Grey’s Anatomy – Everybody’s Crying Mercy

Data/Hora 07/10/2013, 16:19. Autor
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Grey’s Anatomy deu continuidade as tramas das season finale e premiere no bom Everybody’s Crying Mercy. E iniciarei a review falando do final do episódio, já que foi ele que mais me marcou e surpreendeu.

Falei na review sobre os dois primeiros episódios da temporada o quão bonito eu havia achado o plot do Chief, já que seus laços com Meredith se intensificaram ao ponto dele elegê-la como sua família. Mas não é bem por aí. Aparentemente.

Weber se mostrou um paciente difícil. Bailey, ainda traumatizada pela última briga que os dois tiveram, fez questão de fazer tudo que o mentor desejava, mesmo que não fosse o melhor tratamento possível. Sorte que Shane mostrou que tem culhões e agiu para que a saúde (e não a vontade) do Chief viesse em primeiro lugar. E aí que entra Meredith.

Mesmo com um bebê recém-nascido que não curte dormir, cheia de grampos pelo corpo, exausta e vomitada, Mer não conseguiu desligar do drama de Weber. E foi o sentimento de que estava em falta com ele – já que havia sido eleita família e não estava ao lado de Richard nos momentos delicados – que fez com que ela fosse capengueando para o hospital. E foi esse o empurrãozinho que Shane precisava para colocar a sonda – e o argumento utilizado por ele.

E se nossos corações se amoleceram ao ver o Chief aceitando a sonda “para que Meredith não precisasse colocá-la a força”, logo depois eles choraram com as rudes e ríspidas palavras de Weber. Doeu vê-lo dizendo que não considerava Meredith família. Doeu mais ainda vê-lo dizendo que havia eleito ela para a função por ela priorizar a razão aos laços afetivos. Doeu porque Meredith luta pra mudar isso há muitas temporadas – especialmente depois da revelação de que a mãe não queria de fato morrer, lá na quarta temporada. E quando ela finalmente compreende o conceito de família, de estar perto, de fazer parte de algo maior e mais complexo, o balde de água fria vem com força total.

Compreendo a mágoa de Weber, afinal não deve ser fácil para um homem acostumado à imponência estar naquela situação. Mas ainda assim estou chateada com ele. E espero, de coração, que os efeitos da frase mais do que infeliz dele não sejam muito devastadores para Meredith.

Falando em efeitos devastadores, lembrei de Calzona. Pra mim, Arizona continua não tendo ideia do que a traição dela significa para Callie e para o casamento das duas. Ela precisa assumir a culpa pelo ocorrido se quiser ter mais uma chance com Torres. E a ortopedista deu a dica: faça terapia, você precisa dela. Seria bom ver Arizona encarando seus fantasmas, já que como bem pontuou Callie, as duas não estavam felizes antes da traição. E voltar o casamento, agora, significaria voltar à infelicidade. Ainda acho que Shonda pretende fazer com que elas reatem. Mas a jornada até lá será longa e difícil, podem apostar. De qualquer forma, é legal ver Callie sendo uma bitch magoada. Ela é hilária ocupando esse posto.

Outro relacionamento que está danificado é o de April e Jackson. Ele continua sendo fofo com ela, estando ao lado dela quando preciso. Mas impôs limites, e isso é ótimo. Dá pra ver que nenhum dos dois está confortável com a situação, mas acho que Avery está mais próximo de superar do que Kepner. A dor no olhar dela é grande sempre que ela constata que as coisas mudaram e que, provavelmente, nunca voltarão a ser como antes. Mas paciência, April. Você pediu pras coisas chegarem nesse ponto. Perdeu. E mereceu perder.

Ainda na leva dos relacionamentos que não vão bem está Crowen. Eles estão separados, é verdade. Mas existe aquela tensão que a qualquer momento pode explodir. Gostei da proposta de Yang deles seguirem a vida e tentarem sair com outras pessoas. Já que eles acabaram, Owen precisa se esforçar mais para ficar longe da ex. Mas talvez isso seja meio precipitado, já que desde a separação deles, na finale da nona temporada, e Everybody’s Crying Mercy se passaram menos de duas semanas. É pouco tempo para resolver uma relação que já dura, entre idas e vindas, pelo menos cinco temporadas.

E se tem casal mal, tem casal bem. Jo e Alex FINALMENTE dormiram juntos. E confesso que achei super fofo ele querer esperar para dormir com a namorada por ela significar algo especial pra ele (e ainda assim morri rindo das piadas de Yang, que usou Alex pra ficar bem humorada no episódio). Agora é esperar pra ver como Jolex vai evoluir. Espero que os dois sejam muito felizes juntos.

Grey’s Anatomy - Everybody's Crying Mercy

Falando em felicidade, alguém não fica sorrindo ao observar Derek e Mer e os seus pimpolhos? Dá peninha do cansaço deles, é engraçado ver o perrengue que eles estão passando, mas é fofo ao extremo constatar onde eles chegaram. Mal consigo lidar com tamanha fofura.

Os casos médicos foram interessantes. O garoto que entrou na lista de transplantes ainda deve aparecer mais vezes. E o caso da mulher que traiu o esposo com o irmão também foi bacana, especialmente porque envolveu Callie e fez Leah surtar. Mas não foram casos memoráveis. Pelo menos por enquanto – e aqui me refiro ao caso do transplantado.

Pra finalizar, preciso dizer que gostei da forma que Hunt lidou com o conselho nesse episódio. Os membros ainda são novos nessa função, e é preciso que alguém abra os olhos deles para as dificuldades de se gerenciar um hospital. E esse plot ainda abriu espaço para o grande baile de gala que movimentará o episódio duzentos de Grey’s Anatomy, que vai ao ar na próxima quinta-feira.

Shonda costuma celebrar grandes datas com grandes tragédias. Devemos temer? Espero que não. Enquanto isso, espero ansiosa pela arrecadação de fundos do GSMH. Até lá.

Modern Family – Larry’s Wife

Data/Hora 07/10/2013, 11:12. Autor
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Nossas crianças estão crescendo. E isso já se tornou visível não só na abertura da série, mas também no comportamento dos seus personagens. Um dos lados mais interessantes dessa temporada será, sem sombra de dúvidas, acompanhar o desenvolvimento das crianças, que agora estão se tornando mais espertas. Os dois primeiros episódios não decepcionaram e Larry’s Wife também não desapontou.

O terceiro episódio da nova temporada não mostrou só a rotina dos personagens. Foi além e mostrou também a importância do relacionamento entre eles. Mais ainda: o fato de que é perfeitamente plausível abrir mão do controle de alguma situação para pedir ajuda e depositar uma quantia de confiança em outras pessoas.

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Phil criou uma nova tática para vender imóveis e virou o poço de confiança de mulheres divorciadas que estão a procura de um imóvel. Como dizem, o mundo é um ovo e não demorou muito para que os planos de Phil fossem por água abaixo. Isso foi o que ele pensou quando, numa tarde, encontrou todas suas potenciais compradoras no mercado. Mas atrás de um grande homem existe uma grande mulher e o relacionamento de Phil e Claire não poderia ser descrito de outro modo. A mulher salvou o marido – no melhor estilo Claire de ser – jogando indiretas ao fato de que, mais cedo, o marido deveria ter feito mil e uma coisas que ela lhe pediu e acabou fazendo nada.

A relação dos irmãos Dunphy foi bem gostosa de se ver. Luke, ao que parece, deixou de se ser aquele menino bobalhão (com traços do pai) e está se tornando um adolescente bem esperto (ao estilo da mãe e das irmãs). Ver o trio agindo em conjunto promete muita chantagem e jogo baixo por aí. Acredito que esse será um dos pontos altos da temporada.

Nunca escondi que Manny é o último da minha lista de personagens de Modern Family. Acho que o fato de ele ser um velho no corpo de uma criança e não aproveitar a infância brincando como as outras crianças é o que mais me incomoda no personagem. Mas em algumas cenas até dá pra simpatizar com o menino, como é o caso do cinema. A pior coisa em um cinema é aquela pessoa falando ao celular bem perto de você. Mas bem pior que isso é quando a pessoa fala mal de seu personagem favorito. E foi nessa cena que Manny mostrou um pouco da sua infância bem escondida naquele corpinho de um metro e meio: deu uma lição na pessoa que, além de falar ao celular, ainda ofendeu Mary Poppins, a história que embalava a “infância” do garoto. Depois de muito tempo, estou gostando um pouco mais da relação do garoto com Jay.

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Gloria tem certeza de que Joe carrega uma maldição de sua família. Prova disso são os vários sinais que a criança vem apresentando na escola, como o fato de agredir os colegas. Ela também acredita que o 666 que o bebê fez com os cubos seja um sinal dessa maldição. Para sanar de vez essa questão, ela chamou um padre para “exorcizar” o pequeno. Durante a visita do padre, a criança quase o enforcou com sua corrente com um crucifixo e ainda roubou a carteira do pároco. Malandro esse bebê, não?

Pra finalizar, o plot que deu origem ao nome do episódio: onde está Larry, o gato? Lily sentiu falta do bichano e Cam percebeu que estava na hora da garota entender que os bichos vêm e vão e esse é o sentido natural da vida. Nesse estilo bem insensível e fazendeiro de Cam. O problema é que isso não saiu como planejado e, quando questionado pela garota, o pai foi logo inventando a história de que o gato havia arrumado uma gata e por isso estava sumido. Se fosse só isso tudo bem, mas Cam não contava que no auge de sua história sobre o casamento de Larry, o bichano apareceria atrás dele e o obrigaria a inventar outra história. Assim surgiu o funeral da “esposa” de Larry. Cam preparou um funeral com várias pessoas e animais e Dylan seria o coveiro se ele não tivesse acertado um cano estragado a cerimônia. E isso me fez pensar: tá sobrando tempo na vida desse pessoal, né? O mais importante aqui foi que Cam percebeu que ele precisa de Mitchell para lhe ajudar com os preparativos da cerimônia de casamento do casal.

PS: achei forçado Mitchell e seu TOC por limpeza.

Low Winter Sun – There Was a Girl e Revelations

Data/Hora 07/10/2013, 11:02. Autor
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Parece que fui feliz ao deixar para ver dois episódios de Low Winter Sun em sequência. A história estava tão parada que tive muitas dificuldades para escrever a última review. Não que o enredo tenha decolado, mas pelo menos tenho mais coisa para falar.

Em There Was a Girl, Frank consegue juntar provas para incriminar Damon pela morte de Billy Hobson (o traficante que ele realmente assassinou lá no primeiro episódio). A ideia de Frank e Joe era fazer Damon confessar esse crime e consequentemente computar a morte de McCann e Bobek em sua conta também.

Na delegacia, toda a turminha do bagulho é interrogada. Fica nítido que todos estudaram o mesmo script e tentaram manipular Joe, Frank e Dani para colocar a culpa em Mike, já que estava morto – e seu corpo desaparecido.  É um tal de jogar um a culpa no outro que as vezes fico perdido e já nem me lembro quem é o verdadeiro culpado!

Interogatório

Quando Damon – depois de quase morrer afogado e ficar preocupado com o futuro de Maya – está prestes a revelar tudo, Joe parte pra cima dele e o interrogatório termina, já que pede um advogado. Esse ataque coloca tudo a perder e não foi gratuito, já que durante o interrogatório, Joe recebe uma ligação de Skelos e fica muito preocupado. Por essa atitude, ele é suspenso.

Joe perde a cabeça

Frank fui muito corajoso ao pegar aquele barco com Joe. Achei que essa cena ia ser mais tensa, pois parecia ser o embate final deles, mas não foi nada disso. Ver Joe ficar pagando de coitadinho foi deprimente.

Barco

E o episódio termina com Boyd coagindo Dani e pedindo a juíza autorização para seguir e investigar Joe e Frank. Ela fica espantada pelo fato de Frank estar sendo considerado um suspeito, porém autoriza.

Revelations começa com os preparativos para um julgamento. Fiquei me perguntando se em algum momento ele foi citado durante a temporada e não consegui me lembrar. Tudo bem que não é foco, mas fiquei perdido achando que não tinha prestado atenção direito na história.

Parece que Joe e Frank já tinham trabalhados juntos no passado e se tivessem continuado como parceiros, nada daquilo tinha acontecido. É possível ver que Frank é um policial exemplar, mas isso foi usado contra ele no tribunal.

Joe e Frank

Skelos faz uma visita para a galera do bagulho e mostra pra eles que se tentarem alguma coisa ele sabe muito bem como atacar: os filhos de Maya. Ela, que sempre defendeu a morte do todo poderoso, agora está com muito medo e não quer mais participar. Depois de perderem tudo, acabam sem o bar também. Sério, esse grupo vai entrar para história como a pior gangue do mundo.

Frank segue observando Kátia e recebe a notícia que alguém está vigiando o que ele acessa, ou seja, entrega de bandeja para essa pessoa a real localização de seu grande amor. Quando ele liga os pontos já é tarde demais. Joe chega primeiro até Kátia e termina o serviço que ele devia ter feito lá no início da temporada, mas agora de uma forma bem mais cruel: joga a moça sem dó nem piedade pela janela.

Olha, não quero nem ver o que o Frank vai fazer quando colocar as mãos em Joe. Vamos aguardar para ver. Os dois episódios finais da temporada foram ao ar neste domingo, dia 06. Espero vocês com os comentários finais da série. Até lá!

Considerações finais:

– Não curti a Dani trabalhando com o Boyd. Mas ela tá certa, foco na carreira.

Boyd e Dani

– Esse povo é ingênuo ou Joe é muito esperto. Ele manipula todo mundo, até o tenente. Porém vê-lo se confessando foi engraçado!

– Essa Katia deve, quer dizer, devia ser um furacão na cama. Deixou o Frank louco. Tudo que essa homem fez para encontrá-la.

– Esperando ansiosamente para saber qual o papel de Sean. Espero que seu único papel não tenha sido informar para o Frank ele estava sendo seguido e aquela cena nojenta da extração do dente.

Glee — Tina In The Sky With Diamonds

Data/Hora 06/10/2013, 21:27. Autor
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Tina In The Sky With Diamonds. Vi o nome do episódio e logo pensei que pela primeira vez, depois de 5 temporadas, Tina ia finalmente conseguir ganhar destaque. Errei. A própria série faz piada disso, o que foi perfeitamente mostrado no momento onde Tina começa a cantar, o sinal toca, e todo mundo vai embora. Uma cena engraçadinha para aliviar a tensão que todos já sentimos em relação ao episódio da próxima semana.

Falando sobre a parte engraçadinha da série, Sue ainda a carrega nas costas na maior parte do tempo. “Samgeline Jolie” e seu apoio a cheerleader Bree foram os pontos altos, e eu realmente senti falta de alguma coisa do estilo Jake Puck quer continuar o legado do irmão, e então tenta “batizar” o ponche do baile. Seria previsível, mas um previsível agradável de se ver. (P.S.: A cena do banho de Tina e a cena do pós banho foram ótimas).

Sam, enquanto tudo isso acontecia, estava lamentando sua falta de amor, já que levou um “pé” da não atraente Tina. É ai que a série insere um personagem na trama que me surpreendeu de um jeito bom. Penny combina com Sam, tanto quanto a Quinn combinava. O plot dos dois foi algo fofo de assistir, e eu espero que tudo não vire fumaça nos episódios seguintes.

Falando de loiras, lembrei de Kitty. Vou muito mais com a cara dela agora. Apesar dessa mudança repentina de atitude, ela é melhor sendo boazinha do que malvada. Bree é uma boa abelha rainha malvada. Kitty não. Espero que ocorram conflitos e mais conflitos entre as duas nessa quinta temporada, porque isso vai nos refrescar um pouco a mente.

glee tina in the sky with the diamonds demi lovato naya rivera 5x02 season 5 review

Ainda falando sobre personagens novos, eu gostei da Dani, apesar não conseguir ver ela como Dani. Talvez tenha algo a ver com o fato de ser muito fã da Demi Lovato, mas não consigo ver que ela se encaixou ali ainda. Fora que Dantana pode ser fofo, mas nunca será Brittana. (PS²: O que foi aquele comercial que a Santana fez ? Hilário!)

Sobre o elenco do McKinley, sinto um pouco de falta de continuidade nas histórias de Jake, Marley, Unique e Riley. E Becky, cheerio amada, volte logo. Sentimos sua falta.

Se as coisas em Ohio deixaram a desejar, o elenco de NY, mais uma vez, roubou cena. Além de Santana e Dani, foi ótimo ver um dueto de Kurt e Rachel. E gente, quem não se emocionou quando a Rachel recebeu a notícia de sua vida ? Estou muito feliz que os produtores da série fizeram-na feliz agora, depois de anos de sofrimento, mas me pergunto como o ganho desse papel vai interagir com a notícia da perda de Finn.

glee tina in the sky with the diamonds 5x02 season 5 review

Sobre os números musicais:

Get Back: Já disse, foi um dueto adorável de se ver. Kurt e Rachel são dois amores!

Here Comes the Sun: Ótimo jeito e cena de inserir de vez a personagem de Demi Lovato na série. A voz dela e de Naya combinaram perfeitamente e aquele beijo de despedida no final do episódio foi super fofo. Desculpa, Brit!

Something: Eis algo comico e fofo ao mesmo tempo. Sentia falta de um solo do Chord.

Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band: Única cena musical que não gostei, para falar a verdade. Adoro essa música. Mas ver a Marley e a Unique vestidas de Beatles me traumatizou um pouco.

Hey Jude: Arrasa e joga glitter nos haters, Tina! Cena bonita e encorajadora.

Let It Be: fechou o episódio e o tributo aos Beatles de forma espetacular, mas deixou no ar aquela sensação de ansiedade para o que vai acontecer no próximo episódio.

Para quem ainda não assistiu, deixo a promo do episódio tributo a Cory Monteith, The Quarterback. Deixo também o meu coração, porque ele ficou tão apertado depois que ouviu as músicas do 5×03 que saiu pela boca e está passeando por aí. Quem o achar, me contate.

 

Elementary – Solve for X

Data/Hora 06/10/2013, 20:47. Autor
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Na semana passada, Elementary nos ofereceu um dos melhores episódios da série até hoje, sem sombras de dúvida. Se, no final da temporada aterior, conhecemos mais a fundo a história de Sherlock (Jonny Lee Miller), desta vez, foi a hora de sabermos um pouco mais sobre a Watson (Lucy Liu). Até então, sabíamos que um paciente havia morrido nas mãos dela, durante uma cirurgia, o que fez com que ela se afastasse da Medicina.

Pois bem. Os roteiristas não precisaram formular nada mirabolante para explicar esse momento delicado na vida da ex-cirurgiã: Watson cometeu um erro durante o procedimento cirúrgico e matou um homem, cuja esposa ficou enfurecida e processou a Watson, enquanto o filho mais novo lhe escreveu uma carta dizendo que não a culpava pelo ocorrido. Só que, agora, vários anos depois, esse filho ressurgiu na vida da Watson e precisa de dinheiro emprestado. Ela, claro, recorreu ao milionário-low-profile Holmes, que, por sua vez, fez uma constatação inteligente: não existe nada tão tóxico quanto a culpa. O detetive estava preocupado com a amiga, pois achava que o rapaz estava se aproveitando da fragilidade da Watson para conseguir dinheiro. Um fofo!

Elementary 2X02

No final das contas, não ficou definido qual era a intenção de verdade do moço, mas a Watson encontrou uma maneira muito bonita e sincera de ajudá-lo, oferecendo o dinheiro para financiar os estudos dele –  e não comprar um bar, como ele queria. Não sei se o personagem vai retornar ao seriado em algum momento, eu bem que gostaria de saber como terminou isso tudo, já que ficou no ar. Mas Elementary, infelizmente, tem um histórico de nos apresentar figuras interessantes e nos dar o prazer dessas companhias por apenas 43 minutos – ou um capítulo -, deixando-as esquecidas depois (Sdds, Moriarty).

Mas o fato é que eu achei LINDA a preocupação do Sherlock com a Watson. O detetive ofereceu uma quantia em dinheiro ainda maior do que ela havia pedido, para que ela conseguisse fazer com que o rapaz a deixasse em paz, de uma vez por todas. Apesar de o Holmes ser uma pessoa “acelerada”, cheia de coisas na cabeça, ele encontra tempo para se preocupar com a Watson da forma mais sincera e profunda possível. Se as pessoas acham que Elementary é uma versão menos inteligente do famoso detetive de Conan Doyle, então saibam que, ao menos, é uma sincera lição de amizade.

Não bastasse isso, Sherlock Holmes ainda pediu a Watson para ir junto com ela ao cemitério na próxima vez que ela for visitar o túmulo de seu paciente morto. Aí, me derreti. Como é cativante esse detetive! Acho que, instintamente, as mulheres gostam de se sentir protegidas pelos homens (seja o pai, o namorado, o irmão), e imagino que os rapazes também sintam prazer em proteger as mulheres que amam (e aí, é claro, mães, namoradas, irmãs, tias…). Não quero, com isso, disseminar nenhuma filosofia machista. Mas essa sensação faz parte da nossa essência e isso é bonito, nos torna humanos. O Sherlock de Elementary protege a Watson, ele mostra os caminhos a ela e, mais do que isso, estende a mão, para caminharem juntos. E, ainda que não seja para ver um caso enigmático e profundo como gostaríamos, que liguemos a TV, então, para ver uma história de amor e amizade real.

Elementary 2X02 01

Caso policial da semana

O caso policial da semana envolvia matemática e milhões de dólares. Confesso que não me apeguei em tentar compreender aquelas teorias todas porque matemática não é o meu forte. Uma coisa que eu considero falha na série e que, quase sempre, a gente sabe quem é o verdadeiro culpado desde o começo. O enredo pode dar voltas, mas a gente sempre tem aquela intuição (na maioria das vezes, certeira) sobre quem é o “assassino”. Foi assim no último episódio, no momento em que a Lynn Collins apareceu na tela, eu sabia que era ela! A Lynn Collins é aquela atriz que foi tão criticada/culpada quanto o Taylor Kitsch (Friday Night Lights) pelo fracasso do filme John Carter, da Disney. E, realmente, ela é fraca…

No episódio, ela atirou em um matemático e, ao sair da casa dele, se deparou com um assaltante, tendo atirado nele também. Só que, quase no final do capítulo, a gente descobre que o assaltante sobreviveu e reconhece uma foto dela, a “atiradora”. Por favor. Uma mulher, uma matemática, tão inteligente, não se preocupou com esse detalhe, não calculou esse risco, de que o homem estaria vivo? Aham.

Outra coisa que me incomoda. Quando o Sherlock conversou com a personagem da Lynn Collins pela primeira vez, ele chegou ao nome de outro matemático, que estaria trabalhando em parceria com a primeira vítima na resolução da teoria que valia milhões. Aí, quando Sherlock ligou para a NYPD para contar sobre um novo suspeito em potencial, eis que o detetive Bell informa: pois bem, o suspeito está na sala de autópsia, mortinho. Acho que já vi esse filme, digo, episódio, antes. Clichê.

Mas, no geral, o episódio foi extremamente interessante, um dos melhores até aqui e super dinâmico. Além de apresentar um caso de polícia envolvente (matemática, prêmios milionários e assassinatos são temas recorrentes de bons filmes de suspense), a vida profissional da Watson, que se mistura com a particular, é importante para a gente, enquanto espectador. Não sei vocês, mas me reconheço muito na Watson. E, agora, reconheço alguns dos meus amigos no Sherlock. Porque Elementary pode não ser a história dos livros do Doyle, mas, sem dúvida, é a história da vida. Da vida de todo mundo. Da vida de gente comum; não dos “meus caros”. É simples… Elementar.

Nashville – Never No More

Data/Hora 05/10/2013, 17:36. Autor
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Hey guys! E aí, o que acharam de Never No More? Acho que essa segunda temporada ainda não engrenou, mas como a primeira também foi melhorando bastante ao decorrer dos episódios eu não vou sofrer por antecipação. Não é que esteja ruim, é só que me parece que tá faltando alguma coisa.

nashville juliette

A Juliette conseguiu acabar com a ambiguidade de sensações que me causava, embora eu tivesse mais nojo dela do que pena. Agora não consigo sentir nada que não seja muito desprezo. Como alguém pode ser tão baixa? Sei que ela passou por muitas coisas na vida e que isso devia fazer com que eu tivesse empatia com ela, mas não rola. Sei também que muita gente vai dizer que no showbusiness as coisas são assim mesmo, mas eu prefiro acreditar que tem gente que não é assim.

nashville will

Falando nas ‘maracutaias’ do showbusiness o novo dono da Edgehill já mostrou suas garrinhas e se aproveitou também da fragilidade do caráter do Will. Quando ele não era nada e a Rayna deu oportunidade pra ele o selo dela servia, né? Acho que todo mundo tem direito de procurar o que é melhor pra si profissionalmente, o problema tá no jeito que faz isso. Ele não fez as coisas da melhor maneira agindo pelas costas da Rayna ainda mais depois da conversa franca que os dois tiveram. Talvez ele também tenha optado por isso na tentativa de afastar o ex de uma vez por todas, já que ele sendo contratado do seu chefe pra ser o novo ‘galã’ da música country o ex vai ter que deixá-lo em paz.

nashville deacon

O Deacon anda insuportável, na boa. A Scarlett merece uma estátua por aguentar ele. Eu sei que não deve ser fácil o que ele tá passando, mas as outras pessoas não tem culpa. Amei que ela falou umas verdades na cara dele e obrigou ele a parar de ficar sentindo pena de si mesmo. Aposto que vai recuperar a mão, ainda que demore um pouco, e que vai tentar se reerguer através da música.

E confesso que esperava mais do primeiro encontro dos dois após o acidente. Achei surpreendente a Rayna ir. Mas mais surpreendente achei a frieza do encontro. Não esperava que voltassem a se amar instantaneamente, mas esperava talvez um ataque raivoso dela, porque como dizem o pior não é o ódio, é a indiferença e ela agiu quase assim com ele. Será que depois de tanto ela vai parar de sentir algo por ele, finalmente? Simbolicamente a devolução da aliança representa muita coisa. Também ficou evidente é que a Rayna, embora tenha sempre amado o Deacon, conseguiu reconstruir a vida se baseando em outras coisas, já a vida dele foi sempre calcada nela. Isso ficou claro quando ele disse que ligou pra ela porque não tinha pra quem ligar.

nashville rayna e deacon

Gostei das atitudes da Rayna, também. Acho que a experiência de quase morte talvez tenha feito ela repensar a vida. Acho que talvez seja a hora de dizer adeus pra Edgehill, mesmo. E de dizer, finalmente, adeus pro Teddy sem se importar pro mimimi das crianças, especialmente da Maddie. Ela é uma verdadeira malinha, convenhamos. Sei que tá chateada, mas achei que o fato da mãe dela quase ter morrido amoleceria o coração da guria, mas parece que não.

Aguardo, nem tão ansiosa (pra falar a verdade) os próximos episódios pra ver como vai se desenvolver a indiferença da Rayna para com o Deacon e pra ver se ela vai ter coragem de largar a Edgehill.

PS: Só eu senti falta de alguma coisa envolvendo a revelação que fizeram pra Tandy sobre o pai dela? Parece que isso foi esquecido…

PS 2: E a Rayna devolvendo a aliança? Que cena. Convoco todos pra campanha: um Emmy pra Connie Britton.

Parenthood – All Aboard Who’s Coming Aboard

Data/Hora 05/10/2013, 13:06. Autor
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Começamos com a volta de Jabbar em cena e nem ele parece ter paz naquela casa, já que a bebê Aida parece ser o bebê de Rosemary e está enlouquecendo Crosby e Jasmine. A criança não para de chorar, não deixa ninguém dormir, chegou a me dar desespero. Até expulsos de restaurante eles foram. Fiquei pensando o quão infernal tem que ser o bebê para chegar nesse ponto. Qual o problema daquela criança? Espero que nada grave, porque como já havia comentado no último episódio, meu coração não aguenta muito drama depois da temporada passada.

Já a não mais bebê – mas ainda criança para Sarah – Amber, resolveu já dar as boas — ou não tão boas — notícias para a família toda: ela e Ryan vão se casar. Sarah não gostou muito da notícia, aparentemente ela está com medo de Amber seguir seus passos, coisa que ela já demonstrava lá no longínquo piloto da série. E nesse ponto acho que ela tem razão, quer prova maior do que casar cedo com um garoto cheio de problemas? Nada que uma conversa com Adam, o irmão mais velho da família, não resolva, e assim como Lorelai Gilmore, Sarah Braverman provou que é a mãe mais legal do mundo!

Enquanto isso, Hank finalmente aproveitou uma deixa em seu envolvimento com Max para tentar se reaproximar de Sarah. E aqui eu deixo uma dica para os garotos mais desavisados: uma vela aromatizada não é um bom presente para uma mulher! Apesar de gostar muito de Hank — e ter sido positivamente surpreendida pela atuação de Ray Romano, já que só conhecia seus trabalhos em comédia — eu não gosto do casal Sarah e Hank. Acho que química dele com Max vale muito mais a pena e torço por um investimento maior nessa parte essa temporada.

E finalmente os patriarcas da família Braverman tiveram mais espaço depois de serem negligenciados no episódio anterior. Zeek continua sendo um chato, sabe-tudo e Camille com uma paciência que eu invejo. A reforma na casa veio inesperada e deixou o terreno para algo maior: Camille quer vender a casa e se mudar. Lógico que Zeek vai ser contra. Ele não aceita nem que a janela está com problema, imagina que vai aceitar uma mudança brusca dessas. E o pior é que acho que Camille estará por conta nessa história, porque acho que ela não terá apoio de nenhum Braverman.

Adam, como sempre, mostrando que é filho de Zeek, sendo um chato e me irritando profundamente. Primeiro ele tenta impedir Kristina de trabalhar, agora ele esnoba as chances dela realmente ganhar a eleição. Assim ele só cultiva o meu ódio por ele e com sorte cultiva também uma força monumental que faça Kristina ganhar. Adoro vê-la correndo atrás do que quer e acho que está sendo uma maravilhosa volta por cima para a personagem. You go, girl!

Julia ficou com o pior trabalho na escola das crianças, sustentabilidade, que nada mais é do que separar o lixo reciclável do orgânico (eca!). Mas o pior para ela não foi isso, e sim ter que admitir que ela agora é uma dona de casa. Ela chegou ao ponto de mentir, mesmo para uma pessoa na mesma situação que ela. E eu fiquei me perguntando o que ela pretende fazer a respeito, porque só lamentar não me parece muito a cara dela.

Um problema de Parenthood é o grande número de personagens e a quantidade de plots apresentados em paralelo. Além de sentir falta de alguns personagens, como Joel e a recém-apresentada Pete, a impressão que me deu foi que pouco aconteceu nesse episódio, pois nenhum plot se desenvolveu de verdade. Acho importante os roteiristas se decidirem, ou muitos personagens aparecem e pouco se desenvolve a trama, ou cada episódio foca num número menos de personagens e as tramas são melhor desenvolvidas, senão a impressão que dá é que personagens fizeram falta e mesmo assim nada aconteceu durante o episódio.

Dads – Clean on Me

Data/Hora 05/10/2013, 12:51. Autor
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A oscilação de qualidade entre um episódio e outro, e até mesmo dentro do mesmo episódio, é constante e precisa ser melhorada imediatamente se os produtores quiserem continuar com a série. Isso porque a cada episódio que passa o número de espectadores cai. De 5,7 milhões no primeiro episódio, a audiência já é de 3,4 milhões no terceiro. Números preocupantes.

Clean on Me foca em duas situações chaves: a tentativa de Crawford conseguir emprego na Ghost Child Games e a decisão de Edna em deixar a casa do Eli e trabalhar na casa do Warner. O primeiro caso é o menos engraçado da trama, e as vezes beira até o drama, fazendo-nos sentir pena do pai do Warner. É mostrado ali a realidade de pessoas idosas que são muito empenhadas, mas por causa do mercado de trabalho acabam não tendo oportunidades. Felizmente em Dads não foi assim, Warner deu uma chance para seu pai e o contratou como empregado não-remunerado (muito querido).

A segunda situação que é a Edna ir trabalhar na casa de Warner, já que David só a incomoda. Esse ponto foi o mais engraçado, foi o auge do episódio. Os produtores fizeram as cenas de Eli e Warner disputando pra ver quem fica com a empregada parecer dois homens disputando uma mulher, como quando Warner conta para Eli e diz “Apenas aconteceu, não foi planejado” ou “Nós somos adultos, coisas assim acontecem”.

Uma cena que é digna de nota é a aparição de Joshua, um faxineiro que Eli contrata e que adora andar sem camiseta, provocando cenas muito engraçadas. Por fim Eli lembra Edna dos momentos que eles passaram juntos e ela acaba voltando a trabalhar para ele.O engraçado é que Eli vai para casa de “cavalinho” em Edna.

As piadas de mau gosto exibidas no primeiro episódio estão diminuindo e o seriado continua engraçado, mostrando que elas são desnecessárias e prejudiciais a série. A oscilação de altos e baixos de qualidade entre os episódios ocorra talvez por haver trocas de escritores e também de diretores, visto que no primeiro episódio Mark Cendrowski (Hannah Montana) dirigiu, e no segundo e terceiro foi Tedd Wass(Blossom). Agora é só esperar por Funny Girl, que será exibido dia 8 de outubro.

The Blacklist – The Freelancer

Data/Hora 04/10/2013, 15:10. Autor
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Na semana passada, The Blacklist nos foi apresentada através de um piloto frenético. E felizmente The Freelancer conseguiu segurar bem as pontas e manter o interesse pelos plots do seriado.

O episódio soube mesclar – novamente – cenas de ação com tensão psicológica. Sobre as tensões psicológicas, falo abaixo. Antes disso, destaco a cena de perseguição de Ressler ao Freelancer. Apesar de ter aquela mirabolância típica de seriados e filmes (como a queda do bandido de uma altura considerável e sua corrida posterior, na qual ele nem chegou a mancar). Apesar disso, a cena foi bem produzida, com tomadas legais, o que fez com que a sequência ficasse bacana demais.

E preciso também dizer que as viradas de mesa abruptas e inesperadas, tão características do piloto, estiveram presentes no episódio. Cito como as maiores o nome de Red sendo informado pelo Freelancer e o pendrive encontrado por Liz nas coisas do marido. Os dois tiveram o poder de alterar a história e plantar dúvidas em nossas mentes. Ou seja, os twists de The Blacklist servem bem ao seu propósito.

O caso da semana se resumia a acabar com um criminoso conhecido como Freelancer, e proteger Floriana Campo, sua vítima. Mas acabou demonstrando que nem tudo que reluz é ouro, além de dar fortes indícios de que o diabo pode não ser tão feio quanto o pintam.

E o papel de Floriana Campo no episódio foi bastante interessante. Relembremos o seguinte: (i) no restaurante, Red pediu que Liz fizesse seu perfil. E a agente assim o fez, embora tenha hesitado um pouco; (ii) ao conhecer Floriana, Liz falou sobre a admiração que nutria por ela, e chegou a citar ter feito um trabalho acadêmico sobre a benfeitora.

Esses dois dados são muito significativos. E eles me levam a crer que Floriana não foi escolhida por não ter caído nas graças de Red, ou por ser inimiga do criminoso. Ela foi escolhida para provar para Liz que ela pode errar. Que ela pode fazer perfis errados, acreditar em mentiras e ignorar verdades.

E aqui voltamos para outros dois momentos significativos do episódio, e que devem ajudar a responder a principal pergunta acerca do seriado: qual a ligação entre Red e Elizabeth?

O primeiro deles é quando Red responde que nunca havia encontrado Keen antes do primeiro encontro “oficial” deles na base do FBI. O polígrafo acusou mentira. E a mentira ficou evidente no restaurante, no segundo momento significativo do episódio para este plot: a conversa entre Liz e Red. Ele menciona que está feliz em reencontrá-la. Óbvio, então, que ele a conhecia anteriormente, o que fez com que a agente inclusive indaga-se se ele conhecia os seus pais. E permanecemos sem resposta, já que Red saiu da mesa naquele momento.

Todos esses elementos dão força para a tese de que Red é pai de Liz, e tal parentesco seria a razão de seu interesse nela. Confesso que reluto em aceitar tal tese.

Reluto, pois ela é a mais evidente. E é a explicação mais óbvia e fácil, já que desde que foi mencionado que o pai de Liz é um criminoso – lá no Pilot – ficou claro que o Bokenkamp queria nos levar a esse raciocínio. Contudo, por mais óbvio que seja, acho que esse raciocínio teria algumas falhas.

A primeira delas – mas a com menos força para a argumentação – é o fato de Elizabeth não recordar de Red. Mas concordo que ela era nova quando o pai a abandonou – pelo menos fomos levados a crer nisso – e que certas memórias (especialmente as traumáticas) desaparecem mesmo. A segunda – com mais força – se resume ao desconhecimento do FBI e da CIA de tal ligação. Eles sabem da família de Red, conhecem o histórico de Elizabeth. Será que falhariam tão epicamente em estabelecer tal conexão?

Por essas razões, prefiro acreditar que Red conheceu o pai de Lizzie nas andanças da vida de bandidagem. Quem sabe, ficaram amigos. E o criminoso acabou prometendo algo ao amigo ou, até mesmo, se interessando genuinamente pela agente. Mas confesso que estou no escuro quanto a essa questão, e ansiosa pelas novas pistas que teremos nos episódios a seguir.

Pra finalizar, preciso dizer que gostei das novas adições ao time de personagens. Além dos dois capangas criminosos de Red (e o grandalhão tem a marca dos terroristas europeus nas costa), a agente da CIA Meera Malik também integra, agora, o time de Red. E já chegou quebrando regras e fazendo o freelancer sentir muita dor. Gostei da veia badass dela, foi uma boa adição ao time, já que o Agente Ressler é meio molenga. Claro, é preciso observar as interações dos próximos episódios. Mas creio que essa composição renderá ótimas cenas.

Na próxima segunda-feira vai ao ar, nos Estados Unidos, Wujing. Imagino que a máfia asiática deve dar as caras. E eu mal posso esperar para encontrá-la. Até lá!

P.S.: Red está brincando com as (in)certezas de Elizabeth MESMO. E a jogada dele em relação a Tom foi bem genial. Se no piloto ele passou de marido ideal pra pária, em The Freelancer ele passou de bonitinho-mas-ordinário para uma zona gris. Poderia ele ser completamente inocente e as provas que o “incriminam” terem sido plantadas por Red? O vídeo do final do episódio me fez vacilar. Não consegui decidir o veredicto quanto a Tom. Mas a principal questão é: quanto tempo Liz demorará a sucumbir vendo todas as suas verdades sendo questionadas? É esperar pra ver.

P.S.2: a audiência de The Blacklist, embora tenha caído em relação à premiere, continua ótima. O seriado liderou o horário das 10-11 P.M. com 3.3 de rating, contra 2.2 de Castle (ABC) e 1.5 de Hostages (CBS), que deve ser cancelada na primeira temporada. Ótimas notícias.

The Voice Brasil – Audições às cegas I

Data/Hora 04/10/2013, 00:25. Autor
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E aí, povo?! Confesso que eu tava ansiosa pra segunda temporada de The Voice Brasil porque gostei da primeira e acreditava que depois da Globo ter a experiência na primeira temporada o programa teria ainda mais qualidade na segunda. Infelizmente, na minha opinião, não foi o que aconteceu. O programa ficou devendo bastante, inclusive pra primeira temporada, tanto em aspecto de produção quanto na qualidade dos candidatos.

Vou começar destacando os acertos, que se resumem a dois: mudança de horário e o cenário renovado. O sucesso da primeira temporada levou o programa para um horário nobre, depois da novela das 21h, embora a emissora continue cometendo o erro de exibir apenas um programa semanal. O cenário deste ano também está mais bonito.

Achei que a manutenção dos jurados seria positiva e que eles estariam mais soltos. Mas na verdade acho que o Boninho vai ter é que trancar os quatro numa sala e obrigar a assistir pelo menos as duas temporadas completas do The Voice UK – que é o melhor programa do formato no mundo – e ver se eles aprendem alguma coisa. Até tentaram imitar umas coisas, mas não funcionou bem e ficou forçado. Espero que melhorem no decorrer do programa, porque assim tá difícil. Não gostei nem da Cláudia, que havia me conquistado na temporada passada.

Mas o verdadeiro show de horrores, pelo menos pra mim, ficou por conta da edição. Eu vi que a coisa tava feia já na primeira audição. Não mostraram (ou será que não teve?) a tradicional disputa pelo candidato, que escolheu o Lulu e saiu correndo. E isso se manteve no decorrer do programa. Ainda falta mais disputa pelos candidatos e falta justificar aos eliminados o porquê da eliminação. Essa é uma das coisas mais bem feitas na franquia britânica. Fica a dica, Globo. Os episódios tão disponíveis pra download na internet, é fácil de ter acesso, só basta um pouco de boa vontade.

Mas confesso que com o nível dos candidatos de hoje eu não ficaria surpresa se o problema não fosse na edição. Se eu fosse mentora do programa não ia ter vontade de brigar por praticamente nenhum desses candidatos. Achei uns dois bons e uma muito boa. O resto fica de médio pra ruim. Destaca-se negativamente o fato de muito candidato ter tentado cantar em inglês e não saber pronunciar direito as palavras. Se é pra cantar desse jeito vai lá e canta em português, mas faz direitinho.

Gostei da Luciana Balby porque acho que ela deu uma roupagem bacana pra Show das Poderosas, mas não foi nada sensacional. O Rubens Daniel também é bom e é do time dos que não desiste nunca. Me lembro de duas participações dele no Ídolos. Gostei um pouco da Simone Talma, também. E a Luana que vi uma galera falando bem nas redes sociais, sinceramente não me atrai nenhum pouco, talvez pelo estilo. Não entendi uma palavra do que ela cantou, é mais grito do que qualquer outra coisa. E se é pra gritar então saudades, Talita.

As duas pessoas que chamaram mesmo a minha atenção hoje estão no #TeamCL. A Gabby Moura, porque foi disparada a melhor da noite (e nem achei tão bom assim),, e a Jullie porque achei ruim demais. Além de cantar mal e ter uma voz chata ela é muito forçada.

PS: O Brown continua o mesmo insuportável de sempre. Aliás, alguém podia pregar a bunda deles na cadeira? Por que eles levantam tanto?

PS 2: Não gosto da Miá Mello.

PS 3: Destaque pra menina que cantou Whitney e ficou totalmente decepcionada de ter ido pro time da Cláudia. Típico caso da emenda pior que o soneto.

Agents of S.H.I.E.L.D. – 0-8-4

Data/Hora 03/10/2013, 23:36. Autor
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“Com grandes poderes vêm grandes responsabilidades!”

É a grande responsabilidade de retornar a escrever um review para o TeleSéries, depois de diversos reviews da fantástica Battlestar Galactica. É grande a responsabilidade de Agents of S.H.I.E.L.D. depois da estréia que bateu recordes de audiência.

Mas não apenas isso. A máxima que marcou a trilogia do Homem Aranha, interpretado por Tobey Maguire, também esteve presente em 0-8-4.

Agente Coulson teve que lidar com a responsabilidade que advém dos poderes de ter sua própria equipe de agentes da SHIELD. E o episódio foi marcado pela primeira missão oficial da equipe com sua nova integrante, Skye, enquadrada como consultora da SHIELD.

Mais uma vez, a série abusou das citações aos eventos do filme dos Avengers (Os Vingadores), falando de Tony Stark, radiação gama, do mjölnir (o martelo do Thor), da HIDRA, do Capitão América, Tesseract, os Chitauri (e indiretamente a Loki) dentre outros. Na bem da verdade, o episódio pareceu mais introdutório, para ‘batizar’ a equipe em uma missão de campo, talvez por isso não foi no mesmo nível do primeiro.

Não sei se porque não tivemos nenhum ‘super’ no episódio, e o seriado acabou parecendo uma série de ação comum – ainda que bem acima da média pelos efeitos e por simplesmente se enquadrar no universo Marvel -, mas o fato é que o episódio foi inferior ao primeiro.

Falando de 0-8-4 propriamente dito, a trama teve início com uma chamada de um ‘0-8-4’, que é a sigla para “Objeto de origem desconhecida.” E o último a ser localizado foi mjölnir. Verificou-se que o tal objeto era uma antiga arma da HIDRA coberta com tecnologia tessaric, com grande potencial de destruição (tanto que acabou causando um buraco na fuselagem do avião da SHIELD, o “ônibus”).

Por certo a arma era disputada por rebeldes do Peru, e fomos apresentados a uma ex-aliada de Coulson, a bela Camila, responsável pela primeira reviravolta do episódio. Camila acabou se revelando uma traidora e tentou tomar a arma para si.

Mas, apesar do início em que patinaram, criando diversas divergência e algumas picuinhas – que possivelmente serão mais exploradas no futuro -, a equipe de Coulson acabou se unindo e trabalhando junta para combater a ameaça de Camila e sua equipe (que conseguiu ingressar no avião da SHIELD e tomar o seu comando), para acabar recuperando a arma e destruí-la.

Para mim o ponto fraco do episódio foi a falta de “músculos” no time na cenas de ação. Apenas a agente May, que já teve seu passado revelado como a “Cavalaria”, e o agente Ward (que ainda usou uma traquitana bastante interessante), mostraram algum poder de combate. Além, claro, de Coulson.

Skye, Fitz e Simmons, apesar de serem os cabeças, não são apenas fracos, mas totalmente inoperantes em combate e mostraram até que precisaram de uma “babá”, o que sinceramente me incomodou um pouco.

Para mim, o que salvou o episódio foi seu final.

Minha nota seria 3.5, mas dei nota 4 só pela cena final e pela revelação de que Skye será um agente duplo (e provavelmente ela será a nova “Severo Snape”, de Harry Potter, sem sabermos se a lealdade dela estará com a “Maré Crescente” ou com equipe de Coulson e a SHIELD).

E a última cena, realizou meu desejo (externado nos comentários das primeiras impressões do episódio) da Marvel dar uma turbinada na série trazendo para telinha os personagens da franquia que foram sucesso no cinema. Assim, tivemos a ótima participação de Nicky Fury (Samuel L. Jackson), em uma cena divertida e extremamente constrangedora para Coulson, pois realmente, com grandes poderes vem um monte de merda que você não está preparado (como disse Skye no primeiro episódio).

Mas, para a série em si, a cena valeu mesmo pelo alerta de Nicky Fury, para que Coulson fique de olho em Skye, e a resposta de Coulson repleta de sabedoria e de que já está sacando o jogo: “Eu sei, senhor”.

Então que comece o jogo!

PS: Destaque do episódio a atuação de Clark Gregg (Coulson), acima da média dos demais.

PS2: Mais alguém deu um sorriso quando Nick Fury pergunta “E como está Lola?”. Que apesar de toda a bagunça acabou sã e salva, sem um arranhão! Ufa!

PS3: Quem mais riu quando Coulsou tomou bronca pelos danos causados ao “ônibus” e teve até que cancelar os seus planos de instalar um aquário? Mas que ideia também, instalar um aquário!

Bones – El Carnicero en el Coche

Data/Hora 03/10/2013, 22:21. Autor
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“Há mais de um tipo de família”. Quem acompanha Bones desde o comecinho costuma lembrar dessa frase. Há sim mais de um tipo de família. Aquelas que não são funcionais, ou não convencionais, há aquelas que colorem as páginas de comerciais de margarina, e também aquelas que existem apenas em nosso coração.

Assim que terminei de ver El Carnicero en el Coche, encontrei um forte senso de segurança.  Estava diante, na verdade, do primeiro grande episódio da nona temporada. Respirei firme, e estava pronta para mais um ano da série, desta vez sem medo. O que me fez ter tal segurança? É que por mais que briguemos, e às vezes não nos entendemos, somos todos uma grande família. E os produtores da série sabem disso.

São nove anos entre ossos e assassinatos, e quando se tem a opção de usar a premissa da série e seus personagens para construir uma boa história, isso é um feito louvável. Não é preciso toda a frivolidade efervescente das séries de hoje, grandes efeitos especiais, ou relações superficiais, para que se mostre um bom trabalho – é o que venho tentando dizer quando cobro bons roteiros. Foi da união entre os bons personagens e da boas histórias que foi possível mostrar um ótimo episódio, no qual o caso era interessante, a turma do Jeffersonian foi bem aproveitada e os personagens se envolveram emocionalmente na medida certa.

É essa família, de Hodings e Soroyans, Booths e Brennans, que a série constroi o que se tem de mais precioso no seriado, e por conhecê-los bem, e usá-los muito bem, El Carnicero en el Coche passou de filler para um episódio quase cinco estrelas. Vamos brindar a isso.

Um caso com motivações

The Bridge atravessou a ponte e foi parar em Washington, e não há nada de errado nisso, nem em ser um pouco mais consistente nos casos, de vez enquando.

Talvez seja porque eu esteja completamente envolvida com o drama das fronteiras estrelado por Damian Bichir e Diane Kruger – quem não viu ainda, veja! -, mas gosto muito de uma história mais política, de motivações menos torpes (por parte dos roteiristas) ou menos bobas (por parte dos assassinos). Apesar do crime cometido no episódio ser de origem mais branda, a série pode explorar um tema mais sério. O que Bones faz muito bem quando quer.

A briga de gangues, o universo da periferia, das minorias nos Estados Unidos, o comércio ilegal de armas, tudo isso, era parte da vida do pequeno Javier. O assassino.

Na verdade, foi interessante ver como um caso levou a outro, o que culminou com a prisão dos “verdadeiros” bandidos. O bacana também foi ver o time inteiro do Jeffersonian trabalhando no caso com o que eles sabem fazer de melhor. Cada vez mais sinto falta disso, desse entrosamento.

Booth não conseguiria fazer uma boa investigação sem a ajuda do Sweets nem as pistas do Jeffersonian. Isso é a premissa da série.

Booth também tem um grande senso de justiça, não só pertinente para a sua profissão, mas é o que move o agente do FBI para ser um pouco mais do que um homem da lei. Ele sabe que precisa ir além, e quando o faz, salva o dia. Mas ele não faz isso sozinho, porque lá no laboratório, a Brennan sabe das coisas, e com a ajuda do Wendell, ela descobre não só que o disparo que matou a primeira vítima foi único, mas a ascendências dele, e a condição genética que ele carregava e que o fazia único. Foi com o auxílio de Hodgins e Angela – que não só descobriram a identidade da vítima, mas também pegaram os traficantes. Cam sempre fazendo as melhores considerações, além de mostrar a sua habilidade de tirar a pele da carne – aliás, a cena mais nojenta da temporada, desde já. Sou hipócrita assim, gosto de ver apenas cadáveres sem carne-, conduziu bem o time, e a Caroline, ah! Caroline!

O garoto precisa de uma menção honrosa. Além de bom ator, ele também mostrou o outro lado do significado “família”. O lado não tão bom assim. De qualquer modo, foi uma surpresa ver o pequeno defendendo a mãe diante de uma situação tão horrível.

O caso do Estrellas Locos foi emocionante.

 

Altos

Até a sequência de abertura foi diferente neste episódio. Sem aquela coisa de: ah, corpo, pânico, grito! Foram três cenas mais dinâmicas, o que deu ao início uma dinâmica mais interessante.

A cena do carro se demonstando e o comentário da Brennan me levou aos velhos tempos.

Brennan fazendo tradução simultânea de espanhol – apesar da Angie ter deixado claro na primeira temporada que falava a língua, por ter crescido no Texas.

Booth e Sweets levando uns tiros, e a Brennan reclamando para o parceiro por ele não ter contado esse “detalhe”.

O Sweets foi impressionante, mas falo dele a seguir.

Baixo

Sei que Bones é um procedural. Mas me incomoda um pouco o episódio passado ser sobre a Cam perdendo a sua identidade, e neste, o assunto parece ter sido totalmente esquecido.

É isso.

 

O drama do Sweets

Quando o Sweets começou a reclamar que estava insatisfeito, lembrei muito da Angela. Toda a conversa de que não queria mais trabalhar no Jeffersonian não durou nem uma temporada. Não entendi o propósito da história, nem comprei a desculpa da personagem para querer sair do laboratório. Ainda que fosse pelo filho, que mal vemos. Mas enfim, a história do Sweets parecia estar indo para o mesmo lugar.

Mas acontece que eu estava errada. O drama do Sweets é totalmente coerente, e parece conversar um pouco com a audiência. O personagem, de uns tempos para cá, passou de “gostável” para desnecessário, e só de ouvir que ele teria um pouco mais de atenção em alguns episódios, era motivo para desanimar com a história. Todo aquele frenesi sobre ele querendo aprender a atirar, terminando com com a Daisy, querendo virar agente do FBI… tudo isso e não percebi que o Sweets é quase um adolescente amadurecendo. Acho correto ele querer voltar a ser conselheiro, como ele era quando entrou a história. Querer ajudar as pessoas. E depois do que houve com o Pellant, poderia ser uma boa maneira dele voltar a ser… o psicólogo, não o Super Sweets.

Gostei bastante dele nesse episódio. Estou curiosa para ver como ele irá ser utilizado nos próximos episódios.

A cena final me tocou um pouco. Acho que subestimei a importância do jovem Lancey. Ele também é uma peça chave na família. O irmão mais novo que ninguém quer ter, mas que fica feliz em ter, ou aquele que é simplesmente necessário, que faz o ar ficar mais leve, e que traz mas para perto de nós o senso de justiça.

Só tenho mais uma coisa a dizer: estamos de volta, baby!

Até semana que vem!

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