TeleSéries
Bones – The Sense in the Sacrifice
10/10/2013, 16:47.
Maria Clara Lima
Reviews
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Christopher Pelant se foi do mesmo jeito que apareceu. De repente, sem pistas ou indicações de quais eram suas verdadeiras motivações. De hacker para assassino – e depois psicopata apaixonado -, ele se transformou em um dos violões mais intrigantes e ao mesmo tempo mais maçantes de Bones. Não sei se por falta de paciência ou até mesmo simpatia, comemoro com entusiasmo o fim deste “arco”, e espero ansiosamente pelo próxima vilania da história.
The Sense in the Sacrifice deveria ter sido o primeiro episódio da nona temporada. Não só pelo impacto e pela beleza do roteiro, mas porque daria logo um fim para os quase dois anos de enrolação sobre o tal Pelant, que serviu nada mais para tentar afastar a Brennan do Booth e aterrorizar o time do Jeffersonian com suas gracinhas. No final das contas, pouco foi esclarecido desde o final da sétima temporada, e pelo visto, pouco será.
Para um episódio quase cinco estrelas, Pelant poderia ter sido a cereja no bolo, mas não passou de um recheio sem gosto, tipo um glacê sem açúcar. Mas não estragou o sentido da comemoração.

O sentido no sacrifício
Não fico incomodada quando alguém me pergunta por que (ainda) vejo Bones. Já são nove temporadas. É fácil desencantar de algo depois de tanto tempo. Mudar de ideia, ou se cansar. Não fico incomodada porque vejo o sentido para todo esse “sacrifício”. Quando assisti a esse episódio, percebi isso ainda mais. Acompanhar a história da Brennan, o romance de B&B, as aventuras do Jeffersonian tem sido divertido, emocionante e prazeroso, tudo ao mesmo tempo. Mesmo que algumas coisas levem o tempo necessário para acontecer. Tudo acontece um dia, não? Foi o que pensei.
The Sense in the Sacrifice não foi sobre Pelant. Apesar dele ser o tema central do episódio, a interação do grupo de cientistas e agentes me pareceu bem mais apelativo. Foi um episódio dinâmico, e que envolveu não só as habilidades da Cam, da Angie, do Jack, do Sweets, da Caroline – ah, doce Caroline -, nem do Booth ou da Brennan, mas um episódio que provou que quando eles estão juntos, eu cito, “eles são insuperáveis”, como disse a Caroline.
A engenhosidade de confrontar o gênio do mal com sua própria genialidade maldosa levou a um caso sem precedestes. A preparação do corpo como uma presa para atrair a atenção do Pelant foi realmente surpreendente e deliciosamente nojenta. A morte do Flynn me deixou um pouco angustiada. Trabalhar no corpo de um conhecido ainda não é leve o suficiente para o meu estômago. Mas foi um sacrifício que valeu a pena. O episódio acabou sair melhor que a encomenda, principalmente por trabalhar com aspectos ao mesmo tempo conhecidos e desconhecidos do grande público. Partículas, lesões, isso a gente já viu, mas o caso era bem mais que isso, era um plano subjetivo entre lendas e egos, mensagens secretas e fé. A cena da bomba mostrou exatamente isso. Aliás, as duas cenas. Quando Booth, com seu treinamento militar e sua percepção, concluiu que a granada era um brinquedo. E na cena final, quando Brennan mandou o parceiro matar Pelant, colocando de lado sua racionalidade e apostando na fé que ela tem em Booth.
No final, a morte do Pelant foi um grande sacrifício? É o que vamos ver nos próximos capítulos.

Altos
Ok. Pausa para o mais completo ataque histérico que alguém, fã de uma série como esta, pode ter. Desde referência a Scully e Mulder no episódio piloto, toda aquela provocação um com o outro, aquela paixão acalentada, o desejo repreendido… todos sabiam que um dia B&B ficariam juntos. Talvez demorasse um pouco, mas eles ficariam juntos.
Confesso que fiquei um pouco desapontada com a falta de grandeza do pedido de casamento do Booth, mas aí eu pensei: pro inferno com isso! Eles vão se casar! Eles vão se casar mesmo. Agora não tem mais jeito. Vai acontecer.
O desfecho do episódio foi o ponto mais alto da história. A superação da racionalidade pelo razão do amor levou a morte do vilão e a superação da angustiante “escolha” de Seeley em não se casar com a Temperance. Não, ela não colocaria a vida de Booth em risco por causa de um assassino psicopata. Claro que não. Não nesse ponto da história, quando ela escolheu acreditar, confiar e ter completa fé em seu parceiro. Isso é amor. E não é barato. Vimos os dois construindo isso, e me pareceu mais real o pedido de casamento ser algo rápido, como um suspiro de alívio. Rápido, mas significativo.
Outro ponto de destaque vai para a participação do Sweets no caso. O plano, os conselhos, as análises. Não estava muito declarado, mas foi o psicólogo quem conduziu praticamente toda a perseguição ao vilão. O que me chamou a atenção é que mesmo afastado do FBI, Sweets foi ouvido e respeitado. A capacidade do moço em ler as pessoas e supor suas ações levou à observação de que Pelant estava tentando seduzir a Brennan com seu intelecto, e que o vilão sabia que um dos traços da antropóloga era mudar de ideia sobre as pessoas. Era isso que Christopher estava tentando fazer. Quando a Brennan começou a elogiar o cara e a chamá-lo pelo primeiro nome, pensei que o plano poderia estar dando certo. Mas aí veio a grande surpresa, o grande final. Uma das coisas que ela aprendeu com o tempo, com o seu parceiro, foi questionar-se. Então, a partir dai, nada aconteceu de acordo com o plano.
Mas o que eu mais gostei neste episódio foi a coincidente inconstância dele. É quando Bones sai da caixinha que as coisas extravasam. Não era um caso qualquer, não teve aquela cena dos desconhecido achando um corpo jogado no mato, ou um monte de suspeito sendo interrogado, para um desfecho, muitas vezes, nada surpreendente. Malditos procedurais. Queria muito que Bones seguisse um arco grande por temporada, mas isso seria pedir demais, eu sei. Gostei como a coisa aconteceu, a referência a lenda de Prometeu, a referência ao ego exacerbado dos seres humanos, quase semi-deuses, acorrentados aos mais profundos defeitos. Talvez seja isso a próxima grande história: ninguém é tão perfeito assim, nem Pelant, nem mesmo a própria Dra. Temperance Brennan.

Baixos
Os Todos Poderosos devem ter um motivo muito forte para por fim ao Pelant deixando tantas perguntas abertas. Já não basta tantas outras? Qual seria o sentido para deixar uma trilha de pistas mal resolvidas?
Lembro que quando o Pelant entrou para a série Hart Hanson comentou que ele estava sendo ajudado por alguém de dentro do Jeffersonian. Isso não me saiu da cabeça, pois minhas teorias apontavam para o agente Flynn. Cheguei a pensar na agente Shaw, mas a história nunca chegou a se desenvolver.
Depois me intrigou a genialidade do tal hacker, que não só era mestre na arte da computação, mas também sabia dissecar um corpo como ninguém. Mesmo assim, teve que “matar” uma pessoa para poder entrar na faculdade. Quem era esse cara? Ele matou apenas uma pessoa no passado?
Quando Pelant entrou na série, ele parecia perseguir claramente a Brennan. Tiro isso pelas fotos de jornais dos agentes que ele tinha em uma parede. Por que agentes? Por que a Brennan? Era algo pessoal ou sua atração pela cientista era simplesmente intelectual? Talvez nunca saberemos.
Mas me pego pensando: se ele era assim tão apaixonado pela Brennan, como este último episódio quis mostrar, por que ele a queria presa na sétima temporada? E durante a fuga da cientista, por que ele não se deu o trabalho de ir atrás dela?
Quando Pelant impediu Brennan de se casar com Booth, achei que ele o tinha feito porque não suportava perder os holofotes do FBI, porque estava enciumado por não ser o centro das atenções, não porque ele amava a doutora. Alguém sentiu mais isso?
Usar as habilidades do Sweets para atacar Booth, Brennan e o pessoal do Jeffersonian me pareceu uma boa ideia. O Sweets talvez seja o personagem que mais conhece a turma toda. Mas será que roubar a identidade da Cam tem algo a ver com ele? Isso não ficou claro. Ah, sem contar o roubo da riqueza do Hodgins: o herdeiro vai recuperar o dinheiro? Tudo voltará ao normal? Qual foi o sentido nisso?
Não me importei com a morte do Pelant, mas o ponto mais baixo desse episódio foi exatamente o fim dele. E todas as respostas no ar.

E agora?
Agora é esperar pelo grande final feliz. Pelo casamento, pelas respostas e pelo novo vilão. Parece que o ciclo da vida recomeça novamente. Com outra dinâmica, novos desejos. Estamos testemunhando a evolução e reinvenção de uma série que já tem nove temporadas. Que superou vários obstáculos e decisões ruins, mas que segue firme e forte. Com uma ótima audiência e fãs leais. Dai me perguntam porque ainda vejo Bones. Veria por mais nove temporadas, se fosse o caso.
Agora é esperar pelo próximos episódios, pela possibilidade de crescer durante o ano, ter a série renovada para a décima temporada e o privilégio de acompanhar por mais algum tempo essa história sólida de amor, crime, paixões e justiça.
Até as próximas aventuras!
The Blacklist – Wuijing
10/10/2013, 11:26.
Mariela Assmann
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The Blacklist, em seu terceiro episódio, deu mostras que não perderá força tão cedo e continuou eletrizante e instigante. Wuijing pode não ter caminhado tanto em relação ao plot principal – o interesse de Red em Liz -, mas teve cenas que envolveram muita tensão, além de ter introduzido um elemento novo na história: quem seria o misterioso Homem da Maçã?
Mas vamos por partes. E começarei falando da trama familiar de Elizabeth.
É bem evidente que a agente não se sente mais a vontade ao lado do marido. A dúvida sobre o conteúdo da caixa – e, consequentemente, sobre a identidade verdadeira de Tom – atormenta Liz, que resolve levar um dos projéteis da arma “do marido” para um exame de balística. E BAM! Compatibilidade com os projéteis encontrados em várias cenas de crimes… CLASSIFIED! Ou seja, se antes existia a sombra de uma dúvida, agora há algo muito maior. Ele está metido em algo grande (ou não).
Seria Tom um agente? Seria um criminoso “freelancer”, a la Red? Ou seria apenas um joguete nas mãos do careca, um bode expiatório utilizado para fazer Liz questionar todas as suas crenças?
Mas o pior dessa história nem são todos esses questionamentos – até porque eles cumprem a gloriosa função de nos deixar ansiosos pelo próximo episódio. O pior foi Ressler e Cooper terem descoberto que Elizabeth esconde algo. E muito embora ainda não tenham elementos para saber que a investigação dela se refere a Tom, vão ficar atentos a todos os passos da agente. Como se ela não tivesse problemas suficientes.
Falando em problemas e questionamentos, o que falar do Homem da Maçã? Ele invadiu a casa de Elizabeth, plantou escutas e câmeras e está na vizinhança, atento a tudo que acontece – enquanto come uma maçãzinha, é claro. Quem será esse personagem misterioso? Um inimigo de Red? O pai de Liz? (Eu sei, peguei pesado. Deveria ter avisado “apertem os cintos, a viagem vai começar” antes de lançar essa teoria). Não faço ideia da identidade dele, e estou MUITO ansiosa para saber mais elementos sobre esse plot.
Sobre o criminoso da semana, acho que foi o mais interessante até agora. E os dois primeiros já tinham sido muito bons. Desde a cena inicial, com o moço sendo emboscado e morto na China, até as cenas de luta e tiroteio no prédio em construção, foram raros os momentos em que a respiração não ficou presa e os dedos foram levados à boca – roer unha? Pode.
O chinês matador de agentes tinha toda uma vibe de bad BAD guy, e as cenas no bunker foram recheadas de tensão também em razão disso. Wujing foi um ótimo antagonista para Red, que mais uma vez esteve brilhante (muitas palmas para Spalder, ele está destruindo tudo nesse personagem). E Liz também teve uma participação bastante consistente (Megan também está fazendo um ótimo trabalho).
E a cena na qual o “traídor” chinês foi identificado? Que tensão! Red segurou muito bem a barra, ainda que tenha decepcionado Elizabeth ao matar o nerdzinho da China. E depois de muito terror psicológico, os dois conseguiram sair ilesos do bunker.
Achei MUITO legal Liz ter usado o “adesivo de nicotina” para fazer Wujing ser preso. Red estava convicto de que o criminoso voltaria para a China tranquilamente. Mas dessa vez a agente foi mais sagaz, e os criminosos acabaram presos – acho que, dessa vez, Red não esperava isso, de verdade. Está na hora de Liz começar a levar vantagem em algumas situações, ela estava muito submissa à vontade de Red.
O caso também deu um certo destaque à Meera e Ressler. Gostei muito da parceria dos dois. CIA e FBI trabalhando – e correndo – juntos para salvar a vida do consultor civil que seria morto pelos chineses. As cenas da perseguição no edifício em construção foram ótimas, e as de luta também. The Blacklist mostrando preocupação e cuidado com os mínimos detalhes, o que só a deixa melhor ainda.
E o caso ainda possibilitou mais um brilhante momento entre Red e Liz. Ela fez a pergunta certa, mas é óbvio que a resposta não seria simples. “Por que eu?” – “Por causa do seu pai”. Alguém mais ficou com a boca semi-aberta com essa resposta? Na sequência, Red ainda diz que infelizmente a resposta não é tão fácil assim. E Liz, frustrada, diz que tem outras coisas, mas Red tem apenas isso (as investigações) na vida. Ele afirma que tem a ela. COMO NÃO SURTAR?
Ao responder que o motivo pelo interesse em Keen é seu pai, Red confirmou nossas suspeitas. Mas ainda deixou em aberto a questão sobre ser o pai dela, já que a resposta é inconclusiva para esse fim. E ainda colocou mais lenha na fogueira ao dizer que “tem ela”. Será que ele é mesmo o pai da agente? Se sim, seria o pai biológico – como foi comentado na review da semana passada por alguns leitores – e não a pessoa que assumiu sua criação? Ou o pai de Liz seria um conhecido de Red – talvez o Homem da Maçã? Muitas, muitas teorias. Ainda não consigo enxergar com clareza qual a mais acertada.
Na semana que vem vai ao ar The Stewmaker. Numa tradução bem – mas BEM mesmo – ruim, pode se dizer que o criminoso da semana poderia ser um “fazedor de picadinho”. Uma espécie de picotador de pessoas? Será? Não faço ideia. Mas se for isso, acho que teremos um episódio tenso e sanguinolento. Mal posso esperar – mais uma vez.
P.S.: seria interessante The Blacklist explorar o passado de Red. Seria um bom artifício para simpatizarmos mais com o anti-herói.
The Vampire Diaries – I Know What You Did Last Summer
10/10/2013, 09:56.
Mônica Castilho
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Depois de uma temporada um tanto quanto fraca, The Vampire Diaries surpreendeu em despertar (ou no caso, reconquistar) o interesse de alguns espectadores com dois grandes ganchos: a humanidade de Katherine e Silas tomando a identidade de Stefan em Mystic Falls.
O começo desta quinta temporada claramente marca uma nova fase para a série: a ida de Elena para a faculdade e seu par romântico agora ser – assumidamente – o Damon, a parcial mudança de cenário como consequência dos estudos da protagonista e de Caroline, a nova Katherine que estamos conhecendo por conta da humanidade e o pelo menos temporário afastamento de Stefan ativamente da trama (sonhos e delírios não contam).
Pois bem, embora tenha ganhado destaque, a ida de Elena e Caroline para a faculdade, em si, não foi algo que surpreendeu. Ambas como o esperado buscam por uma vida normal em meio a festas e vidas de jovens comuns, e quem ganha destaque nessa atmosfera – apesar da curta passagem – é a nova colega de quarto das vampiras. A jovem, que a princípio se mostra um empecilho na vida das duas, revela-se uma grande preocupação quando Caroline descobre que ela bebe água com verbena e para piorar, tem uma foto de si mesma com o pai da Elena no celular.
Se viva a estudante já deixou Elena e Caroline apavoradas, a situação piorou com a morte da jovem, sem que ela pudesse ao menos fazer um possível escândalo, chantagem ou o que quer que fosse, ou ao menos esclarecer se sabia sobre os vampiros ou não. Seria ela uma Gilbert bastarda? Somente uma chantagista? O que importa é que ficou bem claro para Elena que nem na universidade ela terá paz, como planejava.
Outra que não está num bom momento, mas em relação a esta não é novidade, é Katherine. Claro que ela mantém a pose, os flertes frequentes e até mesmo o gênio forte, mas está aparentemente frágil e amedrontada. Assim como eu, ocorreu a Damon a brilhante ideia de transforma-la novamente em vampira e pronto, fim da mortalidade e da vulnerabilidade; mas a observação de Katherine a respeito de ela ser a primeira vampira curada – e por isso não estar certa do que acontecerá se tentar se transformar novamente – faz todo o sentido. A única certeza para Katherine é que sua situação não poderia estar pior, já que o vampiro mais poderoso agora a persegue.
Sem dúvidas Katherine está numa gigantesca maré de azar: primeiro, Elijah a abandona; depois é forçada a beber a cura; por fim, não pode virar mais vampira enquanto Silas comanda uma cidade inteira para procurar por ela. Um belo palpite mais uma vez é o sangue Petrova em questão, pois Katherine agora que é mortal poderia ter o sangue utilizado em bruxarias. Sim, este poderia ser mais um ponto da “nova fase” de The Vampire Diaries, com Katherine definitivamente ocupando o lugar de mártir antes pertencente à Elena e, quem sabe, se tornar a nova “protegida” num futuro próximo.
Quanto ao restante dos personagens… Bem, Stefan continua no mesmo lugar onde foi largado, mas com o fato de que Silas já revelou ser quem ele é, o que em teoria diminuirá o tempo até alguém salvar o Salvatore mais novo das profundezas do rio onde foi jogado, embora a questão seja justamente encontrarem o esconderijo do vampiro. Já Bonnie, até inventarem uma magia para ela voltar de vez à vida ou ela resolver contar para todos que morreu, continuará contando com a ajuda de Jeremy, embora reste saber até quando a situação ficará assim ou se ela terá alguma função mesmo após estar morta. Outro ponto importante é Matt, com o qual claramente aconteceu algo após se encontrar com Nadia, mas bem que já estava na hora do coitado ter uma história decente.
A única coisa por enquanto preocupante é o próprio Damon, que eu sinceramente senti que perdeu espaço na série. Tudo bem, o vampiro conquistou a Elena e tudo mais, mas tirando as cenas onde ele não fez nada além de ficar com a garota, sua função se resumiu a ser babá do Jeremy. Acho meio lamentável o desperdício de um personagem que antes era tão complexo e bem construído, e que agora chegou a esse ponto. Espero que pelo menos daqui alguns episódios, ele venha a ter mais utilidade quando começar a tentar salvar Stefan. Apesar disso, de um modo geral The Vampire Diaries conseguiu renovar a trama, e agora é só continuar com cautela no caminho seguido para não se perder novamente.
P. S. [1]: Ver o Paul Wesley atuando como Silas me fez encará-lo com outros olhos… Até ele voltar a fazer aquela cara de dor típica de quando é Stefan. E por falar em Stefan, nem nos delírios do rapaz a Elena o deixa em paz. Até em delírio a moça tem os ataques de egoísmo e pede outros (no caso, Stefan) façam algo que os prejudicará apenas porque para ela será melhor.
P. S. [2]: Katherine ex-VampBitch até humana me enche de orgulho! <3
P. S. [3]: Klaus, como você e seu sotaque inglês fazem falta! 🙁
New Girl – The Captain
09/10/2013, 22:34.
Carla Heitgen
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A terceira temporada de New Girl chegou ao quarto episódio e nele Jess e Nick completam um mês de namoro. Ambos estão naquela fase do relacionamento em que tudo é sensacional, ficam jogando sua felicidade na cara alheia e nada os abala. Em resumo:
Após ser obrigado a admitir que estava namorando Cece e Elizabeth ao mesmo tempo, Schmidt ameaçou fazer a vida do novo casal um inferno. E já no final do episódio passado ele começou a plantar a semente do mal nas mentes dos colegas, que acabaram confessando suas esquisitices um para outro.
Agora, sua dor de cotovelo chega a outro nível. Schmidt está tão confiante que acredita poder romper até mesmo o casamento real de Kate e William. Além de sarcasticamente oferecer um bolo para comemorar o pouco tempo de relacionamento de Jess e Nick, enche a cabeça do amigo de ideias e diz a Jess que o rapaz gosta de praticar algo muito estranho entre quatro paredes, o que ele “carinhosamente” chama de “O capitão”.
Winston, para variar, está sem ninguém para oferecer todo seu afeto. A não ser que consideremos Fergurson, o gatinho que ele adotou. Antes de levar o animal para ser castrado, resolve providenciar para ele uma louca noite de amor, e encontra uma fêmea perfeita para isso. Ele fica tão empolgado com a ideia que nem percebe que outra gata está doida para ficar com ele. Ao se aproximar de uma bela mulher na pet shop, Winston só tem olhos para Fatty, a pequena felina que a moça segura. Achando que ele está apenas usando os seus bichinhos de estimação para se aproximar, ela aceita ir à sua casa, sem saber que Winston quer mesmo é que seu gato tenha uma despedida de solteiro.
De volta à casa, após a nada motivadora conversa com Schmidt, Nick não consegue se concentrar na hora de ficar com Jess e na tentativa de animá-lo, ela tenta de tudo, até usar uma fantasia. De Papai Smurf. Gente, é a Jess, normal, né?
Embora o liquidificador não nos permita ouvir as atrocidades que Schmidt inventa sobre o gosto duvidoso de Nick (em uma das melhores cenas do episódio, apesar de o ciumento amigo estar agindo como um psicopata) sabemos que é algo tão estranho que Jess depois descreve “como um ato que não é apenas depreciativo para as mulheres, mas para toda a humanidade”.
A questão central, entretanto é bem mais simples: ela quer falar o que está sentindo, saber o que o amado está pensando, discutir a relação, enquanto ele não se expressa e tem crises de pânico quando confrontado (quem nunca passou por isso que atire o primeiro livro de autoajuda). Jess tanto insiste para Nick se abrir sobre o que sente, que ele acaba falando: e sem parar. Winston, após se dar conta que perdeu a oportunidade de ficar com uma mulher que estava a fim dele (e não do seu gato), diz uma das coisas mais sensatas da história de New Girl, e olha que é do Winston que estamos falando.
Não é possível que eu, que tenho um bordel de gatos no meu quarto, seja a única pessoa normal desta casa.
Conclusões:
– Schmidt tem um lado vilão assustador. Medo do Schmidt.
– Há salvação para Winston, afinal de contas.
– E por falar em expressar os sentimentos, confesso que esta semana tive de usar de boa vontade depois das impressões do último episódio. New Girl é uma comédia divertida, sem dúvida, porém tem oscilado muito na qualidade entre um episódio e outro. Os diálogos rápidos e sem noção, as circunstâncias que unem este grupo de indivíduos tão distintos, os mini-flashbacks,e o carisma dos protagonistas são fatores que me fazem querer continuar assistindo. Mas a versão psicótica de Schmidt – embora engraçada – foi meio arriscada.
E vamos ver o que a próxima semana nos reserva. E você? Assistiu The Capitain? O que achou?
Chicago Fire – Defcon 1
09/10/2013, 21:26.
Maísa França
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Separe um pote de sorvete porque o calor ainda reina na cidade de Chicago. Além de bombeiros e paramédicas de tirarem o fôlego e resgates alucinantes, o clima no batalhão esquenta a cada dia. E isso nem é um trocadilho.
Enquanto Severide não consegue provar que Hadley é o verdadeiro culpado pelos incêndios, o ex-colega de trabalho do bombeiro faz os ares de Chicago ficarem à seu favor. Como irão provar que ele é responsável por um incêndio que ocorreu quando fazia uma visita ao batalhão? Este será um dos desafios dos bombeiros.
Somado à esse problema está McLeod, que acha injustificável a saída de Hadley do batalhão e, mais uma vez, foi tirar cinco minutos da paciência do Chefe Boden. Este, por sua vez, não acreditou em Severide quando o bombeiro disse que Hadley era o resposável pelos incêndios mas no fim acabou sendo persuadido e apoiou Severide e seu pai, Benny, a prosseguirem com a investigação. Com Benny na jogada, o primeiro problema era Mills. Felizmente, o cadete foi bem adulto na causa e aceitou, ainda que de mau grado, a ajuda do pai de Severide.
A investigação permaneceria em segredo se Shay, na inocência, não tivesse soltado um comentário sobre o fato de Severide suspeitar de Hadley. Agora, todo o batalhão tem motivo para acreditar em Severide, principalmente depois de Hadley aparecer no batalhão esbanjando confiança. Achei até que Severide se controlou quando pegou Hadley pela gola da camisa ao vê-lo no local do último incêndio. No fundo, foi até melhor que não houvesse agressão, de fato, vide o currículo não muito bom de Severide.
Ainda sobre o bombeiro, conhecemos o novo lar que ele dividirá com Shay. Como eu já havia dito na review anterior, eles provavelmente procurariam outra pessoa para dividir o aluguel. Eu só não contava que seria alguém do próprio batalhão. Cruz e Otis passaram o episódio inteiro disputando a vaga com direito à diversos desafios e um super puxão de orelha de Boden em relação ao Cinnamon Challenge (Desafio da Canela, em português). E com muita razão. A preocupação de Boden, nesse caso, era o fato de que esse desafio pode acarretar diversos problemas e, vindo de um bombeiro, isso não é nada exemplar.
Para quem não sabe, o Cinnamon Challenge consiste em ingerir a maior quantidade de canela no período de um minuto, mas isso é extremamente difícil e pode acarretar riscos substanciais para a saúde. A canela deixa boca e garganta secas e resulta em tosse, engasgos e até vômitos. Quando inalada, provoca irritação na garganta, dificulta a respiração e pode levar à um quadro de pneumonia.
Otis conseguiu a vaga depois de Cruz perceber que seria impossível disputar com Severide no quesito mulheres. O bombeiro garanhão conquistou a prima de Otis e deixou Cruz a ver navios. Há alguns dias ele vinha tentando consquistar a moça que Sevelindo roubou em uma noite. A auto-estima de Cruz mandou lembranças.
A bronca que Otis levou de Boden aumentou ainda mais a certeza de que há um “dedo-duro” no batalhão. Herrmann, que estava com a pulga atrás da orelha desde o episódio anterior, suspeita de Clarke. O ponto positivo disso é que Mills não está mais sozinho nessa suspeita e Herrmann já deixou claro para todo mundo que Clarke é a pessoa que vem prejudicando o batalhão. Muita treta vai rolar!
Casey como pai está se saindo um ótimo bombeiro. Na base da tentativa e erro, o bombeiro vai se virando, mas se não fosse Dawson, ele já estaria perdido. Ao fim do episódio, ele conquistou um pouco mais a confiança das crianças Darden e agora veremos se Griffin será menos rebelde sem causa. As crianças podem ser o pontapé inicial para o relacionamento dos dois finalmente fluir. EsperemozZzzZzZzz…
O nome do personagem de Jesse Lee Soffer finalmente foi reveleado. Yaaay! Ele se chama Jay e, além de descobrirmos o nome do rapaz, descobrimos também que ele está envolvido com Arthur, um dos sócios do Molly’s. Em um primeiro momento me surpreendi, mas essa surpresa durou pouco pois acredito que ele seja um policial infiltrado e se juntou à Arthur para derrubá-lo. O problema vai ser convencer Dawson de que ele é o bonzinho. Será que ele consegue? Sem dúvida, esse é um dos melhores plots da temporada até agora.
Sobre os resgates:
Achei bem legal as meninas terem um resgate só delas em cada um desses primeiros episódios. O destaque que elas estão ganhando ao trabalharem sozinhas está interessante e eu espero que continue assim.
Sobre o resgate do carro na água, por um momento acreditei que Clarke fosse prejudicar Severide com a corda mas, felizmente, isso não aconteceu. Foi uma pena a vítima não ter sobrevivido, sniff.
PS: achei demais a tática de Otis ao denunciar o bar concorrente, Game Day. Espero ver o Molly’s bastante movimentado.
Hart of Dixie – Who Says You Can’t Go Home?
09/10/2013, 13:44.
Ariel Cristina Borges
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Zoe Hart is back, ladies and gentleman! A 3ª temporada de Hart of Dixie estreou e junto com ela, nós pudemos voltar a Bluebell e aos draminhas água com açúcar de Zoe e companhia (isso não quer dizer que eles sejam ruins, mas não são de tirar o fôlego como tanto outros).
E não é que Zoe esteve certa esse tempo todo? Foi só ir para Nova Iorque que a vida dela se ajeitou: arrumou um namorado, conseguiu um bom emprego e até o apartamento dos sonhos. Mas a vontade de ficar por lá de vez, a necessidade de voltar a Bluebell para “se despedir da antiga vida antes de começar uma nova” e a repentina decisão de ficar em Bluebell porque a newyorker não é mais tão newyorker assim, foram previsíveis.
Era claro que Zoe ia voltar para o Alabama. O fato de ter permanecido lá com um novo namorado à tiracolo é a informação nova. O triângulo agora é um quarteto e na conta Zoe + Joel + Wade + George, alguém vai sair triste. Que Jeremiah Jones permita que esse não seja Wade, porque vê-lo tão desanimado por causa da doutora está começando a cansar. George pode estar realmente apaixonado por Tansy, mas eu realmente torço para que ela continue com o advogado rival e não volte para Tucker. Está para nascer casal mais sem sal que eles dois em Hart of Dixie. Tansy teve chiliques e desconfianças suficientes na última temporada. Para falar a verdade, qualquer mulher que deixa George Tucker no estado em que ele estava quando Zoe o encontrou merece ser rebaixada de personagem recorrente a rara aparição.
Continuando no plot dos casais, vamos falar dos Breeland. Como assim o Brick se separou de novo? Ele e a Shelby eram um dos casais mais interessantes na série e depois de alguns meses de casados, terminam do nada (o que não tem explicação nenhuma, já que antes do hiatus eles estavam lidando bem com a vida juntos). E Lemon… a imaginar com Meatball só é pior do que ela com Wade e pelo visto, essas duas formações de casais vão colidir em determinado momento.
Hart of Dixie não surpreendeu na estreia da nova temporada, mas também não decepcionou. Continua sendo a série tranquilinha para ser assistida entre dois episódios lotados de cliffhangers. De repente, por isso é fácil se apaixonar por ela ao começar a assistir. Até o próximo episódio, guys!
PS: A sequencia de George e Lemon treinando para fazê-lo voltar a ser o que era antes do furacão Hart passar em sua vida foi sensacional. Digna de Rocky Balboa.
Downton Abbey – Series 4, Episode 2
09/10/2013, 10:15.
Lucas Victor
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Uma das coisas mais difíceis para uma pessoa é conseguir sair da chamada “zona de conforto”, ou seja, conseguir lidar com situações que estão totalmente fora do seu cotidiano sem tentar encontrar um jeito mais fácil de resolver. Se no primeiro episódio nós vimos as mudanças acontecendo em Downton, neste vimos como essas mudanças estão tirando seus moradores de suas zonas de conforto.
O primeiro a ter que sair de sua zona de conforto foi Robert, que agora com a descoberta da carta de Matthew – que coloca Mary como herdeira de Downton – terá que dividir o comando da propriedade com ela e aceitar sua opinião nas decisões a serem tomadas. Robert nunca gostou de ser contrariado, não importando se está errado ou não, e como já vimos essa característica já o fez pagar caro, levando a propriedade à falência devido à sua má administração, além de ter custado a vida de sua filha mais nova Sybill, quando não escutou o médico da família, Dr. Clarkson, sobre a condição de Sybill quando ela estava dando à luz. E se dependesse dele Mary ainda estaria no seu estado de inércia, sem tomar nenhuma atitude. É um fato que ele não é melhor para tomar decisões, o que faz a intromissão de Mary nos assuntos da propriedade um alívio. Mas será que ele irá aceitar facilmente isso? Vamos torcer para que ele comece a ter um pouco mais de maturidade, para que a Violet não tenha que chamar a babá e mandar ele pra cama sem jantar (palavras dela).
Outro que teve que experimentar isso foi nosso querido mordomo Carson, que foi obrigado a confrontar a situação com seu ex-amigo Charlie Grigg, quando este estava de partida para trabalhar em um teatro em Belfast. Vimos o verdadeiro motivo do ranço entre os dois: a disputa pelo amor de uma mulher (típico), e vimos os dois se entendendo no final, com Carson compreendendo o lado de Charlie, que nunca teve a intenção de magoá-lo. Foi muito bom ver Carson tirando a carapaça e sendo menos severo, pra variar. Melhor ainda foi ver a Sra. Hughes com uma ponta de ciúmes de Carson. Pessoalmente eu sempre shippei os dois, e nós sabemos que o sentimento entre os dois é mútuo, só falta alguém tomar uma atitude.
Agora vamos comentar sobre a mais inesperada das saídas da zona de conforto do episódio: a de Rose, que não foi bem uma saída mas que merece ser comentada (e como merece), que foi seu improvável affair com um empregado que conheceu no baile em York. Rose sempre foi, na melhor das palavras, uma pessoa proativa no quesito relacionamento, já se envolvendo com homens casados e tudo o mais, mas dessa vez ela se superou, fingindo também ser uma empregada para não espantar o rapaz, chegando até a se vestir de empregada quando ele a procurou em Downton. É bem provável que eles não se vejam mais, mas seria muito interessante de acompanhar esse romance à la A Princesa e o Plebeu.
Algumas considerações gerais dos outros personagens:
– Bates cada vez mais prova ser o Gentleman pelo qual Anna se apaixonou, tendo uma atitude belíssima ajudando Molesley com sua dívida. Ele é um caso raríssimo de personagem com uma conduta impecável e que não deixa de ser interessante, pois a maioria dos personagens bonzinhos são considerados chatos, mas não John Bates, que além de ser um excelente personagem é brilhantemente interpretado por Brendan Coyle.
– Thomas, que antes parecia ter adquirido um pouco de decência, nesse episódio provou que não mudou nada, aprontando para Anna simplesmente por causa de seu ressentimento com Bates. E agora ele se uniu a Edna, que também não é flor que se cheire, e pelo que parece ela irá tomar o lugar de O’Brien também como cúmplice de Thomas, além de ter tomado seu posto de dama de companhia de Cora.
É interessante ver como os personagens estão meio que indo na mesma direção nessa temporada, mas sendo afetados de maneiras diferentes. É uma dinâmica interessantíssima. Mais um ponto para Mr. Julian Fellowes, que continua provando ser o roteirista e showrunner brilhante que sempre foi. Kudos, Mr. Fellowes.
How I Met Your Mother – The Broken Code
08/10/2013, 23:41.
João Freitas
Reviews
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“Nota máxima? Como assim? Foi no máximo um bom episódio!” é o que a maioria deve pensar. Calma, eu explico o porquê The Broken Code me fez ficar com um sorriso na cara ao fim do episódio, e se você não concordar com todos os pontos aqui apresentados, sinta-se à vontade para avaliar o episódio também.
A primeira cena – onde Barney revela que viu Ted e Robin de mãos dadas – determinaria o rumo do episódio. Barney poderia fazer piada ou querer espancar Ted pelo acontecido. A cena se desenrola e parece que teremos um episódio cheio de piadas, mas eis que How I Met Your Mother, em plena sua nona temporada, brinca novamente conosco. Ao longo do episódio percebemos que Barney não engoliu ver seu melhor amigo e sua futura esposa juntos. Demonstrar a insatisfação de Barney com algo extremamente sério de maneira cômica é o maior acerto do episódio.
Falando em acertos, Marshall interagindo através do tablet com suas caras e bocas me fez dar boas risadas. Se Neil Patrick Harris é um show solo de humor, Jason Segel é o plano de fundo perfeito para potencializar gargalhadas. Já estava passando da hora do ator aparecer mais, pois ele estava quase tão sumido quanto a Mãe.
Pulando para o clube das mulheres, Robin e Lily têm um enredo nesse episódio como há muito não tinham: de aproximação. Lily acaba fracassando na festa de despedida de solteira de Robin porque na verdade sua amiga não consegue fazer amizades com outras mulheres. Mas quando ela vê que Robin possa “escapar” e talvez deixá-la de lado, vemos o sonho lésbico, que desde a primeira temporada mora nos sonhos da mãe de Marvin, aflorar para manter a amizade das duas em segurança.
Eu não sei quem foi o gênio que introduziu o Bro Code nos enredos da série, mas esse cidadão merece palmas de pé. Ao contrário de uma amizade de mulheres, onde cada frase solta pode significar um “recalque”, homens são mais fáceis de se conviver e o Bro Code é a simbolização dessa amizade masculina. No episódio vemos Barney, Ted e Marshall debaterem se o livro foi desrespeitado por Ted. É muito divertido ver que apesar do impasse entre eles, sua amizade nunca fica de lado.
Ted jura sobre o livro que jamais irá interferir entre Robin e Barney, mesmo admitindo que ainda sente algo por ela. Atitude mais nobre e honesta possível, nada menos do que esperamos dele, afinal de contas. Mas então vemos algo que não esperávamos: Barney aceitar isto. Em nenhum outro momento, durante todas as antigas temporadas, esse personagem confiaria deste modo em alguém…
As duas cenas finais equilibram o episódio que foi tão forte no quesito laços de uma amizade. Eles nos fazem rir. Ted é novamente o padrinho de Barney (mal posso esperar pelo clássico Schmosby) e How I Met Your Mother consegue mais uma vez andar numa linha cuja qual ela se acostumou: conseguir fazer com que o público se importe com seus personagens, mas sem nos privar das risadas de uma sitcom.
PS: Thank You, Linus.
Haven – Lost & Found
08/10/2013, 10:34.
Regina Monteiro
Reviews
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Como dizer que Haven se superou com este episódio, sem cair na tentação fácil de, a cada meia dúzia de palavras, usar meia dúzia de superlativos?
Vou tentar exprimir o quanto o episódio foi ótimo, sem sucumbir à tentação. Mas, peço licença para fazê-lo apenas uma vez, dizendo que a nota máxima ainda é pouco, Lost & Found merecia mais.
Um resumo.
Lost & Found foi um dilema, plantado deliberadamente, pelo roteiro, para criar aquela expectativa hipnótica que nos leva a esperar pelo final e lamentar quando acaba. Afinal Audrey iria ser ela mesma quando voltasse ou não?
Foi também, depois de quatro anos, um momento de revelações. Ínfimas revelações? Pode ser que sim. Mas nos deram algumas certezas. Finalmente confirmamos aquilo que, lá no íntimo, nós já sabíamos: o celeiro era um portal.
E, como Haven não pode deixar de ser Haven, junto com algumas respostas, vieram umas tantas interrogações: Porque um portal entre Haven e este outro lugar? Quem é Audrey Parker? O que são as perturbações? Por que atingem algumas pessoas e outras não? Quem é William? E as pessoas que tentavam impedir que ele a levasse de volta? O que podem ser os tais poderes incontroláveis, aos quais Dave se referia?”
Tudo isso em apenas 40 minutos de pura genialidade, de Speed Weed (L&O:SVU, NCIS:LA, Eleventh Hour,) um roteirista debutante em Haven, e Lee Rose, responsável por uma das melhores cenas da série.
Uma cena que valeu o episódio.
No momento em que Audrey olhou através da porta do Celeiro pela última vez e ouviu seu nome ser chamado do outro lado daquela ponte invisível que a conduzia de volta a Haven, a possibilidade do reencontro refletida em seus olhos continha uma lembrança: uma recordação apanhada na voz que, ao dizer seu nome, deu forma àquele sentimento que esteve presente sempre, e a despertou para a verdade que seu guardião estava tentando lhe revelar. E por um instante fugaz o tempo não contou. E seus olhos sublimaram a possibilidade da pessoa que seu coração desejava, e refletiram a eternidade desse reencontro no espaço de um instante.
E então, ela praticou o seu ato de fé e voltou, para deixar de ser aquela que, por alguns poucos segundos ela conseguira ser.
Mas afinal, se, como William lhe disse, ao voltar, ela poderia ser quem desejasse ser, porque ela escolheria ser quem iria matar a pessoa que ama? O que nos suscita outras perguntas: Porque o portal foi construído para ela? Penitência? Nathan foi apenas um acidente? Ou não?
Nathan é sua redenção, ou seu castigo?
E a cena final pode ser emblemática: o beijo… ou a arma?
The Crazy Ones – The Spectacular
08/10/2013, 09:44.
Gabi Guimarães
Reviews
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“As melhores coisas da vida acontecem quando você sai da sua zona de conforto” – Simon Roberts.
Com um Robin Williams um pouco mais comedido, este segundo episódio de The Crazy Ones conseguiu mostrar porque a série é a grande aposta da CBS para esta fall season.
Centrado em duas histórias principais, o episódio começa mostrando o ciúme de Andrew da relação meio pai-filho construída entre Simon e Zach. Quando Simon fica sabendo como Andrew se sente “excluído”, tenta convencê-lo – com um empurrãozinho de Zach – de que também gosta dele, tentando uma aproximação forçada, incluindo-o no seu projeto pro bono de cuidar de um bando de patinhos, que devem ser os primeiros moradores do recém-restaurado Lago Arrowhead (e, quem diria, o próprio Simon foi responsável pela destruição do lago com uma campanha desastrosa nos tempos de outrora!).
A história rende ótimos momentos, com Andrew fazendo de tudo – tudo mesmo! – para agradar o chefe, o que inclui lavar e escovar as bundinhas dos filhotes com uma escova, já que a mamãe pata “não está presente para lambê-los”. Zach não demora a se sentir ameaçado por esta aproximação, e fica com ciúmes. E é exatamente aqui que vemos a mágica nascer em The Crazy Ones: nas cenas entre Zach e Simon. Na verdade, o relacionamento entre os dois vem sendo o destaque da série até aqui, funcionando melhor até mesmo do que aquele entre Simon e Sydney.
Sarah Michelle Gellar, inclusive, esteve bastante apagada neste episódio. Se na review anterior eu mencionei que me incomodava o exagero e a atuação um tanto caricata de Robin Williams, hoje é a vez de falar que ainda falta à nossa eterna Buffy encontrar o tom, justamente para não ser engolida pela performance sempre grandiosa – para o bem ou para o mal – de Williams.
No outro arco do episódio, Simon incentiva sua filha, sempre certinha e contida, a sair da sua zona de conforto ao desenvolver uma campanha publicitária para o Windy City Coffee. O tiro, claro, sai pela culatra, quando Sydney resolve arriscar, fazendo um grande evento em praça pública, com direito a uma xícara de café gigantesca e petiscos gratuitos para o público, tudo para promover a marca de café. Ela só não contava com a ventania que assolou a praça justo na hora do evento, e muito menos com a chuva de café derramado sobre os convidados (Chicago e Windy City Coffee, Sydney! Oi?). Mas no final tudo acabou bem, claro, e Sydney conseguiu fazer uma bela limonada com estes limões que a vida lhe deu, utilizando o fiasco do evento a seu favor ao criar uma campanha extremamente criativa para o seu cliente.
Mas a cena mais fofa do episódio foi, de longe, quando Andrew fica emocionado ao ter que se despedir de seus patinhos, e acaba tendo que entrar no lago para que eles sigam sua nova “mamãe” e se habituem à sua nova casa. E como ele fica feliz ao perceber que Simon está orgulhoso dele!
Lauren, a assistente atrapalhada interpretada por Amanda Setton, foi deixada um pouco de lado neste episódio, mas suas poucas falas foram muito pontuais e engraçadas. Espero que a personagem seja melhor aproveitada e ganhe mais destaque daqui pra frente.
Mais uma vez, os erros de gravação exibidos ao final do episódio deram o que falar e foram destaque. E isso acontece porque é justamente nesses momentos em que fica mais evidente o quanto Robin Williams não se atém ao roteiro e é livre para improvisar o quanto quiser, criando, entre erros e acertos, cenas memoráveis.
E vocês, o que acharam deste segundo episódio? Pretendem continuar assistindo a série?
Once Upon A Time – Lost Girl
07/10/2013, 21:55.
Júnior Melo
Reviews
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No episódio que se passou o que aprendemos, crianças? Como se retirar uma sombra com uma adaga e que Emma não foi realmente eleita uma xerife. Brincadeiras à parte, esse episódio de Once Upon A Time mostrou a razão da série ser um sucesso. Boas histórias, plots twists e cenas de partir o coração. Tudo o que uma boa série precisa. É cedo para dizer isso, mas até agora esse foi o melhor episódio da temporada e, arrisco dizer, melhor episódio em muito tempo.
Emma e sua gangue ainda estão procurando por Henry, que – como vimos no episódio passado – foi sequestrado por Pan e não mostrou as caras nesse episódio. Henry é o personagem que as pessoas adoram ou odeiam: ele sabe ser chato quando necessário, mas o ator é tão fofinho que acaba conquistando alguns (eu). Para ser bem realista, ele não fez a menor falta nesse episódio.
Emma teve o seu primeiro encontro com o Peter Pan, o vilão da nova temporada. Esse foi um dos maiores acertos dos roteiristas no quesito “mudança do conto de fadas”. O Peter Pan malvado ficou muito mais legal do que se eles seguissem mais ou menos o que nós conhecemos da Disney. O ator está indo super bem na sua atuação e sua cena com a Emma, já na promo, impressionou. O garotinho deu um mapa para Emma que revelaria a localização do Henry, porém apenas quando ela parasse de negar o que ela realmente é. Dessa vez, tive surpresas, passei o episódio achando que ela teria que se denominar Salvadora, mas não era esse o plano do Pan.
Um ponto alto de Neverland foram os momentos de Emma e Hook. Ele perguntando como era nas histórias contadas aqui na Terra, hilário. Neste episódio consegui notar que nunca foi a intenção dos roteiristas transformarem o Hook em um vilão. Ele chegou com essa ideia de que seria um vilão, mas com o passar dos episódios só vimos que ele não chegava aos pés dos grandes mestres do mal da série (Regina e Gold). Ele não poderia ser um vilão sendo que Pan é quem é o garoto malvado.
Além disso tudo, tivemos um flashback. Assim que soube que retornaríamos à Floresta Encantada tive receio do que aconteceria, mas a estória foi boa. A conexão entre Neverland e a Floresta Encantada foi bem feita. De um lado tínhamos Emma tendo que acreditar no que era para poder salvar Henry ; e do outro Snow tendo que acreditar em si mesma para tomar o reino. Ah, e Snow e Charming estão com os preparativos prontos para o casamento, mas Regina está a postos para impedir que isso aconteça e faz um ultimato a Snow: ela deve escolher entre se exilar ou continuar no reino e ver todos que amam sofrendo.
Outro ponto alto do episódio foi a a Excalibur, que apareceu e deu mais esperança de que Arthur e os cavaleiros da távola redonda apareçam. Desde Lancelot espero ansioso por isso. Minhas esperanças ruíram quando Snow conseguiu tirar a espada da pedra, mas logo voltaram com a revelação do final. Sim, teremos um Rei Arthur.
E, como mero coadjuvante, Rumple iniciou o episódio arrancando sua sombra. Respondendo à pergunta de como Peter Pan fez aquilo, mas trazendo outra: Rumple a retirou com a sua adaga mágica, como foi que Peter fez a dele? A cena vem como um anúncio dos tempos confusos que virão. Já que o tema do episódio era confiar e acreditar em si mesmo tivemos isso com Rumple e a participação da bela Belle. Como uma forma de fazer a coisa certa o Senhor das Trevas fez uma visão da Belle para si, para mostra-lo que ele é uma boa pessoa mesmo com todo o mal. Mas será mesmo? Já vimos que o Sr. Gold é dominado muito fácil pelo poder e pelas trevas.
Peter Pan está incrível, todos sabem, mas podemos comentar sobre a revelação dos planos dele? Achei genial, tudo fez sentido – já que não achei sentido no fato de ele dar um mapa para ajudar Emma. O conflito está ficando cada vez maior em OUAT. As cenas com o Pan estão tão perfeitas que ele está se aproximando da Regina no quesito personagem favorito.
Pontos altos: Regina e seus comentários para lá de irônicos. A cada vez que ela falava era possível sentir ela trazendo todo o brilho da cena para si. Lana Parrilla manda naquilo tudo. Além de irônica e maravilhosa no presente, ela estava ótima também no passado, como a Evil Queen que todos já conhecemos. Foi bom reviver o passado. Outro ponto, a cena da luta entre os mocinhos e os meninos perdidos. Há muito tempo não via momentos de ação e tensão em OUAT, como houve nesse episódio. E ainda vimos Emma e Snow em uma cena mais que emocionante e de partir o coração.
A série vem provando a cada episódio que por mais que às vezes derrape, ela não perde a linha. As arestas foram aparadas no episódio passado, o que vamos ter daqui para frente promete ser apenas a nata de Once Upon A Time. Espero que a série só melhore e me faça dizer em todas as reviews que este é o meu episódio favorito, como ocorreu hoje.
Scandal – It’s Handled
07/10/2013, 17:15.
Mariela Assmann
Reviews
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Scandal está de volta. E repleta de escândalos, reviravoltas, jogo sujo e drama. E o ritmo da trama de It’s Handled foi frenético do início ao final.
Como todos lembramos bem, no finalzinho da temporada passada os roteiristas de Scandal jogaram na nossa cara um fato inesperado: o misterioso comandante do B613 é ninguém menos do que o pai de Liv. E logo de cara fomos brindados com diálogos muito bons e bastante tensos entre Rowan e Olivia.
Isso porque como todo pai que se preze ele resolveu intervir ao ver a filha na mira da mídia e – principalmente – dos poderosos da casa branca. O plano: fazer Olivia sumir no mundo. E a sempre imponente Olivia Pope acaba se apequenando diante do pai, com quem claramente tem sérios problemas. Só que uma ligação para Cyrus – a cobra – muda tudo, e Olivia resolve permanecer – com a ilusão de levar uma vida normal – enquanto a Casa Branca lida com a questão da traição do presidente.
Mais alguém achou mancada Olivia acreditar em Cyrus? Ela, mais do que ninguém, conhece as sujeiras do jogo político. Achei muito amadorismo ela deixando tudo nas mãos de Cy. E mais, achando que os clientes estariam todos esperando ela voltar ao trabalho. Ingenuidade, uma característica que não combina com Olivia.
A reviravolta no caso da semana – a defesa da honra de Olivia – só veio porque os gladiadores se uniram aos gananciosos e espertos Cyrus e Mellie (e aqui eu critico o pouco tempo de tela dos Gladiadores. A solução que eles construíram foi inesperada justamente porque eles não apareceram quase nada. E uma das coisas mais legais de Scandal é justamente acompanharmos a construção das saídas geniais. Ponto contra o episódio). Obviamente tive pena da jornalista que pagará o pato: novamente um bode expiatório surgiu para salvar a pele dos mais influentes. Mas achei muito digno os gladiadores não deixarem que o nome de Olivia fosse parar na lama. E mais, mostrar que se ela não se preocupa consigo mesma, eles estão ali para o que der e vier – e mesmo que ela seja uma vaca com eles escondendo tudo que é mais importante das pessoas que mais se importam com ela.
Outra reviravolta, e DAQUELAS, foi descobrir que quem vazou o nome de Olivia para a imprensa foi o próprio Fitz. Achei muita, mas muita sacanagem da parte dele. Cheguei a desejar que Mellie virasse a mão na cara safada dele. E não colou 100% a explicação de que, na verdade, ele estava livrando Olivia dos desígnios de Mellie. Faça me rir, Sr. Presidente.
Na verdade, Fitz é fraco – e apaixonado, o que por si só já é um grande problema. Ele não consegue decidir o que quer da vida e esperava que tudo se resolvesse milagrosamente quando o mundo ficasse sabendo que ele dormiu com Olivia. Me parece que ele achou que iria acabar se divorciando de Mellie e vivendo feliz para sempre com Liv (e por isso foi tão genial Mellie perguntando se ele achou que os Estados Unidos aceitariam a amante dele de braços abertos como a nova primeira dama). E qualquer pessoa minimamente esperta sabe que enquanto ele for presidente isso não será possível. Ele mesmo sabe disso, tanto que cogitou renunciar.
O que ele não pensou foi em quanto sofrimento isso traria para a vida de Olivia (que tem sua cota parte de culpa no cartório, mas que acaba sempre sendo a maior prejudicada). Ela inclusive se sujeitaria a assumir a culpa e passar por amante barata, já que Mellie vetou que o amor entre os dois viesse a público. Ela colocou sua carreira em risco para salvar a pele do presidente, achou uma saída para o mandato dele. Enquanto isso, ele pedia à vice-presidente que o atacasse publicamente após a confissão da traição, numa clara tentativa de perder o mandato. Frouxo. Covarde. Não consigo pensar em outros adjetivos para qualificá-lo.
Só que se Olivia foi estúpida – ou iludidida – o suficiente para não ver a verdade por trás dos fatos (outra coisa que não combina muito com o brilhantismo da personagem), Mellie demonstrou que de boba não tem nada (é uma vadia adorável a primeira dama). E é impossível não simpatizar com ela ao ver que ela sofre, de fato, com as peripécias amorosas de Fitz. Ela sabe que não é apenas um caso, mas sim amor verdadeiro. E deve ser muito difícil viver nessa situação. É claro que, assim como Fitz, ela poderia colocar um ponto final no casamento. Mas nenhum dos dois quer abrir mão do status e do poder.
E no final do episódio, mais momentos de tensão. Charlie – que cara sinistro! – apareceu, e Cyrus é levado ao encontro de Rowan. O todo poderoso entrega para a cobra venenosa os arquivos que revelam o que realmente aconteceu na batalha que Jake e Fitz lutaram juntos. Não faço ideia de qual seja esse segredo, e nem vi esse plot se aproximando (surpresas, surpresas all over the place). Só sei que é algo grande, e talvez tenha ligação com o fato de Jake quase ter sido morto por ordem do B613 e estar em um buraco como penitência. Provavelmente, é um daqueles segredos que pode abalar as estruturas da nação. E em breve Olivia e seus Gladiadores devem tomar conhecimento dele – ou serem jogados no meio dessa trama toda intencionalmente.
A pergunta que não quer calar é: estaria Rowan interessado em destruir Fitz em razão do que Olivia foi obrigada a suportar? Ele já demonstrou ser perigoso, e funcionaria bem como vilão. Enfim, é uma hipótese.
Isso sem contar a finaleira do episódio mesmo: quer dizer que a jornalista que supostamente é amante de Fitz vai ser cliente de Olivia, a real amante de Fitz. Contem-me mais sobre isso, roteiristas! Como que eles vão fazer para livrar a cara de uma sem entregar a outra é o que eu quero ver. Cyrus vai ficar p da vida quando descobrir…
Pra finalizar, preciso dizer que é óbvio que eu reconheço que existe entre Fitz e Olivia mais do que química e desejo. É evidente que os dois se amam. Mas acho que chegou a hora do “ou vai, ou racha”. Eles não podem continuar se pegando pra sempre em armários da casa branca, ou colocando suas carreiras em risco com ligações na calada da noite. Funciona bem para nos deixar com os corações acelerados – e com a culpa de shippar gente casada -, mas é uma patifaria que deveria ter fim. Por mais doloroso que isso seja.
Nessa quinta-feira vai ao ar Guess Who’s Coming to Dinner. Além de descobrir quem virá para o jantar, provavelmente nos veremos envolvidos em novos jogos sujos e reviravoltas inesperadas. Eu mal posso esperar.
P.S.: e a genialidade do roteiro de Scandal tem sido cada vez mais reconhecida. Prova disso foram os 10.52 milhões de espectadores que assistiram It’s Handled. A maior audiência de Scandal até hoje.
P.S.2: provavelmente esqueci de falar de várias coisas importantes. Mas quem pode me culpar? Scandal tem um ritmo tão frenético que é impossível dar conta de tudo.
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