida de Jack e de cada um de seus homens, com exceção de Todd, e ainda salvar Jesse. O salvamento não veio através de um último ato de humanidade de Walter White – esta já se foi. O salvamento veio por uma questão de justiça. Uma vez que Walter foi capaz de reconhecer que tudo o que ele fez foi egoísta, ele pode também reconhecer todo o mal que causou a Jesse, e ainda que todas as mortes, as de Gustavo, Mike, Llydia e inclusive a de Hank, foram causados por ele e para ele. Não havia razão em culpar Jesse pela morte de Hank, não havia justiça.
Uma das coisas mais geniais em Breaking Bad é seu senso de moral sempre relativizado, argumentando convincentemente que a morte de Todd, pelas mãos de Jesse, era justa. E por mais que eu não quisesse que Jesse matasse outra pessoa, um sentimento desconfortante de alegria me invadiu quando o último suspiro de Todd veio através das mesmas correntes em que ele manteve o Cão Raivoso cativo.
E então, Walt e Jesse estão juntos novamente, no meio do caos, morte e destruição, orquestrados mais uma vez por Walt. No decorrer do show, Jesse foi aluno de Walt, seu guia, seu filho, seu parceiro, seu inimigo, e sua queda. E os horrores que Walt infligiu em Jesse nunca serão totalmente silenciados em sua mente. Walter reconhece seu destino, ele vai morrer em breve, e permite que Jesse escolha o seu fim. Jesse, cheio de ser manipulado, opta por não deixar Walt ter o caminho mais fácil, e abandona o homem que nunca deu a mínima para ele.
“Acho que ganhei o que merecia…/ Este amor especial que eu tenho por você / Meu pequeno azul.” Assim como a música que embalou Walter em seu ato final, retrata muito bem o que a Series Finale quis passar ao público. Walter aceitando e reconhecendo seu destino – assim como no tão subestimado Fly. E como o próprio Mr. White já disse: a química é o estudo da transformação. Nesse caso, a transformação de Walter White até o momento em que ele encontrou seu destino fatídico ao lado daquilo que ele acreditava que o fazia especial.
Acabou, e a despedida foi mais que apropriada.
– Menção honrosa: Jack foi tarde e foi de um jeito clássico. A cena foi simplesmente impressionante.
– Breaking Bad teve 62 episódios. O 62º elemento da tabela periódica é o Samário, utilizado em tratamentos contra o câncer.
Haven – Bad Blood
01/10/2013, 16:11.
Regina Monteiro
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Confesso que algumas vezes sou meio lenta para detectar um artifício que está sendo usado pela equipe criativa de uma determinada história. E adoro ficar com aquela cara de “Não acredito que não percebi antes!”. Ser surpreendida é um dos prazeres de se acompanhar um filme, uma série ou ler um bom livro. Mesmo quando essa surpresa não deveria ser tão surpresa assim, visto o óbvio da situação. Quem viu Bad Blood sabe sobre o que estou falando.
E amei!
Amei morder as iscas que foram plantadas nos dois episódios anteriores e seguir por esse caminho de faz de conta, dentro desse faz de conta maior que é essa história de uma cidadezinha do Maine, onde vive gente estranha, capaz de fazer coisas estranhas, em uma existência marcada pelo ir e vir entre o céu e o inferno de sua condição humana, que, no mais das vezes, pode significar vida ou morte. E, no conflito entre as diferenças, experimentar a passionalidade do amor ou do ódio instantâneos.
Em Tanks for the memories o Celeiro se desintegrou, com Duke e Audrey dentro dele. Em Fallout, Duke é deixado dentro do Aquário de Boston e Audrey (que agora se chama Lexie) está trabalhando em um bar. Em Survivors, Nathan e Duke procuram por Audrey, enquanto um estranho tenta fazer com que ela se lembre de quem “realmente” é (e coloque-se aspas nesse realmente, porque, de fato, quem Audrey Parker realmente é?). Em Bad Blood enquanto Audrey, instigada por esse mesmo estranho, percebe que sua realidade não passa de uma ilusão, Vince e Dave viajam para New Hampshire para reconhecer o corpo de uma garota que pode ser ela.
Seguimos confiantes essas migalhas deixadas pelo caminho, para sermos surpreendidos no instante final. Agora sabemos que Audrey ainda está no Celeiro: tempos diferentes, momentos diferentes. Através de Jennifer, Nathan e Duke também sabem. O próximo passo? Migalhas… ou não? Depende do significado de Achados & Perdidos, título do próximo episódio.
E enquanto ficamos envolvidos pelos mistérios da localização de Audrey. Haven continua a saga de seus moradores ingenuamente perigosos.
Ter destruído o ciclo temporal do Celeiro, rendeu a Nathan o ódio contido dos moradores de Haven. Desta vez o ódio transforma-se em perseguição na forma das gotas de sangue de Mike Gallagher, que se expandem, mesmo à sua revelia, com a adição do sangue drenado de pessoas que estão no caminho entre ele e Nathan. Não tenho certeza, mas me parece que é a segunda vez que os roteiristas revisitam o tema de A Bolha Assassina (recordo-me do filme de 1958, com o então ainda desconhecido Steven McQueen e trilha sonora do também ainda desconhecido Burt Bacharach). Sorte que em Haven, ao contrário de em Phoenixville, existiam Duke e Jordan para se interpor no caminho de Mike e salvar um dos mocinhos da história.
O resultado positivo dessa perseguição é que Jennifer ficou sabendo qual perturbação atinge Duke. Gosto da idéia dos dois juntos. Outro resultado dessa história é a possibilidade do irmão de Duke se tornar o Croker do mal, caçando as pessoas de Haven como seu pai fazia. A essa idéia, o reverendo Driscoll diria amém, se ainda estivesse vivo!
Uma pena que mais pessoas não descobriram Haven, pois ainda que não se queira filosofar sobre a história, ainda resta a possibilidade de um bom divertimento.
Once Upon A Time – The Heart of the Truest Believer
01/10/2013, 13:56.
Júnior Melo
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Nesse primeiro episódio senti algo que deve se estender até o fim da temporada. Os conflitos entre os principais personagens. Como diria um estudioso sobre cinema que li uma vez: sem conflito não há estória. As primeiras cenas no navio me deram essa impressão e o discurso que se seguiu durante o episódio confirmou. Mas vamos por parte.
A estória continua exatamente onde parou, fazendo um previously – o barco do Hook está indo para Neverland salvar Henry. Falar dos efeitos de Once Upon A Time é algo batido, afinal de contas todos sabem como são ruins, mas dessa vez o comentário é positivo. A cada temporada tem melhorado bastante, as partes do navio em Neverland ficaram com uma fotografia ótima, assim como as cenas na mata de Neverland. O mais bacana das cenas do navio foi o que comentei acima, o conflito entre os personagens principais. Era óbvio para todos que não daria certo juntar Emma, Regina, Snow, Charming, Hook e Rumple. Um é o oposto do outro. A conversa de Regina e Hook sobre vilões não terem finais felizes veio mostrar que na série isso não vai ser real, as coisas estão prestes a mudar nos contos de fadas. Os malvados terão seu momento à luz do sol e os bonzinhos vão liberar o seu lado do mal.
E no navio veio a cena de Emma e Hook com um clima de romance. Já havia dito em reviews anteriores que gostava do August com a Emma e que não gosto do Neal com ela, agora estou na torcida para que o casal Hookemma deslanche. Os dois tem química e se chegarem a se relacionar vai ter um bom triângulo amoroso entre Emma, Neal e Hook. Quem vai conseguir o coração da brava Emma? Torço para o Hook.
Henry, Tamara e Greg também chegam em Neverland, as respostas que esperávamos vem junto com a chegada deles. No fim das contas a agência em que os humanos trabalhavam era apenas o Peter Pan comandando tudo. Achei um pouco preguiçoso da parte dos roteiristas. Foi como se pensassem: não, não queremos seguir essa linha de humanos caçando magia, vamos dizer que foi o Peter Pan já que seguiremos por aí. Afinal de contas era isso que estava sendo prometido desde a temporada passada. Outra coisa que incomodou, como assim Tamara e Greg trabalham para algo que nem sabem o que é? Não fez sentido. Talvez isso seja melhor explorado em algum episódio futuro, mas aqui e agora não deu certo.
Descobrimos que o Peter Pan na verdade controla uma gangue do mal com os seus meninos perdidos. O visual ficou interessante e o momento em que a Sombra retirou a sombra de Greg e um dos meninos perdidos atirou na Tamara foi muito surpreendente. Foi uma maneira de tirar os dois logo da trama? Sim, foi. Mas foi uma ótima maneira. Henry consegue escapar no fim das contas e recebe a ajuda de um dos meninos perdidos que desistiu da vida de capanga do mal do Pan. Para quem acompanha as novidades de Once Upon A Time e viu a foto do ator que iria fazer Peter Pan não teve a menor surpresa. Isso pode ter atrapalhado um pouco já que por saber acabei não gostando muito desse “mistério”, pois passei o episódio todo pensando: tá vai, revela logo quem você é. Tá na cara. Por sorte não focaram muito nesta parte da trama.
Enquanto isso na Floresta Encantada, Neal é recebido por Mulan, Aurora e Príncipe Philip – que apareceu apenas por aparecer. Torço para que os roteiristas resolvam logo o caso do Neal, pois foi a parte mais chata do episódio. Sinto que já deu da Floresta Encantada. Espero que a série siga apenas com Storybrooke – se tiver boas estórias – e Neverland – pois promete muita coisa. O homem segue com Mulan para o palácio do seu pai para conseguir uma maneira de se comunicar com Emma e dizer que ele está bem, após Aurora não conseguir uma comunicação pelo seu sono telepático. Lá eles encontram o Robin Hood – mudaram o ator, mas não fez muita diferença – que agora mora no castelo do Senhor das Trevas. Foi divertido ver como Neal já se tornou terráqueo, as raízes mágicas deles sumiram, porém agora ele deve fazê-las renascer para conseguir voltar para Emma e Henry.
Destaques do episódio vão para: Rumple e Peter Pan que vão disputar Henry. Não teremos mais duelos épicos entre Regina e Rumple, mas tenho certeza de que Peter Pan vai ser um ótimo oponente também. Talvez até tenha um embate entre os três – se isso acontecer vai ser incrível, já posso prever; outro destaque, as sereias. Sei que desde a primeira temporada todos esperam a Ariel aparecer e no momento em que as sereias apareceram e atacaram o barco foi como se Once Upon A Time dissesse: sim, nós vamos fazer dessa aparição algo grandioso; por último, mas não menos importante, vermos que Emma deixou de ser uma mulher fraca pela sua falta de crença e agora se tornou uma líder que não precisa de mais nada além de si mesma foi uma das melhores coisas desse episódio. You go girl!
O primeiro episódio dessa temporada veio como uma renovação, prometendo grandes mudanças e bons plots para a temporada. As coisas prometem ficar bem agitadas para os próximos episódios e nós vamos até o episódio 12 sem hiato, isso sim vai ser emocionante.
The Bridge – All About Eva
01/10/2013, 10:30.
Felipe Ameno
Reviews
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A volta dos que não foram! Essa é a frase que resume All About Eva e só confirma que The Bridge tinha que ter acabado no episódio anterior. Na minha humilde opinião os roteiristas e produtores se perderam nessas histórias paralelas. Não que elas sejam ruins, individualmente elas valeriam por temporadas completas, mas todas juntas confundiram o meio de campo (tanto que quase desisti da série lá pelo quinto episódio) e ofuscaram o brilho da plot principal (perfeitamente encerrado em Take the Ride, Pay the Toll).
Steven, cujo grande feito nesta temporada foi ser um dos suspeitos de Marco e Sonya – e o meu também – reaparece decidido a casar com a moça que ele ajudou a salvar lá no primeiro episódio. Só que a moça não está mais na fazenda onde foi deixada e volta à civilização, provavelmente se sentido segura depois de descobrir que seu noivo/agressor está morto (por Steven).
Então ele sai em busca de sua amada e descobre que ela foi levada por um carro com placa do Texas. Logo segue para a delegacia e pede ajuda a Sonya. Só que Cross, desconfiada como ela só, não compra essa história de primeira, mas acaba acreditando quando ele conta toda a verdade e mostra o seu trailer. Como o sumiço foi em Juarez, ela precisava de alguém de lá para continuar a investigação. Era a desculpa que ela precisava para ir atrás de Marco, já que ele não atendia suas ligações.
Marco está devastado, como era de se esperar. E quando ele vê Sonya, sua revolta ainda é maior. Aproveito o espaço para usar um pouco da minha psicologia (aprendida em curso por correspondência): é muito mais fácil culpar alguém ou alguma coisa do que enfrentar o problema de frente. Entendo a tristeza dele, mas Sonya fez o melhor que pode. Não que eu concorde com o que o Tate fez, mas a culpa de tudo aquilo ter acontecido é única e exclusivamente de Marco.
Porém, mesmo depois de destratá-la diversas vezes, Sonya volta e cuida de Marco. Ela realmente gosta dele. Ainda não sei se isso é amor homem/mulher ou irmão/irmã, só tempo (e a nova temporada) irá dizer. Depois de tantos incentivos e lições, Marco consegue se recuperar e aos poucos retorna sua rotina.
Eles começam a investigar o desaparecimento de Eva, mas não descobrem nada concreto. Contudo, a verdade estava mais próxima do que imaginavam. Eva foi presa, drogada e violentada por vários policias. Quem alerta Marco é Celia, uma das outras funcionárias da delegacia de Juarez. Vamos ver como essa informação vai ajudar.
Lindamente triste a cena de Steven e as mães do deserto. Fotografia, edição e trilha sonora perfeitas!
Vamos ver o que o The Crazy Place nos reserva. Que venha o season finale!
Considerações Finais:
– Querida Eva, sua mãe nunca te ensinou que não se deve falar com estranhos e principalmente pegar carona com eles! Pediu para sofrer minha filha!
– Sonya se despedindo do carro da irmã. :’( Mas como pode uma policial tão inteligente ficar com aquela dificuldade de consertar a fita! Salve Hank!
– Daniel se recuperando na casa da Adriana, que não só sai do armário para sua família super-religiosa, mas também é saída de casa…
– Charlote toda empreendedora do submundo, depois de descobrir que está pobre. Quero só ver o que vai sair desse acordo com Fausto.
– Aconselhado por Hank, Marco aparece para depor contra Tate (que tem a cara de pau de sorrir)! Imagino a raiva que Marco sentiu naquele momento.
– E depois disso tudo, quem não quer ser amigo da Sonya?
Under the Dome – Curtains
01/10/2013, 10:26.
Matheus Odorisi
Reviews
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É, as estrelas rosas caíram. Depois de uma temporada inteira ouvindo essas previsões que pareciam sem sentido, chegamos no season finale para descobrir que… não fazem sentido. O final da primeira temporada de Under the Dome respondeu tantas perguntas quando deputados em uma CPI, e só não acabou em pizza porque tínhamos as belas estrelinhas rosas.
A presepada toda começa com Linda descobrindo a mini-redoma. A xerife com certeza deve estar sendo chifrada pelo noivo – do qual os roteiristas se esqueceram -, já que é sempre a última a saber de tudo. A borboleta que saiu do casulo começa a bater na mini-redoma, deixando manchas negras, que são explicadas pra gente, como se não tivéssemos acabado de ver, com uma das muitas falas inúteis desse episódio: OLHA, A BORBOLETA BATE E DEIXA MANCHAS NEGRAS! Enquanto a mini-redoma escurece, a grande escurece também, deixando a cidade às escuras. Linda tenta tocar da redoma e é arremessada, o que é deixa pra galera fugir.
Enquanto Big Jim vai atrás da mini-redoma, Angie e Julia ajudam Barbie a fugir. Os adolescentes levam a redoma pra fábrica de cimento, que é onde tudo acontece nessa cidade, e lá Barbie, Julia e Angie os encontram. Depois de muito bla bla bla sobre quem é o monarca, a borboleta (sim, a borboleta) decide que na verdade quem deve mandar é Julia. Junior, que do nada decide passar de volta pro lado dos bandidos, ou melhor, dos contra Barbie, decide que o ovo deve ser levado pra polícia, seja lá o que Linda poderia fazer com isso. A galera se revolta, e enquanto Barbie segura Junior, fogem pra floresta. Daí temos os melhores cinco minutos do episódio, porque é somente na sequência da floresta que ganhamos algumas respostas, mesmo que de má vontade, dos roteiristas. Alice, a mãe de Norrie que morreu há alguns episódios atrás, aparece e fala pela redoma, ou por quem a colocou lá. A aparição pede desculpas por não saber ainda falar com “eles”, e ter que aparecer como uma figura familiar. E diz que a redoma foi colocada para protege-los, e não puni-los. E justo quando estamos tendo uma conversa interessante, Alice diz pra combater a luz com a escuridão e some. Poxa, roteiristas, que miséria de respostas!
Com a cidade em pânico por conta da escuridão, Jim decide atacar de pastor. Prega que a escuridão é sinal de que estão fazendo algo errado e decide enforcar Barbie em praça público, porque isso de alguma forma deve fazer sentido. Anuncia no rádio o seu plano, na esperança que Julia apareça para salvar Barbie com o ovo da mini-redoma. Mas a ruiva, possuída pela espírito de monarca recém nomeada, pega uma canoa e joga o ovo no rio, ignorando que seu amado está prestes a ser executado na cidade. Riscos rosas começam a cair do céu, enquanto Jim grita para que Junior puxe a alavanca que enforcará Barbie. E termina. Com muitos mais perguntas do que respostas, a primeira temporada de Under the Dome chega ao fim. O problema é que, ao contrário de Lost, nem as perguntas fazem sentido. Será que queremos realmente saber o que são essas estrelas rosas? Isso fará sentido? Com perguntas tão etéreas, fica difícil acreditarmos numa segunda temporada mais palpável. Bom, voltamos pra redoma ano que vem!
Revenge – Fear
30/09/2013, 23:00.
Matheus Odorisi
Reviews
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Revenge voltou do jeito que a gente gosta: muito carão, gente na espreita e Daniel shirtless. A primeira cena da estreia da terceira temporada foi a que muitos vimos no sneak peak que a ABC disponibilizou: nela, Emily vestida de noiva, pede perdão para alguém que lhe dá dois tiros que a jogam sangrando no mar. Corte pra dois meses antes, já que devem enrolar a gente com esse desfecho até o episódio pré-hiato dessa temporada.
Meses antes de ser baleada, Emily aparece feliz da vida com Daniel. O rapaz está desempregado e ficamos sabendo que os Greyson realmente perderam a sua fortuna, mas isso não parece fazer diferença, já que Victoria e Charlotte estão passeando pela Europa. Victoria esconde da filha a companhia de Patrick, o filho que abandonou e que bateu a sua porta no season finale. Parece que cortaram o drama e o rapaz tá de boas com Vick, praticando equitação.
Jack está viajando também. Refletindo na porta de seu bar fechado, Emily encontra Ashley, que decide chantageá-la com uma história tão fraca que só se justifica porque já sabemos que a atriz vai deixar a série. Falta não vai fazer, já que a personagem é tão irritante quanto vira-casaca.
Daí a galera vai voltando pra Hamptons, primeiro os Greyson, depois Jack. Temos o primeiro encontro de Victoria com Emily, que sempre rende indiretas e esticadas de botox. A loira decide colocar a matriarca contra Ashley, para poupar o trabalho de eliminá-la, e conta que a inglesa quis chantageá-la com a informação de que Patrick está de volta. Mira na Ashley. Já Jack, volta e já encontra Emily ansiosa para vê-lo depois da revelação de sua identidade. Depois de um papinho meia boca sobre o amor do filhos que mais pareceu música do Fábio Júnior, Jack diz que entendeu os motivos da vingança, beija a primeira namorada, e depois diz que NÃO SENTE NADA. Emily sai correndo com cara de Ana Faris em Todo Mundo em Pânico e a gente finge que acredita que Jack não sente nada.
Quem volta também pra Hemptons é Nolan, que passou o hiato de temporada preso. Só consegui pensar em quantos abusos ele deve ter sofrido na cadeia com aquela cara que ele tem, mas para compensar, a amiga vingativa te dá uma casa de presente, porque ela pode.
Se tem coisa que é boa em Revenge são as festas. Desde The OC não houve um seriado com tanto barraco em festa quanto Revenge, a não ser se contarmos os jantares de Brothers and Sisters como festas. Bom, na primeira festa da temporada, Nolan chega de paraquedas, aparentemente porque ele pode. Conrad, já como governador, discursa, e no meio da fala desmaia. No hospital, revelam pra família que o cara sofre de uma doença degenerativa. Alguém vaza a condição dele pra imprensa, e bam, ele terá que pedir afastamento do cargo. É claro que Emily colocará a culpa do vazamento em Ashley, e bam, Vick despacha a chata pra figurações como vítima em seriados policiais.
Mais tarde, com Nolan, Emily revela que a doença de Conrad é uma farsa, já que ela mesma envenenou o cara e adulterou o resultado do exame. Se já não bastasse as tramas todas já pegando fogo, quem volta por último é Aiden, com uma proposta de aliança com Victoria para derrubar a antiga parceira. Tá bom pra season premiere?
Sleepy Hollow – Blood Moon
29/09/2013, 21:16.
Mônica Castilho
Reviews
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Em seu segundo episódio, Sleepy Hollow manteve o ritmo de sua estreia, continuando cheia de eventos marcantes e flashbacks que explicam acontecimentos da época de Ichabod na guerra, os quais acarretam consequências para os dias atuais.
Apesar de o Cavaleiro ter dado uma sumida neste episódio, Andy se encarregou de todas as maldades ao ajudar o vilão (ou vilões, já que temos a “Criatura do Espelho” não identificada). “Mas o Andy não estava morto?” Pois é, até agora não entendi o sentido da Criatura ter matado o rapaz e depois ter ido lá revivê-lo, de quebra o deixando com uma pelanca no pescoço. Na minha opinião seria muito mais fácil deixar o cara vivo sendo mais um no mundo dos vivos enquanto faz suas maldades disfarçadamente do que ser um zumbi bizarro que chama a atenção por aí pelo pescoço esticado.
O fato é que Andy é uma marionete nas mãos dos vilões, e a mim isso desperta muita curiosidade por saber como e quando o oficial fez um pacto com as criaturas. E se ele tem a ajuda das mesmas para libertar mais um ser malígno na trama, Abbie e Ichabod contam com Katrina, que voltou a aparecer em sonho para alertá-lo do que estava por vir.
Na missão de ajudar a trazer o fim dos tempos, Andy liberta desta vez uma bruxa piromaníaca que incendeia os descendentes de quem a condenou à morte na fogueira para voltar à vida. E volta, literalmente debaixo do nariz de todos na cidade, em túneis subterrâneos usados na guerra.
Quando Abbie e Ichabod não chegam a tempo para deter a bruxa, dá aquela sensação de que tudo está perdido, mas a tal não dura tanto quando o viajante do tempo decide explodir a passagem pela qual a feiticeira passa para persegui-los. E… Bem, por se tratar de uma bruxa que indiretamente veio do fogo, morrer dessa maneira (novamente) foi algo poético, mas por ser tão temida e poderosa como disseram que ela seria, e por ter revivido, achei que pelo menos ela seria menos vulnerável.
Agora resta saber se vão trazer a tal bruxa de volta, ou se a morte dela foi “fingimento”. Pelo menos temos a certeza de uma volta na série: a da irmã de Abbie, que de louca não tem nada, mas que continua presenciando aparições sobrenaturais.
P. S.: Quem mais se emocionou com a volta do Xerife?
P. S.: O ritmo da série está bacana, agora é saber se vão continuar nessa de combater um monstro por dia. E por falar em combate, parece que a irmã de Abbie, mesmo no sanatório, está treinando para uma batalha. E aquela cara de má no final que ela fez? Aí vem coisa.
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